Edital completo - Banco Central do Brasil

Edital completo - Banco Central do Brasil
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Edital de Concorrência Demap n 75/2010
Pt.0901455880
EDITAL DE CONCORRÊNCIA DEMAP no 75 / 2010
Prezados Senhores:
1.
O Edital de licitação poderá ser obtido pela Internet, por meio do sítio
www.bcb.gov.br/?licitacao, ou adquirido em postos de reprografia, para terceiros, localizados
nas seguintes praças, das 9 às 18 horas nos dias úteis:
- Brasília (DF), no 2º Subsolo do Edifício-sede do Banco Central do Brasil, no SBS
Quadra 3 – Bloco B;
- Rio de Janeiro (RJ), térreo da sede do Banco Central do Brasil, Adrja, Av. Presidente
Vargas nº 730;
- São Paulo (SP), térreo da sede do Banco Central do Brasil, Adspa, Av. Paulista nº
1804.
2.
No caso de obtenção do Edital pela Internet, solicitamos preencher o
Comprovante de Retirada do Edital, a seguir apresentado, e enviá-lo à Comissão Especial de
Licitações, por meio do fax (0**61) 3414-3760 ou digitalizado para o e-mail
[email protected], com a finalidade de comunicação aos interessados as
respostas aos pedidos de esclarecimentos e de outras situações que possam implicar,
inclusive, alterações das condições editalícias.
3.
A falta de preenchimento do Comprovante de Retirada do Edital e do seu envio
na forma estabelecida exime o BACEN da comunicação, diretamente aos interessados, de
eventuais retificações ocorridas no instrumento convocatório, bem como de quaisquer
informações adicionais.
4.
De conformidade com o item 12.2 do Edital, os pedidos de esclarecimentos e
impugnações somente serão aceitos quando protocolados, contra recibo, no Banco Central do
Brasil.
Brasília (DF), 27 de maio de 2010.
DANIEL CARDIM HELLER
Comissão Especial de Licitações
Presidente
BANCO CENTRAL DO BRASIL
CNPJ: 00.038.166 / 0001-05
Departamento de Recursos Materiais e Patrimônio - Demap
Divisão de Licitações e Contratos - Dilic
o
Setor Bancário Sul (SBS), Quadra 3, Bloco "B", Edifício-Sede - 1 Subsolo
Brasília - DF - 70074-900
Telefone: (61) 3414-1566 / Fax: (61) 3414-3760
E-mail: [email protected]
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Edital de Concorrência Demap n 75/2010
Pt.0901455880
CONCORRÊNCIA DEMAP Nº 75/2010
Processo nº: 0901455880
Data e horário da sessão de abertura: 13/07/2010, às 14h30
LOCAL:
Sala de Licitações e Entrevistas – 2º Subsolo do Edifício-Sede do Banco Central
do Brasil, situado no Setor Bancário Sul (SBS), Quadra 3, Bloco ―B‖, em Brasília
(DF).
Tipo de licitação: Menor preço.
Objeto:
Execução, sob o regime de empreitada global, de obras e serviços para construção
do novo edifício do Banco Central do Brasil, em terreno situado na Rua Rivadávia
Corrêa nº 45, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Vistoria: Obrigatória, a ser previamente agendada e realizada no período de 07/06 a
02/07/2010, nos dias úteis das 09h00 às 17h00, pelo Demap/Infra em conjunto com
a Adrja/Comap, por meio dos telefones
(0**61) 3414-1409 - 3414-1402, 3414-1416, 3414-2644.
Edital:
Poderá ser obtido pela Internet, por meio do sítio www.bcb.gov.br/?licitacao, ou
adquirido no Posto de Reprografia, para terceiros, nas seguintes praças, das 9 às
18 horas nos dias úteis:
- Rio de Janeiro (RJ), térreo da sede do Banco Central Brasil, Adrja, Av. Presidente
Vargas nº 730;
- Brasília (DF), no 2º Subsolo do Edifício-sede do Banco Central do Brasil, no SBS
Quadra 3, Bloco B;
- São Paulo (SP), térreo da sede do Banco Central do Brasil, Adspa, Av. Paulista nº
1804;
Desenhos: Integram as Especificações Básicas do Anexo 1 os desenhos de que tratam aquele
Anexo e serão fornecidos aos licitantes que efetuarem a vistoria.
Informações: Na Comissão Especial de Licitações, pelo telefone (0**61) 3414-2004 e no sítio
www.bcb.gov.br/?licitacao.
Custo do Edital: R$ 60,36 (somente para o licitante que retirar cópia impressa deste Edital no
Banco Central do Brasil).
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Edital de Concorrência Demap n 75/2010
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COMPROVANTE DE RETIRADA DO EDITAL
CONCORRÊNCIA DEMAP Nº 75/2010
(no BACEN ou pela Internet)
Empresa:
.............................................................................................................................................
CNPJ:
..................................................................................................................................................
Endereço:
............................................................................................................................................
Cidade: .........................................
Estado:.........................................
Telefone: .................................................................................... Fax: ......................................
E-mail:
................................................................................................................................................
Nome do representante:
.....................................................................................................................
Recebemos do Banco Central do Brasil, nesta data, cópia do instrumento convocatório
da licitação acima identificada.
Local e data:
........................................................................................................................................
Assinatura:
..........................................................................................................................................
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ITENS
ÍNDICE DO EDITAL DA CONCORRÊNCIA DEMAP Nº 75/2010
............................................................................................................................PÁG.
PREÂMBULO ............................................................................................................................................ 5
1.
OBJETO......................................................................................................................... ....... 5
2.
LOCAL, DATA E HORÁRIO DA LICITAÇÃO ..................................................................... 5
3.
IMPEDIMENTOS À PARTICIPAÇÃO .................................................................................. 5
4.
CREDENCIAMENTO DOS LICITANTES ............................................................................. 6
5.
APRESENTAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO E DAS PROPOSTAS ..................................... 7
6.
EXAME E JULGAMENTO DA DOCUMENTAÇÃO ............................................................. 7
7.
RECURSOS DA FASE DE HABILITAÇÃO ......................................................................... 8
8.
ABERTURA E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS DE PREÇOS E CLASSIFICAÇÃO
DOS LICITANTES ................................................................................................................ 9
9.
RECURSO DO JULGAMENTO FINAL DAS PROPOSTAS ............................................... 11
10.
HOMOLOGAÇÃO, ADJUDICAÇÃO E CONDIÇÕES PARA CONTRATAÇÃO ................. 11
11.
GARANTIA ........................................................................................................................... 12
12.
PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO E IMPUGNAÇÕES ..................................................... 13
13.
REVOGAÇÃO E ANULAÇÃO DA LICITAÇÃO ................................................................... 13
14.
SANÇÕES ADMINISTRATIVAS .......................................................................................... 13
15.
VISTORIA ............................................................................................................................. 17
16.
DISPOSIÇÕES FINAIS ......................................................................................................... 18
ANEXOS
......................................................................................................................PÁG.
1. ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS ...................................................................................................................... 22
1.1. DISPOSIÇÕES GERAIS ..................................................................................................................... 22
1.2. CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL DE CERTIFICAÇÃO .................................... 33
1.3. CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO ............................................................................................ 33
2.
DOCUMENTAÇÃO RELATIVA À HABILITAÇÃO .......................................................................... 469
3.
CONDIÇÕES PARA ELABORAÇÃO DAS PROPOSTAS DE PREÇOS ....................................... 476
4.
MODELO DE PROPOSTA DE PREÇOS ............................................................................. .......... 478
5.
6.
MINUTA DO CONTRATO ................................................................................................................ 480
MODELO DE DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE FATO SUPERVENIENTE IMPEDITIVO À
HABILITAÇÃO ................................................................................................................................ 499
7.
MODELO DE DECLARAÇÃO DE QUE TRATA O DECRETO No 4.358, DE 05.09.2002 ............ 500
8. MODELO DE PLANILHA DE COMPOSIÇÃO DE PREÇOS ........................................................ 501
9. TERMO DE CONFIDENCIALIDADE ............................................................................................. 502
10. DECLARAÇÃO DE VISTORIA ...................................................................................................... 503
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O BANCO CENTRAL DO BRASIL, por intermédio do Departamento de Recursos
Materiais e Patrimônio - DEMAP, com observância da Lei nº 8.666, de 21.06.1993, e
modificações posteriores, da Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006, do Decreto nº 6.204, de
05.09.2007, bem como demais normas pertinentes e pelas condições estabelecidas neste
Edital e em seus anexos, torna público que fará realizar, em Brasília (DF), a Concorrência
DEMAP nº 75/2010, do tipo menor preço global, cujo contrato decorrente desta licitação terá
como regime de execução o de empreitada global.
1.
OBJETO
1.1
Execução , sob o regime de empreitada Global, de obras e serviços para construção
do novo edifício do Banco Central do Brasil, em terreno situado na Rua Rivadávia
Corrêa nº 45, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), conforme Especificações Básicas
constantes do Anexo 1 deste Edital.
2.
LOCAL, DATA E HORÁRIO DA LICITAÇÃO
2.1
O processamento e julgamento desta Concorrência serão conduzidos pela
Comissão Especial de Licitações, designada pela Portaria nº 57.853 de 24/05/2010,
que receberá os documentos e as propostas e conduzirá os trabalhos em sessão
pública a ser realizada conforme abaixo indicado:
2.1.1
Local: Sala de Licitações e Entrevistas – 2º Subsolo do Edifício-Sede do
Banco Central do Brasil, situado no Setor Bancário Sul (SBS), Quadra 3,
Bloco ―B‖, em Brasília (DF).
2.1.2
Data e Horário da Sessão de Abertura: 13/07/2010 às 14h30.
1.1.
Para todas as referências de tempo contidas neste Edital será observado o horário
de Brasília (DF).
3.
IMPEDIMENTOS À PARTICIPAÇÃO
3.1
Ficam impedidas de participar da licitação as empresas que, na data da abertura da
concorrência, apresentem qualquer das seguintes situações:
a) não estejam credenciadas na forma do item 4;
b) apresentem-se sob a forma de consórcio de empresas, qualquer que seja a
modalidade de constituição;
c) sejam controladoras, coligadas ou subsidiárias entre si;
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d) possuam entre seus dirigentes, gerentes, sócios, responsáveis técnicos ou
empregados, qualquer pessoa que seja diretor ou servidor do Banco Central do
Brasil;
e) estejam cumprindo sanção de inidoneidade para licitar ou contratar com a
Administração Pública, aplicada por qualquer órgão da Administração Pública,
bem como sanção de suspensão temporária de participação em licitação e
impedimento de contratar com o Banco Central;
f)
não tenham realizado a vistoria de que trata o item 15 deste Edital;
g) cuja falência tenha sido decretada ou que esteja em concurso de credores, em
processo de liquidação, dissolução, cisão, fusão ou incorporação.
4.
CREDENCIAMENTO DOS LICITANTES
4.1
Aberta a sessão, a Comissão Especial de Licitações procederá, anteriormente à
entrega dos Envelopes no 1 - ―Documentação‖, ao credenciamento dos licitantes
mediante a confirmação das seguintes condições:
4.1.1
O licitante deverá estar representado na abertura da sessão por pessoa que
detenha os poderes necessários para a prática de todos os atos inerentes à
licitação e à contratação.
4.1.2
O representante do licitante apresentará, além de carteira de identidade ou outro
documento de identificação pessoal com fé pública, um dos seguintes documentos:
4.1.2.1
Procuradores – instrumento de procuração público ou particular, com firma
reconhecida, outorgando poderes para participar e para representar o licitante no
procedimento, além de contrato social, ou estatuto, ou registro de empresário,
conforme o caso;
4.1.2.2
Representantes contratuais, ou estatutários ou empresários – contrato social,
ou estatuto, ou registro de empresário, conforme o caso;
4.1.3
O representante mencionado no item 4.1.2.1 somente poderá praticar os atos para
os quais lhe hajam sido outorgados poderes específicos na procuração.
4.1.4
Os documentos poderão ser apresentados em original, por qualquer processo de
cópia autenticada por cartório competente, ou publicação em órgão de imprensa
oficial, ou por cópias não-autenticadas, desde que sejam exibidos os originais para
conferência e autenticação pela Comissão Especial de Licitações.
4.1.5
Uma mesma pessoa não poderá representar mais de um licitante.
4.1.6
Se, nas fases subsequentes à entrega dos envelopes, o(a) representante do
licitante for substituído(a), terá de, obrigatoriamente, apresentar novo documento de
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identidade com fé pública e nova procuração da sociedade empresária ou do
empresário, quando for o caso.
4.1.7
É obrigatória a presença do representante legal do licitante até o final da sessão.
Entretanto, caso seja necessário ausentar-se antes do final da sessão, o
representante deverá assinar termo de renúncia de interposição de recurso.
5.
APRESENTAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO E DAS PROPOSTAS
5.1
No local, data e horário indicados nos itens 2.1.1 e 2.1.2, os licitantes credenciados
na forma do item 4 apresentarão a documentação e a proposta de preços, em
invólucros fechados, contendo na parte externa, além do nome do licitante, os
seguintes dizeres:
BANCO CENTRAL DO BRASIL
ENVELOPE Nº 1 - DOCUMENTAÇÃO
CONCORRÊNCIA DEMAP Nº 75/2010
(nome da empresa ou empresário licitante)
BANCO CENTRAL DO BRASIL
ENVELOPE Nº 2 - PROPOSTA DE PREÇOS
CONCORRÊNCIA DEMAP Nº 75/2010
(nome da empresa ou empresário licitante)
5.2
Após o Presidente da Comissão Especial de Licitações declarar encerrado o prazo
para recebimento da documentação e das propostas, nenhum outro documento
será recebido, nem serão permitidos quaisquer adendos, acréscimos, substituições
ou esclarecimentos relativos à documentação e às propostas apresentadas, exceto
para a promoção de diligência, a critério da Comissão Especial de Licitações,
destinada a esclarecer ou complementar a instrução do processo licitatório.
5.3
Caso os Envelopes n° 2 – ―Proposta de Preços‖ não sejam abertos na mesma
sessão, serão lacrados, rubricados por todos os membros da Comissão e pelos
licitantes presentes e guardados em cofre até a realização de nova sessão,
registrando-se em ata essa ocorrência, com indicação da quantidade de envelopes
guardados, sendo comunicada formalmente a todos os licitantes a nova data.
6.
EXAME E JULGAMENTO DA DOCUMENTAÇÃO
6.1
O Envelope nº 1 – ―Documentação‖ deverá conter os documentos relacionados no
Anexo 2 - Documentação Relativa à Habilitação.
6.2
Os documentos exigidos para habilitação deverão ter todas as suas páginas
numeradas e rubricadas por representante legal do licitante e poderão ser
apresentados em original, por qualquer processo de cópia autenticada por cartório
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competente, ou publicação em órgão de imprensa oficial, ou por cópias nãoautenticadas, desde que exibidos os originais para conferência e autenticação pela
Comissão Especial de Licitações. Não serão aceitas cópias ilegíveis de
documentos, que não proporcionem condições de análise pela Comissão.
6.3
Aberto o Envelope nº 1, os documentos serão rubricados pelos representantes dos
licitantes presentes e pelos membros da Comissão Especial de Licitações, podendo
esta, a seu exclusivo critério, decidir pelo exame e julgamento da documentação na
mesma ou em outra sessão, cuja data será designada oportunamente, quando
então os representantes dos licitantes terão vistas da documentação para exame.
6.4
A Comissão Especial de Licitações poderá constituir comissão de técnicos do
Banco Central do Brasil, de sua livre escolha, para assessorá-la no exame da
documentação.
6.5
Serão considerados inabilitados os licitantes que:
a) deixarem de apresentar a documentação solicitada ou a apresentarem com
vícios;
b) não atenderem a quaisquer dos requisitos exigidos para a habilitação, na forma
determinada no Anexo 2 – Documentação Relativa à Habilitação.
6.6
Serão restituídos, contra recibo, aos licitantes que não lograrem habilitação, os
Envelopes nº 2 (Proposta de Preços), fechados, tais como recebidos, desde que
não tenha havido recurso(s) ou, se interposto(s), tenha(m) sido improvido(s).
6.7
Os licitantes inabilitadas deverão retirar suas propostas de preços no prazo de 30
(trinta) dias corridos, contados da data da intimação de que trata o item 6.9.
Decorrido esse prazo sem que as propostas tenham sido retiradas, o Banco Central
do Brasil providenciará sua destruição.
6.8
Ressalvado o disposto no artigo 43, § 6º, da Lei nº 8.666/93, encerrada a fase de
habilitação não cabe, por parte dos licitantes, o direito de desistência de suas
propostas.
6.9
A intimação dos atos de habilitação e de inabilitação será feita mediante publicação
na imprensa oficial, salvo se presentes todos os representantes legais dos licitantes
na sessão de que trata o item 6.3, quando então será feita a comunicação direta do
ato aos licitantes, consoante o artigo 109, § 1º, da Lei nº 8.666/93.
7.
RECURSOS DA FASE DE HABILITAÇÃO
7.1
O recurso referente a esta fase poderá ser interposto no prazo de 5 (cinco) dias
úteis a contar do primeiro dia útil subsequente ao da intimação do ato, conforme
estabelecido no item 6.9, e terá efeito suspensivo. Deverá ser dirigido, por escrito,
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ao Chefe do Departamento de Recursos Materiais e Patrimônio – DEMAP, por
intermédio da Comissão Especial de Licitações, a qual poderá, após cumprir o
disposto no item 7.3, reconsiderar sua decisão, no prazo de 5 (cinco) dias úteis ou,
nesse mesmo prazo, alçá-lo ao Chefe do DEMAP, devidamente instruído.
7.2
Quando interposto, o recurso deverá ser protocolado, mediante contrafé ou recibo,
no Protocolo do Banco Central do Brasil, Setor Bancário Sul (SBS), Quadra 3, Bloco
―B‖, Edifício Sede – 2º Subsolo – Brasília (DF), das 9 às 18 horas.
7.3
O recurso interposto será comunicado aos demais licitantes, que poderão impugnálo no prazo de 5 (cinco) dias úteis, contado a partir do primeiro dia útil subsequente
ao do recebimento da comunicação efetuada pelo Banco Central do Brasil, podendo
qualquer licitante obter vista do processo.
7.4
Havendo desistência expressa de interposição de recursos, mediante assinatura,
por todos os licitantes, do Termo de Desistência de Interposição de Recursos,
poderá ser dado prosseguimento aos trabalhos, com a abertura dos Envelopes nºs
2 – ―Proposta de Preços‖.
7.5
Caso algum dos licitantes deixe de assinar o Termo de Desistência de Interposição
de Recursos, os trabalhos serão suspensos, abrindo-se o prazo para recurso, o qual
deverá obedecer ao disposto no item 7 e seus subitens.
8.
ABERTURA E JULGAMENTO DAS
CLASSIFICAÇÃO DOS LICITANTES
8.1
A Proposta constante do Envelope no 2 deverá ser apresentada em 1 (uma) via
impressa ou datilografada, paginada sequencialmente, datada, assinada, rubricada
em todas as folhas pelo representante legal do licitante ou por seu procurador,
devidamente qualificado, isenta de emendas, rasuras, ressalvas e entrelinhas, e
elaborada de acordo com o estabelecido no Anexo 3 - Condições para Elaboração
das Propostas de Preços.
8.2.
A Comissão Especial de Licitações procederá à abertura dos Envelopes nº 2 –
―Proposta de Preços‖ dos licitantes habilitados, desde que tenha havido renúncia
expressa e unânime do direito de recorrer na fase de habilitação ou, se findo o
prazo legal, não tenha havido interposição de recurso(s), ou ainda após o
julgamento do(s) recurso(s) interposto(s).
8.3
Abertos os Envelopes nº 2, as propostas de preços serão lidas em voz alta e
rubricadas pelos membros da Comissão Especial de Licitações, sendo, em seguida,
também rubricadas pelos representantes dos licitantes presentes.
8.4
Serão desclassificadas as propostas de preços que:
PROPOSTAS
DE
PREÇOS
E
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8.4.1
não atendam às exigências previstas nos Anexos 3 e 4 deste Edital, ou imponham
condições;
8.4.2
sejam omissas, vagas ou apresentem irregularidades ou defeitos capazes de dificultar
o julgamento;
8.4.3
apresentem preço global ou unitário simbólico, irrisório ou de valor zero, ou que sejam
incompatíveis com os preços dos insumos e salários de mercado, acrescidos dos
respectivos encargos.
8.5
Para fins de julgamento, na hipótese de haver licitantes estrangeiros e brasileiros,
serão considerados para as propostas de licitantes estrangeiros os mesmos gravames
consequentes dos mesmos tributos que oneram exclusivamente os licitantes
brasileiros quanto à operação final de venda (art. 42, § 4º, da Lei 8.666/93).
8.6
Atendidas as exigências deste Edital, será considerado vencedor final desta
Concorrência o licitante habilitado que tiver apresentado a Proposta de menor preço
global pelo objeto desta licitação.
8.7
Na ocorrência de empate entre Propostas, será assegurada preferência ao licitante
que houver ofertado equipamentos produzidos no Brasil e, persistindo o empate, a
classificação se fará obrigatoriamente por sorteio na própria sessão ou em outra
sessão para a qual serão convocados todos os participantes.
8.8
A Comissão Especial de Licitações procederá ao julgamento na mesma ou em outra
sessão pública convocada para tal fim, oportunidade em que franqueará as Propostas
de Preços para exame.
8.9
A Comissão Especial de Licitações poderá, a seu critério, solicitar assessoramento de
técnicos para auxiliar no julgamento das Propostas de Preços.
8.10
Caso haja erros ou divergências entre valores, serão considerados, para efeito de
julgamento, os seguintes parâmetros:
8.11
a)
quando houver erros de transcrição de quantidades e valores constantes na
planilha em relação aos indicados na Proposta de Preços, serão considerados
aqueles da planilha, corrigindo-se o valor total na Proposta;
b)
os erros de multiplicação do preço unitário pela quantidade correspondente
serão retificados, mantendo-se o preço unitário e a quantidade e corrigindo-se o
valor resultante;
c)
os erros de adição serão retificados com base no valor obtido no somatório das
parcelas.
A intimação dos atos referentes a esta fase será feita mediante publicação na
imprensa oficial, salvo se presentes todos os representantes legais dos licitantes na
sessão de que trata o item 8.8, quando então será feita a comunicação direta do ato
aos licitantes e respectiva lavratura em ata, consoante o artigo 109, § 1o, da Lei no
8.666/93.
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9.
RECURSO DO JULGAMENTO FINAL DAS PROPOSTAS
9.1.
O recurso referente a esta fase será interposto no prazo de 5 (cinco) dias úteis a
contar do primeiro dia útil subsequente ao da intimação do ato, conforme
estabelecido no item 8.11, e terá efeito suspensivo, devendo ser dirigido, por
escrito, ao Chefe do Departamento de Recursos Materiais e Patrimônio – DEMAP,
por intermédio da Comissão Especial de Licitações, a qual poderá, após cumprir o
disposto no item 9.3, reconsiderar sua decisão, no prazo de 5 (cinco) dias úteis ou,
nesse mesmo prazo, alçá-lo ao Chefe do DEMAP, devidamente instruído.
9.2.
Quando interposto, o recurso deverá ser protocolado, mediante contrafé ou recibo,
no protocolo do Banco Central do Brasil, localizado no 2o subsolo do Edifício-Sede,
situado no Setor Bancário Sul (SBS), Quadra 3, Bloco ―B‖, em Brasília (DF), CEP
70074-900, nos dias úteis, das 9 às 18 horas.
9.3.
O recurso interposto será comunicado aos demais licitantes, que poderão
impugná-lo no prazo de 5 (cinco) dias úteis, contados a partir do primeiro dia útil
subsequente ao recebimento da comunicação efetuada pelo Banco Central do
Brasil, podendo qualquer licitante obter vista do processo.
10.
HOMOLOGAÇÃO, ADJUDICAÇÃO E CONDIÇÕES PARA CONTRATAÇÃO
10.1.
Homologado o resultado e adjudicado o objeto da licitação, o licitante vencedor terá
o prazo de 5 (cinco) dias úteis, a contar da data do recebimento da comunicação do
Banco Central do Brasil, para apresentar a seguinte documentação:
10.1.1.
comprovante de garantia de que trata o item 11 e seus subitens;
10.1.2.
comprovantes de regularidade fiscal, constantes do item 3.1 "c" a "f" do Anexo 2
deste Edital, caso os prazos de validade daqueles apresentados para habilitação já
tenham expirado;
10.1.3.
confirmação da equipe de engenheiro residente para desempenhar as atividades
pertinentes, compatíveis em características e porte ao objeto da licitação, composta,
no mínimo, de:
10.1.3.1.
1 (um) engenheiro civil, 1 (um) engenheiro eletricista, 1 (um) engenheiro mecânico e
1 (um) engenheiro de segurança do trabalho.
10.2.
Os engenheiros residentes, deverão cumprir jornada de 40 horas semanais no
período de execução da obra. O engenheiro de segurança do trabalho poderá
cumprir jornada diária reduzida, mas deverá ser auxiliado por técnico(s) de
segurança do trabalho com jornada de 40 horas semanais no período integral da
execução da obra, conforme NR-4 da Portaria nº 3.214, de 8/6/78, do Ministério do
Trabalho.
10.3.
O contrato a ser firmado com o licitante vencedor obedecerá aos termos da minuta
integrante deste Edital (Anexo 5).
10.4.
Após a aprovação dos documentos de que trata o item 10.1 e seus subitens, o
licitante vencedor deverá assinar o contrato no prazo de 3 (três) dias úteis, a contar
do primeiro dia útil subsequente ao do recebimento da comunicação do Banco
Central do Brasil.
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10.5.
Os prazos concedidos ao licitante vencedor, para a entrega dos documentos ou
para a assinatura do contrato, podem ser prorrogados uma única vez, por igual
período, somente se houver solicitação durante o transcurso do prazo inicialmente
estabelecido, e desde que ocorra motivo justificado, aceito pelo Banco Central do
Brasil.
10.6.
Previamente à contratação, o Banco Central do Brasil verificará a existência de
registro do licitante vencedor no Cadastro Informativo dos créditos não quitados do
setor público federal (CADIN), conforme previsto no art. 6o da Lei no 10.522, de
19.07.2002, não sendo, no entanto, por si só, fator impeditivo à contratação a
existência de ocorrência(s) em nome do licitante vencedor.
11.
GARANTIA
11.1.
A garantia para execução do contrato será efetuada numa das seguintes
modalidades:
a) caução em dinheiro ou títulos da dívida pública;
b) fiança bancária;
c) Seguro Garantia.
11.2.
A garantia corresponderá a 5% (cinco por cento) do valor atribuído ao contrato a ser
celebrado.
11.3.
Mediante expressa e justificada solicitação do licitante vencedor, o BACEN poderá
conceder, excepcionalmente e por ato motivado, o prazo de até 10 (dez) dias
corridos, contados da data de assinatura do contrato, para apresentação da
garantia, o que se fará constar na Cláusula Vigésima Segunda, em lugar da
hipótese de entrega de efetiva garantia no ato da assinatura do contrato, caso em
que, para o caput da referida cláusula, será adotada redação que disponha sobre
essa ocorrência.
11.4.
Para a apresentação de garantia deve ser observado que:
11.4.1.
a carta de fiança bancária deverá conter expressa renúncia, pelo fiador, aos
benefícios do artigo 827 do Código Civil brasileiro (Lei no 10.406/2002), ou ser
emitida conforme os padrões normalmente utilizados pelas instituições financeiras
sediadas no exterior, se for o caso;
11.4.2
A caução em dinheiro ou os títulos da dívida pública deverão ser depositados na
Caixa Econômica Federal – CEF, devendo os títulos da dívida pública ter sido
emitidos sob a forma escritural, mediante registro em sistema centralizado de
liquidação e de custódia autorizado pelo Banco Central do Brasil e avaliados pelos
seus valores econômicos, conforme definido pelo Ministério da Fazenda.
11.4.3
A fiança bancária ou o Seguro Garantia deverão ter validade, no mínimo, até a data
do término de vigência do contrato ou serem renovados tempestivamente. Assim
sendo, fica vedada a colocação de cláusula excludente de qualquer natureza.
11.5
A garantia responderá pelo cumprimento das disposições do contrato, ficando o
BACEN autorizado a executá-la para cobrir multas, indenizações a terceiros e
pagamentos de qualquer obrigação, inclusive no caso de rescisão.
13
o
Edital de Concorrência Demap n 75/2010
Pt.0901455880
11.6
Caso o licitante opte por prestar garantia na forma de Seguro Garantia, a apólice
deve garantir o pagamento de quaisquer das multas contratuais previstas na Lei n o
8.666, de 21.06.93.
11.7
Caso a garantia, ou parte dela, seja utilizada em pagamento de qualquer obrigação,
inclusive multas contratuais ou indenização a terceiros, o licitante obrigar-se-a a
repô-la ou complementá-la, no valor correspondente ao efetivamente utilizado, no
prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas, contadas da data em que for notificado
pelo Banco Central do Brasil.
11.8
A garantia será liberada ou restituída após a execução do contrato, mediante
solicitação por escrito da CONTRATADA, devendo ser observados os critérios
definidos na Cláusula Vigésima Sexta do Anexo 5 (Minuta de Contrato).
12.
PEDIDOS DE ESCLARECIMENTO E IMPUGNAÇÕES
12.1.
Qualquer pessoa poderá solicitar esclarecimentos e providências, ou impugnar o
Edital, observando-se em relação a estas solicitações e impugnação que:
12.1.1.
os pedidos de esclarecimento aos termos deste Edital e seus Anexos deverão ser
dirigidos ao Presidente da Comissão Especial de Licitações, por escrito, com
antecedência mínima de 5 (cinco) dias úteis da data fixada para abertura dos
Envelopes de Habilitação;
12.1.2.
as impugnações aos termos deste Edital e seus Anexos deverão ser dirigidas ao
Presidente da Comissão Especial de Licitações, por escrito, com antecedência
mínima de 2 (dois) dias úteis da data fixada para a abertura dos Envelopes de
Habilitação.
12.2.
Os pedidos de esclarecimento e impugnações deverão ser entregues, mediante
recibo, no protocolo do Banco Central do Brasil, localizado no 2o subsolo do
Edifício-Sede, situado no Setor Bancário Sul (SBS), Quadra 3, Bloco ―B‖, em
Brasília (DF), CEP 70074-900, nos dias úteis, das 9 às 18 horas.
13.
REVOGAÇÃO E ANULAÇÃO DA LICITAÇÃO
13.1
O Banco Central do Brasil poderá, por motivo de interesse público decorrente de
fato superveniente devidamente comprovado, mediante parecer escrito, revogar a
presente licitação ou, em caso de constatação de ilegalidade, anular o
procedimento licitatório, total ou parcialmente, de ofício ou por provocação de
terceiros.
14.
SANÇÕES ADMINISTRATIVAS
14.1
Poderão ser aplicadas à licitante e à CONTRATADA as seguintes sanções:
a) advertência;
b) multa;
14
o
Edital de Concorrência Demap n 75/2010
Pt.0901455880
c) suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar
com o BACEN, por prazo não superior a 2 (dois) anos;
d) declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração
Pública.
14.2
Nenhuma sanção será aplicada sem o devido processo administrativo, sendo
facultada a apresentação de defesa prévia, no prazo de 5 (cinco) dias úteis a contar
da data da intimação para tanto.
14.3
As sanções descritas nas alíneas ―a‖ e ―b‖ do item 14.1 serão aplicadas pelo Chefe
Adjunto do Departamento de Recursos Materiais e Patrimônio – DEMAP, cabendo
ao Chefe do Departamento de Recursos Materiais e Patrimônio – Demap propor a
aplicação de inidoneidade.
14.4
A sanção de suspensão prevista no item 14.1.c será aplicada pelo Chefe do
Departamento de Recursos Materiais e Patrimônio – Demap, a quem cabe
encaminhar proposta ao Ministro de Estado do Banco Central para aplicação da
sanção de inidoneidade.
14.5
Da aplicação das sanções de advertência, multa e suspensão temporária caberá
recurso ao Chefe do Demap, no prazo de 5 (cinco) dias úteis a contar da intimação
do ato.
14.6
Advertência
14.6.1
A sanção de advertência poderá ser aplicada nos seguintes casos:
a) descumprimento das obrigações assumidas contratualmente, desde que não
acarretem prejuízos para o Banco Central do Brasil, independentemente da
aplicação de multa;
b) execução insatisfatória ou inexecução dos serviços, desde que sua gravidade
não recomende o enquadramento nos casos de suspensão temporária ou
inidoneidade;
c) outras ocorrências que possam acarretar pequenos transtornos ao
desenvolvimento dos serviços do Banco Central do Brasil, a seu critério, desde
que não sejam passíveis de suspensão temporária ou inidoneidade.
14.7
Multa
14.7.1
O BACEN poderá aplicar ao licitante multa por descumprimento do instrumento
convocatório, e à CONTRATADA multa moratória e multa por inexecução, nos
percentuais estabelecidos, respectivamente, na Minuta de Contrato constante do
Anexo 5.
14.7.2
Não será aplicada multa no caso de prorrogação de prazo, quando expressamente
autorizada pelo Banco Central do Brasil, com base no artigo 57, §§ 1º e 2º, da Lei nº
15
o
Edital de Concorrência Demap n 75/2010
Pt.0901455880
8.666/93.
14.7.3
As multas serão deduzidas da garantia.
14.7.4
Se o valor das multas aplicadas for superior ao valor da garantia a que se refere o
item 11.2, além de repor a garantia, na forma do item 11.7, a CONTRATADA
responderá pela diferença, que será descontada dos pagamentos eventualmente
devidos pelo BACEN ou cobrada judicialmente.
14.7.5
As multas poderão ser aplicadas cumulativamente com as sanções de advertência,
suspensão temporária ou declaração de inidoneidade.
14.8
Multa por descumprimento do instrumento convocatório.
14.8.1
A multa pelo descumprimento do instrumento convocatório poderá ser aplicada ao
licitante que descumprir compromissos assumidos.
14.8.2
A multa por descumprimento do instrumento convocatório poderá ser aplicada
quando a adjudicatária incorrer, dentre outras, em uma das situações a seguir
indicadas, no percentual de até 5% (cinco por cento), calculado sobre o valor da
proposta:
a) recusar-se, injustamente, a aceitar, retirar ou assinar o instrumento contratual ou
documento de valor jurídico equiparado (Lei nº 8.666/93, artigo 64);
b) recusar-se a honrar a proposta apresentada dentro do prazo de validade
estipulado no instrumento convocatório.
14.9
Multa moratória
14.9.1
A multa moratória poderá ser cobrada:
a) pelo atraso injustificado no cumprimento dos prazos estipulados no Edital, no
cronograma físico ou no contrato;
b) por atraso na entrega de quaisquer relatórios ou documentos solicitados pelo
responsável pelo acompanhamento do contrato, com prazo determinado para
entrega, sem justificativa por escrito aceita pelo Banco Central do Brasil.
14.9.2
O atraso no cumprimento dos prazos de execução das etapas sujeitará a
CONTRATADA à multa de mora calculada à razão de 0,25% (vinte e cinco
centésimos por cento) do valor da etapa em atraso ou obrigação não-cumprida, por
dia corrido, a partir do primeiro dia útil subsequente à data prevista para o
adimplemento da etapa, até a data do efetivo cumprimento, observado o limite de
10% (dez por cento) sobre o valor total do contrato.
14.10
Multa por inexecução total ou parcial do contrato
16
o
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Pt.0901455880
14.10.1
A multa por inexecução total ou parcial do contrato poderá ser aplicada quando a
CONTRATADA incorrer, dentre outras, em uma das situações a seguir indicadas,
no percentual de até 10% (dez por cento) sobre o valor atualizado da obrigação não
cumprida:
a) deixar de cumprir integralmente o objeto da licitação no prazo avençado,
caracterizando o inadimplemento absoluto da obrigação, com lesão ao interesse
público devidamente caracterizada, que enseje a rescisão unilateral do contrato;
b) cumprir parcialmente o objeto da licitação, caracterizando prestação de serviços
de forma parcelada ou incompleta.
14.11
Suspensão temporária do direito de licitar e contratar com o Banco Central do
Brasil
14.11.1
A suspensão do direito de licitar e contratar com o BACEN poderá ser aplicada aos
que, por culpa ou dolo, prejudiquem ou tentem prejudicar o procedimento licitatório
ou a execução do contrato, por fatos graves.
14.11.2
A sanção de suspensão temporária do direito de licitar e contratar com o Banco
Central do Brasil poderá ser aplicada ao licitante ou à CONTRATADA que incorrer,
dentre outros, nos seguintes casos:
a) atrasar o cumprimento das obrigações assumidas contratualmente, acarretando
prejuízos para o Banco Central do Brasil;
b) executar de modo insatisfatório o objeto do contrato, se antes já houver sido
aplicada sanção de advertência;
c) praticar qualquer ato que inviabilize a licitação, resultando na necessidade de
promover novo procedimento licitatório;
d) recusar-se a assinar o instrumento de contrato ou retirar o instrumento
equivalente (Lei 8.666/93, artigo 64) dentro do prazo estabelecido por este
instrumento convocatório;
e) realizar o trabalho sem a observância da legislação e da regulamentação que
regem a matéria objeto do contrato;
f) cometer quaisquer outras irregularidades que acarretem prejuízo ao Banco
Central do Brasil, ensejando a rescisão do contrato ou a frustração do processo
licitatório;
g) sofrer condenação definitiva por fraude fiscal no recolhimento de quaisquer
tributos, praticada por meios dolosos;
h) apresentar ao Banco Central do Brasil qualquer documento falso ou falsificado,
no todo ou em parte, com objetivo de participar da licitação;
i) demonstrar, a qualquer tempo, não possuir idoneidade para licitar e contratar
17
o
Edital de Concorrência Demap n 75/2010
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com o Banco Central do Brasil, em virtude de atos ilícitos praticados.
14.12
Declaração de inidoneidade para licitar e contratar com a administração pública
14.12.1
A declaração de inidoneidade será aplicada quando constatada má-fé, ação
maliciosa e premeditada em prejuízo do Banco Central do Brasil, atuação com
interesses escusos, reincidência em faltas que acarretem prejuízo ao BACEN ou
aplicações anteriores de sucessivas outras sanções.
14.12.2
A declaração de inidoneidade implica a proibição de contratar com a Administração
Pública enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja
promovida a reabilitação perante o Ministro de Estado Presidente do Banco Central
do Brasil.
14.12.3
A declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com toda a Administração
Pública será aplicada ao licitante ou à CONTRATADA que, dentre outros casos:
a) sofrer condenação definitiva por fraude fiscal no recolhimento de quaisquer
tributos, praticada por meios dolosos;
b) praticar atos ilícitos, visando frustrar os objetivos da licitação;
c) demonstrar, a qualquer tempo, não possuir idoneidade para licitar e contratar
com o BACEN, em virtude de atos ilícitos praticados.
15.
VISTORIA
15.1
A vistoria é obrigatória e deverá ser previamente agendada e realizada no período
de 07/06 a 02/07/2010, nos dias úteis, das 09h00 às 17h00, pelo Demap/Infra em
conjunto com a Adrja/Comap, por meio dos telefones (0**61) 3414-1409 - 34141402, 3414-1416 e 3414-2644.
15.2
A vistoria deverá ser realizada por Engenheiro ou Arquiteto com vínculo com a
empresa, que apresentará registro atualizado do CREA e carta do licitante
encaminhada ao BACEN com a identificação dos seus representantes.
15.3
O representante da empresa, expressamente autorizado – portando carta de
credenciamento – deverá comparecer ao Edifício-sede do BACEN no Rio de
Janeiro, situado na Av. Presidente Vargas, 730, 23º andar – Centro - CEP 20071900, com vistas à realização da vistoria agendada de acordo com item 15.1,
oportunidade em que lhe será fornecida cópia do Comprovante de Vistoria,
conforme modelo constante no Anexo 10, devendo o licitante comprometer-se a
manter sigilo sobre todas as informações a que teve acesso em decorrência da
vistoria realizada, conforme modelo constante no Anexo 9.
15.4
Quando da vistoria, os licitantes deverão se inteirar cuidadosamente das condições
e do grau de dificuldade dos serviços, podendo ser efetuados exames e medições
necessárias, não se admitindo, posteriormente, qualquer alegação de
18
o
Edital de Concorrência Demap n 75/2010
Pt.0901455880
desconhecimento destes. Eventuais problemas observados na fase de vistoria e de
elaboração da proposta deverão ser apontados formalmente à Comissão Especial
de Licitações, antes da data prevista para a abertura da licitação (conforme datas e
prazos estabelecidos no edital); após essa data, nenhuma reclamação será aceita,
cabendo à CONTRATADA a execução do objeto em sua totalidade.
15.5
Quando da realização da vistoria, será entregue ao representante da empresa DVD
contendo os arquivos dos Anexos 1 e 8 do Edital e os desenhos referentes aos
projetos de arquitetura e engenharia do objeto da licitação.
15.6
Depois de realizada a vistoria, será emitido Termo de Vistoria por servidor do
BACEN, assinado conjuntamente com o engenheiro/arquiteto representante do
licitante, de que o mesmo vistoriou as instalações do BACEN e que tomou
conhecimento de todas as informações e das condições para o cumprimento das
obrigações objeto da licitação, em conformidade com o edital e seus anexos, não se
admitindo, posteriormente, qualquer alegação para desconhecimento.
15.7
Eventuais problemas observados quando da vistoria deverão ser apontados
formalmente ao BACEN. Após a vistoria, nenhuma reclamação será aceita,
cabendo à CONTRATADA a execução do objeto em sua totalidade.
16.
DISPOSIÇÕES FINAIS
16.1
O BACEN, representado pela Comissão Especial de Licitações ou autoridade
superior, em qualquer fase desta Concorrência, poderá promover diligência
destinada a esclarecer ou complementar a instrução do processo licitatório, vedada
a inclusão posterior de documento ou informação que deveria constar originalmente
dos Documentos de Habilitação ou das Propostas.
16.2
Até a assinatura do contrato, o licitante vencedor poderá ser desclassificado se o
Banco Central do Brasil tiver conhecimento de fato desabonador à sua habilitação
ou à sua classificação, conhecido após o julgamento.
16.3
Se ocorrer a desclassificação do licitante vencedor por fatos referidos no item
anterior, o Banco Central do Brasil poderá convocar os licitantes remanescentes por
ordem de classificação ou revogar a presente Concorrência.
16.4
Caso haja a inabilitação de todas as empresas licitantes ou todas as propostas
sejam desclassificadas, a Comissão Especial de Licitações poderá fixar aos
licitantes o prazo de 8 (oito) dias úteis para a apresentação de novas propostas,
escoimadas as causas que as inabilitaram ou as desclassificaram anteriormente.
16.5
É vedada a utilização de qualquer elemento, critério ou fato sigiloso, secreto ou
reservado que possa, ainda que indiretamente, elidir o princípio da igualdade entre
os licitantes.
19
o
Edital de Concorrência Demap n 75/2010
Pt.0901455880
16.6
A Comissão Especial de Licitações poderá, no interesse do Banco Central do
Brasil, relevar omissões puramente formais nos documentos e propostas
apresentadas pelos licitantes, desde que não comprometam a lisura e o caráter
competitivo desta Concorrência e que possam ser sanadas no prazo a ser fixado
pela referida Comissão.
16.7
Se houver indícios de conluio entre os licitantes ou de qualquer outro ato de má-fé,
o Banco Central do Brasil comunicará os fatos verificados à Secretaria de Direito
Econômico do Ministério da Justiça e ao Ministério Público Federal, para as
providências devidas.
16.8
É proibido a qualquer licitante tentar impedir o curso normal do processo licitatório
mediante a utilização de recursos ou de meios meramente protelatórios, sujeitandose o autor às sanções legais e administrativas aplicáveis, conforme dispõe o art. 93
da Lei no 8.666/93.
16.9
Antes do aviso oficial do resultado desta Concorrência, não serão fornecidas, a
quem quer que seja, quaisquer informações referentes à adjudicação do contrato
ou à análise, avaliação ou comparação entre as Propostas.
16.10
Qualquer tentativa de licitante em influenciar a Comissão Especial de Licitações no
processo de julgamento das Propostas resultará na sua desclassificação.
16.11
Nenhuma indenização será devida aos licitantes pela elaboração ou pela
apresentação de documentos e propostas relativos ao presente Edital.
16.12
Antes da data marcada para a abertura dos Envelopes com a Documentação de
Habilitação e as Propostas, a Comissão Especial de Licitações poderá, por motivo
de interesse público, por sua iniciativa ou em consequência de solicitações de
esclarecimentos, alterar este Edital e seus Anexos, ressalvado que será reaberto o
prazo inicialmente estabelecido para apresentação da Documentação e das
Propostas, exceto quando, inquestionavelmente, a alteração não afetar a
formulação das Propostas.
16.13
A licitação e os atos dela resultantes serão regidos pelas disposições legais e
regulamentares vigentes e pelas normas e condições estabelecidas neste Edital e
seus Anexos.
16.14
Das sessões públicas realizadas pela Comissão Especial de Licitações serão
lavradas atas circunstanciadas, que registrarão os fatos mais importantes ocorridos,
e serão assinadas pelos representantes dos licitantes presentes, pelo Presidente e
demais membros da referida Comissão.
16.15
A participação na presente Concorrência implica, tacitamente, para o licitante: a
confirmação de que recebeu da Comissão Especial de Licitações os documentos e
informações necessárias ao cumprimento desta Concorrência, a aceitação plena e
irrevogável de todos os termos, cláusulas e condições constantes neste Edital e de
seus Anexos, a observância dos preceitos legais e regulamentares em vigor e a
20
o
Edital de Concorrência Demap n 75/2010
Pt.0901455880
responsabilidade pela fidelidade e legitimidade das informações e dos documentos
apresentados em qualquer fase do processo.
16.16
Correrão por conta do Banco Central do Brasil as despesas que incidirem sobre a
formalização do contrato, aí incluídas as decorrentes de sua publicação, que deverá
ser efetivada em extrato, no Diário Oficial da União, na forma prevista no art. 61,
parágrafo único, da Lei no 8.666/93.
16.17
O licitante vencedor deverá manter, durante toda a execução do contrato, as
condições de habilitação e qualificação exigidas na licitação.
16.18
Os quantitativos previstos nesta licitação poderão ser acrescidos ou suprimidos, a
critério da Administração e de acordo com os §§ 1o e 2o do art. 65 da Lei no
8.666/93.
16.19
A contagem dos prazos estabelecidos neste Edital excluirá o dia do início e incluirá
o do vencimento. No caso do início ou vencimento do prazo recair em dia em que
não haja expediente no Banco Central do Brasil, o termo inicial ou final se dará no
primeiro dia útil subsequente em que o BACEN funcionar normalmente.
16.20
A execução do contrato decorrente da presente licitação, bem como os casos
omissos, serão regulados pelas cláusulas contratuais e pelos preceitos de direito
público, aplicando-lhes, supletivamente, a Teoria Geral dos Contratos e das
disposições do Direito Privado, na forma do art. 54 da Lei no 8.666/93, combinado
com o inciso XII do art. 55 do mesmo diploma legal.
16.21
Este Edital deverá ser lido e interpretado na íntegra e, após apresentação da
Documentação e da Proposta, não serão aceitas alegações de desconhecimento
ou discordância de seus termos.
16.22
Todos os documentos relativos ao trabalho a ser executado pela CONTRATADA,
inclusive originais, passarão à propriedade do BACEN. Os dados deles resultantes
não poderão ser reproduzidos sem autorização por escrito do BACEN, nem ser
divulgadas quaisquer informações constantes dos trabalhos a executar ou de que a
CONTRATADA tenha tomado conhecimento em decorrência do exame da
documentação ou da execução do objeto deste Edital, sem autorização por escrito
do BACEN, sob pena de aplicação das sanções cabíveis.
16.23
O licitante é responsável pela fidelidade e legitimidade das informações e dos
documentos apresentados em qualquer fase da licitação.
16.24
A licitação e os atos dela resultantes serão regidos pelas disposições legais e
regulamentares vigentes e pelas normas e condições estabelecidas neste Edital e
anexos.
16.25
Considera-se interessada a empresa que pertença ao ramo de atividade objeto
desta licitação e tenha obtido o presente Edital licitatório.
21
o
Edital de Concorrência Demap n 75/2010
Pt.0901455880
16.26
Integram o presente Edital os seguintes anexos:
1 – Especificações Básicas
2 – Documentação Relativa à Habilitação
3 – Condições para Elaboração das Propostas de Preços
4 – Modelo de Proposta de Preços
5 – Minuta de Contrato
6 – Modelo de Declaração de Inexistência de fato superveniente impeditivo à
habilitação
7 – Modelo de Declaração de que trata o Decreto 4.358 de 2002
8 – Modelo de Planilha de Composição de Preços
9 – Termo de Confidencialidade
10 – Comprovante de Vistoria
Brasília (DF), 27 de maio de 2010
DANIEL CARDIM HELLER
Comissão Especial de Licitações
Presidente
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Pt.0901455880
Anexo 1
ANEXO 1
ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS
1.1
DISPOSIÇÕES GERAIS ................................................................................................... 22
1.2
CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E CERTIFICAÇÃO ..................... 33
1.3
CRONOGRAMA FÍSICO – FINANCEIRO ........................................................................ 33
1.1
DISPOSIÇÕES GERAIS
1.1.1
Este Caderno de Especificações estabelece as normas gerais e específicas,
os métodos de trabalho e os padrões de conduta para a execução, sob o regime de
empreitada Global, das obras do edifício destinado às instalações do Meio Circulante
do Banco Central do Brasil, em terreno situado na Rua Rivadávia Corrêa nº 45, na
cidade do Rio de Janeiro – RJ. O caderno deve ser considerado como complementar
aos desenhos de execução dos projetos e demais documentos contratuais.
1.1.2
Define-se como CONTRATANTE o Banco Central do Brasil e como
CONTRATADA a empresa vencedora da licitação, executora dos serviços. Define-se
como FISCALIZAÇÃO, o agente do Banco Central do Brasil, responsável pela
verificação da execução a contento dos projetos, normas e especificações gerais das
obras e dos serviços a serem executados.
1.1.3
A FISCALIZAÇÃO será designada pelo Banco Central do Brasil e será
composta por arquitetos e engenheiros com autoridade para exercer, em nome do
CONTRATANTE, toda e qualquer ação de orientação geral, controle e fiscalização das
obras/serviços de construção.
1.1.4
A FISCALIZAÇÃO, exercida no interesse exclusivo do CONTRATANTE, não
exclui e nem reduz a responsabilidade da CONTRATADA, inclusive perante terceiros,
por qualquer irregularidade e, na sua ocorrência, não implica em co-responsabilidade
do poder público ou de seus agentes e prepostos, salvo quanto a estes, se decorrente
de ação ou omissão funcional, apurada na forma da legislação vigente. A
CONTRATADA se comprometerá a dar à FISCALIZAÇÃO, no cumprimento de suas
23
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
funções, livre acesso aos locais de execução dos serviços, bem como fornecer todas
as informações e demais elementos necessários.
1.1.5
Todas as Ordens de Serviço ou quaisquer comunicações da
FISCALIZAÇÃO à CONTRATADA, ou vice-versa, serão registradas no Diário de Obras,
podendo ainda serem transmitidas por escrito, em folha de papel ofício devidamente
numerada e em 2 (duas) vias, uma das quais ficará em poder da CONTRATADA e a
outra com o CONTRATANTE.
1.1.6
Para qualquer decisão da FISCALIZAÇÃO sobre assuntos não previstos no
presente Anexo, nas especificações técnicas inerentes a cada serviço ou no Contrato
de que faz parte, a CONTRATADA poderá interpor recurso junto ao Banco Central do
Brasil, caso se sinta prejudicada.
1.1.7 Fica assegurado à FISCALIZAÇÃO o direito de:
a)
solicitar o Diário de Obras, devidamente preenchido na obra;
b)
solicitar a retirada imediata, da obra, de qualquer profissional da CONTRATADA
que não corresponda técnica ou disciplinarmente às exigências. A adoção desta
medida não implica em prorrogação de prazo;
c)
exigir o cumprimento de todos os itens das especificações;
d)
ordenar a suspensão das obras/serviços, sem prejuízo das penalidades a que
ficar sujeita a CONTRATADA e sem que esta tenha o direito a qualquer indenização,
no caso de não ser atendida dentro de 48 (quarenta e oito) horas, a contar da Ordem
de Serviço correspondente, a respeito de qualquer reclamação sobre defeito essencial
em serviço executado, ou em material posto na obra.
1.1.8
Este Anexo fará parte integrante do CONTRATO, valendo como se fosse
nele efetivamente transcrito. Para efeito de ordenação dos serviços prevalecerão as
diretrizes deste Anexo e as demais normas vigentes no País e, na falta destas, as
regulamentações e a legislação municipal, estadual ou distrital, e federal.
1.1.9
A planilha que acompanha esta especificação é básica para efeito de
estimativa de custos. Os LICITANTES deverão fazer criterioso estudo dos itens nela
indicados. O levantamento das quantidades de materiais e serviços para elaboração do
orçamento é de inteira responsabilidade da CONTRATADA, que deverá conferir
qualquer quantitativo indicado nos desenhos e demais documentos.
Os LICITANTES deverão realizar vistoria no local, não se admitindo da
CONTRATADA, posteriormente, desconhecimento das atuais condições e das medidas
necessárias à execução da obra.
1.1.10
1.1.11
Cabe aos licitantes fazer, com a devida atenção, minucioso estudo,
verificação e comparação de todos os projetos fornecidos, detalhes, especificações e
demais componentes integrantes da documentação técnica fornecida pelo
CONTRATANTE para a execução das obras/serviços. Os custos respectivos por todos
24
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
os serviços necessários à perfeita execução dos projetos deverão estar incluídos nos
preços constantes da proposta da CONTRATADA.
1.1.12
Quaisquer modificações necessárias no projeto, especificações ou planilhas,
durante a execução das obras e serviços, somente poderão ser realizadas após a
autorização da FISCALIZAÇÃO.
1.1.13
Todas as medidas indicadas em projeto deverão ser conferidas no local.
Havendo divergências entre as medidas, a FISCALIZAÇÃO deverá ser imediatamente
comunicada. Os dimensionamentos, no que couberem, ficarão a cargo da
CONTRATADA.
1.1.14
Cada um dos desenhos somente poderá ser utilizado pela CONTRATADA
na execução da obra, após receber o carimbo de aprovado pelo CONTRATANTE e ser
―liberado para a execução‖.
1.1.15
A CONTRATADA deverá providenciar as necessárias compatibilizações dos
projetos, durante a obra, sanando eventuais interferências entre eles, sempre com a
anuência da FISCALIZAÇÃO.
1.1.16
Para efeito de interpretação de divergências entre os documentos
contratuais, fica estabelecido que:
a)
em caso de divergência entre os desenhos dos projetos arquitetônicos e este
Anexo, prevalecerá este último;
b)
em caso de divergência entre desenhos de detalhes e o projeto arquitetônico,
prevalecerão sempre os primeiros;
c)
em caso de divergência entre as cotas dos desenhos e suas dimensões medidas
em escala, a FISCALIZAÇÃO, sob consulta prévia, definirá as dimensões corretas;
d)
em caso de divergência entre desenhos de escalas diferentes, prevalecerão
sempre os de escala de maiores dimensões;
e)
em caso de divergência entre desenhos de datas diferentes, prevalecerão sempre
os mais recentes;
f)
em caso de divergências entre este Anexo e as normas da Associação Brasileira
de Normas Técnicas (ABNT), prevalecerão sempre estas últimas;
g) em caso de dúvidas quanto ao entendimento e interpretações das prescrições
deste Anexo e dos projetos, a FISCALIZAÇÃO deverá ser consultada e emitirá parecer.
1.1.17
A CONTRATADA deverá manter, no escritório do canteiro de obras, um
conjunto completo e atualizado dos desenhos de todas as partes da obra, bem como
das instalações do canteiro. Esses desenhos devem estar disponíveis para ser
examinados a qualquer momento pelo CONTRATANTE e por toda e qualquer pessoa
por ele autorizada. Caberá à CONTRATADA, sob suas expensas, providenciar a
aquisição de cópias extras de desenhos para seu uso. Deverá ainda providenciar a
atualização de todos os desenhos que sofram alterações em relação ao projeto
25
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
fornecido, após a conclusão de cada etapa de obra e, antes do recebimento provisório,
entregar ao CONTRATANTE o conjunto completo de plantas cadastrais as built, em
meio magnético para AUTOCAD Release a ser definido pela FISCALIZAÇÃO, com
extensão dwg.
1.1.18
A execução das obras contratadas será planejada e controlada por
intermédio do cronograma físico-financeiro, elaborado pela CONTRATADA e
submetido ao CONTRATANTE, dentro do prazo previsto no Edital. A supervisão, a
fiscalização e o acompanhamento dos serviços ficarão a cargo da FISCALIZAÇÃO.
1.1.19
A CONTRATADA deverá tomar todas as precauções e zelar
permanentemente para que suas operações não provoquem danos físicos ou materiais
a terceiros, nem interfiram negativamente com o tráfego nas vias públicas que utilizar
ou que estejam localizadas nas proximidades da obra. A CONTRATADA se
responsabilizará por todos os danos causados às instalações existentes, aos móveis,
aos imóveis, a terceiros e aos bens públicos.
1.1.20
A CONTRATADA deverá recompor todos os elementos que forem
danificados durante a execução da obra (pavimentações, esquadrias, jardins etc.),
usando materiais e acabamentos idênticos aos existentes no local. Os detritos
resultantes das operações de transporte ao longo de qualquer via pública deverão ser
removidos imediatamente pela CONTRATADA, sob suas expensas.
1.1.21
A CONTRATADA será responsável pela proteção e pela reparação de toda
propriedade pública e privada, linhas de transmissão de energia elétrica, adutoras, fibra
ótica ou telefone, duto de esgotos e drenagem pluvial e outros serviços de utilidade
pública, adjacentes à obra, devendo corrigir imediatamente, sob suas expensas,
quaisquer avarias que neles provocar.
1.1.22
A remoção de todo entulho para fora do canteiro será feita pela
CONTRATADA a seu ônus.
1.1.23
A CONTRATADA deverá providenciar, às próprias custas, a execução de
toda a sinalização de trânsito dos acessos ao canteiro de obras, ficando responsável
por qualquer acidente que porventura venha a ocorrer por falta ou deficiência de
sinalização de trânsito.
1.1.24
A CONTRATADA cuidará para que o transporte de cargas especiais seja
feito sem causar danos ou interrupções de tráfego nas vias públicas de acesso ao local
da obra. Serão escolhidos trajetos e veículos adequados e controladas as cargas, a fim
de compatibilizar as solicitações com os meios de acesso disponíveis.
1.1.25
As normas de segurança constantes destas especificações não desobrigam a
CONTRATADA do cumprimento de outras disposições legais federais, estaduais e
municipais pertinentes, sendo de sua inteira responsabilidade os processos, ações ou
reclamações movidas por pessoas físicas ou jurídicas em decorrência de negligência nas
26
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
precauções exigidas no trabalho ou da utilização de materiais inaceitáveis na execução
dos serviços.
1.1.26
Caso a CONTRATADA necessite deslocar para a obra qualquer
equipamento, completo ou em partes, que possa acarretar danos nas vias públicas
e/ou pontes, deverá comunicar o fato ao CONTRATANTE, informando-o também das
providências que pretende adotar para a proteção e o eventual reforço das obras
viárias existentes, ficando a CONTRATADA responsável pela efetivação de todas as
providências necessárias junto a órgãos públicos federais, estaduais e municipais, a
entidades privadas e a pessoas físicas envolvidas.
1.1.27
A CONTRATADA deverá assegurar o suprimento de água e de energia
elétrica, com a qualidade exigida pelas especificações, a todos os pontos da obra onde
elas forem necessárias. A obtenção, a captação, a adução e o transporte da água, assim
como a ligação de energia elétrica, quaisquer que sejam os meios utilizados, não serão
objeto de pagamento em separado, devendo os custos ser incluídos nos preços
propostos para os vários itens de serviço onde elas serão utilizadas. As faturas relativas
aos consumos de energia elétrica e de água serão de responsabilidade da
CONTRATADA até o recebimento provisório da obra, inclusive aqueles atípicos que
advirão quando dos testes finais das instalações e equipamentos, limpeza final, bem
como após a ligação definitiva da entrada de energia e de água do prédio. As instalações
provisórias de telefone serão, também, de responsabilidade da CONTRATADA, que
deverá providenciar a instalação de até 2 (dois) pontos para a FISCALIZAÇÃO; nesse
caso, as taxas da concessionária e as despesas de uso correrão por conta do BACEN.
1.1.28
Deverão ser usados somente materiais novos, de primeira qualidade, sem
defeitos ou deformações, e todos os serviços deverão ser executados com esmero e
perfeição. O emprego de qualquer material fica condicionado à sua apresentação à
FISCALIZAÇÃO e sua respectiva aprovação. No que couber, deverão ser
apresentados, às expensas da CONTRATADA, amostras de produtos para aprovação
por parte da FISCALIZAÇÃO. As amostras de materiais aprovados pela
FISCALIZAÇÃO deverão ser guardadas no canteiro de obras até o término dos
serviços para permitirem, a qualquer tempo, a verificação da semelhança com o
material a ser aplicado.
1.1.29
As indicações de marcas existentes nestas especificações ou desenhos
visam à definição de referências para os padrões de qualidade, acabamento ou
concepção desejados pelos projetistas, tendo em vista a conveniência do BACEN. Todos
os materiais especificados admitirão similaridade, desde que as alternativas sugeridas
apresentem inequívoca equivalência no que diz respeito às características construtivas,
técnicas e estéticas, bem como ao desempenho funcional e durabilidade, relativamente
aos materiais de referência.
1.1.30
A substituição de um produto especificado por outro deverá ser aprovada
pela FISCALIZAÇÃO, conforme o critério de analogia. O critério de analogia baseia-se
no fato de que dois materiais ou equipamentos apresentam analogia total ou
equivalência se desempenham idêntica função construtiva e apresentam as mesmas
27
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
características físicas, químicas, dimensionais, operacionais e estéticas equivalentes
às presentes nos produtos exigidos pelas especificações.
1.1.31
No caso, a equivalência deverá ser claramente demonstrada pelo
proponente por meio da apresentação de amostras, catálogos e laudos técnicos
emitidos por instituições reconhecidamente capacitadas e irrestritamente aceitos pela
FISCALIZAÇÃO, a seu exclusivo critério.
1.1.32
Eventualmente, poderá ser solicitada à CONTRATADA, a critério da
FISCALIZAÇÃO, a apresentação de laudos, a ser emitidos por entidades de
reconhecida competência e ilibada reputação, demonstrando a similaridade entre os
materiais especificados e as alternativas oferecidas. As despesas decorrentes dessa
eventual providência serão de exclusiva responsabilidade da CONTRATADA.
1.1.33
Caso julgue necessário, o CONTRATANTE poderá solicitar à
CONTRATADA a apresentação de informação, por escrito, dos locais de origem dos
materiais ou de certificados de ensaios a eles relativos. Os ensaios e as verificações
serão providenciados pela CONTRATADA, sem ônus para o CONTRATANTE, e
executados por laboratório previamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO. Os materiais
que não atenderem às especificações não poderão ser estocados no canteiro de obras.
1.1.34
A inspeção para recebimento de materiais e equipamentos será realizada no
local da obra por processo visual, podendo, entretanto, ser feita na fábrica ou em
laboratório, por meio de ensaios, a critério da FISCALIZAÇÃO.
1.1.35
Neste caso, a presença dos fiscais do Banco Central, para a realização dos
ensaios em fábrica, deverá ser solicitada pela CONTRATADA com antecedência
mínima de 15 (quinze) dias.
1.1.36
A qualidade inspecionada e exigida em fábrica será a mesma em campo.
1.1.37
A presença da equipe da FISCALIZAÇÃO nas diversas fases de fabricação
e/ou montagem não isenta a CONTRATADA da responsabilidade em manter as
características técnicas exigidas.
1.1.38
Junto com a solicitação da presença dos fiscais, deverá ser enviada uma
programação completa e detalhada dos ensaios a serem realizados. Esta programação
estará sujeita a aprovação da FISCALIZAÇÃO da obra.
A CONTRATADA só deverá solicitar a presença dos Fiscais para a data em
que os equipamentos já estiverem completamente prontos, montados, pré-testados e
com todas as condições necessárias a realização dos testes. O não-atendimento a esta
condição dará à FISCALIZAÇÃO o direito de suspender a qualquer momento a
realização dos ensaios até que as condições necessárias sejam alcançadas, passando
as despesas com estadia, transporte e alimentação, das posteriores visitas da
FISCALIZAÇÃO a correrem por conta da CONTRATADA.
1.1.39
28
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
1.1.40
Os materiais inflamáveis somente poderão ser depositados em áreas
autorizadas pelo CONTRATANTE, devendo a CONTRATADA providenciar para estas
áreas os dispositivos de proteção contra incêndios determinados pelos órgãos
competentes.
1.1.41
A CONTRATADA fica obrigada a retirar do canteiro de obras qualquer
material impugnado pela FISCALIZAÇÃO.
1.1.42
O depósito de materiais e equipamentos deverá ser feito em local
previamente aprovado e sob responsabilidade da CONTRATADA, que se
responsabilizará, também, pela aprovação do projeto de tapume e canteiro, caso seja
necessário. A CONTRATADA cuidará para que todas as partes do canteiro de obras e
da própria obra permaneçam sempre limpas e arrumadas, com os materiais estocados
e empilhados em local apropriado e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, por tipo e
qualidade. Providenciará ainda a retirada imediata de detritos dos acessos das áreas e
das vias adjacentes ao canteiro, oriundos de operações relativas às obras/serviços.
1.1.43
Todas as providências e despesas relativas à obra, necessárias à segurança
pública, ao pagamento de seguro de pessoal e às despesas decorrentes das leis
trabalhistas e impostos serão de responsabilidade da CONTRATADA.
1.1.44
A cópia dos documentos referentes às taxas e emolumentos realizados junto
à Prefeitura e aos órgãos responsáveis pela aprovação de projetos, emissão de
licenças e fiscalização de obras deverá ser entregue à FISCALIZAÇÃO.
1.1.45
Os materiais a ser empregados, bem como as obras e os serviços a serem
executados, deverão obedecer rigorosamente:
a) às normas e especificações constantes deste Anexo e desenhos;
b) às normas da ABNT;
c)
às disposições legais da união, do estado e do município;
d) aos regulamentos das empresas concessionárias de serviços públicos;
e) às prescrições e recomendações dos fabricantes;
f)
às normas internacionais consagradas, na falta das normas da ABNT.
1.1.46
A CONTRATADA deverá apresentar ao BANCO, no prazo de 15 (quinze)
dias após a assinatura do contrato, os seguintes documentos ou respectivos
protocolos, na eventualidade de o órgão não fornecê-lo(s) por motivos alheios às suas
obrigações contratuais:
a) Anotação de Responsabilidade Técnica - ART- registrada no CREA local, da
equipe técnica participante da obra, tanto por parte da CONTRATADA quanto por parte
da FISCALIZAÇÃO.
b) Alvará de Construção ou Licença de Obras, na forma das disposições em vigor.
c)
Licença Ambiental Municipal.
d) Projeto do canteiro de obras.
e) Desenho da(s) placa(s) da obra e dos portões.
29
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
f)
Plantas das instalações provisórias de redes de infra-estrutura (água, energia,
telefone, esgoto).
g) Correspondência contendo delegação de poderes aos representantes
credenciados da CONTRATADA, bem como do seu preposto para representá-la na
execução do contrato.
h) Toda a documentação necessária junto ao INSS, Delegacia Regional do
Trabalho, concessionárias de serviços públicos e demais órgãos pertinentes.
1.1.47
A CONTRATADA deverá apresentar ao BACEN, no prazo de 60 dias, o
CRONOGRAMA DE OBRAS, para análise e aprovação da FISCALIZAÇÃO.
