TERMOCAMINO WF25 DSA - La Nordica

TERMOCAMINO WF25 DSA - La Nordica
INSTRUCCIONES PARA LA INSTALACIÓN, EL USO Y EL MANTENIMIENTO - ES
INSTRUÇÕES PARA A INSTALAÇÃO, USO E MANUTENÇÃO - PT
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF Plus DSA
Probado según / Testado de acordo : EN13229
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ES – PARA EVITAR QUE EL APARATO SE DAÑE, RESPETE EL HORARIO DE LA CARGA DE COMBUSTIBLE
INDICADA EN EL MANUAL.
PT – PARA EVITAR DANOS AO APARELHO, RESPEITE A CARGA HORÁRIA DE COMBUSTÍVEIS INDICADA NO
PRESENTE FASCÍCULO.
NORMAS DE SEGURIDAD DE LOS APARATOS
Según las normas de seguridad de los aparatos, el comprador y el comerciante tienen la obligación
de informarse sobre el correcto funcionamiento según las instrucciones de uso.
NORMAS DE SEGURANÇA PARA OS APARELHOS
De acordo com as normas de segurança nos aparelhos o comprador e o vendedor são obrigados
a informar-se sobre o correto funcionamento de acordo com as instruções para o uso.
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DECLARACIÓN DE CONFORMIDAD DEL FABRICANTE
Asunto: ausencia de amianto y cadmio
Se declara que todos nuestros aparatos se ensamblan con materiales que no presentan partes de amianto o sus derivados y
que en el material utilizado para las soldaduras no se encuentra presente y no ha sido utilizado de ninguna forma el cadmio,
según lo establecido por la norma de referencia.
Asunto: Reglamento CE n.º 1935/2004
Se declara que en todos los aparatos fabricados por nosotros, los materiales destinados a estar en contacto con comidas
son adecuados para uso alimentario, y están en conformidad con el Reglamento CE en cuestión.
DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE DO FABRICANTE
Assunto: ausência de amianto e cádmio
Declara-se que todos os nossos aparelhos são montados com materiais que não possuem amianto, ou seus derivados, e
que no material de enchimento utilizado para as soldaduras não há/é usado, de forma alguma, cádmio, como previsto pela
norma de referência.
Assunto: Regulamento CE nº 1935/2004
Declara-se que, em todos os aparelhos por nós produzidos, os materiais destinados a entrar em contacto com os alimentos
são apropriados para uso alimentar, em conformidade com o Regulamento CE em questão.
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ANTES DE LA INSTALACIÓN, REALIZAR LOS CONTROLES SIGUIENTES.
ANTES DA INSTALAÇÃO DEVE-SE VERIFICAR O SEGUINTE.
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SP - ÍNDICE
ADVERTENCIAS GENERALES ...............................................................................................................................................................................7
NORMAS PARA LA INSTALACIÓN..........................................................................................................................................................................7
2.1. VASO de expansión ABIERTO........................................................................................................................................................................7
2.2. Vaso de expansión CERRADO........................................................................................................................................................................8
2.3. VÁLVULA MEZCLADORA ANTI-CONDENSACIÓN (suministrable como OPCIONAL)..................................................................................8
2.4. VÁLVULA AUTOMÁTICA DESCARGA TÉRMICA DSA (suministrable como OPCIONAL).............................................................................8
2.5. CONEXIÓN Y CARGA DE LA INSTALACIÓN ................................................................................................................................................9
SEGURIDAD ANTIINCENDIOS.................................................................................................................................................................................9
3.1. PRIMERAS INTERVENCIONES.....................................................................................................................................................................9
3.2. PROTECCIONES DE LAS VIGA.....................................................................................................................................................................9
DESCRIPCIÓN TÉCNICA..........................................................................................................................................................................................9
CONDUCTO DE SALIDA DE HUMOS....................................................................................................................................................................10
5.1. SOMBRERETE..............................................................................................................................................................................................10
5.2. CONEXIÓN AL CONDUCTO DE SALIDA DE HUMOS................................................................................................................................. 11
5.3. TOMA DE AIRE EXTERIOR ......................................................................................................................................................................... 11
COMBUSTIBLES ADMITIDOS / NO ADMITIDOS.................................................................................................................................................. 11
ENCENDIDO Y PRUEBA DE FUNCIONA...............................................................................................................................................................12
7.1. Encendido de BAJAS EMISIONES................................................................................................................................................................13
FUNCIONAMIENTO NORMAL................................................................................................................................................................................13
8.1. FALTA DE ENERGÍA ELÉCTRICA.................................................................................................................................................................13
8.2. FUNCIONAMIENTO EN LOS PERÍODOS DE TRANSICIÓN.......................................................................................................................14
8.3. UTILIZACIÓN DEL PRODUCTO EN VERANO.............................................................................................................................................14
PARADA DE VERANO............................................................................................................................................................................................14
MANTENIMIENTO Y CUIDADO..............................................................................................................................................................................14
10.1. LIMPIEZA DEL CRISTAL...............................................................................................................................................................................14
10.2. LIMPIEZA DEL CENICERO...........................................................................................................................................................................14
10.3. LIMPIEZA DEL CONDUCTO DE SALIDA DE HUMOS.................................................................................................................................15
10.4. MANTENIMIENTO DE LAS GUÍAS EXTENSIBLES.....................................................................................................................................15
10.5. MANTENIMIENTO DE LA INSTALACIÓN HIDRÁULICA..............................................................................................................................15
DETERMINACIÓN DE LA POTENCIA TÉRMICA...................................................................................................................................................15
LA INSTALACIÓN....................................................................................................................................................................................................25
12.1. FICHA TÉCNICA valvula termostatic VAST...................................................................................................................................................26
DIMENSIONES.........................................................................................................................................................................................................36
FICHA TÉCNICA......................................................................................................................................................................................................38
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PT - ÍNDICE
ADVERTÊNCIAS GERAIS .....................................................................................................................................................................................16
NORMAS PARA A INSTALAÇÃO...........................................................................................................................................................................16
2.1. Vaso de expansão ABERTO..........................................................................................................................................................................16
2.2. Vaso de expansão FECHADO.......................................................................................................................................................................17
2.3. ANTI-CONDENSAÇÃO VÁLVULA DE MISTURA (fornecida como OPCIONAL).........................................................................................17
2.4. VÁLVULA DE DESCARGA AUTOMÁTICA TÉRMICA DSA (fornecida como OPCIONAL)...........................................................................18
2.5. LIGAÇÃO E CARGA DO SISTEMA...............................................................................................................................................................18
SEGURANÇA ANTI-INCÊNDIO . ............................................................................................................................................................................18
3.1. PRONTA INTERVENÇÃO..............................................................................................................................................................................18
3.2. PROTECÇÕES DAS TRAVES......................................................................................................................................................................18
DESCRIÇÃO ...........................................................................................................................................................................................................19
CHAMINÉ.................................................................................................................................................................................................................19
5.2. LIGAÇÃO À CHAMINÉ / AR PARA A COMBUSTÃO (tomada de ar externo)...............................................................................................20
5.3. ENTRADA EXTERNA DE AR.........................................................................................................................................................................20
5.1. TAMPAS DE CHAMINÉ.................................................................................................................................................................................20
COMBUSTÍVEIS ADMITIDOS / NÃO ADMITIDOS.................................................................................................................................................21
ACENDIMENTO.......................................................................................................................................................................................................21
7.1. Acendimento de BAIXAS EMISSÕES...........................................................................................................................................................22
FUNCIONAMENTO NORMAL.................................................................................................................................................................................22
8.1. FALTA DE ENERGIA ELÉTRICA...................................................................................................................................................................23
8.2. FUNCIONAMENTO DURANTE OS PERÍODOS DE TRANSIÇÃO...............................................................................................................23
8.3. UTILIZAÇÃO DO PRODUTO DURANTE O VERÃO.....................................................................................................................................23
PARAGEM DURANTE O VERÃO...........................................................................................................................................................................23
MANUTENÇÃO E CUIDADOS................................................................................................................................................................................23
10.1. LIMPEZA DO VIDRO.....................................................................................................................................................................................23
10.2. LIMPEZA DA GAVETA DE CINZAS...............................................................................................................................................................23
10.4. MANUTENÇÃO DAS GUIAS EXTENSÍVEIS................................................................................................................................................24
10.5. MANUTENÇÃO DA INSTALAÇÃO HIDRÁULICA..........................................................................................................................................24
DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA TÉRMICA..........................................................................................................................................................24
10.3. LIMPEZA DA CONDUTA DE FUMOS............................................................................................................................................................24
O SISTEMA..............................................................................................................................................................................................................25
12.1. FICHA TÉCNICA valvula termostatic VAST...................................................................................................................................................26
DIMENSIONES.........................................................................................................................................................................................................36
FICHAS TÉCNICAS.................................................................................................................................................................................................38
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1. ADVERTENCIAS GENERALES
La responsabilidad de La NORDICA S.p.A. se limita al suministro del aparato.
Su instalación debe ser efectuada en conformidad con las prescripciones de estas instrucciones y las reglas de la profesión, por personal
cualificado, que representa las empresas que pueden asumirse la responsabilidad total de la instalación.
La NORDICA S.p.A. no se responsabiliza de modificaciones del producto efectuadas sin autorización, así como del uso de
repuestos no originales. NO DEBEN APORTARSE MODIFICACIONES AL APARATO. La NORDICA S.p.A. no se responsabilizará
en caso de incumplimiento de estas precauciones.
Es obligatorio respetar las normas nacionales y europeas, las disposiciones locales o en materia de construcción, así como las
reglamentaciones antiincendio.
2. NORMAS PARA LA INSTALACIÓN
La instalación del termoproducto y de los equipos auxiliares, correspondientes a la instalación de calefacción, debe cumplir con las
normas y reglamentos vigentes y con todas las disposiciones establecidas por la ley.
La instalación, las respectivas conexiones de la instalación, la puesta en servicio y el control del funcionamiento correcto deben ser
llevados a cabo a la perfección por personal profesionalmente autorizado, conforme a las normas vigentes, ya sean nacionales, regionales,
provinciales y locales, del país en el que se ha instalado el equipo, así como a estas instrucciones.
La instalación debe ser realizada por personal autorizado, que debe entregar una declaración de conformidad de la instalación al
comprador, el cual asumirá toda la responsabilidad de la instalación definitiva y del consiguiente buen funcionamiento del producto
instalado. Antes de la instalación efectuar los siguientes controles:
• Asegurarse de que el suelo pueda sostener el peso del aparato y realizar un aislamiento adecuado caso de estar fabricado en
material inflamable (DIMENSIONES SEGÚN CADA NORMA LOCAL). En el caso de piso en material inflamable, el producto
tiene que ser puesto sobre una placa de piedra o cemento de espesor mínimo de 12 centímetros.
• Asegurarse de que en el ambiente donde se instale haya una ventilación adecuada (presencia de toma de aire), es por tanto
fundamental prestar atención a ventanas y puertas estancas (juntas estancas).
• Evitar la instalación en ambientes con presencia de conductos de ventilación colectiva, campanas con o sin extractor, aparatos de
gas de tipo B, bombas de calor o la presencia de aparatos cuyo funcionamiento simultáneo pueda poner en depresión el ambiente
(ref. Norma UNI 10683).
• Asegurarse de que el humero y los tubos a los que se conecte el aparato sean idóneos. No está permitida la conexión de más de
un equipo a la misma chimenea.
• El diámetro de la apertura para la conexión al conducto de salida de humos debe corresponder por lo menos al diámetro del
conducto de humos. La apertura debería estar provista de una conexión de pared para introducir el tubo de descarga y una aro.
• Dejar siempre mínimo de vacío de aire entre el monobloque y las paredes (véase parágrafo SEGURIDAD ANTIINCENDIOS).
• Elegir el tipo de ventilación (natural o forzada) véase parágrafo VENTILACIÓN DE LA CAMPANA O DEL AMBIENTE ADYACENTE.
• Mediante los pies regulables y el uso de un nivel, asegurarse que el aparato esté perfectamente en plano, para permitir el correcto
deslizamiento de la puerta.
Antes de realizar la instalación, se recomienda lavar cuidadosamente todas las tuberías del sistema, para quitar posibles residuos que
podrían comprometer el buen funcionamiento del equipo.
IMPORTANTE:
a) Se debe instalar una válvula de ventilación (manual o automático) para permitir a eliminar el aire del sistema hidráulico;
b) En caso de salideros de agua, cierre la alimentación hídrica y avise rápidamente al técnico de asistencia;
c) Se debe controlar periódicamente la presión de ejercicio de la instalación.
d) Si no se usa la caldera durante un largo período de tiempo, se recomienda la intervención del servicio técnico de asistencia para
realizar, al menos, las siguientes operaciones:
• cerrar los grifos del agua tanto del sistema térmico como del sanitario;
• vaciar el sistema térmico y sanitario si hay riesgo de formación de hielo.
La NORDICA S.p.A. declina toda responsabilidad por daños, causados por la instalación, a cosas y/o personas. Además no se
responsabiliza de modificaciones del producto efectuadas sin autorización, así como del uso de repuestos no originales.
Informar al deshollinador habitual de zona acerca de la instalación del equipo, para que pueda comprobar la correcta instalación al
conducto de salida de humos y la eficiencia de este.
Los termoproductos modelo DSA pueden instalarse tanto en sistemas con VASO de expansión ABIERTO (cap. 2.1) como en sistemas
con VASO de expansión CERRADO (cap.2.2).
2.1. VASO de expansión ABIERTO
La instalación con vaso de expansión ABIERTO, debe tener OBLIGATORIAMENTE:
1. VASO DE EXPANSIÓN ABIERTO: que tiene una capacidad correspondiente al 10% del contenido de agua total del termoproducto
y de la instalación. Este debe ser colocado en el punto más alto de la instalación, por lo menos a 2 m por encima del radiador que se
encuentra en el nivel más alto.
2. TUBO DE SEGURIDAD : que conecta por el recorrido más corto, sin tramos descendientes o sifonantes, la ida del termoproducto con
la parte superior del vaso de expansión abierto. ATENÇÃO: o diâmetro interior do tubo de mandada que liga el termo produto para o
vaso de expansão ABERTO deve ser igual ao diâmetro interno do conector de mandada que está presente no termo produto. Disse
tubo de ligação deve ser livre de interceptações.
3. TUBO DE CARGA : tubo que conecta el fondo del vaso de expansión abierto con el tubo de retorno de la instalación. La sección mínima
debe ser de ¾’’ gas. Todos estos componentes no deben tener por ninguna razón, órganos de corte que puedan accidentalmente
excluirlos, y deben ser ubicados en ambientes que no sean expuestos al hielo ya que, si se congelaran, podrían causar la rotura o la
explosión de la caldera. Si fueran expuestos al hielo será oportuno añadir al agua de la instalación, una cantidad adecuada de líquido
anticongelante que permitirá solucionar el problema. Por ningún motivo debe haber circulación de agua en el vaso de expansión
abierto entre el tubo de seguridad y el tubo de carga. Esta podría producir la oxigenación del agua y la consiguiente corrosión del
termoproducto y de la instalación en tiempos muy breves.
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4. VÁLVULA DE DESCARGA TÉRMICA: constituye una seguridad positiva ulterior, capaz de prevenir la ebullición
también en ausencia de energía eléctrica. Está compuesta por un cuerpo válvula parecido a una válvula de seguridad a presión que,
a diferencia de esta, se dispara al alcanzar una temperatura previamente calibrada (generalmente 94 – 95 °C) descargando desde la
impulsión de la instalación agua caliente que se sustituirá con la misma cantidad de agua fría procedente del tubo de carga del vaso
de expansión abierto, eliminando así el calor excesivo.
5. VÁLVULA DE SEGURIDAD de 1,5 bares: la presión de ejercicio máxima que admite la instalación es de 1,5 bares (igual a 15 m de
columna de agua), presiones superiores a esta pueden provocar deformaciones y roturas en la caldera.
6. DISPOSITIVOS DE SEGURIDAD previstos por la Normativa vigente en materia.
7. BOMBA DE CIRCULACIÓN: debe montarse preferiblemente en el retorno, para evitar que se desactive con temperaturas muy
elevadas de agua, asegurándose al mismo tiempo de que no haga circular agua en el vaso de expansión abierto, lo que podría causar
una oxigenación continuada del agua y por consiguiente una corrosión rápida del cuerpo de la caldera. Su altura de elevación debe
poder impedir una circulación forzada en el vaso de expansión abierto. También se debe conectar a un termostato o a la centralita
electrónica suministrable como OPCIONAL.
8. VÁLVULA MEZCLADORA ANTI-CONDENSACIÓN – (ver el capítulo 2.3)
ATENCIÓN: los sensores de seguridad de la temperatura deben estar en la máquina o a una distancia de la conexión de ida del
termoproducto que no supere los 30 cm. Si los termoproductos no tienen todos los dispositivos, los faltantes se pueden instalar en
las tuberías de ida del termoproducto a una distancia del termoproducto que no supere 1 m. Todos estos componentes no deben
tener por ninguna razón, órganos de corte que puedan accidentalmente excluirlos, y deben ser ubicados en ambientes que no sean
expuestos al hielo ya que, si se congelaran, podrían causar la rotura o la explosión de la caldera.
ATENCIÓN: No encienda el fuego, por ninguna razón, antes que la instalación no se llene totalmente de agua; en caso contrario
toda la estructura podría dañarse seriamente. El llenado de la instalación debe ser efectuado mediante el tubo de carga directamente
desde la cubeta del vaso abierto, para evitar que una excesiva presión de la red hídrica deforme el cuerpo caldera del termoproducto.
La instalación debe estar constantemente llena de agua, también en los períodos en que no se usa el termoproducto. Si está inactiva
durante el período invernal, utilice sustancias anticongelantes.
2.2. Vaso de expansión CERRADO
La instalación con vaso de expansión CERRADO, debe tener OBLIGATORIAMENTE:
1. VÁLVULA DE SEGURIDAD de 3 bares: la presión máxima de trabajo que admite la instalación es de 3 bares (igual a 30 m de columna
de agua), presiones superiores a esta pueden provocar deformaciones y roturas en la caldera. ATENCIÓN: el diámetro interno del
tubo de ida que conecta el termo producto con la válvula de seguridad debe ser igual al diámetro interior del conector de retorno que
ya está en el termo producto. El tubo de conexión mencionado tiene que ser sin interceptación.
2. VÁLVULA MEZCLADORA ANTI-CONDENSACIÓN – (véase capítulo 2.3)
3. VÁLVULA AUTOMÁTICA DESCARGA TÉRMICA DSA o VÁLVULA DE SEGURIDAD Y DESCARGA con captador de doble seguridad
4. VASO DE EXPANSIÓN CERRADO debe montarse en el retorno. ATENCIÓN: el diámetro interno del tubo de retorno que conecta el
termo producto con el vaso de expansión CERRADO debe ser igual al diámetro interior del conector de retorno que ya está en el termo
producto. El tubo de conexión mencionado tiene que ser sin interceptación.
5. TERMOSTATO DE MANDO DEL CIRCULADOR
6. TERMOSTATO DE ACTIVACIÓN DE LA ALARMA ACÚSTICA
7. ALARMA ACÚSTICA
8. INDICADOR DE TEMPERATURA
9. INDICADOR DE PRESIÓN
10.SISTEMA DE CIRCULACIÓN
ATENCIÓN: los sensores de seguridad deben estar en la máquina según se indica en el capítulo 2.1. Todos estos componentes no deben
tener por ninguna razón, órganos de corte que puedan accidentalmente excluirlos, y deben ser ubicados en ambientes que no sean
expuestos al hielo ya que, si se congelaran, podrían causar la rotura o la explosión de la caldera.
OBLIGATORIAMENTE los termoproductos para la calefacción doméstica insertados en las instalaciones de calefacción de VASO
CERRADO deben tener en su interior un circuito de enfriamiento preparado por el fabricante del equipo, activado por una válvula
de seguridad térmica (vea el capítulo 2.4) que no requiera energía auxiliar, para garantizar que no se supere la temperatura límite
que impone la norma. La conexión entre el grupo de alimentación y la válvula no debe tener interceptaciones. La presión en la parte
delantera del circuito de enfriamiento debe ser de al menos 1,5 bares.
2.3. VÁLVULA MEZCLADORA ANTI-CONDENSACIÓN (suministrable como OPCIONAL)
La válvula mezcladora anti-condensación tiene aplicación en los generadores térmicos de combustible sólido, ya que previene el retorno
del agua fría en el intercambiador. Los tramos 1 Figura 1 a pagina 26 y 3 siempre están abiertos y, junto con la bomba instalada en el
retorno (R), garantizan la circulación del agua en el interior del intercambiador de la caldera de biomasa (CB).
Una temperatura de retorno elevada permite mejorar la eficiencia, reduce la formación de condensación de los humos y alarga la vida
útil de la caldera. Las válvulas que se encuentran en el comercio presentan calibraciones diferentes, La NORDICA recomienda el uso del
modelo de 55 °C con conexiones hidráulicas de 1”. Una vez alcanzada la temperatura de calibración de la válvula, se abre el tramo 2 y el
agua de la caldera va a la instalación mediante la impulsión (M).
