EDITAL - Banco do Brasil

EDITAL - Banco do Brasil
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BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
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SEÇÃO I
BELFORD ROXO RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
EDITAL
TOMADA DE PREÇOS
OBJETO: contratação para Reforma para Relocalização da Agência Belford Roxo RJ
IMPORTANTE:
• Retirada do Edital
data limite : 26.06.2009
hora:10h às 16h
• Formalização de consulta:
data limite: 24.06.2009
até as 16h
e-mail:[email protected]
• Recebimento:
data limite :29.06.2009
hora: 10:30
abertura dos envelopes
data :29.06.2009
hora: 10:30
• Custo de reprodução:
1 CD RW (acondicionado em caixa e com identificação do fabricante)
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TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
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ÍNDICE
1.
EDITAL:
SEÇÃO I
ITEM
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
ASSUNTO
OBJETO
ITEM ORÇAMENTÁRIO
RETIRADA DO EDITAL/FORMALIZAÇÃO DE CONSULTAS
PRAZO PARA RECEBIMENTO E ABERTURA DOS ENVELOPES PROPOSTA
CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO
PRAZO DE VALIDADE DAS PROPOSTAS E DE CONCLUSÃO DO OBJETO DA
LICITAÇÃO
PRAZO PARA A FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO
CRONOGRAMA DAS OBRAS
ARMAZENAMENTO E ACONDICIONAMENTO DE BENS
SEÇÃO II
ITEM ASSUNTO
10.
IMPEDIMENTOS À PARTICIPAÇÃO
11.
CONDIÇÕES PARA HABILITAÇÃO
12.
CONDIÇÕES PARA ELABORAÇÃO DAS PROPOSTAS
13.
DA SESSÃO PÚBLICA E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
14.
CRITÉRIOS PARA JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
15.
IMPUGNAÇÃO AO EDITAL E RECURSOS
16.
SANÇÕES ADMINISTRATIVAS
17.
FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO
18.
GARANTIA CONTRATUAL
19.
DISPOSIÇÕES FINAIS
2.
ANEXOS AO EDITAL:
ANEXO 01 Descrição da obra objeto da contratação.
ANEXO 02 Relação de documentos para habilitação, linhas de fornecimento do SICAF, CATEC-BB e
outras condições para habilitação.
ANEXO 03 Caderno de Encargos – Parte IV – Especificações de Serviços
ANEXO 04 Caderno Geral de Encargos (CGE)
ANEXO 05 Orçamento Estimado do Banco
ANEXO 06 Orçamento Detalhado – resumo
ANEXO 07 Declaração de inexistência de empregado menor no quadro da empresa – menor de 18
anos em trabalho noturno, perigoso ou insalubre e de que não emprega menor de 16
anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de 14 anos.
ANEXO 08 Minuta de Declaração de Fato Superveniente.
ANEXO 09 Modelo de Cronograma Físico-Financeiro
ANEXO 10 Modelo de Cronograma Descritivo
ANEXO 11 Modelo de Carta-Proposta
ANEXO 12 Minuta de Procuração
ANEXO 13 Minuta de Contrato
ANEXO 14 Minuta de Declaração de Microempresa e Empresa de Pequeno Porte
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ANEXO 15 Autorização de Vistoria
ANEXO 16 Minuta de Declarações Conforme Exigido no Anexo 2
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T O M A D A DE P R E Ç O S
Nº 2009/11189 (7422)
SEÇÃO I
O BANCO DO BRASIL S.A., por intermédio da CSL – Centro de Serviços de Logística, torna público a
realização de processo licitatório, na forma abaixo, de acordo com a Lei nº 8.666/93, de 21.06.93 e
atualizações posteriores, Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006, o Decreto nº 6.204, de 05.09.2007, o
Regulamento de Licitações do Banco do Brasil, publicado no D.O.U. em 24.06.96 e os termos deste Edital,
cuja minuta-padrão foi aprovada pelo Parecer COJUR/CONSU n.º 13.884, de 03.02.2003.
1.
OBJETO
1.1
Contratação dos serviços projetados e especificados, no regime de EMPREITADA POR PREÇO
GLOBAL (MATERIAL E MÃO-DE-OBRA), consistindo encargo e responsabilidade do fornecedor
contratado a:
Reforma para Relocalização da Agência Belford Roxo RJ
1.2
Localização dos Serviços:
Os serviços serão executados no imóvel localizado na av. Benjamim Pinto Dias, 1762 - Centro Belford Roxo RJ.
1.3
Verificação Preliminar
1.3.1 Compete ao concorrente fazer prévia visita ao local onde será realizada a obra, bem como
minucioso estudo, verificação e comparação de todos os desenhos dos PROJETOS, inclusive
detalhes das especificações e demais documentos técnicos fornecidos pelo Banco para a
execução da obra ou serviço.
1.3.2 Dos resultados dessa verificação preliminar, deverá o concorrente dar imediata comunicação
escrita ao Banco, na forma prevista no item 3.1, apontando discrepâncias, omissões ou erros
que tenha observado, inclusive sobre qualquer transgressão a normas técnicas, regulamentos
ou posturas de leis em vigor, de forma a serem sanados os aspectos considerados relevantes
pela Comissão de Licitação e que possam trazer embaraços ao julgamento das propostas e
ao perfeito desenvolvimento da obra.
1.4
Para efeito da interpretação de divergências, em qualquer caso ou hipótese, fica estabelecido que:
1.4.1 em caso de divergência entre o contido em uma Especificação de Materiais e
Equipamentos-“E” ou Procedimentos-“P” e o Caderno de Encargos-Parte IV (Especificações
de Serviços), prevalecerá sempre este último;
1.4.2 em caso de divergência entre o Caderno de Encargos-Parte IV (Especificações de Serviços) e
o desenhos do projeto arquitetônico, prevalecerá sempre o primeiro;
1.4.3 em caso de divergência entre o Caderno de Encargos-Parte IV (Especificações de Serviços) e
os desenhos especializados – estrutural e instalações – prevalecerão sempre os últimos;
1.4.4 em caso de divergência entre as cotas dos desenhos e suas dimensões, medidas em escala,
o Banco, sob consulta prévia, definirá a dimensão correta;
1.4.5 em caso de divergência entre os desenhos de escalas diferentes, prevalecerão sempre os de
maior escala;
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1.4.6 em caso de divergência entre os desenhos de datas diferentes, prevalecerão sempre os mais
recentes;
1.4.7 em caso de dúvida quanto à interpretação dos desenhos, das normas “G”, “E”, “P”, do
Caderno de Encargos-Parte IV (Especificações de Serviços) ou deste Edital, será consultado
o Banco;
1.4.8 em caso de divergência entre o Caderno de Encargos-Parte IV (Especificações de Serviços) e
o presente Edital, prevalecerá sempre este último; e
1.4.9 em caso de divergência entre o projeto arquitetônico e os projetos especializados (estrutural e
instalações), prevalecerão os projetos especializados.
2.
ITENS ORÇAMENTÁRIOS:
Imóveis de Uso - Reforma e Equipamentos Incorporados;Acessibilidade.
3.
RETIRADA DO EDITAL/FORMALIZAÇÃO DE CONSULTAS
3.1
O edital poderá ser retirado em um dos endereços abaixo:
Internet - por meio de download, no Portal do Banco do Brasil: http://www.bb.com.br, Sites
Específicos – Compras, Contratações e Venda de Imóveis – Compras e Contratações – Avisos
e Editais; ou
b) Local Físico – Centro de Serviços de Logística Rio de Janeiro (RJ) – CSL RIO – Rua Barão de
São Francisco, 177 – Bloco 5 – 4º Andar – Andaraí – Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora - até 26.06.2009 das 10h às 16h
a)
Obs.: sempre que, por motivos técnicos ou operacionais, não for possível disponibilizar os
anexos ou documentos referentes ao presente edital no endereço eletrônico constante do item
3.1 “a”, tais documentos deverão ser retirados no endereço constante do item 3.1 “b”. Nestes
casos, será disponibilizado no endereço eletrônico apenas o edital e haverá mensagem
informativa no site sobre a disponibilização dos anexos e documentos.
3.2
As dúvidas decorrentes da interpretação deste Edital poderão ser esclarecidas, desde que
encaminhadas ao Centro de Serviços de Logística Rio de Janeiro (RJ) – CSL RIO no endereço
informado no item “b” acima ou através do e-mail: [email protected] até as 16h do dia
24.06.2009.
3.3
As consultas poderão ser respondidas diretamente no endereço eletrônico constante do item 3.1
4.
PRAZO PARA RECEBIMENTO E ABERTURA DOS ENVELOPES DOCUMENTOS E PROPOSTA
- Recebimento
4.1
Os envelopes lacrados contendo, respectivamente, documentação de habilitação e proposta deverão
ser identificados com os termos abaixo e entregues ao Centro de Serviços de Logística Rio de Janeiro
(RJ) – CSL RIO – Rua Barão de São Francisco, 177 – Bloco 5 – 4º Andar – Andaraí – Rio de Janeiro
(RJ) até as 16h do dia 26.06.2009, pessoalmente, ou por via postal, com AR (Aviso de Recebimento)
ou, ainda, poderão ser entregues à Comissão de Licitação no dia/horário e local previstos para
abertura dos envelopes prevista no item 4.2 desta Seção.
IDENTIFICAÇÃO DO CONCORRENTE (INFORMAR CNPJ)
ENVELOPE Nº 1 - DOCUMENTOS
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BANCO DO BRASIL S.A. - Centro de Serviços de Logística Rio de Janeiro (RJ) – CSL RIO – Rua
Barão de São Francisco, 177 – Bloco 5 – 4º Andar – Andaraí – Rio de Janeiro (RJ)
DATA/HORA DA TOMADA DE PREÇOS :29.06.2009, às 10:30
IDENTIFICAÇÃO DO CONCORRENTE (INFORMAR CNPJ)
ENVELOPE Nº 2 - PROPOSTA
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
BANCO DO BRASIL S.A. - - Centro de Serviços de Logística Rio de Janeiro (RJ) – CSL RIO – Rua
Barão de São Francisco, 177 – Bloco 5 – 4º Andar – Andaraí – Rio de Janeiro (RJ)
DATA/HORA DA TOMADA DE PREÇOS :29.06.2009, às 10:30
4.2
4.1.1
O Certificado de Cadastramento Técnico do Banco do Brasil S.A. – CATEC-BB deverá estar
acondicionado no envelope “DOCUMENTOS”.
4.1.2
A Comissão de Licitação não se responsabiliza por envelope que não for entregue
pessoalmente.
Abertura
Os envelopes DOCUMENTOS serão abertos no local, data e hora descritos a seguir:
LOCAL - Centro de Serviços de Logística Rio de Janeiro (RJ) – CSL RIO – Rua Barão de São
Francisco, 177 – Bloco 5 – 4º Andar – Andaraí – Rio de Janeiro (RJ)
DATA/HORA - dia 29.06.2009, às 10:30.
4.3
Para a abertura dos envelopes serão observados os procedimentos descritos no item 13, da Seção II,
deste Edital.
4.4
Salvo disposição expressa em contrário, ocorrendo decretação de feriado ou qualquer outro fato
superveniente que impeça a realização do certame na data marcada, todas as datas constantes deste
edital serão transferidas, automaticamente, para o primeiro dia útil - de expediente normal no Banco
do Brasil S.A., subsequente aos ora fixados.
4.5
O documento necessário para a representação do concorrente na sessão de abertura, na forma
exigida no item 19.2, da Seção II, deste Edital, deverá ser entregue à Comissão de Licitação,
APARTADO DOS ENVELOPE DOCUMENTOS.
5.
CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO
5.1
Poderão participar do processo os interessados que atenderem a TODAS as exigências contidas
neste Edital e seus anexos.
6.
PRAZO DE VALIDADE DAS PROPOSTAS E DE CONCLUSÃO DO OBJETO DA LICITAÇÃO
6.1
As propostas deverão ter prazo de validade de no mínimo 60 dias contados da data prevista para a
realização da sessão de abertura dos envelopes “PROPOSTA”.
6.2
O concorrente deverá confirmar o prazo de 90 (noventa) dias corridos, para a conclusão do objeto da
licitação – vide item 12.1.3.
7.
PRAZO PARA A FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO
7.1
O CONCORRENTE VENCEDOR terá o prazo de 03 (três) dias úteis, contados a partir da
convocação, para assinar o Contrato. Este prazo poderá ser prorrogado uma vez, por igual período,
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quando solicitado pelo CONCORRENTE VENCEDOR durante o seu transcurso e desde que ocorra
motivo justificado, aceito pelo BANCO.
8.
CRONOGRAMA DAS OBRAS
8.1 O licitante vencedor terá o prazo de 03 (três) dias para apresentar o cronograma físico-financeiro.
8.2
Os cronogramas das obras conterão 03 (três) etapas, com prazo entre uma e outra de
aproximadamente 30 (trinta) dias corridos.
8.3
Dará ensejo à rescisão do contrato o atraso decorrente da defasagem da obra em relação ao
cronograma em vigor, verificada em qualquer etapa da programação, superior a 20% (vinte por cento)
do prazo global.
9.
ARMAZENAMENTO E ACONDICIONAMENTO DE BENS
9.1
Não será disponibilizado espaço para armazenamento e acondicionamento no
canteiro de obra.
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SEÇÃO II
10.
IMPEDIMENTOS À PARTICIPAÇÃO
10.1 Estarão impedidos de participar de qualquer fase deste processo licitatório os concorrentes que se
enquadrem em uma ou mais das situações a seguir:
10.1.1 autor(es) do(s) PROJETO(S), pessoa(s) física(s) ou jurídica(s);
10.1.2 estejam constituídas sob a forma de consórcio;
10.1.3 estejam cumprindo a penalidade de suspensão temporária imposta pelo Banco;
10.1.4. sejam declarados inidôneas em qualquer esfera de Governo;
10.1.5 estejam sob falência, concordata, recuperação judicial ou extrajudicial, dissolução ou
liquidação;
10.1.6 empresas que, isoladamente ou em consórcio, sejam responsáveis pela elaboração do(s)
PROJETO(S) ou da qual o autor do projeto seja dirigente, gerente, acionista detentor de mais
de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto ou controlador, responsável técnico ou
subcontratado;
10.1.7 tenham funcionário ou membro da Administração do Banco do Brasil S.A., mesmo
subcontratado, como dirigente, acionista detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital
com direito a voto ou controlador ou responsável técnico, salvo os casos de empresa sob
controle do próprio Banco;
10.1.8 funcionário do Banco ou membro de sua Administração;
10.2 O autor do projeto ou a empresa referida no item 10.1.6 anterior, poderá participar da execução da
obra ou serviço, desde que seja na condição de consultor técnico, exclusivamente a serviço do Banco.
11.
CONDIÇÕES PARA HABILITAÇÃO
11.1 A fase de habilitação consiste na comprovação da habilitação jurídica, regularidade fiscal, qualificação
técnica e econômico-financeira do concorrente.
11.2 A critério do concorrente a habilitação jurídica, regularidade fiscal e a qualificação econômicofinanceira poderão ser feitas diretamente no Banco, ou, alternativamente, por intermédio do SISTEMA
DE CADASTRAMENTO UNIFICADO DE FORNECEDORES – SICAF, registro cadastral oficial do
Poder Executivo Federal.
11.3 A regularidade da habilitação parcial do licitante registrado no SICAF será confirmada por meio de
consulta “on-line” ao Sistema, no ato de abertura dos envelopes DOCUMENTOS.
11.4 Os documentos necessários para habilitação parcial no SICAF estão previstos no Manual do SICAF,
que contempla, também, os procedimentos e instruções de preenchimento dos formulários
necessários para registro. A relação das unidades cadastradoras poderá ser obtida, via internet, no
endereço http://www.comprasnet.gov.br/.
11.5
As orientações detalhadas para apresentação de documentos relativas à fase de habilitação constam
do Anexo 2 deste Edital.
11.6
Os documentos necessários para inscrição no Cadastro Técnico estão previstos no Edital de
Cadastramento Técnico - Engenharia, que contempla, também, os procedimentos e instruções de
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preenchimento dos formulários necessários para registro. O Edital encontra-se disponibilizado no
Portal do Banco do Brasil na Internet, endereço: http://www.bb.com.br, Sites Específicos – Compras,
Contrataçoes e Vendas – Compras e Contratações – downloads - Cadastramento Técnico Engenharia.
11.7 Na hipótese de o participante ter providenciado o seu Cadastramento no SICAF ou no CATEC-BB,
estando ainda pendente de análise e decisão quanto à regularidade das exigências de cadastro,
deverá(ão) ser apresentado(s) obrigatoriamente, à “Comissão de Licitação”, na Sessão de Abertura
dos envelopes “DOCUMENTO”, o(s) seguinte(s) documento(s):
12.
11.7.1
do SICAF: “Recibo de Solicitação de Serviço”;
11.7.2
do CATEC-BB: o “Documento de Solicitação de Cadastramento-BB”, protocolado
até o terceiro dia anterior à data da sessão pública.
CONDIÇÕES PARA ELABORAÇÃO DA PROPOSTA
12.1 As propostas deverão ser apresentadas com a identificação do concorrente, redigidas com clareza,
sem emendas, rasuras, acréscimos ou entrelinhas, devidamente datadas, assinadas na última folha e
rubricadas nas demais pelo responsável ou procurador do concorrente devidamente credenciado,
devendo delas constar os seguintes itens:
12.1.1
VALIDADE DA PROPOSTA, no prazo indicado no item 6.1, da Seção I, deste Edital;
12.1.2 DECLARAÇÃO DE PREÇO GLOBAL, em moeda corrente no País, em algarismo e por
extenso, pela qual o concorrente compromete-se a executar inteiramente as obras e serviços,
de acordo com o preconizado no presente Edital e na documentação fornecida pelo Banco.
Na hipótese de divergência entre o valor grafado em algarismo e por extenso, prevalecerá
este último;
12.1.3
CONFIRMAÇÃO DO PRAZO GLOBAL DE CONCLUSÃO DE TODOS OS SERVIÇOS E
OBRAS, indicado no item 6.2, da Seção I, deste Edital;
12.2 Deverão, ainda, ser anexados à proposta, necessariamente, os seguintes documentos:
12.2.1 ORÇAMENTO DETALHADO - de todos os serviços a seu cargo, de acordo com a ordem e a
disposição dos capítulos do Caderno de Encargos – Parte IV ou Especificações de Serviços,
consignando quantitativos, preços unitários e totais de cada item, evitando-se a cotação de
preços por “verba”; e
12.2.2 ORÇAMENTO DETALHADO-RESUMO – preenchido em 01 (uma) via com os valores
expressos em moeda corrente no País.
12.3 Para cumprimento às determinações dos artigos 13 e 14 da Lei n.º 5.194, de 24/12/1966, bem como
do artigo 1º, inciso IV, da Resolução CONFEA n.° 282, de 24/08/1983, nos orçamentos DETALHADO
E DETALHADO-RESUMO é obrigatória a assinatura de profissional habilitado, além da menção
explícita ao título profissional e ao número da carteira profissional de quem os subscrever.
12.4
Em se tratando de microempresa ou empresa de pequeno porte, constituída nos termos da Lei
Complementar nº 123, de 14.12.2006 e para que essas possam usufruir do tratamento diferenciado
previsto no capítulo V da referida Lei e do Decreto nº 6.204, de 05.09.2007, é necessário que na
identificação da mesma conste as expressões “Microempresa” ou “Empresa de Pequeno Porte” ou
suas respectivas abreviações, “ME” ou “EPP”, à sua firma ou denominação, conforme o caso e que
apresentem declaração constante do Anexo 14, documento imprescindível para habilitação.
12.4.1 A declaração referida no item anterior servirá como comprovação do enquadramento do
participante como microempresa ou empresa de pequeno porte, conforme o caso, as quais
declararão, sob as penas da lei, que cumprem os requisitos legais para a qualificação como
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“Microempresa” ou “Empresa de Pequeno Porte”, estando aptas a usufruir do tratamento
favorecido estabelecido nos arts. 42 a 49 da Lei Complementar nº 123/2006 e no Decreto nº
6.204/2007.
13.
DA SESSÃO PÚBLICA E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
13.1
A Comissão de Licitação receberá os envelopes no local, dia e horário previstos no item 4.2, da
Seção I, deste Edital e fará o credenciamento dos representantes das empresas.
13.1.1 No caso de opção pelo Certificado de Cadastramento Técnico – CATEC-BB, este deverá ser
acondicionado no envelope “DOCUMENTOS”.
13.2
Após o encerramento do prazo para recebimento dos envelopes, o que será declarado pela
Comissão de Licitação na sessão de abertura dos envelopes DOCUMENTOS, nenhum outro
envelope ou documento será recebido, dando-se início à abertura dos mesmos em duas fases: fase
de habilitação e fase de julgamento.
13.3
De todas as reuniões públicas, a Comissão de Licitação lavrará ata circunstanciada, a ser assinada
pelos membros da Comissão e pelos representantes dos concorrentes presentes a sessão ou por
aqueles nomeados na forma do item 13.4, a seguir.
13.4 Havendo acordo, e mediante lavratura em ata, os concorrentes presentes poderão nomear apenas
alguns entre eles para rubricar os documentos apresentados, seja na fase de habilitação, seja na de
julgamento de propostas.
- Fase de Habilitação
13.5
A fase de habilitação consiste na verificação de regularidade da situação do fornecedor na forma do
Anexo 02:
a)
habilitação junto ao BANCO: abertura dos envelopes DOCUMENTOS, conferência e exame
da documentação neles contida;
b)
habilitação junto ao SICAF: verificação da habilitação parcial e da linha de fornecimento dos
concorrentes no SICAF e também na abertura dos envelopes DOCUMENTOS, conferência
e exame da documentação neles contida;
c)
conferência e exame do Certificado de Cadastramento Técnico – CATEC-BB.
13.6
Será efetuada consulta “on-line” no SICAF para comprovar a habilitação parcial dos concorrentes
que optaram pela habilitação por meio do referido Sistema e o registro em, pelo menos, uma das
linhas de fornecimento relacionadas no item 2.1.2, do Anexo 02 do Edital. Nesta ocasião serão
impressas as respectivas declarações de “Situação do Fornecedor” e “Serviço do Fornecedor”,
sendo as mesmas assinadas pelos membros da Comissão de Licitação e pelos representantes dos
concorrentes presentes, ou por aqueles nomeados na forma do item 13.4, desta Seção.
13.7
Dependerá de consulta junto à SLTI (Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, vinculada
ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão) a habilitação dos concorrentes que, embora
não habilitados parcialmente no SICAF ou com documentação vencida, apresentarem, na sessão de
abertura dos envelopes DOCUMENTOS, cópia do formulário “Recibo de Solicitação de Serviço”,
protocolado no prazo regulamentar.
13.7.1 Sobre o documento do SICAF, o Recibo de Solicitação de Serviço deverá estar com os
campos relativos a documentação complementar exigida para habilitação parcial ou
atualização de documentos de habilitação parcial preenchidos, conforme o caso.
13.8
Dependerá, também, de consulta aos CSL-LICITAÇÃO (ENDEREÇO DO CSL) o credenciamento
dos participantes que apresentarem o “Documento de Solicitação de Cadastramento-BB”,
protocolado até o terceiro dia anterior à data do recebimento dos envelopes DOCUMENTOS.
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13.9
Em seguida, dar-se-á início à abertura dos envelopes DOCUMENTOS tanto dos concorrentes
habilitados parcialmente no SICAF como daqueles que optaram pela habilitação diretamente junto
ao Banco. Os documentos serão conferidos e analisados pela Comissão de Licitação.
13.10
Todos os documentos de habilitação serão rubricados pelos membros da Comissão de Licitação,
por todos os representantes dos concorrentes presentes ou por aqueles nomeados na forma do
item 13.4, desta Seção.
13.11
Se assim o permitirem as circunstâncias, a Comissão de Licitação efetuará a conferência e o exame
dos documentos de habilitação na própria reunião de abertura. Caso contrário, o fará em sessão
reservada.
13.12
Quando a documentação for analisada na própria reunião e estando presentes todos os
representantes dos concorrentes, a Comissão divulgará o resultado da habilitação, e:
13.12.1 havendo desistência de todos os concorrentes da intenção de interpor recurso, mediante
manifestação formal de todos, registrada em ata, será dada continuidade à reunião, com a
abertura dos envelopes PROPOSTA; ou
13.12.2 não havendo desistência de todos os concorrentes da intenção de interpor recurso, a
Comissão de Licitação divulgará, na própria reunião, a data da abertura dos envelopes
PROPOSTA, abrindo-se o prazo de 5 (cinco) dias úteis para interposição de recurso,
contado a partir do primeiro dia útil subseqüente àquele em que se realizou a reunião.
13.13
Na hipótese de não estarem presentes à reunião de abertura dos envelopes DOCUMENTOS todos
os representantes dos concorrentes, ou de a documentação ser analisada em sessão reservada, o
resultado da fase de habilitação e a data da abertura dos envelopes PROPOSTA serão divulgados
no Diário Oficial da União, abrindo-se o prazo de 5 (cinco) dias úteis para interposição de recursos,
contado a partir do primeiro dia útil subseqüente ao da publicação.
13.14
Caso não se proceda na mesma sessão à abertura dos envelopes PROPOSTA, estes serão
rubricados pelos membros da Comissão de Licitação e pelos representantes dos concorrentes que
assim o desejarem, para posterior guarda em local seguro, de forma a garantir a sua inviolabilidade.
13.15
Serão inabilitados os concorrentes que:
13.15.1 apresentarem qualquer documento com data de validade vencida, inclusive aqueles
relacionados no SICAF;
13.15.2 não apresentarem quaisquer dos documentos exigidos no Anexo 02, deste Edital, ou os
apresentarem com adulteração, falsificação, emenda, rasura ou vencidos;
13.15.3 não atenderem a todas as exigências deste Edital;
13.15.4 não estiverem habilitados parcialmente no SICAF ou não apresentarem a documentação
para habilitação junto ao Banco, conforme a opção de habilitação, na forma do Anexo 02.
13.16
A inabilitação será justificada pela Comissão de Licitação e impedirá o concorrente de participar das
fases posteriores.
13.17
Os envelopes DOCUMENTOS e PROPOSTA dos concorrentes inabilitados estarão disponíveis para
devolução no prazo de 60 dias a contar da publicação no D.O.U do julgamento da licitação, após o
que serão destruídos.
- Fase de Julgamento
13.18
Não tendo sido interposto recurso ou tendo havido desistência deste ou, ainda, tendo sido julgados
os recursos interpostos, dar-se-á início à fase de julgamento, com a abertura dos envelopes
PROPOSTA dos concorrentes habilitados.
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13.19
Abertos os envelopes PROPOSTA, todas as propostas e respectivos anexos serão rubricados pelos
membros da Comissão de Licitação e pelos representantes dos concorrentes presentes, ou por
aqueles nomeados na forma do item 13.4 desta Seção, após o que a Comissão de Licitação
declarará encerrada a reunião, informando que as propostas serão analisadas posteriormente.
13.20
Na apreciação das propostas, serão observados os critérios de classificação e julgamento
previstos no item 14, desta Seção.
13.21
O resultado será divulgado no Diário Oficial da União, abrindo-se o prazo de 5 (cinco) dias úteis para
interposição de recursos, a contar do primeiro dia útil subseqüente ao da publicação.
13.22
Não tendo sido interposto recurso, ou tendo havido desistência deste, ou, ainda, tendo sido julgados
os recursos interpostos, o objeto da licitação será adjudicado ao concorrente vencedor, o qual será
convocado para assinar o contrato na forma do item 7.1, da Seção I, deste Edital.
13.23
Ultrapassada a fase de habilitação e abertos os envelopes PROPOSTA, não mais caberá
desclassificar concorrentes por motivos relacionados com a habilitação, salvo em razão de fatos
supervenientes ou só conhecidos após o julgamento.
14.
CRITÉRIOS PARA JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
14.1
No julgamento das propostas, a classificação se dará em ordem crescente dos preços
apresentados, sendo considerada vencedora a proposta que cotar o MENOR PREÇO GLOBAL para
os serviços projetados e especificados no item 1.1 deste Edital.
14.2
Serão desclassificadas as propostas:
14.2.1 que não atenderem às exigências contidas neste Edital ou impuserem condições;
14.2.2 que apresentarem irregularidades ou contiverem rasuras, emendas ou entrelinhas que
comprometam seu conteúdo;
14.2.3 cujos valores sejam inferiores a 70% (setenta por cento) do menor dos seguintes valores:
a)
média aritmética dos valores das propostas superiores a 50% (cinqüenta por cento) do
valor orçado pelo Banco no Anexo 05 – Planilha de Quantitativos e Preços Estimados
do Banco; ou
b)
do valor orçado pelo Banco no Anexo 05 – Planilha de Quantitativos e Preços
Estimados do Banco.
14.3
Será exigida prestação de garantia adicional igual à diferença resultante entre 80% (oitenta por
cento) do menor valor obtido entre os itens “14.2.3-a” e “14.2.3-b” e o valor da correspondente
proposta do concorrente vencedor cujo valor total da proposta for inferior a 80% (oitenta por cento)
do menor valor apurado entre os itens “14.2.3-a” e “14.2.3-b”, para assinatura do Contrato (ver
item 18.8 deste Edital)
14.4
Não se considerará qualquer cláusula ou condições especiais no corpo da proposta, oferta de
vantagens não previstas neste Edital, nem preço ou vantagem baseados nas ofertas dos demais
concorrentes.
14.5
Poderão ser admitidas, a critério da Comissão de Licitação, alterações formais destinadas a sanar
evidentes erros que não impliquem alteração do conteúdo da proposta.
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14.6
No caso de empate entre duas ou mais propostas, a classificação se fará obrigatoriamente por
sorteio, em ato público para o qual serão convocados todos os concorrentes, vedado qualquer outro
processo. Todos os concorrentes serão comunicados, formalmente, do dia, hora e local do sorteio.
14.7 Decorridos 30 (trinta) minutos da hora marcada, sem que compareçam todos os convocados, o
sorteio será realizado a despeito das ausências.
14.8 No caso de participação de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, será assegurada, como
critério de desempate, preferência de contratação para estas, conforme previsto na Lei
Complementar nº 123, de 14.12.2006 E DO Decreto nº 6.204, de 05.09.2007.
14.8.1
A identificação do CONCORRENTE como Microempresa-ME ou Empresa de Pequeno
Porte-EPP, deverá ser feita na forma do item 12..4 deste edital.
14.9 Entende-se por empate aquelas situações em que as propostas apresentadas pelas microempresas
ou empresas de pequeno porte sejam iguais ou até 10% (dez por cento) superiores à proposta de
menor preço.
14.10 Para efeito do disposto no item 14.9 deste edital, ocorrendo o empate, proceder-se-á da seguinte
forma:
a) a microempresa ou empresa de pequeno porte melhor classificada poderá, caso seja do seu
interesse, no prazo máximo de 1 (um) dia útil, cujo termo inicial contará da consulta da
Comissão de Licitação, sob pena de preclusão do direito, apresentar proposta de preço
inferior à primeira classificada, situação em que passará à condição de primeira classificada
do certame;
b) não ocorrendo interesse da microempresa ou empresa de pequeno porte na forma da alínea “a”
deste item, serão convocadas as remanescentes que porventura se enquadrem na hipótese
do item 14.9 deste edital, na ordem classificatória, para o exercício do mesmo direito; e
c) no caso de equivalência dos valores apresentados pelas microempresas e empresas de
pequeno porte que se encontrem no intervalo estabelecido no item 14.9 deste edital, será
realizado sorteio entre elas para que se identifique aquela que primeiro poderá apresentar a
melhor oferta.
14.11 Na hipótese da não contratação nos termos previstos no item 14.10 deste edital, voltará à condição
de primeira classificada, a empresa autora da proposta de menor preço originalmente apresentada.
14.12 O disposto nos itens 14.9 e 14.10 somente se aplicará quando a proposta de menor preço não tiver
sido apresentada por microempresa ou empresa de pequeno porte.
14.13
Caso todos os concorrentes sejam inabilitados ou todas as propostas desclassificadas, o Banco
poderá fixar aos participantes o prazo de 8 (oito) dias úteis para apresentação de nova
documentação ou de novas propostas, excluídas as causas da inabilitação ou desclassificação.
Todos os concorrentes serão comunicados, formalmente, do dia, hora e local da abertura dos novos
envelopes. Neste caso, o prazo de validade das propostas será contado da nova data de abertura
dos envelopes PROPOSTA..
15.
IMPUGNAÇÃO AO EDITAL E RECURSOS
15.1
As impugnações ao Edital e os recursos contra as decisões referentes ao processo deverão ser
formalizados e protocolados junto à dependência do Banco indicada no item 3.1 - Seção I deste
Edital e seu processamento se dará por intermédio da Comissão de Licitação.
15.2
Recebido, o recurso será comunicado aos demais concorrentes, que poderão impugná-lo, no prazo
de 5 (cinco) dias úteis. Findo esse prazo, a Comissão de Licitação poderá reconsiderar sua decisão
ou encaminhar o recurso, devidamente informado, ao GERENTE DE ÁREA, para a decisão final.
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15.3
O prazo para interposição de recurso será contado a partir do primeiro dia útil subseqüente ao da
intimação do ato.
15.4
Com a divulgação do resultado – de habilitação ou de julgamento – estará automaticamente
franqueada vista dos autos do processo aos concorrentes durante o prazo previsto para a
interposição de recursos e/ou impugnações aos recursos, e no horário fixado para o atendimento ao
público - item 3 - Seção I deste Edital.
15.5
Os recursos das decisões referentes à fase de habilitação e à fase de julgamento de propostas
terão efeito suspensivo, podendo o Banco do Brasil S.A., motivadamente e se de seu interesse,
atribuir efeito suspensivo aos recursos interpostos contra outras decisões.
15.6
As questões relativas à habilitação preliminar dos concorrentes no SICAF e ao cadastramento no
CATEC-BB deverão ser dirimidas diretamente pelo interessado junto à respectiva Unidade
Cadastradora (SICAF) ou Centro de Serviços de Logística – CSL/LICITAÇÃO (CATEC-BB) e não
terão efeito suspensivo, nos termos do artigo 109, I, d, da Lei 8.666/93 e parágrafo segundo do
mesmo artigo.
15.7
Decairá do direito de impugnar os termos do presente Edital aquele que venha a apontar, fora do
prazo legal, falhas ou irregularidades que o viciariam, hipótese em que tal comunicação não terá
efeito de recurso.
15.8
Não serão conhecidas as impugnações e os recursos apresentados fora do prazo legal e/ou
subscritos por representante não credenciado legalmente ou não identificado no processo para
responder pelo concorrente.
16.
16.1
SANÇÕES ADMINISTRATIVAS
As seguintes sanções poderão ser aplicadas aos concorrentes e à CONTRATADA, conforme o
caso, sem prejuízo da reparação dos danos causados ao Banco pelo infrator:
16.1.1 advertência;
16.1.2 multa;
16.1.3 suspensão temporária do direito de licitar e contratar com o Banco e suas subsidiárias, por
período não superior a 2 (dois) anos;
16.1.4 declaração de inidoneidade para licitar e contratar com a Administração Pública enquanto
perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação
perante a própria autoridade que aplicou a penalidade.
16.2 Nenhuma sanção será aplicada sem o devido processo administrativo, que prevê defesa prévia do
interessado e recurso nos prazos definidos em lei, sendo-lhe franqueada vista ao processo.
16.3 ADVERTÊNCIA
16.3.1 A advertência poderá ser aplicada quando ocorrer:
a) descumprimento das obrigações editalícias ou contratuais que não acarretem prejuízos
para o Banco;
b) execução insatisfatória ou pequenos transtornos ao desenvolvimento dos serviços, desde
que sua gravidade não recomende a aplicação da suspensão temporária ou declaração de
inidoneidade.
16.4 MULTA
16.4.1 A multa poderá ser aplicada nos percentuais e condições indicados no contrato.
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16.4.2 A multa poderá ser aplicada cumulativamente com as demais sanções, não terá caráter
compensatório, e a sua cobrança não isentará a CONTRATADA da obrigação de indenizar
eventuais perdas e danos.
16.4.3 O CONTRATANTE poderá aplicar à CONTRATADA multa por inexecução total ou parcial do
contrato correspondente a até 20% (vinte por cento) do valor da nota fiscal/fatura do objeto
contratado.
16.4.4 A multa aplicada à CONTRATADA e os prejuízos por ela causados ao Banco serão deduzidos
de qualquer crédito a ela devido, cobrados diretamente ou judicialmente.
16.4.5 A CONTRATADA desde logo autoriza o CONTRATANTE a descontar dos valores por ele
devidos o montante das multas a ela aplicadas.
16.4.6 Quando estiver encerrando o prazo de vigência do contrato, a multa moratória será autoaplicável, não cabendo defesa prévia à CONTRATADA.
16.5 SUSPENSÃO TEMPORÁRIA
16.5.1 A suspensão temporária poderá ser aplicada quando ocorrer:
a) apresentação de documentos falsos ou falsificados;
b) retirada da proposta, sem que a Comissão de Licitação tenha aceito as justificativas
apresentadas;
c) recusa injustificada em assinar o contrato, dentro do prazo estabelecido pelo Banco;
d) reincidência de execução insatisfatória dos serviços contratados;
e) atraso, injustificado, na execução/conclusão dos serviços, contrariando o disposto no
contrato;
f) reincidência na aplicação das penalidades de advertência ou multa;
g) irregularidades que ensejem a frustração da licitação ou a rescisão contratual;
h) condenação definitiva por praticar fraude fiscal no recolhimento de quaisquer tributos;
i) prática de atos ilícitos visando a frustrar os objetivos da licitação ou prejudicar a execução
do contrato;
j) prática de atos ilícitos que demonstrem não possuir o concorrente idoneidade para
contratar com o Banco
16.6 DECLARAÇÃO DE INIDONEIDADE PARA LICITAR E CONTRATAR COM A ADMINISTRAÇÃO
PÚBLICA
16.6.1 A declaração de inidoneidade poderá ser proposta ao Ministro da Fazenda quando constatada
a má-fé, ação maliciosa e premeditada em prejuízo do Banco, evidência de atuação com
interesses escusos ou reincidência de faltas que acarretem prejuízo ao Banco ou aplicações
sucessivas de outras penalidades.
17.
FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO
17.1
Após o julgamento da proposta, a homologação do resultado pela autoridade competente e a
adjudicação do objeto, o BANCO DO BRASIL S.A. e o CONCORRENTE VENCEDOR poderão
firmar contrato específico visando a execução do objeto desta licitação nos termos da minuta de
Contrato (Anexo 13) que integra este Edital.
17.2
O CONCORRENTE VENCEDOR será convocado no prazo estabelecido no item 7.1, da Seção I,
deste Edital.
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17.3
No ato da contratação, o PARTICIPANTE VENCEDOR deverá apresentar documento que habilite o
seu representante a assinar o Contrato em nome da empresa (procuração reconhecida em cartório
ou contrato social).
17.4
A recusa injustificada do CONCORRENTE VENCEDOR em assinar o Contrato dentro do prazo
estabelecido caracterizará o descumprimento total das obrigações assumidas, reservando-se ao
BANCO o direito de, independente de qualquer aviso ou notificação, realizar nova licitação ou
convocar os concorrentes remanescentes, respeitada a ordem de classificação, prevalecendo, neste
caso, as mesmas condições da proposta do primeiro classificado, inclusive quanto ao preço.
17.5
Os concorrentes remanescentes convocados na forma do item 17.4, que não concordarem em
assinar o Contrato, não estarão sujeitos às penalidades mencionadas no item 16.
17.6
A assinatura do Contrato estará condicionada à regularidade da situação do CONCORRENTE
VENCEDOR inclusive a demonstração da qualificação técnica exigida no Anexo 02.
.
17.7
No caso de obra a ser realizada fora da jurisdição do concorrente, a assinatura do Contrato fica
condicionada à comprovação de visto pelo CREA jurisdicionante do local da obra.
17.8
Caso o CONCORRENTE VENCEDOR seja Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte,
constituída na forma da Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006 e do Decreto nº 6.204, de
05.09.2007, a comprovação da regularidade fiscal será condição indispensável para a assinatura
do contrato, sem prejuízo das disposições previstas nos itens acima.
17.8.1 Havendo alguma restrição na regularidade fiscal, será assegurado prazo de 02 (dois) dias
úteis, cujo termo inicial corresponderá ao momento em que a Microempresa ou Empresa de
Pequeno Porte for declarada a vencedora do certame, prorrogáveis por igual período, para a
regularização da documentação, pagamento ou parcelamento do débito e emissão de
eventuais certidões negativas ou positivas, com efeito de certidão negativa.
Obs.: a) a declaração do vencedor de que trata este subitem acontecerá no momento
posterior ao julgamento das propostas; e
b) a prorrogação do prazo previsto neste subitem será sempre concedida pelo
Banco, quanto requerida pelo CONCORRENTE, a não ser que exista urgência
na contratação, devidamente justificada.
17.8.2
A não regularização da documentação no prazo acima estipulado, implicará na decadência
do direito à contratação pela Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte, sem prejuízo
das sanções previstas no item 16, sendo facultado ao BANCO convocar os licitantes
remanescentes, na ordem de classificação, para a assinatura do contrato, ou revogar a
licitação.
17.9
A assinatura do contrato será precedida da revisão dos cronogramas.
17.10
A rescisão do contrato poderá ocorrer nas seguintes hipóteses:
17.10.1 administrativamente, a qualquer tempo, por ato unilateral e escrito do CONTRATANTE,
além dos casos enumerados nos incisos I a XII e XVI a XVIII do art. 78 da Lei nº 8.666/93,
nas seguintes situações:
a) abandono da obra, assim considerada, para os efeitos contratuais, a paralisação
imotivada dos serviços por mais de 10 (dez) dias corridos;
b) atraso decorrente da defasagem da obra em relação ao cronograma em vigor,
verificada em qualquer etapa da programação, superior ao percentual previsto no item
8.3, da Seção I, deste Edital;
c) colocação de empecilhos à realização, pela FISCALIZAÇÃO, de vistorias às obras ou
serviços contratados; e/ou
d) cometimento reiterado de faltas na execução da obra.
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17.10.2 amigavelmente, formalizada em autorização escrita e fundamentada do CONTRATANTE,
mediante aviso prévio, por escrito, de 90 (noventa) dias ou de prazo menor a ser
negociado pela partes à época da rescisão; e
17.10.3 judicialmente, nos termos da legislação.
17.11
Os casos de rescisão contratual serão formalmente motivados nos autos do processo, assegurado o
contraditório e a ampla defesa.
17.12
O desenvolvimento e o pagamento dos serviços contratados deverão obedecer a um ritmo que
satisfaça perfeitamente aos cronogramas físico-financeiro e descritivo, a serem apresentados pelo
concorrente vencedor, necessariamente de conformidade com os modelos anexos, para aprovação
pelo Banco preliminarmente à assinatura do Contrato, do qual passará a ser parte integrante:
17.12.1 cronograma descritivo, que representa as condições de pagamento a serem observadas,
traduzirá literalmente o cronograma físico-financeiro, e sua existência objetiva, apenas,
permitir a melhor visualização dos serviços executados;
17.12.2 o grau de desenvolvimento ou estágios sucessivos, que cumprirá satisfazer em cada prazo
parcial, deverá ficar perfeitamente caracterizado nos cronogramas - quer por etapas típicas
da obra ou por quantidade certa de serviços - no sentido de permitir sua fácil verificação.
Da mesma forma, deverá haver compatibilidade, em cada estágio, entre o desembolso
financeiro correspondente e a contraprestação de execução de obra ou serviço, vedada a
antecipação de pagamentos;
17.12.3 os prazos parciais serão expressos em dias corridos, a contar da data do início dos
serviços, devendo coincidir a data da conclusão do último deles com a de expiração do
prazo global;
17.12.4 os cronogramas das obras deverão obedecer o previsto no item 8.1, da Seção I, deste
Edital; e
17.13
18.
As condições de faturamento e pagamento, bem como outras relativas à contratação dos serviços,
constam da minuta de Contrato que integra este Edital.
GARANTIA CONTRATUAL
18.1 A Contratada se obriga a manter, durante toda a vigência do contrato, garantia no valor equivalente a
5% (cinco por cento) do preço global contratado, devendo apresentar ao CONTRATANTE, conforme
previsão contratual (Anexo 13), o comprovante de uma das modalidades a seguir:
18.1.1 fiança bancária;
18.1.2 seguro-garantia; ou
18.1.3 caução em dinheiro.
18.2 Em caso de fiança bancária, deverão constar no instrumento, os seguintes requisitos:
18.2.1 prazo de validade correspondente ao período de vigência do contrato;
18.2.2 expressa afirmação do fiador de que, como devedor solidário e principal do pagador, fará o
pagamento ao Banco do Brasil S.A., independentemente de interpelação judicial, caso o
afiançado não cumpra suas obrigações;
18.2.3 expressa renúncia do fiador ao benefício de ordem e aos direitos previstos nos artigos 827 e
838 do Código Civil; e
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18.2.4 cláusula que assegure a atualização do valor afiançado.
18.3 Não será aceita fiança bancária que não atenda aos requisitos estabelecidos no item anterior.
18.4 Em se tratando de seguro-garantia:
18.4.1 a apólice deverá indicar o CONTRATANTE como beneficiário; e
18.4.2 não será aceita apólice que contenha cláusulas contrárias aos interesses do Banco.
18.5 O valor em dinheiro depositado em caução será administrado pelo BANCO DO BRASIL S.A., por meio
de aplicações financeiras, de comum acordo com a CONTRATADA, que terá acesso aos extratos de
simples verificação da conta de caução.
18.6 Tratando-se de caução em dinheiro, no caso de prestação da garantia adicional prevista no item 14.3
desta Seção, exigida também conforme previsão contratual, o PROPONENTE VENCEDOR
depositará o valor correspondente em dinheiro, aplicando-se o disposto no item anterior.
18.7 Utilizada a garantia, a CONTRATADA fica obrigada a integralizá-la no prazo de 5 (cinco) dias úteis
contado da data em que for notificada formalmente pelo CONTRATANTE.
18.8 O valor da garantia principal e, se for o caso, da garantia adicional prevista no item 14.3 deste Edital,
somente poderá ser disponibilizado à CONTRATADA quando da assinatura do Termo de
Recebimento Definitivo ou rescisão do contrato, desde que não possua obrigação ou dívida
inadimplida com o CONTRATANTE e mediante expressa autorização deste.
18.9 O Banco poderá utilizar a garantia contratual, a qualquer momento, para se ressarcir das despesas
decorrentes de quaisquer obrigações inadimplidas da CONTRATADA.
18.10 Caso ocorra dilação da obra com o conseqüente adiamento da data prevista para assinatura do
Termo de Recebimento Definitivo, a garantia nas modalidades de seguro garantia, de fiança bancária
ou da caução em dinheiro prevista no item 18.5 deverá ter sua data de vencimento revalidada para a
nova data contratual prevista.
18.11 Toda e qualquer garantia a ser apresentada responderá pelo cumprimento das obrigações da
contratada eventualmente inadimplidas na vigência do contrato e da garantia, e não serão aceitas se o
garantidor limitar o exercício do direito de execução ou cobrança ao prazo de vigência da garantia.
19.
DISPOSIÇÕES FINAIS
19.1 Considerando que o BANCO DO BRASIL S.A. está submetido às leis orçamentárias federais (LDOLOA), ficam as partes cientes de que a execução do(s) projeto(s) ao abrigo deste Edital estará
condicionado às respectivas aprovações orçamentárias.
19.2 Considerar-se-á legítimo representante do concorrente, na sessão de abertura desta licitação e nas
demais ocasiões relativas a este processo, aquele que detiver amplos poderes para tomar quaisquer
decisões relativamente a todas as fases, inclusive renúncia de interposição de recursos, devendo,
para tanto, apresentar documento de identidade com fé pública, observando-se as seguintes
situações:
19.2.1 quando se tratar de representante designado pelo concorrente no próprio SICAF, por
intermédio do formulário “Dados do Representante”, será efetuada consulta “on-line” ao
aludido Sistema, de onde será impresso o comprovante e juntado ao processo;
19.2.2 caso o representante do concorrente seja pessoa diferente das indicadas no SICAF, deverá
ser apresentado também um dos seguintes documentos:
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a) instrumento particular de procuração, assinado pelo outorgante, com firma reconhecida
em Cartório, conforme modelo constante do Anexo 12, deste Edital;
b) instrumento público de procuração contemplando os mesmos poderes relacionados na
minuta constante do modelo do Anexo 12, deste Edital; ou
c) documento de constituição da empresa, quando se tratar de sócio.
19.3
A não apresentação ou incorreção do documento de credenciamento impedirá o representante de
se manifestar nas sessões e responder pela firma.
19.4
Nas fases do procedimento licitatório, será admitido apenas um representante por concorrente.
19.5
A presente licitação não importa necessariamente em contratação, podendo o BANCO DO BRASIL
S.A. revogá-la ou anulá-la, no todo ou em parte, bem como prorrogar, a qualquer tempo, os prazos
para recebimento dos envelopes ou para sua abertura.
19.6
O concorrente é responsável pela fidelidade e legitimidade das informações prestadas e dos
documentos apresentados em qualquer fase da licitação. A falsidade de qualquer documento
apresentado ou a inveracidade das informações nele contidas implicará a imediata desclassificação
do concorrente que o tiver apresentado, ou, caso tenha sido o vencedor, o cancelamento do
contrato, sem prejuízo das demais sanções cabíveis.
19.7
É facultada à Comissão de Licitação ou à autoridade a ela superior, em qualquer fase da licitação, a
promoção de diligência destinada a esclarecer ou complementar a instrução do processo. Os
concorrentes intimados para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais deverão responder, por
escrito, no prazo determinado pela Comissão, sob pena de desclassificação. Todas as
comunicações deverão ser feitas por escrito.
19.8
Todas as condições deste Edital e seus respectivos anexos, farão parte do Contrato,
independentemente de transcrição.
19.9
Todas as decisões referentes a este processo licitatório serão comunicadas aos concorrentes
mediante intimação, a qual poderá se dar nas próprias reuniões - se presentes todos os
concorrentes - ou por qualquer meio de comunicação que comprove o recebimento, ou, ainda,
mediante publicação no Diário Oficial da União.
19.10
Durante as sessões públicas deste processo licitatório, os casos não previstos neste Edital serão
decididos pela Comissão de Licitação.
19.11
O foro designado para julgamento de quaisquer questões judiciais resultantes deste Edital será o do
local da realização do certame.
RIO DE JANEIRO, 08.06.2009.
BANCO DO BRASIL S/A
DIRETORIA DE LOGÍSTICA
CENTRO DE SERVIÇO DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
__________________________________
FERNANDO DE LACERDA WERNECK
PRESIDENTE DA COMISSÃO DE LICITAÇÃO
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ANEXO 01
===================================================================================
DESCRIÇÃO DA OBRA OBJETO DA CONTRATAÇÃO
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Reforma para Relocalização da Agência Belford Roxo RJ
Dependência
Belford Roxo RJ
===================================================================================
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===================================================================================
ANEXO 02
===================================================================================
DOCUMENTOS PARA HABILITAÇÃO
===================================================================================
A critério do concorrente, a habilitação poderá ser feita junto ao Banco, ou por meio do SICAF,
podendo, ainda, comprovar a qualificação técnica pela apresentação do Certificado de Cadastramento
Técnico do Banco do Brasil S.A. – CATEC-BB, que deverá estar acondicionado no envelope
“DOCUMENTOS”.
1.
HABILITAÇÃO JUNTO AO BANCO
1.1 Para a habilitação junto ao Banco, o concorrente deverá apresentar os seguintes documentos:
Habilitação Jurídica:
1.1.1
registro comercial, no caso de empresa individual, ato constitutivo, estatuto ou contrato
social em vigor, devidamente registrado, em se tratando de sociedades comerciais e, no
caso de sociedades por ações, acompanhado de documentos de eleição de seus
administradores.
1.1.2
inscrição do ato constitutivo, no caso de sociedades civis, acompanhada de prova de
nomeação da diretoria em exercício;
1.1.3
decreto de autorização, em se tratando de empresa ou sociedade estrangeira em
funcionamento no País, expedido pelo órgão competente, quando a atividade assim o
exigir.
Regularidade Fiscal:
1.1.4
prova de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda –
CNPJ/MF;
1.1.5
prova de inscrição no cadastro de contribuintes estadual ou municipal, se houver, relativo
ao domicílio ou sede do concorrente, pertinente a seu ramo de atividade e compatível com
o objeto contratual;
1.1.6
prova de regularidade com a Fazenda Federal, Estadual e Municipal do domicílio ou sede
do concorrente, compreendendo a Certidão de Quitação de Tributos e a Certidão Quanto à
Dívida Ativa – ou outras equivalentes na forma da lei – expedidas, em cada esfera de
governo, pelo Órgão competente;
1.1.7
prova de regularidade perante o Instituto Nacional de Seguro Social – INSS, mediante
apresentação da CND – Certidão Negativa de Débito;
1.1.8
prova de regularidade perante o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço – FGTS,
mediante apresentação do CRF – Certificado de Regularidade de Fundo de Garantia,
fornecido pela Caixa Econômica Federal;
DA QUALIFICAÇÃO TÉCNICA
1.1.9
Certidão de Registro no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
(CREA);
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1.1.10 A comprovação da qualificação técnica exigida nos itens 3.1.7 e 3.1.8, onde a parcela de
maior relevância é Obras Civis de Reforma, se dará pela apresentação, na data da
contratação, de:
a)
cópia autenticada: da Carteira de Trabalho assinada pelo
CONCORRENTE ou do Livro de Registro de Empregados ou de Contrato
de Prestação de Serviços, assinado pelo CONCORRENTE, cuja duração
seja, no mínimo, suficiente para a execução do objeto licitado ou do
Contrato Social, em caso de sócio da empresa;
b)
1.1.11
um ou mais atestados fornecido(s) por pessoas jurídicas de direito
público ou privado, acompanhado(s) das respectiva(s) Certidão(ões) de
Acervo Técnico – C.A.T., emitida(s) pelo CREA, desde que atendam as
exigências de cada tipo de serviço, conforme definido no item 1.1.10
retro (parcelas de maior relevância), admitindo-se a Certidão de Acervo
Técnico de obra específica, expedida pelo CREA. A substituição de
quaisquer desses profissionais só será admitida, em qualquer tempo, por
outro(s) que detenha(m) as mesmas qualificações aqui exigidas e por
motivos relevantes, justificáveis pelo CONCORRENTE sob avaliação do
Banco.
Alternativamente, a qualificação técnica (itens 1.1.9 e 1.1.10), poderá ser comprovada
mediante a apresentação do Certificado de Cadastramento Técnico do Banco do Brasil
S.A. – CATEC-BB, emitido pelos Centro de Serviços de Logística – CSL - LICITAÇÕES e
dentro do prazo de validade do documento. O concorrente deverá estar cadastrado nos
itens/capacidade de fornecimento abaixo relacionados:
03.20.100.730400 - Reforma em Imóveis - Mão de Obra
Médio Porte
1.1.11.1
Os documentos necessários para inscrição no Cadastro Técnico estão
previstos no Edital de Cadastramento Técnico - Engenharia, que contempla,
também, os procedimentos e instruções de preenchimento dos formulários
necessários para registro. O Edital encontra-se disponibilizado no Portal do
Banco do Brasil na Internet, endereço: http://www.bb.com.br, Sites Específicos
– Compras, Contratações e Venda de Imóveis – Compras e Contratações –
downloads - Cadastramento Técnico - Engenharia.
1.1.11.2
Os concorrentes que não estejam cadastrados no Cadastro Técnico poderão
solicitar sua inscrição nos Centros de Serviços de Logística-CSL, relacionados
no endereço eletrônico acima, até o terceiro dia anterior à data da abertura dos
envelopes “DOCUMENTOS”.
QUALIFICAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA:
1.1.12 certidão negativa de pedido de falência ou concordata expedida pelo distribuidor da sede
do concorrente que esteja dentro do prazo de validade expresso na própria certidão. Caso
as certidões sejam apresentadas sem indicação do prazo de validade, serão consideradas
válidas, para este certame, aquelas emitidas há no máximo 90 (noventa) dias da data
estipulada para a abertura dos envelopes DOCUMENTOS;
1.1.12.1
para as praças onde houver mais de um cartório distribuidor, deverão ser
apresentadas tantas certidões quantos forem os cartórios, cada uma emitida
por um distribuidor;
1.1.13 balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício social, já exigíveis e
apresentados na forma da legislação em vigor, acompanhado do demonstrativo das
contas de lucros e prejuízos que comprovem possuir o concorrente boa situação
financeira;
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1.1.13.1
no caso de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte, a apresentação
dessa documentação servirá também para a comprovação de enquadramento
nessa condição, de acordo com o Art. 3º da Lei Complementar nº 123, de
14.12.2006;
1.1.14 A comprovação da boa situação financeira do concorrente será baseada na obtenção de
índices de Liquidez Geral (LG), Solvência Geral (SG) e Liquidez Corrente (LC) resultantes
da aplicação das fórmulas abaixo, devendo a empresa apresentar resultado maior do que
1 (um) em todos os índices aqui mencionados:
LG = Ativo Circulante + Realizável a Longo Prazo
Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo
SG = Ativo Total
Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo
LC = Ativo Circulante
Passivo Circulante
1.1.15
2.
As empresas que apresentarem qualquer dos índices relativos à boa situação financeira
igual ou menor que 1,00 (um) deverão comprovar possuir patrimônio líquido igual ou
superior a R$ 100.000,00 (cem mil reais). A comprovação será feita mediante
apresentação do balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício
social, já exigíveis e apresentados na forma da legislação em vigor, ou por meio do
Certificado de Cadastramento Técnico – CATEC-BB, onde conste o valor atualizado do
Patrimônio Líquido.
HABILITAÇÃO POR MEIO DO SICAF
2.1
O concorrente que optar pela habilitação por meio do SICAF, registro cadastral oficial do Poder
Executivo Federal, nos termos da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, de 21.07.1995, do extinto
Ministério de Administração e Reforma do Estado – MARE e Decreto nº 3.722, 09.01.2001,
deverá atender às seguintes exigências:
2.1.1
satisfazer os requisitos relativos à fase inicial de habilitação preliminar (Art. 22, Parágrafo
1º da Lei 8.666/93) que se processará junto ao SICAF, na forma de habilitação parcial ;
2.1.2
estar registrado no SICAF para
licitado.
2.1.3
apresentar, no SICAF, todos os índices relativos à situação financeira maiores que 1,0
(um);
linha de fornecimento compatível com o objeto
2.1.3.1 as empresas que apresentarem, no SICAF, qualquer dos índices relativos à boa
situação financeira igual ou menor que 1,0 (um) deverão comprovar possuir
patrimônio líquido igual ou superior a R$ 100.000,00 (cem mil reais). A
comprovação será feita mediante apresentação do balanço patrimonial e
demonstrações contábeis do último exercício social, já exigíveis e apresentados na
forma da legislação em vigor, ou por meio do Certificado de Cadastramento
Técnico - CATEC-BB, onde conste o valor atualizado do Patrimônio Líquido.
2.1.4
apresentar:
2.1.4.1
a documentação relacionada nos itens 1.1.9 a 1.1.11 (qualificação técnica)
deste Anexo; e
2.1.4.2
a declaração de inexistência de fato superveniente impeditivo a sua
habilitação no SICAF, que o impeça de participar de licitações,
conforme minuta constante no Anexo 08 deste Edital;
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2.1.5 a comprovação da HABILITAÇÃO JURÍDICA, da REGULARIDADE FISCAL e da
QUALIFICAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA se fará mediante consulta “on-line” ao
Sistema SICAF, por ocasião da abertura dos envelopes “DOCUMENTOS”;
3.
2.1.6
os interessados em participar da presente licitação, que não estejam habilitados
parcialmente no SICAF, poderão habilitar-se em qualquer “Unidade Cadastradora” do
Sistema. A relação das unidades cadastradoras poderá ser obtida, via internet, no
endereço http://www.comprasnet.gov.br;
2.1.7
na hipótese de o participante ter providenciado o seu Cadastramento no SICAF, no prazo
máximo de até o quarto dia útil anterior à realização do certame, estando ainda pendente
de análise e decisão quanto à regularidade das exigências de cadastro, deverá ser
apresentado, à “Comissão de Licitação”, na Sessão de Abertura dos envelopes
“DOCUMENTOS”, sob pena de inabilitação, o “Recibo de Solicitação de Serviço”.
DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
3.1 Em qualquer situação (habilitação por SICAF ou junto ao BANCO) apresentar os seguintes
documentos complementares: (as declarações dos itens 3.1.2 , 3.1.3 , 3.1.4 , 3.1.5 , 3.1.7 e 3.1.8
deverão ser conforme o modelo do Anexo 16.
3.1.1
o concorrente deverá comprovar Patrimônio Líquido igual ou superior a R$ 100.000,00
(cem mil reais), por balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício
social, conforme art. 31, inc. I, da Lei nº 8.666/93, ou por meio do Certificado de
Cadastramento Técnico – CATEC-BB, onde conste o valor atualizado do Patrimônio
Líquido;
3.1.2
declaração indicando a forma escolhida para habilitação, dentre as duas opções
estipuladas no item 11.2, ou seja, habilitação pela apresentação da documentação junto
ao Banco ou por meio do SICAF;
3.1.3
declaração de inexistência em seu quadro, de funcionário de qualquer Centro de
Serviços de Logística, da Gerência de Patrimônio, Arquitetura e Engenharia – Gepae,
como dirigente, acionista detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito
a voto ou controlador, responsável técnico, representante comercial ou procurador, salvo
os casos de empresa sob controle do próprio Banco;
3.1.4
declaração de que tomou conhecimento de todas as informações e das condições para o
cumprimento das obrigações do objeto desta licitação;
3.1.5
declaração quanto à existência ou inexistência, em seu quadro, de cônjuges, inclusive
companheiros(as), parentes até 2º grau (filhos, netos, irmãos, pais, avós), pais adotivos,
padrastos, enteados, cunhados, sogros, genros, noras ou de outras pessoas que
mantenham vínculos de natureza técnica, comercial, econômica ou financeira com
funcionários do CSL responsável pela licitação. Em caso de existência, deverá ser
indicado o nome do funcionário;
3.1.6
declaração de que não emprega menor de 18 anos em trabalho noturno, perigoso ou
insalubre e não emprega menor de 16, salvo na condição de aprendiz, a partir de 14
anos, na forma da minuta constante do Anexo 07;
3.1.7
Declaração de que, na data da contratação, haverá, em seu quadro de pessoal,
profissional(is) de nível superior detentor(es) de acervo técnico por execução de obra ou
serviço de características semelhantes às do objeto desta licitação.
3.1.8
Declaração formal de que disponibilizará estrutura operacional (pessoal e material)
adequada ao perfeito cumprimento do objeto da licitação, sendo a equipe técnica
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===================================================================================
mínima, para execução, aquela descrita no Caderno de Encargos Parte IV – (Anexo 3),
além de ESPECIFICAMENTE:
Engenheiro Residente.
3.1.9
no caso de Microempresas-ME e Empresas de Pequeno Porte-EPP, declaração de
enquadramento nessas situações, conforme minuta constante do ANEXO 14.
4. Os documentos exigidos neste Edital deverão ser apresentados no original, em cópia autenticada
por cartório, ou por publicação em órgão da imprensa oficial. A autenticação poderá ser feita, ainda,
mediante cotejo da cópia com o original, pelos membros da Comissão de Licitação.
5. Os documentos exigidos para habilitação deverão estar com prazo de validade em vigor na data
marcada para a abertura dos envelopes DOCUMENTOS. Caso os documentos relacionados nos itens
1.1.5 a 1.1.9 deste Anexo sejam apresentados sem indicação de prazo de validade, serão
considerados, para o certame, válidos por 90 (noventa) dias a partir da data de sua emissão.
6. Os CONCORRENTES que alegarem estar desobrigados da apresentação de qualquer um dos
documentos exigidos na fase habilitatória deverão comprovar esta condição por meio de certificado
expedido por órgão competente ou legislação em vigor, apresentados na forma indicada no item
anterior
7. O documento necessário para representação do CONCORRENTE na sessão de abertura, na forma
exigida no item 19.2, da Seção II, deste Edital, deverá ser entregue à Comissão de Licitação
APARTADO DOS ENVELOPES.
REGULARIDADE FISCAL - OBSERVAÇÕES APLICÁVEIS ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS,
NA FORMA DA LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14.12.2006 E DO DECRETO Nº 6.204, DE
05.09.2007:
8. havendo alguma restrição na comprovação da regularidade fiscal, será assegurado prazo de 2 (dois)
dias úteis, cujo termo inicial corresponderá ao momento em que o CONCORRENTE (ME ou EPP) for
declarado o vencedor do certame, prorrogáveis por igual período,
para a regularização da
documentação, pagamento ou parcelamento do débito, e emissão de eventuais certidões negativas ou
positivas com efeito de certidão negativa;
a) a declaração do vencedor de que trata a alínea anterior acontecerá no momento posterior ao
julgamento das propostas;
b) a prorrogação do prazo previsto na alínea “a” será sempre concedida pelo Banco, quanto
requerida pelo CONCORRENTE, a não ser que exista urgência na contratação na contratação,
devidamente justificada;
9. A não regularização da documentação, no prazo previsto na alínea anterior, implicará decadência do
direito à contratação, sem prejuízo das sanções previstas no art. 81, da Lei nº 8.666, de 21.06.1993,
sendo facultado ao BANCO convocar os licitantes remanescentes, na ordem de classificação, para a
assinatura do contrato, ou revogar a licitação; e
10. A regularidade fiscal é condição indispensável para a assinatura do Contrato.
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ANEXO 03
ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E SERVIÇOS
AGÊNCIA BELFORD ROXO - RJ
Relocalização
CADERNO DE ENCARGOS PARTE IV
CSL/ENGENHARIA – RIO DE JANEIRO –RJ
ABRIL/2009
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INTRODUÇÃO
S-00.01
1. O CADERNO DE ENCARGOS, para construção e reforma de edifícios de propriedade do
Banco do Brasil S.A., apresenta-se em 02 (dois) volumes.
2. O primeiro deles, sob o título CADERNO GERAL DE ENCARGOS, compreende as seguintes
partes:
2.1. Primeira: Generalidades
2.2. Segunda: Especificações de Materiais e Equipamentos
2.3. Terceira: Procedimentos
3. A introdução no CADERNO GERAL DE ENCARGOS define, com clareza, o campo de
aplicação das três partes aludidas no item anterior.
4. Em síntese, O CADERNO GERAL DE ENCARGOS contém normas e especificações básicas,
não só para os serviços a serem executados na presente obra, como também, para outros
mais, cuja aplicação, embora não prevista, possa tornar-se necessária.
5. O segundo volume, sob o título CADERNO DE ENCARGOS - PARTE IV, contém
características de produtos e materiais e procedimentos complementares, além das indicações
dos locais de aplicações de cada um dos tipos de serviços previstos especificamente na
presente obra.
6. Para produtos e materiais das marcas ou fabricantes mencionados neste CADERNO DE
ENCARGOS, o proprietário admitirá o emprego de similares, desde que ouvida previamente a
fiscalização, e conforme o “Critério de Analogia” (E-AAA.01, item 2). Quando da
complementação de materiais pré-existentes, o construtor fornecerá material rigorosamente
idêntico ao existente, sob apreciação da fiscalização.
7. Em resumo, o CADERNO GERAL DE ENCARGOS é de uso genérico, e o CADERNO DE
ENCARGOS - PARTE IV é de uso específico para uma determinada obra.
8. Eventuais dúvidas terão que ser encaminhadas de acordo com o item 3.2 do Edital.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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ÍNDICE
S-00.02
01- PRELIMINARES
01.01 - Condições Gerais
01.02 - Projetos e Caracterizações
01.03 - Norma de Segurança
02- IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO
02.01 – Diversos
02.02 – Demolições
03- MOVIMENTO DE TERRA
03.01 – Disposições Gerais
04- FUNDAÇÃO
05- ESTRUTURA
05.01 – Concreto Armado
05.02 – Fixação de Terminais de Auto-atendimento
05.03 – Estrutura Metálica
05.04 - Pré-moldados
06- ALVENARIA E OUTRAS VEDAÇÕES
06.01 – Tijolos cerâmicos
07- COBERTURA
07.01 – Diversos
08- IMPERMEABILIZAÇÃO
08.01 – Emulsão Betuminosa a frio
08.02 – Manta Asfáltica
09- TRATAMENTO TÉRMICO E ACÚSTICO (não ocorre)
10- PAVIMENTAÇÃO
10.01 – Borracha em placa ou manta
10.02 – Carpete
10.03 – Cerâmica
10.04 - Concreto e Argamassa
10.05 – Laminado melamínico
10.06 – Pedra
10,07 – Rodapés – madeira
11- REVESTIMENTO
11.01 – Argamassa
11.02 – Cerâmica
11.03 – Laminado Melamínico
11.03 – Pedra
12- DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS-FALSOS
12.01 – Divisórias Artesanais
12.02 – Divisórias Pré-fabricadas
12.03 – Divisórias de gesso acartonado
12.04 – Forros
12.05 - Pisos falsos
13- CARPINTARIA E MARCENARIA
13.01 – Esquadrias – portas
13.02 – Mobiliário – Armários
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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ÍNDICE
S-00.02
14- SERRALHERIA
14.01 – Aço
14.02 – Alumínio
15- FERRAGENS
15.01 – Portas de madeira
15.02 – Portas metálicas
15.03 – Portas de vidro temperado
16- VIDRAÇARIA
16.01 – Planos e Temperados
16.02 – Vidros Planos comuns
17- PINTURA
17.01 – Diversos
18 - ENCERAMENTO E LUSTRAÇÃO
18.01 – Diversos
19 - INSTALAÇÕES ELETRICAS, CAB. ESTRUTURADO, CFTV, ALARME E IP ADVANTAGE
19.01 – Condições Gerais
19.02 – Instalações Elétricas
19.03 – Cabeamento Estruturado
19.04 – IP Advantage e TV Corporativa
19.05 – Condutores
19,06 – Condutos
19.07 – Pontos de Utilização
19.08 - Quadros Elétricos
20 - INSTALAÇÃO DE ÁGUA
20.01 – Condições Gerais
21 - INSTALAÇÃO CONTRA INCÊNDIO
21.01 – Condições Gerais
22 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS, DE ESGOTOS E ÁGUAS PLUVIAIS
22.01 – Condições Gerais
23- INSTALAÇÕES ESPECIAIS – SISTEMAS DE SEGURANÇA
23.01 – Condições Gerais
23.02 – Materiais e Equipamentos
24- INSTALAÇÃO DE GÁS (não ocorre)
25- INSTALAÇÃO DE TRANSPORTE VERTICAL
25.01 – Plataformas Elevatórias PPNE
26- INSTALAÇÃO DE AR CONDICIONADO, VENTILAÇÃO E AQUECIMENTO
26.01 – Equipamentos, Dutos e Acessórios
27- LIXO (não ocorre)
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
ÍNDICE
S-00.02
28- EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA
28.01 – Equipamentos Sanitários
28.02 – Equipamentos de Copa e Serviços
29- DIVERSOS
29.01 – Diversos
29.02 – Sinalização Externa
29.03 - Sinalização Visual Interna
29.04 – Sinalização Visual e Tátil
30- LIMPEZA E VERIFICAÇÃO FINAL
30.01 - Condições e Norma
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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PRELIMINARES – 01
Condições Gerais
1.
NORMAS
1.1.
Conforme as normas abaixo, mais o disposto nos itens seguintes, a título de
complementação.
P-01.AAA.01
2.
4.
Condições Gerais
AMOSTRAS E CATÁLOGOS DE MATERIAIS
2.1.
3.
S-01.01
O Construtor deverá submeter à Fiscalização, em tempo hábil, amostras ou
catálogos dos materiais especificados para a obra, caso necessário, sob pena de
impugnação dos trabalhos por ventura executados.
CRITÉRIOS DE ANALOGIA
3.1.
Se as circunstâncias ou condições locais tornarem aconselhável à substituição de
alguns dos materiais especificados neste Caderno, esta substituição obedecerá ao
disposto nos itens subseqüentes e só poderá ser efetuada mediante expressa
autorização, por escrito, da Fiscalização, para cada caso particular e será regulada
pelo critério de analogia definido a seguir.
3.2.
Diz-se que dois materiais ou equipamentos apresentam analogia total ou
equivalência se desempenham idêntica função construtiva e apresentam as
mesmas características exigidas na Especificação ou no Serviço que a eles se
referem.
3.3.
Diz-se que dois materiais ou equipamentos apresentam analogia parcial ou
semelhança se desempenham idêntica função construtiva, mas não apresentam
as mesmas características exigidas na Especificação ou no Serviço que a eles se
referem.
3.4.
Na eventualidade de uma equivalência, a substituição se processará sem haver
compensação financeira para as partes, ou seja, o Contratante ou a Contratada.
3.5.
Na eventualidade de uma semelhança, a substituição se processará com a
correspondente compensação financeira para as partes, ou seja, o Contratante ou
a Contratada.
3.6.
O critério de analogia referido será estabelecido em cada caso pela Fiscalização,
sendo objeto de registro em “Ordens de Serviço”.
3.7.
Nas Especificações, a identificação de materiais ou equipamentos por determinada
marca implica, apenas a caracterização de uma analogia, ficando a distinção entre
equivalência e semelhança subordinada ao critério de analogia estabelecido no
item anterior.
3.8.
A consulta sobre analogia envolvendo equivalência ou semelhança, será efetuada
em tempo oportuno pela Contratada, não admitindo o Contratante, em nenhuma
hipótese, que dita consulta, sirva para justificar o não-cumprimento dos prazos
estabelecidos na documentação contratual.
OBJETIVO DA OBRA
4.1.
As especificações deste Caderno de Encargos – Parte IV referem-se aos serviços
a serem executados na reforma do imóvel situado à Avenida Benjamim Pinto Dias,
n° 1762, Centro, Belford Roxo, RJ, para relocalização da Agência Belford Roxo –
RJ.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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PRELIMINARES – 01
Condições Gerais
4.2.
5.
S-01.01
Trata-se de prédio comercial com 02 (dois) pavimentos e 888,28 m² de área
construída, sendo 444,14 m² no Térreo e 444,14 m no 2° Pavimento. A cobertura,
que atualmente abriga as caixas dágua e telhado, será utilizada como Área
Técnica para instalação de antena parabólica e condensadores do sistema de ar
condicionado, bem como a construção de Casa de Máquinas de Ar Condicionado
com 56,89m², o que totalizará em 945,17m² de área edificada.
DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
5.1.
Serviços a serem realizados no Pavimento Térreo:
5.1.1.
Demolição do sanitário existente na parte posterior da edificação.
5.1.2.
Execução de contrapiso regularizado em toda a área do pavimento.
5.1.3.
Execução das seguintes áreas da Agência, conforme leiaute e padrão do
Banco do Brasil:
5.1.3.1. Auto-atendimento: execução de pavimentação em granito;
instalação de carenagem para terminais de auto-atendimento,
inclusive reforço estrutural para fixação dos terminais e
iluminação embutida em sanca de gesso.
5.1.3.2. Hall de Público: execução de fechamento em vidro temperado com
porta giratória para acesso à Agência; execução de
pavimentação em granito.
5.1.3.3. Atendimento: execução de área de Atendimento nivelada com Hall
de Público e revestida com carpete.
5.1.3.4. Caixas: Instalação de guichês, sendo 01 (um) adaptado para
acessibilidade de Pessoas Portadoras de Necessidades
Especiais (PPNE), sobre piso elevado industrial e fechamento
em divisória padrão.
5.1.3.5. Os pilares das áreas de público serão revestidos com laminado
melamínico.
5.1.3.6. Instalar forro modulado mineral com sancas periféricas em gesso
para passagem dos dutos de ar condicionado com iluminação
diferenciada.
