Manual 12689119

Manual 12689119
Tele Conferências de Resultados
WEG S.A. ANUNCIA OS RESULTADOS
DO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2007
RECEITA LÍQUIDA ATINGIU R$ 923,5 MILHÕES, COM
CRESCIMENTO DE 26,6% EM RELAÇÃO AO 2T06.
EBITDA DE R$ 238,0 MILHÕES, 54,9% ACIMA DO RESULTADO
DO ANO ANTERIOR.
LUCRO LÍQUIDO DE R$ 151,0 MILHÕES NO TRIMESTRE, COM
MARGEM LÍQUIDA DE 16,4%.
em Português
20 de julho, sexta-feira 11h00
(11) 4688-6301
Código: WEG
em Inglês
20 de julho, sexta-feira 13h00
- do Brasil: (11) 4688-6301
- dos EUA: 1-786-924-8430
Código: WEG
Jaraguá do Sul, 19 de julho de 2007: A WEG S.A. (Bovespa: WEGE3), um dos maiores
fabricantes mundiais de motores elétricos e equipamentos elétricos correlatos, anunciou hoje seus
resultados referentes ao segundo trimestre de 2007 (2T07). As informações financeiras e
operacionais a seguir, exceto quando indicado de outra forma, são apresentadas em bases
consolidadas, em reais, de acordo com os princípios contábeis geralmente aceitos no Brasil,
estabelecidos na Legislação Societária. As taxas de crescimento e demais comparações são,
exceto quando indicado de outra forma, feitas em relação ao mesmo período do ano anterior.
DESTAQUES
No segundo trimestre de 2007 (2T07) nosso Lucro Líquido atingiu R$ 151,0 milhões, com
crescimento de 26,2% sobre o resultado do 2T06 e 17,2% sobre o lucro registrado no
trimestre anterior. Os principais destaques do trimestre foram:
• Ultrapassamos o marco de R$1 bilhão em Receita Operacional Bruta trimestral. A
Receita Bruta atingiu R$ 1.118,6 milhões, 29,7% acima do 2T06 e 15,2% acima do
trimestre anterior. A Receita Líquida atingiu R$ 923,5 milhões, com crescimentos de
26,6% sobre o mesmo período de 2006 e de 15,3% sobre o trimestre anterior.
• As vendas brutas ao mercado interno cresceram 33,5% sobre o ano anterior e as
vendas brutas ao mercado externo, quando convertidas em Reais pela taxa de câmbio
média, cresceram 23,7%. Quando as vendas ao mercado externo são medidas em
dólares norte americanos, o crescimento sobe para 36,8% sobre o 2T06, como
resultado da valorização cambial observada no período;
• Neste trimestre o EBITDA cresceu 54,9% em relação ao 2T06 e 23,6% em relação ao
trimestre anterior, atingindo R$ 238,0 milhões. A margem EBITDA foi de 25,8 %, com
ganhos de 4,7 pontos percentuais em relação ao 2T06 e de 1,7 pontos percentuais em
relação ao 1T07;
• O lucro líquido de R$ 151,0 milhões corresponde a uma margem líquida de 16,4% no
trimestre. O lucro semestral anualizado aponta retorno sobre patrimônio líquido (ROE)
de 36,0%;
• Durante o primeiro semestre de 2007 os investimentos em ativos fixos totalizaram R$
147,6 milhões e os investimentos em ativos diferidos foram de R$ 15,0 milhões;
• Neste segundo trimestre de 2007 consolidamos os resultados da Trafo Equipamentos
Elétricos S.A., cujo controle foi adquirido em março último. Essa consolidação foi
baseada nas demonstrações financeiras da Trafo até maio de 2007.
RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
COMENTÁRIOS DE ALIDOR LUEDERS,
DIRETOR ADMINISTRATIVO E DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES DA WEG
“Este segundo trimestre de 2007 ficará marcado na nossa história. No dia 22 de junho
último assinamos com a Bovespa o contrato de adesão ao Novo Mercado, segmento
especial para empresas que atendem voluntariamente aos critérios mais exigentes de
governança corporativa. Este é um momento especial para nossa empresa e formaliza
nossos compromissos históricos de transparência e respeito com nossos acionistas.
Os resultados obtidos até agora no ano de 2007 têm demonstrado o acerto de nossa
estratégia de buscar o crescimento sem abrir mão da rentabilidade. Nosso esforço de
ajuste às condições macroeconômicas desfavoráveis, principalmente ao movimento
contínuo de valorização cambial no Brasil, mostrou-se primordial para que pudéssemos
aproveitar as condições estruturalmente favoráveis em nosso mercado de atuação.
As oportunidades de negócios propiciadas pelo cenário econômico mundial continuam a
surgir, tanto pela ampliação dos mercados tradicionais como pela conquista de
participações adicionais. Nossos esforços na introdução de novos produtos e na
agregação de valor com o fornecimento de soluções completas têm sido muito
recompensadores. Isso vale tanto nos mercados externos, nos quais nos beneficiamos
de nossa ampla presença geográfica, como no mercado doméstico, onde observamos
cenário de forte crescimento de segmentos como o de energia e alguns setores
industriais.
Cabe ressaltar mais uma vez que a WEG foi criada e prosperou em um ambiente
extremamente competitivo. Isso moldou uma cultura empresarial de busca incessante por
melhorias contínuas, na qual não se repousa sobre os louros das conquistas passadas.
Assim, continuaremos a perseguir o aumento do valor agregado aos nossos produtos,
aumentos adicionais de produtividade e reduções de custos e despesas. Somente assim
poderemos manter nossos compromissos com acionistas, clientes, colaboradores,
fornecedores e a comunidade.