IMPORTANTE: No instalar el dispositivo anula la garantía del intercambiador de calor.
2.4. VÁLVULA AUTOMÁTICA DESCARGA TÉRMICA DSA (suministrable como OPCIONAL)
Los termoproductos de combustible sólido se deben instalar con los dispositivos de seguridad previstos por las leyes vigentes en materia.
Para esto, el termoproducto cuenta con una serpentina de descarga térmica.
La serpentina de descarga térmica se debe conectar por un lado a la red hídrica (A Cap. FICHAS TÉCNICAS ) y por el otro a la red
de drenaje (C). La válvula automática descarga térmica DSA, cuyo bulbo se ha de conectar al racor B, habilita la entrada de agua fría
en la serpentina de la caldera al alcanzarse la temperatura de seguridad, descargando el exceso térmico mediante el tubo C hacia una
descarga oportunamente instalada. La presión en la parte delantera del circuito de enfriamiento debe ser de al menos 1,5 bares.
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2.5. CONEXIÓN Y CARGA DE LA INSTALACIÓN
Algunos ejemplos puramente indicativos de la instalación, se muestran en el capítulo LA INSTALACIÓN, mientras que las conexiones al
termoproducto se encuentran en el capítulo FICHAS TÉCNICAS.
ATENCIÓN: La instalación se debe llenar exclusivamente por caída natural del agua desde el vaso de expansión abierto a través
del tubo de carga para evitar que una presión de red del acueducto demasiado elevada pueda deformar o hacer que explote
el cuerpo de la caldera.
Durante esta fase, abrir todos los purgadores de los radiadores para evitar que se formen bolsas de aire, controlando la salida de agua
para evitar que haya inundaciones.
La prueba de estanqueidad de la instalación se debe realizar con la presión del vaso de expansión abierto.
La instalación debe estar constantemente llena de agua, también en los períodos en que no se usa el termoproducto. Si está
inactiva durante el período invernal, utilice sustancias anticongelantes.
3. SEGURIDAD ANTIINCENDIOS
Durante la instalación del aparato se deben cumplir las siguientes medidas de seguridad:
a) Para asegurar un aislamiento térmico adecuado, debe respetarse la distancia mínima de seguridad desde la parte trasera y desde
ambos lados de construcciones y objetos inflamables y sensibles al calor (Véase INFORMACIÓN DE LA MARCA CE). Todas las
distancias mínimas de seguridad se muestran en la placa técnica del producto y NO deben ser empleadas medidas inferiores
a estas.
b) Delante del aparato no debe haber ningún objeto o material de construcción inflamable y sensible al calor a menos de 80 cm de
distancia. Dicha distancia puede reducirse a 40 cm si se instala una protección, ventilada en el respaldo y resistente al calor, que cubra
por completo el objeto entero que se ha de proteger.
c) En caso el producto sea instalado sobre un piso de material inflamable, deberá ser aplicada una subcapa ignífuga. Pisos echos
en material inflamable, como moquette, parquet o corcho etc, deberán ser substituidos por una capa de material no inflamable
(dimensiones según cada norma local). En el caso fuera imposible la sustitución del piso, el producto tiene que ser puesto
sobre una placa de piedra o cemento de espesor mínimo de 12 centímetros (Figura 2 a pagina 30 ).
El producto debe funcionar siempre con el cenicero introducido. Los residuos sólidos de la combustión (cenizas) deben recogerse en un
recipiente hermético y resistente al fuego. Nunca encienda la estufa si hay emisiones de gas o vapores (como cola para linóleo, gasolina
etc.). No deposite materiales inflamables cerca de ella.
Durante la combustión se desarrolla una energía térmica que implica un marcado calentamiento de las superficies, de la puerta y del
cristal del hogar, así como de las manillas de las puertas o de los mandos, del tubo de humos y de la parte anterior del aparato. Evite el
contacto con dichos elementos sin el adecuado vestuario o accesorios de protección (guantes resistentes al calor, dispositivos de
mando).
Haga de modo que los niños sean conscientes de estos peligros y manténgalos lejos del hogar durante su funcionamiento.
Informe a los niños acerca de estos peligros y manténgalos lejos del hogar mientras esté funcionando.
Si se utiliza un combustible equivocado o demasiado húmedo, pueden formarse sedimentos (creosota) en el conducto de salida de
humos, y por consiguiente el posible incendio del conducto mismo.
3.1. PRIMERAS INTERVENCIONES
Si se produce un incendio en la chimenea o en el conducto de salida de humos:
a) Cerrar la puerta de carga.
b) Cerrar los reguladores del aire comburente.
c) Apagar por medio de extintores de anhídrido carbónico (CO2 en polvos).
d) Pedir la intervención inmediata de los Bomberos.
NO APAGAR EL FUEGO UTILIZANDO CHORROS DE AGUA.
Cuando el conducto de humos termina de quemar, hacerlo controlar por un especialista para detectar posibles grietas o puntos permeables.
3.2. PROTECCIONES DE LAS VIGA
Teniendo en cuenta la irradiación del hogar, prestar atención especial a la protección de las vigas durante la fase de diseño de la
chimenea, en particular tener en cuenta por un lado la cercanía de la viga a las caras externas del hogar, y por el otro la irradiación de la
puerta de cristal que habitualmente se encuentra muy cerca de las vigas mismas. Las caras interiores o inferiores de la viga de material
combustible, no deben estar en ningún caso, en contacto con temperaturas superiores a los 65 °C.
En Figura 3 a pagina 30 se muestran algunos ejemplos de solución.
ADVERTENCIA: No nos responsabilizamos por el funcionamiento incorrecto de una instalación que no está en conformidad con
las prescripciones de estas instrucciones, así como del utilizo de productos complementarios no adecuados.
4. DESCRIPCIÓN TÉCNICA
Definición: termoproducto según EN 13229.
Los termoproductos La Nordica son aptas para calefaccionar espacios habitables, dotados de una instalación de calefacción centralizada,
constituido por radiadores o termoconvectores; son capaces de sustituir completamente o en parte la tradicional caldera a gas o a
gasóleo. Las mismas son ideales para los apartamentos de las vacaciones y las casas para el fin de semana, o bien se pueden utilizar
también como calefacción auxiliar durante todo el año. Como combustible se utilizan troncos de madera. L’ aparato es un aparato de
combustión de forma intermitente.
El equipo está compuesto por placas de chapa de acero pintado, galvanizada, y fusiones de aleación. El hogar está ubicado en el interior
de la caldera construida en acero de 4 mm de espesor y reforzada con clavos soldados. En la caldera circula agua de la instalación de
calefacción que absorbe el calor producido en el hogar. En su interior, se encuentran un portarejilla y una rejilla plana de fundición con
espesor grueso, que puede ser extraída fácilmente (Figura 12 a pagina 34 - A).
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La puerta panorámica está instalada sobre guías extensibles de bolas, que garantizan un funcionamiento robusto, silencioso y fiable en
el tiempo. Una robusta cadena, con el piñón correspondiente, sostiene los contrapesos de elevación de la puerta. El cristal cerámico
(resistente hasta 700°C) de la puerta permite una sugestiva vista de las llamas ardiendo e impide toda salida de chispas y humo.
El calentamiento del ambiente se produce:
a) por radiación: a través del cristal panorámico y el cuerpo de acero se irradia calor al ambiente.
b) por conducción: mediante los radiadores o termoconvectores de la instalación central alimentados por agua caliente producida
por la caldera.
El aparato está provisto de ajustes de aire primario y secundario, con los que se regula el aire de combustión.
1A - Ajuste de aire PRIMARIO (Figura 9 a pagina 34).
Con el ajuste de aire situado debajo de la puerta del hogar (a la izquierda) se regula el paso del aire a través del cajón de la ceniza y la
rejilla en dirección al combustible. El aire primario es necesario para el proceso de combustión. Para abrir el pasaje del aire primario
es necesario extraer totalmente (tirar) la leva.
El cajón de la ceniza se tiene que vaciar con regularidad, para que la ceniza no pueda dificultar la entrada de aire primario para la
combustión. A través del aire primario, también se mantiene vivo el fuego.
La regulación del aire primario debe estar cerrado casi completamente durante la combustión de la leña, ya que, en caso
contrario, ésta se quema demasiado velozmente y la termococina se puede recalentar.
2A - Ajuste de aire SECUNDARIO (Figura 9 a pagina 34).
Cuando la leva está introducida en el pasaje del aire, está todo abierto.
El aire secundario, pasando por adentro de los dos montantes laterales de la fachada, se calienta y enciende la doble combustión
manteniendo al mismo tiempo la limpieza del vidrio.
Cenicero para la recogida de la ceniza (Figura 9 a pagina 34 - B).
La regulación de los reguladores necesaria para obtener un rendimiento calorífico nominal es la siguiente:
Combustible
Aire PRIMARIO
Aire SECUNDARIO
Aire TERZIARIO
WF25 - WF25X
Leña
Figura 9C CERRADO
Figura 9C ABIERTO
PRERREGULADO
WF Plus
Leña
Figura 9C CERRADO
Figura 9C ABIERTO
PRERREGULADO
5. CONDUCTO DE SALIDA DE HUMOS
Requisitos fundamentales para un correcto funcionamiento del aparato:
• La sección interior debe ser preferiblemente circular;
• La sección interior debe estar aislada térmicamente, ser impermeable y estar fabricada con materiales adecuados para resistir al
calor, a los productos de la combustión y a las posibles condensaciones;
• La sección interior no tener estrangulamientos y debe recorrer tramos verticales con desviaciones no superiores a 45°;
• Si la sección interior ya ha sido utilizada debe estar limpia;
• Hay que respetar los datos técnicos del manual de instrucciones;
Si los conductos de salida de humos tuvieran una sección cuadrada o rectangular, las aristas internas deben ser redondeadas con un
radio no inferior a 20 mm. Para la sección rectangular, la relación máxima entre los lados debe ser = 1,5.
Una sección demasiado pequeña provoca una disminución del tiro. Se aconseja una altura mínima de 4 m.
Están prohibidas y por tanto perjudican el correcto funcionamiento del aparato: fibrocemento, acero galvanizado, superficies internas
ásperas y porosas. En Figura 4 a pagina 30 se muestran algunos ejemplos de solución.
La sección mínima debe ser de 4 dm2 (por ejemplo 20 x 20 cm) para los equipos cuyo diámetro de conducto es inferior a 200 mm
o 6,25 dm2 (por ejemplo 25 x 25 cm) para los equipos con diámetro superior a 200 mm.
El tiro que produce el conducto de salida de humos debe ser suficiente pero no excesivo.
Una sección del conducto de salida de humos demasiado grande puede resultar demasiado voluminosa para calentar y por tanto causar
problemas al funcionamiento del aparato; para evitar esto es necesario entubar la misma por toda su altura. Una sección demasiado
pequeña produce una disminución del tiro.
ATENCIÓN: para realizar la conexión al tubo de humo y los materiales inflamables cumplir con la Norma UNI10683. El conducto de salida
de humos se debe colocar a una distancia adecuada de materiales inflamables o combustibles mediante un adecuado aislamiento o una
cámara de aire.
Está PROHIBIDO introducir en el interior del conducto tuberías de instalaciones o conductos de aducción de aire. Está prohibido efectuar
aperturas móviles o fijas en el mismo, para la conexión de diferentes aparatos (Figura 5 a pagina 31).
5.1. SOMBRERETE
El tiro del conducto de salida de humos depende también de la idoneidad del sombrerete.
Por lo tanto es indispensable que, si ha sido fabricado de manera artesanal, la sección de salida sea dos veces más grande de la sección
interior del conducto de salida de humos. Como el sombrerete tiene que superar la cumbrera del techo, deberá garantizar la evacuación
también si hay viento (Figura 6 a pagina 31 - Figura 7 a pagina 32).
El sombrerete debe cumplir con los siguientes requisitos:
• Tener una sección interior equivalente a la de la chimenea.
• Tener una sección útil de salida doble respecto a la interior del conducto de salida de humos.
• Estar construido de manera tal que no entre lluvia, nieve o cualquier cuerpo extraño en el conducto de salida de humos.
• Pueda ser inspeccionado fácilmente en caso de operaciones de mantenimiento y limpieza.
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5.2. CONEXIÓN AL CONDUCTO DE SALIDA DE HUMOS
La conexión (canal de humo o racor) al conducto de salida de humos se debe realizar mediante tubos rígidos de acero aluminato con
espesor mínimo de 2 mm o de acero inoxidable 316 con espesor mínimo de 1 mm.
Está PROHIBIDO el uso de tubos flexibles metálicos o de fibrocemento, los cuales siendo sujetos a desgarres o roturas que
causan pérdidas de humo, perjudican la seguridad del mismo racor.
El diámetro de la apertura para la conexión a la chimenea debe corresponder por lo menos al diámetro del conducto de humos. La
apertura debería estar provista de una conexión de pared para introducir el tubo de descarga y una anilla.
El tubo de descarga de humos se debe fijar herméticamente a la chimenea y puede tener una inclinación máxima de 45°, esto para evitar
excesivos sedimentos de condensación que se produce en las fases iniciales de encendido y/o el sedimento excesivo de hollín, y además
para no ralentizar los humos en salida.
Una conexión no hermética puede causar el funcionamiento incorrecto del aparato.
El diámetro interior del tubo de conexión debe corresponder al diámetro exterior del tronco de evacuación de humos del aparato. Esto está
garantizado por los tubos en conformidad con DIN 1298.
La depresión en la chimenea debe ser de 17-20 Pascal (=1.7-2 mm de columna de agua).
La medida se debe realizar siempre con el aparato caliente (rendimiento calorífico nominal).
Cuando la depresión supera los 20 Pa (=2 mm de columna de agua), es necesario reducir la misma instalando un regulador de tiro
suplementario (válvula de palomilla) en el tubo de evacuación o en la chimenea.
IMPORTANTE: Si se utilizan tubos metálicos, es indispensable que sean aislados con materiales adecuados (revestimientos de
fibra aislante resistentes hasta 600 °C) para evitar el desgaste de las construcciones o de la contra-campana.
Es indispensable que el espacio entre la parte superior, los lados del aparato y el deflector de material incombustible de la campana, se
encuentre constantemente ventilado.
Por esta razón, es necesario preparar una entrada de aire desde abajo (entrada de aire fresco) y una salida alta (salida de aire caliente).
Los espacios previstos para la circulación del aire indicados en la Figura 8 a pagina 33 - Figura 14 a pagina 35 son los requisitos mínimos:
Cumbre:apertura mínima : 800 cm2
Base: apertura mínima : 600 cm2
Por lo tanto se obtiene:
• mayor seguridad
• un aumento del calor producido por la circulación de aire alrededor del aparato.
ATENCIÓN es recomendable realizar una contra-campana de cartón-yeso ignífugo con un bastidor metálico autoportante, para que su
peso no descanse sobre el revestimiento estético (mármol). Se recomienda montar una puerta de inspección en la contra-campana
o donde se considere necesario, para facilitar el acceso y la visibilidad de los dispositivos de seguridad (manómetros, válvulas,
circulador).
La rejilla de purga del calor (Figura 8 a pagina 33 pos. 6 ) debe ser instalada en la parte superior de la campana a 20 cm aproximadamente
desde el techo. Esta debe ser siempre instalada porque su función consiste en dejar que el calor, que se ha acumulado en la campana
(sobrepresión), se disperse en el local).
5.3. TOMA DE AIRE EXTERIOR
Para el funcionamiento correcto del aparato es OBLIGATORIO introducir en el lugar de instalación suficiente aire para la combustión y la
reoxigenación del ambiente.
Esto quiere decir que, a través de correspondientes aperturas comunicantes con el exterior, debe poder circular aire para la combustión
también con las puertas y las ventanas cerradas.
• La toma de aire se debe colocar de manera que no se pueda obstruir;
• La toma de aire debe comunicar con el local de instalación del aparato y estar protegida con una rejilla.
• Si el aflujo de aire fuera obtenido mediante aperturas comunicantes con locales adyacentes, EVITAR la instalación de tomas de
aire que comuniquen con garajes, cocinas, baños, centrales térmicas.
• Si en el local en el que ha sido instalado el aparato, están presentes capas de aspiración, éstas NO deben funcionar simultáneamente.
De hecho estas pueden causar la salida de humos en los locales, aunque la puerta del hogar esté cerrada.
Dimensiones mínimas (Figura 13 a pagina 35):
300 cm2
A – convección natural:
B – convección forzada:
150 cm2 toma de aire exterior para la chimenea, donde está presente (*B1);
150 cm2 toma de aire exterior para el ventilador, donde está presente (B2);
150 cm2 toma de aire interior para el ventilador, donde está presente (C )
* (Para un mejor bienestar y para la relativa oxigenación del ambiente, el aire de combustión se puede extraer directamente desde el
exterior mediante un racor (B1) de conexión a un tubo flexible (NO suministrado) para el aire comburente exterior. El tubo de conexión
debe ser liso y tener un diámetro mínimo de (B1 Figura 13 a pagina 35) una longitud máxima de 4 m y no tener más de tres curvas. Si se
conecta directamente con el exterior, el tubo debe poseer un cortaviento.
6. COMBUSTIBLES ADMITIDOS / NO ADMITIDOS
Los combustibles admitidos son cepas de leña. Debe ser utilizada exclusivamente leña seca (contenido de agua máx. 20%).
Deberían ser cargados como máximo 2 o 3 cepos de leña por vez. Los troncos de leña deben poseer una longitud de unos 20 – 30 cm y
una circunferencia de 30 – 35 cm máx.
Los pequeños troncos de madera prensados no resinados, deben utilizarse con cautela para evitar sobrecalentamientos
perjudiciales para el aparato, puesto que tienen un poder calorífico elevado.
La leña utilizada como combustible debe tener un contenido de humedad inferior al 20%, que se obtiene ubicándola en un lugar seco y
ventilado (por ejemplo debajo de un tinglado), con un tiempo de secado de al menos un año (leña tierna) o de dos años (leña dura).
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La leña húmeda dificulta la combustión, porque se necesita una mayor cantidad de energía para hacer evaporar el agua presente. El
contenido húmedo tiene además la desventaja, al disminuir la temperatura, de hacer condensar el agua primero en el hogar y luego en la
chimenea. La madera fresca contiene alrededor del 60% de H2O, por lo tanto no es adecuada para ser quemada.
Hay que guardar dicha leña en un lugar seco y ventilado (por ejemplo, debajo de un tinglado) durante por lo menos dos años antes de
su utilización. No se pueden quemar: residuos de carbón, recortes, residuos de corteza y paneles, madera húmeda o tratada con
pinturas, materiales de plástico; en este caso no tiene validez la garantía del aparato. Carta y cartón deben ser utilizados solo para
el encendido. Está PROHIBIDA la combustión de los residuos ya que podría dañar el producto y el conducto de salida de humos,
causando daños a la salud y reclamaciones por parte de la vecindad debido al olor que produce.
La leña no es un combustible de larga duración y por tanto no es posible un calentamiento continuo del producto durante la noche.
Especie
Kg/mc
kWh/kg Humedad 20%
Haya
750
4,0
Rebollo
900
4,2
Olmo
640
4,1
Álamo
470
4,1
Alerce europeo*
660
4,4
Abeto rojo*
450
4,5
Pino albar*
550
4,4
* MADERAS RESINOSAS POCO ADECUADAS PARA EL PRODUCTO
ATENCIÓN: El uso continuo y prolongado de madera muy rica de aceites aromáticos (p.ej. Eucalipto, Mirto, etc.) causa el
deterioro (exfoliación) rápido de los componentes de fundición del producto.
7. ENCENDIDO Y PRUEBA DE FUNCIONA
ATENCIÓN: No encienda el fuego, por ninguna razón, antes que la instalación no se llene totalmente de agua; en caso
contrario toda la estructura podría dañarse seriamente. EN CASO DE FALTA DE AGUA TOTAL O PARCIAL, NO ENCENDER
ABSOLUTAMENTE EL FUEGO EN EL TERMOPRODUCTO (NI SIQUIERA PARA PROBAR) PORQUE PODRÍA DAÑARSE
IRREMEDIABLEMENTE Y ADEMÁS SE PIERDE LA GARANTÍA DEL EQUIPO.
Antes de la instalación del revestimiento estético y del encendido del termoproducto hay que llenar la instalación y el termoproducto por
caída natural del agua mediante el vaso de expansión abierto (ver cap. CONEXIÓN Y CARGA DE LA INSTALACIÓN).
Después de comprobar que por lo menos un radiador está siempre abierto, abrir la puerta y cargar una pequeña cantidad de leña.
Para encender el fuego aconsejamos el uso de pequeños listones de madera con papel o otros productos de encendido en comercio,
EXCLUYENDO todas las sustancias líquidas como por ejemplo alcohol, gasolina, petróleo y productos similares. No encender
nunca el aparato si en el local hay gases combustibles.
Las aperturas para el aire (primario y secundario) deben abrirse simultáneamente pero de manera parcial (debe abrirse, si está presente,
también la válvula de palomilla, ubicada en el tubo de descarga de humos). Cuando la leña empieza a arder, se pueden cargar otro
combustible regulando el aire para la combustión según las indicaciones del párrafo DESCRIPCIÓN TÉCNICA.