5.1.3.7. Execução de escada em concreto revestida de granito para acesso
ao 2° Pavimento; No vão sob a escada será executado Hall de
acesso ao Abastecimento dos TAA’s.
5.1.3.8. Fornecimento e instalação de plataforma elevatória para Pessoas
Portadoras de Necessidades Especiais (PPNE).
5.1.3.9. Execução de compartimentos de Cofre e SAO, com fechamento
em alvenaria e revestidos em piso cerâmico.
5.1.3.10.
5.2.
Áreas de Apoio: executar sanitários.
Serviços a serem realizados no 2° Pavimento:
5.2.1.
Execução de contrapiso regularizado em toda a área do pavimento;
5.2.2.
Retirada dos caixilhos fixos de ferro e vidro da fachada.
5.2.3.
Execução das seguintes áreas da Agência, conforme leiaute e padrão do
Banco do Brasil:
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
PRELIMINARES – 01
Condições Gerais
S-01.01
5.2.3.1. Hall de Público: execução de pavimentação em granito.
5.2.3.2. Atendimento: execução de área de Atendimento nivelada com Hall
de Público revestida com carpete. Em ambas as empenas
laterais serão executados shafts para passagem de dutos de
ar condicionado com fechamento em divisória de gesso
acartonado.
5.2.3.3. Múltiplo Uso: Fechamento em divisória naval (trecho em
painel/vidro/vidro e restante cego) e pavimentação em carpete.
5.2.3.4. Suporte, Vigilantes, Circulação, Ttelefonia e Arquivo: pavimentação
cerâmica e fechamentos em divisórias tipo naval.
5.2.3.5. Execução de Casa de Máquinas de Ar
impermeabilizada e revestida em cerâmica;
Condicionado
5.2.3.6. Execução de Sala On Line, incluindo fornecimento e instalação de
todos os equipamentos especificados, piso elevado industrial e
fechamento em alvenaria.
5.2.3.7. Áreas de Apoio: executar Sanitários, Copa e Depósito de Materiais
de Limpeza.
5.3.
5.2.4.
Todas as áreas de público e administrativas receberão forro modulado
mineral.
5.2.5.
As áreas frias receberão forro de gesso acartonado.
Serviços a serem realizados na Cobertura:
5.3.1.
Retirada parcial da cobertura de fibrocimento para execução das seguintes
áreas:
5.3.1.1. Área Técnica: para os condensadores de ar condicionado e antena
parabólica em laje impermeabilizada com manta asfáltica.
5.3.1.2. Casa de Máquinas de Ar Condicionado em 02 ambientes
impermeabilizados e revestidos em cerâmica, com laje de teto
e cobertura de telhas de fibrocimento reaproveitadas.
5.4.
5.3.2.
Substituição parcial da cobertura com instalação de telhas termo-acústicas
tipo sanduíche com elevação da calha de concreto para passagem de
dutos A.C.
5.3.3.
Execução de compartimento para
reposicionamento da visita na Laje.
5.3.4.
Revestimento das muretas da cobertura com chapim de mármore branco.
acesso
à
Cobertura,
com
Serviços gerais:
5.4.1.
Instalação do sistema de condicionamento de ar;
5.4.2.
Execução de sistema de exaustão mecânica para as Áreas de Apoio.
5.4.3.
Execução de instalações elétricas, iluminação, cabeamento estruturado,
elétrica dedicada, CFTV e controle de acesso;
5.4.4.
Fornecimento e instalação de programação visual interna;
5.4.5.
Pintura Geral;
5.4.6.
Adequação
da
dependência
às
Normas
de
Acessibilidade,
compreendendo: sinalização visual e tátil, remodelação da rampa de
acesso, execução de sanitários acessíveis nos pavimentos, instalação de
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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plataforma elevatória para acesso ao 2° Pavimento e instalação de
mobiliário especial para PPNE.
5.5.
6.
7.
Áreas Externas:
5.5.1.
Reforma da fachada principal, com substituição dos revestimentos,
instalação de vidraçaria e pórtico de acesso;
5.5.2.
Substituição dos degraus de acesso;
5.5.3.
Fornecimento e instalação de programação visual externa.
5.5.4.
Execução do passeio em cimentado.
LICENÇAS
6.1.
Ficará a cargo do Construtor, a obtenção de todas as licenças que se fizerem
necessárias à execução da obra, a saber: alvará de licença de obra; licença e
franquias das concessionárias e mantenedoras de energia elétrica, telefonia e
comunicações, água e esgoto e do Corpo de Bombeiro.
6.2.
Caberá ao CONSTRUTOR a legalização dos projetos de Arquitetura e Sinalização
Externa junto aos Órgãos Municipais, bem como dos projetos de instalações junto
às respectivas Concessionárias Locais.
6.3.
Caberá ao CONSTRUTOR a obtenção de “habite-se” após a conclusão dos
serviços, sendo este condição para recebimento definitivo da obra.
PRAZO
7.1. Deverá o Construtor imprimir um ritmo à obra de forma a garantir a conclusão da
mesma num prazo máximo de 90 (noventa) dias corridos.
8.
RESPONSABILIDADE
8.1. Como condição “sine qua non” terá o Construtor – antes do recebimento da primeira
prestação – providenciado a transferência, para a sua empresa, da
responsabilidade pela execução da obra, atribuição que, eventualmente, compete
ao profissional do Proprietário.
9.
DISPOSITIVOS PRELIMINARES
9.1. A execução de todos os serviços contratados obedecerá, rigorosamente, os projetos
fornecidos e as especificações, que complementam, no que couber, o contido no
Caderno Geral de Encargos, em seu poder e de seu conhecimento. Deverão ser
observadas, também, as demais instruções contidas na carta-convite da presente
licitação.
9.2. O Construtor deverá elaborar seu orçamento com base nos projetos de Arquitetura,
projetos complementares e especificações fornecidos pelo Banco. Eventuais
divergências entre os projetos e especificações ou omissões no orçamento não
servirão de pretexto para cobrança de serviços extras e/ou acréscimos.
9.3. O Banco não se responsabilizará por falhas em quantitativos e preços no orçamento
estimado fornecido, bem como por possíveis omissões de itens projetados /
especificados. Para todos os efeitos legais, o referido orçamento não servirá de
parâmetro para futuras reclamações durante a execução do contrato.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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PRELIMINARES – 01
Condições Gerais
S-01.01
9.4. Todas as medidas deverão ser conferidas no local, não cabendo nenhum serviço extra
por diferenças entre as medidas constantes no projeto e o existente.
9.5. Os serviços deverão ser programados e submetidos à prévia apreciação do Banco,
através desta CSL Engenharia, com a qual a empresa deverá manter perfeito
entendimento, no tocante a pessoal e horários de trabalho, de acordo com o
cronograma da obra e demais condições pré-determinadas nas especificações e
no Edital.
9.6. Compete ao Construtor fazer prévia visita ao local da obra para proceder minucioso
exame das condições locais, averiguar os serviços e material a empregar.
Qualquer dúvida ou irregularidade observada nos projetos ou especificações
deverá ser previamente esclarecida junto à Fiscalização, visto que, após
apresentada a proposta, o Banco não acolherá nenhuma reivindicação.
9.7. Não será permitida a alteração das especificações, exceto a juízo da Fiscalização e
com autorização por escrito da mesma, sob pena de impugnação dos serviços
executados.
9.8. Ficará o Construtor obrigado a demolir e a refazer os trabalhos impugnados logo após
o recebimento da Ordem de Serviço correspondente, sendo por sua conta
exclusiva a despesa decorrente dessas providências, ficando a etapa
correspondente considerada não concluída.
9.9. Durante a execução dos serviços, todas as superfícies atingidas pela obra deverão ser
recuperadas, utilizando-se material idêntico ao existente no local, procurando-se
obter perfeita homogeneidade com as demais superfícies circundantes. Todo e
qualquer dano causado às instalações vizinhas, por elementos ou funcionários da
contratada, deverá ser reparado sem ônus para o Banco.
9.10.
A obra deverá ser entregue completamente limpa e desimpedida de todo e
qualquer entulho ou pertence do Construtor, e com as instalações em perfeito
funcionamento.
9.11.
Ficará o Construtor obrigado a fornecer a seus operários uniformes e crachás para
sua identificação durante a execução da obra. O Construtor deverá fornecer
também equipamentos de segurança conforme norma P-02.FER.01.
9.12.
O Construtor deverá atualizar todos os projetos, se ocorrerem modificações
durante a obra ou se houver conflito entre o projeto e a instalação existente, de
acordo com o Novo Padrão Para Arquivos em AutoCAD do Banco do Brasil. Este é
um dos pré-requisitos para liberação da última parcela, no recebimento provisório.
9.13.
No intuito de tomarem-se todas as precauções necessárias a evitar a ocorrência
de acidentes na obra, informamos que, durante a execução dos trabalhos deverá
ser rigorosamente observada a “Norma Regulamentadora do Ministério do
Trabalho" (NR-18 Obras de Construção, Demolição e Reparos).
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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PRELIMINARES – 01
Projetos e Caracterizações
1.
S-01.02
RELAÇÃO DE PROJETOS, DESENHOS COMPLEMENTARES E PADRÕES
1.1.
Projeto Arquitetônico: Relocalização da Agência
Autor: Arq. Angela Conze Cezimbra
CREA: 1983102692/RJ
Desenvolvimento : Marly Zied Arquitetura Ltda.
CREA 2002201979/RJ
Técnico Resp.: Arq. Marly Zied
CREA: 1985101983/RJ
Desenhos :
01/11 – Planta de Situação
02/11– Plantas de Leiaute e Programação Visual Interna – Térreo e 2°
Pavimento
03/11 - Plantas Executivas - Térreo e 1° Pavimento
04/11 - Plantas de Piso - Térreo e 1° Pavimento
05/11 - Planta de Teto Refletido - Térreo e 1° Pavimento
06/11 - Planta Executiva - Cobertura
07/11 – Cortes e Fachada
08/11 – Detalhamento das Instalações Sanitárias - Térreo
09/11 – Detalhamento das Instalações Sanitárias - 1° Pavimento
10/11 – Detalhes – Escada Interna e Acesso
11/11 – Detalhes Gerais
Sinalização Tátil:
01/02 – Mapa Tátil - Térreo
02/02 – Mapa Tátil - 2° Pavimento
1.2.
Projeto de Ar Condicionado:
Desenvolvimento: Resp. Técnico: Eng. Bruno Perazzoi
CREA : 158499/RJ
Desenhos :
01/05 – Planta de Arranjo de Dutos -Térreo
02/05 – Planta de Arranjo de Dutos -1° Pavimento
03/05 – Planta de Distribuição Elétrica e Frigorígena
04/05 – Cortes
05/05 – Detalhes Construtivos
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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PRELIMINARES – 01
Projetos e Caracterizações
1.3.
S-01.02
Projetos Elétrico, Rede Local, CFTV, Alarme:
Desenvolvimento: Sólido Arquitetura Engenharia Ltda
Crea: 1999204656/RJ
.
Resp. Técnico: Eng. Walter Gonçalves Junior
Crea: 861049072-D/RJ
Desenhos:
Alarme
01/01 – Planta Baixa – Instalações de Segurança Bancária
CFTV
01/01 – Planta Baixa – Instalações de Segurança Bancária
Elétrica:
01/03 – Elétrica – Planta Baixa – Distribuição Tomadas
02/03 – Elétrica – Planta Baixa – Distribuição Iluminação
03/03 – Elétrica – Quadros de cargas e Diagramas Unifilares
Elétrica Dedicada:
01/01 –Planta Baixa – Instalações
Rede Local:
01/01 – Lógica e Telefonia - Planta Baixa – Voz e Dados
1.4.
Projeto Estrutural:
Desenvolvimento: ENGEPROJ
CREA 1999203156/RJ
Técnico Resp.: Eng. Sylvio J. S. de Paula
CREA: 19851103391/RJ
Desenhos:
01/06 – Forma da Rampa e Escada de Acesso / Reforço dos TAA’s
02/06 – Forma e Detalhe da Escada
03/06 – Armação da estrutura da Rampa
04/06 – Armação das Vigas, Pilares e Laje do Elevador
05/06 – Reforço estrutural da Laje de Teto do Térreo
06/06 - Reforço estrutural da Laje de Teto do 1° Pavimento
1.5.
Projetos de Esgoto, Hidráulica e Águas pluviais:
Desenvolvimento: Sólido Arquitetura Engenharia Ltda
Crea: 1999204656/RJ
Resp. Técnico: Eng. Walter Gonçalves Junior
Crea: 861049072-D/RJ
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PRELIMINARES – 01
Projetos e Caracterizações
S-01.02
Desenhos:
Esgoto
01/01 – Planta Baixa - Instalações
Hidráulica
01/01 – Planta Baixa e Isométricos
1.6.
Projeto de Combate à Incêndio:
Desenvolvimento: Sólido Arquitetura Engenharia Ltda
Crea: 1999204656/RJ
Resp. Técnico: Eng. Walter Gonçalves Junior
Crea: 861049072-D/RJ
Desenhos:
Incêndio
01/01 – Planta Baixa – Distribuição de Extintores
2.
3.
ESPECIFICAÇÕES COMPLEMENTARES, CHECK LIST E OUTROS
2.1.
Planilha Orçamentária Digitalizada - (07 págs).
2.2.
LIC 71.03.08.01 (12 págs.).
2.3.
Manual de acessibilidade BB de nov./2006 – (24 págs.).
2.4.
Manual de Sinalização Visual Interna BB – Segmento Varejo- (20 págs.).
2.5.
Manual de Sinalização Visual Externa BB – (28 págs.)
2.6.
Manual de Sinalização de Segurança – (13 págs.)
2.7.
Manual de Segurança do Trabalho - (19 págs)
2.8.
Desenhos Padrão:
2.8.1.
Sistema de Fixação de terminais de Auto-atendimento (04 pranchas A4);
2.8.2.
Carenagem Padrão High Tech (14 págs);
2.8.3.
Placa da Obra (02 págs.).
2.8.4.
Gerenciador de Atendimento (04 págs.);
2.8.5.
Pórtico padrão high-tech (01 pág.);
2.8.6.
CPMM (06 págs)
2.8.7.
Detalhes de Elétrica (41 págs)
RECEBIMENTO DO MATERIAL TÉCNICO
3.1.
Todo o material técnico retirado para elaboração de orçamento deverá ser
criteriosamente conferido, conforme relação anexa, inclusive quanto a sua
qualidade de apresentação, de forma que todos os elementos necessários para a
formulação de preços estejam completos e claros.
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PRELIMINARES – 01
Projetos e Caracterizações
4.
5.
S-01.02
DIVERGÊNCIAS EXISTENTES NO MATERIAL TÉCNICO
4.1.
Todo o material técnico da obra (projetos, desenhos, padrões, especificações,
memoriais, etc.) deverão ser criteriosamente analisados pelo Construtor.
4.2.
As divergências encontradas deverão ser oportunamente apresentadas ao Banco
para esclarecimentos e definições correspondentes, antes da Licitação.
4.3.
Entende-se por divergências no material técnico da obra as indicações não
coincidentes para fornecimento de material e/ou execução de um serviço, que
possam ocorrer em partes diferentes do material técnico.
4.4.
A indicação para o fornecimento de material e/ou execução de um serviço, em
alguma parte do material técnico, sem que haja a mesma indicação em outro
elemento deste material, não constitui divergência, e deverá ser executada
normalmente.
4.5.
Os seguintes princípios deverão ser obedecidos, caso ocorram divergências que
não possam ser esclarecidas antes da Abertura da Licitação:
4.6.
As especificações contidas neste Caderno de Encargos prevalecem sobre as
indicações.
4.7.
Os projetos de instalações prevalecem sobre as especificações contidas neste
Caderno de Encargos.
4.8.
Os desenhos de maior escala prevalecem sobre os de menor escala do projeto de
arquitetura.
AS BUILT
Após a completa execução da obra, caberá ao CONSTRUTOR a apresentação do “as
built” referentes aos projetos arquitetônicos, hidráulico-sanitários, elétricos e ar
condicionado em papel sulfite 75 gr/m2 para revisão.
Serão fornecidos tantos conjuntos deste mesmo tipo quantos forem necessários até que o
conteúdo dos arquivos seja aceito pelo Banco. Quando a revisão for aceita,
mediante comunicação do engenheiro do Banco, o CONSTRUTOR entregará
então os arquivos não comprimidos, gravados em CD-Rom normal, padrão multisessões, deixando em aberto para sessões futuras (sem fechamento final para
gravação), devidamente etiquetado conforme determinado pela CSL
ENGENHARIA Rio de Janeiro RJ, em arquivos AutoCAD., versão R2000 ou
compatível e obedecendo ao caderno de projetos do Rio de Janeiro - RJ;
OBS: Este item é parte integrante das condições de recebimento provisório da obra.
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PRELIMINARES – 01
Norma de Segurança
1.
S-01.03
NORMAS
1.1.
Conforme as normas abaixo, mais o disposto nos itens seguintes, a título de
complementação.
P-01.AAA.01
P-01.CAR.01
P-01.SEG.01
2.
SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO
2.1.
2.2.
3.
Serão obedecidas as normas regulamentadoras expedidas pelos órgãos
governamentais competentes e normas da ABNT atinentes ao assunto, no que
couber, especialmente as seguintes:
2.1.1.
NB-252/82
Segurança na execução de obras e Serviços de construção
(NBR-7678);
2.1.2.
NB-598/77
5682);
2.1.3.
NR-1 Disposições gerais (norma governamental);
2.1.4.
NR-18
Obras de construção, demolição e reparos (norma
governamental);
2.1.5.
NR-10
2.1.6.
NR-4 e a NR-8.
Contratação, execução e supervisão de demolições (NBR-
Segurança em instalações e serviços em eletricidade
Essas NRs são encontradas no número 16, dos “Manuais de Legislação Atlas” (28ª
Edição), da Editora Atlas S. A. e na publicação “Série NR- 18”, da “Fundacentro”,
do Ministério do Trabalho.
SESMET - DIMENSIONAMENTO
3.1.
O dimensionamento do SESMET - Serviços Especializados em Engenharia de
Segurança e em Medicina do Trabalho - será definido pelo “Quadro II” que integra
a NR-4.
3.2.
Para essa finalidade, são considerados o “grau de risco” e o número de
empregados.
3.3.
Por equipe do SESMET entende-se:
3.1.1.
3.1.2.
3.1.3.
3.1.4.
3.1.5.
4.
Condições Gerais
Caracterização do Subsolo
Norma de Segurança
Técnico de Segurança do Trabalho;
Engenheiro de Segurança do Trabalho;
Auxiliar de Enfermagem do Trabalho;
Enfermeiro do Trabalho;
Médico do Trabalho;
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO
4.1.
O CONSTRUTUTOR deverá dispor, em seu canteiro, de equipamentos extintores
de incêndio, do tipo, quantidade e porte compatíveis com as dimensões e
características das instalações e de acordo com o parecer do SESMET. Esses
equipamentos não serão retirados dos seus pontos fixos, para atender a motivo
que não seja objeto de sua finalidade específica, e serão mantidos em condições
de plena operação.
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PRELIMINARES – 01
Norma de Segurança
4.1.1.
5.
S-01.03
Nas dependências do PROPRIETÁRIO, eventualmente cedidas ao
CONSTRUTOR, haverá extintores dos tipos “Água Pressurizada” e CO2,
sendo o número desses equipamentos função da “carga de incêndio”.
4.2.
Antes do início dos serviços na área, os funcionários do CONSTRUTOR serão
orientados pelos supervisores, encarregados ou responsáveis pela frente de
trabalho, com referência ao alarme de emergência e aos procedimentos que
deverão adotar em tal circunstância.
4.3.
É vedado o uso, por funcionário do CONSTRUTOR, de equipamentos de proteção
contra incêndio de propriedade do “Banco do Brasil”, sem que tenha havido
permissão prévia por parte da Segurança interna.
4.4.
É proibido obstruir os acessos aos equipamentos de proteção contra incêndio.
DIRETRIZES GERAIS DE SEGURANÇA
5.1.
PRECAUÇÕES
Antes do início dos serviços, a FISCALIZAÇÃO apresentará à Segurança Interna
da Agência o responsável do CONSTRUTOR pelo assunto, oportunidade em que
serão estabelecidas as medidas e precauções específicas sobre a matéria,
especialmente as que não constarem das presentes instruções.
5.2.
5.3.
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA
5.2.1.
A segurança interna da Agência, no desempenho de suas atribuições,
realizará inspeções periódicas nos canteiros de obras e demais instalações
do CONSTRUTUTOR, a fim de verificar o cumprimento das determinações
legais, estado de conservação dos dispositivos protetores do pessoal e das
máquinas, bem como fiscalizar a observância dos regulamentos e normas
de caráter geral e daqueles que tenham sido estabelecidos pelo
PROPRIETÁRIO.
5.2.2.
Compete ao CONSTRUTOR, acatar as recomendações decorrentes das
inspeções e sanar as irregularidades apontadas, sob pena de suspensão
dos serviços pelo inspetor de Segurança, que notificará, de imediato, á
FISCALIZAÇÃO.
COMUNICAÇÃO DE ACIDENTES
5.3.1.
Em caso de acidente no canteiro da obra, o CONSTRUTOR deverá:
1. Prestar todo e qualquer socorro imediato às vítimas;
2. Paralisar os serviços, no local e nas suas circunvizinhanças, a fim de
evitar a possibilidade de mudanças das circunstâncias relacionadas
com o acidente;
3. Solicitar imediatamente o comparecimento da FISCALIZAÇÃO no local
da ocorrência, relatando o fato.
5.3.2.
Todo o acidente com perda de tempo (todo aquele de que decorre lesão
pessoal que impede o acidentado de voltar ao trabalho no mesmo dia, ou
no dia imediato à sua ocorrência, no horário regulamentar) será
imediatamente comunicado, da maneira mais detalhada possível, à
FISCALIZAÇÃO que por sua vez, dará ciência à Segurança Interna da
Agência.
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PRELIMINARES – 01
Norma de Segurança
5.3.3.
5.4.
6.
7.
S-01.03
De igual maneira, será notificada a ocorrência de qualquer “acidente sem
lesão”, especialmente princípios de incêndio.
SUSPENSÃO DO TRABALHO POR MOTIVO DE SEGURANÇA
5.4.1.
A segurança Interna da Agência e a FISCALIZAÇÃO poderão suspender
qualquer serviço no qual se evidencie risco iminente, ameaçando a
segurança de pessoas (usuários, funcionários ou transeuntes),
equipamentos e/ou ao patrimônio do PROPRIETÁRIO.
5.4.2.
As suspensões dos serviços motivadas por condições de insegurança, e
conseqüentemente, a não observância das normas, instruções e
regulamentos aqui citados, não eximem o CONSTRUTUTOR das
obrigações e penalidades das cláusulas do(s) contrato(s) referente(s) a
prazos e multas.
OBSERVAÇÕES
6.1.
Dar atenção especial às normas NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho
na Indústria da Construção (Ministério do Trabalho) e NBR-7678 (ABNT).
6.2.
Observar as Normas Técnicas correspondentes, e em especial a NBR 13713/96 –
“Aparelhos hidráulicos acionados manualmente e com ciclo de fechamento
automático” e a NBR 9050.
6.3.
Manter ambientes ventilados por ocasião do manuseio de materiais combustíveis
(colas, solventes, impermeabilizantes, etc.). Os trabalhadores nessas atividades
deverão ter plenos conhecimentos sobre o manuseio de extintores de incêndio.
ARMAZENAGEM E ESTOCAGEM DE MATERIAIS
7.1.
Os materiais empregados nas construções devem ser arrumados de modo a não
prejudicar o trânsito de pessoas, a circulação de materiais, o acesso aos
equipamentos de combate a incêndio e às portas ou saídas de emergência; e
também, de modo a não provocar empuxos ou sobrecargas em paredes ou lajes,
além dos previstos em seus dimensionamentos.
7.2.
As pilhas de material, a granel ou embaladas, devem ter forma e altura que
garantam sua estabilidade e facilitem seu manuseio.
7.3.
Em pisos elevados, os materiais não podem ser empilhados a uma distância de
suas bordas menor que a equivalente à altura da pilha, a não ser que existam
paredes ou elementos protetores.
7.4.
Tubos, vergalhões, perfis, barras, pranchas e outros materiais de grande
comprimento devem estar arrumados em camadas, com espaçadores e peças de
retenção, separados de acordo com o tipo.
7.5.
Os materiais não podem ser empilhados diretamente sobre chão mole, úmido ou
desnivelado.
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PRELIMINARES – 01
Norma de Segurança
8.
S-01.03
7.6.
A cal virgem deve ser armazenada em local seco, tomando-se precauções para
evitar, durante a extinção, reações violentas.
7.7.
Os materiais tóxicos, corrosivos, inflamáveis ou explosivos devem ser
armazenados em local isolado, apropriado, sinalizado e de acesso somente a
pessoas devidamente autorizadas.
7.8.
A retirada de materiais empilhados deve ser efetuada sem prejudicar a estabilidade
das pilhas.
7.9.
As madeiras retiradas de andaimes, formas e escoramentos devem ser
empilhadas, depois de retirados ou rebatidos os pregos, os arames e as fitas de
amarração.
7.10.
O peso máximo para transporte e descarga individual realizados manualmente é
de 60 kg. O peso máximo para levantamento individual é de 40 kg.
MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
8.1.
As áreas de circulação e os espaços em torno de máquinas e equipamentos
devem ser mantidos desobstruídos.
8.2.
As máquinas e os equipamentos devem ter dispositivos de partida e parada,
localizados de modo a evitar riscos para o operador.
8.3.
Devem ser protegidas todas as partes móveis dos motores e transmissões, bem
como as partes perigosas das máquinas ao alcance dos trabalhadores.
8.4.
As máquinas e os equipamentos que ofereçam risco de ruptura de suas partes,
projeção de peças ou de partículas de materiais devem ser providas de proteção
para suas peças moveis.
8.5.
Os protetores removíveis só podem ser retirados para execução de limpeza,
lubrificação reparo e ajuste, ao fim dos quais devem ser, obrigatoriamente,
recolocados.
8.6.
As serras circulares devem ter cutelo divisor e coifa para proteção do disco.
8.7.
A operação de máquinas e equipamentos só pode ser feita por pessoas treinadas
para este fim. Os operadores não podem se afastar da área de controle das
máquinas ou equipamentos sob sua responsabilidade. quando em funcionamento.
8.8.
Nas paradas temporárias ou prolongadas, os operadores devem colocar os
controles em posição neutra, acionar os freios e adotar outras cautelas com o
objetivo de eliminar riscos provenientes de deslocamentos.
8.9.
Inspeção, limpeza, ajuste e reparo somente devem ser executados com a máquina
ou equipamento desligado, salvo se o movimento for indispensável à realização da
inspeção ou ajuste. A inspeção e a manutenção somente devem ser executados
por pessoas devidamente autorizadas.
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PRELIMINARES – 01
Norma de Segurança
9.
8.10.
As máquinas e equipamentos devem ser submetidos à inspeção e manutenção, de
acordo com as instruções do fabricante e de acordo com as normas técnicas
oficiais vigentes, dispensando-se especial atenção a freios, mecanismos de
direção, cabos de tração, sistema elétrico e outros dispositivos de segurança.
8.11.
As inspeções de máquinas devem ser registradas em livro próprio, especificando
as datas em que as falhas ocorreram, as medidas corretivas adotadas e a
indicação da pessoa ou firma que as realizou.
8.12.
Os cabos de aço devem ser fixados por meio de dispositivos que impeçam
deslizamento e desgaste, e devem ser substituídos quando apresentarem
condições que comprometam a sua integridade, face à utilização a que estiverem
submetidos.
8.13.
Quando o operador de máquinas ou equipamentos tiver a visão dificultada por
obstáculos, deve ser exigida a presença de sinaleiro para a orientação do
operador.
8.14.
A comunicação sinaleiro-operador ou vice-versa poderá ser visual, através de
sinais previamente combinados, ou auditiva, através de rádio ou telefone.
FERRAMENTAS DIVERSAS
9.1.
10.
S-01.03
As ferramentas devem ser apropriadas ao uso a que se destinam, proibindo-se o
emprego das defeituosas, danificadas ou improvisadas.
APLICAÇÃO
10.1.
O CONTRUTOR obedecerá, no que diz respeito às amostras e catálogos, o
disposto no item 1 da E-AAA.01;
10.2.
O CONTRUTOR obedecerá, no que diz respeito a ensaios e normas, o disposto na
E-AAA.02;
10.3.
O CONTRUTOR obedecerá, no que diz respeito às normas de segurança, às
prescrições desta S-01.AAA.01 e P.01.SEG.01;
10.4.
O CONTRUTOR obedecerá, no que diz respeito à verificação preliminar, o contido
no Edital de Licitação;
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IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO – 02
Diversos
1.
NORMAS
1.1.
2.
4.
5.
Conforme P-02.INS.01.
TAPUME
3.1.
Conforme P-02.TAP.01.
3.2.
TIPO: Painel em compensado laminado até a altura de 220 cm., estruturado com
caibros de madeira de lei, pintado com esmalte sintético acetinado cor cinza platina
3.3.
Tomar todos os cuidados quanto à garantia da estabilidade dos tapumes, a fim de
evitar danos às pessoas ou aos materiais e equipamentos do Banco.
3.4.
Observação; Os tapumes existentes deverão ser recompostos conforme
necessário.
QUADRO EFETIVO DA OBRA
4.1.
Conforme P-02.EFE.01
4.2.
Durante todo o período em que os operários estiverem nas dependências da obra,
bem como para garantir acesso à mesma, estes deverão trajar uniforme da firma
contratada, além de portar crachá de identificação em local visível.
PLACAS DA OBRA
5.1.
6.
Conforme P-02.BAR.01, P-02.INS.01, P-02.TAP.01, P-02.DEM.01, P-02.LIM.01, P02.EFE.01, P-02.FER.01, P-02.LOC.01 e P-01.PLA.01.
INSTALAÇÃO PROVISÓRIA
2.1.
3.
S-02.01
Conforme P-02.PLA.01
FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS
6.1.
Conforme P-02.FER.01
6.2.
EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA
6.2.1. Quando necessário, será exigido o uso de equipamentos relacionados no
quadro a seguir, obedecido o disposto nas Normas Regulamentadoras NR6 - Equipamento de Proteção Individual-EPI e NR-1 - Disposições Gerais.
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IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO – 02
Diversos
PROTEÇÃO
CABEÇA
S-02.01
EQUIPAMENTO
Capacete de segurança
MÃOS E
BRAÇOS
PÉS E
PERNAS
INTEGRAL
AUDITIVA
RESPIRATÓRIA
TIPO DE RISCO
Queda ou projeção de objetos, impactos
contra estrutura e outros.
Capacete especial
Equipamentos ou circuitos elétricos.
Protetor facial
Projeção de fragmentos, respingos de
líquidos e radiações nocivas.
Óculos de segurança contra Ferimentos nos olhos
impactos
Óculos de segurança contra Irritação nos olhos e lesões decorrentes da
radiações
ação de radiações
Óculos de segurança contra Irritação nos olhos e lesões decorrentes da
respingos
ação de líquidos agressivos
Luvas
ou
mangas
de Objetos/materiais
aquecidos,
choque
proteção
elétrico e radiação
Botas de borracha (PVC)
Locais molhados, lamacentos ou em
presença de substâncias tóxicas
Calçados de couro
Lesão do pé
Cinto de segurança
Queda com diferença de nível
Protetores auriculares
Nível de ruído superior ao estabelecido na
NR-5 - Atividades e Operações Insalubres
Respirador contra poeira
Trabalhos com produção de poeira
Máscara para jato de areia
TRONCO
Trabalhos de limpeza por abrasão através
de jatos de areia.
Respirador e máscara de Poluentes atmosféricos em concentrações
filtro químico
prejudiciais à saúde
Avental de raspa
Trabalhos de soldagem e corte a quente, e
de dobragem e armação de ferros
6.2.2.
Caberá ao CONSTRUTOR a responsabilidade pelo fornecimento aos seus
empregados dos equipamentos de proteção individual (EPI´s) consoante
com a legislação em vigor, especialmente a Norma Regulamentadora NR16, do Ministério do Trabalho.
6.2.3.
Os EPI´s de uso rotineiro, (calçado de couro fechado, óculos de proteção,
luvas para serviços gerais, capacetes e cintos de segurança tipo páraquedista) serão novos e fornecidos aos operários antes do inicio dos
serviços.
6.2.4.
Os capacetes utilizados pelos operários do CONSTRUTOR terão cores
distintas para facilitar a identificação das diferentes categorias
profissionais. Serão dotados de tiras de tecido, velcro ou de PVC para
permitir amarração sob o queixo, com vistas a evitar que se desprendam
da cabeça do usuário.
6.2.5.
A seleção do tipo de EPI a ser utilizado, para cada modalidade de trabalho,
deverá orientar-se pelas recomendações da “Segurança Interna” do
ACSSRJ e da FISCALIZAÇÃO.
6.2.6.
A não observância dessas recomendações será considerada motivo
suficiente para que seja determinada a suspensão dos serviços do
CONSTRUTOR, pela FISCALIZAÇÃO.
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IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO – 02
Diversos
7.
EQUIPE ADMINISTRATIVA DA OBRA
7.1.
8.
S-02.01
A equipe administrativa da obra deverá ser composta pelos seguintes elementos /
dedicação:
Engenheiro responsável: 04 horas por dia
Mestre da obra: dedicação integral
Almoxarife: dedicação integral
PROGRAMAÇÃO DE OBRAS
8.1.
Providenciar, de imediato, logo após a assinatura do contrato, caso necessário:
8.1.1.
A matricula da obra no INSS, entregando à Fiscalização a via pertinente;
8.1.2. Alvará junto à Prefeitura. Na hipótese de não exigência por parte da
mesma, apresentar declaração formal;
8.2.
8.1.3.
Instalar a placa da obra;
8.1.4.
Emitir a ART, deixando cópia na obra para fiscalização por parte do CREA.
8.1.5.
Licenças, alvarás, anotações, registros e aprovações exigíveis por: Órgãos
e Repartições Públicas em geral, concessionárias de energia elétrica,
telefonia e comunicações, e mantenedoras.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
8.2.1.
Por tratar-se de uma reforma, será obrigatória uma visita prévia da
proponente ao local, a fim de que a mesma tome conhecimento das
características das instalações existentes, bem como das facilidades e
restrições, no que se refere à execução das obras.
8.2.2.
Todo trabalho que produza ruído e que afete a vizinhança, tais como
utilização de serras, furadeiras, demolições, cargas explosivas para forro,
somente poderá ser executado até o horário máximo permitido pelas
posturas municipais (Lei do Silêncio);
8.2.3.
A limpeza da obra deverá ser constante.
8.2.4.
Serão definidos previamente pelo CONSTRUTOR junto à fiscalização, os
horários de entrega de materiais e de retirada de entulhos, bem como
locais para depósito de materiais e almoxarifado.
8.2.5. Os materiais de demolição deverão ser retirados em caminhões ou
caçambas, obedecidos a horários, exigências e restrições estabelecidas
pela Prefeitura local.
8.2.6. O CONSTRUTOR ficará obrigado a fornecer a seus operários uniformes e
crachás para sua identificação durante a execução da obra. O
CONSTRUTOR deverá fornecer também equipamentos de segurança
conforme Norma P-02.FER.01.
8.2.7.
A programação de obra será estabelecida em cronograma físico-financeiro,
acertado entre o CONSTRUTOR e a FISCALIZAÇÂO do Banco do Brasil,
através do Engenheiro responsável pela obra.
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IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO – 02
Demolições
1.
S-02.02
DEMOLIÇÕES E LIMPEZA
1.1.
Conforme P-02.DEM.01; P-02.1LIM.01. e P-02.FER.01; Sob o aspecto técnico: S02.BAR.01; NB-598/77; NBR-5682; Sob o aspecto de segurança e medicina do
trabalho: NR-18
Da NR-18 cumpre destacar, textualmente: “Os materiais a serem demolidos ou
removidos deverão ser previamente umedecidos, para reduzir a formação de
poeira”.
1.2.
2.
DISPOSIÇÕES COMPLEMENTARES
1.2.1.
As demolições serão efetuadas tomando-se os devidos cuidados de forma
a evitar danos a terceiros.
1.2.2.
Incluem-se nas demolições aludidas no item anterior as fundações e os
muros divisórios remanescentes; a retirada de linhas de abastecimento
(energia elétrica, água, gás, esgoto, etc.), respeitadas as normas e
determinações das empresas concessionárias e das repartições públicas.
1.2.3.
A remoção e o transporte do entulho e detritos ocasionados pelas
demolições serão executados pelo CONSTRUTOR, de acordo com as
exigências da municipalidade.
1.2.4.
Os materiais resultantes das demolições serão de propriedade do
CONSTRUTOR, a quem caberá a imediata remoção deles, exceto quando
especificado em modo diverso.
APLICAÇÃO: Conforme Prancha 03/11 do Projeto de Arquitetura:
2.1.
2.1.1.
Estrutura:
Demolição de degraus e rampa de acesso à Agência para substituição.
Obs.: Atentar para o remanejamento do hidrômetro sob os degraus – Ver
Projeto de Instalações Hidráulicas e Prancha 10/11 do Projeto de
Arquitetura.
2.1.2.
Demolição de trecho de laje de concreto (Teto do Térreo) para execução
da escada de acesso ao 1° Pavimento.
2.1.3.
Demolir trechos da laje do piso do Térreo para execução do radier de apoio
dos terminais de auto-atendimento (reforço estrtural pata fixação dos
equipamentos).
2.1.4.
Abertura de furos na laje de piso do 1° Pavimento e Cobertura para
passagens de dutos de instalações diversas: Ar Condicionado, Exaustão
Mecânica, Elétrica, Lógica, Telefonia, Alarme.
2.1.5.
Abertura de furo na laje de teto do 1° Pavimento para execução de nova
visita ao Telhado.
2.2.
2.2.1.
Alvenarias:
Tijolos Cerâmicos Furados: Paredes com 15 cm de espessura , conforme
Prancha 03/11 do Projeto de Arquitetura:
2.2.1.1.
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Térreo: Demolir as paredes do sanitário existente na parte
posterior;
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IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO – 02
Demolições
2.3.
S-02.02
2.2.1.2.
Demolir muretas de fechamento lateral da rampa e degraus de
acesso;
2.2.1.3.
Demolir muretas da jardineira para execução de degraus e
patamar para acesso ao Medidor de Luz – ver Prancha 01/01 do
Projeto de Instalações Elétricas.
2.2.1.4.
Rasgos em alvenarias para passagem de instalações diversas;
2.2.1.5.
Cobertura: Demolir muretas no trecho a demolir a cobertura de
fibrocimento para execução de Área Técnica e Casa de
Máquinas de Ar Condicionado.
Cobertura:
2.3.1.
Fibrocimento:
2.3.1.1.
Demolir trecho da cobertura de telhas onduladas de fibrocimento
para execução de Área Técnica, casa de Máquinas de Ar
Condicionado, conforme indicação da Prancha 06/11 do Projeto
de Arquitetura.
2.3.1.2.
Demolir trecho da cobertura de telhas onduladas de fibrocimento
para substituição por telha trapezoidal termo-acústica tipo
sanduíche- trecho de passagem dos dutos de ar condicionado –
ver Pranchas 06 e 07/11 do Projeto de Arquitetura e Prancha
03/05 do projeto de Ar Condicionado.
Obs.: A remoção da cobertura deverá considerar o
reparoveitamento de telhas e madeiramento para execução de
cobertura da Casa de Máquinas de Ar Condicionado, Visita e
estrutura para instalação da cobertura termo-acústica tipo
sanduíche.
2.4.
Pavimentação: Remover as pavimentações indicadas em projeto, a saber:
2.4.1.
Concreto não estrutural:
2.4.1.1. Demolir trecho da pavimentação da cobertura para execução de
Visita, conforme Prancha 06/11 do Projeto de Arquitetura.
2.5.
2.5.1.
Revestimentos:
Argamassa:
2.5.1.1. Demolição de revestimento das paredes com pintura da fachada
principal a receber revestimento cerâmico.
2.5.2.
Granito:
2.5.2.1. Demolição chapim de granito das muretas remanescentes da
jardineira para remodelação da mesma, conforme detalhe da
Prancha 10/11 do projeto de Arquitetura.
2.6.
Carpintaria e Marcenaria:
2.6.1.
2.7.
Portas, inclusive guarnições: Retirar a porta do Sanitário a demolir, no
Térreo.
Serralharia:
2.7.1.
Caixilhos de ferro: Retirar as esquadrias da fachada (1° Pavimento) para
substituição por vidro temperado.
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IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO – 02
Demolições
2.8.
2.9.
Instalações Elétricas, Mecânicas, Telecomunicações e Informática:
2.8.1.
Todas as instalações (inclusive, quadros, enfiações, caixas, dutos etc.)
desativadas pela reforma deverão ser totalmente retiradas.
2.8.2.
Luminárias: retirar todas as luminárias existentes no Térreo, Mezanino e
marquise.
Instalações Hidro-sanitárias:
2.9.1.
2.10.
S-02.02
Toda a rede de distribuição de água fria do Sanitário a demolir no Térreo.
Equipamentos Sanitários e de Cozinha:
2.10.1. Louças e metais:
2.10.1.1. Retirar todos os equipamentos do Sanitário a demolir no Térreo:
bacia, lavatório, torneiras, chuveiro, registro, ralo e acessórios.
3.
OBSERVAÇÃO
3.1.
Todo material a ser reaproveitado deverá ser aprovado pela Fiscalização.
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MOVIMENTO DE TERRA - 03
Disposições Gerais
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-03.01
Conforme P03 - ATE 01; P-03.ESC.01; P-03.PRE.01.
APLICAÇÂO
2.1.
Executar escavação/ aterro/compactação necessários para execução dos
seguintes serviços:
Reforço estrutural para fixação dos Terminais de auto-atendimento;
Reforço da Laje de piso do Térreo;
Escada de acesso ao 1° pavimento;
Escada e rampa de acesso á Agência.
2.2.
Executar o transporte necessário para a execução dos serviços de preparo do
terreno, escavação e aterro.
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ESTRUTURA - 05
Concreto Armado
1.
S-05.01
NORMAS
Conforme P-05.CON.01; E-AGL.03; E-AGR.01; E-ADI.01.
2.
PRESCRIÇÕES GERAIS
2.1. O CONTRATADO deverá respeitar as prescrições técnicas das normas vigentes da
ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), os dispostos no Código de
Obras do Estado do Rio de Janeiro e as prescrições complementares destas
Especificações e do Projeto.
2.2. No caso de contradições, prevalecerão os critérios e especificações complementares
da CONTRATANTE, salvo se as especificações da ABNT ou Código de Obras
apresentarem caráter obrigatório.
3.
PRESCRIÇÕES COMPLEMENTARES EM RELAÇÃO AOS MATERIAIS
3.1.
3.2.
Cimento: Além do contido no E-AGL.03, observar, ainda:
3.1.1.
Nenhum cimento deve ser utilizado sem a aprovação da CONTRATANTE;
3.1.2.
O depósito deverá ter capacidade de armazenamento para garantir as
concretagens necessárias em um período de 15 dias de produção máxima,
sem abastecimento.
3.1.3.
O cimento que apresentar início de hidratação, devido às condições
inadequadas de armazenamento será recusado pela CONTRATANTE.
3.1.4.
O cimento fornecido em sacos deve manter sua embalagem original até o
seu emprego.
3.1.5.
Lotes recebidos em épocas diversas deverão ser guardados
separadamente de maneira a facilitar o emprego na ordem cronológica de
recebimento.
3.1.6.
Não poderá ser empregado cimento proveniente da limpeza de sacos,
outras embalagens ou qualquer varredura.
3.1.7.
Para as estruturas cujas partes serão em concreto aparente, deverá ser
utilizado cimento de uma única procedência, a fim de conseguir maior
uniformidade de cor.
3.1.8.
O cimento ensacado, de procedência nacional - tipo Portland comum CPI32 - será entregue em sacos de 50 kg líquidos. Admite-se uma tolerância
de 2% em relação ao peso declarado no recipiente.
3.1.9.
Para cada lote de 500 sacos ou fração, deve-se retirar 1 saco para amostra
e enviá-lo a um laboratório oficial ou particular, este somente será utilizado
depois de aprovado pela CONTRATANTE. A amostra destinada aos
ensaios será colhida pela CONTRATANTE, por ocasião da estocagem. Se
a amostra ensacada não cumprir os requisitos estabelecidos, recusar-se-á
o lote do cimento.
Agregados: Além do contido no E-AGR.01, observar, ainda:
3.2.1.
O agregado miúdo deve ser guardado e mantido de tal maneira que evite a
inclusão de qualquer material estranho no concreto. Não deve ser
misturado com outros agregados.
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ESTRUTURA - 05
Concreto Armado
S-05.01
3.2.2.
Agregados miúdos de procedência diferentes não serão misturados ou
postos no mesmo monte, nem usados indistintamente numa mesma parte
da construção ou numa mesma concretagem sem autorização expressa da
Fiscalização.
3.2.3.
O agregado graúdo deve ser constituído de grãos resistentes, duros,
estáveis e impermeáveis, devendo ser de pedra britada e ter resistência
maior que a argamassa e com características que não a prejudiquem. A
granulometria deverá ser uniforme e a CONTRATANTE rejeitará
agregados com formas lamelares.
3.2.4.
Os diâmetros máximos do agregado graúdo devem ser menores ou iguais
a:
38 mm - para vigas, lajes, pilares e paredes, cuja menor dimensão for
acima de 25 cm.
19 mm - para vigas, lajes, pilares e paredes, cuja menor dimensão estiver
compreendida entre 25 cm e 8 cm.
9,5 mm - para as peças com dimensões menores de 8 cm.
3.2.5.
3.3.
A pedra de mão para concreto ciclópico de granito ou rocha estável,
deverá ter qualidades idênticas à exigida para a pedra britada a ser
empregada na confecção do concreto.
Formas:
3.3.1.
Diversos tipos de materiais poderão ser utilizados para as formas,
dependendo do tipo de acabamento que o concreto deverá receber
conforme as indicações do projeto.
3.3.2.
Os materiais de madeira serrada deverão ser resistentes, secos, planos e
padronizados de medidas conforme a nomenclatura da NBR-7203/82. Para
os concretos que serão revestidos ou enterrados, utilizar normalmente
tábuas, pelo menos de categoria “2ª industrial“ - visando o seu
reaproveitamento.
3.3.3.
Para concretos aparentes serão aplicadas formas de chapas compensadas
resinadas de madeira (tipo “Madeirit“ ou similar). Evitar o uso de chapas
menores do que 14 mm de espessura, para a obtenção de maior rigidez
nas faces das formas (deformação).
3.3.4.
O material de cimbramento poderá ser de madeira roliça ou serrada, ou
ainda, metálica, ao critério do CONTRATADO, assumindo a
responsabilidade pela resistência adequada do material empregado (item
9.2. da NBR-6118/82, NBR-8800/86 e NBR-6123/87).
3.3.5.
Os cimbramentos especiais deverão ser previamente aprovados pela
CONTRATANTE.
3.3.6.
O armazenamento do madeiramento em geral deve ser feito em lugar seco
e ventilado, de preferência coberto, para evitar o aumento do seu teor de
umidade natural.
3.3.7.
A confecção das formas deverá ser primorosa, obedecendo às medidas
previstas no projeto e observando a qualidade dos materiais empregados,
compatíveis com as exigências de acabamento em particular. (Película
intacta das chapas compensadas, chanfros de madeira aplainados etc.).
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ESTRUTURA - 05
Concreto Armado
S-05.01
3.3.8.
Todas as formas para pilares, colunas, tanques, bases de máquinas e
outras, deverão ser dotadas de aberturas convenientemente espaçadas
distribuídas de modo a permitir adequado lançamento e eficaz vibração do
concreto. Tais aberturas deverão ser fechadas tão logo termine a vibração
do concreto na zona correspondente, de modo a assegurar a perfeita
continuidade do perfil desejado.
3.3.9.
Todos os tirantes metálicos deverão ser colocados passando por um
pedaço de tubo plástico de P.V.C., que ficará perdido na peça de concreto,
após a desforma. Os furos dos tirantes deverão ser preenchidos com
concreto ou argamassas. Os prendedores embutidos nas extremidades
das varetas deverão ser tais que sua remoção deixe abertura de tamanho
regular. Os buracos nas faces permanentemente expostas ao ar ou água
deverão ser preenchidos.
3.3.10. Não serão permitidos tirantes de arame embutidos para manter as formas
em paredes de concreto.
3.3.11. Antes do lançamento do concreto deverão ser vedadas as juntas das
formas e feita a limpeza para que as superfícies em contato com o
concreto fiquem isentas de impurezas que possam influenciar a qualidade
dos acabamentos. (Vide item 9.5. da NBR-6118/82).
3.3.12. As formas de madeira deverão, imediatamente antes do lançamento, ser
molhadas até a saturação. Para o escoamento da água em excesso,
deverão ser previstos furos nas formas, desde que se evitem prejuízos
estéticos nas superfícies destinadas a serem aparentes.
3.3.13. A utilização de aditivos especiais, que aplicados nas paredes das formas
permitem uma desforma mais fácil, só poderá ser adotada após a
autorização da CONTRATANTE e uma vez demonstrado pelo fabricante
que o seu emprego não introduzirá manchas ou alterações no aspecto
exterior da peça.
3.3.14. Para execução de aberturas, furos e colocação de peças embutidas
deverão ser tomadas providências prévias a concretagem.
3.3.15. As necessárias formas de abertura e dos furos, como também as peças
embutidas, deverão ser cuidadosamente posicionadas, fixadas antes da
concretagem. É recomendado cuidado na elaboração das formas das
aberturas, a fim de facilitar a sua posterior desforma sem quebrar os
cantos do concreto.
3.4.
3.5.
Aditivos: Além do contido no E-ADI.01, observar, ainda:
3.4.1.
Só se poderão usar aditivos no concreto como: aceleradores de pega,
redutores de água, e incorporadores de ar, após a autorização por escrito
da CONTRATANTE especificando o tipo, a quantidade e o local de uso.
3.4.2.
Em caso de emprego de tais aditivos deverão ser observadas
rigorosamente as prescrições dos fabricantes. A CONTRATANTE poderá
subordinar a autorização do emprego de aditivo a ensaios de laboratório a
fim de verificar as características e as propriedades mecânicas exigidas
para o concreto. O fornecimento, a conservação e o armazenamento em
local adequado dos aditivos, ficam a cargo do CONTRATADO.
Chumbadores e peças embutidas no concreto:
3.5.1.
Os materiais a serem utilizados na confecção de chumbadores e
respectivas peças metálicas de chapa, cantoneiras, luvas, enfim, todas as
peças metálicas embutidas deverão ser conforme detalhamento do projeto.
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ESTRUTURA - 05
Concreto Armado
3.6.
4.
S-05.01
Armaduras:
3.6.1.
As armaduras deverão ser executadas de acordo com os projetos,
observando-se estritamente o número, camadas, dobramento,
espaçamento e bitolas dos diversos tipos de barras e dobradas fazendo-se
perfeitas amarrações das armaduras de maneira que sejam mantidas nas
suas posições durante a concretagem.
3.6.2.
Emendas somente serão permitidas nos lugares indicados no projeto
estrutural. As barras de aço, os dobramentos, a colocação e as demais
condições das armaduras deverão obedecer rigorosamente os requisitos
estabelecidos pelas instruções da NBR-6118/82 e NBR-7480/85 da ABNT,
e suas normas complementares.
3.6.3.
Emenda de barras com solda será de topo por caldeamento e executada
por empresa especializada.
3.6.4.
Substituições de bitolas por equivalentes podem ser efetuadas somente
com autorização prévia da CONTRATANTE.
3.6.5.
As armaduras deverão ser colocadas nas formas, conforme o
posicionamento indicado pelo projeto. As armaduras devem ser
confeccionadas com distanciadores, calços - tipos aprovados pela
CONTRATANTE - para fins de que os recobrimentos prescritos pelo
projeto sejam plenamente respeitados. Devem ser tomadas precauções
especiais na colocação de pinos de juntas estruturais, cuja fixação exata é
imperativa para que não possam deslocar-se durante a concretagem.
3.6.6.
As armaduras devem ser protegidas contra a oxidação, e revisadas antes
da colocação, visando às condições de limpeza adequadas das barras (e
sua boa aparência).
PRESCRIÇÕES COMPLEMENTARES DE EXECUÇÃO
4.1.
Todo material a ser embutido, incluindo chumbadores, peças metálicas diversas,
cantoneiras, tubos ou luvas metálicas de chapa, juntas de vedação, grapas e
outros diversos embutidos, será colocado pelo CONTRATADO conforme
especificado e indicado nos desenhos. Quando tais embutidos vierem a receber a
concretagem, deverão estar limpos de pó, graxa, ou óleo, ou ainda de qualquer
pintura ou material que reduza a aderência ao concreto. Além dos
supramencionados, as peças deverão ser fixadas de maneira tal que não possam
deslocar-se durante a concretagem.
4.2.
Todas as roscas dos chumbadores deverão ser protegidas com uma camada de
graxa, antes da concretagem e cobertas com papel resistente e umedecido. Após a
concretagem, as roscas deverão ser limpas, engraxadas novamente e protegidas
com papel resistente.
4.3.
A ligação das peças embutidas deverá ser reconferida pelo CONTRATADO
imediatamente após a concretagem, para que possa providenciar, alguma correção
de posição, causada pelo lançamento e vibração do concreto, se for o caso. A
tolerância admissível do posicionamento das peças é de mais ou menos 5 mm.
4.4.
As diretrizes para os acabamentos e tolerâncias são as seguintes:
4.4.1.
Em todas as superfícies de concreto, aparentes ou enterradas, deverão ser
removidas as partes dos tirantes até 2 cm para dentro da superfície do
concreto. O furo deverá ser preenchido com argamassa de cimento e
areia, da mesma tonalidade que o concreto original.
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ESTRUTURA - 05
Concreto Armado
5.
S-05.01
4.4.2.
Não será admitida a utilização de cimento ou argamassa de cimento e
areia antes ou durante as operações de acabamento das superfícies de
concreto.
4.4.3.
As superfícies dos pisos, etc. serão acabadas nas cotas indicadas no
projeto e não deverão apresentar depressões superiores a 4 mm sob uma
régua de 4 metros. Quer dizer que a planimetria das superfícies será de -2
a +2 mm.
4.4.4.
Na falta de qualquer indicação, o concreto deverá ser apenas
desempenado (por exemplo: topos de parede). Salvo especificado em
contrário, o acabamento de todas as superfícies de concreto será
normalmente obtido com uma forma rígida e estanque.
4.5.
A reparação dos defeitos das superfícies de concreto será exigida pela
CONTRATANTE, quando surgirem falhas (ninhos) ou onde, devido à deformação
das formas, aparecem defeitos na superfície do concreto, excedendo 5 mm sob
uma régua de 3 metros. Reparos em geral só poderão ser feitos por pessoal
especializado e com autorização da CONTRATANTE.
4.6.
A tolerância dos desvios de linhas, níveis e dimensões são mais ou menos 5 mm
do que estiver mencionado nos desenhos. Todos os trabalhos de concreto, fora
das tolerâncias abaixo discriminadas, deverão ser refeitos por conta do
CONTRATADO.
4.7.
Não deverão ser usados compostos para a cura, salvo aprovação por escrito da
CONTRATANTE e, mesmo somente nas áreas indicadas no termo de aprovação.
4.8.
No caso de se deixarem pontaletes após a desforma, estes não devem produzir
momentos de sinais contrários aos do carregamento com que a viga foi projetada,
que possam vir a romper ou trincar a peça.
4.9.
No caso de se utilizar, sob aprovação prévia da CONTRATANTE, cimentos de alta
resistência inicial, processo de cura a vapor ou aditivos especiais, os prazos
indicados acima poderão ser reduzidos.
4.10.
As formas deverão ser removidas com cuidado, a fim de não danificar o concreto.
APLICAÇÃO
5.1. Conforme projeto estrutural Pranchas 01 a 06/06:
5.1.1.
Lajes de fechamento parcial do vão da escada;
5.1.2.
Base de fixação dos TAA’s.
5.1.3.
Escada de acesso ao 1° Pavimento;
5.1.4. Escada e rampa de acesso à Agência;
5.2. Estrutura da Casa de Máquinas de Ar Condicionado e Visita a serem executadas na
Cobertura - ver Pranchas 06 e 07/11 do projeto de Arquitetura.
5.3. Calha de concreto (elevada) a executar, contígua à cobertura de telhas tipo sanduíche.
6.
OBSERVAÇÃO
6.1.A execução dos elementos estruturais deverá ser precedida da inspeção e avaliação
dos serviços realizados e dos ainda pendentes pelo profissional responsável pelo
projeto específico, conforme solicitado anteriormente.
6.2.Atentar para as notas constantes no projeto.
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Fixação de Terminais de Auto-atendimento
1.
S-05.02
NORMAS
1.1.
A fixação dos terminais de auto-atendimento obedecerá ao disposto nas normas
abaixo, no que for aplicável:
Normas para Fixação de Terminais de Auto-atendimento
2.
PROCEDIMENTOS
4.1.
Todos os terminais de auto atendimento, instalados na agência devem ser
solidarizados rigidamente à base de concreto armado, através de sistema de
fixação (parafusos/ chumbadores e base) reforçado que assegure adequada
proteção contra tentativas de remoção criminosa.
4.2.
O conjunto formado de base de assentamento e fixação mecânica dos terminais
deverá assegurar resistência a arrancamento superior a 7 toneladas força mínima,
aí já incluído o peso do terminal.
4.3.
No caso da obras de reforma no ambiente de auto-atendimento, como a laje
existente no piso do térreo não propicia a resistência adequada à fixação de
parabolts e chumbadores químicos (7 toneladas força mínimas por cada 04
chumbadores), como solução padrão foi previsto base de concreto usinado de alta
resistência, sob o revestimento de piso.
4.4.
Os chumbadores químicos empregados deverão assegurar resistência ao
arrancamento superior a 16.000 kgf (deslocamento dos chumbadores menor que
36 mm) e 14.000 kgf (deslocamento dos chumbadores menor que 26 mm),
considerando-se cofre de 500 kg fixado com 04 chumbadores na base.
4.5.
Por outro lado, diante da responsabilidade que tal assunto se reveste, todos os
projetos e obras de fixação de terminais de agências, PAE e demais
dependências, deverão ser tratados como obras de engenharia convencionais,
com obrigatoriedade de ART de projeto e obra no CREA. Nos casos em que o
aparafusamento dos terminais não seja responsabilidade da construtora
contratada, a responsabilidade aludida será restrita à qualidade construtiva da
base/substrato de fixação, cabendo responsabilidade sobre o aparafusamento ou
chumbamento químico do terminal a quem executar esta etapa a posteriori
(COBRA, fabricante/fornecedor do terminal, ou outros contratados, conforme for o
caso).
4.6.
À vista dos prejuízos que falhas de obra da espécie podem acarretar para o Banco,
deverá ficar explícito de forma clara e enfática, nos contratos de obras que
incluam fixação de terminais, que os engenheiros RT das empresas contratadas
responderão legalmente pela execução perfeita da parte da solução de fixação de
terminais efetivamente incluída no escopo do contrato.
4.7.
Nos casos em que a localidade da obra não ofereça facilidades para obtenção de
concreto usinado para confecção das bases/sapatas, será admitida a produção do
material na própria obra, com cuidados visando obter a resistência mais próxima
possível do padrão desta norma. Neste caso deverá ser também exigida da
construtora a apresentação de ensaio do corpo de concreto preparado na obra.
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ESTRUTURA - 05
Fixação de Terminais de Auto-atendimento
3.
APLICAÇÃO
3.1.
4.
S-05.02
Na base para fixação dos terminais de auto-atendimento a serem instalados,
conforme função indicada na Prancha 02/11 do Projeto de Arquitetura.
OBSERVAÇÃO
4.1.
Os terminais existentes na atual Agência serão remanejados, instalados e fixados
pelo Banco do Brasil, cabendo ao CONSTRUTOR a execução do reforço estrutural
com preparo dos pontos de fixação, conforme projeto.
4.2.
Os terminais novos serão fornecidos e instalados pelo Banco do Brasil, cabendo ao
CONSTRUTOR a execução do reforço estrutural com preparo dos pontos de
fixação, conforme projeto.
4.3.
Atentar para o Detalhe Padrão em anexo e Projeto de Estrutura Prancha 05/05.
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ESTRUTURA - 05
Estrutura Metálica
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-05.03
O detalhamento e a fabricação das estruturas deverão obedecer a Norma NBR 8.800/86, suplementada pelas normas e especificações da A.I.S.C. (American
Institute of Steel Construction).
DETALHAMENTO – DESENHO DE FABRICAÇÃO E MONTAGEM
2.1.
O fornecedor da estrutura deverá preparar desenhos de fabricação e os
correspondentes de montagem, baseados nos desenhos de projeto da
Contratante, e na presente Especificação.
2.2.
Estes desenhos deverão conter todos os detalhes e informações necessários a
uma perfeita fabricação, indicando todos os componentes, como: dimensões,
conexões, soldas, parafusos de oficina e de obra, todas as peças avulsas, etc.,
visando, desta forma, fornecer informações suficientes à execução dos serviços
por parte do Fornecedor e/ou Montador.
2.3.
A simbologia de solda seguirá basicamente os padrões da A.W.S. (American
Welding Society).
2.4.
Além dos desenhos de fabricação e montagem, o Fornecedor deverá também
preparar os seguintes documentos, tais como:
a) Lista de materiais com indicação de todas as peças estruturais (inclusive
conexões de oficina), contendo as seguintes informações:
- Quantidade de peças
- Designação (viga, coluna, diagonal, mão francesa)
- Marca e posição de montagem
- Número do desenho onde a peça foi detalhada
- Peso e dimensões gerais
- Conjunto ou subconjunto parafusado ou soldado de que faz parte
- Indicação de peça avulsa se assim for
b) Lista de parafusos de montagem. Estas listas deverão conter as seguintes
informações:
- Indicação da conexão
- Diâmetro, "Grip" e comprimento dos parafusos (c/porca)
- Número e tipo de arruela (chata ou chanfrada)
- Especificação A.S.T.M. dos parafusos
c) Lista de eletrodos para solda de campo. Estas listas deverão conter as
seguintes informações:
- Descrição da conexão
- Comprimento e dimensões da solda
- Tipo de solda (ângulo, topo, etc.)
- Indicação de solda contínua ou intermitente
- Posição de soldagem (plana, vertical)
- Diâmetro, tipo de eletrodos e n.º de passes
- Peso, marca dos eletrodos e nome do fabricante
2.5.
O Fornecedor deverá efetuar todas as correções e reenviar os desenhos para nova
aprovação.
2.6.
A Contratante comentará os desenhos de fabricação e montagem somente com a
finalidade de verificar dimensões, e detalhes principais e constatar se os desenhos
de projeto foram realmente obedecidos. A aprovação dada a estes desenhos não
isenta o Fornecedor de nenhuma responsabilidade sobre quaisquer erros e
omissões contidos.
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Estrutura Metálica
2.7.
3.
4.
O Fornecedor deverá preparar justificativas de cálculo, que estarão sujeitas à
aprovação da Contratante, no caso desta ter dúvidas quanto à resistência de
qualquer conexão ou detalhe projetado pelo mesmo.
FORNECIMENTO DE MATERIAIS
3.1.
Todos os materiais laminados empregados serão de primeira qualidade. Deverão
ser laminados de tarugos novos e nunca de tarugos relaminados ou rejeitados,
ainda que novos.
3.2.
As seguintes especificações deverão ser obedecidas:
3.2.1. Aço para Estruturas SAC 50 / ASTM-A-36
3.2.2. Parafusos Alta Resistência - ASTM-A-325
3.2.3. Parafusos Comuns - conforme ASTM-A-307
3.2.4. Chumbadores e Tirantes - SAE 1010/1020 ou 1040
3.2.5. Eletrodos para solda - Seguirão as especificações da A.W.S., classe "E
70XX", correspondente ao metal base
3.2.6. Tubos - (empregados como peças estruturais) ASTM-A-53-B
3.2.7. Tubos - (para guarda corpos e outras peças não estruturais) ASTM-A120.
CÁLCULO DE PESOS
4.1.
5.
S-05.03
As quantidades e pesos serão calculados de acordo com os métodos usuais,
levando em conta que:
4.1.1.
O peso específico do aço é considerado 77 KN/m3. Outros materiais
fundidos ou especiais deverão estar de acordo com os dados publicados
pelos seus respectivos fabricantes.
4.1.2.
Não serão feitos descontos por furações, recortes, chanfros,
aplainamentos ou preparação de juntas para soldagens, e as chapas serão
consideradas com seção retangular, exceto em evidentes situações
particulares.
4.1.3.
Os pesos deverão ser calculados com base nos desenhos de
detalhamento para fabricação que indicam quantidades reais e dimensões
de material a ser fornecido.
CONEXÕES
5.1.
5.2.
Generalidades
5.1.1.
Todas as conexões deverão ser compatíveis com a resistência das peças
principais e serão projetadas de forma a consumir um mínimo de materiais.
5.1.2.
As conexões projetadas deverão ser no mínimo equivalentes às conexões
padronizadas pela A.I.S.C.
5.1.3.
As despesas decorrentes de qualquer erro de oficina ou de obra que
impeça a conexão, montagem e ajustamento das partes, ficarão às
expensas do Fornecedor.
Conexões Soldadas
5.2.1.
Todas as conexões soldadas deverão ser feitas de preferência com solda
de ângulo.
5.2.2.
Quando forem necessárias soldas de topo, estas serão de penetração
total.
5.2.3.
O Fornecedor deverá indicar nos seus desenhos de fabricação,
dimensões, tipos, locação e demais características de todas as soldas.
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ESTRUTURA - 05
Estrutura Metálica
6.
PERFIS SOLDADOS
6.1.
Todos os perfis soldados, tais como: vigas, colunas, etc., deverão ser compostos
com chapas ou perfis laminados e serão soldados conforme indicado nos
desenhos.
6.2.
A operação de soldagem é do tipo Tandem-Arc, com dois arames-eletrodos, sendo
um em corrente contínua e outro em alternada, defasados entre si conforme
procedimento de soldagem específico.
6.3.
Esta operação processa-se na posição horizontal de soldagem, obedecendo às
normas estipuladas pela American Welding Society (AWS).
6.4.
A aplicação da solda reveste-se de características específicas preconizadas pelas
normas de soldagem, condicionadas aos seguintes fatores:
6.5.
7.
S-05.03
6.4.1.
Processo de soldagem - Arco Submerso, segundo norma A5.17 AWS,
onde se definem todos os testes inerentes aos consumíveis de soldagem.
6.4.2.
Procedimento de soldagem - enquadrado na seção 4 da norma AWS D1.181, onde se definem os testes de aplicação na estrutura metálica.
6.4.3.
Inspeção - em que se utilizam os processos de Raios-X, Raios Gama,
Magnaflux, Ultra-Som e Líquido Penetrante, conforme seção 6, da norma
AWS D1.1-81.
6.4.4.
As soldas de enrijecedores das almas das peças ou outras soldas de
importância poderão ser semi-automáticas ou manuais.
6.4.5.
As soldas começarão no centro da peça e se estenderão às extremidades,
que deverão estar livres para compensar a contração da solda e evitar
tensões residuais.
As peças acabadas deverão ficar alinhadas mantendo a forma desejada, sem
empenos, distorções ou tensões importantes de retrações.
ESPECIFICAÇÃO GERAL DE FABRICAÇÃO
7.1.
Qualificação de procedimento e de operador de soldagem - enquadrado na seção
5 da norma AWS D1.1-81, onde se definem os testes dos operadores dos
equipamentos de solda e as limitações de variáveis de procedimento.
7.2.
As superfícies a soldar estarão livres de escamas, escórias, ferrugem, graxa,
pintura ou qualquer outro material estranho que resista a uma limpeza com escova
de aço. As superfícies das juntas deverão estar livres de rebarbas.
7.3.
As estruturas ou elementos soldados, a execução e seqüência das soldas deverão
ser de forma que se evitem distorções desnecessárias e se reduzam ao mínimo as
tensões residuais por contração.
7.4.
Todos os materiais deverão ser limpos e retilíneos e, se for necessário,
endireitados ou aplainados em suas superfícies. Isto deverá ser feito de tal forma
que não prejudique as propriedades elásticas e a resistência dos materiais.
7.5.
Deverão ser pintadas marcas de identificação sobre todos os elementos estruturais
de forma que possam ser identificadas com facilidade e sem erro.
7.6.
Todo o aço estrutural deverá ser limpo com escova de aço para eliminar escória,
ferrugem, óleo, sujeira ou qualquer material estranho.
7.7.
Conforme o estado do aço e a pedido da Inspeção, deverá se proceder à limpeza
com jateamento de areia sob pressão.
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ESTRUTURA - 05
Estrutura Metálica
8.
9.
10.
S-05.03
7.8.
O Fornecedor será responsável pelas conseqüências quando o rechaço de
materiais significar atraso de qualquer espécie, tanto no que afete a si próprio,
como no que afete a outros fornecedores.
7.9.
Os gastos de ensaios, radiografias ou qualquer outro procedimento requerido pela
Inspeção, estarão a cargo do Fornecedor.
TOLERÂNCIA
8.1.
As peças que devem ser unidas a outros elementos estruturais de aço, poderão ter
uma variação no seu comprimento não maior que 1,6 mm para elementos até 9 m
e não maiores que 3,2 mm para elementos maiores que 9 m.
8.2.
Chapas laminadas para bases de coluna poderão ser usadas sem mecanização
desde que se obtenha um contato de apoio satisfatório.
SOLDAS
9.1.
Todas as soldas de oficina e de campo deverão ser feitas por arco elétrico
conforme a AWS.
9.2.
As soldas deverão estar de acordo com AWS A-5.1 ou A-5.5, executadas com
eletrodos da série E 70XX ou por arco submerso GRADE SAW-2.
9.3.
A preparação das bordas de juntas, quando necessárias, poderá ser feita, em
geral, por abrasão ou maçarico e, em casos especiais, por mecanização e
plainamento.
9.4.
O Fornecedor deverá submeter os certificados de qualificação dos soldadores,
compreendendo um período de 6 meses anteriores, tanto dos soldadores
empregados nos serviços de oficina como de obra.
9.5.
A Inspeção (Contratante ou Representante) poderá exigir substituições de pessoal
que não preencherem os requisitos exigíveis, assim como solicitar ensaios de
soldas para verificar qualidade, eficiência e obediência às especificações e
métodos da AWS.
9.6.
Se alguma das soldas ensaiada não satisfizer a estes requisitos estas deverão ser
removidas e substituídas por novas soldas a critério da Inspeção.
9.7.
Nenhuma solda resistente deverá ser inferior a 3/16".
9.8.
Os soldadores deverão ser qualificados segundo as normas da Petrobrás.
MAÇARICO
10.1.
É permitida a utilização de equipamento comum de corte e maçarico na oficina
para executar cortes de perfis e outras peças nos comprimentos necessários.
10.2.
As peças cortadas deverão apresentar um bom acabamento, equivalente a um
corte de tesoura.
10.3.
Para espessuras de 7/8" ou superiores, os furos deverão ser necessariamente
broqueados.
10.4.
Não serão permitidos alargamentos de furos com maçarico, seja na oficina, seja na
montagem.
10.5.
A utilização de maçarico, fora dos casos comuns, deverá ser aprovada pela
Inspeção.
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ESTRUTURA - 05
Estrutura Metálica
11.
12.
13.
14.
INSPEÇÃO DE OFICINA
11.1.
Para fazer as inspeções de fabricação e de montagem das estruturas, a
Contratante poderá designar elementos de sua equipe técnica ou contratar o
serviço de terceiros.
11.2.
O elemento ou elementos assim designados como inspetores constituem a
Inspeção e o Fornecedor deverá providenciar toda a assistência necessária e
assumir total responsabilidade pelo custo total de materiais e atrasos decorrentes
de correções ou desaprovações feitas pelos inspetores quando, conforme seu
critério, não sejam satisfeitos os requisitos do projeto e das especificações.
11.3.
A critério da Inspeção poderá ou não ser feita a aprovação da estrutura no canteiro
de fabricação, antes de ser iniciada a montagem. Em qualquer caso, o Fornecedor
deverá avisar, por escrito e com antecedência, a data em que a estrutura estiver
pronta para inspeção. A Inspeção poderá pedir, a seu critério, a montagem prévia
parcial ou total da estrutura no canteiro de obras do Fornecedor.
11.4.
A Inspeção terá também o encargo de verificar cronogramas, métodos e execução,
qualidade dos serviços, materiais e equipamentos, utilizados na fabricação das
estruturas, tomando como referência os desenhos aprovados e os padrões e
especificações aplicáveis.
11.5.
As estruturas não poderão ser montadas antes de serem inspecionadas e
aprovadas, por escrito, pela Inspeção.
CHUMBADORES
12.1.
Os chumbadores, quando especificados nos desenhos da Contratante, farão parte
do escopo do Fornecedor.
12.2.
Nestas condições, o Fornecedor deverá enviar à Contratante para aprovação,
cópia dos desenhos de detalhamento e de locação dos chumbadores, tendo
presente que os mesmos serão montados por terceiros.
PLACAS DE BASE
13.1.
As placas de base para colunas, e a face inferior do perfil deverão ser igualmente
usinadas.
13.2.
Todas as demais colunas que não precisarem de usinagem deverão ter suas
placas de base rigorosamente perpendiculares aos eixos dos perfis, devendo estar
desempenadas e apresentando superfícies planas para o perfeito assentamento no
concreto.
13.3.
As placas com mais de 2" de espessura, deverão ter a face de contato com o perfil
necessariamente usinada, e serão niveladas por pressão.
13.4.
O Fornecedor será responsável pelo nivelamento das placas de base, devendo
fornecer e colocar as chapas para nivelamento das placas.
COLUNAS
14.1.
15.
S-05.03
As colunas, em geral, deverão ser fabricadas numa única peça, e suas
extremidades em contato com placas de base ou placas de topo, usinadas ou
trabalhadas por outro método desde que aprovado pela Inspeção.
VIGAS
15.1.
As vigas principais serão fabricadas a partir de chapas soldadas ou de perfis
laminados, sendo que as terças serão a partir de perfis laminados ou de chapas
dobradas a frio ou a quente.
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ESTRUTURA - 05
Estrutura Metálica
16.
17.
ERROS DE FABRICAÇÃO E DE MONTAGEM
16.1.
O Fornecedor das estruturas é responsável por quaisquer erros de fabricação que
impeçam a montagem correta das mesmas ou que exijam uso de alargadores,
pequenos cortes e acomodações para realizar satisfatoriamente a montagem.
16.2.
Qualquer erro constatado neste sentido deverá ser comunicado de imediato à
Fiscalização, que aprovará as correções propostas ou tomará as devidas
providências.
16.3.
Em qualquer caso as correções procedentes não implicarão em custos adicionais à
Contratante.
GARANTIA
17.1.
18.
19.
S-05.03
O Fornecedor deverá garantir, de conformidade com o disposto no Código Civil
Brasileiro, artigo 1245, os trabalhos executados com relação a materiais
defeituosos, falhas de mão-de-obra e de métodos de execução dos serviços.
TRATAMENTO DE SUPERFÍCIE
18.1.
Preparação mecânica padrão ST-3
18.2.
Limpeza química com solvente clorado
18.3.
Aplicação de duas demãos de primer epóxi com no mínimo 30 MICRA cada
18.4.
Pintura de acabamento: Ver especificação de arquitetura.
APLICAÇÃO
19.1.
Reforço das lajes , conforme Pranchas 01 a 06/06 do Projeto Estrutural
19.2.
Reforço para instalação do elevador / escada, conforme Projeto Estrutural.
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Pré-moldados
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-05.04
Conforme P-05.CON.15; E-ART.01; E-TIJ.01.