PRINCIPAIS NÚMEROS (R$ MIL)
Receita Operacional Bruta
Mercado Interno
Mercado Externo
Mercado Externo em US$
Receita Operacional Líquida
Lucro Operacional Bruto
Margem Bruta
Lucro Líquido do Trimestre
Margem Líquida
EBITDA
Margem EBITDA
2T07
1.118.602
1T07
971.169
%
15,2%
2T06
862.713
%
29,7%
701.000
417.602
210.836
623.148
348.021
165.203
12,5%
20,0%
27,6%
525.072
337.641
154.163
33,5%
23,7%
36,8%
923.526
367.929
39,8%
151.018
16,4%
238.050
25,8%
800.743
293.297
36,6%
128.847
16,1%
192.530
24,0%
15,3%
25,4%
729.522
253.749
34,8%
119.641
16,4%
153.667
21,1%
26,6%
45,0%
17,2%
23,6%
26,2%
54,9%
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RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
RECEITA
OPERACIONAL BRUTA
Neste segundo trimestre foram consolidadas as demonstrações
financeiras da nossa controlada indireta Trafo Equipamentos Elétricos
S.A. entre março e maio de 2007. A Receita Operacional Bruta atingiu,
no segundo trimestre de 2007, R$ 1.118,6 milhões. Destacamos a
ultrapassagem do importante marco de R$ 1 bilhão em receitas brutas
trimestrais pela primeira vez em nossa história. As taxas de crescimento
foram de 29,7% sobre o 2T06 e de 15,2% sobre o trimestre anterior.
Este crescimento de 29,7% da Receita Bruta pode ser dividido em dois
componentes:
•
Se considerados apenas os efeitos da melhoria de mix de produtos
vendidos e das elevações de volumes e preços, a taxa de
crescimento teria sido de 34,8%;
•
Contudo, a valorização das taxas médias de câmbio do Real em
relação ao dólar norte-americano, de 10,6% nos últimos 12 meses,
resultou em um efeito negativo de 5,1% sobre o crescimento da
Receita Operacional Bruta medida em Reais.
Segundo o mercado de destino das vendas, a divisão da Receita
Operacional Bruta foi a seguinte:
•
Mercado Interno: R$ 701,0 milhões, representando 63% da
Receita Bruta Total, com crescimentos de 33,5% sobre o 2T06 e de
12,5% sobre o trimestre anterior;
•
Mercado Externo: R$ 417,6 milhões, equivalentes a 37% da
Receita Bruta Total e mostrando crescimento de 23,7% sobre o
2T06 e de 20,0% contra o trimestre anterior. Considerando as
vendas brutas medidas em dólares norte-americanos, convertidas
pelas taxas médias, a Receita Bruta do mercado externo teve
crescimento de 36,8% sobre o 2T06 e de 27,6% sobre o 1T07.
VENDAS BRUTAS POR MERCADO (R$ MILHÕES)
Mercado Externo
Mercado Interno
862,7
39,1%
60,9%
2T06
918,5
1.118,6
962,1
971,2
37,3%
39,8%
42,0%
35,8%
60,2%
58,0%
64,2%
62,7%
3T06
4T06
1T07
2T07
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RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
EVOLUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO TRIMESTRAL DA RECEITA BRUTA CONSOLIDADA
POR MERCADO GEOGRÁFICO (R$ MILHÕES)
Receita Operacional Bruta
- Mercado Interno
- Mercado Externo
Em US$
América do Norte
América do Sul e Central
Europa
África
Australásia
2T07
1.118,6
701,0
417,6
210,8
27%
23%
30%
11%
9%
1T07
971,2
623,1
348,0
165,2
29%
21%
34%
9%
7%
%
15,2%
12,5%
20,0%
27,6%
-2 pp
2 pp
-4 pp
2 pp
2 pp
2T06
862,7
525,1
337,6
154,2
35%
17%
35%
6%
7%
%
29,7%
33,5%
23,7%
36,8%
-8 pp
6 pp
-5 pp
5 pp
2 pp
Mantivemos a distribuição equilibrada das vendas nos mercados
externos, com Europa e América do Norte mantendo-se como os dois
principais destinos. Destacamos o crescimento da importância na África,
em continuidade da tendência consistente. Com a expansão da fábrica
na China a Ásia deverá crescer em importância nos próximos
trimestres.
DISTRIBUIÇÃO DA RECEITA BRUTA CONSOLIDADA POR ÁREA DE ATUAÇÃO
Equipamentos Eletro-eletrônicos Industriais
Energia – Geração, Transmissão e Distribuição
Motores para Eletrodomésticos
Tintas e Vernizes
EQUIPAMENTOS
ELETRO-ELETRÔNICOS
INDUSTRIAIS
2T07
59,1%
22,7%
12,7%
5,5%
1T07
58,6%
20,9%
14,3%
6,2%
%
0,5 pp
1,8 pp
-1,5 pp
-0,8 pp
2T06
62,3%
18,7%
13,1%
5,9%
%
-3,2 pp
4 pp
-0,3 pp
-0,5 pp
Nesta área de negócios estão incluídos os equipamentos para
aplicações industriais, tais como os motores elétricos de baixa e média
tensão, drivers, equipamentos e serviços de automação industrial,
componentes e serviços de manutenção. Estes produtos encontram
mercados consumidores nos Original Equipment Manufacturers (OEM)
de bens de capital e nas grandes empresas industriais com projetos de
expansão ou modernização.
Temos atuação global na área de equipamentos eletro-eletrônicos
industriais, no qual somos um dos maiores fabricantes mundiais. O
crescimento de vendas depende do aumento da Produção Industrial e
dos investimentos em aumento ou renovação da capacidade instalada
nas diversas indústrias em todo o mundo.
O mercado consumidor global tem se beneficiado do crescimento
econômico mundial e de movimentos estruturais de migração da base
produtiva industrial para os países em desenvolvimento, tendência que
vem se acelerando. Além disso, a crescente importância da eficiência
energética também atua para expandir o mercado. Continuamos
trabalhando na conquista de participações de mercado adicionais, com
a penetração em novos mercados e de consolidação nos mercados que
já atendemos.
No Brasil, nossa posição é dominante, e as oportunidades de
crescimento estão necessariamente ligadas ao crescimento da
capacidade instalada da indústria e do mercado de reposição. A
expansão industrial brasileira, embora mantenha ritmo mais lento do
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RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
que o observado no resto do mundo, mostrou aceleração nos últimos
meses, em movimento consistente, respondendo ao aquecimento
econômico.