Durante esta fase, no deje nunca el hogar desatendido. Nunca sobrecargar el equipo (consultar la tabla técnica - cantidad máx. de
combustible que se puede cargar/ consumo horario. Demasiado combustible y demasiado aire para la combustión pueden causa un
sobrecalentamiento y por tanto dañarlo.
Durante el primer encendido es inevitable que se produzca un olor desagradable (debido al secado de las colas presentes en la junta o a
las pinturas de protección), que desaparece tras una breve utilización. De todas maneras debe garantizarse una ventilación del ambiente
adecuada.
ATENCIÓN: durante los primeros encendidos podría producirse una considerable condensación de humos con una pequeña
pérdida de agua del producto; un fenómeno que desaparece rápidamente; de lo contrario, realice un control del tiro del
conducto de salida de humos.
Para efectuar un correcto primer encendido de los productos tratados con pinturas para elevadas temperaturas, es necesario saber lo
siguiente:
• Los materiales de fabricación de los productos utilizados no son homogéneos, pues tienen partes de fundición, de acero, de
refractario y de mayólica.
• la temperatura a la cual está sujeto el cuerpo del producto no es homogénea: de una zona a la otra se detectan temperaturas
variables desde los 300 °C hasta los 500 °C;
• Durante su vida útil, el producto se somete a ciclos alternos de encendido y de apagado durante el mismo día y a ciclos de uso
intenso o de reposo total con el cambio de estación.
• El aparato nuevo, antes de poder considerarlo listo para el uso, se debe someter a diferentes ciclos de encendido para permitir que
todos los materiales y la pintura completen los diferentes esfuerzos elásticos.
• especialmente al principio podrán olerse olores típicos de los metales sometidos a grande esfuerzo térmico y de pintura todavía
fresca. Dicha pintura, aunque en fase de construcción sea cocida a 250 °C por algunas horas, deberá superar más veces y por un
cierta duración la temperatura de 350 °C, antes de ser incorporada perfectamente a las superficies metálicas.
Por lo tanto es muy importante tomar las siguientes medidas en la fase de encendido:
1. Comprobar que se garantice un fuerte recambio de aire en el lugar donde está instalado el aparato.
2. En los primeros encendidos, no cargue excesivamente la cámara de combustión (mitad de la cantidad indicada en el manual de
instrucciones) y mantenga el producto encendido durante al menos 6-10 horas seguidas con los reguladores abiertos menos de
como se indica en el manual de instrucciones.
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3. Repita esta operación por lo menos 4, 5 o más veces, según su disponibilidad.
4. Luego cargue cada vez más (siguiendo de todos modos lo que se muestra en el manual de instrucciones en relación con la carga
máxima) y mantenga encendido, si es posible, durante períodos prolongados evitando, por lo menos en esta fase inicial, ciclos de
encendido-apagado de breve duración.
5. No apoye, durante los primeros encendidos, ningún objeto encima del aparato y especialmente sobre las superficies esmaltadas.
No toque las superficies esmaltadas durante la calefacción.
6. Una vez superado el «rodaje», el producto podrá ser utilizado como el motor de un vehículo, evitando bruscos calentamientos con
cargas excesivas.
IMPORTANTE: SÓLO después de unos días de funcionamiento (el tiempo necesario para establecer que el equipo funciona
correctamente) se puede realizar el revestimiento estético. Se recomienda montar una puerta de inspección en la contra-campana o
donde se considere necesario, para facilitar el acceso y la visibilidad de los dispositivos de seguridad (manómetros, válvulas, circulador).
7.1. Encendido de BAJAS EMISIONES
La combustión sin humo es un método de encendido para reducir de modo significativo las emisiones de sustancias nocivas. La leña quema
gradualmente de arriba hacia abajo, así la combustión se realiza más lentamente y de modo más controlado. Los gases producidos por
la combustión se queman casi completamente al atravesar las elevadas temperaturas de la llama. La duración de una carga es de 6-8 h.
Ponga los troncos de leña en el hogar a una cierta distancia el uno del otro, como puede verse en la Figura 15 a pagina 35. Coloque los
más gruesos en la parte inferior y los más delgados en la parte superior, o en posición vertical si se trata de cámaras de combustión
estrechas y altas. Coloque el módulo de encendido encima de la pila, ponga los primeros troncos del módulo perpendicularmente a la
pila de leña.
MÓDULO DE ENCENDIDO. Este módulo de encendido sustituye al de papel o cartón. Prepare 4 troncos con una sección transversal de
3 cm x 3 cm y una longitud de 20 cm Figura 15 a pagina 35. Póngalos cruzados encima de la pila de leña, transversalmente a la misma,
y en el centro del módulo coloque la tea, que puede ser lana de madera impregnada de cera. Basta un fósforo para encender el fuego.
Si lo desea puede usar piezas de madera más pequeñas: en dicho caso se necesitará una mayor cantidad. Tenga abierta la válvula de
evacuación de humos y el registro para el aire comburente.
Después de haber encendido el fuego, deje el registro que regula el aire para la combustión en la posición que se indica:
Combustible
Aire PRIMARIO
Leña
CERRADO
Aire SECUNDARIO
1/2 ABIERTO
IMPORTANTE:
• no añada leña entre dos cargas completas;
• no apague el fuego cerrando las tomas de aire;
• la limpieza regular realizada por un deshollinador reduce las emisiones de polvos finos.
• Estas indicaciones proceden de ENERGIA Legno SVIZZERA (Energia madera Suiza) www.energia-legno.ch
8. FUNCIONAMIENTO NORMAL
Después de colocar correctamente el regulador de aire, introducir la carga de leña horaria indicada (ver el capítulo 18) evitando sobrecargas
que provocan desgastes anómalos y deformaciones. El Producto debe usarse siempre con la puerta cerrada, para evitar daños
debidos al excesivo calentamiento (efecto forja). El incumplimiento de dicha regla hace caducar la garantía.
IMPORTANTE: Por razones de seguridad, la puerta del hogar puede estar abierta solo durante la fase de carga del combustible.
El hogar debe estar cerrado durante el funcionamiento y los períodos en los que no se utiliza.
Los reguladores en la parte delantera del aparato regulan la emisión de calor del hogar. Deben abrirse según la necesidad calorífica.
La mejor combustión (emisiones mínimas) se obtiene cuando, al cargar la leña, la mayor parte del aire para la combustión pasa a través
del regulador de aire secundario. No sobrecargar nunca el aparato.
Demasiado combustible y demasiado aire para la combustión pueden causar un sobrecalentamiento y por tanto dañar el
producto. Se excluyen de la garantía los daños debidos al sobrecalentamiento. Por tanto, hay que utilizar siempre la estufa con la
puerta cerrada(baja) para evitar el efecto forja.
La regulación de los reguladores necesaria para obtener un rendimiento calorífico nominal con una depresión en la chimenea de 17-20
Pa (1,7-2 mm de columna de agua) es el siguiente: ver capitulo DESCRIPCIÓN TÉCNICA. L’aparato es un aparato de combustión de
forma intermitente.
Si la temperatura del agua supera la temperatura de intervención de los dispositivos de seguridad, suspender inmediatamente la
carga de leña y comprobar la disminución de la temperatura del agua y de la llama eliminando las causas del sobrecalentamiento
(cerrando eventualmente el regulador de aire).
Si el agua sanitaria está conectada al termoproducto, se puede abrir el grifo de agua caliente para agilizar el enfriamiento del
equipo.
Además de la regulación del aire para la combustión, la chimenea también afecta a la intensidad de la combustión y luego al rendimiento
calorífico de su aparato. Un buen tiro de la chimenea necesita una regulación más reducida del aire para la combustión, mientras que un
tiro escaso, necesita aún más una regulación exacta del aire para la combustión.
Para comprobar si la combustión es buena, controlar si el humo que sale de la chimenea es transparente.
Si es blanco, significa que el aparato no está regulado correctamente o la leña está demasiado mojada; si, en cambio, es gris o negro,
significa que la combustión no es completa (es necesaria una mayor cantidad de aire secundario).
8.1. FALTA DE ENERGÍA ELÉCTRICA
En caso de una interrupción imprevista de la energía eléctrica durante el funcionamiento normal de la instalación, será necesario efectuar
estas simples operaciones para evitar que el termoproducto llegue a ebullición debido al no funcionamiento de la bomba.
• Cierre por completo los reguladores de aire primario y secundario para sofocar lo más posible la llama.
• Cierre el regulador de humos, si está presente, para limitar aún más el aflujo del aire comburente a través de posibles aberturas.
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8.2. FUNCIONAMIENTO EN LOS PERÍODOS DE TRANSICIÓN
Durante el período de transición, cuando las temperaturas externas son más elevadas, en caso de un aumento repentino de la temperatura,
se pueden producir problemas en el conducto de salida de humos que implican la incompleta aspiración de los gases de combustión. Los
gases de descarga no salen totalmente (olor fuerte a gas).
En este caso, sacudir con frecuencia mayor la rejilla y aumentar el aire para la combustión. Luego introduzca una cantidad reducida de
combustible haciendo que queme más rápido (con desarrollo de llamas), de esta manera el tiro del conducto de salida de humos se
mantiene estable. Después controlar que todas las aperturas para la limpieza y las conexiones a la chimenea se encuentren herméticas.
En el caso en que tengan dudas, renuncien al funcionamiento del producto.
ATENCIÓN: No encienda el fuego, por ninguna razón, antes que la instalación no se llene totalmente de agua; en caso
contrario toda la estructura podría dañarse seriamente. La instalación debe estar constantemente llena de agua, también en
los períodos en que no se usa el termoproducto. Si está inactiva durante el período invernal, utilice sustancias anticongelantes.
8.3. UTILIZACIÓN DEL PRODUCTO EN VERANO
La instalación debe estar constantemente llena de agua. La falta de agua en la instalación podría hacer un daño muy grave en toda
la estructura. ATENCIÓN: No encienda el fuego, por ningún motivo, antes de que la instalación se haya llenado de agua por completo,
pues de lo contrario toda la estructura podría dañarse seriamente.
Para evitar la ebullición del agua en la caldera, la bomba de circulación debe estar siempre en condición de funcionar para poder eliminar
en algunos radiadores, o en el puffer o en cualquier otra estructura que absorbe, el calor liberado al agua por la caldera.
Si la bomba no funciona o por alguna razon la temperatura del agua supera los 95°C la valvula DSA interviene descargando
calor a traves de agua que se va. Se recomienda controlar la temperatura del agua en el aparato en verano para evitar repetidas
intervenciones de la valvula DSA que puede afectar su funcionamiento.
9. PARADA DE VERANO
Después de haber efectuado la limpieza del hogar, de la chimenea y del conducto de salida de humos, eliminar totalmente la ceniza y
otros posibles residuos, cerrar todas las puertas del hogar y los reguladores correspondientes.
Es aconsejable efectuar la limpieza del conducto de salida de humos al menos una vez al año; controlar las condiciones efectivas de
las juntas de las puertas, porque si no están perfectamente íntegras, ¡no garantizan el funcionamiento correcto del aparato! Es por tanto
necesario sustituir las mismas.
Proteger las partes de fundición con vaselina neutral, para mantener invariado en el tiempo el aspecto estético.
ATENCIÓN: No encienda el fuego, por ningún motivo, antes de que la instalación se haya llenado de agua por completo, pues de lo contrario
toda la estructura podría dañarse seriamente. La instalación debe estar constantemente llena de agua, también en los períodos en que
no se usa la termoestufa. Comprobar el nivel de agua del vaso de expansión y hacer salir el aire eventual de la instalación purgando
los radiadores, comprobar también la funcionalidad de los accesorios hidráulicos y eléctricos (centralita, circulador).
10. MANTENIMIENTO Y CUIDADO
Controlar, realizando su limpieza, por lo menos una vez al año, la toma de aire exterior.
Hacer controlar a su deshollinador responsable de la zona, la correcta instalación del producto, la conexión a la chimenea y la ventilación.
IMPORTANTE: El mantenimiento y cuidado debe ser efectuada exclusivamente con el aparato frío. Se pueden utilizar
exclusivamente piezas de repuesto autorizadas y entregadas por La NORDICA. En caso de necesidad diríjase a su revendedor
especializado.
¡EL APARATO NO SE DEBE MODIFICAR!
10.1. LIMPIEZA DEL CRISTAL
Luego haber averiguado que la puerta está totalmente en posición baja, desbloquee el cerrojo (Figura 11 a pagina 34 pos.A), ábralo, limpie
el cristal, cierre la puerta y bloquee el cerrojo antes de volver a levantar la puerta.
Una específica entrada de aire secundario reduce la formación de sedimento de suciedad en el cristal de la puerta. En todo caso dicha
formación no puede ser evitada dado el uso de combustibles sólidos (sobre todo de leña húmeda), lo que no debe ser considerado como
un defecto del aparato.
IMPORTANTE: La limpieza del cristal panorámico se tiene que realizar única y exclusivamente con el aparato frío, para evitar
la explosión del mismo. Para la limpieza se pueden utilizar productos específicos, o bien una bola de papel de periódico (diario)
humedecida, pasada en la ceniza, fregando el cristal. No utilizar paños, productos abrasivos o químicamente agresivos.
El procedimiento correcto de encendido, el uso de cantidades y tipos de combustibles adecuados, la correcta colocación del regulador de
aire secundario, el suficiente tiro de la chimenea y la presencia de aire comburente son indispensables para el óptimo funcionamiento del
aparato y para mantener el cristal limpio.
ROTURA DE CRISTALES : Los cristales, al ser de vitrocerámica, resistentes hasta un salto térmico de 750°C, no están sujetos a
choques térmicos. Su rotura, sólo la pueden causar los choques mecánicos (choques o cierre violento de la puerta, etc.). Por lo
tanto, su sustitución no está incluida en la garantía.
10.2. LIMPIEZA DEL CENICERO
Todos los aparatos La NORDICA tienen una rejilla de hogar y un cenicero para la recogida de la ceniza.
Le aconsejamos vaciar periódicamente el cenicero y evitar el llenado total del mismo para no sobrecalentar la rejilla. Además le aconsejamos
dejar siempre 3-4 cm de ceniza en el hogar.
ATENCIÓN: recoger la ceniza del hogar en un recipiente de material ignífugo provisto de una tapa hermética. El recipiente debe
ser colocado sobre un pavimento ignífugo, lejos de materiales inflamables hasta que la ceniza no se haya apagado y enfriado
totalmente.
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10.3. LIMPIEZA DEL CONDUCTO DE SALIDA DE HUMOS
El procedimiento correcto de encendido, el uso de cantidades y tipos de combustibles adecuados, la correcta colocación del regulador de
aire secundario, el suficiente tiro de la chimenea y la presencia de aire comburente son indispensables para el óptimo funcionamiento del
aparato y para mantener el cristal limpio.
Durante el uso normal, la chimenea no se daña de ninguna manera.
El equipo se debería limpiar completamente al menos una vez al año o cada vez que sea necesario (en el caso de mal funcionamiento
y bajo rendimiento). Un sedimento de hollín (creosota) excesivo puede causar problemas en la descarga de humos y el incendio del
conducto de salida de humos. La limpieza debe ser efectuada exclusivamente con el aparato frío. Esta operación la debe realizar un
deshollinador, que pueda inspeccionar al mismo tiempo.
Un depósito excesivo de incrustaciones en las paredes internas del hogar reduce notablemente la eficiencia del intercambio térmico, por
lo tanto, cuando sea necesario, hay que extraer las incrustaciones mediante un cepillo de acero. No usar nunca sustancias corrosivas
que puedan dañar el termoproducto y la caldera.
Durante la limpieza, es necesario quitar del aparato el cajón de la ceniza, la rejilla y los deflectores de humos, para favorecer la caída del
hollín. Los deflectores se pueden sacar fácilmente de sus alojamientos, puesto que no están fijados con tornillos. Una vez realizada la
limpieza, se tienen que volver a colocar en sus alojamientos (Figura 10 a pagina 34).
ATENCIÓN: La ausencia del deflector causa una fuerte depresión, con una combustión demasiado rápida, excesivo consumo de
leña y consecuente sobrecalentamiento del aparato.
Las piezas A y B (Figura 11 a pagina 34) se debería limpiar completamente al menos una vez al año o cada vez que sea necesario. Las
piezas A y B se pueden sacar fácilmente de sus alojamientos, puesto que no están fijados con tornillos. Una vez realizada la limpieza, se
tienen que volver a colocar en sus alojamientos.
10.4. MANTENIMIENTO DE LAS GUÍAS EXTENSIBLES
Las puertas del aparato, para funcionar de forma silenciosa, fiable y robusta, se fijan a unas guías extensibles de bolas. Utilizando
continuamente el aparato, con el tiempo, el lubricante de las propias guías va agotándose paulatinamente, así que se vuelven menos
correderas y más ruidosas.
Por este motivo, junto a cada aparato, se suministra grasa para alta temperatura, para que el usuario pueda realizar la lubricación de las
guías cuando sea necesario (ruido excesivo o carrera dificultosa).
Tras levantar totalmente la puerta de la chimenea, utilizando la grasa suministrada, aplicar en la guía, en el punto más visible y más alto
posible, dos bolitas de grasa (correspondientes a 0,5 ml). Prestar atención a no superar la cantidad recomendada.
Repetir la misma operación en la otra guía y levantar y bajar más veces la puerta, para que la grasa se distribuya en todas las bolas.
ATENCIÓN: utilizar exclusivamente la grasa suministrada por La NORDICA
10.5. MANTENIMIENTO DE LA INSTALACIÓN HIDRÁULICA
Un depósito excesivo de incrustaciones en las paredes internas del hogar reduce notablemente la eficiencia del intercambio térmico, por
lo tanto, cuando sea necesario, hay que extraer las incrustaciones mediante un cepillo de acero. No usar nunca sustancias corrosivas
que puedan dañar el termoproducto y la caldera.
Con la instalación apagada, una vez al año, realice los siguientes controles:
• controle el funcionamiento y la eficiencia de las válvulas de descarga térmica y de seguridad. Si presentan defectos, póngase en
contacto con el instalador autorizado. ESTÁ TERMINANTEMENTE PROHIBIDO QUITAR O ALTERAR DICHOS DISPOSITIVOS
DE SEGURIDAD.
• Controle el aislamiento térmico del tubo de llenado y del tubo de seguridad.
• Cerciórese de que la instalación esté cargada y en presión, controle el nivel del agua en el vaso de expansión y controle el
funcionamiento del mismo asegurándose de que también el tubo de seguridad esté en perfectas condiciones.
11. DETERMINACIÓN DE LA POTENCIA TÉRMICA
No existe una regla absoluta que permita calcular la potencia correcta necesaria. Esta potencia varía en función del espacio a calentar,
pero también depende en gran parte del aislamiento. De promedio, la potencia calorífica necesaria para un ambiente adecuadamente
aislado, será 30 kcal/h por m3 (con una temperatura exterior de 0°C).
Puesto que 1kW corresponde a 860 kCal/h, podemos adoptar un valor de 38 W/m3.
Suponiendo que ustedes quieran calentar un ambiente de 150 m3 (10 x 6 x 2,5 m.) en una vivienda aislada, necesitarán 150 m3 x 38W/m3
= 5700 W o 5,7 kW. Por lo tanto, como calefacción principal, un aparato de 8 kW será suficiente.
Valor indicativo de
Cantidad necesaria en relación a 1 kg de
combustión
leña seca
Combustible
Unidad
kCal/h
kW
kg
3600
4.2
1,00
Leña seca (15% de humedad)
Leña mojada (50% de humedad)
kg
1850
2.2
1,95
Briquetas de leña
kg
4000
5.0
0,84
Briquetas de lignito
kg
4800
5.6
0,75
Antracita normal
kg
7700
8.9
0,47
Coke
Gas natural
kg
6780
7.9
0,53
Nafta
Electricidad
6095102 - SP-PT 7800
9.1
0,46
L
8500
9.9
0,42
kW/h
860
1.0
4,19
m
3
15
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1. ADVERTÊNCIAS GERAIS
A responsabilidade da empresa La NORDICA S.p.A. limita-se ao fornecimento do aparelho.
A sua instalação deve ser feita de acordo com as normas das leis em vigor, com as instruções que seguem, regras da profissão e
realizada por pessoal qualificado que trabalha em nome de empresas capazes de assumir a inteira responsabilidade de toda a instalação.
La NORDICA S.p.A não é responsável pelo produto modificado sem autorização e nem pela utilização de peças não originais.
O APARELHO NÃO DEVE SER DE FORMA ALGUMA ALTERADO/MODIFICADO. A empresa La Nordica S.p.A. declina quaisquer
responsabilidades decorrentes de cumprimento erróneo ou não cumprimento destas precauções.
É obrigatório respeitar as normas nacionais e européias, disposições locais ou em matéria de legislação para a construção civil,
como também as regulamentações anti-incêndio.