LAJES MISTAS PRÉ-MOLDADAS
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: Laje pre-moldada comum, constituída de vigotas de concreto e
blocos cerâmicos
2.1.2.
Vigas: Vigotas “T” em artefato de concreto armado pré-moldado
2.1.1.
Blocos: Lajota (Tavela) cerâmica de barro comum, com furos quadrados:
2.1.3.
Sobrecarga de 1KN/m2;
2.1.4.
Vão máximo: 4,40m;
2.1.5.
Complementos: armadura negativa;
2.1.6.
Capeamento: concreto fck=20MPa com 4cm de espessura
APLICAÇÃO
2.2.1.
Laje de teto da Casa de Máquinas de Ar Condicionado e do
Compartimento para Visita ao Telhado a serem executados na Cobertura,
conforme Prancha 07/11 do Projeto de Arquitetura.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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ALVENARIA - 06
Tijolo Maciço ou Tijolo Furado
1.
NORMAS E PROJETO
1.1.
2.
S-06.01
Conforme P-06.ELE.01; P-06.TIJ.01; E-TIJ.01
TIJOLO CERÂMICO DE BARRO COMUM
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.2.
Tipo: Tijolo cerâmico de barro comum, com furos redondos:
2.1.3.
Dimensões: 100 x 200 x 200 mm
2.1.4.
Assentamento: Argamassa pré-fabricada “Multimassa Quartzolit“, da
Quartzolit Argamassas Ltda., “Qualimassa“ (Cimento Mauá S/A).
2.1.5.
Acabamento: Em argamassa.
APLICAÇÃO: Alvenaria de ½ vez (10 cm de espessura) conforme indicações das
Pranchas 03 e 07/11 do Projeto de Arquitetura:
2.2.1.
Térreo;
2.2.1.1. Fechamento das salas destinadas a SAO, Cofre;
2.2.1.2. Execução de áreas de Apoio: Sanitários;
2.2.1.3. Fechamento do Abastecimento voltado para a fachada;
2.2.2.
1° Pavimento;
2.2.2.1. Fechamento da sala On Line;
2.2.2.2. Execução da Casa de Máquinas de Ar Condicionado;
2.2.2.3. Execução de áreas de Apoio: Sanitários; Copa e D.M.L., inclusive
shaft para passagem de dutos de ar condicionado.
2.2.3.
Cobertura:
2.2.3.1. Execução da Casa de Máquinas de Ar Condicionado;
2.2.3.2. Execução de compartimento para acesso à Cobertura (Visita);
2.2.3.3. Muretas para fechamento da cobertura de fibrocimento a ser
mantida – ver Pranchas 06 e 07/11 do Projeto de Arquitetura.
2.2.3.4. Muretas para fechamento da cobertura termo-acústica a ser
instalada – ver Pranchas 06 e 07/11 do Projeto de Arquitetura.
2.2.3.5. Muretas com h=15cm de proteção dos furos em lajes para
passagem de dutos A.C. na Casa de Máquinas, Visita e sob
telhados e calhas.
2.2.3.6. Muretas com H=15cm de proteção da visita de acesso ao
telhado.
2.2.4.
Área Externa:
2.2.4.1. Execução de mureta para a jardineira, conforme novas
dimensões indicadas nas Pranchas 03 e 10/11 do Projeto de
Arquitetura;
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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ALVENARIA - 06
Tijolo Maciço ou Tijolo Furado
S-06.01
2.2.4.2. Fechamentos laterais da rampa e degraus de acesso à Agência;
2.2.4.3. Mureta da marquise da fachada a receber instalações embutidas
para captação de águas pluviais, conforme Pranchas 03, 05 e
07/11 do projeto de Arquitetura e Prancha 01/01 do Projeto de
Instalações de Esgoto sanitário e Águas Pluviais.
2.3.
OBSERVAÇÃO
2.3.1.
Sobre os vãos de portas, serão moldadas ou colocadas vergas prémoldadas. Estas vergas excederão a largura do vão em pelo menos, 30 cm
em cada lado e terão altura mínima de 10 cm.
2.3.2.
Atentar para as alturas das paredes indicadas em projeto.
2.3.3.
Executar os vãos para dutos de ar condicionado conforme indicado em
projeto de Arquitetura – Pranchas 03 e 07/11 e Projeto de Instalações de
Ar Condicionado – Pranchas 01 a 03/05.
2.3.4.
Executar vãos de ventilação nas muretas de fechamento da cobertura de
fibrocimento a ser mantida.
2.3.5.
O hidrômetro será remanejado para nova posição sob a escada de acesso
à Agência, conforme indicações da Prancha 10/11 do projeto de
Arquitetura e Prancha 01/01 do Projeto de Instalações Hidráulica.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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COBERTURA - 07
Diversos
S-07.01
1. NORMAS
1.1.
Conforme P-07.AAA.01; P-07.TEL.0; P-07.TEL.04; 2 P-05.MET.01; E-TEL.06;
E-TEL.11; E-MAD.01.
2. COBERTURA TERMO-ACÚSTICA
2.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Tipo: Telha tipo sanduíche termo-acústica composta de 02 telhas
trapezoidais com núcleo de Poliestireno F1 (isopor)
2.1.1.
Fabricante: Eucatex,
similar.
2.1.2.
Telha: galvanizada Trapezoidal Modelo L40/980 ou L40/1020
2.1.3.
Espessura da telha: 0.43 mm.
2.1.4.
Espessura do sanduíche: 0.67 mm
2.1.5.
Dimensões:
Galvanofer; Ananda Telhas, Telha UP Ltda ou
2.1.5.1. Largura total: 1040 mm (Eucatex); 1020mm (Galvanofer);
1050mm (Ananda Telhas); 1080 (Telha UP)
2.1.5.2. Largura útil: 980mm;
2.1.5.3. Comprimento: sob medida entre 1,00 a 12,00m e conforme
Projeto;
2.1.6.
Acabamento: Pré-pintadas, sistema “coil-coating”.
2.1.7.
Cores: Branco ref. RAL 9003
2.1.8.
Núcleo: Poliestireno F1 (isopor) com 30mm de espessura.
2.1.9.
Vão máximo entre as terças: 2750 mm
2.1.10. Estrutura: Terças de madeira, utilizando sobreposições de 20 mm.
2.1.11. Acessórios: rufo de topo liso, rufo lateral,
2.1.2.
Inclinação: 2,5%
2.1.3.
Estrutura: peças de madeira reaproveitadas da cobertura de fibrocimento
retirada no local.
2.1.4.
Acessórios:
2.1.4.1.
Rufo de topo liso em aço modelo TRT (Eucatex), RTL (Ananda
Telhas), na cor da telha, fixado à alvenaria com argamassa de
cimento e areia no traço 1:3 com SIKA 1.
2.1.4.2.
Rufo lateral em aço na cor da telha, fixado à alvenaria com
argamassa de cimento e areia no traço 1:3 com SIKA 1.
OBSERVAÇÃO: Os rufos após assentados devem ficar
totalmente estanques, evitando que as águas de chuva
penetrem na laje marquise.
2.1.4.3.
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Parafusos e fitas de vedação, conforme recomendação do
fabricante.
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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COBERTURA - 07
Diversos
S-07.01
2.2.
APLICAÇÃO: Cobertura contígua à Casa de Máquinas de Ar Condicionado a ser
executada - trecho de passagem dos dutos de ar condicionado, conforme
Pranchas 06 e 07/11 do Projeto de Arquitetura.
2.3.
OBSERVAÇÃO:
2.3.1.
Executar calha elevada em concreto impermeabilizada com manta asfáltica
3. COBERTURA EM TELHA ONDULADA DE FIBROCIMENTO
3.1.
3.2.
3.3.
SERVIÇOS A EXECUTAR:
3.1.1.
Recomposição da Cobertura existente.
3.1.2.
Execução de
madeiramento;
cobertura
com
material
reaproveitado:
telhas
e
APLICAÇÃO:
3.2.1.
Cobertura a executar sobre Casa de Máquinas;
3.2.2.
Cobertura a Executar sobre compartimento de Visita ao telhado Cobertura
conforme Pranchas 06 e 07/11 do Projeto de Arquitetura.
OBSERVAÇÃO:
3.3.1.
A cobertura existente deverá ser recomposta conforme necessário, em
decorrência da execução da Área Técnica e Casa de Máquinas de Ar
Condicionado. O CONSTRUTOR deverá executar os ajustes necessários,
mantendo as características da cobertura existente, bem como todos os
arremates necessários para vedação dos vãos (muretas, rufos, etc.).
3.3.2.
Executar vãos de ventilação nas muretas para fechamento lateral da
cobertura.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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IMPERMEABILIZAÇÃO - 08
Emulsão Betuminosa a Frio
1.
NORMAS
1.1.
2.
Conforme P-08.AAA.01, P-08.AAA.05, P-08.EMU.01.
PRESCRIÇÕES GERAIS
2.1.
As providências aqui estabelecidas, a serem cumpridas pelo construtor, deverão
ocorrer com a devida antecedência e sem prejuízo do cronograma da obra.
2.2.
O construtor deverá apresentar à fiscalização uma cópia do contrato firmado com a
empresa impermeabilizadora, do qual deverá constar a transcrição de todas as
especificações indicadas nos projetos e no Caderno Geral de Encargos.
2.3.
A impermeabilização de qualquer área só poderá ocorrer se precedida das
seguintes condições:
2.4.
3.
S-08.01
2.3.1.
Depósito, na obra, de todo o material necessário à impermeabilização da
área selecionada.
2.3.2.
Conferência do material depositado e autorização para a execução dos
serviços por parte da fiscalização.
O construtor deverá apresentar ao Proprietário, no ato da conclusão dos serviços,
o TERMO DE GARANTIA DOS SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO E DE
QUALIDADE DOS MATERIAIS EMPREGADOS, firmado pela empresa
impermeabilizadora, a favor do proprietário, pelo prazo de 5 (cinco) anos.
EMULSÃO BETUMINOSA A FRIO
3.1.
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS
3.1.1.
3.2.
Tipo e Fabricante: Igolflex Preto, da Sika S.A. Produtos Químicos ou
similar.
DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
3.2.1.
Após a demolição do piso, regularizar a superfície com argamassa de
cimento e areia no traço 1:3 (em volume), com caimento mínimo de 1 %
em direção aos ralos, executando acabamento desempenado.
3.2.2.
A superfície deverá estar seca, limpa e isenta de partículas soltas.
3.2.3.
Aplicar o impermeabilizante em pelo menos 3 (três) demãos cruzadas,
totalizando um consumo mínimo de 2 kg/m².
3.2.4.
Respeitar o intervalo entre demãos, situado entre 6 a 12 horas de acordo
com as condições climáticas.
3.2.5.
Aplicar também na vertical, subindo 30 cm acima do piso acabado. Nestas
áreas, estruturar com tela de poliéster, de malha 2 x 2 mm, avançando
10 cm no trecho horizontal.
3.2.6.
Após cura do material, executar prova de carga (mínimo de 72 horas).
Concluída a prova de carga, aplicar o contrapiso.
3.2.7.
Todas as demais orientações do fabricante do material impermeabilizante
deverão ser respeitadas.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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IMPERMEABILIZAÇÃO - 08
Emulsão Betuminosa a Frio
3.3.
APLICAÇÃO
3.3.1.
3.4.
S-08.01
Contrapiso das áreas molhadas a executar: Sanitários, Copa e DML a
executar, no Térreo e 1° Pavimento, conforme Pranchas 03, 04, 08 e 09/11
do Projeto de Arquitetura.
OBSERVAÇÃO
3.4.1.
Executar desnível de 10 mm entre áreas frias (-0,01) e Circulações (0,00).
3.4.2.
Atentar para os trechos com ralos.
3.4.3.
Executar rodapés de 30 cm em todo o perímetro das áreas a
impermeabilizar.
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IMPERMEABILIZAÇÃO - 08
Manta Asfáltica
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-08.02
Conforme P-08.FEL.01.
FELTRO-ASFÁLTICO OU MANTA DE ASFALTO PRÉ-FABRICADO
2.1.
Tipo: Viapol Glass e Viapol Antiraiz
2.1.1.
Fabricante: Viapol Impermeabilizantes LTDA. ou equivalente.
2.1.2.
Observação: Utilizar critério de Analogia, item 2 da E-AAA.01 do Caderno
de Encargos.
2.2.
PROCEDIMENTOS: Sobre argamassa de regularização com declividade mínima
de 1% deverá ser aplicada uma demão de Primer, aguardando a secagem. Após
esse procedimento, executar uma camada com a manta a base de véu de fibra de
vidro (Viapol Glass) e, em seguida, estender as bobinas da manta à base de
asfalto modificado com elastômeros estruturadas com armadura não-tecido de
filamentos contínuos de poliester (Viapol Antiraiz). Seguindo as recomendações
técnicas do fabricante. No caso de rodapés, calhas, platibandas e vigas invertidas,
utilizar tela galvanizada para uma melhor aderência e resistência do sistema. Nos
ralos, utilizar Viaboc-Ralo ou Bocchetone, conforme indicado pelo fabricante.
2.3.
PROTEÇÃO: O sistema deverá ficar protegido por duas argamassas de cimento e
areia, sendo o cimento novo e a areia lavada, peneirada e com granulometria
entre0, 75 e 0,6mm. A primeira argamassa será executada no traço 1:6, espessura
entre 15 e 20 mm, sem juntas de dilatação, diretamente sobre a manta préfabricada, pela empresa impermeabilizadora. Sobre esta, executar-se-á a Segunda
argamassa, pela impermeabilizadora ou pela construtora, no traço 1:3, espessura
entre 25 e 30 mm, com juntas de dilatação nos dois sentidos, espaçadas a cada
1,25m e preenchidas com mástique asfáltico.
2.4.
APLICAÇÃO:
2.5.
2.4.1.
Na Cobertura, conforme Pranchas 06 e 07/11 do Projeto de Arquitetura:
No trecho da Área Técnica para equipamentos de Ar Condicionado e
antena parabólica; passarela de acesso á casa de Máquinas de Ar
Condicionado e calha de concreto (elevada) a executar.
2.4.2.
Nas Casas de Máquinas de Ar Condicionado, a executar no 1° pavimento
e na Cobertura, conforme Pranchas 03, 04, 06 e 07/11 do Projeto de
Arquitetura.
2.4.3.
Na marquise da fachada a receber instalações embutidas para captação
de águas pluviais e mureta em todo o perímetro.
OBSERVAÇÃO:
2.5.1.
Atentar para a execução de rodapés em todos os trechos a
impermeabilizar conforme recomendação do Fabricante.
2.5.2.
Atentar para os caimentos necessários em função da posição de ralos e
drenos a instalar e/ou existentes.
2.5.3.
Executar desnível de 10 mm entre Casa de Máquinas de Ar Condicionado
(-0,01) e Suporte (0,00).
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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PAVIMENTAÇÃO – 10
Borracha
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-10.01
Conforme P-10.BOR.01; P-10.COM.13; E-BOR.01; NBR-9050
PLACA DE BORRACHA
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Espessura: 2 mm,
2.1.2.
Dimensão: 30x30 cm.
2.1.3.
Cor: Cinza grafite.
2.1.4.
Fabricante: Brasibor Indústria de Artefatos de Borracha Ltda.; SteeL
Ruber – K&S ou similar.
2.1.5.
Assentamento: Adesivo acrílico, Amazonas AM 1400 da Quimican S.A.
ou a base de borracha sintética (policloropreno) e solventes, ou similares,
observando a utilização do adesivo especificado pelo fabricante.
2.1.6.
Tipo1: Piso podotátil tipo alerta (com superfície de relevos troncocônicos).
2.1.7.
Tipo 2: Piso podotátil tipo direcional (com textura de seção trapezoidal).
APLICAÇÃO
2.2.1.
Executar sinalização com piso podotátil desde o acesso até os Caixas,
passando pelo Auto-atendimento e Hall de Público / Atendimento e
Plataforma PPNE, no Térreo, e da saída da Plataforma PPNE até o
Atendimento, no 1° Pavimento, conforme indicação da Prancha 04/11.
2.2.2.
Atentar para as seguintes aplicações das placas:
2.2.2.1. Tipo 1: para marcação de alerta e/ou mudança de direção;
2.2.2.2. Tipo 2: para marcação de orientação do percurso.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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PAVIMENTAÇÃO – 10
Carpete e Forração
1.
1.1.
2.
S-10.02
NORMAS
Conforme P.10.AAA.01; P-10.CAR.01
TIPO: CARPETE BEBER POINT
2.1.
2.2.
2.3.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Referência: BERBER POINT 920
2.1.2.
Composição: 100 % polipropileno
2.1.3.
Cor: Azurre
2.1.4.
Altura Total: 7,0 mm
2.1.5.
Gramatura: 1370g/m²
2.1.6.
Fabricante: BELGOTEX (alto tráfego) ou equivalente
ASSENTAMENTO
2.2.1.
Tipo: colado
2.2.2.
Adesivo: com adesivo apropriado
recomendados pelo fabricante.
2.2.3.
Tipo de emenda: invisível
para
revestimentos
têxteis,
APLICAÇÃO
2.3.1.
Nos locais com indicação de Piso Tipo 2, conforme Projeto de Arquitetura
– Pranchas 03 e 04/11:
2.3.1.1.
Nas plataformas de Atendimento do Térreo e 1° Pavimento;
2.3.1.2.
No Múltiplo Uso, no 1° Pavimento.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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PAVIMENTAÇÃO – 10
Cerâmica
1.
S-10.03
NORMAS
1.1. Conforme P-10.AAA.01; P-10.CER.01; E-LAD.02.
2.
PISO CERÂMICO – ÁREAS ADMINISTRATIVAS
2.1.
2.2.
3.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO:
2.1.1.
Tipo: Petra
2.1.2.
Cor: White (WH)
2.1.3.
Fabricante: Revestimentos Cecrisa S/A
2.1.4.
PEI: 5
2.1.5.
Dimensões: 40x40 cm
2.1.6.
Assentamento: Argamassa pré-fabricada “Ceramicola – PF”, cor cinza
fabricação da ABCCO – Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda.
2.1.7.
Juntas: Corridas em ambas as direções.
2.1.8.
Rejuntamento: Argamassa pré-fabricada “Juntafina AB”, de fabricação da
ABCCO – Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda. Cor Branco Alaska.
2.1.9.
Arremates: rodapé de madeira, junto às paredes de alvenaria e/ou gesso
acartonado.
APLICAÇÃO: Piso com indicação Tipo 4 no projeto de Arquitetura: Circulação,
SAO e Cofre a executar no Térreo, e Circulação, Suporte, Vigilantes, Telefonia e
Arquivo a executar, no 1° Pavimento, conforme Pranchas 03 e 04/11 do Projeto de
Arquitetura.
PISO CERÂMICO – ÁREAS MOLHADAS
3.1.
3.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO:
3.1.1.
Tipo: Petra
3.1.2.
Cor: Cinza (CZ)
3.1.3.
Fabricante: Revestimentos Cecrisa S/A
3.1.4.
PEI: 5
3.1.5.
Dimensões: 30x30 cm
3.1.6.
Assentamento: Argamassa pré-fabricada “Ceramicola – PF”, cor cinza
fabricação da ABCCO – Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda.
3.1.7.
Juntas: Corridas em ambas as direções.
3.1.8.
Rejuntamento: Argamassa pré-fabricada “Juntafina AB”, de fabricação da
ABCCO – Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda. Cor cinza.
APLICAÇÃO: Piso com indicação Tipo 5 no projeto de Arquitetura: Sanitários,
Copa, DML, a executar no Térreo e 1/ Pavimento e Casas de Máquinas de Ar
Condicionado a executar, no 1° Pavimento e Cobertura, conforme Pranchas 03, 04,
06, 07, 08, e 09/11 do Projeto de Arquitetura.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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PAVIMENTAÇÃO – 10
Cerâmica
3.3.
S-10.03
OBSERVAÇÃO
3.3.1.
Os pisos cerâmicos das áreas molhadas a executar, mencionados acima,
receberão contrapiso com impermeabilização, conforme Capítulo 8, retro.
3.3.2.
Executar desnível de 10 mm entre áreas frias (-0,01) e Circulação e/ou
Suporte (0,00).
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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PAVIMENTAÇÃO – 10
Concreto e Argamassa
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-10.04
Conforme P-10.AAA.01; P-10.CON.02; P-10.CON.03; E-CON.02
CONCRETO NÃO ESTRUTURAL
2.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1. Espessura: Mínima de 08 (oito) cm
2.1.2. Acabamento: natural
2.1.3. Material: concreto simples de cimento, areia grossa e brita, no traço: 1:3:6,
respectivamente
2.1.4. Aditivo: PLASTMENT BV - 40, da Sika, ou CEMIX, da VEDACIT, aplicado
conforme instruções do fabricante.
2.2.
APLICAÇÃO
2.2.1. Base para antena parabólica a ser executada na Cobertura, conforme
Prancha 06/11.
2.2.2. Base para fixação do Totem de sinalização externa, a ser executada dentro
da jardineira, conforme detalhe da Prancha 10/11 do projeto de
Arquitetura.
3.
CONTRAPISO DE CONCRETO REGULARIZADO
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO.
3.1.1.
Espessura: 35 mm
3.1.2.
Acabamento: natural
3.1.3.
Traço: 1:3 (cimento e areia)
3.2. APLICAÇÃO: Contrapiso de todas as áreas da Agência, no Térreo e 1° Pavimento e
Casa de Máquianas de Ar Condicionado e Visita, na Cobertura, a receber
pavimentações diversas: granito, cerâmica, cimentado (substrato de
pavimentações têxteis e pisos elevados).
3.3. OBSERVAÇÃO: Os contrapisos das áreas frias de Apoio (Sanitários, Copa, DML) e
Casas de Máquina de Ar Condicionado serão impermeabilizados, conforme
Capítulo 8, retro.
4.
CIMENTADO SIMPLES
4.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
4.1.1.
Espessura: 20 mm.
4.1.2.
Acabamento: desempenado e moderadamente liso
4.1.3.
Cor: Natural.
4.1.4.
Base; Contrapiso de concreto.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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PAVIMENTAÇÃO – 10
Concreto e Argamassa
4.2.
4.3.
5.
S-10.04
APLICAÇÃO
4.2.1.
Como substrato de pisos colados com indicação em Projeto como Piso
Tipo 2; Carpete, conforme Pranchas 03 e 04/11 do Projeto de Arquitetura:
Atendimento (nivelado com o Hall de Público), no Térreo e 1° Pavimento; e
Múltiplo Uso, no 1° Pavimento.
4.2.2.
Em Locais com indicação de Piso Tipo 6 em Projeto: Visita, na Cobertura,
conforme Prancha 06/11.
4.2.3.
Como substrato de pisos elevados: On Line e Caixas – Locais com
indicação de Piso Tipo 3.
4.2.4.
Pavimentação da calçada externa (passeio), com juntas secas a cada
1,20m, conforme Pranchas 04 e 10/11 do Projeto de Arquitetura.
OBSERVAÇÃO
4.3.1.
Não serão admitidos desníveis ou imperfeições para o assentamento das
pavimentações têxteis.
4.3.2.
O CONSTRUTOR deverá executar perfeito nivelamento do piso do Hall de
Público com a pavimentação do Atendimento,
PISO PODOTÁTIL EM PLACAS
5.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
5.1.1. Material: placa pré-moldada de concreto com superfície conforme tipo e
função.
5.1.2. Espessura: 30 mm,
5.1.3. Dimensão: 40 x 40 cm.
5.1.4. Cor: Cinza “concreto” (natural).
5.1.5. Fabricante: Segato do Brasil Pisos Ltda., Technogran ou similar.
5.1.6. Assentamento: Argamassa pré-fabricada “Ceramicola – PF”, cor cinza
fabricação da ABCCO – Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda.
5.1.7. Rejuntamento: Argamassa pré-fabricada “Juntafina AB”, cor idêntica à do
ladrilho, de fabricação da ABCCO – Rejuntabrás Indústria e Comércio
Ltda.
5.2.
APLICAÇÃO
5.2.1.
5.3.
Executar sinalização com piso podotátil no acesso externo à agência,
conforme indicação da Prancha 04/11 do Projeto de Arquitetura.
OBSERVAÇÃO
5.3.1.
Atentar para as seguintes aplicações das placas:
5.3.1.1.
Tipo 1: para marcação de alerta e/ou mudança de direção;
5.3.1.2.
Tipo 2: para marcação de orientação do percurso.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
PAVIMENTAÇÃO – 10
Laminado Fenólico
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-10.05
Conforme P-10.LAM.01; E-LAM.01
LAMINADO FENÓLICO
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: Perpiso reforçado
2.1.2.
Fabricante: Pertech PSM do Brasil Ltda.
2.1.3.
Acabamento: Texturizado antiderrapante.
2.1.4.
Cor: PP-45 Cinza Polar
2.1.5.
Dimensões: Placas de 0,60 x 0,60 m.
2.1.6.
Espessura: 2.0mm.
2.1.7.
Acabamento: bisotado para assentamento em piso elevado industrial.
2.1.8.
Assentamento: Cola marca “Fórmica” da Formiline Indústria e Comércio
Ltda.
2.1.9.
Juntas: Corridas em ambas as direções.
APLICAÇÃO
2.2.1.
Sobre pavimentações com indicação como Tipo 3 em projeto: piso elevado
industrial a instalar nos Caixas, no Térreo e na Sala On Line, no 1°
Pavimento, conforme Pranchas 03, 04 e 07/11 do Projeto de Arquitetura.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
PAVIMENTAÇÃO – 10
Pedra
1.
NORMAS
1.1.
2.
Conforme P-10.AAA.01; P-10.PED.01; E-PED.01; E-PED.02; E-PED.03; E-PED.05
GRANITO POLIDO - PLACAS
2.1.
3.
S-10.06
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.3.1.
Material: Granito cinza “Andorinha”
2.3.2.
Acabamento: Polido e lustrado, em todas as faces visíveis.
2.3.3.
Dimensões: Placas de 40 x 40 cm
2.3.4.
Espessura: 20 mm
2.3.5.
Assentamento: Argamassa “Cimentcola Quartzolit” (Quartzolit Argamassas
e Rebocos Ltda.), “Argacola Fix 1” (Arga-Rio Argamassa Técnicas Ltda.)
“Arga-Máxima” (Incomed - Engenharia Indústria e Comércio Santa Edwiges
Ltda) ou similar.
2.3.6.
Juntas: Secas, alinhadas em ambas as direções.
2.3.7.
Rejuntamento: “Nata Quartzolit”, com aditivo SH (Quartzolit), “Rejuntar”
(Incomed), “Juntafina AB”, com adição de “Juntalastic“ (ABCCO Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda.) ou similar.
2.2.
APLICAÇÃO: Na execução de Pisos com indicação Tipo 1 em projeto, conforme
Pranchas 03 e 04/11: Auto-atendimento, Abastecimento e Hall de Público no
Térreo; Hall de Público, no 1° Pavimento; patamar da escada de acesso ao 1°
Pavimento.
2.3.
OBSERVAÇÃO
2.1.1.
Caberá ao CONSTRUTOR apresentar previamente amostra do material
para aprovação junto à Fiscalização.
2.1.2.
O patamar de acesso deverá estar nivelado com a soleira de acesso? Piso
do Auto-atendimento.
GRANITO POLIDO - SOLEIRAS
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
3.1.1.
Material: Granito cinza “Andorinha”
3.1.2.
Acabamento: Polido e lustrado, em todas as faces visíveis.
3.1.3.
Largura: conforme vão a guarnecer
3.1.4.
Comprimento: variável, com um mínimo de juntas.
3.1.5.
Espessura: 20 mm
3.1.6.
Assentamento: Argamassa “Cimentcola Quartzolit” (Quartzolit Argamassas
e Rebocos Ltda.), “Argacola Fix 1” (Arga-Rio Argamassa Técnicas Ltda.)
“Arga-Máxima” (Incomed - Engenharia Indústria e Comércio Santa Edwiges
Ltda) ou similar.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
PAVIMENTAÇÃO – 10
Pedra
3.2.
S-10.06
3.1.7.
Juntas: Secas, alinhadas em ambas as direções.
3.1.8.
Rejuntamento: “Nata Quartzolit”, com aditivo SH (Quartzolit), “Rejuntar”
(Incomed), “Juntafina AB”, com adição de “Juntalastic“ (ABCCO Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda.) ou similar.
APLICAÇÃO
Soleira com indicação Tipo 1 em projeto, conforme Pranchas 03, 04, 08, 09 e
10/11:
3.2.1. Nos vãos de porta das seguintes áreas: Sanitários, SAO, Cofre, no Térreo,
Sanitários, Copa, DML, Casa de Máquina de Ar Condicionado a executar
no 1° Pavimento, com 15cm de largura.
3.2.2. Nos vãos de porta entre Atendimento e Circulação, no Térreo e 1°
Pavimento, e Hall (sob escada), no Térreo, com 70mm de largura.
3.2.3. Em todos os vãos da fachada a receberem fechamento em vidro
temperado, inclusive trecho do pórtico de acesso, com 23 cm de largura.
3.2.4. Tabeira limite entre pavimentações em carpete (Atendimento) e granito
(Hall de Público), com 15cm de largura, no Térreo e 1° Pavimento.
3.2.5. Arremates do patamar da escada de acesso ao 1° Pavimento, conforme
Pranchas 04 e 10/11.
3.2.6. Arremates dos vãos da escada e plataforma PPNE, no Térreo e 1°
Pavimento, conforme Pranchas 03, 04 e 10/11.
3.3.
OBSERVAÇÃO
3.3.1. Caberá ao CONSTRUTOR apresentar previamente amostra do material
para aprovação junto à Fiscalização.
3.3.2. Atentar para o perfeito nivelamento com a tabeira de arremate da área de
Atendimento (plataforma em nível).
4.
GRANITO POLIDO - FILETE
4.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
4.1.1.
Material: Granito cinza andorinha
4.1.2.
Acabamento: Polido e lustrado, em todas as faces visíveis.
4.1.3.
Largura: 35 mm
4.1.4.
Comprimento: variável, com um mínimo de juntas.
4.1.5.
Espessura: 20 mm
4.1.6.
Assentamento: Argamassa “Cimentcola Quartzolit” (Quartzolit Argamassas
e Rebocos Ltda.), “Argacola Fix 1” (Arga-Rio Argamassa Técnicas Ltda.)
“Arga-Máxima” (Incomed - Engenharia Indústria e Comércio Santa Edwiges
Ltda) ou similar.
4.1.7.
Juntas: Secas, alinhadas em ambas as direções.
4.1.8.
Rejuntamento: “Nata Quartzolit”, com aditivo SH (Quartzolit), “Rejuntar”
(Incomed), “Juntafina AB”, com adição de “Juntalastic“ (ABCCO Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda.) ou similar.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
PAVIMENTAÇÃO – 10
Pedra
4.2.
APLICAÇÃO
4.2.1.
4.3.
5.
S-10.06
Soleira com indicação Tipo 4 em projeto, conforme Pranchas 03 e 04/11:
Vão de porta do Múltiplo Uso.
OBSERVAÇÃO
4.3.1.
Caberá ao CONSTRUTOR apresentar previamente amostra do material
para aprovação junto à Fiscalização.
4.3.2.
Atentar, ainda, para o perfeito nivelamento da pavimentação cerâmica
(Circulação) com a de carpete (Múltiplo Uso).
GRANITO POLIDO - DEGRAUS
5.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
5.1.1.
Material: Granito cinza “Andorinha”
5.1.2.
Acabamento: Polido e lustrado, em todas as faces visíveis.
5.1.3.
Peças: capa e espelho para degraus
5.1.4.
Piso: 28,36 cm
5.1.5.
Espelho: 17,32 cm
5.1.6.
Comprimento: 1,55 m.
5.1.7.
Espessura: 30 mm
5.1.8.
Assentamento: Argamassa “Cimentcola Quartzolit” (Quartzolit Argamassas
e Rebocos Ltda.), “Argacola Fix 1” (Arga-Rio Argamassa Técnicas Ltda.)
“Arga-Máxima” (Incomed - Engenharia Indústria e Comércio Santa Edwiges
Ltda) ou similar.
5.1.9.
Juntas: Secas.
5.1.10. Rejuntamento: “Nata Quartzolit”, com aditivo SH (Quartzolit), “Rejuntar”
(Incomed), “Juntafina AB”, com adição de “Juntalastic“ (ABCCO Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda.) ou similar.
5.2.
6.
APLICAÇÃO: Piso e espelhos da escada de concreto de acesso ao 1° Pavimento a
executar, conforme Pranchas 03, 04 e 10/11 do Projeto de Arquitetura e Pranchas
01 e 02/06 do projeto de Estrutura.
GRANITO POLIDO - RODAPÉS
6.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
6.1.1.
Material: Granito cinza “Andorinha”
6.1.2.
Acabamento: Polido e lustrado, em todas as faces visíveis.
6.1.3.
Dimensões: Altura de 70mm, e comprimento conforme vão a guarnecer.
6.1.4.
Espessura: 20 mm
6.1.5.
Aresta: reta
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
PAVIMENTAÇÃO – 10
Pedra
6.2.
6.1.6.
Assentamento: Argamassa “Cimentcola Quartzolit” (Quartzolit Argamassas
e Rebocos Ltda.), “Argacola Fix 1” (Arga-Rio Argamassa Técnicas Ltda.)
“Arga-Máxima” (Incomed - Engenharia Indústria e Comércio Santa Edwiges
Ltda) ou similar.
6.1.7.
Juntas: Secas.
6.1.8.
Rejuntamento: “Nata Quartzolit”, com aditivo SH (Quartzolit), “Rejuntar”
(Incomed), “Juntafina AB”, com adição de “Juntalastic“ (ABCCO Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda.) ou similar.
APLICAÇÃO:
6.2.1.
6.3.
7.
Rodapé com indicação Tipo 1 em projeto, conforme Pranchas 03 e 04/11:
Nos trechos a receber pavimentação neste tipo de material, conforme itens
2.1. acima.
OBSERVAÇÃO: Caberá ao CONSTRUTOR apresentar previamente amostra do
material para aprovação junto à Fiscalização.
GRANITO LEVIGADO - PLACAS
7.1.
8.
S-10.06
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
7.1.1.
Material: Granito cinza “Andorinha”
7.1.2.
Acabamento: Levigado, em todas as faces visíveis.
7.1.3.
Dimensões: Placas de 40 x 40 cm
7.1.4.
Espessura: 20 mm
7.1.5.
Assentamento: Argamassa “Cimentcola Quartzolit” (Quartzolit Argamassas
e Rebocos Ltda.), “Argacola Fix 1” (Arga-Rio Argamassa Técnicas Ltda.)
“Arga-Máxima” (Incomed - Engenharia Indústria e Comércio Santa Edwiges
Ltda) ou similar.
7.1.6.
Juntas: Secas, alinhadas em ambas as direções.
7.1.7.
Rejuntamento: “Nata Quartzolit”, com aditivo SH (Quartzolit), “Rejuntar”
(Incomed), “Juntafina AB”, com adição de “Juntalastic“ (ABCCO Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda.) ou similar.
7.2.
APLICAÇÃO: Na execução de Pisos com indicação Tipo 7 em projeto, conforme
Pranchas 03, 04 e 10/11: rampa e patamar de acesso à Agência.
7.3.
OBSERVAÇÃO: Caberá ao CONSTRUTOR apresentar previamente amostra do
material para aprovação junto à Fiscalização.
GRANITO LEVIGADO - SOLEIRAS
8.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
8.1.1.
Material: Granito cinza “Andorinha”
8.1.2.
Acabamento: Levigado, em todas as faces visíveis.
8.1.3.
Largura: conforme vão a guarnecer
8.1.4.
Comprimento: variável, com um mínimo de juntas.
8.1.5.
Espessura: 20 mm
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
PAVIMENTAÇÃO – 10
Pedra
8.2.
S-10.06
8.1.6.
Assentamento: Argamassa “Cimentcola Quartzolit” (Quartzolit Argamassas
e Rebocos Ltda.), “Argacola Fix 1” (Arga-Rio Argamassa Técnicas Ltda.)
“Arga-Máxima” (Incomed - Engenharia Indústria e Comércio Santa Edwiges
Ltda) ou similar.
8.1.7.
Juntas: Secas, alinhadas em ambas as direções.
8.1.8.
Rejuntamento: “Nata Quartzolit”, com aditivo SH (Quartzolit), “Rejuntar”
(Incomed), “Juntafina AB”, com adição de “Juntalastic“ (ABCCO Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda.) ou similar.
APLICAÇÃO
Soleira com indicação Tipo 3 em projeto, conforme Pranchas 03, 04 e 10/11:
8.3.
9.
8.2.1.
Arremates da pavimentação da rampa e patamar de acesso à Agência.
8.2.2.
Arremate do patamar do medidor de energia, na fachada da Agência.
8.2.3.
Arremate do piso de carpete do Atendimento do 1° Pavimento, ao longo da
vidraçaria da fachada – ver corte na Prancha 07/11.
OBSERVAÇÃO
8.3.1.
Caberá ao CONSTRUTOR apresentar previamente amostra do material
para aprovação junto à Fiscalização.
8.3.2.
Atentar para o perfeito nivelamento do patamar de acesso com o
piso/soleira do Auto-atendimento.
GRANITO LEVIGADO - DEGRAUS
9.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
9.1.1.
Material: Granito cinza “Andorinha”
9.1.2.
Acabamento: Levigado, em todas as faces visíveis.
9.1.3.
Peças: capa e espelho para degraus
9.1.4.
Piso: conforme vão a guarnecer.
9.1.5.
Espelho: conforme vão a guarnecer.
9.1.6.
Comprimento: conforme vão a guarnecer.
9.1.7.
Espessura: 30 mm
9.1.8.
Assentamento: Argamassa “Cimentcola Quartzolit” (Quartzolit Argamassas
e Rebocos Ltda.), “Argacola Fix 1” (Arga-Rio Argamassa Técnicas Ltda.)
“Arga-Máxima” (Incomed - Engenharia Indústria e Comércio Santa Edwiges
Ltda) ou similar.
9.1.9.
Juntas: Secas.
9.1.10. Rejuntamento: “Nata Quartzolit”, com aditivo SH (Quartzolit), “Rejuntar”
(Incomed), “Juntafina AB”, com adição de “Juntalastic“ (ABCCO Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda.) ou similar.
9.2.
APLICAÇÃO:
9.2.1.
Piso e espelhos da escada de concreto de acesso à Agência a executar,
conforme Pranchas 03, 04 e 10/11 do Projeto de Arquitetura.
9.2.2.
Piso e espelho dos degraus de acesso ao patamar do Medidor de Energia
Elétrica, na fachada da Agência.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
PAVIMENTAÇÃO – 10
Rodapés - Madeira
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-10.07
Conforme P-10.ROD.01.
RODAPÉ DE MADEIRA
2.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.2.1.
Material: cedro aromático;
2.2.2.
Altura: 70 mm;
2.2.3.
Espessura: 20 mm;
2.2.4.
Demais características: aresta boleada;
2.2.5.
Acabamento: para pintura, conforme Capítulo 17 adiante;
2.2.6.
Cor: cinza escuro, Ref. 019 – Tintas Coral;
2.2.7. Assentamento / fixação: Com buchas de nylon e parafusos galvanizados,
entre espaços de 60 cm. Os parafusos serão rebaixados e emassados com
pasta de selador nitro e pó da mesma madeira, ou encavilhados.
2.2.
APLICAÇÃO
Em locais com indicação de Rodapé Tipo 02 em projeto, conforme Pranchas 03 e
04/11 do Projeto de Arquitetura, junto às paredes de alvenaria e/ou gesso
acartonado, com acabamento em pintura e/ou laminado, como arremates das
áreas revestidas com as seguintes pavimentações:
2.2.1.
Carpete: Atendimento, no Térreo e 1° Pavimento e Múltiplo Uso, no 1°
Pavimento (Piso Tipo 2);
2.2.2.
Cerâmica: Circulação, Cofre e SAO, no Térreo; Circulação, Suporte,
Vigilantes, Arquivo e Telefonia, no 1° Pavimento (Piso Tipo 4).
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
REVESTIMENTO – 11
Argamassa
1.
NORMAS
1.1.
2.
Conforme P-11.ARG .01; P-11.ARG.02; E-ARG.03; E-ARG.05; E-ARG.06.
CHAPISCO
2.1.
2.2.
3.
S-11.01
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Tipo: Chapisco pré-fabricado
2.1.2.
Marca: “Chapiscon”
2.1.3.
Fabricante: Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda
2.1.4.
Fabricantes Alternativos: “Chapisco Fort”, da Usina Fortaleza Indústria e
Comércio de Massa Fina Ltda; “Chapisco Serrana”, da Serrana S/A de
Mineração.
APLICAÇÃO: Em superfícies de alvenaria de tijolos cerâmicos a executar e
receber outros revestimentos, conforme especificado adiante.
EMBOÇO
3.1.CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1.
Tipo: Argamassa pré-fabricada
3.1.2.
Marca: “Qualimassa”
3.1.3.
Fabricante: Cimento Mauá S/A
3.1.4.
Acabamento: Sarrafeado
3.1.5.
Fabricantes Alternativos: “Multimassa Quartzolit”, da Quartzolit Ltda.;
“Unimont”, da Argamont Revestimentos e Argamassas Ltda.
3.2.APLICAÇÃO
4.
3.2.1.
Em superfícies de alvenaria de tijolos cerâmicos a executar e receber
outros revestimentos, conforme especificado adiante.
3.2.2.
Em superfícies de alvenaria existentes danificadas pela remoção de
revestimentos em pintura (a receber revestimento cerâmico);
3.2.3.
Recomposição de revestimentos de alvenarias existentes danificados em
decorrência de serviços de instalações ou quaisquer outras interferências
da obra.
REBOCO
4.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1.
Tipo: Reboco pré-fabricado
4.1.2.
Marca: “Reboquit”
4.1.3.
Fabricante: Argamassas Quartzolit Ltda
4.1.4.
Acabamento: Liso
4.1.5.
Fabricantes Alternativos: “Argabase Mix 3”, da Arga-Rio Argamassas
Técnicas Ltda; “Revestin” ou “Massa Especial Interna”, da Pancreto
Indústria e Comércio Ltda.; “Rebofix I” ou “Rebofix II”, “Elastilit”, “Rebotex
SH” ou “Rebolit”, da Argamassas Quartzolit Ltda.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
REVESTIMENTO – 11
Argamassa
S-11.01
4.2. APLICAÇÃO:
4.2.1.
5.
Em superfícies internas de alvenaria, existentes ou a executar, destinadas
a receber pintura.
ARGAMASSA DE ACABAMENTO
5.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.1.1.
Tipo: Textura Acrílica
5.1.2.
Composição: Textura Acrílica destinada a receber pintura.
5.1.3.
Fabricante: Metalatex, da Sherwin Williams do Brasil, Tintas Suvinil, da
Glassurit do Brasil, Ibratim ou similar.
5.1.4.
Acabamento: Em baixo relevo com ranhuras verticais.
5.1.5.
Cor: Branca
5.1.6.
Execução: Com desempenadeira
desempenadeira de plástico.
5.1.7.
Frisos: em baixo relevo, com espessura e largura de 10mm com
espaçamento conforme indicação da Prancha 07/11 do Projeto de
Arquitetura.
5.1.8.
Acabamento: Pintura acrílica fosca na cor: branco neve, conforme Capítulo
17 “Pintura”, adiante.
de
aço
e sucessivamente com
5.2. APLICAÇÃO:
5.2.1.
Em superfícies externas de alvenaria existentes ou a executar: Locais com
indicação de Parede 7 em projeto: fachadas no trecho superior e parede do
medidor de energia, posterior à jardineira, conforme Prancha 07/11 do
Projeto de Arquitetura.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
REVESTIMENTO – 11
Cerâmica
S-11.02
1. NORMAS
1.1.
Conforme P-11.CER .02; E-AZU.01; E-LAD.02
2. AZULEJO
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: Azulejo Linha: White Basic Matte
2.1.2.
Cor: Branco
2.1.3.
Fabricante: Revestimentos Cecrisa S/A
2.1.4.
Dimensões: 15x15cm.
2.1.5.
Assentamento: Argamassa pré-fabricada “Ceramicola – PF”, cor cinza
fabricação da ABCCO – Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda.
2.1.6.
Juntas: Corridas em ambas as direções.
2.1.7.
Rejuntamento: Argamassa pré-fabricada “Juntafina AB”, de fabricação da
ABCCO – Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda. Cor: Branco Alaska.
APLICAÇÃO
2.2.1.
Locais com indicação de Parede Tipo 4 em projeto, conforme indicação
nas Pranchas 03, 06, 07, 08 e 09/11 do Projeto de Arquitetura: Paredes
internas das Áreas de Apoio no Térreo: Sanitários, Copa, DML e Casas de
Máquinas de Ar Condicionado a executar no Térreo, 1° Pavimento e
Cobertura, sobre superfícies de alvenaria.
3. PASTILHA CERÂMICA
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: Pastilha cerâmica, sistema “belpoint”.
2.1.2.
Fabricante: Cerâmica Portobello S/A ou similar
2.1.3.
Linha: Colors
2.1.4.
Cor: Conforme Aplicação abaixo.
2.1.5.
Dimensões: 30 x 30 cm.
2.1.6.
Assentamento: Argamassa pré-fabricada sob a marca “Argamassa
Quartzolit para Pastilhas”, cor cinza, de fabricação de Argamassas
Quartzolit Ltda ou similar.
2.1.7.
Juntas: Corridas em ambas as direções.
2.1.8.
Rejuntamento: Argamassa pré-fabricada sob a marca “Pastilhaflex-PL”, cor
compatível com a de cerâmica, de fabricação da ABCCO – Rejuntabrás
Indústria e Comércio Ltda ou similar.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
REVESTIMENTO – 11
Cerâmica
3.2.
3.3.
S-11.02
APLICAÇÃO
3.2.1.
Cor: Matt Gelo, Cód. 99358 - Locais com indicação de Parede Tipo 5 em
projeto, conforme indicação nas Pranchas 03 e 07/11 do Projeto de
Arquitetura: Vigas da fachada.
3.2.2.
Cor: Matt Concreto, Cód. 99361 - Locais com indicação de Parede Tipo 6
em projeto, conforme indicação nas Pranchas 03 e 07/11 do Projeto de
Arquitetura: Pilares da fachada, face frontal e topo da marquise, muretas
da jardineira e muretas de fechamento lateral da rampa e degraus de
acesso à Agência.
OBSERVAÇÃO
3.3.1.
A substituição dos revestimentos acima mencionados só poderá ser feita
mediante apresentação de amostra do material e cores e aprovação da
FISCALIZAÇÃO / ARQUITETO AUTOR DO PROJETO previamente ao
assentamento dos mesmos.
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ABRIL2009
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REVESTIMENTO – 11
Laminado Melamínico
S-11.03
NORMAS
1.1.
Conforme P-11.LAM .01; P-11.ARG .01; E-LAM.01; E-ARG.03.
LAMINADO MELAMÍNICO
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Padrão: “Standard”
2.1.2.
Fabricante: Pertech PSM do Brasil Ltda.
2.1.3.
Espessura: 0,8 mm
2.1.4.
Modelo: PP-25- Office Gray
2.1.5.
Acabamento: Texturizado (TX)
2.1.6.
Substrato: chapa de MDF na espessura conforme aplicação abaixo.
2.1.7.
Assentamento: “Cola Marca Fórmica”, da Formiline Indústria e Comércio
Ltda.
2.1.8.
Arremates: cantoneira de abas iguais em alumínio anodizado natural,
conforme Capítulo 14 adiante, em todas as arestas vivas.
APLICAÇÃO
Locais com indicação Parede Tipo 3 em projeto: Revestimento dos pilares nas
áreas de Público, conforme Pranchas 03 e 07/11do projeto de Arquitetura, sendo:
3.1.1.
Substrato com MDF 03mm – pilares do Térreo (em esquadro com a
edificação);
3.1.2.
Substrato de MDF10mm – pilares do Atendimento do 1° Pavimento, a
serem recobertos para regularizar esquadro com a edificação; Utilizar
peças de madeira maciça para estruturar o MDF, conforme Detalhe da
Prancha 11/11.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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REVESTIMENTO – 11
Pedra - Diversos
1.
NORMAS
1.1.
2.
Conforme P-11. PED.01; E-PED.02; E-PED.03; E-PED.05.
GRANITO - CHAPIM
2.1.
2.2.
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Material: Granito “Cinza Andorinha”
2.1.2.
Acabamento: Levigado
2.1.3.
Dimensões: Largura de 25cm e comprimento conforme vão a guarnecer
2.1.4.
Espessura: 20 mm
2.1.5.
Assentamento: ”Argamassa
Quartzolit Ltda.
2.1.6.
Rejuntamento: argamassa pré-fabricada “Juntafina AB”, cor cinza,
compatível com a do granito, de fabricação da ABCCO - Rejuntabrás
Indústria e Comércio Ltda.
Cimentcola
Quartzolit”,
de
Argamassa
APLICAÇÃO:
2.2.1.
Guarnecimento das muretas da jardineira da fachada a reformar, conforme
Pranchas 03 e 10/11 do Projeto de Arquitetura.
2.2.2.
Guarnecimento de topo das guias da rampa de acesso à Agência,
conforme Pranchas 04 e 10/11 do projeto de Arquitetura.
OBSERVAÇÃO
3.1.1.
3.
S-11.04
Caberá ao CONSTRUTOR apresentar previamente amostra do material
para aprovação junto à Fiscalização.
MÁRMORE - CHAPIM
3.1.
3.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
3.1.1.
Material: Mármore “Branco Nacional”
3.1.2.
Acabamento: Polido e lustrado em todas as faces visíveis
3.1.3.
Dimensões: Largura e comprimento conforme vão a guarnecer
3.1.4.
Espessura: 20 mm
3.1.5.
Assentamento: ”Argamassa
Quartzolit Ltda.
3.1.6.
Rejuntamento: argamassa pré-fabricada “Juntafina AB”, cor cinza,
compatível com a do granito, de fabricação da ABCCO - Rejuntabrás
Indústria e Comércio Ltda.
Quartzolit”,
de
Argamassa
APLICAÇÃO:
3.2.1.
3.2.
Cimentcola
Guarnecimento das muretas da Cobertura, em toda o perímetro.
OBSERVAÇÃO
3.2.1.
Caberá ao CONSTRUTOR apresentar previamente amostra do material
para aprovação junto à Fiscalização.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS – 12
Divisórias Artesanais
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-12.01
Conforme P-12.DIV.01; E-DIV.01; E-MAD.03.
DIVISÓRIA PADRÃO DOS CAIXAS
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: Chapa de madeira compensada de 10mm, revestida e laminada,
montada no local;
2.1.2.
Estrutura: Caibros de madeira de 60 x 60 mm, espaçados em quadros de
50 x 39,33 cm e base com caibros de madeira de 120 x 60 mm, fixados
diretamente no piso com parafusos de aço 65 x 75 mm e buchas de náilon,
contraplacados com compensados. As peças de madeira serão maciças,
de Canela Parda, tratadas com imunizante do tipo “Pentox Super” cor
marrom (Montana Química S/A).
2.1.3.
Acabamento: Laminado fenólico melamínico tipo “Perplac STD”, (Perstorp
do Brasil Indústria e Comércio Ltda.), espessura 1,0 mm, acabamento
texturizado, cores PP-25 Cinza Office Gray, e PP-15 Preto (Ver Caderno
de Detalhes Padrão do Banco do Brasil).
2.1.4.
Dimensões: Altura de 130 cm, espessura de 80 mm, comprimento
conforme indicado em projeto.
2.1.5.
Vidraçaria: Vidro temperado incolor 10 mm, jateado, conforme indicado no
detalhe padrão.
APLICAÇÃO
2.2.1.
Conforme Projeto de Arquitetura, nas Pranchas 03 e 07/18: Locais com
indicação de Divisória Tipo D5: Fechamento lateral aos guichês de caixas.
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS – 12
Divisórias Pré-fabricadas
1.
NORMAS
1.1.
2.
Conforme P-12.DIV.01; E-DIV.01; E-MAD.03.
DIVISÓRIA NAVAL
2.1.
2.2.
3.
S-12.02
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: Divilux Naval Aço
2.1.2.
Fabricante: Eucatex S/A Indústria e Comércio;
2.1.3.
Painel: Miolo celular MSO de colméia em papel Kraft de alta gramatura (7
kg/m2) e requadro de material isolante, tipo B, com rodapés duplos;
2.1.4.
Estrutura: Perfis de alumínio anodizado natural fosco
2.1.5.
Revestimento: Laminado fenólico melamínico tipo “Formidur BP Plus”
(Eucatex S/A Indústria e Comércio Ltda.), espessura 1,0 mm, acabamento
texturizado,
2.1.6.
Cor: Cristal.
2.1.7.
Tipo de painel: conforme aplicação abaixo.
2.1.8.
Ferragens: Dobradiças Lockwell ref. 422, acetinado fosco e maçanetas tipo
alavanca.
APLICAÇÃO
2.2.1.
Painel cego piso a teto: Conforme Prancha 03/11 do Projeto de Arquitetura:
Divisórias com indicação Tipo D7 em projeto: fechamento do Suporte,
Vigilantes, Arquivo, Shaft na Telefonia e trecho do Múltiplo Uso voltado
para a circulação dos sanitários, no 1° Pavimento.
2.2.2.
Painel cego até 1,10m e acima vidro: Conforme Prancha 03/11 do Projeto
de Arquitetura: Divisórias com indicação Tipo D8 em projeto: fechamento
da Telefonia voltada para o Suporte e Múltiplo Uso, exceto trecho voltado
para a circulação dos sanitários, no 1° Pavimento.
DIVISÓRIA SANITÁRIA
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
3.1.1.
Divisória Suspensa para Sanitário Basic System
3.1.2.
Fabricante : Pertech PSM do Brasil Ltda;
3.1.3.
Painel : Painel de alta resistência em laminado estrutural
3.1.4.
Estrutura : Peças de fixação, suporte e articulação em alumínio e latão com
acabamento em pintura eletrostática à base de poliéster na cor: branco;
3.1.5.
Revestimento : Laminado fenólico “Pertech” (Perstorp Surface Materials
(PSM).
3.1.6.
Cor : Office Gray PP25.
3.1.7.
Ferragens : Fechaduras e puxador moldadas em nylon na cor: branco
3.1.8.
Dimensões de painel : 1900 mm de altura, 10 mm de espessura;
3.1.9.
Distância do piso : 125 mm (altura total da divisória : 2025 mm);
3.1.10. Portas : 600 x 1900 mm (largura x altura).
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS – 12
Divisórias Pré-fabricadas
3.2.
3.3.
S-12.02
FABRICANTES ALTERNATIVOS
3.2.1.
Neocom Comercial Ltda.
3.2.2.
Falco Trading Comercial Ltda.
APLICAÇÃO
3.3.1.
Divisória com indicação Tipo D9 em projeto: Boxes das bacias sanitárias, e
divisórias internas das I.S.M e I.S.F, a executar no Térreo e 1° Pavimento,
conforme Pranchas 03, 08 e 09/11 do Projeto de Arquitetura.
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS – 12
Divisórias de Gesso
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-12.03
Conforme P-12.DIV.01; E-DIV.01; E-GES.01.
DIVISÓRIA INTERNA NÃO ESTRUTURAL DE GESSO ACARTONADO
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: Painel Standard (ST)
2.1.2.
Fabricante: Gypsum do Nordeste S/A
2.1.3.
Painéis: “Chapa Gypsum” de gesso acartonado, com 1200 mm de largura,
12,5 mm de espessura e altura variável, em função do pé-direito;
2.1.4.
Espessura: 70 mm
2.1.5.
Estrutura: Montantes em aço galvanizado 40/20mm a cada 600 mm,
encaixados em guias “U” de aço galvanizado, fixadas no piso;
2.1.6.
Acabamento: Pintura acrílica acetinada na cor branco gelo sobre
emassamento prévio, conforme Capítulo 17 adiante.
APLICAÇÃO
Em Locais com indicação de Divisória Tipo D6 em projeto, conforme Pranchas 03
e 07/11:
2.2.1.
Térreo: Fechamento entre Abastecimento/ Atendimento; Atendimento /
Circulação; Bateria / Circulação; Hall (sob escada), fechamento lateral da
escada e plataforma PPNE.
2.2.2.
1° Pavimento: Fechamento entre Atendimento / Circulação; shafts para
dutos de ar condicionado, no Atendimento e fechamento da Plataforma
PPNE
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS – 12
Forros
1.
NORMAS
1.1.
2.
Conforme P-12.FOR.01; P-12.FOR.03; P-12.FOR.06; E-GES.01; E-PIN.01;
SUS.01
E-
FORRO DE GESSO ACARTONADO
2.1.
2.2.
3.
S-12.04
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: “Sistema Placostil - Forros”, com placas “Placoplatre PPF”
2.1.2.
Dimensões: 1200 x 2500 mm e espessura de 12,5 mm
2.1.3.
Fabricante: Placo do Brasil Ltda;
2.1.4.
Fixação: Arames galvanizados e tirantes, com pinos código 1/4 x 40 x 20,
da Walsywa Industrial Ltda, conforme Anexo 4 do P-12.FOR.06.
2.1.5.
Arremates entre Chapas: “Telafix Ponte Adesiva” de 1,50 x 50, da Telafix
Indústria e Comércio Ltda.
2.1.6.
Acabamento: Pintura tipo látex PVA, com emassamento, conforme
Capítulo 17 – Pintura;
2.1.7.
Fabricantes Alternativos: Gessoforro Indústria e Comércio de Artefatos de
Gesso Ltda, sob a marca “Gypsalum”; Gypsum do Nordeste S/A, sob a
marca “Chapas Gypsum”.
APLICAÇÃO
2.2.1.
Locais com indicação de Teto Tipo 2 no projeto de arquitetura, conforme
Pranchas 03, 05, 07, 08 e 09: Áreas de Apoio: Sanitários, Copa, DML, no
Térreo e 1° Pavimento.
2.2.2.
Sanca com iluminação sobre os terminais de Auto-atendimento, conforme
detalhe da Prancha 11/11.
2.2.3.
Sancas perimetrias ao forro modulado para passagem de dutos A.C. no
Térreo, conforme Prancha 05/11..
FORRO MODULADO TERMO-ACÚSTICO
3.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
3.1.1.
Composição: Forro falso modular e removível em fibra mineral, com face
aparente pintada na cor branca RAL 9010.
3.1.2.
Fabricante: Knauf AMF ou similar, conforme padrão existente no local;
3.1.3.
Dimensões: 1250 x 625 mm
3.1.4.
Espessura 15 mm
3.1.5.
Borda: SK
3.1.6.
Perfil: VT-15;
3.1.7.
Combustibilidade: Classe II-A, conforme NBR 9442
3.1.8.
Arremates: Conforme detalhes em projeto – ver Prancha 11/11;
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS – 12
Forros
3.1.9.
S-12.04
Execução: Forro fixado por arames galvanizados e tirantes, com pinos
projetados por carga explosiva.
3.1.10. Acessórios: Perfis metálicos, tirantes rígidos e buchas, conforme
recomendado pelo fabricante.
3.1.11. Fabricantes Alternativos: Armstrong World do Brasil Ltda.; Illbruck - Sonex
industrial ltda
3.2. APLICAÇÃO
Locais com indicação de Teto Tipo 1 em projeto, conforme Pranchas 03, 05 e
07/11:
3.2.1.
Em todas as áreas de Público e Administrativas da Agência: Autoatendimento, Hall de Público, Atendimento, Caixas, Circulação, Cofre e
SAOno Térreo, e Hall de Público, escada, Atendimento, Suporte, Múltiplo
Uso, Telefonia, Arquivo, Vigilantes, Circulação e On Line, no 1° Pavimento.
3.3. OBSERVAÇÃO
3.3.1.
Ver detalhe do desnível entre o forro modulado e a sanca de gesso
perimetral no Térreo na Prancha 11/11.
3.3.2.
Ver detalhe do desnível entre o forro modulado e a sanca de gesso sobre
os terminais de auto-atendimento na Prancha 11/11.
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS – 12
Pisos Falsos
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-12.05
Conforme P-12.PIS.01; E-PIS.01
PISO ELEVADO INDUSTRIAL
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: Piso elevado industrial, com estrutura em suportes telescópicos, com
regulagem de altura, e malha de longarinas de aço, para apoio das placas
de piso;
2.1.2.
Tablado: Placas removíveis de aço, revestidas internamente com material
mineral – concreto celular leve (free-quartz), de 60 x 60 cm;
2.1.3.
Acabamento: Placas laminadas na cor Cinza Polar PP-45 (Perpiso
reforçado), conforme Capítulo 10 “Pavimentação”;
2.1.4.
Acessórios: cantoneira metálica para arremate do desnível (acesso),
conforme Capítulo 14 adiante;
2.1.5.
Fabricantes: Pisoflex, ATL Indústria e Comércio Ltda., Metalfloor Comercial
e Industrial Ltda., Mobilínea S/A Indústria e Comércio de Móveis, Senter
Indústria e Comércio Ltda., Solidor Ind. Ltda., WH Unimon Metalúrgica
Ltda. ou similar;
APLICAÇÃO
Nos locais com indicação Piso Tipo 3 em projeto, conforme Pranchas 03, 04 E
07/11 do Projeto de Arquitetura:
2.3.
2.2.1.
h=15 cm: Na Sala On Line, no térreo;
2.2.2.
h=17 cm: Nos Caixas, no 1° Pavimento
OBSERVAÇÃO
2.3.1.
Fornecer 02 (dois) saca-placas e prever prefeito alinhamento, nivelamento
e rigidez do conjunto.
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CARPINTARIA E MARCENARIA – 13
Esquadrias - Portas
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-13.01
Conforme P-13.ESQ.01; P-13.ESQ.02; P-13.ESQ.03; P-13.ESQ.04; P-13.ESQ.05;
E-MAD.08
PORTAS INTERNAS
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Material: madeira Imbuia
2.1.2.
Dimensões: conforme projeto – ver quadro de esquadrias nas Pranchas 04
e 07/10.
2.1.3.
Núcleo: de sarrafos de cedro aromático ou madeira equivalente, capeado
com duas lâminas, uma em cada face, da mesma madeira espessura igual
a 35 mm.
2.1.4.
Enquadramento: cedro maciço
REVESTIMENTO / ACABAMENTO
2.2.1.
2.3.
GUARNIÇÃO (alizar)
2.3.1.
2.4.
2.5.
Pintura conforme S-17 – esquadrias de madeira
Madeira maciça de 4x1cm
BATENTE
2.4.1.
Tipo / material: madeira maciça 14x4 cm – conforme E-MAD.01
2.4.2.
Acabamento: cfe. Pintura S-17 - portas
APLICAÇÃO
Conforme indicadas em projeto arquitetônico sob código PM:
2.6.
2.5.1.
PM1 – 1,20 x 2,10m– Ar Condicionado, no 1° Pavimento;
2.5.2.
PM2 – 0,90 x 2,10 m – Circulação/Atendimento e I.S.A. no Térreo e 1°
Pavimento.
2.5.3.
Pm3 – 0,80 x 2,10 m – Hall,Abastecimento, Caixas Cofre, no Térreo, Copa,
e On Line, no 1° Pavimento.
2.5.4.
PM4 – 0,70 x 2,10 m – I.S.M. e I.S.F., no Térreo e 1° Pavimento, e DML.
OBSERVAÇÃO
2.6.1.
As Portas Tipo PM2 a instalar nos sanitários acessíveis (I.S.A.) receberão
barra de apoio para deficientes físicos na face interna e chapa reforçada de
alumínio na parte inferior em ambas as faces, inclusive alizares, conforme
indicações das Pranchas 08 e 09/11 e Capítulo 28 “Equipamentos
Sanitários e de Cozinha” adiante.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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CARPINTARIA E MARCENARIA – 13
Mobiliário
1.
NORMAS
1.1.
2.
Conforme P-13.ESQ.05; P-15.AAA.01; E-LAM.01; E-MAD.01; E-MAD.02; EMAD.03.
ARMÁRIO SOB BANCADA
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: Em compensado naval de 15 mm, enquadramento em canela maciça
ou cedro aromático, e prateleiras internas em compensado naval.
2.1.2.
Acabamento Externo: Laminado fenólico melamínico tipo “Perplac STD”,
de fabricação da Perstorp do Brasil Indústria e Comércio Ltda., espessura
1,0 mm, acabamento texturizado, cor PP-25 Cinza Office Gray, em todas
as superfícies visíveis.
2.1.3.
Acabamento interno: Laminado fenólico melamínico tipo “Perplac STD”, de
fabricação da Perstorp do Brasil Indústria e Comércio Ltda., espessura 1,0
mm, acabamento liso, cor PP-30 Branco, em todas as superfícies visíveis.
2.1.4.
Dimensões: Conforme detalhes em projeto de arquitetura: 1980 x 620 x
630 mm.
2.1.5.
Ferragens: Conjunto por folha: 02 dobradiças de pressão 35mm Albrás por
porta; corrediças laterais metálicas para as gavetas; suporte plástico para
as prateleiras
2.1.6.
Tampo e frontispício: Granito cinza andorinha, espessura 20 mm, conforme
detalhes em projeto – Prancha 09/11 do projeto de Arquitetura.
APLICAÇÃO
2.2.1.
3.
S-13.02
Na Copa, sob bancada da pia – Prancha 09/11.
ARMÁRIO SUSPENSO SOBRE BANCADA
3.1.
3.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
3.1.1.
Tipo: Em compensado naval de 15 mm, enquadramento em canela maciça
ou cedro aromático, prateleiras internas em compensado naval e nicho
para microondas.
3.1.2.
Acabamento Externo: Laminado fenólico melamínico tipo “Perplac STD”,
de fabricação da Perstorp do Brasil Indústria e Comércio Ltda., espessura
1,0 mm, acabamento texturizado, cor PP-25 Cinza Office Gray, em todas
as superfícies visíveis.
3.1.3.
Acabamento interno: Laminado fenólico melamínico tipo “Perplac STD”, de
fabricação da Perstorp do Brasil Indústria e Comércio Ltda., espessura 1,0
mm, acabamento liso, cor PP-30 Branco, em todas as superfícies visíveis.
3.1.4.
Dimensões: 1980 x 350 x 500 mm, conforme Projeto de Arquitetura.
3.1.5.
Fixação: Fixar à alvenaria através de chumbadores.
APLICAÇÃO
3.2.1.
Na Copa, sobre bancada da pia – Prancha 09/11.
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CARPINTARIA E MARCENARIA – 13
Mobiliário
4.
PRATELEIRAS
4.1.
4.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
4.1.1.
Tipo: Em compensado naval de 18 mm, enquadramento em canela maciça
ou cedro aromático.
4.1.2.
Acabamento: Laminado fenólico melamínico tipo “Perplac STD”, de
fabricação da Perstorp do Brasil Indústria e Comércio Ltda., espessura 1,0
mm, acabamento texturizado, cor PP-25 Cinza Office Gray, em todas as
superfícies visíveis.
4.1.3.
Dimensões: Conforme indicações do Projeto de Arquitetura.
4.1.4.
Fixação: Fixar à alvenaria com cantoneiras metálicas.
APLICAÇÃO
4.2.1.
5.
S-13.02
No D.M.L., no 1° Pavimento, com 4 prateleiras de 2500 x 400 x 20 mm,
conforme indicado em projeto – Prancha 09/11.
GUICHÊS
5.1.
SERVIÇOS A EXECUTAR
Instalação dos guichês de Caixas, conforme localização indicada em leiaute,
inclusive guichê acessível – Ver Pranchas 02 e 03/11 do projeto de
Arquitetura.
5.2.
OBSERVAÇÃO
5.2.1.
Em sua posição definitiva, os guichês deverão estar perfeitamente
alinhados, gaveteiro nivelado, as gavetas abrindo facilmente, painel frontal
(prisma azul) perfeitamente encaixado no tampo superior.
5.2.2.
Nenhum componente (inclusive chaves, acabamentos componentes
plásticos, etc.) poderá ser extraviado durante os serviços que envolvem os
guichês. Qualquer dano ao guichê será de responsabilidade do
CONSTRUTOR, que deverá fornecer a sua substituição através da
empresa fabricante do móvel.
5.2.3.
Todos os guichês, inclusive o acessível, serão fornecidos pelo Banco do
Brasil, cabendo ao CONSTRUTOR sua instalação.
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SERRALHARIA – 14
Aço
1.
NORMAS
1.1.
2.
Conforme P-14.AAA.01; P-14.ACO.01; P-14.ACO.10; E-ACO.02.; E-ACO.04
PORTA EM CHAPA DE AÇO
2.1.
2.2.
3.
S-14.01
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: Porta em chapa 16 MSG lisa de ferro comum; dupla tipo corta fogo,
reforçada internamente com barras de ferro.
2.1.2.
Dimensões: conforme tipo e aplicação abaixo.
2.1.3.
Batentes: de aço “Batentaço”, da Eucatex, para portas sem bandeira,
acabamento galvanizado.
2.1.4.
Ferragens; Papaiz, Linha Slim, dobradiças La Fonte para portas até 25 Kg
e fechadura tipo tetra Papaiz;.
2.1.5.
Acessórios (somente para porta tipo PF2): Visor em vidro liso incolor 6 mm,
com moldura em chapa dobrada.
2.1.6.
Pintura: Esmalte sintético fosco.
2.1.7.
Cor: conforme aplicação abaixo e capítulo 17 “Pintura” adiante.
APLICAÇÃO
2.2.1.
PF1 – 1200 x 2100 mm – Casa de Máquinas de Ar Condicionado, na
Cobertura, conforme Prancha 06/11, na cor cinza grafite.
2.2.2.
PF2 - 800 x 2100 mm - SAO no Térreo, conforme Prancha 03/11 do
Projeto de Arquitetura, na Cinza Claro, ref. Vitral Romano 30YR63/031Coral.
2.2.3.
PF3 – 600 x 2100 mm – Visita, na Cobertura, conforme Prancha 06/11, na
cor cinza grafite.
2.2.4.
Portinhola para acesso ao entreforro da cobertura de fibrocimento (entre
laje e telhado) – 600 x 800 mm, na cor cinza grafite – dobradiças tipo
gonzo e dispositivo para cadeado.
JANELA BASCULANTE
2.3.
2.4.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.3.1.
Tipo: Basculante em perfis de ferro comum
2.3.2.
Dimensões: 600 x 600 mm.
2.3.3.
Comando: tipo alça
2.3.4.
Pintura: Esmalte sintético fosco.
2.3.5.
Cor: cinza grafite
APLICAÇÃO
2.4.1.
JF1 – Visita, na Cobertura, conforme Prancha 06/11.
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Aço
4.
S-14.01
CORRIMÃO METÁLICO SIMPLES INTERNO – 01 ALTURA
4.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
4.1.1. Material: Corrimão em tubos de seção circular de aço inox, conforme
Detalhes da Prancha 10/11 do projeto de Arquitetura.
4.1.2. Componentes: Os tubos que constituem o guarda corpo serão de aço inox,
espessura da parede de 2,0mm nas seções de 35 mm, soldadas entre si.
4.1.3. Dimensões: a 920 mm de altura e comprimento determinado no projeto de
arquitetura.
4.1.4. Fixação: tubo curvo Ø=10 mm soldado ao corrimão e chumbado à
alvenaria.
4.1.5. Pintura do tubo de fixação: Esmalte sintético industrial, cor: prata polar.
4.2.
4.3.
EXECUÇÃO
4.2.1.
Empunhadura: Deve ser deixado um espaço livre de no mínimo 4,0 cm
entre a parede e o corrimão. Quando embutidos na parede, os corrimãos
devem estar afastados 4,0 cm da parede de fundo e 15,0 cm da face
superior da reentrância.
4.2.2.
Prolongamento: Os corrimãos laterais devem prolongar-se pelo menos 30
cm antes do início e após o término da rampa ou escada, sem interferir
com áreas de circulação ou prejudicar a vazão. Em edificações existentes,
onde for impraticável promover o prolongamento do corrimão no sentido
do caminhamento, este pode ser feito ao longo da área de circulação ou
fixado na parede adjacente. As extremidades dos corrimãos devem ter
acabamento recurvado, ser fixadas ou justapostas à parede ou piso, ou
ainda ter desenho contínuo, sem protuberâncias.
4.2.3.
Altura: Para degraus isolados e escadas, a altura dos corrimãos deve ser
de 0,92 m do piso, medidos de sua geratriz superior.
4.2.4.
Os corrimãos laterais devem ser contínuos, sem interrupção nos
patamares das escadas ou rampas,
APLICAÇÃO
4.3.1.
5.
Escada de acesso ao 1° Pavimento, nos trechos enclausurados entre
paredes, conforme Pranchas 03, 07 e 10/11.
CORRIMÃO METÁLICO SIMPLES EXTERNO – 01 ALTURA
5.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
5.1.1. Material: Corrimão em tubos de seção circular de aço carbono, conforme
Detalhes da Prancha 11/11 do projeto de Arquitetura.
5.1.2. Componentes: Os tubos que constituem o guarda corpo serão de aço
carbono, espessura da parede de 2,0mm nas seções de 35 mm, soldadas
entre si.
5.1.3. Dimensões: a 920 mm de altura e comprimento determinado no projeto de
arquitetura.
5.1.4. Fixação: tubo curvo Ø=10 mm soldado ao corrimão e chumbado à
alvenaria.
5.1.5. Pintura: Esmalte sintético industrial, cor: prata polar.
5.2.
EXECUÇÃO: Ver item 4.2 acima
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Aço
6.
GUARDA-CORPO METÁLICO SIMPLES INTERNO – 01 ALTURA
6.1.
6.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
6.1.1.
Tipo: Corrimão em tubos de seção circular de aço inox, conforme Detalhes
da Prancha 10/11 do projeto de Arquitetura.
6.1.2.
Componentes: Os tubos que constituem o guarda corpo serão de aço
carbono, espessura da parede de 2,0mm nas seções de 35 mm, e 15 mm,
soldadas entre si.
6.1.3.
Fechamento: Placa de policarbonato compact cristal, espessura 5 mm,
Ref. XL 10 DayBrasil.
6.1.4.
Dimensões: guarda corpo a 1050 mm de altura com corrimão a 920 mm de
altura e comprimento determinado no projeto de arquitetura.
6.1.5.
Fixação: colunas em tubos de aço carbono, espessura da parede de
2,0mm nas seções de 35 mm, soldadas aos corrimãos e fixadas ao piso
com flange.
6.1.6.
Pintura: Esmalte sintético industrial, cor: prata polar.
APLICAÇÃO
6.2.1.
6.3.
7.
S-14.01
Escada de acesso ao 1° Pavimento, no trecho livre (sem paredes laterais),
conforme Pranchas 03, 07 e 10/11.
EXECUÇÃO: Ver item 4.2 acima
GUARDA-CORPO METÁLICO INTERNO – (sem corrimão)
7.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
7.1.1. Tipo: Guarda-corpo em tubos de seção circular de aço carbono, conforme
Detalhes da Prancha 10/11 do projeto de Arquitetura.
7.1.2. Componentes: Os tubos que constituem o guarda corpo serão de aço
carbono, espessura da parede de 2,0mm nas seções de 35 mm, e 15mm,
soldadas entre si.
7.1.3. Fechamento: Placa de policarbonato compact cristal, espessura 5 mm,
Ref. XL 10 DayBrasil.
7.1.4. Dimensões: guarda corpo a 1050 mm de altura e comprimento
determinado no projeto de arquitetura.
7.1.5. Fixação: colunas em tubos de aço carbono, espessura da parede de
2,0mm nas seções de 35 mm, soldadas aos corrimãos e fixadas ao piso
com flange.
7.1.6. Pintura: Esmalte sintético industrial, cor: prata polar.
7.2.
APLICAÇÃO
7.2.1.
7.3.
No Hall de Público, no 1° Pavimento, guarnecendo o vão livre da escada,
conforme Pranchas 03, 07 e 10/11.
EXECUÇÃO: Ver item 4.2 acima.
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Aço
8.
GUARDA-CORPO METÁLICO DUPLO EXTERNO – 02 ALTURAS
8.1.
