Ficha Técnica nº 26 - SADI Tipo Convencional - Detector de

Ficha Técnica nº 26 - SADI Tipo Convencional - Detector de
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FICHA TÉCNICA nº 26
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SADI TIPO CONVENCIONAL
DETECTOR DE FUMO POR ASPIRAÇÃO
JANEIRO 2010
PRINCÍPIO ACTIVO DE FUNCIONAMENTO
DEFINIÇÃO
As Fichas Técnicas APSEI estão sujeitas a um processo de actualização contínua, dependente das alterações legais, normativas e técnicas que estejam relacionadas com o seu conteúdo.
Certifique-se sempre, antes de aplicar a informação contida nesta Ficha Técnica, de que está na posse da sua última versão.
Detector de fumos, no qual o ar e os
aerossóis são extraídos através de
um componente, série de componentes ou dispositivos dedicados (ex.
rede de tubagem, conduta dedicada,
sonda ou capilar), e conduzidos até
um ou mais elementos sensores de
fumo, através de um aspirador integral (ventoinha ou bomba).
Existem 3 classes de detectores de
fumos por aspiração:
O ar ambiente da área a proteger é extraído continuamente através de uma rede de tubos com
pequenos orifícios, utilizando um ventilador. O ar aspirado atravessa um ou mais filtros de modo a
evitar que as partículas de poeira cheguem à câmara de detecção. Depois de passar pelo(s) filtro(s)
a amostra de ar passa para a câmara de detecção e, existindo vestígios de fumo, é desencadeado
o sinal de alarme.
Orifício
A câmara de análise poderá ser de dois tipos:
• Câmara de detecção através de tecnologia de
laser (canal a canal ou todos os canais em simultâneo)
• Câmara de detecção através de detectores
pontuais ópticos
Classe A: Elevada sensibilidade,
detecção extremamente precoce;
Rede Tubagem
Tecto Falso
Tubo para
circulação
de ar
Fig. 1 - Exemplo de Detector de Fumos por Aspiração
Classe B: Alta sensibilidade, detecção rápida;
APLICAÇÃO
Classe C: Sensibilidade normal,
detecção standard.
A instalação de detectores de aspiração é aconselhável em áreas onde:
GARANTIAS
Os detectores por aspiração devem
ser fabricados de acordo com a norma
EN 54-20 e possuir marcação CE.
NORMAS APLICÁVEIS
NP EN 54-1:1996
Sistemas de detecção e alarme de incêndio – Parte 1: Introdução
EN 54-2
Fire detection and fire alarme systems
– Parte 2: Control and indicating equipment
EN 54-4
Fire detection and fire alarme systems
– Parte 2: Control and indicating equipment
EN 54-7:2000
Fire detection and fire alarme systems –
Parte 7: Smoke detectores
EN 54-20
Fire detection and fire alarm systems –
Part 20: Aspirating smoke detectors
prNP EN 54-14
Sistemas de detecção de incêndios –
Parte 14: especificações técnicas para
planeamento, projecto, colocação em
serviço, exploração e manutenção
DOCUMENTOS TÉCNICOS CO-RELACIONADOS
Fichas Técnicas:
nº4 / nº6 / nº9 / nº13 / nº14 / nº15 / nº18 / nº22
Câmara de
análise e
Sistema de
aspiração
• É indispensável uma detecção de incêndios muito precoce (ex: armários técnicos e bastidores,
salas de computadores, telecomunicações, hospitais, etc.)
• O ambiente é limpo (ex: laboratórios, centros de pesquisa, etc.)
• O fumo é dificil de detectar (ex: armazéns com pé direito elevado, átrios, hangares de aeronaves,
zonas de frio e congelados, estádios cobertos, etc.)
• O ambiente é austero (ex: minas, centrais eléctricas, ambientes industriais, oficinas metalúrgicas,
serrações, transportes públicos, etc.)
• A aparência é um factor fundamental (ex: museus, catedrais, teatros, galerias de arte, patrimónios
culturais, etc.)
SINALIZAÇÃO DE ALARME E TRANSMISSÃO DE ALARME
Cada detector deverá possuir indicador(es) de alarme luminoso(s) vermelho(s), visível(eis) a partir
do exterior, através do(s) qual(ais) é sinalizada a condição de alarme.
Sempre que se verificarem outras condições (ex. avaria), estas devem ser sinalizadas através de
uma sinalização distinta, a qual não deverá ser confundida com a de alarme.
Deverá ser dado um sinal de avaria quando o fluxo de ar estiver fora dos limites de operacionalidade
definidos pelo fabricante e sempre que o fluxo volumétrico sofrer uma variação de 20% relativamente ao fluxo normal.
MANUTENÇÃO
Devido à especificidade deste tipo de detectores, deve ser efectuado um plano de manutenção
apropriado ao local onde estão instalados, de modo a garantir a sua operacionalidade, não descurando a limpeza dos filtros e a obstrução dos orifícios.
Devem ser efectuadas pelo menos duas manutenções anuais de modo a garantir o bom funcionamento do detector de aspiração e restantes elementos do sistema de detecção de incêndios.
Devem ser ainda averiguadas eventuais mudanças estruturais ou ocupacionais que possam ter
afectado os requisitos para a localização da rede de tubagem do sistema de detecção por aspiração.
Qualquer anomalia observada deve ser registada no livro de registos de ocorrências e a acção
correctiva deve ser tomada tão cedo quanto possível.
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