2. NORMAS PARA A INSTALAÇÃO
A instalação do produto e dos equipamentos auxiliares, relacionados com o sistema de aquecimento, deve estar em conformidade com
todas as Normas e Regras atuais, respeitando os requisitos exigidos por Lei.
A instalação, as relativas ligações ao sistema, a preparação para o funcionamento e o controlo devem ser efetuados em função dos
princípios de boa técnica por pessoal competente e autorizado, em plena conformidade com as leis nacionais, regionais, provinciais e
municipais em vigor no país onde o equipamento é instalado, bem como com as presentes instruções.
A instalação deve ser efetuada somente por pessoal autorizado que deverá emitir e entregar uma declaração de conformidade do sistema
ao cliente, o qual assumirá a total responsabilidade pela instalação definitiva e o correto funcionamento do produto instalado.
Antes de efetuar a instalação deve realizar as seguintes verificações:
• Certificar-se de que o pavimento possa suportar o peso do aparelho e efectuar um adequado isolamento se o piso for construido
com material inflamável (DIMENSÕES DE ACORDO COM AS PRESCRIÇÕES REGIONAIS). Se o piso for construído com
material inflamável, o aparelho deve ser posicionado sobre uma laje de pedra ou cimento com uma espessura mínima de
12 cm.
• Certificar-se de que no ambiente onde o aparelho será instalado exista uma ventilação adequada, para tal é essencial dar atenção
às janelas e portas com fecho estanque (juntas de estanqueidade).
• Evitar instalar o aparelho em locais com condutas de ventilação colectiva, hottes com ou sem exaustor, aparelhos de gás de tipo
B, bombas de calor ou com a presença de aparelhos cujo funcionamento em simultâneo possa colocar o local em depressão (ref.
Norma UNI 10683)
• Certificar-se de que a conduta de fumos e os tubos aos quais será ligado o aparelho sejam adequados. Não é permitido ligar vários
aparelhos a uma mesma chaminé.
• O diâmetro de abertura da conduta de fumos para a conexão deve corresponder pelo menos ao diâmetro do tubo de fumos. A
abertura deve possuir uma conexão mural para receber o tubo de evacuação e um florão.
• Deixar sempre mínimo de vazio de ar entre o aparelho e as paredes (vease SEGURANÇA ANTI-INCÊNDIO).
• Escolher o tipo de ventilação (natural ou forçada) vease VENTILAÇÃO DO EXAUSTOR OU LOCAL ADJACENTE.
• Com os pés reguláveis e usando um nivelador, certificar-se que o aparelho esteja perfeitamente plano para permitir o correto
deslizamento da porta.
Antes de proceder com a instalação é necessário efectuar uma atenta lavagem de todas as tubagens para remover eventuais sujidades
que poderiam comprometer o bom funcionamento do aparelho.
IMPORTANTE:
a) É necessário instalar uma válvula de ventilação (manual ou automático) para permitir a remoção de ar do sistema hidráulico;
b) Em caso de perda de água desligue a alimentação hídrica e entre imediatamente em contacto com o centro de assistência técnica;
c) A pressão de funcionamento do sistema deve ser verificada com frequência.
d) Em caso de falta de uso da caldeira por um longo período é aconselhável solicitar a intervenção do centro de assistência técnica
para que sejam efetuadas as seguintes operações:
• Fechamento das válvulas de água das instalações térmica e sanitária;
• Esvaziamento das instalações térmicas e sanitária se há risco de formação de gelo.
A empresa La NORDICA S.p.A. declina qualquer tipo de responsabilidade por danos a objetos e ou pessoas causados pela
instalação. Além disso não é responsável por um produto alterado sem prévia autorização e tampouco pela utilização de peças
sobressalentes não originais.
O seu limpa-chaminés de confiança deve ser informado sobre a instalação do aparelho para que possa verificar a correcta ligação e o
nível de eficiência da conduta de evacuação dos fumos.
Os termoprodutos modelo DSA podem ser instalados em sistemas com VASO de expansão ABERTO (capítulo 2.1) e em sistemas com
VASO de expansão FECHADO (capítulo 2.2).
2.1. Vaso de expansão ABERTO
A instalação com vaso de expansão ABERTO deve ser OBRIGATORIAMENTE dotada de:
1. VASO DE EXPANSÃO ABERTO: possui uma capacidade equivalente a 10% do conteúdo de água total do termoproduto e da
instalação. O vaso deve ser posicionado no ponto mais alto da instalação, ao menos 2 metros acima da linha de todos os radiadores.
2. TUBO DE SEGURANÇA: que conecta no trajeto mais curto, sem trajetos descendentes ou com sifão, a mandada do termoproduto
com a parte superior do vaso de expansão aberto. ATENÇÃO: o diâmetro interior do tubo de mandada que liga el termo produto para
o vaso de expansão ABERTO deve ser igual ao diâmetro interno do conector de mandada que está presente no termo produto. Disse
tubo de ligação deve ser livre de interceptações.
3. TUBO DE CARGA: que liga a parte inferior do vaso de expansão aberto ao tubo de retorno da instalação. A secção mínima deve ser
de ¾” gás. Não devem ser colocados, de modo algum, órgãos de interceptação que possam acidentalmente excluir do sistema estes
elementos e, além disso, todos devem ser instalados em áreas não expostas ao gelo pois, em caso de fenómenos de congelamento,
pode ocorrer a rutura ou até mesmo a explosão do corpo da caldeira. Em caso de exposição ao gelo será oportuno adicionar na água
da instalação uma percentagem apropriada de líquido anticongelamento que proporcionará a completa eliminação do problema. Não
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deverá, de forma alguma, haver circulação de água no vaso de expansão aberto entre o tubo de segurança e o tubo de carga. Isso
provocaria o fenómeno de oxigenação da água e consequentemente a corrosão do termoproduto e do sistema em um breve intervalo
de tempo.
4. VÁLVULA DE DESCARGA TÉRMICA : representa uma segurança positiva adicional, capaz de impedir fenómenos
de ebulição, mesmo no caso de falta de energia elétrica. É constituída por uma estrutura semelhante àquela de uma válvula de alívio
de pressão que, diferentemente desta, abre-se após a obtenção de uma temperatura previamente definida (normalmente 94–95°C),
descarregando água quente a partir da alimentação da instalação, que será substituída com uma quantidade equivalente de água fria
proveniente do tubo de carga do vaso de expansão aberto dissipando desta forma o calor excessivo.
5. VÁLVULA DE SEGURANÇA de 1,5 bar: a pressão máxima de exercício admitida para o sistema é de 1,5 bar (equivalente a 15 metros
de coluna de água), pressões superiores podem provocar deformações e rupturas do corpo da caldeira.
6. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA previstos pelas normas em vigor.
7. BOMBA DE CIRCULAÇÃO deve ser preferencialmente instalada no retorno do circuito para evitar que possa ser desconectada
quando a temperatura da água atinge valores elevados; certifique-se porém de que não ocorra circulação de água no vaso de expansão
aberto, caso contrário o fenômeno derivado de oxigenação da água provocaria uma rápida corrosão do corpo da caldeira. A sua carga
hidráulica não deve provocar uma circulação forçada no vaso de expansão aberto. Deve, além disso, ser conectada a um termóstato
ou à centralina eletrónica fornecida como OPCIONAL.
8. ANTI-CONDENSAÇÃO VÁLVULA DE MISTURA – (ver capítulo 2.3)
ATENÇÃO: os sensores de segurança da temperatura devem estar na máquina ou a uma distância inferior a 30 cm da conexão do
termoproduto para fornecimento. Se os termoprodutos não são dotados de todos os dispositivos, aqueles que faltam podem ser
instalados na tubagem do termoproduto para fornecimento, a uma distância inferior a 1 (hum) metro. Não devem ser colocados, de
modo algum, órgãos de interceptação que possam acidentalmente excluir do sistema estes elementos e, além disso, todos devem
ser instalados em áreas não expostas ao gelo pois, em caso de fenómenos de congelamento, pode ocorrer a rutura ou até mesmo a
explosão do corpo da caldeira.
ATENÇÃO: O fogo não deve ser aceso até que o processo de enchimento de água da instalação seja completado; isso provocaria
graves danos a toda a estrutura. O enchimento da instalação deve ser feito através do tubo de carga diretamente do pequeno
reservatório do vaso aberto, de modo a impedir que uma eventual pressão excessiva da rede hídrica danifique o corpo da caldeira do
termoproduto.
A instalação deve estar constantemente repleta de água, mesmo durante os períodos de desuso do termoproduto. Durante o inverno um
eventual desuso da caldeira comporta a adição de substâncias anticongelantes.
2.2. Vaso de expansão FECHADO
A instalação com vaso de expansão FECHADO deve ser OBRIGATORIAMENTE dotada de:
1. VÁLVULA DE SEGURANÇA de 3 bar: a pressão máxima de exercício admitida para o sistema é de 3 bar (equivalente a 30 metros de
coluna de água), pressões superiores podem provocar deformações e ruturas do corpo da caldeira. ATENÇÃO: o diâmetro interior do
tubo de mandada que liga el termo produto com a válvula de segurança deve ser igual ao diâmetro interno do conector de mandada
que está presente no termo produto. Disse tubo de ligação deve ser livre de interceptações.
2. ANTI-CONDENSAÇÃO VÁLVULA DE MISTURA – (ver capítulo 2.3)
3. VÁLVULA DE DESCARGA AUTOMÁTICA TÉRMICA DSA ou VÁLVULA DE SEGURANÇA E DE DESCARGA com sensor de
segurança duplo
4. VASO DE EXPANSÃO FECHADO instalado no retorno do circuito. ATENÇÃO: o diâmetro interior do tubo de retorno que liga el termo
produto para o vaso de expansão FECHADO deve ser igual ao diâmetro interno do conector de retorno que está presente no termo
produto. Disse tubo de ligação deve ser livre de interceptações.
5. TERMÓSTATO DE CONTROLE DO MECANISMO CIRCULADOR
6. TERMÓSTATO DE ACTIVAÇÃO DO ALARME ACÚSTICO
7. ALARME ACÚSTICO
8. INDICADOR DE TEMPERATURA
9. INDICADOR DE PRESSÃO
10.
SISTEMA DE CIRCULAÇÃO
ATENÇÃO: os sensores de segurança devem estar na máquina conforme descrito no capítulo 2.1. Não devem ser colocados, de modo
algum, órgãos de interceptação que possam acidentalmente excluir do sistema estes elementos e, além disso, todos devem ser
instalados em áreas não expostas ao gelo pois, em caso de fenômenos de congelamento, pode ocorrer a rutura ou até mesmo a
explosão do corpo da caldeira.
OBRIGATORIAMENTE os termoprodutos para o aquecimento de tipo doméstico inseridos em sistemas de aquecimento com VASO
FECHADO devem estar internamente equipados com um circuito de arrefecimento predisposto pelo fabricante do aparelho, ativado por
uma válvula de segurança térmica (veja o capítulo 2.4) que não requeira energia auxiliar e que seja capaz de garantir que o valor limite
de temperatura determinado pelas normas não seja ultrapassado. Não deve haver interceptação ao longo da conexão entre o grupo de
alimentação e a válvula. A pressão a montante do circuito de arrefecimento deve ser equivalente ao menos a 1,5 bar.
2.3. ANTI-CONDENSAÇÃO VÁLVULA DE MISTURA (fornecida como OPCIONAL)
A anti-condensação válvula de mistura é aplicada nos geradores térmicos alimentados com combustíveis sólidos porque impede o
retorno de água fria no permutador Figura 1 a pagina 26. Os trajetos 1 Ilustração 2 e 3 são sempre abertos e, junto com a bomba instalada
no retorno (CR), garantem a circulação da água no interior do permutador da caldeira a biomassa (CB). Uma temperatura elevada de
retorno permite melhorar a eficiência, reduz a formação de condensação dos fumos e prolonga a vida útil da caldeira. As válvulas que
encontram-se no mercado apresentam diferentes calibrações e regulações, a empresa La Nordica aconselha a utilização do modelo 55°C
com ligações hidráulicas de 1”. Após a obtenção da temperatura de calibração da válvula, o segmento 2 é aberto e a água da caldeira é
transportada até a instalação através do circuito de fornecimento (CM).
IMPORTANTE a não instalação do dispositivo é motivo de anulação da garantia do permutador de calor.
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2.4. VÁLVULA DE DESCARGA AUTOMÁTICA TÉRMICA DSA (fornecida como OPCIONAL)
Os geradores térmicos com combustível sólido devem ser instalados com todos os dispositivos de segurança previstos pela legislação
em vigor aplicável na matéria.Para isto, o termoproduto é munido de uma serpentina de descarga térmica.
A serpentina de descarga térmica deve ser conectada de um lado à rede hídrica (A capítulo FICHAS TÉCNICAS) e do outro à rede de
drenagem (C). A válvula de descarga automática térmica DSA, cujo bulbo será ligado à conexão B, após o atingimento da temperatura de
segurança permite a entrada de água fria na serpentina contida na caldeira, provocando a descarga do excesso térmico através do tubo
C em direção a um ponto de fuga devida e previamente instalado.
A pressão a montante do circuito de arrefecimento deve ser equivalente a 1,5 bar, pelo menos.
2.5. LIGAÇÃO E CARGA DO SISTEMA
Alguns exemplos, meramente indicativos, do sistema encontram-se no capítulo ESQUEMA DE INSTALAÇÁO e as ligações ao termoproduto
encontram-se no capítulo FICHA TÉCNICA.
ATENÇÃO: O enchimento do sistema deve ser feito exclusivamente por queda natural da água do vaso de expansão aberto
através do tubo de carga para evitar que uma pressão de rede muito elevada do aqueduto possa deformar ou explodir a caldeira.
Durante esta fase, abrir todas as purgas dos termossifões para evitar formações de sacos de ar e controlar a saída da água para evitar
desagradáveis alagamentos.
O teste de vedação do sistema deve ser efetuado com a pressão do vaso de expansão aberto.
A instalação deve estar constantemente repleta de água, mesmo durante os períodos de desuso do termoproduto. Durante o
inverno um eventual desuso da caldeira comporta a adição de substâncias anticongelantes.
3. SEGURANÇA ANTI-INCÊNDIO
Durante a instalação do aparelho devem ser observadas as seguintes medidas de segurança:
a) Observe a distância mínima de segurança: a fim de proporcionar um isolamento térmico suficiente a parte posterior e ambos os lados
do aparelho devem estar devidamente afastados de elementos da construção/edificação e objetos inflamáveis e sensíveis ao calor
(veja INFORMAÇÕES SOBRE A MARCA CE). Todas as distâncias mínimas de segurança encontram-se indicadas na placa de
identificação técnica do produto e NÃO devem ser utilizadas distâncias inferiores àquelas estabelecidas e indicadas.
b) Em frente à estufa-lareira não devem ser posicionados ou estar presentes quaisquer objectos ou materiais de construção inflamáveis
e/ou sensíveis ao calor a uma distância inferior a 80 cm; esta distância pode ser reduzida até alcançar um valor equivalente a 40
cm caso seja instalada uma protecção, ventilada e resistente ao calor, entre a estufa e o(s) componente(s) a ser(em) protegido (s).
c) Se a estufa for instalada sobre um pavimento de material inflamável, é necessário aplicar e montar um substrato ignífuga (dimensões
de acordo com as prescrições regionais). Caso a substituição do pavimento não seja possível, o aparelho deve ser posicionado
sobre uma laje de pedra ou cimento com uma espessura mínima de 12 cm (Figura 2 a pagina 30 - B).
O produto deve funcionar exclusivamente com a gaveta de cinzas inserida.
Os resíduos sólidos da combustão (cinzas) devem ser recolhidos num contentor hermético e resistente ao fogo. O produto não deve
nunca ser acesa em presença de emissões gasosas ou de vapores (por exemplo cola para linóleo, gasolina, etc.) Não coloque materiais
inflamáveis em proximidade do produto.
Durante a combustão é exalada energia térmica que leva a um acentuado aquecimento das superfícies, da porta e do vidro da lareira,
dos puxadores das portas ou de comando, do tubo de fumos e eventualmente da parte anterior do aparelho. Evitar o contato com tais
elementos sem uma adequada vestimenta de proteção ou sem o uso de acessórios (luvas resistentes ao calor, dispositivos de
comando). Faça com que as crianças conheçam esses perigos e mantê-las longe da lareira durante o seu funcionamento.
Avisar as crianças que o aparelho fica muito quente e que não se deve tocar. Quando for utilizado um combustível errado ou muito
úmido pode-se formar depósitos (creosote) no tubo da chaminé que pode provocar o seu próprio incêndio.
3.1. PRONTA INTERVENÇÃO
Em caso de incêndio na conexão ou no tubo da chaminé:
a) Fechar a porta de carregamento e da bandeja para cinzas;
b) Fechar os registros do ar comburente;
c) Apagar as chamas com o uso do extintor a base de anidrido carbônica ( CO2 em pó);
d) Chamar imediatamente os Bombeiros.
NÃO APAGAR O FOGO COM JATOS DE ÁGUA.
Quando as chamas da chaminé apagarem, chamar um profissional para individuar eventuais rachaduras ou pontos permeáveis.
3.2. PROTECÇÕES DAS TRAVES.
Tendo em conta a irradiação do fogão, deve-se ter uma atenção especial à protecção das traves para o projecto da vossa lareira,
considerando por um lado a proximidade da trave das faces externas do fogão, e por outro lado a irradiação da porta em vidro que,
normalmente, está muito próxima dessas traves. Contudo, de qualquer modo, as faces internas ou inferiores desta trave em material
combustível não devem estar em contacto com temperaturas superiores a 65°C.
Na Figura 3 a pagina 30 estão indicadas algumas soluções.
ADVERTÊNCIA: Não poderemos ser considerados responsáveis por um mau funcionamento do equipamento caso não esteja
em conformidade com as prescrições deste manual de instrucções ou também pela utilização de produtos complementares
não adequados.
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4. DESCRIÇÃO
Definição: termoproduto de acordo com EN 13229
Os termofogões La nordica destinam-se a aquecer espaços habitacionais que disponham de aquecimento centralizado constituido por
radiadores ou termoconvectores, substituindo no todo ou em parte a tradicional calderia a gás ou gasóleo. São ideiais para apartamentos
de férias e casas de fim-de-semana ou ainda para um aquecimento auxiliar durante todo o ano. Como combustível, são utilizados cepos
de lenha. O aparelho é um dispositivo de combustão de forma intermitente.
O aparelho é composto por chapas de aço envernizado, zincada e fusões de ferro fundido. A fornalha encontra-se no interior da caldeira
construída com a utilização de aço com 4 mm de espessura e reforçada com pregos soldados. A água do sistema de aquecimento circula
na caldeira, absorvendo o calor produzido na fornalha. No interior há um porta-grades e uma grade plana, em ferro gusa de grande
espessura, facilmente extraíveis (Figura 12 a pagina 34- A).
A porta panorâmica está montada em guias extensíveis com esferas, as quais garantem um funcionamento robusto, silencioso e fiável ao
longo do tempo. O contrapeso de levantamento da porta é suportado por duas correntes robustas
com os respectivos pinhões. O vidro cerâmico (resistente até 700ºC) da porta, permite uma vista fascinante das chamas e impede
qualquer saída de faíscas e de fumo.
O aquecimento do ambiente é realizado da seguinte maneira:
a) Por propagação: o calor é irradiado para o ambiente através do vidro panorâmico e das superfícies externas quentes do
termoproduto;
b) Por condução: através dos radiadores ou convectores do sistema central alimentados com a água quente produzida pela própria
caldeira.
O aparelho tem regulações do ar principal e secundário, para regular o ar de combustão.
1A- Regulação do ar PRINCIPAL (Figura 9 a pagina 34)
Com a regulação do ar situada na porta do fogão (à esquerda) regula-se a passagem do ar através da gaveta das cinzas e a grelha
na direcção do combustível. O ar principal é necessário para o processo de combustão. Para abrir a passagem do ar primário é
necessário extrair completamente (puxar) a alavanca.
A gaveta das cinzas deve ser esvaziada com regularidade, de modo que as cinzas não impeçam a entrada do ar principal para a
combustão. É também com o ar principal que se matem o fogo vivo.
O registo de ar primário deve ser fechado quase completamente durante a combustão da lenha, pois de outra forma esta
arde demasiado depressa e o termofigão pode sobreaquecer.
2A- Regulação do ar SECUNDÁRIO (Figura 9 a pagina 34)
O ar secundário, ao passar pelo meio dos dois montantes laterais da fachada, aquece e induz a dupla combustão garantido ao
mesmo tempo a limpeza do próprio vidro.
Quando a alavanca se encontra completamente inserida, a passagem do ar está completamente aberta.
Gaveta para a recolha de cinzas (Figura 9 a pagina 7- B).