8.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
8.1.1.
Guarda corpo em tubos de seção circular de aço carbono, conforme
Detalhes da Prancha 11/11 do projeto de Arquitetura.
8.1.2.
Dimensões: Os tubos e perfis que constituem o guarda corpo serão de aço
carbono, nas dimensões indicadas no Detalhe acima referido.
8.1.3.
Dimensões: Altura total de 1050 mm; corrimão superior a 920mm e
corrimão inferior a 700mm; comprimento determinado no projeto de
arquitetura.
8.1.4.
Fixação: com flange de aço fixada na guia de concreto.
8.1.5.
Pintura: Esmalte sintético industrial sobre fundo anti-oxidante.
8.1.6.
Cor: Prata
APLICAÇÃO
8.2.1.
8.3.
9.
S-14.01
Rampa de acesso à Agência, conforme Pranchas 03, 07 e 10/11.
EXECUÇÃO: Ver item 4.2 acima
CARENAGEM PADRÃO
ATENDIMENTO
9.1.
VISUAL
HIGH
TECH
PARA
TERMINAIS
DE
AUTO-
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
9.1.1.
Estrutura:
9.1.1.1. Material: perfis de aço conforme detalhe padrão: cantoneiras de
aço de abas iguais e barra chata calandrada de 3,18 x 25,40mm
e rodapé em cantoneira de aço de abas desiguais de 25 / 40 x 50
/ 80 x 3,18mm;
9.1.1.2. Base do Acabamento:
9.1.1.2.1. Primeira: primer epóxi;
9.1.1.2.2. Segunda: Primer Universal, após a secagem do fundo
epóxi e a aplicação de massa rápida para a correção
das imperfeições de peças e juntas.
9.1.1.3. Acabamento:
9.1.1.3.1. Rodapé: Pintura em esmalte sintético semi-fosco
grafite metalizado para abastecimento traseiro ou
cinza Polar 97 para abastecimento frontal.
9.1.1.3.2. Estrutura: (demais peças da estrutura) – Esmalte
sintético semi-fosco, cor referência: platina, Ref.016
Coral Tintas, sobre fundo conforme item ‘2.2.2.’ acima,
retro.
9.1.2.
Revestimento:
9.1.2.1. Material: Em chapa metálica calandrada ou de alumínio,
espessura 1,2mm;
9.1.2.2. Fixação na estrutura: com fita dupla-face VHB, da 3M do Brasil
(espuma branca).
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Aço
S-14.01
9.1.2.3. Frisos entre as placas de chapa metálica: 05mm de largura e
05mm de espessura, conforme detalhe padrão.
9.1.3.
Base do Acabamento:
9.1.3.1. Primeira: Primer epóxi;
9.1.3.2. Segunda: Primer Universal, após a secagem do fundo epóxi e a
aplicação de massa rápida para a correção das imperfeições de
peças e juntas.
9.1.4.
Acabamento
9.1.4.1. Externo: pintura automotiva, referência Tintas Wanda, cor Prata
Polar Metálico–97 e verniz poliuretano bi-componente,
acabamento brilho, Tintas Wanda, ou similar;
9.1.4.2. Interno: pintura esmalte sintético semi-fosco, cor referência:
platina, 016 da Coral.
9.1.5.
Porta
9.1.5.1. Tipo: Portas em chapa 16 MSG lisa de ferro comum estruturada
em perfis “U” de aço e cantoneiras de abas iguais de 3,18 x
25,40mm
9.1.5.2. Dimensões: 600 x 2000 x 30,76 mm (largurax altura x espessura)
9.1.5.3. Batente: em aço “Batentaço”, da Eucatex, para portas sem
bandeira, acabamento galvanizado.
9.1.5.4. Acabamento: conforme item 2.3.5. acima.
9.1.5.5. Ferragens: 03 dobradiças para portas de aço e fechadura tipo
tetra, conforme Capítulo 15 adiante.
9.1.6.
Fixação: treliça em perfis de aço, conforme projeto e detalhe padrão,
soldada à estrutura da carenagem e chumbada à alvenaria (parede
posterior do Abastecimento). Acabamento conforme itens 2.3.2. e 2.3.3.
retro.
9.1.7.
Prateleira em Vidro Temperado
9.1.7.1. Material: Vidro temperado, espessura de 10 mm;
9.1.7.2. Acabamento: Liso, transparente.
9.1.8.
Programação Visual
9.1.8.1. Material:
9.1.8.1.1. Caixa em chapa metálica com infra-estrutura para
iluminação back light, conforme projeto;
9.1.8.1.2. Placa de vidro transparente 6 mm para aplicação da
identificação das funções do terminal;
9.1.8.1.3. Lâmpadas fluorescentes e reatores, conforme projeto.
9.1.8.2. Acabamento:
9.1.8.2.1. Caixa metálica:
9.1.8.2.1.1.
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Base do acabamento
interno/externo: aplicação de fundo
primer epóxi e fundo primer
universal idêntico aos fundos da
estrutura;
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Aço
S-14.01
9.1.8.2.1.2.
Acabamento interno/externo:
pintura conforme acabamento do
revestimento.
9.1.8.2.2. Placa de Vidro:
9.1.8.2.2.1.
Texto informativo: Vinil adesivo cor
cinza referência Pantone 444 ou 3M
Scotchcal Série BR 7300-71 (Dark
Gray), ou similar.
9.1.8.2.2.2.
Acabamento: Película de vinil adesiva
jateada transparente, aplicada
internamente ao vidro, referência 3M
Scotchcal Série BR 7300-314 (Dusted
Crystal), ou IMPRIMAX 83, ou similar.
9.1.8.3. Iluminação
9.1.8.3.1. Aplicação: Na caixa metálica da programação visual
possibilitando a leitura do texto Informativo do
Terminal;
9.1.8.3.2. Composição:
9.2.
Lâmpada: Fluorescente colorida,
tonalidade azul referência Sylvania
20W 640mm – F4D109;
9.1.8.3.2.2.
Reator de partida rápida e alta
potência.
APLICAÇÃO
9.2.1.
9.3.
9.1.8.3.2.1.
Ambiente de Auto Atendimento, conforme indicado em projeto – Pranchas
02, 03 e 07/11.
OBSERVAÇÃO
9.3.1.
A execução da carenagem seguirá rigorosamente o Detalhe Padrão do
Banco do Brasil: “Carenagem Especial”, quanto às dimensões, estrutura,
acabamentos, arremates, instalações, fixação, portas de acesso à
circulação de abastecimento dos equipamentos do Ambiente de Auto
Atendimento, contígua à carenagem, conforme indicado em projeto, etc.
9.3.2.
Os terminais de Auto Atendimento serão fornecidos e instalados pelo
Banco do Brasil conforme a nova carenagem a instalar e tipos e função
apresentados na Prancha 02/11 – Observar
as dimensões dos
equipamentos, com atenção aos terminais de fabricação da ITAUTEC.
9.3.3.
Executar fechamento complementar à carenagem dos terminais de Auto
Atendimento no mesmo padrão, inclusive porta de acesso ao
Abastecimento.
9.3.4.
Utilizar fechadura tipo tetra nas portas de acesso ao Abastecimento, sem
maçaneta, conforme Capítulo 15 adiante.
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Aço
10.
S-14.01
PÓRTICO ESTRUTURAL
10.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
10.1.1. Tipo: Tubo retangular, bitola MSG 16, dobrada, incorporada à esquadria e/
ou alvenaria existente.
10.1.2. Fixação ao piso: Chapa de aço, bitola MSG 14, dobrada.
10.1.3. Dimensões: 3300 x 2300 x 150 mm
10.1.4. Pintura: Esmalte sintético automotivo na cor prata polar metálico, conforme
Capítulo 17 adiante.
10.2.
APLICAÇÃO
10.2.1. Pórtico de Acesso à Agência e Auto-atendimento, na Fachada, conforme
Pranchas 02 e 07/11 do Projeto de Arquitetura .
11.
CAIXILHO FIXO COM TELA
11.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
11.1.1. Tipo: caixilho em perfis de aço galvanizado (cantoneira de abas iguais 1
½”)
11.1.2. Fechamento: Tela de arame galvanizado ondulada; malha de 3/8” com fio
14
11.1.3. Fixação: aparafusado à alvenaria
11.1.4. Dimensões: 2000 x 400 mm; 1600 x 400 mm
11.1.5. Pintura: Esmalte sintético automotivo na cor grafite, conforme Capítulo 17
adiante.
11.2.
APLICAÇÃO
10.2.2. Telas de ventilação do entreforro da cobertura de fibrocimento, conforme
Pranchas 06 e 07/11 do projeto de Arquitetura.
12.
TAMPA DE ALÇAPÃO
12.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
12.1.1. Descrição: Alçapão em chapa de ferro galvanizado nº 16 (80x80cm)
12.1.2. Estrutura: batente em perfis de aço 1 ¼” x 1 ¼” x 1/8” e tubos de aço 30 x
30 x 1,5 mm
12.1.3. Acessórios: dispositivo para cadeado
12.1.4. Ferragens: dobradiças tipo reforçadas com pino e bola 3” x 2” (02
unidades)
12.1.5. Dimensões: 0,80 x 0,80 m
12.2.
APLICAÇÃO: Acesso à Cobertura, na Visita, conforme indicação das Pranchas 06
e Detalhe da Prancha 11/11 do Projeto de Arquitetura.
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Aço
13.
S-14.01
ESCADA DE MARINHEIRO METÁLICA
13.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
13.1.1. Tipo: Escada de Marinheiro em tubos de seção circular de aço
galvanizado, conforme detalhe da Prancha 11/11.
13.1.2. Dimensões: Os tubos que constituem os suportes da serão de aço
galvanizado, espessura da parede de 2,0mm nas seções de 50mm;
degraus em vergalhão liso de ferro de 20mm com 50 cm de largura
13.1.3. Altura: 3000m.
13.1.4. Fixação: Na parede com flange de aço galvanizado e chumbadores
conforme detalhe.
13.1.5. Pintura: Esmalte sintético acetinado.
13.1.6. Cor: Grafite.
13.2.
APLICAÇÃO
13.2.1. Acesso à visita da Cobertura, na Casa de Máquinas de Ar Condicionado no
1° Pavimento, conforme Pranchas 03 e 11/11 do Projeto de Arquitetura.
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Alumínio Anodizado
1.
NORMAS
1.1.
2.
Conforme P-14.AAA.01; P-14.ALU.01; P-14.ALU.02; P-14.ALU.51; P-14.ALU.52;
E-ALU.02; E-ALU.03
PERFIL PARA FIXAÇÃO DE VIDROS
2.1.
2.2.
3.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: Perfis “U”, 5/8” x 5/8”.
2.1.2.
Acabamento: Anodizado natural fosco
2.1.3.
Fabricante: Afnor, Alcan, Alcoa, Cia. Brasileira de Alumínio, DIN ou similar.
APLICAÇÃO
2.2.1.
Fixação dos painéis fixos de vidro temperado em todo o perímetro da
vidraçaria da fachada, conforme Prancha 07/11 do Projeto de Arquitetura.
2.2.2.
Fixação dos painéis fixos de vidro temperado nos montantes de alumínio,
no fechamento do Auto-atendimento (Divisórias Tipo D2), conforme
indicado em projeto – Prancha 07/11 do Projeto de Arquitetura.
CANTONEIRA PARA DEGRAUS
3.1.
3.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
3.1.1.
Tipo: Perfis “L”, 1” x 1 ” x 1/8”.
3.1.2.
Acabamento: Anodizado natural fosco
3.1.3.
Fabricante: Afnor, Alcan, Alcoa, Cia. Brasileira de Alumínio, DIN ou similar.
APLICAÇÃO
3.2.1.
4.
S-14.02
Como arremate dos desníveis do piso elevado industrial: no acesso aos
Caixas e ao On Line, conforme Pranchas 07 e 10/18 do Projeto de
Arquitetura.
ESTRUTURA AUXILIAR
4.1.
4.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
4.1.1.
Tipo: Montantes e Travessas em perfis de Alumínio para Estrutura da
Divisória de Fechamento do Auto-atendimento
4.1.2.
Perfis: Tubo retangular e alumínio anodizado 100 x 50 mm
4.1.3.
Modelo (Ref.) : TG-072 (Alcoa) ou similar
4.1.4.
Acabamento: anodizado natural fosco
4.1.5.
Fabricante: Afnor, Alcan, Alcoa, Cia. Brasileira de Alumínio, DIN ou similar.
4.1.6.
Fixação: chumbados às alvenarias e/ou à laje de teto com cantoneiras
metálicas.
APLICAÇÃO
4.2.1.
Estrutura da Divisória de Fechamento do Auto-atendimento, conforme
Corte AA da Prancha 07/11 do projeto de Arquitetura.
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Alumínio Anodizado
4.3.
OBSERVÇÃO
4.3.1.
5.
A travessa superior deverá ficar embutida no forro, conforme Cortes AA e
CC da Prancha 07/11.
CANTONEIRA EM ALUMÍNIO
5.1.
5.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
5.1.1.
Tipo: Cantoneira de abas iguais, 19,05 x 1,59mm, Modelo CT007.
5.1.2.
Acabamento: Anodizado natural fosco
5.1.3.
Fabricante: Alcoa, ou similar.
5.1.4.
Assentamento: aparafusado.
APLICAÇÃO
5.2.1.
6.
S-14.02
Arremate dos cantos dos pilares das áreas de público a serem revestidos
com laminado, conforme detalhe da Prancha 11/11.
PORTINHOLA DE VENEZIANA
5.3.
5.4.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
5.1.5.
Tipo: Porta em veneziana de alumínio anodizado natural.
5.1.6.
Acabamento: Anodizado natural fosco
5.1.7.
Fabricante: Alcoa, ou similar.
5.1.8.
Dimensões: 500 x 300 mm.
5.1.9.
Ferragens: dobradiças e fechadura de cilindro
APLICAÇÃO
5.2.2.
Visita do hidrômetro (sob degraus de acesso à Agência), conforme detalhe
da Prancha 10/11.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
FERRAGENS – 15
Para Portas de Madeira
1.
NORMAS
1.1.
2.
Conforme P-15.AAA.01 e E-FER.01.
FERRAGENS PARA PORTAS DE MADEIRA DE ABRIR
2.1.
2.2.
2.3.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Modelo : Linha Smart Slim
2.1.2.
Fabricante : Papaiz ou similar
2.1.3.
Referência: Cilindro C200 – Latão / Função: portas externas
2.1.4.
Dobradiças: 3 (três) dobradiças, com pino-bola e anel;
2.1.5.
Acabamento: Cromado
2.1.6.
Tipo: com alavanca e roseta separadas.
2.1.6.1.
Referência 1: Cilindro C200 – Latão / Função: portas externas
2.1.6.2.
Referência 2: Tranqueta (Função “Banheiro”) C200 - Latão
APLICAÇÃO
2.2.1.
Referência 1: Guarnecimento das portas indicadas nos desenhos do
projeto de arquitetura: PM1, PM2, PM3 e PM4, conforme Pranchas 03 e
07/11 do Projeto de Arquitetura: Abastecimento, Hall (sob escada), Cofre,
Caixas, S.A.O., Circulação, no Térreo; Circulação, Copa, On Line e Casa
de Máquinas de Ar Condicionado, no 1° Pavimento.
2.2.2.
Referência 2: Guarnecimento das portas indicadas nos desenhos do
projeto de arquitetura: PM2: I.S.A. e PM4 – I.S.M. e I.S.F., no Térreo e 1°
Pavimento, conforme Pranchas 03, 08 e 09/11.
OBSERVAÇÃO
2.3.1.
3.
S-15.01
A PM2 a instalar nos sanitários acessíveis (I.S.A.) receberá puxador
tubular cromado na face interna e proteção inferior em chapa de alumínio
reforçado em ambas as faces, inclusive alizares, conforme detalhe das
Pranchas 08 e 09/11 do Projeto de Arquitetura.
FERRAGENS PARA PORTAS EM PAINEL DIVISÓRIO
3.1.
3.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1.
Modelo : Linha Smart Slim
3.1.2.
Fabricante : Papaiz ou similar
3.1.3.
Referência: Cilindro C200 – Latão / Função: portas externas
3.1.4.
Dobradiças: Três (3) dobradiças Lockwell, ref. 422.
3.1.5.
Acabamento: cromado
APLICAÇÃO
3.2.1.
Guarnecimento das portas integrantes de painéis divisórios: PD1: Suporte,
Múltiplo Uso, Vigilantes, Telefonia e Arquivo.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
FERRAGENS – 15
Para Portas de Madeira
4.
MOLA HIDRÁULICA
4.1.
4.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1.
Tipo : Mola hidráulica aérea
4.1.2.
Fabricante : Dorma Sistema de Controle de Portas
4.1.3.
Modelo: MA 200
4.1.4.
Cor: prata
APLICAÇÃO
4.2.1.
5.
S-15.01
Guarnecimento das seguintes portas: I.S.M., I.S.F, no Térreo e 1°
Pavimento, Copa e Caixas.
FERRAGENS PARA PORTAS DUPLAS DE MADEIRA
5.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.1.1.
5.2.
Fecho: de mola de embutir, para a segunda folha, acabamento cromado,
(02 unidades por folha).
APLICAÇÃO
5.2.1.
Segunda folha da Porta da Casa de Máquinas de Ar Condicionado (PM1).
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
FERRAGENS – 15
Para Portas Metálicas
1.
NORMAS E PROJETO
1.1.
2.
Conforme P-15.AAA.01 e E-FER.01.
FERRAGENS PARA PORTAS DE CHAPA DE FERRO
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Modelo: Linha Smart Slim
2.1.2.
Fabricante: Papaiz.
2.1.3.
Referência: Cilindro C200 - Latão
2.1.4.
Acabamento: Cromado
2.1.5.
Tipo: com alavanca e roseta separadas.
2.1.6.
Fechadura complementar: Linha Tetra, cromada, Papaiz (somente para
PF2)
2.1.7.
Dobradiças: 3 (três) dobradiças, com pino-bola e anel
APLICAÇÃO
2.2.1.
3.
S-15.02
Guarnecimento da porta indicada nos desenhos do projeto de arquitetura:
PF1 – Casas de Máquinas de Ar Condicionado, na Cobertura; PF2 - SAO,
no Térreo; PF3 – Visita, na Cobertura.
FERRAGENS PARA PORTAS DE CHAPA DE FERRO - CARENAGEM
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1.
Fechadura: Linha Tetra, Papaiz
3.1.2.
Acabamento: Cromado
3.1.3.
Dobradiças: 3 (três) dobradiças, com pino-bola e anel
3.2.
APLICAÇÃO
3.3.
Guarnecimento da porta de acesso ao Abastecimento, integrante à carenagem dos
TAA’s.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
FERRAGENS – 15
Para Portas de Vidro Temperado
1.
NORMAS E PROJETO
1.1.
2.
S-15.03
Conforme P-15.AAA.01 e E-FER.01.
FERRAGENS PARA PORTAS DE ACESSO
2.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Fabricante: Dorma Sistemas de Controles para Portas Ltda ou similar.
2.1.2.
Acabamento: Prata, recorte “Santa Marina”.
2.1.3.
Dobradiças Superiores: Ref. SM 1020.
2.1.4.
Dobradiças Inferiores: Ref. SM 1020.
2.1.5.
Trinco de Piso: Ref. SM - 1060.
2.1.6.
Contra-trinco de Piso: Ref. SM 1061.
2.1.7.
Fechadura de Centro: Ref. SM 1050.
2.1.8.
Contra-fechadura: Ref. SM 1051.
2.1.9.
Puxador: Tipo Alça Dorma, Ref. 376, cor Prata
2.1.10. Mola Hidráulica de Piso: Ref. MP – 4000/3, “T+E1”, com válvula de alívio.
2.2.
APLICAÇÃO
2.2.1.
3.
Tipo: Portas de acesso à Agência (PV1), integrantes do pórtico de acesso,
conforme Pranchas 02,03 e 07/11.
FERRAGENS PARA PORTA DE ACESSO AO AUTO-ATENDIMENTO
3.1.
3.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1.
Fabricante: Dorma Sistemas de Controles para Portas Ltda ou similar.
3.1.2.
Acabamento: Prata, recorte “Santa Marina”.
3.1.3.
Dobradiça Superior: Ref. SM 1020.
3.1.4.
Dobradiça Inferior: Ref. SM 1020.
3.1.5.
Trinco de Piso: Ref. SM - 1060.
3.1.6.
Contra-trinco de Piso: Ref. SM 1061.
3.1.7.
Puxador: Tipo Alça Dorma, Ref. 376, cor Prata
3.1.8.
Mola Hidráulica de Piso: Ref. MP – 4000/3, “T+E1”, com válvula de alívio.
3.1.9.
Fechadura: eletromagnética com força de tração de 150 Kgf; acionamento
interno e externo (botoeira) – Ref. Kit ATM, Fab. Automatiza – Sistemas de
Segurança e Automação.
APLICAÇÃO
3.2.1.
Tipo: Porta de acesso ao Auto-atendimento (PV3), integrante do pórtico de
acesso, conforme Pranchas 02, 03 e 07/11.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
FERRAGENS – 15
Para Portas de Vidro Temperado
4.
FERRAGENS PARA PORTA ALTERNATIVA
4.1.
4.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1.
Fabricante: Dorma Sistemas de Controles para Portas Ltda ou similar.
4.1.2.
Acabamento: Prata, recorte “Santa Marina”.
4.1.3.
Dobradiça Superior: Ref. SM 1020.
4.1.4.
Dobradiça Inferior: Ref. SM 1020.
4.1.5.
Trinco de Piso: Ref. SM - 1060.
4.1.6.
Contra-trinco de Piso: Ref. SM 1061.
4.1.7.
Puxador: Tipo Alça Dorma, Ref. 376, cor Prata
APLICAÇÃO
4.2.1.
5.
Porta alternativa (PV4), integrada á divisória de fechamento entre Autoatendimento e Hall de Público, conforme Pranchas 03 e 07/11 do projeto
de Arquitetura.
FERRAGENS PARA PORTA DE CORRER DE PROTEÇÃO DA PGDM
5.1.
5.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.1.1.
Fabricante: Dorma Sistemas de Controles para Portas Ltda ou similar.
5.1.2.
Acabamento: Prata, recorte “Santa Marina”.
5.1.3.
Trinco de Piso: Ref. SM 1060.
5.1.4.
Contra-trinco de Piso: Ref. SM 1061.
5.1.5.
Trilho Superior: “Belmetal” ref. E523, dimensões 38x38 mm ou trilho
superior com tampa Belmetal ref. 2940 e 2941; dimensões 48x50 mm..
5.1.6.
Guia Inferior: “Belmetal”, em perfil “U” com 15mm.
APLICAÇÃO
5.2.1.
6.
S-15.03
Porta de proteção da PGDM (PV2), integrada á divisória de fechamento
entre Auto-atendimento e Hall de Público, conforme Pranchas 03 e 07/11
do projeto de Arquitetura.
OBSERVAÇÃO
6.1.
As portas de acesso e do Auto-atendimento integram o Pórtico de Acesso,
composto pelo pórtico estrutural, portas de acesso em vidro temperado – de 10
mm, incolor, transparente – e coluna de identificação. Para execução do pórtico
estrutural, o CONSTRUTOR obedecerá aos desenhos “Pórtico de Acesso” e
“Identificação Visual”, integrantes do Caderno de Detalhes.
6.2.
As portas de acesso ao Auto-atendimento e alternativa deverão ter,
obrigatoriamente, 90 cm de largura (acessibilidade).
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
VIDRAÇARIA – 16
Planos e Temperados
1.
NORMAS
1.1.
2.
Conforme P-16.AAA.01; P-16.PLA.01; E-VID.01; E-VID.03.
VIDRO TEMPERADO
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: “Temperit”
2.1.2.
Fabricante: Cia Vidraria Santa Marina, ou similar.
2.1.3.
Cor: Incolor
2.1.4.
Espessura: 10 mm
2.1.5.
Fixação:
2.1.5.1.
Tipo 1: Com perfis de alumínio anodizado, conforme Capítulo
14 acima
2.1.5.2.
Tipo 2: Com ferragens cromadas, conforme Capítulo 15 acima
2.1.5.3.
Tipo 3: Com silicone
APLICAÇÃO
2.2.1.
Tipo 1: Nos Locais com indicação D2 em projeto: Painéis fixos da divisória
de fechamento entre Auto-atendimento e Hall de Público; Perímetro dos
panos de vidraçaria das divisórias Tipo 1: painéis fixos da fachada,
conforme Pranchas 03 e 07/11 do Projeto de Arquitetura; fechamento
superior às portas da Plataforma PPNE (Ver Detalhe na Prancha 10/11).
2.2.2.
Tipo 2:
2.2.3.
3.
S-16.02
2.2.2.1.
Portas do pórtico de acesso - acesso à Agência (PV1) e ao
Auto-atendimento (PV3), conforme Pranchas 03 e 07/11.
2.2.2.2.
Porta Alternativa (PV4) a instalar, integrante da divisória de
fechamento do Auto-atendimento.
2.2.2.3.
Porta de proteção da PGDM (PV2), conforme Pranchas 03 e
07/11;
Tipo 3: Nos Locais com indicação de D1 em projeto: painéis fixos de
fechamento da Fachada Principal.
OBSERVAÇÃO
3.1.
A porta de acesso ao Auto-atendimento receberá aplicação de Grafema, conforme
Capítulo 29 adiante.
3.2.
As portas de acesso ao Auto-atendimento e alternativa deverão ter,
obrigatoriamente, 90 cm de largura (acessibilidade).
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
VIDRAÇARIA – 16
Recozidos - Planos, Comuns
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-16.01
Conforme P-16.AAA.01; P-16.PLA.01; E-VID.01.
VIDRO PONTILHADO
2.1.
2.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1.
Tipo: “Fantasia” Pontilhado
2.1.2.
Fabricante: Cebrace – Cia Brasileira de Cristal, Cia. Vidraçaria Santa
Marina S/A, Blindex Vidros de Segurança Ltda, ou similar.
2.1.3.
Cor: Incolor.
2.1.4.
Espessura: 4mm.
2.1.5.
Assentamento: Com emprego de vedante do tipo “Dow Corning Vedante
Vidro Alumínio – VVA”, da Dow Corning do Brasil Ltda, aplicado sob
orientação da D´ Altomare Química Ltda, padrão incolor.
APLICAÇÃO
2.2.1.
No basculante a instalar na Visita da Cobertura, conforme Pranchas 06 e
07/11.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
PINTURA – 17
Diversos
1.
2.
S-17.01
NORMAS
1.1.
Conforme P-17.AAA.01; P-17.AAA.01; E-ACE.01; E-TIN.01; E-TIN.02
1.2.
Em todas as tintas descritas a seguir, o fabricante Coral poderá ser substituído
pelas marcas Tintas Renner ou Suvinil, desde que as cores do catálogo Coral
Color Service (máquina de mistura multicromática) sejam reproduzidas por
espectrofotometro (equipamento de leitura e identificação de cores, disponível
gratuitamente em lojas de tintas)
ACRÍLICA COM EMASSAMENTO
2.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Tipo: Látex acrílico.
2.1.2.
Fabricante: Tintas Coral ou equivalente.
2.1.3.
Cor:
3.2.1.1 Azul Médio Ref. Azul Barroco, 70BG 44/129 – Tintas Coral
3.2.1.2 Branco Gelo Ref. 02.
3.2.1.3 Branco Neve, Ref. 01
2.1.4.
Acabamento:
3.2.1.4 Paredes internas - Acetinado.
3.2.1.5 Paredes Externas - Fosco
2.1.5.
2.2.
EXECUÇÃO
2.2.2
2.3.
Demãos: Mínimo de duas demãos.
Tratamento Prévio e/ou Pintura de Base:
2.2.2.1 Selador: No caso de revestimentos novos, aplicar uma demão de
Coral Selador Acrílico ou similar.
2.2.2.2 Fundo Preparador de parede: no caso de superfícies com reboco
fraco, desagregado, gesso, fibrocimento, caiação, após a limpeza
e recuperação das superfícies danificadas, aplicar uma demão de
Coral Fundo Preparador de Paredes.
2.2.2.3 Emassamento: revestimentos novos ou sem emassamento, aplicar
02 (duas) demãos com Coral massa acrílica. Sobre a massa
corrida, previamente à pintura de acabamento, aplicar uma demão
de Coral Líquido Selador. Nos revestimentos existentes, aplicar
massa corrida para regularização da superfície, correção de
pequenas fissuras, furos e/ou outras imperfeições;
2.2.2.4 Acabamento: deverão ser aplicadas tantas demãos quantas forem
necessárias para se obter um perfeito acabamento, sendo no
mínimo 02 (duas);
APLICAÇÃO GERAL DE PINTURA:
2.3.1
2.3.2
Com massa: Todas as divisórias de gesso a instalar e todas as alvenarias
novas ou que sofrerem demolições, onde necessário regularização,
deverão ser emassadas e pintadas – todas as alvenarias internas, exceto
as existentes com pintura do Suporte.
Sem massa: Paredes com pintura existente do Suporte e alvenarias das
fachadas não revestidas com pastilha, inclusive frente da marquise.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
PINTURA – 17
Diversos
2.4.
3.
S-17.01
APLICAÇÃO ESPECÍFICA:
2.4.1
Azul: Em paredes internas, com acabamento acetinado indicado em
projeto como Tipo 2: parede posterior ao Atendimento, NO Térreo e 1°
Pavimento, conforme Pranchas 03 e 07/11.
2.4.2
Branco Gelo: Nas paredes internas, com acabamento acetinado, exceto as
posteriores ao Atendimento, conforme indicado em projeto como Tipo 1.
Nas empenas laterais externas, com acabamento fosco.
2.4.3
Branco Neve: Nas paredes das fachadas, na parte superior e alvenaria
posterior à jardineira, sobre revestimento de textura acrílica, conforme
indicado em projeto como Tipo 7.
LATEX PVA
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1. Tipo: tinta à base de PVA
3.1.2. Referência: Coral Color Service
3.1.2.1 Cor: Branco Neve (forro)
3.1.2.2 Cor: Cinza Ref. C082 – Suvinil Self-Color (tapume)
3.1.3. Acabamento: Aveludado
3.1.4. Fabricante: Tintas Coral
3.2.
EXECUÇÃO:
3.2.1. Tratamento prévio e/ou pintura de base
3.1.2.3 Selador: No caso de revestimentos novos, aplicar uma demão de
Coral Selador Acrílico;
3.1.2.4 Fundo preparador de parede: No caso de superfícies com reboco
fraco, desagregado, gesso, fibrocimento ou caiação, após a
limpeza, aplicar uma demão de Coral Fundo Preparador de
Paredes.
3.1.2.5 Emassamento: Revestimentos novos ou sem emassamento
aplicar 02 duas demãos com Coral massa acrílica. Sobre a massa
corrida, previamente à pintura de acabamento, aplicar uma
demão de Coral Líquido Selador. Externamente será massa
corrida acrílica. No forro de gesso o mesmo deverá receber uma
demão de Fundo preparador de parede antes do emassamento.
Em revestimentos existentes, aplicar massa corrida para
regularização de superfícies, correção de fissuras, furos e/ou
outras imperfeições.
3.2.2. Pintura de acabamento – número de demãos: Tantas quantas necessárias
para se obter um perfeito acabamento, sendo no mínimo 3 (três)
3.3.
APLICAÇÃO:
3.3.1. Sem massa: Tapumes.
3.3.2. Com massa: Nos forros e sancas de gesso a serem executados. Nos tetos
de laje a serem emboçados e emassados: Marquise e Hall, sob escada.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
PINTURA – 17
Diversos
4.
S-17.01
ESMALTE SINTÉTICO
4.1
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1
Tipo: Esmalte Sintético
4.1.2
Cor:
4.1.2.1 Tipo 1: Cinza Claro, Ref. Vitral Romano - 30YR63/031- Tintas
Coral, ou conforme indicação em projeto ou orientação da
FISCALIZAÇÃO.
4.1.2.1 Tipo 2: Cinza escuro Ref. 019 - Coral.
4.2
4.3
5.
4.1.3
Acabamento: Acetinado
4.1.4
Fabricante: Tintas Coral, Suvinil ou similar
EXECUÇÃO:
4.2.1
Tratamento Prévio e/ou Pintura de Base: remover vestígios de poeira e
gordura; lixar superfície para remoção de farpas; aplicar fundo sintético
nivelador branco, para madeira; aplicar massa a óleo para corrigir as
imperfeições e lixar após a secagem;
4.2.2
Acabamento: aplicar tantas demãos quanto forem as necessárias para
obter um perfeito acabamento, sendo no mínimo 02 (duas);
APLICAÇÃO
4.3.1
Tipo 1: Nas portas em madeira, marcos, guarnições, a serem instaladas
(com emassamento prévio): PM1, PM2 PM3 e PM4 – Pranchas 03 e
07/11.
4.3.2
Tipo 2: Nos rodapés a serem instalados, com emassamento prévio.
ESMALTE SINTÉTICO INDUSTRIAL
5.1
5.2
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.1.1
Tipo: Esmalte Sintético Industrial (Coral)
5.1.2
Cor: conforme determinado no item aplicação
5.1.3
Acabamento: Acetinado
5.1.4
Fabricante: Tintas Coral
EXECUÇÃO:
5.2.1
Tratamento prévio e/ou pintura de base:
5.2.1.1 Preparação da superfície: Limpeza e secagem das superfícies, com
remoção de poeira, gordura e sabão e lixamento.
5.2.1.2 Aplicação de 1 (uma) demão, com pincel, de FERROX (ácido
fosfórico) ou similar. Em metais não ferrosos (alumínio e
galvanizado) - Aplicar uma demão de Fundo para galvanizado.
5.2.2
Pintura de Acabamento - Número de demãos: Tantas quantas necessárias
para se obter um perfeito acabamento, sendo no mínimo 3 (três).
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
PINTURA – 17
Diversos
5.3
6.
S-17.01
APLICAÇÃO
5.3.1
Cor: Alumínio: Corrimãos e guarda-corpo a serem instalados na rampa e
escada.
5.3.2
Cor: Prata Polar Metálico 97, de fabricação “Tintas Wanda”, com
Acabamento: Verniz Poliuretano Bi-componente semi-fosco, da “Tintas
Wanda” – pórtico estrutural de acesso à Agência/Auto-atendimento, em
todas as faces visíveis, conforme Prancha 16/18 do Projeto de Arquitetura.
5.3.3
Cor: Cinza Claro, Ref. Vitral Romano – 30YR63/031- Tintas Coral, – Porta
de chapa metálica do SÃO (PF2).
5.3.4
Cor: Cinza Grafite: Portas de chapa metálica na Cobertura: PF1 (Casa de
Máquinas de Ar Condicionado); PF3 (Visita); portinhola e caixilhos com tela
do entreforro; Basculante da Visita (JF1).
OBSERVAÇÃO
6.1
O CONSTRUTOR deverá efetuar teste de cor na obra e confirmar com a
FISCALIZAÇÃO o uso de cada cor antes da execução da pintura.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
ENCERAMENTO E LUSTRAÇÃO – 18
Diversos
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-18.01
Conforme P-18.ENC.01.
ENCERAMENTO DE GRANITO
2.1.
2.2.
PROCEDIMENTOS (PRIMEIRA LIMPEZA)
2.1.1.
Com um pano macio, água e sabão de coco, limpar bem a superfície,
podendo usar lã de aço para retirar pingos de massa, com muito cuidado
para não arranhar a pedra. Atentar para o uso da lã de aço apenas na
pedra seca, e após seu uso todos os restos desta devem ser
completamente removidos antes de continuar a limpeza.
2.1.2.
Enxaguar e enxugar, deixando secar bem.
2.1.3.
Em seguida, passar uma camada de cera com silicone Grand-Prix ou
similar.
2.1.4.
Esperar secar e dar polimento com flanela ou enceradeira.
2.1.5.
Caso necessário, retirar o excesso suavemente utilizando lã de aço ou
palha de aço fina.
APLICAÇÃO
2.2.1.
2.3.
Nas pavimentações de granito novas a serem assentadas no Autoatendimento, Abastecimento e Hall de Público, no Térreo, conforme
Pranchas 10 e 11/18.
OBSERVAÇÃO
2.3.1.
Não utilizar produtos abrasivos ou com princípio ativo forte, tais como:
sapólio, água sanitária, amoníaco, hipocloreto de sódio, etc, que danificam
e tiram o brilho da pedra. Jamais usar ácido.
2.3.2.
Remover imediatamente os resíduos de lã de aço, de forma a evitar que
em contato com a água venham a oxidar e manchar a pedra.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, AUTOMAÇÃO, ILUMINAÇÃO - 19
Condições Gerais
1.
S-19.01
NORMAS E PROJETO
1.1. Conforme ABNT-NBR5410; ABNT-NBR5419; P19.AAA.01; P-19.ATE.01;
P19.CDR.01; P-19.CDT.01; P19.EQP.01; P-19.PTU.01; P19.QDP.01; P-19.SIS.01;
P-19.SPD.01.
1.2. As instalações elétricas e de telecomunicações – comunicação de dados e telefonia, e
sistemas de segurança patrimonial e incêndio deverão ser executadas de acordo
com as Normas abaixo:
 NBR5410: Instalações Elétricas de Baixa Tensão
 NBR5410 – Item 7: Verificação Final das Instalações Elétricas de Baixa Tensão
 NR10: Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
 EIA/TIA 568A / 568 B-2: Commercial Building Telecommunications Wiring
Standard;
 EIA/TIA 569: Commercial Building Standard for Telecommunications Pathways
and Spaces
 EIA/TIA 607: Commercial Building Grounding / Bonding Requirements
 CELESC – Centrais Elétricas de Santa Catarina
 BRASIL TELECOM
 Plano de Automação de Agências do Banco do Brasil
 Caderno Geral de Encargos – Banco do Brasil
 NISC/94 – Corpo de Bombeiros de Santa Catarina
2.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
2.1.
Esta Especificação Técnica tem por objetivo definir, em conjunto com as
respectivas pranchas de projeto e planilha de quantidades e custos, o fornecimento
de equipamentos, materiais e serviços nas áreas de INSTALAÇÕES ELÉTRICAS,
TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA, para a obra em questão.
2.2.
Os projetos e especificaçãoes foram desenvolvidos com base nas vistorias locais,
ante-projetos de arquitetura, demais projetos que complementam o escopo de
serviços e instruções, fornecidas pelo Banco do Brasil.
2.3.
Este Caderno de Encargos e as respectivas pranchas de projeto são mutuamente
complementares, devendo todos serem considerados na execução dos serviços.
2.4.
Com respeito a licenças e franquias, será obedecido o disposto Instruções de
Concorrência, com especial atenção para as exigências do CREA.
2.5.
O CONSTRUTOR deverá fornecer os materiais especificados e complementares a
execução dos os serviços descritos a seguir e indicados nas pranchas do projeto.
2.6.
Quaisquer materiais e serviços eventualmente não relacionados neste Caderno de
Encargos, na Planilha de Materiais e Custos e/ou nas pranchas de projeto, os
quais sejam efetivamente necessários à perfeita execução dos serviços e
conseqüente perfeita funcionabilidade e segurança das instalações ora projetadas
deverão ser considerados pelo CONSTRUTOR, explicitamente quando da
elaboração da PROPOSTA de serviços.
2.7.
Os serviços em instalações elétricas, telecomunicações, cabeamento estruturado,
deverão obedecer rigorosamente o prescrito em pranchas do projeto, nas
presentes especificações, normas da ABNT e das concessionárias de energia
elétrica e telefonia locais.
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Condições Gerais
3.
S-19.01
2.8.
O CONSTRUTOR deverá interagir com os demais contratados e a Fiscalização da
Obra de forma a definir compatibilizações, adequações e serviços efetivos.
2.9.
A listagem de materiais define o tipo e especificação de todos os materiais a serem
utilizados, podendo utilizar-se equivalentes, desde que apresentem características
de similaridade e conforme o “Critério de Analogia” (E-AAA.01, item 2). A decisão
sobre aplicação de materiais similares aos especificados é prerrogativa exclusiva
da fiscalização do Banco do Brasil S.A.
2.10.
Quaisquer modificações nos projetos, em função de soluções alternativas
sugeridas pelo CONSTRUTOR, deverão ser submetidas previamente à
Fiscalização para exame e aprovação.
2.11.
A adoção de soluções alternativas àquelas definidas em projetos e especificações
do BANCO, a menos de eventuais casos de impossibilidades de execução, não
poderão ser motivo de dilações no prazo global da obra.
2.12.
Serão encargos do CONSTRUTOR todas as providências necessárias à efetivação
das ligações definitivas das instalações da dependência do BANCO à rede de
energia elétrica da concessionária. Estão aqui incluídos os pagamentos de taxas e
emolumentos eventualmente necessários. Os serviços serão considerados
concluídos quando as referidas ligações permitirem à dependência objeto da obra
condições normais de operação.
2.13.
Os serviços de instalações deverão ser executados por firmas especializadas e
com experiência comprovada, com anuência da fiscalização do Banco do Brasil.
2.14.
A mão-de-obra deverá ser tecnicamente capaz e estar sobre a supervisão e
responsabilidade de profissionais devidamente habilitados pelo CREA.
2.15.
O CONSTRUTOR executará os trabalhos complementares ou correlatos às
instalações, tais como: rasgos e recomposições em alvenarias, forros falsos, pisos,
plataformas, etc. bem como os arremates decorrentes, mantendo-se o padrão de
acabamento definido pelo projeto de arquitetura.
2.16.
O Construtor deverá dar garantia somente dos equipamentos novos a serem
adquiridos.
2.17.
Após a completa execução da obra, caberá ao CONSTRUTOR a apresentação dos
projetos “as built”, em arquivos AutoCad, versão R2000 ou compatível, em
disquete CD e uma cópia plotada.
2.18.
É OBRIGATÓRIO o preenchimento da Planilha de Quantitativos e Custos anexa ao
Edital. O Banco do Brasil não se responsabiliza pelos valores e quantidades. A
planilha é orientativa, devendo os Proponentes confirmarem as quantidades em
desenhos de projeto e em vistoria ao local dos serviços.
DESCRIÇÃO GERAL DA OBRA
3.1.
Trata-se de reforma geral de imóvel para relocalização da Agência Belford Roxo,
conforme projeto de Arquitetura.
3.2.
Fornecimento e instalação de Luminárias, quadros, tubulações, caixas, tomadas,
cabeamento, para atendimento com energia, dados e voz, sistemas de segurança
e comunicações em todos os pontos indicados em projeto e conforme o adiante
especificado.
3.3.
Fornecimento e instalação da infra-estrutura elétrica e lógica para Rack’s de
equipamentos, para rede horizontal, vertical, backbones e para servidores,
conforme projeto;
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Condições Gerais
S-19.01
3.4.
Alimentação, distribuição e energização conforme projeto;
3.5.
Enfiação dos circuitos após limpeza da área e de eletrodutos;
3.6.
Todas as instalações (inclusive enfiações, caixas, dutos etc.) desativadas pela
reforma deverão ser totalmente retiradas.
3.7.
Por tratar-se de uma reforma, será obrigatória uma visita prévia da proponente ao
local, a fim de que a mesma tome conhecimento das características das
instalações existentes, bem como das facilidades e restrições, no que se refere à
execução da reforma.
3.8.
O lay out de equipamentos apresentado no projeto tem caráter orientativo e deverá
ser confirmado junto à FISCALIZAÇÃO, antes da execução das instalações.
3.9.
Os trabalhos deverão ser executados de forma a minimizar o desconforto
provocado pelas obras, incluindo a limpeza diária das adjacências e remoção
periódica de entulho, a cargo da CONTRATADA.
3.10.
Todas as instalações (inclusive enfiações, caixas, dutos etc.) desativadas pela
reforma deverão ser totalmente retiradas.
3.11.
Por tratar-se de uma reforma, será obrigatório uma visita prévia da proponente ao
local, a fim de que a mesma tome conhecimento das características das
instalações existentes, bem como das facilidades e restrições, no que se refere à
execução da reforma.
3.12.
O reaproveitamento de materiais existentes, somente será admitido, após a
aprovação da FISCALIZAÇÃO.
3.13.
O layout de equipamentos apresentado no projeto tem caráter orientativo e deverá
ser confirmado junto à FISCALIZAÇÃO, antes da execução das instalações.
3.14.
Os trabalhos deverão ser executados de forma a minimizar o desconforto
provocado pelas obras, incluindo a limpeza diária das adjacências e remoção
periódica de entulho, a cargo da CONTRATADA.
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Instalações Elétricas
1.
NORMAS E PROJETO
1.1.
2.
S-19.02
Ver S-19.01, retro.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS – MEMORIAL DESCRITIVO
2.1.
RAMAL DE ENTRADA
2.1.1. O ramal de entrada deverá ser substituído conforme projeto, caberá ao
CONTRUTOR aprovação do aumento de carga junto a LIGHT.
2.1.2. Os ramais de alimentação dos quadros de distribuição deverão ser
fornecidos a partir do medidor até o QGBT e demais quadros, conforme
projeto.
2.2.
QUADROS E ALIMENTADORES.
2.2.1. Deverão ser fornecidos todos os quadros elétricos em conformidade com o
projeto, montados em fábrica. Todos os quadros deverão ter barramentos
em cobre e vinte e cinco por cento de espaço livre para futuras instalações.
2.3.
ILUMINAÇÃO
2.4.
2.3.1.
Toda a infra-estrutura de iluminação da dependência será nova conforme
projeto elétrico, com o fornecimento e instalação das luminárias, conforme
projeto fornecido, com as luminárias especificadas no projeto arquitetônico.
2.3.2.
A distribuição dos circuitos de iluminação, com eletrodutos e condutores
novos, deverá ser feita a partir dos Quadros Terminais, a serem instalados
na dependência, na localização e quantidade do projeto fornecido.
2.3.3.
Em todos os recintos, os interruptores serão instalados em caixa
estampada com espelhos, conforme projeto e especificações de
arquitetura.
2.3.4.
Os condutores de distribuição de energia, serão em cobre eletrolítico, com
isolamento em PVC para 750V - 70ºC, e cobertura em PVC antichama, tipo
PIRASTIC-FLEX da PRYSMIAM ou equivalente, com seção nominal
mínima de #2,5 mm², conforme projeto.
2.3.5.
Para alimentação dos reatores, os cabos de conexão deverão ser
previamente estanhados.
TOMADAS
2.4.1.
As tomadas de manutenção e para uso geral serão do tipo 2P+T universal, 15A - 250V.
2.4.2.
Para o forno micro ondas será utilizada tomada do tipo 2P+T, 20A - 250V.
2.4.3.
As tomadas para equipamentos da rede local e máquinas de Xerox
também serão do tipo polarizadas, 2P+T - 15A - 250V.
2.4.4.
As tomadas de piso serão instaladas em caixas 4x4” de alumínio fundido,
alta, com anel de regulagem, tampa em latão rosqueada.
2.4.5.
As tomadas de parede serão instaladas em caixas estampadas, em chapa
de aço, galvanizadas, embutidas na alvenaria, com espelho da Linha Pial
Plus da Pial ou Thesi da Bticino , conforme o local da aplicação.
2.4.6.
Todas as tomadas de energia, antes de seu uso, deverão ser testadas e
verificadas a polaridade correta dos pinos. Polarização das tomadas 2P+T
universal: pino direito - fase; pino esquerdo - neutro; pino inferior - terra.
2.4.7.
Todas as tomadas de energia instaladas em paredes deverão seguir
especificação conforme projeto arquitetônico.
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Instalações Elétricas
2.5.
ATERRAMENTO
2.5.1.
2.6.
Todas as partes metálicas não vivas da instalação, incluindo luminárias,
eletrocalhas, caixas, quadros, etc. deverão ser efetivamente aterradas,
assim como todas as tomadas. Os condutores de proteção partirão da
barra de terra dos respectivos Quadros de Distribuição, conforme projeto.
FILTROS DE LINHA
2.6.1.
3.
S-19.02
Fornecer e instalar filtros de linha para os equipamentos da rede local,
conforme Caracterização de Produtos, adiante.
RECOMENDAÇÕES PARA A REDE ELÉTRICA
3.1.
Para o sistema de computação deverá ser instalada tubulação e alimentação
elétrica dedicada e exclusiva a partir do QTED.
3.2.
Os condutores de proteção (terra) serão independentes para cada circuito,
oriundos do barramento de terra do respectivo quadro de distribuição. Esses
condutores também deverão ser identificados, em relação ao circuito à que
pertencem. A identificação se fará através de anilhas plásticas, junto ao
barramento terra.
3.3.
Os condutores para os circuitos de elétrica dedicada deverão ser do tipo flexível e
identificados através de cores conforme a seguir:
•
FASE A: vermelha;
•
FASE B: branca ;
•
FASE C: preta,
•
NEUTRO: azul claro ;
•
TERRA: verde.
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Cabeamento Estruturado
1.
NORMAS ADICIONAIS:
1.1.
1.2.
2.
S-19.03
Ver S-19.01, retro.
Para os serviços de projeto e instalação de Cabeamento Estruturado, devem ser
seguidas as normas abaixo:
EIA/TIA 568A Commercial Building Telecommunications Wiring Standard;
EIA/TIA 569
Commercial Building Standard for Telecommunications Pathways
and Spaces;
EIA/TIA 607
Commercial Building Grounding / Bonding Requirements;
EIA/TIA BULLETIN TSB-67.
NORMA 223-3115-01/02 DA TELEBRÁS.
INSTALAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA – MEMORIAL DESCRITIVO
1.1.
INSTALAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÃO
1.1.1. TUBULAÇÃO DE ENTRADA - TELEFONIA
1.1.1.1. A tubulação de entrada deverá ser executada conforme projeto,
devendo o construtor executar toda a infra estrutura de ligações do
PTR até o QTEL na nova sala on line conforme descrito abaixo.
1.1.2. TUBULAÇÃO INTERNA
1.1.2.1. Competirá também ao construtor o lançamento e a identificação
dos cabos de telefonia, nas tubulações e caixas de passagem /
distribuição internas, dos fios correspondentes a cada tomada e a
interligação dos quadros, possibilitando condições de imediata
ligação dos equipamentos.
1.1.2.2. Deverão ser instalados os seguintes cabos conforme projeto, para
sala TC:
- 01 cabo telefônico CI 50-30P, interligando o PTR ao QTEL;
- 01 cabo telefônico CI 50-30P, interligando o QTEL ao PABX;
- 01 cabo estruturado cat5e – 25 pares, interligando o PABX ao
QTEL;
- 01 cabo estruturado cat5e – 25 pares, interligando o QTEL ao
RACK;
- 03 cabos estruturados cat5e – 4 pares, interligando o QTEL ao
REMUS;
- 03 cabos estruturados cat5e – 4 pares, interligando o REMUS ao
RACK;
1.1.2.3. Todo equipamento (central de PABX, PAX, KS e aparelhos
telefônicos) será fornecido e instalado pelo Banco.
1.2.
INSTALAÇÃO DE CABEAMENTO ESTRUTURADO
1.2.1. Foi projetado um sistema de cabeamento estruturado categoria 5e, com
tomada do tipo RJ-45, de modo a permitir à interligação de qualquer ponto
a voz e dados, de acordo com as necessidades da área, obedecendo às
disposições da TELEBRÁS, TELEMAR e EIA/TIA 568A.
1.2.2. Todos os cabos previstos em projeto deverão ser instalados e conectados.
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Cabeamento Estruturado
S-19.03
1.2.3. Todos os cabos de comunicação deverão ser identificados com etiquetas
(Brady ou Panduit), modelos definidos nas especificações adiante,
seguindo a identificação ao lado de cada ponto.
1.2.4. Todas as tomadas e patch panels deverão ser identificados com etiquetas
autocolantes, impressas da Brady ou Panduit.
1.2.5. Os patch panels deverão ter suas portas de entrada e saída com
numeração seqüencial sem repetição de números.
1.3.
RACK DE LÓGICA
1.3.1. Os Racks de lógica são existentes, estando previsto a seu remanejamento
da atual agência para o novo local para atendimento do projeto fornecido.
2.3.4.
Caberá ao CONSTRUTOR o fornecimento e instalação dos Patch Panels
de telefonia e para a rede horizontal, bem como os demais acessórios
previstos em projeto.
2.3.7.
O CONSTRUTOR deverá promover a identificação de cada Patch Panel
(01, 02, etc.) bem como de cada porta dos mesmos, com numeração
seqüencial, conforme identificação do ponto no projeto.
2.3.8.
Junto a cada Patch Panel deve sempre ser instalado um conjunto de
organizadores de cabos, para arranjo e coordenação dos cabos e cordões.
2.3.9.
As portas dos painéis distribuidores devem ter um número 20% maior que
a quantidade de pontos atendidos. A mesma margem percentual deve ser
utilizada para a reserva de cordões (patch cords).
2.3.10. O CONSTRUTOR deverá fornecer patch cords em cabo UTP ultraflexível,
identificado em ambas as extremidades, nas cores azul e amarelo. Os
azuis serão utilizados nas conexões da dados e os amarelos nas de
telefonia.
2.4. DISTRIBUIÇÃO DE CABEAMENTO ESTRUTURADO
3.
2.4.1.
Os cabos da rede horizontal partirão do Rack de lógica até as tomadas de
comunicação, sem emendas, sendo lançados em eletrodutos de ferro
galvanizado instalados no entreforro, piso ou entrepiso.
2.4.2.
Para ligação das tomadas dos guichês de caixa ou em piso elevado serão
utilizados eletrodutos flexíveis, constituídos por fitas de aço helicoidais,
revestidas por uma cobertura de PVC na cor preta, tipo “Sealtub”,
equipados com conectores macho fixo e giratório apropriados, ligando as
caixas de passagens da tubulação principal até as tomadas de
comunicação.
CERTIFICAÇÃO
3.1.
O CONSTRUTOR, antes da entrega da instalação, deverá proceder os testes de
performance de todo o cabeamento (certificação). Para isso deverá ser utilizado
testador de cabos UTP Categoria 5e (350 MHz), conforme EIA/TSB-67.
3.2.
O teste deve ser do tipo link, para todos os pares do cabo, com vistas a
comprovação da conformidade com a norma EIA/TIA 568, no que se refere a:
Continuidade; Polaridade; Identificação; Curto-circuito; Atenuação; NEXT (Near
End CrossTalk - diafonia).
3.3.
O Instalador deve apresentar os relatórios gerados pelo aparelho, datados
(coincidente com a data do teste), com o nome do dependência e rubricados pelo
Responsável Técnico da obra;
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Cabeamento Estruturado
3.4.
4.
S-19.03
Não serão aceitos testes por amostragem. Todos os ramais deverão ser testados,
na extremidade da tomada e na extremidade do painel distribuidor (bidirecional).
RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA A REDE DE CABEAMENTO ESTRUTURADO
4.1.
Este descritivo define os procedimentos para a implantação de infra-estrutura de
cabos de comunicação, tubulação, caixas de passagem e distribuição, tomadas e
painéis de conexão para um sistema categoria 5e.
4.2.
Consta do fornecimento do sistema de cabeamento estruturado os seguintes itens:
tomadas de comunicação RJ45, cabos UTP, painéis distribuidores (patch Panels),
Blocos de engate rápido Cegelec / Bargoa, cordões (patch Cords), Rack’s, infraestrutura de dutos, calhas, caixas, placas de saída, suportes e acessórios, mão-deobra de instalação, certificação do sistema para categoria 5e, infra-estrutura
elétrica e de aterramento, bem como serviços complementares conforme
especificações do projeto e da fiscalização.
4.3.
O sistema permitirá transmissões de sinais na freqüência de 100MHz ou superior,
e atenderá a parte de telefonia e dados da dependência dentro da configuração
apresentada em projeto.
4.4.
A transmissão de voz/dados para os pontos de saída junto aos postos de trabalho
dar-se-á através de cabeamento estruturado tipo UTP, categoria 5e, 4 pares
trançados, sem blindagem, lançados em eletrodutos ou calhas metálicas. Todos os
condutores deverão atender às recomendações das Normas específicas da ABNT
e ser certificados pelo INMETRO ou agente credenciado.
4.5.
Os pontos de saída junto aos postos de trabalho terão tomadas modulares de 8
(oito) vias, com contatos banhados a ouro na espessura mínima de 30 µm, padrão
RJ-45. Na tomada RJ-45 serão aproveitados os pinos 1, 2, 3 e 6, conforme a
EIA/TIA 568, para uso dos computadores no padrão Ethernet 10BaseT. Porém
todas as tomadas deverão ter todos os pinos conectados conforme o padrão 568A, prevendo-se assim quaisquer protocolos de transmissão, atuais e futuros.
Deverão obedecer às características técnicas estabelecidas pela norma EIA/TIA
568 e SP-2840A para categoria 5e (350 MHz).
4.6.
A conexão de cada terminal (estação) à tomada RJ-45 deverá ser executada com
a utilização de cordões com o uso de plugues machos RJ-45 nas extremidades.
Estes cordões (line cords) devem ser executados pelo fabricante dos produtos de
cabeamento. Caso autorizado pela Fiscalização, estes poderão ser fabricados pelo
instalador, da seguinte forma: a conexão entre o cabo UTP-4P e o plugue RJ45
deverá ser executado com ferramenta de crimpagem, com lâminas de corte e
decapagem automática do cabo, tipo RJ-45 Crimp Tool, com cabo no comprimento
indicado em projeto ou conforme solicitado pelo Banco.
4.7.
No piso, as tomadas serão instaladas em caixas 4x4”, alta, de alumínio fundido,
com tampa em latão polido articulável, de forma a permitir o seu fechamento sem
pressionar o patch-cord da estação.
4.8.
A identificação das tomadas dos terminais da dependência e nos painéis (patchpanel) azuis seguirá a seguinte nomenclatura: nnnA e nnnB, onde nnn indica o
número do terminal e as letras indicam o primeiro e sugundo ponto de tomada.
4.9.
Os cabos de comunicação não devem fazer curvas com raios inferiores a 4 vezes
o seu diâmetro, e não devem sofrer esforços maiores que 11 kgf.
4.10.
Junto ao painel distribuidor central da sala de equipamentos deverá ser deixado
jogo de cópias de toda a instalação.
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Cabeamento Estruturado
5.
6.
S-19.03
4.11.
Todo o cabeamento no interior de eletrocalhas e dos Rack’s deverá ser organizado
e amarrados com braçadeiras tipo fita; Todos os cabos de comunicação serão
identificados com anilhas plásticas, em ambas as extremidades, conforme
numeração em projeto.
4.12.
Deverá ser instalado 01 rack para servidores conforme padrão do Banco, para
instalação dos monitores e servidores (CPU e teclado). Deverão ser utilizadas
planilhas identificadoras nos quadros e rack’s , interna e externamente.
4.13.
Toda vez que for necessário o desligamento dos servidores, hubs, roteadores e
switch, a firma contratada deverá avisar a gerência da dependência com 24 horas
de antecedência, para que esta comunique ao NRT o desligamento/religamento.
4.14.
Todos os cabos de comunicação serão identificados com anilhas plásticas em
ambas as extremidades, conforme numeração dada em projeto específico.
4.15.
Os cabos na entrada/saída de eletrocalhas, conduletes e caixas, deverão ser
protegidos por prensa cabos.
4.16.
Será efetuada pelo CONSTRUTOR uma verificação das instalações de
cabeamento estruturado conforme Check List a ser fornecido pelo BANCO DO
BRASIL.
CONDUTOS E ACESSÓRIOS
5.1.
Os condutos com cabos de rede de comunicação serão exclusivos, não se
admitindo passagem de cabos de energia ou de outras finalidades.
5.2.
Poderão ser utilizados como condutos, para os cabos UTP, eletrocalhas,
perfilados, dutos de piso, rodapés falsos e eletrodutos.
5.3.
Os eletrodutos serão sempre de aço galvanizado eletroliticamente, quando em
instalações embutidas ou internas aparentes, em entrepisos ou entreforros, ou de
aço galvanizado a fogo quando em instalações aparentes ao tempo.
CAIXAS:
6.1.
As caixas de distribuição, de saída e de passagem deverão ser metálicas.
6.2.
Todas as caixas deverão ser dotadas de portas providas de dobradiças e ferrolhos
de aço ABNT 1020 galvanizado.
6.3.
As portas deverão abrir-se de modo a ficar inteiramente livre a abertura da caixa.
Esta exigência deverá ser observada com cuidado, para facilitar o trabalho do
pessoal encarregado das emendas e instalações nas caixas. O espaço para
trabalho na frente da caixa deverá ser no mínimo de 80 cm.
6.4.
Todas as caixas de distribuição deverão ser providas de abertura para ventilação.
Para esse fim o emprego de portas com venezianas é recomendado.
6.5.
As caixas de distribuição deverão ser instaladas de modo que seu centro se situe à
altura de 1,30 m do piso.
6.6.
As caixas de saída na parede deverão ser instaladas à altura de 0,30 m do piso,
salvo indicação em contrário.
6.7.
As caixas de distribuição deverão ter, no fundo, para fixação dos cabos e dos
terminais da Telemar, uma das opções a seguir:
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Cabeamento Estruturado
S-19.03
6.7.1. Prancha de madeira (compensado de multiplainas de pinho) de 2,5 cm de
espessura, ocupando todo o fundo da caixa. Esta prancha terá colagem à
base de Samol, não poderá conter irregularidade nem frestas e receberá
pintura com tinta betuminosa cor preta.
6.7.2. Suportes metálicos fixados diretamente na parede ou mesmo sobre
prancha de madeira.
6.8.
O conector para aterramento será de bronze do tipo conexão barra-cabo.
6.9.
As barras para aterramento e vinculação deverão ser providas com parafusos autoatarrachantes e conector para aterramento.
6.10.
As caixas equipadas com mais de uma barra de aterramento e vinculação deverão
ser providas de apenas 01 conector para aterramento.
6.11.
Todas as caixas, com exceção das de n.º 1 e 2 deverão apresentar, fixadas a parte
interna da porta, um porta cartão acompanhadas de um plástico rígido transparente
com as dimensões internas do porta-cartão e espessura mínima de 0.5 mm.
6.12.
As caixas serão fornecidas abertas e sem chaves, mantendo-se a porta presa a
caixa pôr um arame.
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IP Advantage e TV Corporativa
1.
S-19.04
NORMAS E PROJETO
1.1. Conforme ABNT-NBR5410; ABNT-NBR5419; P-19.ATE.01; E.IEL.07; E-IEL.16; EIEL.18; E-IEL.21; E-IEL.43; E-IEL.44.
1.2. Para os serviços de projeto e instalação de IP Advantage / TV Corporativa, devem ser
seguidas as normas abaixo.
2. INSTALAÇÕES DE IP ADVANTAGE / TV CORPORATIVA – MEMORIAL DESCRITIVO
2.1.
A obra consiste na adequação da infraestrutura de tubulações, caixas, tomadas,
cabeamento, para atendimento com sinal de antena de todos os pontos indicados
em Projeto e conforme especificações adiante.
2.2.
Este descritivo define os procedimentos para a implantação de infra-estrutura de
pontos para TV corporativa, cabos de sinal, tubulação, caixas de passagem e
distribuidores de sinal.
2.3.
Especificações dos materiais conforme S-19.ELE.06, adiante;
2.4.
Instalação do ponto de TV na sala de reunião através de cabo RG59.
2.5.
Todas as caixas de passagem deverão ter as rebarbas removidas e deverão ser
dotadas de buchas e arruelas na conexão com os eletrodutos.
2.6.
Deverá ser executada base de concreto para a instalação de antena parabólica na
cobertura do prédio e toda a infraestrutura de tubulações desta até a sala TC e
desta ao ponto na sala de reunião, conforme projeto.
2.7.
A instalação da antena deverá seguir orientações da fiscalização do Banco do
Brasil.
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Condutores
1.
NORMAS E PROJETO
1.1.
2.
3.
S-19.05
Ver S-19.01, retro.
CONDUTORES ELÉTRICOS:
2.1.
Ver items S-19.01 a S-19.02-retro.
2.2.
Todos os condutores deverão às recomendações das Normas específicas da
ABNT e ser certificados pelo INMETRO ou agente credenciado.
2.3.
Os cabos de entrada de energia, dos ramais alimentadores dos quadros elétricos e
dos circuitos sujeitos, em função de encaminhamento ou tipo de instalação, a
molhaduras ou umidade, deverão possuir padrão de isolamento para 0,6/1kV. Os
cabos dos demais circuitos de distribuição de luz e força terão isolamento em PVC
para 70C – 750V.
2.4.
A mínima seção admitida para condutores de circuitos de alimentação de
quaisquer cargas será 2,5 mm2; apenas serão admitidas seções inferiores para
condutores de comando, controle e supervisão.
2.5.
Todo o cabeamento horizontal de distribuição para alimentação de pontos de força,
de iluminação e tomadas de uso comum será instalado obedecendo o seguinte
padrão de cores:
•
Fase A – preto;
•
Fase B – vermelho;
•
Fase C – branco;
•
Neutro – azul claro;
•
Terra – verde ou verde-amarelo;
•
Retorno – cinza.
2.6.
Para a alimentação dos pontos de tomadas e iluminação serão sempre utilizados
cabos do tipo flexível.
2.7.
Todos os cabos deverão ser identificados em ambas as extremidades por meio de
anilhas plásticas que indiquem a origem e o circuito a que pertencem.
2.8.
Todos os cabos deverão ser lançados inteiriços, sem emendas, desde a origem até
a carga a ser alimentada. Caso isso seja impossível, em função da distância total a
ser vencida, eventuais emendas somente poderão ocorrer no interior de caixas de
passagem, dimensionadas em função do número e diâmetros dos eletrodutos que
nelas convergem, e também em função do número de circuitos e seção dos cabos
que por ela transitarem. As emendas somente poderão ser executadas por meio de
conectores apropriados (de cobre ou liga) ou solda exotérmica.
2.9.
Nas derivações de condutores de distribuição, as emendas ocorrerão somente no
interior de eletrocalhas e caixas de passagem, devendo ser feitas com solda a
estanho, cobertas por fita auto-fusão e fita isolante.
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS:
3.1.
Produto: FIOS E CABOS CLASSE 0,75 KV
3.1.1.
Tipo: Pirastic flex, antiflam .
3.1.2.
Fabricante: Prysmiam ,Ficap, Condugel, Condumax ou similar.
3.1.3.
Aplicação: Circuitos terminais.
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Condutores
3.2.
3.3.
3.4.
3.5.
3.6.
S-19.05
Produto: CABO TRIPOLAR
3.2.1.
Tipo: PP 3 x 1,0 mm2 e 3 x #2,5mm2, e 3 x #4,0mm2
3.2.2.
Fabricante: Prysmiam SA ou similar
3.2.3.
Aplicação: CFTV e Rabicho Alimentadores das luminárias/Rabicho de Nobreak de caixa , auto-atendimento e rack lógica.
Produto: FITA ISOLANTE
3.3.1.
Tipo: Scotch nº 33.
3.3.2.
Fabricante: 3M do Brasil Ltda ou similar.
3.3.3.
Aplicação: Emendas de fios dos circuitos terminais.
Produto: TERMINAL DE PRESSÃO PRÉ-ISOLADO
3.4.1.
Tipo: terminal tipo olhal, espessura 0,81 mm, para cabos em cobre
eletrolítico, revestido de estanho por processo de eletrodeposição
3.4.2.
Fabricante: MAGNET, BURDY, ou equivalente
3.4.3.
Aplicação: terminação de cabos flexíveis na ligação de barramentos
Produto: TERMINAL DE PRESSÃO PRÉ-ISOLADO
3.5.1.
Tipo: terminal tipo agulha, espessura 0,81 mm, para cabos em cobre
eletrolítico, revestido de estanho por processo de eletrodeposição
3.5.2.
Fabricante: CONEXEL ou equivalente
3.5.3.
Aplicação: terminação de cabos flexíveis em disjuntores e tomadas.
Produto: PRENSA CABOS
3.6.1.
Tipo: Em alumínio com bucha de neoprene.
3.6.2.
Fabricante: Blinda ou similar.
3.6.3.
Aplicação: Conduletes e caixas de piso.
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Condutos
1.
NORMAS E PROJETO
1.1.
2.
S-19.06
Ver S-19.01, retro.
CONDUTOS
2.1.
Ver items S-19.01 a S-19.02-retro
2.2.
CONDUTOS E ACESSÓRIOS
2.1.1.
Poderão ser utilizados como condutos, para cabos e fios, bandejas,
eletrocalhas, perfilados, dutos de piso, rodapés falsos e eletrodutos.
2.1.2.
Os condutos serão exclusivos para cada tipo de instalação.
2.1.3.
Os eletrodutos serão sempre do tipo rígido e poderão ser de PVC roscável,
se embutidos em pisos, lajes ou paredes, de aço galvanizado
eletroliticamente, quando em instalações internas aparentes, em
entrepisos ou entreforros, ou de aço galvanizado a fogo quando em
instalações aparentes ao tempo.
2.1.4.
Para as instalações de cabeamento estruturado não será admitido o uso
de eletrodutos de PVC.
2.1.5.
Todos os demais condutos serão metálicos, tratados quimicamente contra
corrosão.
2.1.6.
As emendas em eletrodutos deverão ser executadas por meio de luvas
com rosca interna ou de pressão. No caso de luva com rosca os
eletrodutos a serem emendados serão rosqueados em ambas as
extremidades a serem ligadas. Estes deverão sempre ser introduzidos na
luva até se tocarem, para assegurarem continuidade da superfície interna
da tubulação. Especial cuidado deverá ser tomado para que não haja
rebarbas nas extremidades dos eletrodutos que possam comprometer a
integridade dos cabos a serem passados.
2.1.7.
Todas as mudanças de direção deverão ser executadas por meio de
curvas comerciais pré-fabricadas, com o mesmo material e diâmetro do
tubo empregado.
2.1.8.
Nenhuma curva pode ser superior a 90º em deflexão.
2.1.9.
Num mesmo lance de tubulação não poderão existir, em seqüência, mais
de duas curvas. Também não poderá haver duas curvas reversas. Nos
casos em que sejam necessárias angulações adicionais a estas aqui
citadas, deverão ser instaladas, em posições intermediárias, caixas de
passagem.
2.1.10. As extremidades dos tubos, internamente às caixas deverão ser sempre
protegidas por buchas e arruelas.
2.1.11. Os eletrodutos rígidos embutidos em concreto armado deverão ser
colocados de modo a evitar sua deformação na concretagem devendo
ainda ser fechadas as extremidades, com peças apropriadas, para impedir
a entrada de argamassa ou nata de concreto.
2.1.12. As posições das entradas e saídas do tubo nas caixas indicadas nos
projetos, não poderão ser modificadas.
2.1.13. Em todos os lances de tubulação deverão ser passados arames de aço
galvanizado n.º 14 AWG, que permanecerão dentro da tubulação como
guias para a passagem dos cabos. Esses arames serão presos nas
“buchas de vedação”.
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Condutos
S-19.06
2.1.14. Em todas as instalações de condutos deverão ser observados alinhamento
e estanqueidade. Deverão ser tomadas precauções para evitar rebarbas
internas.
2.1.15. Todos os condutos deverão ser rigidamente assentados de modo a
resistirem aos esforços externos e aos provenientes da instalação dos
cabos. No caso de instalações aparentes, em entreforros ou entrepisos, os
elementos de sustentação deverão ter espaçamento máximo de 1,5m.
2.1.16. Nos casos de instalação em entreforros as fixações serão feitas por
intermédio de tirantes de aço rosqueado, de diâmetro apropriado,
conforme a carga do conduto, braçadeiras, chumbadores e prolongadores
de suspensão. Não será permitido o uso de arame ou condutores elétricos
para este fim.
2.1.17. Como no caso de eletrodutos, os demais condutos somente poderão ser
interligados por meio de luvas ou junções apropriadas, pré fabricadas, do
mesmo material e com as mesmas características do conduto a interligar.
De igual modo serão as curvas.
2.1.18. Quando for necessário o cruzamento entre condutos para cabos de
lógica/telefonia e condutos para luz e força, este deverá ser feito com
ângulo de 90 ou com uma distância entre eles que não permita
interferências eletromagnética (ver normas em vigor para infra-estrutura e
cabeamento de telemática –EIA/TIA 568 e 569).
2.3.
CAIXAS DE PASSAGEM E SAÍDA:
2.3.1.
As caixas de passagem e de saída deverão ser metálicas, salvo indicação
em contrário.
2.3.2.
O espaço para trabalho na frente da caixa deverá ser no mínimo de 80 cm.
2.3.3.
As caixas de saída na parede deverão ser instaladas à altura de 0,30 m do
piso, salvo indicação em contrário.
2.3.4.
As partes componentes das caixas deverão estar isentas de quaisquer
rebarbas ou imperfeições, bem como de cantos vivos.
2.3.5.
Sempre que for necessária solda, esta deverá ser executada de forma a
não comprometer o produto, em termos técnicos ou de acabamento.
2.3.6.
Todas as superfícies metálicas deverão ser perfeitamente limpas de modo
a apresentarem-se completamente isentas de quaisquer traços de óleo,
graxas, areias ou outros agentes que possam vir a prejudicar a aplicação
ou durabilidade do revestimento externo.
2.3.7.
Nas superfícies preparadas de acordo com o item anterior, deverá ser
aplicado primer epóxi óxido de ferro - cromato de zinco como base para
aplicação do acabamento final, que será aquele obtido pela aplicação de
um esmalte sintético do tipo “martelado” na cor cinza claro ou o
especificado no capítulo S-17 (pintura).
2.3.8.
As furações para a terminação dos eletrodutos nas caixas serão feitas nos
tampos superiores e inferior, quando de sua instalação pelo construtor.
2.3.9.
As caixas deverão apresentar gravadas em baixo relevo, na parte inferior
externa da porta, o nome do fabricante.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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Condutos
3.
S-19.06
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS:
3.1.
3.2.
3.3.
3.4.
3.5.
3.6.
3.7.
Produto: ELETRODUTOS E CURVAS DE PVC
3.1.1.
Tipo: Rígido, roscáveis;
3.1.2.
Fabricante: TIGRE ou equivalente.
3.1.3.
Aplicação: Tubulações embutidas no piso ou alvenaria.
Produto: ELETRODUTOS E CURVAS DE AÇO LEVE
3.2.1.
Tipo: Galvanizados.
3.2.2.
Fabricante: APOLO, Paschoal Thomeu ou similar.
3.2.3.
Aplicação: Circuitos de energia e telecomunicação.
Produto: ELETRODUTOS E CURVAS DE AÇO PESADO
3.3.1.
Tipo: Galvanizados.
3.3.2.
Fabricante: APOLO ou equivalente.
3.3.3.
Aplicação: Tubulações para detecção de incêndios.
Produto: ELETRODUTOS FLEXÍVEIS
3.4.1.
Tipo: Sealtubo
3.4.2.
Fabricante: S.P.T.F. ou equivalente.
3.4.3.
Aplicação: Tubulações no entrepiso, tubulações da Sala TC , no autoatendimento e da Bateria de Caixas.
3.4.4.
Observações : Utilizar luvas e assessórios especiais, adequados à
conexão.
Produto: CONECTORES PARA ELETRODUTOS FLEXÍVEIS
3.5.1.
Tipo: Macho fixo ou macho giratório
3.5.2.
Fabricante: S.P.T.F. ou equivalente.
3.5.3.
Aplicação: Tubulações no entrepiso.
Produto: BUCHAS, ARRUELAS E BOXES
3.6.1.
Tipo: acessórios para eletrodutos fabricados em liga metálica.
3.6.2.
Fabricante: WETZEL, MOFERCO ou equivalente
3.6.3.
Aplicação: para terminação de eletrodutos em caixas, calhas e suportes
diversos
Produto: ACESSÓRIOS DE FIXAÇÃO PARA DUTOS
3.7.1.
Tipo: Tirantes,
galvanizado.
3.7.2.
Fabricante: MOPA, SISA, BANDEIRANTES ou equivalente
3.7.3.
Aplicação: Suporte e fixação de eletrodutos, calhas, canaletas, perfilados,
luminárias.