A valorização da moeda nacional distorceu, mais uma vez, a taxa de
crescimento nesta área. Ainda assim, o crescimento das vendas nos
mercados externos foi maior do que no Brasil. Esta tem sido a tônica
nos últimos trimestres, embora as diferenças entre as taxas de
crescimento tenham sido menores no 2T07. Temos conseguido
neutralizar o impacto da valorização cambial nas receitas, o que tem
nos permitido manter nossa competitividade no exterior.
A apreciação do câmbio também causou queda na importância relativa
desta área de atuação no faturamento consolidado em relação ao 2T06,
mantendo-se, ainda assim, próxima ao padrão histórico, ao redor de
60% da receita operacional bruta.
GERAÇÃO
TRANSMISSÃO E
DISTRIBUIÇÃO DE
ENERGIA (GTD)
A área de negócios de equipamentos para Geração, Transmissão e
Distribuição de Energia inclui os geradores para usinas hidráulicas,
usinas térmicas de diversos tipos e usinas eólicas, transformadores,
subestações, painéis de controle e serviços de automação de energia.
Os consumidores são as empresas concessionárias de geração,
transmissão e distribuição de energia, as pequenas centrais
hidroelétricas (PCH), os co-geradores de energia, e as grandes
empresas industriais.
A oferta de energia elétrica é um dos principais limitadores do
crescimento econômico do Brasil. Dado o cenário de abastecimento de
energia brasileiro, principal mercado consumidor nesta área, a demanda
por equipamentos de GTD segue aquecida já há vários trimestres,
situação que deverá manter-se por um prazo ainda longo.
Além do crescimento geral da demanda por equipamentos de GTD,
somos beneficiados pelo intenso investimento em geração de energia
distribuída de pequeno porte e com fontes alternativas de energia, como
a biomassa e as pequenas centrais hidroelétricas (PCH). Estas são as
linhas nas quais concentramos nossa atuação.
O crescimento da geração distribuída favorece ainda o crescimento nas
linhas de transformadores e subestações, equipamentos necessários
para interligar as unidades geradoras ao sistema brasileiro.
Especificamente na área de transmissão, o Brasil continua a ver
investimentos significativos em interligação e otimização de capacidade
existente.
Finalmente, o crescimento econômico mais elevado favorece o
crescimento do consumo de energia elétrica pelos consumidores finais,
em linha com o multiplicador histórico que se observa entre esses dois
indicadores. As concessionárias têm respondido ao aumento de
consumo com investimentos adicionais em sua rede de distribuição.
O resultado deste cenário é o contínuo crescimento da importância
relativa desta área no nosso faturamento consolidado, tanto em relação
ao 2T06 como em relação ao trimestre anterior. Há que se considerar a
consolidação da Trafo neste trimestre, cujas receitas foram
integralmente consideradas nesta área.
Nosso foco de atuação em GTD são as Américas, embora nossa
atuação atual em Energia ainda se concentre majoritariamente no
mercado brasileiro. Iniciamos a construção de uma nova unidade de
transformadores de força (grande porte) no México, que complementará
a oferta da Voltran na América do Norte.
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RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
MOTORES PARA USO
DOMÉSTICOS
Na área de motores para uso doméstico estão incluídos os motores
monofásicos com principais aplicações em bens de consumo durável.
Os principais clientes nesta área são os OEMs de linha branca
(lavadoras e secadoras de roupas, aquecimento, ventilação e ar
condicionado) e os fabricantes de bombas de água em geral, aparelhos
de ginástica, cortadores de grama. Nosso foco de atuação nesta área é
o mercado brasileiro, onde mantemos expressiva participação de
mercado.
O segundo trimestre é sazonalmente o período mais fraco nesta área de
negócios. Ainda assim, a expectativa dos fabricantes brasileiros de bens
da chamada “linha branca”, de retomada do crescimento, vem se
confirmando. Os principais motivos para esta retomada são a expansão
do crédito e o aumento de renda disponível para consumo, fatores que
deverão continuar presentes ao longo dos próximos meses. Apesar
desse melhor desempenho, observou-se pequena perda relativa de
importância nesta área no faturamento total, principalmente em função
das taxas de crescimento mais elevadas nas nossas outras áreas de
atuação.
TINTAS E VERNIZES
Nesta área estão incluídas as tintas líquidas, tintas em pó e os vernizes
eletro-isolantes. Temos foco muito claro em aplicações industriais,
buscando maximizar a sinergia de mercado ao atender os mesmos
clientes já atendidos em outros segmentos. As principais aplicações são
industriais, navais, e em coberturas para ambientes agressivos. O foco
de atuação é o Brasil e o desempenho das vendas depende do
crescimento da Produção Industrial e do PIB em geral.
Dada a característica de atuação nos clientes já atendidos em outros
mercados, o crescimento das vendas de tintas e vernizes tende a
espelhar o crescimento consolidado das receitas. A participação desta
área de atuação dentro do nosso faturamento manteve-se dentro de seu
padrão normal.
RESULTADOS OPERACIONAIS (R$ MIL)
(EBITDA SEGUNDO A METODOLOGIA DO OFÍCIO CIRCULAR 01/07 CVM)
Receita Operacional Líquida
Custo dos Produtos Vendidos
Lucro Operacional Bruto
(-) Despesas de Vendas
(-) Despesas Gerais e Adm.
(-) Participação nos Lucros
Resultado da Atividade
(+) Depreciação/Amortização
EBITDA
% s/ ROL
CUSTO DOS
PRODUTOS VENDIDOS
2T07
923.526
(555.597)
367.928
(86.779)
(50.536)
(23.828)
206.785
31.265
238.050
25,8%
1T07
800.743
(507.446)
293.297
(69.542)
(42.553)
(18.566)
162.636
29.894
192.530
24,0%
%
15,3%
9,5%
25,4%
24,8%
18,8%
28,3%
27,1%
4,6%
23,6%
2T06
729.522
(475.773)
253.749
(70.764)
(38.172)
(17.706)
127.107
26.560
153.667
21,1%
%
26,6%
16,8%
45,0%
22,6%
32,4%
34,6%
62,7%
17,7%
54,9%
No 2T07 o Custo dos Produtos Vendidos apresentou crescimento de
16,8% em relação ao 2T06 e de 9,5% em relação ao trimestre anterior.