A regulação dos registos necessária para obter o rendimento calorífico nominal é a seguinte:
Combustível
Ar PRIMÁRIO
Ar SECUNDÁRIO
Ar TERCIÁRIO
WF25 - WF25X
Leña
Figura 9C FECHADO
Figura 9C ABERTO
PRÉ-CALIBRADA
WF Plus
Leña
Figura 9C FECHADO
Figura 9C ABERTO
PRÉ-CALIBRADA
5. CHAMINÉ
Requisitos fundamentais para um funcionamento correcto do aparelho:
• De preferência, a secção interna deve ser circular;
• Estar isolada termicamente, ser impermeável e construída com materiais adequados resistentes ao calor, aos produtos da
combustão e possíveis condensações;
• Não ter estrangulamentos e ter um andamento vertical com desvios não superiores a 45°;
• Se já for usada, deve ser limpa;
• Respeitar os dados técnicos do manual de instrucções;
Se as chaminés forem de secção quadrada ou rectangular, as arestas internas devem ser arredondadas com um raio não inferior a 20
mm. Para a secção rectangular, a razão máxima entre os lados deve ser ≤ 1,5
Uma secção muito pequena provoca uma diminuição da tiragem. Aconselha-se uma altura mínima de 4 m
São proibidas e portanto prejudicam o correcto funcionamento do aparelho: fibrocimento, aço zincado, superfícies internas ásperas e
porosas. Na Figura 4 a pagina 30 estão indicadas algumas soluções.
A secção mínima deve ser de 4 dm2 (por exemplo 20x20 cm) para os aparelhos cujo diâmetro de conduta for inferior a 200 mm,
ou 6,25 dm2 (por exemplo 25x25 cm) para os aparelhos com diâmetro superior a 200 mm.
A tiragem criada pela vossa chaminé deve ser suficiente mas não excessiva.
Uma secção de chaminé muito grande poderá apresentar um volume demasiado grande a aquecer e portanto provocar dificuldades de
funcionamento do aparelho; para evitar isso, entubar a mesma por toda a sua altura. Uma secção demasiado pequena provoca uma
diminuição da tiragem.
ATENCAO: para efectuar a ligação à chaminé e materiais inflamáveis cumprir as disposições UNI10683. A chaminé e o tubo metálico de
ligação devem estar devidamente distanciados de materiais inflamáveis ou combustíveis com um isolamento adequado ou uma caixade-ar.
É PROIBIDO passar por dentro da mesma tubagens de equipamentos ou canais de admissão de ar. Também é proibido efectuar aberturas
móveis ou fixas, na mesma, para a ligação de outros aparelhos(Figura 5 a pagina 31).
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5.1. TAMPAS DE CHAMINÉ
A tiragem da chaminé depende também da qualidade da sua tampa.
Portanto é indispensável que, se for construída artesanalmente, a secção de saída seja mais do dobro da secção interna da chaminé.
Tendo sempre que ultrapassar o topo do telhado, a tampa da chaminé deverá assegurar a evacuação mesmo na presença de vento
(Figura 6 a pagina 31 - Figura 7 a pagina 32).
A tampa da chaminé deve respeitar os seguintes requisitos:
• ter uma secção interna equivalente à da lareira.
• ter uma secção útil de saída dupla da interna da chaminé.
• ser construída de modo a impedir a entrada na chaminé de chuva, neve e de qualquer corpo estranho.
• ser fácil de inspeccionar, para trabalhos de manutenção e de limpeza.
5.2. LIGAÇÃO À CHAMINÉ / AR PARA A COMBUSTÃO (tomada de ar externo)
A ligação (cabal de fumo ou ligação) à chaminé deve ser efetuada com tubos rígidos de aço aluminato com uma espessura mínima de 2
mm ou então em aço inoxidável 316 com uma espessura mínima de 1 mm.
É PROIBIDA a utilização de tubos flexíveis metálicos ou em fibrocimento pois prejudicam a segurança da ligação porque que
estão sujeitos a cortes ou ruturas causando perdas de fumo.
O diâmetro de abertura para a ligação à chaminé não deve ser inferior ao diâmetro do tubo de fumos. A abertura deve dispor de uma
conexão à parede para a inserção do tubo de descarga e de um anel de vedação.
O tubo de evacuação de fumos deve ser fixado hermeticamente à chaminé e pode ter uma inclinação máxima de 45º para evitar que haja
depósitos excessivos de condensação nas fases iniciais de acendimento e/ou o depósito excessivo de fuligem, bem como a diminuição
da saída de fumos.
Se a ligação não for hermética, pode provocar um mal funcionamento do aparelho.
O diâmetro interno do tubo de ligação deve corresponder ao diâmetro externo da extremidade de evacuação dos fumos do aparelho. Isto
é garantido com a utilização de tubos que observam os preceitos da norma DIN 1298.
A depressão para a chaminé deve ser 17-20 Pascal (=1.7-2 mm de coluna de água).
A medição deve ser efetuada sempre com o aparelho quente (rendimento calorífico nominal).
Se a depressão superar 20 Pa (=2 mm de coluna de água) é necessário reduzí-la recorrendo à instalação de um regulador de tiragem
suplementar (válvula de borboleta) no tubo de evacuação ou na chaminé.
IMPORTANTE: Quando forem utilizados tubos metálicos, é indispensável que os mesmos estejam isolados com materiais
adequados (revestimentos em fibra isolante até 600ºC) para evitar deteriorações das paredes ou do contra-exaustor.
É indispensável que o espaço entre a parte superior, os lados do aparelho e o defletor de material incombustível da campânula seja
constantemente ventilado.
Portanto, é necessário garantir uma entrada de ar por baixo (entrada de ar fresco) e uma saída alta (saída de ar quente). Os espaços
previstos para a circulação do ar indicados Ilustração Figura 8 a pagina 33 - Figura 14 a pagina 35 correspondem aos requisitos mínimos:
Na parte superior:
Base:
abertura mínima 800 cm2
abertura mínima 600 cm2
Deste modo, obtém-se:
• Uma maior segurança
• Um aumento do calor criado pela circulação de ar ao redor do aparelho.
ATENÇÃO! É aconselhável realizar o contra-exaustor em pladur ignifugo com estrutura metálica autoportante para que o seu peso não
sobrecarregue o peso do revestimento estético (mármore). Aconselha-se predispor uma porta de inspeção no contra-exaustor ou
onde desejar para facilitar o acesso e a visualização dos dispositivos de segurança (manómetros, válvulas, circulador, etc).
A grade de respiro calor (Figura 8 a pagina 33 pos. 6) deve ser instalada na parte superior da hotte, a cerca de 20 cm do teto. Esta deve
ser sempre instalada, dado que a sua função é deixar sair para o local o calor acumulado dentro da hotte (sobrepressão).
5.3. ENTRADA EXTERNA DE AR
Para um bom funcionamento do aparelho é OBRIGATÓRIO que que no local de instalação seja introduzida uma quantidade de ar
suficiente para a combustão e para a reoxigenação do próprio ambiente.
Isto significa que, graças às específicas aberturas que comunicam com o lado externo, o ar deve poder circular para a combustão, mesmo
com as portas e as janelas fechadas.
• A tomada de ar deve ser posicionada de modo que não seja obstruída;
• A tomada de ar deve haver comunicação com o local de instalação do aparelho e deve ser protegida com uma grade.
• Se o afluxo de ar for obtido através de aberturas que comunicam com locais contíguos devem ser EVITADAS entradas de ar
directamente ligadas às garagens, cozinhas, casas de banho, centrais térmicas.
• Se no local de instalação do aparelho houver exaustores de aspiração, estes aparelhos NÃO devem funcionar simultaneamente.
Na verdade, podem provocar a saída dos fumos nos próprios locais, mesmo com a porta da fornalha fechada.
Dimensões mínimas (Figura 13 a pagina 35):
A – convenção natural:
B – convenção forçada:
300 cm2
150 cm2 entrada externa de ar para a chaminé, caso houver (*B1);
150 cm2 entrada externa de ar para o ventilador, caso houver (B2);
150 cm2 entrada externa de ar para o ventilador, caso houver (C)
* (Para o maior bem-estar e a respectiva oxigenação do ambiente, o ar de combustão pode ser retirado directamente do lado externo
através de uma ligação (B1), conectada a um tubo flexível (NÃO FORNECIDO) para o ar comburente externo. O tubo de ligação deve
ser liso e ter um diâmetro mínimo de Figura 13 a pagina 35, deve ter um comprimento máximo de 4 m e não deve ter mais de três curvas.
Caso esteja directamente ligado à área externa deve ser dotado de um quebra-vento apropriado).
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6. COMBUSTÍVEIS ADMITIDOS / NÃO ADMITIDOS
Os combustíveis admitidos são pedaços de lenha e de lignito. Devem ser utilizados exclusivamente bocados de lenha seca (teor máx. de
água 20%). Só se podem carregar, no máximo, 2 ou 3 cepos de lenha de cada vez. Os pedaços de lenha devem ter um comprimento de
cerca de 20 - 30cm e uma circunferência de 30 - 35 cm máx.
Os troncos de lenha prensados não enresinados devem ser usados com cuidado para evitar sobreaquecimentos nocivos para
o aparelho, pois estes têm um poder calorífico elevado.
A madeira usada como combustível dever ter um teor de humidade inferior a 20%, e um tempo de secagem de pelo menos um ano
(madeira macia) ou de dois anos (maderia rija) em ambiente seco e Ventilado (por exemplo debaixo de um alpendre). A madeira húmida
torna mais difícil o acendimento, porque é necessária uma maior quantidade de energia para fazer evaporar a água presente.
O teor de humidade tem ainda uma outra desvantagem, com o baixar da temperatura, a água condensa primeiro na fornalha e depois na
chaminé. A madeira fresca contém cerca de 60% de H2O, pelo que não é adequada para queimar.
É necessário colocar essa lenha num local seco e ventilado (por exemplo por debaixo de um telhado) durante dois anos antes de a utilizar.
Não podem ser queimados, entre outros: restos de carvão, recortes, cascas de cortiça e painéis, madeira húmida ou tratada com
vernizes, materiais de plástico; caso contrário caduca a garantia sobre o aparelho.
O papel e o cartão só devem ser utilizados no acendimento.
A combustão de resíduos é PROIBIDA e danificaria o equipamento e a conduta de fumos, provocando ainda danos para a saúde
e,devido ao inconveniente do cheiro, a reclamações por parte dos vizinhos.
A madeira não é um combustível de longa duração e portanto não é possível um aquecimento contínuo do equipamento durante a noite.
Especie
Faia
Cedro
Olmo
Choupo
Larício *
Abeto vermelho *
Pinheiro silvestre *
Kg/mc
750
900
640
470
660
450
550
kWh/kg Humidade 20%
4,0
4,2
4,1
4,1
4,4
4,5
4,4
* MADEIRAS RESINOSAS POUCO ADEQUADAS PARA UMO RECUPERADORR
ADVERTÊNCIA: O uso continuo e prolongado de madeiras aromáticas (eucalipto, murta, > etc ), causa um desgaste acelerado
(descamação) no que respeita aos > elementos em fundição do equipamento.
7. ACENDIMENTO
ATENÇÃO: O fogo não deve ser aceso até que o processo de enchimento de água da instalação seja completado; isso provocaria
graves danos a toda a estrutura. NA FALTA TOTAL OU PARCIAL DA ÁGUA NÃO ACENDER O FOGO NO termoproduto (NEM
MESMO PARA TESTE) POIS O APARELHO PODE DANIFICAR-SE IRREMEDIAVELMENTE) E, NESTE CASO, DECLINA A
GARANTIA DO APARELHO.
Antes da instalação do revestimento estético e do acendimento do produto é necessário encher, por queda natural da água, o sistema e
o produto através do vaso de expansão aberto (ver cap. LIGAÇÃO E CARGA DO SISTEMA).
Depois de verificar se há pelo menos um termossifão sempre aberto, abrir a porta e carregar uma pequena quantidade de lenha.
Para acender o fogo, aconselha-se utilizar pequenas aparas de lenha com papel ou outros meios de acendimento à venda no comércio.
É PROIBIDA a utilização de todas as substâncias líquidas como, por exemplo, álcool, petróleo, gasolina ou similares. Nunca
acender o aparelho quando houver gases combustíveis no ambiente.
As aberturas para o ar (primário e secundário) devem ser abertas contemporaneamente somente um pouco (devem ser abertas também
as eventuais válvulas corta-tiro – registro – colocadas no tubo de descarga de fumo). Quando a lenha começar a queimar, carregar mais
combustível, regulando o ar para a combustão segundo as indicações do parágrafo DESCRIÇÃO TÉCNICA.
Durante esta fase, não deixe nunca o recuperador sem supervisão. Nunca sobrecarregar o aparelho (comparar a tabela técnica
- quantidade máxima de combustível carregável/Consumo horário). Muito combustível e muito ar para a combustão podem causar
sobreaquecimento e danificar o aparelho.
No momento do primeiro acendimento é inevitável que seja produzido um odor desagradável (devido a secagem dos adesivos no cordão
da guarnição ou das vernizes protetoras), que desaparece depois de uma breve utilização. De qualquer forma, deve ser garantida uma
boa ventilação ao ambiente.
ATENÇÃO: Durante os primeiros acendimentos é possível a ocorrência de fenómenos de condensação dos fumos que comporta
um pequeno vazamento de água a partir do termoproduto; este é um fenómeno que irá desaparecer em pouquíssimo tempo,
caso contrário será necessário verificar a tiragem da conduta de evacuação dos fumos.
Para efetuar um primeiro acendimento correto dos produtos tratados com tintas para temperaturas elevadas é necessário saber o seguinte:
• Os materiais de construção dos produtos em questão não são homogéneos. São utilizadas partes em ferro gusa, aço, vidro
refratário e em faiança;
• A temperatura à qual o corpo do produto é submetido não é homogénea: registam-se temperaturas variáveis entre 300ºC e 500ºC
nas diferentes áreas do produto;
• Durante a sua vida útil, o produto é submetido a ciclos alternados de acendimentos e desligamentos durante um mesmo dia e a
ciclos de utilização intensa ou de repouso absoluto, em função das estações do ano;
• O aparelho novo, antes de ser considerado “rodado”, deve ser submetido a diversos ciclos de ativações para permitir que todos os
materiais e o verniz completem as diferentes solicitações elásticas;
• Especialmente durante as primeiras utilizações pode ser notada a emissão de odores típicos dos metais submetidos a uma grande
6095102 - SP-PT 21
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
solicitação térmica e de tinta ainda fresca. Esse verniz, mesmo sendo cozida em fase de construção a 250ºC por algumas horas,
deve ultrapassar várias vezes, e durante um certo tempo, a temperatura de 350ºC antes de ser perfeitamente incorporado às
superfícies metálicas.
Portanto, é importante seguir estes pequenos cuidados durante a fase de acendimento:
1. Certificar-se de que haja uma grande renovação de ar no local onde o aparelho está instalado.
2. Nos primeiros acendimentos, não carregar excessivamente a câmara de combustão (cerca metade da quantidade indicada no
manual de instruções) e manter o produto aceso por, pelo menos, de 6-10 horas continuamente, com os registos menos abertos
do que o indicado no manual de instruções.
3. Repetir esta operação pelo menos 4-5 vezes, ou mais, conforme a sua disponibilidade.
4. A seguir, carregar gradualmente quantidades maiores de combustível (seguindo sempre as indicações contidas no manual de
instruções relacionadas com a carga máxima) e, se possível, manter o aparelho ligado durante longos períodos e evitar, durante
esta fase inicial, ciclos de acendimento-desligamento de breve duração.
5. Durante os primeiros acendimentos, não deve haver nenhum objeto apoiado sobre o aparelho e, em especial, sobre as superfícies
lacadas. As superfícies lacadas não devem ser tocadas durante o aquecimento.
6. Depois do período de “rodagem”, o produto pode ser utilizado como o motor de um carro, evitando aquecimentos bruscos com
cargas excessivas.
IMPORTANTE: SOMENTE após alguns dias de funcionamento (o tempo necessário para estabelecer se o aparelho funciona
correctamente) pode-se ter acesso à construção do revestimento estético. Aconselha-se predispor uma porta de inspeção no contraexaustor ou onde desejar para facilitar o acesso e a visualização dos dispositivos de segurança (manómetros, válvulas, circulador, etc).
7.1. Acendimento de BAIXAS EMISSÕES
A combustão sem fumo é um método de acendimento para reduzir de forma significativa as emissões de substâncias nocivas. A lenha
queima gradualmente de cima para baixo e, assim, a combustão procede mais lentamente e de forma mais controlada. Os gases de
combustão, passando através das altas temperaturas da chama, queimam quase completamente. A duração de uma carga é de 6-8h.
Coloque as achas de lenha na fornalha a uma certa distância uma da outra, conforme indicado na Figura 15 a pagina 35. Disponha em
baixo as mais grossas e, em cima, as mais finas, ou na vertical no caso de câmaras de combustão estreitas e altas. Coloque o módulo de
acendimento por cima da madeira empilhada, disponha as primeiras achas do módulo perpendicularmente à pilha de lenha.
MÓDULO DE ACENDIMENTO. Este módulo de acendimento substitui o de papel ou cartão.Prepare 4 achas com uma secção transversal
de 3 cm x 3 cm e um comprimento de 20 cm Figura 15 a pagina 35. Coloque as quatro achas cruzadas por cima da pilha de lenha,
transversalmente à mesma, com a acendalha no meio do módulo, que pode ser, por exemplo, lã de madeira impregnada de cera. Um
fósforo é suficiente para acender o fogo. Se se desejar, também se podem utilizar pedaços de madeira mais finos: nesse caso, será
preciso uma maior quantidade. Mantenha abertas a válvula de descarga de fumos e o registo para o ar comburente.
Depois de acender o fogo, deixe o registo que regula o ar para a combustão na posição indicada:
Combustível
Registo Ar PRIMÁRIO
Legna
FECHADO
IMPORTANTE:
• não acrescente mais lenha entre uma carga completa e a seguinte;
• não extinga o fogo fechando as tomadas de ar;
• a limpeza regular por parte de um limpa-chaminés reduz as emissões de poeiras finas.
• Estas indicações são apoiadas pela ENERGIA Legno SVIZZERA www.energia-legno.ch
Registo Ar SECUNDÁRIO
1/2 ABERTO
8. FUNCIONAMENTO NORMAL
Depois de ter posto as regulações nas posições correctas, introduzir a quantidade de lenha por hora indicada evitando sobrecargas que
provoquem esforços anormais e deformações. O aparelho deve trabalhar sempre com a porta fechada para evitar danos devidos ao
sobreaquecimento (efeito fundição). Os danos causados pelo sobreaquecimento não são cobertos pela garantia .
IMPORTANTE: Por motivos de segurança a porta da lareira pode ser aberta somente durante o carregamento de combustível. A
lareira deve permanecer fechada durante o funcionamento e nos períodos que a estufa não for utilizada.
Com as regulações situadas na frente do aparelho é regulada a emissão de calor do mesmo. Essas devem ser abertas de acordo com a
necessidade calorífica. A melhor combustão (com emissões mínimas) é alcançada quando, carregando lenha, a maior parte do ar para a
combustão passa através da regulação do ar secundário. Jamais sobrecarregar o produto.
Muito combustível e muito ar de combustão podem causar sobreaquecimento e, consequentemente, danificar o termoproduto.
Os danos causados por sobreaquecimento não são cobertos pela garantia do fabricante. Portanto, é necessário usar o termoproduto
sempre com a porta fechada para evitar o efeito forja.
A regulação necessária para obter o rendimento calorífico nominal, com uma depressão na chaminé de 17-20 Pa (1,7-2 mm de coluna de
água) é a seguinte: ver capitulo DESCRIÇÃO TÉCNICA. O aparelho é um dispositivo de combustão de forma intermitente.
Se a temperatura da água superar a temperatura de intervenção das seguranças, suspender imediatamente a carga de lenha e
verificar a diminuição da temperatura da água e da chama, eliminando as causas do sobreaquecimento (fechando o registo de
ar). Se o termoproduto estiver conectado à água sanitária pode-se abrir a torneira da água quente para acelerar o resfriamento
do próprio aparelho.
A intensidade da combustão, portanto o rendimento calorífico do seu aparelho, é influenciada pela regulação do ar para a combustão e
também pela chaminé. Uma boa tiragem da chaminé requer uma regulação mais reduzida do ar para a combustão e uma tiragem escassa
requer uma regulação do ar para a combustão mais precisa.
Para verificar a boa combustão, verificar se o fumo que sai da chaminé é transparente. Se for branco significa que o aparelho não está
corretamente regulado ou que a madeira está muito molhada. Se o fumo for cinzento ou preto é sinal que a combustão não é completa (é
necessário uma maior quantidade de ar secundário).
22
6095102 - SP-PT
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
8.1. FALTA DE ENERGIA ELÉTRICA
No caso de uma improvisa interrupção do fornecimento de energia elétrica durante o funcionamento normal do sistema, será necessário
realizar os seguintes passos a fim de evitar fenómenos de ebulição no termoproduto devidos ao não funcionamento da bomba.
• Fechar os registos de ar primário e secundário completamente de modo a não alimentar a chama
• Fechar o registo de fumos, se presente, para impedir ainda mais o afluxo de ar para a combustão através de eventuais fendas.
8.2. FUNCIONAMENTO DURANTE OS PERÍODOS DE TRANSIÇÃO
Durante o período de transição, ou seja quando a temperatura externa é mais elevada, em caso de um aumento repentino da temperatura
podem surgir problemas na conduta de evacuação de fumos que não permitem uma completa aspiração dos gases combustos. O gás de
descarga não é expelido de forma completa (cheiro intenso a gás).