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vergalhões,
abraçadeiras
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
e
suspensões
em
ferro
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Condutos
3.8.
3.9.
3.10.
S-19.06
Produto: CAIXAS DE PASSAGEM DE EMBUTIR
3.8.1.
Tipo: Chapa de aço galvanizado, dobrada, com tampa parafusada,
dimensões indicada no projeto.
3.8.2.
Fabricante: PASCHOAL THOMEU ou similar
3.8.3.
Aplicação: Instalações elétricas e de cabeamento estruturado em geral,
embutidas na parede e em forro, conforme projeto.
3.8.4.
Fabricante : WETZEL ou similar.
3.8.5.
Aplicação : Instalações elétricas e de cabeamento estruturado em geral,
sobreposta na parede, sob o piso elevado, no entreforro ou para uso
externo, conforme projeto.
Produto: CAIXAS DE PASSAGEM DE ALUMÍNIO
3.9.1.
Tipo: Em liga de alumínio fundido.
3.9.2.
Fabricante: WETZEL ou similar.
3.9.3.
Aplicação: Instalações elétricas e de cabeamento estruturado em geral,
sobreposta na parede, sob o piso elevado, no entreforro ou para uso
externo, conforme projeto.
Produto: CAIXAS DE PASSAGEM NO PISO
3.10.1. Tipo: Em liga de alumínio fundido, com tampa antiderrapante.
3.10.2. Fabricante: WETZEL ou similar.
3.10.3. Aplicação: Caixas de passagem no piso ou entrepiso.
3.11.
Produto: CAIXAS DE PISO
3.11.1. Tipo: Própria para piso, alta, dim. (10 x 10 x 6,5) cm, em alumínio fundido,
com tampa cega de latão e entradas rosqueadas 1”.
3.11.2. Fabricante: MOFERCO, WETZEL ou similar
3.11.3. Aplicação: Instalações elétricas e de lógica em geral, embutidas no piso e
em plataformas.
3.12.
Produto: CONDULETES
3.12.1. Tipo: Alumínio fundido
3.12.2. Fabricante: Moferco, Wetzel ou similar
3.12.3. Aplicação: Tubulações aparentes de CFTV / alarme/elétrica e lógica .
3.13.
Produto: CAIXAS ESTAMPADAS:
3.13.1. Tipo: Esmalte preto.
3.13.2. Fabricante: Paschoal Thomeu ou similar.
3.13.3. Aplicação: Instalações Elétricas, Telefonia, Alarme, On Line, embutidas em
paredes.
3.13.4. Observações: Prever a instalação de buchas e arruelas.
3.14.
Produto: ETIQUETA PARA IDENTIFICAÇÃO
3.14.1. Tipo: Auto Colante
3.14.2. Fabricante: Brady ou Panduit
3.14.3. Aplicação: Rede de lógica/elétrica/QDA/Racks
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Pontos de Utilização
1.
NORMAS
1.1.
2.
3.
S-19.07
Ver S-19.01, retro.
DIRETRIZES
2.1.
Deverão ser utilizadas as luminárias especificadas no projeto ou luminárias
similares conforme critérios definidos e acordados pela Fiscalização do Banco do
Brasil.
2.2.
As luminárias serão interligadas por plugues 2P+T e cabo tipo PP 3 x 2,5 mm2.
2.3.
As lâmpadas deverão ter cor 84 e os reatores deverão ser eletrônicos com alto
fator de potência.
2.4.
Deverão ser utilizados soquetes antivibratórios.
TIPO: LUMINÁRIAS DE EMBUTIR:
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1. Tipo: Luminária de embutir em forro de gesso, com 2 lâmpadas
fluorescentes de 16W e 32W, IRC 84 – T8 com reator duplo eletrônico
220V/E, corpo em chapa de aço SAE 1010/20, capa “V”, lateral e
recuperador em alumínio brilhante , aletas planas na cor brancas, pintada
eletrostaticamente em epóxi branco.
3.1.2. Soquetes: base para lâmpadas T5, com núcleo giratório (rotor
autotravante), em policarbonato inquebrável e contatos em bronze
fosforoso com capacidade para 600V (BJB, ou similar)
3.1.3. Fiação: em cobre com isolação de PVC, tensão 750V.
3.1.4. Sistema óptico: é constituído de refletores de chapa de alumínio de alta
pureza (maior ou igual a 99,85%), anodizado brilhante, espessura mínima
de 0,4mm, índice de reflexão mínimo de 86%, contínua refletividade ao
longo da vida útil, de no mínimo 20 anos, e mais:
a) As aletas de controle de ofuscamento deverão ser confeccionadas em
chapa de aço, pintura epóxi branca, com espessura mínima de 0,6mm,
ou em chapa prismática de alumínio, tipo TBPM, da ALANOD, ou
similar.
b) As luminárias, para atender ao grau de conforto exigido, tanto na
posição transversal quanto ao longitudinal, deverão apresentar na sua
curva de distribuição luminosa (CDL) intensidade máxima até 45 graus
e corte total até a 65 graus.
c) O refletor confeccionado em alumínio anodizado brilhante, conforme
especificado, deverá resistir todo o interior da luminária, não se
admitindo qualquer abertura no sistema óptico que torne visível a
chapa de aço pintada do fundo da luminária.
3.1.5.
3.2.
Fabricante: ITAIM, INDELPA ou equivalente.
APLICAÇÃO: Conforme indicado em projeto.
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Pontos de Utilização
4.
S-19.07
TIPO: LUMINÁRIAS DE SOBREPOR
4.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1. Tipo: Luminária de sobrepor, com 2 lâmpadas fluorescentes de 32W, IRC
84 – T8 com reator duplo eletrônico 220V/E, corpo em chapa de aço SAE
1010/20, capa “V”, lateral e recuperador em alumínio brilhante, pintada
eletrostaticamente em epóxi branco.
4.1.2. Soquetes: base para lâmpadas T5, com núcleo giratório (rotor
autotravante), em policarbonato inquebrável e contatos em bronze
fosforoso com capacidade para 600V (BJB, ou similar)
4.1.3. Fiação: em cobre com isolação de PVC, tensão 750V.
4.1.4. Sistema óptico: é constituído de refletores de chapa de alumínio de alta
pureza (maior ou igual a 99,85%), anodizado brilhante, espessura mínima
de 0,4mm, índice de reflexão mínimo de 86%, contínua refletividade ao
longo da vida útil, de no mínimo 20 anos, e mais:
a) As luminárias, para atender ao grau de conforto exigido, tanto na
posição transversal quanto ao longitudinal, deverão apresentar na sua
curva de distribuição luminosa (CDL) intensidade máxima até 45 graus
e corte total até a 65 graus.
b) O refletor confeccionado em alumínio anodizado brilhante, conforme
especificado, deverá resistir todo o interior da luminária, não se
admitindo qualquer abertura no sistema óptico que torne visível a
chapa de aço pintada do fundo da luminária.
4.1.5.
4.2.
5.
Fabricante: ITAIM, INDELPA ou equivalente.
APLICAÇÃO: Conforme indicado em projeto.
TIPO: LUMINÁRIAS DE EMBUTIR
5.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.1.1. Demais especificações de luminárias serão obtidas no projeto de
arquitetura.
5.2.
6.
APLICAÇÃO: Conforme projeto.
TIPO: LÂMPADAS FLUORESCENTES
6.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
6.1.1.
Tipo: Lâmpada fluorescente compacta de 26W 4P, com índice de
reprodução de cor (IRC) ≥ 84% e temperatura de cor de 4.000K Mod.
Dulux D/DE, Dulux L.
6.1.2. Fabricante: Osram, Philips ou equivalente.
6.2.
7.
APLICAÇÃO: Iluminação em geral.
TIPO: LÂMPADAS FLUORESCENTES
7.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
7.1.1. Tipo: Fluorescente Trifósforo, com temperatura de cor de 4000 graus
kelvin, de potência nominal 32W e 16W, com IRC ≥ 84%
7.1.2. Fabricante: Osram, Philips ou equivalente
7.2.
APLICAÇÃO: Iluminação em geral.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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Pontos de Utilização
8.
S-19.07
TIPO: ACESSÓRIOS PARA FIXAÇÃO
8.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
8.1.1. Tipo: acessórios para fixação de luminárias e perfilados, como: tirantes,
suportes, parafusos, buchas de Nylon, arruelas, parafusos de rosca total.
8.1.2. Fabricante: Salf, Sisa, Marvitec ou similar
8.2.
9.
APLICAÇÃO: Iluminação em geral
TIPO: REATORES 2x26W / 2x28W/ 2x55W
9.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
9.1.1.
Tipo: Eletrônico para 2 (duas) lâmpadas de 26//28/55Watts e 2(duas)
lâmpadas de 16 ou 32Watts; Fator de potência mínimo de: 0.97; De alta
freqüência: 20 a 60 khz; Fator de eficácia mínimo de: 1.50 (Quociente
entre fator de fluxo luminoso do reator pela potência total do conjunto);
Tensão de entrada: 220 volts, com variação de +/- 10%, mantendo o fluxo
luminoso da lâmpada inalterado para uma tensão variando na faixa
determinada; Taxa de harmônicos total (DHT) máxima de: 20%; Fator de
crista da corrente na lâmpada máximo de: 1.7; Ser provido de circuitos de
proteção contra: surtos de tensão, sobreaquecimento, interferências
eletromagnéticas e rádio freqüência; Certificação: ISO 9001 OU 9002.
O reator deverá apresentar uma identificação durável, na qual
deverão constar, no mínimo, as seguintes características:
9.1.2.
9.2.
10.0.
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Nome ou marca do fabricante;
Tensão nominal de alimentação;
Corrente nominal de alimentação;
Tipo de lâmpada a que se destina;
Potência nominal das lâmpadas;
Freqüência nominal;
Esquema de ligações;
Fator de potência;
Máxima temperatura de operação do reator;
•
Data de fabricação ou código (neste caso fornecer a parte,
metodologia para identificação da data de fabricação).
Fabricante: Philips, Osram.
APLICAÇÃO: Sistema de iluminação fluorescente
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS:
10.1.
Produto: TOMADAS
10.1.1. Tipo: 2P Universal.
10.1.2. Fabricante: Conforme especificação de Arquitetura.
10.1.3. Aplicação: Uso energia comum
10.2.
Produto: TOMADAS
10.2.1. Tipo: 2P+T ref.: 12141 linha nylon ou similar.
10.2.2. Fabricante: Conforme especificação de Arquitetura.
10.2.3. Aplicação: elétrica dedicada para piso (micros).
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10.3.
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Produto: TOMADAS
10.3.1. Tipo: 2P+T ref.: 54313 - Pial ou similar.
10.3.2. Fabricante: Conforme especificação de Arquitetura.
10.3.3. Aplicação: elétrica dedicada para parede/condulete.
10.4.
Produto: TOMADA DE ENERGIA
10.4.1. Tipo: 2P + T, 20A - 250V, Linha Pial Plus.
10.4.2. Fabricante: Conforme especificação de Arquitetura.
10.4.3. Aplicação: Tomadas específicas.
10.5.
Produto: PLUGUE E TOMADA
10.5.1. Tipo: 2P+T, 15A - 250V, Ref.: 510 21 + 510 23
10.5.2. Fabricante: Conforme especificação de Arquitetura.
10.5.3. Aplicação: Alimentação das luminárias.
10.6.
Produto: PLUG
10.6.1. Tipo: 2P +T - 20 A - NEMA 15-5P Ref.: 543 05
10.6.2. Fabricante: Conforme especificação de Arquitetura.
10.6.3. Aplicação: Ligação de tomadas ao no-break.
10.7.
Produto: INTERRUPTORES COM PLACA
10.7.1. Tipo : Bipolar
10.7.2. Fabricante : Conforme especificação de Arquitetura.
10.7.3. Aplicação : Sistema de iluminação
10.8.
Produto: INTERRUPTORES COM PLACA
10.8.1. Tipo : Bipolar, Paralelo
10.8.2. Fabricante : Conforme especificação de Arquitetura.
10.8.3. Aplicação : Sistema de iluminação.
10.9.
Produto: TOMADAS PARA PISO ELEVADO
10.9.1. Tipo: Em latão, com rosca externa de Ø2” para tomadas de energia
10.9.2. Fabricante: MARVITEC ou equivalente
10.9.3. Aplicação: Tomadas de piso.
10.10. Produto: FILTRO DE LINHA
10.10.1.
Tipo: com 4 tomadas Nema 5-15R, 127 ou 220 V (conforme aplicação),
com sinalização de liga-desliga, dispositivo de proteção de entrada
proteção contra surtos com alta velocidade de atuação, dez
nanosegundos de tempo de resposta no máximo e 6,9 kA, tensão 8x20
us de capacidade de ruptura, filtro EMI/RFI e 40 dB a 1 Mhz.
10.10.2.
Fabricante: CLAMPER, outros ou similar.
10.10.3.
Aplicação: Alimentação de energia das estações de trabalho,
impressoras, ATM’s e equipamentos não alimentados via No-break.
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10.11. Produto: ESPELHO PARA CAIXA DE PAREDE
10.11.1.
Tipo: Conforme especificação de Arquitetura.
10.11.2.
Fabricante: Conforme especificação de Arquitetura.
10.11.3.
Aplicação: Tomadas de uso geral.
10.12. PRODUTO: CAIXAS DE PASSAGEM / LIGAÇÃO NO PISO
10.12.1.
Tipo: Própria p/ piso, alta, dim. (10 x 10 x 6,5) cm, em alumínio fundido,
c/ tampa de latão (ver especificação da tampa adiante) e entradas
rosqueadas 1” referencia CP 61
10.12.2.
Fabricante: MOFERCO, WETZEL ou similar
10.12.3.
Aplicação: Pontos de energia e lógica no piso.
10.13. PRODUTO: TAMPA EM LATÃO P/ CAIXA DE PISO P/ TOMADA ELÉTRICA
10.13.1.
Tipo: para duas tomadas, com tampa de proteção tipo unha.
10.13.2.
Fabricante: WETZEL ou similar
10.13.3.
Aplicação: caixas de piso para rede de tomadas elétricas no piso
10.14. PRODUTO: NO BREAK ESTÁTICO PARA REDE LOCAL COMUNICAÇÃO E
CFTV COM REGIME DE FUNCIONAMENTO CONTÍNUO
10.14.1.
TIPO DO PRODUTO: No break estático de dupla conversão / true on
line
ALIMENTAÇÃO:
I – Configuração / F, N, T ou 2F + T / mono ou bifásico .
II – Tensão nominal da rede elétrica ou grupo gerador 127 ou 220 VCA,
frequência nominal de 60 Hz.
III – Tolerância da tensão de entrada de + 15% a – 15%.
IV – Tolerância de frequência de + 4% a – 4%.
V – Deve apresentar plena compatibilidade de funcionamento em
relação a grupos geradores de uso geral (industriais) com potência igual
ou superior a 10 KVA.
CARACTERÍSTICAS DE SAÍDA CA
I – Potência mínima de saída, via inversor:
Modelo 1 ... 700 Watts com carga resistiva ( COS F1 1,0)
Modelo 2 ... 1400 Watts com carga resistiva ( COS F1 1,0)
II – Tensão nominal 127 ou 220 VCA.
III – Número de fases FFT ou FNT.
IV – Tolerância de frequência /+ ou -/ 0,5%.
V – Forma de onda senoidal com DHT total menor que 5%.
VI – Regulação estática / variação de carga de 10 a 100% menor ou
igual a 2%.
VII – Regulação dinâmica / degrau de carga de 50 a 100% menor que
5%.
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VIII – Tempo de recuperação / IFC 686 / 50 ms máximo.
IX – Autonomia mínima na ausência da rede comercial.
Mod.1 (1 KVA) – Deve atender ambas as condições a seguir:
• 60 minutos com carga de 0,7 KW resistiva pura na saída do inversor.
• 120 minutos com carga de 0,35 KW resistiva pura na saída do
inversor.
Mod. 2 (2 KVA) – Deve atender ambas as condições o seguir:
• 50 minutos com carga de 1,4 KW resistiva pura na saída do inversor.
• 100 minutos com carga de 0,7 KW resistiva pura na saída do
inversor.
OBS: Por ocasião dos ensaios homologatórios de nobreak, por razões
de uniformidade e isonomia, deverão ser utilizados vasos automotivos
novos de 12 volts, do tipo sem mautenção, com capacidade efetiva de
45 AxH, plenamente carregados.
As baterias, em número de 4 (cso da UPS de 1 KVA) e 6 (caso da UPS
de 2 KVA) deverão estar interligadas na montagem série. O Banco
poderá exigir ensaios da capacidade efetiva das baterias utilizadas no
processo.
X – Número de tomadas / NEMA / 04.
XI – Capacidade de sobrecarga 20% por 10 segundos.
CARGA CA
Os
NO
BREAK,
instalados
nos
ambientes
de
trabalho
das
dependências ou em salas especialmente preparadas para recebê-los,
alimentarão servidores de rede local, modems, roteadores, DIU do
sistema VSAT, IRDs da TV corporativa, sistemas d CFTV analógico,
CFTV digital e outros equipamentos de informática com as seguintes
características:
I – Corrente de pico de partida 100 A / até 03 ciclos e 150 A até 1 ciclo.
II – Relação entre os valores de pico e eficaz da corrente solicitada 3
O equipamento deverá ser submetido a partida de cargas que
provoquem o comportamento transitório descrito nos itens I e II retro,
quando energizadas por fonte CA de tensão de baixa impedância
interna (rede elétrica por exemplo).
Não serão aceitos equipamentos que, durante a partida das cargas
máximas admissíveis especificadas e também das cargas descritas nos
itens I e II retro, busquem reforço de corrente da rede da
concessionária, através do ramo BY PASS.
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Nos ensaios e testes de laboratório deverão ser executadas simulações
de partida das cargas I e II retro na saída do inversor, estando a UPS
não alimentada pela rede (modo bateria).
Serão aceitos equipamentos UPS dotados de recursos de suavização
da corrente de partida na saída do inversor, ou seja, capazes de
compatibilizar a capacidade de saída da UPS com as cargas que gerem
transitórios de partida superiores a sua capacidade de corrente nominal
efetiva, evitando transferência para o ramo de BY PASS ou
desligamento por sobrecarga.
Os testes de partida de carga transitória na saída do inversor deverão
ser repetidos tantas vezes quantas necessárias de forma a assegurar
que o
ligamento da carga ocorra em diversos valores instantâneos da senoide
de saída do inversor, inclusive nos picos de ambos os semiciclos da
onda senoidal (4,16 e 12,5 ms).
CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE FUNCIONAMENTO
I – Temperatura 0 a 40 graus Celsius.
II – Umidade relativa, sem condensação 0 a 90%.
PROTEÇÕES MÍNIMAS
I – Contra transientes, na entrada, por TRANZORES.
II – Filtro interno EMI / interferência eletromagnética, isolação entre
saída/entrada maior que 40dB de 20 a 200 KHz e 65 dB de 200 KHz a
50 MHz.
III – Proteção contra sobrecargas e curto-circuitos na saída.
IV – Desligamento do inversor por tensão mínima de bateria e retorno
automático da condição de funcionamento normal após normalização
da energia primária.
COMANDOS MÍNIMOS
I – Chave liga / desliga
SINALIZAÇÕES MÍNIMAS
I – Presença de rede.
II – Operação pelo by-pass.
III – Bateria em descarga.
IV – Defeito no equipamento.
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V – Indicação de carga de saída.
VI – Indicação de condição de carga de bateria (modo bateria).
ALARMES SONOROS MÍNIMOS
I – Bateria em descarga.
II – Bateria em nível baixo.
III – Defeito no equipamento.
INTERFACE COM A REDE
O equipamento deverá possuir interface padrão RS232 e recursos
internos que permitam a instalação de softwares de salvamento
automático de arquivos compatíveis com os ambientes de informática
utilizados pelo BANCO (OS2, Windows).
ESPECIFICAÇÕES COMPLEMENTARES
I – Deverá incorporar chave BY PASS automática.
II – O carregador deverá ser capaz de operar com baterias externas tipo
chumbo ácidas livres de manutenção ou convencionais, de 36 a 80
AxH.
O carregador interno deverá ter capacidade de corrente contínua igual
ou superior a 7 Amperes, devendo estar contido no interior do gabinete
do No-Break.
III – Não serão admitidos equipamentos que apresentem qualquer
interrupção na tensão de saída do inversor (tempo de comutação)
quando da falta de energia elétrica ou no retorno na mesma, estando o
equipamento operando dentro da faixa de autonomia das baterias.
IV – A alimentação da carga deve se dar todo o tempo através do
inversor, ou seja, a operação TRUE ON LINE é obrigatória. Variações
de frequência, surtos, spikes, ou quaisquer trasitórios na alimentação
proveniente da rede ou de grupos geradores ordinários, tipo industrial
não poderão ser repassados para a saída do inversor.
V – O rendimento global do equipamento, em condições nominais de
funcionamento a plena carga resistiva de 0,7 KW modelo 1, ou 1,4 KW
modelo 2 e em presença da rede el´trica, sem baterias, deverá ser
maior ou igual a 80%.
VI – O ruído emitido não deverá ultrapassar 55 dBA, medidos a 1 metro
do entorno da UPS, estando o equipamento alimentado pela rede e em
três condições de carga na saída do inversor: A vazio, 50% e 100% da
carga nominal do equipamento (resistiva).
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VII – O peso do equipamento, sem baterias e sem gabinete de baterias
não poderá exceder 20 gramas por Watt de saída (14 Kg no caso do
modelo 1) e 15 gramas por Watt de saída (21 Kg no caso do modelo 2).
VIII – O equipamento deverá dispor de corretor de fator de potência na
entrada que assegure COSFI igual ou superior a 0,95.
IX – O equipamento operará com bancos de bateria padronizados no
programa de automação de agências, ou seja:
UPS de 1 KVA / 4 vasos automotivos de 12 volts, livres de manutenção
(barramento DC de 48 volts nominais).
UPS de 2 KVA / 6 vasos automotivos de 12 volts, livres de manutenção
(barramento DC de 72 volts nominais).
X - Os gabinetes de baterias deverão obedecer rigorosamente os
padrões de dimensão e cores normatizados pelo Banco (referência
Pantone 428 U fosco).
XI – Nos ensaios homologatórios os equipamentos deverão ser
submetidos a carga plena (item CI), estando alimentados pela tensão
nominal da rede elétrica, em estufa de temperatura controlada, ajustada
a 40 graus centígrados mais ou menos 1 grau, umidade relativa entre
40 e 60 por cento. O banco de baterias automotivas deverá ser mantido
interligado ao UPS, em flutuação, fora da estufa.
MANUAIS
I – Manuais completos, contendo instruções de operação e manutenção
em português.
GARANTIA
I – 12 meses, a contar da aceitação do equipamento pelo Banco.
INTERFACE COM A REDE
I – O equipamento deverá possuir interface padrão RS232 e recursos
internos que permitam a instalação de softwares de salvamento
automático de arquivos compatíveis com os ambientes de informática
utilizados pelo Banco (OS2, WIN NT ou outros, dependendo da
aplicação pacífica).
NORMAS E ENSAIOS DE HOMOLOGAÇÃO
I – Deverão ser obedecidas as normas EB-2175 da ABNT Associação
Brasileira de Normas Técnicas para projeto, construção e testes dos
equipamentos objeto destas especificações.
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II – A GEPAT / DIPRO promoverá a homologação dos modelos de
equipamentos com base na documentação técnica original fornecida
pelos fabricantes, a saber:
Laudos de ensaios de laboratório (IPT, IEE-USP, INATEL ou instituição
reconhecida e aceita pelo Banco), comprovando o atendimento integral
das presentes especificações.
Documentação
fotográfica
completa
produzida
pelo
laboratório
certificador, a cores, mostrando o aparelho externa e internamente, com
os detalhes: foto dos painéis externos (frontal, lateral, inferior, superior e
traseiro), foto de cada placa eletrônica (ambas as faces), foto dos
componentes
discretos
principais
(filtros
de
entrada
/
saída,
transformadores, bancos de capacitores, conjuntos semicondutores de
potência / dissipadores, sistema de ventilação, conectores de baterias,
tomadas de saída, conectores de interface de comunicação, etc.). As
fotografias serão realizadas no laboratório durante a realização dos
ensaios para homologação.
Catálogos,
manuais
e
diagramas
esquemáticos
completos
dos
equipamentos ensaiados no laboratório, visando caracterizar de forma
completa os modelos de no break efetivamente apresentados para
homologação.
III – O interessado e o Laboratório contratado para os ensaios devrão
facultar o acesso de até dois observadores do Banco durante a
realização dos testes e medições, permitindo vistoria do equipamento e
realização de fotos adicionais do mesmo pelos observadores.
IV – Os ensaios visam a comprovação de desempenho de produtos
comerciais de linha, sendo vedada a realização de modificações,
correções do projeto dos equipamentos e intervenções do fabricante,
durante os mesmos.
V – Uma vez iniciados os ensaios não será permitida a retirada do
equipamento do laboratório até sua conclusão.
VI – A homologação será concedida ao modelo específico do
equipamento ensaiado e não ao fabricante / fornecedor.
VII – A comprovação do atendimento das presentes especificações,
inclusive o cumprimento do contido no item II retro, serão obrigatórios
em todos os
processos de aquisição de equipamentos NO BREAK destinados a
utilização nas Agências e Órgãos Regionais.
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Quadros Elétricos
1.
NORMAS
1.1.
2.
3.
S-19.08
Ver S-19..01, retro.
QUADROS ELÉTRICOS E ACESSÓRIOS
2.1.
Ver items S-19.01 a S-19. 02-retro.
2.2.
Os quadros elétricos serão de embutir ou sobrepor conforme projeto.
2.3.
Os disjuntores serão todos termomagnéticos, com fixação individual, inclusive os
monopolares, a fim de facilitar seu manuseio e manutenção.
2.4.
Os barramentos serão de cobre, com seção retangular, estanhados, instalados na
vertical, sustentados por isoladores nas extremidades. O barramento para neutro
deverá ser, obrigatoriamente, fixado em isoladores.
2.5.
A fiação deverá ser instalada em calhas de pvc e de maneira a evitar o
entrelaçamento dos condutores dentro dos quadros. As ligações dos condutores
aos componentes elétricos devem ser feitas por meio de terminais apropriados,
tipo “Vinilug” da Burndy ou similar, onde aplicáveis. Os parafusos, nas conexões,
deverão ser dotados de porcas com arruelas de pressão ou de segurança
(dentadas), ou ainda, contraporcas, onde aplicáveis. No caso de dois condutores
ligados ao mesmo terminal (ou borne), cada condutor terá seu terminal.
2.6.
Os condutores deverão ser identificados, em relação ao circuito à que pertencem.
A identificação se fará através de anilhas plásticas, junto aos disjuntores e/ou
chaves e também, junto ao barramento neutro.
2.7.
Não serão aceitas emendas na fiação ou avarias do material isolante.
2.8.
Materiais metálicos, como porcas, parafusos, arruelas, etc., deverão ter
acabamento contra corrosão.
2.9.
Nos espelhos internos de todos os quadros elétricos, devem constar plaquetas de
identificação dos circuitos, em acrílico preto com letras brancas.
2.10.
Não se permitirá o uso de disjuntores monopolares acoplados em substituição a
quaisquer disjuntores tripolares ou bipolares.
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS:
3.1.
Produto: QUADROS DE FORÇA
3.2.
Produto: QUADROS DISTRIBUIÇÃO E TERMINAIS
3.3.
3.4.
3.2.1.
Os quadros serão novos. O quadro deverá atender ao numero de circuitos
projetados, com uma reserva de 25% para futuras expansões.
3.2.2.
Fabricante: CEMAR , ou similar.
3.2.3.
Aplicação: conforme projeto
Produto: SUPRESSOR DE SURTO
3.3.1.
Tipo: Modular, 40 kA, 220 V.
3.3.2.
Fabricante: CLAMPER, ou similar.
3.3.3.
Aplicação: No QGBT.
Produto: DISJUNTORES DE BAIXA TENSÃO
3.4.1.
Tipo: Mini disjuntores linha padrão DIN (europeu)
3.4.2.
Fabricante: SIEMENS, KLOCKNER MOELLER , GE, Merlin Gerin ou
similar
3.4.3.
Aplicação: Conforme projeto
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Condições Gerais
1.
S-20.01
NORMAS
1.1. Conforme P-20.AAA.01; P-20.AAA.02; P-20.MAT.01; P-20.BOM.01; E-IHI.01;
E-IHI.02; E-IHI.03; E-IHI.09; E-IHI.12; E-IHI.14; E-IHI.15; E-IHI.16.
2.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
2.1. Esta Especificação Técnica tem por objetivo definir, em conjunto com as respectivas
pranchas de projeto e planilha de quantidades e custos, o fornecimento de
equipamentos, materiais e serviços nas áreas de INSTALAÇÕES DE ÁGUA, para
a obra em questão.
2.2. Os projetos e especificações foram desenvolvidos com base nas vistorias locais, anteprojetos de arquitetura e demais projetos que complementam o escopo de
serviços, bem como projetos de instalações existentes, fornecidos pelo Banco do
Brasil.
2.3. Este Caderno de Encargos e as respectivas pranchas de projeto são mutuamente
complementares, devendo todos serem considerados na execução dos serviços.
2.4. Com respeito a licenças e franquias, será obedecido ao disposto nas Instruções de
Concorrência, com especial atenção para as exigências do CREA.
2.5. O CONSTRUTOR deverá fornecer os materiais especificados e complementares a
execução dos os serviços descritos a seguir e indicados nas pranchas do projeto.
2.6. Quaisquer materiais e serviços eventualmente não relacionados neste Caderno de
Encargos, na Planilha de Materiais e Custos e/ou nas pranchas de projeto, os
quais sejam efetivamente necessários à perfeita execução dos serviços e
conseqüente perfeita funcionabilidade e segurança das instalações ora projetadas
deverão ser considerados pelo CONSTRUTOR, explicitamente quando da
elaboração da PROPOSTA de serviços.
2.7. Os serviços em instalações hidráulicas, deverão obedecer rigorosamente o prescrito
em pranchas do projeto, nas presentes especificações, normas da ABNT e da
concessionária local.
2.8. O CONSTRUTOR deverá interagir com os demais contratados e a Fiscalização da
Obra de forma a definir compatibilizações, adequações e serviços efetivos.
2.9. A listagem de materiais define o tipo e especificação de todos os materiais a serem
utilizados, podendo utilizar-se equivalentes, desde que apresentem características
de similaridade e conforme o “Critério de Analogia” (E-AAA.01, item 2). A decisão
sobre aplicação de materiais equivalentes aos especificados é prerrogativa
exclusiva da fiscalização do Banco do Brasil S.A.
2.10.
Quaisquer modificações nos projetos, em função de soluções alternativas
sugeridas pelo CONSTRUTOR, deverão ser submetidas previamente à
Fiscalização para exame e aprovação.
2.11.
A adoção de soluções alternativas àquelas definidas em projetos e especificações
do BANCO, a menos de eventuais casos de impossibilidades de execução, não
poderão ser motivo de dilações no prazo global da obra.
2.12.
Os serviços de instalações deverão ser executados por firmas especializadas e
com experiência comprovada, com anuência da fiscalização do Banco do Brasil.
2.13.
A mão-de-obra deverá ser tecnicamente capaz e estar sobre a supervisão e
responsabilidade de profissionais devidamente habilitados pelo CREA.
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Condições Gerais
3.
S-20.01
2.14.
O CONSTRUTOR executará os trabalhos complementares ou correlatos às
instalações, tais como: rasgos e recomposições em alvenarias, forros falsos, pisos,
plataformas, etc. bem como os arremates decorrentes, mantendo-se o padrão de
acabamento existente.
2.15.
Será encargo do CONSTRUTOR todas as providências necessárias à
efetivação das ligações definitivas das instalações da dependência do
BANCO à rede da Concessionária de água local. Estão aqui incluídos os
pagamentos de taxas e emolumentos eventualmente necessários. Os
serviços serão considerados concluídos quando a referida ligação permitir à
dependência objeto da obra condições normais de operação.
2.16.
O Construtor deverá dar garantia somente dos equipamentos novos a serem
adquiridos.
2.17.
Após a completa execução da obra, caberá ao CONSTRUTOR a apresentação dos
projetos “as built”, em arquivos AutoCad, versão 2000 ou compatível, em disquete
CD e uma cópia plotada.
2.18.
É OBRIGATÓRIO o preenchimento da Planilha de Quantitativos e Custos anexa ao
Edital. O Banco do Brasil não se responsabiliza pelos valores e quantidades. A
planilha é orientativa, devendo os Proponentes confirmarem as quantidades em
desenhos de projeto e em vistoria ao local dos serviços.
DESCRIÇÃO GERAL DA OBRA
3.1.
Trata-se de reforma para relocalização da Agência Belford Roxo com construção
de sanitários e copas, totalmente novos, conforme projeto
3.2.
Fornecimento e instalação de tubulações, conexões, caixas, registros, duchas,
torneiras, etc., para alimentação de água fria em todos os pontos indicados em
projeto e conforme o adiante especificado.
3.3.
Por tratar-se de uma reforma total das instalações, será obrigatório uma visita
prévia da proponente ao local, a fim de que a mesma tome conhecimento das
características das instalações existentes, bem como das facilidades e restrições,
no que se refere à execução da reforma.
3.4.
O lay out de equipamentos apresentado no projeto tem caráter orientativo e deverá
ser confirmado junto à FISCALIZAÇÃO, antes da execução das instalações.
3.5.
Os trabalhos deverão ser executados de forma a minimizar o desconforto
provocado pelas obras, incluindo a limpeza diária das adjacências e remoção
periódica de entulho, a cargo da CONTRATADA.
3.6.
As tubulações e conexões de água fria serão em PVC rígido soldável, conforme
norma ABNT NBR 5648, não sendo permitida a abertura de rosca. A solda deverá
ser executada com adesivo apropriado e após se lixar e limpar a ponta e bolsa dos
tubos e conexões. As conexões para alimentação de registros e saídas p/ ligação
de peças e equipamentos deverão ser do tipo “solda X rosca” reforçadas c/ anel de
latão.
3.7.
Antes da solda, deverá ser marcada a profundidade da bolsa sobre a ponta do
tubo, objetivando a perfeição do encaixe, que deverá ser bastante justo, uma vez
que a ausência de pressão não estabelece a soldagem.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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INSTALAÇÃO DE ÁGUA – 20
Condições Gerais
S-20.01
3.8.
Nos casos dos tubos enterrados, deverá ser levado em conta que o leito esteja
isento de pedras ou arestas vivas. O material de envolvimento deverá ser firme,
dando-se preferência a areia, para conservar a elasticidade longitudinal do tubo,
razão pela qual, se recomenda ser observada a profundidade mínima de 60 cm
acima do tubo.
3.9.
As deflexões das canalizações serão executadas com o auxílio de conexões
apropriadas. Não será permitido aquecimento nas tubulações.
3.10.
As tubulações serão instaladas embutidas nas alvenarias, salvo quando fixadas na
laje de teto do pavto., devendo, neste caso, serem fixadas por braçadeiras de 3 em
3 metros, no máximo.
3.11.
O hidrômetro existente deverá ser relocado conforme projeto.
3.12.
Deverá ser verificada a tubulação de recalque existente para adaptação ao novo
local do hidrômetro.
3.13.
As derivações correrão embutidas nas paredes, vazios ou lajes rebaixadas,
evitando-se sua inclusão no concreto. Quando indispensável, serão alojadas em
reentrâncias (encaixes) previamente previstos na estrutura.
3.14.
A execução de furações, rasgos e aberturas necessários em elementos existentes
da estrutura de concreto armado para passagem de tubulações deverá ser deverão
ser executadas através de técnica e equipamentos apropriados, sem o uso de
ponteiras, talhadeiras e marretas, devendo ser precedida de consulta técnica ao
responsável técnico pelo projeto de cálculo estrutural da edificação e análise do
projeto de cálculo estrutural da edificação para estudo de sua viabilidade.
3.15.
As furações, rasgos e aberturas necessários em elementos a serem executados da
estrutura de concreto armado para passagem de tubulações serão locados e
tomados com tacos, buchas ou bainhas antes da concretagem. Medidas deverão
ser tomadas para que não venham a sofrer esforços não previstos, decorrentes de
recalques ou deformações estruturais e para que fique assegurada a possibilidade
de dilatação e contrações.
3.16.
As canalizações enterradas, cujo recobrimento será de no mínimo 0,60m. sob o
leito das vias trafegáveis, deverão ser devidamente protegidas contra eventual
acesso de água poluída.
3.17.
As canalizações de distribuição de água nunca serão inteiramente horizontais,
devendo apresentar declividade mínima de 2% no sentido do escoamento, não se
admitindo o sentido inverso.
3.18.
As curvaturas dos tubos, quando inevitáveis, devem ser feitas sem prejuízo de sua
resistência à pressão interna, da seção de escoamento e da resistência à corrosão.
3.19.
As tubulações não poderão passar dentro de fossas, poços absorventes, poços de
visita, caixas de inspeção ou valas.
3.20.
Durante a execução das instalações e até a montagem dos aparelhos, as
extremidades livres das canalizações serão vedadas com bujões rosqueados ou
plugues, convenientemente apertados, não sendo admitido o uso de buchas de
madeira ou papel para tal fim.
3.21.
Com exclusão dos elementos niquelados, cromados ou de latão polido, todas as
demais partes aparentes da instalação, tais como canalizações, conexões,
acessórios, braçadeiras, suportes, tampas, etc., deverão ser pintadas depois de
prévia limpeza das superfícies com benzina.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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INSTALAÇÃO DE ÁGUA – 20
Condições Gerais
4.
S-20.01
3.22.
As tubulações de distribuição de água serão, antes de eventual pintura ou
fechamento dos rasgos das alvenarias ou de seu envolvimentos por capas de
argamassa, lentamente cheias de água para eliminação completa do ar e, em
seguida, submetidas à prova de pressão interna. Essa prova será feita com água
sob pressão 50% superior à pressão estática máxima na instalação, não devendo
descer, em ponto algum da canalização, a menos de 1 Kg/ cm2. A duração da
prova será de 6 horas, pelo menos.
3.23.
De um modo geral, toda a instalação de água será convenientemente verificada
pela Fiscalização do BANCO DO BRASIL quando às suas perfeitas condições
técnicas de execução e funcionamento.
3.24.
As caixas d´água saõ existentes e permanecerão instaladas no mesmo local.
3.25.
O barrilete de consumo é existente devendo ser adaptado para as novas
condições, conforme projeto.
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS:
4.1.
Produto: TUBOS E CONEXÕES DE PVC RÍGIDO
4.1.1. Tipo: PVC rígido soldável marrom.
4.1.2. Fabricante: Tigre, AMANCO ou equivalente.
4.1.3. Aplicação: Rede indicada no projeto.
4.1.4. Observações: Prever conexões reforçadas e envelopamento em concreto
dos trechos enterrados.
4.2.
4.3.
4.4.
4.5.
Produto: CONEXÕES DE PVC RÍGIDO SOLDÁVEL.
4.2.1.
Tipo: Para água fria.
4.2.2.
Fabricante: TIGRE ou similar.
4.2.3.
Aplicação: Alimentação de água fria.
Produto: CONEXÕES REFORÇADAS DE PVC.
4.3.1.
Tipo: Para água fria, solda x rosca, reforçadas com anel de latão.
4.3.2.
Fabricante: TIGRE ou similar.
4.3.3.
Aplicação: Terminação de alimentação de equipamentos.
Produto: LIGAÇÃO FLEXÍVEL.
4.4.1.
Tipo: Em malha de aço inox, flexível, 30cm., para lavatório e vaso sanitário
c/ cx. acoplada.
4.4.2.
Fabricante: DECA ou similar.
4.4.3.
Aplicação: Alimentação de água fria.
Produto: REGISTRO DE GAVETA.
4.5.1.
Tipo: Com acabamento cromado, linha Prata.
4.5.2.
Fabricante: DECA ou similar.
4.5.3.
Aplicação: Alimentação de água fria.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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INSTALAÇÃO DE ÁGUA – 20
Condições Gerais
4.6.
4.7.
4.8.
S-20.01
Produto: REGISTRO DE PRESSÃO.
4.6.1.
Tipo: Com acabamento cromado, linha Prata.
4.6.2.
Fabricante: DECA ou similar.
4.6.3.
Aplicação: Alimentação de água fria.
Produto: CAIXA DE DESCARGA
4.7.1.
Tipo: Estopa Com tela plástica, para embutimento em alvenaria, com tubo
de descarga Ø50mm, acabamento Elegance Branco, Ref.: M9000C
4.7.2.
Fabricante: MONTANA HIDROTÉCNICA LTDA.
4.7.3.
Aplicação: Alimentação de água fria para vaso sanitário.
Produto: ACESSÓRIOS DIVERSOS PARA INSTALAÇÕES.
4.8.1.
Tipo: Estopa, solução limpadora, cola, etc...
4.8.2.
Fabricante: TIGRE ou similar.
4.8.3.
Aplicação: Conexões de tubos de PVC.
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INSTALAÇÃO DE COMBATE À INCÊNDIO – 21
Condições Gerais
1.
S-21.01
NORMAS
1.1. Conforme P-21.AAA.01; P-21.SIS.02.
2.
3.
4.
PRESCRIÇÕES GERAIS
2.1.
Quaisquer modificações nos projetos deverão ser submetidas previamente à
aprovação da Fiscalização.
2.2.
Os serviços em instalações equipamentos deverão obedecer rigorosamente o
prescrito em projeto e nas presentes Especificações.
2.3.
Todos os equipamentos e sinalizações deverão seguir os padrões do Corpo de
Bombeiros local.
2.4.
Caberá a Empreiteira a aprovação das instalações e obtenção do atestado do
Corpo de Bombeiros.
EXTINTORES MANUAIS
3.1.
A obra abrange a instalação de unidades extintoras para a edificação, em função
do lay out das áreas internas para implantação da agência.
3.2.
A locação das unidades extintoras e a escolha da substância (água-pressurizada,
gás carbônico ou pó químico seco) foi determinada de acordo com a classe de
risco da área a ser protegida.
SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA
4.1.
A instalação destes sistemas de emergência foi feita de acordo com as exigências
da Legislação local do Corpo de Bombeiros e ABNT, conforme a classe de risco da
edificação.
4.2.
Toda a sinalização de saída de emergência da edificação é constituída, placas
indicativas, fabricadas em alumínio escovado, 28 x 40cm, conforme instruções do
Corpo de Bombeiros - RJ, instaladas a 2,30 m do piso, nos locais indicados em
projeto.
4.3.
A sinalização de saída deve:
- conter a palavra “SAÍDA”, setas direcionais, risco de choque elétrico ou a
inscrição “NÃO FUME”;
- estar em local que garanta eficiente visibilidade; as letras e desenhos devem ter
cor vermelha;
5.
SERVIÇOS A EXECUTAR
5.1.
Aquisição e instalação de todos os equipamentos de combate a incêndio;
5.2.
Aquisição e instalação de toda a sinalização de equipamentos de combate a
incêndio e aviso;
5.3.
Fornecimento e instalação de todo sistema de combate a incêndio por rede de
canalização preventiva e hidrantes.
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INSTALAÇÃO DE COMBATE À INCÊNDIO – 21
Condições Gerais
6.
S-21.01
CARACTERIZAÇÃO DOS PRODUTOS
6.1.
6.2.
6.3.
Produto: ÁGUA PRESSURIZADA
6.1.1.
Tipo: Cap. 10 litros, dotado de válvula, gatilho difusor, placa indicativa e
suporte
6.1.2.
Fabricante: APAG, RESMAT, COMITEC ou equivalente
6.1.3.
Aplicação: Áreas conforme projeto
Produto: EXTINTOR TIPO GÁS CARBÔNICO
6.2.1.
Tipo: Cap. 6Kg, dotado de válvula, gatilho difusor, placa indicativa e
suporte
6.2.2.
Fabricante: APAG, RESMAT, COMITEC ou equivalente
6.2.3.
Aplicação: Áreas conforme projeto
Produto: PLACA INDICATIVA
6.3.1.
Tipo: Acrílico ou compensado, com as dimensões e cores constantes do
projeto
6.3.2.
Fabricante: APAG, RESMAT, COMITEC ou equivalente
6.3.3.
Aplicação: Áreas conforme projeto
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INSTALAÇÕES SANITÁRIAS DE ESGOTO E ÁGUAS PLUVIAIS– 22
Condições Gerais
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-22.01
Conforme P-22.AAA.01; P-22.CAN.01; P-22.CAN.02; P-22.VEN.01; P-22.CAL.01; P22.BOM.01; P-22.FOS.01; P-22.FOS.02.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
2.1. Esta Especificação Técnica tem por objetivo definir, em conjunto com as respectivas
pranchas de projeto e planilha de quantidades e custos, o fornecimento de
equipamentos, materiais e serviços nas áreas de INSTALAÇÕES SANITÁRIAS DE
ESGOTO E ÁGUAS PLUVIAIS, para a obra em questão.
2.2. Os projetos e especificações foram desenvolvidos com base nas vistorias locais, anteprojetos de arquitetura, demais projetos que complementam o escopo de serviços,
fornecidos pelo Banco do Brasil e dados fornecidos pelo proprietário do imóvel.
2.3. Este Caderno de Encargos e as respectivas pranchas de projeto são mutuamente
complementares, devendo todos serem considerados na execução dos serviços.
2.4. Com respeito a licenças e franquias, será obedecido ao disposto nas Instruções de
Concorrência, com especial atenção para as exigências do CREA.
2.5. O CONSTRUTOR deverá fornecer os materiais especificados e complementares a
execução dos os serviços descritos a seguir e indicados nas pranchas do projeto.
2.6. Quaisquer materiais e serviços eventualmente não relacionados neste Caderno de
Encargos, na Planilha de Materiais e Custos e/ou nas pranchas de projeto, os
quais sejam efetivamente necessários à perfeita execução dos serviços e
conseqüente perfeita funcionabilidade e segurança das instalações ora projetadas
deverão ser considerados pelo CONSTRUTOR, explicitamente quando da
elaboração da PROPOSTA de serviços.
2.7. Os serviços em instalações de esgoto sanitário e de águas pluviais, deverão obedecer
rigorosamente o prescrito em pranchas do projeto, nas presentes especificações,
normas da ABNT e da concessionária ou prefeitura local.
2.8. O CONSTRUTOR deverá interagir com os demais contratados e a Fiscalização da
Obra de forma a definir compatibilizações, adequações e serviços efetivos.
2.9. A listagem de materiais define o tipo e especificação de todos os materiais a serem
utilizados, podendo utilizar-se equivalentes, desde que apresentem características
de similaridade e conforme o “Critério de Analogia” (E-AAA.01, item 2). A decisão
sobre aplicação de materiais similares aos especificados é prerrogativa exclusiva
da fiscalização do Banco do Brasil S.A.
2.10.
Quaisquer modificações nos projetos, em função de soluções alternativas
sugeridas pelo CONSTRUTOR, deverão ser submetidas previamente à
Fiscalização para exame e aprovação.
2.11.
A adoção de soluções alternativas àquelas definidas em projetos e especificações
do BANCO, a menos de eventuais casos de impossibilidades de execução, não
poderão ser motivo de dilações no prazo global da obra.
2.12.
Será encargo do CONSTRUTOR todas as providências necessárias à
aprovação das instalações junto a concessionária ou prefeitura local. Estão
aqui incluídos os pagamentos de taxas e emolumentos eventualmente
necessários. Os serviços serão considerados concluídos quando a referida
instalação permitir à dependência objeto da obra condições normais de
operação.
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Condições Gerais
S-22.01
2.13.
Os serviços de instalações deverão ser executados por firmas especializadas e
com experiência comprovada, com anuência da fiscalização do Banco do Brasil.
2.14.
A mão-de-obra deverá ser tecnicamente capaz e estar sobre a supervisão e
responsabilidade de profissionais devidamente habilitados pelo CREA.
2.15.
O CONSTRUTOR executará os trabalhos complementares ou correlatos às
instalações, tais como: rasgos e recomposições em alvenarias, forros falsos, pisos,
plataformas, etc. bem como os arremates decorrentes.
2.16.
O Construtor deverá dar garantia sobre os materiais e serviços realizados.
2.17.
Após a completa execução da obra, caberá ao CONSTRUTOR a apresentação dos
projetos “as built”, em arquivos AutoCad, versão 2000 ou compatível, em disquete
CD e uma cópia plotada.
2.18.
É OBRIGATÓRIO o preenchimento da Planilha de Quantitativos e Custos anexa ao
Edital. O Banco do Brasil não se responsabiliza pelos valores e quantidades. A
planilha é orientativa, devendo os Proponentes confirmarem as quantidades em
desenhos de projeto e em vistoria ao local dos serviços.
3. DESCRIÇÃO GERAL DA OBRA
3.1. Trata-se de reforma para relocalização da Agência Belford Roxo com construção de
instalações sanitárias, totalmente novas, conforme projeto
3.2. Fornecimento e instalação de tubulações, conexões, caixas, registros, válvulas de
descarga, duchas, torneiras, etc.., para esgotamento de esgoto sanitário em todos
os pontos indicados em projeto e conforme o adiante especificado.
3.3. Por tratar-se de uma reforma parcial das instalações, será obrigatório uma visita prévia
da proponente ao local, a fim de que a mesma tome conhecimento das
características das instalações existentes, bem como das facilidades e restrições,
no que se refere à execução da reforma.
3.4. O lay out de equipamentos apresentado no projeto tem caráter orientativo e deverá ser
confirmado junto à FISCALIZAÇÃO, antes da execução das instalações.
3.5. Os trabalhos deverão ser executados de forma a minimizar o desconforto provocado
pelas obras, incluindo a limpeza diária das adjacências e remoção periódica de
entulho, a cargo da CONTRATADA.
3.6. As tubulações e conexões de esgoto sanitário serão em PVC rígido, norma ABNT
NBR5688, soldáveis p/ a bitola de 40mm. e c/ ponta e bolsa c/ virola para as
bitolas de 50mm., 75mm. e 100mm.
3.7. Nos tubos soldáveis a solda deverá ser executada com adesivo apropriado e após se
lixar e limpar a ponta e bolsa dos tubos e conexões. Antes da solda, deverá ser
marcada a profundidade da bolsa sobre a ponta do tubo, objetivando a perfeição
do encaixe, que deverá ser bastante justo, uma vez que a ausência de pressão
não estabelece a soldagem.
3.8. Nos tubos c/ ponta e bolsa a vedação das juntas poderá ser executada por meio de
anéis de borracha ou com adesivo próprio, não devendo, todavia, tais processos
serem utilizados conjuntamente. A aplicação do adesivo seguirá as mesmas
normas descritas para os tubos com juntas soldáveis. Para a utilização do anel de
borracha a ponta do tubo deverá ser chanfrada e o anel, previamente lubrificado c/
material apropriado, será devidamente encaixado no canal da bolsa do tubo ou
conexão. A profundidade total da
bolsa deverá ser no mínimo 0,5 do diâmetro
externo correspondente para os tubos e 0,25 do diâmetro externo correspondente
no caso das conexões.
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S-22.01
3.9. Todas as novas instalações serão interligadas as instalações existentes (tubos de
queda, caixas, etc.), cabendo ao construtor a confiirmação de todos os elementos
existentes.
3.10.
Nos casos em que as canalizações devam ser fixadas em paredes e/ou suspensas
em lajes, os tipos, dimensões e quantidades dos elementos portantes ou de
fixação (braçadeiras, perfilados “u”, bandejas, etc...) serão determinados de acordo
com o diâmetro, peso e posição das tubulações.
3.11.
As derivações que ocorrerem embutidas nas paredes ou rebaixos de pisos, não
poderão jamais estar embutidas no concreto da estrutura. Quando indispensável,
serão alojadas em reentrâncias (encaixes) previamente previstos na estrutura.
3.12.
A execução de furações, rasgos e aberturas necessários em elementos existentes
da estrutura de concreto armado para passagem de tubulações deverá ser
deverão ser executadas através de técnica e equipamentos apropriados, sem o
uso de ponteiras, talhadeiras e marretas, devendo ser precedida de consulta
técnica ao responsável técnico pelo projeto de cálculo estrutural da edificação e
análise do projeto de cálculo estrutural da edificação para estudo de sua
viabilidade.
3.13.
As furações, rasgos e aberturas, necessários em elementos da estrutura de
concreto armado, para passagem de tubulações, deverão ser executadas através
de técnica e equipamentos apropriados, sem o uso de ponteiras, talhadeiras e
marretas, devendo ser consultado o responsável técnico pelo projeto de cálculo
estrutural da edificação.
3.14.
As canalizações em área externa deverão ser assentadas em terreno ou sobre
embasamento adequados, com recobrimento de 0,60m, no mínimo. Nos trechos
onde tal recobrimento não seja possível ou onde a canalização esteja sujeita a
fortes compressões ou choques, ou ainda, nos trechos situados em área edificada,
deverá à canalização ter proteção adequada ou ser executada com tubos de ferro
fundido.
3.15.
Em torno da canalização, nos alicerces ou paredes por ela atravessados, deverá
haver a necessária folga para que eventual recalque da construção não venha a
prejudicá-la.
3.16.
Deverá ser procedida uma verificação geral dos níveis, até a interligação com a
rede de esgoto existente, antes da instalação das tubulações.
3.17.
As canalizações de esgoto não deverão ser instaladas imediatamente acima de
reservatórios de água.
3.18.
Os tubos serão assentados com a bolsa voltada em sentido oposto ao do
escoamento.
3.19.
As ligações entre canalizações de cerâmica vidrada, concreto, ferro fundido, aço
galvanizado, cobre ou cimento amianto, só deverão ser feitas mediante peças ou
conexões apropriadas.
3.20.
As cavas abertas no solo, para assentamento da canalizações, só poderão ser
fechadas após a verificação pela fiscalização do BANCO DO BRASIL, das
condições das juntas, tubos, proteção dos mesmos e níveis de declividade.
3.21.
A instalação deverá ser dotada de todos os elementos necessários às possíveis e
futuras operações de inspeção e desobstrução.
3.22.
As extremidades das tubulações de esgoto serão vedadas até a montagem dos
aparelhos sanitários com bujões de rosca ou plugues, convenientemente
apertados, sendo vedado o emprego de buchas de papel ou madeira, para tal fim.
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Condições Gerais
S-22.01
3.23.
Durante a execução das obras serão tomadas especiais precauções para evitar-se
a entrada de detritos nos condutores de águas pluviais.
3.24.
Serão tomadas todas as precauções para se evitar infiltrações em paredes e tetos,
bem como obstruções de ralos, caixas, calhas, condutores, ramais ou redes
coletoras.
3.25.
Os aparelhos sanitários serão cuidadosamente montados de forma a proporcionar
perfeito funcionamento, permitir fácil limpeza e remoção, bem como evitar a
possibilidade de contaminação de água potável.
3.26.
As canalizações internas serão, sempre, acessíveis por intermédio de caixas de
inspeção ou peças especiais de inspeção, como tubos operculados e bujões.
3.27.
Os sifões serão visitáveis ou inspecionáveis na parte correspondente ao fecho
hídrico, por meio de bujões com rosca de metal ou outro meio de fácil inspeção.
3.28.
Os tubos de queda deverão apresentar opérculos (tubos radiais com inspeção) nos
seus trechos inferiores.
3.29.
O sistema de ventilação de esgoto, constituído de ventilação, tubo ventilador e
ramais de ventilação será executado de forma a não haver a menor possibilidade
de os gases emanados dos coletores entrarem no ambiente interno dos prédios.
3.30.
A ligação de um tubo ventilador a uma canalização horizontal, deverá ser feita
acima do eixo desta canalização.
4. CARACTERIZAÇÃO DOS PRODUTOS
4.1. Produto: TUBO DE PVC RÍGIDO SOLDÁVEL
4.1.1.
Tipo: Para esgoto secundário.
4.1.2.
Fabricante: TIGRE ou similar
4.1.3.
Aplicação: Esgoto secundário Ø 40mm.
4.2. Produto: TUBO DE PVC RÍGIDO JUNTA ELÁSTICA
4.2.1.
Tipo: Para esgoto primário.
4.2.2.
Fabricante: TIGRE ou similar
4.2.3.
Aplicação: Esgoto primário e águas pluviais Ø 50, 75 e 100mm.
4.3. Produto: CONEXÕES DE PVC SOLDÁVEL
4.3.1.
Tipo: Para esgoto secundário.
4.3.2.
Fabricante: TIGRE ou similar
4.3.3.
Aplicação: Esgoto secundário Ø 40mm.
4.4. Produto: CONEXÕES DE PVC JUNTA ELÁSTICA
4.4.1.
Tipo: Para esgoto primário (Joelho, junção, redução excêntrica, tê, luva,
etc.).
4.4.2.
Fabricante: TIGRE ou similar
4.4.3.
Aplicação: Esgoto primário e águas pluviais Ø 50, 75 e 100mm.
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4.5. Produto: CAIXA SIFONADA
4.5.1.
Tipo: Em PVC rígido, 150x150x50mm, c/ grelha de alumínio.
4.5.2.
Fabricante: TIGRE ou similar
4.5.3.
Aplicação: Instalações sanitárias
4.6. Produto: CAIXA SIFONADA
4.6.1.
Tipo: Em PVC rígido, 250x230x75mm, c/ tampa cega de PVC.
4.6.2.
Fabricante: TIGRE ou similar
4.6.3.
Aplicação: Caixa de Gordura na Copa do 3º. Pavto.
4.7. Produto: CAIXA SIFONADA
4.7.1.
Tipo: Em PVC rígido, 150x150x50mm, c/ tampa cega de alumínio.
4.7.2.
Fabricante: TIGRE ou similar
4.7.3.
Aplicação: Instalações sanitárias (mictório)
4.8. Produto: RALO SECO
4.8.1.
Tipo: Em PVC rígido, 100x40mm, c/ grelha de alumínio.
4.8.2.
Fabricante: TIGRE ou similar
4.8.3.
Aplicação: Instalações sanitárias
4.9. Produto: VÁLVULA PARA ESGOTAMENTO DE PEÇAS
4.10.
4.9.1.
Tipo: Metálica, sem ladrão.
4.9.2.
Fabricante: DECA ou similar
4.9.3.
Aplicação: Esgoto de lavatórios, pia de cozinha e tanque
Produto: SIFÃO
4.10.1. Tipo: Metálico, de copo regulável.
4.10.2. Fabricante: DECA ou similar
4.10.3. Aplicação: Esgoto de lavatórios, pia de cozinha e tanque.
4.11.
Produto: ACESSÓRIOS DIVERSOS PARA INSTALAÇÕES
4.11.1. Tipo: Estopa, solução limpadora, cola, etc...
4.11.2. Fabricante: TIGRE ou similar
4.11.3. Aplicação: Conexões de tubos de PVC.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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Condições Gerais
1.
NORMAS ADICIONAIS:
1.1.
2.
S-23.01
Para os serviços de projeto e instalação dos Sistemas de Segurança, devem ser
seguidas as normas abaixo:
Programa de Automação - “ Especificações e Projeto padrão para cabeamento
estruturado, circuito fechado de televisão ( CFTV) e alarme “.
Ver S-19.01, retro.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
2.1. Esta Especificação Técnica e planilha de quantidades e custos tem por objetivo definir,
o fornecimento de equipamentos, materiais e serviços nas áreas de
INSTALAÇÕES DE ALARME SENSORIAL e CFTV, para a obra em questão.
2.2. Os projetos e especificaçãoes foram desenvolvidos com base nas vistorias locais,
ante-projetos de arquitetura e demais projetos que complementam o escopo de
serviços, fornecidos pelo Banco do Brasil.
2.3. Este Caderno de Encargos e as respectivas pranchas de projeto são mutuamente
complementares, devendo todos serem considerados na execução dos serviços.
2.4. Com respeito a licenças e franquias, será obedecido ao disposto nas Instruções de
Concorrência, com especial atenção para as exigências do CREA.
2.5. O CONSTRUTOR deverá fornecer os materiais especificados e complementares a
execução dos os serviços descritos a seguir e indicados nas pranchas do projeto.
2.6. Quaisquer materiais e serviços eventualmente não relacionados neste Caderno de
Encargos, na Planilha de Materiais e Custos e/ou nas pranchas de projeto, os
quais sejam efetivamente necessários à perfeita execução dos serviços e
conseqüente perfeita funcionabilidade e segurança das instalações ora projetadas
deverão ser considerados pelo CONSTRUTOR, explicitamente quando da
elaboração da PROPOSTA de serviços.
2.7. Os serviços nas instalações de segurança, deverão obedecer rigorosamente o
prescrito em pranchas do projeto, nas presentes especificações e normas da
ABNT.
2.8. O CONSTRUTOR deverá interagir com os demais contratados e a Fiscalização da
Obra de forma a definir compatibilizações, adequações e serviços efetivos.
2.9. A listagem de materiais define o tipo e especificação de todos os materiais a serem
utilizados, podendo utilizar-se equivalentes, desde que apresentem características
de similaridade e conforme o “Critério de Analogia” (E-AAA.01, item 2). A decisão
sobre aplicação de materiais similares aos especificados é prerrogativa exclusiva
da fiscalização do Banco do Brasil S.A.
2.10.
Quaisquer modificações nos projetos, em função de soluções alternativas
sugeridas pelo CONSTRUTOR, deverão ser submetidas previamente à
Fiscalização para exame e aprovação.
2.11.
A adoção de soluções alternativas àquelas definidas em projetos e especificações
do BANCO, a menos de eventuais casos de impossibilidades de execução, não
poderão ser motivo de dilações no prazo global da obra.
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Condições Gerais
3.
2.12.
Serão encargos do CONSTRUTOR todas as providências necessárias à efetivação
das ligações definitivas das instalações da dependência do BANCO à rede da
Concessionária de Abastecimento de Água local. Estão aqui incluídos os
pagamentos de taxas e emolumentos eventualmente necessários. Os serviços
serão considerados concluídos quando a referida ligação permitir à dependência
objeto da obra condições normais de operação.
2.13.
Os serviços de instalações deverão ser executados por firmas especializadas e
com experiência comprovada, com anuência da fiscalização do Banco do Brasil.
2.14.
Para a perfeita execução dos serviços de instalações de segurança deverão ser
seguidos todos os procedimentos e cuidados na aplicação de materiais e
equipamentos descritos nos itens de Instalações Elétricas, Mecânicas,
Telecomunicações e Informática – S19, retro.
2.15.
A mão-de-obra deverá ser tecnicamente capaz e estar sobre a supervisão e
responsabilidade de profissionais devidamente habilitados pelo CREA.
2.16.
O CONSTRUTOR executará os trabalhos complementares ou correlatos às
instalações, tais como: rasgos e recomposições em alvenarias, forros falsos, pisos,
plataformas, etc. bem como os arremates decorrentes, mantendo-se o padrão de
acabamento definido no projeto de arquitetura.
2.17.
O Construtor deverá dar garantia somente dos equipamentos novos a serem
adquiridos.
2.18.
Após a completa execução da obra, caberá ao CONSTRUTOR a apresentação dos
projetos “as built”, em arquivos AutoCad, gravados em CD e uma cópia plotada.
DESCRIÇÃO GERAL DA OBRA
3.1.
4.
S-23.01
Fornecimento e instalação de tubulações, caixas de passagem e cabeamento dos
sistemas de segurança nas áreas de alarme sensorial e CFTV, conforme o adiante
especificado.
INSTALAÇÃO DE ALARME
4.1. Estas especificações se referem à execução de infra-estrutura (eletrodutos,
eletrocalhas, caixas, cabos e acessórios) para sistema de alarme da dependência.
4.2. Para o sistema de alarme sensorial serão instaladas as tubulações de distribuição,
caixas de passagem e de ligação de equipamentos e lançados os cabos.
4.3. A instalação dos equipamentos ativos do sistema ficará a cargo do Banco do Brasil.
4.4. Todas as caixas de passagem e conduletes deverão ter as rebarbas removidas e
deverão ser dotadas de buchas e arruelas na conexão com os eletrodutos.
4.5. O contratado executará os trabalhos complementares ou correlatos da instalação do
sistema de alarme, tais como: rasgos e composição de alvenaria, pintura de
eletrodutos, bem como arremates decorrentes das instalações.
4.6. Todas as partes do prédio afetadas pela reforma deverão ser recompostas conforme
os padrões de acabamento estabelecido no projeto de arquitetura e na ausência
dessa especificação o construtor deve manter o padrão existente.
4.7. Os detalhes construtivos das tubulações e os padrões de instalação dos equipamentos
obedecerão ao caderno de encargos geral do Banco do Brasil e as normas
relacionadas.
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4.8. Na caixa de abrigo da central deverão ser deixados 2 cabos UTP, interligados ao Rack
de lógica da Sala ON Line, identificados, e disponibilizados apenas o par 1 (azul,
branco/azul), bem como a fiação do circuito elétrico exclusivo (FNT), com as
pontas isoladas.
4.9. Caberá a CONSTRUTORA todas as tratativas para o funcionamento do sistema de
alarme nas novas instalações, a saber: solicitar ao fiscal da obra no 1º (primeiro)
dia de obra o comparecimento do técnico da mantenedora de alarme, com vistas
a efetuar levantamento dos cabos necessários e confirmar a especificação dos
mesmos para atender ao novo projeto. Caberá à CONSTRUTORA
o
acompanhamento das novas instalações do alarme, de forma que o novo sistema
esteja totalmente instalado no máximo até o recebimento provisório da obra.
4.10.
5.
Caberá ao CONSTRUTOR deixar o sistema de alarmes funcionado na nova
instalação.
INSTALAÇÃO DE CFTV
5.1.
Estas ESPECIFICAÇÕES referem-se às instruções básicas para instalação da
Infraestrutura de CFTV - Circuito Fechado de Televisão.
5.2.
Caberá ao construtor instalar todos os equipamentos de CFTV projetados na
dependência para as posições indicadas em projeto. O construtor deverá transferir
as câmeras e DVR existentes no atual endereço da dependência para o novo
prédio. Os materiais e equipamentos que não forem reutilizados deverão ser
entregues à fiscalização.
5.3.
O sistema de CFTV está dividido em três áreas distintas: 1 - sistema de captação;
2- sistema de cabeamento e interligação; 3 - sistema de gerenciamento e
monitoração.
5.4.
SISTEMA DE CAPTAÇÃO
5.4.1.
5.5.
As câmeras deverão ser numeradas seqüencialmente, conforme projeto,
estando de acordo com a numeração de saída do DVR.
CABEAMENTO E ALIMENTAÇÃO
5.5.1.
Os racks de Segurança serão fornecidos pelo CONTRATADO.
5.5.2.
Cada câmera deverá ser atendida por cabo de comunicação exclusivo, do
tipo coaxial, impedância característica de 75 ohms, tipo RG59U, desde o
Rack de Segurança na sala TC, utilizando conectores BNC. Cada cabo
deve ser exclusivo, não se admitindo uso de conexões intermediárias ou
derivadores tipo “T”.
5.5.3.
A resistência máxima de cada cabo coaxial, desde o monitor até cada
câmera, deve ser menor que 15 ohms. Se isto não for possível deve ser
utilizado cabo com menor valor de resistência distribuída (tipo RG 6/11)
5.5.4.
Cada câmera será alimentada por cabo tipo Cordplast 3 x 1,0 mm² (fase +
neutro + terra) para alimentação de energia em 24 VAC ou 12 VDC.
5.5.5.
Todos os cabos, seja de sinal ou de energia, devem ser devidamente
identificados com o número da câmera que atende, utilizando-se anilhas
numeradas em ambas as extremidades.
5.5.6.
O cabeamento será instalado no interior de sistema de eletrocalhas e
eletrodutos de ferro galvanizado e conduletes de alumínio, de acordo com
a distribuição e dimensões dadas em projeto.
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Condições Gerais
5.6.
5.7.
S-23.01
5.5.7.
A tubulação de CFTV é exclusiva para este fim, partindo do Rack de
Segurança da sala TC , não devendo ser compartilhada com outras
finalidades.
5.5.8.
Toda tubulação deverá ser embutida, totalmente oculta, salvo nos locais
indicados no projeto.
5.5.9.
Não serão admitidas instalações de fiações soltas em hipótese alguma.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
5.6.1.
A instalação do sistema de CFTV deve ser feita por instaladores
especializados, com experiência comprovada através de exigências de
acervo técnico junto ao CREA.
5.6.2.
Os cabos coaxiais e elétricos deverão ser identificados através de anilhas
plásticas e quando aparentes (na ligação às câmeras ou dentro de rack)
deverão ser providos de amarração com espiral de PVC.
5.6.3.
As conexões dos condutores aos componentes elétricos devem ser feitas
por meio de terminais de compressão apropriados. Nas ligações devem
ser empregadas arruelas lisas de pressão ou de segurança (dentadas),
além dos parafusos e/ou porcas e contraporcas, onde aplicáveis. No caso
de dois condutores ligados a um mesmo terminal (ou borne), cada
condutor deve ter seu terminal.
5.6.4.
Será obrigatória a instalação de prensa-cabos em toda passagem de
cabos por furos em caixas, evitando o contato com rebarbas metálicas ou
quinas vivas.
5.6.5.
Na junção dos eletrodutos, luvas e conduletes deverão ser tomadas
precauções para evitar rebarbas internas. Em todos os lances de
eletroduto deve ser deixado guia de arame 18 AWG.
5.6.6.
O instalador, no final da execução, deve providenciar o projeto “AS BUILT”,
com as devidas correções sobre o projeto original, através do fornecimento
de jogo de cópias e do arquivo eletrônico gerado em CAD. Deverão ser
deixados na Dependência manuais completos de operação de todos os
equipamentos do sistema, em Português.
5.6.7.
Os suportes para as câmeras deverão ser fornecidos pintados com pintura
expóxi na cor branca.
VERIFICAÇÃO FINAL DAS INSTALAÇÕES (CHECK LIST)
5.7.1.
No final da obra de CFTV deve ser feita verificação do cumprimento dos
itens descritos abaixo (marcar os itens com Sim (S) ou Não (N)):
() Cabos de energia das câmeras
() Cabos de sinal das câmeras
() Tubulação e cabeamento geral das câmeras.
() Circuitos de alimentação individual para cada câmera
() Todas as tubulações, caixas e rack estão aterrados?
() “As Built” da instalação em Auto CAD 14
() Limpeza final
() Instalação elétrica do sistema
() Resistência de “loop” dos diversos cabos coaxiais = 15 OHMS.
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Materiais e Equipamentos
1.
S-23.02
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS MATERIAIS
1.1.
1.2.
1.3.
1.4.
1.5.
1.6.
PRODUTO: CABO COAXIAL
1.1.1.
Tipo: impedância característica de 75 ohms, tipo RG59U, RG6 e RG11,
com respectivos conectores BNC nas extremidades, para interligação das
câmeras e monitores ao multiplexador.
1.1.2.
Fabricante: PIRELLI, FURUKAWA ou equivalente.
PRODUTO: ELETRODUTO METÁLICO COM ACESSÓRIOS
1.2.1.
Tipo: eletroduto de ferro galvanizado tipo leve, em barra de 3 metros, com
luvas e curvas de raio longo (raio igual ou superior a dez vezes o seu
diâmetro interno).
1.2.2.
Fabricante: THOMEU, APOLLO, TUPY ou equivalente.
1.2.3.
Aplicação: constituição de infra-estrutura de tubulações embutidas ou
aparentes para passagem de cabos de energia, em locais onde é
necessária a blindagem dos cabos ou proteção mecânica extra.
PRODUTO: BUCHAS, ARRUELAS E BOXES
1.3.1.
Tipo: acessórios para eletrodutos fabricados em liga metálica.
1.3.2.
Fabricante: WETZEL, MOFERCO ou equivalente.
1.3.3.
Aplicação: para terminação de eletrodutos em caixas, calhas e suportes
diversos.
PRODUTO: CAIXA DE PASSAGEM
1.4.1.
Tipo: em chapa metálica, dimensões indicadas em projeto, conforme a
aplicação.
1.4.2.
Fabricante: TAUNUS, CEMAR ou equivalente.
1.4.3.
Tipo: em alumínio fundido, com tampa vedada à prova d’água e detritos,
dimensões indicadas em projeto, conforme a aplicação.
1.4.4.
Fabricante: WETZEL, MOFERCO ou equivalente.
1.4.5.
Aplicação: para passagem de cabos.
PRODUTO: CONDULETES
1.5.1.
Tipo: em alumínio fundido, tipo E,C,LR,LL,LB,T,X,TB, conforme a
aplicação e diâmetro nominal conforme projeto.
1.5.2.
Fabricante: WETZEL, MOFERCO ou equivalente.
1.5.3.
Aplicação: para passagem ou ponto de saída para tomadas e interruptores.
PRODUTO: CABO DE COMUNICAÇÃO
1.6.1.
Tipo: cabo de pares de cobre trançados, não blindado, fios sólidos,
Categoria 5e, para uma freqüência de operação igual ou superior a 100
MHz, impedância característica 100 ohms, para taxas de transmissão de
até 622 Mbps, testados com a tecnologia power sum, com 4 pares ou com
25 pares, conforme projeto.
1.6.2.
Fabricante: LUCENT / AT&T, FURUKAWA, SIEMON, AMP ou equivalente
1.6.3.
Aplicação: Sistema de alarme.
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Materiais e Equipamentos
1.7.
1.8.
1.9.
1.10.
S-23.02
PRODUTO: CONDUTORES DE ENERGIA
1.7.1.
Tipo: cabo tipo Cordplast 3 x 1,0 mm² (para alimentação das câmeras) e
fios e cabos de cobre eletrolítico, flexíveis (encordoamento classe 4) com
isolação de PVC não propagante à chama ou de gases tóxicos, classe de
isolação 450/750 V, seção nominal de acordo com projeto.
1.7.2.
Aplicação: Circuitos de distribuição
1.7.3.
Fabricante: PIRELLI, FICAP, ALCOA ou equivalente
Produto: FIOS E CABOS CLASSE 0,75 KV
1.8.1.
Tipo: Pirastic flex, antiflam.
1.8.2.
Fabricante: Pirelli, Ficap, Condugel, Condumax ou similar.
1.8.3.
Aplicação: Circuitos de distribuição.
PRODUTO: FITA ISOLANTE
1.9.1.
Tipo: fita antichama
1.9.2.
Fabricante: 3M, LORENZETTI, PIRELLI ou equivalente.
PRODUTO: RACK DE SEGURANÇA PADRÃO 19 POLEGADAS
1.10.1. Tipo: rack em chapa metálica, à prova de arrombamento leve, altura de
2,20m, com recursos para fixação de unidades/painéis padrão 19
polegadas (19"), fechadura dupla, portas reforçadas, ventilação forçada por
"cooler" duplo, filtros duplos anti poeira nas entradas de ar, conforme
desenhos anexos. Os acessórios: ventiladores, filtros, iluminação interna,
réguas de tomadas, base para afixação do rack sob o piso elevado, ou
seja, rack completo conforme desenhos padrão.
1.10.2. Fabricante: Fibracem ou similar.
1.10.3. Aplicações: guarda e instalação de sistemas de cftv , alarmes com nobreak e baterias exclusivos.
1.11.
PRODUTO: GRAVADOR DE IMAGENS
1.11.1. Tipo: DVR (Digital Vídeo Recorder) com as especificações a seguir
descritas.