1.1.48
A CONTRATADA deverá atender, durante a execução das obras, às
restrições da LICENÇA DE OBRAS fornecida pela Prefeitura da Cidade do Rio de
Janeiro.
1.1.49
A CONTRATADA deverá fornecer e manter o Diário de Obra, constituído de
folhas numeradas, em 3 (três) vias, permanentemente disponível, para efetivação de
registro e acompanhamento dos serviços, assinado diariamente pelo
engenheiro/arquiteto residente, onde deverão ser lançados todos os acontecimentos
pertinentes à obra objeto da licitação, devendo constar, dentre outros:
Pela CONTRATADA:
a) as condições meteorológicas prejudiciais ao andamento dos trabalhos;
b) as consultas à FISCALIZAÇÃO;
c)
as datas de conclusão das etapas, caracterizadas de acordo com o cronograma
aprovado;
d) os acidentes ocorridos na execução da obra ou serviço;
e) as respostas às interpelações da FISCALIZAÇÃO;
f)
a eventual escassez de material que resulte em dificuldade para execução da
obra e/ou serviço;
g) as medições das etapas de obras e respectivos valores a serem faturados;
h) outros fatos que, a juízo da CONTRATADA, devam ser objeto de registro.
Pela FISCALIZAÇÃO:
a) atestado de veracidade dos registros previstos anteriormente;
b) juízo formado sobre o andamento da obra/serviço tendo em vista os projetos,
especificações, prazos e cronogramas;
c)
observações relativas aos registros efetuados pela CONTRATADA no Diário de
Obras;
d) soluções às consultas lançadas ou formuladas pela CONTRATADA, com
correspondência simultânea para o Banco Central do Brasil;
e) restrições que lhe pareçam cabíveis a respeito do andamento dos trabalhos ou do
desempenho da CONTRATADA, seus prepostos e sua equipe;
30
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
f)
determinação de providências para cumprimento dos termos do Contrato, dos
projetos e especificações;
g) aprovação das medições para faturamento;
h) outros fatos ou observações cujo registro se torne conveniente ao trabalho de
FISCALIZAÇÃO.
1.1.50
A CONTRATADA deverá manter no escritório da obra, em ordem, cópias de
todos os projetos, especificações, alvará de construção, licenças e o presente Anexo.
1.1.51
A CONTRATADA não poderá sub-empreitar o total das obras a ela
adjudicada, salvo quanto a itens que, por sua especialização, requeiram o emprego de
firmas ou profissionais especialmente habilitados e, neste caso, mediante prévia
autorização da FISCALIZAÇÃO. A responsabilidade sobre esses serviços não será
transmitida aos subcontratados perante o BACEN. A CONTRATADA deverá sempre
responder direta e exclusivamente pela fiel observância das obrigações contratuais.
1.1.52
A CONTRATADA interromperá total ou parcialmente a execução dos
trabalhos sempre que:
a) assim estiver previsto e determinado no Contrato;
b) for necessário para a execução correta e fiel dos trabalhos, nos termos do Contrato
e de acordo com o projeto;
c) houver influências atmosféricas sobre a qualidade ou a segurança dos trabalhos na
forma prevista no Contrato;
d) houver alguma falta cometida pela CONTRATADA, desde que esta, a juízo do
BACEN, possa comprometer a qualidade dos trabalhos subsequentes;
e) o BACEN assim o determinar ou autorizar por escrito no Diário de Obras.
31
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
1.1.53
Correrá por conta exclusiva da CONTRATADA a responsabilidade por
quaisquer acidentes no trabalho de execução das obras/serviços, bem como as
indenizações que possam vir a ser devidas a terceiros por fatos relacionados com a
obra, ainda que ocorridos fora do canteiro.
1.1.54
Será obrigatório o uso, pelos funcionários envolvidos nos trabalhos, dos
Equipamentos de Proteção Individual adequados à execução dos serviços, bem como
de outros elementos julgados necessários pela FISCALIZAÇÃO.
1.1.55
Os funcionários da empresa contratada deverão trabalhar devidamente
uniformizados e identificados.
1.1.56
Caberá à CONTRATADA o fornecimento, por todo o período em que se fizer
necessário, da totalidade do ferramental, mão-de-obra, máquinas e aparelhos, inclusive
sua manutenção, substituição, reparo e seguro, visando o andamento satisfatório das
obras/serviços e a sua conclusão no prazo fixado em Contrato.
1.1.57
A FISCALIZAÇÃO e toda pessoa por ela autorizada terá livre acesso às
obras, ao canteiro e a todos os locais onde estejam sendo realizados trabalhos,
estocados e/ou fabricados materiais e equipamentos.
1.1.58
A inspeção dos serviços ou dos materiais não isentará a CONTRATADA de
quaisquer das suas obrigações contratuais com o BACEN, nem de suas
responsabilidades legais.
1.1.59
Para qualquer serviço mal executado, a FISCALIZAÇÃO reservar-se-á o
direito de modificar, mandar refazer ou substituir, da forma e com os materiais que
melhor lhe convierem, sem que tal fato acarrete em solicitação de ressarcimento
financeiro por parte da CONTRATADA, nem extensão do prazo para conclusão da
obra.
1.1.60
Nenhum pagamento adicional será efetuado em remuneração às
obras/serviços descritos neste Anexo. Os custos respectivos deverão estar incluídos
nos preços unitários constantes da proposta da CONTRATADA.
1.1.61
A CONTRATADA cuidará para que todas as partes do canteiro de obras e da
própria obra permaneçam sempre limpas e arrumadas, com os materiais estocados e
empilhados em local apropriado, por tipo e qualidade. Providenciará, ainda, a retirada
imediata de lixo e entulho das áreas e vias adjacentes ao canteiro, oriundos ou não de
operações relativas às obras.
1.1.62
Antes do recebimento final das obras/serviços, as áreas ocupadas pela
CONTRATADA, relacionadas com as obras/serviços, deverão ser limpas de todo o lixo,
excesso de material, estruturas temporárias e equipamentos; os serviços executados
deverão permanecer regularizados, limpos e apresentáveis. As tubulações, valetas e a
drenagem deverão ser limpas de quaisquer depósitos resultantes dos serviços da
CONTRATADA e conservadas até que a inspeção final.
32
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
1.1.63
Será procedida à verificação, por parte do CONTRATANTE, das condições
de perfeito funcionamento e segurança das instalações de água, esgotos, águas
pluviais, bombas elétricas, aparelhos sanitários, equipamentos diversos e demais
instalações.
1.1.64
Poderão ser solicitados à CONTRATADA laudos de provas e ensaios
tecnológicos do concreto empregado e do aço utilizados, de forma a se verificar a
observância das especificações e resistências de projeto.
1.1.65
A CONTRATADA providenciará, às suas custas, a realização de todos os
ensaios, verificações e provas de materiais fornecidos e de serviços executados,
fornecimento de protótipos, bem como os reparos necessários para que tais trabalhos
sejam entregues em perfeitas condições. Os profissionais responsáveis pelos ensaios
e testes deverão ser reconhecidamente competentes, inclusive com prova de
habilitação junto a entidades oficiais.
1.1.66
Os testes e verificações serão realizados na presença de representante do
CONTRATANTE. A CONTRATADA solicitará, por escrito, no Diário de Obras,
permissão para realizar os testes, declarando data, hora, local e assunto, e se o
objetivo é simples verificação ou medição para faturamento correspondente.
1.1.67
A CONTRATADA assinalará, ainda, características importantes dos
equipamentos, instrumentos, dispositivos, tubulações, rede ou circuitos interessados,
anotará os dados em planilhas próprias, que serão posteriormente analisadas pelo
CONTRATANTE.
1.1.68
da obra.
Os testes deverão atender às especificações adequadas a cada componente
1.1.69
As providências para segurança das pessoas e equipamentos em
consequência de testes, bem como as despesas com a sua realização, serão de
responsabilidade da CONTRATADA.
1.1.70
Caberá à CONTRATADA providenciar a presença de representante
autorizado do fabricante dos equipamentos testados, quando solicitado pelo
CONTRATANTE, nos casos de reclamações e/ou pedido de ressarcimento por danos
em consequência da falha do material. As despesas serão de responsabilidade
exclusiva da CONTRATADA.
1.1.71
Os equipamentos ou materiais testados total ou parcialmente, de modo
insatisfatório, serão novamente testados até que sejam aceitos.
O mesmo
procedimento ocorrerá no caso de substituição total ou parcial dos equipamentos ou
materiais.
1.1.72
Até que seja notificada pelo CONTRATANTE sobre a aceitação final das
obras e serviços, a CONTRATADA será responsável pela conservação dos mesmos, e
33
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
deverá tomar precauções para evitar prejuízos ou danos a quaisquer de suas partes,
provocados por qualquer outra causa.
1.1.73
O prazo final estabelecido no Contrato será considerado cumprido se até
então tiverem sido realizadas as exigências necessárias para o início da vistoria da
Comissão de Recebimento, e desde que não ocorra recusa por parte do
CONTRATANTE.
1.2
CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E CERTIFICAÇÃO
1.2.1
A construção do Edifício do Mecir no Rio de Janeiro deverá obedecer à
Instrução Normativa nº1, de 19.01.2010, da Secretaria de Logística e Tecnologia da
Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que dispõe sobre os
critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens, contratação de serviços
ou obras pela Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional.
1.3
CRONOGRAMA FÍSICO – FINANCEIRO
Descrição do Cronograma para planejamento, programação e controle das
obras, serviços e instalações.
1.3.1
CRONOGRAMA
1.3.1.1
As obras, serviços e instalações contratados terão sua execução planejada e
programada de acordo com cronograma desenvolvido obrigatoriamente com base nas
relações de dependência entre as atividades, definindo de forma clara o caminho crítico
do projeto. Esse caminho crítico deverá ter a duração coincidente com o prazo
apresentado na proposta da empresa.
1.3.1.2
Uma vez montada e aprovada pelo BACEN, a rede de precedência servirá
para o total controle de pagamentos dos serviços a ser realizados. Quaisquer
desembolsos por parte do BACEN somente ocorrerão se estiverem plenamente de
acordo com o contido na rede.
1.3.2
IMPLANTAÇÃO
1.3.2.1
Inicialmente, a CONTRATADA deverá relacionar todas as atividades a
serem executadas, atribuindo-lhes os seus respectivos valores, cuja soma deverá
coincidir com o valor global a ser apresentado na proposta. As atividades deverão ser
subdivididas por áreas (ex.: arquitetura, instalações elétricas, instalações de ar
condicionado, instalações de água e esgoto, controle predial, telefonia etc.).
34
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
1.3.2.2
As atividades deverão ser definidas de forma objetiva, dentro de uma
unidade perfeitamente mensurável, não sendo aceitos percentuais como forma de
medição.
1.3.2.3
Para efeito de pagamento, serão aceitas atividades que caracterizem a
colocação de material ou equipamento na obra apenas quando representarem valores
significativos, em relação à mão de obra correspondente ao respectivo item do
cronograma, e forem possíveis de armazenamento sem risco de danos ou perda das
condições de garantia. A princípio, serão aceitos itens como piso elevado,
equipamentos VRF de ar condicionado, elevadores, no-break, geradores,
transformadores, quadros elétricos da subestação, bombas, portas-forte e outros com
mesmas características, a critério do BACEN.
1.3.2.4
Os valores das atividades deverão ser expressos em reais, não sendo aceita
a quantificação por intermédio de percentuais.
1.3.2.5
A última atividade do cronograma físico-financeiro, denominada ATIVIDADE
FINAL, deverá contemplar serviços que, em seu conjunto, correspondam a no mínimo
5% (cinco por cento) do valor total do contrato, conforme parágrafo sexto da Cláusula
Vigésima do Anexo 5.
1.3.2.6
Uma vez concluído o levantamento de todas as atividades, deverão ser
relacionadas as interdependências de antecedência e subsequência entre elas, com
especial atenção aos tempos de duração para execução. O tempo de duração para
cada atividade deverá ser estimado em dias úteis, desconsiderando os sábados,
domingos e feriados nacionais e locais.
1.3.2.7
Concluído o contido no item anterior, os dados resultantes deverão ser
processados por software adequado, gerando um banco de dados que será utilizado no
gerenciamento físico-financeiro da obra. Os resultados obtidos do banco de dados
deverão ter compatibilidade para transferência e visualização em Excel (Microsoft),
versão atualizada.
1.3.2.8
O banco de dados, deverá conter no mínimo os seguintes elementos:
- número do evento;
- nome da atividade;
- duração da atividade, em dias úteis;
- folga na execução da atividade;
- data de início mais cedo da atividade;
- data de início mais tarde da atividade;
- data de término mais cedo da atividade;
- data de término mais tarde da atividade;
- valor da atividade;
- totalização parcial conforme setorização das atividades;
35
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
- relação de dependência (antecedência e subsequência) com outra(s)
atividade(s).
1.3.2.9
O banco de dados gerado deverá ser apresentado ao BACEN acompanhado
de relatório impresso, em até 60 dias corridos, sem prejuízo do prazo total fixado para a
execução da obra na Cláusula Segunda do Anexo 5.
1.3.2.10 Esse banco de dados, uma vez aprovado, será operado e gerenciado pelo
BACEN e mensalmente será fornecido à CONTRATADA um relatório indicando as
atividades iniciadas, concluídas, em andamento etc., com respectivos valores de datas.
A CONTRATADA deverá disponibilizar profissional de planejamento responsável por
comparecer a reuniões periódicas de acompanhamento do projeto junto ao BACEN.
1.3.2.11 O pagamento dos serviços deverá ser efetuado com base no planejado e
somente ocorrerá quando da completa conclusão do serviço relacionado pela atividade.
36
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 1 - SERVIÇOS PRELIMINARES
1.1
1.1.1
1.1.2
1.1.3
1.1.4
1.1.5
1.1.6
1.1.7
SERVIÇOS PRELIMINARES ........................................................................................... 37
PLACAS DE OBRA ........................................................................................................... 37
TAPUMES E ALOJAMENTOS......................................................................................... 38
LOCAÇÃO DA OBRA ...................................................................................................... 40
MOVIMENTO DE TERRA ............................................................................................... 41
ATERRO E COMPACTAÇÃO ......................................................................................... 42
DRENAGEM ..................................................................................................................... 43
SONDAGEM ..................................................................................................................... 43
37
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
1.1
Anexo 1
SERVIÇOS PRELIMINARES
Os serviços de capina, limpeza e nivelamento do terreno serão de
responsabilidade da CONTRATADA, inclusive aterro, compactação, movimentação de
terra, drenagem e quaisquer outros serviços que se fizerem necessários para a perfeita
preparação do terreno.
Todas as providências necessárias para retirada de quaisquer elementos
construtivos, postes ou quaisquer redes existentes no local serão encargo da
CONTRATADA. As providências para locação do terreno e localização da cota de
soleira também deverão ser providenciadas pela CONTRATADA.
Para edificações provisórias, construções, serviços ou montagens de
qualquer espécie, não são permitidas a utilização das áreas sob as redes e linhas
aéreas de energia elétrica, ou sobre as caixas de passagem subterrâneas.
Os equipamentos que a CONTRATADA levar para o canteiro, ou as
instalações por ela executadas e destinadas ao desenvolvimento de seus trabalhos, só
poderão ser retirados com autorização formal da FISCALIZAÇÃO.
No caso de não haver Coletor Público de Esgotos, a CONTRATADA
instalará Fossa Séptica e Sumidouro para atender ao canteiro de obras.
1.1.1
PLACAS DE OBRA
Enquanto durar a execução da obra a CONTRATADA deverá manter placas
de obra, em número a ser definido pela FISCALIZAÇÃO. As placas, perfeitamente
visíveis e legíveis ao público, deverão ter 3,20 X 2,20 m, no mínimo, e conter:
a) a identificação do BACEN e da obra e a marca do governo, na forma da
regulamentação específica;
b) o valor da obra e o prazo de execução;
c) a modalidade da licitação e o respectivo número;
d) o número do contrato;
e) o nome do autor ou co-autor do projeto ou projetos;
f) os nomes dos fiscais da obra;
g) as atividades específicas pelas quais o profissional ou profissionais são
responsáveis;
h) o título de cada profissional, bem como o número da respectiva carteira profissional
e a região do registro.
38
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
As placas de obra deverão ser em chapa de aço galvanizada nº. 24,
estruturadas em cantoneiras de ferro e pintura em esmalte sintético, de base alquídica
ou aplicação de Vinil em Recorte Eletrônico. Serão dotadas de cantoneiras de ferro, de
abas iguais, de 25,40 mm (1‖) x 3,17 mm (1/8‖), no requadro do perímetro e, também,
internamente em travessas dispostas em cruz. Deverão ser confeccionadas de forma a
conferir total rigidez ao conjunto. As emendas das chapas deverão coincidir com as
linhas de separação dos campos em que a placa será divida.
As placas devem ser confeccionadas e dispostas, de forma que atendam ao
que regula a Lei nº. 5.194 de 24.12.66, a Resolução nº. 250, de 16.12.77, do CONFEA
e as determinações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da
República.
Os subcontratados poderão instalar placas de modelo próprio, desde que
tenham dimensões e localização de acordo com os critérios estabelecidos pela
FISCALIZAÇÃO.
Os nomes dos autores dos projetos complementares e dos responsáveis
pela execução de serviços técnicos, quando for o caso, deverão constar de placas
secundárias.
A manutenção das placas deverá ser periódica, de modo a preservar suas
características até o término da obra.
1.1.2
TAPUMES E ALOJAMENTOS
Deverá ser montado pela CONTRATADA canteiro de obras que contemple
as instalações necessárias ao bom desenvolvimento dos serviços. Dentre as
instalações deverão constar, no mínimo, as seguintes dependências:
a)
b)
c)
d)
e)
Escritório da CONTRATADA e da FISCALIZAÇÃO;
Almoxarifado e depósito;
Sanitários e vestiários;
Cantina para funcionários;
Alojamento.
Para a montagem dos tapumes, barracão, escritório, sanitários, e demais
instalações, a CONTRATADA deverá obedecer às normas da Administração local e de
segurança do trabalho.
Os muros perimetrais existentes, onde não houver danos ou aberturas que
permitam intrusão, deverão ser mantidos até o final da obra e serão caiados
periodicamente.
39
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Nos trechos em que houver aberturas ou necessidade de demolição do muro
será instalado tapume, de modo a isolar convenientemente o canteiro.
Os montantes deverão ser cravados no solo em profundidade que garanta
estabilidade ao conjunto. Os montantes principais serão confeccionados com peças
inteiras e maciças de 75 x 75mm de seção transversal, espaçados de 1,10 m e
solidamente fixados ao solo. Os montantes intermediários e as travessas necessárias
terão seção transversal de 60X60mm. O fechamento empregará chapas de madeirite
novas e inteiras, de 10 mm de espessura, resinadas. A altura mínima do tapume será
de 2,20m e sua face externa deverá ser pintada com duas demãos de tinta PVA látex.
Deverá ser construído portão em chapa de madeira compensada. Deverão
ser empregadas ferragens de modo a garantir resistência e funcionalidade ao conjunto.
Deverá ser destinado à FISCALIZAÇÃO escritório exclusivo com área
mínima de 20 m², dotado de sanitário exclusivo, equipado com mesas e cadeiras em
número suficiente para atender a FISCALIZAÇÃO, assim como armário e prateleiras
para guarda de documentos e projetos.
O barracão será do tipo elevado dimensionado pela CONTRATADA para
abranger o escritório da FISCALIZAÇÃO, sanitário exclusivo da FISCALIZAÇAO,
escritório e sanitário da administração da obra, vestiários e sanitários de operários,
almoxarifado e duas vagas de estacionamento coberto para uso da FISCALIZAÇAO.
A localização do barracão dentro do canteiro da obra, bem como a
distribuição dos respectivos compartimentos, será objeto de estudo pela
CONTRATADA. Após a aprovação desse estudo pela FISCALIZAÇÃO, o barracão
poderá ser executado.
O barracão terá estrutura de madeira dimensionada para suportar as
respectivas cargas. O piso será de tábua aparelhada - seção transversal 300 x 25 mm,
as paredes divisórias de vedação e o forro serão em chapas de madeira compensada
laminada com 14 mm de espessura, o telhado será de telhas onduladas de
fibrocimento com 6 mm de espessura.
Toda a madeira utilizada na confecção do barracão será imunizada com
produto adequado aplicado com pistola ou com pincel.
A CONTRATADA deverá manter os tapumes em bom estado de
conservação durante todo o período da obra, substituindo as peças envelhecidas e
danificadas e repintando a face externa periodicamente. Em casos específicos deverão
ser montados andaimes móveis com emprego de barris metálicos lastreados com
pedra britada.
40
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Em certos casos deverão ser montados andaimes móveis com emprego de
barris metálicos lastreados com pedra britada.
As edificações provisórias deverão ser construídas de modo a manterem-se
em boas condições até o término dos serviços, podendo ser facilmente retiradas e/ou
remanejadas.
As edificações provisórias deverão ser dotadas de condições mínimas de
conforto, segurança e higiene aos seus ocupantes, mesmo que eventuais, e atender a
NBR – 12284 – Áreas de vivência dos Canteiros de Obra.
Eventualmente poderão ser necessários tapumes de segurança. Neste caso,
serão executados obedecendo às normas e regulamentos vigentes, às normas de
Segurança do Trabalho, da Administração e das Concessionárias locais.
Em caso de necessidade de instalação de fossa séptica e sumidouro para
atender ao canteiro de obras, (no caso de não haver coletor público de esgotos
sanitários disponível), serão obedecidas as prescrições mínimas estabelecidas pela
NBR 7229.
1.1.3
LOCAÇÃO DA OBRA
A CONTRATADA procederá à locação planimétrica e altimétrica da obra de
acordo com as cotas aprovadas pela Administração local, solicitando a esta que, por
seu topógrafo, faça a marcação de pontos de referência, a partir dos quais prosseguirá
o serviço sob sua total responsabilidade.
A CONTRATADA deverá proceder à aferição das dimensões, alinhamentos,
ângulos e de quaisquer outras indicações constantes dos projetos com as reais
condições encontradas no local. Os alinhamentos deverão ser conferidos de modo a
garantir a perfeita locação da obra.
A CONTRATADA manterá, em perfeitas condições, toda e qualquer
referência de nível - RN - e de alinhamento, o que permitirá reconstituir ou aferir a
locação em qualquer tempo e oportunidade.
Para a locação deverão ser empregados equipamentos de precisão e
pessoal capacitado.
Os gabaritos deverão ser montados com madeira de boa qualidade de modo
a durarem até o término da implantação da infra-estrutura.
A locação deverá ser conferida e aprovada pela FISCALIZAÇÃO e, só então
serão liberados os serviços. A aprovação da FISCALIZAÇÃO não exime a
CONTRATADA de sua responsabilidade sobre a locação da obra. A ocorrência de erro
41
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
na locação será de responsabilidade exclusiva da CONTRATADA e implicará, em
qualquer época, na obrigação de proceder às modificações, demolições e reposições
necessárias, ficando sujeita a todas as multas e penalidades aplicáveis.
A execução dos serviços de Locação de Obras deverá atender às seguintes
normas:
a)
Práticas de Projeto, Construção e Manutenção de Edifícios Públicos Federais;
b)
Normas da ABNT e do INMETRO;
c)
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas Federais, Estaduais e Municipais,
inclusive normas de concessionárias de serviços públicos;
d)
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema CREA-CONFEA.
1.1.4
MOVIMENTO DE TERRA
O material resultante da escavação deverá ser guardado para posterior
reaterro. Os aterros deverão ser executados com solos que possuam características
uniformes e qualidades iguais ou superiores às do material previsto no projeto do
pavimento. Em qualquer caso, não serão admitidos solos que contenham substâncias
orgânicas.
As escavações além de 1,5 m de profundidade receberão cortes em talude
ou protegidas com dispositivos adequados de contenção. Quando se tratar de
escavações permanentes, serão protegidas com muros de arrimo ou cortina. A
CONTRATADA se responsabilizará por acidentes decorrentes da não observância
destas orientações.
As cavas para as fundações, subsolos, reservatórios d'água e outras partes
da obra abaixo do nível do terreno serão executadas de acordo com as indicações
constantes do projeto de fundações e demais projetos da obra, natureza do terreno e
volume de material a ser deslocado.
As escavações para execução de blocos e cintas (baldrames) circundantes
serão levadas a efeito com a utilização de escoramento e esgotamento d’água, se for o
caso, de forma a permitir a execução a céu aberto, daqueles elementos estruturais e
respectivas impermeabilizações.
Todas as escavações serão protegidas, quando for o caso, contra ação de
água superficial ou profunda, mediante drenagem, esgotamento ou rebaixamento do
lençol freático.
42
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Os taludes serão executados de conformidade com as características reais
do solo em cada ponto da obra, obtidas quando for o caso, através de ensaios
adequados.
A escavação será precedida da execução de desmatamento, destocamento
e limpeza e se processará mediante a previsão da utilização adequada ou rejeição dos
materiais extraídos. Assim, apenas serão transportados para constituição de aterros, os
materiais que, pela classificação e caracterização efetuadas nos cortes, sejam
compatíveis com os especificados para sua execução dos aterros.
As escavações deverão ser feitas de modo a atender a conformação dos
pisos, atendendo aos projetos, e realizadas com cuidado, evitando-se cortes
excessivos.
As escavações necessárias à construção de fundações e as que se
destinam as obras permanentes serão executadas de modo a não ocasionar danos à
vida, às propriedades ou a ambos. Desde que atendidas as condições retrocitadas, as
escavações provisórias de até 1,5 m não necessitam de cuidados especiais.
Os taludes das escavações serão convenientemente protegidos durante
toda sua execução contra os efeitos de erosão interna e superficial. A FISCALIZAÇÃO
poderá admitir, caso necessário, a criação de patamares (bermas ou plataformas),
objetivando conter erosão, bem como reduzir a velocidade de escoamento superficial.
Os taludes definitivos quando não especificados de modo inverso, receberão
um capeamento protetor a fim de evitar futuras erosões podendo ser utilizada grama ou
outro material que substitua tal proteção.
A execução dos trabalhos de escavações obedecerá, além do transcrito na
presente especificação, a todas as prescrições da NBR 6122 concernentes ao assunto.
1.1.5
ATERRO E COMPACTAÇÃO
Nos pontos onde se fizer necessário deverá ser aplicado aterro compactado.
A compactação deverá ser feita em camadas sucessivas com espessura
máxima de 20 cm, umedecidas de modo a garantir maior resistência. A primeira
camada do aterro será constituída por material granular permeável, que atuará como
dreno para as águas de infiltração no aterro.
A execução de aterros deverá preceder à das estruturas próximas a estes;
em caso contrário, deverão ser tomadas medidas de precaução, a fim de evitar o
aparecimento de movimentos ou tensões indevidas em qualquer parte da estrutura.
A energia de compactação deverá ser de 100% do Próctor Normal.
43
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
1.1.6
Anexo 1
DRENAGEM
A CONTRATADA deverá fornecer todos os materiais e equipamentos
manuais ou mecânicos de escavação, bem como guinchos e outros que se fizerem
necessários para a execução de drenagem como tubulações, mangueiras, bombas,
material de filtro e outros para a correta execução do rebaixamento do lençol freático,
caso seja necessário, de acordo com o previsto no projeto.
Após a colocação dos drenos, serão executadas as obras de captação das
águas drenadas, de acordo com o previsto nos projetos, a critério da FISCALIZAÇÃO.
A execução dos serviços de rebaixamento de Lençol Freático deverá
atender à NBR 6122 – Projeto e execução de Fundações e à NBR 6484 – Solo Sondagens de simples reconhecimento com SPT – método de ensaio, no que for
aplicável.
1.1.7
SONDAGEM
Foram executados 14 furos de sondagem de reconhecimento, SP-1 a SP-3,
SP-5 a SP-11, SP-13 a SP-16 e os respectivos deslocamentos (SP-2A, SP-3A, SP-5A,
SP-7A, SP-15A) para posições próximas às originais, visando ultrapassar obstáculos
impenetráveis à percussão, totalizando 159,75 m, possibilitando a definição estimada
do perfil geológico, caracterizando solo de aterro encontrado após a remoção de capa
de piso de concreto existente que varia de 15 a 30 cm de espessura.
Tal solo de aterro é constituído de areia fina a média, siltosa, micácea, com
pedregulhos, variando de medianamente compacta a fofa, SPT da ordem de 2 a 15
golpes, o que indica que possivelmente parte do aterro chegou a ter sua execução
controlada, porém de modo geral predominam regiões de aterro sem nenhum tipo de
controle de compactação.
Abaixo da camada de aterro, encontra-se uma camada de argila siltosa
orgânica, com presença de areia fina, cinza escuro, com consistência variando de
muito mole a mole. Esse pacote geralmente ocorre em espessuras que variam de 1 a 5
m. Esse horizonte apresenta resistência à penetração muito baixa desde SPT de zero a
2 golpes. Os problemas de compressibilidade deste material devem ser atentamente
observados, não sendo recomendável a colocação de nenhum tipo de estrutura de
grande importância assente neste horizonte.
Subjacente ao horizonte de argila mole chega-se ao pacote de solo residual,
constituído predominantemente por areia fina a média, siltosa, com pedregulhos e
fragmentos de concha (solos de origem marinha), coloração cinza, com compacidade
variando de muito fofa a muito compacta. As resistências à penetração neste pacote
variam de SPT 5 a mais de 50 golpes. Este horizonte de solo residual apresenta-se
44
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
homogêneo em relação à cor, granulometria e composição mineralógica.
Eventualmente, pode apresentar alguma heterogeneidade, em função da evolução
pedogênica, porém para obras civis, seu comportamento sempre será o de um material
homogêneo. Contribui para esse comportamento a ausência total de textura e das
estruturas da rocha matriz, em geral conhecidas como estruturas reliquiares. A
ausência destas estruturas confere a este horizonte um comportamento isotrópico, ou
seja, apresentam o mesmo valor para as propriedades físicas, independentes da
direção em que são obtidas.
Aproximando-se do horizonte de rocha, passa a ter predomínio solo residual
de comportamento mais heterogêneo. Este material apresenta-se heterogêneo em
termos de cor, textura e composição mineralógica.
A heterogeneidade decorre da manutenção das características da rocha
matriz, encontrando-se preservadas as estruturas da rocha de origem.
Abaixo deste pacote ocorre material de comportamento mecânico de rocha
alterada dura, caracterizado pelo impenetrável à lavagem por tempo das sondagens a
percussão (três ciclos consecutivos de 10 minutos com penetração inferior a 5cm em
cada um, ABGE, 1990), identificando com segurança, o topo da rocha.
Para garantia de que o impenetrável à ferramenta de lavagem das
sondagens à percussão não seja representado, por exemplo, por um matacão de rocha
sã, poderia ser confirmado por meio de sondagens rotativas ou sísmicas. Uma vez que
este horizonte de impenetrável foi observado em todos os furos executados é bem
provável que se trata de topo de rocha.
O nível d’água observado durante a realização das sondagens indica o
lençol freático em torno de 2 a 2,5m abaixo do nível do terreno natural.
45
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 2
INFRA-ESTRUTURA
2.1
MEMORIAL DESCRITIVO ................................................................................................46
2.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS...................................................................................46
2.2.1
2.2.2
2.2.3
2.2.4
2.2.5
2.2.6
2.2.7
ESTACAS RAIZ .................................................................................................................46
PERFURAÇÃO ..................................................................................................................47
ESTRUTURAS SOTERRADAS REMANESCENTES .......................................................47
MONTAGEM E COLOCAÇÃO DA ARMADURA ...............................................................47
INJEÇÃO ............................................................................................................................47
RETIRADA DO REVESTIMENTO .....................................................................................47
PREPARO DA CABEÇA DA ESTACA ..............................................................................48
2.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ................................................................................48
2.3.1
2.3.2
2.3.3
2.3.4
2.3.5
2.3.6
PROCEDIMENTOS INICIAIS ............................................................................................48
ESTRUTURAS SOTERRADAS REMANESCENTES .......................................................48
MONTAGEM E COLOCAÇÃO DA ARMADURA ...............................................................48
INJEÇÃO ............................................................................................................................48
RETIRADA DO REVESTIMENTO .....................................................................................49
PREPARO DA CABEÇA DA ESTACA ..............................................................................49
2.4
NORMAS REGULAMENTARES.......................................................................................49
46
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
2.1
Anexo 1
MEMORIAL DESCRITIVO
Uma vez que a CONTRATADA assumirá inteira responsabilidade pelos trabalhos
que executar, a ela compete julgar da conveniência de obter, às suas custas, informações
adicionais a respeito do subsolo, tais como sondagens complementares, ensaios de
caracterização do terreno, poços de exploração, análise de agressividade de águas
subterrâneas, etc.
A cuidadosa verificação das condições e do nível do lençol d´água subterrâneo será
procedida pela CONTRATADA mediante a escavação de poços pilotos. O rebaixamento do
lençol d’água e esgotamento de águas superficiais, caso necessário, será encargo da
CONTRATADA, que fornecerá todos os elementos necessários tais como drenos, filtros,
coletores, mangotes, conexões, válvulas, bombas, etc.
Correrá por conta da CONTRATADA a execução de todos os escoramentos
julgados necessários, bem como providenciar proteção contra possíveis águas agressivas no
subsolo.
Em regra, as fundações deverão ser apoiadas nos horizontes mais resistentes
observados na base do pacote de solo residual, geralmente em torno da cota -9,00, a partir do
nível do terreno. E, em alguns casos, acima desta cota.
Caberá à CONTRATADA para execução da obra, na qualidade de co-responsável,
verificar e aceitar a solução adotada no projeto de fundações, informando formalmente à
FISCALIZAÇÃO essa decisão ou, em caso contrário, apresentar suas próprias considerações,
embasadas em fundamentos técnicos que determinem nova solução, para análise da
FISCALIZAÇÃO e autor do projeto.
Caberá à CONTRATADA:
estudar o layout do Canteiro para conferir os dados e condições da obra;
verificar a liberdade de movimento da perfuratriz de acordo com a seqüência
executiva;
verificar acesso aos pontos de fornecimento de água e energia elétrica;
verificar acesso livre para fornecimento de materiais junto à central de injeção;
verificar atendimento aos pontos mais distantes com relação às mangueiras e
mangotes de água de injeção de argamassa e de ar comprimido.
2.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS
2.2.1
ESTACAS RAIZ
A Estaca Raiz é concretada ―in loco‖, com diâmetro podendo variar de 80 a 310
mm. Possui elevada tensão de trabalho do fuste, o qual é constituído de argamassa de cimento
e areia, inteiramente armado ao longo do seu comprimento.
47
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
2.2.2
Anexo 1
PERFURAÇÃO
Para a perfuração, a CONTRATADA deverá realizar a perfuração do solo por meio da
perfuratriz rotativa ou roto-percussiva com a descida de tubo de revestimento. Caso o
tubo de revestimento encontre dificuldade para seu avanço, em razão da ocorrência de
solos muito duros ou ainda plásticos, devem ser empregadas brocas de três asas, tipo
tricone, para execução de pré-furo ou, ainda, para limpeza no interior.
2.2.3
ESTRUTURAS SOTERRADAS REMANESCENTES
Usar sapata ou coroa diamantada, acoplada ao barrilete amostrador, interno à
composição de tubos de revestimento, de maneira a retirar-se o testemunho da rocha
(procedimento igual ao da sondagem rotativa).
Alternativamente, podem ser utilizados martelos pneumáticos ou hidráulicos, sendo que
todos os martelos perfuram por sistema roto-percussivo e trabalham interiormente ao
tubo de revestimento.
2.2.4
MONTAGEM E COLOCAÇÃO DA ARMADURA
Para a montagem e colocação da armadura a CONTRATADA deverá montar a
armadura da estaca em forma de gaiola, com os estribos helicoidais prevendo-se a armadura
longitudinal com aço CA-50, estribos em aço CA-25, obedecendo-se ao projeto. Definir o
diâmetro externo do estribo de forma a garantir cobrimento mínimo de 25 mm entre a face
interna do revestimento e o próprio estribo.
2.2.5
INJEÇÃO
Para os procedimentos de Injeção a CONTRATADA deverá lançar a argamassa de
cimento e areia por meio de bomba injetora, através da composição de injeção, posicionando o
tubo de injeção da argamassa no fundo do furo.
2.2.6
RETIRADA DO REVESTIMENTO
Iniciar a extração do revestimento por ação coaxial ao eixo da estaca,
complementando-se o volume da argamassa por gravidade, sempre que houver abatimento da
mesma no interior do tubo.
A CONTRATADA deverá colocar a cabeça do revestimento a cada 4,0 m ou,
no mínimo, três vezes por estaca (ponta inferior, meio e a 2,0 m de profundidade da
superfície), de maneira a permitir a aplicação de ar comprimido sob pressão moderada
(0,3 Mpa a 0,5 Mpa).
No caso de utilização da bomba de injeção de argamassa com pressão mínima de
trabalho de 0,3 Mpa, não há necessidade da aplicação do ar, pois a eventual complementação
da argamassa na boca do revestimento será feita colocando-se a cabeça do revestimento e
injetando-se a argamassa sob pressão.
48
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
2.2.7
Anexo 1
PREPARO DA CABEÇA DA ESTACA
A CONTRATADA deverá executar a estaca com excesso de concreto em
relação à cota de arrasamento, o qual, posteriormente, deve ser demolido. Quebrar a
cabeça da estaca empregando-se marretas e ponteiras, porém, trabalhando-se com
pequena inclinação, para cima em relação à horizontal.
Embutir o topo da estaca, após o arrasamento, no mínimo 5 cm, dentro do
bloco, e acima do nível do lastro de concreto, cuidando-se para que a armadura, sendo
parte fundamental da resistência, fique ancorada adequadamente ao bloco de
coroamento.
2.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO
2.3.1
PROCEDIMENTOS INICIAIS
Inicialmente, a CONTRATADA deverá obter, junto à FISCALIZAÇÃO, a
liberação formal das estacas a serem executadas, no tocante à sua locação e cotas, de
acordo com o desenvolvimento dos trabalhos, posicionar a perfuratriz, verificar a
verticalidade e/ou ângulo de inclinação de acordo com a característica da estaca,
centrar o tubo de revestimento no piquete de locação da estaca.
Descer o tubo, com auxílio de circulação de água (ou ar comprimido)
injetada no seu interior, até à profundidade prevista no projeto. Medir a profundidade da
perfuração, utilizando-se a composição de tubos de injeção, introduzindo-a no interior
do tubo de revestimento até a cota de fundo da perfuração. Confrontar esta medida
com aquela resultante da soma dos comprimentos dos segmentos de tubo de
revestimento empregados.
2.3.2
ESTRUTURAS SOTERRADAS REMANESCENTES
Para o caso de solo e rocha – estruturas soterradas remanescentes, a
CONTRATADA deverá repetir os procedimentos de perfuração até atingir-se matacão ou topo
rochoso.
2.3.3
MONTAGEM E COLOCAÇÃO DA ARMADURA
Emendar as barras, quando necessário, de modo que todas ocorram numa mesma
seção.
Executar a limpeza interna do tubo de revestimento, utilizando-se para tal, a
composição da lavagem, descendo até a cota inferior da estaca. Descer a armadura à
profundidade alcançada durante a perfuração até apoiar-se no fundo do furo.
2.3.4
INJEÇÃO
A injeção de baixo deverá ser feita para cima até a expulsão de toda a água de
circulação contida no interior do tubo de revestimento. Interromper a injeção apenas quando a
argamassa emergente sair limpa, sem sinais de contaminação de lama ou detritos.
49
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
2.3.5
Anexo 1
RETIRADA DO REVESTIMENTO
Quando da retirada do revestimento, a armadura não pode se deslocar
verticalmente para cima. Independentemente da cota de arrasamento da estaca, o
preenchimento com argamassa deve ocorrer até a superfície do terreno.
2.3.6
PREPARO DA CABEÇA DA ESTACA
Manter a seção resultante do desmonte do concreto, plana e perpendicular ao eixo
da estaca, sendo que a operação da demolição deve ser executada de modo a não causar
danos à mesma.
2.4
NORMAS REGULAMENTARES
Caso a CONTRATADA não apresente os Certificados de Conformidade dos
materiais, devem ser efetuadas amostragens pelo executor, atendendo às Normas
específicas de cada material, conforme a tabela:
Material
Norma Brasileira - NBR
Aço CA-50 A para armação longitudinal. CA-25 para
7480
o estribo helicoidal, conforme diâmetros constantes
do projeto e de acordo com o anexo C.
Cimento CP-II Classe 32
11578
Areia média lavada
7211
Argamassa fck = 18 MPA. Consumo de 600 kg/m3
5739
Dois corpos de prova
retirados
a
cada
20
estacas, sendo ensaiados à
compressão simples a cada
28 dias.
50
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 3
SUPERESTRUTURA
3.1
MEMORIAL DESCRITIVO ................................................................................................ 51
3.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS................................................................................... 51
3.2.1
3.2.1.1
3.2.1.2
3.2.1.3
3.2.1.4
3.2.1.5
3.2.1.6
3.2.1.7
3.2.1.8
3.2.1.9
3.2.1.10
3.2.1.11
3.2.1.12
3.2.1.12
3.2.1.13
3.2.2
3.2.2.1
3.2.2.2
3.2.2.3
3.2.2.4
3.2.3
3.2.3.1
3.2.3.2
3.2.3.3
3.2.3.4
3.2.3.5
3.2.3.6
3.2.3.7
3.2.4
3.2.4.1
3.2.4.2
3.2.4.3
3.2.4.4
3.2.4.5
3.2.4.6
CONCRETO ...................................................................................................................... 51
CIMENTO .......................................................................................................................... 52
AGREGADOS ................................................................................................................... 52
ÁGUA ................................................................................................................................ 53
ADITIVOS.......................................................................................................................... 53
LAUDOS DE RESISTÊNCIA DE CONCRETO................................................................. 53
DOSAGEM ........................................................................................................................ 54
PREPARO ......................................................................................................................... 54
TRANSPORTE .................................................................................................................. 55
LANÇAMENTO ................................................................................................................. 55
ADENSAMENTO DO CONCRETO .................................................................................. 55
CURA E PROTEÇÃO ....................................................................................................... 56
JUNTAS DE CONCRETAGEM ......................................................................................... 56
RETIFICAÇÃO E LIMPEZA DAS PEÇAS DE CONCRETO ............................................. 57
CONTROLE DA RESISTÊNCIA DO CONCRETO ........................................................... 57
FORMAS E ESCORAMENTO .......................................................................................... 58
GENERALIDADES ............................................................................................................ 58
FORMAS ........................................................................................................................... 58
ESCORAMENTO .............................................................................................................. 58
RETIRADA DAS FORMAS E DO ESCORAMENTO ........................................................ 59
ARMAÇÃO PARA CONCRETO ARMADO E CONCRETO PROTENDIDO ................... 59
GENERALIDADES ............................................................................................................ 59
AÇO PARA ARMADURAS ................................................................................................ 59
EMENDAS......................................................................................................................... 60
CORTE E DOBRAMENTO ............................................................................................... 60
AMARRAÇÃO ................................................................................................................... 60
COLOCAÇÃO ................................................................................................................... 60
LIBERAÇÃO DOS LOTES DE BARRAS E FIOS DE AÇO .............................................. 60
ACEITAÇÃO DA ESTRUTURA ........................................................................................ 61
GENERALIDADES ............................................................................................................ 61
DECISÃO A ADOTAR QUANDO NÃO OCORRER A ACEITAÇÃO AUTOMÁTICA ...... 61
REVISÃO DO PROJETO .................................................................................................. 61
ENSAIOS ESPECIAIS DO CONCRETO .......................................................................... 62
ENSAIOS DA ESTRUTURA ............................................................................................. 62
DECISÃO FINAL ............................................................................................................... 62
3.3
SIMBOLOGIA UTILIZADA NOS DESENHOS .................................................................. 63
3.4
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ............................................................................... 64
3.4.1
3.4.2
3.4.3
3.4.4
3.4.5
3.4.6
FORMAS ........................................................................................................................... 64
ESCORAMENTO .............................................................................................................. 65
ARMADURA ...................................................................................................................... 65
INJEÇÃO ........................................................................................................................... 65
CONCRETO ...................................................................................................................... 65
APARELHOS DE APOIO .................................................................................................. 69
3.5
NORMAS REGULAMENTARES....................................................................................... 69
51
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
3.1
Anexo 1
MEMORIAL DESCRITIVO
As estruturas dos prédios foram projetadas em concreto armado moldado ―in
loco‖ com trechos em concreto protendido com cordoalhas engraxadas,
especificamente na COBERTURA do AUDITÓRIO e viga da PASSARELA da JUNTA
A-NÍVEL 200.
As estruturas dos prédios foram calculadas espacialmente, integrando
pilares vigas e lajes, com os pavimentos considerados como grelhas.
Os pavimentos do TÉRREO, conforme consta nas notas específicas, terão
os contrapisos armados com tela. As lajes e paredes da CAIXA FORTE foram armadas
com ferragem de segurança, ultrapassando as áreas de ferros determinadas pelo
dimensionamento normal.
O tratamento de todas as juntas de dilatação está especificado no projeto de
impermeabilização.
O projeto estrutural foi desenvolvido segundo a NBR 6118 – PROJETO DE
ESTRUTURAS DE CONCRETO – PROCEDIMENTOS, validado a partir de
30MAR2008. Como ferramenta fundamental de trabalho, foi utilizado o SISTEMA TQS,
VERSÃO 13.5, da TQS INFORMÁTICA LTDA. Com base em análise espacial e
grelhas por elementos de barra.
Genericamente, foram utilizadas as sobrecargas de 350kgf/m2 sobre as
lajes dos pavimentos, exceto nas áreas de garagens, onde foi adotado o valor de 600
kgf/m2, computado o trânsito e estacionamento de veículos leves. Na CAIXA FORTE, a
sobrecarga adotada foi de 6.000 kgf/m2, conforme prescrição do Banco Central.
3.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS
3.2.1
CONCRETO
Todo o concreto será dosado em central e transportado em caminhõesbetoneira, podendo o lançamento empregar bombas ou transporte por guindastes, tudo
de acordo com a NBR 8953- CONCRETO PARA FINS ESTRUTURAIS CLASSIFICAÇÃO POR GRUPOS DE RESISTÊNCIA, NBR 12655 - PREPARO,
CONTROLE E RECEBIMENTO DE CONCRETO E NBR 7212 - EXECUÇÃO DE
CONCRETO DOSADO EM CENTRAL.
RESISTÊNCIA CARACTERÍSTICAS DOS CONCRETOS A EMPREGAR:
- CONCRETO MAGRO: Fck 15 MPa
- CONCRETO PARA CONTRAPISO: Fck = 15,0 MPa
52
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
- CONCRETO ESTRUTURAL: Fck = 40,0 MPa
O concreto estrutural deverá ser dosado com consumo mínimo de cimento
de 430 kg de cimento por metro cúbico e fator água/cimento menor ou igual a 0,6. A
BRITA 1 deverá ser o agregado graúdo utilizado.
3.2.1.1
CIMENTO
Não havendo indicação em contrário, o cimento a empregar será o Portland
comum (CP320), devendo satisfazer às prescrições da ABNT. Caberá ao BANCO
aprovar o cimento a ser empregado, podendo exigir a apresentação de certificados de
qualidade, quando julgar necessário.
O cimento deverá ser entregue no local da obra em sua embalagem original
e deverá ser armazenado em local seco e abrigado, por prazo e forma de
empilhamento que não comprometam sua qualidade. Será permitido o uso de cimento
a granel, desde que, em cada silo, seja depositado cimento de uma única procedência.
O cimento só poderá ficar armazenado por período tal que não venha comprometer sua
qualidade, segundo recomendações do fabricante ou resultado de testes que a
Fiscalização do BANCO venha a exigir.
3.2.1.2
AGREGADOS
Os agregados para a confecção de concreto ou argamassa deverão ser
materiais sãos, resistentes e inertes de acordo com as definições a seguir, devendo ser
armazenados separadamente, isolados do terreno natural por assoalho de madeira ou
camada de concreto.
3.2.1.2.1
AGREGADO MIÚDO
Constituído de areia natural quartzosa com diâmetro máximo de 4,8 mm;
deverá ser limpo e não apresentar substâncias nocivas, como torrões de argila, matéria
orgânica, etc., obedecendo ao prescrito nesta especificação. Somente com autorização
do BANCO poderá ser empregada areias artificial, proveniente de rocha sadia.
3.2.1.2.2
AGREGADO GRAÚDO
Constituído de pedra britada, de diâmetro superior a 4,8 mm e inferior a 75
mm, isento de partículas aderentes e não podendo apresentar substâncias nocivas,
como torrões de argila, matéria orgânica, etc., obedecendo ao prescrito nesta
especificação. Será constituído da mistura de partículas de diversos diâmetros, em
proporções convenientes, de acordo com os traços indicados.
Deverão ser respeitadas, no estabelecimento das dosagens dos concretos
as dimensões dos agregados, conforme item 8123 - DIMENSÃO MÁXIMA DOS
AGREGADOS prevista na NBR 6118 - PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS DE
53
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CONCRETO ARMADO - PROCEDIMENTO, ou seja, a dimensão máxima do agregado,
considerado em sua totalidade, deverá ser menor que 1/4 da menor distância entre as
faces das formas e 1/3 da espessura das lajes, além de satisfazer ao prescrito no item
6322 da mesma norma técnica.
3.2.1.3
ÁGUA
A água não poderá conter impurezas em quantidades tais que causem
variação de tempo de pega do cimento Portland, superior a 25%, nem redução nas
tensões admissíveis da argamassa, superior a 5%, comparada com os resultados
obtidos com uso de água destilada. Deverá ainda, satisfazer o que determina o item
813 - ÁGUA da NBR 6118 - PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS DE CONCRETO –
PROCEDIMENTO.
3.2.1.4
ADITIVOS
O uso de aditivos, dispersantes, arejadores, aceleradores, de pega, etc.,
deverá ser submetido à aprovação do BANCO, que poderá solicitar testes visando a
verificação da quantidade de aditivos contidos no concreto, obrigando-se a
CONTRATADA a observar os limites previstos em norma.
Nas áreas que receberão piso nos térreos das juntas e poços de elevadores,
além da camada de 5 cm de concreto magro executada antes da colocação das
armaduras ( Fck 13,5 MPa), todo o concreto estrutural deverá ser dosado com 10%
de MICROSÍLICA em peso, com o acréscimo de superplastificante à base de
melanina, tipo SIKAMENT - 300 ou similar, de modo a que se obtenha um concreto
impermeável. Do mesmo modo, a ADMINISTRAÇÃO deverá receber concreto com
idêntico tratamento, em razão de sua total exposição ao meio ambiente e sua
agressividade.
Todo o concreto estrutural da CAIXA FORTE deverá ser dosado com
SIKAMENT -300 ou similar, objetivando a redução dos efeitos de retração.
As superfícies de lajes, vigas e pilares dentro do espaço dos forros, deverão
ser protegidas com duas demãos de pintura à base de resina acrílica tipo VIALUX ou
similar e cimento especial tipo K 11 da HEY’DI ou similar, composta de 2 (DOIS) litros
de VIALUX diluídos em 8 (OITO) litros de água, com adição de 12,5 Kg de K11, para
maior proteção das armaduras.
3.2.1.5
LAUDOS DE RESISTÊNCIA DE CONCRETO
A CONTRATADA deverá encaminhar, em tempo hábil, todos os traços de
concreto a serem utilizados na obra para aprovação pelo BANCO, acompanhados de
laudos técnicos de laboratórios reconhecidos na praça, comprovando as resistências
descritas acima e em cumprimento ao estabelecido nestas especificações, além dos
dispositivos previstos nas normas vigentes.
54
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
3.2.1.6
Anexo 1
DOSAGEM
O concreto consistirá da mistura de cimento Portland, agregados e água. O
concreto para fins estruturais deverá ser dosado racionalmente, a partir da tensão de
ruptura estabelecida no projeto, do tipo de controle de concreto e das características
físicas dos materiais componentes.
A Contratada não poderá alterar essa dosagem sem autorização formal do
BANCO, devendo adotar as medidas necessárias à sua manutenção.
Serão consideradas também, na dosagem dos concretos, condições
peculiares como impermeabilização, resistência ao desgaste, ação de águas
agressivas, aspectos das superfícies, condições de colocação, dimensões das peças e
densidade de armação na peça, observando-se o prescrito no item ADITIVOS.
O concreto para fins que não o estrutural e que não se destine a um
emprego que requeira características especiais, poderá ser dosado empiricamente,
devendo nesse caso, satisfazer às exigências do BANCO.
Em hipótese alguma a quantidade total de água de amassamento será
superior à prevista na dosagem, havendo sempre um valor fixo para fator
água/cimento, compatível com a agressividade do meio ambiente do local da obra.
Deverá ser obedecido o que determina o item 831 - DOSAGEM
EXPERIMENTAL da NBR 6118 - PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS DE
CONCRETO – PROCEDIMENTO.
3.2.1.7
PREPARO
O concreto poderá ser preparado no local da obra ou recebido pronto, desde
que, em ambos os casos, com emprego de centrais apropriadas.
O preparo do concreto no local da obra deverá ser feito em central do tipo e
capacidade aprovados pelo BANCO.
A operação de medida dos materiais componentes do traço deverá ser
realizada ―em peso‖, em instalações gravimétricas, automáticas ou de comando
manual, prévia e corretamente aferida.
Deverá ser dada atenção especial à medição da água de amassamento,
devendo ser previsto dispositivo capaz de garantir a medição do volume de água com
um erro inferior a 3% do fixado na dosagem.
55
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
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Anexo 1
Todos os dispositivos destinados à medição para preparo do concreto
estarão sujeitos à aprovação pelo BANCO.
Quando a mistura for feita em central de concreto situada fora do local da
obra o equipamento e os métodos usados deverão estar de acordo com os requisitos
deste item.
3.2.1.8
TRANSPORTE
Quando a mistura for preparada fora do local da obra, o concreto deverá ser
transportado para o canteiro em caminhões apropriados, dotados de betoneiras. O
fornecimento do concreto deverá ser regulado de modo que a concretagem seja feita
continuamente. Os intervalos entre as entregas deverão ser tais que não permitam o
endurecimento parcial do concreto já colocado e, em caso algum, deverão exceder de
30 minutos.
O intervalo entre a colocação de água no tambor e a descarga final do
concreto da betoneira não deverá exceder a trinta minutos. Durante este intervalo, o
concreto não poderá ficar em repouso.
3.2.1.9
LANÇAMENTO
O lançamento do concreto só poderá ser iniciado mediante autorização do
BANCO, depois de liberados os serviços de escoramento, forma, armação e limpeza
das peças a serem concretadas.
Não será permitido o lançamento do concreto de uma altura superior a 2m,
nem o acúmulo de grande quantidade em um ponto qualquer e seu posterior
deslocamento ao longo das formas.
Nas operações de lançamento do concreto deverão ser utilizados
dispositivos que impeçam a segregação do mesmo, respeitando o que estabelece o
item 132 LANÇAMENTO da NBR 6118 - PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS DE
CONCRETO – PROCEDIMENTO.
3.2.1.10
ADENSAMENTO DO CONCRETO
O concreto deverá ser adensado mecanicamente, por meio de vibradores de
tipo e tamanho aprovados pelo BANCO, adequados às dimensões das peças
estruturais a concretar.
Para a concretagem de elementos estruturais serão empregados,
preferencialmente, vibradores de imersão, com diâmetro de agulha vibratória adequado
às dimensões das peças, ao espaçamento e à densidade de ferros da armação, a fim
de permitir sua ação em toda a massa a ser vibrada, sem provocar, por penetração
forçada, o afastamento das barras de suas posições corretas.
56
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
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Anexo 1
A consistência do concreto deverá satisfazer às condições de adensamento
com vibração e a trabalhabilidade exigida pelas peças a serem moldadas.
Deverão ser obedecidas as prescrições do item 132 - LANÇAMENTO da
NBR 6118 - PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS DE CONCRETO –
PROCEDIMENTO.
3.2.1.11
CURA E PROTEÇÃO
Para que atinja sua resistência total, o concreto deverá ser curado e
protegido eficientemente contra o sol, o vento e a chuva. A cura deverá se prolongar
por um período mínimo de sete dias após o lançamento, caso não existam indicações
em contrário, sendo desejável a utilização de lâmina d’água.
A água para a cura deverá ser da mesma qualidade da usada para a mistura
do concreto.
3.2.1.12
JUNTAS DE CONCRETAGEM
Quando o lançamento do concreto for interrompido e assim formar-se uma
junta de concretagem, deverão ser tomadas precauções necessárias para garantir, ao
reiniciar-se o lançamento, a suficiente ligação entre o concreto já endurecido e do novo
trecho. Todavia, tais juntas deverão ser evitadas, procurando-se programar
concretagens contínuas, de trechos completos de um pavimento.
Em casos extremos, quando for imperiosa a paralisação de uma
concretagem, devem ser tomadas precauções, conforme estabelece o item 1323
JUNTAS DE CONCRETAGEM, da NBR 6118 - PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS
DE CONCRETO – PROCEDIMENTO.
Assim, as seguintes medidas deverão ser necessariamente adotadas:
Retirada da nata de cimento da superfície, resultante da vibração Essa
retirada pode ser feita de 4 a 12 horas após a concretagem, com emprego de jato de ar
ou água, até uma profundidade de 5 mm, resultando no aparecimento do agregado
graúdo, que deverá ficar limpo.
Repetir essa limpeza antes da retomada da concretagem, para retirada do
pó e resíduos, bem como da película superficial e hidratada do concreto e carbonatada
pela água, depositados nas asperezas da superfície.
Nas horas que precedem a retomada da concretagem, a superfície deve ser
saturada de água, para que o novo concreto não tenha sua água de mistura,
necessária à hidratação do cimento, retirada pela absorção do concreto velho, sem,
contudo, criar poças d’água, o que enfraqueceria o novo concreto.
57
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Anexo 1
Ao finalizar o lançamento do concreto, na superfície da junta de
concretagem devem ser acrescentadas pontas de aço, para aumentar a resistência
dessa seção fragilizada. O plano dessa seção deverá ser a 45º com o vertical,
localizada preferencialmente onde forem menores os esforços de cisalhamento.
Ao retomar a concretagem, colocar 1 a 2 cm de espessura de argamassa
com o mesmo traço do concreto, porém sem adição do agregado graúdo. Essa camada
evitará a formação de vazios entre o agregado graúdo e o concreto velho, formando
uma camada para seu assentamento.
No caso especial da CAIXA FORTE, deverão ser observadas as prescrições
determinadas em projeto para seqüência e juntas de concretagem impostas pelas
características especiais desse prédio.
3.2.1.12
RETIFICAÇÃO E LIMPEZA DAS PEÇAS DE CONCRETO
As pequenas cavidades, falhas ou fissuras porventura resultantes nas
superfícies serão corrigidas, a critério do BANCO, com argamassa de cimento e areia
no traço que lhe confira estanqueidade e resistência, bem como terão coloração
semelhante à do concreto circundante.
As rebarbas e saliências maiores, caso ocorram, serão eliminadas ou
reduzidas por processo aprovado pelo BANCO.
A execução dos serviços de reparo e correção ficará na dependência de
prévia inspeção e orientação do BANCO.
3.2.1.13
CONTROLE DA RESISTÊNCIA DO CONCRETO
Durante toda a fase de execução da estrutura será efetuado pela
CONTRATADA um controle estatístico e sistemático da resistência do concreto,
independentemente do controle do BANCO. Para a execução desse controle deverão
ser retiradas as amostra durante o lançamento do concreto de modo que o conjunto de
corpos de prova possa representar, da melhor maneira possível, a estrutura que está
sendo executada.
A CONTRATADA organizará com antecedência um programa para coleta
dos corpos de prova, tornando-o uma rotina da produção. Esse programa deverá ser
aprovado pelo BANCO e será, no mínimo, o exigido pela NBR 6118 - PROJETO E
EXECUÇÃO DE OBRAS DE CONCRETO - PROCEDIMENTO, no seu item 15
CONTROLE DA RESISTÊNCIA DO CONCRETO.
As operações de moldagem e a cura dos corpos de prova deverão ser
executadas de acordo com Método Brasileiro MB-2 e NBR 5738 - MOLDAGEM E
CURA DE CORPOS-DE-PROVA DE CONCRETO CILÍNDRICOS OU PRISMÁTICOS -
58
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Pt.0901455880
Anexo 1
MÉTODO DE ENSAIO e NBR 5739 - ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS DE
PROVA DE CONCRETO CILÍNDRICOS.
Todo o trabalho referente à retirada, moldagem, cura, testes dos corpos de
prova e apresentação de relatório será de responsabilidade da CONTRATADA.
3.2.2
FORMAS E ESCORAMENTO
3.2.2.1
GENERALIDADES
As formas e os escoramentos deverão obedecer rigorosamente às
indicações do projeto estrutural e possuir rigidez suficiente para não se deformarem
quando submetidas às cargas previstas.
3.2.2.2
FORMAS
As formas poderão ser metálicas ou de chapas de madeira compensada
plastificada com espessura mínima de 18 mm, conforme a responsabilidade estrutural
e / ou acabamento das peças a concretar, ou ainda tendo em vista a previsão de
reutilização do material. De qualquer maneira, não poderão apresentar deformações,
defeitos, irregularidades ou pontos frágeis que possam vir a influir na forma, dimensão
ou acabamento das peças a serem moldadas.
As formas deverão ser projetadas de modo a suportar o efeito da vibração
de adensamento e da carga do concreto e de modo que o concreto acabado não seja
danificado quando da sua remoção. As formas deverão ter as dimensões do projeto,
estar de acordo com alinhamento e cotas e apresentar uma superfície lisa e uniforme.
As dimensões, o nivelamento e a verticalidade das formas deverão ser
verificadas cuidadosamente antes da colocação das ferragens mediante o emprego de
aparelhos. Em pilares, nos quais o fundo é de difícil limpeza, deverão ser abertas
janelas provisórias para facilitar esta operação.
As juntas das formas deverão ser obrigatoriamente vedadas, para evitar
perda de argamassa do concreto ou da água.
Antes da concretagem, as formas deverão ser abundantemente molhadas e
obedecidas as demais prescrições de item 95 - PRECAUÇÕES ANTERIORES AO
LANÇAMENTO DO CONCRETO DA NBR 6118 - PROJETO EXECUÇÃO DE OBRAS
DE CONCRETO ARMADO – PROCEDIMENTO.
3.2.2.3
ESCORAMENTO
O escoramento das estruturas em execução deverá ser constituído de torres
de cargas ou escoras metálicas, providas de elementos de perfeita regulagem de
nivelamento e estabelecimento das contra-flechas determinadas pelo projeto estrutural.
59
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
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Anexo 1
Deverão ser apresentados à Fiscalização os projetos executivos de
escoramento e formas, com memória de cálculo demonstrativa e catálogos técnicos
dos equipamentos a empregar, para prévia aprovação.
3.2.2.4
RETIRADA DAS FORMAS E DO ESCORAMENTO
As formas só poderão ser retiradas quando os resultados dos corpos de
prova do concreto em questão comprovarem resistência suficiente para suportar com
segurança as cargas a que será submetido nessa idade, em condições tais que não
ocorram fissuração ou deformação lenta excessiva. Deverão ser respeitados os prazos
previstos no item 142 - RETIRADA DAS FORMAS E DO ESCORAMENTO da NBR
6118 - PROJETO EXECUÇÃO DE OBRAS DE CONCRETO ARMADO –
PROCEDIMENTO.
A retirada das formas e do escoramento deverá ser efetuada sem choques e
obedecer a um programa elaborado de acordo com o tipo da estrutura e aprovado pelo
BANCO.
Nenhuma peça será aceita pelo BANCO enquanto não forem totalmente
retiradas as formas e os escoramentos.
3.2.3
ARMAÇÃO PARA CONCRETO ARMADO E CONCRETO PROTENDIDO
3.2.3.1
GENERALIDADES
As armações deverão estar isentas de qualquer material nocivo, antes e
depois de colocadas nas formas. Deverão ser colocadas como indicado no projeto e,
durante a operação de concretagem, mantidas na posição correta, observados ainda
os valores especificados para cobrimento, mediante o emprego de espaçadores
plásticos adequados para centralização de armadura tipo JERUELPLAST ou similar.
As barras aparentes das juntas de concretagem deverão ser limpas e
isentas de concreto endurecido, antes de ser dado prosseguimento à concretagem.
3.2.3.2
AÇO PARA ARMADURAS
O aço para as estruturas de concreto armado e armadura passiva das peças
protendidas será tipo CA50A, conforme indicado no projeto e deverá atender às
prescrições da NBR 7480 - BARRAS E FIOS DE AÇO DESTINADOS A ARMADURAS
PARA CONCRETO ARMADO.
As armaduras de protensão empregarão cordoalhas fabricadas pela
COMPANHIA BELGO MINEIRA TIPO CP190 RB (RELAXAÇÃO BAIXA), nos diâmetros
especificados em projeto e em obediência às NBR 7482 - FIOS DE AÇO PARA
CONCRETO PROTENDIDO - ESPECIFICAÇÃO, NBR 7483 - CORDOALHAS DE AÇO
60
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Anexo 1
PARA CONCRETO PROTENDIDO e NBR 10789 - EXECUÇÃO DE PROTENSÃO EM
CONCRETO PROTENDIDO COM ADERÊNCIA POSTERIOR – PROCEDIMENTO.
3.2.3.3
EMENDAS
As emendas das barras serão por trespasse conforme indicadas no projeto
estrutural e obedecendo as determinações do item 6352 - EMENDAS POR
TRESPASSE da NBR 6118 PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS DE CONCRETO –
PROCEDIMENTO.
A continuidade das armações poderá ainda ser obtida pela utilização de
emendas mecânicas de topo com luvas prensadas tipo MAC - SISTEMA BRASILEIRO
DE PROTENSÃO LTDA ou similar, obedecendo às NORMAS BRASILEIRAS NBR
6118, NBR 7480, NBR 8548 e NBR 1310 Caberá à CONTRATADA apresentar
resultados de ensaios que comprovem a eficiência dos materiais e técnica de utilização
dos mesmos.
3.2.3.4
CORTE E DOBRAMENTO
O corte e o dobramento das barras devem ser executados a frio, de acordo
com os detalhes do projeto e prescrições da NBR 6118 PROJETO E EXECUÇÃO DE
OBRAS DE CONCRETO - PROCEDIMENTO, no item 634 - DOBRAMENTO E
FIXAÇÃO DAS BARRAS.
3.2.3.5
AMARRAÇÃO
Os ferros colocados nas formas deverão ser amarrados entre si por meio de
arame recozido n.º 18.
3.2.3.6
COLOCAÇÃO
As armações deverão ser colocadas nas formas nas posições indicadas no
projeto, sobre espaçadores plásticos ou sobre peças especiais (―caranguejo―), quando
for o caso, de modo a garantir os afastamentos necessários das formas e exato
posicionamento.
3.2.3.7
LIBERAÇÃO DOS LOTES DE BARRAS E FIOS DE AÇO
A CONTRATADA, em conjunto com o BANCO, deverá inspecionar cada
partida de aço destinada à obra, colhendo amostras para ensaios, conforme item 62 AMOSTRAGEM, da NBR 7480 - BARRAS E FIOS DE AÇO DESTINADOS A
ARMADURAS PARA CONCRETO ARMADO. De acordo com os resultados dos
ensaios, o BANCO liberará ou não a utilização do aço na obra. Os ônus decorrentes
dos ensaios e do material recusado serão da CONTRATADA.
61
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
BAINHAS METÁLICAS PARA ARMADURAS DE PROTENSÃO
Não serão utilizadas bainhas corrugadas já que foram especificadas
cordoalhas engraxadas na protensão.
ANCORAGENS PARA ARMADURAS DE PROTENSÃO
As ancoragens ativas, passivas e de emenda especificadas no projeto
estrutural serão do tipo MAC - SISTEMA BRASILEIRO DE PROTENSÃO ou similar.
Por razões construtivas e estéticas, as ancoragens móveis ficarão
reentrantes em relação à superfície acabada do concreto, prevendo-se nichos para
tanto, que serão posteriormente fechados com concreto de baixa retração ou
SIKAGROUT, formando-se uma superfície plana e assegurando-se, dessa forma,
maior proteção contra corrosão, tanto das ancoragens como das próprias cordoalhas.