O menor crescimento do CPV em relação à Receita Operacional
Líquida resultou em expansão de 5,1 pontos percentuais na margem
bruta sobre o ano anterior.
Este resultado atesta o acerto da estratégia adotada para mitigar os
efeitos negativos decorrentes de (i) aumentos de custos de matérias
primas e (ii) apreciação do Real face às outras moedas, principalmente
o dólar norte-americano. Temos realizado esforço contínuo em nossos
programas de controle e redução de custos e despesas gerenciáveis e
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RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
de aumento da produtividade. Os resultados deste esforço em melhoria
de produtividade, que já eram aparentes nos últimos trimestres,
tornaram-se bastante evidentes neste 2T07.
Uma vez que as condições macroeconômicas mundial e brasileira
indicam a continuidade do movimento de apreciação cambial e da
elevação de preços das commodities, continuamos comprometidos com
as nossas metas de melhorias contínuas de custos e despesas.
Os mercados mundiais de commodities metálicas, com especial
destaque para o cobre, tem se caracterizado pelo desbalanceamento
entre o crescimento da demanda, bastante rápido, e pelo ritmo mais
lento da oferta, que é limitada pelo tempo mínimo de maturação dos
investimentos em expansão de capacidade dos principais produtores.
Esta situação não é nova e deve perdurar por mais algum tempo,
resultando em volatilidade de preços pelas reações rápidas às notícias,
tanto positivas como negativas.
Neste trimestre os preços spot médios do cobre na London Metal
Exchange (LME) avançaram 6% em relação ao 2T06 e 27% em relação
ao preço médio no 1T07. Os preços neste trimestre mostraram,
contudo, maior estabilidade em relação ao trimestre anterior, embora
em patamares historicamente elevados. As diferenças entre os preços
mínimo e máximo atingiram 21%, com tendência de estabilidade de
preços ao final do período.
Possuímos suficiente flexibilidade para renegociar preços de vendas
que reflitam os custos relevantes para a fabricação dos produtos, dados
que as elevações de custos com commodities metálicas, em grande
parte, afetam todos os nossos concorrentes de maneira semelhante.
Neste 2T07 a moeda brasileira continuou seguindo a tendência de
valorização em relação ao dólar norte-americano que temos observado
ao longo dos últimos anos. A taxa média de câmbio relevante para a
WEG, considerando o nosso padrão de vendas ao longo do trimestre,
foi de R$ 1,9807/US$, 6,0% abaixo dos R$ 2,1066/US$ do 1T07 e 9,6
% abaixo dos R$ 2,1902 observados no 2T06.
Como parte de nossa estratégia de recuperação de rentabilidade, temos
diminuído consistentemente a exposição operacional ao câmbio
(parcela das vendas em moeda estrangeira menos a parcela dos custos
referenciados em moeda estrangeira) ao longo dos últimos trimestres.
Nosso objetivo estratégico de atingir uma exposição operacional
cambial neutra está praticamente alcançado.
Este equilíbrio entre receitas e custos operacionais em moeda
estrangeira é dinâmico e merece constante monitoramento. Atualmente,
cerca de 70% de nossos custos são referenciados em moeda
estrangeira. Temos adotado práticas de suprimento global,
desenvolvido novos fornecedores e aumentado a participação de
insumos importados e/ou cotados em moeda estrangeira em nosso
custo, além de aumentar nossa capacidade produtiva fora do Brasil.
MARGEM BRUTA
Como resultado dos efeitos anteriormente discutidos, nossa margem
bruta (Lucro Bruto em relação à Receita Operacional Líquida) foi de
39,8% no trimestre, 3,2 pontos percentuais acima da margem bruta
observada no 1T07 e 5,1 pontos percentuais acima da margem bruta
obtida no 2T06.
DESPESAS DE VENDAS,
GERAIS &
ADMINISTRATIVAS
No 2T07 as despesas de vendas, gerais e administrativas consolidadas
representaram 14,9% da receita líquida, mesmo percentual observado
no 2T06 (14,9%), mas com elevação de 0,9 pontos percentuais em
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RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
relação ao trimestre anterior (14,0%).
A estabilidade relativa das despesas operacionais é resultado dos
constantes esforços de controle de despesas gerenciáveis e de busca
por ganhos de produtividade. Há que se considerar que o crescimento
de vendas no mercado externo significa, por si só, um natural aumento
de despesas operacionais em um primeiro momento, dada a
necessidade de aumento da infra-estrutura comercial.
EBITDA
Utilizamos a metodologia definida pela CVM no Ofício Circular 01/07 no
cálculo do EBITDA. No 2T07 o EBITDA atingiu R$ 238,0 milhões, com
crescimento de 54,9% sobre o 2T06 e de 23,6% em relação ao trimestre
anterior. A margem EBITDA, de 25,8%, mostrou ganhos de 4,7 pontos
percentuais em relação ao 2T06 e de 1,7 pontos percentuais em relação
ao 1T07.
Os esforços de contenção de custos e despesas já discutidos,
combinados com a melhora do mix de vendas, com a integração de
vários de nossos produtos em sistemas de maior valor agregado, tem
resultado na expansão consistente da margem EBITDA ao longo dos
últimos trimestres.
RESULTADOS OPERACIONAIS AJUSTADOS (R$ MIL)
ANTES DA CONSOLIDAÇÃO DE TRAFO
Receita Operacional Líquida
Custo dos Produtos Vendidos
Lucro Operacional Bruto
(-) Despesas de Vendas
(-) Despesas Gerais e Adm.