I - Os DVR, além de permitirem operação independente "stand alone",
deverão também permitir acesso e conectividade com centrais de
monitoramento remotas, interligadas através de redes LAN, MAN,WAN e
internet, com conexão física direta através de cabeamento par trançado
100 base T ou linha telefônica convencional discada ou privativa;
II - Os aparelhos serão do tipo monobloco, de modelos e tipos
padronizados em linha de produção industrial, de uso corrente e
devidamente testados no mercado nacional e/ou internacional;
III - Serão instaladas Nas salas de telecomunicações (TC) das
dependências, sobre proteção do novo modelo de rack de segurança para
CFTV, devendo obedecer às especificações técnico operacionais mínimas
e as exigências de fornecimento descritas a seguir:
IV - Capacidade de processar e gravar imagens oriundas de até 16
câmeras independentes (sinal de vídeo NTSC composto de 1 Vpp em 75
ohms), com saídas BNC terminadas em "loop";
V - Permitir visualizar todos os sinais oriundos das câmeras (dezesseis) em
tempo real, em um único monitor com entrada de vídeo composto, em tela
cheia ou multiplexada em 4, 9 e 16 imagens, realizando pesquisa de
imagens, simultaneamente, sem prejuízo ao processo de gravação
programado (recurso duplex);
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Materiais e Equipamentos
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VI - Permitir velocidades de visualização de até 480 imagens por segundo;
VII - Permitir velocidades de gravação de até 240 imagens por segundo;
VIII-Gravar
com
resolução
(em
pixels)
selecionável
de
720Hx480V(máxima), 640Hx 480V(média) e 320x240V(baixa), permitindo
alteração da resolução por câmera individual, evento de alarme ou
programação específica, de forma a permitir aproveitamento maior da
capacidade de gravação do HD, sem prejuízo à disponibilização de
eventuais imagens específicas de elevada resolução;
IX - Permitir programações de gravação de imagens como
sequenciamento, priorização, separação por grupos, repetição em ritmos
diferentes por câmera, resolução diversa de acordo com câmera específica
assim como ajuste de cor, brilho, contraste e saturação;
X - Realizar a gravação em formato MPEG4;
XI - Possuir sistema de gravação em disco rígido integrado no monobloco
com capacidade de gravação de no mínimo 0,48 TB;
XII - Dispor de recursos para melhoria de imagens gravadas no que tange
à cor, brilho, contraste e saturação, sem prejuízo ao formato e
autenticidade da imagem original;
XIII - Permitir identificação de todas as 16 câmeras por título, data e
horário, nas imagens ao vivo e gravadas;
XIV - Permitir ativação e desativação de janelas e ícones de controle
apresentáveis em tela;
XV - Permitir gravação de imagens nos modos contínuo, time-lapse ,
programação horária até 120 dias no mínimo (Schedule) , vinculação a
evento de alarme via vídeo detecção (mínimo de 6 zonas de imagem
ativáveis) ou por ativação de sensores discretos dotados de contatos secos
de saída;
XVI - Dispor de pré-alarme de ajustável de até 180 segundos (mínimo);
XVII - Dispor de recurso de autenticação digital de imagens/assinatura
"marca d’água";
XVIII - Permitir a operação compatível plenamente com câmeras móveis de
alta velocidade (domus) atualmente fabricadas por pelo menos seis dentre
os fabricantes a seguir: Bosh, Pelco, Panasonic, Dedicated Micros, Kalatel,
American Dynamics, Toshiba, Sanyo, JVC, Vicon, sensormatic e Samsung
Electronics.
XIX - Permitir a busca , pesquisa e gravação de imagens por dia, hora,
câmera específica e grupo de câmeras (títulos), assim como o
aproveitamento de imagens específicas escolhidas via impressão a cores
ou gravação em CDRW e DVD/RW, com vinculação a título da imagem
(local, dependência), data e hora; O equipamento deverá possuir Gravador
de CD/DVD interno , de forma a permitir gravar imagens em CDRW ou
DVDRW.
XX - Permitir operação por rede elétrica monofásica, em 110, 127 e 220
volts, 60 Hz; XXI - Suportar condições ambientais de temperatura entre 10
e 40 graus centígrados e umidade relativa entre 15 e 80% (sem
condensação); XXII - Dispor de 16 saídas de vídeo composto NTSC, saída
para imagens instantânea de qualquer uma das 16 câmeras selecionadas,
saída multiplexada (multi-telas), saída de sincronismo, todas em
conectores BNC;
XXIII - Dispor, no mínimo, de 8 entradas físicas para alarme além de
permitir a transmissão de informações de alarme remotamente;
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XXIV - Dispor de registro interno dos eventos ocorridos no equipamento
(Log), acessível ao operador remoto, indicando perda de sinal de vídeo,
alarmes e eventos diversos;
XXV - Dispor de placa/interfaces para operação em rede Ethernet 10 e 100
Base TCP/IP.
XXVI - O equipamento deverá permitir o acesso, operação e configuração
completas, remotamente;
XXVII - Permitir transmissão de imagens via rede em velocidades de até 24
imagens por segundo, com recurso de gerenciamento de limite de banda
utilizável, de forma a permitir limitar o impacto da transmissão sobre outros
serviços de transmissão de dados;
XXVIII
Deverão
ser
disponibilizados
integralmente
pelo
fabricante/fornecedor os recursos de programação (API) do equipamento,
de forma a viabilizar a recuperação e acesso aos dispositivos e funções do
equipamento, pelo Banco, quando necessário;
XXIX - Deverá dispor de aplicativo para acesso remoto via rede local ou
internet, com mínimo de 3 níveis de senha de acesso (níveis de
administrador, supervisor e operador). O acesso local disporá também de
no mínimo 3 níveis de senha de acesso ao equipamento;
XXX - Permitir operação contínua e automática dentro de programação
estabelecida (7dias por semana x 24 horas), não assistida ou seja,
dispensando necessidade de operadores locais ou remotos em ações
rotineiras, devendo possuir funções automáticas de auto-teste e reativação
automática em caso de paralisação do funcionamento por falta de energia,
comunicação ou outras anormalidades temporárias que ocorram no
aparelho nas instalações;
XXXI - O equipamento deverá apresentar funcionamento estável, com
imunidade a travamentos ou bloqueios de qualquer espécie, mesmo
quando submetido a falhas de comunicação, energia, surtos de energia da
rede ou na operação normal do equipamento, variações de temperatura e
umidade próprias das diversas regiões do país, devendo recuperar a
operação
automaticamente,
nas
configurações
anteriormente
programadas, depois de cessada a causa da paralisação;
XXXII - Deverá ser fornecida documentação completa do equipamento,
esquemáticos, assim como manuais com características técnicas,
instruções de instalação, operação e manutenção em campo do
equipamento, na forma de impressos originais em gráfica em português;
XXXIII - O equipamento deverá possuir certificação UL LISTED, CE ou
certificação de laboratório credenciado pela ANATEL ou INMETRO
demonstrando comprovação técnica equivalente;
XXXIV - Os equipamentos importados deverão ser entregues ao Banco
acompanhados da quarta via das notas fiscais de importação, onde esteja
claramente caracterizado o mesmo, inclusive com citação do número de
série, comprovando assim o pagamento dos tributos de importação
previstos em lei;
XXXV - No caso de equipamentos nacionais, deverá ser apresentada ao
Banco documentação oficial emitida por órgão governamental que permita
comprovar que sua industrialização é realizada no território Brasileiro;
XXXVI - O equipamento deverá ser construído na forma de monobloco
para montagem em rack padrão de 19 polegadas.
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XXXVII - O equipamento deverá ser produzido e integrado sob
responsabilidade de um fabricante específico, que deverá apresentar carta
de solidariedade ao fornecedor/instalador, credenciando-os a fornecer e
instalar o equipamento, assim como assumindo responsabilidade na
garantia do produto e no fornecimento de peças de reposição pelo prazo
estabelecido pela legislação nacional em vigor;
XXXVIII - Serão fornecidos ao Banco, pelo fabricante/fornecedor, todos os
softwares de gerenciamento, operação local e comunicação remota do
DVR, com licenças que permitam a utilização de até 4 usuários remotos,
para todos os equipamentos adquiridos.
XXXIX - O fabricante deverá possuir assistência técnica direta, com
capacidade de atendimento e reparo dos equipamentos no prazo máximo
de 48 horas a contar do registro da chamada pelo Banco (interior) ou 24
horas (Capitais), durante todo o período de garantia e após a mesma;
XL - O instalador do equipamento deverá fornecer garantia de 01(um) ano
contra defeitos nos equipamentos instalados, assim como suporte técnico
via telefone pelo mesmo prazo, a partir do recebimento definitivo do
mesmo.
XLI - O instalador/fornecedor deverá ministrar curso de operação teórico e
prático do equipamento, com seis horas de duração através de instrutores
credenciados pelo fabricante do DVR, a dois operadores, por cada
equipamento fornecido, no local da instalação ou em local a ser definido
pelo Banco.
1.11.2. Fabricante: LG, BOSH, HONEYWELL, GE, JVC, KALATEL, PELCO,
SANSUNG, SANYO, SONY, TOSHIBA ou similar.
1.12.
Produto: CÂMERA DE VÍDEO
1.12.1. Tipo: Câmeras de vídeo policromáticas, tecnologia CCD, sistema NTSC,
para lente de diâmetro 1/4” ou 1/3”, aceitando montagem de lente tipo C ou
CS, resolução horizontal mínima de 480 linhas, relação sinal/ruído mínima
de 48 dB, sensibilidade mínima de 2 lux em f=1,2 , faixa de controle
automático de ganho de 20 dB, sincronismo interno ou via linha, saída
compatível para lente tipo auto-íris, saída de vídeo tipo BNC - 75 ohms. A
câmera deve possibilitar a compensação interna às variações da
iluminação através de CCD íris com ajuste manual ou automático
(mecânico ou eletrônico) ON/OFF. Além disto deve ter compensação de
back light e obturador eletrônico. As câmeras devem ser à prova de
choque e vibração, para uso interno, tensão de alimentação de 12 vdc,
Minidome, montagem embutido, dome inferior fumê, acabamento branco
para uso interno. Para uso externo Minidome, montagem sobrepor, dome
inferior fumê, com adaptador pendente. As câmeras serão fixas, instaladas
conforme projeto.
1.12.2. Fabricante: PELCO – Modelo ICS090-CRV4A, Modelo ISC090-CR3,
Modelo ICS110-CRV3A COM ADAPTADOR ICS110-PG ou similar da
PANASONIC ou equivalente.
1.12.3. Aplicação: Captação das imagens do CFTV na Agência nas áreas de
acesso ao público e demais áreas da Agência.
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SISTEMAS DE SEGURANÇA – 23
Materiais e Equipamentos
1.13.
S-23.02
Produto: LENTES
1.13.1. Tipo: Lente com diâmetro 1/3” e 1/4”, tipo C (ponto focal a
17,526mm)
ou CS (ponto focal a 12,5mm), com distância focal conforme indicado em
projeto, com focal fixa sem íris ou varifocal com íris automática
1.13.2. Fabricante: PELCO ou similar.
1.13.3. Aplicação: Captação das imagens do CFTV conforme projeto e item 5.20.3
retro.
1.14.
Produto: MONITOR 14” SVHS
1.14.1. Tipo: Televisor policromático, tipo doméstico, dimensão aproximada de 14"
- color, tela de LCD, sistema NTSC, resolução horizontal mínima de 400
linhas, com controles frontais de contraste, brilho, ajuste vertical e
horizontal, com sincronismo para todas as câmeras, padrão EIA
policromático. Entradas / Saídas tipo BNC
1.14.2. Fabricante: SONY, TOSHIBA, HITACHI, LG, SANSUNG ou similar.
1.14.3. Aplicação: Sistema de CFTV
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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INSTALAÇÕES DE TRANSPORTE VERTICAL – 25
Condições Gerais
S-25.01
1. NORMAS
1.1. O fornecimento e instalação da Plataforma Elevatória obedecerão ao disposto nas
normas abaixo, no que for aplicável:
Sistema de Transporte Vertical Banco do Brasil S/A
Especificação Técnica para Fornecimento e Instalação de Plataforma para
Pessoas Portadoras De Necessidades Especiais.
2. PLATAFORMA ELEVATÓRIA
2.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Fabricante: Montele, Teclev ou similar homologada pelo Banco do Brasil
2.1.2.
Modelo: PL-240P (Montele)
2.1.3.
Acabamento: pintura epóxi-pó na cor Cinza,
2.1.4.
Percurso máximo; 4000 mm
2.1.5.
Portão e fechamento superior: Altura de 2000 mm.
2.1.6.
Capacidade de carga: 250 Kg
2.1.7.
Potência do motor: 2cv
2.2. APLICAÇÃO: No Hall de Público, do Térreo, com percurso até o Hall de Público do 1°
Pavimento, conforme indicação das Pranchas 03 e 07/11 do Projeto de
Arquitetura.
2.3. OBSERVAÇÃO
2.3.1.
Instalar vidro temperado incolor 10mm fixado com cantoneira de alumínio
como complementação às portas de acesso no fechamento frontal do
nicho da plataforma elevatória para PPNE, na Loja e Jirau, conforme
Capítulos 14 e 16 acima e Prancha 07/11 do Projeto de Arquitetura.
2.3.2.
Caberá ao construtor a aprovação da plataforma para PPNE junto aos
órgãos competentes.
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INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
S-26.01
1. NORMAS
1.1.
Conforme P-26.AAA.01; P-26.CMQ.01; P-26.EQP.01; P-26.EQP.02; P-26.EQP.07;
P-26.IDT.01; P-26.INT.02; P-26.INT.04; P-26.PTD.01; P-26.RCB.01
2. PRESCRIÇÕES GERAIS
2.1.
Quaisquer modificações nos projetos deverão ser submetidas previamente à
aprovação da Fiscalização.
2.2.
Os serviços em instalações devem obedecer rigorosamente o prescrito em projeto
e nas presentes especificações.
2.3.
Obedecer rigorosamente todas as recomendações do Fabricante para instalação
dos equipamentos, e das especificações e memoriais para instalação de Ar
Condicionado.
2.4.
Mão-de-obra:
2.4.1
A mão-de-obra compreende o fornecimento no local da obra e instalação dos
equipamentos, acessórios, material de isolamento, balanceamentos de ar (e
água, quando aplicável) e testes finais.
2.4.2
Os serviços deverão ser executados por firma especializada em instalações de
condicionamento de ar, sob a responsabilidade de Engenheiro Mecânico (o
Engenheiro Mecânico deverá estar presente na obra diariamente para
acompanhamento dos serviços) devidamente credenciado e capacitado a
efetuar ajustes de projeto necessários a eventuais compatibilizações
com interferências com outras instalações encontradas no decorrer dos
serviços.
2.4.3
Antes do início das atividades deverá ser enviada ao Banco do Brasil, ART
(Anotação de Responsabilidade Técnica) do Engenheiro Mecânico residente
da CONTRATADA – ítem 2.4.2.
2.4.4
ATENÇÃO: A CONTRATADA deverá atualizar o projeto de ar condicionado
apresentado (execução de desenho As Built), ocorrendo ou não modificações
durante a obra ou se houver conflito entre o projeto e a instalação efetuada,
em meio magnético, Autocad versão 14 (ou compatível com Auto Cad 2000),
entregando o CD-Rom e um (01) jogo de plantas plotadas em papel vegetal.
Alem do “As Built” , deverá ser apresentado o relatório de start up de todos os
equipamentos de AC instalados (novos e reutilizados), sendo para os novos
assinado pelo Fabricante/Representante e Contratada e para os existentes
assinado pela Contratada. Estes serão pré-requisitos para liberação da última
parcela, no recebimento provisório.
3. BASES DE PROJETOS UTILIZADAS
3.1. Condicionamento de ar
3.1.1 Condições externas de verão adotadas no dimensionamento
Latitude
Altitude
Temperatura de bulbo seco de verão
Temperatura de bulbo úmido de verão
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
23o sul
Nível do mar
38.0 oC
25.8 oC
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Equipamentos, Dutos e Acessórios
3.1.2
S-26.01
Condições internas a serem mantidas
Temperatura de bulbo seco
Umidade relativa
3.1.3
23oC +/- 2oC
50% -sem controle
Taxas utilizadas no dimensionamento
Tipo de
Ambiente
Área Público
Iluminação
(W/m2)
20
Equipamentos Ar externo
(W/m²)
(m3/h/pessoa)
25
27
4. DESCRIÇÃO DOS SISTEMAS
4.1. Trata-se da instalação de sistemas de condicionamento de ar e ventilação mecânica
na Agência Belford Roxo do Banco do Brasil, a ser implantada no Centro de
Belford Roxo – RJ.
4.2. DESCRIÇÃO GERAL DO SISTEMA
4.2.1.
O sistema de condicionamento de ar a ser instalado será do tipo expansão
direta, com condensação à ar remota.
4.2.2.
Todo sistema será novo, não existindo atualmente nenhuma instalação no
local.
4.2.3.
Cada sistema será constituído por equipamentos tipo “splitão”, que serão
instalados em casas-de-máquinas dedicadas. A distribuição e retorno de ar
para os recintos se dará por rede de dutos isoladas termicamente. As
unidades condensadoras serão instaladas na área técnica disponibilizada
na laje de cobertura (descoberta).
4.2.4.
Todos os equipamentos tipo “splitão” deverão ser dotados de 02 (dois)
circuitos de refrigeração por equipamento.
4.2.5.
A renovação de ar-exterior será através de venezianas com tela, registro e
filtro classe G-3, 2” de esp. que captará o ar-externo nas paredes externas
das casas-de-máquinas.
4.2.6.
O sistema do Auto-Atendimento (Térreo) será formado por 02 (dois)
equipamentos com capacidade nominal unitária de 15,0 TR, sendo 01
reserva, para funcionamento alternado.
4.2.7.
A casa-de-máquinas do Auto-Atendimento será localizada na cobertura do
prédio.
4.2.8.
O desenvolvimento dos dutos será por baixo do telhado, até os shafts de
descida para o térreo. Especial atenção deverá ser dada à execução
destes trechos, principalmente com relação à garantia de estanqueidade e
isolamento térmico. Deve ser prevista a logística adequada de remoção
das telhas para instalação nos trechos com menor folga.
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Equipamentos, Dutos e Acessórios
4.2.9.
S-26.01
Para aumentar a resistência térmica do isolamento térmico nos trechos
abaixo do telhado, aonde as temperaturas serão elevadas, todos os dutos,
de insuflamento e retorno, deverão receber duplo isolamento térmico,
sendo a primeira de manta adesiva de espuma elastomérica com 10mm de
espessura (ref. EPEX-manta tubex AC), e a segunda com manta de lã-devidro de 50mm de espessura, com revestimento de papel aluminizado (ref.
ISOFLEX-Santa Marina).
4.2.10. O acionamento dos equipamentos do Auto-Atendimento será através dos
controladores eletro-mecânicos que já acompanham as unidades, dotados
de termostato ambiente. Deverão ser instalados no Pilar do AutoAtendimento (aparentes).
4.2.11. A Habilitação do equipamento a operar será através de contactoras de
comando na alimentação elétrica dos mesmos, comandadas de forma
manual (chave seletora) ou automática (timer programável), conforme
esquemas elétricos.
4.2.12. O sistema do Atendimento do Térreo será formado por 01 (um)
equipamento com capacidade nominal unitária de 15,0 TR.
4.2.13. A casa-de-máquinas do Atendimento do Térreo será localizada no 1º
pavimento do prédio.
4.2.14. desenvolvimento dos dutos será pelo entreforro, até os shafts de descida
para o térreo.
4.2.15. O acionamento do equipamento do Atendimento será através do
controlador eletro-mecânico que já acompanha a unidade, dotado de
termostato ambiente. Deverá ser instalado na Parede dos Caixas
(aparente).
4.2.16. O sistema do Atendimento do 1º Pavimento será formado por 02 (dois)
equipamentos com capacidade nominal unitária de 10,0 TR, sendo os 02
operantes.
4.2.17. A casa-de-máquinas do Atendimento do 1º Pavimento será localizada na
cobertura do prédio.
4.2.18. O desenvolvimento dos dutos será por baixo do telhado, até os shafts de
descida para o 1º. pavimento. Especial atenção deverá ser dada à
execução destes trechos, principalmente com relação à garantia de
estanqueidade e isolamento térmico. Deve ser prevista a logística
adequada de remoção das telhas para instalação nos trechos com menor
folga.
4.2.19. Para aumentar a resistência térmica do isolamento térmico nos trechos
abaixo do telhado, aonde as temperaturas serão elevadas, todos os dutos,
de insuflamento e retorno, deverão receber duplo isolamento térmico,
sendo a primeira de manta adesiva de espuma elastomérica com 10mm de
espessura (ref. EPEX-manta tubex AC), e a segunda com manta de lã-devidro de 50mm de espessura, com revestimento de papel aluminizado (ref.
ISOFLEX-Santa Marina).
4.2.20. A distribuição parcial dos dutos no interior do 1º. Pavimento será atrás de
parede falsa de gesso acartonado, visando eliminar a interferência com
vigas e manter um pé-direito compatível com a Legislação.
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4.2.21. O acionamento dos equipamentos do Atendimento do 1º Pavimento será
através dos controladores eletro-mecânicos que já acompanham as
unidades, dotados de termostato ambiente. Deverão ser instalados nas
paredes do Atendimento (aparentes).
4.2.22. O sistema do Suporte do 1º Pavimento será formado por 01 (um)
equipamento com capacidade nominal unitária de 10,0 TR.
4.2.23. A casa-de-máquinas do Suporte será localizada no 1º pavimento do prédio.
4.2.24. desenvolvimento dos dutos será pelo entreforro.
4.2.25. O acionamento do equipamento do Suporte será através do controlador
eletro-mecânico que já acompanha a unidade, dotado de termostato
ambiente. Deverá ser instalado na Parede do Suporte (aparente).
4.2.26. O sistema de exaustão mecânica dos Sanitários, DML e Copa será
formado por 02 exaustores centrífugos (01 reserva), com acionamento
alternado. Estes equipamentos serão instalados na casa-de-máquinas do
1º pav. A captação e descarga de ar se dará por meio de rede de dutos
sem isolamento térmico. O acionamento de cada equipamento será
através de botoeira de comando, e a escolha do equipamento em
operação será através de chave seletora. Estes elementos serão
instalados na porta do quadro elétrico de comando.
4.2.27. Completa a instalação 01 split tipo “hy-wall”, de 24.000 btu/h, para a Sala
On-Line, para operação noturna. A unidade Condensadora deverá ser
instalada na cobertura.
4.2.28. O acionamento dos equipamentos tipo split “hy-wall” deverá ser através de
controle remoto sem fio, com timer programável de liga-desliga.
5. SERVIÇOS A EXECUTAR
5.1.
Fornecimento e instalação de 03 condicionadores de ar do tipo “SPLITÃO” com
condensação à ar (AC-1.1, AC-1.R e AC-1.2), com capacidade nominal de 15,0
TR, incluindo fechamentos de dutos, fechamentos e interligações elétricas e
frigoríficas.
5.2.
Fornecimento e instalação de 03 condicionadores de ar do tipo “SPLITÃO” com
condensação à ar (AC-2.1, AC-2.2 e AC-2.3), com capacidade nominal de 10,0 TR,
incluindo fechamentos de dutos, fechamentos e interligações elétricas e frigoríficas.
5.3.
Fornecimento e instalação de um condicionador de ar do tipo split “hy-wall”, com
capacidade nominal de 2,0 TR (AC-2E), incluindo interligações elétricas e de
tubulações de refrigerante entre as unidades externa e interna, e cargas adicionais
de óleo e de gás.
5.4.
Fornecimento e instalação de 02 exaustores centrífugos de simples aspiração, ref.
EX-01/EX-02, incluindo fechamentos de dutos, elétricos e de controle.
5.5.
Fornecimento e instalação de quadro elétrico geral (QFAC-1-N) para a alimentação
elétrica dos equipamentos “splitão”, incluindo fechamentos elétricos e de controle.
5.6.
Fornecimento e instalação de quadro elétrico geral (QFAC-2-N) para a alimentação
elétrica dos exaustores, incluindo fechamentos elétricos e de controle.
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S-26.01
5.7.
Fornecimento e instalação de quadro elétrico geral (QFAC-2-E) para a alimentação
elétrica do split reserva da sala “on-line”, incluindo fechamentos elétricos e de
controle.
5.8.
Fornecimento e instalação dos timers programáveis para acionamento dos
equipamentos envolvidos.
5.9.
Fornecimento e instalação de todas as interligações elétricas entre pontos de força,
quadros, equipamentos e dispositivos de controle, incluindo, acessórios e
suportação.
5.10.
Fornecimento e instalação de todos os sistemas de controle e todas as
interligações entre quadros, equipamentos e dispositivos de controle, incluindo,
acessórios e suportação.
5.11.
Execução de todas as redes de dutos de distribuição de ar, incluindo difusores,
dampers de lâminas opostas, grelhas e venezianas, e todos os demais acessórios
necessários, conforme indicado nos desenhos em anexo.
5.12.
Execução de todas as redes de gás e líquido refrigerante, isoladas termicamente
nos trechos de baixa-pressão, e dotada de todos os acessórios de norma e
orientações dos fabricantes dos equipamentos.
5.13.
Execução de start-up dos equipamentos e carga de gás refrigerante e óleo.
5.14.
Comissionamento da instalação, incluindo a execução de testes, ajustes e
balanceamento de ar em toda a instalação, com emissão de relatório indicando
claramente todos os valores encontrados.
5.15.
Fornecimento de as-buit completo da instalação incluindo conjunto de desenhos
(planta baixa) de todos os pavimentos indicando as redes de dutos existentes e
modificadas e conjunto de desenhos (planta baixa) de todos os pavimentos
indicando as tubulações de refrigerante.
5.16.
Manutenção do sistema por um período de três meses após a completa conclusão
e aceitação da instalação.
5.17.
Treinamento de pessoal especializado para manter e operar o sistema.
6. NORMAS E CÓDIGOS
6.1.
Na implantação do sistema em referência deverão ser obedecidas as prescrições
da última edição das seguintes normas e / ou códigos, onde aplicáveis:
6.1.1.
ABNT 6401 – Associação Brasileira de Normas técnicas.
6.1.2.
ASHRAE – American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning
Engineers.
6.1.3.
SMACNA – Sheet Metal and Air Conditioning Contractor National
Association, Inc.
6.1.4.
AMCA – Air Moving & Conditioning Association.
6.1.5.
Caderno Geral de Encargos do Banco do Brasil – Edição de 1995
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Equipamentos, Dutos e Acessórios
S-26.01
7. CARACTERIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
7.1. O projeto foi desenvolvido baseado nos equipamentos referenciados nas tabelas
apresentadas a seguir. Fabricantes opcionais são aceitáveis desde que sejam
compatíveis com os que serviram de base para a elaboração do projeto, em termos
de capacidades, dimensões, peso, níveis de ruído, consumo elétrico e eficiência
energética a plena carga e sob regime de carga parcial. Equipamentos alternativos
deverão ser aprovados pelo BB antes da assinatura do contrato.
7.2. Condicionador Tipo “Splitão” com Condensação à Ar
7.2.1
Especificações básicas
Trata-se de condicionador composto por modulo de ventilação com
evaporador e módulo condensador à ar remoto.
7.2.1.1 Gabinete
Será construído em perfis extrudados de alumínio e painéis de chapas de
aço, devidamente tratadas contra corrosão, pintados totalmente com tinta
de acabamento, a pó, eletrostática.
Os painéis removíveis serão suficientemente rígidos para evitar
propagação de vibrações, possuindo guarnições de borracha em todo o
perímetro para garantir a total estanqueidade do gabinete.
Possuirá isolamento térmico para impedir a condensação e ganhos de
calor. A parte isolada do gabinete exposta ao ar, será revestido
internamente com material liso e lavável e que construtivamente não
permita que se danifique o isolamento com umidade ou pela ação
mecânica da limpeza (diminuição da seção, arrancamento, etc.). O
isolante será incombustível ou auto-extinguível não tóxico sob a ação de
chama. Revestimentos termo-acústicos inflamáveis estarão totalmente
confinados entre chapas duplas, uma externa e a outra interna, em
construção denominada "sanduíche".
A bandeja coletora de condensado será confeccionada em material
lavável, não corrosivo ou tratado contra corrosão. Possuirá caimento
acentuado e a tomada do dreno será localizada de forma a não permitir o
acúmulo de condensado. Será isolada termicamente na parte inferior.
7.2.1.2 Ventilador centrífugo
Centrífugos de simples ou dupla aspiração, com rotores de pás curvadas
para a frente, balanceado estática e dinamicamente, fixado a árvore de
aço apoiada sobre rolamentos auto-alinhantes, de lubrificação
permanente.
Transmissão de potência será efetuada por polias em "V" e correias
trapezoidais, com a polia motora ajustável.
7.2.1.3 Nível de ruído
O nível total de pressão sonora (NTPS) produzido pelo equipamento,
medido em câmara reverberante, às distâncias previstas nas normas ANSI
S 12.32-90 ou ISO 3741-99, não excederá os seguintes valores:
•
70 dBA - para equipamentos com a capacidade até 10TR
•
75 dBA - para equipamentos com capacidade até 15TR
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A partir das normas acima, será calculado o índice sonoro do
equipamento, de acordo com a norma ARI 270-95.
A pressão sonora previsível do equipamento, dependendo do modo de
instalação, será estimado conforme previsto na norma ARI 270-97, não
excedendo a legislação vigente ou posturas locais.
7.2.1.4 Motor do ventilador
O motor elétrico será de indução trifásico, com rotor em gaiola de esquilo,
totalmente fechado, com ventilação externa (TFVE), será do tipo alto
rendimento atestado pelo PROCEL, tensão 220V, fator de serviço 1,15,
isolamento classe B (130oC), proteção IP54, categoria N (NBR-7094),
quatro pólos, montado sobre dispositivo que permita fácil ajustagem das
correias de transmissão.
O motor não poderá ser montado sobre os painéis laterais, frontais ou
posteriores.
O motor elétrico com potência superior a 1,5 CV sofrerá correção do fator
de potência para valor entre 0,92 e 0,98, com a utilização de capacitores
com tolerância de capacitância de -5% a +15% dotados de resistências
para descarga e terminal para aterramento da carcaça.
O motor suportará uma variação de 10% no valor nominal da tensão de
alimentação.
7.2.1.5 Refrigerante
R-22, R-407C, R-410A ou R-417A.
7.2.1.6 Evaporador
Será construído em tubos de cobre, expandidos mecanicamente contra
aletas de alumínio, planas ou onduladas, limitadas a um máximo de 552
aletas por metro. Outros materiais poderão ser usados se especificados
nas respectivas Folhas de Características Técnicas.
As cabeceiras serão de alumínio, cobre, aço inoxidável ou galvanizado.
Será testada em fábrica contra vazamentos a uma pressão de 24 bar
(350psi).
7.2.1.7 Válvula de expansão termostática
A alimentação do refrigerante será controlada por válvula de expansão
termostática com equalizador externo, regulável, sendo uma válvula para
cada circuito de refrigeração.
Poderá ser utilizado opcionalmente válvula de expansão eletrônica.
7.2.1.8 Condensador
Será do tipo remoto, com ventilador centrífugo. O compressor e o quadro
elétrico serão incorporados ao equipamento.
A serpentina condensadora aerá construída em tubos de cobre,
expandidos mecanicamente contra aletas de alumínio, planas ou
onduladas, limitadas a um máximo de 552 aletas por metro. Outros
materiais poderão ser usados se especificados nas respectivas Folhas de
Características Técnicas.
As cabeceiras serão de alumínio, cobre, aço inoxidável ou galvanizado.
Será testada em fábrica contra vazamentos a uma pressão de 24 bar
(350psi).
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7.2.1.9 Compressor
Será instalado no condensador remoto.
Utilizará um compressor para cada circuito de refrigeração, acionado por
motor trifásico, resfriados pelo vapor de sucção.
O compressor será do tipo scroll. Possuirá dispositivo que proteja o motor
elétrico contra sobreaquecimento decorrente de sobrecarga ou partidas
sucessivas.
O motor do compressor sofrerá correção do fator de potência para valor
entre 0,92 e 0,98, com a utilização de capacitores com tolerância de
capacitância de -5% a +15% dotados de resistências para descarga e
terminal para aterramento da carcaça.
7.2.1.10 Circuito frigorífico
Será executado em cobre, dimensionado e projetado adequadamente,
para absorver as vibrações do compressor e permitir o retorno de óleo ao
cárter, protegido onde necessário, por passadores de neoprene.
A linha de sucção será isolada termicamente, com exceção para o trecho
localizado no compartimento do evaporador.
A linha de líquido possuirá válvula de serviço com conexão auxiliar, ou
válvula de bloqueio com ponto de acesso ou, ainda, válvula tanque 1/4” x
1/4” SAE (refrigeração) para tomada de pressões e recolhimento de
refrigerante.
Cada circuito frigorífico terá, em local de fácil acesso e ampla visão, um
filtro secador e um visor de líquido com indicador de umidade.
Filtro secador será fornecido com extremidades rosqueadas (cartuchos
selados) ou soldáveis ( elemento filtrante recambiável);
7.2.1.11 Dispositivos de proteção
O equipamento será fornecido com
intertravamentos, montados em fábrica:
as
seguintes
proteções
e
•
Pressostato de alta;
•
Pressostato de baixa;
•
Termistor interno ou termostato na descarga do compressor;
•
Relê de mercúrio, "line break" ou proteção equivalente para os
compressores;
•
Reles de sobrecarga acoplados às contatoras de motores trifásicos;
•
Dispositivo de proteção contra falta e inversão de fases para
equipamentos com compressores "Scroll";
7.2.1.12 Filtros de ar
Serão de classe G3 conforme ABNT, com elementos removíveis
construídos de fibras sintéticas, fibras de vidro, celulose ou feltros,
montados em caixilhos de alumínio ou de aço tratado contra corrosão, com
classe indicada nas Folhas de Características Técnicas.
O suporte do filtro permitirá fácil remoção e vedação adequada.
7.2.1.13 Quadro elétrico
Será instalado no condensador remoto.
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Equipamentos, Dutos e Acessórios
S-26.01
O equipamento será fornecido com quadro elétrico original do fabricante
contendo todos os dispositivos de proteção, intertravamento e comando
dos motores do equipamento.
O dimensionamento dos componentes elétricos e a determinação das
bitolas de cabeação de força, bem como a definição das classes de
isolamento, capacidades de interrupção aplicáveis serão de
responsabilidade do fabricante do equipamento.
7.2.2
Inspeções, Regulagens e Testes
Após a montagem serão executadas inspeções visuais para verificação da
instalação e de ruídos anormais.
Será regulada a vazão de ar do equipamento.
Serão regulados todos os dispositivos de proteção elétrica do
equipamento.
7.2.3
Documentação Técnica
Será fornecido Manual de Instalação, Manutenção e Operação do
equipamento em português.
7.2.4
Embalagem e Transporte
O equipamento será embalado de modo a garantir um transporte seguro
em quaisquer condições e limitações que possam ser encontradas no
percurso.
A CONTRATADA providenciará todos os recursos necessários (inclusive o
seguro) para o deslocamento horizontal e vertical do equipamento a partir
de sua fabrica até a base do mesmo no local de instalação.
7.2.5
Folha de características técnicas
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
10.01
10.02
11
12
12.01
12.02
CONDICIONADOR DE AR TIPO SPLITÃO
Auto-Atendimento
02
AC-1.1 / AC-1.R
Dados p/ seleção Dados p/ operação
HITACHI
Modelo de referência
RVT-150 + 02 x
RCC-075
Vazão de ar na serpentina
10.200
Calor sensível total
9,9
Calor total
12,4
Condições de entrada do ar (BS/BU)
25,7 / 18,6
Temperatura do ar de condensação
38
Filtros
Classe de filtragem
G3
Velocidade de face dos filtros
< = 2.5
Pressão estática externa
18
Alimentação elétrica
Tensão 3F/60Hz
220
Potência total
17,4
Local Atendido
Quantidade
Identificação
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
unidade
--m3/h
TR
TR
C
C
ABNT
m/s
mmCA
V
kW
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
S-26.01
05
06
07
08
09
10
10.01
10.02
11
12
12.01
12.02
CONDICIONADOR DE AR TIPO SPLITÃO
Atendimento-Térreo
01
AC-1.2
Dados p/ seleção Dados p/ operação
HITACHI
Modelo de referência
RVT-150 + 02 x
RCC-075
Vazão de ar na serpentina
10.200
Calor sensível total
9,9
Calor total
12,4
Condições de entrada do ar (BS/BU)
25,7 / 18,6
Temperatura do ar de condensação
38
Filtros
Classe de filtragem
G3
Velocidade de face dos filtros
< = 2.5
Pressão estática externa
18
Alimentação elétrica
Tensão 3F/60Hz
220
Potência total
17,4
01
02
03
Local Atendido
Quantidade
Identificação
01
02
03
04
04
05
06
07
08
09
10
10.01
10.02
11
12
12.01
12.02
Local Atendido
Quantidade
Identificação
CONDICIONADOR DE AR TIPO SPLITÃO
Atendimento-1º Pavimento
02
AC-2.1 e AC-2.2
Dados p/ seleção Dados p/ operação
HITACHI
Modelo de referência
RVT-100 + RCC100
Vazão de ar na serpentina
6.800
Calor sensível total
7,4
Calor total
9,0
Condições de entrada do ar (BS/BU)
25,0 / 17,8
Temperatura do ar de condensação
38
Filtros
Classe de filtragem
G3
Velocidade de face dos filtros
< = 2.5
Pressão estática externa
22
Alimentação elétrica
Tensão 3F/60Hz
220
Potência total
12,2
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
unidade
--m3/h
TR
TR
C
C
ABNT
m/s
mmCA
V
kW
unidade
--m3/h
TR
TR
C
C
ABNT
m/s
mmCA
V
kW
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
01
02
03
S-26.01
CONDICIONADOR DE AR TIPO SPLITÃO
Suporte-1º Pavimento
01
AC-2.3
Dados p/ seleção Dados p/ operação
HITACHI
Modelo de referência
RVT-100 + RCC100
Vazão de ar na serpentina
6.800
Calor sensível total
7,4
Calor total
9,0
Condições de entrada do ar (BS/BU)
25,0 / 17,8
Temperatura do ar de condensação
38
Filtros
Classe de filtragem
G3
Velocidade de face dos filtros
< = 2.5
Pressão estática externa
18
Alimentação elétrica
Tensão 3F/60Hz
220
Potência total
12,2
Local Atendido
Quantidade
Identificação
04
05
06
07
08
09
10
10.01
10.02
11
12
12.01
12.02
unidade
--m3/h
TR
TR
C
C
ABNT
m/s
mmCA
V
kW
7.3. Condicionador de Ar Tipo Split “Hy-wall”
Condicionador de ar com acabamento para instalação no ambiente no modelo tipo
parede (Hy-wall), dotados de compressor tipo rotativo ou scroll.
7.3.1
Características Gerais
• Instalação aparente, em parede, com gabinete em plástico injetado
branco.
• Unidade Evaporadora + Unidade Condensadora remota
• Dotado de placa eletrônica
• Controle remoto sem fio
• Dotado de filtro lavável
• Modelo de referência: HITACHI
7.3.2
Condições de Instalação
A instalação do equipamento será executada de forma que:
• Permitir fácil manutenção e remoção de componentes das unidades.
• Permitir a limpeza do trocador de calor.
7.3.3
Documentação técnica
Será fornecido Manual de Instalação, Manutenção e Operação do
equipamento em português.
7.3.4
Embalagem e transporte
O equipamento será embalado de modo a garantir um transporte seguro
em quaisquer condições e limitações que possam ser encontradas no
percurso.
A CONTRATADA providenciará todos os recursos necessários (inclusive o
seguro) para o deslocamento horizontal e vertical do equipamento a partir
de sua fabrica até a base do mesmo no local de instalação.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
S-26.01
7.4. Ventilador Centrífugo
Trata-se de equipamento destinado à movimentação forçada do ar.
7.4.1.
Características gerais
Simples aspiração, com rotor balanceado estática e dinamicamente, com
árvore de aço.
Transmissão de potência será efetuada por acoplamento direto, arranjo 4.
Rolamentos auto-alinhantes, de lubrificação permanente.
7.4.2.
Motor
O motor elétrico Será de indução trifásico, com rotor em gaiola de esquilo,
totalmente fechado, com ventilação externa (TFVE), serão do tipo alto
rendimento, tensões 220/380/440V, fator de serviço 1,15, isolamento
classe B (130oC), proteção IP54, categoria N (NBR-7094), quatro pólos,
montado sobre dispositivo que permita fácil ajustagem das correias de
transmissão.
O motor elétrico sofrerá correção do fator de potência para valor entre 0,92
e 0,98, com a utilização de capacitores com tolerância de capacitância de 5% a +15% dotados de resistências para descarga e terminal para
aterramento da carcaça.
7.4.3.
Inspeções, regulagens e testes
Após a montagem serão executadas inspeções visuais para verificação da
instalação e de ruídos anormais.
Será regulada a vazão de ar do equipamento.
Serão regulados todos os dispositivos de proteção elétrica do
equipamento.
7.4.4.
Documentação técnica
Será fornecido Manual de Instalação, Manutenção e operação do
equipamento em português.
7.4.5.
Embalagem e transporte
O equipamento Será embalado de modo a garantir um transporte seguro
em quaisquer condições e limitações que possam ser encontradas no
percurso.
A CONTRATADA providenciará todos os recursos necessários (inclusive o
seguro) para o deslocamento horizontal e vertical do equipamento a partir
de sua fabrica até a base do mesmo no local de instalação.
7.5. Tubulações de refrigerante
7.5.1.
Tubos
Para aplicações em condicionadores do tipo split de baixa capacidade (até
4 TR nominais), os tubos para conexão frigorígena entre as unidades
externas e internas, deverão ser de cobre maleável, sem costura, para
solda.
Para aplicações em condicionadores do tipo modulares ou split de maior
capacidade (a partir de 5 TR nominais), os tubos para conexão frigorígena
entre as unidades externas e internas, deverão ser de cobre rígido, sem
costura, para solda.
A suportação das tubulações deverá ser executada por meio de
abraçadeiras metálicas, instaladas com espaçamento máximo de 2
metros.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
S-26.01
7.5.2.
Isolamento térmico
O isolamento térmico das tubulações deverá ser em espuma elastomérica,
com a espessura mínima de acordo com as recomendações do fabricante,
em função da temperatura do fluido conduzido, assim como das condições
externas.
Em instalações externas, o isolamento térmico deverá ser protegido dos
raios ultravioleta e das intempéries, por meio de revestimento externo
adequado, de acordo com as recomendações do fabricante do isolamento.
7.5.3.
Carga adicional de gás refrigerante e óleo
Para complemento das cargas de gás vindas de fábrica, deverá ser
previamente efetuado um vácuo adequado, de acordo com as
recomendações do fabricante, antes de se proceder à abertura das
válvulas de serviço dos equipamentos.
Em casos de necessidade, de acordo com as recomendações do
fabricante, e em função do comprimento das tubulações, deverá ser
complementada a carga de óleo do sistema.
7.5.4.
Inspeções e testes
Após a instalação dos equipamentos, deverá ser realizada inspeção para
verificação de possíveis vazamentos, assim como para aferição das
pressões de operação.
As condições de operação deverão constar do relatório final de entrega
das instalações.
7.6. Interligações elétricas
7.6.1.
Especificações básicas
7.6.1.1. Cabos
Para interligações de força os cabos serão flexíveis com
isolamento em PVC 70 ºC e classe 750 V com bitola mínima
adotada será de 2,5 mm.
Para interligações de controle será admitida a utilização de cabos
com bitola mínima de 1,5 mm2, par trancado ou cabos blindados.
Serão protegidos mecanicamente por eletrodutos ou instalados
em calhas.
As emendas obrigatoriamente serão executadas em caixas de
passagem.
Possuirão anilhas em suas extremidades para fácil identificação
dos circuitos.
Possuirão conectores adequados aos bornes onde serão fixados.
7.6.1.2. Eletrodutos
Os eletrodutos serão de aço galvanizado.
Os eletrodutos instalados nos trechos externos serão de
construção pesada.
Serão aparentes possuindo caixa de passagem a cada mudança
de direção.
7.6.1.3. Caixas de passagem
Serão de alumínio fundido ou PVC rígido com tampas
removíveis.
Possuirão tampa de acesso montada de forma permitir sua
abertura para acesso a cabeação.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
S-26.01
7.6.1.4. Pintura
Os eletrodutos metálicos serão protegidos contra corrosão com
tinta a base de cromato de zinco
Os eletrodutos serão pintados com tinta de acabamento na cor
cinza claro.
As recomendações do fabricante da tinta serão observadas pela
CONTRATADA.
Serão pintados todos os eletrodutos e suportes.
7.6.1.5. Interligações com equipamentos
As interligações elétricas com equipamentos passíveis de
vibrações serão executadas com eletrodutos flexíveis do tipo
Sealtube.
Os equipamentos instalados ao tempo serão conectados com
dispositivos com classe de proteção IP55.
7.6.1.6. Inspeções, testes e regulagens
Será efetuada uma inspeção para verificar a operação sem carga
de todos os reles, chaves, disjuntores, continuidade elétrica de
toda fiação, quadros e equipamentos.
Após a inspeção sem carga dos componentes será energizada a
instalação e verificada a operação dos componentes.
7.7. Rede de dutos
7.7.1.
Especificações básicas
As redes de dutos serão construídas e montadas de acordo com as
recomendações da SMACNA para dutos de baixa velocidade e baixa
pressão.
Cada ramal de duto possuirá um registro (damper) de lâminas opostas que
permita o ajuste correto da vazão de ar.
Nos trechos de derivação de dutos deverão ser instalados "splitters" em
chapa de aço-galvanizada # 18.
O instalador deverá coordenar junto ao Construtor a posição de visitas no
forro para mínimo acesso aos elementos de regulagem.
7.7.2.
Chapas
As redes de dutos e plenos serão construídos em chapa de aço
galvanizado e / ou alumínio nas espessuras recomendadas pela NBR6401 da ABNT.
A medida que os dutos forem fabricados serão inspecionados no canteiro
de obra para posterior montagem.
As emendas dos dutos serão executadas em chapa de aço galvanizado
utilizando juntas e chavetas do tipo Lockformed de forma a se obter a
plena estanqueidade dos dutos.
A superfície interna dos dutos será livre e sem obstruções.
O raio mínimo aceitável será de 5cm.
Todas as curvas possuirão veios defletores, em chapa de ao-galvanizada
#18, com espaçamento e dimensão adequados de forma a manter um
fluxo de ar uniforme.
Todos os dutos de seção retangular aparentes e os dutos isolados com
dimensão superior a 60 cm serão vincados para dar maior rigidez ao
conjunto.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
S-26.01
7.7.3.
Caixa Pleno
As caixas pleno serão fabricadas em chapa de aço galvanizado de bitola
18 isoladas termo acusticamente.
7.7.4.
Isolamento Térmico e Acústico
Os dutos de ar condicionado serão isolados com placas adesivas de
espuma elastomérica auto-extinguível de 40 Kg/m3 de densidade e 10mm
de espessura, protegidas com cantoneiras de chapa de aço-galvanizado
#26 nas arestas e fita plástica com selo. O isolamento será fixado por meio
de adesivo especial para esse fim, já fornecidas junto com a manta.
Revestirão externamente todos os dutos de ar condicionado em casas de
máquinas, locais não condicionados e dentro de forros falsos.
Os dutos que atravessam trechos abaixo de telhados não ventilados,
expostos à radiação receberão uma segunda camada de isolamento
térmico, por meio de manta de lã-de-vidro de 20kg/m³ de densidade e 2”
espessura, revestida externamente por papel aluminizado. Este isolamento
será colado por meio de adesivo especial, e receberá arremates por fita
plástica e fita adesiva aluminizada.
7.7.5.
Suportes
Os dutos e plenos serão suportados por meio de tirantes roscados e
travessão em cantoneira. Os dutos pequenos poderão ser suportados por
meio suportes de barra chata.
Suportarão os dutos com um espaçamento máximo de 1,5 metros.
Serão fixados nas lajes por meio de pinos chumbadores e ou parafusos
com buchas chumbadoras.
7.7.6.
Vedação
Serão calafetadas todas as juntas das redes de dutos com massa de
calafetar tipo 3M ou borracha de silicone líquida.
7.7.7.
Conexão Flexível
Todas as conexões das redes de dutos com condicionadores de ar e
ventiladores serão efetuadas por meio de lona impermeável flexível.
O espaçamento máximo deve ser de 100 mm
7.7.8.
Tomadas de ar exterior
Serão compostas de venezianas externas com tela metálica, registro de
controle de vazão e filtro de ar G3 com 2” de espessura.
Serão montados em local de fácil acesso para regulagem e substituição
dos filtros.
7.7.9.
Registros de regulagem (damper de lâminas opostas)
Serão construídos com carcaça e lâminas em aço galvanizado ou
alumínio, eixo de alumínio, buchas de nylon e dotados de haste de
acionamento com trava.
Serão montados de forma permitir o acesso a haste de acionamento de
regulagem.
7.7.10. Registros de regulagem para difusores
Serão construídos com carcaça e lâminas em aço galvanizado, eixo de
alumínio sendo dotados de haste de acionamento com trava.
Serão montados de forma permitir o acesso a haste de acionamento de
regulagem.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
S-26.01
7.7.11. Aterramento
Cordoalha de cobre e terminais para fixação de parafusos.
Todas as redes de dutos serão aterradas aos equipamentos.
7.11.2 Inspeções, testes e balanceamento
Após a fabricação e montagem dos dutos e antes da execução da pintura
ou do isolamento térmico, a Fiscalização inspecionará a construção da
rede verificando a qualidade das chapas utilizadas, veios defletores,
vincamentos, fechamentos, bem como a existência de todos os acessórios
necessários a perfeita distribuição e captação de ar.
Após a conclusão de todos os serviços contratados, a CONTRATADA
efetuará todos os balanceamentos e ajustes necessários.
A necessidade de inclusão de qualquer elemento necessário para o
balanceamento da instalação, tais como dampers, ou troca de polia de
ventiladores será efetuado pela CONTRATADA sem ônus para a
CONTRATANTE.
Após a conclusão dos referidos ajustes todos os equipamentos e materiais
serão limpos para a entrega da instalação.
Nesta fase serão corrigidos os danos causados nos isolamentos e pintura
durante a execução da obra.
As vazões de ar devem ser medidas nos equipamentos, dutos principais e
nos ramais ou nos elementos de distribuição ou retorno de ar.
8. ESPECIFICAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE
8.1.1
Interligações elétricas de controle
Serão utilizados eletrodutos galvanizados do tipo pesado, caixas de passagem em
alumínio fundido, cabeação flexível (isolamento PVC 70oC e classe de isolamento
750V).
As cabeações serão identificadas em suas extremidades com anilhas plásticas.
8.1.2
Controle de Capacidade
SPLITÃO E SPLIT PARA DUTOS
das
Unidades
Condicionadoras
Tipo
8.1.3
Alimentação do sistema de controle
A alimentação do sistema de controle será oriunda do Quadro Elétrico do
Próprio Equipamento, de fábrica.
8.1.4
Sensor controlador de temperatura
O sensor controlador será do tipo eletromecânico dotado de dial para
ajuste do set-point, que acompanha o próprio equipamento, de fábrica.
Possuirá caixa de acabamento para instalação no ambiente com a entrada
da fiação pela parte traseira.
A faixa de leitura será de 0 a 50oC com erro máximo de 3%.
O sinal de controle será “ON-OFF” obtido em função do desvio da
temperatura medida, comparado com o set-point estabelecido.
O sensor deverá ser instalado no próprio recinto atendido, a 1,50m do piso
acabado.
Deverá ser instalada caixa de passagem 4”x2” embutida, com eletrodutos,
no local da instalação dos sensores.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
S-26.01
9. COMISSIONAMENTO
Durante a realização da instalação os serviços devem ser comissionados sendo
executados ajustes e balanceamentos. Após a execução da instalação e antes de sua
aceitação pela fiscalização, será realizado o balanceamento e dos sistemas de distribuição
de ar e água de acordo com as recomendações da SMACNA, de modo que as vazões e
temperaturas reais estejam compatíveis com os valores indicados no projeto.
Nesta fase serão simultaneamente executadas as regulagens e parametrizações dos
controles dos sistemas.
Os serviços de teste, ajuste e balanceamento serão executados por empresa
especializada, com comprovada experiência na execução de comissionamento de
instalações de condicionamento de ar (Atestado do CREA).
A empresa de comissionamento será especializada, dotada de Anotação de
Responsabilidade Técnica específica para esta atividade, contratada pela empresa
instaladora, devendo possuir todo o instrumental necessário devidamente aferido.
9.1.1
9.1.2
9.1.3
Preparação
Antes do início de qualquer teste, ajuste e balanceamento, será realizada uma
inspeção de todos os equipamentos e sistemas. A inspeção deve estabelecer se
todos os sistemas estão prontos para as medições, com os pontos de medição
identificados, e se foram operados por um tempo mínimo de 24 horas.
Antes do início dos testes de distribuição de ar serão verificados os seguintes itens:
- Limpeza das serpentinas e filtros de ar dos condicionadores,
-
Verificação da estanqueidade da rede de dutos,
-
Verificação das aberturas para retorno de ar,
-
Verificação dos registros de balanceamento da rede de dutos.
Vazões de ar
Serão executados os testes, ajustes e balanceamento das vazões de ar dos
condicionadores de ar e em todas as bocas de ar das redes de dutos..
Os testes e ajustes deverão seguir o seguinte roteiro básico:
- Medição da vazão de ar, por equipamento, pela medida de velocidade do ar na
entrada do condicionador com uso de anemômetro.
-
Uma primeira medição será efetuada com todos os “dampers” ou registros
abertos.
-
Medição de ar em cada boca.
-
A partir da última boca serão feitos ajustes de vazão por meio dos dampers de
lâminas opostas do ramal e dos registros dos difusores de forma a serem
obtidas as vazões do projeto.
-
Se no término do balanceamento a vazão total for menor ou maior que a do
projeto, será procedido o ajuste de rotação do ventilador com regulagem e/ou
substituição da polia, se necessário.
-
As posições de ajuste serão marcadas nas alavancas dos dampers de lâminas
opostas.
Testes e ajustes dos condicionadores de ar
Todos os condicionadores de ar serão testados e ajustados, tanto os novos como
os existentes. Os testes serão executados após o balanceamento de ar e água da
instalação.
Os testes e ajustes deverão seguir o seguinte roteiro básico:
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
9.1.4
S-26.01
-
Medição e registro das grandezas elétricas do motor (voltagem e amperagem)
-
Ajuste dos térmicos dos motores
-
Medição e registro das vazões de ar e água
-
Medição e registro das temperaturas de entrada e saída de água gelada
-
Medição e registro das temperaturas e umidade relativa do ar de entrada e
saída da serpentina.
-
Medição e registro da vazão, temperatura e umidade relativa do ar exterior de
renovação.
Apresentação de Relatório de Comissionamento
Será apresentado no final da obra, antes da aceitação, o Relatório de
Comissionamento contendo no mínimo os seguintes itens:
- Lista de instrumentos utilizados para os testes, ajustes e balanceamentos
indicando a data de aferição dos mesmos.
-
Planta de todos os pavimentos com a indicação das vazões de ar medidas em
cada boca e em cada ramal da rede de dutos.
-
Fluxograma hidráulico de água de condensação com as vazões medidas em
cada condicionador de ar
-
Data e hora da medição de cada equipamento.
-
Tabela com os ajustes associados ao lado do ar de todos os condicionadores
do de ar do tipo fan coil contemplando no mínimo os seguintes itens:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
Vazão ajustada (m³/h),
Polia motora (mm),
Polia movida (mm)
Modelo das correias de acionamento
Potência do motor (CV)
Rotação do motor (RPM)
Regulagem do rele térmico (A)
10. ENCARGOS E RESPONSABILIDADES
10.1
Fornecimentos e serviços
A CONTRATADA é responsável pela(o) :
- Garantia da qualidade e funcionamento da instalação.
-
Execução dos serviços de furos para passagem de dutos, tubulações,
eletrodutos e esteiras.
-
Execução do transporte horizontal e vertical de todos os equipamentos e
materiais necessários a execução dos seus serviços, incluindo os
equipamentos fornecidos pela CONTRATANTE.
-
Execução dos ajustes e regulagens de todos os equipamentos instalados.
-
Manutenção durante a execução da obra de estreito contato com as demais
CONTRATADAS, principalmente com as de instalações das quais depende,
ficando sob sua inteira responsabilidade o fornecimento e aquisição das
informações necessárias para o bom andamento de todos os seus serviços.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
10.2
S-26.01
-
Fornecimento e instalação de materiais e equipamentos que não são
usualmente especificados ou indicados nos desenhos que são necessários
para que a instalação funcione de maneira satisfatória.
-
Fornecimento de equipamentos e materiais novos e sem uso.
-
Fornecimento de todos os equipamentos de serviço e ferramentas necessárias
a execução das instalações.
-
Fornecimento dos instrumentos apropriados para a realização dos testes e
inspeções em campo tais como anemômetros, voltímetros, manômetros,
termômetros, psicrômetros e etc.
-
Ligação de todos os equipamentos de serviço de acordo com as seguranças
exigidas pelas Normas.
-
Proteção de todos os Equipamentos e Materiais existentes no local, já
instalados ou não, contra danos causados por seu trabalho ou de terceiros.
-
Verificação das condições momentâneas de disponibilidade de energia elétrica
quando do ligamento de qualquer equipamento com consumo significativo.
-
Execução das instalações dos equipamentos
recomendações dos fabricantes dos mesmos.
-
Fornecimento, ao final da obra, de todos os desenhos da instalação de acordo
com o projeto efetivamente executado, contendo todas as modificações
efetuadas durante a execução da instalação.
de
acordo
com
as
Normas, Códigos, Regulamentos e Licenças
A CONTRATADA é responsável pela(o) :
10.3
-
Execução da instalação obedecendo ao Projeto, as Especificações fornecidas
pela CONTRATANTE, as Normas ABNT pertinentes, aos Códigos Municipais,
Estaduais e Federais e, onde estes forem omissos as da ASHRAE (American
Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Engeneers).
-
Obtenção de todas as licenças e taxas devidas ao Governo ou a órgãos de
Fiscalização, incluindo o licenciamento para o trabalho do pessoal sob sua
supervisão.
-
Obtenção de Certificados e Aprovações necessárias, junto aos órgãos
Governamentais, de forma que na conclusão dos serviços a instalação esteja
em condição de funcionamento do ponto de vista técnico e Legal.
Corpo Técnico
A CONTRATADA é responsável pelo (a):
- Toda mão de obra, orientação e direção técnica dos serviços contratados.
-
Viagens, estadias, alimentação e transporte de toda mão de obra a seu
encargo.
-
Designação de um supervisor com experiência em instalações de igual porte e
que tenha poderes para decidir tecnicamente sobre qualquer problema
envolvendo o objeto da contratação durante o período de execução dos
serviços.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
10.4
S-26.01
Canteiro de Obras
A CONTRATADA é responsável pelo(a) :
- Instalação do canteiro de obra necessário a execução dos serviços, no local
indicado pela CONTRATANTE.
-
Fornecimento de andaimes e bancadas de trabalho necessários a execução
dos serviços.
-
Manutenção do canteiro de serviço tão limpo quanto possível, livre de acúmulo
de sobras, excessos de materiais e sucatas.
-
Estado de conservação dos objetos de sua propriedade ou dos que estiverem
sob sua responsabilidade.
-
Manutenção no local da obra de um jogo de desenhos do Projeto Executivo
onde serão marcadas todas as alterações efetuadas durante a execução da
instalação.
10.5
Seguros
A CONTRATADA é responsável pela contratação de apólices de seguro dos
materiais e equipamentos, incluídos no seu fornecimento, bem como de seguro de
acidentes de trabalho para todos que trabalham sob sua supervisão.
O seguro de materiais e equipamentos incluirá riscos de incêndio, danos durante
os transportes e etc.
10.6
Desenho executivo
Os Desenhos e Especificações anexos são básicos e definem os Sistemas a
serem implantados, bem como os serviços a serem executados.
A CONTRATADA elaborará desenhos executivos das salas de máquinas de
acordo com os equipamentos a serem fornecidos ou com alterações solicitadas
após a contratação dos serviços.
Adicionalmente aos desenhos as-built previstos deverão ser executados dois
conjuntos de desenhos específicos de todos os pavimentos sendo um contendo
todas as redes de dutos instaladas na edificação e outro contendo o
encaminhamento das tubulações de água gelada.
Caso haja necessidade de pequenas modificações de lay-out, devido a medidas
diferentes dos equipamentos adquiridos daquelas indicadas nos desenhos ou para
evitar interferências com outras instalações, estas serão executadas pela
CONTRATADA, sem ônus para a CONTRATANTE.
Caso haja necessidade da re-locação de Equipamentos, o Instalador terá que obter
autorização prévia do responsável da obra.
Antes do início da instalação de equipamentos, os desenhos executivos
elaborados pela CONTRATADA serão submetidos a aprovação da
CONTRATANTE contendo os seguintes elementos:
- Desenhos indicando claramente os limites de fornecimento de serviços da
CONTRATADA e serviços de fornecimento de terceiros compostos de:
- Plantas e cortes das redes de dutos na escala 1:50 ou 1:25.
- Plantas e cortes das Salas de Máquinas, indicando as interligações hidráulicas,
elétricas e de controle, na escala 1:50 ou 1:25.
- Fluxogramas hidráulicos, elétricos e de controle.
- Desenhos detalhados das tubulações hidráulicas, na escala 1:50 ou 1:25,
indicando os tipos de suportes utilizados bem como sua disposição.
- Desenhos de distribuição elétrica indicando as bitolas dos cabos, eletrodutos,
calhas e esteiras empregadas.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO – 26
Equipamentos, Dutos e Acessórios
S-26.01
Desenhos do sistema de Supervisão e Controle indicando as ligações,
cabeamentos, e componentes principais do sistema.
Amostras, desenhos, especificações ou catálogos com a indicação dos
equipamentos e materiais propostos contendo capacidades, dimensões, consumos
e etc.
Os desenhos executivos aprovados pela CONTRATANTE que contenham
incorreções ou omissões não isentam a CONTRATADA da responsabilidade sobre
eles.
-
10.7
Equipamentos e materiais alternativos
Equipamentos e Materiais oferecidos pelo Instalador diferentes daqueles
especificados no Projeto da CONTRATANTE serão aprovados pelo responsável da
obra antes de sua aquisição.
Caso estes Equipamentos ou Materiais venham a requerer modificação na
estrutura, arquitetura, ou de outras instalações, estas despesas correrão por conta
do Instalador, sendo, entretanto necessária a aprovação antecipada do
responsável pela obra.
Correrão por conta do Instalador, os custos devidos as diferenças de quantidades
de materiais necessários a instalação de Equipamentos alternativos.
10.8
Ruídos e vibrações
Caso qualquer equipamento venha a apresentar ruídos ou vibrações acima de seu
valor normal, fora das áreas nas quais foram instalados e que venham a perturbar
áreas ocupadas, a CONTRATADA providenciará todos os serviços corretivos, sem
ônus para a CONTRATANTE.
A instalação de Ventiladores, Compressores e Bombas sobre áreas ocupadas
serão montadas sobre bases amortecedoras providas de isoladores de vibração
com molas, com exceção de Condicionadores de ar padronizados que poderão ser
instalados sobre calços de borracha devidamente dimensionados para este fim.
O tratamento acústico dos ambientes, contra a propagação de ruídos normais para
outras áreas, correrá por conta da CONTRATANTE exceto quando não
especificado em contrário.
10.9
Garantia
A CONTRATADA garantirá seu fornecimento contra defeitos de fabricação e/ou de
instalação durante 12 (doze) meses contados a partir da data inicial de operação.
10.10
Manutenção e Treinamento
Manutenção: A Contratada deverá apresentar termo de compromisso de
manutenção gratuita por três meses ao final da obra.
Treinamento: Prever o treinamento de duas pessoas para operação do sistema,
inclusive com elaboração de orientação escrita.
11. RECEBIMENTO DOS SERVIÇOS
11.1
Teste geral para entrega da instalação
Ainda que tenham sido realizados testes parcelados com resultados dentro do
contrato, proceder-se-á a um teste geral de toda a instalação em pleno
funcionamento antes da sua entrega.
No decurso desse teste, que se prolongará pelo tempo necessário de
funcionamento ininterrupto a plena carga por 15(quinze) dias para se avaliar o real
desempenho de todos os componentes da instalação serão feitas:
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Equipamentos, Dutos e Acessórios
S-26.01
Verificação de que todos os equipamentos e componentes principais tem placa de
identificação com designação igual a que consta do Contrato e dos Manuais;
Medição de níveis de ruído, vibrações, temperaturas, umidades, pressões, vazões,
velocidades e consumos elétricos que devem estar de acordo com os valores lidos
no decurso dos testes preliminares ou com as especificações;
Análise do desempenho dos sistemas de comando, proteção, controle e
sinalização.
Elaboração de uma planilha com todos os valores aprovados como de operação
normal para servir com padrão em futura verificação das condições de operação.
11.2
Condições para os testes
Caso os equipamentos ou a instrumentação necessária para os testes não estejam
prontos ou disponíveis na data dos testes, estes serão repetidos as expensas da
CONTRATADA.
11.3
Condições de aprovação:
Os resultados das inspeções e testes preliminares, intercalares ou finais dos
equipamentos, merecerão aprovação sempre que satisfaçam as características e
valores mencionados nos projetos e especificações do projeto, que fazem parte
integrante do contrato, conforme preenchidos pelo fornecedor na época da
proposta.
Previamente ao Recebimento Definitivo, deverão ser entregues todos os projetos
de ar condicionado atualizado das dependências onde houve desinstalações e/ou
instalações de equipamentos.
É exigência mínima para que a FISCALIZAÇÃO proceda ao recebimento de cada
instalação, que a CONTRATADA disponha dos seguintes equipamentos e
instrumentos, aferidos no local dos serviços:
⋅ Cilindros de R-407C e Nitrogênio;
⋅ Bomba de vácuo;
⋅ Manifold;
⋅ Alicate amperímetro;
⋅ Termômetro eletrônico, com 3 termopares;
⋅ Psicrômetro;
⋅ Anemômetro.
Para cada unidade, deverá ser preenchida, junto com a FISCALIZAÇÃO, uma via
do Relatório de Manutenção.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA – 28
Equipamentos Sanitários
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-28.01
Conforme P-28.SAN.01.
PRESCRIÇÕES GERAIS
2.1. Os conjuntos de aparelhos sanitários deverão ser da mesma linha e fabricante, assim
como os conjuntos de metais também deverão ser da mesma linha e fabricante.
2.2. Quaisquer modificações nos projetos deverão ser submetidas previamente à
aprovação da Fiscalização.
2.3. As Pranchas 08 e 09/11 do Projeto de Arquitetura apresentam o detalhamento dos
sanitários a executar.
3.
BACIA PARA PPNE
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1.
Linha "Vogue Plus – linha conforto", Ref: P510, na cor GE 17 "Branco
Gelo" (DECA);
3.1.2.
Conjunto de fixação para bacias, (DECA);
3.1.3.
Tubo de ligação em inox, ∅ 40 mm, (DECA);
3.1.4.
Conexão de entrada, Ref: BS 5, (DECA);
3.1.5.
Anel de vedação, Decanel, ref: AV90, (DECA);
3.1.6.
Ducha Manual, modelo "Activa", Linha Targa, Ref: 1984 C40 ACT, (DECA);
3.1.7.
Válvula de descarga, cromada, modelo DECA, HIDRA DUO cromada ref.:
2545C
3.1.8.
Assento para bacia, especial para portadores de deficiência, em plástico,
na cor Branco ref.: AP 52, linha conforto (Deca);
3.1.9.
Porta-papel com protetor, linha "Revival" Ref.: 2021 C68 CR, cromado,
(DECA);
3.1.10. Barra de apoio em tubo de aço, acabamento cromado, com extremidades
curvas para fixação em parede com flange, 90 cm;
3.2.
4.
APLICAÇÃO: I.S.A. a executar no Térreo e 1° Pavimento.
LAVATÓRIO COM COLUNA SUSPENSA PPNE
4.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1.
Linha "Vogue Plus – linha conforto", Ref: L51, na cor GE 17 "Branco Gelo"
(DECA);
4.1.2.
Torneira automática de mesa ME Eletric ref.: 00218106 (acionamento por
sensor e fechamento automático), acabamento cromado
4.1.3.
Ligação flexível em inox, 40 cm, (DECA);
4.1.4.
Válvula de escoamento, cromada, (DECA);
4.1.5.
Tubo de ligação em inox, ∅ 40 mm, (DECA);
4.1.6.
Conexão de entrada, Ref: BS 5, (DECA);
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA – 28
Equipamentos Sanitários
4.2.
5.
S-28.01
4.1.7.
Anel de vedação Decanel, ref: AV90, (DECA);
4.1.8.
Sifão para lavatório cromado, ref. 1680C (DECA)
4.1.9.
Barra de apoio em tubo de aço, acabamento cromado, com fixação dupla
em parede com flange.
APLICAÇÃO: I.S.A. a executar no 1° Pavimento.
LAVATÓRIO DE BANCADA
5.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.1.1.
Cuba de embutir, Ref: L37, na cor GE 17 "Branco Gelo", (DECA);
5.1.2.
Bancadas em granito Cinza Andorinha, 20mm, engastada na alvenaria;
5.1.3.
Frontispício em granito Cinza Andorinha, 20mm sob bancadas e sobre as
mesmas ao longo de todo engaste.
5.1.4.
Torneira de pressão Decamatic ref.: 1170 C (DECA).
5.1.5.
Ligação flexível em inox, 40 cm, (DECA);
5.1.6.
Válvula de escoamento, cromada, (DECA);
5.1.7.
Cola-louça, à base de epóxi,
5.1.8.
Sifão para lavatório cromado, ref. 1680C (DECA)
5.2. APLICAÇÃO: I.S.M. e I.S.F a executar no Térreo.
6.
LAVATÓRIO DE CANTO
6.1.
6.2.
7.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
6.1.1.
Linha "Master", Ref: L76, na cor GE 17 "Branco Gelo" (DECA);
6.1.2.
Torneira automática de mesa ME Eletric ref.: 00218106 (acionamento por
sensor e fechamento automático), acabamento cromado
6.1.3.
Ligação flexível em inox, 40 cm, (DECA);
6.1.4.
Válvula de escoamento, cromada, (DECA);
6.1.5.
Tubo de ligação em inox, ∅ 40 mm, (DECA);
6.1.6.
Conexão de entrada, Ref: BS 5, (DECA);
6.1.7.
Anel de vedação Decanel, ref: AV90, (DECA);
6.1.8.
Sifão articulado para lavatório cromado, ref. 1682C (DECA)
6.1.9.
Barra de apoio em tubo de aço, acabamento cromado, com fixação dupla
em parede com flange.
APLICAÇÃO: I.S.A. a executar no Térreo.
BACIA COM CAIXA ACOPLADA
7.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
7.1.1.
Linha "Ravena", Ref:CP929, na cor GE 17 "Branco Gelo" (DECA);
7.1.2.
Conjunto de fixação para bacias, (DECA);
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EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA – 28
Equipamentos Sanitários
S-28.01
7.1.3.
Anel de vedação, Decanel, ref: AV90, (DECA);
7.1.4.
Ducha Manual, modelo "Activa", Ref: 1984 C50 ACT, (DECA);
7.1.5.
Assento para bacia, em plástico, na cor GE 17 "Branco Gelo" (DECA );
7.2. APLICAÇÃO: I.S.M. e I.S.F a executar no Térreo.
8.
MICTÓRIO
8.1.
8.2.
9.
8.1.1.
Mictório com sifão acoplado, Ref:M 712, na cor GE 17 "Branco Gelo"
(DECA );
8.1.2.
Conjunto de fixação para mictórios, (DECA);
8.1.3.
Válvula de descarga automática para mictórios, cromada, DECAMATIC,
Ref: 2570, (DECA);
APLICAÇÃO: I.S.M. a executar no Térreo.
ACESSÓRIOS PARA SANITÁRIOS
8.1.
10.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
8.1.1.
Espelho: Cristal Prata, com requadro em alumínio anodizado natural fosco,
com espessura mínima de 5mm, e dimensões de acordo com o projeto de
arquitetura;
8.1.2.
Toalheiro para toalhas de papel, em plástico ABS, mod. Jofel ref.:
AH31000 (Inter-folha)
8.1.3.
Saboneteiras para sabão liquido ref.: Aitana Branca, Jofel Ref. AC70000
8.1.4.
Barra de apoio em tubo de aço, acabamento cromado, com extremidades
curvas para fixação em porta com flange, 40cm;
8.1.5.
Chapa de alumínio reforçado – h= 400mm – 02 faces da porta, inclusive
alisares.
8.2.
APLICAÇÃO: Nos sanitários a executar no Térreo e 1° Pavimento.
8.3.
OBSERVAÇÃO
8.3.1.
A instalação dos espelhos dos sanitários acessíveis deverá obedecer o
descrito no item 7.3.8.1, da NBR 9050/2004
8.3.2.
A barra de apoio de 40cm e a chapa de alumínio serão aplicadas na porta
do I.S.A, conforme indicações da Prancha 17/18 do Projeto de Arquitetura.
OUTROS METAIS PARA SANITÁRIOS
9.1.
9.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
9.1.1.
Ralo de escoamento, quadrado, sifonado com vedação, cromado, 15 x 15
cm , Ref. 119 A, (Moldenox) – grelha e/ou tampa cega;
9.1.2.
Registro de gaveta bruto, Ref: 1502 B (DECA); acabamento cromado Linha
Targa Ref. C40.
APLICAÇÃO: Nos Sanitários a executar no Térreo e 1° Pavimento.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
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EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA – 28
Equipamentos de Cozinha
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-28.01
Conforme P-28.COZ.01.
PRESCRIÇÕES GERAIS
2.1. Os conjuntos de aparelhos sanitários deverão ser da mesma linha e fabricante, assim
como os conjuntos de metais também deverão ser da mesma linha e fabricante.
2.2. Quaisquer modificações nos projetos deverão ser submetidas previamente à
aprovação da Fiscalização.
2.3. A Prancha 09/11 do Projeto de Arquitetura apresenta o detalhamento da Copa e DML
a executar.
3.
PIA COM BANCADA DE GRANITO
3.1.
3.2.
4.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1.
Cuba em aço inox, retangular simples, Ref: 302 (Strake);
3.1.2.
Torneira bica móvel de mesa. Linha Targa (DECA), ref. 1167 C40;
3.1.3.
Sifão forjado para pia americana, cromado, ref. 1680C(DECA);
3.1.4.
Válvula de escoamento para pia americana, cromada, ref. 1623 (DECA);
3.1.5.
Bancada de pia em granito cinza “Andorinha”, com 20 mm de espessura,
engastada nas alvenarias, com todas as faces visivéis polidas e lustradas;
dimensões conforme projeto; Frontispício de 100mm.
3.1.6.
Cola-louça à base de epóxi.
APLICAÇÃO: na Copa a instalar no 1° Pavimento.
MESA PARA REFEIÇÕES
4.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1.
Tampo: De granito cinza andorinha, espessura 20 mm, engastado na
parede
4.1.2.
Frontispício: moldura meia-cana Ø=30mm em granito cinza andorinha, ao
longo do engaste;;
4.1.3.
Acabamento: Polido em todas as faces visíveis
4.1.4.
Fixação: engaste na alvenaria;
4.1.5.
Suporte: pé de aço inox, diâmetro 75mm e altura 71 cm, colado na
superfície inferior do tampo de granito;
4.2.
CSL ENGENHARIA RJ
APLICAÇÃO: na Copa a instalar no 1° Pavimento
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA – 28
Equipamentos de Cozinha
5.
ACESSÓRIOS
5.1.
5.2.
6.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.1.1.
Saboneteira, linha "Requinte", cromada, ref: 215 (Moldenox).
5.1.2.
Acabamento para registro cromado Linha Targa Ref. C40.
5.1.3.
Torneira de filtro FABRIMAR, acabamento cromado, ref: 1147
APLICAÇÃO: na Copa a instalar no 1° Pavimento.
TANQUE
6.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
6.1.1.
Tanque 560 x 420 mm, modelo TQ-11, na cor GE 17 Branco Gelo (Deca);
6.1.2.
Coluna para tanque, ref: CT11, na cor GE 17 Branco Gelo (Deca);
6.1.3.