3.2.4
ACEITAÇÃO DA ESTRUTURA
3.2.4.1
GENERALIDADES
A aceitação da estrutura será por prédio, desde que satisfeitas as condições
do projeto e execução, considerando-se automaticamente aceita aquela que,
verificadas as condições acima, apresente valor estimado da resistência característica
do concreto, obtida pelo seu controle estatístico sistemático, igual ou superior ao valor
da resistência característica do concreto à compressão determinada em projeto.
3.2.4.2
DECISÃO A ADOTAR QUANDO NÃO OCORRER A ACEITAÇÃO
AUTOMÁTICA
Quando não se verificarem as condições estabelecidas no item acima, a
decisão a ser tomada deverá se basear numa das seguintes verificações, ou na
combinação das mesmas, com os ônus decorrentes imputados à CONTRATADA:
- REVISÃO DO PROJETO
- ENSAIOS ESPECIAIS DO CONCRETO
- ENSAIOS DA ESTRUTURA
Essas verificações estão previstas nos itens 162, 1621,1622 e 1623 da NBR
6118 - PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS DE CONCRETO ARMADO.
3.2.4.3
REVISÃO DO PROJETO
62
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Anexo 1
O projeto estrutural da obra ou trecho em análise deverá ser recalculado
para o valor estimado da resistência característica do concreto. Se os resultados então
obtidos satisfizerem as condições de segurança de norma, a estrutura será aceita.
3.2.4.4
ENSAIOS ESPECIAIS DO CONCRETO
Poderão ser executados ensaios de corpos de prova extraídos da estrutura,
em número nunca inferior a 6 (SEIS), marcando-se essa extração em locais
distribuídos da estrutura, para que constituam amostra representativa de todo o lote
em exame.
Com as devidas precauções quanto à interpretação dos resultados e como
medida auxiliar de verificação da homogeneidade do concreto da estrutura, poderão
ainda ser efetuados ensaios não destrutivos de dureza superficial (esclerometria) ou de
medida de velocidade de propagação de ultra-som, de acordo com as normas
pertinentes para esses ensaios, métodos aprovados e por laboratório idôneos, tudo a
ser aprovado pelo BANCO.
Os resultados assim obtidos servirão para auxiliar nas conclusões
decorrente da revisão do projeto.
3.2.4.5
ENSAIOS DA ESTRUTURA
Não havendo possibilidade de dirimir dúvidas sobre uma ou mais partes da
estrutura por simples investigação analítica ou se houver necessidade de confirmar os
resultados obtidos por meio desta e dos ensaios especiais do concreto, a decisão a ser
tomada sobre a aceitação da estrutura poderá basear-se nos resultados obtidos com o
ensaio da estrutura (prova de carga), realizado segundo método estabelecido pela
CONTRATADA e aprovado pelo BANCO, obedecidas as prescrições fixadas no item
1623 - ENSAIOS DA ESTRUTURA DA NBR 6118 - PROJETO E EXECUÇÃO DE
OBRAS DE CONCRETO ARMADO.
3.2.4.6
DECISÃO FINAL
Concluindo-se que as condições das Normas Brasileiras estão satisfeitas,
após as análises devidas, a estrutura em verificação poderá ser aceita. Caso contrário,
uma das decisões abaixo poderá ser adotada pelo BANCO, com os ônus decorrentes
imputados à CONTRATADA:
A) ESTRUTURA SERÁ REFORÇADA, NO TODO OU NAS PARTES CONDENADAS.
B)TRECHOS CONDENADOS DA ESTRUTURA OU SEU TODO SERÃO DEMOLIDOS
E REFEITOS.
63
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Para efeito de transferências de cargas para as estruturas de concreto
armado de apoio às PASSARELAS e MEZANINO DA CAIXA FORTE, foram
computados pisos em chapas de aço corrugadas (antiderrapantes).
3.3
SIMBOLOGIA UTILIZADA NOS DESENHOS
Os desenhos que fazem parte deste projeto foram agrupados por cada um
dos prédios que formam o conjunto da obra.
Na apresentação dos desenhos de formas, foram utilizadas as convenções
usuais:
NÍVEL DE BLOCOS E CINTAS: OBSERVADOR POR CIMA.
NO CASO DA EXISTÊNCIA DE LAJES DE PISO, AS VIGAS DIREITAS APARECEM
TRACEJADAS E AS INVERTIDAS CHEIAS.
NÍVEIS DOS PAVIMENTOS SUPERIORES, COBERTURAS E ÁTICOS:
OBSERVADOR POR BAIXO.
NESSE CASO, AS VIGAS DIREITAS APARECENDO CHEIAS E AS INVERTIDAS
TRACEJADAS.
Em cada prédio ou obra foram estabelecidos níveis numerados pelas
centenas 100, 200..., assim exemplificados:
- BLOCOS E CINTAS.
- PRIMEIRO TETO (1º PAVIMENTO).
- SEGUNDO TETO (2º PAVIMENTO).
- TERCEIRO TETO (3º PAVIMENTO).
- COBERTURA.
- ÁTICO.
Dessa forma, ficam bem caracterizadas as VIGAS (V) e LAJES (L) de cada
nível, assim identificadas:
- VIGAS DO NÍVEL 100 : V101, V102 ...
- LAJES DO NÍVEL 100 : L101, L102 ...
- VIGAS DO NÍVEL 200 : V201, V202 ...
- LAJES DO NÍVEL 200 : L201, L202 ...
64
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
e sucessivamente.
Havendo mais de uma junta num determinado prédio, estas foram
denominadas de JUNTA ―A‖, JUNTA ―B‖, JUNTA ―C‖, ficando as vigas, lajes e pilares
identificados não só pelos níveis (100, 200, ...) como também pelas letras das juntas a
que pertencem :
VIGAS, LAJES E PILARES DA JUNTA ―A‖ – NÍVEL 300:
• VA 301, VA 302 ...
• VA 301, LA 302 ...
• PA1, PA2, PA3 ...
VIGAS, LAJES E PILARES DA JUNTA ―G‖ – NÍVEL 200:
• VG 201, VG 202 ...
• LG 201, LG 202 ...
• PG1, PG2, PG 3 ...
Os pilares que nascem num determinado nível de uma junta foram
identificados pela centena do nível onde nascem e a letra da junta a quem pertencem:
- PILARES QUE NASCEM NO NÍVEL 400 DA JUNTA ―F‖:
• PF401, PF402 ...
No caso de pontos de carga sem pilares, a identificação adotada foi E, de
estaca.
A identificação das plantas segue a numeração seqüencial normal para cada
prédio, seguida de letra que identifica a obra especificamente. Foram criadas juntas de
dilatação que dividiram a obra em 16 juntas, identificadas pelas letras de A a P. Em
cada planta de forma, junto ao carimbo, existe o mapa de localização das juntas, com
hachuras na junta do projeto específico.
3.4
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO
3.4.1
FORMAS
As formas deverão suportar o efeito da vibração de adensamento e da carga
do concreto de modo que o concreto acabado não seja danificado quando da sua
remoção. As formas deverão ter as dimensões do projeto, estar de acordo com
alinhamento e cotas e apresentar superfície lisa e uniforme.
65
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
As juntas das formas deverão ser obrigatoriamente vedadas, para evitar
perda de argamassa do concreto ou da água. Antes da concretagem, as formas
deverão ser abundantemente molhadas.
As formas só poderão ser retiradas quando os resultados dos corpos de
prova do concreto em questão comprovarem resistência suficiente para suportar, com
segurança, as cargas a que serão submetidos nesta idade, em condições tais que não
ocorra fissuração ou deformação lenta excessiva.
3.4.2
ESCORAMENTO
Deverão ser apresentados à FISCALIZAÇÃO os projetos executivos de
escoramento e formas, com memória de cálculo demonstrativa e catálogos técnicos
dos equipamentos a empregar, para prévia aprovação.
As barras aparentes das juntas de concretagem deverão ser limpas e
isentas de concreto endurecido, antes de ser dado prosseguimento à concretagem.
A retirada das formas e do escoramento deverá ser efetuada sem choques e
obedecer a um programa elaborado de acordo com o tipo da estrutura e aprovado pela
FISCALIZAÇÃO.
3.4.3
ARMADURA
As armações deverão estar isentas de qualquer material nocivo, antes e
depois de colocadas nas formas. Deverão ser colocadas como indicado no projeto e,
durante a concretagem, mantidas na posição correta.
O corte e o dobramento das barras devem ser executados a frio, de acordo
com os detalhes de projeto.
3.4.4
INJEÇÃO
Por se tratar de serviço de alta responsabilidade, deverão ser empregados
equipamentos elétricos de mistura e injeção de concepção avançada e grande
eficiência, que garantam execução segura, conforme as normas vigentes e as
indicações do projeto.
3.4.5
CONCRETO
A CONTRATADA não poderá alterar as dosagens indicadas em projeto sem
autorização formal por parte da FISCALIZAÇÃO, devendo ser adotadas as medidas
necessárias à sua manutenção.
66
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Serão consideradas também, na dosagem dos concretos, condições
peculiares como impermeabilização, resistência ao desgaste, ação de águas
agressivas, aspectos das superfícies, condições de colocação, dimensões das peças e
densidade de armação na peça.
O concreto para outros fins que não o estrutural, que não se destine ao
emprego que requeira características especiais, poderá ser dosado empiricamente,
devendo, neste caso, satisfazer às exigências da FISCALIZAÇÃO.
O cimento deverá ser entregue no local da obra, em sua embalagem original
e deverá ser armazenado em local seco e abrigado, por prazo e forma de
empilhamento que não comprometam a sua qualidade. Será permitido o uso de
cimento a granel, desde que, em cada silo, seja depositado cimento de uma única
procedência. O cimento só poderá ficar armazenado por período tal que não venha a
comprometer a sua qualidade, segundo recomendações do fabricante ou resultado de
testes que a FISCALIZAÇÃO venha a exigir.
O cimento só poderá ficar armazenado por período tal que não venha a
comprometer sua qualidade, segundo recomendação do fabricante ou resultado de
testes que a FISCALIZAÇÃO exigir.
Os agregados para a confecção do concreto ou argamassa deverão ser
materiais sãos, resistentes e inertes, devendo ser armazenados separadamente,
isolados do terreno natural por assoalho de madeira ou camada de concreto.
Em hipótese alguma, a quantidade total de água de amassamento será
superior à prevista na dosagem, havendo sempre um valor fixo para o fator
água/cimento, compatível com a agressividade do meio ambiente do local da obra.
Todo o concreto será dosado em central e transportado em caminhõesbetoneira, podendo o lançamento empregar bombas ou transporte por guindastes. Nas
operações de lançamento do concreto deverão ser utilizados dispositivos que impeçam
a segregação do mesmo.
O concreto deverá ser transportado para o canteiro em caminhões
apropriados, dotados de betoneiras. O fornecimento do concreto deverá ser regulado
de modo que a concretagem seja feita continuamente, Os intervalos entre as entregas
deverão ser tais que não permitam o endurecimento parcial do concreto já colocado e,
em caso algum, deverão exceder a 30 minutos.
O intervalo entre a colocação de água no tambor e a descarga final do
concreto da betoneira não deverá exceder a trinta minutos. Durante este intervalo, o
concreto não poderá ficar em repouso.
O lançamento do concreto só poderá ser iniciado mediante autorização da
FISCALIZAÇÃO, depois de liberados os serviços de escoramento, forma, armação e
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Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
limpeza das peças a serem concretadas. Não será permitido o lançamento do concreto
de uma altura superior a 2m, nem o acúmulo de grande quantidade em um ponto
qualquer e seu posterior deslocamento ao longo das formas.
O concreto deverá ser adensado mecanicamente, por meio de vibradores de
tipo e tamanho aprovados pela FISCALIZAÇÃO, adequados às dimensões das peças
estruturais a concretar.
A consistência do concreto deverá satisfazer as condições de adensamento
com vibração e a trabalhabilidade exigida pelas peças a serem moldadas.
Para que atinja sua resistência total, o concreto deverá ser curado e
protegido eficientemente contra o sol, o vento e a chuva. A cura deverá se prolongar
por um período mínimo de sete dias após o lançamento, caso não existam indicações
em contrário, sendo desejável a utilização de lâmina d’água. A água para a cura deverá
ser da mesma qualidade da usada para mistura do concreto.
Quando o lançamento do concreto for interrompido e, assim, formar-se uma
junta de concretagem, deverão ser tomadas as precauções necessárias para garantir,
ao reiniciar-se o lançamento, a suficiente ligação entre o concreto já endurecido e o do
novo trecho. Todavia, tais juntas deverão ser evitadas, procurando-se programar
concretagens contínuas, de trechos completos de um pavimento.
No caso especial da CAIXA FORTE, deverão ser observadas as prescrições
determinadas em projeto para seqüência e juntas de concretagem impostas pelas
características especiais do Edifício.
Durante toda a fase de execução da estrutura, será efetuado pela
CONTRATADA controle estatístico e sistemático da resistência do concreto,
independentemente do controle da FISCALIZAÇÃO. Para a execução desse controle
deverão ser retiradas as amostra durante o lançamento do concreto de modo que o
conjunto de corpos de prova possa representar, da melhor maneira possível, a
estrutura que está sendo executada.
A CONTRATADA organizará, com antecedência, um programa para coleta
dos corpos de prova, tornando-o uma rotina da produção. Este programa deverá ser
aprovado pela FISCALIZAÇÃO.
Todo o trabalho referente à retirada, moldagem, cura, testes dos corpos de
prova e apresentação de relatório será de responsabilidade da CONTRATADA.
Poderão ser executados ensaios de corpos de prova extraídos da estrutura,
em número nunca inferior a 6 (seis), marcando-se essa extração em locais distribuídos
da estrutura, para que constituam uma amostra representativa de todo o lote em
exame.
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Anexo 1
Com as devidas precauções quanto à interpretação dos resultados e como
medida auxiliar de verificação da homogeneidade do concreto da estrutura, poderão
ainda ser efetuados ensaios não destrutivos de dureza superficial (esclerometria) ou de
medida de velocidade de propagação de ultra-som, de acordo com os métodos
aprovados por laboratório idôneos, tudo a ser aprovado pela FISCALIZAÇÃO.
Os resultados assim obtidos servirão para auxiliar nas conclusões
decorrente da revisão do projeto. A aceitação da estrutura será por prédio, desde que
satisfeitas as condições do projeto e execução, considerando-se automaticamente
aceita aquela que, verificadas as condições acima, apresente valor estimado da
resistência característica do concreto, obtida pelo seu controle estatístico sistemático,
igual ou superior ao valor da resistência característica do concreto à compressão
determinada em projeto.
Quando as condições de aceitação não forem satisfatórias, a decisão a ser
tomada deverá se basear numa das seguintes verificações, ou na combinação das
mesmas, com os ônus decorrentes imputados à CONTRATADA:
REVISÃO DO PROJETO;
ENSAIOS ESPECIAIS DO CONCRETO;
ENSAIOS DA ESTRUTURA.
O projeto estrutural da obra ou trecho em análise deverá ser recalculado
para o valor estimado da resistência característica do concreto. Se os resultados então
obtidos satisfizerem as condições de segurança de norma, a estrutura será aceita.
Nenhuma peça será aceita pela FISCALIZAÇÃO enquanto não forem
totalmente retiradas as formas e os escoramentos.
Não havendo possibilidade de dirimir dúvidas sobre uma ou mais partes da
estrutura por simples investigação analítica ou se houver necessidade de confirmar os
resultados obtidos por meio desta e dos ensaios especiais do concreto, a decisão a ser
tomada sobre a aceitação da estrutura poderá basear-se nos resultados obtidos com o
ensaio da estrutura (prova de carga), realizado segundo método estabelecido pela
CONTRATADA e aprovado pela FISCALIZAÇÃO.
Concluindo-se que as condições das Normas Brasileiras estão satisfeitas,
após as análises devidas, a estrutura em verificação poderá ser aceita. Caso contrário,
uma das decisões abaixo poderá ser adotada pelo BANCO, com os ônus decorrentes
imputados à CONTRATADA:
A ESTRUTURA SERÁ REFORÇADA, NO TODO OU NAS PARTES
CONDENADAS;
TRECHOS CONDENADOS DA ESTRUTURA OU SEU TODO SERÃO
DEMOLIDOS E REFEITOS.
69
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
3.4.6
Anexo 1
APARELHOS DE APOIO
A ligação entre o neoprene e a chapa de aço inoxidável se dará por
aderência no momento da vulcanização, durante o processo de fabricação dos
aparelhos de apoio, tipo monobloco.
3.5
NORMAS REGULAMENTARES
Todos os projetos elaborados para as obras dos edifícios destinados às
instalações para funcionamento do Prédio do Meio Circulante do Banco Central do
Brasil no Rio de Janeiro/RJ seguiram as prescrições das Normas Brasileiras abaixo
relacionadas, no que concerne às estruturas de concreto armado e concreto protendido
por armadura.
Da mesma forma, a execução desses prédios deverá obedecer a todos os
itens pertinentes das normas que se seguem, inclusive no tocante às estruturas de aço:
NBR 6118 - PROJETO E EXECUÇÃO DE OBRAS DE CONCRETO
ARMADO.
NBR 8953 - CONCRETO PARA FINS ESTRUTURAIS - CLASSIFICAÇÃO
POR GRUPOS DE RESISTÊNCIA.
NBR
12654
CONTROLE
TECNOLÓGICO
COMPONENTES DO CONCRETO.
DE
MATERIAIS
NBR 12655 - PREPARO, CONTROLE E RECEBIMENTO DE CONCRETO.
NBR 7212 - EXECUÇÃO DE CONCRETO DOSADO EM CENTRAL.
NBR 7480 - BARRAS E FIOS DE AÇO DESTINADOS A ARMADURAS
PARA CONCRETO ARMADO.
NBR 7197 - PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO PROTENDIDO.
NBR 8681 - AÇÕES E SEGURANÇA NAS ESTRUTURAS.
NBR 7482 - FIOS DE AÇO PARA CONCRETO PROTENDIDO ESPECIFICAÇÃO.
NBR 7483 - CORDOALHAS DE AÇO PARA CONCRETO PROTENDIDO
ESPECIFICAÇÃO.
NBR 7211 - AGREGADOS PARA CONCRETO - ESPECIFICAÇÕES.
70
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
NBR 7681 - CALDA DE CIMENTO PARA INJEÇÃO - ESPECIFICAÇÃO.
NBR 10788 - EXECUÇÃO DE INJEÇÃO EM CONCRETO PROTENDIDO
COM ADERÊNCIA POSTERIOR – PROCEDIMENTO.
NBR 10789 - EXECUÇÃO DE PROTENSÃO EM CONCRETO
PROTENDIDO COM ADERÊNCIA POSTERIOR – PROCEDIMENTO.
NBR 1259 - PROJETO E EXECUÇÃO DE ARGAMASSA ARMADA.
NBR 6120 - CARGAS
EDIFICAÇÕES.
PARA
CÁLCULO
DE
ESTRUTURAS
DE
NBR 6123 - FORÇAS DEVIDAS AO VENTO EM EDIFICAÇÕES.
NBR 5738 - MOLDAGEM E CURA DE CORPOS-DE-PROVA DE
CONCRETO CILÍNDRICOS OU PRISMÁTICOS - MÉTODO DE ENSAIO.
NBR 5739 - ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA DE
CONCRETO CILÍNDRICO.
NBR 7223 - CONCRETO - DETERMINAÇÃO DA CONSISTÊNCIA PELO
ABATIMENTO DE CONE MÉTODO DE ENSAIO.
NBR 11768 - ADITIVOS PARA CONCRETO DE CIMENTO PORTLAND
ESPECIFICAÇÕES.
NBR 12317 - VERIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ADITIVO PARA
CONCRETO – PROCEDIMENTO.
NBR 8800 - PROJETO E EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS DE AÇO DE
EDIFÍCIOS.
71
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 4
ARQUITETURA E ELEMENTOS DE URBANISMO
4.1
MEMORIAL DESCRITIVO .................................................................................................73
4.1.1
SITUAÇÃO .........................................................................................................................73
4.2
ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E ENCARGOS ........................................................73
4.2.1
4.2.1.1
4.2.1.2
4.2.1.3
4.2.1.4
4.2.1.5
4.2.1.6
4.2.1.7
4.2.2
4.2.2.1
4.2.2.2
4.2.3
4.2.3.1
4.2.3.2
4.2.3.3
4.2.3.4
4.2.3.5
4.2.3.6
4.2.3.7
4.2.3.8
4.2.4
4.2.4.1
4.2.4.2
4.2.4.3
4.2.5
4.2.5.1
4.2.5.2
4.2.5.3
4.2.5.4
4.2.5.5
4.2.6
4.2.6.1
4.2.6.2
4.2.6.3
4.2.6.4
4.2.6.5
4.2.6.6
4.2.6.7
4.2.7
4.2.7.1
4.2.7.2
4.2.7.3
4.2.7.4
4.2.7.5
4.2.7.6
ELEMENTOS DE VEDAÇÃO ............................................................................................73
TIJOLOS DE BARRO FURADOS......................................................................................73
TIJOLOS DE BARRO MACIÇOS ......................................................................................74
TIJOLOS DE CONCRETO CELULAR AUTOCLAVADO ..................................................74
DIVISÓRIAS DE SANITÁRIOS..........................................................................................75
DIVISÓRIAS MODULARES REMOVÍVEIS .......................................................................75
DIVISÓRIAS DE SEGURANÇA, COM VIDRO ..................................................................77
DIVISÓRIAS DE GESSO CARTONADO ..........................................................................78
PAVIMENTAÇÕES ............................................................................................................80
GARAGENS .......................................................................................................................80
REVESTIMENTOS DE PISOS ..........................................................................................80
REVESTIMENTOS DE PAREDES ....................................................................................86
CHAPISCO E EMBOÇO ....................................................................................................86
LAMINADO MELAMÍNICO ................................................................................................86
REVESTIMENTOS ACÚSTICOS ......................................................................................87
ALUMÍNIO COMPOSTO ....................................................................................................87
CERÂMICA ........................................................................................................................88
PAINÉIS DE MADEIRA .....................................................................................................88
GRANITO POLIDO ............................................................................................................88
PASTILHAS DE LOUÇA ....................................................................................................89
TETOS E FORROS ...........................................................................................................89
GESSO EM PLACA ...........................................................................................................89
REVESTIMENTO ACÚSTICO DE TETOS ........................................................................90
FORRO HUNTER DOUGLAS ...........................................................................................91
PINTURA ...........................................................................................................................91
PINTURA PVA ...................................................................................................................91
PINTURA À BASE DE SILICONE .....................................................................................92
PINTURA DE PAREDES E COLUNAS DA GARAGEM....................................................92
PINTURA DA FACHADA ...................................................................................................92
SOLEIRAS, RODAPÉS E PEITORIS ................................................................................92
ESQUADRIAS....................................................................................................................93
ESQUADRIAS DE MADEIRA ............................................................................................93
ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO ...........................................................................................94
ESQUADRIAS DE FERRO ................................................................................................95
PORTAS CORTA-FOGO ...................................................................................................96
ESQUADRIAS DE SEGURANÇA......................................................................................96
PORTAS DA CAIXA-FORTE .............................................................................................97
PORTÕES AUTOMÁTICOS DAS DOCAS DO MEIO CIRCULANTE .............................102
FERRAGENS ...................................................................................................................102
PARA PORTAS INTERNAS DE MADEIRA DE UMA FOLHA ........................................103
PARA PORTAS DE MADEIRA DE 2 FOLHAS ...............................................................103
PORTAS CORTA-FOGO C/ BARRA ANTIPÂNICO E CILINDRO EXTERNO ...............103
PARA AS PORTAS DOS BOXES DE SANITÁRIOS ......................................................103
PARA DIVISÓRIAS DE GRANITO ..................................................................................104
PARA AS ESQUADRIAS METÁLICAS ...........................................................................104
72
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
4.2.7.7
4.2.7.8
4.2.7.9
4.2.8
4.2.8.1
4.2.8.2
4.2.8.3
4.2.8.4
4.2.8.5
4.2.8.6
4.2.8.7
4.2.9
4.2.10
4.2.11
4.2.12
4.2.13
4.2.13.1
4.2.13.2
4.2.13.3
4.2.13.4
4.2.14
4.2.15
4.2.16
4.2.17
Anexo 1
PORTAS E FECHAMENTOS EM VIDRO TEMPERADO .............................................. 104
ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO ........................................................................................ 104
MESTRAGEM DE CHAVES ........................................................................................... 104
VIDRAÇARIA .................................................................................................................. 104
VIDROS TEMPERADOS ................................................................................................ 104
VIDRO LAMINADO DAS FACHADAS ............................................................................ 105
VIDROS DAS ESQUADRIAS DE SEGURANÇA ........................................................... 105
APARELHOS SANITÁRIOS ........................................................................................... 105
LOUÇAS E ACESSÓRIOS ............................................................................................. 105
METAIS ........................................................................................................................... 106
PEÇAS DIVERSAS ......................................................................................................... 106
BANCADAS DE GRANITO ............................................................................................. 107
ESPELHOS ..................................................................................................................... 107
BANCOS ......................................................................................................................... 107
SISTEMA DE EXAUSTÃO PARA COZINHA .................................................................. 107
ARMÁRIOS E BALCÕES ................................................................................................ 108
BALCÃO DE RECEPÇÃO (HALL PRINCIPAL) .............................................................. 108
BALCÃO DO FOYER DO AUDITÓRIO .......................................................................... 108
ARMÁRIOS E BALCÃO DO PROTOCOLO / MALOTE ................................................. 109
BALCÕES DA LANCHONETE........................................................................................ 109
CORRIMÃOS .................................................................................................................. 109
GUARDA-CORPOS ........................................................................................................ 109
DELIMITADORES PARA VAGAS .................................................................................. 110
MOBILIÁRIO DO AUDITÓRIO ........................................................................................ 110
73
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
4.1
MEMORIAL DESCRITIVO
4.1.1
SITUAÇÃO
5
O projeto do edifício foi situado em área poligonal que faz divisa, em suas
faces frontais, com a Rua Rivadávia Corrêa, Rua da Mortona, Rua da Gamboa e Rua
Projetada, no bairro da Gamboa, na Cidade do Rio de Janeiro. A área a ser ocupada
pelas edificações, vias internas de serviço e estacionamentos a céu aberto tem
topografia praticamente plana. O terreno residual faz divisa com áreas particulares e
apresenta aclives, de moderados a acentuados.
6
7
O conjunto arquitetônico é predominantemente horizontal e distribuído em
três áreas principais, arquitetonicamente integradas mas funcionalmente
independentes: Bloco Administrativo (térreo, 1º e 2º andares), Bloco da Tesouraria
(térreo e 1º andar) e Bloco da Garagem e Setor de Serviços Gerais (térreo, 1º e 2º
andares).
8
4.2
ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E ENCARGOS
4.2.1
ELEMENTOS DE VEDAÇÃO
4.2.1.1
TIJOLOS DE BARRO FURADOS
As alvenarias da edificação, com exceção daquelas a serem utilizadas nas
caixas das escadas, serão construídas com tijolos furados, 10x20x20cm, bem cozidos,
com faces planas, arestas certas, em esquadro, apresentando ainda as demais
condições necessárias a um perfeito acabamento.
O assentamento dos tijolos deverá ser executado com argamassa de
cimento, areia e cal, no traço 1:3:4. Deverá ser iniciado a partir da laje existente, em
fiadas executadas alternadamente para melhor amarração. A cada espaçamento de
3,00m deverá ser executado pilarete na alvenaria, com concreto de cimento, areia e
brita, no traço 1:2,5:4, e quatro ferros de 1/4", ancorados na laje.
Quando o pé-direito for superior a 3,00m, deverão ser construídas vergas
ancoradas nos pilares mais próximos, com amarração positiva de ferro no diâmetro de
1/4". O concreto deverá obedecer o mesmo traço definido para os pilaretes.
Todos os vãos de portas e janelas, cujas travessas superiores não atinjam o
forro ou a laje, terão vergas em concreto, convenientemente armadas, cujo
comprimento deverá exceder , no mínimo, 30cm para cada lado do vão. As janelas
também deverão ser dotadas de vergas no nível inferior (peitoril).
74
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Todas as alvenarias deverão ser convenientemente amarradas aos pilares e
vigas, por meio de pontas de vergalhões deixadas ou a serem inseridas na estrutura de
concreto armado, com o espaçamento de 0,50m. As paredes que repousam sobre
vigas contínuas deverão ser levantadas simultaneamente, não sendo permitidas
diferenças superiores a 1,00m entre as alturas levantadas em vãos contínuos.
A execução da alvenaria de tijolos de barro em cada andar deverá ser interrompida a
uma distância de 20cm da face superior das vigas ou lajes. Em seguida deverá ser
procedido o fechamento de aperto.
4.2.1.2
TIJOLOS DE BARRO MACIÇOS
O fechamento de aperto das paredes deverá ser feito em tijolos maciços,
inclinados e fortemente colados. Esse fechamento só poderá ser feito depois de
decorridos 8 (oito) dias de execução da mesma parede, sem interrupção da execução.
Serão usados tijolos maciços de 5 X 10 X 20cm, com as mesmas
características técnicas dos tijolos furados, aplicados com argamassa de cimento, areia
e cal, no traço 1:3:4, na inclinação necessária ao fechamento dos painéis de paredes
(aperto) contra os elementos estruturais (lajes e vigas).
4.2.1.3
TIJOLOS DE CONCRETO CELULAR AUTOCLAVADO
As paredes que compartimentam as escadas corta-fogo (dotadas de portas
corta-fogo) deverão ser construídas utilizando-se blocos resistentes a quatro horas de
fogo, confeccionados com concreto celular, autoclavado, fabricação Sical ou similar. A
espessura dos blocos deverá ser de 10cm e a densidade a seco de aproximadamente
450 kg/m3, assentados com argamassa de cimento, cal hidratada e areia lavada média
no traço 1:3:7,5.
Para que as alvenarias sejam resistentes a quatro horas de fogo, conforme
necessário nas escadas de segurança, estas deverão ser revestidas com argamassa,
segundo recomendações do fabricante. Antes do fornecimento do material, o fabricante
deverá apresentar certificado homologado por laboratório idôneo, comprobatório da
resistência ao fogo aqui determinada.
A vinculação das alvenarias aos pilares e às estruturas contíguas deverá
ser executada com fios de aço liso, na forma de ―U‖, de diâmetro de 4,2 ou 5,0mm,
fixados aos pilares através de adesivo tipo epoxi Compound ou Sikadur, posicionados
nas juntas ímpares a partir da terceira junta, sendo a primeira a da demarcação.
As paredes deverão ser unidas, preferencialmente, por juntas em
amarração. Todas as juntas verticais entre os blocos que se interceptam e os blocos
contíguos devem ser preenchidas com a argamassa de assentamento. Os blocos que
compõem a interseção deverão ter comprimentos no mínimo igual a ½ bloco ou 30cm.
75
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4.2.1.4
Anexo 1
DIVISÓRIAS DE SANITÁRIOS
As divisórias dos sanitários serão confeccionadas em granito nacional,
referência Preto São Gabriel ou Branco Ceará, conforme assinalado nos desenhos,
com 30mm de espessura, polidas em ambas as faces e topos aparentes, nas
dimensões indicadas nos detalhes do projeto de arquitetura.
9
Serão fixadas nas alvenarias por meio de chumbamento e coladas entre si
com cola/massa tipo Iberê. Serão utilizadas ferragens cromadas apropriadas para
fixação das divisórias e portas dos boxes.
Não serão aceitas peças de granito com lascas, emendas, marcas de batidas ou
quaisquer outros tipos de defeitos.
4.2.1.5
DIVISÓRIAS MODULARES REMOVÍVEIS
Para a compartimentação de espaços nas áreas administrativas, conforme
assinalado nos desenhos, serão empregadas divisórias modulares removíveis cuja
fabricação, sistema construtivo e estrutura são descritos a seguir.
As divisórias modulares serão do padrão M6, fabricação Divdesign, com
100mm de espessura, cujo sistema construtivo permite a passagem de fiação entre
painéis e no interior dos montantes. Esse sistema adota o saque frontal tanto para os
painéis cegos quanto para os quadros de vidro, o que facilita os movimentos de
remanejamento (desmontagem e remontagem).
A estrutura de base (colunas, travessas e saídas de parede) deverá ser
comum a qualquer tipo de fechamento de módulo. Completarão o sistema colunas de
90° para conexão entre dois módulos, colunas quadradas, para conexões entre três
módulos, guias de acabamento, batentes para portas e perfis para quadros de vidro.
Todos os perfis estruturais deverão possuir canal interno comum, para
nivelamento e alinhamento dos perfis verticais e horizontais. Serão dotados de
cantoneira de abas iguais, medindo 3,5x13cm, e cinco parafusos de fixação, de forma a
impedir a montagem irregular ou desalinhada dos mesmos.
As colunas verticais receberão ―tapa canal‖ de encaixe em alumínio,
arredondado em sua superfície aparente, permitindo que a divisória montada tenha
uma padronização de distância entre os módulos, de 10mm. As paredes de todos os
perfis deverão ter, no mínimo, 1,5mm de espessura.
Tanto os quadros de vidro quanto os painéis cegos serão fixados à estrutura
principal por meio de clips e presilhas de aço. O sistema deverá ser composto por
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Anexo 1
perfis de alumínio 100 % extrudados e anodizados (perfis internos e perfis aparentes)
ou pintados pelo sistema epóxi-pó, em cor a ser definida pela Fiscalização.
As divisórias terão paginação ―½ cega / ½ vidro duplo‖, com persianas, e
bandeira cega em BP, modelo M6. Tanto os painéis cegos como os painéis de vidro
serão encaixados à estrutura de base pelo sistema de engate frontal, por intermédio de
presilhas de alumínio e terão modulação variável.
Os painéis cegos e bandeiras serão confeccionados com chapas de madeira
aglomerada, oriundas de madeiras certificadas de reflorestamento, com selo FSC, Ref.
Duratex, com acabamento em laminado melamínico de baixa pressão BP, padrão liso
ou madeirado a definir.
As chapas terão espessura de 15mm, encabeçadas por fita de PVC de 1mm
de espessura na mesma cor do acabamento dos painéis, Ref. Tecnofris, colada pelo
sistema ―hot melt‖. O interior dos painéis cegos e bandeiras terá miolo de lã de rocha,
de densidade 32Kg/m3 e espessura 50mm, Ref. Rockfibras.
Os painéis de vidro serão requadrados por sistema de quadro composto por
perfis de alumínio levemente arredondados, cortados em suas extremidades em meia
esquadria, em máquinas de precisão, fechados por intermédio de cantoneiras.
Os vidros serão duplos, comuns e incolores, com espessura de 6mm.
Receberão persianas internas (entre vidros) compostas de lâminas de alumínio na
espessura 16mm, cor a definir, com comando externo para inclinação das lâminas,
instalado na coluna de alumínio
As Portas serão do padrão P2, fabricação Divdesign, folha única, com
bandeira cega. Serão estruturadas em alumínio anodizado ou pintado, em cor a ser
definida pela Fiscalização. Os painéis cegos das bandeiras terão modulação variável e
serão encaixados à estrutura de base pelo sistema de engate frontal por intermédio de
presilhas de alumínio.
Os painéis das bandeiras serão confeccionados com chapas de madeira
aglomerada, oriundas de madeiras certificadas de reflorestamento, com selo FSC, Ref.
Duratex, com acabamento em laminado melamínico de baixa pressão BP, padrão liso
ou madeirado a definir.
As chapas terão espessura de 15mm, encabeçadas por fita de PVC de 1mm
de espessura na mesma cor do acabamento dos painéis, Ref. Tecnofris, colada pelo
sistema hot melt.
O interior dos painéis cegos das bandeiras terá miolo de lã de rocha de
densidade 32Kg/m3 e espessura 50mm, Ref. Rockfibras.
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Anexo 1
Terão folha única de giro, confeccionadas com chapas de madeira
aglomerada, oriundas de madeiras certificadas de reflorestamento, com selo FSC, Ref.
Duratex, com acabamento em laminado melamínico de baixa pressão BP, padrão liso
ou madeirado a definir, com espessura de 38mm, encabeçadas por fita de PVC de
1mm de espessura na mesma cor do acabamento das folhas de portas, Ref. Tecnofris,
colada pelo sistema ―hot melt‖.
As portas serão montadas em batentes de alumínio, anodizado ou pintado
em cor a definir, com encaixe para sistema de dobradiças especiais de alumínio, com
anéis de nylon, montadas em numero de 04 (quatro) por porta, fixadas aos batentes
pelo sistema de pressão, fabricação Udinese, ref. 880/D-mat CRA. As fechaduras
serão de fabricação La Fonte, ref. Classic 515, acabamento AEE.
O conjunto deverá conter coluna de alumínio própria para instalação de
interruptores, possibilitando a instalação de Interruptor de embutir com duas teclas,
espelho e suporte, Ref. Linha Módena da PRIME- Schneider Electric.
4.2.1.6
DIVISÓRIAS DE SEGURANÇA, COM VIDRO
As salas DLRS, saletas de perícia e demais paredes indicadas no projeto de
arquitetura com a referência DIV-2 serão compartimentadas com divisórias especiais
com vidro de segurança, espessura final de 100mm, estruturadas com perfis metálicos.
As divisórias serão compostas por painéis do piso ao forro, em módulos de
aproximadamente 1,25m de largura, estruturadas por perfis em forma de "I" e ―U‖ , de
chapas de aço SAE 1010/1020 nº 11 (3 mm de espessura), chumbados no piso e na
laje, com resistência suficiente para suportar o peso de todo o sistema.
Os painéis terão uma base metálica com altura de 900mm, formada por
duas camadas de chapas de aço SAE 1010/1020 nº 11 (3 mm de espessura),
encaixada dentro dos quadros estruturais, preenchidas com placas de isopor ou
materiais similares.
Todas as peças metálicas deverão ser protegidas com tratamento
antiferruginoso e receberão pintura final à base de esmalte sintético, na cor areia,
referência 820,
acetinado, Coralit.
A parte superior das divisórias será formada por painéis transparentes
compostos por duas lâminas de vidro temperado, liso, incolor, com 10mm de
espessura, e uma lâmina de policarbonato, liso, incolor, com espessura de
aproximadamente 15mm. As lâminas de vidro e policarbonato serão coladas por uma
membrana de PVB e prensadas adequadamente, formando um conjunto sem bolhas
de ar ou outras deformações.
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Anexo 1
O conjunto de divisórias de segurança terá portas corrediças com as
mesmas características dos painéis. As portas terão vão livre de 1.50m x 2.50m, do
tipo eclusa, acionadas manualmente, com rodízios na parte inferior e trilho-guia na
parte superior, projetadas de modo a receberem controladores para intertravamento
automático.
As portas que dão para os corredores internos de circulação deverão ser
equipadas com fechaduras de Segurança.
A Contratada deverá apresentar projeto executivo das divisórias de
segurança para aprovação da Fiscalização.
4.2.1.7
DIVISÓRIAS DE GESSO CARTONADO
As paredes que compartimentam os espaços acessórios do auditório
(camarins, tradução simultânea, depósito, projeção, sala VIP etc.) bem como as
paredes de fundo dos vasos sanitários, nos banheiros, serão construídas com a
utilização do sistema “drywall” (placas de gesso acartonado fixadas sobre estrutura
metálica). Essas paredes serão montadas do contrapiso à estrutura (laje ou viga).
Os montantes serão instalados nas guias, observando-se rigorosamente as
especificações/recomendações do fabricante para a distância máxima entre as peças,
em função da altura das paredes, da resistência do perfil utilizado (material e
dimensões) e do revestimento a ser utilizado nas paredes.
Quando da fixação dos montantes e guias junto às partes rígidas do edifício
(parede, piso, estrutura, montantes dos caixilhos, etc.), deverá ser utilizada fita de
isolamento (banda acústica). As paredes serão montadas com dois painéis
sobrepostos de cada lado, tomando-se o cuidado de alternar as juntas (verticais e
horizontais). O vão entre as duas faces da parede será preenchido com lã de rocha.
Sobre as juntas das placas serão aplicadas massa e fita de papel; dever-se-á ter o
cuidado de formar uma superfície homogênea e nivelada com a placa.
As placas de gesso serão fixadas nos montantes e nas guias, com
parafusos, no mínimo a cada 30 cm, e a 1cm da borda. Os parafusos não poderão ficar
salientes nem afundados na placa; as cabeças dos parafusos serão recobertas por
massa.
Os cantos reentrantes receberão o mesmo tratamento das juntas; os cantos
salientes receberão fita armada para reforço do canto.
Deverão ser executados rasgos nas paredes de gesso de forma que viabilize
a passagem de dutos, eletrocalhas, tubulação da rede de sprinklers, etc.
Posteriormente, todos os vãos entre a parede e as interferências deverão ser
completamente vedados, possibilitando o isolamento acústico adequado.
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Anexo 1
Qualquer fresta quer decorrente da execução dos serviços, quer devido a
problemas na estrutura (tortuosidade da viga, pilar ou laje, existência de depressões ou
buracos no concreto ou alvenaria etc.), deverá ser vedada, de forma a garantir o
isolamento acústico. A montagem deverá seguir rigorosamente as instruções e
recomendações dos fabricantes e do Manual de Montagem de Sistemas Drywall
(ABRAGESSO). Deverá ser efetuada por mão-de-obra qualificada e por empresa
credenciada do fabricante.
A estrutura será em aço galvanizado, formada por guias horizontais e
montantes, que deverão atender à norma ABNT NBR 15217 – perfis de aço para
sistemas de gesso acartonado – Requisitos.
Os montantes terão largura e altura adequadas ao projeto e de acordo com
as recomendações/especificações dos fabricantes. Deverá ser utilizado montante de,
pelo menos, 70 mm, com espaçamento de no máximo de 600mm.
A fita de isolamento deverá ser de material que proporcione absorção de
vibrações e vedação de pequenas irregularidades. Deverá ter a mesma largura das
guias e espessura de pelo menos 1,5mm.
As placas terão miolo de gesso e revestimento com cartão (gesso
acartonado); a espessura será de no mínimo 12,5 mm. Deverão atender as normas
ABNT 14715 Chapas de gesso acartonado - requisitos, NBR 14716 Chapas de gesso
acartonado – características geométricas e NBR 14717 Chapas de gesso acartonado características físicas.
As paredes montadas deverão proporcionar isolamento acústico de, no
mínimo, 50 dB(A) e ter resistência ao fogo por no mínimo 60 minutos.
A lã de rocha deverá ter densidade e espessura adequada para preencher
totalmente o vão entre as placas e possibilitar o isolamento acústico desejado (não
deverá ter densidade inferior a 32 kg/m³ e terá espessura adequada ao montante).
Os parafusos para fixação das placas nos montantes serão autoatarraxantes
com cabeça de trombeta. A fita de papel, a ser utilizada sobre as juntas, será de papel
microperfurado (indicada pelo fabricante); não será aceita fita de papel kraft ou fita
telada.
A massa que será utilizada para recobrir os parafusos e as juntas, será à
base de gesso e aditivos, inclusive resinas, para conferir plasticidade. Não será aceito
o uso de pasta de gesso e água preparada com gesso em pó comum.
A fita cantoneira a ser utilizada no canto externo deverá ter reforço metálico,
a fim de aumentar a resistência mecânica do canto externo.
Referências: Knauf, LaFarge, Placo.
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Anexo 1
4.2.2
PAVIMENTAÇÕES
4.2.2.1
GARAGENS
Sobre o solo convenientemente drenado, no pavimento térreo, os locais
deverão receber um enchimento de tijolos de concreto celular autoclavado e/ou
concreto celular preparado na obra, para obtenção do nivelamento solicitado no projeto
de arquitetura, com altura média de 25cm e peso específico máximo de 400 kg/m³.
A superfície que receberá o enchimento deverá estar suficientemente limpa
e isenta de óleos, restos de argamassa e poeira a fim de permitir boa aderência para
as camadas subseqüentes. Os blocos de concreto celular serão assentados com
argamassa de cimento, cal hidratada e areia média lavada no traço 1:3:7,5 acrescida
de aditivo para promover a perfeita aderência ao substrato existente (sistema úmido
sobre seco), tipo Bianco da Otto Baumgart ou similar.
Sobre a camada do concreto celular, a Contratada deverá executar um
capeamento com laje armada com 100mm de espessura, tipo contrapiso zero, com
acabamento final liso e polido, com controle de planicidade e nivelamento a laser,
juntas de 4mm executadas com disco diamantado, observados os caimentos
determinados no projeto de drenagem.
A laje será armada com tela soldada de aço pré-fabricada, CA 60, referência
Q283kg, malha de 6x6mm, espaçamento entre os fios de 10x10cm, fabricação Belgo
Mineira ou similar, utilizando concreto usinado com 20 MPa.
4.2.2.2
REVESTIMENTOS DE PISOS
4.2.2.2.1 PISO MONOLÍTICO DE ALTA RESISTÊNCIA
Nos locais indicados no projeto de arquitetura com a sigla 6, será aplicado
piso industrial de alta resistência, 8mm de espessura, na cor cinza, sistema úmido
sobre seco, acabamento polido, com juntas plásticas formando tabeiras com 20cm de
largura em todos os perímetros e quadros internos de aproximadamente 1,00x1,00m,
tipo GT-DHUR 500, fabricação Korodur, Grani-torre ou similar.
As lajes que receberão o revestimento de alta resistência deverão ser,
primeiramente, limpas e abundantemente molhadas para a execução da camada de
regularização, composta de cimento e areia, traço 1:3 em volume, com
aproximadamente 3cm de espessura, acrescida de aditivo para a completa aderência à
laje já curada, tipo Bianco da Otto Baumgart ou similar.
Sobre a camada de regularização serão fixadas as juntas plásticas de
dilatação, resistentes ao alto impacto e ao uso de régua vibratória, do mesmo
fabricante do piso, com perfil de, aproximadamente, 3x30 mm, na cor cinza. As juntas
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Anexo 1
deverão ser fixadas com auxilio de uma linha de nylon para alinhamento e nivelamento
do piso acabado. A junta deverá estar com 2/3 de sua seção mergulhada na
argamassa de fixação.
A aplicação da camada de alta resistência deverá ser executada no máximo
6 horas após a aplicação da camada de regularização. Consistirá numa mistura de
cimento e agregados de alta dureza (materiais rochosos e metálicos).
Deverá ser utilizado na argamassa de alta resistência apenas cimento
Portland CP520, com a mesma qualidade do utilizado para o contrapiso, ou cimento
Portland branco CP320, Irajá.
Do perfeito nivelamento e desempeno desta camada depende a qualidade e
o aspecto final do piso acabado, pelo que, especiais cuidados devem ser tomados
quando da fundição da mesma, devendo os serviços serem executados por pessoal
altamente especializado.
O acabamento deverá ser polido, utilizando-se processos de polimento
segundo recomendações do fabricante.
Os arremates junto a rodapés e cantos de difícil acesso deverão ser
executados com máquinas de disco manuais, tomando-se o cuidado para não queimar
o piso, deixando-o com o mesmo aspecto do restante.
Os esmeris deverão ser aplicados segundo a granulometria, partindo da
mais grossa para a mais fina, a fim de se obter o acabamento desejado.
Como acabamento final, deverão ser dadas duas demãos de cera virgem ou carnaúba
branca e posterior lustração.
Não serão toleradas diferenças de níveis superiores a 2mm em 2m, referidos
sempre ao nível acabado do piso estabelecido no projeto de arquitetura.
Os pisos deverão apresentar cor uniforme, deverão ser planos e nivelados,
sem depressões, com juntas perfeitamente alinhadas, totalmente visíveis e sem
ressaltos.
Todos os serviços referentes deverão ser executados por pessoal
especializado, indicado pelo fabricante do piso e sob orientação e fiscalização do
mesmo.
4.2.2.2.2 PISO ELEVADO
Todas as áreas de escritório, indicadas nos desenhos do projeto de
arquitetura, receberão piso elevado, fabricação Tate, com acabamento em laminado
fenólico-melamínico.
82
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Anexo 1
O piso será composto por sistemas de painéis de aço modulares
preenchidos com material à base de cimento, com proteção de pintura epoxídica e
pedestais reguláveis em aço galvanizado, em placas intercambiávies de 600x600mm,
referência CC1000, fabricação Tate ou similar.
As placas deverão receber um tratamento interno e externo antioxidante por
imersão e, posteriormente, acabamento e proteção final de pintura à base de epóxi.
O piso elevado deverá ser produzido segundo critérios rígidos quanto às
dimensões e aos aspectos relativos ao esquadro, planicidade, deflexão e deformação
máximas.
Os pedestais de sustentação deverão ser constituídos de bases quadradas,
com dispositivos de nivelamentos à prova de vibrações, regulagem e travamento de
altura e cruzeta em aço galvanizado moldado com escaixe específico para ajuste da
placa ao pedestal, formando um sistema absolutamente estável.
Antes da instalação do piso elevado a Contratada deverá providenciar a
preparação da camada de regularização executada com argamassa de cimento e areia
lavada de rio, traço 1:3 em volume. A camada de regularização será lançada sobre a
laje devidamente limpa com água pressurizada, isenta de óleos, graxas etc. Será
utilizado o sistema de capeamento não armado, de espessura média de 50mm, tipo
contrapiso zero, com acabamento rústico fino, controle de planicidade e nivelamento a
laser.
O concreto será usinado com 20 Mpa no mínimo, lançado sobre uma ponte
de aderência (sistema úmido sobre seco), aplicado sobre a laje saturada e limpa.
As caixas a serem acopladas às placas do piso elevado serão de fabricação
Ackermann (moldura e tampa), modelo CGQ/6, com suportes para instalação de 2
tomadas elétricas para energia estabilizada (3 pinos), 2 tomadas elétricas (2 pinos) e 2
tomadas RJ 45 cat 5, padrão Lucent.
O piso elevado será revestido com laminado fenólico melamínico de alta
resistência, anti-estático, na cor gelo.
O piso será instalado após a execução da camada de regularização, com as
alturas previstas no projeto de arquitetura e o nivelamento do conjunto será obtido com
emprego de laser, de acordo com o especificado acima.
Deverão ser fornecidos, para posterior instalação, 50 placas avulsas de piso
com acabamento em laminado fenólico melamínico, com caixas de disponibilização de
instalações elétricas, de lógica e telefônicas acopladas.
4.2.2.2.3 CARPETE EM MANTAS
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Anexo 1
Serão instalados carpetes em mantas no piso do auditório e suas áreas
acessórias, padrão Austin, fabricação Tabacow, 8mm de espessura, na cor cor cinza
300.
A aplicação do material deverá ser feita com todo o esmero, de maneira que
não seja possível perceber as juntas entre diferentes mantas.
4.2.2.2.4 GRANITO POLIDO E GRANITO LEVIGADO
Todo o granito a ser empregado, conforme formatos e padrões assinalados
nos desenhos, serão ligeiramente bisotados (quebra das arestas), de maneira a se
obter acabamento de qualidade superior, e deverão ter espessura mínima de 10mm.
Previamente ao assentamento das peças será providenciada a
impermeabilização dos topos e versos das mesmas, com emprego de emulsão
apropriada, do tipo Sikatop ou similar.
O material será assentado com emprego de argamassa, no traço 1:4 de
cimento e areia média lavada, obedecendo um perfeito nivelamento entre as placas. As
juntas deverão ser limpas da argamassa de assentamento, devendo ter uma largura
máxima de 1,5mm.
É importante que se tenha uniformidade de cor e tonalidade nos pisos de
granito, razão pela qual será feito rígido controle sobre os lotes dos materiais a serem
fornecidos. Dessa forma, amostras das pedras especificadas deverão ser previamente
submetidas à aprovação da Fiscalização, e servirão como referência para aceitação do
material a ser entregue.
A pavimentação será convenientemente protegida com camadas de papel e
gesso, ou outro processo previamente aprovado durante a construção.
Não será tolerado o assentamento de peças rachadas, emendadas, com
retoques de massa, com veias ou qualquer outro defeito capaz de comprometer o
aspecto, durabilidade ou resistência da peça.
As peças deverão se apresentar rigorosamente com faces planas, arestas
retas ou linearmente uniformes. As faces de contato das juntas deverão ter suas
superfícies em perfeito esquadro em relação à superfície do plano do piso acabado, a
fim de se obter juntas absolutamente regulares e alinhadas.
Nos pisos em nível, não serão toleradas diferenças de nível superiores a
2mm em 2m, nem desnivelamentos visíveis, referidos sempre ao nível acabado do piso
estabelecido no projeto de arquitetura.
O rejunte da pavimentação será executado com emprego de material
epoxídico, cuja cor será definida oportunamente pela fiscalização.
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Anexo 1
Nos locais assinalados com a sigla 13 a pavimentação será executada com
placas de granito cinza andorinha, acabamento levigado, ficando mantidas todas as
demais recomendações anteriores, referentes a granito polido.
O mesmo material será empregado em parte da pavimentação externa (ref.
14), no piso elevado de fabricação Levitare. Neste caso deverão ser atendidas as
especificações desse fabricante no que diz respeito às dimensões das placas e reforço
em sua face inferior.
4.2.2.2.5 TÁBUA CORRIDA
No piso do palco do auditório e demais locais previstos no projeto de
arquitetura serão instaladas tábuas de madeira Caroba, 7 cm de largura, 2,5 cm de
espessura, tipo macho-fêmea, com aplicação final de resina tipo Synteko, acabamento
acetinado, após lixamento e calafetação.
A fixação das tábuas deverá ser executada com a utilização de tarugos de
madeira maciça chumbados previamente na laje regularizada. As tábuas serão
pregadas (pregos sem cabeça) e coladas com adesivo apropriado.
4.2.2.2.6 BASES ANTIVIBRAÇÃO
Todas as máquinas produtoras de ruídos ou vibrações deverão ser
montadas em bases antivibratórias, isoladas do piso do ambiente (bases
independentes).
Além da proteção antivibratória dos próprios equipamentos (coxins de
neoprene ou isoladores tipo mola) deverão ser instalados sobre bases de concreto,
com peso superior a 2,5 vezes o peso próprio da máquina. Essas bases deverão ser
isoladas das fundações e lajes de piso, utilizando-se apoios de neoprene, nas
dimensões adequadas a cada equipamento.
4.2.2.2.7 CONCRETO DAS ÁREAS DE TRÁFEGO DE CAMINHÕES
As áreas de tráfego pesado (garagem de caminhões, docas e outras,
assinaladas com as referências 4 e 5) serão aterradas até atingirem a cota prevista
para a pavimentação das superfícies. Esse aterro será executado em camadas de
20cm, com grau de compactação de 95% do proctor normal, com emprego de material
de boa qualidade (CB - índice de suporte Califórnia maior ou igual a 15, segundo
Normas do DNER).
Em seguida, será providenciada a execução de contrapiso com concreto
20MPa, com 15cm de espessura, armado com duas camadas de telas Q503,
fabricação Belgo Mineira ou similar, malha 10 X 10cm, fios de 8,0x8,0mm de diâmetro.
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Anexo 1
O acabamento desse piso será feito com camada de cimentado, no traço
1:3, com 3cm de espessura, com juntas plásticas formando quadros de
aproximadamente 1 X 1m. Nas áreas internas esse piso receberá textura lisa, polida
(ref. 5) e nas áreas externas textura sarrafeada (ref. 4)
4.2.2.2.8 PISOS DE AZULEJOS
Os pisos e paredes da caixa d’água inferior e dos reservatórios sob as
casas-forte serão revestidos, após os serviços de impermeabilização, com azulejos, de
primeira qualidade, lisos, na cor branca, com coloração uniforme, medindo 20x20cm,
cantos vivos, vitrificação homogênea, de fabricação Eliane ou similar.
O assentamento adotará juntas a prumo e será também aplicada uma fiada
no rodapé. Poderão ser utilizadas argamassas especiais, tipo Argamáxima, a critério da
Fiscalização.
O rejuntamento deverá ser realizado com mistura industrial pré-fabricada
tipo Juntacolor, na cor branca, sete dias após o término do assentamento.
Os azulejos só serão assentados após a realização dos testes de
estanqueidade, que serão realizados para verificação dos serviços de
impermeabilização.
4.2.2.2.9 PEDRA PORTUGUESA
Nos locais assinalados no projeto de arquitetura será empregada
pavimentação com uso de pedra portuguesa, em painéis retangulares, de cores
alternadas (branco, vermelho ou preto, em iguais proporções), segundo desenho a ser
apresentado pela Contratada para exame e aprovação da Fiscalização.
A execução dessa pavimentação deverá ser feita por pessoal especializado,
de forma a se obter um padrão de assentamento regular, com perfeito alinhamento das
fronteiras entre os painéis ou dos limites entre painéis e vegetação e correta
planicidade.
O assentamento será feito sobre o solo convenientemente apiloado, com
emprego de argamassa seca de cimento e areia lavada média, no traço 1:3. Na medida
em que se for concluindo o assentamento de painéis será borrifado água,
cuidadosamente, sobre o material, de forma a se obter a correta cura do substrato.
Após 24hs de execução do assentamento, será feito o rejuntamento, com
emprego de argamassa úmida de cimento e areia fina, lavada, no traço1:3, havendo o
cuidado de se retirar o excesso de rejunte das bordas das pedras, com vassoura
piaçava, antes de completada a cura do rejunte.
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Anexo 1
Finalmente, após completamente seco o rejuntamento, será providenciada a
limpeza da pavimentação, através de sua escovação com ácido muriático dissolvido
em água.
4.2.3
4.2.3.1
REVESTIMENTOS DE PAREDES
CHAPISCO E EMBOÇO
Todas as paredes a serem revestidas deverão receber base de chapisco de
cimento e areia, no traço 1:3 em volume.
Após o chapisco, deverá ser aplicado emboço de cimento, areia e cal, no traço 1:2:4.
Após a pega do emboço, deverá ser aplicado reboco de traço pronto ou de cal e areia
fina, com espessura de 0,5cm, desempenado e liso, para receber pintura ou
revestimento fenólico melamínico.
Nas paredes em que será empregado revestimento com painéis de alumínio
composto e nos poços dos elevadores não será necessária a aplicação de reboco e o
acabamento do emboço será sarrafeado.
4.2.3.2
LAMINADO MELAMÍNICO
As paredes assinaladas no projeto de arquitetura com as legendas X, XI e
XII receberão revestimento em laminado fenólico melamínico, com 1,0mm de
espessura, acabamento texturizado, fabricação Fórmica ou similar.
O revestimento deverá ser aplicado segundo as recomendações do
fabricante, em painéis com a modulação vertical de no máximo meia folha e juntas de
dilatação na espessura da chapa. A paginação deverá ser aprovada pela Fiscalização
da obra.
Atingida a completa secagem da massa, corrigir as imperfeições com lixa,
passando-a na parede com um taco de madeira. Vinte e quatro horas após, estando a
parede limpa de poeira, manchas, etc., fazer uma aplicação prévia de cola especial
(50%) e diluente apropriado (50%) sobre a parede, a fim de fechar a porosidade e
melhorar a ancoragem das chapas.
Após a secagem, aplicar cola sem diluição sobre a parede e o verso da
chapa, usando espátula dentada. Deixar secar as superfícies pelo período de 15 a 20
minutos, ou o tempo que se fizer necessário, até que ofereçam resistência ao toque.
Em seguida, aplicar a chapa melamínica de cima para baixo, fazendo pressão manual.
Para melhor fixação aplicar leves batidas com martelo de borracha, partindo do centro
para as extremidades, a fim de evitar bolsas de ar e conseguir uma adesão perfeita.
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4.2.3.3
Anexo 1
REVESTIMENTOS ACÚSTICOS
4.2.3.3.1 REVESTIMENTO ACÚSTICO DECORSOUND
Sobre as superfícies das paredes assinaladas no projeto com a referência IV serão
aplicadas placas do revestimento revestimento acústico Decorsound, formato
60X60cm, 2cm de espessura, na cor Castor.
Os painéis acústicos deverão ser colados às superfícies de acordo com as
recomendações do fabricante, utilizando-se adesivos apropriados.
4.2.3.3.2 REVESTIMENTO ACÚSTICO SONEX
Nas superfícies assinaladas com a referência XXIV serão usados painéis de
espuma flexível de poliuretano, tipo SONEXroc, de textura irregular , auto-extinguível,
densidade de 30Kg/m³, em placas de 600x600mm, espessura de 30mm, na cor bege,
fabricação Illbruck. As placas serão coladas entre perfis ―U‖ 30x30mm, de alumínio
anodizado na cor preta, de acordo com paginação a ser definida pela Fiscalização.
Para a colagem serão utilizados os adesivos especiais SONEX PA-02.
4.2.3.4
ALUMÍNIO COMPOSTO
Serão utilizadas placas de alumínio composto nas superfícies indicadas com
a referência XIX, na cor alabastro, fabricação Alucobond.
As placas serão compostas por duas chapas de alumínio, com espessura de
0,5mm cada, unidas por núcleo de polietileno de baixa densidade, puro (incolor e sem
aditivos).
Os painéis serão pintados em fábrica com pintura de elevada resistência por
processo contínuo à base de resinas de polivinilideno fluorido (PVDF) em camada
média de 30 micras.
As paginações a adotar bem como o detalhamento da instalação serão
objeto de projeto executivo a ser apresentado pela Contratada, com as medidas
cuidadosamente levantadas no canteiro de obras, para exame e aprovação da
Fiscalização.
O sistema de fixação a ser adotado será o tipo gancho-pino, com assistência
técnica do fabricante. Os painéis serão dobrados com ferramentas adequadas, com
abas em todas as dobras, não se admitindo emendas nos vértices das placas.
Para a limpeza da superfície do alumínio composto deverão ser utilizados
detergentes suaves não alcalinos, evitando o uso de solventes do tipo água ráz e
produtos ácidos para não causar bolhas e perda de brilho do material.
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4.2.3.5
Anexo 1
CERÂMICA
As superfícies assinaladas nos desenhos de arquitetura com a referência
XIV serão revestidas inteiramente (do piso à laje) com cerâmicas extrudadas à vácuo,
queimadas a 1300 graus centígrados, com sistema de garras cônicas para total fixação
das peças, formato 1009, cor branca, linha industrial, de fabricação Gail.
As peças cerâmicas deverão ser assentadas com juntas alinhadas nos dois
sentidos, com argamassa apropriada recomendada pelo fabricante, utilizando-se
rodapés e cantoneiras arredondadas nas arestas dos pilares e paredes, formato 4019 e
4209 respectivamente, com as mesmas características das cerâmicas.
4.2.3.6
PAINÉIS DE MADEIRA
Nas paredes indicadas com a referência V, conforme indicado no projeto,
serão empregados painéis de madeira de lei, compensada, com 10mm de espessura,
revestidos com laminado de madeira caroba e aplicados com angulação em relação às
superfícies das paredes.
O detalhamento da estrutura de apoio, sistema de fixação e paginações
serão objeto de desenhos executivos a serem providenciados pela Contratada e
submetidos à Fiscalização para exame e aprovação, o que também se aplica aos
revestimentos com as referências XXIII e XXVI, cujas bases e revestimentos serão
idênticos à referência V (madeira compensada 10mm e laminado em caroba).
4.2.3.7
GRANITO POLIDO
Todo o granito a ser empregado, conforme formatos e padrões assinalados
nos desenhos, serão ligeiramente bisotados (quebra das arestas), de maneira a se
obter acabamento de qualidade superior, e deverão ter espessura mínima de 10mm.
Nas áreas úmidas as placas junto ao piso deverão ter versos e topos
previamente impermeabilizadas com emprego de emulsão apropriada, do tipo Sikatop
ou similar.
Quando usado internamente e em alturas de no máximo 2,00 metros, o
material será assentado com emprego de argamassa pré-fabricada, tipo cimentcola
quartzolit ou similar, obedecendo a um perfeito nivelamento entre as placas. As juntas
deverão ser limpas da argamassa de assentamento, terão largura máxima de 2mm e
serão rejuntadas com material epoxídico, cuja cor será definida oportunamente pela
Fiscalização.
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Anexo 1
Quando empregado externamente ou internamente, em alturas superiores a
2,00 metros, o sistema de assentamento empregará insertes metálicos de aço inox,
com liga e dimensões apropriadas à especificidade do trabalho. Previamente à
execução deverá ser submetido à aprovação da Fiscalização, desenhos específicos e
respectivas especificações, relativos à execução desse serviço.
As juntas do revestimento em granito aplicado com emprego do sistema de
insertes metálicos será executada em silicone, em cor a ser definida pela fiscalização.
É importante que se tenha uniformidade de cor e tonalidade dos
revestimentos de granito, razão pela qual será feito rígido controle sobre os lotes dos
materiais a serem fornecidos. Dessa forma, amostras das pedras especificadas
deverão ser previamente submetidas à aprovação da Fiscalização, e servirão como
referência para aceitação do material a ser entregue.
Não será tolerado o uso de peças rachadas, emendadas, com retoques de
massa, com veias ou qualquer outro defeito capaz de comprometer o aspecto,
durabilidade ou resistência da peça.
As peças deverão se apresentar rigorosamente com faces planas, arestas
retas ou linearmente uniformes. As faces de contato das juntas deverão ter suas
superfícies em perfeito esquadro em relação à superfície do plano do piso acabado, a
fim de se obter juntas absolutamente regulares e alinhadas.
4.2.3.8
PASTILHAS DE LOUÇA
As paredes assinaladas nos desenhos de arquitetura com as referências
XVIII e XXV serão revestidos com pastilhas de louça nas cores Cristal Brita, ref.
568430 e Cristal Argila, ref. SG8429, respectivamente, de fabricação Atlas.
O assentamento desse material deverá atender a todas as recomendações
do fabricante sobretudo no preparo da superfície, argamassa de assentamento a
empregar, manutenção de juntas em posições convenientes em relação às amarrações
(apertos alvenarias/estrutura), rejuntamento e limpeza.
4.2.4
TETOS E FORROS
4.2.4.1
GESSO EM PLACA
Nos locais indicados no projeto de arquitetura com a referência A, será
instalado forro de gesso acartonado, em placas, tipo gypsum FGA.
A fixação das placas deverá ser feita por sistema de tirantes galvanizados
presos à laje por arrebites, presilhas reguladoras e perfilados.
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Anexo 1
Deverão ser utilizadas tabicas, em todo o perímetro junto às paredes,
conforme detalhe nos desenhos de arquitetura.
Nos locais indicados com a referência D será executado forro de gesso
acartonado, com placas sobrepostas (sistema duplo). Nesse caso deverão ser
previstos reforços na quantidade de tirantes para suporte dos perfis e número de
parafusos de fixação das placas aos perfis.
A estrutura será em aço galvanizado, formada por guias horizontais e
montantes, que deverão atender à norma ABNT NBR 15217 – perfis de aço para
sistemas de gesso acartonado – Requisitos.
Sobre as juntas das placas serão aplicadas massa e fita de papel; dever-seá ter o cuidado de formar uma superfície homogênea e nivelada com a placa.
A massa que será utilizada para recobrir os parafusos e as juntas, será à
base de gesso e aditivos, inclusive resinas, para conferir plasticidade. Não será aceito
o uso de pasta de gesso e água preparada com gesso em pó comum.
Referências: Knauf, LaFarge, Placo.
Sobre os forros assim constituídos será aplicado selador acrílico e massa
corrida, sucedida por lixamento, em tantas demãos quantas necessárias à obtenção de
superfície perfeitamente plana e lisa. Finalmente será aplicada pintura com três
demãos de tinta PVA, fabricação Coral ou Suvinil, na cor branco gelo.
Nas áreas externas e nas áreas úmidas o gesso a aplicar será do tipo RU
(resistente à umidade) e a tinta será acrílica, anti-mofo.
4.2.4.2
REVESTIMENTO ACÚSTICO DE TETOS
Sobre a superfície dos tetos indicadas com a referência F no projeto de
arquitetura será aplicado revestimento com placas de espuma flexível de poliuretano,
auto-estinguível, densidade de 36 kg/m³, placas de 1000x1000mm, tipo Sonex Nova
Fórmula 35/35, cor natural cinza grafite, fabricação Illbruck ou similar. Os painéis
acústicos deverão ser colados de acordo com as recomendações do fabricante,
utilizando-se adesivos especiais SONEX PA-02.