(-) Participação nos Lucros
Resultado da Atividade
(+) Depreciação/Amortização
EBITDA
% s/ ROL
OUTRAS DESPESAS /
RECEITAS
OPERACIONAIS
2T07
879.074
(521.520)
357.553
(81.352)
(46.460)
(23.828)
205.913
30.682
236.595
26,9%
1T07
800.743
(507.446)
293.297
(69.542)
(42.553)
(18.566)
162.636
29.894
192.530
24,0%
%
9,8%
2,8%
21,9%
17,0%
9,2%
28,3%
26,6%
2,6%
22,9%
2T06
729.522
(475.773)
253.749
(70.764)
(38.172)
(17.706)
127.107
26.560
153.667
21,1%
%
20,5%
9,6%
40,9%
15,0%
21,7%
34,6%
62,0%
15,5%
54,0%
As variações cambiais sobre os investimentos em controladas no
exterior são contabilizadas, de acordo com as normas contábeis
brasileiras, no resultado do exercício, na conta “outras despesas /
receitas operacionais”. Estas variações cambiais representam perdas e
ganhos contábeis, não representando saídas ou entradas efetivas de
caixa.
A apuração dessa variação considera a cotação do real do último dia de
cada trimestre. Assim, no 2T07 contabilizamos perda cambial sobre
esses investimentos, apurando um prejuízo contábil de R$ 20,5 milhões
(prejuízo de R$ 0,8 milhão no 2T06 e prejuízo de R$ 15,6 milhões no
1T07).
IMPOSTO DE RENDA E
CONTRIBUIÇÃO
SOCIAL SOBRE O
LUCRO LÍQUIDO
A partir de janeiro de 2007 nossa controlada WEG Equipamentos
Elétricos S.A., que concentra nossas atividades na área de produtos
eletroeletrônicos, passou a ser tributada pelo regime do lucro real, a
exemplo da maioria das outras empresas controladas do Grupo WEG.
Esta alteração de regime significou uma elevação substancial da
provisão para Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro
Líquido, fazendo com que os crescimentos de resultados não sejam
totalmente refletidos no lucro líquido do período.
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RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
RESULTADO LÍQUIDO
Como resultado dos efeitos anteriormente discutidos, o lucro líquido
apurado no 2T07 foi de R$ 151,0 milhões, com crescimento de 26,2%
sobre o 2T06 e de 17,2% em relação ao 1T07. A margem líquida no
trimestre foi de 16,4%, no mesmo nível observado no 2T06 e com
pequena elevação em relação ao trimestre anterior.
ENDIVIDAMENTO E POSIÇÃO DE CAIXA (R$ MIL)
Junho 2007
1.769.598
1.769.598
0
1.422.777
816.026
606.751
346.821
APLICAÇÕES
- Curto Prazo
- Longo Prazo
FINANCIAMENTOS
- Curto Prazo
- Longo Prazo
Caixa (Dívida) Líquida
CAPITALIZAÇÃO
Dezembro 2006
1.716.503
1.716.503
0
1.411.921
818.568
593.353
304.582
Junho 2006
1.633.118
1.495.207
137.911
1.398.130
982.109
416.021
234.988
A política de financiamento das nossas operações tem se caracterizado
pelo saudável conservadorismo, tendo nos servido bem ao longo dos
últimos anos. Esta política se baseia na evidência empírica de que
empresas brasileiras bem capitalizadas não apenas atravessam
momentos adversos com maior facilidade como são consistentemente
mais lucrativas.
Assim, mantemos fontes de liquidez e de recursos financeiros
suficientes para atender as necessidades de serviço da dívida e
financiar o programa plurianual de investimentos. Além disso, nossa
posição financeira sólida nos apresenta com vantagens negociais,
possibilitando o aproveitamento de diversas oportunidades.
Em 30 de junho de 2007 nossa dívida financeira bruta totalizava R$
1.422,8 milhões, sendo que:
•
As operações com vencimento no curto prazo totalizavam R$ 816,0
milhões (57% do total), representados por operações vinculadas às
atividades operacionais (trade finance), como adiantamentos de
contratos de câmbio e empréstimos de capital de giro contraídos
pelas subsidiárias no exterior nas moedas locais dos respectivos
países e pela parcela de curto prazo dos empréstimos contraídos
junto ao BNDES e demais agências de fomento.
•
As operações com vencimentos no longo prazo, no total de R$
606,8 milhões (43% do total), representadas principalmente por
financiamento junto a instituições e agências de desenvolvimento,
como o BNDES e a FINEP e pela parcela de longo prazo do
financiamento de capital de giro das subsidiárias na moeda local
respectiva.
Ao final do 2T07 nosso caixa, representado por disponibilidades e
aplicações financeiras de curto prazo, era de R$ 1.769,6 milhões,
resultando em caixa líquido de R$ 346,8 milhões. Em dezembro de
2006 o caixa líquido era de R$ 304,6 milhões.
INVESTIMENTOS
As adições aos ativos imobilizados totalizaram R$ 147,6 milhões no
primeiro semestre de 2007, sendo 85% nos parques industriais e
demais instalações localizadas no Brasil e o saldo nas unidades no
exterior. Estes valores excluem as adições ao imobilizado causadas
pela consolidação da Trafo.
9 / 17
RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
INVESTIMENTOS EM IMOBILIZADO (R$ MILHÕES)
77,5
No Exterior
No Brasil
70,1
7,2
14,5
42,7
4,8
35,1
1,8
31,6
1,6
41,9
36,6
4,2
26,5
19,6
37,9
33,3
30,0
32,4
17,9
1T05
2T05
3T05
4T05
2,6
1,6
1T06
12,2
23,3
70,3
55,6
2,4
23,9
20,9
2T06
3T06
29,7
4T06
1T07
2T07
Estimamos que os investimentos em ativos fixos devam atingir valor ao
redor de R$ 260 milhões ao longo de 2007, não incluídos neste
montante a consolidação da participação na Trafo. Pela característica
dos ativos adicionados, os desembolsos não seguem um padrão linear
ao longo do tempo, podendo haver variações expressivas nos valores
trimestrais.
