Declaracao_portugues_01

Declaração para a Instituição Oficial da Profissão do Designer de Iluminação de
Arquitectura.
Reconhecida e declarada em Sessão de Plenário da Convenção de Design de
Iluminação Profissional (PLDC), em Londres, Reino Unido, a 27 de Outubro de 2007.
A 27 de Outubro de 2007, a sessão de plenário da PLDC (a Convenção de Design de
Iluminação Profissional) reconheceu e anunciou a Declaração para a Instituição
Oficial da Profissão do Designer de Iluminação de Arquitectura, conteúdo que
consta no seguinte texto.
No seguimento deste marco histórico, a sessão de plenário apela a todas as
associações, organizações e publicações, directa e indirectamente relacionadas com a
Iluminação, para que divulguem o texto da Declaração, e para que a publicitem junto
de todas as instituições educativas, escolas dos diversos ramos do Design e dos cursos
de Arquitectura e Engenharia, bem como junto dos respectivos membros dessas
associações e instituições.
Prefacio
Reconhecido que está, que são as qualidades especificas, o conhecimento e o saber, a
perícia e a experiencia que constituem a instituição da profissão; Visto que o
conhecimento sobre Luz e Iluminação, sobre as suas ferramentas, o seu controlo e
manipulação se desenvolveu de forma complexa e diversificada; Reconhecido que
está, que o impacto que a Luz tem nos seres humanos é do elementar senso comum, e
que tem hoje bem mais ramificações para alem da área visual e perceptiva, complexa
esta à partida; Visto que as responsabilidades daqueles que lidam com o Design e a
especificação de Iluminação para o ambiente humano se desenvolveram de forma
muito significativa, Assim e consequentemente, a Sessão de Plenário da Convenção
de Design de Iluminação Profissional anuncia que a Declaração para a Instituição
Oficial da Profissão do Designer de Iluminação de Arquitectura é um facto a ser
oficializado por cada um dos Governos Nacionais e por todas as instituições
internacionais que lidem com o reconhecimento de profissões e actividades
independentes.
Artigo 1
O Design de Iluminação é a arte e ciência de Iluminar o ambiente
humano. Designers de Iluminação são aqueles profissionais que têm a capacidade de
aplicar esta arte e ciência a projectos, ajudando ao sucesso destes.
Artigo 2
O Design de Iluminação é uma profissão e uma disciplina distinta de
todas as outras da área da Arquitectura, do Design de Interiores e de Equipamento, do
Paisagismo, do Urbanismo bem como da Engenharia Electrotécnica.
Artigo 3
Os Designers de Iluminação são parte integrante do desenvolvimento
do projecto de Arquitectura. Estes cooperam coordenando a sua actividade
profissional junto das outras especialidades relevantes no mesmo projecto, actuando
como garante do seu sucesso integral.
Artigo 4
Os Designers de Iluminação são responsáveis pelo design de uma parte
do ambiente humano e assim responsáveis pela forma como esse mesmo design é
apresentado e pelas suas consequências sobre o design de terceiros. São responsáveis
pelo bem-estar das pessoas que usufruem destes espaços submetidos ao processo de
design, pelo garante da forma adequada como se deverão sentir nestes espaços, pela
eficácia dos utilizadores em levar a cabo tarefas de elevada exigência visual, bem
como pela garantia de segurança, todas estas dentro dos limites de influencia que uma
Iluminação submetida ao processo de design oferece, ao espaço e aos seus usuários,
ou aos objectos iluminados e os seus utilizadores.
Artigo 5
Os Designers de Iluminação são tidos com responsáveis pela
sustentabilidade do seu projecto de design.
Artigo 6
Os Designers de Iluminação não são parte da cadeia de fornecedores
de um projecto de arquitectura, no entanto, estes tem uma forte ligação a este
processo. Os Designers de Iluminação cooperam com todos os intervenientes desta
cadeia, desde fabricantes, empreiteiros, representantes oficiais e instaladores, dentro
dos limites do seu código de ética, com o objectivo de fazer beneficiar o utilizador
final, o cliente e o projecto na sua totalidade.
Artigo 7
O Design de Iluminação tem todas as qualificações exigidas para o seu
reconhecimento oficial. Este é leccionado a nível académico, é composto por massa
critica de profissionais que o praticam, é sujeito a códigos de deontologia bem como a
uma pratica profissional efectiva.