Nos tetos das salas de destruição de valores (fragamentadora), sala de
picotes e sala de processamento de numerário (DLRS), serão usados painéis de
espuma flexível de poliuretano SONEXroc, de textura irregular, auto-extinguível,
densidade de 30Kg/m³, em placas de 600x600mm, espessura de 30mm, na cor bege,
fabricação Illbruck.
91
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4.2.4.3
Anexo 1
FORRO HUNTER DOUGLAS
Nos locais indicados no projeto com a referência E será instalado forro
Luxalon Cell T-15, modulação de 62mm entre eixos das células, na cor branca, ref. B
501, fabricação Hunter Douglas.
Os painéis serão constituídos por perfis inferiores e superiores com 15mm
de base e cinta de amarração do monobloco assentados sobre grid em perfil T de
forma imperceptível. Serão elaborados a partir de bobinas em aço galvanizado,
pintados por processo contínuo coil coating após após pré-tratamento com primer de
cromato de zinco e pintura à base de poliéster, curada a 230 graus centígrados.
O sistema de suspensão será por meio de tirantes 3/16‖ com reguladores de
nível em aço galvanizado para garantir ajuste milimétrico. Esse forro, as lajes e as
partes superiores das paredes laterais (da laje até a altura do forro) serão previamente
revestidas com placas acústicas Sonex.
4.2.5
PINTURA
Todas as superfícies a serem pintadas deverão ser limpas e preparadas
para o tipo de pintura que irão receber. A tinta só poderá ser aplicada quando as
paredes estiverem completamente secas.
A pintura consistirá em, no mínimo, 2 (duas) demãos de tinta, podendo ser
necessária a aplicação de camadas complementares, para perfeito acabamento, a
critério da Fiscalização.
Cada demão só poderá ser aplicada quando a precedente estiver
completamente seca, devendo ser observado um intervalo mínimo de 48 horas entre
demãos de tinta e de massa, salvo indicação em contrário, pelo fabricante.
As superfícies não destinadas a pintura deverão ser protegidas com tiras de
papel, cartolina ou pano, a fim de evitar salpicos de tinta. Os salpicos que não
puderem ser evitados deverão ser removidos enquanto a tinta ainda estiver fresca,
empregando produtos adequados.
Antes da execução de qualquer pintura, deverá ser submetida à aprovação
da Fiscalização uma amostra da mesma, com dimensões mínimas de 0,50x1,00m,
colocada sobre superfícies e sob iluminação semelhantes às do local a que se destina.
Os tipos de pintura a serem aplicados em cada local estão determinados nos
desenhos e nas especificações.
4.2.5.1
PINTURA PVA
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Anexo 1
As superfícies designadas por VI, VII e VIII no projeto de arquitetura
receberão pintura acrílica respectivamente do tipo comum, super lavável ou semibrilho, todas na cor branco gelo.
No caso das superfícies rebocadas, deverá ser aplicado inicialmente um
fundo preparador de paredes para eliminação de partículas soltas, convenientemente
diluído. As imperfeições das superfícies serão corrigidas com massa acrílica, em
camadas finas e em número suficiente para perfeito nivelamento.
Decorridas 24 horas, deverá ser feito outro lixamento leve das superfícies e
posterior espanamento. Após, aplicar no mínimo duas demãos de tinta acrílica,
respeitando o intervalo de tempo entre as demãos recomendado pelo fabricante.
4.2.5.2
PINTURA À BASE DE SILICONE
As superfícies em concreto aparente receberão aplicação de resina à base
de silicone incolor, tipo Aqüella da Otto Bäumgart, em tantas demãos quantas
necessárias à constituição de uma superfície hidrorrepelente, resultado que será
verificado pela Fiscalização.
O produto deverá ser aplicado sobre a superfície perfeitamente limpa e seca
com trincha ou pulverizador de baixa pressão.
4.2.5.3
PINTURA DE PAREDES E COLUNAS DA GARAGEM
As paredes e colunas da área de garagem e docas receberão faixa de
pintura ―zebrada‖ à base de esmalte sintético, com 1,10m de altura, empregando as
cores branca, amarela e preta, segundo paginação a ser definida pela Fiscalização. O
restante das paredes e colunas será pintado na cor branca ou permanecerá em
concreto aparente, conforme o caso.
As demarcações e numeração das vagas, a sinalização de acessos e
direção de tráfego da garagem serão executadas com tinta acrílica na cor amarela,
Coralpiso, fabricação Coral ou similar, de acordo com os desenhos de arquitetura.
4.2.5.4
PINTURA DA FACHADA
As faces externas das vigas de concreto das fachadas que receberão
revestimento de vidro serão pintadas com tinta acrílica em cor a ser definida pela
Fiscalização, com o objetivo obter menor contraste com o restante da vidraçaria.
4.2.5.5
SOLEIRAS, RODAPÉS E PEITORIS
4.2.5.5.1 SOLEIRAS
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Anexo 1
Quando os pisos forem de naturezas diferentes, deverão ser assentadas
soleiras de granito polido tipo Branco Ceará ou Preto São Gabriel, a critério da
Fiscalização, com 10mm de espessura mínima, dimensões de acordo com os vãos,
assentadas sobre argamassa no traço 1:3, ou outro material a critério da Fiscalização.
As soleiras deverão estar aparelhadas, com esquadro perfeito, arestas livres
de defeitos e falhas, face exposta rigorosamente plana e nas dimensões corretas,
obedecendo aos nivelamentos indicados no projeto.
As soleiras em piso de alta resistência deverão ser fundidas no próprio local,
em função da largura das paredes.
4.2.5.5.2 RODAPÉS
Regra geral, os rodapés serão do mesmo material daquele utilizado para o
acabamento do piso, com altura mínima de 100mm.
Nas áreas de expediente onde será instalado piso elevado, os rodapés
serão de alumínio anodizado na cor preta, fixados através de sistema de buchas
plásticas e parafusos. Os rodapés do piso monolítico de alta resistência deverão ser
executados e instalados de acordo com as prescrições do fabricante.
4.2.5.5.3 PEITORIS
Os peitoris das janelas em geral receberão, internamente, arremates em
granito preto nacional, referência São Gabriel, com 20mm de espessura, polidos em
ambas as faces e topos aparentes.
4.2.6
4.2.6.1
ESQUADRIAS
ESQUADRIAS DE MADEIRA
As portas e bandeiras serão do tipo semi-oca, confeccionadas com
compensado de madeira ou MDF, com 6mm de espessura, com requadros e
entarugamento internos de madeira maciça.
Serão revestidas em ambas as faces com laminado melamínico, na cor
branca, acabamento texturizado, e os topos e laterais receberão acabamento em
laminado de madeira padrão louro.
As portas de madeira serão fixadas em batentes de aço SAE 1010, tipo
batentaço envolvente de 70 mm, fabricação Eucatex ou similar, com chapa mínima nº
20, galvanizadas a quente e pintadas na fábrica com pintura epóxi-poliéster pelo
processo eletrostático a pó, na cor areia. Serão utilizadas grapas de aço embutidas na
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Anexo 1
parede para fixação e três dobradiças na mesma cor do batente para cada folha de
porta.
As portas dos boxes dos sanitários serão do tipo maciça, confeccionadas
em compensado de madeira ou MDF, com 20mm de espessura, revestidas com
laminado melamínico na cor branca, acabamento texturizado, em ambas as faces e
revestidas nos topos e laterais com laminado de madeira, padrão louro.
As portas dos boxes serão fixadas às divisórias de granito com ferragens
apropriadas, com acabamento cromado.
A madeira a ser empregada na execução das portas deverá ser totalmente seca,
tratada com imunizante adequado e à prova d’água. As chapas deverão ser totalmente
planas, livres de faixas vazias nas camadas e isentas de fungos.
Serão recusadas todas as peças que apresentarem sinais de empenamento,
deslocamento, rachaduras, lascas, desigualdade de madeira ou outros defeitos
quaisquer.
4.2.6.2
ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO
Os perfis de alumínio deverão ser tecnicamente dimensionados para permitir
a perfeita estabilidade dos quadros, tendo em consideração a carga representada pelos
vidros e as condições climáticas da região (Norma NBR 7202/82 referente a testes de
permeabilidade ao ar, estanqueidade e carga de ventos). Os perfis deverão ter
espessura mínima de 1,8mm com exceção de baguetes e arremates.
A composição da liga de alumínio obedecerá à norma ASTM 6063, com
têmpera T5 ou T6C. Os perfis, barras e chapas de alumínio não deverão apresentar
empenamento, defeitos de superfícies ou diferenças de espessura que possam
comprometer os aspectos de resistência e acabamento.
Os montantes e os contramarcos serão construídos com perfis extrudados
de alumínio, adequados a cada caso, com os cantos fechados mecanicamente e
protegidos com massa especial de vedação. Todas as juntas serão vedadas com
silicone que deverá ser aplicado sobre primer apropriado, recomendado pelo
fabricante.
Todas as unidades dos caixilhos deverão ser adequadamente
contraventadas, aprumadas e ancoradas, e os elementos que eventualmente sejam
necessários, não indicados nos desenhos ou nas especificações, deverão ser
providenciados.
A Contratada deverá providenciar e submeter à aprovação da Fiscalização
os desenhos executivos a serem fornecidos pelo fabricante das esquadrias, os quais
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Anexo 1
obedecerão os detalhes básicos, paginações e demais informações fornecidas nos
desenhos e nestas especificações.
O projeto executivo deverá levar em conta a dilatação térmica e deverá
prever a existência de dispositivos para absorção das flechas decorrentes de eventuais
movimentos da estrutura, de modo a assegurar a indeformabilidade do conjunto e o
perfeito funcionamento das partes móveis.
Quando utilizadas peças de aço justapostas à peças de alumínio, aquelas
deverão ser tratadas por processo de bicromatização e posterior pintura betuminosa de
forma a neutralizar a possibilidade de corrosão galvânica.
Todos os parafusos aparentes serão em aço inox austenítico e os restantes
em aço zincado, alumínio (liga do grupo A1, Mg e Cr, endurecidos por tratamento
térmico) e latão cromado ou oxidado eletroliticamente.
Serão adotados nas fachadas o sistema ―Structural Glazing‖ com vidros float
com o emprego de perfis da linha Cittá da Alcoa ou similar. O projeto executivo será
providenciado pela Contratada junto ao fabricante e submetido à aprovação da
Fiscalização. Esse projeto deverá obedecer aos detalhes básicos, paginações e
demais informações fornecidas nos desenhos de arquitetura e nestas especificações
A caixilharia será devidamente estruturada e chumbada aos elementos
estruturais do edifício, compondo-se de elementos de alumínio com pintura
eletrostática de pó de poliéster, na cor preta e vidros fixos completamente vedados e
isolados a cada pavimento. O sistema incluirá todos os elementos necessários à
perfeita materialização do conjunto tais como montantes, rodapés, rodatetos com
cortineiros para persianas, peitoris e soleiras, gaxetas, ferragens, barreira contra fogo,
fixações e arremates em geral.
4.2.6.3
ESQUADRIAS DE FERRO
Todos os serviços de serralheria deverão ser executados de acordo com as
dimensões e características assinalados nos desenhos (mapas de esquadrias) que
integram o projeto de arquitetura.
Deverão ser feitas as medições necessárias nos locais de instalação das
peças na obra, para posterior fabricação e perfeita instalação, levando-se em
consideração, ainda, a espessura de revestimento de piso, teto e parede.
Os cantos deverão estar em perfeito esquadro, e todos os ângulos ou linhas
de emenda soldados, bem esmerilhados ou limados, de modo a desaparecerem as
rebarbas e saliências de solda. A confecção dos perfilados deverá ser esmerada, de
forma a se obter seções padronizadas e de medidas rigorosamente iguais.
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Anexo 1
As esquadrias de ferro serão pintadas na cor preto, acabamento fosco, e a
última demão de pintura deverá ser aplicada quando os serviços de revestimento de
piso, teto e paredes estiverem concluídos, evitando-se assim a execução de retoques
ou repinturas desnecessárias e que possam prejudicar a performance da tinta aplicada.
Antes de serem entregues na obra, os caixilhos de ferro deverão receber
uma demão de tinta protetora contra ferrugem, à base de cromato de zinco ou zarcão.
Os alçapões, grades e grelhas de ferro, fixas e removíveis, deverão ter
resistência compatível com suas dimensões e destinações.
As escadas de marinheiro serão executadas em barras de ferro com
diâmetro de 40 e 50 mm, adequadamente chumbadas nas empenas, com largura de 45
cm, e demais dimensões definidas de acordo com detalhes do projeto de arquitetura.
4.2.6.4
PORTAS CORTA-FOGO
Serão instaladas nas antecâmaras das escadas. Suas características
deverão atender o padrão P60 e serão fabricadas de acordo com a Norma EB-920 da
ABNT.
Tais portas deverão ser construídas em chapa lisa, requadro em perfil "U" e
batente em chapa de aço galvanizado, de grande resistência, para impedir ou retardar
a propagação do fogo, calor e gases de um ambiente para o outro.
O miolo deverá ser formado por placas prensadas de vermiculita expandida e
aglomeradas com adesivo de base mineral.
Deverão ser providas de "Barra Antipânico" e ferragens de acordo com as
normas para as portas corta-fogo. Serão dotadas de bandeira fixa e revestidas com
laminado melamínico na cor vermelha, texturizado, sendo colocadas em todos os
acessos das escadas, inclusive na saída de emergência do auditório, obedecendo as
dimensões que constam do projeto arquitetônico.
4.2.6.5
ESQUADRIAS DE SEGURANÇA
As portas metálicas de segurança e os e visores de segurança deverão ser
construídos com chapa de ferro nº 11, revestidos com laminado melamínico, cor
branca, acabamento texturizado. Serão estruturados com perfis de aço em "U" de 3mm
de espessura, miolo em placas de vermiculita e lã de vidro, de modo a suportar
pressões acima de 0,5kgf/cm2. Os marcos deverão ser em chapa de ferro n° 11,
soldados, com acabamento esmerilhado, dotados de chumbadores do tipo cavalete,
em barra de 3"x1/4".
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Anexo 1
As portas deverão ser equipadas com fechadura de segurança número 156,
marca Papaiz. As dobradiças deverão ser do tipo cachimbo, ref. 563 - Palmela. O
caixilho será confeccionado segundo as indicações da folha n° 6104, em chapa de
ferro n° 11, soldada, com pintura na cor areia. Receberão tratamento anticorrosivo,
decapagem por imersão, primer de fosfatização, duas demãos de tinta antiferruginosa
e secagem em estufa.
As portas terão visor com vidro laminado à prova de balas, com
aproximadamente 50mm de espessura, fabricação Santa Marina ou similar. Esse vidro
será composto por 8 lâminas de vidro 6mm, intercalados por películas de PVB
(Polivinilbutiral).
4.2.6.6
PORTAS DA CAIXA-FORTE
As presentes especificações contém os requisitos e materiais mínimos para
a fabricação de portas-forte, para aplicação em caixa-forte com blindagem efetiva de
500 mm.
1.Dimensões mínimas:
As dimensões de vão luz (passagem livre) devem ser de: 2225 mm de altura x 1500
mm de largura, devendo possibilitar a instalação em parede de no mínimo 500 mm de
espessura, sendo sua dimensão condizente com tal;
As dimensões da porta, com marco, devem ser de: 2450 mm de altura x 2300 mm de
largura;
A blindagem efetiva da porta deve ter no mínimo 500 mm de face a face, descontado o
espaço necessário para o mecanismo de trancamento;
2.Composição Blindagem Efetiva:
A composição da blindagem efetiva de proteção da porta deve ser constituída dos
seguintes materiais e camadas, da face externa para a interna:
a. Revestimento externo à chapa frontal fabricada em aço inoxidável AISI 316, para
acabamento e redução de magnetismo, dificultando a fixação de ferramentas de ataque
com base magnética, fixado à chapa frontal através de cola estrutural bicomponente de
alta resistência à tração;
b. Chapa frontal fabricada em aço-carbono ASTM A-36 com espessura mínima de
25,4mm (1‖);
c. Blindagem química do tipo sufocante (composto baseado na mistura de enxofre,
breu e asfalto oxidado) com espessura mínima de 20 mm;
d. Camada de concreto de alto desempenho (CAD), composto por cimento, sílica ativa,
agregados graúdos e miúdos, fibras de aço, óxido de alumínio, carbeto de silício e
aditivos que lhe confiram resistência mínima de 100 Mpa e espessura mínima de 155
mm;
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Anexo 1
e. Nesta camada de CAD deve existir sistema de proteção contra ataque de
ferramentas do tipo coroa diamantada, formada por barras chatas de aço-liga CrNi
(Cromo-Níquel), com dimensões mínimas de 6,35mm (1/4‖) e largura de 76,2mm (3‖),
distribuídas de forma angular e paralela, em formato do tipo ―fasquias‖. As barras
devem ser tratadas termicamente conferindo dureza na faixa de 60 a 64 HRC (Escala
de Dureza Rockwell C);
f. Nesta camada de CAD devem existir barras redondas de aço-carbono SAE1060 com
diâmetro mínimo de 15,8mm (5/8‖) dispostas lado a lado, horizontalmente e
verticalmente, formando uma grade com espaçamento de 50 mm nas duas direções
soldadas entre si. As barras devem ser tratadas termicamente conferindo dureza na
faixa de 54 a 60 HRC (Escala de Dureza Rockwell C);
g. Chapa de aço-carbono com limite de escoamento acima de 100.000 PSI e
espessura mínima de 5 mm, resistente à impacto e desgaste;
h. Blindagem química do tipo sufocante (composto baseado na mistura de enxofre,
breu e asfalto oxidado) com espessura mínima de 25 mm;
i. Camada formada por blocos maciços de Ferro Fundido Branco ASTM A 532 classe II
Tipo B, com espessura mínima de 80 mm, resistente ao desgaste e de elevada dureza;
j. Chapa de aço-carbono ASTM A-36 com espessura mínima de 5 mm revestida com
liga de Cromo, Nióbio e Boro, resistente ao desgaste e maçarico com espessura
mínima de 3 mm, formando uma camada de 8 mm de proteção;
k. Camada de concreto refratário (CR) de alta resistência ao calor composto por Óxido
de Alumínio, Dióxido de Silício, Hematita e Carbeto de Silício com espessura mínima
de 155 mm;
l. Nesta camada de CR deve existir sistema de proteção contra ataque de ferramentas
do tipo coroa diamantada, formada por barras chatas de aço-liga Cr-Ni (Cromo-Níquel),
com dimensões mínimas de 6,35mm (1/4‖) e largura de 76,2mm (3‖), distribuídas de
forma angular e paralela, em formato do tipo ―fasquias‖. As barras devem ser tratadas
termicamente conferindo dureza na faixa de 60 a 64 HRC (Escala de Dureza Rockwell
C);
m. Nesta camada de CR devem existir barras redondas de aço-carbono SAE1060 com
diâmetro mínimo de 15,8mm (5/8‖) dispostas lado a lado, horizontalmente e
verticalmente, formando uma grade com espaçamento de 50 mm nas duas direções
soldadas entre si. As barras devem ser tratadas termicamente conferindo dureza na
faixa de 54 a 60 HRC (Escala de Dureza Rockwell C);
n. Chapa intermediária de aço-carbono ASTM A-36 com espessura mínima de 20 mm
revestida com liga de Cromo, Nióbio e Boro, resistente ao desgaste e maçarico com
espessura mínima de 5 mm formando uma camada de 25 mm de proteção;
o. Revestimento externo em aço inoxidável AISI 316, para acabamento, fixado à chapa
frontal através de cola estrutural bicomponente de alta resistência à tração;
3. Caixa do Mecanismo e Mecanismo de Trancamento:
A caixa de mecanismo e o mecanismo de trancamento devem ser constituídos dos
seguintes materiais e especificações:
99
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Pt.0901455880
Anexo 1
a. Almofadas laterais dispostas de maneira escalonada e angular, com o intuito de
evitar o acesso pelas frestas entre a porta e seu marco dos ferrolhos de trancamento,
construídas em chapa de aço-carbono ASTM A-36 com espessura mínima de 25,4mm
(1‖) soldadas à chapa frontal e entre si através de cordões contínuos;
b. Caixa do mecanismo construída em chapa dupla espaçada 50 mm uma da outra em
aço-carbono ASTM A-36 com espessura mínima de 25,4mm (1‖), formando um quadro
duplo soldadas à chapa intermediária através de cordões contínuos;
c. Mancais de assento deslizante construídos em chapa de aço-carbono ASTM A-36
com espessura mínima de 25,4mm (1‖) para alojamento dos ferrolhos;
d. Base para fechaduras construídas em chapa de aço-carbono ASTM A-36 com
espessura mínima de 7,94mm (5/16‖) com sistema de proteção por aço-liga Cr-Ni
(Cromo-Níquel), caixa de esferas e roletes de aço-liga com tratamento térmico
conferindo dureza na faixa de 58 a 62 HRC (Escala de Dureza Rockwell C);
e. Sistema de acionamento simultâneo dos ferrolhos através de engrenagens, perfis,
atuadores elétricos, hidráulicos ou sistema próprio que possibilite a movimentação dos
ferrolhos de maneira suave e segura, sem que haja a multiplicação da força exercida
nas fechaduras em caso de tentativa de aplicação de torque na maçaneta/volante da
porta, fabricadas e dimensionadas de acordo com o esforço e durabilidade
necessários;
f. O sistema de acionamento do mecanismo deve ser dimensionado de maneira a
possibilitar a abertura do mecanismo de maneira suave e segura. Deverá possuir
estricção no eixo do mecanismo em sua seção transversal que permita sua quebra ou
ruptura com um torque de 300 a 350 kg.m em caso de ataque;
g. Sistema de sede para as lingüetas (trancamento) construído em chapa de açocarbono ASTM A-36 com espessura mínima de 9,5mm (3/8‖) que impossibilite a
retirada das chaves e trancamento das fechaduras enquanto do mecanismo aberto;
h. Ferrolhos construídos em aço redondo trefilado SAE1045 com diâmetro mínimo de
101,6mm (4‖), tratados térmica e quimicamente através de cementação e têmpera por
indução, conferindo dureza superficial na faixa de 52 a 56 HRC (Escala de Dureza
Rockwell C), mantendo a tenacidade do material. Deverão existir no mínimo 8 ferrolhos
em cada lateral da porta e 4 ferrolhos verticais superiores e 4 inferiores;
i. Chapa de fechamento e proteção do mecanismo será construída em chapa de aço ao
carbono ASTM A-36 com espessura mínima de 4,75mm (3/16‖) solidamente
aparafusada à caixa do mecanismo através de parafusos do tipo sextavado interno;
4. Sistemas de Proteção Contra Ataques:
O sistema de proteção contra ataques deve impossibilitar a abertura do mecanismo em
casos de ataques contra as fechaduras e demais áreas da porta. Este sistema deve ser
constituído por:
a. Sistema de acionamento mecânico de disparo por calor e/ou puncionamento através
de vidro temperado protegendo toda a caixa de mecanismo;
b. Mínimo de 6 (seis) Travas mecânicas ―Re-locker‖ do tipo mancal ligadas ao vidro,
dispostas de maneira assimétrica, construídas em aço-liga, tratadas termicamente
através de têmpera de núcleo, conferindo dureza na faixa de 54 a 60 HRC (Escala de
100
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Anexo 1
Dureza Rockwell C), com sistema de travamento dos pinos imediatamente após o
acionamento do ―Re-Locker‖, impossibilitando a destravamento do mesmo. Os ―ReLockers‖ devem possuir travas com alojamento direto nos ferrolhos construídas em
aço-liga tratados termicamente através de têmpera de núcleo, conferindo dureza
superficial na faixa de 54 a 60 HRC (Escala de Dureza Rockwell C) com diâmetro
mínimo de 19 mm (3/4‖);
c. Mínimo de 4 (quatro) Travas eletro-eletrônicas dispostas de maneira assimétrica,
construídas em aço-liga, tratadas termicamente através de têmpera de núcleo,
conferindo dureza na faixa de 54 a 60 HRC (Escala de Dureza Rockwell C), com
sistema de travamento dos pinos imediatamente após o acionamento das travas,
impossibilitando a destravamento do mesmo. As Travas eletro-eletrônicas devem
possuir travas com alojamento direto nos ferrolhos construídas em aço-liga tratados
termicamente através de têmpera de núcleo, conferindo dureza superficial na faixa de
54 a 60 HRC (Escala de Dureza Rockwell C) com diâmetro mínimo de 19 mm (3/4‖) e
seu acionamento deve ser realizado mediante dispositivos de sensoriamento térmico e
de choque, posicionados na chapa intermediária;
5. Fechaduras:
A porta deve possuir as seguintes fechaduras:
a. Fechadura Triplice-Cronométrica com certificação UL;
b. Duas fechaduras mecânicas acionadas por chaves especiais, de paletas simétricas
com no mínimo 7 (sete) entalhes com certificação UL;
c. Fechadura de combinação de segredo de disco, com no mínimo 3 combinações com
certificação UL;
d. Preparação (base e furações) para recebimento de fechadura eletrônica de retardo,
que permita ligação ―on-line‖ e ―off-line‖.
Observação: as fechaduras devem ser instaladas de maneira que não possam ser
fechadas enquanto o mecanismo estiver em posição aberta.
6. Marco e Dobradiças:
O marco e as dobradiças devem suportar o peso da porta e permitir sua abertura em
180°, de maneira suave e segura. Terão as seguintes características:
a. O marco da porta deve ser construído em chapas de aço-carbono ASTM A-36
dispostas de maneira escalonada e angular, com o intuito de evitar o acesso pelas
frestas entre a porta e seu marco aos ferrolhos de trancamento, com espessura mínima
de 25,4mm (1‖) soldadas entre si através de cordões contínuos, formando um quadro
do tipo monobloco. Deverão existir reforços e esperas para solda na estrutura da
parede da caixa-forte e posterior chumbamento com concreto. Deverão existir cedes
reforçadas para alojamento dos ferrolhos da porta;
b. Deverá possuir marco inferior que será montado com sua parte mais protuberante no
nível do piso, este marco inferior deve possuir sistema de fechamento automático das
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Anexo 1
sedes dos ferrolhos inferiores quando da abertura da porta, de maneira a impedir a
entrada de sujeira nos mesmos que podem ocasionar o não fechamento do
mecanismo;
c. Sistema duplo de dobradiças dimensionadas de maneira a suportar o peso da porta
sem ceder, construídas em aço ASTM A-36 com sistema de rolamentos e demais
acessórios que permitam a suave e segura abertura da porta. O pino da dobradiça
deve ser construído em aço-liga dimensionado e tratado termicamente de acordo com
o peso da porta. A porta não poderá permitir abertura caso haja violação através de
alavancamento em caso de ataque às dobradiças;
d. Sistema de redução de esforço de abertura da porta por meio de redução mecânica
ou hidráulica, garantindo a abertura suave e segura da porta.
7. Acessórios:
A porta-forte deve possuir os seguintes acessórios:
a. Sensores térmicos, de impacto e vibração, posicionados de maneira assimétrica,
abrangendo a maior área possível da caixa do mecanismo;
b. Sensores de fechamento da porta e mecanismo;
c. Possibilitar passagem de cabos para sistema de monitoramento e alarme;
d. Deverá possuir grade interna reforçada, construída em aço trefilado redondo
inoxidável AISI 316 com diâmetro mínimo de 15,8mm (5/8‖) dispostas lado a lado
horizontalmente formando uma grade com espaçamento de 50 mm com reforços
verticais que garantam estrutura e segurança contra possíveis ataques. Esta grade
deverá possuir dobradiça dupla dimensionada de acordo com o peso da grade,
permitindo abertura de 180° suave e segura. Deverá possuir fechadura mecânica
acionada por chave especial, de paletas simétricas com no mínimo 7 (sete) entalhes
com certificação UL;
8. Tratamento e Acabamento:
a. Todas as superfícies das chapas de aço utilizadas na fabricação deverão ser limpas,
decapadas e desengorduradas imediatamente antes da pintura. O mesmo tratamento
se aplicará às demais peças de aço-carbono não tratadas térmica ou quimicamente,
tais como perfis, arames, vergalhões, parafusos, porcas, arruelas, etc;
b. A pintura das partes metálicas, tanto as aparentes quanto as que permanecerão
ocultas após a fabricação, deverão ser feitas de uma camada de primer anticorrosivo;
c. A pintura das peças metálicas deve permitir retoques manuais, a pincel ou ―spray‖,
fora da fábrica, em função de danos causados à pintura no seu transporte e instalação,
ou ainda, no futuro, pelo seu desgaste e uso;
d. Todas as demais peças devem possuir seu tratamento superficial adequado, tais
como niquelagem, cromagem, cadmiagem, anodização, etc., considerando-se sua
utilização, manuseio e tempo de vida útil sem sofrer ataques precoces de corrosão.
9. Fornecimento:
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Pt.0901455880
Anexo 1
O fornecedor deve atender aos seguintes requisitos:
a. Deverá apresentar um corpo de prova, reproduzindo a blindagem proposta para ser
submetido a testes de impacto (talhadeiras, martelo-rompedor, etc.), ataque de
instrumentos térmicos (lança-térmica, maçarico, etc.), ferramentas abrasivas (disco de
corte, etc.), ferramentas cortantes (serra de sabre, etc.) e ferramentas perfurantes
(coroa diamantada, brocas, etc.), na presença de representante(s) do BACEN;
b. Deverá apresentar os certificados de procedência e composição dos materiais
empregados no produto;
c. Deverá apresentar laudos de dureza dos materiais tratados térmica e quimicamente,
por órgão certificado;
d. Deverá apresentar laudo de resistência a compressão do concreto por órgão
certificado.
4.2.6.7
PORTÕES AUTOMÁTICOS DAS DOCAS DO MEIO CIRCULANTE
Serão executados em perfis duplos de aço, em chapa 11 (dobrada e
fresada), soldados a perfis de aço em ―U‖, estruturais, funcionando como venezianas
com ventilação.
Terão comando elétrico duplo e serão acionados - através de comando
localizado na guarita - por motores, redutores, correntes de tração aérea, simples ou
duplas, suspensão térrea por trilho e roldana de aço com rolamentos e contra-rodas de
compensação em nylon.
Os portões e marcos receberão tratamento anticorrosivo, decapagem por
jato de areia e metalização por meio de revestimento com camada fina de zinco,
aplicada sob pressão e alta temperatura. Em seguida serão aplicados primer, duas
demãos de tinta antiferruginosa e pintura final em esmalte sintético fosco na cor preta.
Esses portões serão fornecidos completos, com os respectivos quadros de
comando e ferragens e serão detalhados, montados e instalados pelo fabricante. O
projeto executivo deverá ser submetido previamente à Fiscalização para aprovação.
4.2.7
FERRAGENS
Deverão ser de fabricação La Fonte ou similar. As fechaduras deverão ter
cubo, lingüeta, trinco, chapa-testa, contra-chapa, chaves e acabamento cromoacetinado nas partes aparentes do conjunto.
As maçanetas deverão ser de latão fundido com seção plana. Os espelhos e
rosetas também deverão ser do mesmo material ou de laminado. Deverá ser fornecida
chave provisória para uso durante a obra e chave mestra para todas as fechaduras de
cilindro.
103
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4.2.7.1
Anexo 1
PARA PORTAS INTERNAS DE MADEIRA DE UMA FOLHA
- Fechadura: CRA 330ST/55MM;
- Maçaneta: CRA 234;
- Roseta: CRA 201R;
- Entrada: CRA 201EC;
- 3 dobradiças: 85 - 3 1/2"x3".
Deverão ser instaladas molas hidráulicas, ref.: 336/100, em todas as portas
de sanitários e vestiários.
4.2.7.2
PARA PORTAS DE MADEIRA DE 2 FOLHAS
- Fechadura: CRA 330ST/55MM;
- Maçaneta: CRA 234;
- Roseta: CRA 201R;
- Entrada: CRA 201EC;
- 6 dobradiças: 85 - 3 1/2"x3";
- Fecho: 400 40 x 3/4" e 20x3/4".
4.2.7.3
PORTAS CORTA-FOGO C/ BARRA ANTIPÂNICO E CILINDRO EXTERNO
- Esquerda: 1790x2090X283
- Direita: 1190x2090x283
- Dobradiça: 80x4‖x3‖
- Mola fecha-porta ref. 336/100 (1 por folha)
10
Todos os acessórios deverão ser em aço zincado, fechadura do tipo de
sobrepor (desenvolvida conforme exigências das Normas da ABNT) e dobradiças do
tipo mola, com pressão regulável para fechamento automático da porta. As portas de
saída deverão ser dotadas de barra antipânico. Deverá ser obedecida a norma EB-920
da ABNT, para portas corta-fogo classe P60.
4.2.7.4
PARA AS PORTAS DOS BOXES DE SANITÁRIOS
- Uma targeta: 719;
- Um batente: 520;
- Duas dobradiças com mola: 521;
- Parafusos: 462-C.
Todas as peças deverão ser cromadas.
104
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4.2.7.5
Anexo 1
PARA DIVISÓRIAS DE GRANITO
As cantoneiras, suportes, tubos, flanges, parafusos e outras peças de montagem das
divisórias de granito deverão ser de fabricação La Fonte ou similar.
4.2.7.6
PARA AS ESQUADRIAS METÁLICAS
As ferragens deverão ser fornecidas pelos fabricantes das esquadrias
metálicas e deverão ser compatíveis com as demais ferragens especificadas para as
portas de madeira. Deverão ser dotadas de maçanetas, fechaduras com chaves, 3
dobradiças por folha e demais acessórios. As amostras deverão ser submetidas à
Fiscalização para aprovação.
4.2.7.7
PORTAS E FECHAMENTOS EM VIDRO TEMPERADO
Deverão ser instaladas completas, com fechaduras com chaves, molas de
piso, puxadores, trincos e demais acessórios em latão cromado e as amostras deverão
ser apresentadas para aprovação da Fiscalização.
4.2.7.8
ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO
As esquadrias de alumínio serão instaladas completas com puxadores,
trincos, alavancas e demais acessórios, fabricação Udinese ou similar, na cor preta,
compatíveis com os demais perfis utilizados na caxilharia do conjunto.
4.2.7.9
MESTRAGEM DE CHAVES
Deverá ser efetuada a mestragem de chaves por grupos de portas, de forma
a se ter uma chave mestra, geral e independente para as portas das divisórias, uma
chave mestra, geral e independente para as portas dos shafts; uma chave mestra,
geral e independente para as portas de segurança, do tipo tetra PAPAIZ. Todas as
chaves deverão ser fornecidas em 2 unidades.
4.2.8
VIDRAÇARIA
4.2.8.1
VIDROS TEMPERADOS
105
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Anexo 1
11
Todas as portas e janelas com indicação em projeto e/ou no mapa de
esquadrias como sendo de vidro temperado serão incolores, com 10 mm de espessura,
com todas as ferragens, puxadores e demais acessórios cromados.
Deverão ser montados de acordo com as especificações do fabricante, não
sendo admitida a execução de cortes, furos ou lapidações na obra.
4.2.8.2
VIDRO LAMINADO DAS FACHADAS
As fachadas receberão vedação de painéis de vidros refletivos laminados,
fabricados pelo processo float a vácuo com proteção de silicone na superfície refletiva,
com 8 mm de espessura total, compostos por duas lâminas de 4mm intercaladas com
película de PVB (polivinilbutiral) incolor, referência Sun-guard , SG–52 on clear,
fabricação Guardian ou similar.
O sistema será fixado à estrutura do edifício, com a utilização caixilharia
composta por perfis apropriados da linha Cittá da ALCOA, na cor preta, e os vidros
serão colados à esquadria pelo processo Structural Glazing. O silicone estrutural a ser
utilizado será de fabricação Dow Corning ou similar.
A vedação da fachada prevê aberturas de portas e janelas tipo maxim-ar e
ainda partes fixas. A Contratada deverá apresentar projeto executivo com todos os
detalhes construtivos para aprovação da Fiscalização.
Os vidros deverão ter seu corte limpo e terão as bordas livres de quaisquer
danos ou defeitos. Essas deverão ser niveladas, sem qualquer indicação de retração
do PVB. Não serão aceitos vidros com diferenças de tonalidade, com embaçamento,
irrigação, bolhas, pérolas, gotas ou defeitos pontuais na metalização, ondulações,
defeitos na superfície ou defeitos na laminação.
4.2.8.3
VIDROS DAS ESQUADRIAS DE SEGURANÇA
Nos visores das portas de segurança, PSE e caixilhos das guaritas, deverão
ser utilizados vidros de segurança incolor, laminado de oito camadas, espessura total
de aproximadamente 50mm, fabricação Guardian ou similar, coladas entre si com
substância coloidal do tipo Polivinilbutiral (PVB) incolor.
4.2.8.4
APARELHOS SANITÁRIOS
4.2.8.5
LOUÇAS E ACESSÓRIOS
106
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Pt.0901455880
Anexo 1
Deverão ser de fabricação Deca, cor
referências:
-
creme, CR37,com as seguintes
Bacias com caixa acoplada, com dois fluxos de vazão e assento: CP929;
Mictórios auto-sifonados (já com fixação): M712;
Cubas de embutir: L42;
Lavatórios sem coluna: L915;
Lavatórios de semi-encaixe, linha Monte Carlo para boxes de deficientes
físicos;
Assento sanitário com abertura frontal para deficientes físicos: 2360;
Tanque de limpeza com coluna: TQ 25/CT25;
4.2.8.6
METAIS
12
Deverão ser de Fabricação Deca, assim discriminados:
-
4.2.8.7
l
Torneiras para lavatórios, tipo Decamatic, 1170C;
Válvulas para mictórios, Decamatic, 2570C;
Torneiras de paredes, bica móvel, para pias e tanques: 1168 - C50;
Registros de pressão: 1416-C50;
Registros de gaveta: 1509-C50;
Válvulas de escoamento para lavatórios: 1602C;
Válvulas para pias: 1623C;
Válvulas de escoamento para tanque: 1605C;
Sifões para lavatórios: 1680 -1" X 1 1/2";
Sifões para pias: 1680-1 1/2" X 2";
Ligações flexíveis: 4606C (40cm);
Duchas higiências: 1984 C50
Torneiras de jardim: 1153 C39.
PEÇAS DIVERSAS
- Barras de apoio 2305
- Barras de apoio em L 2335-esquerda e 2340-direita conforme situação;
- Chuveiros elétricos: Lorenzetti modelo JET-SET;
- Toalheiro linha Klassic para toalhas americanas com 3 dobras, ref.44135,
cor branca, Lalekla (dois para cada bancada com mais de um lavatório,
um para cada box especial de deficiente físico e um em cada lavabo);
- Saboneteiras Micro Spray Lalekla, ref. 44330, cor branca, uma para cada
lavatório e chuveiros;
- Papeleiro duplo Gemini Lalekla, ref.44270, cor branca, para cada vaso
sanitário;
- Dispensador de saquinho para absorventes higiênicos, marca Lalekla,
ref.44610, para cada box sanitário feminino;
107
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
-
4.2.9
Cabides metálicos: cromado, Deca, 2060C, 3 para os boxes dos
chuveiros (áreas secas) e um para cada box sanitário ou lavabo;
Anel de vedação para bacias sanitárias, Decanel, AV90;
Bebedouros: duplos (um com altura normal e outro com altura para
deficientes físicos e crianças), cabine de aço inox, fabricação Elegê.
Conjunto de fixação para bacias, mictórios, lavatórios e tanques, marca
Deca;
Grelha para ralos secos e sifonados, quadradas e cromadas;
Cuba de aço inox para copas e cozinha da lanchonete, ref. CS-40,
fabricação Mekal.
BANCADAS DE GRANITO
As bancadas dos sanitários , cozinha, lanchonete e copas serão executadas
com granito nacional, referência São Gabriel ou Branco Ceará, conforme o que
prevêem os desenhos, com 30mm de espessura, polidos nas faces e topos aparentes,
nas dimensões indicadas no projeto de arquitetura, obedecendo todos os detalhes e
arremates especificados em planta.
4.2.10
ESPELHOS
Serão instalados em todos os sanitários e lavabos espelhos, com 5mm de
espessura mínima, tipo cristal, junto aos lavatórios ou bancadas, lapidados em todas as
arestas, obedecendo as dimensões dos desenhos de detalhes de arquitetura.
Deverão ser assentados sobre chapa de madeira compensada de 10mm de
espessura, conforme detalhes a serem apresentados pela Contratada para aprovação
da Fiscalizaçao.
4.2.11
BANCOS
Deverão ser construídos bancos de granito preto nacional, referência Preto
São Gabriel ou Branco Ceará, conforme o que especificam os desenhos de arquitetura,
com 30mm de espessura, polidos nas faces e topos aparentes, nos vestiários e boxes
dos chuveiros e na área externa da plataforma, conforme indicado nos detalhes do
projeto de arquitetura.
4.2.12
SISTEMA DE EXAUSTÃO PARA COZINHA
A coifa do sistema de exaustão deverá ter as dimensões de
3.900x800x600mm, totalmente construída em chapa de aço inoxidável, tipo troncopiramidal, provida na parte inferior, em todo o seu perímetro, de calha coletora,
108
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
fabricação Brasinox ou similar. Deverá ter ainda abertura para ligação dos dutos de
exaustão forçada.
A parte referente à retenção de gorduras deverá ser estruturada em aço
inoxidável, com dois planos inclinados para o centro, montado no teto da coifa. Deverá
ser provida, em ambos os lados, de seis placas de filtros.
Os dutos, motores e demais complementos deverão ter projeto executivo
apresentado à Fiscalização para aprovação prévia.
4.2.13
4.2.13.1
ARMÁRIOS E BALCÕES
BALCÃO DE RECEPÇÃO (HALL PRINCIPAL)
Deverá ser confeccionado balcão para recepção e triagem de visitantes no
hall principal de acesso ao prédio, conforme indicado nos desenhos de projeto. O
balcão será dotado de tomadas para instalações de telefone (2), elétrica (2) e lógica
(2), pelo piso. Terá estrutura de alvenaria de concreto celular revestida com madeira
compensada laminada com rádica em suas partes aparentes.
Terá tampo superior com vidro cristal com 20mm de espessura, lapidado em todo o
perímetro, fixado ao balcão por meio de suportes tubulares cromados.
Os gaveteiros laterais terão guias telescópicas, local para instalação de
CPU’s e base revestida com granito preto São Gabriel.
A Contratada deverá apresentar projeto executivo com todos os detalhes
construtivos para aprovação da Fiscalização.
4.2.13.2
BALCÃO DO FOYER DO AUDITÓRIO
O balcão do Foyer do auditório será construído com alvenaria de concreto
celular, revestido externamente com pastilhas de vidro, tampo inferior e superior de
granito, pia de aço inox instalada no tampo inferior, prateleiras e gaveterios com guias
telescópicas compondo um armário com portas revestido em todas as faces aparentes
com laminado melamínico, tipo post-forming, na cor a ser definida pelos autores do
projeto de arquitetura.
A Contratada deverá apresentar projeto executivo com todos os detalhes
construtivos para aprovação da Fiscalização, tendo como base o projeto apresentado
pelo BACEN.
109
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
4.2.13.3
Anexo 1
ARMÁRIOS E BALCÃO DO PROTOCOLO / MALOTE
Os armários do protocolo/malote serão modulados, confeccionados com
madeira compensa ou MDF de 20mm de espessura, revestidos com laminado de
madeira padrão Freijó ou Louro Claro, conforme os desenhos apresentados no projeto
de arquitetura.
O balcão de atendimento será também de madeira compensada conforme
os armários e terá tampo de granito preto São Gabriel encabeçado por madeira
maciça, com armários com portas pela parte interna.
A Contratada deverá apresentar projeto executivo com todos os detalhes
construtivos para aprovação da Fiscalização, tendo como base o projeto apresentado
pelo BACEN.
4.2.13.4
BALCÕES DA LANCHONETE
O balcão de atendimento e guichê do caixa da lanchonete será
confeccionado com perfis de alumínio, tampo de granito e painéis de vidro temperado
com 8mm de espessura, incolor, transparente, compondo vitrines com prateleiras para
exposição de produtos, conforme os desenhos de arquitetura.
A Contratada deverá apresentar projeto executivo com todos os detalhes construtivos
para aprovação da Fiscalização, tendo como base o projeto apresentado pelo BACEN.
4.2.14
CORRIMÃOS
Deverão ser instalados corrimãos de tubos de aço inox, com diâmetro de 5
cm, em todas as escadas. Deverão ser calandrados nas bordas, com flange de
acabamento, chumbados às paredes, sem juntas aparentes. Também deverão ser
instalados corrimãos nas rampas de acesso para pedestres.
A Contratada deverá submeter à aprovação da Fiscalização os desenhos de
execução do fabricante, que por sua vez deverá obedecer aos detalhes básicos do
projeto de arquitetura.
4.2.15
GUARDA-CORPOS
Serão instalados nas escadas do hall principal e nos mezaninos do 1º e 2º
pavimentos guarda-corpos de alumínio anodizado cor preta, em quadros com vidro
temperado incolor de 10 mm em seu interior, parafusados ao piso, nas dimensões e
paginações conforme mapas e detalhes do projeto de arquitetura.
110
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Pt.0901455880
4.2.16
Anexo 1
DELIMITADORES PARA VAGAS
A Contratada deverá fornecer e instalar 03 (três) delimitadores para vagas
de estacionamento nas docas para caminhões do Mecir, executados em plástico
resistente a altos impactos, na cor amarela, com ferragens apropriadas para sua
fixação, modelo M3941, fabricação Seton ou similar.
4.2.17
MOBILIÁRIO DO AUDITÓRIO
Serão empregadas, conforme desenhos, 408 poltronas da linha C600 –
Baldanzi e Novelli, de fabricação Lamm/Probjeto, dotadas de placa metálica de
proteção traseira, prancheta escamoteável antipânico, luminária de balizamento de
corredor, numeradores de fila e numeradores de lugar, com as seguintes dimensões:.




cm.


86cm.

Distância entre centros de assentos: 55 cm.
Altura da borda superior do encosto: entre 89 e 91 cm.
Profundidade total com o assento e encosto recolhidos: entre 36 e 38 cm.
Profundidade total com o assento baixado (encosto incluído): entre 69 e 71
Altura do assento: entre 43 e 45cm.
Distância mínima admissível entre filas (de encosto a encosto): de 83 a
Raio mínimo admissível para montagem de fileiras em curva: 8 metros.
As estruturas internas de assento e encosto serão produzidas em tubo de
aço retangular 35x15mm c/ parede 1,5mm de espessura, dotadas de percintas
elásticas de elevada resistência e recobertos com espuma injetada de poliuretano
flexível, isento de Freon (CFC), de elasticidade indeformável (Norma ASTM-D1692),
com densidades de 55Kg/m3 (encosto) e 60Kg/m3 (assento).
Os revestimentos do assento e do encosto serão executados em tecido de
pura lã natural, em cor a ser definida pela Fiscalização.
A estrutura interna do braço será confeccionada em chapa estampada e dobrada de 2
1/2‖x3/16‖ e perfis com espessura de 1/8‖, base em tubo oblongo 90x30mm c/ parede
espessura 2mm soldado a sapata elíptica para fixação no piso estampada em chapa
com acabamento em pintura eletrostática texturizada de alta resistência em epóxi pó,
curada a 230ºC.
As poltronas serão dotadas de mecanismo para o movimento sincronizado
entre assento e encosto, constituído de engrenagens de aço SAE 1045 tracionadas
através de mola bicônica com ganchos giratórios, e com buchas injetadas em náilon de
baixo atrito para a articulação do assento e encosto.
111
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Pt.0901455880
Anexo 1
Os fechamentos laterais da estrutura do braço serão executados em
compensado de madeira, espessura 10mm, com revestimento no mesmo tecido do
assento e do encosto. As bordas frontal e traseira do braço serão guarnecidas, de alto
a baixo, por perfis de espuma injetada de poliuretano flexível, isento de Freon (CFC),
de elasticidade indeformável (Norma ASTM-D1692), com densidade de 55Kg/m3, e
revestidas no mesmo tecido.
Serão dotadas ainda de apóia braço em madeira maciça, com lustração
escurecida, fixado ao topo de cada braço, com bordas arredondadas, sem quinas ou
arestas agudas.
A parte traseira do encosto será guarnecido com placa deproteção,
integrada por chapa curvada de 0,75mm de espessura, com bordas duplas e
acabamento em pintura eletrostática epóxi-pó curada a 230ºC, texturizada, de alta
resistência à abrasão. A placa deverá ocupar toda a largura do encosto e ter sua borda
superior a uma altura mínima de 63cm do piso.
As poltronas serão fornecidas com pranchetas escamoteáveis antipânico,
construída em MDF com espessura de 15mm, pintadas por processo eletrostático a pó,
na cor preta. O sistema anti-pânico deverá permitir que, com a prancheta na posição
horizontal de uso, possa o usuário levantar-se, sem tocá-la com as mãos, devendo a
mesma efetuar um giro de 90 graus (posição vertical), caindo por gravidade para dentro
do braço, onde deverá haver uma trava automática que impeça o rebote da prancheta
para fora do braço.
A abertura na face frontal do braço (entrada da prancheta) receberá
acabamento com moldura em plástico preto injetado. Parâmetros ergonômicos da
prancheta: Máxima distância da face interna do braço à borda esquerda da prancheta:
20cm. Máximo avanço da prancheta para o corredor, na posição de uso: 22cm desde a
borda anterior do braço. Máximo avanço da prancheta para o corredor, na posição fora
de uso (recolhida dentro do braço): 3cm desde a borda anterior do braço.
As poltronas também serão dotadas de luminária de crredor, dotada de
moldura metálica, com balizamento por meio de lâmpada tipo LED, na cor vermelha.
Haverá disponibilidade de numeradores de lugares e filas, com moldura em plástico
injetado, dotada de rebaixo para alojamento de plaqueta em PVC com auto-adesivo. O
rebaixo da moldura deverá ocultar as bordas da plaqueta, impedindo o arrancamento
da mesma.
Antes de iniciada a instalação das poltronas deverá ser apresentado à
Fiscalização laudo de características acústicas do produto, realizado em câmara
anecóica e de acordo com os procedimentos internacionais estabelecidos na Norma
ISO354 ―Acoustics – Measurement Of Sound Absorption In A Reverberation Room‖
para este tipo de medição.
Também deverá ser apresentado laudo certificando a aprovação do produto nos
requisitos mínimos de resistência descritos a seguir, e de acordo com os
procedimentos internacionais estabelecidos para estas medições. Os laudos poderão
seguir as normas equivalentes ABNT, ISO ou UNI (européias) ou ANSI (norteamericanas).
112
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Pt.0901455880
Anexo 1
PROVA
Resistência
a
impactos
repetitivos
Resistência do assento a
impactos
Resistência do encosto à fadiga
Resistência do encosto a
impactos
Impacto contra o braço
Resistência do mecanismo à
fadiga
Carga
estática
sobre
a
prancheta
Resistência do braço à forças
verticais
Resistência do braço à forças
horizontais
RESULTADO Danos ou
(escala 0 a 5) alterações
5
nenhum
5
5
nenhum
nenhum
5
5
nenhum
nenhum
5
nenhum
5
nenhum
5
nenhum
5
nenhum
113
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Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 5
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS E SANITÁRIAS
5.1
MEMORIAL DESCRITIVO ...............................................................................................114
5.1.1
DISPOSIÇÕES GERAIS ..................................................................................................114
5.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS .................................................................................115
5.2.1
5.2.1.1
5.2.1.2
5.2.1.3
5.2.1.4
5.2.2
5.2.2.1
5.2.2.2
5.2.2.3
5.2.2.4
5.2.2.5
5.2.2.6
5.2.2.7
ÁGUA POTÁVEL .............................................................................................................115
TUBULAÇÃO ...................................................................................................................115
BOMBAS DE RECALQUE DE ÁGUA FRIA ....................................................................115
RESERVATÓRIOS SUPERIORES .................................................................................116
LOUÇAS E METAIS ........................................................................................................116
ESGOTOS E ÁGUAS PLUVIAIS .....................................................................................116
TUBULAÇÃO PARA ESGOTOS .....................................................................................116
TUBULAÇÃO PARA ÁGUAS PLUVIAIS .........................................................................117
CAIXAS DE INSPEÇÃO ..................................................................................................117
CAIXAS SIFONADAS ......................................................................................................117
CAIXAS DE GORDURA E DE SABÃO ...........................................................................118
CAIXAS DE AREIA ..........................................................................................................118
ESTAÇÃO COMPACTA DE TRATAMENTO DE ÁGUA .................................................118
5.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ..............................................................................120
5.3.1
5.3.1.1
5.3.1.2
5.3.2
5.3.2.1
5.3.2.2
ÁGUA POTÁVEL .............................................................................................................120
CONSIDERAÇÕES GERAIS ...........................................................................................120
TESTES ...........................................................................................................................121
ESGOTOS E ÁGUAS PLUVIAIS .....................................................................................121
CONDIÇÕES GERAIS .....................................................................................................121
TESTES ...........................................................................................................................123
5.4
NORMAS REGULAMENTARES .....................................................................................123
114
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5.1
Anexo 1
MEMORIAL DESCRITIVO
Os projetos das instalações hidrosanitárias foram elaborados de acordo com
as normas da ABNT, critérios da Companhia de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro
(CEDAE) e peculiaridades arquitetônicas e de ocupação do prédio.
As instalações se dividem nos sistemas de água potável, esgoto e águas
pluviais.
5.1.1
DISPOSIÇÕES GERAIS
A alimentação de água dos prédios será feita a partir da rede pública da
CEDAE, que alimenta o reservatório inferior, e por meio de eletrobombas suprirá os
dois reservatórios superiores.
Dos reservatórios superiores partirão, através de barriletes, colunas ou
ramais diversos, os tubos que alimentarão os diversos pavimentos da edificação. Todo
sistema é facilmente assimilável pela análise atenta do projeto de instalações. Cada
coluna ou ramal possui seu próprio registro de seccionamento, facilitando a operação e
manutenção.
O sistema de esgotos e águas pluviais utilizado será o separador absoluto,
havendo um sistema coletor de esgotos inteiramente separado do escoamento de água
pluviais. Ambos os sistemas estão devidamente representados nos desenhos
componentes de cada projeto. Todos os ramais coletores e colunas de esgotos
internos ao prédio são dirigidos a subcoletores e daí para a rede coletora geral, cujos
efluentes terão disposição final na rede pública.
O sistema de escoamento de esgoto será conduzido por gravidade até o seu
lançamento na rede pública.
O sistema de escoamento de águas pluviais será conduzido por gravidade
até o seu lançamento na rede pública.
Os esgotos das cozinhas e copas, antes de serem lançados na rede de
esgotos passam por caixas de gordura, as quais devem receber limpeza periódica.
Haverá aproveitamento da água de chuva. O sistema de escoamento de
águas pluviais de toda a edificação será conduzido por gravidade, até o grande poço
de coleta e recalque de águas pluviais, situado sob a caixa forte, e a partir deste,
bombeado para os reservatórios superiores. Do reservatório superior, por gravidade,
será distribuído para toda a edificação para atender aos pontos de consumo que não
necessitarem de água potável (bacias sanitárias, mictórios, limpeza de garagem,
combate a incêndio, jardins, etc.). O excesso de água de chuva será conduzido para a
115
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Pt.0901455880
Anexo 1
rede pública, por gravidade, por meio de extravasor no próprio reservatório inferior,
conforme indicado em projeto.
Na falta de água de chuva, o reservatório inferior de reuso será alimentado
normalmente com água potável, para alimentar o reservatório superior e a partir daí
atender os pontos de consumo, mesmo que estes não necessitem de água potável.
Para o tratamento acima sugerimos o sistema Epratec, conforme descrito
nestas especificações.
Os materiais a serem empregados, as obras e os serviços a serem
executados deverão obedecer rigorosamente:
às normas e especificações constantes deste caderno;
às normas da ABNT;
aos regulamentos das empresas concessionárias;
às prescrições e recomendações dos fabricantes;
às normas internacionais consagradas, na falta das normas da ABNT.
5.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS
Todos os materiais e equipamentos a serem empregados nas instalações
deverão ter alto nível de qualidade, com padrão tecnológico atualizado e perfeito
enquadramento normativo.
Para comparação, a Fiscalização exigirá todos os certificados de
conformidade dos ensaios ditados pelas normas da ABNT aplicáveis a cada
caso e,
na falta delas, pelas normas internacionais específicas.
Além disso, nos casos em que persistirem dúvidas quanto ao desempenho e
adequabilidade do produto, a exclusivo critério da Fiscalização, serão pedidos testes
laboratoriais de entidades de notória especialização.
5.2.1
ÁGUA POTÁVEL
5.2.1.1
TUBULAÇÃO
A tubulação de água fria será feita com tubos de PVC série A soldável
segundo especificações NBR-5647 (EB-183) fabricação Tigre ou Amanco.
As conexões deverão ser adequadas aos tubos especificados e dos mesmos
fabricantes.
5.2.1.2
BOMBAS DE RECALQUE DE ÁGUA FRIA
116
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
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Anexo 1
O recalque é composto de dois conjuntos moto-bombas (1 principal e 1
reserva) com as seguintes características:
Modelo: radial centrífuga;
Vazão: 18 m3/h;
Altura manométrica: 41 mca;
Motor: 5 CV, 380 V, trifásico, 60 Hz, 3450 rpm;
Recalque: 2‖
Referência: A2M-9
Fabricante: DARKA ou equivalente.
5.2.1.3
RESERVATÓRIOS SUPERIORES
Os reservatórios superiores de água potável e de reuso, com capacidade
individual de 10.000 litros, devem ser inteiramente laminados e estruturados com fibra
de vidro, em formato tronco-cônico. As laminações devem ser feitas com resina
poliéster.
Fabricante: Fibragel ou equivalente
5.2.1.4
LOUÇAS E METAIS
As especificações das louças e metais a serem usadas no prédio constam
no projeto arquitetônico e/ou respectivo Caderno de Encargos.
Os registros de gaveta e as válvulas de manobra obedecerão às
especificações da ABNT-EB-141. Todos os materiais de embutir e válvulas de
descarga deverão obedecer às especificações de Arquitetura ou indicados no projeto
de água potável.
5.2.2
ESGOTOS E ÁGUAS PLUVIAIS
5.2.2.1
TUBULAÇÃO PARA ESGOTOS
Distribuição Geral: Tubos e conexões PVC, linha sanitária leve, de
fabricação Tigre ou Amanco.
Colunas : Tubos e conexões PVC série ―R‖, de fabricação Tigre ou Amanco.
Coletores de esgoto no piso do térreo, e área externa ao prédio: Tubos e
conexões PVC série ―R‖ até o diâmetro de 150 mm; tubos e conexões Vinilfer para
diâmetros maiores de 150 mm, de fabricação Tigre ou Amanco.
117
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Pt.0901455880
Anexo 1
5.2.2.2
TUBULAÇÃO PARA ÁGUAS PLUVIAIS
Distribuição Geral: Tubos e conexões PVC, linha sanitária leve, de
fabricação Tigre ou Amanco.
Colunas : Tubos e conexões PVC série ―R‖, de fabricação Tigre ou Amanco.
Coletores de águas pluviais no piso do térreo, e área externa ao prédio:
Tubos e conexões PVC série ―R‖ até o diâmetro de 150 mm; tubos e conexões Vinilfer
para diâmetros maiores de 150 mm, de fabricação Tigre ou Amanco.
5.2.2.3
CAIXAS DE INSPEÇÃO
Serão retangulares ou quadradas, construídas em anéis de concreto armado
pré-moldado, com fundo do mesmo material ou em alvenaria, de tijolos ou blocos de
concreto com paredes no mínimo de 20 cm de espessura, indicadas em projeto, de
acordo com padrão da CEDAE. Paredes revestidas internamente.
Para a profundidade máxima de 0,87 m, as caixas de inspeção de forma
quadrada terão 0,60 m de lado, no mínimo, e de acordo com padrão da CEDAE.
Para profundidades superiores a 0,87 m, as caixas de inspeção de forma
quadrada terão 1,10 m de lado, no mínimo, e de acordo com padrão da concessionária
local.
Na hipótese prevista no item anterior, as caixas de inspeção que passam a
denominar-se ―poços de visita‖ serão dotadas de degraus, com espaçamento mínimo
de 0,40 m, para facilitar o acesso ao seu interior, e de acordo com padrão da
Concessionária local. Fundo constituído por canaletas, de modo a assegurar rápido
escoamento e a evitar formação de depósitos. Tampo de ferro fundido com inscrição
facilmente removível e permitindo composição com o piso circundante. Quando
posicionado em área sujeita a tráfego, o tampão deverá ser do tipo pesado.
5.2.2.4
CAIXAS SIFONADAS
As caixas sifonadas e ralos serão em PVC rígido e devem atender as
mesmas recomendações para os tubos e conexões.
Será admitido o emprego de produtos pré-fabricados em PVC pela Tigre ou
Amanco.
118
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Pt.0901455880
Anexo 1
5.2.2.5
CAIXAS DE GORDURA E DE SABÃO
As caixas de gordura simples terão capacidade de 18 litros e cesto de
limpeza, referência 27800050, com tampa reforçada, Tigre ou similar.
As caixas de sabão simples terão capacidade de 18 litros, referência
27800050, com tampa reforçada, Tigre ou similar.
As caixas de gordura e de sabão duplas serão de concreto, fabricação "inloco", com tampão de ferro fundido, conforme detalhado em projeto.
5.2.2.6
CAIXAS DE AREIA
As caixas de areia serão de seção quadrada, com dimensões internas
indicadas em projeto, em concreto ou alvenaria de tijolos maciços, com tampo de ferro
removível em forma de grelha e caixilho do mesmo material.
5.2.2.7
ESTAÇÃO COMPACTA DE TRATAMENTO DE ÁGUA
O sistema de tratamento de água deve ter capacidade de 10.000 l/h (10
m3/h), de acordo com as normas Conama 517 de 17 de março de 2005, Capitulo I,
art.2º, classe água doce, salinidade menor que 0,5% e Portaria MS 518 de 25 de março
de 2004.
O equipamento deve ser compacto, pressurizado, com estrutura integrada,
possibilitando seu transporte como unidade móvel. Dever ser fabricado em aço inox,
funcionar de forma automática, com painel elétrico de comando e sinalizações,
constituídos dos seguintes elementos:




misturador hidráulico;
flocodecantador;
filtros ascendentes com camadas de quartzo e carvão ativados;
tubulações e válvulas de interligação de cada unidade.
A estação de tratamento deve ser dotada de controle automático de
acionamento das moto-bombas e chaves bóias dos reservatórios, com retro-lavagem
manual ou automática, através das válvulas de operação e comando lógico
programável CLP, sendo dotada ainda de:
medidor de pressão (manômetro);
agitadores pata dosagem dos produtos químicos e reagentes;
cabine fechada para segurança operacional;
fluxostato e pressostato diferencial;
medidor de vazão.
A clarificação da água requerá a coagulação previa das partículas coloidais
em suspensão, sendo que para sua floculação (aglomeração em flocos densos) e final
119
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Pt.0901455880
Anexo 1
decantação será necessário que passe por um processo que permita a sua separação
e sedimentação, como segue:
Coagulação
A coagulação tem por objetivo a neutralização das cargas elétricas das
partículas coloidais, para possibilitar a sua posterior aglomeração em flocos. Após a
aplicação dos produtos químicos os flocos relativamente densos precipitam, deixando a
água praticamente livre de turbidez.
Floculação
No inicio do processo existem, na água em tratamento, muitas partículas
desestabilizadas a serem reunidas. Por este motivo, e para propiciar condições
favoráveis ao choque entre elas, a agitação será inicialmente intensa. Com o passar do
tempo, os flocos que se formam como resultado desses choques vão se tornando
menos numerosos e mais volumosos.
O floco-decantador utiliza o processo de floculação para aglutinar e desta
forma hidraulicamente pelo simples fluxo compartimentado em câmaras internas de
floculação provocar a precipitação e descarte do lodo formado.
Decantação
Decantação é a separação final dos flocos e da água do modo mais rápido
possível, dependendo do tipo de água a ser tratada, dos produtos adicionados, do
tempo e do dispositivo de decantação. Em uma ETA-Pressurizada ela ocorre
hidraulicamente de forma compartimentada. A extração de lodo das câmaras inferiores
de sedimentação se faz hidrostaticamente, de forma contínua ou por descargas
periódicas, conforme a conveniência da operação.
Descrição geral do Floco-decantador
O Floco-decantador deve ser constituído de um corpo cilíndrico vertical com
os seguintes componentes:





câmara de floculação
câmara primária de sedimentação
dispositivo de eliminação de lodos
dispositivo de escoamento de ar
conjunto de tomada de amostras
O filtro de corrente ascendente utilizado para a clarificação de águas com
baixa turbidez e de baixo conteúdo mineral. A água bruta, depois de receber os
coagulantes, e de passar pelo floco-decantador será encaminhada para o filtro de fluxo
120
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
ascendente. À medida que a água atravessa o meio filtrante, as impurezas vão sendo
retidas de uma camada à outra.
Descrição geral dos filtros
Os filtros devem ser constituídos de um corpo cilíndrico vertical, fechado por
fundos abaulados, executados em aço inox, com os seguintes componentes:
quadro de manobra com tubulação de entrada e saídas, manômetro de indicação de
colmatação, registros e válvulas;
estruturas internas suportes em telas de aço inox;
camada de materiais filtrantes, composta por carvão mineral ativado e cristais de
quartzo.
Parâmetros gerais dos Filtros
pré- lavagem------------------------ 2 minutos
lavagem---------------------------- 15 minutos
pré-funcionamento---------------- 3 minutos
taxa de lavagem------------------- 3,5 vezes
O período entre 2 lavagens consecutivas é função do aspecto da água
filtrada.
Perda de carga:
Filtro limpo------------------------------ 0,3 kg/cm²
Filtro sujo --------------------------------até 0,8 kg/cm²
Fabricante de referência: Epratec
5.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO
5.3.1
ÁGUA POTÁVEL
5.3.1.1
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Para as tubulações fixadas em paredes ou lajes, os tipos, dimensões e
quantidades dos elementos de suporte deverão ser providenciados de acordo com o
diâmetro da tubulação.
As furações, rasgos e aberturas necessárias em elementos estruturais, para
passagem de tubulações, deverão ser previamente locadas e informadas ao executor
do projeto estrutural, bem como as aberturas e rasgos em alvenaria ou peças de
concreto.
121
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
As tubulações enterradas, cujo recobrimento será no mínimo, 0,50 m sob o
leito de vias trafegáveis e de 0,30 m nos demais casos, deverão ter abertura,
nivelamento e fechamento de valas, inclusive recomposição da situação original,
conforme o caso.
Durante a construção e até a montagem dos aparelhos, as extremidades
livres das canalizações serão vedadas com bujões rosqueáveis ou plugs,
convenientemente apertados, não sendo admitido o uso de buchas de madeira ou
papel para tal fim.
As tubulações aparentes deverão ser pintadas com esmalte sintético, após
limpeza da superfície, nas cores indicadas na presente especificação.
5.3.1.2
TESTES
As tubulações de distribuição de água devem ser, antes de eventual pintura
ou fechamento de rasgos de alvenaria ou de seu envolvimento por capas de
argamassa, lentamente preenchidas de água, para eliminação completa de ar, e, em
seguida submetida à prova de pressão interna.
Essa prova será feita com água sob pressão 50% superior à pressão
estática máxima na instalação, não devendo descer, em ponto algum da canalização,
menos de 1,5 Kgf/cm2. A duração da prova será de 6 horas, pelo menos. Deve ser
utilizado manômetro e bomba de pressurização.
De um modo geral, toda instalação de água será convenientemente
verificada pela FISCALIZAÇÃO, quanto às suas perfeitas condições técnicas de
execução e funcionamento.
Para liberação de etapas e seus respectivos pagamentos, serão exigidos
pela FISCALIZAÇÃO os relatórios de testes.