Os desembolsos classificados como adições ao Ativo Diferido foram de
R$ 15,0 milhões no primeiro semestre de 2007. Estes desembolsos
referem-se principalmente ao investimento no novo sistema de
informações, o Projeto WIS, que estabelecerá uma plataforma de
informações de última geração em todas nossas operações. De maneira
similar, não estão incluídas as adições aos ativos diferidos trazidas pela
consolidação da Trafo.
DESEMPENHO DAS
AÇÕES
Em 01 de junho passado efetivamos a conversão das nossas ações
preferenciais em ações ordinárias, tal como aprovado em Assembléias
realizadas em 24 de abril de 2007. Essa conversão atingiu a totalidade
das ações preferenciais e foi realizada à razão de uma ação ordinária
para cada uma ação preferencial detida. Não houve alteração no
número total de ações em que se divide o capital da WEG.
Além disso, em 22 de junho efetivamos a adesão da WEG às regras do
segmento diferenciado de governança corporativa, “Novo Mercado”, da
Bolsa de Valores de São Paulo (“Bovespa”) e a migração da negociação
das ações de nossa emissão para este segmento.
Desta forma, os acionistas de WEG que detinham anteriormente as
ações preferenciais receberam o mesmo número de ações ordinárias e
essas ações representam a mesma proporção do capital social da
Companhia. Além disso, essas ações ordinárias contam agora com
todas as vantagens adicionais proporcionadas pela adesão ao Novo
Mercado, tais como o direito de voto e tag-along de 100% em uma
eventual mudança de controle.
Com a conversão das ações preferenciais em ordinárias, estas
passaram a concentrar toda a liquidez de negociação na Bovespa. As
comparações a seguir consideram as ações preferenciais (WEGE4) até
o dia 31 de maio de 2007 e as ações ordinárias (WEGE3) a partir de 01
de junho.
A cotação das ações WEG passou de R$ 8,58 em 30 de junho de 2006
(WEGE4) para R$ 18,22 em 30 de junho de 2007 (WEGE3), com ganho
10 / 17
RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
nominal de 112%. Considerando-se os dividendos e juros sobre capital
próprio declarados no período, o retorno total para o acionista foi de
120%.
O volume médio diário negociado no 2T07 foi de R$ 12,6 milhões, com
alta de 146% sobre o volume médio observado durante o 2T06. Ao
longo do segundo trimestre de 2007 foram realizados 33.010 negócios
(7.501 negócios no 2T06), envolvendo 47,6 milhões de ações (38,2
milhões de ações no 2T06) e movimentando R$ 779,1 milhões (311,2
milhões no 2T06).
EVOLUÇÃO DAS COTAÇÕES E DE QUANTIDADES NEGOCIADAS
20,00
6.000
Mil Ações Negociadas (Escala a Esquerda)
WEGE4 (Escala a Direita)
5.000
16,00
4.000
12,00
3.000
8,00
2.000
4,00
1.000
0,00
Ja
n06
Fe
b06
M
ar
-0
6
Ap
r-0
6
M
ay
-0
6
Ju
n06
Ju
l-0
6
Au
g06
Se
p06
O
ct
-0
6
N
ov
-0
6
D
ec
-0
6
Ja
n07
Fe
b07
M
ar
-0
7
Ap
r-0
7
M
ay
-0
7
Ju
n07
0
Desempenho ajustado por proventos (dividendos e juros sobre capital próprio)
REMUNERAÇÃO AOS
ACIONISTAS
Ao longo do primeiro semestre de 2007 declaramos remuneração aos
acionistas nos seguintes eventos:
•
•
•
Em 15 de março, sob a forma de juros sobre o capital próprio
(JCP), de R$ 8,7 milhões (R$ 7,4 milhões líquidos de imposto de
Renda para os acionistas). Os acionistas em 15 de março de 2007
receberão pagamento líquido de imposto de renda de R$ 0,012 por
ação ON.
Em 18 de junho, sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP),
de R$ 8,7 milhões (R$ 7,4 milhões líquidos de imposto de Renda
para os acionistas). Os acionistas em 18 de junho receberão
pagamento líquido de imposto de renda de R$ 0,012 por ação ON.
Adicionalmente, em 19 de julho o Conselho de Administração
aprovou o pagamento de “Dividendos Intermediários”, relativos ao
primeiro semestre de 2007, no valor total de R$ 121,1 milhões. Os
acionistas em 19 de julho receberão R$ 0,196 por ação, sem
retenção de imposto de renda.
11 / 17
RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
Os pagamentos desses proventos serão realizados a partir de 15 de
agosto de 2007. O valor total dos Dividendos e Juros sobre Capital
Próprio Intermediários, a serem pagos a partir de 15 de agosto,
perfazem o montante total de R$ 138,5 milhões, equivalentes a 49,5%
do lucro líquido obtido no período. Após a retenção do imposto de renda
na fonte, o valor líquido é de R$ 0,22 por ação.
Mantemos nossa política de declarar juros sobre capital próprio
trimestralmente, além dos dividendos declarados semestralmente, com
base no lucro obtido no período.
Evento
Aprovação
Data Pagamento
Valor Bruto p/ação
Valor Líquido p/ação
Juros s/Capital Próprio
RCA de 15/03/2007
15/08/2007
R$ 0,014117647
R$ 0,012000000
Juros s/Capital Próprio
RCA de 18/06/2007
15/08/2007
R$ 0,014117647
R$ 0,012000000
Dividendos Intermediários
RCA de 19/07/2007
15/08/2007
R$ 0,196000000
R$ 0,196000000
AQUISIÇÃO DO
CONTROLE DA TRAFO
EQUIPAMENTOS
ELÉTRICOS
Conforme Fato Relevante publicado em 06 de março de 2007, a nossa
controlada WEG Equipamentos Elétricos S.A. adquiriu o controle
acionário da Trafo Equipamentos Elétricos S.A..
De acordo com a legislação pertinente, em 05 de abril de 2007
solicitamos à CVM o registro de Oferta Pública para Aquisição de Ações
(OPA) combinada para todas as ações ordinárias e preferenciais que
não foram adquiridas dos controladores da Trafo. As debêntures
conversíveis emitidas pela Trafo também são objeto de oferta de
aquisição. A CVM solicitou esclarecimentos adicionais sobre a OPA
proposta, esclarecimentos estes que já foram prestados.