Torneira de uso geral com arejador (DECA), Linha Targa, acabamento
cromado Ref. 1159 C40;
6.1.4.
Kit de instalação, ref: FT11 (Deca);
6.1.5.
Sifão para tanque, ref: 1680 (Deca).
6.1.6.
Válvula universal de escoamento (DECA);
6.2.
7.
S-28.01
APLICAÇÃO: no D.M.L. a instalar no 1° Pavimento.
OUTROS METAIS
7.1.
7.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
7.1.1.
Ralo de escoamento, quadrado, sifonado com vedação, cromado, 10 x 10
cm , Ref. 118 A, (Moldenox);
7.1.2.
Ralo de escoamento, quadrado, sifonado com vedação, cromado, 15 x 15
cm , Ref. 119 A, (Moldenox);
7.1.3.
Registro de gaveta bruto, Ref: 1502 B (DECA); acabamento cromado Linha
Targa Ref. C40.
7.1.4.
Torneira de uso geral com arejador (DECA), Linha Targa, acabamento
cromado Ref. 1159 C40;
APLICAÇÃO: na Copa, DML e Casas de Máquina de Ar Condicionado a executar
no 1° Pavimento e Cobertura.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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DIVERSOS – 29
Diversos
1.
NORMAS
1.1.
2.
2.2.
3.2.
2.1.1.
Fabricante: IECO, Mineoro ou similar homologada pelo Banco do Brasil
2.1.2.
Acabamento: Porta e estrutura com pintura cor cinza claro
2.1.3.
Interfone: Instalar sintetizador de voz e intercomunicador para orientação
do fluxo de pessoas.
APLICAÇÃO: A PGDM será fornecida pelo Banco e deverá ser instalada, integrada
à divisória do Auto Atendimento, no acesso ao Hall de Público, conforme Pranchas
02, 03 e 07/11 do Projeto de Arquitetura.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1.
Modelo: Policarbonato, conforme padrão fornecido pelo Banco do Brasil.
3.1.2.
Fabricante: Indústria e Comercio Aranyl Ltda ou similar.
APLICAÇÃO: Integrada à Divisória do Auto Atendimento, no acesso ao Hall de
Público, conforme Pranchas 02, 03 e 07/11 do Projeto de Arquitetura.
CAIXA PARA CHAVE DA PORTA ALTERNATIVA
4.1.
4.2.
5.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
CAIXA DE PASSAGEM DE MASSAS METÁLICAS
3.1.
4.
Conforme P-29.DIV.01; P-29.POR.01; E-POR.20
PORTA DETECTORA DE METAIS (PGDM)
2.1.
3.
S-29.01
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1.
Tipo: Em chapa metálica pintada, tipo “Quebre o Vidro”
4.1.2.
Fechamento: Vidro liso comum, 3 mm
APLICAÇÃO: No Hall de Público do Térreo, no local indicado em projeto, conforme
Pranchas 02/11.
FITA ANTIDERRAPANTE
5.1.
5.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.1.1.
Tipo: Fita antiderrapante preta adesiva
5.1.2.
Fabricante: 3M do Brasil Ltda.
5.1.3.
Referência: “Safety-walk”, com 50mm de largura.
5.1.4.
Cor: Cinza
5.1.5.
Recomendação: Em superfícies porosas ou úmidas, o emprego do
antiderrapante será precedido pela aplicação de “Selador EC-2140 3M”
com primer de neoprene.
APLICAÇÃO: Na escada de acesso ao 1° Pavimento, no local indicado em projeto,
conforme Pranchas 02, 04 e 10/11.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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DIVERSOS – 29
Diversos
6.
PELÍCULA ADESIVA FAIXADA
6.1.
6.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
6.1.1.
Tipo: Película adesiva jateada, com 127 cm de largura.
6.1.2.
Fabricante: Sólux ref. CS-003/97ou equivalente da 3M do Brasil Ltda,
APLICAÇÃO
6.2.1.
6.3.
Painel de vidro sobre divisória lateral dos Caixas, conforme Pranchas 03 e
07/11 do Projeto de Arquitetura.
OBSERVAÇÃO
6.3.1.
7.
S-29.01
O Construtor deverá apresentar amostra da película à Fiscalização, para
aprovação.
PERSIANAS HORIZONTAIS
7.1.
7.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
7.1.1.
Tipo: Lâmina de alumínio, 25mm.
7.1.2.
Cor: Epóxi poliéster pó na cor Branco Polar, ref. 761.
7.1.3.
Fabricante: Hunter Douglas do Brasil Ltda
7.1.4.
Fornecedores: Microlux Instalações Ltda e Grãs Engenharia e Acabamento
Ltda.
7.1.5.
Fabricantes Alternativos: Persianas Luxaflex PVC; da Hunter Douglas do
Brasil Ltda: Persianas Harvey´s Ltda; Coluna Industrial, Comércio e
Representações de Persianas Ltda
APLICAÇÃO: No 1° Pavimento: Atendimento, nos panos de vidro voltados para a
Fachada Principal, conforme Pranchas 03 e 07/11, do projeto de Arquitetura.
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ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ - TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
DIVERSOS – 29
Sinalização Externa
1.
2.
NORMAS
1.1.
Conforme P-29.IEX.01.
1.2.
O CONSTRUTOR obedecerá, na implantação do Sistema de Identificação Externa,
ao disposto no Manual de Sinalização Externa para Agências do segmento
“Varejo”.
LETREIRO HORIZONTAL
2.1.
2.2.
3.
S-29.02
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Tipo: letreiro em policarbonato com bandeira perpendicular e iluminação
backlight, conforme Detalhe padrão do Banco do Brasil (padrão Visual High
Tech);
2.1.2.
Dimensões: Conforme Projeto Padrão, 7500 x 820 mm
2.1.3.
Chapa: policarbonato compacto branco leitoso 04mm
2.1.4.
Acabamento da chapa: película cast, catálogo translúcido, 3M do Brasil,
cor: Yellow (Ref.3630-015); arremate em cantoneira metálica na cor da
estrutura
2.1.5.
Letras e Logo: película cast, catálogo translúcido, 3M do Brasil, cor: Blue
(Ref. 3630-157)
2.1.6.
Estrutura: chapa galvanizada
2.1.7.
Acabamento da estrutura: Pintura metalizada, cor: prata polar metálico 97
com verniz poliuretano bi-componente semi-fosco, da Tintas Wanda
2.1.8.
Iluminação: lâmpadas fluorescentes de 40W
APLICAÇÃO: Fachada, conforme indicação das Pranchas 02, 02 e 07/11 do
Projeto de Arquitetura.
COLUNA DE IDENTIFICAÇÃO AUTO-ATENDIMENTO
3.1.
3.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1.
Tipo: letreiro em policarbonato com iluminação backlight, conforme Detalhe
padrão do Banco do Brasil (novo padrão Visual High Tech);
3.1.2.
Dimensões: Conforme Projeto Padrão
3.1.3.
Chapa: policarbonato compacto branco leitoso 04mm
3.1.4.
Acabamento da chapa: película cast, catálogo translúcido, 3M do Brasil,
cor: Yellow (Ref.3630-015); arremate em cantoneira metálica na cor da
estrutura
3.1.5.
Letras e Logo: película cast, catálogo translúcido, 3M do Brasil, cor: Blue
(Ref. 3630-157)
3.1.6.
Estrutura: chapa galvanizada
3.1.7.
Acabamento da estrutura: Pintura metalizada, cor: prata polar metálico 97
com verniz poliuretano bi-componente semi-fosco, da Tintas Wanda
3.1.8.
Iluminação: lâmpadas fluorescentes de 40W
APLICAÇÃO: Fachada, integrado ao pórtico de acesso, conforme indicação das
Pranchas 03 e 07/11 do Projeto de Arquitetura.
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Sinalização Externa
4.
GRAFEMA
4.1.
4.2.
5.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1.
Tipo: Película adesiva jateado Scotchcal 3M, Série 7300-314 (Dusted
Crystal)
4.1.2.
Dimensões: 800 x 1245 mm
4.1.3.
Fixação: na parte posterior do vidro
APLICAÇÃO: Na porta de vidro temperado incolor do Pórtico de acesso ao Autoatendimento a instalar, conforme Pranchas 02 e 07/11 do Projeto de Arquitetura.
FAIXA DE SINALIZAÇÃO DE VIDROS
5.1.
6.
S-29.02
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.1.1.
Tipo: Película adesiva jateado Scotchcal 3M, Série 7300-314 (Dusted
Crystal) com película vinílica amarela.
5.1.2.
Largura: 80 mm, sendo 20 mm na cor amarela e 60 mm na jateada.
5.1.3.
Fixação: na parte posterior do vidro.
5.2.
APLICAÇÃO: Nas portas de acesso à Agência a instalar e painéis fixos de vidro
temperado das fachadas, conforme Pranchas 02 e 07/11 do Projeto de Arquitetura.
5.3.
OBSERVAÇÃO; Observar textos das faixas de sinalização de vidro, conforme
indicação da Prancha 02/11 do Projeto de Arquitetura.
SINALIZAÇÃO DE BOTOEIRA
6.1.
6.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
6.1.1.
Tipo: Placa de policarbonato incolor 6mm com película adesiva jateada,
ref. SCOTCHCAL 3M BR7300-314, aplicada pelo verso
6.1.2.
Dimensões: 18 x 42 cm
6.1.3.
Fixação; com parafusos cromados contra o pórtico de acesso
6.1.4.
Textos e Pictograma: com indicações do nome da Dependência e Horários
de funcionamento, em relevo de 1mm em PVC, ref. Pantone 287, com
sinalização visual e tátil na fonte ARIAL 60 (16mm). Transcrições em
Braille
APLICAÇÃO: No Pórtico de acesso ao Auto-atendimento sobre a botoeira de
acionamento de abertura de porta, conforme Pranchas 02 e 07/11 do projeto de
Arquitetura.
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Sinalização Externa
7.
S-29.02
TOTEM
7.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
7.1.1.
Tipo: Totem em chapa de aço com letreiro em policarbonato com
iluminação backlight, conforme Detalhe padrão do Banco do Brasil (padrão
Visual High Tech);
7.1.2.
Altura : 7.50 m
7.1.3.
Dimensões: Conforme Projeto Padrão
7.1.4.
Chapa: policarbonato compacto branco leitoso 04mm
7.1.5.
Acabamento da chapa: película cast, catálogo translúcido, 3M do Brasil,
cor: Yellow (Ref.3630-015); arremate em cantoneira metálica na cor da
estrutura
7.1.6.
Letras e Logo: película cast, catálogo translúcido, 3M do Brasil, cor: Blue
(Ref. 3630-157)
7.1.7.
Estrutura: chapa galvanizada
7.1.8.
Fixação: com chumbadores, conforme Detalhe supra citado
7.1.9.
Acabamento da estrutura: Pintura metalizada, cor: prata polar metálico 97
com verniz poliuretano bi-componente semi-fosco, da Tintas Wanda
7.1.10. Iluminação: lâmpadas fluorescentes de 40W
7.2.
APLICAÇÃO:
Totem a ser fornecido pelo Banco e instalado na fachada da Agência, fixado dentro da
jardineira, conforme Pranchas 02 e 07/11 do projeto de Arquitetura.
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Sinalização Interna
1.
2.
S-29.03
NORMAS
1.1.
O CONSTRUTOR obedecerá, na implantação do sistema de identificação interna,
ao disposto no Manual de Sinalização Interna para Agências do segmento “Varejo”
– Padrão Visual High Tech.
1.2.
As peças que compõem o Sistema de Identificação Interna serão fornecidas por
empresas homologadas pelo Banco do Brasil e instaladas pelo construtor.
1.3.
Aplicar a Sinalização nos locais indicados em projeto na Prancha 02/11 do Projeto
de Arquitetura.
PLACAS E PICTOGRAMAS
2.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÃO
2.1.1. Tipo: placas de acrílico transparente 8 mm, nas dimensões conforme tipo e
função.
2.1.2. Pictogramas e textos: vinil adesivo na cor: cinza grafite Ref. Pantone 445
2.1.3. Pictogramas de emergência: vinil adesivo fotoluminescente com fundo em
vinil adesivo vermelho Ref. Pantone 485
2.1.4. Fundos jateados: Película Schotchcal 3M, Série 7300-314 (Dusted Crystal)
2.1.5. Fixação: Pinos metálico cromados, φ=10mm, espaçador para acrílico,
fabricação RENA ou similar.
2.1.6. Altura para fixação: a 170m do piso acabado.
2.1.7. Observação: Fixar primeiramente o pictograma ou texto à face posterior da
placa de acrílico e depois o adesivo de fundo.
2.2. APLICAÇÃO
2.2.1. Placa Aérea de Fluxo (600 x 300 mm)
2.2.2. Placa Aérea Informativa (600 x 210 mm)
2.2.3. Placas de Numeração de Guichê
2.2.4. Placas de Numeração de Mesa
2.2.5. Plaquetas de Mesa
2.2.6. Placa de porta - Acesso restrito e Identificação de Ambientes (300x130mm)
2.2.7. Placa de porta - Sala On Line
2.2.8. Pictogramas de Apoio (200x200mm)
2.2.9. Pictogramas de Emergência (200x200mm)
2.2.10. Pictogramas de Informações (300x130mm)
3.
ADESIVOS DE SEGURANÇA
3.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÂO
3.1.1. Tipo: Adesivos em vinil adesivo jateado Schotchcal 3M, Série 7300-314
(Dusted Crystal)
3.1.2. Pictogramas e textos: vinil adesivo na cor: azul Ref. Pantone 286c
3.1.3. Dimensões: conforme Modelo do Detalhe Padrão
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Sinalização Interna
S-29.03
3.1.4. Observação: Fixar primeiramente o adesivo á superfície e posteriormente
aplicar as letras adesivadas por cima, ajustando-se os devidos
afastamentos.
3.2. APLICAÇÃO
3.2.1. Cofre dos terminais de auto-atendimento;
3.2.2. Cofre, na sala do Cofre;
3.2.3. Escudos de Vigilantes;
3.2.4. PGDM;
3.2.5. CPMM;
3.2.6. Botoeira interna do pórtico de acesso.
4.
FITA DE PISO
4.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÂO
4.1.1. Desenhos: A demarcação de piso obedecerá ao disposto nos desenhos do
Manual de Sinalização Interna
4.1.2. Tipo: Fita plástica vinílica, autocolante, amarela, “471 Scotch” (3M do Brasil)
com 50 (cinqüenta) mm de largura e não 100 (cem) mm, como indicado no
“Desenho 08”, citado no item 3.1, retro.
4.1.3. Colocação: com “Primer para fita 471 Scotch” , também da “3M”.
4.2. APLICAÇÂO:
4.2.1. Marcação de fila única no Auto-atendimento, obedecida a distância mínima
de 1,20m (um metro e vinte centímetros) de face frontal do equipamento,
conforme Pranchas 02 e 04/11.
5.
FAIXA DE SINALIZAÇÃO DE VIDROS
5.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS E EXECUÇÂO
5.1.1. Tipo: Película adesiva cristal transparente (3M do Brasil Ltda.)
5.1.2. Execução: Faixa com impressão serigráfica, sobre a fita adesiva, fundo na
cor Amarelo Carrera 780Volkswagen, letra “Univers Bold”, altura 32 mm.
5.1.3. Dimensões: 80 mm de largura e comprimento conforme vão a guarnecer.
5.2. APLICAÇÂO: Na vidraçaria da divisória de fechamento do auto-atendimento,
conformes Pranchas 02 e 07/11.
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Sinalização Visual e Tátil
1.
2.
S-29.04
NORMAS
1.1.
O CONSTRUTOR obedecerá, na implantação do sistema de identificação interna,
ao disposto no Manual de Acessibilidade do Banco do Brasil
1.2.
As peças que compõem o Sistema de Identificação Interna, incluindo Sinalização
Tátil e Visual, serão fornecidas por empresas homologadas pelo Banco do Brasil e
instaladas pelo construtor.
1.3.
Aplicar a Sinalização nos locais indicados em projeto na Pranchas 02 e 03/18 do
Projeto de Arquitetura.
MAPA TÁTIL
2.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1. Tipo: mapa com sinalização da agência destinado a portadores de
deficiência visual
2.1.2. Layout do mapa: apresentado nas Pranchas 01 e 02/02 do Projeto de
Sinalização.
2.1.3. Símbolos e marcações: em relevo de 1 mm em PVC nas cores indicadas
em projeto padrão
2.1.4. Suporte: em pedestal padrão
2.1.5. Fixação: Fita adesiva 3M
2.2. APLICAÇÃO: No Auto-atendimento, próximo ao acesso, no Térreo. No Hall de Público,
no 1° Pavimento, conforme Pranchas 02 e 04/11 do Projeto de Arquitetura.
3.
SINALIZAÇÃO TÁTIL PARA SANITÁRIOS
3.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1. Tipo: placas em chapa de alumínio com transcrição em Braille, nas
dimensões e textos conforme tipo e função.
3.1.2. Dimensões: 210 x 150 mm
3.1.3. Textos: Fonte Arial 99 (25 mm) sempre em maiúsculas , em película
adesiva 3M, na cor: azul Ref. Pantone 286 com relevo de 1mm e bordas
chanfradas.
3.1.4. Transcrição em Braille: Fonte BrailleKiama (Braille), sempre em minúsculas,
fonte 27 (altura 7,4 mm), executada em chapa metálica na cor alumínio
natural ou em PVC cinza claro
3.1.5. Fixação: a 15 cm da porta a instalar, a 90cm de altura, do lado da
maçaneta, com adesivo 3M.
3.2. APLICAÇÃO: Nos Sanitários a executar, no Térreo e 1° Pavimento.
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Sinalização Visual e Tátil
4.
S-29.04
ADESIVOS DE SEGURANÇA
4.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1. Tipo: Adesivos em vinil adesivo jateado Schotchcal 3M, Série 7300-314
(Dusted Crystal)
4.1.2. Pictogramas e textos: vinil adesivo na cor: azul Ref. Pantone 286c
4.1.3. Dimensões: conforme Modelo do Detalhe Padrão
4.1.4. Observação: Fixar primeiramente o adesivo à superfície e posteriormente
aplicar as letras adesivadas por cima, ajustando-se os devidos
afastamentos.
4.2. APLICAÇÃO: Na placa de carenagem do terminal acessível, na porta alternativa, no
guichê acessível dos Caixas, nas mesas de atendimento acessíveis, balcões
acessíveis e longarinas de espera destinadas a portadores de necessidades
especiais, no Atendimento (Térreo e 1° Pavimento), no Auto-atendimento e no Hall
de Público diante dos Caixas.
5.
SINALIZAÇÃO TÁTIL DE CORRIMÃO – ANEL DE TEXTURA
5.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.1.1. Tipo: borracha
5.1.2. Dimensões: largura no mínimo 2cm
5.1.3. Espessura: 2cm
5.1.4. Cor: Preta
5.1.5. Fixação: com adesivo 3M de alta qualidade
5.2. APLICAÇÃO: Na escada de acesso ao 1° Pavimento e rampa externa de acesso á
Agência, no local indicado em projeto, conforme Pranchas 02, 04 e 10/11.
6.
SINALIZAÇÃO TÁTIL DE CORRIMÃO – PLACA
6.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
6.1.1. Tipo: placas em aço inoxidável, acabamento escovado, com transcrição
em Braille.
6.1.2.
Dimensões: 60 x 13 mm
6.1.3.
Espessura: 0,4 mm
6.1.4.
Textos: Fonte BrailleKiama (Braille), sempre em minúsculas, fonte 27
(altura 7,4 mm), informando sobre os pavimentos no início e no final dos
corrimãos
6.1.5.
Fixação: com adesivo 3M de alta qualidade.
6.2. APLICAÇÃO: Na escada de acesso ao 1° Pavimento, no local indicado em projeto,
conforme Pranchas 02 e 10/11.
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Sinalização Visual e Tátil
7.
S-29.04
SINALIZAÇÃO VISUAL E TÁTIL DE DEGRAUS
7.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
7.1.1.
Tipo: adesivo em cor contrastante com a do acabamento
7.1.2.
Dimensões: 0,02 m e 0,03 m de largura, comprimento de 20cm
7.1.3.
Fixação: na borda do piso do degrau
7.2. APLICAÇÃO: Na escada de público de acesso ao 1° Pavimento, no local indicado em
projeto, conforme Pranchas 02, 04 e 10/11.
8.
SINALIZAÇÃO VISUAL E TÁTIL DE ESCADA
8.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
8.1.1.
Tipo: placas em chapa de alumínio com transcrição em Braille, nas
dimensões e textos conforme tipo e função.
8.1.2.
Dimensões: 100 x 100 mm
8.1.3.
Substratos:
8.1.3.1.
Textos: Fonte Arial 99 (25 mm) sempre em maiúsculas, em
película adesiva 3M, na cor: azul Ref. Pantone 286 com relevo de 1 mm e
bordas chanfradas.
8.1.3.2.
Transcrição em Braille: Fonte BrailleKiama (Braille), sempre em
minúsculas, fonte 27 (altura 7,4 mm), executada em chapa metálica na cor
alumínio natural ou em PVC cinza claro
8.1.4.
Fixação: a 90cm de altura, com adesivo 3M
8.2. APLICAÇÃO: No hall de Público do 1° Pavimento, próximo à escada, no local indicado
em projeto, conforme Prancha 02/11.
9.
OBSERVAÇÃO
9.1. A sinalização tátil a executar compreende os elementos relacionados acima, bem
como placa de transcrição do Auto-atendimento (botoeira) e piso podotátil,
conforme Capitulo 10 acima.
9.2. Os pedestais do mapa tátil, constante na Prancha 02/11, será fornecido pelo Banco do
Brasil, cabendo ao CONSTRUTOR somente sua fixação, conforme indicação em
leiaute do Projeto de Arquitetura.
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DIVERSOS – 29
Paisagismo
1.
NORMAS
1.1.
2.
S-29.05
Conforme P-29.PAI.01.
ESPÉCIE TIPO FORRAÇÃO: GRAMA ESMERALDA
2.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1. Nome Científico: Zoysia Japonica
2.1.2. Nome Popular: Grama-esmeralda, Grama-zóisia, Grama-zóisia-silvestre,
zóisia
2.1.3. Família: Poaceae
2.1.4. Divisão: Angiospermae
2.1.5. Origem: Japão
2.1.6. Ciclo de Vida: Perene
2.2. APLICAÇÃO: Forração da jardineira a remodelar, na fachada,, conforme Pranchas 01,
02, 03, 07 e 10/11 do projeto de Arquitetura.
3.
ESPÉCIE TIPO ARBUSTIVA: COROA-DE-CRISTO
3.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1. Nome Científico: Euphorbia millii Des Moulins
3.1.2. Sinonímia: Euphorbia splendens Bojer
3.1.3. Nome Popular: dois-irmãos, bem-casados, coroa-de-nossa-senhora, duasamigas
3.1.4. Família: Euphorbiaceae
3.1.5. Divisão: Angiospermae
3.1.6. Origem: Ilha de Madagascar
3.1.7. Ciclo de Vida: Perene
3.2. APLICAÇÃO: Jardineira a remodelar, na fachada,, conforme Pranchas 01, 02, 03, 07 e
10/11 do projeto de Arquitetura.
4.
TERRA VEGETAL
4.1.
APLICAÇÃO: Jardineira a remodelar, na fachada,, conforme Pranchas 01, 02, 03, 07 e
10/11 do projeto de Arquitetura.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
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LIMPEZA E VERIFICAÇÃO FINAL – 30
S-30.01
Condições e Normas
1.
2.
NORMAS
1.1.
Conforme P-30.AAA.01
1.2.
Observar na “Verificação Final” - item 2 , do “Procedimento” o disposto na NBR
5675:1980. “Recebimento de Serviços e Obras de Engenharia” (NB-597/1977).
CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
2.1.
Na hipótese de os serviços apresentarem qualquer deficiência, o CONSTRUTOR
providenciará no sentido de saná-la. Caso tal não ocorra, o PROPRIETÁRIO
efetuará as correções necessárias através da FISCALIZAÇÃO, correndo todas as
despesas por conta do CONSTRUTOR.
2.2.
O CONSTRUTOR diligenciará, também, no sentido de que, 24 (vinte e quatro)
horas antes da inauguração, as dependências da Agência apresente-se
impecavelmente limpo, conforme disposto nos “Procedimentos” de cada serviço.
CSL ENGENHARIA RJ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
ABRIL2009
===================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
===================================================================================
ANEXO 04
========================================================================
CADERNO GERAL DE ENCARGOS (CGE)
========================================================================
A SER ADQUIRIDO PELOS LICITANTES
BANCO DO BRASIL
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
ANEXO 05
ORÇAMENTO ESTIMADO DO BANCO
Ag. Belford Roxo - RJ
Relocalização da Agência
Item
01
02
SERVIÇOS
IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO
Administração
1 Administração da obra
2 Alimentação, transportes e fretes
3 Andaime metálico de encaixe para trabalho em fachada de edifícios
4 Andaime tubular metálico de encaixe tipo torre 1,50x2,00m - aluguel mensal
5 Desenho As built
6 Placa de obra
7 Remoção de entulho
Demolições
1 Demolição de alvenaria, sem reaproveitamento
2 Demolição de cobertura com telhas onduladas de fibrocimento
3 Demolição de concreto simples
4 Demolição de concreto armado (manual)
5 Demolição de esquadrias de madeira (portas ou janelas), inclusive batentes
6 Demolição de esquadrias metálicas (portas ou janelas)
7 Demolição de peitoril/chapim de mármore/granito
8 Demolição de revestimento em argamassa
9 Remoção de loucas e metais sanitárias
10 Remoção de tapume de madeira
11 Retirada de instalações elétricas, telemáticas, iluminação,etc. desativadas
12 Retirada de instalações hidro-sanitárias
MOVIMENTO DE TERRA
04
FUNDAÇÕES
1 Concreto magro
06
07
Abril/2009
Parciais
1,00
1,00
1200,00
300,00
1200,00
300,00
dia
mês
m2
un
prancha
un
caçamba
90,00
3,00
40,00
6,00
16,00
1,00
8,00
180,00
1200,00
2,40
25,43
120,00
428,74
90,00
16200,00
3600,00
96,00
152,58
1920,00
428,74
720,00
Totais
m3
m2
m3
m3
m2
m2
m
m2
un
m2
vb
vb
4,50
155,00
0,55
9,00
1,30
26,00
6,80
28,00
8,00
90,00
1,00
1,00
21,18
5,30
27,18
80,65
2,35
12,51
12,00
2,63
6,62
2,63
800,00
80,00
95,31
821,50
14,95
725,85
3,06
325,26
81,60
73,64
52,96
236,70
800,00
80,00
26.428,14
0,00
270,00
ALVENARIA
Alvenaria com tijolo cerâmico furado 10x20x20 cm e=10 cm, com argamassa mista de
1 arenoso traço 1:3:7
2 Verga reta em concreto estruturado - parede 10cm
m3
1,20
225,00
270,00
m2
kg
m3
kg
212,40
1.060,00
13,75
1.844,00
20,00
4,50
245,00
9,00
4.248,00
4.770,00
3.368,75
16.596,00
m2
66,00
41,18
2.717,88
m2
m
383,00
24,00
16,06
12,49
6150,98
299,76
31.700,63
6.450,74
10.309,40
COBERTURA
Cobertura com telha termo-acústica, perfil trapezoidal, e=30 mm,altura 67 mm e largura útil
1080 mm, com acabamento pré-pintado na face externa, na cor cinza claro
Estrutura de madeira-apoio em laje de concreto reaproveitada
Montagem de cobertura de fibrocimento com material reaproveitado
Recomposição de cobertura de fibrocimento
Rufo externo em chapa zincada com arremate em argamassa impermeável
Rufo lateral em chapa zincada com arremate em argamassa impermeável
m2
m2
m2
m2
m
m
105,00
105,00
63,00
25,00
10,00
24,00
64,27
9,92
16,86
15,73
18,97
36,43
6748,35
1041,60
1062,18
393,25
189,70
874,32
m2
m2
m2
m2
70,00
205,00
205,00
205,00
2,93
8,20
10,80
38,19
205,10
1681,00
2214,00
7828,95
m2
m2
205,00
205,00
24,00
8,36
4920,00
1713,80
18.562,85
IMPERMEA BILIZAÇÃO
1 Emulsão betuminosa a frio
2 Execução de camada de regularização.
3 Aplicação de Viabit, ou similar.
4 Fornecimento e colocação de manta asfáltica Torodin ou similar.
Aplicação de camada de poliestireno expandido Viafoam, ou similar, considerando
5 colocação de filme separador entre esta e a manta asfáltica.
6 Camada de proteção mecânica c/ tela galvanizada
09
Valores
Unitário
un
un
ESTRUTURA
1 Forma
2 Aço
3 Concreto
4 Perfis metálicos
Laje pre-moldada para sobrecarga de 1KN/m2 e vao ate 4,40m, considerando vigotas,
tijolos e armadura negativa, inclusive capeamento de 4cm de espessura, com concreto
5 fck=20MPa e escoramento. Fornecimento e montagem.
1
2
3
4
5
6
08
Quant.
1.500,00
PRELIMINARES
1 Aprovação de projetos, emolumentos e licenças
2 ART
03
05
Unidade
0,00
TRATAMENTO TERMO-ACÚSTICO
ANEXOS 05 e 06 -11189.xls
Folha 1 / 8
10
11
m2
m2
m2
m2
m3
m2
m
m
m
m2
m2
m2
m2
m
m
m
m
m
290,00
108,00
123,00
370,00
0,20
880,00
58,00
56,00
0,80
293,00
27,00
16,50
5,50
100,00
131,00
38,00
16,00
2,50
58,00
29,00
31,00
8,25
178,99
12,62
58,00
58,00
41,96
82,83
140,49
48,00
42,50
22,46
13,88
18,00
36,06
32,32
16820,00
3132,00
3813,00
3052,50
35,80
11105,60
3364,00
3248,00
33,57
24269,19
3793,23
792,00
233,75
2246,00
1818,28
684,00
576,96
80,80
REVESTIMENTO
1 Azulejo Cecrisa, White Basic Matte, 15x15, cor: branco
2 Chapim / peitoril de granito cinza andorinha levigado - L=15cm
3 Chapim / peitoril de granito cinza andorinha levigado - L=25cm
4 Chapim / peitoril de mármore branco polido - L=15cm
5 Chapim / peitoril de mármore branco polido - L=25cm
6 Chapisco argamassa pré-fabricada
7 Emboço com argamassa pré-fabricada
m2
m
m
m
m
m2
m2
340,00
29,00
7,20
74,00
15,70
755,00
783,00
26,75
37,50
45,38
17,59
21,31
5,03
10,96
9095,00
1087,50
326,74
1301,66
334,57
3797,65
8581,68
m2
m2
m2
m2
m2
25,00
67,00
35,00
470,00
29,00
36,39
39,80
38,90
5,29
7,26
909,75
2666,60
1361,50
2486,30
210,54
8
9
10
11
12
12
13
14
15
32.159,48
Laminado melamínico Pertech, texturizado, cor: Office Gray PP-25 sobre chapa de MDF
Pastilha Portobello, Linha Colors, 30x30cm - cor: Matt Gelo
Pastilha Portobello, Linha Colors, 30x30cm - cor: Matt Concreto
Reboco 1:2
Textura acrílica
DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS
Divisória com pré-fabricado (compensado tipo naval), e=40mm, montada com perfis de
1 alumínio - painel cego
Divisória com pré-fabricado (compensado tipo naval), e=40mm, montada com perfis de
2 alumínio - painel/vidro/vidro
3 Divisória em gesso acartonado 70mm com estrutura metálica
4 Divisória Padrão Guichê
5 Divisória suspensa para sanitários tipo "Basic System", espessura 10mm
6 Forro de gesso acartonado
Forro mineral AMF, da Knauf, Laguna Microperfurado, 15mm, 62,5x62,5cm, borda SK
7 Sanca de gesso - TAA's
Piso elevado colocado, acessível, com sistema de estrutura de sustentação regulável, com
8 contraventamento,acabamento em laminado Perpiso reforçado
CARPINTARIA
Armário sob bancada em chapa compensada, estruturado em madeira maciça e revestido
1 em laminado
Armário sobre bancada em chapa compensada, estruturado em madeira maciça e
2 revestido em laminado
3 Guichê modular - instalação
4 Porta interna de madeira, de uma folha com batente e guarnição, 0,70 x 2,10 m
5 Porta interna de madeira, de uma folha com batente e guarnição, 0,80 x 2,10 m
6 Porta interna de madeira, de uma folha com batente e guarnição, 0,90 x 2,10 m
7 Porta interna de madeira, de uma folha com batente e guarnição, 1,20 x 2,10 m
8 Prateleiras em compensado de madeira revestida com laminado
SERRALHARIA
Alçapão em chapa de ferro galvanizado nº 16 (80x80cm) com batente e dispositivo para
1 cadeado
2 Caixilho de ferro com tela de arame
3 Cantoneira de alumínio anodizado para arremate de degraus
4 Cantoneira de alumínio anodizado de abas iguais - 20mm - arremate de pilares
5 Carenagem para terminais de auto-atendimento, inclusive sinalização
6 Corrimão metálico simples em aço inox
7 Corrimão metálico simples em aço carbono
8 Escada de marinheiro
9 Fechamento da carenagem, inclusive porta sem ferragens
10 Guarda corpo tubular simples em policarbonato
11 Guarda corpo tubular (sem corrimão) em policarbonato
12 Guarda corpo tubular duplo em aço carbono
13 Janela de ferro basculante
14 Perfil "U" de alumínio anodizado para fixação de painéis de vidro temperado
15 Perfil de alumínio anodizado natural 10x10cm
16 Porta de abrir em chapa de aço galvanizado,
batente,
exceto
ferragens
galvanizado -inclusive
0,80 x 2,10m,
com
batente
e visor, exceto
17 ferragens
18 Pórtico estrutural de acesso ao auto-atendimento
19 Portinhola de veneziana de alumínio anodizado, inclusive ferragens
61.553,49
m2
46,50
74,38
3.458,67
m2
m2
m2
m2
m2
m2
m
14,50
195,00
4,25
28,00
110,00
643,00
17,00
84,52
65,23
110,66
112,24
37,63
46,32
37,90
1.225,54
12719,85
470,31
3142,72
4139,30
29783,76
644,30
m2
33,00
180,88
5969,04
5.565,20
m2
1,25
480,00
600,00
m2
un
un
un
un
un
m2
1,00
5,00
5,00
6,00
4,00
1,00
4,00
550,00
73,00
190,00
240,70
251,50
250,00
100,00
550,00
365,00
950,00
1444,20
1006,00
250,00
400,00
35.724,14
un
m2
m
ml
un
m
m
m
m2
ml
ml
ml
m2
m
ml
un
un
un
un
1,00
2,25
1,60
54,00
14,00
12,00
2,15
3,00
10,50
2,80
1,65
33,00
0,40
116,00
16,50
3,00
1,00
1,00
1,00
170,16
143,21
21,06
29,57
1400,00
90,00
85,00
187,64
220,00
550,00
450,00
120,00
177,26
11,00
48,20
220,35
276,16
458,11
85,59
170,16
322,22
33,70
1596,78
19600,00
1080,00
182,75
562,92
2310,00
1540,00
742,50
3960,00
70,90
1276,00
795,30
661,05
276,16
458,11
85,59
cj
cj
un
un
un
un
par
un
un
8,00
22,00
3,00
26,00
1,00
2,00
1,00
6,00
3,00
14,61
12,00
93,23
165,83
580,00
49,92
17,28
179,00
357,00
116,88
264,00
279,69
4311,58
580,00
99,84
17,28
1074,00
1071,00
un
un
un
un
4,00
4,00
3,00
3,00
30,00
30,00
50,00
15,00
120,00
120,00
150,00
45,00
9.044,27
FERRAGENS
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Abril/2009
79.098,68
PAVIMENTAÇÃO
1 Carpete Berber Point Azure
2 Cerâmica Cecrisa Linha Petra CZ, 30x30cm
3 Cerâmica Cecrisa Linha Petra WH, 40x40cm
4 Cimentado - espessura 2,0cm
5 Concreto não estrutural
6 Contrapiso com argamassa 1:3 - espessura 3,5cm
7 Escada - capa e espelho em granito cinza andorinha polido
8 Escada - capa e espelho em granito cinza andorinha levigado
9 Filete em granito para separar pisos espessura = 3,5cm
10 Granito cinza andorinha polido 40x40
11 Granito cinza andorinha levigado 40x40
12 Piso de borracha podotátil 30x30 cm, aplicado com adesivo
13 Piso podotátil de cimento 40x40 cm,tipo alerta, aplicado com argamassa
14 Rodapé de granito - espessura 2cm - h = 7,5cm
15 Rodapé de madeira 7x1,5cm
16 Soleira de granito cinza polido até L = 15cm
17 Soleira de granito cinza polido até L = 30cm
18 Soleira de granito cinza levigado até L = 15cm
Conjunto de 03 dobradiças de latão cromado para portas até 25Kg (portas de chapa)
Conjunto de 3 dobradiças para portas de madeira
Conjunto de ferragem para portas - tranqueta
Conjunto de ferragem para portas-cilindro
Fechadura eletromagnética - Kit ATM - Automatiza
Fechadura tipo tetra, acabamento cromado
Fecho de mola de embutir
Mola hidráulica aérea
Mola hidráulica de piso
Ferragens "Dorma" para painéis fixos de vidro temperado
1
Dobradiça superior c/ mancal
2
Dobradiça inferior
3
Fechadura de centro c/ tambor externo
4
Contra-fechadura
ANEXOS 05 e 06 -11189.xls
Folha 2 / 8
5
Abril/2009
Trinco de piso
un
ANEXOS 05 e 06 -11189.xls
2,00
30,00
60,00
Folha 3 / 8
6
Contra-trinco de piso
7
Suporte p/ porta de correr c/ trilho superior e guia de piso
11 Puxador tubular "Dorma" ref. 376
16
17
19
15,00
165,00
135,00
30,00
165,00
540,00
m2
m2
68,00
0,40
158,69
38,90
10790,92
15,56
14.256,81
PINTURA
Esmalte sintético automotivo em superfícies metálicas, inclusive zarcão de secagem rápida
Esmalte sintético em esquadria de madeira, duas demãos, inclusive preparo
Pintura esmalte sintético sobre rodapé, inclusive preparo
Pintura látex acrílica com emassamento acrílico
Pintura látex acrílica sem emassamento
Pintura látex PVA, com emassamento
Pintura látex PVA, sem emassamento
Verniz poliuretano incolor
m2
m2
m
m2
m2
m2
m2
m2
45,00
83,00
131,00
315,00
690,00
150,00
90,00
9,00
13,28
12,10
11,21
9,60
8,40
12,50
4,15
13,10
597,60
1004,30
1468,51
3024,00
5796,00
1875,00
373,50
117,90
m2
293,00
3,84
1125,12
1.125,12
ENCERAMENTO E LUSTRAÇÃO
1 Enceramento/lustração de granitos
212.004,20
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELECOMUNICAÇÕES
1 ELÉTRICA: ILUMINAÇÃO E TOMADAS
1
Bloco autônomo para iluminação de emergência - de 1h
2
Cabo de cobre, isolamento 750 V, cordaplast PP, 3x1.5 mm2
3
Cabo flexível em PVC seção 2,5 mm2 - 750kV - 70 °C
4
Cabo flexível em PVC seção 4 mm2 - 750kV - 70 °C
5
Cabo flexível em PVC seção 6 mm2 - 750kV - 70 °C
6
Cabo isolado em PVC seção 16 mm2 - 0,6/1kV - 70 °C
7
Cabo isolado em PVC seção 50 mm2 - 0,6/1kV - 70 °C
8
Cabo isolado em PVC seção 95 mm2 - 0,6/1kV - 70 °C
9
Cabo isolado em PVC seção 150 mm2 - 0,6/1kV - 70 °C
10
Caixa de alumínio 4 x 4" alta para piso
11
Caixa de passagem em aço galvanizado 4"x2"
12
Caixa de passagem em aço galvanizado 4"x4"
13
Caixa de passagem em aço galvanizado 3"x3"
14
Caixa de passagem nº2 20x20x12
15
Condulete de alumínio ate 1"
16
Conjunto de medição CSM600 + CPG600
17
Conectores macho e femea para ligação das luminárias
18
Disjuntor monopolar - 20A - 220V - 10kA
19
Disjuntor tripolar - 25A - 220V - 15kA
20
Disjuntor tripolar - 50A - 220V - 15kA
21
Disjuntor tripolar - 100A - 220V - 15kA
22
Disjuntor tripolar - 300A - 220V - 15kA
23
Disjuntor tripolar - 500A - 220V - 15kA
24
Eletrocalha furada com conexões 200x50
25
Eletrocalha furada com conexões 50x50
un
m
m
m
m
m
m
m
m
un
un
un
un
un
un
un
cj
un
un
un
un
un
un
m
m
6,00
500,00
3.500,00
1.500,00
1.100,00
600,00
900,00
50,00
300,00
42,00
36,00
39,00
22,00
11,00
186,00
1,00
232,00
58,00
2,00
5,00
2,00
1,00
2,00
35,00
98,00
137,66
5,20
2,17
3,22
5,76
12,89
33,56
72,44
102,05
30,00
3,80
3,80
3,80
32,00
17,10
480,00
8,99
15,00
51,00
51,00
68,00
156,00
260,00
127,00
98,00
825,96
2.600,00
7.595,00
4.830,00
6.336,00
7.734,00
30.204,00
3.622,00
30.615,00
1.260,00
136,80
148,20
83,60
352,00
3.180,60
480,00
2.085,68
870,00
102,00
255,00
136,00
156,00
520,00
4.445,00
9.604,00
26
Eletroduto de aço carbono sem costura, galvanizado eletrolítico, com
conexões, até ø 1"
m
820,00
19,67
27
Eletroduto de aço carbono sem costura, galvanizado eletrolítico, com
conexões, até ø 2"
m
30,00
35,91
28
29
Eletroduto de aço carbono sem costura, galvanizado eletrolítico, com
conexões, até ø 4"
Filtro de linha, conforme especificações
m
un
9,00
27,00
62,88
83,00
2.241,00
30
31
32
33
34
35
Haste de terra de Coperweld (3m x ⅝") com caixa e tampa de ferro fundido
Luminária completa de embutir, conf. Especificação - 2 x 32 W
Luminária completa de sobrepor, conf. Especificação - 2 x 32 W
Luminária completa de embutir, conf. Especificação - 2 x 16 W
Luminária completa de sobrepor, conf. Especificação - 2 x 16 W
Luminária completa de embutir, conf. Especificação - 2 x 18 W
un
pç
pç
pç
pç
pç
6,00
135,00
13,00
40,00
4,00
40,00
128,00
115,00
125,00
88,00
96,00
65,00
15.525,00
1.625,00
3.520,00
384,00
2.600,00
36
37
38
39
40
41
42
43
44
Luminária completa de sobrepor, conf. Especificação - incandescente 100W
Sensor de presença
Protetor contra sobretensão - 25kA / 250V
Protetor contra sobretensão - 16kA / 250V
QGBT, conforme projeto
QLT1, conforme projeto
QLT2, conforme projeto
QCA, conforme projeto
QFRL, conforme projeto
pç
pç
un
un
un
un
un
un
un
21,00
4,00
3,00
3,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
52,00
118,00
82,00
54,00
2200,00
800,00
800,00
1200,00
800,00
un
un
vb
3,00
184,00
1,00
320,00
14,90
650,00
Quadro distribuição,de embutir, barramento 150A, para 36 disjuntores + geral
45
3P
46
Tomada 2P + T - 15A
47
Acessórios para eletrocalhas
2 CABEAMENTO ESTRUTURADO
Abril/2009
2,00
1,00
4,00
10.806,48
VIDRAÇARIA
1 Vidro cristal temperado, incolor, 10mm, aplicado com silicone
2 Vidro comum pontilhado, incolor, 4mm, aplicado com silicone
1
2
3
4
5
6
7
8
18
un
un
un
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
Blocos telefônicos, cetelhadores a gás e acessórios para ligação do DG
Caixa R1 em alvenaria
Cabo UTP 4 pares -cat 5E - 350 Mhz
Cabo UTP 25 pares -cat 5E - 350 Mhz
Cabo CCI50 - 30 pares
Cabo CCI50 - 2 pares
Caixa de alumínio 4 x 4" alta para piso
Caixa de passagem em aço galvanizado 4"x4"
Caixa de passagem em alumínio 40x40x12cm
Caixa de passagem nº2 20x20x12
Caixa de passagem nº3 40x40x12
Caixa de passagem nº4 60x60x15
Certificação de pontos da rede local
Condulete de alumínio ate 1"
Condulete de alumínio ate 2"
Eletrocalha lisa com tampa de pressão e conexões 100x50
vb
un
m
m
m
m
un
un
un
un
un
un
un
un
un
m
1,00
320,00
3.000,00
20,00
50,00
10,00
39,00
3,00
2,00
11,00
1,00
5,00
124,00
14,00
2,00
45,00
700,00
2,69
2,29
8,35
5,02
1,40
32,00
3,80
86,00
32,00
86,00
119,00
17,50
18,10
26,30
94,00
17
Eletrocalha lisa com tampa de pressão e divisor central com conexões 50x50
m
19,00
64,00
18
Eletroduto de aço carbono sem costura, galvanizado eletrolítico, com
conexões, até ø 1"
m
252,00
24,67
ANEXOS 05 e 06 -11189.xls
16.129,40
1.077,30
565,92
768,00
1.092,00
472,00
246,00
162,00
2.200,00
800,00
800,00
1.200,00
800,00
960,00
2.741,60
650,00
700,00
860,80
6.870,00
167,00
251,00
14,00
1.248,00
11,40
172,00
352,00
86,00
595,00
2.170,00
253,40
52,60
4.230,00
1.216,00
6.216,84
Folha 4 / 8
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
20
22
23
159,00
18,00
16,00
62,00
198,00
3,00
36,00
1,00
124,00
1,00
41,91
32,60
18,56
4,93
4,93
12,35
12,35
980,00
8,80
420,00
6.663,69
586,80
296,96
305,66
976,14
37,05
444,60
980,00
1.091,20
420,00
5.052,38
Tubos e Conexões de PVC soldável - ÁGUA
Tubo de 25 mm marrom
m
189,00
Tubo de 32 mm marrom
m
24,00
Tubo de 50 mm marrom
m
75,00
Tubo de 60 mm marrom
m
15,00
Luvas, curvas, adaptadpres e demais acessórios
vb
1,00
Registro de gaveta de ¾" com acabamento CR conforme linha especificada no projeto, Fab. Fabrimar,
pç
Deca ou equivalente.
5,00
Registro de gaveta de 1" com acabamento CR conforme linha especificada no projeto, Fab. Fabrimar,
pç Deca ou equivalente.
4,00
Registro de gaveta de 1½" com acabamento CR conforme linha especificada no projeto, Fab. Fabrimar,
pç
Deca ou equivalente.
4,00
Registro de gaveta de 2" com acabamento CR conforme linha especificada no projeto, Fab. Fabrimar,
pç Deca ou equivalente.
2,00
Registro de filtro de ½" com acabamento CR conforme linha especificada no projeto, Fab. Fabrimar,
pç Deca ou equivalente.
1,00
Válvula p/ mictório CR ½" conforme linha especificada no projeto, Fab. Fabrimar, Deca ou equivalente.
pç
4,00
Adesivo para PVC
l
1,00
Solução Limpadora
l
1,00
Tirante, pinos, finca pinos, parafuso, porca e outros para fixações das tubulações.
cj
10,00
Bomba de pressão simples
un
1,00
Remanejamento do Hidrômetro existente
vb
1,00
3,02
3,65
5,46
7,90
400,00
52,70
59,00
74,80
74,80
46,50
281,00
27,50
19,70
90,00
120,00
280,00
570,78
87,60
409,50
118,50
400,00
263,50
236,00
299,20
149,60
46,50
1.124,00
27,50
19,70
900,00
120,00
280,00
3.438,00
INSTALAÇÕES CONTRA INCÊNDIO
1 Extintor de CO2, com capacidade de 6 kg com carga e sinalização
2 Extintor de Água Pressurizada 10 litros com carga e sinalização
3 Suporte de solo para extintor, incluindo sua sinalização.
un
un
un
7,00
5,00
12,00
350,00
110,00
36,50
2.450,00
550,00
438,00
INST. SANITÁRIAS DE ESGOTOS E ÁGUAS PLUVIAIS
1 Caixa de Gordura Ø40cm
2 Corpo Caixa Sifonada 150x185x75mm
3 Grelha Quadrada Cromada 150mm
4 Porta Grelha Quadrado p/ Grelha Quadrada Cromado 150mm
5 Tubo de PVC Série Reforçada 100mm
6 Tubo de PVC Série Reforçada 75mm
7 Tubo de PVC Série Reforçada 50mm
8 Tubo de PVC Série Reforçada 40mm
9 Luvas, Curvas e acessórios para instalação
10 Vaselina
11 Adesivo para PVC
12 Solução Limpadora
13 Ralo Hemisférico em ferro fundido 100mm
14 Ralo Hemisférico em ferro fundido 50mm
un
un
un
un
m
m
m
m
vb
kg
l
l
un
un
1,00
16,00
16,00
16,00
42,00
117,00
90,00
45,00
1,00
1,00
2,00
1,00
3,00
2,00
186,96
36,00
45,80
16,50
18,56
17,50
14,20
10,36
350,00
9,50
27,50
19,70
98,00
65,00
186,96
576,00
732,80
264,00
779,52
2.047,50
1.278,00
466,20
350,00
9,50
55,00
19,70
294,00
130,00
7.189,18
INSTALAÇÕES ESPECIAIS
1 INSTALAÇÃO DE ALARME - INFRA-ESTRUTURA
1
Braçadeira metálica Ø diversos
2
Eletrocalha lisa com tampa de pressão e conexões 50x50
Eletroduto de aço carbono sem costura, galvanizado eletrolítico, com
3
conexões, até ø 1"
4
Caixa de passagem em aço galvanizado 4"x4"
5
Condulete de alumínio ate 1"
6
Cabo UTP 4 pares -cat 5E - 350 Mhz
2 INSTALAÇÃO DE CFTV - INFRA-ESTRUTURA
1
Braçadeira metálica Ø diversos
2
Eletrocalha lisa com tampa de pressão e conexões 50x50
Eletroduto de aço carbono sem costura, galvanizado eletrolítico, com
3
conexões, até ø 1"
4
Condulete de alumínio ate 1"
5
Caixa de passagem nº4 60x60x15
6
Cabo coaxial rg59
7
Cabo PP 2x1mm²
3 INSTALAÇÃO DE CFTV - EQUIPAMENTOS
1
RACK CFTV COMPLETO
2
Câmera de video, CD policromática,lentes CS ou C, Ø 1/3" ou 1/2" , 450
linhas, 2 lux.
Lente de foco variável, 3,5 - 8mm, montagem tipo C ou CS, para câmeras de
1/3" , auto-íris
3
4
Suporte metálico para câmeras com movimentos horizontais e verticais
4 INSTALAÇÃO DE ANTENA - INFRA-ESTRUTURA
1
Braçadeira metálica Ø diversos
2
Caixa de passagem em alumínio 40x40x12cm
3
4
Eletroduto de aço carbono sem costura, galvanizado eletrolítico, com
conexões, até ø 2"
Cabo coaxial rg59
24
INSTALAÇÕES DE GÁS
25
INSTALAÇÕES DE TRANSPORTE VERTICAL
1
Abril/2009
m
m
un
un
un
un
un
un
un
vb
INSTALAÇÃO DE ÁGUA
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
21
Eletroduto de aço carbono sem costura, galvanizado eletrolítico, com
conexões, até ø 2"
Eletroduto de PVC, com conexões, até ø 4"
Guia frontal de cabos para rack 19"
Line-cord - UTP - RJ45 - 2m
Patch-cord - UTP - RJ45 - 2m
Placa cega de latão 4x4"
Placa de latão 4x4" com tampa tipo unha para 03 tom RJ-45
Rack fechado - 19"
Tomada RJ-45
Acessórios para eletrocalhas
30.943,43
un
m
80,00
50,00
3,11
64,00
m
un
un
m
177,00
25,00
1,00
800,00
22,67
3,80
18,10
2,29
un
m
100,00
48,00
3,11
64,00
m
un
un
ml
ml
198,00
48,00
1,00
600,00
600,00
24,67
18,10
119,00
8,00
5,00
un
1,00
1800,00
1.800,00
490,00
490,00
350,00
350,00
30,00
570,00
31,10
86,00
un
1,00
un
un
1,00
19,00
un
un
10,00
1,00
3,11
86,00
m
ml
18,00
50,00
41,91
8,00
248,80
3.200,00
4.012,59
95,00
18,10
1.832,00
311,00
3.072,00
4.884,66
868,80
119,00
4.800,00
3.000,00
754,38
400,00
0,00
33.900,00
Plataforma elevatória para PPNE
un
ANEXOS 05 e 06 -11189.xls
1,00
33900,00
33.900,00
Folha 5 / 8
26
190.277,00
INST. AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO MECÂNICA
1 Equipamentos
1
"Splitão" com condensação à ar, capacidade 10,0 TR - Ref. HITACHI
RVT/RCC-100
cj
3,00
12.000,00
36.000,00
2
"Splitão" com condensação à ar, capacidade 15,0 TR - Ref. HITACHI
RVT/RCC-150
cj
3,00
17.000,00
51.000,00
3
Split com capacidade nominal de 2 TR - Ref.: hitachi RAS-020 + RAA-020
cj
1,00
2.100,00
2.100,00
4
Exaustor centrífugo dupla aspiração para 2.365 m3/h x 25 mmca acoplado a
motor elétrico trifásico 1,5 CV – Ref.:Otam RSS-280
cj
2,00
860,00
1.720,00
5
Interligações e Fechamentos elétricos dos condicionadores de ar tipo "splitão"
cj
6,00
150,00
900,00
6
7
8
Interligações e Fechamentos elétricos dos condicionadores de ar tipo split
Interligações e Fechamentos elétricos de ventilador centrífugo
Interligações e Fechamentos frigoríficos dos condicionadores de ar
cj
1,00
150,00
150,00
cj
cj
2,00
7,00
150,00
500,00
300,00
3.500,00
9
10
Fechamentos de dutos de todos os condicionadores de ar nas salas de
máquinas
Fechamentos de dutos do ventilador de ar na sala de máquinas
cj
6,00
250,00
1.500,00
cj
2,00
150,00
300,00
kg
m2
m2
m
9.200,00
1.250,00
300,00
150,00
4,50
8,00
10,00
18,00
41.400,00
10.000,00
3.000,00
2.700,00
2 Redes de Dutos - Fornecimento e Instalação
1
Redes de dutos em chapas de aço galvanizadas
Isolamento térmico de manta adesiva elastomérica
2
3
Isolamento térmico de manta de lã de vidro
Duto flexível com isolamento térmico - Ref.: Multivac Isodec
4
5
Difusor de 4 vias com caixa plenum e registro Tam 2 Ref.: Tropical DQE-41T2-PLB
pç
3,00
6
Difusor de 4 vias com caixa plenum e registro Tam 3 Ref.: Tropical DQE-41T2-PLB
pç
24,00
7
Difusor de 4 vias com caixa plenum e registro Tam 5 - Ref.: Tropical DQE-41T5-PLB
pç
36,00
8
Difusor de 1 via com registro Tam 471 x 264 - Ref.: Tropical DQE-13-RGA
pç
6,00
9
Difusor linear para retorno de 4 abert. L=4800mm – Ref.: Tropical DFL-4R
pç
1,00
10
Difusor linear para retorno de 4 aberturas L=7200mm – Ref.: Tropical DFL-4R7200
pç
1,00
11
Grelha de retorno aletas fixas horizontais 200 x 100 c/ registro - Ref.: Tropical
-RHN-RGA
pç
14,00
12
Grelha de retorno aletas fixas horizontais 400 x 300 c/ registro - Ref.: Tropical
-RHN-RGA
pç
10,00
13
14
Grelha de retorno aletas fixas horizontais 800 x 200 c/ registro - Ref.: Tropical
-RHN-RGA
Grelha de retorno simples 800 x 400 c/ registro - Ref.: Tropical -SV
pç
2,00
pç
3,00
pç
8,00
pç
10,00
pç
6,00
18
Grelha Contínua de retorno aletas fixas horizontais 15º -800 x500 - Ref.:
Tropical GC-15
Grelha Contínua de retorno aletas fixas horizontais 15º -1000 x300 - Ref.:
Tropical GC-15
Veneziana em V com moldura dupla 300 x 300 - Ref.: Tropical VSH-2M
Veneziana de sobrepressão dim. 300 x 300 p/ instalação em dutos- Ref.:
Tropical VS
pç
2,00
19
Veneziana de sobrepressão dim. 950 x 500 p/ instalação em dutos- Ref.:
Tropical VS
pç
2,00
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
Veneziana de sobrepressão dim. 1000 x 300 p/ instalação em dutos- Ref.:
Tropical VS
Damper de lâminas opostas 150 x 250- Ref.: Tropical DCV-O
Damper de lâminas opostas 200 x 250- Ref.: Tropical DCV-O
Damper de lâminas opostas 400 x 300- Ref.: Tropical DCV-O
Damper de lâminas opostas 400 x 250- Ref.: Tropical DCV-O
Damper de lâminas opostas 600 x 300- Ref.: Tropical DCV-O
Damper de lâminas opostas 600 x 400- Ref.: Tropical DCV-O
Damper de lâminas opostas 600 x 500- Ref.: Tropical DCV-O
Damper de lâminas opostas 800 x 300- Ref.: Tropical DCV-O
Damper de lâminas opostas 700 x 400- Ref.: Tropical DCV-O
Damper de lâminas opostas 600 x 600- Ref.: Tropical DCV-O
Damper de lâminas opostas 1000 x 500- Ref.: Tropical DCV-O
Damper de lâminas opostas 1000 x 200- Ref.: Tropical DCV-O
pç
2,00
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
2,00
4,00
5,00
2,00
4,00
1,00
2,00
4,00
1,00
1,00
1,00
1,00
33
TAE completa, c/ veneziana, filtro e registro, instal. em parede, 400 x 400-Ref.
Tropical TAM
pç
1,00
34
TAE completa, c/ veneziana, filtro e registro, instal. em parede, 500 x 500-Ref.
Tropical TAM
pç
1,00
TAE completa, c/ veneziana, filtro e registro, instal. em parede, 600 x 600-Ref.
35
Tropical TAM
splitter captor em chapa de aço-galvanizado #18, com regulagem
36
37
registro borboleta para duto flexível
38
tela de descarga de ar com quadro
3 Redes de Drenagem - Fornecimento e Instalação
1
rede de drenagem dos condicionadores
4 Parte Elétrica - Fornecimento e Instalação
1
Fornecimento e instalação de quadro elétrico geral QFAC-1-N
pç
1,00
pç
pç
pç
10,00
75,00
1,00
um
6,00
75,00
450,00
cj
1,00
3.600,00
3.600,00
15
16
17
Abril/2009
56,00
85,00
98,00
980,00
985,00
1322,00
17,00
58,00
67,00
115,00
108,00
87,00
50,00
40,00
114,00
89,00
20,00
20,00
50,00
50,00
50,00
50,00
62,00
115,00
70,00
148,00
120,00
75,00
194,00
224,00
387,00
90,00
15,00
110,00
168,00
2.040,00
3.528,00
5.880,00
985,00
1.322,00
238,00
580,00
134,00
345,00
864,00
870,00
300,00
80,00
228,00
178,00
40,00
80,00
250,00
100,00
200,00
50,00
124,00
460,00
70,00
148,00
120,00
75,00
194,00
224,00
387,00
900,00
1.125,00
110,00
2
Fornecimento e instalação de quadro elétrico geral QFAC-2-E e QFAC-2N
5 Automação - Fornecimento e Instalação
1
Sensor de temperatura
de ar
do condicionador
Interligação
entre quadros
elétricos
e sensores splitão
e atuadores dos
2
condicionadores de ar
Interligações elétricas dos equipamentos split com timer
3
6 Diversos
1
Balanceamento de ar em todos os condicionadores e dutos
cj
2,00
1800,00
3.600,00
pç
cj
cj
6,00
6,00
1,00
90,00
320,00
120,00
540,00
1.920,00
120,00
cj
1,00
2.400,00
2.400,00
cj
1,00
300,00
300,00
2
Fornecimento de desenhos "as built" da instalação incluindo desenhos dos
encaminhamentos hidráulicos e, em separado, de todas as redes de dutos
existente no prédio, mesmo as que não foram adequadas
3
Fornecimento de manuais de manutenção e operação de todos os
equipamentos e acessórios fornecidos
cj
1,00
380,00
380,00
ANEXOS 05 e 06 -11189.xls
Folha 6 / 8
27
LIXO
28
EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA
1 Acabamento para registro cromado DECA, ref. C40
2 Bacia de louca com caixa acoplada, branca ou em cores, com assento e acessórios
3
Bacia sanitária linha "Vogue Plus - Conforto" ref.: P51 17 (Deca) com assento e acessórios
29
30
0,00
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
Bancada de granito e=2 cm, largura 0,60 m
Barra de apoio 90cm cromada
Barra de apoio 40cm cromada
Barra de apoio curva cromada para lavatório
Chapa de aluminio para porta do sanitario de deficientes
Cuba de louca de embutir, completa
Cuba de aço inox, completa
Ducha manual cromada
Espelho cristal com requadro de alumínio
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
Kit para fixação de tanque (Deca)
Lavatório com coluna suspensa, linha "Vogue Plus - Conforto" ref.: L51/C51 (Deca),
inclusive
Lavatórioválvula
de louca branca de canto linha Master (DECA) ref. L76
Mesa para refeições em granito cinza andorinha 20mm e pé metalico
Mictório individual de louca branca ou em cores
Papeleira com protetor cromado "Revival" ref.: 2021 (Deca)
Rabicho flexivel, 30cm cromado (Deca)
Saboneteira para sabão líqüido ref.:Aitana Branca AC 70000, Jofel
Sifão articulado para lavatório cromado (DECA), ref. 1682C
Sifão para lavatório, pia e tanque cromado (DECA), ref. 1680C
Tanque de louça com coluna
Toalheiro para toalhas de papel Inter-Folha ABS ref.: AH31000
Torneira para lavatório cromada DECAMATIC, ref. 1170C
Torneira para lavatório cromada automática com sensor, ME Eletric
Torneira de pressão cromada para pia
Torneira de pressão cromada, para uso geral
Torneira para filtro cromada
Válvula de descarga automática para mictório
Válvula de descarga Hydra DUO 2545C (Deca) CR 1.1/2"
16.432,34
un
un
10,00
6,00
28,20
215,00
282,00
1290,00
un
m
un
un
un
m2
un
un
un
un
2,00
8,50
4,00
2,00
2,00
1,52
8,00
1,00
8,00
8,00
320,00
124,00
180,00
138,80
408,60
78,50
74,75
161,14
89,60
189,47
640,00
1054,00
720,00
277,60
817,20
119,32
598,00
161,14
716,80
1515,76
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
2,00
1,00
1,00
1,00
1,00
4,00
8,00
20,00
3,00
1,00
11,00
1,00
6,00
8,00
2,00
1,00
11,00
1,00
4,00
2,00
221,39
25,00
185,00
357,90
230,00
239,00
92,06
20,00
74,81
163,52
127,85
135,43
52,00
100,90
248,00
131,46
36,50
87,95
122,88
125,00
442,78
25,00
185,00
357,90
230,00
956,00
736,48
400,00
224,43
163,52
1406,35
135,43
312,00
807,20
496,00
131,46
401,50
87,95
491,52
250,00
un
un
m
m2
m2
m2
m2
m3
un
1,00
1,00
22,00
1,30
24,00
4,00
2,00
2,00
1,00
325,00
22,00
18,41
23,00
58,40
32,86
38,14
68,33
1200,00
325,00
22,00
405,02
29,90
1401,60
131,44
76,28
136,66
1200,00
un
un
m2
m
m
un
1,00
1,00
6,15
6,70
4,00
1,00
728,00
480,00
785,00
11,00
14,00
85,00
728,00
480,00
4827,75
73,70
56,00
85,00
un
m
m
un
un
un
un
un
un
un
un
25,00
4,70
34,50
1,00
9,00
10,00
19,00
6,00
1,00
38,00
13,00
10,00
12,00
7,97
395,00
260,00
82,00
18,00
75,00
115,00
65,00
65,00
250,00
56,40
274,97
395,00
2340,00
820,00
342,00
450,00
115,00
2470,00
845,00
un
un
un
un
un
un
un
un
un
2,00
2,00
10,00
6,00
2,00
4,00
12,00
1,00
38,00
50,00
128,00
8,00
125,60
280,00
28,00
24,60
29,00
13,50
100,00
256,00
80,00
753,60
560,00
112,00
295,20
29,00
513,00
vb/mês
3,00
476,52
1429,56
Espelho cristal com requadro de alumínio instalado a 10º para portadores de necessidades
especiais
21.035,52
DIVERSOS
1 Caixa de passagem de massas metálicas - CPMM
2 Caixa para guarda das chaves da porta alternativa
3 Fita anti-derrapante
4 Película adesiva faixada
5 Persiana horizontal
6 Plantio de grama Esmeralda em placas de 40x 40 cm
7 Plantio de espécie tipo arbustiva - coroa-de-cristo
8 Terra vegetal
9 Porta Giratória Detectora de Metais - instalação
10 Sinalização Externa Padrão High Tech
1
Coluna de Identificação auto-atendimento
2
Grafema
3
Letreiro externo de policarbonato, tipo back-light
4
Película adesiva de sinalização jateada/amarela - lisa
5
Película adesiva de sinalização jateada/amarela c/ texto
6
Sinalização de botoeira com transcrição em brailer
11 Sinalização Interna- Padrão Visual High Tech
1
Adesivos de Segurança
2
Faixa de sinalização de vidros - jateado/amarela
3
Fita adesiva demarcatória de piso
4
Placa Aérea de Fluxo (600x300mm)
5
Placa Aérea Informativa (600x210mm)
6
Placa de Numeração de Guiche
7
Placa de Numeração de Mesa
8
Placa de porta ou informativa
9
Placa de porta - Sala On Line
10
Pictograma de Apoio (200x200mm)
11
Pictograma de Emergência (200x200mm)
12 Sinalização Tátil e Visual
1
Botoeira sanitário de deficiente, inclusive sinalização
2
Mapa Tátil
3
Sinalização simbolo acessibilidade (adesivos)
4
Sinalização para sanitário com transcrição em braille
5
Sirene de alarme para sanitário de deficiente
6
Sinalização tátil de corrimão (13X60mm)
7
Sinalização tátil de corrimão - anel de borracha
8
Sinalização tátil - placa 10x10 cm em braille
9
Sinalização visual de degraus - adesivo 0,03x0,20 m
LIMPEZA E VERIFICAÇÃO FINAL
1 Limpeza permanente da obra
1.429,56
TOTAL DO ORÇAMENTO
BDI
866.257,04
866.257,04
20%
173.251,41
TOTAL DO ORÇAMENTO COM BDI INCLUSO
Área total da dependência m2:
945,17
1.039.508,44
1.099,81
CUSTO / M2
Abril/2009
ANEXOS 05 e 06 -11189.xls
Folha 7 / 8
BANCO DO BRASIL
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
ANEXO 06
ORÇAMENTO DETALHADO - RESUMO
CONSTRUTORA
Dependência
CSL - Rio de Janeiro
Finalidade da obra:
Nº
RJ
Local da Obra:
PRELIMINARES
2
IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO
3
MOVIMENTO DE TERRA
4
%
VALOR COM BDI - R$
ITEM ORÇAMENTÁRIO
1
1.800,00
0,17%
31.713,77
3,05%
0,00
0,00%
FUNDAÇÕES
324,00
0,03%
5
ESTRUTURA
38.040,76
3,66%
6
ALVENARIA
7.740,89
0,74%
7
COBERTURA
12.371,28
1,19%
8
IMPERMEABILIZAÇÃO
22.275,42
2,14%
9
TRATAMENTO TERMO-ACÚSTICO
0,00
0,00%
10
PAVIMENTAÇÃO
94.918,41
9,13%
11
REVESTIMENTO
38.591,38
3,71%
12
DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS
73.864,18
7,11%
13
CARPINTARIA E MARCENARIA
6.678,24
0,64%
14
SERRALHARIA
42.868,97
4,12%
15
FERRAGENS
10.853,12
1,04%
16
VIDRAÇARIA
12.967,78
1,25%
17
PINTURA
17.108,17
1,65%
18
ENCERAMENTO E LUSTRAÇÃO
19
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELECOMUNICAÇÕES
20
21
1.350,14
0,13%
254.405,04
24,47%
INSTALAÇÕES DE ÁGUA
6.062,86
0,58%
INSTALAÇÕES CONTRA INCÊNDIO
4.125,60
0,40%
22
INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E ÁGUAS PLUVIAIS
8.627,02
0,83%
23
INSTALAÇÕES ESPECIAIS
37.132,12
3,57%
24
INSTALAÇÕES DE GÁS
0,00
0,00%
25
INSTALAÇÕES DE TRANSPORTE VERTICAL
26
INSTALAÇÕES DE CONDICIONAMENTO DE AR
27
LIXO
28
EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA
29
DIVERSOS
25.242,62
2,43%
30
LIMPEZA E VERIFICAÇÃO FINAL
1.715,47
0,17%
3,91%
228.332,40
21,97%
0,00
0,00%
19.718,81
1,90%
R$ 1.039.508,44
TOTAL DO ORÇAMENTO COM BDI
Benefícios e despesas Indiretas - BDI:
40.680,00
100,00%
20%
Autenticação
Carimbo e Assinatura
Abril/2009
ANEXOS 05 e 06 -11189.xls
Folha 8 / 8
===================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
===================================================================================
ANEXO 07
================================================================================
MINUTA DE DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE EMPREGADO MENOR NO QUADRO DA
EMPRESA
Decreto 4.358, de 05.09.2002
EMPREGADOR: PESSOA JURÍDICA
================================================================================
Ref.: (identificação da licitação)
................................................................................,
inscrito
no
CNPJ
nº
...........................,
por
intermédio
de
seu
representante
legal
o(a)
Sr(a) .........................................................., portador(a) da Carteira de Identidade nº ................................ e do
CPF nº ...................................... DECLARA, para fins do disposto no inciso V do art. 27 da Lei 8.666, de 21
de junho de 1993, acrescido pela Lei nº 9.854, de 27 de outubro de 1999, que não emprega menor de
dezoito anos em trabalho noturno, perigoso ou insalubre e não emprega menor de dezesseis anos.
Ressalva: emprega menor, a partir de quatorze anos, na condição de aprendiz ( ).
..................................................................................
(data)
...........................................................................................................
(representante legal)
(Observação: em caso afirmativo, assinalar a ressalva acima)
===================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
===================================================================================
ANEXO 07
================================================================================
MINUTA DE DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE EMPREGADO MENOR NO QUADRO DA
EMPRESA
Decreto 4.358, de 05.09.2002
EMPREGADOR: PESSOA FÍSICA
================================================================================
Ref.: (identificação da licitação)
................................................................................, portador(a) da Carteira de
Identidade nº..................................e do CPF nº ..........................., DECLARA, para fins do disposto no inciso
V do art. 27 da Lei 8.666, de 21 de junho de 1993, acrescido pela Lei nº 9.854, de 27 de outubro de 1999,
que não emprega menor de dezoito anos em trabalho noturno, perigoso ou insalubre e não emprega menor
de dezesseis anos.
Ressalva: emprega menor, a partir de quatorze anos, na condição de aprendiz ( ).
..................................................................................
(data)
...........................................................................................................
(nome)
===================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
===================================================================================
ANEXO 08
==================================================================================
MINUTA DE DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE FATO SUPERVENIENTE
===================================================================================
Para fins de participação na licitação (indicar o nº registrado no Edital), a(o) (NOME COMPLETO DO
CONCORRENTE).............................., CNPJ, sediada (o).......(ENDEREÇO COMPLETO), declara, sob as
penas da lei que, até a presente data inexiste(m) fato(s) impeditivo(s) para a sua habilitação, estando ciente
da obrigatoriedade de declarar ocorrências posteriores.
Local e data
Nome e identificação do declarante
No caso de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte, utilizar o texto abaixo:
===================================================================================
MINUTA DE DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE FATO SUPERVENIENTE – ME/EPP
===================================================================================
Para fins de participação na licitação (indicar o nº registrado no Edital), a(o) (NOME COMPLETO DO
PROPONENTE).............................., CNPJ, sediada (o).......(ENDEREÇO COMPLETO), declara, sob as
penas da lei que, até a presente data inexiste(m) fato(s) impeditivo(s) para a sua habilitação, nos termos da
Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006 e do Decreto nº 6.204, de 05.09.2007, estando ciente da
obrigatoriedade de declarar ocorrências posteriores.
Local e data
OBS.: a presente declaração deverá ser assinada por representante legal do concorrente.
BANCO DO BRASIL
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
ANEXO 09
MODELO DE CRONOGRAMA FÍISICO-FINANCEIRO DE DESENVOLVIMENTO
DESEMBOLSOS DA OBRA DE REFORMA DA TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
VALORES COM BDI
Nº
ITENS CONFORME SEQUENCIA DO CARDERNO DE ENCARBOS (PARTE IV)
ETPA 01
ETAPA 02
ETAPA 03
TOTAL
1 PRELIMINARES
2 IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO
3 MOVIMENTO DE TERRA
4 FUNDAÇÕES
5 ESTRUTURA
6 ALVENARIA
7 COBERTURA
8 IMPERMEABILIZAÇÃO
9 TRATAMENTO TERMO-ACÚSTICO
10 PAVIMENTAÇÃO
11 REVESTIMENTO
12 DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS
13 CARPINTARIA E MARCENARIA
14 SERRALHARIA
15 FERRAGENS
16 VIDRAÇARIA
17 PINTURA
18 ENCERAMENTO E LUSTRAÇÃO
19 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELECOMUNICAÇÕES
20 INSTALAÇÕES DE ÁGUA
21 INSTALAÇÕES CONTRA INCÊNDIO
22 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E ÁGUAS PLUVIAIS
23 INSTALAÇÕES ESPECIAIS
24 INSTALAÇÕES DE GÁS
25 INSTALAÇÕES DE TRANSPORTE VERTICAL
26 INSTALAÇÕES DE CONDICIONAMENTO DE AR
27 LIXO
28 EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA
29 DIVERSOS
30 LIMPEZA E VERIFICAÇÃO FINAL
MÃO DE OBRA
MATERIAL
EQUIPAMENTO
UN
Abril/2009
01
PLATAFORMA ELEVATORIA
03
CONDICIONADOR DE AR, "SPLIT" - 10 TRS
03
CONDICIONADOR DE AR, "SPLIT" - 15 TR
01
CONDICIONADOR DE AR, "SPLIT" - 2 TR
01
EQUIPAMENTOS PARA CFTV - CÂMERA FIXA
01
LENTE DE CRISTAL óTICO P/CFTV,1/3 "VARIFOCAL
VALOR UNIT
ANEXO 09.xls
Folha 1 / 1
===================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
===================================================================================
ANEXO 10
==========================================
MODELO DE CRONOGRAMA DESCRITIVO DE OBRA
==========================================
Construtor: .............
Dependência: ............
Obra: ...................
Data da assinatura do Instrumento Contratual: ...../....../......
primeira parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
concluídas as instalações provisórias (barracão, escritório etc.);
concluídas as adaptações necessárias de tapume;
colocada a placa da obra;
concluídas as demolições e limpeza do terreno;
removidos os materiais e entulhos resultantes das demolições e limpeza do terreno;
concluídas as fundações do muro de divisa do fundo do terreno;
concluídas as instalações provisórias de força, água e esgotos;
efetuada a locação da obra e colocação dos gabaritos;
apresentadas as licenças e franquias fornecidas pelos órgãos competentes (Prefeitura, Saúde,
CREA, INSS, Secretaria do Trabalho etc.)