5.3.2
ESGOTOS E ÁGUAS PLUVIAIS
5.3.2.1
CONDIÇÕES GERAIS
A instalação deve ser executada rigorosamente de acordo com as normas
da ABNT.
As canalizações devem ser assentadas de acordo com o alinhamento,
elevação e com a mínima cobertura possível, conforme indicado no projeto. As
tubulações enterradas poderão ser assentadas sem embasamento, desde que as
122
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
condições de resistência e qualidade do terreno o permitam. As tubulações deverão ser
envolvidas por camada de areia grossa, com espessura mínima de 10 cm.
Em torno da canalização, nos alicerces ou paredes por ela atravessados,
deverá haver necessária folga para que eventual recalque do edifício não venha a
prejudicá-la.
As declividades indicadas no projeto serão consideradas como mínimas,
devendo ser procedida uma verificação geral dos níveis, até a rede urbana, antes da
instalação dos coletores.
Os coletores de esgotos serão assentados sobre leito de concreto ou areia,
cuja espessura será determinada pela natureza do terreno.
Os tubos de modo geral serão montados com a bolsa voltada em sentido
oposto ao do escoamento.
A critério da FISCALIZAÇÃO, a tubulação poderá ser assentada sobre
embasamento contínuo (berço), constituído por camada de concreto simples ou areia.
O reaterro da vala deverá ser feito com material de boa qualidade, isento de
entulhos e pedras, em camadas sucessivas e compactadas.
As cavas abertas no solo, para assentamento das canalizações, só poderão
ser fechadas após verificação, pela FISCALIZAÇÃO, das condições das juntas, tubos,
proteção dos mesmos, níveis de declividade, observando-se o disposto na norma
específica.
As extremidades das tubulações de esgotos serão vedadas, até a montagem
dos aparelhos sanitários com bujões de rosca ou plugues, convenientemente
apertados, sendo vedado o emprego de buchas de papel ou madeira, para tal fim.
Durante a execução das obras devem ser tomadas especiais precauções
para evitar a entrada de detritos nos condutores de esgotos e águas pluviais.
Devem ser tomadas todas as precauções para evitar infiltrações em paredes
e tetos, bem como obstruções de ralos, caixas, calhas, condutores, ramais ou redes
coletoras.
Todos os equipamentos com base ou fundações próprias deverão ser
instalados antes de iniciada a montagem das tubulações diretamente enterradas
conectadas aos mesmos. Os demais equipamentos poderão ser instalados durante a
montagem das tubulações.
Durante a instalação dos equipamentos deverão ser tomados cuidados
especiais para o seu perfeito alinhamento e nivelamento.
123
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Todas as tubulações aparentes serão pintadas com esmalte sintético, após
limpeza da superfície, nas cores indicadas abaixo:
- Água Potável: verde claro
- Esgoto Sanitário:marrom
- Águas Pluviais: verde
5.3.2.2
TESTES
Todas as canalizações primárias da instalação de esgotos sanitários,
deverão ser testadas com água ou ar comprimido, sob pressão mínima de 10m de
coluna d’água, antes da instalação dos aparelhos e submetidas a uma prova de fumaça
após a colocação dos aparelhos. A duração mínima dos testes deve ser de 15 minutos.
5.4
NORMAS REGULAMENTARES
ABNT NBR 5626 - Instalações Prediais de Água Fria – Procedimento
ABNT NBR 5685 - Tubos e conexões de pvc - Verificação do desempenho
de junta elástica
ABNT NBR 5688 - Sistema prediais de água pluvial, esgoto sanitário e
ventilação - Tubos e conexões de PVC, do tipo DN
ABNT NBR 8160 - Sistemas prediais de esgoto sanitário
ABNT NBR 7417 - Tubo Extra Leve de Cobre sem Costura para Condução
de Água e outros Fluidos
ABNT NBR 7542 - Tubo de Cobre Médio e Pesado, sem Costura, para
Condução de Água
ABNT NBR 5030 - Tubo de Cobre sem Costura para Usos Gerais
ABNT NBR 11720 - Conexões para Unir Tubos de Cobre por Soldagem ou
Brasagem Capilar
ABNT NBR 10004 - Resíduos Sólidos
ABNT NBR 10844 - Instalações Prediais de Águas Pluviais
ABNT NBR 13210 – Reservatório de poliéster reforçado com fibra de vidro
para água potável – Requisitos e métodos de ensaio
ABNT NBR 15705 - Instalações hidráulicas prediais - Registro de gaveta Requisitos e métodos de ensaio
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Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 6
INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO
6.1
MEMORIAL DESCRITIVO .............................................................................................. 125
6.1.1
6.1.1.1
6.1.1.2
6.1.2
6.1.3
6.1.4
SISTEMA AUTOMÁTICO DE SPRINKLRS .................................................................... 125
CRITÉRIOS DE PROJETO............................................................................................. 125
CONSIDERAÇÕES DE CÁLCULO ................................................................................ 126
HIDRANTES.................................................................................................................... 127
EXTINTORES ................................................................................................................. 127
SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA ................................................................................. 128
6.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS................................................................................. 128
6.2.1
6.2.1.1
6.2.1.2
6.2.1.3
6.2.1.4
6.2.1.5
6.2.1.6
6.2.1.7
6.2.1.8
6.2.1.9
6.2.1.10
6.2.1.11
6.2.1.12
6.2.1.13
6.2.1.14
6.2.1.15
6.2.1.16
6.2.1.17
6.2.2
6.2.2.1
6.2.2.2
6.2.2.3
6.2.2.4
6.2.2.5
6.2.2.6
6.2.2.7
6.2.2.8
SISTEMA AUTOMÁTICO DE SPRINKLERS ................................................................. 128
TUBOS ............................................................................................................................ 128
CONEXÕES ROSQUEÁVEIS......................................................................................... 129
CONEXÕES PARA SOLDA ............................................................................................ 129
FLANGES........................................................................................................................ 129
PARAFUSOS PARA FLANGES ..................................................................................... 129
JUNTA DE EXPANSÃO AXIAL SIMPLES ...................................................................... 129
VÁLVULA DE GAVETA .................................................................................................. 129
VÁLVULA GLOBO .......................................................................................................... 130
VÁLVULA DE ESFERA WORCESTER .......................................................................... 130
VÁLVULA DE RETENÇÃO COM PORTINHOLA ........................................................... 130
VÁLVULA DE GOVERNO E ALARME ........................................................................... 130
SPRINKLERS.................................................................................................................. 131
PRESSOSTATO PARA BOMBAS .................................................................................. 131
PRESSOSTATO PARA ALARME ELÉTRICO ............................................................... 131
MANÔMETRO................................................................................................................. 131
CHAVE DE FLUXO ......................................................................................................... 131
QUADRO ELÉTRICO DE COMANDO DE BOMBAS ..................................................... 132
SISTEMA DE HIDRANTES ............................................................................................. 132
TUBOS ............................................................................................................................ 132
CONEXÕES .................................................................................................................... 133
VÁLVULA GAVETA ........................................................................................................ 133
VÁLVULA DE RETENÇÃO ............................................................................................. 133
VÁLVULA GLOBO .......................................................................................................... 133
CAIXA DE INCÊNDIO ..................................................................................................... 133
MANGUEIRA................................................................................................................... 134
HIDRANTE DE RECALQUE ........................................................................................... 134
6.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ............................................................................. 134
6.3.1
6.3.2
CONSIDERAÇÕES GERAIS .......................................................................................... 134
TESTES .......................................................................................................................... 135
6.4
NORMAS REGULAMENTARES..................................................................................... 135
125
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Pt.0901455880
6.1
Anexo 1
MEMORIAL DESCRITIVO
Os projetos das instalações preventivas e de combate a incêndio foram
elaborados de acordo com as normas da NFPA, da ABNT, das peculiaridades
arquitetônicas e de ocupação do prédio, além das recomendações e regulamentos de
segurança contra incêndio e pânico do CBMRJ.
As instalações se dividem nos sistemas de combate por chuveiros
automáticos (sprinklers), por hidrantes, por extintores e sinalização.
Os sistemas de hidrantes e sprinklers serão monitorados pelo Sistema de
Automação e Supervisão Predial.
6.1.1
SISTEMA AUTOMÁTICO DE SPRINKLRS
Os chuveiros automáticos (sprinklers) formam um sistema de detecção e
combate ao fogo em seu início, empregando água e simultaneamente operando um
alarme de aviso de incêndio. Tubulações providas de sprinklers em espaços regulares
são instaladas por todo o edifício a proteger, ligadas a fontes de abastecimento de
água seguras e independentes. Cada sprinkler é uma válvula automática sensível ao
calor, que no caso de aumento da temperatura acima de limites pré-determinados, se
abre, através do rompimento do bulbo de vidro, operando cada bico independente,
descarregando água diretamente sobre o incêndio. Apenas funciona(m) o(s)
sprinkler(s) mais próximo(s) ao fogo, e a operação de apenas um chuveiro faz soar,
imediatamente, o alarme hidráulico da válvula de governo que controla o setor e os
alarmes do tipo sonoro e visual na central de alarme de incêndio.
A operação de apenas um sprinkler do sistema causa a despressurização da
tubulação e, devido a essa despressurização, o pressostato envia comando elétrico
para acionar a bomba de pressurização (jockey). Como essa bomba é dimensionada
para pequena vazão, inferior à vazão de um sprinkler, a mesma não consegue manter
essa vazão. Dessa maneira, a bomba de combate entra em funcionamento
automaticamente, passando a suprir a vazão e pressão dinâmica requeridas para o
espargimento de água pelo(s) bico(s) que tenha(m) sido rompido(s). Depois de
efetuado o combate, a bomba de combate terá seu desligamento efetuado
manualmente. Caso ocorra alguma falha da bomba de combate principal, a bomba
reserva entrará automaticamente através de seu respectivo pressostato. O
desligamento da bomba reserva deverá ser feito também de forma manual.
6.1.1.1
CRITÉRIOS DE PROJETO
Para o sistema de sprinklers, a NBR 10897 edição 2007 regulamenta que os
tipos de ocupações presentes no projeto, salas de escritórios e garagens, são
126
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Pt.0901455880
Anexo 1
classificados como risco leve e risco ordinário grupo I, respectivamente. Para o sistema
projetado, preferiu-se usar o cálculo hidráulico total devido ao fato que o
dimensionamento por tabelas requer altas vazões para esses tipos de riscos,
conseqüentemente maiores diâmetros da tubulação e maiores potências das bombas
hidráulicas que abastecem o sistema. No dimensionamento por cálculo hidráulico total,
conseguem-se menores vazões d'água para atender as densidades necessárias para o
combate ao fogo, conforme a NFPA 13.
Para o abastecimento d’água do sistema, adotamos um conjunto de 03
eletrobombas (01 de pressurização e 02 de combate, sendo uma principal e uma
reserva), ligadas eletricamente ao circuito de segurança alimentado por duas fontes
independentes de energia, sendo uma fonte da Concessionária local e outra por um
grupo gerador de emergência da edificação.
6.1.1.2
CONSIDERAÇÕES DE CÁLCULO
A edificação apresenta dois tipos de riscos: risco leve na parte
administrativa, a qual é destinada às salas para escritórios, e risco ordinário grupo I nas
áreas destinadas a estacionamento de veículos. Como existe mais de um tipo de risco,
o dimensionamento da capacidade efetiva do reservatório d’água para abastecer o
sistema de sprinklers deverá ser feito de forma a cobrir o maior risco.
Conforme a NBR 10897 da ABNT, o requisito de abastecimento d'água para
o sistema de sprinkler e hidrantes, estabelece que o reservatório deverá ter uma
capacidade efetiva para proporcionar uma vazão de 1.596,67 l/min durante 60 minutos.
Reserva Técnica de Incêndio (RTI) = 1.596,67 lit. /min. x 60 min. = 95.800,2.
Adotamos 96.000 litros, que é a quantidade d’água mínima requerida para reserva
técnica no reservatório inferior destinada ao sistema de sprinklers e de hidrantes.
O bombeamento foi dimensionado para atender as situações
hidraulicamente mais desfavoráveis, ou seja, o sistema de sprinklers atuando nos
últimos pavimentos do bloco administrativo (risco leve) e do bloco da garagem (risco
ordinário grupo I). O cálculo foi realizado considerando a construção do prédio maior.
1.ª SITUAÇÃO: sprinklers e hidrantes do 6.º pavimento do bloco
administrativo. Pressão necessária no bombeamento, conforme a folha de cálculo
hidráulico de sprinklers = 745,75 Kpa = 76,06 mca para vazão (QT) = 1.394,59 l/min.
2.ª SITUAÇÃO: sprinklers e hidrantes do 4º pavimento da garagem. Pressão
necessária no bombeamento, conforme a folha de cálculo hidráulico de sprinklers) =
579,22 Kpa = 59,08 mca para vazão (QT) = 1.596,67 l/min.
As condições de cálculo da curva de vazão x pressão das bombas de
combate são as seguintes:
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Pt.0901455880
Anexo 1
Q1 = 83,67 m3/h.......................................P1 = 76,3 mca
Q2 = 94,28 m3/h.......................................P2 = 54,3 mca
Q3 = 111,94 m3/h.......................................P3 = 45,1 mca
Q4 = 167,91 m3/h.......................................P4 = 29,3 mca
Q5 = 0
m3/h.......................................P5 < 106,8 mca
Dessa maneira, as bombas de combate selecionadas apresentam as
seguintes características: bomba centrífuga monoestágio, modelo GN-16, rotor 239
mm, potência 50 CV, 3500 rpm, motor trifásico 380 volts, recalque 3", sucção 4",
fabricação Mark Grundfos.
A bomba jockey selecionada apresenta as seguintes características:
bomba centrífuga com injetor interno, modelo AE2M-8, potência 4,0 CV, 3.500 rpm,
motor trifásico 380 volts recalque 1 1/4", sucção 1 1/4", fabricação DARKA.
A CONTRATADA deverá apresentar cópia das curvas características das
bombas para a aprovação pela FISCALIZAÇÃO.
6.1.2
HIDRANTES
Para o sistema de combate a incêndio por hidrantes foram projetadas caixas
de incêndio situadas em locais estratégicos da edificação, supridas por canalização
que provém das reservas de água para combate. O sistema possui as seguintes
características:
canalização saindo do fundo do reservatório inferior;
bombas de pressurização acionadas por pressostatos quando da abertura de algum
hidrante;
registro de passeio interligado à rede interna, para uso do CBMRJ; e
válvulas de retenção, que direcionam o fluxo e mantêm a pressão especificada.
O sistema foi projetado para atender à mesma pressão do sistema de
sprinklers, conforme projeto, razão pela qual foi projetada a instalação de bombas
elétricas, de partida automática, conectadas à rede da concessionária e, na falta desta,
à rede do grupo gerador de emergência.
6.1.3
EXTINTORES
O sistema é constituído por extintores portáteis do tipo pulverização de água
pressurizada (AP) de 10 litros, pó químico seco classes A/B/C de 6 kg (PQS-A/B/C) e
gás carbônico (CO2) de 6 kg, de acordo com a categoria do incêndio possível exigida e
aprovada pelo CBMRJ.
A quantidade e tipo de extintores estão determinados no projeto,
obedecendo às normas NBR 12693 e do CBMRJ.
128
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Pt.0901455880
Anexo 1
Nos locais destinados aos extintores deverá ser feita identificação visual
conforme normas NBR 12693 e do CBMRJ. Nenhuma parte do extintor deve ficar
acima de 1,60 m do piso acabado.
Somente serão aceitos extintores que possuírem o selo de ―Marca de
Conformidade‖, da ABNT e Certificado do CBMRJ, respeitadas as datas de vigência.
6.1.4
SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA
Está identificado e especificado no projeto de Combate a Incêndio toda
Sinalização de Emergência e de Rota de Fuga que a edificação deverá possuir.
Toda a Sinalização de Emergência e de Rota de Fuga deverá ser executada
de acordo com o projeto e as normas NBR 13434-1 e NBR 13434-2, que tratam do
assunto: ―Sinalização de Segurança Contra Incêndio e Pânico‖.
Nas áreas de garagens e depósitos, deve ser pintada uma área sob os
extintores e hidrantes, em vermelho com bordas amarelas, com o objetivo de evitar que
o acesso ao equipamento seja obstruído. As dimensões estão apresentadas em
projeto.
6.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS
Todos os materiais e equipamentos a serem empregados nas instalações
deverão ter alto nível de qualidade, com padrão tecnológico atualizado e perfeito
enquadramento normativo.
Para comparação, a FISCALIZAÇÃO exigirá todos os certificados de
conformidade dos ensaios ditados pelas normas da ABNT aplicáveis a cada
caso e,
na falta delas, pelas normas internacionais específicas.
Além disso, nos casos em que persistirem dúvidas quanto ao desempenho e
adequabilidade do produto, a exclusivo critério da FISCALIZAÇÃO, serão pedidos
testes laboratoriais de entidades de notória especialização.
6.2.1
SISTEMA AUTOMÁTICO DE SPRINKLERS
6.2.1.1
TUBOS
A tubulação deverá ser executada com tubos rosqueados de aço carbono
galvanizado DIN 2440, com costura para diâmetros de 1"(25 mm) até 3‖ (80 mm) e
ASTM A-53 Schedule 40, com costura para tubulação soldável de 4"(100 mm) e 6‖
(150 mm), com pontas biseladas. A tubulação deverá ser fixada por chumbadores,
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Pt.0901455880
Anexo 1
tirantes e braçadeiras. A distância máxima entre suportes deverá ser de 3 metros. A
pintura deverá ser com fundo anticorrosivo e acabamento com esmalte sintético
vermelho.
A tubulação enterrada deverá ter proteção anticorrosiva adicional com a
aplicação fita anticorrosiva, referência 3M ou similar, sobre os tubos e conexões
previamente pintados.
6.2.1.2
CONEXÕES ROSQUEÁVEIS
Serão em ferro maleável galvanizado, classes 10, conforme NBR 6943 da
ABNT, rosca BSP conforme NBR 6414 da ABNT e pressão de teste 100 Kgf/cm².
6.2.1.3
CONEXÕES PARA SOLDA
Deverão ser em aço sem costura, Schedule 40, com extremidades biseladas
para solda. Referência: figuras 461, 462, 465, 466 e 467 da Niagara. Tendo em vista os
as Normas quanto às conexões, não serão aceitas conexões fabricadas na obra.
6.2.1.4
FLANGES
Deverão ser em aço carbono laminado ASTM - A - 181, Gr. 1 classe ANSI
150, face plana, tipo sobrepor, dimensões conforme ANSI - B16. Referência: figura
494 da Niagara.
6.2.1.5
PARAFUSOS PARA FLANGES
Deverão ser em aço carbono galvanizado, padrão ANSI, com cabeças
sextavadas e com porcas e arruelas de pressão galvanizadas.
6.2.1.6
JUNTA DE EXPANSÃO AXIAL SIMPLES
Junta de expansão metálica, fole e cabo-guia em aço inox, flanges fixos em
aço carbono, diâmetro conforme projeto. Fabricante Dinatécnica ou similar
6.2.1.7
VÁLVULA DE GAVETA
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Anexo 1
Deverá ser em ferro fundido, classe 125 Lbs, pressão de trabalho para água
sem choque a 14 Kgf/cm², com flanges padrão ANSI - B16.1 haste externa ascendente
e volante fixo. Referência: figura 273 da Niagara ou similar.
Essas válvulas serão usadas nas sucções e recalques das bombas de
combate, nas saídas das caixas d’água, nos conjuntos das válvulas de governo e
alarme (VGA), no bloqueio de cada pavimento e na derivação para sistema de
hidrantes.
6.2.1.8
VÁLVULA GLOBO
Deverá ser em bronze, padrão ASTM - B 62, haste ascendente, classe 200
Lbs, rosca fêmea BSP, internos de bronze, disco de vedação plano em teflon
substituível. Referência: figura 12 T da Niagara.
O uso dessas válvulas deverá ser na sucção e recalque da bomba jockey e
nos drenos de fim-de-linha do sistema de sprinklers.
6.2.1.9
VÁLVULA DE ESFERA WORCESTER
Deverá ser em latão forjado, com alavanca em aço carbono e esfera em
latão ou aço inoxidável, diâmetro de 1’’. Referência: figura 301 da Niagara.
6.2.1.10
VÁLVULA DE RETENÇÃO COM PORTINHOLA
Válvula de retenção, com portinhola, de ferro fundido, com anéis de bronze.
Dimensões dos flanges pelo padrão ANSI-B16. 1, pressão de prova de estanqueidade
de 200 Psi. Referência: figura 265 da Niagara.
As válvulas de diâmetro de 2 ½―(65 mm) e abaixo, deverão ser do tipo com
portinhola, porém com corpo em bronze e rosca BSP.
6.2.1.11
VÁLVULA DE GOVERNO E ALARME
A válvula de governo e alarme é uma válvula de retenção projetada de tal
forma que a pressão da água na tubulação do sistema seja mantida até o momento de
ativação de um ou mais sprinklers. Deverá ter registros de drenagem, registros de
testes, registros de silenciamento do alarme, dois manômetros, pressostato de alarme
elétrico, e acessórios. Referência: Metalúrgica Malacxa, Central ou similar.
131
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Pt.0901455880
6.2.1.12
Anexo 1
SPRINKLERS
Sprinkler tipo pendente ½‖, orifício nominal ½‖ (13 mm), com fator ―K‖= 80,
temperatura de operação 68ºC ou 93°C, conforme indicado no projeto, com bulbo de
vidro, acabamento cromado.
Sprinkler tipo upright ½‖ , orifício nominal ½‖ (13 mm), com fator ―K‖= 80,
temperatura de operação 68ºC, com bulbo de vidro, acabamento cromado.
6.2.1.13
PRESSOSTATO PARA BOMBAS
Deverá ser regulável, com mostrador de dois ponteiros, sendo um para
pressão de trabalho e outro para diferencial de pressão, com escala dupla de operação
de 2 a 12 bar e diferencial de pressão de 0,5 a 1,6 bar. Referência: Danfoss,
Telemecanique ou similar. Outros valores de escala podem ser usados desde que as
pressões de operação das bombas sejam mantidas.
6.2.1.14
PRESSOSTATO PARA ALARME ELÉTRICO
Deverá ser regulável, com mostrador de dois ponteiros, sendo um para
pressão de trabalho e outro para diferencial de pressão, com escala dupla de operação
de 5 a 15 psi e diferencial de pressão de 0,2 a 2 psi. Referência: Danfoss,
Telemecanique ou similar.
6.2.1.15
MANÔMETRO
Deverá ser concêntrico do tipo Bourdon, com caixa em aço estampado, aro
em latão cromado, mola em bronze, soquete e mecanismo em latão, com escala dupla
(lbs/pol.². e Kgf/cm²), de 0 a 300 psi, com mostrador de diâmetro de 4’’ e conexão de
½‖. Referência : SCAI ou similar.
6.2.1.16
CHAVE DE FLUXO
Chave de fluxo tipo palheta de inserção, modelo WL 0118 da Tecnofluid ou
similar. Pressão de operação 10 kgf/cm² (máxima), sentido de fluxo unidirecional,
alimentação 24 Vcc ou 0 a 220 Vca, conexão para eletroduto 3/8‖, invólucro IP-65 à
prova de umidade. O diâmetro da tubulação deve seguir os valores apresentado em
projeto.
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Pt.0901455880
6.2.1.17
Anexo 1
QUADRO ELÉTRICO DE COMANDO DE BOMBAS
O Quadro de Comando das Eletrobombas deverá atender estas
especificações na descrição da operação de bombeamento que abastece os sistemas
de sprinklers. Além disso, o mesmo deverá possuir meios para que sejam efetuados os
testes manuais das bombas através de botoeiras.
O quadro elétrico deverá ter:
02 compensadoras de partida, sendo uma para cada bomba de combate.
03 disjuntores independentes, um para cada bomba;
03 contatoras principais para que as bombas operem separadamente, além das
auxiliares;
intertravamento elétrico de forma a evitar que duas bombas funcionem
simultaneamente;
03 lâmpadas indicativas na cor vermelha, sendo uma para cada bomba e quando
ocorrer a operação de qualquer uma delas a lâmpada correspondente se acenderá;
03 lâmpadas indicativas na cor amarela para efetuar a supervisão de fase, estas
lâmpadas serão do tipo NEON e ficarão acesas. Devem ficar apagadas somente
quando ocorrer falta de fase;
botoeiras LIGA-DESLIGA para cada bomba;
régua de bornes numerada.
não é permitido o uso de relês térmicos no circuito elétrico da chave de proteção e
partida automática do conjunto das bombas, porém, isto é permitido para efeito de
sinalização.
esse quadro será interligado com a central de supervisão e alarme.
O quadro de comando das bombas acionadas por motores elétricos deverá
ser fornecido, com no mínimo o seguinte:
desenho dimensional e leiaute de componentes;
diagrama da régua de bornes numerada, indicando a ligação dos equipamentos
externos;
diagrama elétrico interno;
lista de materiais.
6.2.2
SISTEMA DE HIDRANTES
6.2.2.1
TUBOS
A canalização deverá ser executada com tubos rosqueados de aço
galvanizado DIN 2440, com costura para diâmetros de 1"(25 mm) até 3‖ (80 mm) e
ASTM A-53 Schedule 40 com costura para tubulação soldável de 4"(100 mm), com
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Pt.0901455880
Anexo 1
pontas biseladas para solda. A tubulação deverá ser fixada por chumbadores, tirantes e
braçadeiras. A distância máxima entre suportes deverá ser de 3 metros. A pintura
deverá ser com fundo anticorrosivo e acabamento com esmalte sintético vermelho.
A tubulação enterrada deverá ter proteção anticorrosiva adicional com a
aplicação fita anticorrosiva, referência 3M ou similar, sobre os tubos e conexões
previamente pintados.
6.2.2.2
CONEXÕES
As conexões serão em ferro maleável galvanizado, classe 10, conforme
NBR 6943 da ABNT, rosca BSP conforme NBR 6414 da ABNT e pressão de teste 100
Kgf/cm². Referência: Tupy.
6.2.2.3
VÁLVULA GAVETA
As válvulas de bloqueio serão tipo gaveta, corpo e internos em bronze ASTM
B-62, classe 125 lbs, castelo tipo união, haste externa ascendente, extremidades
roscadas. Referência Niagara ou similar.
6.2.2.4
VÁLVULA DE RETENÇÃO
As válvulas de retenção serão tipo portinhola, corpo e internos em bronze
ASTM B-62, classe 150 lbs, tampa roscada, extremidades roscadas (BSP). Referência
Niagara ou similar.
6.2.2.5
VÁLVULA GLOBO
As válvulas tipo globo, em esquadro 45°, corpo em latão ASTM B-30,
entrada com rosca fêmea diâmetro 2.1/2" e saída com rosca macho diâmetro 2.1/2‖.
Referência Bucka Spiero, Niagara ou similar.
6.2.2.6
CAIXA DE INCÊNDIO
Os abrigos terão a forma paralelepipedal, de acordo com detalhe
apresentado no projeto, com dimensões mínimas de 90 cm (noventa centímetros) de
altura, 60 cm (sessenta centímetros) de largura e 20 cm (vinte centímetros) de
profundidade, em chapa # 14; porta com vidro de 3 mm (três milímetros), com a
inscrição INCÊNDIO, em letras vermelhas com traço de 1 cm (um centímetro), em
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Pt.0901455880
Anexo 1
moldura de 7 cm (sete centímetros) de largura; registro (hidrante) de 63 mm (2.1/2‖) de
diâmetro, com adaptador STORZ de 63 mm (2.1/2‖) com redução para 38 mm (1.1/2‖)
de diâmetro, onde será estabelecida a linha de mangueiras, esguicho de jato regulável
e duas chaves para conexão STORZ. Referência Kidde Brasil ou similar.
6.2.2.7
MANGUEIRA
As linhas de mangueiras, com 2 (duas) seções permanentemente unidas
com juntas STORZ prontas para uso imediato, serão dotadas de esguichos reguláveis
de 38m (1 ½‖), de fabricação Kidde Brasil ou equivalente.
As mangueiras serão de 38 mm (1 ½‖) de diâmetro interno, flexíveis, de fibra
resistente à umidade, revestidas internamente de borracha, capazes de resistir à
pressão mínima de teste de 20 kgf/cm2 (vinte quilos por centímetro quadrado), dotadas
de junta STORZ e com seções de 15 m (quinze metros) de comprimento totalizando 30
m por hidrante, fabricação Kidde Brasil ou equivalente.
6.2.2.8
HIDRANTE DE RECALQUE
O registro de passeio (hidrante de recalque) será de fabricação Kidde Brasil
ou equivalente, com 63 mm (2.1/2‖) de diâmetro, dotado de rosca macho, de acordo
com a norma ABNT NBR 6414, e adaptador para junta STORZ de 63 mm (2.1/2‖), com
tampão protegido por uma caixa com tampa metálica medindo 30 cm (trinta
centímetros) x 40 cm (quarenta centímetros), tendo a inscrição INCÊNDIO. A
profundidade máxima da caixa será de 40 cm (quarenta centímetros), não podendo a
borda do hidrante ficar abaixo de 15 cm (quinze centímetros) da borda da caixa.
6.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO
6.3.1
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Os materiais a serem empregados, as obras e os serviços a serem
executados deverão obedecer rigorosamente:
às normas e especificações constantes deste caderno;
às normas da ABNT;
às disposições legais da União do Estado e do Município;
às prescrições e recomendações dos fabricantes;
às normas internacionais consagradas, na falta das normas da ABNT.
Todos os equipamentos e sistemas aqui descritos somente poderão ser
instalados e fornecidos por firmas especializadas e responsáveis pela eficiência,
qualidade e marca de conformidade das peças e cadastradas no CBMRJ, conforme
norma técnica específica.
135
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
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6.3.2
Anexo 1
TESTES
As tubulações dos sistemas de sprinklers e de hidrantes, após a montagem,
deverão ser submetidas a uma pressão de 217 PSI (15 Kgf/cm²) durante 02 (duas)
horas. Ocorrendo vazamentos, os mesmos deverão ser sanados. Deve ser realizado
um novo teste de estanqueidade com a mesma pressão.
O sistema de sprinklers deverá ser testado no ponto hidraulicamente mais
desfavorável, em relação ao bombeamento, ou seja, os sprinklers instalados na área
marcada em projeto (área de aplicação). Os seguintes componentes do sistema
deverão funcionar:
a bomba jockey deverá ser acionada automaticamente devido a descarga d’água no
sprinkler;
a bomba jockey deverá ser desligada automaticamente e em seu lugar deverá entrar
também automaticamente uma bomba de combate;
a central de alarme deverá sinalizar qual bomba está em operação.
O ensaio do bombeamento deverá ser efetuado em conformidade com a
NBR 10897.
6.4
NORMAS REGULAMENTARES
NFPA 13 - Installation of sprinkler Systems - 1991 Edition
ABNT NBR 10897 - Proteção contra incêndio por chuveiro automático
ABNT NBR 12693 - Sistemas de proteção por extintores de incêndio
ABNT NBR 13434-1 / ABNT NBR 13434-2 - Sinalização de Segurança Contra
Incêndio e Pânico
ABNT NBR 6943 - Conexões de ferro fundido maleável, com rosca NBR NMSIO 7-1, para tubulação
ABNT NBR 6414
136
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 7
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
7.1
MEMORIAL DESCRITIVO .............................................................................................. 138
7.1.1
7.1.2
7.1.2.1
7.1.2.2
7.1.2.3
7.1.2.4
7.1.2.5
7.1.2.6
CONSIDERAÇÕES GERAIS .......................................................................................... 138
DESCRIÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO ........................................................................ 138
ENTRADA DE ENERGIA ................................................................................................ 139
REDES ELÉTRICAS E SISTEMAS DE DISTIBUIÇÃO .................................................. 140
SISTEMA DE EMERGÊNCIA E GRUPO GERADOR .................................................... 140
SISTEMA DE ILUMINAÇÃO ........................................................................................... 140
SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS........................ 140
DESENHOS .................................................................................................................... 141
7.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS................................................................................. 141
7.2.1
7.2.2
7.2.3
7.2.4
7.2.5
7.2.6
7.2.7
7.2.8
7.2.8.1
7.2.8.2
7.2.8.3
7.2.8.4
7.2.8.5
7.2.8.6
7.2.9
7.2.9.1
7.2.9.2
7.2.9.3
7.2.9.4
7.2.9.5
7.2.9.6
7.2.9.7
7.2.10
7.2.10.1
7.2.10.2
7.2.11
7.2.12
7.2.13
7.2.14
7.2.14.1
7.2.14.2
7.2.14.3
7.2.14.4
7.2.15
7.2.16
7.2.16.1
7.2.16.2
ELETRODUTOS ............................................................................................................. 142
ELETRODUTOS METÁLICOS FLEXÍVEIS .................................................................... 142
CAIXAS E CONDULETES .............................................................................................. 142
CONDUTORES ............................................................................................................... 143
BARRAMENTOS BLINDADOS....................................................................................... 143
TRANSFORMADORES .................................................................................................. 144
GERENCIADOR DE ENERGIA ...................................................................................... 145
QUADROS GERAIS DE DISTRIBUIÇÃO (QGD) ........................................................... 146
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ......................................................................... 147
TRATAMENTO E PINTURA ........................................................................................... 148
CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS ................................................................................. 148
BARRAMENTO ............................................................................................................... 148
PAINEL DE DISTRIBUIÇÃO DE BT. .............................................................................. 149
DISJUNTORES DE BT. .................................................................................................. 149
QUADROS TERMINAIS DE CARGAS/CIRCUITOS (QCS) ........................................... 152
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ......................................................................... 152
CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS ................................................................................. 153
REQUISITOS DE PROJETO .......................................................................................... 153
ESTRUTURA .................................................................................................................. 155
BARRAMENTO ............................................................................................................... 155
TRATAMENTO DAS CHAPAS ....................................................................................... 156
MANUTENÇÃO ............................................................................................................... 156
SUPRESSORES TRIFÁSICOS PARA QGD-N E QCS .................................................. 157
CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS ................................................................................ 157
CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS ................................................................................. 157
CHAVES E DISJUNTORES............................................................................................ 158
MUFLAS .......................................................................................................................... 159
INTERRUPTORES ......................................................................................................... 159
LUMINÁRIAS E SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO .............................................................. 159
LÂMPADAS ..................................................................................................................... 160
LUMINÁRIAS .................................................................................................................. 160
SISTEMA DE ILUMINAÇÃO EXTERNA ......................................................................... 162
REATORES..................................................................................................................... 162
TOMADAS....................................................................................................................... 163
CONJUNTO GRUPO MOTO-GERADOR ....................................................................... 163
GRUPO GERADOR ........................................................................................................ 164
QUADRO DE PARALELISMO ........................................................................................ 169
137
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
7.2.16.3
7.2.17
7.2.17.1
7.2.17.2
7.2.17.3
7.2.17.4
7.2.17.5
7.2.17.6
7.2.17.7
7.2.17.8
7.2.17.9
7.2.17.10
7.2.17.11
7.2.17.12
7.2.17.13
CHAVE DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA ..............................................................169
SISTEMA DE NO-BREAKS (UPS) ..................................................................................179
DESCRIÇÃO GERAL ......................................................................................................179
RETIFICADOR .................................................................................................................180
INVERSOR ......................................................................................................................180
CHAVE ESTÁTICA ..........................................................................................................181
BY-PASS DE MANUTENÇÃO .........................................................................................181
INSTRUMENTAÇÃO .......................................................................................................181
CONFIGURAÇÕES EXIGIDAS PARA AS ENTRADAS E SAÍDAS DAS UPS ...............181
COMUNICAÇÃO E MONITORAÇÃO EXIGIDA ..............................................................181
DESCRIÇÃO DO SISTEMA ............................................................................................182
RETIFICADOR / CARREGADOR ....................................................................................183
INVERSOR ......................................................................................................................184
CHAVE DE BY-PASS ELETRÔNICA ..............................................................................184
BATERIAS / TESTE DE BATERIAS ................................................................................185
7.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ..............................................................................186
7.3.1
7.3.2
7.3.3
7.3.4
7.3.5
7.3.6
7.3.7
7.3.8
7.3.9
7.3.9.1
7.3.9.2
7.3.9.3
7.3.9.4
7.3.9.5
7.3.9.6
7.3.9.7
7.3.10
ENTRADA DE ENERGIA .................................................................................................186
ELETRODUTOS ..............................................................................................................186
ELETRODUTOS METÁLICOS FLEXÍVEIS .....................................................................187
CAIXAS E CONDULETES ...............................................................................................187
ENFIAÇÃO .......................................................................................................................187
INSTALAÇÃO DE CABOS EM LINHAS SUBTERRÂNEAS ...........................................188
INSTALAÇÃO DE CABOS EM ELETROCALHAS, DUTOS E ELETRODUTOS ............188
QUADROS TERMINAIS DE CARGAS/CIRCUITOS (QC) ..............................................189
CONJUNTO GRUPO GERADOR....................................................................................189
BASE PARA OS GMG .....................................................................................................190
INSTALAÇÃO DE CABOS DE ENERGIA CA .................................................................191
INSTALAÇÃO DOS CABOS DE CORRENTE CONTÍNUA ............................................191
INSTALAÇÃO DO SISTEMA DE ÓLEO COMBUSTÍVEL ...............................................192
ATERRAMENTO..............................................................................................................192
TAMPAS E CANALETAS ................................................................................................192
DIVERSOS.......................................................................................................................193
GERAL .............................................................................................................................194
7.4
NORMAS REGULAMENTARES .....................................................................................196
138
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
7.1
Anexo 1
MEMORIAL DESCRITIVO
O presente memorial tem por objetivo esclarecer os critérios básicos
adotados na elaboração do Projeto Elétrico da Entrada de Energia com Medição em
M.T – 15 kV, Subestação de Transformação de 2.000 kVA e Distribuição Interna em
Baixa Tensão (380/220V), para o edifício do Meio Circulante.
7.1.1
CONSIDERAÇÕES GERAIS
A proposta parte da concepção de um projeto eficiente do ponto de vista
energético, utilizando iluminação moderna e eficiente, integrado ao projeto de
arquitetura.
Neste sentido será adotado o sistema de fornecimento direto da LIGHT, em
média tensão de 13,8KV, e tensão secundária em 380/220V, para alimentação da rede
de iluminação e tomadas da edificação.
Todos os materiais e equipamentos a serem utilizados devem ser de
qualidade superior, de empresas com presença sólida no mercado, com produtos de
linha, de forma a garantir a longevidade das instalações, peças de reposição e
facilidade de manutenção.
Deverão ser observadas as normas e códigos aplicáveis ao serviço em
pauta, sendo que as especificações da ABNT (Associação Brasileira de Normas
Técnicas) e as normas relacionadas nestas especificações serão consideradas como
elementos base para quaisquer serviços ou fornecimentos de materiais e
equipamentos. Onde estas faltarem ou forem omissas, deverão ser consideradas as
prescrições, indicações, especificações e condições de instalação dos fabricantes dos
equipamentos a serem fornecidos e instalados.
7.1.2
DESCRIÇÃO DO SISTEMA ELÉTRICO
Em função das características especiais inerentes ao funcionamento da
edificação, o projeto busca, antes de tudo, garantir níveis elevados de segurança,
confiabilidade e facilidade de manutenção.
Neste sentido será adotado um sistema composto por três tipos de
alimentação de energia distintos, como discriminados a seguir:
Energia Elétrica Normal - Fornecimento direto da LIGHT, com tensão em 380/220V,
para alimentação da rede de iluminação e tomadas do edifício que, em caso de falha
do fornecimento de energia oriundo da concessionária, não influirão de maneira
significativa no funcionamento e na segurança da edificação.
139
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Energia Elétrica de Emergência - Fornecimento através de sistema formado por três
grupos geradores a diesel, com tensão secundária em 380/220V, o qual assumirá as
cargas essenciais e de emergência no caso de falta da concessionária, tais como:
sistemas eletrônicos em geral, parte da iluminação, bombas de recalque, equipamentos
de ar condicionado essenciais, combate a incêndio, sistemas No-Breaks (UPS) e
equipamentos de segurança.
Energia Elétrica via No-Breaks (UPS) - Visando garantir energia elétrica de
qualidade, livre de interferências e sobretensões, para atendimento dos equipamentos
de informática de todo o edifício, será executada uma rede de energia a partir dos NoBreaks, com tensão secundária em 380/220V para todo o prédio. Será distribuída pelos
dutos de piso, eletrocalhas e eletrodutos embutidos, com tomadas especiais 2P+T de
pinos específicos para equipamentos de informática. Também serão atendidos pela
rede de energia via No-Break os equipamentos concentradores de rede, os
equipamentos de segurança da central de detecção de incêndio, do circuito fechado de
TV, do sistema de automação predial e do sistema de sonorização.
7.1.2.1
ENTRADA DE ENERGIA
A entrada em média tensão ocorre em cubículo próprio abrigado, classe 15
KV. O quadro geral de distribuição em baixa tensão será constituído de cubículos auto
suportáveis padrão ―TTA‖, com painel frontal, que alojarão os equipamentos de
proteção e comando dos transformadores. Será subdividido em sete módulos de
800x800x2000mm, sendo três módulos para entrada dos barramentos blindados vindos
dos três transformadores, e quatro módulos para alimentação das cargas consideradas
de serviço normal, conforme planta baixa da subestação elétrica.
A entrada de energia será entregue completa, com a ligação definitiva à rede
pública, em perfeito funcionamento, segundo os critérios definidos pela concessionária.
A contratada terá a responsabilidade de manter com a concessionária os
entendimentos necessários à aprovação da instalação e da ligação à rede. Será de
responsabilidade da contratada a execução de redes subterrâneas, segundo o padrão
exigido pela concessionária, arcando, também, com o custo relativo a estas despesas.
Esta subestação terá capacidade instalada de 2.000KVA e será suprida por
intermédio de três transformadores de 1.000 KVA, um dos quais funcionará como
reserva para substituição imediata, tensão de 13,8KV/380V.
A entrada em média tensão ocorrerá em cubículo próprio abrigado, classe
15 KV. Os quadros gerais de distribuição em baixa tensão serão constituídos de
armários auto suportáveis, com painel frontal, que alojará os disjuntores gerais e
parciais.
A interligação dos secundários dos transformadores com estes quadros será
por meio de barramento blindados tipo ―Bus-Way‖.
140
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
7.1.2.2
Anexo 1
REDES ELÉTRICAS E SISTEMAS DE DISTIBUIÇÃO
As redes elétricas de distribuição atenderão todos os pontos do edifício e
também as áreas externas. Serão executadas através de sistemas troncos em
barramentos de cobre blindados e cofres tipo ―plug-in‖ para os alimentadores dos
quadros elétricos. As instalações dos pontos de tomadas nas áreas de escritórios serão
instaladas através de dutos de piso em alumínio, para dar 100% de blindagem no
sistema elétrico/cabeamento estruturado, conjugado com caixas de saída para
tomadas sob piso elevado; as demais áreas terão distribuição segundo sistema
convencional. Nas áreas externas serão utilizados eletrodutos flexíveis corrugados
especiais (kanalex) em Polietileno de Alta Densidade (PEAD).
Os pontos de força serão alimentados por condutores protegidos por
eletrodutos, e eletrocalhas representados no projeto e descritos no presente caderno
de Especificações Técnicas.
A distribuição dos sistemas elétricos internos e externos está apresentada
nos desenhos do projeto elétrico.
7.1.2.3
SISTEMA DE EMERGÊNCIA E GRUPO GERADOR
Deverá ser fornecido e instalado sistema formado por três grupos motogeradores de emergência que entrarão em funcionamento caso seja interrompido o
sistema de energia da concessionária, para atendimento das cargas vitais do edifício.
Será localizado no térreo ao lado da subestação, conforme planta baixa da subestação
e gerador.
7.1.2.4
SISTEMA DE ILUMINAÇÃO
O sistema de iluminação procura atender as especificidades de cada área da
edificação quanto à eficiência energética, índices luminotécnicos normalizados,
garantindo conforto visual aos trabalhos a serem executados.
Na iluminação geral, em função do tipo de forro e da modulação utilizada,
optou-se por vários tipos de luminárias, conforme descrito nas legendas dos projetos.
A distribuição, especificação e localização
representadas nos desenhos do projeto elétrico.
7.1.2.5
das
luminárias
SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS
estão
141
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Foi projetada a proteção por gaiola de Faraday e pára-raios tipo Franklin,
adotado nível III de proteção, com distribuição de malha captora em cordoalhas ou
cabos de cobre, com sistema de descidas utilizando a ferragem natural dos pilares da
estrutura do prédio, evitando afetar as fachadas com elementos salientes. Todo este
sistema está detalhado no projeto específico de SPDA.
7.1.2.6
DESENHOS
Os desenhos do projeto definem o arranjo geral de distribuição de
luminárias, circuitos e equipamentos. Sempre que possível, os elementos serão
centralizados ou alinhados com as estruturas.
7.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS
Todos os materiais e equipamentos a serem empregados nas instalações
deverão ter alto nível de qualidade, com padrão tecnológico atualizado e perfeito
enquadramento normativo.
A inspeção para recebimento de materiais e equipamentos será realizada no
local da obra por processo visual, podendo, entretanto, ser feita na fábrica ou em
laboratório, por meio de ensaios, a critério da FISCALIZAÇÃO, como previsto neste
caderno de especificações.
Para o recebimento dos materiais e equipamentos, a inspeção deverá
conferir a discriminação constante da nota fiscal, ou guia de remessa, com o respectivo
pedido de compra, que deverá estar de acordo com as especificações de materiais,
equipamentos e serviços.
Caso algum material ou equipamento não atenda às especificações e ao
pedido de compra, deverá ser rejeitado. A inspeção visual para recebimento dos
materiais e equipamentos constituir-se-á, basicamente, do cumprimento das atividades
descritas a seguir:
conferência de quantidades, verificação das condições dos materiais, por exemplo,
estarem em perfeito estado, sem trincas, sem amassamentos, pintados, embalados e
outras.
designação das áreas de estocagem, se em locais abrigados ou ao tempo, levando
em consideração os tipos de materiais. Devem ser estocados em local abrigado os
materiais sujeitos à oxidação, peças miúdas, fios, luminárias, reatores, lâmpadas,
interruptores, tomadas, eletrodutos de PVC e outros. Podem ser estocadas ao tempo
as peças galvanizadas a fogo, cabos em bobinas para uso externo ou subterrâneo.
142
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
7.2.1
Anexo 1
ELETRODUTOS
Só serão aceitos eletrodutos que tragam impressa etiqueta indicando
"classe" e "procedência".
A instalação dos eletrodutos será feita por meio de luvas e as ligações dos
mesmos com as caixas com arruelas e buchas.
Nas instalações embutidas ou aparentes devem ser utilizados eletrodutos de
ferro galvanizado tipo pesado, conforme discriminado no projeto.
As buchas, arruelas, capa, adaptadores, cruzetas, reduções, niples, tês,
joelhos, curvas, braçadeiras e outros acessórios, serão da mesma linha e fabricação
dos eletrodutos respectivos.
Fabricantes: Apollo, Manesmann, Forjasul ou equivalente de mesmo padrão
técnico.
7.2.2
ELETRODUTOS METÁLICOS FLEXÍVEIS
Serão utilizados nas instalações pelo forro (das eletrocalhas e perfilados até
os pontos de interruptores e tomadas nas divisórias ou pilares), sob piso elevado
(interligando os dutos canal de alumínio às caixas de tomadas), alimentação de
motores, comando de chave bóia, e outros equipamentos sujeitos à vibração ou que
tenham necessidade de sofrer pequenos deslocamentos.
Os eletrodutos a serem utilizados serão constituídos por fita de aço enrolada
em hélice revestida por cobertura isolante de PVC incombustível tipo Seal Tube ou
equivalente.
7.2.3
CAIXAS E CONDULETES
Deverão ser utilizadas caixas nos pontos em que sua utilização for indicada
no projeto; nos pontos de emenda ou derivação dos condutores; nos pontos de
instalação de aparelhos ou dispositivos; nas divisões dos eletrodutos; em cada trecho
contínuo, de quinze metros de eletroduto, para facilitar a passagem ou substituição de
condutores.
Deverão ser utilizados conduletes nos pontos de entrada e saída dos
condutores na tubulação; nas derivações e mudança de direção dos eletrodutos;
As caixas de derivação poderão ser, conforme o fim a que se destinem, de
liga de alumínio fundido, de PVC, de chapa de aço esmaltado, galvanizado ou pintado
143
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
com tinta de base metálica. A espessura mínima será equivalente à da chapa n.º 18
MSG.
Fabricantes: Daisa, Wetzel, Mega, Mopa, Tigre, Forjasul ou equivalente.
7.2.4
CONDUTORES
Condutores de cobre eletrolítico de alta condutibilidade e isolamento
termoplástico para 750V ou 1,0kV, conforme indicação do projeto. Serão utilizados
cabos flexíveis tipo Pirastic até bitola de 6mm2. Para bitolas de 10mm2 e superior,
cabos tipo Sintenax, da Pirelli com isolamento 1,0kV ou equivalente técnico.
Os cabos obedecerão às características especiais de não propagação de
chamas e auto-extinção do fogo.
Cabos:
Condutor formado de fios de cobre têmpera flexível, isolamento termoplástico 70°C,
singelo, classe 750V, tipo Pirastic anti-chama, fabricação Prismian, Ficap, ou de
mesmo padrão técnico. Serão aplicadas nos circuitos terminais de carga de
alimentação de iluminação e tomadas e equipamentos de ar condicionado, no interior
do Edifício.
Condutor formado de fios de cobre, têmpera mole, isolamento em PVC 70°C,
singelo, classe 0,6/1,0KV, tipo Sintenax, anti-chama, fabricação Prismian, Ficap, ou de
mesmo padrão técnico. Serão aplicados nos alimentadores de quadros, motores, nas
instalações externas e nos alimentadores dos equipamentos de ar condicionados
externos (cobertura do prédio).
Condutor formado de fios de cobre, têmpera mole, isolamento em EPROTENAX ou
XLP 70°C, singelo, classe 8,7 /15,0KV, tipo Sintefix, fabricação Prismian, Ficap, ou de
mesmo padrão técnico. Serão aplicados na entrada do alimentador da Companhia
Local de Energia Elétrica (LIGHT).
Cordoalha: Cabo de cobre nu, formação a 7 fios, têmpera meio dura, seção
#50mm² e #185mm², fabricação Prismian, Ficap, ou de mesmo padrão técnico. A ser
utilizado no sistema de aterramento, quando não for possível usar a barra de cobre nú,
conforme projeto SPDA.
7.2.5
BARRAMENTOS BLINDADOS
Serão utilizados para transporte e distribuição de energia elétrica ao longo
de toda a edificação, em regime intenso de trabalho. Foram dimensionados para
interligar os transformadores da subestação aos principais centros de carga, como
grupo gerador e no-break e destes à rede de distribuição de cargas e quadros
terminais. Este sistema de distribuição é de alta confiabilidade, perdas reduzidas e
144
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
versatilidade, resultando num excelente desempenho, tanto em instalações abrigadas
como externas.
Os barramentos blindados (BB como indicado em projeto) deverão atender
às normas IEC 439-1/2; são constituídos construtivamente por barras de cobre
eletrolítico ETP de pureza 99% com cantos redondos, responsáveis pela condução de
energia elétrica. As barras são isoladas e espaçadas uma das outras, agrupadas e
fixadas à carcaça de chapa de aço estrutural 20 MSG, do tipo ZAR-230 (CSN) ou
equivalente, dobrada e estruturada e, de espessura nominal 0,91 mm, são
galvanizadas a fogo com espessura média de 36 micras entre faces, sendo então
encaixadas nos pentes ajustáveis antivibratórios, confeccionados de um nylon especial
(poliamida com fibra de vidro), que suporta temperaturas de até 130º C (classe B). Este
conjunto, assim formado, recebe fechamento através de duas tampas, fixado pôr
parafusos à carcaça, uma na parte superior e outra na inferior, de chapa de aço
idêntica àquela também utilizada na carcaça. Este invólucro, assim formado,
completamente blindado e protegido e de alta rigidez mecânica, opera no interior de
ambientes com teor de umidade e poeira normais com proteção IP42 ou IP31
dependendo da capacidade de corrente.
Os barramentos blindados (todos compostos por barras: fases + neutro), e a
carcaça será o condutor de proteção (terra) com conector específico para esta
finalidade, com as correntes nominais indicadas em projeto, serão de fabricação
MEGABARRE ou equivalente.
7.2.6
TRANSFORMADORES
Estão previstos três transformadores com capacidade de 1.000KVA. Cada
transformador será trifásico, tipo distribuição, na classe de tensão de 15 KV, com
ligação AT: triângulo e BT: estrela com neutro acessível, com ''taps'' de AT: 13,8 a 10,2
KV, regulável de 0,6 KV e BT: 380/220 V, na freqüência de 60Hz, isolação de resina
epóxi (mistura de resina epóxi e pó de quartzo torna o transformador Geafol livre de
manutenção, insensível à umidade, adequado para regiões tropicais, ecológico, de
difícil combustão e auto-extinguível), acompanhado, ainda, do certificado de garantia e
resultado dos ensaios, conforme normas da ABNT: NBR-10295 e IEC-726, da seguinte
marca: TUSA, fabricado pela Siemens S.A., ou equivalente aceito pela LIGHT.
Deverá ser provido de barras de cobre para ligação das barras oriundas do
barramento blindado por fase, no lado de Baixa Tensão (parte superior), conectores de
ligação para mufla de 15KV e vergalhão de cobre de diâmetro 3/8‖ (9,5mm), no lado de
Alta Tensão (parte superior), conector para aterramento para cabo de cobre nu de
#50,0mm2. Deve possuir rodas direcionáveis, e ser fabricado para instalação abrigada.
O transformador deverá apresentar a folha de testes e de garantia de
fábrica, ficando a critério da Companhia Energética Local a solicitação de outros testes,
caso julgue necessário.
145
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Deverão possuir sensor de temperatura e relé para alarme e desligamento e
apresentar as seguintes características técnicas:
Grupo de ligação Dyn 1 – 13,8 a 11,4kV – 05 TAPS;
Freqüência 60 Hz;
Classe Temperatura BT: F (105ºC), AT: B (80ºC);
Impedância – 6,00 %;
Pintura padrão – LIGHT – por imersão;
Corrente INRUSH – 12,5 IN.
Deverão apresentar as seguintes características gerais:
Tipo seco – Normas IEC 726 e NBR 10295, provido de comutador mecânico de
derivação dos TAPS de manobrável externamente; terminais laterais para M.T. e B.T,
para ligações superiores dos cabos e/ou barramentos.
Deverão apresentar os seguintes dados de placa:
Placa de Identificação em aço inox;
Diagrama Funcional;
Impedância de curto-circuito;
Perdas e Rendimento;
Deslocamento Angular;
Corrente de Excitação à 60 Hz;
Peso da Parte Ativa;
Dimensões;
Tensão de Impulso
A aceitação ou rejeição dos transformadores não exime o fornecedor de sua
responsabilidade em fornecer os equipamentos em plena concordância com estas
especificações, bem como o atendimento às Normas da LIGHT, nem invalida nenhuma
reclamação baseada na existência de componentes inadequados ou defeituosos.
7.2.7
GERENCIADOR DE ENERGIA
Esta especificação tem por objetivo estabelecer as condições técnicas, para
projeto, fabricação, inspeção e ensaios, para o fornecimento do conjunto
ELO/USO/Gerenciador de Energia c/ Supervisório dedicado - Sistema ELO/USO. Este
transdutor de energia deverá ser fornecido integrado com o gerenciador de energia
através de um cabo isolador óptico tipo serial – (MEL/MEMP-SAGA) ou similar,
incluindo um mini-controlador de cargas de 12 pontos de controle para correção
automática do F.P. dos transformadores TR1 e TR2 valores maiores que 0,92, com
portas (TCP-IP) ethernet para comunicação com a estação de gerenciamento da
automação ou saída para rede corporativa – RS 485. Este gerenciador deverá ser
fornecido com o software de supervisão – tipo SCADA – SISACS – 2000 NET, última
146
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
versão, com protocolos necessários á integração da automação geral via OPC –
Server. Deverá ser fornecido um transdutor principal, tipo MMG (medidor de multi –
grandeza) compatível para medições de energia ativa, reativa, corrente, tensão
trifásica, freqüência, distorções harmônicas até a 31ª ordem, com THD da corrente e
das tensões – tipo CE8001 da ACS ou ETE 30 da ABB ou 2480D da YOKOGAWA
O escopo do fornecimento abrange os seguintes tópicos:
Fornecimento de Módulos remotos para 16 pontos de entrada para supervisão de
contatos do campo.
Painel elétrico para montagem destes componentes, com total integração com o
medidor de energia da concessionária;
Instalações, montagem e testes em fábrica, desenvolvimento do aplicativo e start –
up,
Instalações na obra, start-up e Treinamento.
A aceitação do equipamento pelo proprietário não exime o fornecedor de sua
responsabilidade em fornecer este equipamento em plena concordância com estas
especificações nem invalida nenhuma reclamação baseada na existência de material
inadequado ou defeituoso.
7.2.8
QUADROS GERAIS DE DISTRIBUIÇÃO (QGD)
Os quadros devem ser constituídos de estrutura de cantoneira de chapa de
aço, com barramento trifásico de cobre com correntes nominais indicadas em projeto,
tensão de operação de 380/220V trifásica com neutro e "terra", 60 Hz. A porta frontal
destes painéis deverá ser em material transparente e com moldura em chapa de aço,
fabricação Schneider sistema modular de dimensões:800x800x2000mm, ou
equivalente de outro fabricante, conforme norma NBR IEC 60439-1.
A estrutura destes painéis deverá ser do tipo auto-sustentável, projetada e
construída de acordo com as normas da ABNT e NEMA, onde aplicáveis, e fornecidos
completamente montados, interligados, testados e prontos para serem energizados e
em condições de imediato funcionamento.
Os instrumentos de medição e comutação deverão ser instalados na parte
superior dos quadros, ficando aparentes, na parte frontal, apenas os visores e as
manoplas dos comutadores.
Os barramentos deverão ser de cobre eletrolítico, dimensionados para as
correntes nominais dos sistemas e adequados à tensão de serviço, devendo ser
projetados para resistir, sem se danificar, aos esforços provocados pela corrente de
curto-circuito do sistema. Barras para 3 fases, neutro e terra.
Os seccionadores (disjuntores) deverão ser ligados ao barramento por meio
de barras de cobre eletrolítico.
147
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
As ligações internas para força, controle e medição, pertinentes à fabricação
do painel, deverão ser feitas na fábrica. A fiação externa deverá ser executada pelo
montador, devendo ser ligada diretamente aos conectores dos seccionadores, que
entrarão pela parte superior ou inferior do painel.
Os quadros deverão ser dotados de barra de terra (independente da barra
de neutro), a qual interligará as partes metálicas não destinadas à condução de
corrente. Em duas extremidades deverá haver conectores para cabo de ligação à rede
de terra no local de instalação.
Para identificação dos quadros deverão ser utilizadas placas de acrílico
branco, com gravação em baixo relevo e letras pretas, com dimensões de 150x60mm,
identificação de acordo com o projeto.
7.2.8.1
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS
O projeto dos painéis de baixa tensão deverá obedecer às prescrições da
norma brasileira NBR-IEC60439-1, sendo do tipo TTA (type tested assembly),
conforme regulamentado pela NR10, e pelo código de defesa do consumidor.
A estrutura do painel deverá ser constituída em chapas de aço carbono
aparafusadas, formando um sistema rígido e de grande resistência mecânica.
Deverão ser previstos dispositivos próprios no rodapé, para fixação dos
cubículos por chumbadores rápidos.
As chapas de fechamento dos painéis deverão ser em chapa de aço de
bitola de 16 USG (1,5 mm).
Deverão ser providos de grelhas de ventilação ou exaustores, compatíveis
com o grau de proteção IP 31 e necessidade de ventilação dos componentes internos,
que deverão ser previstos para limitar a temperatura interna em 55ºC.
Grau de Proteção (conforme a norma NBR IEC 60529):
IP 30 - Protegido contra corpos sólidos superiores a 12,5mm e sem proteção
contra água.
IP 31 - Protegido contra corpos sólidos superiores a 2,5mm e contra quedas
vertical de gotas d`água(condensação).
IP 55 - Protegido contra pó ( sem deposição nociva ), e contra projeção de
água de todas direções.
Os cubículos devem ser providos de tampas superior e inferior removíveis
para a passagem dos cabos de potência.
148
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
7.2.8.2
Anexo 1
TRATAMENTO E PINTURA
As partes metálicas dos painéis deverão ser submetidas a um prétratamento anti-corrosivo conforme descrito abaixo:
desengraxamento em solução aquecida, com finalidade de remover todo e qualquer
resíduo de óleo, e graxa da superfície das peças;
decapagem em solução de ácido clorídrico, afim de remover qualquer oxidação;
o
fosfatização em solução aquecida a 80 C;
passivação das peças com uma solução de baixa concentração de ácido crônico,
aquecida, para melhorar as características da aderência e da inibição e ferrugem.
Pequenas peças metálicas como parafusos, porcas, arruelas e acessórios
deverão ser zincadas por processo eletrolítico e bicromatizadas.
A pintura dos cubículos deverá ser por processo eletrostático a pó, base de
resina poliéster
A cor de acabamento final deverá ser RAL 9001. A espessura mínima após
o acabamento, não deverá ser inferior a 80 microns.
As chapas de aço não pintadas deverão ser bicromatizadas.
7.2.8.3
CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS
Os cubículos deverão atender a um sistema elétrico com as seguintes
características elétricas:
Tensão de isolação: ................................................................................................. 1000 V
Tensão de operação: ........................................................................................... 380/220V
Barramento horizontal - conforme diagrama unifilar
Icc (simétrico) .............................................................................................................65 kA
A)
7.2.8.4
BARRAMENTO
Os barramentos deverão ser de cobre eletrolítico com pureza de 99,9% de
perfil retangular com cantos arredondados.
Deverão ser dimensionados de modo a apresentarem uma ótima
condutividade, alto grau de isolamento, dificultar ao máximo a formação de arcos
149
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
elétricos, além de resistir aos esforços térmicos e eletrodinâmicos resultante de curtoscircuitos. Quando for solicitada a montagem do painel encostado na parede, especial
atenção deve ser dada ao acesso de todos os barramentos (principal, secundários,
entrada e saída) no que diz respeito ao acesso para a manutenção e instalação, ou
seja, todos os barramentos devem ser acessíveis pela porta frontal ou fechamento
lateral, sem a necessidade de desmontagem dos componentes.
As superfícies de contato de cada junta deverão ser firmemente
aparafusadas.
As ligações auxiliares deverão ser realizadas por cabos de cobre flexíveis,
anti-chama, bitola mínima de 1,5 mm², e os circuitos secundários dos TC’s deverão ser
executadas com bitola mínima 2,5mm², numeradas, identificadas, com isolação para
750V.
7.2.8.5
PAINEL DE DISTRIBUIÇÃO DE BT.
A construção dos painéis de baixa tensão, será de acordo com os itens
expostos acima.
Será exigida que a proteção da distribuição do sistema de baixa tensão seja
a mais adequada possível, e deve no mínimo atender a norma de instalação brasileira
de baixa tensão no que diz respeito à proteção contra sobre corrente - item 5.3.
Especial atenção deve ser dada ao item 5.3.4 - proteção contra corrente de curtocircuito, e deverá ser atendido na integra para garantir a proteção dos condutores
quanto aos efeitos térmicos (A²s).
A coordenação da proteção deve ser de acordo com o item 7.5.4 da NBR
IEC 60439-1 para garantir que a continuidade de serviço seja garantido no sistema,
mesmo que venha a ocorrer um desligamento por curto-circuito em uma das saídas
alimentadoras.
A disposição e a seleção dos componentes elétricos devem ser de acordo
com a descrição a seguir, a qual possibilita a definição de um painel sem riscos de
erros.
Compartimentação para dar segurança às intervenções atrás do espelho,
deve atender as formas 2b, 3b e 4a / 4b.
7.2.8.6
DISJUNTORES DE BT.
Os disjuntores de baixa tensão deverão ser fabricados de acordo com a
norma IEC 60947-2, aferidos a 40°C. O fabricante do painel será responsável por
qualquer decisão de alteração técnica dos produtos orientados, notadamente nos
150
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
cálculos de desclassificação
que a performance do painel
Aos disjuntores de origem e
suas correntes nominais, um
térmica, ou seja, não será aceito em nenhuma hipótese
seja inferior às intensidades nominais exigidas no projeto.
normalização americana deverão ser aplicadas sobre as
fator de desclassificação térmica de 30%.
Os valores de capacidade de interrupção de curto-circuito devem ser os
valores definidos pelo fabricante como Icu, porém não será admitido que os valores de
Ics sejam menores que 50% de Icu.
Os disjuntores tipo a AR (POWER) oferecem montagem: Fixo
Os disjuntores tipo Caixa Moldada oferecem montagem: Fixo e Plug-in
(desconectável)
7.2.8.6.1 DISJUNTORES TIPO A AR (POWER) PARA CORRENTE NOMINAIS
ACIMA DE 1250A
- Corrente Nominal: ............................................................... conforme diagrama unifilar
- Capacidade de interrupção de curto-circuito: ....................... conforme diagrama unifilar
- Tensão Nominal do isolamento: ......................................................................... 1000 V
- Tensão máxima do serviço: .................................................................................. 690 V
- Freqüência: ........................................................................................................... 60 Hz
- Temperatura: ......................................................................................... 20oC a + 60oC
- Calibração: ............................................................................................................. 40oC
- Contatos Auxiliares Livres: .............................................................................. 2NA/2NF
- Contatos de Alarme: .............................................................................................. 1NAF
- Intertravamento ............................................... (quando solicitado no diagrama unifilar)
- Bobina de Dísparo Remoto ............................. (quando solicitado no diagrama unifilar)
- Bobina de Fechamento .................................... (quando solicitado no diagrama unifilar)
- Operação a Motor ............................................ (quando solicitado no diagrama unifilar)
- Execução: fixo ............................................................................... ver diagrama unifilar
- Unidades de proteção de sobrecarga e curto-circuito que garantam seletividade com
os disjuntores dos demais circuitos.
- Localização:................................................................................. Entrada geral / saídas.
- Proteção de sobre corrente: .............................................. eletrônica / microprocessada
Referência: Linha Masterpact (Schneider Electric)
151
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Fabricante: Schneider Eletric ou de mesmo equivalente técnico.
7.2.8.6.2 DISJUNTORES TRIPOLARES EM CAIXA MOLDADA PARA CORRENTE
NOMINAIS ABAIXO DE 1250A (INCLUSIVE)
- Corrente Nominal: ................................................................conforme diagrama unifilar
- Capacidade de interrupção de curto-circuito: ........................conforme diagrama unifilar
- Tensão Nominal do isolamento: ..........................................................................1000 V
- Tensão máxima do serviço: ...................................................................................690 V
- Frequência: ...........................................................................................................60 Hz
- Temperatura: .......................................................................................... 20oC a + 60oC
- Calibração: ............................................................................................................ 40oC
- Contatos Auxiliares Livres (quando solicitado no diagrama unifilar): .............. 2NA/2NF
- Contatos de Alarme (quando solicitado no diagrama unifilar): ............................... 1NAF
- Intertravamento ............................................... (quando solicitado no diagrama unifilar)
- Bobina de Dísparo Remoto ............................. (quando solicitado no diagrama unifilar)
- Bobina de Fechamento ................................... (quando solicitado no diagrama unifilar)
- Operação a Motor ............................................ (quando solicitado no diagrama unifilar)
- Execução:............................................................................fixa, (ver diagrama unifilar)
- Localização: ..................................... - Entrada e saídas dos quadros de baixa tensão.
- Proteção: termo-magnética para correntes nominais até 250A, e eletrônica /
microprocessada para correntes nominais acima de 400A.
Será dada preferência para disjuntores que comprovadamente garantam a seletividade
entre eles.
Referência: Linha Compact e EasyPact (Schneider Electric)
Fabricante: Schneider Eletric ou de mesmo equivalente técnico.