Uma vez registrada a OPA pela CVM e realizado o leilão de aquisição
das ações remanescentes, a WEG pretende promover o cancelamento
do registro de companhia aberta da Trafo, condição indispensável para
a incorporação da Trafo ao Grupo.
Esta aquisição possibilitará que a WEG fortaleça sua posição
competitiva no mercado brasileiro de transformadores e subestações,
uma das áreas de atuação com maior crescimento em sua carteira de
negócios.
ADESÃO AO NOVO
MERCADO DA
BOVESPA
Em 22 de junho de 2007 assinamos o contrato com a Bovespa para
adesão ao Novo Mercado, segmento especial de listagem para
Companhias abertas que aderem voluntariamente aos requisitos mais
altos de governança corporativa, requisitos estes inclusive superiores
aos legalmente exigidos. Esta migração está de acordo com a tradição
de transparência e respeito aos acionistas que tem caracterizado a
WEG desde sua fundação, em 1961, formalizando procedimentos que
tem norteado o desenvolvimento de nossas atividades desde sempre.
Esta adesão demonstra, além disso, nossa atitude pioneira. Fomos
parte do grupo inicial de empresas que aderiram ao Nível 1, em 2001, e
somos uma das primeiras companhias já listadas a realizar a migração
para o Novo Mercado, juntando-nos a um grupo bastante seleto.
12 / 17
RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
TELECONFERÊNCIA
A WEG realizará teleconferências no dia 25 de abril de 2007, quarta-feira,
com apresentação dos seus resultados.
Conferência em Português:
Data: 20 de julho de 2007, sexta-feira
Horário: 11h00 (horário de Brasília)
Números para conexão:
Participantes que ligam do Brasil: (0-XX-11) 4688-6301
Senha para os Participantes: WEG
Conferência em Inglês:
Data: 20 de julho de 2007, sexta-feira
Horário: 13h00 (horário de Brasília - 12h00 horário Nova Iorque)
Números para conexão
Participantes que ligam do Brasil: (0-XX-11) 4688-6301
Participantes que ligam dos EUA: 1-888-700-0802 ou 1-786-924-8430
Senha para os Participantes: WEG
A apresentação estará disponível em nossa página na Internet, na área de
Relações com Investidores (www.weg.net/ri). Por favor, ligue
aproximadamente 10 minutos antes do horário da teleconferência.
As declarações contidas neste relatório relativas às perspectivas dos negócios da Companhia, às
projeções e resultado e ao potencial de crescimento da Companhia constituem-se em meras
previsões e foram baseadas nas expectativas da administração em relação ao futuro da Empresa.
Estas expectativas são altamente dependentes de mudanças no mercado, do desempenho
econômico geral do país e do setor e dos mercados internacionais, estando sujeitas a mudanças.
###
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RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
Anexo I
Demonstração de Resultados Consolidados - Trimestral
Valores em R$ Mil
Trimestre
Trimestre
RECEITA BRUTA
Mercado Interno
Mercado Externo
Deduções da Receita Bruta
RECEITA LÍQUIDA
CUSTO PRODUTOS VENDIDOS
LUCRO BRUTO
Despesas de Vendas
Despesas Administrativas
Despesas Financeiras
Receitas Financeiras
Outros Operacionais
Equivalência Patrimonial
Outros Não Operacionais
LUCRO ANTES DOS IMPOSTOS
Participações
Imposto de Renda e CSSL
Reversão de JCP
Impostos Diferidos
Minoritários
LUCRO LÍQUIDO EXERCÍCIO
EBITDA
2º Trimestre
2007
AV%
R$
1.118.602
701.000
417.602
(195.076)
923.526
(555.597)
367.929
(86.780)
(50.535)
(58.964)
90.128
(50.440)
519
418
212.275
(2.569)
(77.380)
8.723
10.091
(122)
151.018
238.050
1º Trimestre
2007
AV%
R$
16%
971.169
623.148
348.021
(170.426)
800.743
(507.446)
293.297
(69.541)
(42.553)
(39.151)
73.739
(35.989)
563
1.624
181.989
(2.412)
(63.031)
8.723
4.126
(548)
128.847
26%
192.530
121%
76%
45%
-21%
100%
-60%
40%
-9,4%
-5,5%
-6%
10%
-5%
0%
0%
23%
0%
-8%
1%
1%
0%
2º Trimestre
2006
AV%
R$
16%
862.713
525.072
337.641
(133.191)
729.522
(475.773)
253.749
(70.764)
(38.172)
(57.568)
86.367
(26.238)
0
153
147.527
(2.361)
(34.388)
8.724
167
(28)
119.641
24%
153.667
121%
78%
43%
-21%
100%
-63%
37%
-8,7%
-5,3%
-5%
9%
-4%
0%
0%
23%
0%
-8%
1%
1%
0%
Variações %
2Q07
2Q07
1Q07
2Q06
118%
15,2%
29,7%
72%
12,5%
33,5%
46%
20,0%
23,7%
-18%
14,5%
46,5%
100%
-65%
15,3%
9,5%
26,6%
16,8%
35%
25,4%
45,0%
-9,7%
24,8%
22,6%
-5,2%
18,8%
32,4%
-8%
50,6%
2,4%
12%
22,2%
4,4%
-4%
40,2%
92,2%
0%
-7,8%
n.m
0%
20%
0%
-74,3%
16,6%
6,5%
173,2%
43,9%
8,8%
-5%
22,8%
125,0%
1%
0,0%
0,0%
0%
144,6%
n.m
0%
-77,7%
335,7%
16%
17,2%
26,2%
21%
23,6%
54,9%
14 / 17
RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
Anexo II
Demonstração de Resultados Consolidados Acumulados
Valores em R$ Mil