10. apresentado o nome da firma responsável pelo controle tecnológico do concreto, para aprovação do
Banco;
11. indicados os nomes das firmas de serralharia para aprovação do Banco;
12. indicados os nomes das firmas de estaqueamento para aprovação do Banco; e
13. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
segunda parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
concluídos 100% da alvenaria do muro de divisa dos fundos do terreno;
concluídos 40% do estaqueamento;
concluídos 20% da escavação manual (reservatório inferior, blocos e baldrames);
concluídos os barracões de materiais da obra (almoxarifado e depósito);
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
6.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
terceira parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
===================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
===================================================================================
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
concluídos 100% do estaqueamento;
concluídos 60% da escavação manual e apiloamento dos fundos das valas (blocos, baldrame e
reservatório inferior);
3.
concluídos 100% do lastro, formas e armação do fundo e paredes do reservatório inferior;
4.
concluídos 30% do lastro, formas e armação dos blocos e baldrames;
5.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
6.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
quarta parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
entregues na obra as máquinas de ar condicionado, com apresentação do Termo de Fiel
Depositário e do documento de quitação (desde que permitido no Instrumento Convocatório da
licitação);
2.
concluídos 100% do arrasamento das estacas;
3.
concluídos 100% da escavação manual das fundações;
4.
concluídos 100% do apiloamento do fundo das valas das fundações;
5.
concluídos 100% do lastro de concreto dos blocos e baldrames;
6.
concluídos 100% das formas de blocos, baldrames e cortinas;
7.
concluídos 100% das armações de blocos, baldrames e cortinas;
8.
concluídos 60% da concretagem de blocos, baldrames e cortinas;
9.
concluídos 100% das formas e armações da laje da tampa do reservatório inferior;
10. concluídos 100% da concretagem do reservatório inferior
11. executadas as provas de carga das estacas, inclusive a planilha de campo do estaqueamento;
12. apresentado o nome da firma que executará a anodização, para aprovação do Banco;
13. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
14. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
quinta parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
6.
concluídos 100% da concretagem dos blocos, baldrames e cortinas;
concluídos 100% da desforma do reservatório inferior;
concluídos 30% da desforma das cortinas,
concluídos 100% da desforma de blocos e cortinas;
apresentados os resultados das provas de carga das estacas;
executados 60% do reaterro manual das valas do semi-enterrado (reservatório inferior, blocos e
baldrames);
7.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
8.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
sexta parcela..
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CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
===================================================================================
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
concluídos 100% da desforma das cortinas;
concluídos 100% da impermeabilização das faces das cortinas em contato com a terra;
concluídos 100% do reaterro manual das valas do semi-enterrado (blocos, baldrames e reservatório
inferior);
4.
concluídos 50% do movimento de terra mecanizado com a compactação e controle tecnológico do
aterro;
5.
apresentados os resultados dos corpos de prova do concreto dos blocos, baldrames, cortinas e
reservatório inferior;
6.
concluídos 50% das formas, armação e concretagem das vigas do piso térreo;
7.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
8.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
sétima parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
concluídos 90% do movimento de terra mecanizado e controle tecnológico do aterro;
concluídos 100% de formas, armação e concretagem das vigas do piso do térreo;
concluídos 100% de formas e armações dos pilares, vigas e lajes do primeiro teto (térreo), inclusive
escadas e casa forte;
4.
concluídos 100% de formas, armação e concretagem dos pilares, vigas e lajes do teto do semienterrado;
5.
concluídos 100% das caixas e tubulações elétricas embutidas nas lajes do semi-enterrado;
6.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
7.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
oitava parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
concluídos 100% das tubulações internas enterradas de hidráulica, sanitárias, gás, esgoto, incêndio
e águas pluviais sob a camada impermeabilizadora do térreo e semi-enterrado;
2.
concluídos 100% da concretagem dos pilares, lajes e vigas do primeiro teto (térreo), inclusive
escadas e casa-forte;
3.
concluídos 100% das caixas e tubulações elétricas embutidas nas lajes do primeiro teto (térreo);
4.
concluídos 100% das formas, armação e concretagem das marquises;
5.
apresentados os resultados do controle tecnológico dos aterros executados;
6.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
7.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
nona parcela..
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CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
===================================================================================
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
concluídos 100% das desformas das marquises;
concluídos 100% das desformas de lajes, vigas e pilares do teto do térreo e do semi-enterrado;
concluídos 100% das formas e armações dos pilares, vigas e lajes do teto da cobertura (segundo
pavimento);
4.
concluídos 100% das alvenarias internas e externas do semi-enterrado;
5.
concluídos 100% dos chapisco nos pilares, vigas e lajes do pavimento térreo e semi-enterrado;
6.
concluídos 100% das caixas e tubulações elétricas embutidas nas lajes do teto da cobertura;
7.
concluídos 100% dos chapisco internos e externos das alvenarias do semi-enterrado;
8.
concluídos 100% da camada impermeabilizadora do térreo e semi-enterrado;
9.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
10. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
concluídos 100% dos chapiscos internos e externos das alvenarias do térreo;
2.
apresentados os resultados dos corpos de prova dos pilares, vigas e lajes do teto do térreo e do
semi-enterrado;
concluídos 100% da concretagem dos pilares, vigas e lajes do teto da cobertura (segundo
pavimento), inclusive escadas;
4.
concluídos 50% das tubulações externas enterradas de hidráulica, incêndio, esgotos sanitários, gás,
elétricas e águas pluviais;
5.
concluídos 100% das tubulações elétricas, telefones, alarme embutidos nas paredes do pavimento
térreo e do semi-enterrado, inclusive suas respectivas caixas e quadros;
6.
concluídos 100% das formas e ferragens do fundo e das paredes laterais do reservatório superior e
das calhas da cobertura;
7.
concluídos 100% da colocação de batentes de madeira das portas do térreo e semi-enterrado;
8.
concluídos 100% das alvenarias internas e externas do térreo;
9.
concluída a impermeabilização das cortinas;
10. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
11. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
3.
decima primeira parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
concluídos 100% da concretagem do fundo e das paredes laterais do reservatório superior e das
calhas da cobertura;
2.
concluídos 100% das formas, ferragens e concretagem da tampa do reservatório superior;
3.
concluídos 100% das tubulações externas enterradas de incêndio, hidráulica, esgotos sanitários,
gás, elétricas e águas pluviais e suas respectivas caixas e tampas;
4.
concluídos 100% das alvenarias internas e externas do segundo pavimento;
5.
concluídos 100% dos chapiscos internos e externos das alvenarias do segundo pavimento;
6.
concluídos 100% das desformas dos pilares, lajes e vigas do teto do segundo pavimento;
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7.
concluídos 100% dos emboços internos e externos do semi-enterrado;
8.
concluídos 100% das prumadas de águas pluviais, esgotos, água fria, incêndio, elétrica, alarme,
telefone, gás, ventilação etc;
9.
concluídos 100% da colocação dos peitoris e contra-marcos das esquadrias de alumínio e ferro;
10. concluídos 100% da colocação dos batentes de madeira das portas do segundo pavimento;
11. efetuada a montagem na obra do protótipo completo de um tipo de esquadria, previamente
escolhido;
12. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
13. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima segunda parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
concluídos 100% das tubulações elétricas, de alarme, telefones, embutidas nas paredes do segundo
pavimento, inclusive suas caixas e quadros;
2.
concluídos 100% das fundações, pilaretes e alvenarias dos muros divisórios;
3.
concluídos 100% da desforma do reservatório superior e calhas da cobertura;
4.
apresentados os resultados dos corpos de prova dos pilares, vigas e lajes do teto da cobertura
(segundo pavimento);
5.
concluídos 100% das platibandas, inclusive percintas;
6.
concluídos 100% da impermeabilização das calhas da cobertura, marquise, lajes expostas e dos
barriletes, caixas diversas, inclusive lajes das tampas, bem como dos reservatórios inferior e superior;
7.
concluídos 100% dos emboços internos do primeiro e segundo pavimentos, inclusive platibandas;
8.
concluídos 50% da cobertura (madeiramento, telhamento, acessórios, rufos etc.) inclusive
tratamento imunizante da estrutura de madeira e isolamento térmico sobre a laje de cobertura;
9.
concluída a colocação dos ralos hemisféricos de águas pluviais;
10. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
11. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima terceira parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
concluídos 100% da cobertura (madeiramento, telhamento, acessórios, rufos etc.) inclusive
tratamento imunizante da estrutura de madeira e isolamento térmico sobre a laje de cobertura;
2.
concluídos 70% da colocação das esquadrias de alumínio e de ferro;
3.
concluídos 100% dos emboços externos do primeiro e segundo pavimentos, inclusive platibandas;
4.
concluídos 100% das caixas e tubulações elétricas, de telefone e alarme embutidas na camada de
enchimento dos pisos do primeiro e segundo pavimentos;
5.
concluídos 100% da camada de enchimento sobre as lajes e camadas impermeabilizadoras do
semi-enterrado, primeiro e segundo pavimentos, inclusive camada protetora;
6.
concluído o assentamento da porta-forte e trapão, ventilador (z) e as grades de seguranca internas
da casa-forte;
7.
concluído o revestimento de argamassa ignífuga no interior da casa-forte e guarda-valores, inclusive
nos tetos;
8.
apresentados os resultados dos corpos de prova do reservatório superior e das calhas de cobertura;
9.
concluídos 100% do movimento de terra, compactação e controle tecnológico do aterro;
10. concluídos 100% das bases de concreto especiais para equipamentos mencionados em P-.... ;
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11. entregues os transformadores no canteiro da obra, com apresentação do Termo de Fiel Depositário
e do documento de quitação (desde que permitido no Instrumento Convocatório da licitação);
12. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
13. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima quarta parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
concluídos 50% do reboco interno e externo;
concluídos 30% da colocação dos vidros nas esquadrias;
concluídos 50% da enfiação em geral e montagem dos quadros;
concluídos 30% dos forros falsos de gesso;
concluídos 50% das instalações de subestação transformadora;
concluídos 90% da colocação das esquadrias de alumínio e ferro;
concluídos 30% do revestimento (chapisco, emboco e chapisco especial) de muros divisórios, inclusive
chapins;
8. concluídos 100% das instalações de pára-raios, inclusive aterramentos;
9. apresentados os resultados do controle tecnológico de aterro;
10.
concluídas as juntas de dilatação da estrutura;
11.
concluídos 100% dos cimentados simples mencionados em P-...... ;
12.
concluídos 100% dos cimentados endurecidos mencionados em P-....; inclusive soleiras;
13.
concluídos 50% da pavimentação externa em lajotas de concreto mencionadas em P-.... ;
14.
entregues na obra as máquinas de ar condicionado tipo (janela), com apresentação do Termo de
Fiel Depositário e do documento de quitação (desde que permitido no Instrumento Convocatório da
licitação);
15.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
16.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima quinta parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
concluídos 80% do reboco interno e externo;
concluídos 60% da colocação dos vidros nas esquadrias;
concluídos 80% da enfiação em geral e montagem dos quadros;
concluídos 90% das instalações da subestação transformadora;
concluídos 80% dos forros falsos de gesso;
concluídos 30% da colocação de luminárias, tomadas e interruptores, exceto espelhos;
concluídos 20% da pintura interna e externa;
concluídos 80% dos revestimentos em formiplac mencionados em P-..... ,
concluídos 100% da fundição dos pisos em argamassa de alta resistência, inclusive rodapés já
polidos;
10. concluídos 100% do revestimento de muros divisórios, inclusive chapins;
11. concluídos 100% da pavimentação externa em lajotas de concreto mencionada em P-...... ;
12. concluídas as bases de concreto nas áreas de entrada de serviço e do abrigo, mencionadas em
P-..... ;
13. concluídos os revestimentos em azulejos mencionados em P-.... ;
14. concluídos 50% da pavimentação em plurigoma, mencionada em P-..... ;
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15. concluídos 100% da colocação das portas de madeira, com todas as guarnições, bem como as suas
ferragens mencionadas em P-.... ;
16. concluídos 100% da colocação de tampas para reservatórios, bueiros, caixas diversas, escada de
marinheiro, grelhas de águas pluviais, alcapões, visores, corrimaos e guarda-corpos, mencionados em
P-...; inclusive guichê de tesouraria;
17. instaladas as bombas de incêndio e de recalque de água fria, complementando os barriletes;
18. entregue o balcão refrigerado no canteiro da obra;
19. apresentados os resultados dos testes de resistência dos aterramentos do pára-raios;
20. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
21. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima sexta parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
concluídos 100% do reboco interno e externo;
concluídos 90% da colocação dos vidros nas esquadrias;
concluídos 100% da enfiação em geral e montagem dos quadros;
concluídos 100% das instalações da subestação transformadora;
concluídos 100% dos forros falsos de gesso;
concluídos 70% da colocação de luminárias, tomadas e interruptores;
concluídos 80% da pintura interna e externa;
concluídos 100% dos revestimentos em formiplac mencionados em P-..... ,
concluídos 50% da instalação de ar condicionado;
concluídos 50% preparo do terreno para ajardinamento;
concluídos 100% da colocação das esquadrias de alumínio e ferro;
concluídas 100% das bases de concreto nas áreas do passeio dos logradouros públicos
mencionadas em P-..... ;
13. concluídos 50% da pavimentação em ladrilhos hidráulicos mencionados em P-.... ;
14. concluídos 100% da pavimentação em plurigoma, inclusive acessórios e soleiras, mencionada em
P-..... ;
15. concluídos 100% da base de concreto e camada niveladora da plataforma, bem como o
assentamento das tubulações e tomadas de piso, mencionadas em P-.... ;
16. concluídos 100% do polimento dos pisos de alta resistência;
17. concluídos 100% do revestimento de cortiça mencionado em P-.... ;
18. concluídos 100% dos armários e balcão da cantina mencionados em P-....; inclusive ferragens e a
instalação do balcão refrigerado;
19. concluídos 100% das instalações do sistema de atendimento direto e integrado, compreendendo
balcões e guichês, bancada posterior, divisórias padronizadas, grandes pagamentos e recebimentos,
grades de ferro, vidros, mármores etc; conforme mencionado em P-..... ;
20. colocadas as mangueiras, registros, esguichos e demais acessórios das caixas de incêndio,
inclusive assentamento de hidrantes;
21. concluídos 100% da colocação de equipamentos, materiais e aparelhos sanitários e de cozinha
mencionados em P_.... ;
22. concluídos 100% das muretas das jardineiras com respectivas impermeabilizações;
23. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
24. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima setima parcela..
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===================================================================================
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
concluídos 100% da colocação dos vidros nas esquadrias;
concluídos 100% da colocação das ferragens de portas e janelas, inclusive molas hidráulicas;
concluídos 100% da colocação de luminárias, tomadas e interruptores, inclusive espelhos (tampas);
concluídos 100% da pintura interna e externa;
concluídos 100% dos pisos em paviflex, inclusive soleiras e rodapés ,
concluídos 100% dos pisos em carpete;
concluídos 100% da instalação de ar condicionado;
concluídos 100% preparo do terreno para ajardinamento;
concluídos 100% da instalação de divisórias mencionadas em P-.... ;
concluídas as ligações definitivas de água, esgoto, águas pluviais, energia e telefone, bem como
efetuados os testes das instalações;
11. concluídos 60% da lustração e enceramento;
12. concluídos 30% da limpeza geral da obra;
13. concluídos 100% da colocação de persianas horizontais;
14. concluídos 100% da pavimentação em ladrilhos hidráulicos mencionados em P-....; inclusive guias e
sarjetas;
15. concluídos 100% da pavimentação (escadas, rodapés etc.) em granito mencionada em P-.... ;
16. concluído o revestimento especial mencionado em P-.... ,
17. concluídos os balcões do expediente e de entrega de baús, mencionados em P-....; inclusive
ferragens;
18. concluído o assentamento do mastro e da programação visual externa;
19. concluído o assentamento dos extintores de incêndio;
20. colocado o capacho;
21. verificada e testada a estanqueidade das caixilharias;
22. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
23. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima oitava parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
executados 100% da limpeza geral e verificação final da obra;
executados 100% da lustração e enceramento;
apresentados os desenhos de projetos atualizados;
entregue ao proprietário o habite-se das autoridades competentes;
efetuada a vistoria final pelo Corpo de Bombeiros e apresentado o comprovante da aprovação das
instalações de combate a incêndio, se for o caso;
6.
entregues os certificados de garantia das impermeabilizações, das máquinas e instalações de ar
condicionado, da pavimentação em plurigoma e demais materiais e equipamentos sujeitos a garantias,
atendendo às especificações contratuais;
7.
entregue a chave mestra da obra (sistema omecha);
8.
efetuados os testes finais de funcionamento das instalações de ar condicionado;
9.
efetuados os testes finais da subestação transformadora;
10. concluídos os arremates e acabamentos finais;
11. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
12. administração, limpeza e consumos permanentes da obra;
===================================================================================
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===================================================================================
13.
firmado o Termo de Recebimento Provisório da obra e serviços contratados.
===================================================================================
BANCO DO BRASIL
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CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
===================================================================================
ANEXO 11
=====================================================================
MINUTA DE CARTA-PROPOSTA
(UTILIZAR PAPEL TIMBRADO DA CONCORRENTE)
=====================================================================
Ao
BANCO DO BRASIL S.A.
CARTA-PROPOSTA – TOMADA DE PREÇOS N° 2009/11189 (7422) – CENTRO DE SERVIÇOS
DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO
1.
OBJETO: Reforma para Relocalização da Agência Belford Roxo RJ
2.
DEPENDÊNCIA / LOCAL DE EXECUÇÃO DO SERVIÇO: Agência Belford Roxo RJ- av.
Benjamim Pinto Dias, 1762 - Centro.
3.
PRAZO GLOBAL DE EXECUÇÃO DA OBRA: 90 (noventa) dias.
4.
PREÇO GLOBAL:
R$____________________(________________________________________________)
4.1
O preço global está dividido em 03 (três) prestações, com 30 (trinta) dias entre elas.
4.2
Nos preços propostos estão inclusos todos os impostos, inclusive o ISS, bem como quaisquer
outros impostos incidentes sobre o serviço.
5.
PAGAMENTO: Cada prestação do valor global somente será paga após satisfeitas as condições a
ela correspondentes, constantes do cronograma descritivo e físico-financeiro a serem apresentados pela
firma vencedora, exceto por problemas, que não tenham sido causados pelo Banco, que impeçam o
cumprimento do prazo previsto para o aceite, quando serão descontadas as eventuais multas devidas
6.
GARANTIA: 5% do valor do contrato.
7.
VALIDADE DA PROPOSTA: ............ (no mínimo 60 dias a partir da data de abertura do envelope
"PROPOSTA").
08.
ANEXOS OBRIGATÓRIOS: Formulário Orçamento Detalhado Resumo e Demonstrativo Orçamento
Detalhado (formalizado pela Concorrente em papel timbrado) em acordo com o item 12.3 do Edital
11.
IDENTIFICAÇÃO DO LICITANTE:
RAZÃO SOCIAL:
CNPJ:
ENDEREÇO:
TELEFONE:
FAX:
E-MAIL:
AGÊNCIA E N° DA CONTA CORRENTE NO BANCO DO BRASIL:
Rio de Janeiro(RJ),
______________________________________
assinatura e carimbo do proponente
===================================================================================
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CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
===================================================================================
ANEXO 12
===================================================================================
MINUTA DE PROCURAÇÃO
===================================================================================
OUTORGANTE: (nome, endereço, razão social etc)
OUTORGADO: (nome e qualificação do representante)
OBJETO:
representar a outorgante perante o Banco do Brasil S.A., no curso da TOMADA DE
PREÇOS OU CONCORRÊNCIA nº ....... que se realizará no ......... (Nome e endereço da
dependência)
PODERES:
retirar editais, apresentar documentação e proposta, participar de sessões públicas de
habilitação e julgamento da documentação e das propostas, assinar as respectivas atas,
registrar ocorrências, formular impugnações, interpor recursos, renunciar ao direito de
recursos, bem como assinar todos e quaisquer documentos indispensáveis ao bom e fiel
cumprimento do presente mandato.
LOCAL E DATA
ASSINATURA
OBS.: a presente procuração deverá ser assinada por representante legal do concorrente, com firma
reconhecida em cartório
===================================================================================
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===================================================================================
ANEXO 13
===================================================================================
MINUTA DE CONTRATO
===================================================================================
CONTRATO 20097422XXXX DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (MATERIAL E MÃO-DEOBRA) DECORRENTE DA TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/11189 (7422), REALIZADA EM
CONFORMIDADE COM A LEI N. 8.666, DE 21.06.93, A LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE
14.12.2006, O DECRETO Nº 6.204, DE 05.09.2007 E O REGULAMENTO DE LICITAÇÕES DO
BANCO DO BRASIL, PUBLICADO NO D.O.U. EM 24.06.96, QUE ENTRE SI FAZEM NESTA E
MELHOR FORMA DE DIREITO, DE UM LADO, O BANCO DO BRASIL S.A., SOCIEDADE DE
ECONOMIA MISTA, COM SEDE EM BRASÍLIA (DF), INSCRITO NO CADASTRO NACIONAL DE
PESSOA JURÍDICA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA SOB O NÚMERO 00.000.000/5834-30,
ADIANTE DENOMINADO CONTRATANTE, NESTE ATO REPRESENTADO PELOS
ADMINISTRADORES
DA DIRETORIA DE LOGÍSTICA – CENTRO DE SERVIÇOS DE
LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO – CSL RIO, AO FINAL QUALIFICADOS E, DO OUTRO LADO, A
EMPRESA.......................................... (DENOMINAÇÃO OU RAZÃO SOCIAL, ENDEREÇO E
CNPJ DA EMPRESA), NESTE ATO REPRESENTADA PELO(S) SR.(S) .............................
(NOME, CARTEIRA DE IDENTIDADE, CPF E QUALIFICAÇÃO - DIRETORES, COTISTAS
INGERENTES, PROCURADORES - DO(S) REPRESENTANTE(S)), ADIANTE DENOMINADA
CONTRATADA, CONSOANTE AS CLÁUSULAS ABAIXO. O PRESENTE CONTRATO TEVE
SUA MINUTA-PADRÃO APROVADA PELO PARECER COJUR/CONSU Nº 13.884, DE
03.02.2003 E NOTA JURÍDICA COJUR/CONSU Nº 4.436, DE 01.07.2004, PARECER JURÍDICO
DIJUR - COJUR/CONSU nº 14722 de 05.05.2005:
OBJETO
CLÁUSULA PRIMEIRA - O presente Contrato tem por objeto a reforma, no regime de
EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (MATERIAL E MÃO-DE-OBRA), a ser feita pela
CONTRATADA no imóvel, na cidade de Belford Roxo RJ, e que assim se descreve e
caracteriza: Reforma para Relocalização da Agência Belford Roxo RJ – av. Benjamim Pinto
Dias, 1762 - Centro.
Parágrafo Primeiro – A CONTRATADA se obriga a efetuar a matrícula reforma no CADASTRO
ESPECÍFICO DO INSS – CEI, dentro do prazo previsto na legislação, além de se responsabilizar
por todos os procedimentos decorrentes, na forma das instruções do INSS.
Parágrafo Segundo - Os serviços serão prestados diretamente pela CONTRATADA, vedada a
cessão ou transferência, total ou parcial. A subcontratação somente será admitida na situação
prevista na Cláusula Décima Quarta deste Contrato.
Parágrafo Terceiro - A critério do CONTRATANTE, o presente Contrato poderá sofrer acréscimos
de até 50% (cinqüenta por cento) e supressões de até 25% (vinte e cinco por cento). Mediante
acordo entre as partes, as supressões poderão exceder o percentual de 25% (vinte e cinco por
cento) estabelecido neste parágrafo.
CLÁUSULA SEGUNDA - A CONTRATADA deverá observar rigorosamente as normas técnicas
em vigor, as plantas, os projetos e demais documentos fornecidos pelo CONTRATANTE e
aprovados pelas autoridades competentes e as cláusulas deste Contrato.
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Parágrafo Único - Para todos os efeitos, fazem parte integrante deste Contrato e como se nele
transcritos estivessem, os documentos a seguir mencionados:
a)
Edital de Licitação;
b)
Caderno de Encargos - Parte IV (Especificações de Serviços);
c)
Projetos:
d)
Cronogramas Físico-Financeiro e Descritivo da obra;
e)
Norma para Reajuste de Preços de Contratos, contida no Decreto no 1.054, de 07.02.94, e
demais disposições complementares; e
f)
Caderno Geral de Encargos (CGE) - Edição 1995, Partes I, II e III, de pleno conhecimento
das partes, e integralmente registrado e arquivado em microfilme no Cartório de Títulos e
Documentos do 2o Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504.
Discrepâncias, Prioridades e Interpretação
CLÁUSULA TERCEIRA - Para efeito de interpretação de divergências entre os documentos
contratuais, fica estabelecido que:
a)
em caso de divergência entre o contido em uma Especificação de Materiais e Equipamentos
- “E” ou Procedimentos - “P” e o Caderno de Encargos - Parte IV (Especificações de
Serviços), prevalecerá sempre este último;
b)
em caso de divergência entre o Caderno de Encargos - Parte IV (Especificações de
Serviços) e os desenhos do projeto arquitetônico, prevalecerá sempre o primeiro;
c)
em caso de divergência entre o Caderno de Encargos - Parte IV (Especificações de
Serviços) e os desenhos especializados - estrutural e instalações - prevalecerão sempre os
últimos;
d)
em caso de divergência entre as cotas dos desenhos e suas dimensões, medidas em escala, a
FISCALIZAÇÃO, sob consulta prévia, definirá a dimensão correta;
e)
em caso de divergência entre os desenhos de escalas diferentes, prevalecerão sempre os
de maior escala;
f)
em caso de divergência entre os desenhos de datas diferentes, prevalecerão sempre os
mais recentes;
g)
em caso de dúvida quanto à interpretação dos desenhos, das normas “G”, “E” e “P” do
Caderno de Encargos - Parte IV (Especificações de Serviços) ou do Edital de Licitação, será
consultado o CONTRATANTE;
h)
em caso de divergência entre o projeto arquitetônico e os projetos especializados (estrutural
e instalações), prevalecerão os projetos especializados.
Parágrafo Único – Para fins do presente contrato, a FISCALIZAÇÃO será composta por equipe de
funcionários integrantes do Núcleo de Engenharia do CONTRATANTE, credenciados para
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atuarem junto à CONTRATADA, com autoridade para exercer, em nome do CONTRATANTE,
toda e qualquer ação de orientação geral, controle e fiscalização das obras e serviços,
responsáveis por zelar pela boa execução de todos os serviços contratados, observando o
cumprimento de todos os dispositivos contratuais.
RECEBIMENTO DAS OBRAS
Recebimento Provisório
CLÁUSULA QUARTA - Quando as obras e serviços contratados ficarem integralmente
concluídos, de perfeito acordo com o previsto neste Contrato, será lavrado um Termo de
Recebimento Provisório, em 3 (três) vias de igual teor, todas elas assinadas por um representante
do CONTRATANTE e pelo representante legal da CONTRATADA.
Parágrafo Primeiro - As duas primeiras vias ficarão em poder do CONTRATANTE, destinando-se
a terceira à CONTRATADA.
Parágrafo Segundo - Quando houver interesse do CONTRATANTE, a ocupação total ou parcial
do imóvel poderá efetuar-se antes do Recebimento Provisório.
Parágrafo Terceiro - O Recebimento Provisório somente ocorrerá após satisfeitas as seguintes
condições:
a)
entrega do “HABITE-SE” da obra, quando exigido pela autoridade local;
b)
entrega ao CONTRATANTE de todos os projetos atualizados (“AS BUILT”);
c)
conclusão dos Serviços Extraordinários, feitas as Apropriações e efetuados os respectivos
pagamentos; e
d)
fornecimento, quando for o caso, dos documentos abaixo relacionados, conforme descrito no
Caderno Geral de Encargos e Caderno de Encargos - Parte IV ou Especificações de
Serviços:
I - certificados de aprovação de instalações e/ou equipamentos por parte de órgãos fiscais do
Governo;
II - certificados de garantia de serviços, materiais e/ou equipamentos;
III - compromisso de manutenção gratuita; e
IV - Manuais de Operação e Manutenção de Máquinas, Instalações e Equipamentos.
Recebimento Definitivo
CLÁUSULA QUINTA - O Termo de Recebimento Definitivo das obras e serviços contratados será
lavrado 60 (sessenta) dias após o Recebimento Provisório, quando deverão ter sido satisfeitas as
condições a seguir:
a)
atendidas todas as reclamações da FISCALIZAÇÃO, referentes a defeitos ou imperfeições
apontados ou que venham a ser verificados em qualquer elemento das obras e serviços
executados;
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b)
solucionadas todas as reclamações, porventura feitas, quanto à falta de pagamento a
operários ou fornecedores de materiais e prestadores de serviço empregados na obra; e
c)
entregue a Certidão Negativa de Débito (CND) para averbação da obra, emitida diretamente
pela agência do INSS.
Parágrafo Primeiro - Findo esse prazo, para sanar os defeitos e imperfeições não corrigidos
tempestivamente pela CONTRATADA, o CONTRATANTE poderá utilizar-se das garantias
referidas na Cláusula Trigésima deste Contrato, não desconsideradas as demais medidas
administrativas punitivas passíveis de adoção pelo CONTRATANTE.
Parágrafo Segundo - O Termo de Recebimento Definitivo será passado no mesmo número de
vias, assinado e distribuído de forma idêntica à estabelecida para o Recebimento Provisório. Após
a assinatura do mesmo, o saldo das garantias contratuais será devolvido à CONTRATADA.
PRAZOS DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS
CLÁUSULA SEXTA - O prazo global para execução de todas as obras e serviços é de 90
(noventa) dias corridos a contar da data de início dos trabalhos.
Parágrafo Primeiro - A CONTRATADA executará todas as obras e serviços convencionados
dentro do prazo global fixado, obrigando-se a entregar, ao término desse prazo, ditos serviços e
obras inteiramente concluídos e com as licenças porventura exigidas pelas autoridades
competentes.
Parágrafo Segundo - As obras e serviços deverão ser iniciados dentro do prazo de 05 (cinco)
dias corridos, a contar do dia imediatamente posterior à data da assinatura deste Contrato.
Parágrafo Terceiro - Para efeito de contagem do prazo global, as obras e serviços serão
considerados concluídos na data do Recebimento Provisório previsto na Cláusula Quarta deste
Contrato.
PREÇO
CLÁUSULA SÉTIMA - O preço global inicial para a execução das obras e serviços é de R$ .........
(...por extenso), dividido em 03 (três) parcelas, calculado o valor de cada uma delas na base de
percentual sobre o preço global, conforme a seguir. Cada parcela do preço só será paga após
satisfeitas as condições a ela correspondentes, constantes nos cronogramas físico-financeiro e
descritivo:
Nº PARCELA
PERCENTUAL
01
02
ÚLTIMA
%
%
%
VALOR (R$)
DATA-LIMITE
PARA
CONCLUSÃO DA ETAPA
DD.MM.AA
DD.MM.AA
DD.MM.AA
Parágrafo Primeiro – O valor total do MATERIAL (E/OU EQUIPAMENTO) a ser utilizado na
reforma correspondente a R$ ....................., conforme CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO E
DESCRITIVO DA OBRA, assim discriminados:
Nº PARCELA
MATERIAL
EQUIPAMENTO
VALOR TOTAL
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01
02
ÚLTIMA
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
R$
Parágrafo Segundo - Quaisquer tributos, encargos ou obrigações legais criados, alterados,
extintos, acrescidos ou reduzidos que se reflitam, comprovadamente, nos preços contratados,
implicarão revisão destes para mais ou para menos, conforme o caso.
PAGAMENTO
CLÁUSULA OITAVA - O pagamento será creditado em conta-corrente mantida pela
CONTRATADA no Banco do Brasil S.A., no prazo máximo de 10 (dez) dias corridos, contados a
partir da data da aferição do adimplemento das obrigações contratuais e mediante apresentação
formal dos respectivos documentos de cobrança previstos na Cláusula Décima deste Contrato.
Parágrafo Primeiro - As despesas estão previstas no orçamento do Banco, nos itens:
Imóveis de Uso - Reforma e Equipamentos Incorporados;Acessibilidade.
CLÁUSULA NONA - Por ocasião do pagamento das parcelas estabelecidas na Cláusula Sétima
deste Contrato e de eventuais Serviços Extraordinários, a CONTRATADA deverá anexar à nota
fiscal/fatura os seguintes comprovantes de regularidade:
a) dos recolhimentos ao INSS relativos à retenção de 11% incidente sobre os valores dos
serviços subcontratados (GPS, GFIP e nota fiscal/fatura ou recibo da prestação dos
serviços da subempreiteira), na forma das instruções do INSS, exigíveis até a data de
apresentação da cobrança.
Parágrafo Primeiro - Os documentos comprobatórios da matrícula da obra no INSS, dos
recolhimentos ao INSS relativos aos serviços subcontratados e do FGTS serão emitidos única e
exclusivamente para esta obra, não se admitindo, em hipótese alguma, a inclusão de outras
contratações, mesmo que pactuadas com o próprio CONTRATANTE.
Parágrafo Segundo – A CONTRATADA deverá apresentar ao CONTRATANTE, mensalmente e
até o dia 10 de cada mês, cópia da GFIP – Guia de Recolhimento de FGTS e Informações à
Previdência Social – específica para a obra, identificada pela matrícula CEI, com comprovante de
entrega na rede bancária autorizada e correspondente à competência de recolhimento vencida
imediatamente anterior. A GFIP deverá estar acompanhada do RE (Relatório dos trabalhadores),
que relaciona todos os empregados da CONTRATADA encarregados da execução dos serviços.
Parágrafo Terceiro – Exceto a GFIP, os documentos exigidos neste Contrato deverão ser
apresentados no original, em cópia autenticada por cartório ou por publicação em órgão da
imprensa oficial. A autenticação poderá ser feita, ainda, mediante cotejo da cópia com o original,
por funcionário do CONTRATANTE devidamente identificado.
Parágrafo Quarto – O CONTRATANTE efetuará a retenção e o recolhimento de tributos, quando
a legislação assim exigir.
Parágrafo Quinto – O CONTRATANTE se reserva o direito de rescindir administrativamente o
contrato quando a CONTRATADA não apresentar os documentos relacionados nesta cláusula.
CLÁUSULA DÉCIMA - Para efeito de cobrança de valores contratuais, a CONTRATADA deverá
encaminhar correspondência, anexando o documento de cobrança adequado (nota fiscal, fatura,
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nota-fiscal-fatura ou recibo), discriminando todas as importâncias devidas. Deverão ser emitidos
documentos de cobrança distintos para as parcelas deste Contrato e para as parcelas relativas a
cada Serviço Extraordinário eventualmente contratado. Eventuais deduções relativas às
Apropriações (SUPRESSÕES) serão registradas/deduzidas no documento de cobrança relativo à
parcela onde o serviço suprimido deveria ser originalmente cobrado.
Parágrafo Primeiro – A nota fiscal/fatura ou recibo deverá conter:
a) informação quanto à agência e número da conta corrente da CONTRATADA, para depósito;
b) o número do Contrato, o objeto contratual, a etapa da reforma e o período em que foi
realizada;
c) a matrícula no CADASTRO ESPECÍFICO DO INSS – CEI e o endereço da reforma, na forma
das instruções do INSS.
Parágrafo Segundo – A emissão e apresentação da fatura pela CONTRATADA somente deverá
ocorrer após autorização expressa do CONTRATANTE, seja por intermédio de Ordem de Serviço
ou mediante correspondência informando o cumprimento da etapa contratual. A data desta
“autorização expressa” será considerada como a da aferição do adimplemento das obrigações
contratuais, mencionada na Cláusula Oitava deste contrato.
Parágrafo Terceiro - Os documentos de cobrança deverão ser emitidos em nome do Banco do
Brasil S.A. - Agência Belford Roxo RJ – CNPJ: 00.000.000/2453-80 – endereço: av. Benjamim
Pinto Dias, 1762 - Centro, e apresentadas para pagamento no Centro de Serviços de Logística
Rio de janeiro – Rua Barão de São Francisco, 177 – Bloco 4 – 2º Andar – Andaraí – Rio de
Janeiro - RJ, acompanhadas dos documentos relacionados na Cláusula Nona deste Contrato.
Parágrafo Quarto - Constatando o CONTRATANTE qualquer divergência ou irregularidade no
documento de cobrança (nota fiscal, fatura, nota fiscal-fatura ou recibo), este será devolvido à
CONTRATADA em, no máximo, 2 (dois) dias úteis, a contar da apresentação, para as devidas
correções. Neste caso, o CONTRATANTE terá o prazo mínimo de 3 (três) dias úteis, a contar da
data da reapresentação do documento, para efetuar o pagamento.
CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - Os Serviços Extraordinários (acréscimos) serão orçados em
moeda corrente com valores da época da sua proposta, a preços de mercado, e os pagamentos
serão processados mediante apresentação das faturas ao CONTRATANTE, após atestada a
conclusão dos mesmos pela FISCALIZAÇÃO e antes do Recebimento Provisório previsto na
cláusula quarta deste Contrato.
CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - As apropriações pelo CONTRATANTE dos valores referentes
às supressões ou diminuições quantitativas do objeto deste Contrato, realizadas em virtude de
modificação do projeto ou das especificações, para melhor adequação técnica aos seus objetivos,
serão realizadas por ocasião do pagamento das respectivas parcelas, ou quando do acerto dos
Serviços Extraordinários, a preços de mercado.
SERVIÇOS EXTRAORDINÁRIOS
CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA - Na hipótese de virem a ser necessários serviços não previstos
ou modificações, nos projetos e/ou especificações fornecidos pelo CONTRATANTE, a
CONTRATADA só poderá fazê-los mediante prévia autorização, por escrito do CONTRATANTE
dentro dos limites previstos no Parágrafo Terceiro da Cláusula Primeira deste Contrato.
Parágrafo Primeiro - Os acréscimos e/ou modificações serão objeto de “orçamento/proposta” a
ser submetido pela CONTRATADA, para exame e aprovação do CONTRATANTE, onde deverão
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constar, além dos custos diretos dos serviços, todas as despesas indiretas incidentes, tais como:
repouso remunerado da mão-de-obra, encargos sociais, despesas legais, seguros, administração,
benefícios etc.
Parágrafo Segundo - A forma e apresentação do “orçamento/proposta” serão estabelecidas de
comum acordo entre as partes, devendo, contudo, constar da citada documentação o seguinte:
prazo de execução, forma de pagamento, forma de reajustamento (se for o caso), unidades,
quantidades, valores unitários e totais.
SUBCONTRATAÇÃO
CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - A CONTRATADA poderá subcontratar obras e serviços, que, por
sua especialização, requeiram o emprego de firmas ou profissionais especialmente habilitados ou
autorizados pelo fabricante, como por exemplo: estrutura, ar condicionado, transporte vertical,
instalações hidrossanitárias, instalações elétricas (inclusive lógica e telefonia), impermeabilização,
serralharia, vidraçaria e restaurações, sempre em comum acordo com a FISCALIZAÇÃO.
Parágrafo Primeiro - O CONTRATANTE não admitirá a subcontratação de obras, fornecimentos e
serviços com empresa que possua em seu quadro funcionário de qualquer CSL, da Gerência de
Patrimônio Arquitetura e Engenharia - GEPAE, ou membro da Administração do CONTRATANTE
como dirigente, acionista detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto
ou acionista controlador ou responsável técnico.
Parágrafo Segundo - A(s) subcontratação(ões) de serviço(s) especializado(s) permitidos no
“caput” desta cláusula, somente será(ão) admitida(s) com empresa(s) que comprove(m)
capacidade técnica compatível com a do objeto a executar. Para tanto, a(s) subcontratação(ões)
deverá(ão) ser previamente submetidas ao CONTRATANTE pela CONTRATADA, atendendo ao
seguinte:
I - Apresentar documento, no prazo máximo de 10(dez) dias depois da assinatura deste
instrumento, indicando a(s) empresa(s) que será(ão) subcontratada(s) para a execução
do(s) serviço(s) especializado(s). Tal documento deverá discriminar o(s) nome(s) da(s)
empresa(s), endereço(s), CNPJ e o(s) serviço(s) que será(ão) a ela(s) subcontratado(s);
II - Demonstrar de que a(s) empresa(s) a ser(em) subcontratada(s) possui(em), em seu
quadro de pessoal, profissional(is) de nível superior detentor(es) de acervo técnico por
execução de obra ou serviço de características semelhantes àquelas do serviço a
subcontratar. A demonstração se dará mediante a apresentação de cópia autenticada de
documentos como: Carteira de Trabalho ou Livro de Registro de Empregados ou Contrato
de Prestação de Serviços, assinado pela empresa subcontratada, cuja duração seja, no
mínimo, suficiente para a execução do objeto licitado ou Contrato Social, em caso de Sócio
da empresa subcontratada;
III - A comprovação da qualificação técnica exigida se dará pela apresentação de um ou
mais atestados fornecido(s) por pessoas jurídicas de direito público ou privado,
acompanhado(s) da(s) respectiva(s) Certidão(ões) de Acervo Técnico - C.A.T., emitida(s)
pelo CREA, desde que atendam as exigências de cada tipo de serviço, admitindo-se a
Certidão de Acervo Técnico de obra específica, expedida pelo CREA. A substituição de
quaisquer desses profissionais só será admitida, em qualquer tempo, por outro(s) que
detenha(m) as mesmas qualificações exigidas e por motivos relevantes, justificáveis pela
CONTRATADA, sob avaliação do BANCO.
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Parágrafo Terceiro - A FISCALIZAÇÃO analisará caso a caso as empresas ou profissionais
apresentados pela CONTRATADA e as autorizará por escrito. Eventuais recusas a nomes de
empresas serão devidamente justificadas pela FISCALIZAÇÃO.
Parágrafo Quarto - As empresas e profissionais indicados em conformidade com o Parágrafo
Segundo serão os Responsáveis Técnicos-RT pelos serviços relativos às parcelas da obra para
as quais tiverem sido subcontratados, devendo providenciar, ao início do serviço, o recolhimento
de ART (referente ao contrato firmado entre CONTRATADA e SUBCONTRATADA e em nome do
profissional responsável pela execução) junto ao CREA e apresentar cópias ao CONTRATADO,
que as repassará ao CONTRATANTE.
Parágrafo Quinto - Os serviços subcontratados, caso não satisfaçam os PROJETOS e/ou as
especificações, serão impugnados pela FISCALIZAÇÃO, cabendo à CONTRATADA todo o ônus
decorrente de sua reexecução direta ou por empresa devidamente qualificada, capacitada e de
reconhecida idoneidade.
Parágrafo Sexto - Os serviços a cargo de diferentes firmas subcontratadas serão coordenados
pela CONTRATADA, de modo a proporcionar o andamento harmonioso da obra, em seu
conjunto, permanecendo sob sua inteira responsabilidade o cumprimento das obrigações
contratuais.
ENSAIOS E PROVAS
CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - A boa qualidade e perfeita eficiência dos materiais, trabalhos e
instalações - como condição prévia e indispensável do reconhecimento dos serviços - serão,
sempre que necessário, submetidos à verificação, ensaios e provas para tal fim aconselháveis, a
cargo da CONTRATADA.
CLÁUSULAS GERAIS
CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - Cumprirá à CONTRATADA, por sua conta e exclusiva
responsabilidade:
a)
obter todas as licenças, autorizações e franquias necessárias à execução dos serviços
contratados, pagando os emolumentos prescritos por lei;
b)
observar as leis, regulamentos e posturas edílicas referentes à obra e à segurança pública,
bem como às normas técnicas da ABNT e exigências do CREA local, especialmente no que
se refere ao recolhimento das ART (referentes a esta contratação e em nome do profissional
responsável pela execução/direção da obra e do engenheiro residente) e à colocação de
placas contendo o(s) nome(s) do(s) responsável(eis) técnico(s) pela execução das obras e
do(s) autor(es) do(s) PROJETO(S);
c)
pagar, rigorosamente em dia, os salários dos empregados e, na obra, as contribuições
previdenciárias, do FGTS, as despesas decorrentes de leis trabalhistas e outros encargos
sociais, o Imposto Sobre Serviços (ISS) quando o recolhimento não couber ao
CONTRATANTE segundo a legislação municipal, as despesas de consumo de água, luz,
força e energia que digam respeito diretamente às obras e serviços contratados, os tributos,
emolumentos e quaisquer outras despesas incidentes sobre o Contrato;
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d)
acatar as exigências dos Poderes Públicos e pagar, as suas expensas, as multas que lhe
sejam impostas pelas autoridades;
e)
efetuar a retenção de 11% referente à contribuição previdenciária incidente sobre os serviços
subcontratados, na forma das instruções normativas do INSS, apresentando os documentos
probatórios ao CONTRATANTE;
f)
obter da(s) firma(s) subcontratada(s) os comprovantes de recolhimentos de ART relativos ao
registro do contrato entre CONTRATADA e SUBCONTRATADA e execução dos serviços
subcontratados.
Parágrafo Primeiro - A inadimplência da CONTRATADA, com referência aos encargos
mencionados nesta cláusula, não transfere ao CONTRATANTE a responsabilidade por seu
pagamento. Caso venha o CONTRATANTE a satisfazê-los ser-lhe-á assegurado direito de
regresso, sendo os valores pagos atualizados financeiramente, desde a data em que tiverem sido
pagos pelo CONTRATANTE até aquela em que ocorrer o ressarcimento pela CONTRATADA.
Parágrafo Segundo - O CONTRATANTE poderá exigir, a qualquer momento, a comprovação do
cumprimento das obrigações mencionadas no "caput" desta Cláusula.
Parágrafo Terceiro - A CONTRATADA se obriga a manter, durante a vigência do contrato, todas
as condições de habilitação exigidas na contratação. Assume, ainda, a obrigação de apresentar,
no término do prazo de validade de cada documento, os seguintes comprovantes devidamente
atualizados:
a) prova de regularidade para com a Fazenda Federal, Estadual e Municipal do domicílio ou
sede da CONTRATADA, compreendendo a Certidão de Quitação de Tributos e a Certidão
Quanto a Dívida Ativa - ou outras equivalentes, na forma da lei - expedidas, em cada
esfera de governo, pelo órgão competente;
a) prova de regularidade perante o INSS - Instituto Nacional de Seguro Social, mediante
apresentação da CND - Certidão Negativa de Débito;
b) prova de regularidade perante o FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de Serviço,
mediante apresentação do CRF - Certificado de Regularidade de Fundo de Garantia,
fornecido pela Caixa Econômica Federal.
Parágrafo Quarto – Além dos documentos relacionados no parágrafo terceiro desta cláusula, a
CONTRATADA deverá apresentar ao CONTRATANTE os seguintes documentos:
a)
trimestralmente: certidão de débito salarial e certidão de infrações trabalhistas emitidas
pelas Delegacias Regionais do Trabalho da jurisdição onde os serviços são prestados, na
forma da Instrução Normativa nº 27, de 27.02.2002;
b) anualmente: balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício social, já
exigíveis e apresentados na forma da lei e nos mesmos moldes exigidos quando da
licitação.
Parágrafo Quinto - A CONTRATADA estará dispensada de anexar os comprovantes de
Regularidade para com a Fazenda Federal, Estadual e Municipal, da CND e do CRF - Certificado
de Regularidade de FGTS, caso mantenha a referida documentação atualizada no Sistema
SICAF, para verificação “on-line” por ocasião do pagamento.
Parágrafo Sexto – Os documentos exigidos neste Contrato deverão ser apresentados na forma
exigida no Parágrafo Terceiro da Cláusula Nona.
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Parágrafo Sétimo – O CONTRATANTE se reserva o direito de rescindir administrativamente o
contrato quando a CONTRATADA não comprovar sua regularidade de situação, na forma descrita
nesta Cláusula.
CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA - A CONTRATADA responderá pessoal, direta e exclusivamente
pelas reparações decorrentes de acidentes de trabalho na execução dos serviços contratados,
uso indevido de marcas e patentes e danos pessoais ou materiais causados ao CONTRATANTE
ou a terceiros, mesmo que ocorridos na via pública. Responsabiliza-se, igualmente, pela
integridade da obra, respondendo pela destruição ou danificação de qualquer de seus elementos,
seja resultante de ato de terceiros, caso fortuito ou força maior.
Parágrafo Primeiro - Para garantir os riscos de danos pessoais e materiais, inclusive os ocorridos
na via pública, durante a execução dos trabalhos e até o recebimento provisório, o
CONTRATANTE fará, sem ônus para a CONTRATADA e em nome desta, Seguro de
Responsabilidade Civil, corrigido pela variação do IDTR (índice instituído e divulgado pela
SUSEP), respeitadas as disposições legais. Na hipótese de atraso na conclusão da obra, por
responsabilidade exclusiva da CONTRATADA, o CONTRATANTE poderá renovar o referido
seguro, pelo prazo necessário a sua conclusão e, desta feita, debitará à CONTRATADA o valor
correspondente às despesas.
Parágrafo Segundo - Igualmente fica a CONTRATADA responsável por todas as avarias e danos
cobertos pelo Seguro de Riscos de Engenharia. Em caso de opção por este seguro, deverá a
CONTRATADA fazê-lo através de seguradora credenciada no IRB, de sua livre escolha, sob
orientação do CONTRATANTE.
Parágrafo Terceiro - O seguro de riscos contra fogo, inclusive o celeste, será feito diretamente
pelo CONTRATANTE, segundo suas normas internas, sem ônus para a CONTRATADA.
CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA - Os contatos entre o CONTRATANTE e a CONTRATADA serão
mantidos por intermédio da FISCALIZAÇÃO.
Parágrafo Primeiro - Todas as Ordens de Serviço ou Comunicações entre a FISCALIZAÇÃO e
a CONTRATADA, serão transmitidas por escrito, em 3 (três) vias, uma das quais ficará em poder
do emitente depois de visada pelo destinatário. Cópia das ditas Ordens de Serviço e
Comunicações deverão ficar arquivadas no canteiro da obra.
Parágrafo Segundo - A CONTRATADA deverá facilitar à FISCALIZAÇÃO a vistoria às obras e
serviços pactuados, bem como a verificação de materiais/equipamentos destinados à empreitada,
em oficinas, depósitos, armazéns ou dependências onde se encontrem, mesmo que de
propriedade de terceiros.
Parágrafo Terceiro - À FISCALIZAÇÃO é assegurado o direito de ordenar a suspensão das obras
e serviços, sem prejuízo das penalidades a que ficar sujeita a CONTRATADA e sem que esta
tenha direito à indenização, no caso de não ser atendida, dentro de 48 (quarenta e oito) horas a
contar da entrega da Ordem de Serviço correspondente, qualquer reclamação sobre defeito em
serviço executado ou em material/equipamento adquirido.
Parágrafo Quarto - A CONTRATADA deverá retirar da obra, imediatamente após o recebimento
da Ordem de Serviço correspondente, qualquer empregado seu ou de terceiros que, a critério da
FISCALIZAÇÃO, venha demonstrar conduta nociva, incapacidade técnica ou mantiver atitude
hostil para com os prepostos do CONTRATANTE.
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CLÁUSULA DÉCIMA NONA - O Responsável Técnico da CONTRATADA, apresentado durante a
fase de habilitação da empresa, assumirá as responsabilidades legais pela DIREÇÃO da obra,
obrigando-se a comparecer quinzenalmente ao canteiro de obra ou sempre que solicitado pela
FISCALIZAÇÃO e quantas vezes seja necessária sua presença para garantir qualidade e
celeridade ao objeto contratado.
Parágrafo Primeiro - Para a perfeita execução e completo acabamento das obras e serviços, a
CONTRATADA deverá, sob as responsabilidades legais vigentes, manter na obra, em horário
integral, engenheiro residente com experiência comprovada em obras de complexidade
compatível com o objeto contratual, a fim de garantir toda assistência técnico-administrativa
necessária ao conveniente andamento dos trabalhos. Este profissional será o Responsável
Técnico pela EXECUÇÃO da obra.
Parágrafo Segundo - Antes do início das obras, a CONTRATADA deverá submeter ao
CONTRATANTE, o nome do profissional referido no Parágrafo Primeiro desta Cláusula,
juntamente com a documentação comprobatória da aptidão exigida.
CLÁUSULA VIGÉSIMA - Para as obras e serviços que forem ajustados, caberá à CONTRATADA
fornecer e conservar pelo período que for necessário, equipamento e ferramental adequado e a
contratar mão-de-obra idônea, de modo a reunir permanentemente em serviço, uma equipe
homogênea e suficiente de operários, mestres e encarregados que possa assegurar o progresso
satisfatório das obras.
CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA – Deverá o CONTRATANTE exigir da CONTRATADA o
cumprimento das Normas Regulamentares do Ministério do Trabalho e Emprego e as Instruções
Normativas do INSS/DC, em especial as Instruções Normativas n.º 118, de 14.04.2005 e
MPS/SRP nº 03, de 14.07.2005, no que couber, colocando à disposição da Delegacia Regional do
Trabalho e Emprego e à fiscalização do INSS, no mínimo o cumprimento das seguintes normas:
a)
b)
c)
d)
e)
NR-5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, mediante a apresentação da
documentação da CIPA constituída, do treinamento dos componentes ou, se for o caso, do
representante pelo cumprimento da norma e seu treinamento;
NR-6 – Equipamento de Proteção Individual: apresentando a relação dos EPI utilizados e
comprovante de recebimento pelos empregados;
NR-7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional: com a apresentação do
PCMSO assinado por médico do trabalho e os exames médicos obrigatórios;
NR-9 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – ou LTCAT – Laudo Técnico de
Condições Ambientais do Trabalho (assinado por engenheiro de segurança do trabalho com
registro no CREA), atualizados pelo menos uma vez ao ano ou no caso de alteração no
ambiente de trabalho ou em sua organização;
NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção: mediante
apresentação do PCMAT - Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na
Indústria da Construção – com ART registrada no CREA, assinada por engenheiro de
segurança do trabalho, atualizado pelo menos uma vez ao ano ou no caso de alteração no
ambiente de trabalho ou em sua organização.
CLÁUSULA VIGÉSIMA SEGUNDA - A CONTRATADA se obriga a informar ao CONTRATANTE,
no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, qualquer alteração social ou modificação da finalidade ou
da estrutura da empresa.
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CLÁUSULA VIGÉSIMA TERCEIRA - Na hipótese de fusão, cisão, incorporação ou associação da
CONTRATADA com outrem, o CONTRATANTE reserva-se o direito de rescindir o Contrato, ou
continuar sua execução com a empresa resultante da alteração social, inclusive no que diz
respeito à garantia (Cláusula Trigésima).
CLÁUSULA VIGÉSIMA QUARTA - É vedado à CONTRATADA caucionar ou utilizar o presente
Contrato para qualquer operação financeira.
CLÁUSULA VIGÉSIMA QUINTA - A CONTRATADA não poderá utilizar o nome do
CONTRATANTE, ou sua qualidade de CONTRATADA em quaisquer atividades de divulgação
profissional, como, por exemplo, em cartões de visitas, anúncios diversos, impressos etc., sob
pena de imediata rescisão do presente Contrato, independentemente de aviso ou interpelação
judicial ou extrajudicial, sem prejuízo da responsabilidade da CONTRATADA.
CLÁUSULA VIGÉSIMA SEXTA - A não utilização, pelas partes, de qualquer dos direitos
assegurados neste Contrato, ou na lei em geral, não implica novação, não devendo ser
interpretada como desistência de ações futuras. Todos os meios postos à disposição neste
Contrato são cumulativos e não alternativos, inclusive com relação a dispositivos legais.
CLÁUSULA VIGÉSIMA SÉTIMA - São assegurados ao CONTRATANTE todos os direitos e
faculdades previstos na Lei nº 8.078, de 11.09.90 (Código de Defesa do Consumidor).
CLÁUSULA VIGÉSIMA OITAVA – A CONTRATADA se compromete a guardar sigilo absoluto
sobre as atividades decorrentes da execução dos serviços e sobre as informações a que venha a
ter acesso por força da execução dos serviços objeto deste contrato.
CLÁUSULA VIGÉSIMA NONA - Considerando que o BANCO DO BRASIL S.A. está submetido às
leis orçamentárias federais (LDO-LOA), ficam as partes cientes de que a execução do(s)
projeto(s) ao abrigo deste Contrato estará condicionado às respectivas aprovações
orçamentárias.
Parágrafo Primeiro - Caso a assinatura deste contrato ocorra antes da publicação, no DOU, das
leis orçamentárias federais (LDO-LOA), o prazo global para a execução de todas as obras e
serviços e apresentação da garantia, estipulados nas Cláusulas Sexta e Trigésima,
respectivamente, começarão a contar a partir da data daquela publicação.
Parágrafo Segundo – Na hipótese prevista no Parágrafo Primeiro desta Cláusula, as datas-limite
para conclusão de cada etapa, descritas no cronograma constante da Cláusula Sétima, serão
alteradas na mesma proporção do tempo transcorrido entre a assinatura do contrato e a
publicação da Lei.
GARANTIA
UTILIZAR ESTA CLÁUSULA QUANDO O COMPROVANTE DE GARANTIA FOR ENTREGUE
PREVIAMENTE OU NO MOMENTO DA ASSINATURA DO CONTRATO
(CLÁUSULA TRIGÉSIMA) - A CONTRATADA entregou ao CONTRATANTE comprovante de
garantia, na modalidade de .........., no valor de R$......... (.....por extenso.......), correspondente
a 5% (cinco por cento) do valor deste Contrato, como forma de garantir a perfeita execução de
seu objeto. A título de garantia adicional, a CONTRATADA entregou ao CONTRATANTE
comprovante de garantia, na modalidade de ..........., no valor de R$ ........... (.por extenso),
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correspondente ao valor apurado na forma do item 14.3 do Edital. (UTILIZAR A SEGUNDA
PARTE SOMENTE NO CASO DE PRESTAÇÃO DE GARANTIA ADICIONAL)
Parágrafo Primeiro - A garantia responderá pelo fiel cumprimento das disposições do contrato,
ficando o CONTRATANTE autorizado a executá-la para cobrir multas, indenizações ou
pagamento de qualquer obrigação, inclusive em caso de rescisão.
Parágrafo Segundo - Utilizada a garantia, a CONTRATADA obriga-se a integralizá-la no prazo
de 5 (cinco) dias úteis contado da data em que for notificada formalmente pelo
CONTRATANTE. (RETIRAR ESTE PARÁGRAFO QUANDO A GARANTIA PRESTADA FOR
NA MODALIDADE DA CAUÇÃO PREVISTA NO ITEM 18.1 DO EDITAL, RENUMERANDO OS
DEMAIS. NESTA HIPÓTESE, SE HOUVER PRESTAÇÃO DE GARANTIA ADICIONAL, NÃO
RETIRAR ESTE PARÁGRAFO, SUBSTITUINDO O TERMO “garantia” POR “garantia
adicional”)
Parágrafo Terceiro - O valor da garantia somente será liberado à CONTRATADA após a
assinatura do Termo de Recebimento Definitivo previsto na Cláusula Quinta deste Contrato ou
por ocasião da rescisão do Contrato, desde que não possua obrigação ou dívida inadimplida
com o CONTRATANTE e mediante expressa autorização deste.
Parágrafo Quarto - Caso ocorra dilação no prazo da obra e consequentemente na data prevista
para assinatura do Termo de Recebimento Definitivo da obra, a garantia deverá ter sua data de
vencimento revalidada para a nova data contratual prevista. (RETIRAR ESTE PARÁGRAFO
QUANDO A GARANTIA PRESTADA FOR NA MODALIDADE DA CAUÇÃO PREVISTA NO
ITEM 18.1 DO EDITAL, RENUMERANDO OS DEMAIS. NESTA HIPÓTESE, SE HOUVER
PRESTAÇÃO DE GARANTIA ADICIONAL, NÃO RETIRAR ESTE PARÁGRAFO,
SUBSTITUINDO O TERMO “garantia” POR “garantia adicional”)
Parágrafo Quinto –Toda e qualquer garantia a ser apresentada responderá pelo cumprimento
das obrigações da contratada eventualmente inadimplidas na vigência do contrato e da
garantia, e não serão aceitas se o garantidor limitar o exercício do direito de execução ou
cobrança ao prazo de vigência da garantia.
UTILIZAR ESTA CLÁUSULA QUANDO:
- O COMPROVANTE DE GARANTIA FOR ENTREGUE APÓS A ASSINATURA DO
CONTRATO;
- OBRIGATORIAMENTE QUANDO A LDO-LOA NÃO TIVER SIDO APROVADA.
(CLÁUSULA TRIGÉSIMA) - A CONTRATADA entregará ao CONTRATANTE comprovante de
garantia, na modalidade.........., no valor de R$......... (.....), correspondente a 5% (cinco por
cento) do valor deste contrato, como forma de garantir a perfeita execução de seu objeto. A
título de garantia adicional, a CONTRATADA entregará ao CONTRATANTE comprovante de
garantia, na modalidade de ..........., no valor de R$ ........... (por extenso), correspondente ao
valor apurado na forma do item 14.3 do Edital. (UTILZAR A SEGUNDA PARTE SOMENTE
NO CASO DE PRESTAÇÃO DE GARANTIA ADICIONAL)
Parágrafo Primeiro - A garantia deverá ser entregue, no prazo máximo de 10(dez) dias corridos
contados da data de assinatura deste contrato no seguinte endereço: Centro de Serviços de
Logística Rio de janeiro – Rua Barão de São Francisco, 177 – Bloco 5 – 4º Andar – Andaraí –
Rio de Janeiro - RJ CEP: 20560-901.
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Parágrafo Segundo – O pagamento das faturas ficará condicionado à entrega da garantia, no
prazo e local estipulados no parágrafo anterior.
Parágrafo Terceiro – A garantia responderá pelo fiel cumprimento das disposições do Contrato,
ficando o CONTRATANTE autorizado a executá-la para cobrir multas, indenizações ou
pagamento de qualquer obrigação, inclusive em caso de rescisão.
Parágrafo Quarto - Utilizada a garantia, a CONTRATADA obriga-se a integralizá-la no prazo de
5 (cinco) dias úteis contados da data em que for notificada formalmente pelo CONTRATANTE.
(RETIRAR ESTE PARÁGRAFO QUANDO A GARANTIA PRESTADA FOR NA MODALIDADE
DA CAUÇÃO PREVISTA NO ITEM 18.1 DO EDITAL, RENUMERANDO OS DEMAIS. NESTA
HIPÓTESE, SE HOUVER PRESTAÇÃO DE GARANTIA ADICIONAL, NÃO RETIRAR ESTE
PARÁGRAFO, SUBSTITUINDO O TERMO “garantia” POR “garantia adicional”)
Parágrafo Quinto - O valor da garantia somente será liberado à CONTRATADA após a
assinatura do Termo de Recebimento Definitivo previsto na Cláusula Quinta deste Contrato ou
por ocasião da rescisão do Contrato, desde que não possua obrigação ou dívida inadimplida
com o CONTRATANTE e mediante expressa autorização deste.
Parágrafo Sexto - Caso ocorra dilação no prazo da obra e consequentemente na data prevista
para assinatura do Termo de Recebimento Definitivo da obra, a garantia deverá ter sua data de
vencimento revalidada para a nova data contratual prevista. (RETIRAR ESTE PARÁGRAFO
QUANDO A GARANTIA PRESTADA FOR NA MODALIDADE DA CAUÇÃO PREVISTA NO
ITEM 18.1 DO EDITAL, RENUMERANDO OS DEMAIS. NESTA HIPÓTESE, SE HOUVER
PRESTAÇÃO DE GARANTIA ADICIONAL, NÃO RETIRAR ESTE PARÁGRAFO,
SUBSTITUINDO O TERMO “garantia” POR “garantia adicional”)
Parágrafo Sétimo –Toda e qualquer garantia a ser apresentada responderá pelo cumprimento
das obrigações da contratada eventualmente inadimplidas na vigência do contrato e da
garantia, e não serão aceitas se o garantidor limitar o exercício do direito de execução ou
cobrança ao prazo de vigência da garantia.
PENALIDADES
CLÁUSULA TRIGÉSIMA PRIMEIRA - Os atos praticados pela CONTRATADA, prejudiciais à
execução do Contrato, sujeitam-na às seguintes sanções:
a) advertência;
b) multa;
c) suspensão temporária do direito de licitar e contratar com o Banco e suas subsidiárias, por
período não superior a 2 (dois) anos;
d) declaração de inidoneidade para licitar e contratar com a Administração Pública enquanto
perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação
perante a própria autoridade que aplicou a penalidade.
Parágrafo Primeiro - Nenhuma sanção será aplicada sem o devido processo administrativo.
Parágrafo Segundo - A aplicação das penalidades, ocorrerá após defesa prévia do interessado,
no prazo de 5 (cinco) dias úteis a contar da intimação do ato.
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Parágrafo Terceiro - No caso de aplicação de advertência, multa por inexecução total ou parcial
do Contrato e suspensão temporária, caberá apresentação de recurso no prazo de 5 (cinco) dias
úteis a contar da intimação do ato.
Parágrafo Quarto - Nos prazos de defesa prévia e recurso, será aberta vista do processo aos
interessados.
CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEGUNDA - A advertência poderá ser aplicada quando ocorrer:
a) descumprimento das obrigações contratuais que não acarretem prejuízos para o Banco;
b) execução insatisfatória ou pequenos transtornos ao desenvolvimento dos serviços desde que
sua gravidade não recomende a aplicação da suspensão temporária ou declaração de
inidoneidade.
CLÁUSULA TRIGÉSIMA TERCEIRA- Pelos dias que exceder a cada uma das etapas limites
previstas contratualmente para conclusão das mesmas, ficará a CONTRATADA sujeita, de pleno
direito, à multa moratória de 0,55% (cinquenta e cinco centésimos percentuais) ao dia,
calculada sobre o valor da correspondente parcela e/ou Serviço Extraordinário.
Parágrafo Primeiro - A CONTRATADA todavia, não incorrerá na multa referida no “caput”, caso
ocorram prorrogações compensatórias formalmente concedidas pelo CONTRATANTE, por
comprovado impedimento de execução dos trabalhos, efetuando-se, então, uma revisão dos
cronogramas, em comum acordo pelas partes e tomando-se por base, daí por diante, os
documentos atualizados resultantes. Por conseguinte, as multas moratórias aplicadas poderão
ser restituídas à CONTRATADA, integral ou parcialmente, em função dos novos cronogramas,
sem qualquer atualização/reajustamento do valor da multa originalmente aplicada.
Parágrafo Segundo - A qualquer momento que a CONTRATADA recupere os atrasos verificados
nas fases de programação da obra, ser-lhe-ão devolvidas as importâncias das multas moratórias
cobradas por infração nos prazos parciais, sem qualquer atualização/reajustamento do valor da
multa originalmente aplicada.
Parágrafo Terceiro – Quando estiver encerrando o prazo de vigência do contrato, a multa
moratória será auto-aplicável, sendo automaticamente descontada do valor da última fatura
contratual.
CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUARTA - O CONTRATANTE poderá aplicar à CONTRATADA multa
por inexecução total ou parcial do Contrato correspondente a até 20% (vinte por cento) do valor
relativo à(s) parcela(s) e/ou ao Serviço Extraordinário inadimplidos, conforme o caso.
Parágrafo Primeiro - Em caso de reincidência, o valor da multa estipulada no "caput" desta
cláusula será elevado em 1% (um por cento) a cada reincidência, até o limite de 30% (trinta por
cento) do valor correspondente à(s) parcelas(s) e/ou do Serviço Extraordinário inadimplidos,
conforme o caso.
Parágrafo Segundo - A multa poderá ser aplicada cumulativamente com as demais sanções, não
terá caráter compensatório, e a sua cobrança não isentará a CONTRATADA da obrigação de
indenizar eventuais perdas e danos.
Parágrafo Terceiro - A multa aplicada à CONTRATADA e os prejuízos por ela causados ao Banco
serão deduzidos de qualquer crédito a ela devido, cobrados direta ou judicialmente.
CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUINTA - A suspensão temporária poderá ser aplicada quando ocorrer:
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a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
apresentação de documentos falsos ou falsificados;
reincidência de execução insatisfatória dos serviços contratados;
atraso, injustificado, na execução/conclusão dos serviços, contrariando o disposto no Contrato;
reincidência na aplicação das penalidades de advertência ou multa;
irregularidades que ensejem a rescisão contratual;
condenação definitiva por praticar fraude fiscal no recolhimento de quaisquer tributos;
prática de atos ilícitos visando a execução do contrato;
prática de atos ilícitos que demonstrem não possuir o concorrente idoneidade para contratar
com o Banco.
CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEXTA - A declaração de inidoneidade poderá ser proposta ao Ministro
da Fazenda quando constatada a má-fé, ação maliciosa e premeditada em prejuízo do
CONTRATANTE, evidência de atuação com interesses escusos ou reincidência de faltas que
acarretem prejuízo ao CONTRATANTE ou aplicações sucessivas de outras penalidades.
RESCISÃO
CLÁUSULA TRIGÉSIMA SÉTIMA- A rescisão deste Contrato poderá ocorrer nas seguintes
hipóteses:
a) administrativamente, a qualquer tempo, por ato unilateral e escrito do CONTRATANTE, além
dos casos enumerados nos incisos I a XII, XVI a XVIII do art. 78 da Lei 8.666/93, atualizada
pela Lei 9.854, de 27.10.99, nas seguintes hipóteses:
I - abandono da obra, assim considerada, para os efeitos contratuais, a paralisação imotivada
dos serviços por mais de 10 (dez) dias corridos;
II - atraso decorrente da defasagem da obra em relação ao cronograma em vigor, verificada
em qualquer etapa da programação, superior a 20% (vinte por cento) do prazo global;
III - colocação de empecilhos à realização, pela FISCALIZAÇÃO, de vistorias às obras ou
serviços contratados; e
IV - cometimento reiterado de faltas na execução da obra.
b) amigavelmente, formalizada em autorização escrita e fundamentada do CONTRATANTE,
mediante aviso prévio por escrito, de 90 (noventa) dias ou de prazo menor a ser negociado
pelas partes à época da rescisão;
c) judicialmente, nos termos da legislação.
Parágrafo Primeiro – A rescisão também poderá ocorrer quando a CONTRATADA não apresentar
comprovante de garantia na forma da Cláusula Trigésima para o cumprimento das obrigações
contratuais.
Parágrafo Segundo - Os casos de rescisão contratual serão formalmente motivados nos autos do
processo, assegurado o contraditório e a ampla defesa.
Parágrafo Terceiro - As responsabilidades imputadas à CONTRATADA, por prejuízos decorrentes
de ações delitivas perpetradas contra o CONTRATANTE, não cessam com a rescisão do
contrato.
Parágrafo Quarto - A rescisão acarretará as seguintes conseqüências imediatas:
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a) execução da garantia contratual, para ressarcimento, ao Banco, dos valores das multas
aplicadas ou de quaisquer outras quantias ou indenizações a ele devidas;
b) retenção dos créditos decorrentes do contrato, até o limite dos prejuízos causados ao Banco.
DISPOSIÇÕES FINAIS
CLÁUSULA TRIGÉSIMA OITAVA - Fica eleito o foro da cidade do Rio de Janeiro para dirimir as
dúvidas oriundas do presente Contrato, com exclusão de qualquer outro, por mais privilegiado
que seja.
E, por se acharem justas e contratadas, assinam as partes o presente instrumento em 2
(duas) vias de igual teor e forma, na presença das testemunhas abaixo.
LOCAL E DATA
CONTRATANTE: .....................................................................
(CARIMBO E ASSINATURA)
CONTRATADA: .......................................................................
(CARIMBO E ASSINATURA)
TESTEMUNHAS:
Nome:-------------------------------------------------------CPF:---------------------------------Nome:--------------------------------------------------------CPF:-----------------------------------
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ANEXO 14
================================================================================
MINUTA DE DECLARAÇÃO DE MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE
================================================================================
Para fins de participação na licitação (indicar o nº registrado no Edital), a(o) (NOME COMPLETO DO
CONCORRENTE).............................., CNPJ, sediada (o).......(ENDEREÇO COMPLETO), DECLARA, sob as
penas da lei, que cumpre os requisitos legais para a qualificação como (Microempresa ou Empresa de
Pequeno Porte, conforme o caso), na forma da Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006 e do Decreto nº
6.204, de 05.09.2007, estando apta a usufruir do tratamento favorecido estabelecido nos arts. 42 a 49
daquela Lei Complementar.
DECLARA, ainda, que não existe qualquer impedimento entre os previstos nos incisos do § 4º do artigo 3º
da Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006.
Local e data
Nome e identificação do declarante
OBS.: a presente declaração deverá ser assinada por representante legal do CONCORRENTE.
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ANEXO 15
(NÃO UTILIZAR PAPEL TIMBRADO)
AUTORIZAÇÃO DE VISTORIA
Ao
BANCO DO BRASIL S.A.
Belford Roxo RJ
Fones: (21) 2761-2590 2761-2541
Sr. Gerente,
Autorizo a firma __________________________________________, na pessoa do Sr(a).
___________________________________________________, portadora do documento de identidade
__________________________________ a efetuar vistoria nessa Dependência para fins de confecção de
proposta para a licitação na modalidade TOMADA DE PREÇOS N° 2009/11189 (7422), Reforma para
Relocalização da Agência Belford Roxo RJ, a realizar-se nesta Unidade no dia 29.06.2009 às 10:30.
Obs: DATA LIMITE PARA VISTORIA: até as 16h do dia 26.06.2009
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
________________________
(Carimbo e assinatura da Comissão)
É OBRIGATÓRIA A APRESENTAÇÃO DA IDENTIDADE (cópia ou original autenticada) PARA A
LIBERAÇÃO DA VISTORIA,
ESTE ANEXO DEVERÁ SER ENCAMINHADO AO CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE
JANEIRO – CSL RIO – NA RUA BARÃO DE SÃO FRANCISCO, 177 – BLOCO 5 – 4º ANDAR – ANDARAÍ,
PARA A DEVIDA AUTORIZAÇÃO.
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ANEXO 16
DECLARAÇÕES EXIGIDAS NO ANEXO 2
(UTILIZAR PAPEL TIMBRADO DA CONCORRENTE OU TEXTO COM A IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA)
1
Declaramos que a forma para habilitação, dar-se-á pela apresentação da documentação junto ao
Banco ou por meio do SICAF (escolher conforme o caso);
2
Declaramos a inexistência em nosso quadro, de funcionário de qualquer Centro de Serviços de
Logística, da Gerência de Patrimônio, Arquitetura e Engenharia – Gepae, como dirigente,
acionista detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto ou controlador,
responsável técnico, representante comercial ou procurador, salvo os casos de empresa sob
controle do próprio Banco;
3
Declaramos que tomamos conhecimento de todas as informações e das condições para o
cumprimento das obrigações do objeto desta licitação;
4
Declaramos à existência ou inexistência, em nosso quadro, de cônjuges, inclusive
companheiros(as), parentes até 2º grau (filhos, netos, irmãos, pais, avós), pais adotivos,
padrastos, enteados, cunhados, sogros, genros, noras ou de outras pessoas que mantenham
vínculos de natureza técnica, comercial, econômica ou financeira com funcionários do CSL
responsável pela licitação. (OBS: Em caso de existência, deverá ser indicado o nome do
funcionário);
5
Declaramos que, na data da contratação, haverá, em nosso quadro de pessoal, profissional(is)
de nível superior detentor(es) de acervo técnico por execução de obra ou serviço de
características semelhantes às do objeto desta licitação.
6
Declaramos que disponibilizaremos estrutura operacional (pessoal e material) adequada ao
perfeito cumprimento do objeto da licitação, sendo a equipe técnica mínima, para execução,
aquela descrita no Caderno de Encargos Parte IV – (Anexo 3), além de ESPECIFICAMENTE:
um Engenheiro Residente.
Rio de Janeiro(RJ),
______________________________________
assinatura e carimbo do proponente
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