Observações :
1) As especificações acima limitam-se a direcionar os disjuntores e respectivas
localizações, porém deverá ser seguido o diagrama unifilar para determinação das
capacidades e os disjuntores a serem utilizados.
2) Caso o fabricante do painel venha a utilizar outro disjuntor, deverá ser anexado à
proposta as curvas de limitação de corrente bem como as curvas de limitação de A²s,
para a proteção adequada do circuito, conforme exigido na norma NBR IEC 60439-1.
152
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Anexo 1
Os quadros acima serão do tipo PRISMA PLUS SISTEMA P, PADRÃO
―TTA‖, conforme norma NBR- IEC 60439-1 de fabricação Schneider com montagem e
testes de rotina conforme item 8.1.2 da norma citada.
Todos os componentes dos quadros(disjuntores, chaves, comandos e etc)
devem ser de fabricação Schneider, ou de mesmo equivalente técnico.
7.2.9
QUADROS TERMINAIS DE CARGAS/CIRCUITOS (QCS)
Os Quadros de Distribuição de Energia de Baixa Tensão serão executados
conforme discriminação e especificações do projeto e apresentar as características
construtivas e técnicas mínimas descritas nos itens a seguir.
7.2.9.1
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS
Os Quadros serão do tipo sobrepor ou embutir, construído em chapa de aço
SAE 1020. Serão compostos por caixa e chassi básico que conterá normalmente o
disjuntor geral, barramentos (fase, neutro e proteção), disjuntores parciais, interruptores
de corrente de fuga tipo "DR", contatoras, espelho, porta, etc..
Deverão possuir tampas (superior e inferior) removíveis para facilitar a
instalação dos eletrodutos. As tampas de acesso superior e inferior deverão ser
confeccionadas em material idêntico ao do quadro. As tampas flanges deverão
confeccionadas em material idêntico ao do quadro e/ou eletrocalha.
Todos os quadros deverão ser identificados com a nomenclatura indicada no
projeto através de plaquetas de acrílico com caracteres brancos em fundo preto,
medindo no mínimo 80x30mm e aparafusadas nas portas dos mesmos. Na parte
posterior e inferior da porta deverá ser prevista uma plaqueta em alumínio com
marcação indelével contendo as seguintes informações:
Nome do fabricante ou marca;
Tipo, modelo ou nº de fabricação;
Ano de fabricação;
Potência, corrente, freqüência e tensão nominal;
Nº de fases;
Capacidade de curto circuito e corrente dinâmica;
Grau de proteção;
As plantas elétricas, contendo os diagramas unifilares de cada quadro, após
a instalação dos mesmos, serão armazenados no seu interior em porta-planta
confeccionado em plástico apropriado.
153
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Anexo 1
Os disjuntores deverão ser identificados com plaquetas de acrílico de fundo
preto com caracteres brancos com a codificação dos respectivos circuitos.
A fixação das plaquetas será feita com cola resistente à temperatura e
umidade.
O barramento deverá comportar uma corrente no mínimo igual à carga
instalada mais 50%. As barras secundárias deverão ter capacidade de condução
mínima compatível com as cargas previstas no projeto.
As características técnicas de ampacidade dos barramentos deverão
atender aos ensaios de elevação de temperatura de acordo com a norma NBR IEC
60439-1.
O barramento principal deverá possuir capacidade de suportar a corrente de
curto circuito presumida de projeto com relação aos esforços eletrodinâmicos que
aparecerão nas barras até a atuação do dispositivo de proteção do disjuntor geral,
conforme NBR IEC 60439-1.
As distâncias de fixação dos barramentos entre si e as partes metálicas do
quadro deverão estar compatíveis com a tensão de isolamento prevista no projeto. Os
isoladores sobre os quais os barramentos estarão apoiados deverão possuir tensão de
isolamento compatível com a tensão nominal de projeto, conforme NBR IEC 60439-1.
7.2.9.2
CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS
- Tensão de isolamento nominal: até 1000 VAC
- Tensão de operação nominal: até 690 VAC
- Freqüência: 60 Hz
- Corrente ou amperagem nominal: até 630 A
- Icw (1s) : até 25 kA
Os barramentos deverão ser projetados para montagem em suportes
isolados em quantidade suficiente para a aceitação das forças eletrodinâmicas
resultantes do fluxo de corrente de curto-circuito assimétrica de pico (pico de 53 kA).
O barramento principal do sistema de aterramento deverá estar em
conformidade (definido no padrão IEC 60984): [ TNS ].
7.2.9.3
REQUISITOS DE PROJETO
Os painéis deverão estar em conformidade com o padrão NBR IEC 60439-1,
relativos à construção de conjuntos do tipo testados (TTA).
154
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Anexo 1
Os painéis de baixa tensão deverão ser conjuntos do tipo testados (TTA),
sendo que certificados de testes deverão estar disponíveis, em conformidade com o
padrão NBR IEC 60439-1. Estes certificados deverão mencionar a marca do quadro de
distribuição de ligações e do mecanismo de controle, embutidos durante os testes. A
substituição do quadro de distribuição de ligações e do mecanismo de controle, durante
a fase de testes, por qualquer dispositivo que não assegure a mesma função, não
deverá ser aceita.
Todos os painéis devem ser providos de dispositivos de proteção,
aterramentos, isolação de terminais energizados e sinalização padronizada, conforme
requisitos da NR10.
O ambiente de instalação apresenta as seguintes características:
-
Altitude: ≤ 1000m
Temperatura-ambiente: padrão
Temperatura-ambiente média por um período de 24 h: 35° C
Umidade relativa: padrão (80% - 35° C)
Ambiência climática: padrão
A seleção dos componentes do painel deverá ocorrer em conformidade com
o padrão IEC 60947. Os componentes selecionados deverão ser os mesmos que
constam nos relatórios de ensaio de tipo dos painéis. O sistema deverá tornar possível
a implementação de distribuição fixa, posicionada lado a lado, que em conjunto
constitua um volume único.
O sistema de construção deverá fornecer um conjunto completo de
elementos para instalação fixa, além de dispositivos de proteção, dispositivos de
medição e dispositivos de monitoramento / controle no quadro de distribuição de
ligações.
Os painéis de baixa tensão deverão assegurar a segurança do operador,
bem como proporcionar um alto nível de continuidade de serviço.
A segurança da comutação deverá ser assegurada por um dispositivo
mecânico que evite a remoção sob carga e o acesso sob carga a peças energizadas,
exceto caso um procedimento definido seja estritamente seguido e ferramentas
definidas sejam utilizadas, conforme exigência da NR 10.
A interrupção de corrente deverá ser do tipo (―seccionamento plenamente
aparente‖) ou do tipo ―indicação de contato positivo‖, conforme definido pelo padrão
IEC 60947-3.
Em vista da redução do risco de choques elétricos os circuitos de controle e
potência deverão ser separados e completamente isolados.
155
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Anexo 1
Deverão ser previstas facilidades de executar inspeção visual ou termovisão
em zonas críticas do equipamento, durante sua operação de forma que garanta a
segurança do operador.
7.2.9.4
ESTRUTURA
Grau de proteção IP 31, em conformidade com o padrão IEC 60529.
Nos casos das portas das unidades funcionais serem abertas na posição de
teste ou removidas, seu grau de proteção será no mínimo IP21. Certificados de testes
do tipo IP deverão estar disponíveis, em conformidade com o padrão IEC 60529.
Grau de proteção mecânica IK: 08/10.
Separação - barramentos segregados por barreiras, conformidade com NBR
IEC 60439-1.
A ventilação natural ou forçada deverá tornar possível a operação dos
componentes do quadro de distribuição de ligações e do mecanismo de controle,
dentro das faixas de temperatura recomendadas.
Os quadros deverão atender as dimensões mínimas indicadas em projeto.
7.2.9.5
BARRAMENTO
Os painéis de baixa tensão deverão ser montados em unidades funcionais
identificados, incluindo o compartimento das barras, componentes (disjuntores,
contatores, relés, etc), cabos e acessórios.
O cobre utilizado nos barramentos deverá ser do tipo eletrolítico, com
99,00% de cobre puro. A classe de isolamento dos barramentos deverá ser 1.000V.
Junções, emendas, das barras deverão ser de cobre nú. Os compartimentos
deverão ser instalados dentro de um encapsulamento de metal com paredes que
proporcionem proteção contra o contato direto com pontos energizados e garanta grau
de proteção IP 21.
A estrutura, as partes externas (portas, tampas laterais e traseiras, e partes
superiores) e as peças internas deverão ser feitas em chapa de aço e protegidos por
uma camada de tinta epóxi.
Os painéis deverão ter um circuito de aterramento que inclua uma barra que
possa ser removida para fins de isolamento, durante as medições de isolação quando
necessárias (a remoção da barra deverá exigir uma ferramenta).
156
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Anexo 1
Os barramentos principais de força deverão ser instalados na parte traseira
das colunas.
Todos os barramentos deverão ser dimensionados e suportados de forma a
resistir os efeitos térmicos e mecânicos das correntes de curto-circuito, onde a corrente
nominal do barramento principal deverá ser no mínimo igual ou superior à do disjuntor
de alimentação.
Para as correntes nominais, a temperatura dos barramentos não deverá
ultrapassar 70ºC, considerando 40ºC a máxima temperatura ambiente.
Os dispositivos e parafusos de fixação das barras deverão ser de aço de alta
resistência.
Os barramentos
recomendadas pela ABNT.
deverão
ser
identificados
com
fitas
nas
cores
Fases: (A) azul escuro, (B) branco e (C) violeta.
7.2.9.6
TRATAMENTO DAS CHAPAS
As chapas de aço utilizadas na fabricação dos painéis elétricos devem
possuir tratamento de zincagem eletrolítica.
A pintura deve ser eletrostática com tinta a pó, a base de resina poliéster. A
cura da película da tinta deve ser realizada numa temperatura de aproximadamente
200 ºC, durante 20 minutos. A camada aplicada não deve apresentar porosidades. As
resistências químicas, mecânicas e acabamento final devem apresentar resultados
superiores ao processo por pintura líquida.
A cor de acabamento interna e externa deve ser Bege RAL 9001. A
espessura mínima após o acabamento deverá ser de 60 microns.
Os critérios de inspeção são os seguintes:
- cor e brilho : visual
- aderência : testes conforme ABNT-NBR 11003
Pequenas peças metálicas como parafusos, porcas, arruelas, montantes,
suportes em geral, perfis de fixação e acessórios deverão ser zincadas por processo
eletrolítico e bicromatizadas.
7.2.9.7
MANUTENÇÃO
157
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Anexo 1
O fabricante do painel deverá prestar toda assistência necessária,
possibilitando o fornecimento do pessoal e das peças exigidas para cada operação. O
fabricante deverá fornecer procedimentos adequados e, se aplicável, assessoria em
logística.
Os quadros acima serão do tipo PRISMA PLUS SISTEMA G e/ou quadros
modulares PRAGMA, PADRÃO ―TTA‖, conforme norma NBR- IEC 60439-1 de
fabricação SCHNEIDER com montagem e testes de rotina conforme item 8.1.2 da
norma citada.
Todos os componentes dos quadros (disjuntores, chaves, comandos e etc)
serão de fabricação da Schneider, ou de mesmo equivalente técnico.
7.2.10
SUPRESSORES TRIFÁSICOS PARA QGD-N E QCS
Deverá ser instalado pelo Instalador/Integrador um circuito de proteção trifásico e
neutro contra sobretensões (surtos transitórios elétricos) na rede de energia, utilizado
como proteção primária nos QGD-N (65 KA) e em cada QCs (18 KA).
As sobretensões residuais durante o funcionamento deste protetor serão inferiores a
1,5KV - 12 KA. Adequado para instalação em paralelo com a rede de energia.
O circuito de proteção contra surtos transitórios utilizará varistores de óxido de zinco de
alta capacidade energética, associados a fusíveis tipo cartucho nos condutores
protegidos.
Quando são submetidos à sobretensões muito elevadas e freqüentes, acima de sua
capacidade de absorção de energia, o circuito de proteção será desconectado pela
reação do fusível proporcionando também a sinalização local através de ―led`s‖.
7.2.10.1 CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS
 Acondicionamento: caixa plástica injetada em ABS não-propagante a chama, ref.
06025;
 Conexão de entrada: bornes a parafuso para cabos seção nominal de até 16mm;
 Conexão de saída: bornes a parafuso para cabos seção nominal de até 16mm;
7.2.10.2
CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS
 Tensão nominal: de 220 a 380 Volts (60 Hz);
 Número de condutores protegidos: 3 (três);
Corrente nominal: não aplicável (instalação em paralelo);
 Configuração da proteção: varistores de óxido de zinco;
158
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Anexo 1
 Tempo de resposta: menor que 25 (vinte e cinco) nano segundos;
 Corrente máxima de surto não repetitiva: 48.000 Amperes - 8x20µs;
 Tensão de Clamping:
430 Volts - 1mA – 100 V/s,
715 Volts - 100 A - 8x20µs,
1.200 Volts - 5 KA - 8x20µs,
 Tolerância de tensão: 10 %;
 Proteção de sobrecorrente e curto circuito: através de fusíveis tipo cartucho;
 Sinalização (indicador) de proteção em serviço: Através de ―led`s‖.
Fabricante: Clamper Indústria e Comércio Ltda., Intelli, Siemens, ou Phoenix
Contact.
7.2.11
CHAVES E DISJUNTORES
Chaves Seccionadoras para Abertura Sem Carga. Deverão ser para
instalação abrigada, tripolar, modelo L-TRI 5, de fabricação GEC ALSTHOM T & D
(Sprecher Energie) com comando manual, intertravamento mecânico tipo ''KirK'',
tensão de 15KV, corrente nominal de 400A e freqüência de 60 Hz, com contato NA no
eixo da manobra para intertravamento elétrico.
Disjuntor de Média Tensão (15KV). Deverá ser do tipo à Vácuo, motorizado,
para montagem em cubículo blindado, comando automático/manual, com bobina de
desligamento, contatos auxiliares, tensão de serviço de 15KV, tensão de comando de
220 VCA, corrente simétrica de interrupção de 15 KA, e corrente nominal de 630 A,
intertravamento tipo ''KIRK'' modelo 3AH5113-2 de fabricação Siemens ou Schneider.
Deverá possuir relés secundários, com painel digital acoplado na parte frontal do
disjuntor, tipo URPE 7106 ou URPE 7104 de fabricação Pextron ou equivalente, com
corrente nominal indicada em projeto (ver diagrama unifilar).
Disjuntor Geral de Baixa Tensão (entradas do
caixa aberta, tripolar a seco, de execução fixa para
acionamento remoto, de 2.000A de corrente nominal
capacidade de ruptura de 65KA, da linha Masterpact –
unifilar).
QGD-N). Deverá ser do tipo
instalação em painel, com
(rele térmico em 1.500A),
Merlin Gerlin (ver diagrama
Os disjuntores dos quadros parciais serão do tipo alavanca, montados sobre
trilho padrão DIN, com proteção termomagnética conjugada; destinam-se à proteção de
circuitos de força e de iluminação, padrão IEC.
Os disjuntores deverão ter dupla proteção, compreendendo dois sistemas
independentes em cada pólo, um térmico para proteção de sobrecarga e outro
magnético para proteção de curto-circuito.
159
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Salvo indicação em contrário, serão em caixa moldada de material termofixo
de alta rigidez dielétrica com estrutura especialmente adequada para resistir a altas
temperaturas e absorver os esforços eletrodinâmicos desenvolvidos durante o curtocircuito.
Deverão possuir disparo livre, isto é, ocorrendo uma situação de sobrecarga
ou curto circuito, o mecanismo interno provoca o desligamento do disjuntor. Este
disparo não pode ser evitado mesmo mantendo-se o manipulador preso na posição
ligado.
Deverão ser providos de câmara de extinção de arcos elétricos assegurando
a interrupção da corrente em fração de segundos, propiciando maior vida útil dos seus
contatos.
Os contatos principais do disjuntor deverão ser fabricados em pratatungstênio ou equivalente que suporte elevada pressão de contato, ofereça mínima
resistência à passagem de corrente elétrica e máxima durabilidade.
Deverão possuir a amperagem, nº. de pólos e capacidade de interrupção
que atendam ao projeto, e também às prescrições da norma NBR-5361.
Fabricante: Schneider (Merlin Gerin) ou equivalente técnico.
7.2.12
MUFLAS
Deverão ser do tipo terminal para cabo singelo, com corpo em porcelana e
isolamento extrudado, classe de tensão de 15KV, e terminal para cabo de seção
50mm2 , do tipo Sintenax, classe 15KV, de fabricação Pirelli ou similar ABB ou
Raychem, desde que aceitas pela LIGHT.
7.2.13
INTERRUPTORES
Serão simples, duplos, triplos, paralelos, etc., de acordo com as
especificações do projeto. Marcas Prime ou equivalente Pial.
7.2.14
LUMINÁRIAS E SISTEMAS DE ILUMINAÇÃO
O sistema de iluminação será composto por diversos tipos de lâmpadas e
luminárias, definidos e especificados no projeto, e que atendem a características
luminotécnicas específicas para cada ambiente, especialmente no que diz respeito ao
uso, à temperatura de cor, ao fluxo luminoso e às condições de utilização.
Caso sejam propostos modelos diferentes dos especificados a
CONTRATADA deverá consultar a FISCALIZAÇÃO e apresentar o modelo alternativo
160
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Pt.0901455880
Anexo 1
com os dados fotométricos e amostras das luminárias propostas, que serão checadas
através de testes e medições laboratoriais realizadas em condições similares.
Caso seja necessária a comprovação oficial, essas medições deverão ser
realizadas no laboratório do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de
São Paulo.
7.2.14.1
LÂMPADAS
As lâmpadas referentes às luminárias a serem instaladas, conforme projeto,
deverão obedecer aos requisitos mínimos gerais constantes das normas específicas.
Devendo garantir o nível de iluminação adequado para cada ambiente, em função de
sua área e das atividades neste desenvolvidas. A temperatura de cor deverá ficar entre
2700 à 4000K.
As lâmpadas fluorescentes compactas, sempre que possível, deverão ser do
tipo 4 pinos para serem ligadas com reatores eletrônicos.
Lâmpadas Tubulares Fluorescentes FH-T5/21-840 de diâmetro 16mm.
As lâmpadas a serem instaladas serão de alta eficiência, de potência
28Watts ou 14Watts, trifósforo, temperatura de cor 4000ºK, fluxo luminoso nominal
2900 lm ou 1350 lm, índice de reprodução de cores 85%, de fabricação Osram ou
Philips.
Os bulbos deverão ser isentos de impurezas, manchas ou defeitos que
prejudiquem o seu rendimento, ao longo de sua vida útil.
As lâmpadas deverão apresentar, no mínimo, as seguintes marcações
legíveis no bulbo ou na base:
potência nominal (W);
designação da cor;
nome do fabricante ou marca registrada.
Marcas de referência: Osram ou Philips.
7.2.14.2
LUMINÁRIAS
As luminárias obedecerão, naquilo que lhes for aplicável, às normas da
ABNT, sendo construídas de forma a apresentar resistência adequada e possuir
espaço suficiente para permitir as ligações necessárias.
Independentemente do aspecto estético desejado devem ser observadas as
seguintes recomendações:
161
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
todas as partes de aço serão protegidas contra corrosão, mediante pintura,
esmaltagem, zincagem ou outros processos equivalentes;
as partes de vidro dos aparelhos deverão ser montadas de forma a oferecer
segurança, com espessura adequada e arestas expostas, lapidadas, de forma a
evitar cortes quando manipuladas;
os aparelhos destinados a ficarem embutidos deverão ser construídos em material
incombustível e que não seja danificado sob condições normais de serviço. Seu
invólucro deve abrigar todas as partes vivas ou condutores de corrente, condutos,
porta - lâmpadas e lâmpadas;
aparelhos destinados a funcionar expostos ao tempo ou em locais úmidos deverão
ser construídos de forma a impedir a penetração de umidade em eletroduto, porta lâmpada e demais partes elétricas. Não se deve empregar materiais absorventes
nestes aparelhos.
As luminárias, conforme projeto, para lâmpadas fluorescentes terão corpo e
aletas anti-ofuscamento planas, em chapa de aço não inferior a bitola USG nº. 22,
tratada com banhos desengraxante, desoxidante, fosfatizante e neutralizante. Pintura
por processo eletrostático, com resina híbrida epóxi/poliéster (camada média de 70
micra).
As luminárias para lâmpadas de vapor metálico, halógenas, incandescentes
e fluorescentes compactas terão anel de fixação e suportes em chapa de aço não
inferior a bitola USG nº. 22, tratada com banhos desengraxante, desoxidante,
fosfatizante e neutralizante. Pintura por processo eletrostático, com resina híbrida
epóxi/poliéster (camada média de 70 micra).
Os refletores em chapa de alumínio não inferior a 1,0 mm (peças repuxadas)
e 0,5mm (demais peças), tratada e anodizada com acabamento brilhante.
Os soquetes para as lâmpadas incandescentes, em porcelana reforçada,
rosca E-27, corpo cônico, ferragens em latão, marca Lorenzetti; e para as lâmpadas
fluorescentes compactas, porta-lâmpada marca Lorenzetti ou Panam em PVC.
Os projetores para lâmpadas de descarga terão corpo em chapa de alumínio
com espessura não inferior a 2,0 mm. Pintura por processo eletrostático, com resina
híbrida epóxi/poliéster (camada média de 70 micra).
O refletor em chapa de alumínio importado alto brilho ou alumínio nacional
com garantia de anodização e espessura não inferior a 0,5mm, com acabamento
anodizado brilhante.
Quanto à fiação, as ligações entre os terminais das lâmpadas e o
equipamento auxiliar de partida rápida deverão ser feitas com cabos de cobre
eletrolítico de 0,75mm² no mínimo, o rabicho para ligação externa deverá ser feito com
cabo PB de 3x1,5mm², no mínimo.
162
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Anexo 1
Os difusores e visores em vidro temperado com espessura não inferior a
4,00mm, devem garantir a filtragem de radiações ultravioleta;
As luminárias deverão ser providas de sistema que permita fácil substituição
das lâmpadas sem o uso de ferramentas. O reator deverá estar em local de fácil
acesso.
A conexão da fiação de alimentação das luminárias deverá ser feita por meio
de sistema "plug-in", de modo a facilitar a substituição de reatores/luminárias, dando
celeridade aos serviços de manutenção.
Todo aparelho deverá apresentar, marcado em local visível, o nome do
fabricante ou marca registrada, a tensão de alimentação e as potências máximas dos
dispositivos que nele podem ser instalados (lâmpadas, reatores, etc.).
7.2.14.3 SISTEMA DE ILUMINAÇÃO EXTERNA
As luminárias externas devem ser construídas em chapa de alumínio
reforçada para ambientes agressivos, fechamento com vidro temperado plano,
proteção por aro de borracha silicone e fechos de aço inoxidável aparafusado.
Soquetes específicos para cada tipo de lâmpada, conforme especificações
referenciadas e contidas na legenda do projeto elétrico.
A tubulação enterrada será envolta em uma camada de areia, disposta a
uma profundidade mínima de 1,0 metro.
Luminárias para jardins com lâmpadas específicas com base E-27, fechada,
fundida em liga de alumínio à prova de tempo, acabamento na cor, conforme
especificações contidas na legenda do projeto elétrico.
Os projetores deverão ser retangulares, fechados, fundidos em liga de
alumínio vedado contra poeira e umidade. Refletor de alto rendimento luminotécnico.
Acabamento pintado na cor, conforme especificações e referências contidas na
legenda do projeto elétrico.
7.2.14.4
REATORES
Para as lâmpadas fluorescentes tubulares FH-T5, serão utilizados reatores
eletrônicos, de alta freqüência (40 kHz), alto fator de potência (mínimo de 0,98), 60 Hz,
fator de fluxo acima de 0,9, baixa distorção harmônica, partida rápida, 220 volts, para
lâmpadas fluorescentes tubulares de 28W ou 14W, conforme indicado em projeto,
garantia mínima de 5 anos.
Estes reatores devem apresentar as seguintes características:
163
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Anexo 1
- consumo de energia praticamente igual a zero;
- fator de potência igual ou superior a 98%, dispensando assim o uso de capacitores
de compensação;
- menor aquecimento de ambiente e menores perdas;
- ausência de ruído. Os reatores eletrônicos devem operar entre 30 e 70 kHz, acima
da faixa de audição humana;
- ausência do efeito estroboscópio e a cintilação, proporcionando maior conforto
visual;
- filtros harmônicos incorporados, permitindo que os reatores eletrônicos sejam
instalados sem causar qualquer interferência em equipamentos eletrônicos
presentes nos diversos locais da edificação;
- circuitos de proteção integrados, desligamento automático de lâmpadas defeituosas
ou que se encontram em fim de vida, e religamento automático quando substituídas.
Proteção contra surtos de tensão e sobretensão;
- elevada durabilidade, superior a 50.000 horas, em condições adequadas de tensão
e temperatura.
Marcas/modelos de referência: Quicktronic QT-FH DUPLOS 2x14w ou
2x28w de fabricação Osram, ou equivalente de fabricação Philips, em toda a
edificação.
7.2.15
TOMADAS
Tomadas de parede para energia Normal: completa, de embutir, com placa
de baquelite, base de baquelite, modelo universal com Terra 15A-250V, de fabricação
Prime ou equivalente. Outras referências ver especificação na legenda do projeto
elétrico.
Tomadas de parede ou piso para energia No-break (UPS): completa, de
embutir, tipo ''Computador'' de fabricação Prime. Outras referências ver especificação
na legenda, projeto elétrico.
7.2.16
CONJUNTO GRUPO MOTO-GERADOR
Devem ser fornecidos e instalados três (03) grupos geradores a diesel, com
capacidade de 400KW (500KVA) em regime de emergência ou 365KW (456KVA) em
regime de fonte principal, 60 Hz, com sistema de arrefecimento por radiador e
respectivo sistema de controle microprocessado para gerenciamento do grupo gerador.
Acessórios incluídos por grupo gerador:
02 baterias de partida de 12 V, com respectivos cabos e conectores;
01 flexível de escape;
01tanque de combustível de 400Litros montado no chassi do grupo gerador;
01 sistema de pré-aquecimento do motor;
164
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Anexo 1
01 jogo de manuais técnicos;
kit de atenuação de ruído composto por dois atenuadores de ruído para entrada e
saída de ar (com dimensões de 1400mm de largura, 1800mm de altura, sendo 600mm
de profundidade para o atenuador de entrada e 900mm para o de saída) garantindo um
nível de ruído menor ou igual a 85 dB (A) a 1,5 metro de distância da sala;
03 oxicatalisadores com silencioso hospitalar conjugado.
Também deve ser fornecido e instalado um tanque de combustível com
capacidade de 6.000 litros, para instalação aérea, no pátio externo à subestação, com
as seguintes características:
parede simples
fabricado e testado conforme projeto de norma PN 34:000.04-024 da ABNT
aço-carbono ASTM A36 ou A283
receber jateamento abrasivo padrão SA 2 1/2
revestido com uma demão de tinta de fundo anti-corrosivo Epóxi Fosfato de
Zinco N-2630 de alta espessura e acabamento em poliuretano alifático N-1342 na cor
branca, fabricação Confab ou similar.
Deve ser fornecido e instalado um painel de paralelismo composto por 03
(três) disjuntores tripolares de capacidade de 1.000A, responsável em realizar o
paralelismo das máquinas em um barramento.
A porta da sala deverá ser acústica com dimensões de 1.600mm de largura e
2.100mm de altura.
Marca/modelo de referência do grupo gerador: Cummins Power Generation,
modelo C400 D64 com comando microprocessado Power Command 3100.
7.2.16.1
GRUPO GERADOR
Os geradores devem desenvolver a potência nominal de 500/400 kVA/kW
em Stand-by e 456/365 kVA/kW em Prime Power, trifásico, 60Hz, 380/220V, com as
características abaixo:
7.2.16.1.1
MOTOR DIESEL
Motor Diesel CUMMINS modelo NTA855-G5, turbinado, sistema de injeção
direta, sistema de arrefecimento através de radiador com ventilador acoplado e tanque
de expansão incorporado, 6 cilindros em linha, desenvolvendo 451 kWm de potência
bruta a 1800 RPM em stand-by, construção específica para acionamento de
alternadores elétricos, com baixos índices de emissões e máximo aproveitamento do
combustível.
165
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Anexo 1
As características técnicas principais do motor NTA855-G3 são as seguintes:
-
motor de partida elétrico 24V
alternador de carga de baterias acionado por correia
bomba injetora Cummins PT
governador eletrônico
válvula solenóide de parada de combustível 24V
filtro de ar com elemento seco substituível e indicador de restrição
filtro de combustível separador de água
filtro de óleo lubrificante roscado de fluxo total
7.2.16.1.2
ALTERNADOR
Alternador marca CUMMINS, single bering, sem escovas, Brushless, 4
pólos, síncrono, trifásico, com PMG*, classe de isolação e elevação de temperatura,
impregnação à vácuo, grau de proteção IP-23, próprio para cargas deformantes,
acoplamento direto ao motor através de discos flexíveis, arrefecimento por ventilador
montado no próprio eixo, com regulador de tensão, 60 Hz, 1800 RPM, reconectável em
diferentes tensões.
*PMG – GERADOR DE IMÃ PERMANENTE
Equipamento instalado nos Grupos Geradores Cummins, que fornece
energia ao regulador eletrônico de tensão independente da tensão de saída do
alternador. Este recurso permite que o grupo gerador apresente melhor desempenho
na partida de motores e melhor imunidade ao efeito de harmônicas induzidas por
cargas não lineares.
7.2.16.1.3
POWER COMMAND CONTROL
O quadro de comando e controle automático marca Cummins, tipo
PCC3100, montado sobre o grupo gerador, contém todo o automatismo de partida,
parada e supervisão automática, e demais circuitos auxiliares necessários ao
funcionamento do grupo gerador.
O quadro deve ter comando com controle microprocessado, baseado em
um sistema de última geração, um módulo informatizado de comando e gerenciamento
projetado para o controle, comando medição e supervisão de Grupos Geradores.
O sistema deve permitir as seguintes facilidades:
- Sistema de Partida Inteligente – redução de fumaça preta na partida, controlando
nível de emissão de gases.
- Sistema de Monitoramento da Bateria – Advertência do estado fraco da bateria.
o
166
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Anexo 1
- Load Sharing para Paralelismo – Linha de divisão de carga proporcional à potência
do grupo gerador.
- Controla permanentemente as grandezas elétricas para detectar uma irregularidade.
- Exibe mensagens de alarme e de defeitos, por hora de funcionamento.
- Exibe na tela parâmetros elétricos como, por exemplo, tensão, corrente, potência
ativa e freqüência.
- Projetado, fabricado, testado e certificado pela UL, NFPA, ISO, IEC e CSA.
A alimentação do quadro de comando deve ser em 24 Vcc.
O interior do quadro deve incorporar em uma única placa toda a parte de
comando, o governador eletrônico de velocidade do motor e o regulador automático
de tensão (AVR) tendo com isso uma atuação e resposta muito mais rápida do
sistema.
O controle de proteção efetiva do grupo gerador AmpSentry é um sistema de
proteção de sobrecorrente e curto-circuito para o grupo gerador, onde sua curva de
atuação substitui a curva do disjuntor.
Sempre que o AmpSentry atua, o funcionamento do grupo gerador é
interrompido, o que garante o aumento de sua vida útil.
O painel deve apresentar na parte frontal do quadro os seguintes
equipamentos:
- 1 percentual de carga analógico (kW)
- 1 freqüencímetro analógico (Hz)
- 1 voltímetro analógico (V)
- 1 amperímetro analógico (A)
- 1 botão de parada de emergência
- display digital alfa-numérico que permite a visualização dos parâmetros do motor,
do alternador, de proteção e alarmes:
Parâmetros do Motor
- Pressão do óleo
- Temperatura do óleo
- Temperatura da água
- Tempo de funcionamento da bateria
- Tensão da Bateria (V)
- Temperatura do escape
- Nível de combustível
- Velocidade do Motor (rpm)
Parâmetros Elétricos
167
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Anexo 1
- Tensão do gerador (V) entre fases L12, L23, L31.
- Tensão do gerador (V) fase-neutro L1N,L2N, L3N.
- Corrente do gerador (A) na fase L1, L2, L3.
- Potência de saída do gerador (kW)
- Fator de Potência do gerador.
- Demanda em kWh
- Freqüência do gerador (Hz)
Parâmetros do Barramento
- Freqüência do Barramento (Hz)
- Tensão do Barramento (V)
Parâmetros de Sincronismo
- Diferença de tensão entre o grupo gerador e o barramento
- Diferença de freqüência das mudanças de fases
Proteções
- Botão de emergência apertado
- Botão de emergência remoto
- Falha na baixa pressão de óleo
- Falha na alta temperatura da água
- Nível baixo de água
- Falha de leitura do pick-up magnético
- Falha na partida
- Nível baixo de combustível
- Falha por sobrevelocidade
- Falha na EEPROM
- Sobre-tensão do gerador
- Sub-tensão do gerador
- Subfreqüência do gerador
- Sobrecorrente do gerador
- Falha por curto-circuito
- Potência reversa no gerador
Alarmes
- Alta temperatura do motor
- Baixa pressão do óleo
- Falha na indicação da pressão de óleo
- Baixa temperatura da água
- Alta temperatura da água
- Falha na indicação da temperatura da água
- Baixo nível de água
168
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Anexo 1
- Sub-tensão da Bateria
- Sobre-tensão da Bateria
- Bateria fraca
- Baixo nível de combustível
- Falha na EEPROM
- Sobrecorrente do Gerador
- Sobrecarga no Gerador
Devem ser fornecidos também os seguintes acessórios:
- Carregador de Baterias
- Sistema de pré-aquecimento
O sistema de comando deve informar também o histórico de falhas para os
últimos 20 alarmes e defeitos.
7.2.16.1.4
OXICATALIZADOR
Equipamento metálico que colocado na passagem dos gases da exaustão
de motores a combustão interna, reduz poluentes gerados pela queima de
combustíveis. Confeccionado em aço inoxidável na norma AISI 430, em geral de
formato cilíndrico, possui internamente em uma câmara vazada, um aglomerado de
esferas em alumina impregnadas com metais preciosos, em alguns casos as esferas
são confeccionadas com terras raras.
Funciona por catálise reagindo com os gases nocivos transformando-os em
não nocivos através do processo de colisão de moléculas por turbilhonamento.
O compartimento metálico deve possuir um bujão que possibilite a remoção
das esferas, seja para uma renovação quanto para uma substituição sem precisar
trocar o conjunto todo.
O tamanho e modelo devem ser específicos para os parâmetros de
funcionamento do fabricante do motor e do combustível a ser utilizado.
Os Oxicatalisadores devem ser monitorados para que não ocorra um
entupimento.
Deve possuir um acessório que indique o momento da limpeza ou
substituição das esferas catalíticas, através de um relógio pirômetro e um cabo em
diversos tamanhos, com sensor que é colocado em um furo com uma rosca na saída
dos gases do Oxicatalisador e na outra ponta é ligado diretamente ao relógio.
169
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Todos os motores deverão possuir fole flexível metálico antes do
Oxicatalisador para tirar a vibração do motor evitando o rompimento das tampas.
7.2.16.2
QUADRO DE PARALELISMO
O Quadro de Paralelismo (MCM3320) é composto por 03 disjuntores
tripolares de 1.000 A, dimensionados de acordo com a capacidade de cada grupo
gerador, para possibilitar o paralelismo entre os grupos.
O MCM3320 é um sistema microprocessado que monitora a rede e controla
o paralelismo dos grupos geradores. Este módulo comanda o sincronismo dos grupos
geradores com a rede e comanda também os disjuntores de transferência. A
montagem deve ser no quadro de transferência e apresentar os seguintes modos de
funcionamento e características:
-
Open Transition (transferência com interrupção);
Hard Close Transition (transferência em sincronismo em degrau de carga);
Soft Load Close Transition (transferência progressiva de carga);
Proteção de rede;
Máximo tempo de paralelismo;
Sobretensão;
Subtensão;
Perda de fase;
Subfrequência;
Sobrefrequência;
Potência inversa;
Check de sincronismo;
Sensor de seqüência;
Conexão com rede (Interface Modbus RTU);
Seriais RS232 ou RS485
Os dispositivos de comando devem conter botões de controle para teste e
parada automático/manual.
O dispositivo MCM deve permitir a programação para que, quando faltar
energia da rede, uma, duas ou três máquinas entrem e uma ou duas fiquem em
espera, além do rodízio de funcionamento, de forma que todas as máquinas do sistema
funcionem a mesma quantidade de horas.
7.2.16.3
CHAVE DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA
Este sistema de transferência automática, em transição fechada com bypass e isolação, estará momentaneamente conectando o gerador de emergência à
utilidade durante a transferência. O grupo gerador deverá estar equipado com um
governor isócrono capaz de manter um diferencial de freqüência de até ± 0.2Hz da
170
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
nominal e de um regulador eletrônico de tensão capaz de manter um diferencial de no
máximo +-5% da tensão nominal.
A Contratada deverá fornecer e acompanhar o start-up da Chave de
Transferência Automática em Transição Fechada com Bypass e Isolação com 4 pólos,
com o neutro chaveado, 3000 amperes, tensão em 380V. Consistirá de uma Chave de
Transferência Automática em transição fechada e mais duas condições: Bypass e
Isolação, controlada através de um painel de controle. Os produtos devem ser de um
mesmo fabricante, no caso GE-Zenith.
A CTA (ou comumente chamada de QTA) transferirá as cargas sem
interrupção (transição fechada), somente quando ambas as fontes estiverem presentes
e em condições aceitáveis. Este paralelismo durará um tempo máximo de 100
milesegundos. A CTA operará em modo convencional “make-before-break” (transição
fechada), quando a fonte de energia que está alimentando a carga falhar.
A chave e seus acessórios devem ser fabricados em conformidade com as
exigências das seguintes normas:
UL 1008 - Standard for Automatic Transfer Switches
CSA- C22.2 num 178 certified at 600 VAC
IEC–947-6-1 Low-voltage Switchgear and Controlgear, Multifunction equipment,
Automatic Transfer Switching Equipment
NFPA 70 - National Electrical CodeArticles 517,700,701,702
NFPA 99 - Essential Electrical Systems for Health Care Facilities
NFPA101-Life safety code
NFPA 110 - Emergency and Standby Power Systems
IEEE 241 – recommended practice for electrical power
IEEE Standard 446 - IEEE Recommended Practice for Emergency and Standby Power
Systems for Commercial and Industrial Applications
IEEE 472 – (ANSI C37.90A) Ringing wave immunity
NEMA Standard ICS10-1993 (formerly ICS2-447) - AC Automatic Transfer Switches
UL 50-508 Industrial Control Equipment
ICS 6 – Enclosures
ANSI C33.76 Enclosures
Nema 250 – Enclosures
EN61000-4-2- (Level 4) ESD immunity test
EN61000-4-3- (ENV50140) Radiated RF, electromagnetic field immunity test
EN61000-4-4- Electrical fast transient – burst immunity test
EN61000-4-5- IEEE C 62.41 – Surge immunity test (1.2 x 50 microsegundos, 5 & 8
KV).
EN61000-4-6- ENV50141 - Conducted immunity test
EN61000-4-11- Voltage disp and interruption immunity.
171
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
A Chave em Transição Fechada com By-pass e Isolação deverá ser tipo
ZBTSCT. Qualquer alteração como inclusão de acessórios e principalmente troca de
tecnologia, deverá ser submetida ao engenheiro projetista e à Fiscalização por escrito
antes da colocação da ordem. Cada alteração será considerada como desvio desta
especificação.
7.2.16.3.1
CHAVE DE TRANSFERÊNCIA MECANICAMENTE FECHADA
A Chave de Transferência deve ser operada elétrica e mecanicamente
fechada. O operador elétrico deve ser momentaneamente energizado através de um
mecanismo de solenóide único. Operadores principais, os quais incluem dispositivos de
desconexão por sobrecorrente, motores lineares ou engrenagens não serão aceitos. A
chave deve ser mecanicamente intertravada para assegurar somente uma as duas
posições possíveis, normal ou emergência.
A chave deve ser positivamente travada e não afetada por quedas
momentâneas, de forma a garantir valores constantes de pressão nos contatos e
redução do incremento da temperatura.
Todos os contatos principais devem ser fabricados em liga de prata.
Contatos a partir de 600 amperes devem ser segmentados.
A inspeção de todos os contatos deve ser possível pela frente da chave,
sem desmontagem ou desconexão dos condutores. Chaves a partir de 600 A devem
ter contatos removíveis e substituíveis pela frente. Todo contato estacionário e
removível deve ser substituído sem a remoção de condutores de energia e/ou
barramentos.
Componentes de disjuntores de caixa moldada, contatores ou peças deste,
os quais não são concebidos para operação contínua, chaveamento repetitivo ou
transferência entre duas fontes de energia ativas, não são aceitáveis.
O neutro deve ser solidamente conectado. Deverá ser fornecida uma chapa
condutora com os conectores integralmente prensados em liga cobre-alumínio.
7.2.16.3.2
CHAVE DE BY-PASS E ISOLAÇÃO
A chave de By-pass e Isolação de duas vias provida de um By-pass manual
que permita transferir a carga para qualquer fonte e ainda isolar as fontes e cargas dos
condutores. Todos os contatos principais devem ser movimentados manualmente.
As interconexões deverão ser confeccionadas em barramento de cobre
eletrolítico banhado em prata. As conexões de carga e energia deverão somente estar
conectadas nos terminais de by-pass e isolação. Todas as interligações do módulo de
172
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
controle devem ser feitas através de plugs.
Alavancas separadas para o by-pass e a isolação devem ser utilizadas para
garantir uma manobra segura entre as duas funções. As alavancas devem estar
permanentemente fixadas permitindo operar o equipamento sem abrir a porta do
cubículo. Projetos que prevêem alavancas removíveis ou portas que necessitem abrir
para operar não serão permitidos.
O processo de by-pass entre cargas e fontes deve ocorrer sem nenhuma
interrupção de energia (make-before-break). Chaves que permitam a interrupção das
cargas quando ocorre o by-pass não serão aceitas. A alavanca de by-pass deverá ter
três posições de operação: "By-pass para Normal", "Aberta" e "By-pass para
Emergência". A velocidade dos contatos de by-pass será a mesma quando associada a
chave de transferência e será independente da velocidade manual com que ela for
operada. Na posição "Aberta" os contatos de by-pass estarão fora dos circuitos de
energia para que eles possam ser conectados para a posição que o momento definir.
A alavanca de isolação possui três posições "Automático", "Teste" e
"Isolado". A posição "Teste" permitirá testar totalmente o sistema de emergência,
incluindo a chave de transferência automática sem nenhuma interrupção de energia
para a carga. Na posição ―Isolada‖ a chave de transferência automática ficará
completamente isolada de todas as fontes de energia e das cargas. Quando estiver
nesta posição é possível retirar a chave de transferência totalmente para fora do
cubículo para realizar inspeções ou manutenções sem utilização de ferramentas ou
desligamento de condutores, conforme recomendações das normas internacionais
descritas acima.
Quando a chave de transferência estiver na posição "Teste" ou "Isolada" a
função de by-pass funcionará manualmente.
Projetos que requeiram chaves de intertravamento elétricos e mecânicos
para o by-pass e isolação ou CTAs que não possam ser completamente removíveis
quando isolada não serão aceitos.
7.2.16.3.3
PAINEL DE CONTROLE MICROPROCESSADO DA SÉRIE MX250
Os sensores e controladores lógicos devem ser fornecidos por um único
microprocessador integrado para confiabilidade máxima, manutenção mínima.
O painel de controle único deve prover doze tensões nominais (Normal e
Emergência) selecionáveis para flexibilidade de aplicação máxima e necessidade
mínima de peças sobressalentes. Os sensores de tensão devem ser do tipo RMS
verdadeiro e devem ter precisão de ±1% da tensão nominal. A freqüência deve ter
precisão de ±0.2%. Deve ser capaz de operar em uma faixa de -20 até +65ºC e
armazenamento de -30 até +75ºC e umidade de 5% até 95%.
173
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Anexo 1
O painel de controle deve ser conectado para a chave de transferência
através de um chicote. O chicote deve incluir um ―plug‖ de desconexão para assegurar
ao módulo ser desconectado da chave de transferência para manutenção de rotina.
Sensores e controles lógicos estão em placa de circuito impresso. Os relés de interface
são de categoria industrial tipo "plug-in" protegidos contra pó. O painel de controle deve
ser protegido com uma cobertura protetora e deve ser montado separadamente da
chave de transferência por segurança e facilidade de manutenção. A cobertura
protetora deve incluir uma bolsa para a armazenagem do manual de operação.
Todas as conexões devem estar dispostas em chicote para um bloco de
terminal comum a fim de simplificar as conexões no campo.
O painel de controle deve atender ou exceder as exigências da EMCElectromagnetic Compatibility, conforme abaixo:
IEEE472 (ANSI C37. 90A) Ring Wave Test.
ENC55011 1991 Class A Conducted and Radiated Emission.
EN61000-4-2 Electrostatic Discharge Immunity, Direct Contact & Air Discharge.
EN61000-43 Radiated Electromagnetic Field Immunity.
EN61000-4-4 Electrical Fast Transient Immunity.
EN61000-4-5 Surge Immunity.
ENV50141 HF Conducted Disturbances Immunity.
7.2.16.3.4
CUBÍCULO
A Chave ZBTSCT deve ser fornecida na versão com cubículo. O cubículo
padrão será NEMA tipo 1 a ser fornecido pela fabricante da chave.
7.2.16.3.5
OPERAÇÃO
Um display de cristal líquido de quatro linhas, 20 caracteres e respectivo
bloco de teclas deverá ser parte do painel de controle para visualização de todos os
dados disponíveis e indicação desejada dos parâmetros operacionais para alteração de
qualquer parâmetro necessita do uso de um password. Os parâmetros operacionais
também devem estar disponíveis para visualização e controles limitados através de
entradas de comunicação serial:
1. Freqüência e tensão nominal da linha
2. Sentido trifásico ou monofásico
3. Operação de parâmetro de proteção
4. Configuração do modo de operação da transferência (Transição fechada)
174
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Pt.0901455880
Anexo 1
Todas as instruções e indicações do painel de controle devem estar
facilmente acessíveis, legíveis e executadas sem o uso de códigos, cálculos, ou
manuais de instrução.
SENSORES DE TENSÃO, FREQUÊNCIA E SENTIDO DE ROTAÇÃO
Tensão e freqüência em ambas as fontes, normal e emergência (conforme
abaixo indicado) devem ser continuadamente monitoradas, seguindo as indicações de
tensão de pickup (retomada), tensão de dropout (queda), e trip .Os valores estão
apresentados como % da nominal, a menos que de outra maneira seja especificado:
Parâmetro
Subtensão
Sobretensão
Subfreqüência
Sobrefreqüência
Desbal.Tensão
Fontes
Dropout / Trip
Pickup / Reset
N&E, 3f
N&E, 3f
N&E
N&E
N&E
70 à 98 %
102 à 115 %
85 à 98 %
102 à 110 %
5 à 20 %
85 à 100 %
2 % abaixo do trip
90 à 100 %
2 % abaixo do trip
1 % abaixo dropout
A. Precisão constante de todas as indicações deve ser de ±0.5% para uma faixa de
temperatura de operação de -20°C até 65°C.
B. Indicações de tensão e freqüência devem ser ajustáveis no campo em incrementos
de 1% ou localmente no display e bloco de teclas ou via remota através das portas de
acesso da comunicação serial.
C. O painel de controle deverá ser capacitado (quando ativado pelo bloco de teclas ou
através da porta serial) de monitorar o sentido de rotação de fase em ambas as fontes,
normal e emergência. A fonte deverá ser considerada inaceitável se a rotação da fase
não é a rotação previamente selecionada (ABC ou CBA).
D. Telas de status da fonte deve ser provida para ambas normal & emergência para
fornecer leitura digital da tensão em todas as 3 fases, freqüência e rotação de fase.
TEMPOS DE ESPERA
Um tempo de espera ajustável de 0 à 10 segundos deve estar disponível
para anular quedas momentâneas da fonte normal e espera de toda a transferência e
sinal para a partida do motor.
Um tempo de espera deve estar disponível na transferência para a
emergência, ajustável de 0 à 60 minutos, para controle do tempo de transferência das
cargas para emergência.
175
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Pt.0901455880
Anexo 1
Um tempo ajustável de 0 a 10 segundos deve estar disponível para o caso
de falha momentânea do gerador, evitando a retransferência.
Dois modos de tempo de espera (os quais são ajustáveis
independentemente) devem estar disponíveis na retransferência para a normal. Um
tempo de espera deve ser para falhas de energia da normal vigente e o outro para a
função do modo de teste. Os tempos de espera devem ser ajustáveis de 0 à 60
minutos. Este tempo de espera será automaticamente inibido se a fonte de emergência
falhar e a fonte normal estiver aceitável.
Um tempo de espera deve estar disponível na parada do grupo gerador
para arrefecimento, ajustável de 0 à 60 minutos.
Um tempo de espera ativado por sinal na saída deve estar disponível para
atuar em relay(s) para controle de desconexão de cargas seletivas. O módulo de
controle terá a capacidade de ativar um tempo ajustável de 0 a 5 minutos em quaisquer
dos seguintes modos:
-
Somente antes de transferir.
Antes e após transferir.
Somente normal para emergência.
Somente emergência para normal.
Normal para emergência e emergência para normal.
Todas as condições para transferência ou somente quando ambas as fontes
estiverem disponíveis.
O painel de controle também deverá incluir os seguintes tempos de espera
integrados na versão em Transição Fechada:
1 a 5 minutos de tempo de espera no caso de falha em sincronizar a fonte normal e
a emergência antes da transferência em transição fechada.
0.1 a 9.99 segundos de tempo de espera em uma condição estendida de
paralelismo de ambas as fontes de suprimento durante a operação em transição
fechada.
Todos os tempos de espera devem ser ajustáveis em incrementos de 1 segundo,
exceto o tempo de paralelismo estendido, o qual deve ser ajustável em incrementos de
0.01 segundo.
Todos os tempos de espera devem ser ajustáveis por utilização do display de cristal
líquido e bloco de teclas ou com um dispositivo remoto conectado à porta de
comunicação serial.
176
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Pt.0901455880
7.2.16.3.6
Anexo 1
CARACTERÍSTICAS ADICIONAIS
Uma chave de teste do tipo momentâneo de três posições deve ser
apresentada para os modos Teste/Automático/Reset. A posição de Teste irá simular
uma falha da fonte normal. A posição Reset deve "zerar" os tempos de espera na
transferência para emergência, bem como na retransferência para a normal.
Um jogo de contatos folheado à ouro (DPDT) de 5A, 32 VDC deve ser
fornecido para sinal de partida de um motor de baixa tensão. O sinal de partida deve
evitar atrito seco do motor por solicitação do conjunto gerador para alcançar saída
adequada, e operar pela duração fixada de resfriamento, indiferente se a fonte normal
retorna antes que a carga seja transferida.
Contatos auxiliares de 10 amps, 250 VAC devem ser fornecidos consistindo
de um contato, fechado quando a chave está conectada na fonte normal e um contato
fechado, quando a chave está conectada na fonte de emergência.
Luzes indicadoras embutida no painel de controle devem ser fornecidas;
uma para indicar quando a chave está conectada na fonte normal (verde) e uma para
indicar quando está conectada na fonte de emergência (vermelha).
Luzes indicadoras embutida no painel de controle para fornecer e indicar a
real disponibilidade das fontes normal e de emergência, como determinado pelos
sensores de tensão de trip e reset pré-fixados para cada fonte.
As seguintes características devem estar incorporadas no painel de controle
e capazes de serem ativadas através da programação do bloco de teclas ou da
comunicação serial, quando requeridas pelo usuário:
Fornecer a capacidade de selecionar "comprometido com a transferência/não
comprometido" para determinar se a carga deveria ser transferida para o gerador
de emergência, se a fonte normal retornar antes que o gerador esteja pronto
para aceitar a carga.
Faz-se necessário de uma chave seletora para inibir a transferência para
emergência e/ou retransferência para a normal ou emergência. Esta Chave seletora
terá duas posições automático ou inibido.
Um monitor de fase deve ser fornecido embutido no painel de controle. O monitor
controlará a transferência para que seja em sincronismo para a carga recebam a
transferência em transição fechada.
A ZBTSCT será capacitada de uma chave seletora que possibilitará a chave de
transferência operar no modo não-automático, que irá inibir a transferência
automática deste sistema.
177
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Anexo 1
Excitador do Motor - O painel de controle apresenta internamente um excitador do
motor. O excitador do motor irá permitir ao usuário programar até sete rotinas de
exercício diferentes. Para cada rotina, o usuário deverá estar apto a:
o Habilitar ou desativar a rotina.
o Habilitar ou desativar a transferência da carga durante a rotina.
o Estabelecer a programação de início:
Hora do dia
Dia de semanal
Hora da parada
Através do Calendário Semanal ou Anual.
o Estabelecer a duração da operação. No final da duração especificada a
chave deverá transferir a carga de volta para a normal e operar o gerador
pelo período especificado de resfriamento. Uma bateria com vida útil de 10
anos fornece energia para o relógio em tempo real no evento de uma queda
de energia irá manter todas as informações de data e horário.
Status do sistema - O painel de controle dotado de display em cristal líquido deve
incluir uma tela de "Status do Sistema", a qual deve estar prontamente acessível
através de qualquer ponto do menu teclando "Voltar" no máximo duas vezes. Esta
tela deve exibir uma descrição clara da seqüência de operação ativa e posição da
chave. Por exemplo:
 Emergência Falhou
 Carga Alimentada pela Normal
 Tempo de retransferência para Normal :
5min00s
Controladores que requerem múltiplas telas para determinar o Status do
Sistema ou exibição "codificada" de mensagens de Status do Sistema, as quais devem
ser explicadas por referências no manual de operação, não serão admissíveis.
Diagnósticos Próprios - O painel de controle deve conter uma tela de diagnóstico
com o propósito de detectar erros no sistema. Esta tela deve fornecer informação de
status dos sinais de entrada para o módulo de controle, os quais podem estar impedindo que os comandos de transferência da carga sejam completados.
Interfaces de Comunicação - O módulo de controle deve ser capaz de comunicarse através de um módulo de comunicação serial opcional, com uma rede de chaves
de transferência, localmente (até 1220m).
Software padrão específico para
aplicações da chave de transferência deve estar disponível pelo fabricante da chave
de transferência. Este software (ZNET1000) deve permitir o monitoramento, controle
e configuração dos parâmetros.
178
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Anexo 1
Registrador de Dados - O módulo de controle deve ter a capacidade de
compilar dados e manter os últimos 99 eventos, mesmo no evento de perda total de
energia. Os seguintes eventos devem ser apresentados com data e horário,
mantidos em uma memória não-volátil:
Registro de Eventos:
Data, horário e motivo da transferência da normal para emergência.
Data, horário e motivo da transferência da emergência para normal.
Data e horário e motivo da partida do motor.
Data e horário da parada do motor.
Data e horário da disponibilidade da fonte de emergência.
Data e horário da não disponibilidade da fonte de emergência.
Dados Estatísticos:
Número total de transferências.
Número total de transferências devido a falha da fonte.
Número total de dias em que a ZBTSCT é energizado.
Número total de horas em que ambas as fontes normal e emergência
estão disponíveis.
Placa de Comunicações - Uma interface RS485 dupla completa é instalada
uma placa eletrônica no painel de controle da chave de transferência, a fim
de habilitar comunicações seriais (Modbus Rtu ou conexão direta).
7.2.16.3.7
EXIGÊNCIAS ADICIONAIS
A chave ZBTSCT deve ser projetada para manter-se fechada e resistir a
corrente de curto-circuito simétrica em RMS.
A ZBTSCT deve ser catalogada pela Underwright Laboratories de acordo
com a UL 1008 e receber o selo de certificação de acordo com as Normas para 1½ e 3
ciclos, classificação por longo tempo. Os Sistemas de transferências de energia que
não são testadas e certificadas com classificação de 1½ e 3 ciclos (qualquer disjuntor)
e tenha série, ou apenas classificada por disjuntor específico, não será aceitável.
Será necessário que os equipamentos atendam ao protocolo de
comunicação em Lonworks, para atender a rotina de supervisão de controle das
Chaves Transferências Automáticas.
A chave ZBTSCT completa deve ser testada em fábrica para assegurar a
operação devida dos componentes individuais e correta seqüência global de operação
179
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
e assegurar que a operação do tempo de transferência, tensão, freqüência e tempos
estabelecidos de espera estejam de acordo com as exigências da especificação.
Em caso de solicitação, o fabricante deve fornecer uma carta certificando o
atendimento a todas as exigências desta especificação incluindo o atendimento a todas
as Normas e Certificações acima relacionadas, e resistência e relações nominais de
fechamento. A Certificação deverá identificar, através de número de série(s), o
equipamento envolvido. Nenhuma exceção às especificações deve ser incluída na
Certificação.
O fabricante da ZBTSCT deve ser certificado pela Norma de Qualificação
Internacional ISO 9001 e possuir certificação terceirizada verificando a qualidade
assegurada em projeto / desenvolvimento, produção, instalação e serviços de acordo
com ISO 9001.
A mínima garantia de fábrica para uma chave de transferência automática de
transição fechada e com by-pass de isolação é de 2 anos de garantia dado pelo
fabricante do equipamento.
Marca/modelo de referência: GE-Zenith/ ZBTSCT.
7.2.17
SISTEMA DE NO-BREAKS (UPS)
Esta especificação descreve um sistema estático de alimentação ininterrupta
(UPS) de potência nominal de 200KVA e de 50KVA respectivamente, com tecnologia
Dupla Conversão Inteligente, permitindo que cada UPS funcione na modalidade dupla
conversão ou digital interativa de acordo com a prioridade selecionada. O Inversor
utiliza Controle Vetorial, para melhorar o rendimento do Inversor. O UPS funciona por
intermédio de um inversor IGBT controlado por microprocessador (DSP). Para
aumentar a redundância do sistema, o UPS deve conter um by-pass estático eletrônico
independente além de um interruptor manual de by-pass para manutenção.
Normas Aplicadas:
EN50091-1 Requisitos gerais e de segurança
EN50091-2 RS Requisitos de compatibilidade eletromagnética (EMC)
EN60042-3, Requisitos de funcionamento
EN60950 / ISO 950
7.2.17.1
DESCRIÇÃO GERAL
Fator de potência de saída mínimo: 0,9 (Indutivo).
Eficiência total mínima a plena carga 92,5%.
Eficiência total mínima a 50% de carga 94,2%
180
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Vazão de ar necessária por UPS máxima 6.400 m3/h
Nível de ruído audível máximo 68 dB a 1 metro
Grau de proteção mínima IP20 (ou dependente do projeto)
Interface RS232 (pinos DB9) para comunicação serial
Bornes de entrada para: Desligamento de Emergência e Gerador em Operação
Tecnologia Dupla Conversão On-line
Possuir a possibilidade de paralelismo de até 8 unidades para aumento de
redundância ou para acréscimo de potência
Autonomia de 30 Minutos do Banco de Baterias a plena carga.
7.2.17.2
RETIFICADOR
Tensão de entrada 380V sem transformador.
Faixa de tolerância de tensão nominal de 340 a 460V
Tensão nominal mínima sem descarga de baterias 320 V
Fator de potência de entrada com carga nominal de saída 0,99
Eficiência do retificador 50% de carga >96,5% e 100% de carga > 97%
Corrente de ripple CC conforme VDE 0510 < 0,05 C10
Tensão de ripple CC sem baterias <1%
Freqüência de entrada 60 Hz +/- 10%
Teste de baterias automático, periódico e programável
Limite da corrente de carga da bateria ajustável
Retificador com IGBT
Compensação da tensão de flutuação em função da variação de temperatura de 0,11% / C
13
7.2.17.3
INVERSOR
Tensão de saída 380V sem Transformador.
Freqüência de saída 60Hz +/- 0,1% (clock Interno)
Ajuste de freqüência de +/-1% a +/- 4% para sincronização com a rede
THD de tensão máxima com 100% de carga linear menor ou igual a 1%
THD de tensão máxima com 100% de carga não linear menor ou igual a 3%
Deslocamento de fase com carga 100% desbalanceada máximo +/- 3%
Tolerância de tensão estática máximo +/- 1%
Tolerância de tensão dinâmica máximo Em conformidade com IEC/EN 62040-3, Classe 1
Capacidade de sobrecarga do inversor de 125% em 10 min com FP=0,9
Capacidade de sobrecarga do inversor de 150% em 60 seg com FP=0,9
Capacidade de sobrecarga do inversor de 700% em 600ms com FP=0,9
181
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Anexo 1
Capacidade de sobrecarga do inversor de 1000% em 100ms com FP=0,9
Inversor Tipo IGBT em alta freqüência
Forma de onda senoidal
7.2.17.4
CHAVE ESTÁTICA
Sobrecarga de 125% em 10 min
Sobrecarga de 1000% em 100 ms
Tempo de transferência com sincronismo deve ser ZERO
Chave estática tiristorizada
Sem uso de contator:
Circuito de sincronização de inversor/rede do by-pass
7.2.17.5
BY-PASS DE MANUTENÇÃO
Interno, onde possibilite a operação de manutenção total em todas as placas
eletrônicas.
7.2.17.6
INSTRUMENTAÇÃO
Um painel com LCD, iluminado, contendo pelo menos 8 linhas x 12
caracteres controlado via botões deverá ser fornecidos. Este painel deve possuir as
seguintes indicações dos valores medidos para:
Retificador: Tensão e freqüência de entrada
Baterias: Tensão, temperatura, corrente de carga/descarga em Amperes, tempo de
autonomia restante
Inversor: Tensão e freqüência de saída
By-Pass: Tensão e freqüência de entrada
Carga: Nível de carga em %, corrente da carga por fase em Amperes
Esse painel conter a indicação do diagrama unifilar com status de operação.
O painel deve conter ainda um alarme audível e o respectivo LED acionados
em qualquer uma das condições descritas adiante.
7.2.17.7
CONFIGURAÇÕES EXIGIDAS PARA AS ENTRADAS E SAÍDAS DAS
UPS
Transformador isolador k20 com blindagem eletrostática com entrada delta e
saída estrela, neutro aterrado na mesma malha de aterramento do prédio, e saída
sendo transformado de 380V para 380V da UPS. Externo a UPS em caixa IP 20 a ser
ligado na saída da UPS.
7.2.17.8
COMUNICAÇÃO E MONITORAÇÃO EXIGIDA
182
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Pt.0901455880
Anexo 1
Interface para integrar o UPS ao Sistema Supervisório existente no local.
Contatos livres de tensão devem estar disponíveis na UPS para indicar os seguintes sinais a
serem selecionados, totalizando 4 informações a seguir:: sinal audível ativo; alarme geral;
carga alimentada pela concessionária; parada de operação (bateria baixa); carga no
inversor e falha na concessionária.
Conexões de entrada para que o usuário forneça as informações de "gerador ligado" (reduz
a corrente de carga das baterias durante uma falta da concessionária) e "parada em
emergência" (para desligamento da UPS).
Adaptador SNMP: deve ser possível conectar a UPS a uma rede TCP/IP usando o SNMP
(protocolo simples de gerenciamento de redes) usando o padrão internacional UPS MIB.
Software de proteção de dados: a UPS deve ter software de proteção de dados compatível
com Windows 95, Windows 98, Windows NT, UNIX, Novell, OS/2 e outros sistemas
operacionais comuns.
7.2.17.9
DESCRIÇÃO DO SISTEMA
Cada sistema UPS deve ser constituído dos seguintes componentes
principais:
Um retificador / carregador
Um inversor estático
Uma chave estática
Uma chave de by-pass para manutenção
Um banco de baterias
Um painel de controle principal com diagrama sinótico completo
Um sistema de controle e monitoramento remoto para a UPS instalado num
computador a ser definido pela Fiscalização.
O sistema UPS deve ser capaz de operar em quaisquer dos seguintes
modos:
Modo On-Line – Durante a operação normal, o sistema UPS deve ser usado para
fornecer alimentação elétrica precisamente regulada e livre de transientes para o
computador e as demais cargas alimentadas. A concessionária fornece alimentação
para o retificador / carregador.
O retificador/carregador deve fornecer energia regulada em CC em
quantidade suficiente para alimentar simultaneamente o inversor e manter a bateria em
condição de carga total.
O inversor deve converter energia em CC para CA regulada destinada a
alimentação da carga.
183
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Modo de emergência – Sob a condição de falha da concessionária, a alimentação
primária do inversor deve vir das baterias conectadas ao equipamento. Quando a
concessionária retorna a alimentação ou um gerador de emergência entra em
operação, o retificador/carregador alimenta o inversor e reinicia-se a recarga das
baterias.
Se a energia (pela concessionária ou gerador) não retornar, o equipamento
automaticamente entrará em processo de desligamento (shut-down) assim que o valor
estabelecido como limite para descarga das baterias for atingido.
Modo de transferência automática – Sob a condição de falha do inversor, a chave
estática será automaticamente ativada para isolar o problema no inversor mantendo a
carga alimentada. O modo de transferência automática também deve proteger o
equipamento contra sobrecarga ou na ocorrência de irregularidades na carga. Neste
caso o sistema deve automaticamente voltar ao normal assim que causa do problema
for eliminada.
Modo de By-Pass manual – Se o sistema precisar ser isolado para testes ou retirado
para serviços de manutenção, a chave de by-pass para manutenção poderá transferir a
alimentação do inversor para a concessionária sem interrupção de energia.
Modo de condicionamento de energia – Se apenas a bateria for desconectada para
manutenção, ela deve ser desconectada do retificador/carregador pelo disjuntor. A UPS
continua funcional sem perder as características técnicas especificadas neste
documento, exceto o tempo de proteção especificado no item acima.
7.2.17.10 RETIFICADOR / CARREGADOR
Generalidades – O retificador/carregador consiste em uma ponte de IGBT a 6 pulsos cada, o
qual converte a tensão trifásica recebida da rede concessionária em corrente continua
controlada e regulada, de modo a fornecer energia ao inversor e simultaneamente carregar as
baterias.
Capacidade – O retificador/carregador deve ter suficiente capacidade para suportar o inversor
em sua carga total e ao mesmo tempo manter a bateria em estado de carga total. Se a bateria
estiver totalmente descarregada, o retificador/carregador deve recarregar as mesmas em até
95% da condição da plena carga preferencialmente dentro de 12 horas e ao mesmo tempo
fornecer a carga total aos equipamentos ligados a UPS. Se isto não for possível o fornecedor
da UPS deve especificar o tempo requerido para isto.
Rampa de subida da tensão – O retificador/carregador deve conter um circuito de rampa de
subida de tensão para limitar a corrente de inrush. O inrush permitido e o tempo a ser ajustado
na rampa não devem exceder 30 segundos.
184
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Rampa de subida de tensão Seqüencial – Este deve ser automaticamente executado em cada
retificador/carregador no caso de sistemas em paralelo para permitir que a corrente de inrush
seja limitada ao valor unitário de cada UPS.
Limitação de Corrente e Tensão – As saídas de corrente e tensão do retificador/carregador
devem ser limitados aos valores recomendados pelo fornecedor das baterias.
7.2.17.11 INVERSOR
Generalidades – A conversão de CC para CA deve ser executada por transistores de
potência do tipo IGBT. A falha de quaisquer componentes não deve interromper a
saída em CA, ao invés disto o equipamento deve desconectar-se do inversor enquanto
transfere a carga para a chave estática e emite um alarme indicando a falha.
Saída – A forma de onda da saída do inversor deve ser controlada por um software
microprocessado (software gerador de ondas senoidais) para assegurar que a tensão
gerada pelo equipamento está sendo tratada para assegurar a correta operação de
cargas não lineares.
A tensão de saída da UPS deve alimentar a carga somente após passar por
um circuito de filtragem, O inversor deve ter a capacidade de suportar sem danos as
correntes de curto-circuito.
Neutro – O neutro da saída do inversor deve ser eletricamente isolado do gabinete da
UPS. E ter capacidade de condução de 1,7 IN de saída.