6 Meses
2007
AV%
R$
RECEITA BRUTA
Mercado Interno
Mercado Externo
Deduções da Receita Bruta
RECEITA LÍQUIDA
CUSTO PRODUTOS VENDIDOS
LUCRO BRUTO
Despesas de Vendas
Despesas Administrativas
Despesas Financeiras
Receitas Financeiras
Outros Operacionais
Equivalência Patrimonial
Outros Não Operacionais
LUCRO ANTES DOS IMPOSTOS
Participações
Imposto de Renda e CSSL
Reversão de JCP
Impostos Diferidos
Minoritários
LUCRO LÍQUIDO EXERCÍCIO
EBITDA
2.089.771
1.324.148
765.623
(365.502)
1.724.269
(1.063.043)
661.226
(156.321)
(93.088)
(98.115)
163.867
(86.429)
1.082
2.042
394.264
(4.981)
(140.411)
17.446
14.217
(670)
279.865
430.580
6 Meses
2006
AV%
R$
16%
1.646.557
1.031.970
614.587
(254.722)
1.391.835
(900.177)
491.658
(130.920)
(75.247)
(113.885)
187.228
(67.959)
5.132
130
296.137
(4.715)
(74.381)
17.447
2.815
(106)
237.197
25%
302.184
121%
77%
44%
-21%
100%
-62%
38%
-9,1%
-5,4%
-6%
10%
-5%
0%
0%
23%
0%
-8%
1%
1%
0%
Variação
2007
2006
118%
26,9%
74%
28,3%
44%
24,6%
-18%
43,5%
100%
-65%
23,9%
18,1%
35%
34,5%
-9,4%
19,4%
-5,4%
23,7%
-8%
-13,8%
13%
-12,5%
-5%
27,2%
0%
-78,9%
0%
21%
0%
n.m
33,1%
5,6%
-5%
88,8%
1%
0,0%
0%
405,0%
0%
n.m
17%
18,0%
22%
42,5%
15 / 17
RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
Anexo III
Balanço Patrimonial Consolidado
Valores em R$ Mil
ATIVO CIRCULANTE
Disponibilidades
Créditos a Receber - Total
Estoques – Total
Outros Créditos Curto Prazo
REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
Aplicações Financeiras
Depósitos Judiciais
Impostos Diferidos
Outros Créditos
PERMANENTE
Investimentos
Imobilizado Líquido
Diferido
TOTAL DO ATIVO
PASSIVO CIRCULANTE
Fornecedores
Impostos, Taxas e Contribuições
Instituições Financeiras Curto Prazo
Dividendos/Juros S/ Capital Próprio
Adiantamento de Clientes
Participação no Resultado
Outras Obrigações
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO
Instituições Financeiras
Provisões para Contingências
Outras Obrigações
PARTICIPAÇÕES MINORITÁRIAS
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
TOTAL DO PASSIVO
Junho 2007
R$
AV%
37
77%
3.263.266
1.769.598
42%
720.936
17%
636.390
15%
136.342
3%
4%
156.076
0
0%
90.888
2%
41.197
1%
23.991
1%
19%
799.725
49.397
1%
648.997
15%
101.331
2%
Dezembro 2006
R$
AV%
31
79%
2.956.249
1.716.503
46%
609.719
16%
535.052
14%
94.975
3%
3%
130.237
0
0%
91.808
2%
27.602
1%
10.827
0%
18%
656.709
17.349
0%
543.379
15%
95.982
3%
Junho 2006
R$
AV%
25
75%
2.614.431
1.495.207
43%
541.828
15%
487.893
14%
89.503
3%
8%
266.595
137.911
4%
92.620
3%
22.480
1%
13.584
0%
18%
618.176
15.262
0%
524.273
15%
78.641
2%
4.219.067 100%
3.743.195 100%
3.499.202 100%
1.731.571
186.988
187.639
816.026
137.568
248.974
42.044
112.332
768.912
606.751
156.514
5.647
24.352
1.694.232
41%
4%
4%
19%
3%
6%
1%
3%
18%
14%
4%
0%
1%
40%
4.219.067 100%
1.450.094
129.887
108.793
818.568
124.861
144.891
45.966
77.128
739.345
593.353
144.357
1.636
1.033
1.552.724
39%
3%
3%
22%
3%
4%
1%
2%
20%
16%
4%
0%
0%
41%
3.743.195 100%
1.545.074
128.938
134.720
982.109
99.980
91.738
34.658
72.931
538.932
416.021
121.342
1.569
857
1.414.339
44%
4%
4%
28%
3%
3%
1%
2%
15%
12%
3%
0%
0%
40%
3.499.202 100%
16 / 17
RESULTADOS DO 2º TRIMESTRE DE 2007
Anexo IV
Demonstração dos Fluxos de Caixa Consolidados
Valores em R$ Mil
6 Meses
2007
15
Atividades Operacionais
Resultado líquido do exercício
Imposto de renda e contribuição social
Depreciações e Amortizações
Equivalência patrimonial
Perda com ativo permanente baixado
Provisões:
Participação no resultado dos colaboradores
Outros
Variação do capital de giro
6 Meses
2006
11
279.865
126.194
63.438
(1.082)
260
237.197
72.376
51.905
(5.132)
536
40.028
18.678
9.545
33.300
15.249
(71.089)
536.926
334.342
Atividades de Investimentos
Títulos do Governo de Longo Prazo
Investimentos
Redução de Investimento
Imobilizado
Diferido
(34.264)
(164.312)
(16.135)
12.894
83.903
(46.054)
(12.248)
Aplicação de caixa em investimentos
(214.711)
38.495
Atividades de Financiamentos
Financiamento de capital de giro
Financiamento de longo prazo
Recebimentos de dividendos/ JCP
Pgto de dividendos/juros s/ capital próprio
Pgto participação no resultado dos colaboradores
Pgto imposto de renda e contribuição social
(17.339)
26.957
(123.321)
(51.671)
(103.746)
44.557
5.451
4.087
(179.609)
(32.591)
(69.103)
Caixa líquido de atividades de financiamentos
(269.120)
(227.208)
53.095
145.629
1.716.503
1.769.598
1.349.578
1.495.207
Caixa líquido de atividades operacionais
Variação no saldo do caixa
Saldo de Caixa:
No início do período
No final do período
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