Agitar frequentemente a grade e aumentar o ar para a combustão. Em seguida, carregar uma quantidade reduzida de combustível fazendo
com que este queime rapidamente (desenvolvendo chama), estabilizando, deste modo, a tiragem da conduta de fumos. Certificar-se de
que todas as aberturas para as operações de limpeza e as ligações à chaminé sejam herméticas. Em caso de dúvida, para não usar
o fogão.
ATENÇÃO: De modo algum deve-se acender o fogo se o implante não tiver sido antes enchido completamente com água. Caso isso
aconteça poderia ocorrer uma avaria gravíssima em toda a estrutura. A instalação deve estar constantemente repleta de água,
mesmo durante os períodos de desuso do termoproduto. Durante o inverno um eventual desuso da caldeira comporta a adição de
substâncias anticongelantes.
8.3. UTILIZAÇÃO DO PRODUTO DURANTE O VERÃO
Manter o sistema completamente cheio de água. A ausência de água no sistema provocaria danos muito graves em toda a estrutura.
ATENÇÃO: De modo algum deve-se acender o fogo se o implante não tiver sido antes enchido completamente com água. Caso isso
aconteça poderia ocorrer uma avaria gravíssima em toda a estrutura.
A fim de evitar a ebulição da água, a bomba de circulação do sistema deverá estar sempre a funcionar para poder eliminar nos radiadores,
no puffer ou em qualquer outra estrutura de absorção térmica o calor cedido pela caldeira para a água. Se a bomba não puder circular
ou, por qualquer motivo, se a temperatura da água ultrapassar os 95°C, a válvula D.S.A. efetuará uma intervenção descarregando
calor através da água sem retorno. É recomendável monitorizar a temperatura da água no produto de aquecimento na utilização
durante o verão para evitar intervenções recorrentes da válvula DSA que poderiam comprometer o seu bom funcionamento.
9. PARAGEM DURANTE O VERÃO
A operação de limpeza da conduta de fumos deve ser efectuada pelo menos uma vez por ano. Verificar o estado real das guarnições das
portas que, se não estiverem perfeitamente íntegras (ou seja, se aderem completamente à porta) não garantem um bom funcionamento
do aparelho! Portanto, é necessário efectuar a substituição destas guarnições.
Em caso de umidade no local onde se encontra o aparelho, colocar sais absorventes dentro de sua fornalha.
Proteger as partes internas de ferro fundido utilizando vaselina neutra se desejar manter inalterado o aspecto estético das mesmas.
ATENÇÃO: De modo algum deve-se acender o fogo se o implante não tiver sido antes enchido completamente com água. Caso isso
aconteça poderia ocorrer uma avaria gravíssima em toda a estrutura. A instalação deve estar constantemente repleta de água, mesmo
durante os períodos de desuso do termoproduto.Verificar o nível de água do vaso de expansão e fazer com que saia o ar do sistema,
purgando os radiadores. Além disso, verificar a funcionalidade dos acessórios hidráulicos e eléctricos (centralina, circulador).
10. MANUTENÇÃO E CUIDADOS
Verificar, limpando-a pelo menos uma vez por ano, a tomada de ar externo.
Pedir para que o limpa-chaminés responsável de área verifique a instalação do produto, a ligação à chaminé e a ventilação.
IMPORTANTE: A manutenção e cuidados deve ser efectuada exclusivamente com o aparelho frio. Utilizar somente peças de
troca expressamente autorizadas e fornecidas pela empresa La NORDICA. Em caso de necessidade solicitamos que entre em contacto
com revendedor especializado.
O APARELHO NÃO PODE SER MODIFICADO!
10.1. LIMPEZA DO VIDRO.
Depois de verificar que a porta esteja completamente baixa, desbloqueie a chave (Figura 12 a pagina 35 pos.A), abra-a limpe o vidro, feche
a porta e bloqueie a chave antes de tornar a levantar a porta.
Através de uma específica entrada de ar secundário a formação de acúmulos de sujidade no vidro da porta diminui de modo eficaz. De
qualquer forma, esta nunca pode ser totalmente evitada com a utilização de combustíveis sólidos (especialmente lenha húmida, por
exemplo) e isto não pode ser considerado como um defeito do produto.
IMPORTANTE: A limpeza do vidro panorâmico deve ser executada, só e exclusivamente, com o aparelho frio para evitar a
explosão do mesmo. Para a limpeza podem ser usados produtos específicos ou esfregar o vidro com uma bola de papel de jornal
humedecido e passado nas cinzas. Não utilizar panos e ou produtos abrasivos ou quimicamente agressivos.
O correto procedimento de acendimento, a utilização de quantidades e tipos de combustíveis apropriados, o correto posicionamento do
registo de ar secundário, a tiragem suficiente da chaminé e a presença de ar comburente são indispensáveis para o funcionamento ideal
do aparelho e para manter o vidro limpo.
RUPTURA DOS VIDROS: como os vidros são em vidrocerâmica, resistentes a uma diferença térmico de 750°C, não estão sujeitos
a choques térmicos. A sua ruptura só poderá ser provocada por choques mecânicos (pancadas ou fecho violento da porta, etc.).
Portanto a sua substituição não é abrangida pela garantia.
10.2. LIMPEZA DA GAVETA DE CINZAS
Todos os aparelhos La NORDICA têm uma grelha de fornalha e uma gaveta para a recolha de cinzas.
É aconselhável esvaziar periodicamente a gaveta para as cinzas para evitar o seu completo enchimento e para não sobreaquecer a
grade. Aconselhamos deixar 3-4 cm de cinzas na fornalha.
ATENÇÃO: as cinzas retiradas da fornalha devem ser colocadas em um recipiente de material ignífugo dotado de uma tampa
6095102 - SP-PT 23
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
estanque. O recipiente deve ser colocado sobre um pavimento ignífugo, longe de materiais inflamáveis até que a cinza se
apague e arrefeça completamente.
10.3. LIMPEZA DA CONDUTA DE FUMOS
O correto procedimento de acendimento, a utilização de quantidades e tipos de combustíveis apropriados, o correto posicionamento do
registo de ar, uma tiragem da chaminé suficiente e a presença de ar de combustão são indispensáveis para o funcionamento ideal do
aparelho. Durante a normal utilização, a chaminé não é danificada.
O aparelho deve ser limpo completamente pelo menos uma vez por ano ou todas as vezes que for necessário. Um depósito excessivo
de fuligem (creosoto) pode provocar problemas na evacuação de fumos, incendiando a própria conduta de fumos. A limpeza deve
ser efetuada exclusivamente com o aparelho frio. Esta operação deve ser realizada por um limpador de chaminé que pode,
contemporaneamente inspecionar o aparelho.
Um depósito excessivo de incrustações nas paredes internas da lareira reduz notavelmente a eficiência da permuta térmica, portanto,
quando necessário, retirar as incrustações com uma espátula de aço. Nunca utilizar substâncias corrosivas que possam danificar o
termoproduto e a caldeira e para manter o vidro limpo.
Durante a limpeza é necessário retirar a gaveta das cinzas do aparelho, a grelha e os deflectores dos fumos para facilitar a queda da
fuligem. Os deflectores podem ser facilmente extraídos pois não estão fixados com parafusos. Terminada a limpeza esses devem ser
novamente colocados nas suas posições (Figura 10 a pagina 34).
ATENÇÃO: A falta do deflector provoca uma grande depressão, com uma combustão demasiado rápida, consumo excessivo de
lenha com o respectivo sobreaquecimento do aparelho.
Os peças A e B (Figura 11 a pagina 34) deve ser limpo completamente pelo menos uma vez por ano ou todas as vezes que for necessário
(mal funcionamento do aparelho, eficiência notavelmente reduzida). Os peças A e B podem ser facilmente extraídos pois não estão
fixados com parafusos. Terminada a limpeza esses devem ser novamente colocados nas suas posições.
10.4. MANUTENÇÃO DAS GUIAS EXTENSÍVEIS
As portas do aparelho, para funcionarem de modo silencioso, fiável e robusto, são fixadas em guias extensíveis com esferas. Usando
continuamente o aparelho, com o tempo, o lubrificante dessas guias tende a consumir-se progressivamente tornando-as menos fáceis
de deslizar e mais ruidosas. Por este motivo é fornecida com cada aparelho uma quantidade de massa consistente para alta temperatura
de modo a efectuar a lubrificação, pelo utilizador, das guias quando for necessário (ruído excessivoo ou dificuldade de deslizamento).
Depois de ter levantado totalmente a porta do fogão, usando na seringa NO fornecida, aplicar no interior da calha no ponto visível mais
alto possível, duas bolas de massa consistente (correspondentes a 0,5 ml da escala graduada da seringa). Prestar atenção para não
ultrapassar a quantidade aconselhada. Repetir a mesma operação na outra calha e levantar e abaixar várias vezes a porta de modo que a
massa consistente se distribua em todas as esferas. ATENÇÃO: usar exclusivamente a massa consistente fornecida da La Nordica.
10.5. MANUTENÇÃO DA INSTALAÇÃO HIDRÁULICA
Um depósito excessivo de incrustações nas paredes internas da lareira reduz notavelmente a eficiência da permuta térmica, portanto,
quando necessário, retirar as incrustações com uma espátula de aço. Nunca utilizar substâncias corrosivas que possam danificar o
termoproduto e a caldeira.
Com frequência anual, e quando a instalação estiver desligada, é necessário efetuar as seguintes verificações:
• Verificar o funcionamento e a eficiência das válvulas para descarga térmica e de segurança. Caso sejam identificadas anomalias
e/ou ruturas entre em contacto com o técnico instalador autorizado. É ABSOLUTAMENTE PROIBIDO A REMOÇÃO OU
ADULTERAÇÃO DE TAIS DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA.
• Verifique o isolamento térmico dos tubos de enchimento e segurança.
• Certifique-se de que a instalação esteja devidamente enchida e encontre-se sob correta pressão, verifique o nível de água no
interior do vaso de expansão e controle ademais a funcionalidade do mesmo e a eficiência do tubo de segurança.
11. DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA TÉRMICA
Não existe uma regra absoluta que permita calcular a potência correcta necessária. Esta potência depende do espaço a aquecer, mas
depende também muito do isolamento. Em média, a potência calorífica necessária para uma sala devidamente isolada será de 30 kcal/h
por m3 (para uma temperatura externa de 0°C).
Como 1kW corresponde a 860 kCal/h, podemos usar um valor de 38 W/m3.
Supondo que deseje aquecer uma sala de 150 m3 (10 x 6 x 2,5 m) numa habitação isolada, serão necessários, 150 m3 x38W/m3 = 5700W
ou 5,7 kW. Como aquecimento principal um aparelho de 8 kW será assim suficiente.
Carburante
Lenha seca (15% de humidade)
Unidade
kg
Valor indicativo de
combustão
kcal/h
kW
3600
4.2
Quantidade necessária em relação a 1kg
de madeira seca
1,00
Lenha molhada (50% de humidade)
kg
1850
2.2
1,95
Cubinhos de lenha
kg
4000
5.0
0,84
Cubinhos de lenhite
kg
4800
5.6
0,75
Antracite normal
kg
7700
8.9
0,47
Coke
Gás natural
kg
6780
7.9
0,53
m3
7800
9.1
0,46
L
8500
9.9
0,42
kW/h
860
1.0
4,19
Nafta
Electricidade
24
6095102 - SP-PT
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
12. LA INSTALACIÓN
12. O SISTEMA
ES
La responsabilidad de La NORDICA está limitada al suministro del aparato. Su instalación debe ser efectuada por personal
cualificado, según las disposiciones de las siguientes instrucciones y de reglas de la profesión, actuando a nombre de empresas
que se asuman la responsabilidad total de la instalación según se indica en el cap. NORMAS PARA LA INSTALACIÓN.
Los esquemas presentes son puramente indicativos y por tanto no tienen valor de proyecto.
Conforme a la ley, este documento es estrictamente confidencial y reservado y se prohíbe la reproducción, el uso y la divulgación del
mismo a terceros. La divulgación no autorizada por La NORDICA S.p.A. se sancionará en conformidad con las disposiciones legales.
PT
A responsabilidade da empresa La NORDICA S.p.A. limita-se ao fornecimento do aparelho. A sua instalação deve ser realizada
em função das prescrições deste manual e dos princípios de boa técnica, por pessoal competente e autorizado, que atuam em
nome de empresas capazes de assumir a responsabilidade do correto funcionamento de toda a instalação conforme descrito no capítulo
NORMAS PARA LA INSTALACIÓN.
Os diagramas presentes são meramente indicativos e não possuem valor de projeto.
Em termos de lei, a presente documentação é estritamente confidencial e reservada e é proibida a reprodução, utilização e a divulgação
a terceiros. A divulgação não permitida pela empresa La NORDICA S.p.A. será sancionada em função dos termos das leis em vigor.
ES - LEYENDA
PT - LEGENDA
C
Circulador
Circulador
CM
Colector de ida
Coletor de mandata
CR
Colector retorno
Coletor de retorno
F
Flujóstato
Fluxóstato
M
Manómetro
Manómetro
P
Circulador
Circulador
P1
Circulador nr.1
Mecanismo circulador n° 1
P2
Circulador nr.2
Mecanismo circulador n° 2
SF
Purga
Purgador
SP
Intercambiador de placas
Permutador de chapas
T
Termómetro
Termómetro
V
Válvula de esfera
Válvula de esfera
VB
Válvula de balance
Válvula de balanceamento
VDM
Válvula de desviación
motorizada
Válvula desviadora motorizada
VEA
Vaso de expansión abierto
Vaso de expansão aberto
VEAC
Vaso de expansión abierto
caldera
Vaso de expansão aberto da
caldeira
VEC
Vaso de expansión cerrado
Vaso de expansão fechado
VECTS Vaso de expansión cerrado
sanitario
Vaso de expansão fechado
sanitário
VMS
Válvula mezcladora sanitario
Válvula misturadora sanitário
VR
Válvula anti-retorno
Válvula de não retorno
VSP
Válvula de seguridad
Válvula de segurança
VST
Válvula de descarga térmica
Válvula de descarga térmica
VAST
Válvula automatica descarga
térmica DSA
Válvula de descarga automática
térmica DSA
VMA
Válvula mezcladora anticondensación
Anti-condensação válvula de
mistura
1
Tubo de seguridad de Ø 1”
Tubo de segurança de Ø 1”
2
Tubo de carga ø ¾”
Tubo de carga Ø ¾”
3
Entrada de agua fría
Entrada de água fria
4
Empalme venturi
Acoplamento tipo Venturi
5
Sonda del regulador
Sonda do regulador
6
Agua sanitaria
Água sanitária
7
Alimentación 230 V - 50/60 Hz
Alimentação 230 Volt - 50/60 Hz
6095102 - SP-PT 25
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
ES - LEYENDA
PT - LEGENDA
8
Intercambiador de placas
Permutador de chapas
9
Caldera mural gas
Caldeira mural à gás
10
Descarga térmica
Descarga térmica
11
Carga de la instalación
Carga da instalação
12
Descarga de la instalación
Descarga da instalação
20
Centralita electrónica OPCIONAL
Centralina eletrónica OPCIONAL
21
Sistema integrado DSA
Sistema integrado DSA
22
Intercambiador sanitario
Permutador sanitário
12.1. FICHA TÉCNICA valvula termostatic VAST
Datos técnicos
Materiales
Medio:
Agua
Cuerpo de la válvula y otras piezas metálicas:
latón forjado
Presión máx. de funcionamiento:
10 bar
Muelle:
acero inoxidable
Temperatura del medio:
de 5 a 110°C
Sensor:
latón
Temperatura de apertura:
95°C (fijos)
Tubo capilar:
cobre
Histeresis
6°C
Funda para el tuba capilar:
acero
Temperatura ambiente:
e 0 a 125°C
Vaina del sensor: latín Juntas tóricas y juntas:
EPDM, NBR
Capacidad de flujo:
2.4 m3/h a una presión de flujo de min. 1 bar y temperatura del sensor 110°C
Botón manual:
ABS
Tamaño de conexión:
Conexión roscada G 3/4 ISO 228
Longitud del tubo capilar:
1.3 m o 4 m
APLICACIÓN La válvula termostática VAST se ha diseñado para proteger calderas de biomasa y estufas. Impide el sobrecalentamiento de la caldera
al vaciar el agua del termogenerador o la bobina del condensador. La válvula se utiliza también para impedir incendios en el deposito de combustible,
por la inundación del combustible.
INSTALACIÓN Instalación de la válvula VAST en una caldera con intercambiador de calor de seguridad (Figura 1 a pagina 26). Antes de proceder con
la instalación de la válvula, limpie el sistema para asegurarse de que no han quedado impurezas que puedan depositarse en el asiento de la válvula y
provocar un mal funcionamiento. No olvide instalar un filtro delante de la válvula. EI sensor puede instalarse en cualquier posición. Asegúrese de que
lodo el sensor este en contacto con el área controlada. La flecha en el cuerpo de la válvula muestra la dirección del flujo. AI instalar la válvula, compruebe
que este colocada correcta-mente. EI par de apriete max. para el sensor montado, es 30 Nm.
SERVICIO Se recomienda que personal cualificado se encargue de comprobar el funcionamiento correcto de la válvula una vez al ano. La comprobacion
funcional se efectúa manualmente pulsando el botón rojo que abre el flujo en la válvula. La tuerca que sujeta el botón roja, no debe soltarse, ya que
podría causar un mal funcionamiento.
20
ES
PT
A
ON/OFF
ON/OFF
B
SET Válvula de 3 vías
SET Válvula de três vias
C
SET Circulador
SET Circulador
D
MENÚ
MENU
Figura 1
1
20
Picture 1
Abbildung 1
Figure 1
VAST
(95°C)
D
C
B
A
CM
Termo DSA
VAST
3
55°
CR
2
1
VMA
26
6095102 - SP-PT
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
INSTALACIÓN de vaso ABIERTO / SISTEMA com vaso ABERTO
9196629 -IMPIANTO TERMOCAMINO LA NORDICA CON ABBINATA
PRODUZIONE DI ACQUA SANITARIA DA BOILER
20
VEAC
7
3
V
S
(6 bar)
VSP
2
1
V
6
T
Bollitore
V
(1,5 bar)
VST
S
VSP
T M
7
VDM
5
VECTS
CM
CR
V
VB
9196630 -IMPIANTO TERMOCAMINO LA NORDICA CON ABBINATA
PRODUZIONE DI ACQUA SANITARIA DA BOILER
C
VMA
20
7
VEAC
3
V
(6 bar)
VSP
1
V
2
T
(1,5 bar)
VST
V
VSP
CM
Boiler
T M
V
VB
4
C
6095102 - SP-PT CR
VECTS
VDM
5
6
VMA
27
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
9196631 -
IMPIANTO TERMOCAMINO LA NORDICA CON CALDAIA MURALE E ABBINATA PRODUZIONE DI ACQUA SANITARIA DA BOILER
20
VEAC
3
V
6
2
1
7
VSP
6 bar
BOILER
7
(1,5 bar)
VST
CM
VSP
VSP
T M
C1
VECTS
3 bar
VDM
V
V
V
8
5
9
V
T
V
VR
C2 VR
CR
VETC
V
9196618C - KIT SEPARATORE impianto termoidraulico A/C
da utilizzare per la separazione del Termoprodotto LA NORDICA a vaso aperto dalla
CALDAIA MURALE
VEAC
V
3
CA
9
S
C
1
2
V
V
V
V
C2
C1
(1,5 bar)
VR
CM
CR
VSP
VST
T M
(3 bar)
8
9196622
- Impianto Termoprodotti
La Nordica con abbinato Kit ACS assemblato COMBINATO per la produzione di acqua calda sanita
VR
unito ad una caldaia murale
VSP
VEC
9
9196621 - IMPIANTO TERMOPRODOTTO LA NORDICA CON ABBINATO KIT ACS ASSEMBLATO SEMPLICE PER LA PRODUZIONE
DI ACQUA SANITARIA
CM
VEAC
VEAC
V
3
6
2
1
2
1
CM
CR
VR
3
SF
VDM
6
TS
CR
VR
SF
SP
VDM
VAST
22
VSP
T M
C
22
(1,5 bar)
VST
(1,5 bar)
VSP
23
T M
23
V
V
28
V
V
C2
C1
V
V
V
V
6095102 - SP-PT
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
IMPIANTO a vaso chiuso per TERMOPRODOTTO DSA LA NORDICA CON ABBINATA PRODUZIONE DI ACQUA
SANITARIA DA ACCUMULO SANITARIO e con abbinata CALDAIA MURALE
9196627B - 19-11-2009
INSTALACIÓN de vaso CERRADO / SISTEMA com vaso FECHADO
20
CM
7
VAST
(95°C)
VSP
10
M
(3 bar)
T M
21
VR
VSP(6 bar)
VMS
T
6
TS
5
VB
C
VEC
11
12
7
VR
VMA
Boiler
VR
V
3
VEC
VEC
V
CR
V
VR
91966 28C - IMPIANTO a vaso chiuso per TERMOPRODOTTO
DSA LA NORDICA
9
3
CON ABBINATA
PRODUZIONE DI ACQUA SANITARIA DA ACCUMULO SANITARIO
CM
20
7
VAST
(95°C)
VSP
10
M
(3 bar)
T M
21
C
VEC
9196625B - 19/11/2009
V
VMS
TS
6
Boiler
VB
V
(6 bar)
T
5
12
VSP
7
VR
V
3
VMA
VEC
11
VR
CR
KIT SEPARATORE impianto termoidraulico A/C
da utilizzare quando la SOMMA delle potenze del focolare degli apparecchi al servizio della singola unità
immobiliare è MAGGIORE
o UGUALE a 35kW
3
9
CA
C
VR
V
V
V
V
CM
VAST
(3 bar)
VSP
10
VEC
CR
C2
C1
8
VR
VEC
21
V
12
V
11
VR
3
6095102 - SP-PT 29
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
2
1*
Figura 2
Picture 2
Abbildung 2
2
3
Figure 2
1
H
3
2
Protezione del pavimento con materiale incombustibile
Protección del suelo con material incombustible
Proteção do pavimento com material incombustível
Pavimentazione materiale combustibile
Suelo de material combustible
Pavimentação em material combustível
Altezza da terra del piano del focolare
Altura del plano del hogar respecto al suelo
Altura do pavimento do plano da fornalha
A = Limite laterale della zona protetta (A=H+20 cm=> 40) cm)
B = Limite frontale della zona protetta (B=H+30 cm=> 60 cm)
B
A = Límite lateral de la zona protegida (A=H+20 cm=>40 cm)
B = Límite frontal de la zona protegida (B=H+30 cm=> 60 cm)
A
A = Limite lateral da área protegida (A=H+20 cm=> 40 cm)
B = Limite frontal da área protegida (B=H+30 cm=> 60 cm)
* COME DA DISPOSIZIONI REGIONALI ESISTENTI
CONFORME CON LA NORMATIVA LOCAL
DE ACORDO COM AS NORMAS REGIONAIS
3
Figura 3
(3) 10 mm
Picture 3
(3) 10 mm
(3) 10 mm
(1)
(2)
(1)
1
(3) 10 mm
(4)
(2)
(2)
(1)
(3) 10÷50 mm
(1)
(1)
(3) 10 mm
2*
(1)
Abbildung 3
Figure(2)3
(4)
* COME DA DISPOSIZIONI REGIONALI ESISTENTI
CONFORME CON LA NORMATIVA LOCAL
DE ACORDO COM AS NORMAS REGIONAIS
4
Viga
Trave
Isolante materiale refrattario
Aislante material refractario
Isolante material refratário
Vuoto d’aria
Vacío de aire
Vácuo de ar
Protezione metallica
Protección metálica
Proteção metálica
Canna fumaria in acciaio AISI 316 con doppia camera isolata con materiale resistente
a 400°C. Efficienza 100% ottima
4
(1)
3
(2)
(2)
Trave
1
(2)
Conducto de salida de humos de acero AISI 316 con doble cámara aislada con material resistente a 400 °C. Eficiencia 100% óptima.