Controle de Freqüência – A freqüência de saída do inversor deve ser controlada por
um oscilador o qual é operado como unidade independente, ou de operação
sincronizada com uma fonte de alimentação em CA em separado ou pelo inversor
operando em redundância.
Se a fonte de sincronismo externo desvia-se da freqüência pré-ajustada em
valor maior que + 1% ou 4% (ajustável), o oscilador deve automaticamente reverter a
operação para operação com sincronismo interno e a precisão controlada pelo
microprocessador deve ser no máximo + 0,01%.
7.2.17.12 CHAVE DE BY-PASS ELETRÔNICA
A chave eletrônica de By-Pass deve consistir em uma chave estática
baseada em SCRs, usada para permitir uma transferência ininterrupta da carga para a
alimentação (gerador ou concessionária) em caso de considerável variação da tensão
de saída.
A chave eletrônica de by-pass deve ter a capacidade de suportar a
185
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Anexo 1
sobrecarga de 200% por 1 minuto e 1000% por 100 milissegundos.
A chave eletrônica de by-pass deve voltar a alimentação da carga para a
UPS assim que o problema ocorrido ou a sobrecarga forem eliminados.
A Chave Eletrônica de By-Pass deve consistir em um par de tiristores
controlados por microprocessadores e com contatores em série, com estes como
segurança, para que no caso de curto-circuito de um tiristor, não haja realimentação de
tensão.
A chave eletrônica de by-pass deve possibilitar o acionamento manual por
chave ou botão para efetuar-se a transferência. O tempo de chaveamento do inversor
para a rede de alimentação e vice-versa é definido pelo UPS quando do retorno da
rede e conseqüente sincronismo.
O número de transferências e retransferências do by-pass para o inversor,
quando o status dos sinais lógicos e condições de alarme permitir, deve ser
selecionável.
7.2.17.13 BATERIAS / TESTE DE BATERIAS
As baterias fornecem à UPS sua energia armazenada. Deverão ser
constituídas de acumuladores do tipo chumbo ácidas, na qual a matéria ativa é o
chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico.
A capacidade em Amperes x Hora das baterias deve ser suficiente para
suportar o inversor totalmente carregado com fator de potência 0,8 pela autonomia
padrão.
A Contratada deve informar todos os dados técnicos da bateria ofertada e
fornecer os cálculos do número de células necessário e suas capacidades os quais
devem atender aos requisitos de carga e carregamento da UPS. Deve ser especificada
a tensão por célula recomendada para flutuação e recarga a 25° C.
O sistema de UPS deve ser fornecido com o manual e deve ter testes de
baterias automático (pré selecionável por dia da semana, hora do dia e data do mês). O
teste consiste em iniciar-se um decréscimo lento e linear da tensão de saída do
retificador. Quando um problema nas baterias é detectado, a tensão do retificador deve
retornar ao valor nominal. O teste de baterias via desligamento do retificador não é
permissível.
14
Marca/Modelo de referência recomendado: Chloride Power Protection modelos
80-NET/200 (200 kva) e 80-NET-50 (50 kva).
15
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Anexo 1
7.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO
7.3.1
ENTRADA DE ENERGIA
Os serviços relacionados com a entrada de energia serão entregues
completos, com a ligação definitiva, desde a caixa subterrânea da LIGHT até os
quadros gerais do edifício, em perfeito funcionamento, devidamente testada, com a
aprovação da Fiscalização, conforme detalhado em todo o projeto elétrico.
Onde houver tráfego de veículos sobre a entrada subterrânea, deverão ser
tomadas precauções para que a tubulação não seja danificada; as caixas de passagem
de rede deverão ter tampas de concreto ou ferro, conforme projeto.
As ligações dos disjuntores serão feitas com a utilização de barramentos de
cobre ligados diretamente nos barramentos blindados, e quando for o caso por meio de
terminais de pressão ou compressão.
7.3.2
ELETRODUTOS
Os eletrodutos deverão ser cortados perpendicularmente ao seu eixo
longitudinal, conforme disposição da NBR 5410.
Não serão permitidos, em uma única curva, ângulos maiores que 90º e o
número de curvas entre duas caixas não poderá ser superior a três de 90º ou
equivalente a 270º, conforme disposição da NBR 5410.
Caso seja necessário qualquer curvamento nos eletrodutos, deverá ser
executada de tal forma que não haja enrugamento, amassaduras, avarias do
revestimento ou redução do diâmetro interno dos mesmos.
As roscas deverão ser executadas segundo o disposto na NBR 6414. O
corte deverá ser feito aplicando as ferramentas na seqüência correta e, no caso de
cossinetes, com ajuste progressivo.
O rosqueamento deverá abranger, no mínimo, cinco fios completos de rosca.
Após a execução das roscas, as extremidades deverão ser limpas com escova de aço
e escareadas para a eliminação de rebarbas.
Os eletrodutos ou acessórios que tiverem as roscas sem o mínimo de 5
(cinco) voltas completas ou fios cortados deverão ser rejeitados, mesmo que a falha
não se situe na faixa de aperto.
As emendas dos eletrodutos só serão permitidas com o emprego de
conexões apropriadas, tais como luvas ou outras peças que assegurem a regularidade
da superfície interna. Serão utilizadas graxas especiais nas roscas, a fim de facilitar as
conexões e evitar a corrosão.
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Anexo 1
Durante a construção e montagem, todas as extremidades dos eletrodutos,
caixas de passagem e conduletes deverão ser vedados com tampões e tampas
adequadas. Estas proteções não deverão ser removidas antes da colocação da fiação.
Nos eletrodutos de reserva, após a limpeza das roscas, deverão ser colocados
tampões adequados em ambas as extremidades, com sondas constituídas de fios de
aço galvanizado16 AWG.
Os eletrodutos metálicos e eletrocalhas, incluindo as caixas de passagem,
deverão formar um sistema de aterramento contínuo.
7.3.3
ELETRODUTOS METÁLICOS FLEXÍVEIS
As curvas nos tubos metálicos flexíveis não deverão causar deformações ou
redução do diâmetro interno, nem produzir aberturas entre as espiras metálicas de que
são constituídos. O raio de qualquer curva em tubo metálico flexível será no mínimo 12
vezes o diâmetro interno do tubo.
A fixação dos tubos metálicos flexíveis não embutidos será feita por suportes
ou braçadeiras com espaçamento não superior a 30 cm. Os tubos metálicos flexíveis
serão fixados às caixas por meio de conexões apropriadas tipo Box curvos ou retos,
através de buchas e arruelas, prendendo os tubos por pressão do parafuso. Não serão
permitidas emendas em tubos flexíveis, formando trechos contínuos de caixa a caixa.
7.3.4
CAIXAS E CONDULETES
As caixas deverão ser fixadas de modo firme e permanente às estruturas,
presas às pontas dos condutos por meio de arruelas de fixação e buchas apropriadas,
de modo a obter uma ligação perfeita e de boa condutibilidade entre todos os condutos
e respectivas caixas; deverão também ser providas de tampas apropriadas, com
espaço suficiente para que os condutores e suas emendas caibam folgadamente
dentro das caixas depois de colocadas as tampas.
As caixas com equipamentos, para instalação aparente, deverão seguir as
indicações de projeto. As caixas de tomadas serão instaladas de acordo com as
indicações do projeto, ou, se este for omisso, em posição adequada, a critério da
Fiscalização.
As diferentes caixas de uma mesma sala serão perfeitamente alinhadas e
dispostas de forma a apresentar uniformidade no seu conjunto.
7.3.5
ENFIAÇÃO
Só poderão ser enfiados nos eletrodutos condutores isolados para 750V ou
mais e que tenham proteção resistente à abrasão.
188
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Anexo 1
Antes da enfiação, os eletrodutos deverão ser secos com estopa e limpos
pela passagem de bucha embebida em verniz isolante ou parafina. Para facilitar a
enfiação, poderão ser usados lubrificantes como talcos ou vaselina industrial. Para
auxiliar a enfiação poderão ser usados fios ou fitas metálicas.
As emendas de condutores somente poderão ser feitas nas caixas, não
sendo permitida a enfiação de condutores emendados, conforme disposição da NBR
5410. O isolamento das emendas e derivações deverá ter, no mínimo, características
equivalentes às dos condutores utilizados.
Todos os condutores de um mesmo circuito deverão ser instalados no
mesmo eletroduto ou eletrocalha.
7.3.6
INSTALAÇÃO DE CABOS EM LINHAS SUBTERRÂNEAS
Em linhas subterrâneas, os condutores não poderão ser enterrados
diretamente no solo, devendo, obrigatoriamente, ser instalados em dutos de PEAD
(Polietileno de Alta Densidade) tipo Kanalex, ou outro tipo de duto que assegure
proteção mecânica aos condutores e permitam sua fácil substituição em qualquer
tempo.
Os condutores que saem de trechos subterrâneos e sobem ao longo de
paredes ou outras superfícies, deverão ser protegidos por meio de eletroduto de aço
galvanizado, até uma altura não inferior a 3 metros em relação ao piso acabado, ou até
atingirem a caixa protetora do terminal.
Na enfiação das instalações subterrâneas, os cabos não deverão estar
sujeitos a esforços de tração capazes de danificar sua capa externa ou o isolamento
dos condutores. Todos os condutores de um circuito deverão fazer parte do mesmo
duto.
Onde houver tráfego de veículos sobre as linhas subterrâneas, deverão ser
tomadas precauções para que a tubulação não seja danificada; as caixas de passagem
de rede deverão ter tampas de concreto ou ferro, conforme detalhado em projeto.
7.3.7
INSTALAÇÃO DE
ELETRODUTOS
CABOS
EM
ELETROCALHAS,
DUTOS
E
A enfiação de cabos deverá ser precedida de conveniente limpeza dos dutos
e eletrodutos, com ar comprimido ou com passagem de bucha embebida em verniz
isolante. O lubrificante para facilitar a enfiação, se necessário, deverá ser adequado à
finalidade e compatível com o tipo de isolamento dos condutores. Podendo ser usados
talco industrial neutro e vaselina industrial neutra, porém, não será permitido o emprego
de graxas.
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Anexo 1
Emendas ou derivações de condutores só serão aprovadas em caixas de
junção. Não serão permitidas, de forma alguma, emendas dentro de eletrodutos ou
dutos.
As ligações de condutores aos bornes de aparelhos e dispositivos deverão
obedecer aos seguintes critérios:
- cabos e cordões flexíveis, de bitola igual ou menor que 6 mm², terão as pontas dos
condutores previamente endurecidas com soldas de estanho;
- condutores de seção maior que os acima especificados serão ligados, sem solda, por
conectores de pressão ou terminais de aperto.
Os condutores deverão ser identificados com o código do circuito por meio
de indicadores, firmemente presos a estes, em caixas de junção, chaves e onde mais
se faça necessário.
As emendas dos cabos de isolamento até 1000V serão feitas com
conectores de pressão ou luvas de aperto ou compressão. As emendas, exceto quando
feitas com luvas isoladas, deverão ser revestidas com fita de auto fusão até se obter
uma superfície uniforme, sobre a qual serão aplicadas, em meia sobreposição,
camadas de fita isolante adesiva. A espessura da reposição do isolamento deverá ser
igual ou superior à camada isolante do condutor.
As extremidades dos condutores, nos cabos, não deverão ser expostas à
umidade do ar ambiente, exceto pelo espaço de tempo estritamente necessário à
execução de emendas, junções ou terminais.
7.3.8
QUADROS TERMINAIS DE CARGAS/CIRCUITOS (QC)
Os quadros deverão ser nivelados e aprumados. Os diversos quadros de
uma área deverão ser perfeitamente alinhados e dispostos de forma a apresentar
conjunto esteticamente ordenado. Deverão ser instalados, sempre que possível, a
altura de 1700 mm do piso acabado (parte superior do quadro).
Os quadros para montagem aparente deverão ser fixados às paredes ou
sobre base no piso, com chumbadores, em quantidades e dimensões necessárias à
sua perfeita fixação.
A fixação dos eletrodutos e/ou eletrocalhas aos quadros será feita por meio
de buchas e arruelas roscadas, flanges ou outras conexões adequadas. Após a
conclusão da montagem, da enfiação e da instalação de todos os equipamentos,
deverá ser feita medição do isolamento, cujo valor não deverá ser inferior ao da tabela
55 da NBR 5410.
7.3.9
CONJUNTO GRUPO GERADOR
190
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Anexo 1
A Contratada deverá fornecer e instalar três Grupos Geradores – GMG, a
óleo diesel, para trabalho em regime stand by e de forma singela, de potência igual a
500 KVA, de fator de potência igual a 0,8; de tensão de saída igual a 380 V(F-F) / 220
V(F-N).
A contratada deverá fornecer e instalar todo o cabeamento elétrico e infraestrutura necessária (canaletas pelo piso, esteiras, eletrocalhas, leitos, etc.) para a
interligação dos Grupos Geradores ao Quadro de Paralelismo e desse ao Quadro de
Transferência Automática, que estará posicionado na sala ao lado do Grupo Gerador,
observando que o restante do cabeamento ou barramento blindado, vindo da rede para o
QTA e a saída de carga do QTA, já estará à disposição para conexão do Quadro de
Transferência Automática.
A confecção da tubulação de escapamento deverá ser feita em aço carbono
com a bitola recomendada pelo fabricante, observando que entre flanges deve ser
utilizada junta de amianto. A fim de se evitar danos à estrutura da sala do grupo gerador,
a tubulação, na passagem por paredes, deverá ser envolvida por lã de rocha para
absorver a dilatação, e o acabamento nas paredes poderá ser através de chapa bipartida. Para não provocar considerável aumento de temperatura, exige-se também o
revestimento térmico da tubulação de escape no interior da sala, isento de amianto, à
base de hidrosilicato de cálcio, revestido de papel alumínio corrugado para acabamento
final.
Será necessário também a fixação dos kit de atenuadores de saída de ar
quente que deverão ser acoplados ao radiador através de material flexível para absorção
de impactos, como também atenuadores de entrada de ar frio na parede em posição
consideravelmente alta na sala.
O conjunto completo, grupo gerador, controles e acessórios, deve ter 05
(cinco) anos de garantia contra defeitos de fabricação dos materiais ou falhas de
montagem, contado da data da entrega técnica. A garantia cobre os custos de
reposição de componentes defeituosos, despesas de viagem e mão de obra.
7.3.9.1
BASE PARA OS GMG
Na sala do GMG, serão construídas três bases de concreto armado para
apoio e instalação deste equipamento. As dimensões e armaduras destas bases serão
definidas no projeto executivo de calculo estrutural.
A base deve ter fundação e estrutura isolada da fundação e da estrutura do
prédio, de maneira que não sejam transmitidas as vibrações produzidas pelo
funcionamento do equipamento. As juntas de dilatação assim formadas devem ter
espessura de 20 mm no entorno da base e preenchidas com isopor em placas e
rejuntadas com mastique ao nível do piso.
191
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Anexo 1
Para proteção das arestas da base de concreto, serão chumbadas
cantoneiras de ferro de 1½‖ x 1½" x 1/8", em todo o perímetro da mesma.
O acabamento da base será em cimentado liso queimado, na cor natural do
cimento.
7.3.9.2
INSTALAÇÃO DE CABOS DE ENERGIA CA
Os cabos de interligação de cada GMG com barramento de paralelismo e/ou
QTA devem ter as seções indicadas, fornecidas e instaladas pelo fabricante/montador
do grupo.
Os cabos devem ser instalados em canaletas e eletrocalhas dispostos em
forma de trifólio. A alimentação da unidade retificadora deve ser feita com cabos
isolados em PVC e tensão de isolamento de 0,75V.
Para a identificação dos cabos de CA devem ser obedecidas as seguintes
cores:
Fase A : amarela
Fase B : branca
Fase C : cinza
Neutro : azul
Terra : verde / amarelo
7.3.9.3
INSTALAÇÃO DOS CABOS DE CORRENTE CONTÍNUA
A USCA (quadro de comando e controle) deverá ser alimentada a partir da
Unidade retificadora, com cabos de cobre, isolação PVC e tensão de isolamento de
0,6/1kV, protegido com fusíveis ou em conformidade com o estabelecido pelo
fabricante dos equipamentos.
Nos trechos onde os cabos de corrente contínua compartilham canaletas ou
eletrocalhas com cabos de corrente alternada, esses devem ser instalados em
eletrodutos metálicos, tipo sealtub, aterrado nas pontas.
Na interligação da bateria de partida com a unidade retificadora deve ser utilizado cabo
de cobre de seção 95mm² por pólo, tipo unipolar isolação de PVC e tensão de
isolamento de 0,6/1kV.
Na interligação da bateria de partida com o motor de arranque deve ser
utilizado cabo de cobre de seção 150mm², tipo flex-solda, por pólo.
Para a identificação dos cabos de CC devem ser obedecidas as seguintes
cores:
Positivo - cor vermelha
Negativo - cor azul.
192
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7.3.9.4
Anexo 1
INSTALAÇÃO DO SISTEMA DE ÓLEO COMBUSTÍVEL
A interligação de cada dos GMG deve ser feita com tubo de diâmetro de
1.1/2" de ferro galvanizado classe leve, instalado no interior da canaleta e fixado
através de perfilados.
Devem ser instalados um registro esfera em latão forjado de 1.1/2" na
tubulação de alimentação de entrada de cada tanque dos motores.
Deve ser instalada tubulação de ferro galvanizado de diâmetro de 3‖ com
registro globo com válvula de retenção para interligação e abastecimento dos tanques
pelo lado externo superior do compartimento dos tanques, ao tanque de 6.000 litros a
ser instalado fora do prédio.
A tubulação enterrada, após a pintura, deverá ser revestida com fita
anticorrosiva. Devem ser atendidas as normas NBR 13.785 e 13.781.
7.3.9.5
ATERRAMENTO
Todos os equipamentos e ferragens deverão ser aterrados na malha de
aterramento da subestação, conforme projeto da subestação.
Os cabos de aterramento devem ser de cobre isolado em PVC na cor
verde/amarelo, com as seguintes seções:
Carcaças do GMG, USCA/QTA - 50mm2
Sistema de óleo combustível - 35mm2
Neutro do GMG (a partir da barra de terra do QGD-N) - 50mm2.
7.3.9.6
TAMPAS E CANALETAS
As canaletas para cabos e tubulações, existentes na sala GMG, serão
construídas em concreto conforme detalhes do projeto executivo, e terão acabamento
tipo concreto aparente.
As seções determinadas nos projetos devem ser compatíveis com a sua
utilização.
As canaletas serão dotadas de tampas confeccionadas em chapas de ferro
xadrez, espessura 3/16", pintadas conforme padrão em preto. Estas tampas serão
apoiadas sobre cantoneiras de ferro ou perfis "Z", chumbados diretamente no concreto.
Em terrenos sujeitos a umidade constante ou com lençol freático superficial,
localizado a menos de 2,00m de profundidade, devem ser procedidas os seguintes
serviços de impermeabilização na canaleta: regularização e compactação da região do
193
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Anexo 1
terreno sobre a qual será executada a canaleta de cabos; execução de camada em
pedra britada n.º 2, com espessura de 5 cm; execução de lastro de concreto magro,
com espessura de 3 cm; regularização do lastro com argamassa de cimento e areia no
traço de 3:1, com espessura mínima de 2 cm; aplicação de revestimento
impermeabilizante semi-flexível, à base de resina acrílica, cimentos especiais e aditivos
minerais, em três demãos sobre a superfície regularizada.
7.3.9.7
DIVERSOS
Vibrações. A fim de limitar a transmissão de vibrações, o grupo deverá estar apoiado
sobre sistemas de anti-vibração. Em decorrência, toda ligação com partes fixas deverá
ser por intermédio de juntas flexíveis resistentes ao fogo.
Sistema de Exaustão. Deverá incluir conexão flexível, silenciador retentor de centelha e
dutos de exaustão. Deverá ser previsto, onde necessário, proteção pessoal conforme
especificação aplicável.
Sistema de Resfriamento. Deverá fazer parte deste sistema, como mínimo:
Radiador;
Ventilador com transmissão por correias;
Bombas de circulação;
Válvula termostática;
Interligações.
Como tanque de armazenamento, deverá ser utilizado o próprio radiador, o
qual deverá ser dotado de bocais para drenagem e limpeza.
Os equipamentos e componentes localizados interiormente ao quadro de
comando e controle deverão ser identificados de forma indelével, com a mesma
designação dos desenhos dos circuitos de controle.
A fiação de comando deverá ser efetuada por condutores de cobre
eletrolítico, encordoados e isolados com material termoplástico 750V, anti-chama, com
bitola mínima 1,5mm², a menos dos circuitos secundários dos transformadores de
corrente, que deverão ser de 4mm². A fiação ligada a terminais tipo parafuso deverão
ter conectores prensados.
As extremidades do condutor deverão ser identificadas com anilhas de
plástico, com numeração conforme diagrama de conexão correspondente.
Os blocos de terminais e a fiação deverão ser visíveis e de fácil acesso pela
parte frontal do quadro de comando e controle deverão transferência. Deverá ser
deixado 10% (dez por cento) de bornes de reserva. Estes blocos deverão ter tampas
de plástico para se evitar contatos acidentais e, obrigatoriamente, ter bornes
separadores entre circuitos de tensão e fontes de alimentação diferentes.
194
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Anexo 1
Testes. Os ensaios de tipo podem ser executados na fábrica, ou em outra localidade
especializada, a critério do fabricante.
Se o fabricante apresentar relatórios de ensaios de tipo em protótipo ou em
equipamentos similares os mesmos serão aceitáveis, desde que tenham sido
realizados satisfatoriamente em entidades oficiais.
Os ensaios de tipo a serem executados, são os ensaios de rotina, mais os
ensaios de elevação de temperatura, de impulso e de pintura.
Os ensaios de elevação de temperatura e de impulso, quando necessários,
serão realizados como ensaios de tipo na unidade.
O ensaio de elevação de temperatura será realizado conforme norma NBR
IEC 60439-1.
O ensaio de impulso será realizado conforme norma NBR IEC 60439-1.
Os ensaios de rotina serão efetuados na fábrica, como parte do processo da
produção dos equipamentos obedecendo às seguintes prescrições:
Ensaios dielétricos conforme norma NBR IEC 60439-1.
Ensaios de operação mecânica conforme norma NBR IEC 60439-1.
Verificação de aterramento conforme norma NBR IEC 60439-1.
Verificação da fiação e operação conforme norma NBR IEC 60439-1.
Inspeção visual e dimensional.
Verificação da espessura e da aderência da pintura, feita em todas as unidades
conforme a norma PMB-985 da ABNT.
7.3.10
GERAL
Todos os componentes e equipamentos deverão ser testados e postos em
funcionamento, sob supervisão da Fiscalização, em conformidade com as instruções
dos fabricantes e as normas específicas a eles aplicáveis.
Todos os eletrodutos, caixas de passagem, quadros, eletrocalhas, etc.,
devem ser pintados com cores padronizados, a fim de facilitar a identificação para
futura manutenção.
Especiais cuidados devem ser tomados para que o traçado dos eletrodutos e
eletrocalhas atenda a excelentes condições de instalação e manutenção e evitem
―loopings‖ que possam causar interferências no cabeamento estruturado de dados.
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Anexo 1
Em todas as instalações deverá ser garantida a distância mínima de 50 cm,
entre a rede de baixa tensão e a rede de transmissão de dados.
Para instalação das luminárias a Contratada deverá seguir o projeto,
observando o caminhamento dos perfilados, dutos de piso e eletrodutos.
Nas emendas dos perfilados, dutos de piso e eletrodutos serão utilizadas
peças adequadas, conforme especificações do projeto. Nas junções dos eletrodutos
com os quadros deverão ser utilizadas buchas e arruelas galvanizadas.
As tomadas normais e estabilizadas deverão possuir pinos diferenciados de
modo a facilitar sua identificação.
A malha de aterramento deverá possuir resistividade máxima de 5 (cinco)
ohms, quando da sua instalação.
A resistência de terra posterior, medida em qualquer época do ano, não
deverá ser superior a 10 ohms. Caso esta resistência não seja alcançada, deverá ser
aumentada a superfície de cobre em contato com a terra.
Nas conexões aço com aço, deverão ser utilizadas soldas elétricas e no
caso de cobre com cobre ou cobre com aço, utilizar solda exotérmica.
No momento oportuno, por toda a rede de eletrodutos no piso, deverá ser
passada bucha de estopa até que saia limpa e seca.
Para instalação aparente por teto e paredes, os eletrodutos de ferro zincado
deverão ser suspensos por conjunto formado por braçadeira galvanizada tipo ―ômega‖
e perfilado perfurado de 19 x 19 mm, fixados à laje de concreto por bucha de nylon S-8.
Para eletrodutos e caixas de passagem que transponham juntas de
dilatação, ver detalhe em projeto, deverão ser utilizados:
Eletrodutos de ferro galvanizado com diâmetros indicados em projeto;
suspensão de ferro galvanizado presa no concreto através de bucha S-8;
tirantes de ferro galvanizado;
braçadeiras tipo ―D‖ de ferro galvanizado;
braçadeiras tipo copo;
arruela metálica;
bucha metálica;
caixa de passagem de chapa galvanizada 128 WG;
cantoneira de ferro.
Nenhuma modificação nos projetos de instalações poderá ser efetivada sem
anuência da Fiscalização.
196
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Pt.0901455880
Anexo 1
A conexão da fiação de alimentação das luminárias deverá ser feita por meio
de sistema ―plug-in‖, de modo a facilitar a substituição de reatores/luminárias, dando
celeridade aos serviços de manutenção.
A Contratada executará os trabalhos complementares ou correlatos da
instalação elétrica, tais como abertura e recomposição de rasgos e arremates
decorrentes da execução dos serviços.
Não será permitida a substituição dos materiais, em parte ou no seu todo,
sem prévia autorização da Fiscalização. Caberá à Contratada o fornecimento de todos
os acessórios necessários à montagem das instalações, sejam os mesmos constantes
ou não da presente especificação.
O projeto executivo de todos os barramentos blindados com inclusão de todos
os cofres de proteção e de linha, peças de dilatação, e demais acessórios deverá ser
elaborado pelo fabricante do sistema ―Bus-Way‖ e fornecido pela Contratada.
Completadas as instalações, deverá a Contratada verificar a continuidade
dos circuitos, bem como efetuar os testes e ensaios para os quais deverão ser
observados os capítulos 612 e 613 da NB-3.
7.4
NORMAS REGULAMENTARES
Todas as instalações deverão ser feitas e testadas de acordo com as
seguintes normas:
NBR 5356 - Transformador de Potência - Especificação;
NBR 5410 - Instalações Elétricas de Baixa Potência - Procedimentos;
NBR 5413 - Iluminância de Interiores;
NBR 5414 - Execução de Instalações Elétricas de Alta Tensão (de 0,6 a
15KV);
NBR 5419 - Proteção de Edificações contra Descargas Atmosféricas Procedimentos;
NBR 5444 - Símbolos Gráficos para Instalações Elétricas Prediais;
NEC - National Electrical Code;
Normas aplicáveis da ANSI e NEMA;
Concessionária local (LIGHT) ou outro órgão com jurisdição sobre o assunto.
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Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 8
INSTALAÇÕES DE TELEPROCESSAMENTO E TELEFONIA
8.1
MEMORIAL DESCRITIVO ...............................................................................................198
8.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS .................................................................................199
8.2.1
8.2.1.1
8.2.1.2
8.2.1.3
8.2.1.4
8.2.2
8.2.2.1
8.2.2.2
8.2.2.3
8.2.2.4
8.2.2.5
8.2.2.6
8.2.3
8.2.3.1
8.2.3.2
8.2.3.3
8.2.3.4
8.2.4
8.2.5
8.2.5.1
8.2.5.2
8.2.5.3
8.2.5.4
8.2.5.5
8.2.5.6
CABEAMENTO HORIZONTAL........................................................................................199
CABEAMENTO METÁLICO – CATEGORIA 6 ................................................................199
CONECTOR M8V (RJ45) CATEGORIA 6 .......................................................................201
RABICHOS OU PATCH CORD (CABO ADAPTADOR M8V) .........................................202
PAINÉIS DE DISTRIBUIÇÃO ..........................................................................................206
CABEAMENTO VERTICAL ÓPTICO (BACK BONE) ......................................................208
CORDÃO ÓPTICO 10GBPS DUPLEX (50/125M) LC/LC ...............................................208
CABO ÓPTICO MULTIMODO (50/125 M) 10 GBPS ....................................................210
DISTRIBUIDOR ÓPTICO ................................................................................................210
ADAPTADORES ÓPTICOS MTRJ ................................................................................211
TAMPA CEGA PARA DISTRIBUIDOR ÓPTICO .............................................................211
KIT DE CONECTORES MTRJ PARA FIBRAS MULTIMODO 50/125 ............................212
SISTEMA DE GERÊNCIA FÍSICA DE REDE ..................................................................212
ANALISADOR PARA O SISTEMA DE GERÊNCIA ........................................................212
CABO I/O PARA O ANALIZADOR ..................................................................................213
ESPECIFICAÇÃO DO SOFTWARE GERENCIAMENTO .............................................213
MICROCOMPUTADOR DO SERVIDOR .........................................................................213
INSTALAÇÕES TELEFÔNICAS ......................................................................................214
INFRA-ESTRUTURA .......................................................................................................214
CAIXAS ............................................................................................................................214
ELETRODUTOS E ACESSÓRIOS ..................................................................................214
DUTO CANAL ..................................................................................................................215
ELETROCALHA ...............................................................................................................215
LEITO ...............................................................................................................................215
ATERRAMENTO DOS LEITOS .......................................................................................216
8.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ..............................................................................216
8.3.1
8.3.1.1
8.3.1.2
8.3.1.3
8.3.2
8.3.3
8.3.3.1
8.3.3.2
CERTIFICAÇÃO DO CABEAMENTO .............................................................................216
EQUIPAMENTO DE TESTE ............................................................................................216
PROCEDIMENTOS .........................................................................................................217
GRANDEZAS ...................................................................................................................217
TESTE FÍSICO.................................................................................................................218
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA E TREINAMENTO ..........................................................218
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA .........................................................................................218
TREINAMENTO ...............................................................................................................218
8.4
NORMAS REGULAMENTARES .....................................................................................219
198
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8.1
Anexo 1
MEMORIAL DESCRITIVO
O projeto propõe um sistema de rede local através de cabeamento
estruturado, integrando os serviços de voz e dados, que possa ser facilmente
redirecionado no sentido de prover um caminho de transmissão entre quaisquer pontos
da rede. A integração do serviço de telefonia ao serviço de dados usará sistema de
telefonia ―IP‖ e este deverá garantir os serviços de comunicação de maneira ampla e
irrestrita.
O sistema de cabeamento estruturado obedecerá ao mesmo princípio das
instalações elétricas quanto à utilização "de caminhos diferenciados" pelo piso elevado,
deixando tampas de passagem circulares nas placas de piso, forro e/ou teto, descida
pelas paredes, de modo a atingirem as estações de trabalho.
Os pontos de rede serão instalados em caixas de sobrepor sob piso elevado.
Os localizados no térreo e no prédio da garagem serão embutidos e/ou sobrepostos
nas paredes; já os pontos localizados na área de recepção do térreo serão instalados
em caixas fixas embutidas no piso, sendo um ou dois pontos por posto de trabalho, de
acordo com o projeto, atendendo os pontos de segmentos de voz (telefonia ―IP‖) e
dados, com conectores do tipo M8V (RJ45).
Além dos pontos mencionados no item anterior, foram projetados pontos em
todos os ambientes onde possa haver a necessidade de um ponto de telefone ou
microcomputador, inclusive depósitos e copas.
Os racks com equipamentos do sistema de cabeamento estruturado foram
projetados nos ambientes indicados no projeto.
O projeto foi concebido baseado em cabeamento estruturado categoria 6
para toda a edificação, utilizando ―patch panels‖ angulares com sensores de
gerenciamento, cordões ópticos de 1,5 e 3,0 metros com pino extra para permitir
gerenciamento, cabo UTP rígido e tomadas RJ45.
O cabeamento backbone em FO atende a velocidade de 10Gbps. Utilizou-se
cabo de 6 fibras otimizadas (OC-3) multímodo 50/125 micrometros, distribuidor óptico
com três fendas de abertura para acomodar adaptadores MTRJ compostos de
sensores para gerenciamento, kit composto de 6 conectores MTRJ e cordões ópticos
MTRJ/MTRJ 50/125 micrometros, com pino extra para gerenciamento.
O sistema será todo gerenciado através de sistema de Hardware composto
dos sensores, pinos extras, analisadores e software de gerência, conforme
especificação constante neste documento. O tipo de analisador vai depender do
número de portas a serem gerenciadas por andar e por sites no andar.
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Anexo 1
O sistema de cabeamento estruturado deverá prever a organização e
identificação de todos os seus componentes de acordo com as normas NBR 14565 de
julho/2007 e ANSI/TIA/EIA-606-A maio/2002, sendo que a norma brasileira tem
precedência nos pontos de divergência, principalmente no que diz respeito à
nomenclatura e siglas.
Será aceita solução similar para o sistema de gerência da rede, inclusive
com a utilização de equipamentos diversos dos relacionados abaixo e apresentados
em projeto, desde que a solução proposta atenda todas as premissas do projeto, que o
sistema de gerência da rede possua todas as funcionalidades descritas nesta
especificação e que as normas mencionadas sejam seguidas.
8.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS
8.2.1
CABEAMENTO HORIZONTAL
8.2.1.1
CABEAMENTO METÁLICO – CATEGORIA 6
Aplicabilidade e normas pertinentes:
O Cabo de uso interno deverá exceder os requisitos standard de
performance para Cat. 6 da norma TIA/EIA-568-B.2-1. Deverão garantir sua aplicação
para tráfego de voz, dados e imagem e sistemas que requeiram grande margem de
segurança sobre as especificações normalizadas para garantir suporte às aplicações
como Gigabit Ethernet, 100Base-Tx, 155 Mbps ATM, 100 Mbps TP-PMD, Token ring,
ISDN, Vídeo analógico e digital e Voz sob IP (VoIP) analógico e digital. Para
cabeamento primário e secundário entre os painéis de distribuição (Patch Panels) e
pontos de rede distribuídos nos diversos pavimentos.
Requisitos mínimos obrigatórios:
- características elétricas e de performance testada em freqüências de até 600 Mhz;
- possuir certificação de performance elétrica e de flamabilidade pela UL ou ETL
conforme especificações da norma ANSI/TIA/EIA-568B.2-1 ;
- marcação seqüencial em Pés (Ft) ou metros;
- suportar temperatura em operação de –20°C a 60°C e suportar temperaturas de
armazenamento ou fora de operação de –20°C a 80°C;
- possuir identificação nas veias brancas dos pares correspondentes a cada par;
- deverá ser apresentado através de catálogos, testes das principais características
elétricas em transmissões de altas velocidades (valores típicos) de ATENUAÇÃO
(dB/100m), NEXT (dB), PSNEXT(dB), ELFEXT(dB), PSELFEXT(dB), RL(dB),
ACR(dB), para freqüências de 100, 200, 250, 300, 350, 400, 450, 500, 550 e
600Mhz;
200
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Anexo 1
- fornecido em caixas com uma bobina dentro da qual o cabo deverá estar enrolado
com o comprimento mínimo ou igual a 1000 Ft (304,8m);
- cabo par trançado, UTP (Unshielded Twisted Pair), 23 AWG x 4 pares, composto por
condutores de cobre sólido, isolamento em poliolefina e capa externa em PVC não
propagante a chama na cor azul;
- possuir classe de flamabilidade CMR, com o correspondente da entidade
Certificadora (UL) ou (ETL) impressa na capa;
- deve ter disponibilidade pelo fabricante em 3 cores, prevendo futuras necessidades;
- a cor do produto a ser fornecida é azul;
- possuir impresso na capa externa do cabo a marca do fabricante e sua respectiva
categoria (cat6);
- o fabricante deverá apresentar a UL do produto ou comprovar através da internet
(site) imprimindo e informando neste o endereço completo (link) da página que
mostre o código do produto do fabricante com o número da UL;
- as comprovações técnicas deverão ser apresentadas em catálogos ou em páginas
(sites) da internet, oficiais do fabricante que produz o conector. Caso essa seja
extraída da internet, essa deverá conter o URL (endereço da internet) para pesquisa
on-line da respectiva documentação.
Embalagem do produto:
- caixa com 1000ft (304,8m) por embalagem;
- deverá ter 1 (uma) etiqueta colada na embalagem impressa o código de
comercialização do fabricante do produto para fácil identificação antes da instalação,
em um eventual problema de qualidade, não necessitando a abertura da
embalagem;
- deverá ter identificado nesta etiqueta o número do lote com ano e semana que o
produto foi produzido para possibilitar o rastreamento interno, sem a necessidade de
abrir a embalagem.
Cores
As cores dos pares serão as padronizadas pelas normas supracitadas, a
saber:
- AZUL/BRANCO DO AZUL;
- LARANJA/BRANCO DO LARANJA;
- VERDE/BRANCO DO VERDE;
- MARROM/BRANCO DO MARROM.
Os fios brancos dos pares deverão ter marcações na cor correspondente a
seu par, por exemplo: o fio branco do par azul/branco-do-azul terá marcações na cor
azul.
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Anexo 1
Fabricante/produto de referência: Cabo UTP de 4 pares Cat. 6 - PN: 2195606 de fabricação AMP ou de mesmo padrão técnico.
8.2.1.2
CONECTOR M8V (RJ45) CATEGORIA 6
Aplicabilidade e normas pertinentes:
Todos os conectores RJ-45 fêmea de uso interno deverão exceder os
requisitos standards de performance para Cat.6/Casse E da norma TIA/EIA-568-B.2-1,
obedecendo aos requisitos da FCC Parte 68, Subitem F, deverão garantir sua
aplicação para tráfego de voz, dados e imagem e sistemas que requeiram grande
margem de segurança sobre as especificações normalizadas para garantir suporte às
aplicações como Gigabit Ethernet,10 x 100Base-Tx (1000Base-Tx), 155 Mbps ATM,
100 Mbps TP-PMD, Token ring, ISDN, Vídeo analógico e digital e Voz sob IP (VoIP)
analógico e digital. Utilizado em cabeamento horizontal ou secundário, em ponto de
acesso na área de trabalho para tomadas de serviços em sistemas estruturados de
cabeamento.
Requisitos mínimos obrigatórios:
- os conectores RJ-45 fêmea consistirão de uma carcaça de óxido de polifenileno
(housing - polyphenylene oxide), 94V-0, e deverão terminar-se usando um conector
estilo 110 onde serão feita a conectorização do cabo UTP de 4 pares, os contatos
110 deverão ser montados diretamente na placa de circuito impresso (realizado em
policarbonato 94V-0);
- o conector tipo 110 deverá ser na parte traseira do conector RJ-45 fêmea e aceitar
condutores sólidos de 22-24 AWG, com um diâmetro de isolação máxima de 0.050
polegadas;
- os contatos do conector RJ-45 fêmea deverão ser banhados com um mínimo de 50
micropolegadas de ouro na área do contato e um mínimo de 150 micropolegadas de
estanho na área de solda, sobre um banho-baixo mínimo de 50 micropolegadas de
níquel;
- deverá vir junto com o conector um aliviador de tensão transparente que possua um
pequeno guia para o cabo, este deverá ser encaixado na traseira do conector tipo
IDC, possibilitando uma resistência maior na sua terminação / conectorização;
- deverão ter uma tampa protetora (dust cover) fixado na parte frontal que seja
articulada e caso necessário possibilite sua remoção e recolocação, por se tratar de
uma peça removível não poderá ser utilizada para identificação com ícones.
- o conector RJ-45 fêmea deverá apresentar disponibilidade de no mínimo 8 (oito)
cores diferentes. A cor do produto a ser fornecida é Bege;
- suportar ciclos de inserção, igual ou superior a 750 (setecentos e cinqüenta) vezes
na parte dianteira e suportar ciclos de terminação, igual ou superior a 200 (duzentas)
vezes na parte traseira (IDC);
202
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Anexo 1
- na parte traseira deverá ter uma etiqueta colada ente os contatos IDC contendo as
codificações de cores para possibilitar a terminação T-568-A e T-568-B (universal).
Na etiqueta deverá constar o código de comercialização do fabricante do produto
para fácil identificação após sua instalação, em um eventual problema de qualidade,
com indicação do ano e da semana que o produto foi produzido, para possibilitar o
rastreamento interno do lote, e conter escrito C6 (Categoria 6);
- possuir logotipia do fabricante marcada no corpo do conector;
- deverá operar em temperatura de –40° à 70°C;
- deverá apresentar certificado de um laboratório independente trafegando em Gigabit
Ethernet com Zero Bit de Error;
- o fabricante deverá apresentar a UL do produto ou comprovar através da internet
(site) imprimindo e informando neste o endereço completo (link) da página que
mostre o código do produto do fabricante com o número da UL;
- as comprovações técnicas deverão ser apresentadas em catálogos ou em páginas
(sites) da internet, oficiais do fabricante que produz o conector. Caso essa seja
extraída da internet, essa deverá conter o URL(endereço da internet) para pesquisa
on-line da respectiva documentação.
Embalagem do produto:
- deverá ter impressa a marca do fabricante;
- deverá ter imprimido o código de comercialização do fabricante do produto para fácil
identificação antes da instalação, em um eventual problema de qualidade, assim não
necessitando a abertura da embalagem;
- deverá ter imprimida a descrição do produto e sua categoria e cor;
- deverá ter imprimido o ano e semana que o produto foi produzido para possibilitar o
rastreamento interno do lote, sem a necessidade de abrir a embalagem;
- deverá ter imprimido um número de telefone (nacional ou Internacional) para socorro
ou informações técnicas do produto.
Fabricante/produto de referência: Conector RJ-45 Fêmea (keystone) Cat. 6 –
PN:1375055-1 de fabricação AMP ou de mesmo padrão técnico.
8.2.1.3
RABICHOS OU PATCH CORD (CABO ADAPTADOR M8V)
8.2.1.3.1 PATCH CORD DE 5FT (1,524M) CAT. 6
Aplicabilidade e normas pertinentes
Todos os Patch Cords de uso interno deverão exceder os requisitos
standards de performance para Cat.6 da norma TIA/EIA-568-B.2-1 e a IEC60603-7-4
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Anexo 1
requeridos para performance dos componentes para Categoria 6/Casse E. Deverão
garantir sua aplicação para tráfego de voz, dados e imagem e sistemas que requeiram
grande margem de segurança sobre as especificações normalizadas para garantir
suporte às aplicações como Gigabit Ethernet(1000Base-Tx), 10 e 100Base-Tx, 155
Mbps ATM, 100 Mbps TP-PMD, Token ring, ISDN, Vídeo analógico e digital e Voz sob
IP (VoIP) analógico e digital. Previstos para cabeamento horizontal ou secundário, em
ponto de acesso à área de trabalho para interligação do hardware de comunicação do
usuário às tomadas de conexão da rede e também nas salas de telecomunicações,
para manobras entre os painéis de distribuição (patch panels) e os equipamentos
ativos da rede (hubs, switches, etc.).
Requisitos mínimos obrigatórios:
-
-
-
-
características elétricas e de performance testada em freqüências de até 100 Mhz;
deverão ser confeccionados e testados em fábrica;
fornecido com o comprimento de 5 ft (1,524m);
possuir pino extra para gerenciamento;
o acessório deve ser confeccionado em cabo par trançado, UTP (Unshielded
Twisted Pair), 24 AWG x 4 pares, composto por condutores de cobre flexível,
multifilar, isolamento em poliolefina e capa externa em PVC não propagante a
chama, conectorizados à RJ-45 macho Categoria 6 nas duas extremidades;
os conectores RJ-45 macho, devem atender às especificações para categoria 6,
consistirão de uma carcaça em policarbonato transparente, deverão ser banhados
com um mínimo de 50 micropolegadas de ouro na área do contato, sobre um banhobaixo mínimo de 100 micropolegadas de níquel e os contatos devem ser de bronze
fosforoso estanhado, garras duplas para garantia de vinculação elétrica com as
veias do cabo;
possuir classe de flamabilidade CMR impressa na capa, com a correspondente
marca da entidade Certificadora (ETL);
apresentar Certificação ETL em conformidade com a norma ANSI EIA/TIA 568B.2-1
(stranded cable);
deve ter disponibilidade pelo fabricante em 9 cores, prevendo futuras necessidades
e atendendo às especificações da ANSI EIA/TIA 606-A;
os conectores RJ-45 macho devem possuir protetores sobre os conectores (Boots)
na cor do cabo, para evitar desconexões acidentais;
os conectores RJ-45 macho deverão ter uma capa metálica revestindo-o, esta capa
metálica deverá envolver também o cabo prendendo a capa evitando que um
possível tracionamento possa chegar aos condutores/conectores causando uma
possível perda de performance;
a cor do produto a ser fornecida é azul;
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Anexo 1
- deverá ter uma etiqueta colada no cabo contendo o código de comercialização do
fabricante do produto para fácil identificação após sua instalação em um eventual
problema de qualidade, ter identificado o numero do lote, ano e semana que o
produto foi produzido para possibilitar o rastreamento interno;
- possuir impresso na capa do cabo a marca do fabricante e sua respectiva categoria
(cat6);
- deverá apresentar certificado de um laboratório independente trafegando em Gigabit
Ethernet com Zero Bit de Error;
- as comprovações técnicas deverão ser apresentadas em catálogos ou em páginas
(sites) da internet, oficiais do fabricante que produz o conector. Caso essa seja
extraída da internet, essa deverá conter o URL (endereço da internet) para pesquisa
on-line da respectiva documentação.
Embalagem do produto:
- deverá ter 1 (uma) etiqueta colada na embalagem impressa o código de
comercialização do fabricante do produto para fácil identificação antes da instalação,
em um eventual problema de qualidade, assim não necessitando a abertura da
embalagem;
- deverá ter identificado nesta etiqueta o numero do lote com ano e semana que o
produto foi produzido para possibilitar o rastreamento interno, sem a necessidade de
abrir a embalagem.
Fabricante/produto de referência: Patch Cord de 5Ft (1,524m) Cat. 6 –
PN:1435861-5 de fabricação AMP ou de mesmo padrão técnico.
8.2.1.3.2 PATCH CORD DE 10FT (3,048M) CAT. 6
Aplicabilidade e normas pertinentes:
Todos os Patch Cords de uso interno deverão exceder os requisitos
standards de performance para Categoria 6 da norma TIA/EIA-568-B.2-1 e a
IEC60603-7-4 requeridos para performance dos componentes para Categoria 6/Casse
E. Deverão garantir sua aplicação para tráfego de voz, dados e imagem e sistemas que
requeiram grande margem de segurança sobre as especificações normalizadas para
garantir suporte às aplicações como Gigabit Ethernet(1000Base-Tx), 10 e 100Base-Tx,
155 Mbps ATM, 100 Mbps TP-PMD, Token ring, ISDN, Vídeo analógico e digital e Voz
sob IP (VoIP) analógico e digital. Previstos para cabeamento horizontal ou secundário,
em ponto de acesso à área de trabalho para interligação do hardware de comunicação
do usuário às tomadas de conexão da rede e também nas salas de telecomunicações,
para manobras entre os painéis de distribuição (patch panels) e os equipamentos
ativos da rede (hubs, switches, etc.).
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Pt.0901455880
-
-
-
-
-
Anexo 1
Requisitos mínimos obrigatórios:
características elétricas e de performance testada em freqüências de até 100 Mhz;
deverão ser confeccionados e testados em fábrica;
possuir pino extra para gerenciamento;
fornecido com o comprimento de 10 ft (3,048m);
o acessório deve ser confeccionado em cabo par trançado, UTP (Unshielded
Twisted Pair), 24 AWG x 4 pares, composto por condutores de cobre flexível,
multifilar, isolamento em poliolefina e capa externa em PVC não propagante a
chama, conectorizados à RJ-45 macho Categoria 6 nas duas extremidades;
os conectores RJ-45 macho, devem atender às especificações para Categoria 6,
consistirão de uma carcaça em policarbonato transparente, deverão ser banhados
com um mínimo de 50 micropolegadas de ouro na área do contato, sobre um banhobaixo mínimo de 100 micropolegadas de níquel e os contatos devem ser de bronze
fosforoso estanhado, garras duplas para garantia de vinculação elétrica com as
veias do cabo;
possuir classe de flamabilidade impressa na capa, com a correspondente marca da
entidade Certificadora (ETL);
apresentar Certificação ETL em conformidade com a norma ANSI EIA/TIA 568B.2-1
(stranded cable);
deve ter disponibilidade pelo fabricante em 9 cores, prevendo futuras necessidades
e atendendo às especificações da ANSI EIA/TIA 606-A;
os conectores RJ-45 macho devem possuir protetores sobre os conectores (Boots)
na cor do cabo, para evitar desconexões acidentais;
os conectores RJ-45 macho deverão ter uma capa metálica revestindo-o, esta capa
metálica deverá envolver também o cabo prendendo a capa evitando que um
possível tracionamento possa chegar aos condutores/conectores causando uma
possível perda de performance;
a cor do produto a ser fornecida é azul;
deverá ter uma etiqueta colada no cabo contendo o código de comercialização do
fabricante do produto para fácil identificação após sua instalação em um eventual
problema de qualidade, ter identificado o numero do lote, ano e semana que o
produto foi produzido para possibilitar o rastreamento interno;
possuir impresso na capa do cabo a marca do fabricante e sua respectiva categoria
(cat6);
deverá apresentar certificado de um laboratório independente trafegando em Gigabit
Ethernet com Zero Bit de Error;
as comprovações técnicas deverão ser apresentadas em catálogos ou em páginas
(sites) da internet, oficiais do fabricante que produz o conector. Caso essa seja
extraída da internet, essa deverá conter o URL (endereço da internet) para pesquisa
on-line da respectiva documentação.
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Anexo 1
Embalagem do produto:
- deverá ter 1 (uma) etiqueta colada na embalagem impressa o código de
comercialização do fabricante do produto para fácil identificação antes da instalação,
em um eventual problema de qualidade, assim não necessitando a abertura da
embalagem;
- deverá ter identificado nesta etiqueta o numero do lote com ano e semana que o
produto foi produzido para possibilitar o rastreamento interno, sem a necessidade de
abrir a embalagem.
Fabricante/produto de referência: Patch Cord de 10ft (3,048m) Categoria 6 –
PN:1-1435861-0 de fabricação AMP ou de mesmo padrão técnico.
8.2.1.4
PAINÉIS DE DISTRIBUIÇÃO
8.2.1.4.1 PATCH PANEL 24 PORTAS ANGULAR CAT. 6
Aplicabilidade e normas pertinentes
Todos os Patch Panels de uso interno deverão exceder os requisitos
standards de performance para Cat. 6 da norma TIA/EIA-568-B.2-1 e a IEC 60603-7-4.
Deverão garantir sua aplicação para tráfego de voz, dados e imagem e
sistemas que requeiram grande margem de segurança sobre as especificações
normalizadas para garantir suporte às aplicações como Gigabit Ethernet (1000BaseTx),10 e 100Base-Tx 155 Mbps ATM, 100 Mbps TP-PMD, Token ring, ISDN, Vídeo
analógico e digital e Voz sob IP (VoIP) analógico e digital. Utilizado em cabeamento
horizontal ou secundário, em salas de telecomunicações (cross-connect) para
distribuição de serviços em sistemas horizontais.
Requisitos mínimos obrigatórios:
- o painel frontal deve ser em aço de 1,5mm de espessura e possuir bordas de reforço
para evitar empenamentos, com pintura preta resistente a riscos e com numeração
das portas na cor branca;
- a frente do Patch Panel deverá ser capaz de aceitar etiquetas na parte superior de
9mm a 12mm e proporcionar para a mesma uma cobertura de policarbonato
transparente não propagante à chama;
- possuir sensores para gerenciamento;
- as partes plásticas devem ser em termoplástico de alto impacto não propagante à
chama (UL 94V-0), na qual a mesma deverá ser dividida em 4 módulos distintos, e
cada módulo deverá suportar 6 conectores RJ-45 fêmea, RCA, S-Video, ST, LC,
BNC, F e tampa cega ou um misto destes;
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Anexo 1
- conter 24 portas com conectores RJ-45 fêmea na parte frontal, estes devem ter um
circuito impresso para cada porta (para garantir uma melhor performance elétrica
uniforme para cada porta);
- estes (circuitos impressos), devem ser totalmente protegidos por um módulo plástico
(para proteção contra deposição de poeira, curto circuito e outros);
- possuir local para ícone de identificação na parte plástica que deverá fazer parte do
corpo do Patch Panel, desta forma, não serão aceitos soluções onde os ícones
fazem parte do corpo do conector fêmea ou do dust cover (ANSI EIA/TIA 606-A);
- ser configurado em forma de módulos, sendo que um módulo contém 6 (seis) portas;
- possibilitar a colocação de um guia traseiro metálico (para facilitar amarração dos
cabos);
- os conectores tipo RJ-45 fêmea consistirão de uma carcaça de óxido de polifenileno
(housing - polyphenylene oxide), 94V-0, e deverão terminar-se usando um conector
estilo 110 onde serão feita a conectorização do cabo UTP de 4 pares, os contatos
110 deverão ser montados diretamente na placa de circuito impresso (realizado em
policarbonato 94V-0);
- o contato tipo IDC110 deverá ser na parte traseira do Patch Panel e aceitar
condutores sólidos de 22-24 AWG, com um diâmetro de isolação máxima de 0.050
polegadas;
- os contatos do Patch Panel deverão ser banhados com um mínimo de 50
micropolegadas de ouro na área do contato e um mínimo de 150 micropolegadas de
estanho na área de solda, sobre um banho-baixo mínimo de 50 micropolegadas de
níquel;
- deverá vir junto com o Patch Panel um aliviador de tensão em policarbonato
transparente que possua um pequeno guia para o cabo, este deverá ser encaixado
na traseira do conector tipo IDC, possibilitando uma resistência maior na sua
terminação / conectorização;
- suportar ciclos de inserção, igual ou superior a 750 (setecentos e cinqüenta) vezes
na pare dianteira e suportar ciclos de terminação, igual ou superior a 200 (duzentas)
vezes na parte traseira (IDC);
- possuir 4 (quatro) parafusos para fixação no rack, 4 (quatro) abraçadeiras para
prender o cabo no Patch Panel, 4 (quatro) coberturas plástica em policarbonato
transparente para etiqueta e 16 (dezesseis) etiquetas branca para identificação;
- na parte traseira deverá ter uma etiqueta para cada porta colada ente os contatos
IDC contendo as codificações de cores para possibilitar a terminação T-568-A e T568-B (universal), nesta mesma deverá constar o código de comercialização do
fabricante do produto para fácil identificação após sua instalação em um eventual
problema de qualidade, ter identificado o ano e semana que o produto foi produzido
para possibilitar o rastreamento interno do lote e conter escrito Categoria 6;
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Anexo 1
- possuir logotipia do fabricante marcada no corpo do Patch Panel e ter uma etiqueta
no corpo do produto com código de comercialização do fabricante com o ano e
semana que o produto foi produzido para possibilitar o rastreamento interno do lote;
- o conector tipo fêmea deverá operar em temperatura de –40° a 70°C;
- deverá apresentar certificado de um laboratório independente trafegando em Gigabit
Ethernet com Zero Bit de Error;
- o fabricante deverá apresentar a UL do produto ou comprovar através da internet
(site) imprimindo e informando neste o endereço completo (link) da página que
mostre o código do produto do fabricante com o número da UL;
- as comprovações técnicas deverão ser apresentadas em catálogos ou em páginas
(sites) da internet, oficiais do fabricante que produz o conector. Caso essa seja
extraída da internet, essa deverá conter o URL(endereço da internet) para pesquisa
on-line da respectiva documentação.
Embalagem do produto:
- deverá ter imprimido a marca do fabricante;
- deverá ter uma etiqueta impressa na caixa e no molde plástico do produto o código
de comercialização do fabricante, descrição do produto e sua categoria para fácil
identificação antes da instalação, em um eventual problema de qualidade, assim não
necessitando a abertura da embalagem;
- deverá constar da etiqueta impressa o ano e a semana que o produto foi produzido
para possibilitar o rastreamento interno do lote, sem a necessidade de abrir a
embalagem;
- deverá vir embalado dentro de um molde plástico, este molde deverá ficar justo na
caixa para melhor protegê-lo em uma eventual queda.
Fabricante/produto de referência: Patch Panel 24 portas Angular categoria 6
– PN:1499616-1 de fabricação AMP ou de mesmo padrão técnico.
8.2.2
CABEAMENTO VERTICAL ÓPTICO (BACK BONE)
8.2.2.1
CORDÃO ÓPTICO 10GBPS DUPLEX (50/125M) LC/LC
Aplicabilidade e normas pertinentes
Todos os Cordões Ópticos Duplex MM (50/125 m) devem atender o sistema
de Cabeamento Estruturado para tráfego de voz, dados e imagem requisitos da norma
ANSI EIA/TIA-568B para 10 Gbps, uso interno para cabeamento vertical ou primário
em salas ou armários de distribuição principal, ou para cabeamento horizontal ou
secundário em salas de telecomunicações (cross-connect) na função de interligação de
distribuidores e bloqueios ópticos com os equipamentos de rede.
Requisitos mínimos obrigatórios:
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Anexo 1
- este cordão deverá ser constituído por um par de fibras ópticas multímodo
(50/125 m) tipo ―tight―;
- composto de conectores LC em ambas as pontas;
- com pino extra para gerenciamento;
- utilizar padrão ―zip-cord‖ de reunião das fibras para diâmetro de 1,6mm ;
- ser aplicável em conectores da série SFF (Small Form Factor), seguindo a ANSI
EIA/TIA 568B.3;
- fornecido na metragem de 2 metros e tendo disponibilidade para 1 (um), 3 (três), 4
(quatro), 5 (cinco), 10 (dez) e 15 (quinze) metros de comprimento para futuras
necessidades;
- a fibra óptica deste cordão deverá possuir revestimento primário em acrilato e
revestimento secundário em poliamida;
- sobre o revestimento secundário deverão existir elementos de tração e capa em
PVC não propagante à chama;
- as extremidades deste cordão óptico duplo devem vir devidamente conectorizadas e
testadas de fábrica pelo fabricante;
- raio mínimo de curvatura aceitável para este cordão óptico duplo é de 50mm;
- ser disponibilizado nas opções de terminações com conectores LC com SC ou MTRJ;
- deverão ser confeccionados e testados em fábrica;
- deve ter disponibilidade pelo fabricante em fibras 62,5/125 m (MM), 50/125 m (MM)
e 9/125 m (SM), prevendo futuras necessidades;
- possuir impresso na capa do cabo a marca do fabricante e seu respectivo tipo de
fibra (50/125 m);
- as comprovações técnicas deverão ser apresentadas em catálogos, declaração do
fabricante ou em páginas (sites) da internet, oficiais do fabricante que produz o
conector. Caso essa seja extraída da internet, essa deverá conter o URL (endereço da
internet) para pesquisa on-line da respectiva documentação.
Embalagem do produto:
- embalagem plástica com 1 (um) cordão óptico por embalagem;
- deverá ter 1 (uma) etiqueta colada na embalagem impressa o código de
comercialização do fabricante do produto para fácil identificação antes da instalação,
em um eventual problema de qualidade, assim não necessitando a abertura da
embalagem;
- deverá ter identificado nesta etiqueta o numero do lote com ano e semana que o
produto foi produzido para possibilitar o rastreamento interno, sem a necessidade de
abrir a embalagem;
Fabricante/produto de referência: Cordão Óptico 10Gbps Duplex (50/125
m) LC/LC – PN:1754399-2 de fabricação AMP ou de mesmo padrão técnico.
210
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
8.2.2.2
Anexo 1
CABO ÓPTICO MULTIMODO (50/125 M) 10 GBPS
Aplicabilidade e normas pertinentes
Todos os Cabos Ópticos MM(50/125 m) devem atender os sistemas de
Cabeamento Estruturado para tráfego de voz, dados e imagem requisitos da norma
ANSI EIA/TIA-568B para 10 Gbps uso interno para cabeamento vertical ou primário em
salas ou armários de distribuição principal, ou para cabeamento horizontal ou
secundário em salas de telecomunicações (cross-connect) na função de interligação de
distribuidores e bloqueios ópticos com os equipamentos de rede.
Requisitos mínimos obrigatórios:
- este cabo deverá ser constituído por 6 fibras ópticas multímodo (50/125 m) tipo
―tight―;
- a fibra óptica deverá possuir revestimento primário em acrilato e revestimento
secundário em poliamida;
- sobre o revestimento secundário deverão existir elementos de tração e capa em
PVC não propagante à chama;
- raio mínimo de curvatura aceitável para esta fibra é de 50mm;
- possuir impresso na capa do cabo a marca do fabricante e seu respectivo tipo de
fibra (50/125 m);
- as comprovações técnicas deverão ser apresentadas em catálogos, declaração do
fabricante ou em páginas (sites) da internet, oficiais do fabricante que produz o
conector. Caso essa seja extraída da internet, essa deverá conter o URL(endereço da
internet) para pesquisa on-line da respectiva documentação.
Fabricante/produto de referência: Cabo Óptico Multimodo (50/125
Gbps – PN:8-1664096-5 de fabricação AMP ou de mesmo padrão técnico.
8.2.2.3
m) 10
DISTRIBUIDOR ÓPTICO
Requisitos mínimos obrigatórios:
- deverá permitir montagem em bastidores de 19'';
- as bandejas deverão permitir acopladores tipo SC MM duplos, ST, LC ou MT-RJ;
- suportarão 12, 24 ou 48 terminações de fibra óptica;
- deverá ter altura máxima de uma unidade (1 U), com três janelas abertas;
- a gaveta deverá ser do tipo deslizante e ter em seu interior os roteadores e fixadores
para uma correta instalação dos cabos de acordo com as normas da indústria;
- possuir resistência e/ou proteção contra a corrosão;
211
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
- possuir painel frontal articulável, permitindo o acesso aos cordões sem expor as
fibras conectorizadas internamente;
- ser confeccionado em aço, com acabamento em pintura epóxi de alta resistência a
riscos na cor preta;
- permitir usar conectores SC, ST, LC ou MTRJ;
- as comprovações técnicas deverão ser apresentadas em catálogos, declaração do
fabricante ou em páginas (sites) da internet, oficiais do fabricante que produz o
conector. Caso essa seja extraída da internet, essa deverá conter o URL(endereço da
internet) para pesquisa on-line da respectiva documentação.
Fabricante/produto de referência: Distribuidor Óptico – PN:1348876-4 de
fabricação AMP ou de mesmo padrão técnico.
8.2.2.4
ADAPTADORES ÓPTICOS MTRJ
Requisitos mínimos obrigatórios:
- adaptador tipo espelho para inserção em abertura de compartimento metálico de
distribuição das fibras ópticas – DIO, com 6 portas para MTRJ;
- adaptador tipo espelho cego para abertura de compartimento metálico de
distribuição das fibras ópticas;
- gerenciável através de sensores;
- as comprovações técnicas deverão ser apresentadas em catálogos, declaração do
fabricante ou em páginas (sites) da internet, oficiais do fabricante que produz o
conector. Caso essa seja extraída da internet, essa deverá conter o URL(endereço da
internet) para pesquisa on-line da respectiva documentação.
Fabricante/produto de referência: Adaptadores
PN:1278328-3 de fab. AMP ou de mesmo padrão técnico.
8.2.2.5
Ópticos
MTRJ
–
TAMPA CEGA PARA DISTRIBUIDOR ÓPTICO
Requisitos mínimos obrigatórios:
- adaptador tipo espelho cego para abertura de compartimento metálico de
distribuição das fibras ópticas;
- as comprovações técnicas deverão ser apresentadas em catálogos, declaração do
fabricante ou em páginas (sites) da internet, oficiais do fabricante que produz o
conector. Caso essa seja extraída da internet, essa deverá conter o URL(endereço da
internet) para pesquisa on-line da respectiva documentação.
212
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Fabricante/produto de referência: Tampa Cega para Distribuidor Óptico –
PN:559523-1 ou de mesmo padrão técnico.
8.2.2.6
KIT DE CONECTORES MTRJ PARA FIBRAS MULTIMODO 50/125
Aplicabilidade e normas pertinentes
- Todos os Conectores MTRJ para fibras MM(50/125 m) devem atender o sistemas
de Cabeamento Estruturado para tráfego de voz, dados e imagem requisitos da norma
ANSI EIA/TIA-568B.
Requisitos mínimos obrigatórios:
- kit de conectores MTRJ para fibras multímodo 50/125 m, composto de 6 conectores,
2 ferramentas para conexão, 2 guias de fibras e um conjunto de etiquetas;
- as comprovações técnicas deverão ser apresentadas em catálogos, declaração do
fabricante ou em páginas (sites) da internet, oficiais do fabricante que produz o
conector. Caso essa seja extraída da internet, essa deverá conter o URL(endereço da
internet) para pesquisa on-line da respectiva documentação.
Fabricante/produto de referência: Kit de conectores MTRJ para fibras
multímodo 50/125 - PN:1588880-1 de fabricação AMP ou de mesmo padrão técnico.
8.2.3
SISTEMA DE GERÊNCIA FÍSICA DE REDE
8.2.3.1
ANALISADOR PARA O SISTEMA DE GERÊNCIA
Requisitos mínimos obrigatórios:
- tecnologia que permita realizar uma atualização de sistema de cabeamento
mediante a incorporação de uma tira de sensores ao patch panel existente sem a
necessidade da troca do patch panel;
- possuir componentes de conexões de perfil baixo que não interferem nos contatos
dos patch panels;
- realização da interconexão de várias portas de uma só vez;
- sistema possua volatilidade nula através do monitoramento através dos condutores,
permitindo que as interconexões que se façam ao equipamento mesmo desligado,
possam ser reconhecidas mais tarde;
- os Analisadores devem conter um display de LCD de 4 linhas de fácil leitura que
provê aos técnicos dados da base de dados como também de ajuda na identificação
das portas no rack;
- incorporação em qualquer elemento crossconnect, inclusive em blocos do tipo 110;
- analisador de 1U;
- composto de 168 ou 336 portas;
- conexões via conector DB25;
213
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
- conexões via conector USB para PDAs;
- três portas Ethernet 10/100;
- pen Test Integral;
- as comprovações técnicas deverão ser apresentadas em catálogos, declaração do
fabricante ou em páginas (sites) da internet, oficiais do fabricante que produz o
conector. Caso essa seja extraída da internet, essa deverá conter o URL (endereço da
internet) para pesquisa on-line da respectiva documentação.
Fabricante/produto de referência: Analisador para o sistema de Gerencia –
PN: 1435371-2 de fabricação AMP ou de mesmo padrão técnico.
8.2.3.2
CABO I/O PARA O ANALIZADOR
Requisitos mínimos obrigatórios:
- conector do tipo DB25 para conexão ao analisador em uma das pontas;
- na outra ponta, quatro conectores de 6 posições com conector do tipo RJ11 a ser
conectado ao Patch Panel ou ao Distribuidor Óptico.
8.2.3.3
ESPECIFICAÇÃO DO SOFTWARE GERENCIAMENTO
Sistema de documentação automático da rede física de cabeamento,
provendo:
- descoberta automática de todos os dispositivos conectados a rede;
- atualização em tempo real da documentação quando uma mudança é feita no
cabeamento;
- alarme quando uma mudança não autorizada é feita no cabeamento;
- ordens de serviço automaticamente quando da necessidade de mudanças no
cabeamento;
- monitoramento em tempo real de todas as conexões da rede física de cabeamento;
- gerenciamento remoto (via Internet);
- relatórios gerais e específicos sobre o cabeamento;
- reinicialização do sistema automática sem perda de dados quando ocorrer falha
(queda de energia, por exemplo);
- não interferência nas operações da rede quando o sistema de gerência estiver
desativado ou danificado.