Chaminé de aço AISI 316 com dupla câmara isolada com material resistente a 400°C.
Eficiência 100% ótima.
Canna fumaria in refrattario con doppia camera isolata e rivestimento esterno in calcestruzzo alleggerito. Efficienza 100% ottima
2
(3)
(4)
Max. A+1/2A
A+1/2A
A
3
Conducto de salida de humos de refractario con doble cámara aislada y revestimiento
exterior de hormigón alivianado. Eficiencia 100% óptima.
Chaminé em refratário com dupla câmara isolada e revestimento externo em betão
ligeiro. Eficiência 100% ótima.
Canna fumaria tradizionale in argilla sezione quadrata con intercapedini. Efficienza
80%ottima
Conducto de salida de humos tradicional de arcilla de sección cuadrada con crujías.
Eficiencia 80% óptima.
Chaminé tradicional em argila de secção quadrada com interstícios. Eficiência 80%
ótima.
Evitare canne fumarie con sezione rettangolare interna il cui rapporto sia diverso dal
disegno. Efficienza 40% mediocre
Figura 4
Picture 4
Abbildung 4
Figure 4
30
4
No utilizar conductos de salida de humos con sección rectangular interior cuya relación
sea diferente de la del dibujo. Eficiencia 40% mediocre.
Evitar chaminés com secção retangular interna cuja relação seja diferente do desenho.
Eficiência 40% medíocre.
6095102 - SP-PT
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
Rappresentazione di canna fumaria corretta
con sportello a tenuta per la raccolta e lo scarico dei materiali solidi incombusti.
5
A
Representación del correcto conducto de
salida de humos con portezuela estanca para
la recogida y la descarga de los materiales
sólidos incombustos.
Representação de uma conduta de fumos correta com porta estanque para o recolhimento e
descarga de materiais sólidos incombustos.
A
Sconsigliato il collegamento alla canna fumaria
di più apparecchi. Ciascuno deve poter usufruire di una propria canna fumaria.
B
B
Desaconsejamos la conexión de más de
un aparato al mismo conducto de salida de
humos. Cada uno debe estar conectado a un
conducto de salida de humos propio.
É desaconselhável a ligação de vários aparelhos na mesma conduta de fumos.
5
Cada aparelho deve usufruir daFigura
sua própria
conduta de fumos.
1
Picture 5
1
Sportello per la pulizia.
Abbildung 5
Puerta de limpieza
Figure 5
Porta para a limpeza
6
Comignolo industriale ad elementi prefabbricati, consente un ottimo
smaltimento dei fumi.
1
Figura 6
Cone de chaminé industrial com elementos pré-fabricados, que
permite a ótima eliminação dos fumos.
Picture 6
Comignolo artigianale. La giusta sezione di uscita deve essere minimo 2 volte la sezione interna della canna fumaria, ideale 2,5 volte.
Abbildung 6
Figure 6
1
Sombrerete industrial de elementos prefabricados, permite una óptima eliminación de los humos.
2
2
Sombrerete artesanal. La sección correcta de salida debe ser como
mínimo 2 veces la sección interior del conducto de salida de humos,
ideal 2,5 veces.
Cone de chaminé artesanal. A adequada secção de saída deve
ser, no mínimo, 2 vezes a secção interna da chaminé. O ideal é 2.5
vezes.
3
Comignolo per canna fumaria in acciaio con cono interno deflettore
dei fumi.
50 cm
3
Sombrerete para conducto de salida de humos de acero con cono
interior deflector de humos.
Remate para chaminé de aço com cone interno defletor de fumos.
In caso di canne fumarie affiancate un comignolo dovrà sovrastare
l’altro d’almeno 50 cm al fine d’evitare trasferimenti di pressione tra le
canne stesse.
4
4
6095102 - SP-PT En caso de conductos de salida de humos arrimados, un sombrerete
debe sobresalir respecto al otro de por lo menos 50 cm, para evitar
transferencias de presión entre los mismos.
Em caso de condutas de evacuação de fumos paralelas, um dos
cones de chaminé deve ser instalado em uma posição mais elevada
(50 cm, pelo menos,) para impedir a transferência de pressão entre
as próprias condutas.
31
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
7
2m
10 m
Il comignolo non deve avere ostacoli entro i 10 m da muri, falde
ed alberi. In caso contrario innalzare lo stesso d’almeno 1 m
sopra l’ostacolo. Il comignolo deve oltrepassare il colmo del
tetto d’almeno 1 m.
5
1
Figura
m7
El sombrerete no debe encontrar obstáculos en un radio de
10 m de muros, faldones y árboles. De lo contrario elévelo por
lo menos de 1 metro por encima del obstáculo. El sombrerete
debe superar la cumbrera del techo de por lo menos 1 m.
5
Picture 7
O cone de chaminé deve estar livre de obstáculos em uma
área de 10 metros como, por exemplo, muros, faldas e árvores.
Caso contrário é necessário elevar o cone para que esteja pelo
menos 1 metro acima do obstáculo. O cone de chaminé deve
ser pelo menos 1 metro mais alto do que a altura do cume do
telhado.
Abbildung 7
Figure 7
COMIGNOLI DISTANZE E POSIZIONAMENTO UNI 10683
SOMBRERETES DISTANCIAS Y UBICACIÓN UNI 10683
CONES DE CHAMINÉ, DISTÂNCIAS E POSICIONAMENTO UNI 10683
Inclinazione del tetto
a > 10°
Inclinación del techo
13
00
mm
130
90°
0m
m
a
500 mm
a
9 0°
500 mm
Inclinação do teto
32
6095102 - SP-PT
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
8
1*
Figura 8
Picture 8
2
Abbildung 8
1
Figure 8
3
2
6
7
3
8
9
4
5
10
4
5
6
7
8
9*
10
Isolamento
Aislamiento
Isolante
Sigillare
Sellar
Vedante
Rivestimento isolante provvisto di foglio di alluminio
esterno
Revestimiento aislante provisto de hoja de aluminio exterior
Revestimento isolante com folha de alumínio externa
Sportello per pulizia
Puerta para limpieza
Portinhola para limpeza
Presa aria esterna
Toma de aire exterior
Tomada de ar externo
Griglia sfiato calore
Rejilla venteo calor
Grelha de saída do calor
Contro cappa ignifuga
Revestimiento interior de la campana ignífugo
Contracapa ignífuga
Inclinazione massima 45°
Inclinación máxima 45°
Inclinação máxima 45º
Schermare le parti in legno con materiale isolante
Proteger las partes de madera
con material aislante
Isolar as partes em madeira com material isolante
Distanze posteriori e laterali INFORMAZIONI MARCATURA CE
Distancia entre revestimiento y encastre INFORMACIÓN DE LA
MARCA CE
Distâncias mín. traseiras e laterais INFORMAÇÕES SOBRE A
MARCA CE
* COME DA DISPOSIZIONI REGIONALI ESISTENTI
CONFORME CON LA NORMATIVA LOCAL
DE ACORDO COM AS NORMAS REGIONAIS
6095102 - SP-PT 33
1A on
off
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA2A
- WF
PLUS DSA
9
Figura 9
Picture 9
Abbildung 9
Figure 9
1A on
2A off
9B
9A
Figura 10
WF25
Picture 10
9C
1A off
2A 12 on
1A on
2A off
10
1A off
2A 12 on
1A off
2A on
WF Plus DSA
DSA - WF25X DSA
Abbildung 10
Figure 10
1A off
2A 12 on
1A off
2A on
1A off
2A on
11
Figura 11
Picture 11
Abbildung 11
Figure 11
WF Plus DSA
34
6095102 - SP-PT
A
B
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
Figura 13
13
12
Picture 13
Abbildung 13
WF25 DSA WF25X DSA
A
Figure 13
WF Plus DSA
A
A
B
B
Figura 14
Figura 15
15Picture 15
14
Picture 14
Abbildung 14
Abbildung 15
Figure 14
Figure 15
800 cm2
B1
A
A
600 cm2
Ø 100mm
16
Figura 16
Picture 16
Abbildung 16
MÓDULO DE ENCENDIDO
MÓDULO DE ACENDIMENTO
Figure 16
1A off
2A 12 on
35
6095102 - SP-PT
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
13. DIMENSIONES
3
B
1
C
A
2
WF25 DSA - WF25X DSA
1 – MANDATA caldaia / IMPULSIÓN caldera / MANDADA caldeira
2 – RITORNO caldaia / RETORNO caldera / RETORNO caldeira
3 – Sonda regolatore / Sonda regulador / Sonda regulador
VAST
A
36
A – ENTRATA Sistema integrato DSA / ENTRADA Sistema integrado DSA / ENTRADA Sistema
integrado DSA
B
B – Sonda valvola VAST / Sonda válvula VAST / Sonda válvula VAST
C – USCITA Sistema integrato DSA / SALIDA Sistema integrado DSA / SAÍDA Sistema
integrado DSA
6095102 - SP-PT
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
3
B
1
C
A
2
WF Plus - DSA
1 – MANDATA caldaia / IMPULSIÓN caldera / MANDADA caldeira
2 – RITORNO caldaia / RETORNO caldera / RETORNO caldeira
3 – Sonda regolatore / Sonda regulador / Sonda regulador
VAST
A
6095102 - SP-PT A – ENTRATA Sistema integrato DSA / ENTRADA Sistema integrado DSA / ENTRADA Sistema
integrado DSA
B
B – Sonda valvola VAST / Sonda válvula VAST / Sonda válvula VAST
C – USCITA Sistema integrato DSA / SALIDA Sistema integrado DSA / SAÍDA Sistema
integrado DSA
37
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
14. FICHA TÉCNICA 14. FICHAS TÉCNICAS
WF25
WF25 X
WF Plus
46
35,4
24
Potenza termica utile
Potencia térmica útil
Potência térmica útil
33,8
27,1
20,5
Potenza resa al liquido H20
Potencia suministrada al líquido H2O
Potência rendimento ao líquido H20
20,1
18,2
11,3
Potenza resa all’ambiente
Potencia suministrada al ambiente
Potência rendimento ao ambiente
13,7
8,9
9
Combustibile legna lunghezza max. (cm)
Longitud máx. del combustible leña (cm)
Combustível lenha comprimento máximo (cm)
30
30
30
Contenuto fluido scambiatore
Contenido de fluido en el intercambiador
Conteúdo do fluido permutador
64
64
64
Consumo orario (kg/h)
Consumo por hora (kg/h)
Consumo horário (kg/h)
11
8
5,4
73,4
76,5
85,5
Potenza termica globale
Potencia térmica global
Potência térmica global
Rendimento (%)
Rendimiento (%)
Rendimento (%)
Allacciamento caldaia
Conexión de la caldera
Ligação à caldeira
1” F
Depressione al camino (mmH2O)
Depresión en la chimenea en (mm H2O)
Depressão para a chaminé (mm H2O)
1,7- 2,0
Pressione max d’esercizio (bar)
Presión máx. de trabajo (bar)
Pressão máxima de funcionamento (bar)
VEA 1,5 – VEC 2,5
Uscita fumi Ø (cm)
Salida de humos Ø (cm)
Saída de fumos Ø (cm)
20
20
5m
25 x 25 ÷ Ø 25
Canna fumaria / Conducto de salida de humos / Tubo de
evacuação de fumos:
Altezza / Altura / Altura = (m)
Dimensioni / Dimensiones / Dimensões (cm)
20
(#)
4m
30 x 30 ÷ Ø 30
Vaso di espansione
Vaso de expansión
Vaso de expansão
VEA Aperto / Abierto / Aberto
VEC Chiuso / Cerrado / Fechado
Tubo di sicurezza
Tubo de seguridad
Tubo de segurança
Secondo / Según / De acordo com
DM 1/12/75
38
6095102 - SP-PT
TERMOCAMINO WF25 DSA - WF25X DSA - WF PLUS DSA
WF25
Aria primaria regolabile
Aire primario regulable
Ar primário regulável
PRETARATA /
PRECALIBRADA /
PRÉ-CALIBRADA
Aria terziaria
Aire terciario
Ar terciário
Misure esterne (mm):
Medidas externas / Medidas externas :
L= larghezza / ancho / largurar
H= altezza / altura / altura
P= profondità / profundidad / profundidade
SI / SIM
287
287
846 x
1585-1625
x 667
846 x
1585-1625
x 667
844 x
1585-1625
x 667
Presa aria esterna Ø mm (Sezione minima cm2 EN 10683)
Toma de aire exterior Ø mm (Abertura mínima cm2 EN 10683)
Entrada de ar externo Ø mm (Abertura mínima cm2 EN10683)
Temperatura ottimale di esercizio (°C)
Temperatura óptima de trabajo (°C)
Temperatura ideal de funcionamento em °C
Ø 250 – 300 (20 cm2)
70 - 75
Piedini regolabili
Pies regulables
Pés reguláveis
CO misurato al 13% di ossigeno in %
CO medido al 13% de oxígeno en %
CO medido a 13% de oxigénio em %
Emissione gas di scarico in g/s
Emisión de gas de descargaen g/s
Emissão gás de descarga em g/s
Temperatura gas allo scarico in °C
Temperatura gas de descarga en °C
Temperatura gás na descarga em °C
Distanze di sicurezza
Distancias de seguridad
Distâncias de segurança
WF Plus
SI / SIM
Aria secondaria regolabile
Aire secundario
Ar Secundário
Peso approssimativo (kg)
Peso aproximado (kg)
Peso aproximado (kg)
WF25 X
70 - 75
70 - 75
SI / SIM
0,11
0,11
0,06
32
25,5
16,3
324
297
200
Capitolo / Capítulo / Capítulo
3
(#) Diámetro 200 mm utilizable con conducto de salida de humos no inferior 6 m
(#) Diâmetro de 200 mm que pode ser utilizado com uma conduta de evacuação dos fumos não inferior a 6 metros
6095102 - SP-PT 39
DICHIARAZIONE DI PRESTAZIONE In base al regolamento (UE) n. 305/2011
N. 112
DECLARACIÓN DE PRESTACIÓN Conforme al reglamento (UE) n. 305/2011
DECLARAÇÃO DE DESEMPENHO Em base com o regulamento (UE) n° 305/2011
1. Codice identificativo unico del prodotto-tipo:
Código de identificación único del producto-tipo
Código de identificação único do produto-tipo
ES - PT
2. Modello e/o n. lotto e/o n. serie (Art.11-4) :
Modelo y/o n. º de lote y/o n. º de serie (Art.11-4)
Modelo e/ou nº. lote e/ou nº. série (Art.11-4)
TERMOCAMINO WF 25 DSA
TERMOCAMINO WF 25 DSA
3. Usi previsti del prodotto conformemente alla relativa specifica tecnica armonizzata:
Usos previstos del producto de conformidad con las especificaciones técnicas armonizadas correspondientes
Utilização prevista do produto em conformidade com a respectiva técnica especifica harmonizada
Apparecchio per il riscaldamento domestico alimentato con combustibile solido, con la produzione di acqua calda.
Aparato para calefacción doméstica, alimentado con combustible sólido, con producción de agua caliente.
Aparelho para aquecimento doméstico, alimentado com combustível sólido, com a produção de água quente.
4. Nome o marchio registrato del fabbricante (Art 11-5):
Nombre o marca registrada del fabricante (Arti 11-5)
Nome ou marca registada pelo fabricante (Art. 11-5)
La NORDICA S.p.A.
Via Summano,104 - 36030 Montecchio Precalcino (VICENZA)
+39 0445 804000 - Fax +39 0445 804040
5. Nome e indirizzo del mandatario (Art 12-2)
Nombre y dirección del mandatario (Art 12-2)
Nome e endereço do mandatário (Art. 12-2)
6. Sistema di valutazione e verifica della costanza della prestazione (Allegato 5):
Sistema de valoración y verificación de la constancia de la prestación (Anexo 5)
Sistema de avaliação e verificação da regularidade do desempenho (Anexo 5)
7. Laboratorio notificato :
Laboratorio notificado
Laboratório notificado
System 3
RRF 1625 - RRF Rhein-Ruhr Feuerstätten Numero rapporto di prova (in base al System 3)
Prüfstelle GmbH
Am Technologie Park 1 D-45307 ESSEN
Número de informe de prueba (según el System3)
Número relação de prova (em base ao System 3)
29 11 2700
8. Prestazioni dichiarate - Prestaciones declaradas - Desempenhos declarados
Specifica tecnica armonizzata - Especificación técnica armonizada - Específica técnica harmonizada
EN 13229:2001/A2:2004/AC:2007
PRESTAZIONE - Prestación Desempenho
CARATTERISTICHE essenziali - Características esenciales - Características essenciais
A1
Resistenza al fuoco - Resistencia al fuego - Resistência ao fogo
Distanza da materiali Combustibili
Distancia de mat. combustible
Distância de mat. comb.
Distanza minima, in mm - Distancia mínima, en mm - Distance minimum, en mm
spessore di isolamento retro - grosor del aislamiento revés – espessura de isolamento traseira
spessore di isolamento lato - grosor del aislamiento lado - espessura de isolamento lado
spessore di isolamento soffitto - grosor del aislamiento fondo - espessura de isolamento fundo
fronte – frente – frente
=
=
=
=
suolo - suelo - solo =
60
60
800
-
Rischio fuoriuscita combustibile - Riesgo de pérdida de combustible - Risco de vazamento de combustível
Conforme - Conforme - Em conformidade
Temperatura superficiale - Temperatura superficial - Temperatura superficial
Conforme - Conforme - Em conformidade
Sicurezza elettrica - Seguridad eléctrica - Segurança elétrica
Conforme - Conforme - Em conformidade
Accessibilità e pulizia - Accesibilidad y limpieza - Acessibilidade e limpeza
Conforme - Conforme - Em conformidade
Emissioni prodotti combustione (CO) - Emisiones de productos de combustión (CO) - Emissões de produtos de combustão (CO)
Massima pressione di esercizio - Presión máxima de trabajo - Máxima pressão de exercício
2.5 bar
Resistenza meccanica (per supportare il camino) - Resistencia mecánica (de soporte de la chimenea) - Resistência mecânica (para suportar a chaminé)
Prestazioni termiche
Prestaciones térmicas
Desempenho térmico
CO [0.11%]
Potenza nominale - Potencia nominal - Potência nominal
Potenza resa all’ambiente - Potencia suministrada al entorno - Potência libertada no ambiente
Potenza ceduta all’acqua - Potencia cedida al agua - Potência cedida à água
NDP
33.8 kW
13.7 kW
20.1 kW
Rendimento - Rendimiento - Temperatura fumos
η [73.4%]
Temperatura fumi - Temperatura de humos - Température des fumées
T [324 °C]
9. La prestazione del prodotto di cui ai punti 1 e 2 è conforme alla prestazione dichiarata di cui al punto 8.
La prestación del producto según se establece en los puntos 1 y 2 cumple con las prestaciones declaradas según el punto 8.
O desempenho do produto ao qual se referem os pontos 1 e 2 estão em conformidade com o desempenho declarado no ponto 8
Si rilascia la presente dichiarazione di prestazione sotto la responsabilità esclusiva del fabbricante di cui al punto 4.
Se expide esta declaración de prestación bajo la responsabilidad exclusiva del fabricante, según se establece en el punto 4.
É emitida a presente declaração de desempenho sob a responsabilidade exclusiva do fabricante referido no ponto 4.
09/06/2013 Montecchio Precalcino (VICENZA)
(Data e luogo di emissione - Lugar y fecha de emisión
Data e local de emissão )
GIANNI RAGUSA
Amministratore delegato - Managing Director
Geschäftsführer - Administrateur délégué
................................................
(nome, posizione e firma - Nombre, cargo en la empresa y firma
- Nome, Cargo na empresa e assinatura)
La NORDICA S.p.A. Via Summano,104 – 36030 MONTECCHIO PRECALCINO (VICENZA) – Tel. 0445 804000 – Fax 0445 804040 Capitale Sociale Euro 8.000.000 I.v. – R.E.A. n.
104860/VI – Codice Fiscale e Partita IVA e Registro Imprese 0182840249 M. VI 007364
http://www.lanordica-extraflame.com – e-mail:info@lanordica.com
INFORMAZIONI MARCATURA CE
INFORMACIÓN DE LA MARCA CE
INFORMAÇÕES SOBRE A MARCA CE
|
DOP nr. 112
11
Laboratorio notificato - Laboratorio notificado
Laboratório notificado
RRF 1625
EN 13229
TERMOCAMINO WF 25 DSA
Distanza minima da materiali infiammabili
Distancia mínima a material inflamable
Distância mínima dos materiais inflamáveis
Emissione di CO (13 % O2 )
Emisión de CO (13 % O2 )
Emissão de CO
(13 % O2 )
Emissioni polveri (13 % O2 )
Emisión de polvos (13 % O2 )
Emissão de poeiras (13 % O2 )
Laterale / Lateral / Laterais
Posteriore / Posterior / Traseiras
60 mm
60 mm
0.11 % - 1375 mg/Nm3
mg/Nm3
Massima pressione idrica di esercizio ammessa
Máxima presión hídrica de funcionamiento admitida
Pressão hídrica máxima de exercício admitida
2.5 bar
Temperatura gas di scarico
Temperatura del gas de escape
Temperatura do de evacuação
324 °C
Potenza termica nominale
Potencia térmica nominal
Potência térmica nominal
33.8 Kw
Rendimento
Rendimiento
Rendimento
73.4 %
Tipi di combustibile
Tipos de combustible
Tipos de combustível
LEGNA – MADERA – MADEIRA
VKF - AEAI Nr.
SINTEF Nr.
15a B-VG Nr.
La NORDICA S.p.A. Via Summano,104 – 36030 MONTECCHIO PRECALCINO (VICENZA) – Tel. 0445 804000 – Fax 0445 804040 Capitale Sociale Euro 8.000.000 I.v. – R.E.A. n.
104860/VI – Codice Fiscale e Partita IVA e Registro Imprese 0182840249 M. VI 007364
http://www.lanordica-extraflame.com – e-mail:info@lanordica.com
DICHIARAZIONE DI PRESTAZIONE In base al regolamento (UE) n. 305/2011
N. 113
DECLARACIÓN DE PRESTACIÓN Conforme al reglamento (UE) n. 305/2011
DECLARAÇÃO DE DESEMPENHO Em base com o regulamento (UE) n° 305/2011
1. Codice identificativo unico del prodotto-tipo:
Código de identificación único del producto-tipo
Código de identificação único do produto-tipo
ES - PT
2. Modello e/o n. lotto e/o n. serie (Art.11-4) :
Modelo y/o n. º de lote y/o n. º de serie (Art.11-4)
Modelo e/ou nº. lote e/ou nº. série (Art.11-4)
TERMOCAMINO WF 25 X DSA
TERMOCAMINO WF 25 X DSA
3. Usi previsti del prodotto conformemente alla relativa specifica tecnica armonizzata:
Usos previstos del producto de conformidad con las especificaciones técnicas armonizadas correspondientes
Utilização prevista do produto em conformidade com a respectiva técnica especifica harmonizada
Apparecchio per il riscaldamento domestico alimentato con combustibile solido, con la produzione di acqua calda.
Aparato para calefacción doméstica, alimentado con combustible sólido, con producción de agua caliente.
Aparelho para aquecimento doméstico, alimentado com combustível sólido, com a produção de água quente.
4. Nome o marchio registrato del fabbricante (Art 11-5):
Nombre o marca registrada del fabricante (Arti 11-5)
Nome ou marca registada pelo fabricante (Art. 11-5)
La NORDICA S.p.A.
Via Summano,104 - 36030 Montecchio Precalcino (VICENZA)
+39 0445 804000 - Fax +39 0445 804040
5. Nome e indirizzo del mandatario (Art 12-2)
Nombre y dirección del mandatario (Art 12-2)
Nome e endereço do mandatário (Art. 12-2)
6. Sistema di valutazione e verifica della costanza della prestazione (Allegato 5):
Sistema de valoración y verificación de la constancia de la prestación (Anexo 5)
Sistema de avaliação e verificação da regularidade do desempenho (Anexo 5)
7. Laboratorio notificato :
Laboratorio notificado
Laboratório notificado
System 3
RRF 1625 - RRF Rhein-Ruhr Feuerstätten Numero rapporto di prova (in base al System 3)
Prüfstelle GmbH
Am Technologie Park 1 D-45307 ESSEN
Número de informe de prueba (según el System3)
Número relação de prova (em base ao System 3)
29 11 2608
8. Prestazioni dichiarate - Prestaciones declaradas - Desempenhos declarados
Specifica tecnica armonizzata - Especificación técnica armonizada - Específica técnica harmonizada
EN 13229:2001/A2:2004/AC:2007
PRESTAZIONE - Prestación Desempenho
CARATTERISTICHE essenziali - Características esenciales - Características essenciais
A1
Resistenza al fuoco - Resistencia al fuego - Resistência ao fogo
Distanza da materiali Combustibili
Distancia de mat. combustible
Distância de mat. comb.
Distanza minima, in mm - Distancia mínima, en mm - Distance minimum, en mm
spessore di isolamento retro - grosor del aislamiento revés – espessura de isolamento traseira
spessore di isolamento lato - grosor del aislamiento lado - espessura de isolamento lado
spessore di isolamento soffitto - grosor del aislamiento fondo - espessura de isolamento fundo
fronte – frente – frente
=
=
=
=
suolo - suelo - solo =
60
60
800
-
Rischio fuoriuscita combustibile - Riesgo de pérdida de combustible - Risco de vazamento de combustível
Conforme - Conforme - Em conformidade
Temperatura superficiale - Temperatura superficial - Temperatura superficial
Conforme - Conforme - Em conformidade
Sicurezza elettrica - Seguridad eléctrica - Segurança elétrica
Conforme - Conforme - Em conformidade
Accessibilità e pulizia - Accesibilidad y limpieza - Acessibilidade e limpeza
Conforme - Conforme - Em conformidade
Emissioni prodotti combustione (CO) - Emisiones de productos de combustión (CO) - Emissões de produtos de combustão (CO)
Massima pressione di esercizio - Presión máxima de trabajo - Máxima pressão de exercício
2.5 bar
Resistenza meccanica (per supportare il camino) - Resistencia mecánica (de soporte de la chimenea) - Resistência mecânica (para suportar a chaminé)
Prestazioni termiche
Prestaciones térmicas
Desempenho térmico
CO [0.11%]
Potenza nominale - Potencia nominal - Potência nominal
Potenza resa all’ambiente - Potencia suministrada al entorno - Potência libertada no ambiente
Potenza ceduta all’acqua - Potencia cedida al agua - Potência cedida à água
NDP
27.1 kW
8.9 kW
18.2 kW
Rendimento - Rendimiento - Temperatura fumos
η [76.5%]
Temperatura fumi - Temperatura de humos - Température des fumées
T [297 °C]
9. La prestazione del prodotto di cui ai punti 1 e 2 è conforme alla prestazione dichiarata di cui al punto 8.
La prestación del producto según se establece en los puntos 1 y 2 cumple con las prestaciones declaradas según el punto 8.
O desempenho do produto ao qual se referem os pontos 1 e 2 estão em conformidade com o desempenho declarado no ponto 8
Si rilascia la presente dichiarazione di prestazione sotto la responsabilità esclusiva del fabbricante di cui al punto 4.
Se expide esta declaración de prestación bajo la responsabilidad exclusiva del fabricante, según se establece en el punto 4.
É emitida a presente declaração de desempenho sob a responsabilidade exclusiva do fabricante referido no ponto 4.
09/06/2013 Montecchio Precalcino (VICENZA)
(Data e luogo di emissione - Lugar y fecha de emisión
Data e local de emissão )
GIANNI RAGUSA
Amministratore delegato - Managing Director
Geschäftsführer - Administrateur délégué
................................................
(nome, posizione e firma - Nombre, cargo en la empresa y firma
- Nome, Cargo na empresa e assinatura)
La NORDICA S.p.A. Via Summano,104 – 36030 MONTECCHIO PRECALCINO (VICENZA) – Tel. 0445 804000 – Fax 0445 804040 Capitale Sociale Euro 8.000.000 I.v. – R.E.A. n.
104860/VI – Codice Fiscale e Partita IVA e Registro Imprese 0182840249 M. VI 007364
http://www.lanordica-extraflame.com – e-mail:info@lanordica.com
INFORMAZIONI MARCATURA CE
INFORMACIÓN DE LA MARCA CE
INFORMAÇÕES SOBRE A MARCA CE
|
DOP nr. 113
11
Laboratorio notificato - Laboratorio notificado
Laboratório notificado
RRF 1625
EN 13229
TERMOCAMINO WF 25 X DSA
Distanza minima da materiali infiammabili
Distancia mínima a material inflamable
Distância mínima dos materiais inflamáveis
Emissione di CO (13 % O2 )
Emisión de CO (13 % O2 )
Emissão de CO
(13 % O2 )
Emissioni polveri (13 % O2 )
Emisión de polvos (13 % O2 )
Emissão de poeiras (13 % O2 )
Laterale / Lateral / Laterais
Posteriore / Posterior / Traseiras
60 mm
60 mm
0.11 % - 1375 mg/Nm3
mg/Nm3
Massima pressione idrica di esercizio ammessa
Máxima presión hídrica de funcionamiento admitida
Pressão hídrica máxima de exercício admitida
2.5 bar
Temperatura gas di scarico
Temperatura del gas de escape
Temperatura do de evacuação
297 °C
Potenza termica nominale
Potencia térmica nominal
Potência térmica nominal
27.1 Kw
Rendimento
Rendimiento
Rendimento
76.5 %
Tipi di combustibile
Tipos de combustible
Tipos de combustível
LEGNA – MADERA – MADEIRA
VKF - AEAI Nr.
SINTEF Nr.
15a B-VG Nr.
La NORDICA S.p.A. Via Summano,104 – 36030 MONTECCHIO PRECALCINO (VICENZA) – Tel. 0445 804000 – Fax 0445 804040 Capitale Sociale Euro 8.000.000 I.v. – R.E.A. n.
104860/VI – Codice Fiscale e Partita IVA e Registro Imprese 0182840249 M. VI 007364
http://www.lanordica-extraflame.com – e-mail:info@lanordica.com
DICHIARAZIONE DI PRESTAZIONE In base al regolamento (UE) n. 305/2011
N. 143
DECLARACIÓN DE PRESTACIÓN Conforme al reglamento (UE) n. 305/2011
DECLARAÇÃO DE DESEMPENHO Em base com o regulamento (UE) n° 305/2011
1. Codice identificativo unico del prodotto-tipo:
Código de identificación único del producto-tipo
Código de identificação único do produto-tipo
ES - PT
2. Modello e/o n. lotto e/o n. serie (Art.11-4) :
Modelo y/o n. º de lote y/o n. º de serie (Art.11-4)
Modelo e/ou nº. lote e/ou nº. série (Art.11-4)
TERMOCAMINO WF PLUS DSA
TERMOCAMINO WF PLUS DSA
3. Usi previsti del prodotto conformemente alla relativa specifica tecnica armonizzata:
Usos previstos del producto de conformidad con las especificaciones técnicas armonizadas correspondientes
Utilização prevista do produto em conformidade com a respectiva técnica especifica harmonizada
Apparecchio per il riscaldamento domestico alimentato con combustibile solido, con la produzione di acqua calda.
Aparato para calefacción doméstica, alimentado con combustible sólido, con producción de agua caliente.
Aparelho para aquecimento doméstico, alimentado com combustível sólido, com a produção de água quente.
4. Nome o marchio registrato del fabbricante (Art 11-5):
Nombre o marca registrada del fabricante (Arti 11-5)
Nome ou marca registada pelo fabricante (Art. 11-5)
La NORDICA S.p.A.
Via Summano,104 - 36030 Montecchio Precalcino (VICENZA)
+39 0445 804000 - Fax +39 0445 804040
5. Nome e indirizzo del mandatario (Art 12-2)
Nombre y dirección del mandatario (Art 12-2)
Nome e endereço do mandatário (Art. 12-2)
6. Sistema di valutazione e verifica della costanza della prestazione (Allegato 5):
Sistema de valoración y verificación de la constancia de la prestación (Anexo 5)
Sistema de avaliação e verificação da regularidade do desempenho (Anexo 5)
7. Laboratorio notificato :
Laboratorio notificado
Laboratório notificado
System 3
TÜV 0035 - RRF Rhein-Ruhr Feuerstätten Numero rapporto di prova (in base al System 3)
Prüfstelle GmbH
Am Technologie Park 1 D-45307 ESSEN
Número de informe de prueba (según el System3)
Número relação de prova (em base ao System 3)
K9502013T1
8. Prestazioni dichiarate - Prestaciones declaradas - Desempenhos declarados
Specifica tecnica armonizzata - Especificación técnica armonizada - Específica técnica harmonizada
EN 13229:2001/A2:2004/AC:2007
PRESTAZIONE - Prestación Desempenho
CARATTERISTICHE essenziali - Características esenciales - Características essenciais
A1
Resistenza al fuoco - Resistencia al fuego - Resistência ao fogo
Distanza da materiali Combustibili
Distancia de mat. combustible
Distância de mat. comb.
Distanza minima, in mm - Distancia mínima, en mm - Distance minimum, en mm
spessore di isolamento retro - grosor del aislamiento revés – espessura de isolamento traseira
spessore di isolamento lato - grosor del aislamiento lado - espessura de isolamento lado
spessore di isolamento soffitto - grosor del aislamiento fondo - espessura de isolamento fundo
fronte – frente – frente
=
=
=
=
suolo - suelo - solo =
100
300
800
-
Rischio fuoriuscita combustibile - Riesgo de pérdida de combustible - Risco de vazamento de combustível
Conforme - Conforme - Em conformidade
Temperatura superficiale - Temperatura superficial - Temperatura superficial
Conforme - Conforme - Em conformidade
Sicurezza elettrica - Seguridad eléctrica - Segurança elétrica
Conforme - Conforme - Em conformidade
Accessibilità e pulizia - Accesibilidad y limpieza - Acessibilidade e limpeza
Conforme - Conforme - Em conformidade
Emissioni prodotti combustione (CO) - Emisiones de productos de combustión (CO) - Emissões de produtos de combustão (CO)
Massima pressione di esercizio - Presión máxima de trabajo - Máxima pressão de exercício
2.5 bar
Resistenza meccanica (per supportare il camino) - Resistencia mecánica (de soporte de la chimenea) - Resistência mecânica (para suportar a chaminé)
Prestazioni termiche
Prestaciones térmicas
Desempenho térmico
CO [0,06%]
Potenza nominale - Potencia nominal - Potência nominal
Potenza resa all’ambiente - Potencia suministrada al entorno - Potência libertada no ambiente
Potenza ceduta all’acqua - Potencia cedida al agua - Potência cedida à água
NDP
20.5 kW
9 kW
11.3 kW
Rendimento - Rendimiento - Temperatura fumos
η [85.5%]
Temperatura fumi - Temperatura de humos - Température des fumées
T [200 °C]
9. La prestazione del prodotto di cui ai punti 1 e 2 è conforme alla prestazione dichiarata di cui al punto 8.
La prestación del producto según se establece en los puntos 1 y 2 cumple con las prestaciones declaradas según el punto 8.
O desempenho do produto ao qual se referem os pontos 1 e 2 estão em conformidade com o desempenho declarado no ponto 8
Si rilascia la presente dichiarazione di prestazione sotto la responsabilità esclusiva del fabbricante di cui al punto 4.
Se expide esta declaración de prestación bajo la responsabilidad exclusiva del fabricante, según se establece en el punto 4.
É emitida a presente declaração de desempenho sob a responsabilidade exclusiva do fabricante referido no ponto 4.
09/06/2013 Montecchio Precalcino (VICENZA)
(Data e luogo di emissione - Lugar y fecha de emisión
Data e local de emissão )
GIANNI RAGUSA
Amministratore delegato - Managing Director
Geschäftsführer - Administrateur délégué
................................................
(nome, posizione e firma - Nombre, cargo en la empresa y firma
- Nome, Cargo na empresa e assinatura)
La NORDICA S.p.A. Via Summano,104 – 36030 MONTECCHIO PRECALCINO (VICENZA) – Tel. 0445 804000 – Fax 0445 804040 Capitale Sociale Euro 8.000.000 I.v. – R.E.A. n.
104860/VI – Codice Fiscale e Partita IVA e Registro Imprese 0182840249 M. VI 007364
http://www.lanordica-extraflame.com – e-mail:info@lanordica.com
INFORMAZIONI MARCATURA CE
INFORMACIÓN DE LA MARCA CE
INFORMAÇÕES SOBRE A MARCA CE
|
DOP nr. 143
13
Laboratorio notificato - Laboratorio notificado
Laboratório notificado
TÜV 0035
EN 13240
TERMOCAMINO WF PLUS DSA
Distanza minima da materiali infiammabili
Distancia mínima a material inflamable
Distância mínima dos materiais inflamáveis
Emissione di CO (13 % O2 )
Emisión de CO (13 % O2 )
Emissão de CO
(13 % O2 )
Laterale / Lateral / Laterais
Posteriore / Posterior / Traseiras
300 mm
100 mm
0,06 % - 727 mg/Nm3
Emissioni polveri (13 % O2 )
Emisión de polvos (13 % O2 )
Emissão de poeiras (13 % O2 )
15.4 mg/Nm3
Massima pressione idrica di esercizio ammessa
Máxima presión hídrica de funcionamiento admitida
Pressão hídrica máxima de exercício admitida
2.5 bar
Temperatura gas di scarico
Temperatura del gas de escape
Temperatura do de evacuação
200 °C
Potenza termica nominale
Potencia térmica nominal
Potência térmica nominal
20.5 Kw
Rendimento
Rendimiento
Rendimento
85.5 %
Tipi di combustibile
Tipos de combustible
Tipos de combustível
LEGNA – MADERA – MADEIRA
VKF - AEAI Nr.
SINTEF Nr.
15a B-VG Nr.
TUV-K9502013S2
La NORDICA S.p.A. Via Summano,104 – 36030 MONTECCHIO PRECALCINO (VICENZA) – Tel. 0445 804000 – Fax 0445 804040 Capitale Sociale Euro 8.000.000 I.v. – R.E.A. n.
104860/VI – Codice Fiscale e Partita IVA e Registro Imprese 0182840249 M. VI 007364
http://www.lanordica-extraflame.com – e-mail:info@lanordica.com
Capitolo 11
Los datos y los modelos no suponen un compromiso para el fabricante:
la empresa se reserva el derecho de aportar modificaciones y mejoras
sin previo aviso.
Os dados e os modelos não são comprometedores:
a empresa reserva-se o direito de efetuar modificações e melhorias
sem nenhum tipo de prévio aviso.
La NORDICA S.p.A.
Via Summano, 104 – 36030 Montecchio Precalcino – VICENZA – ITALIA
Tel: +39 0445 804000 – Fax: +39 0445 804040
email: info@lanordica.com - http: www.lanordica-extraflame.com

6095102 - SP-PT
41
- Rev.05
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