8.2.3.4
MICROCOMPUTADOR DO SERVIDOR
Requisitos mínimos obrigatórios:
- tipo: Desktop, padrão rack 19‖;
214
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
-
Anexo 1
processador Duo 2 Core, 2,8GHz;
memória RAM de 1024 MB;
disco Rígido de 500 GB de HDD;
monitor colorido LCD de 19";
placa de Rede Ethernet 10/100 BaseT;
placa de vídeo 512Mb. C/ uma saída DVI;
placa de rede (giga bit);
teclado padrão ABNT2;
mouse sem fio;
software: Windows XP Professional SP2;
gravador de CD e DVD;
Fabricante de referência: IBM, HP ou similar.
8.2.4
INSTALAÇÕES TELEFÔNICAS
Caberá ao Instalador/Integrador fornecer e executar toda a infra-estrutura,
desde a caixa tipo R2 até o Distribuidor Geral de Telefonia (DG) de entrada da
concessionária no prédio, deixando os eletrodutos guiados com arame guia
galvanizado de diâmetro 1,65mm.
Para as conexões do DG deverão ser fornecidos e instalados, 10 blocos de
corte e conexão compactos de 10 pares tipo "Krone" (ou de mesmo padrão técnico).
8.2.5
INFRA-ESTRUTURA
8.2.5.1
CAIXAS
Caixas comuns, estampadas em chapa de ferro, esmaltadas a quente
interna e externamente, com orelhas para fixação e olhais para colocação de
eletrodutos, quadrada 4" x 4", retangular 4" x 2" e octogonal 4" x 4" fundo móvel, de
fabricação Paschoal Thomeu ou equivalente.
Caixas especiais, em chapa de ferro, com toda superfície metálica
previamente decapada e pintada com tinta anti-ferrugem, com tampa frontal
aparafusada, dimensões de acordo com projeto, de fabricação Paschoal Thomeu ou
equivalente.
Para outras caixas ver especificação e legenda no projeto de instalação.
8.2.5.2
ELETRODUTOS E ACESSÓRIOS
215
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Os eletrodutos, para toda a instalação, serão metálicos, rígidos, de aço
carbono, galvanizado a quente, da classe pesada, internamente lisos e sem rebarbas,
de fabricação Indústrias Metalúrgicas Paschoal Thomeu S.A., ou equivalente de outro
fabricante.
Luvas: a emenda entre os eletrodutos será feita por meio de luvas de ferro
galvanizado, de fabricação Indústrias Metalúrgicas Pashoal Thomeu S.A., ou
equivalente de outro fabricante.
Curvas: as curvas para eletrodutos serão pré-fabricadas de ferro
galvanizado, de mesmo fabricante dos eletrodutos.
Arruelas e Buchas: as ligações dos eletrodutos com os quadros e caixas
serão feitas através de buchas e arruelas, sendo todas as juntas vedadas com adesivo
"não secativo".
As arruelas e buchas serão exclusivamente metálicas, de ferro galvanizado
ou em liga especial de Al, Cu, Zn e Mg de fabricação Blinda Eletromecânica Ltda,
Metalúrgica Wetzel S.A ou equivalente.
Estas conexões, quando expostas ao tempo, serão de material cadmiado.
No momento oportuno, por toda a rede de eletrodutos no piso, deverá ser
passada bucha de estopa até que saia limpa e seca.
8.2.5.3
DUTO CANAL
Nas áreas de escritório será instalado duto canal de alumínio extrudado,
com tampa, 125mm de altura e 165/350mm de largura, referência Dutotec, modelo
DC18100, sob o piso elevado, para passagem do cabeamento, conforme projeto. O
cabeamento estruturado deverá ser lançado em duto próprio, separado dos cabos
elétricos.
8.2.5.4
ELETROCALHA
Será instalada, sobre o forro ou aparente, eletrocalha lisa, em aço zincado,
com tampa, 50mm de altura e 150/200mm de largura, referência Mopa, tipo eletrofort,
nos locais apresentados em projeto. O cabeamento estruturado deverá ser lançado em
eletrocalha própria, separado dos cabos elétricos.
8.2.5.5
LEITO
Será instalado leito para cabos, em aço zincado, 300mm, referência Mopa,
para passagem das fibras ópticas do backbone, conforme projeto.
216
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
8.2.5.6
Anexo 1
ATERRAMENTO DOS LEITOS
Deverá ser instalada cordoalha acompanhando o leito para passagem das
fibras ópticas. Essa cordoalha será interligada, em cada sala técnica, à barra de
aterramento parcial e à barra de aterramento geral, localizada próxima a subestação de
energia. A barra de aterramento parcial deverá ser confeccionada conforme
apresentação em projeto.
Todas as conexões do sistema de aterramento deverão ser feitas por
processo de solda exotérmica. As conexões devem incluir, porém sem estarem
limitadas a todas as emendas cabo a cabo, em forma de T, em X, hastes de
aterramento, cabo para aço e ferro fundido e ainda terminais de cabo.
Deverão ser seguidas todas as instruções relativas aos procedimentos
adequados para realização dos métodos e processos de solda definidos pelos
respectivos fabricantes. Todos os materiais utilizados (moldes, metal de solda em pó,
ferramentas, acessórios, etc.), deverão ser de um único fabricante a fim de se evitar
misturas e incompatibilidade de materiais que possam comprometer a qualidade da
solda.
8.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO
8.3.1
CERTIFICAÇÃO DO CABEAMENTO
Serão executados testes em todo cabeamento metálico (horizontal),
conforme descrição abaixo, para verificação quanto à performance, com vistas à
certificação de conformidade às características exigidas nas normas mencionadas
nestas especificações.
8.3.1.1
EQUIPAMENTO DE TESTE
O Instalador/ Integrador realizará a certificação do cabeamento metálico e
ótico com aparelho de certificação de rede ethernet e fast-ethernet do tipo analisador e
testador de cabos, de fabricação IDEAL, modelo LANTEK 7 ou equivalente, próprio
para testes em categoria 6, na presença da Fiscalização.
O aparelho certificador deve ser composto por duas unidades: o injetor e o
analisador. As medições de NEXT (Near End Crosstalk) e ACR (Attenuation-toCrosstlak Ratio) devem ser efetuadas tanto do lado do injetor como do analisador.
Portanto, será necessário trocar as posições do injetor com relação ao analisador,
realizando-se duas medições. Contudo, o modelo sugerido possui um dispositivo
interno que permite ao analisador funcionar como injetor. Por seu lado, o injetor
armazena os resultados e os envia ao analisador.
217
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Deverá ser feita a identificação de todos os pontos de rede, nos patch
panels, patch cords e nas tomadas RJ45, utilizando a seguinte nomenclatura: PONTO
DE TELECOMUNICAÇÃO-ANDAR-NÚMERO DO PONTO. Exemplos: PT2P068 (ponto
068 do segundo pavimento), PTTE078 (ponto 078 do pavimento térreo).
8.3.1.2
PROCEDIMENTOS
Como o injetor é de duas vias, tanto este quanto o analisador pode ser
conectado em qualquer dos lados do enlace.
O enlace será composto pelo conjunto analisador (ou injetor), cabo de
manobra (cabo de ligação elemento ativo-patch panel), módulo de conexão amarelo do
painel de distribuição (patch panel), cordão de manobra (patch cord), módulo de
conexão azul, cabo UTP Categoria 6, tomada/conector RJ-45, o cordão de ligação da
estação de trabalho e finalmente o injetor (ou analisador).
Após a conclusão dos testes (até um máximo de 6000 medições), os dados
armazenados na memória do analisador devem ser transferidos para um micro
computador, ficando os resultados disponíveis em meio magnético, podendo também
ser impresso em forma de relatório.
O Instalador/Integrador fornecerá uma cópia dos resultados em papel A-4 e
também em DVD.
8.3.1.3
GRANDEZAS
Serão realizadas medições das seguintes grandezas na certificação do
cabeamento horizontal:
- comprimento do enlace em metros (em todos os pares);
- resistência de loop dos 4 pares em ohms;
- mapa de fios - continuidade e polaridade;
- impedância dos 4 pares, em ohms;
- capacitância, em pF (pico faraday);
- NEXT (Near End Crosstalk) - atenuação de Paradiafonia, em dB (decibéis);
- atenuação, em dB;
- ACR (Attenuation-to-Crostalk-Ratio);
- perda de retorno (Return Loss - RL) - É uma medida da energia refletida causada
por descasamento de impedâncias no sistema de cabeamento, é especialmente
importante para aplicações que usam transmissão full-duplex. Quando componentes do
cabeamento, por exemplo, cabo e conector têm valores de impedâncias diferentes, ao
passar de um para o outro, parte do sinal é refletida de volta e o sinal que prossegue é
mais fraco (por isso o nome "perda de retorno");
218
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
- FEXT (Far End Crosstalk & Equal Level Crosstalk (ELFEXT) (par-a-par e "powersum") . FEXT é o acoplamento indesejado de energia do sinal de um transmissor
localizado na extremidade distante nos pares vizinhos, medido na extremidade
próxima. ELFEXT compara o nível do sinal recebido daquele transmissor com o nível
do "crosstalk" (em oposição ao NEXT que usa o nível de transmissão do sinal ao invés
do nível de recepção). Power Sum ELFEXT leva em conta o efeito cumulativo de sinais
em múltiplos pares (transmissão de sinais em 3 dos 4 pares do cabo causando
crosstalk no 4º par);
- Delay Skew - O atraso de propagação (Propagation Delay) é a medida de quanto
tempo o sinal leva para viajar de uma extremidade a outra do link. Em sistemas que
usam vários pares para a transmissão simultânea de sinais é importante que o tempo
de viagem seja o mesmo em todos os pares. Delay Skew é a medida da diferença
entre os tempos de propagação nos diferentes pares. Há um limite máximo para esse
valor, de forma que se um sinal transmitido é dividido em componentes e cada
componente usa um par diferente, o receptor na outra extremidade deve receber todos
os componentes ao mesmo tempo (dentro dessa tolerância estabelecida pelo delay
skew).
8.3.2
TESTE FÍSICO
Previamente à certificação mencionada acima, será realizado teste físico
para verificação das seguintes condições:
- inversão de pares;
- curto-circuito;
- continuidade.
8.3.3
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA E TREINAMENTO
8.3.3.1
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
Caberá ao Instalador/Integrador o fornecimento dos seguintes documentos
impressos e em meio magnético:
- planilhas e resultados dos testes, em formulário de papel e em DVD;
- manual de operação da rede;
- plantas e desenhos relativos ao "as built" da instalação definitiva, constando todas
as instalações existentes no prédio.
8.3.3.2
TREINAMENTO
Caberá ao Instalador/Integrador ministrar treinamento de operação da rede
com duração mínima de 20 horas aula para no mínimo 10 pessoas indicadas pela
Fiscalização.
219
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
O programa deverá incluir treinamento com o aparelho de certificação.
Deverá também incluir apresentação detalhada do sistema de identificação e
operação/manobra dos painéis de conexão cruzada.
8.4
NORMAS REGULAMENTARES
Todos os materiais a serem utilizados na instalação deverão obedecer às
seguintes normas:
NBR-14565 da ABNT - Procedimento Básico para Elaboração de Projetos de
Cabeamento de Telecomunicações para Rede Interna Estruturada;
TIA/EIA-568-B.1 - General Requirements;
TIA/EIA-568-B.2 - Balanced Twisted Pair Cabling Components;
TIA/EIA-568-B.2-1 - Balanced Twisted Pair Cabling Components - Addendum 1 Transmission
Performance Specifications for 4-pair 100 Ohms category 6 cabling;
TIA/EIA-568-B.3 - Optical Fiber Cabling Components Standard;
TIA/EIA-569-B - Commercial Building Standard for Telecommunications Pathways
and Spaces;
TIA/EIA-606-A - The Administration Standard for the Telecommunications
Infrastructure of Commercial Buildings;
TIA/EIA-310-E: Cabinets, Racks, Panels and Associated Equipment;
IEC 60603-7-4.
220
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 9
SISTEMA DE CIRCUITO FECHADO DE TV
9.1
MEMORIAL DESCRITIVO .............................................................................................. 221
9.1.1
9.1.2
CARACTERÍSTICAS BÁSICAS ...................................................................................... 221
CONFIGURAÇÃO BÁSICA ............................................................................................. 222
9.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS................................................................................. 222
9.2.1
9.2.2
9.2.3
9.2.4
9.2.5
9.2.6
9.2.7
9.2.8
9.2.9
9.2.10
9.2.11
9.2.12
9.2.13
9.2.14
9.2.15
9.2.16
9.2.17
9.2.17.1
9.2.17.2
9.2.17.3
CÂMERA DE VÍDEO IP FIXA COLOR (NORMAL) ........................................................ 222
CÂMERA MÓVEL IP DOMO........................................................................................... 223
CÂMERA DE INFRAVERMELHO ................................................................................... 224
LENTE 1/3‖...................................................................................................................... 224
MONITOR 42‖ ................................................................................................................. 225
MONITOR 26‖ E 15‖ ....................................................................................................... 225
MESA DO OPERADOR .................................................................................................. 225
MICROCOMPUTADOR SERVIDOR .............................................................................. 225
MICROCOMPUTADOR DE MONITORAÇÃO ................................................................ 226
SOFTWARE DE GERENCIAMENTO - CARACTERÍSTICAS ........................................ 226
SWITCH DE BORDA 16/24 PORTAS ............................................................................ 227
SWITCH DE SECUNDÁRIO ........................................................................................... 227
SWITCH PRINCIPAL ...................................................................................................... 228
STORAGE DE VÍDEO .................................................................................................... 228
CAIXA DE PROTEÇÃO PARA CÂMERAS (EXTERNA) DOMO .................................... 228
CAIXA DE PROTEÇÃO PARA CÂMERAS (INTERNA) TIPO DOMO ........................... 229
REDE ELÉTRICA ............................................................................................................ 229
ALIMENTAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ....................................................................... 229
QUADRO ELÉTRICO DE DISTRIBUIÇÃO ..................................................................... 229
INFRA-ESTRUTURA FÍSICA.......................................................................................... 229
9.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ............................................................................. 229
9.3.1
9.3.1.1
9.3.1.2
9.3.1.3
9.3.1.4
9.3.2
9.3.2.1
9.3.2.2
9.3.2.3
9.3.2.4
9.3.2.5
INFRA-ESTRUTURA ...................................................................................................... 229
INSTALAÇÕES APARENTES ........................................................................................ 230
INSTALAÇÕES ACIMA DO FORRO E EMBUTIDA EM ALVENARIA OU CONTRAPISO230
CABEAÇÃO .................................................................................................................... 230
ATERRAMENTO ............................................................................................................. 230
METODOLOGIA E DOCUMENTAÇÃO .......................................................................... 230
PROJETO ―AS BUILT‖ .................................................................................................... 231
TESTES .......................................................................................................................... 231
MANUTENÇÃO ............................................................................................................... 232
GARANTIA ...................................................................................................................... 232
TREINAMENTO .............................................................................................................. 232
9.4
NORMAS REGULAMENTARES..................................................................................... 232
221
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9.1
Anexo 1
MEMORIAL DESCRITIVO
Este memorial tem por finalidade especificar o sistema, as configurações, os
equipamentos e as condições técnicas para a execução do Sistema de Circuito Fechado de TV
para o edifício do Meio Circulante.
O projeto de CFTV deverá ser seguido rigorosamente, salvo quando houver
alterações de ordem técnica, devidamente justificadas e formalizadas. Ao término da instalação
e ativação, deverá ser executado o projeto final (―as-built‖), com as características próprias dos
equipamentos fornecidos e demais alterações, porventura introduzidas.
O projeto é composto de descritivos, diagramas, plantas e especificações,
destinados a disponibilizar todas as informações necessárias para a execução do Sistema,
sendo um importante instrumento de consulta e orientação.
Os serviços a serem desenvolvidos, abrangem as seguintes etapas de
responsabilidade da Contratada:
- fornecimento dos materiais de obras civis e instalação da infra-estrutura necessária para a
instalação do Sistema;
- fornecimento dos equipamentos;
- implantação e Testes Técnicos dos equipamentos
- programação e Customização do Sistema
- manuais
- comissionamento da obra
- manutenção durante a Garantia
- treinamento de pessoal.
- projeto ―As Built‖, adaptando este projeto ás características dos equipamentos fornecidos.
O edifício é composto por câmeras, com a seguinte distribuição entre pavimentos:
-
Térreo, com 115 câmeras (TCP/IP), sendo 99 fixas e 16 móveis
1º Pavimento, com 31 câmeras (TCP/IP’S), sendo 31 fixas;
2º Pavimento, com 19 câmeras (TCP/IP’S), sendo 17 fixas e 02 móveis;
Cobertura, com 08 câmeras (TCP/IP’S), sendo 03 fixas e 05 móveis.
Na edificação, as câmeras serão interligadas a ―Switches‖. As câmeras serão
gerenciadas por um software apropriado, instalado em um microcomputador PC na Central.
9.1.1
CARACTERÍSTICAS BÁSICAS
O Sistema deverá atender as seguintes características técnicas básicas:
- Sistema Color;
- Sistema de gravação digital;
- Gravação e Multiplexação em um único equipamento;
222
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Anexo 1
- Gravação mediante a detecção de movimento;
- Alta resolução de imagem;
- Modularidade e expansibilidade de tal forma que possa ser ampliado, conforme as
necessidades;
- Possibilidade de conectividade com Redes LAN/WAN e Internet;
- Regime de uso contínuo, 24 horas por dia e 365 dias por ano.
Todas as imagens das câmeras deverão ser armazenadas em HDs cuja
capacidade deverá ser de no mínimo 06 (seis) meses, capturando no mínimo 5 (cinco) ip/s
(imagens por segundo) por câmera ativada, na resolução de 320 x 240 pixels em alta qualidade
e detecção de movimento (VMD).
9.1.2
CONFIGURAÇÃO BÁSICA
A configuração básica inclui os seguintes itens:
-
148 Câmeras TCP/IP’s, coloridas fixas;
25 Câmeras TCP/IP’s, Móveis Domo;
166 Lentes Varifocais Auto Íris;
04 Monitores 42‖ (plasma);
02 Monitores 26‖ (LCD);
02 Monitores 15‖ (LCD);
04 Computadores (PC);
01 Mesa do tipo console de comando para os operadores;
01 Software de Controle para gerenciamento das câmeras;
11 Switches de borda;
04 Switches secundários;
01 Switch Principal;
02 Servidores tipo RAID;
Miscelânea (fontes, cabos, conectores, etc.).
A planta Nº 08R/09 apresenta a relação das câmeras, com as respectivas
localizações e o diagrama bloco.
9.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS
As seguintes características são consideradas mínimas para a seleção dos
equipamentos.
9.2.1
CÂMERA DE VÍDEO IP FIXA COLOR (NORMAL)
- Protocolos compatíveis: TCP/IP, UDP/IP, UDP/IP, HTTP, FTP, SMTP, DHCP, DNS, DDNS,
NTP e SNMP;
- Controle de trafego: 64/128/256/512/1024/2048/4096 kbps e ilimitado;
223
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Pt.0901455880
-
Anexo 1
CCD 1/3‖ com Progressive scan tipo image sensor;
Sensibilidade de 1.5 lux (0.15 fc);
Slot para SD card (para Backup) em caso de queda da rede;
Atualização das imagens de 0.1 Fps até 30 Fps;
Função de zoom eletrônico (1x, 1.5x, 2x, 2.5x ate 3x;
Resolução de 640x480 e 320x240;
Detecção digital de movimento;
Transmissão simultânea em JPEG E MPEG4;
Microfone embutido (G.726);
01 entrada de alarme e uma de saída auxiliar;
conector RJ45 com conexão em rede 10base-T/100base-TX;
Alimentação: 24 VAC, 60 Hz;
Dimensões: 72(W)x65(H)x158(D)mm;
Referência: Marca Panasonic Modelo WV-NP244 ou similar
9.2.2
CÂMERA MÓVEL IP DOMO
- Slot para SD card (para Backup) em caso de queda da rede;
- Transmissão simultânea em JPEG E MPEG4;
- Controle de trafego: 64/128/256/512/1024/2048/4096 kbps e ilimitado;
- Protocolos compatíveis: TCP/IP, UDP/IP, UDP/IP, HTTP, FTP, SMTP, DHCP, DNS, DDNS,
NTP e SNMP;
- câmeras móveis serão do tipo estado sólido, CCD de ¼‖, com sensor de imagem do tipo
CCD 1/4‖, alto range dinâmico e com as seguintes características técnicas, elétricas e óticas
mínimas:
- Dispositivo de captura: CCD de transferência de interlinha ¼‖;
- Número de elementos da Imagem: 768(H) x 494(V) pixels;
- Iluminação Mínima: 0.05lx (0,05fc) em color e 0,04lux (0,004fc) em B/W;
- Range dinâmico: 52 dB;
- Faixa de panoramização: 360˚ contínuos;
- Velocidade de panorização: 400º/seg no modo pré-programado e mínima de 0,065º/seg.
- Acabamento:
- Câmera: alumínio fundido com cobertura em melanina;
- Domo: resina acrílica transparente;
- Resolução Horizontal: 540 linhas (color) e 570 linhas (B/W);
- Relação Sinal/Ruído: 50 dB;
- Lente com foco automático;
- Lente zoom: 300 x (30 x com zoom óptico e 10x digital);
- Movimento horizontal (PAN) em 360º;
- Movimento vertical (Tilt) mínimo 180º
- Distância Focal: 3,8 mm a 114 mm
- Área de scaneamento: 3,65mm (H) x 2,74mm(V)
- Padrão: NTSC/EIA
- Scaneamento: 2:1 entrelaçado
- Freqüência de scaneamento: Horizontal: 15.734Hz, vertical: 59,94Hz
- Temperatura de operação ambiente: -40ºC a +50ºC
- Umidade de operação ambiente: 90% máximo
- Modos panorâmicos: manual-auto-posição manual-posição seqüencial
- Velocidade da panorâmica: Manual: 0,0065º/s a 120º/s 8-16-64 steps
224
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
-
Anexo 1
Taxa máxima de abertura: 1:1,4 (wide) a 3,7 (tele)
Distância do objeto: 1,5m
Íris: F 1,4 a 22, fechada
256 posições pré-programadas (presets)
Função patrulha de até 120s
Função detector de movimento e auto tracking
Função de congelamento de imagem no modo preset
Mínimo de 128 pré-ajustes (presets)
Comunicação de dados via cabo coaxial ou RS485
Redutor digital de ruído
Funções de controle: Pan e Tilt, zoom e focus, 256 posições de presetes, posição home
AGC: ON (low), ON (mid), On (wigh), OFF
Velocidade de zoom: aproximadamente 6 segundos (tele-wide) e modo manual
Range dinâmico de 128x
Password: em todos os menus
Modo automático: OFF-SEQ-SORT-AUTO PAN-PATROL-AUTO TRACK
Digital flip: ON/OFF
Detector de movimento: OFF-MODE 1/MODE2
Entradas e saídas de alarme: 4 entradas – 2 saídas
Modo de chaveamento branco e preto: AUTO/ON/OFF
Zona de privacidade: ON/OFF (8 configurações de zona)
Programação de seleção de sena: INDOOR(L) INDOOR(H) /OUTDOOR (L) OUTDOOR (H)
Alimentação 24Vac – 60 hz
Referência: Marca Panasonic Modelo WV-CS954P ou similar
9.2.3
CÂMERA DE INFRAVERMELHO
- Câmera para iluminação mínima de 0,01 Lux;
- Controle de acesso à câmera configurável para até 15 usuários
- Lente auto-íris com comprimento focal variável
- Câmera com processamento digital de sinal (DSP) com elemento captor do tipo CCD 1/3
- Câmera com Resolução mínima de 700x570;
- Zoom digital de até 2 x
- Dotada de infravermelho para no mínimo 60 Metros e deverá possuir no mínimo 50 Leds
infravermelhos
- Interface de comunicação ethernet 100 Base T
- Banda de Transmissão Configurável de 20 Kbits por segundo a 1 Megabit por segundo com
compressão MPEG4 baseada em Hardware em até 30 frames por segundo
- Referência: Marca Kodo Modelo KIR 4908N ou similar
9.2.4
-
LENTE 1/3”
Íris automática
Comprimento focal: 3.8~8 mm
Taxa de abertura: F1.4 (wide) a F176, fechado – F1.8 (tele) a F176, fechado
Abertura da imagem: 4,8 (H) x 3,6(V) mm
Angular: H 35,6º (tele) 73,6º (wide) / V 26,6º (tele) 53,4º (wide)
Íris: automática
225
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-
Distância mínima do objeto: 1,2m
Montagem: C-mount/CS-mount
Dimensões: 60,5x53x45,3 mm
Referência: Marca Panasonic Modelo WV-LZA61/2SP ou similar
9.2.5
-
MONITOR 42”
Tipo: TV/Monitor colorido
Entrada HDMI/componente/composto e RGB para PC
Vida útil 60.000 horas
Resolução 1024x768
Relação de contraste 10000:1
Tela: Plana 42‖ Plasma
Sistema: NTSC,PAL-M (automático)
Referência: Marca Panasonic Modelo TH-42PV70LB ou similar
9.2.6
-
Anexo 1
MONITOR 26” e 15”
Tipo: TV/Monitor colorido
Alta definição (HD) no padrão 1080i/720p/480p
Entrada HDMI/composto/SVHS/Progressive scan e RGB
Resolução 1280x768 WXGA
Relação de contraste 500:1
Tela: Plana 26‖ e 17‖ LCD
Sistema: NTSC,PAL-M (automático)
Referência: Marca Panasonic Modelo TC-26LX20 ou similar
9.2.7
MESA DO OPERADOR
- Mesa tipo console de comando.
- Fabricação: em MDF, com revestimento em fórmica
- Referência: mesa especial, fabricada sob medida pelo instalador
9.2.8
-
MICROCOMPUTADOR SERVIDOR
Tipo: Desktop, padrão rack 19‖
Processador Duo 2 Core, 2,8GHz
Memória RAM de 1024 MB
Disco Rígido de 500 GB de HDD
Monitor colorido LCD de 19"
Placa de Rede Ethernet 10/100 BaseT
Placa de vídeo 512Mb. C/ uma saída DVI
Placa de rede (giga bit)
Teclado padrão ABNT2
Mouse sem fio
Software:Windows XP Professional SP2
226
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Pt.0901455880
Anexo 1
- Gravador de CD e DVD
- Referência: Marca IBM, HP ou similar
9.2.9
-
MICROCOMPUTADOR DE MONITORAÇÃO
Tipo: Desktop, padrão rack 19‖
Processador Duo 2 Core, 2,8GHz
Memória RAM de 2GB de RAM
Disco Rígido de 200 GB de HDD
Monitor colorido LCD de 19"
Placa de Rede Ethernet 10/100 BaseT
Placa de vídeo 512Mb. C/ uma duas saídas de vídeo (RGB e HDMI)
Placa de rede (giga bit)
Teclado padrão ABNT2
Mouse sem fio
Software: Windows XP Professional SP2
Gravador de CD e DVD
Referência: Marca IBM, HP ou similar
9.2.10
SOFTWARE DE GERENCIAMENTO - CARACTERÍSTICAS
- Arquitetura e Segurança
- Tecnologia IP Surveillance (monitoramento IP)
- Gerencia ilimitadas câmeras e placas de alarme conectadas em rede
- Relatórios de funcionamento do sistema
- Possuir log de eventos do servidor
- Possuir filtros de IPs
- Gravação e Monitoramento de Imagens
- Suportar gravação e detecção de movimento através de VMD (vídeo motion detection), com
seleção de áreas, utilizando buffer de pré e pós alarme
- Agendamento da gravação
- Certificado digital de imagens
- Sistema de gerenciamento inteligente de disco, permitindo especificar a quantidade de dias
e horas a serem armazenadas por câmera
- Recurso de arquivamento de gravações
- Possibilitar a criação de novos mosaicos de monitoramento
- Permitir trabalhar com múltiplos monitores
- Ferramenta de máscara de privacidade para câmeras fixas
- Sistema de vigilância PTZ para ronda automática de câmeras, com agendamento de
funcionamento
- Reprodução, Exportação e Pesquisa de Vídeos
- Reprodução de vídeos por data e hora
- Tratamento de imagens como: filtros e controle de RGB, desentrelaçamento de imagens e
zoom digital
- Salvar e imprimir imagem com descrição de ocorrência
- Pesquisa de vídeo por detecção de movimento
- Alertas e Eventos
227
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Anexo 1
- Sistema integrado de eventos, permitindo tomar aços pró-ativas na ocorrência de algum
evento de qualquer dispositivo do sistema
- Eventos reconhecidos pelo sistema: falha de comunicação, falha de gravação, entrada de
alarme externo, detecção de movimentos em horários programados, eventos manuais
(acionados manualmente pelo operador)
- Ações pró ativas: envia e-mail ou SMS com mensagem descritiva, abre ―popup‖ com
imagens de câmeras para os operadores
- Enviar mensagem instantânea aos operadores com opção de solicitar confirmação de
recebimento do alerta
- Tocar som de alarme ao operador
- Acionar saída de alarme
- Posicionar câmeras móveis em presets
- Administração remota
- Configuração dinâmica em tempo real, sem a necessidade de paralisação ou reinicialização
do sistema
- Aplicar configurações comuns a um conjunto de câmeras simultaneamente
- Possuir calculadora para auxiliar o dimensionamento do espaço em disco para as gravações
das câmeras
- Monitorar o servidor através de gráficos históricos com informações: utilização de
processador, memória, usuários conectados, tráfego de entrada e saída
- Referência: Marca IBM, HP ou similar
9.2.11
SWITCH DE BORDA 16/24 PORTAS
- 24 portas Auto sense10/100 Mb/s;
- 24 portas Auto sense10/100 Mb/s;
- Banda de Switching de 8 Gbps;
- Fornecido com porta de expansão Gigabit Ethernet (1000 Base T), para agregação no
switch secundário;
- Suporte até 200 Vlans;
- Montável em rack padrão 19 polegadas;
- Numero de MAC Address máximo 6,000;
- Capacidade de switching de no mínimo 8.8 Gbps;
- Conformidade aos Padrões: IEEE 802.1p,IEEE 802.1Q tagging VLAN, IEEE 802.1w Rapid
Spanning Tree, IEEE 802.3x Flow Control, IEEE 802.1D Spanning Tree, IEEE 802.3ad Link
Aggregation, IEEE 802.3u Fast Ethernet, IEEE 802.3 Ethernet,
- Alimentação full Range de 100 a 240 Volts
9.2.12
SWITCH DE SECUNDÁRIO
- Banda de Switching de 24 Gbps;
- Fornecido com 6 portas Auto sense10/100/1000 Gb/s;
- Fornecido com no mínimo 3 slots de expansão;
- Fornecido com duas placas de expansão para mais no mínimo 2 portas 10/100/100 Gb/s,
cada
- Fornecido com uma placa de expansão, com dois slots MINI GBIC;
- Fornecida com duas placas mini GBIC padrão 1000 SX, em fibra,
- Numero de MAC Address máximo 60,000;
228
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-
Montável em rack padrão 19 polegadas;
Suporte até 4000 Vlans;
Suporte a link aggregation;
Capacidade de switching de no mínimo 40 Gbps;
9.2.13
-
Anexo 1
SWITCH PRINCIPAL
Fornecido com duas placas de expansão, com dois slots MINI GBIC,cada;
Fornecido com no mínimo 3 slots de expansão
Fornecida com quatro placas mini GBIC padrão 1000 SX, em fibra, conector SC
Fornecido com 6 portas Auto sense10/100/1000 Gb/s
Fornecida com uma placa de expansão para mais duas porta 10/100/100 Gbs em RJ45;
Banda de Switching de 24 Gbps;
Montável em rack padrão 19 polegadas;
Capacidade de switching de no mínimo 40 Gbps
Suporte até 4000 Vlans;
Numero de MAC Address máximo 60,000;
Suporte a link aggregation
9.2.14
STORAGE DE VÍDEO
- Suporte para RAID, configurável para os padrões 0,1,10,5 e 50;
- Capacidade de criação de até 40 (quarenta) partições lógicas
- Deverá possuir gabinete padrão rack de 19 polegadas com 3U´s de altura, fornecido com
trilhos
- Deverá possuir no mínimo entrada para gavetas para até 16 (Dezesseis) unidades de disco
- Fornecido com 16 (dezesseis) discos de 400 (Quatrocentos) Gigabytes Configuração
automática dos drives hotspare
- Deverá ser fornecido com no mínimo de 256 Megabytes ECC de cachê total das
controladoras.
9.2.15
-
CAIXA DE PROTEÇÃO PARA CÂMERAS (EXTERNA) DOMO
Construção em material anti-corrosão com pintura eletrostática e proteção UV
Caixa de proteção de 8 polegadas
Suporte de parede
Grau de proteção IP66
Frontal e traseira em plástico com anti-ultavioleta
Proteção contra condensação
Sistema de climatização interno com ventilador e aquecedor controlados por termostato
Alimentação da caixa de proteção de 24Vac
Alimentação separada para a câmera e sistema de aquecimento e ventilação
Proteção contra descarga elétrica para linha de vídeo e alimentação elétrica
A cúpula inferior da caixa domo deverá ser de policarbonato livre de distorção
Referência: Marca Panasonic Modelo POD9CW ou similar
229
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9.2.16
-
Anexo 1
CAIXA DE PROTEÇÃO PARA CÂMERAS (INTERNA) TIPO DOMO
Construção em alumínio
Acabamento anodizado
Estrutura: tubular
Parafusos em aço bicromatizado
Referência: Marca Vacechi Modelo CPA-30 ou similar
9.2.17
REDE ELÉTRICA
9.2.17.1
ALIMENTAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
Os equipamentos da Central de CFTV serão alimentados a partir de um sistema
ininterrupto de energia (―No-Break‖), que tem como finalidade suprir energia elétrica C.A
durante as falhas da fonte primária, no intervalo de tempo necessário para o grupo gerador
assumir as cargas.Também permitirá manter estabilizada a freqüência e o nível de tensão de
alimentação, além de proteger os equipamentos contra ruídos e transientes.
As câmeras fixas e móveis serão alimentadas por circuitos independentes por
pavimento.
9.2.17.2
QUADRO ELÉTRICO DE DISTRIBUIÇÃO
Na Central será montado um quadro elétrico de sobrepor, autoportante, montado
com barramentos em cobre, suportes isoladores, muflas de PVC contrátil, conectores e réguas
terminais. A partir desse quadro serão alimentados os sistemas de CFTV.
O quadro elétrico, bem como todos os circuitos, será identificado com plaquetas de
cor preta, e inscrições em baixo relevo, na cor branca.
9.2.17.3
INFRA-ESTRUTURA FÍSICA
A Contratada deverá fornecer e instalar a infra-estrutura, compreendendo
eletrocalhas, derivações, tubulação, conduletes, caixas de passagens, elementos de fixação, e
outros, bem como passagem da cabeação e montagem do sistema, de acordo com os
materiais descritos nos desenhos.
Deve ser fornecida e montada a mesa do operador, fabricada em MDF, revestida
de fórmica.
9.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO
9.3.1
INFRA-ESTRUTURA
230
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Anexo 1
Para a execução dessa infra-estrutura devem ser obedecidos os padrões
relacionados a seguir.
9.3.1.1
INSTALAÇÕES APARENTES
Eletrodutos de ferro galvanizado, conforme norma NBR-5997 da ABNT, instalados
com braçadeiras, buchas, arruelas e conectores adequados.
Caixas de derivação, tipo condulete, sem rosca, de alumínio silício.
9.3.1.2
INSTALAÇÕES ACIMA DO FORRO E EMBUTIDA EM ALVENARIA OU
CONTRAPISO
Eletrodutos de PVC rígido, sem rosca, conforme norma NBR 6150, da ABNT.
Caixas de passagem estampadas, executadas em chapa 18 USG, norma de
fabricação EB-23, da ABNT. Acessórios em PVC.
9.3.1.3
CABEAÇÃO
Todos os cabos devem ser individualmente identificados, através de etiquetas autoadesivas, indeléveis, adequadas, na sua origem, no destino e em todas as caixas de
passagem.
9.3.1.4
ATERRAMENTO
Verificar os valores do aterramento e a compatibilidade com o Sistema e os
equipamentos a serem instalados.
Emitir relatório e sugerir as medidas a serem adotadas.
9.3.2
METODOLOGIA E DOCUMENTAÇÃO
Os trabalhos deverão ser executados segundo a metodologia a seguir:
-
Alocação e coordenação da Equipe de Trabalho
Elaboração do projeto ―As Built‖, durante o transcorrer da implantação
Instalação física do sistema
Preparação da documentação.
Elaboração dos programas e ―start-up‖
Comissionamento e testes do sistema
Testes e Aceitação
Realização dos treinamentos
Manutenção corretiva do sistema durante o período de garantia.
231
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
A documentação a ser entregue pela Contratada englobará no mínimo o seguinte:
-
Catálogos e dados técnicos dos equipamentos
Descrição da seqüência de operação
Certificados de garantia
Instruções de operação e manutenção
Lista de peças sobressalentes (não inclusas no fornecimento).
9.3.2.1
PROJETO “AS BUILT”
Antes do período de Testes e Aceitação do Sistema, a instaladora deverá
apresentar as plantas, desenhos e descritivos como construído (―As Built‖) de todas as
instalações, atualizando este projeto e constando no mínimo:
- Atualização da infra-estrutura
- Diagramas de interconexão ―As-Built‖
- Documentação do usuário contendo informações de produto, arquitetura e programação
- Lista de todos os pontos, incluindo descritivo, painéis a que estão conectados, dispositivos
de entrada. (sensores, etc.), bornes, etc.
- Desenhos dos quadros com esquemas de interligação
- Desenho esquemático da rede, com a localização dos painéis, estações de operação,
interfaces, periféricos, etc.
- Diagramas de encaminhamento de fiação em plantas baixas e prumadas
- Desenhos com detalhes de montagem e conexão de periféricos
Este projeto será elaborado no decorrer da implantação do sistema e assim será objeto de
apresentação obrigatória na liberação das medições.
9.3.2.2
TESTES
Deve ser apresentado um cronograma de testes que serão realizados no sistema.
Este cronograma deve ser apresentado para aprovação com antecedência, devendo possuir os
seguintes tópicos:
 Aprovação/supervisão dos equipamentos em fábrica
 Testes / comissionamento em campo / Aceitação provisória
 Aceitação Definitiva
A aprovação dos equipamentos em fábrica é opcional e tem como objetivo verificar
e aprovar os equipamentos, materiais e padrões de montagem adotados pelo fornecedor.
Os testes em campo incluem o comissionamento de todos os componentes do
sistema, incluindo cabeamento. Deve ser feita uma verificação completa para garantir a
qualidade e confiabilidade do sistema. Eventuais pendências serão comunicadas por escrito
pela Fiscalização para que sejam resolvidas no prazo o mais curto possível. Após a eliminação
de todas as pendências, será emitido o termo de recebimento provisório.
232
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Após 60 dias da emissão do termo de recebimento provisório, caso não haja mais
pendências, será emitido o termo de recebimento definitivo.
Todos os custos relativos aos testes correrão por conta da Contratada.
9.3.2.3
MANUTENÇÃO
Independentemente da assinatura do contrato de manutenção por parte do BACEN,
a Contratada fica obrigada a realizar os serviços de manutenção corretiva durante o prazo de
garantia do sistema.
9.3.2.4
GARANTIA
Todos os equipamentos deverão ser novos e estar em perfeitas condições de
funcionamento. O sistema como um todo, deverá ser garantido pelo prazo de 12 (doze) meses
a partir da emissão do aceite definitivo.
Defeitos eventuais deverão ser reparados ou repostos pelo fornecedor sem ônus
para o contratante.
9.3.2.5
TREINAMENTO
Após a entrega provisória do sistema, a Contratada deverá ser ministrar um Curso
de Treinamento para o pessoal indicado pelo BACEN.
A Contratada deverá apresentar, com antecedência mínima de 30 dias, todo o
cronograma e conteúdo do curso, bem como os pré-requisitos mínimos dos participantes.
O treinamento deverá ser realizado no próprio edifício em que foi instalado o
sistema e possuir carga horária de pelo menos 48 horas.
Na ocasião do treinamento, deverão ser fornecidas apostilas para todos os
participantes, que ao final, deverão estar completamente aptos a operar o sistema, com total
independência.
9.4
NORMAS REGULAMENTARES
Os serviços de projetos e de instalação deverão ser executados seguindo as
prescrições das seguintes normas técnicas:
NBR 5410 - Execução de instalações elétricas de baixa tensão;
NBR 5474 - Eletrotécnica e Eletrônica - conectores elétricos;
NBR 5471 - Condutores Elétricos;
Normas Americanas Normas da EIA - 'Electronic Industries Association'
Práticas SEAP - Governo Federal.
233
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 10
INSTALAÇÕES DE DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO
10.1
MEMORIAL DESCRITIVO ...............................................................................................234
10.1.1
CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS .......................................................................................234
10.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS .................................................................................235
10.2.1
10.2.1.1
10.2.1.2
10.2.1.3
10.2.1.4
10.2.1.5
10.2.1.6
10.2.1.7
10.2.1.8
10.2.1.9
10.2.1.10
10.2.1.11
10.2.1.12
10.2.2
10.2.2.1
10.2.2.2
10.2.2.3
10.2.2.4
10.2.2.5
10.2.2.6
10.2.2.7
10.2.2.8
10.2.2.9
10.2.3
10.2.3.1
10.2.4
10.2.4.1
10.2.4.2
10.2.4.3
10.2.4.4
CENTRAL DE ALARME DE INCÊNDIO ( CAI) ...............................................................222
CARACTERÍSTICAS .......................................................................................................235
FUNÇÕES ........................................................................................................................236
COMPOSIÇÃO ................................................................................................................236
ALIMENTAÇÃO ...............................................................................................................236
SENHAS DE PROTEÇÃO ...............................................................................................237
UNIDADE DE INTERFACE DO USUÁRIO .....................................................................237
PROGRAMAÇÃO ............................................................................................................238
UNIDADE DE PROCESSAMENTO CENTRAL (CPU) ....................................................238
PLACAS DE INTERFACE DOS CIRCUITOS DE DETECÇÃO ......................................239
PLACAS DE INTERFACE DOS CIRCUITOS DE COMANDO E ALARME ....................240
BATERIAS .......................................................................................................................240
GABINETES.....................................................................................................................240
EQUIPAMENTOS DE CAMPO ........................................................................................240
SURTOS DE TENSÃO ....................................................................................................240
BASES DE DETECTORES .............................................................................................241
DETECTORES ÓPTICOS DE FUMAÇA .........................................................................241
DETECTORES DE TEMPERATURA ..............................................................................242
ACIONADORES MANUAIS .............................................................................................243
MÓDULOS MONITORES ................................................................................................244
MÓDULOS DE COMANDO .............................................................................................245
DISPOSITIVOS AVISADORES .......................................................................................245
MÓDULOS ISOLADORES ..............................................................................................246
SISTEMA DE ALARME E DETECÇÃO POR ANALISADORES DE PARTÍCULAS .......246
CARACTERÍSTICAS .......................................................................................................247
INFRAESTRUTURA ........................................................................................................247
ELETRODUTOS ..............................................................................................................247
CAIXAS TERMINAIS, CAIXAS DE PASSAGEM E GABINETES ...................................248
FIAÇÃO ............................................................................................................................248
CIRCUITOS DE DETECÇÃO ..........................................................................................249
10.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ..............................................................................249
10.3.1
10.3.2
10.3.3
OPERAÇÃO TÍPICA ........................................................................................................249
TESTES E AJUSTES FINAIS ..........................................................................................250
TREINAMENTO ...............................................................................................................251
10.4
NORMAS REGULAMENTARES .....................................................................................251
234
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
10.1
Anexo 1
MEMORIAL DESCRITIVO
O sistema de detecção e alarme de incêndio (SDAI) será formado por
circuitos e equipamentos instalados de forma que qualquer ocorrência ligada, direta ou
indiretamente, a um sinistro de incêndio, em qualquer local das edificações, seja
detectada e as providências pertinentes a cada caso sejam devidamente tomadas em
tempo hábil para se evitar qualquer dano às pessoas ou ao patrimônio no interior desta
edificação.
O SDAI será composto pela central de alarme de incêndio (CAI) e pelos
dispositivos de detecção (detectores de ópticos de fumaça e de temperatura),
acionamento manual (acionadores manuais), monitoramento (módulos monitores chave
de fluxo e hidrantes), comando (módulos de comando) e aviso (sirenes e estrobos),
bem como uma estação repetidora.
10.1.1
CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS
O sistema deve ter as seguintes características mínimas:
ser composto por equipamentos inteligentes e endereçáveis, caracterizando um
sistema endereçável e inteligente;
ter capacidade de integração ao sistema de supervisão e controle predial;
todos os sinais de sinistro, defeito e supervisão, enviados para a central de alarme
de incêndio do SDAI, deverão estar de acordo com as normas para circuitos de
sinalização (chaves de fluxos, válvulas, etc.);
os circuitos de detecção deverão ser do tipo analógico, classe A, de acordo com as
normas pertinentes;
os circuitos de comando e alarme deverão estar de acordo com as normas citadas
nestas especificações;
a integridade dos sinais eletrônicos digitalizados deverá ser garantida através de
métodos de verificação de falhas em dados digitais;
curtos circuitos , aterramentos ou rompimentos da fiação de qualquer circuito que
comporá o SDAI, não poderão ocasionar mau funcionamento em todo o sistema;
os sinais de sinistro não poderão ser perdidos no caso de falta de energia, até que
sejam processados e gravados.
235
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Pt.0901455880
Anexo 1
10.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS
10.2.1
CENTRAL DE ALARME DE INCÊNDIO ( CAI)
10.2.1.1
CARACTERÍSTICAS
A Central de Alarme de Incêndio deverá possuir uma única unidade de
processamento central (CPU), de modo que todas as informações a respeito do
Sistema estejam disponíveis, em todo o tempo, ao operador da CAI e ao responsável
pelo SDAI.
A Central deverá permitir a expansão do SDAI através da adição de módulos
e placas, sem a necessidade de substituição dos equipamentos instalados
anteriormente.
Deverá ter capacidade para suportar todos os detectores endereçáveis
inteligentes, todos os módulos de monitoramento e todos os dispositivos de comando,
distribuída nos circuitos de detecção (laços), assim como todos os sinalizadores
audiovisuais e todos os equipamentos de acionamento, conforme os projetos a serem
executados.
Deverá ser totalmente programável em campo via microcomputador portátil
ou através do teclado acoplado ao painel frontal e deve ter a sua programação
guardada em memória não volátil.
A CAI deverá ter capacidade e facilidades para programação local, sem
requerer o uso de equipamentos auxiliares.
As funções de saída da CAI deverão permitir uma programação baseada na
lógica, na data e no horário das ocorrências.
Deverá conter, embutidos, um carregador de baterias e um circuito de
transferência. O carregador de baterias deverá ser controlado por microprocessador e
deverá incorporar um circuito de obscurecimento para comutar o sistema para as
baterias de reserva durante perda ou redução da fonte de corrente alternada primária.
A Central deverá supervisionar dinamicamente cada componente dos
circuitos de detecção, alarmando nos casos de defeito ou sinistro, exibindo no
mostrador a data, a hora, o endereço, a localização e a natureza do evento.
Deverá supervisionar dinamicamente cada circuito de campo do SDAI,
alarmando em qualquer das ocorrências: rompimento, aterramento ou curto-circuito; e
exibindo no mostrador a data, a hora, o endereço, a localização e a natureza do
evento.
236
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Pt.0901455880
Anexo 1
Deverá permitir que cada detector inteligente endereçável do sistema possa
ser independentemente selecionado e alarmado, para verificação e teste durante a
programação do sistema, ou periodicamente segundo uma rotina de manutenção.
Deverá permitir a realização de testes no local por uma única pessoa, por
zona ou em todo o SDAI; ser capaz de analisar o sinal analógico de cada detector para
calibragem, sensibilidade e identificação do endereço e também, de fazer ajuste
individual da sensibilidade de cada detector.
A Central deverá ainda, através da análise da tensão de sensibilidade dos
detectores, acusar o estado de defeito de qualquer detector do SDAI, individualmente,
e transmitir, quando solicitado, para o seu mostrador, sem a necessidade de
equipamentos periféricos, o diagnóstico das condições de estado e tipo dos
equipamentos e sensibilidade dos detectores.
10.2.1.2
FUNÇÕES
A Central de Alarme de Incêndio deverá ter as seguintes funções:
supervisionar e monitorar todos os detectores e módulos endereçáveis inteligentes
conectados no SDAI, para as condições normal, de defeito e de sinistro;
supervisionar todos os circuitos de sinalização e alarmes em toda a sua extensão;
detectar a ativação de qualquer dispositivo junto com sua localização, na condição de
alarme e operar todos os equipamentos auxiliares de campo, conforme a programação;
anunciar visualmente, via mostrador alfanumérico,e acusticamente as condições de
alarme e defeito;
manter a operação de detecção e alarme, mesmo com falha da CPU.
10.2.1.3
COMPOSIÇÃO
A Central de Alarme de Incêndio será composta pelos seguintes itens:
unidade de processamento central;
unidade de interface do usuário;
placa interface dos circuitos de campo;
fonte de alimentação;
baterias;
gabinetes;
quadro geral do SDAI.
10.2.1.4
ALIMENTAÇÃO
237
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Pt.0901455880
Anexo 1
A Central de Alarme de Incêndio será alimentada por um circuito elétrico
exclusivo, protegido por um disjuntor. Esse circuito deverá ter a seguinte inscrição no
quadro de distribuição de energia: ―central de alarme de incêndio‖.
A fiação do circuito alimentador da CAI terá secção mínima de 2,5mm 2.
O gabinete da CAI deverá ser aterrado em conjunto com a tubulação do
sistema.
10.2.1.5
SENHAS DE PROTEÇÃO
A CAI deverá permitir o cadastro dos vários usuários do SDAI junto com as
suas senhas individuais.
Deverão existir múltiplos níveis de senha para proteção, além da chave de
segurança do gabinete.
O primeiro nível será destinado aos operadores da CAI, para as funções de
reconhecimento de sinistro, reajuste da CAI e silenciamento de alarmes.
O segundo nível será usado pelos técnicos do SDAI, para as funções de
testes, reajuste da CAI, verificação dos componentes do SDAI e reajuste da
sensibilidade dos detectores.
O terceiro nível será usado pelo programador do SDAI, para mudanças de
programação e/ou informações de programa e reajuste da CAI.
10.2.1.6
UNIDADE DE INTERFACE DO USUÁRIO
A Central de Alarme de Incêndio deverá possuir uma interface amigável
para operação e programação do SDAI, que deverá incluir um mostrador alfanumérico,
leds coloridos para indicação do estado e da condição do sistema, um avisador
acústico e um teclado, tudo incorporado ao painel frontal CAI.
Uma interface amigável para operação e programação, será compreendida
como tal, quando:
todas as informações necessárias para a programação e operação do sistema
estiverem disponíveis no mostrador;
for possível uma fácil verificação da lista de eventos do SDAI;
o teclado for facilmente memorizável e composto pelo mínimo de teclas necessárias;
as funções mais comuns puderem ser ativadas através um simples toque;
todos os comandos do operador puderem ser acionados por menu;
238
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Pt.0901455880
Anexo 1
as informações do estado e da condição do sistema forem visualizáveis mesmo a
distância;
os avisos sonoros dos estados e condições do sistema forem distinguidos entre si.
Os leds deverão fornecer indicação dos seguintes estados: energia principal
ligada, alarme contra incêndio, falha do sistema, falha parcial do sistema, avisadores
sonoros e luminosos ativos. Os leds do painel frontal da CAI, assim como o avisador
acústico, devem manter seu funcionamento mesmo com falha da CPU.
O mostrador deverá exibir as informações necessárias para as funções de
operação, programação, testes e manutenção do SDAI.
O teclado deve possuir teclas com capacidade de comandar todas as
funções do sistema através de menus exibidos no mostrador ou através das teclas de
operação básica tais como: confirmação de alarme, silenciar sinal acústico, teste de
lâmpadas, reajuste da CAI, sistema em teste e reconhecimento de alarmes.
10.2.1.7
PROGRAMAÇÃO
O dispositivo de programação e teste será um equipamento compacto e
portátil, utilizado para programação do endereço, verificação de endereço, ajuste de
endereço e teste de funcionalidade de todo e qualquer componente endereçável e
inteligente conectado ao SDAI.
Sua constituição deverá ser compacta e portátil, de modo a permitir testes,
verificações, ajustes e programações no campo, ou seja, no local onde estão instalados
os equipamentos de campo do SDAI.
Todas as funções de programação, verificação, ajustes e testes deverão ser
acionadas por menu, para tornar as aplicações do dispositivo mais fáceis e rápidas,
garantindo a confiabilidade das ações dos técnicos do SDAI.
A utilização destes dispositivos de programação e teste de campo deverá
eliminar a necessidade de mecanismos de endereçamento mecânico dos componentes
de campo endereçáveis e inteligentes do SDAI, tais como pontes de programa,
discagens giratórias, dip-switches ou qualquer outro meio.
Toda a programação atribuída a qualquer dos componentes endereçáveis e
inteligentes do SDAI, pelo dispositivo de programação e teste deverá ser armazenada
em memória não volátil do próprio equipamento programado.
10.2.1.8
UNIDADE DE PROCESSAMENTO CENTRAL (CPU)
A CPU deverá comunicar-se, monitorar e controlar todos os módulos da CAI.
239
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Pt.0901455880
Anexo 1
A remoção, desconexão ou falha em qualquer módulo deverá ser detectada e
transmitida pela CPU para o mostrador da CAI.
A CPU deverá armazenar e executar todos os comandos previamente
programados, de acordo com informações detectadas pelo sistema.
Essas informações deverão ser gravadas em memória não volátil de modo a
não se perderem mesmo na falta energia comercial e auxiliar.
A CPU deverá possuir relógio e calendário para indicação de horário e data
no mostrador do sistema. O horário e a data não podem ser perdidos na falta de
energia comercial e auxiliar.
10.2.1.9
PLACAS DE INTERFACE DOS CIRCUITOS DE DETECÇÃO
As informações dos circuitos de detecção deverão ser enviadas ao sistema
através de placas de interface que deverão ser microprocessadas, de modo a operar
de forma autônoma mesmo quando houver falha na CPU ou na CAI.
As placas de interface dos circuitos detecção deverão ser capazes de se
comunicar com todos os elementos inteligentes endereçáveis (detectores e módulos)
conectados nos circuitos de detecção, por meio de um simples par de fios.
Os laços deverão ser classe A, e operar de acordo com as normas citadas
nesta especificação.
As placas de interface dos circuitos de detecção deverão ter a capacidade
para comunicar-se com todos os dispositivos de entrada e saída dispostos no laço e
verificar a função e o estado de cada elemento.
As placas de interface dos circuitos de detecção deverão supervisionar
dinamicamente todos os dispositivos conectados e determinar a ocorrência de sinistro,
estado de defeito ou normalidade, para cada dispositivo.
Uma rotina incorporada deverá indicar a necessidade de manutenção em um
determinado detector, em função da alteração da sensibilidade do detector, devido ao
acúmulo de pó no mesmo.
Essa informação analógica deverá permitir o teste de cada detector
conectado no circuito.
As placas de interface dos circuitos de detecção deverão supervisionar os
circuitos dinamicamente, alarmando em qualquer ocorrência de falha tais como:
rompimento, aterramento ou curto-circuito.
240
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Pt.0901455880
Anexo 1
10.2.1.10 PLACAS DE INTERFACE DOS CIRCUITOS DE COMANDO E ALARME
As placas de interface dos circuitos de comando e alarme deverão fornecer
24 Vcc aos circuitos de comando e alarme, para acionamento de sirenes e estrobos.
As placas de interface dos circuitos de comando e alarme deverão estar
supervisionando os circuitos e alarmando no caso da ocorrência de qualquer falha tais
como: rompimento, aterramento, curto-circuito ou dispositivo com mau funcionamento.
10.2.1.11 BATERIAS
As baterias deverão ser de 12V, tipo gelatinosas, com capacidade para
alimentar o SDAI por um período mínimo de 24 horas em estado de supervisão e 15
minutos em estado de alarme na falta de corrente alternada.
Deverão ser do tipo seladas, completamente livres de manutenção.
10.2.1.12 GABINETES
A Central de Alarme de Incêndio deverá ser montada em gabinetes
aprovados segundo as exigências de agências internacionais reconhecidas, para
instalação embutida e/ou aparente.
Os gabinetes e portas deverão ter proteção contra corrosão.
Os quadros deverão ser construídos em chapa de aço, com previsão para
ligações elétricas e conexões em suas laterais e na parte superior.
A porta deverá possuir chave de segurança e visor em vidro resistente a
impactos para acesso visual dos controles.
Todos os gabinetes utilizados pela CAI deverão estar aterrados ao sistema
de aterramento único do prédio.
Fabricante/Modelo de referência: Johnson Controls/IFC2 3030 ou similar.
10.2.2
EQUIPAMENTOS DE CAMPO
10.2.2.1
SURTOS DE TENSÃO
A Central de Alarme de Incêndio e todos os dispositivos conectados e
supervisionados por ela deverão ser protegidos contra surtos de tensão ou transientes.
241
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Pt.0901455880
10.2.2.2
Anexo 1
BASES DE DETECTORES
As bases de detectores deverão ser do tipo universal, para instalação de
qualquer detector com sistema de encaixe rápido compatível.
As bases devem ter terminais de grampo com parafuso para fixação de
todas as conexões elétricas dos circuitos de detecção.
O sistema de encaixe rápido dos detectores às bases deverá ser do tipo
trava por torsão.
Deverão usar contatos auto-deslizantes para confiabilidade das conexões
entre os detectores e os circuitos de detecção e permitir a instalação de um mecanismo
de travamento tornando a instalação dos detectores resistente à violação.
10.2.2.3
DETECTORES ÓPTICOS DE FUMAÇA
Os detectores ópticos de fumaça deverão incorporar um circuito integrado
em estado sólido, baseado em microprocessador, contendo memória não volátil, que
fornecerá comunicação bidirecional compatível com a CAI, através dos circuitos de
detecção.
Deverão ser encaixados na base de detectores descritas no item acima,
portanto deverão possuir sistema de encaixe rápido do tipo trava por torsão, compatível
com as citadas bases. Não haverá circuitos eletrônicos para comunicação, nem
mecanismos de endereçamento na base do detector.
Os detectores deverão ser compatíveis com o dispositivo de programação e
teste, já descrito, para as funções de programação, verificação e ajuste de endereço e
teste de funcionalidade.
Toda a programação de endereço deverá ser inserida pelo dispositivo de
programação e teste, que será armazenada na memória não volátil incorporada ao
microprocessador do detector de fumaça.
A programação e ajuste dos endereços dos detectores de fumaça serão
feitos somente por meios eletrônicos, através do dispositivo de programação e teste.
Nenhum meio mecânico como pontes de programa, discagem giratória, pinos de
programação, dip-switches, ou qualquer outro, deve ser utilizado para programação e
ajuste do endereçamento dos detectores de fumaça.
Os detectores de fumaça deverão ser dinamicamente supervisionados e
exclusivamente identificáveis pela CAI. Deverão permitir a realização de testes
individuais de alarme a partir da CAI.
242
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Pt.0901455880
Anexo 1
Deverão utilizar a tecnologia da câmara dupla de ionização, fazendo a
medição da densidade dos produtos de combustão e, ao comando da CAI, deverão
enviar, periodicamente, os dados dos níveis analógicos da densidade referida.
Informações sobre identificação e condições operacionais, como valores de
limiar de sinistro e falha deverão ser armazenados na memória do detector de fumaça,
de modo que a diferença entre o valor analógico e os valores de limiar defina a
condição de operação normal, sinistro ou falha, que deverá ser enviada a CAI.
Os detectores de fumaça deverão permitir ajuste da sua sensibilidade,
através da Central de Alarme de Incêndio. A CAI deverá ser capaz de ajustar a
sensibilidade de cada detector individualmente, segundo uma programação definida
por base de tempo ou segundo a necessidade individual de cada detector no SDAI.
A câmara interna dos detectores de fumaça deverá ser capaz de atuar como
referência para estabilizar a sensibilidade do detector às mudanças graduais nas
condições ambientais. Além disso, através de software incorporado ao
microprocessador, o detector de fumaça deverá ser capaz de compensar as mudanças
de temperatura do ambiente. A ação conjunta do software e da câmara de referência
deverá compensar as variações ambientais como temperatura, umidade e pressão.
Quando uma condição de sinistro for reconhecida na CAI, o led do detector
de fumaça deverá piscar até que o detector seja rearmado. A condição de sinistro
deverá ativar a rotina de confirmação do sinistro.
A CAI deverá, através de software, ser capaz de compensar o acúmulo de
partículas ambientais nos detectores de fumaça, que possam afetar sua performance.
10.2.2.4
DETECTORES DE TEMPERATURA
Os detectores de temperatura deverão incorporar um circuito integrado em
estado sólido, baseado em microprocessador, contendo memória não volátil, que
fornecerá comunicação bidirecional compatível com a CAI, através dos circuitos de
detecção.
Os detectores deverão ser encaixados na base de detectores, descritas
acima, e portanto, deverão possuir sistema de encaixe rápido do tipo trava por torsão,
compatível com as citadas bases. Não haverá circuitos eletrônicos para comunicação,
nem mecanismos de endereçamento na base do detector.
Toda a programação de endereço deverá ser inserida pelo dispositivo de
programação e teste, que será armazenada na memória não volátil incorporada ao
microprocessador do detector de temperatura.
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Anexo 1
A programação e ajuste dos endereços dos detectores serão feitos somente
por meios eletrônicos, através do dispositivo de programação e teste. Nenhum meio
mecânico como pontes de programa, discagem giratória, pinos de programação, dipswitches, ou qualquer outro, será utilizado para programação e ajuste do
endereçamento dos detectores de temperatura.
Os detectores de temperatura deverão ser dinamicamente supervisionados e
exclusivamente identificáveis pela Central de Alarme de incêndio. Deverão permitir a
realização de testes individuais de alarme a partir da CAI.
Informações sobre identificação e condições operacionais deverão ser
armazenadas na memória do detector de temperatura e a condição de operação
normal, sinistro ou falha deverá ser enviada à Central.
Quando uma condição de sinistro for reconhecida na Central, o led do
detector de temperatura deverá piscar até que o detector seja rearmado. A condição de
sinistro deverá ativar a rotina de confirmação do sinistro.
Os detectores de temperatura instalados na sala do grupo gerador deverão
acusar condição de sinistro somente no caso de temperatura acima do limiar fixo de
temperatura.
Deverão ser resistentes à corrosão e a choque e deverão responder
somente ao calor, de modo a permitir a aplicação em áreas onde as condições
impedem a aplicação de outros tipos de detectores.
10.2.2.5
ACIONADORES MANUAIS
Os acionadores manuais deverão incorporar um circuito integrado em estado
sólido, baseado em microprocessador, contendo memória não volátil, que fornecerá
comunicação bidirecional compatível com a CAI, através dos circuitos de detecção.
Toda a programação de endereço deverá ser inserida pelo dispositivo de
programação e teste, que será armazenada na memória não volátil incorporada ao
microprocessador do acionador manual.
A programação e ajuste dos endereços dos acionadores manuais serão
feitos somente por meios eletrônicos, através do dispositivo de programação e teste.
Nenhum meio mecânico como pontes de programa, discagem giratória, pinos de
programação, dip-switches, ou qualquer outro, será utilizado para programação e
ajuste do endereçamento dos acionadores manuais.
Os acionadores manuais deverão ser dinamicamente supervisionados e
exclusivamente identificáveis pela Central de Alarme de Incêndio.
244
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Anexo 1
Os acionadores manuais deverão permitir a realização de testes individuais
de alarme a partir da Central.
Informações sobre identificação e condições operacionais deverão ser
armazenadas na memória do acionador manual e a condição de operação normal,
sinistro ou falha deverá ser enviada à CAI.
As caixas dos acionadores manuais deverão ser fabricadas em material
plástico, durável, com revestimento em vermelho e letras bancas em relevo.
As caixas dos acionadores manuais deverão conter as instruções, na língua
portuguesa, para o acionamento e a palavra ―fogo‖.
As caixas dos acionadores manuais deverão aceitar instalação embutida ou
em superfície, adaptada a uma caixa terminal.
Os acionadores manuais deverão ser ativados por mecanismo de ação
única.
10.2.2.6
MÓDULOS MONITORES
Os módulos monitores deverão incorporar um circuito integrado em estado
sólido, baseado em microprocessador, contendo memória não volátil, que fornecerá
comunicação bidirecional compatível com a CAI, através dos circuitos de detecção.
Toda a programação de endereço deverá ser inserida pelo dispositivo de
programação e teste, que será armazenada na memória não volátil incorporada ao
microprocessador do módulo monitor.
A programação e ajuste dos endereços dos módulos monitores serão feitos
somente por meios eletrônicos, através do dispositivo de programação e teste. Nenhum
meio mecânico como pontes de programa, discagem giratória, pinos de programação,
dip-switches, ou qualquer outro, será utilizado para programação e ajuste do
endereçamento dos módulos monitores.
Os módulos monitores deverão ser dinamicamente supervisionados e
exclusivamente identificáveis pela Central.
Os módulos monitores deverão permitir a realização de testes individuais de
alarme a partir da CAI.
Informações sobre identificação e condições operacionais deverão ser
armazenadas na memória do módulo monitor e a condição de operação normal,
sinistro ou falha deverá ser enviada à CAI.
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Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Os módulos monitores deverão supervisionar um contato seco NA ou NF, de
uma chave de fluxo e deverá enviar a condição deste contato à Central de Alarme de
Incêndio.
10.2.2.7
MÓDULOS DE COMANDO
Os módulos de comando deverão incorporar um circuito integrado em
estado sólido, baseado em microprocessador, contendo memória não volátil, que
fornecerá comunicação bidirecional compatível com a CAI, através dos circuitos de
detecção.
Toda a programação de endereço deverá ser inserida pelo dispositivo de
programação e teste, que será armazenada na memória não volátil incorporada ao
microprocessador do módulo de comando.
A programação e ajuste dos endereços dos módulos de comando serão
feitos somente por meios eletrônicos, através do dispositivo de programação e teste.
Nenhum meio mecânico como pontes de programa, discagem giratória, pinos de
programação, dip-switches, ou qualquer outro, será utilizado para programação e
ajuste do endereçamento dos módulos de comando.
Os módulos de comando deverão ser dinamicamente supervisionados e
exclusivamente identificáveis pela CAI.
Os módulos de comando deverão permitir a realização de testes individuais
de alarme a partir da Central.
Informações sobre identificação e condições operacionais deverão ser
armazenadas na memória do módulo de comando e a condição de operação normal,
sinistro ou falha deverá ser enviada à CAI.
Desde que atenda os objetivos de zoneamento e setorização dos alarmes,
os módulos de comando poderão ser substituídos por comando diretos da Central de
Alarme de Incêndio.
10.2.2.8
DISPOSITIVOS AVISADORES
Os dispositivos avisadores deverão associar os modos sonoro e luminoso
para alarme de ocorrência de sinistro confirmado em qualquer local da edificação. Os
respectivos dispositivos devem estar num único conjunto.
Os dispositivos avisadores deverão ser projetados para atender as diretrizes
de acessibilidade da edificação, para atenderem os requisitos das normas citadas
246
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
nesta especificação e o padrão 1971 da UL (dispositivos de sinalização para
deficientes auditivos).
Os dispositivos avisadores não deverão exigir nenhum tipo de programação
para sua operação. Deverão ser fabricados em caixas e lentes de material durável para
extra proteção e serviço prolongado.
Os dispositivos avisadores deverão ser conectados aos circuitos de alarme e
comando e operar com tensão de entrada em 24vcc polarizada, filtrada ou não e
deverão permitir uma variação entre 20vcc e 30vcc, no mínimo para a tensão de
entrada.
10.2.2.9
MÓDULOS ISOLADORES
Os módulos isoladores deverão ser instalados nos circuitos de detecção,
sem ocupar nenhum endereço no circuito.
Os módulos não deverão exigir nenhum tipo de programação para sua
operação.
Deverão prover proteção contra curtos-circuitos nos circuitos de detecção,
isolar o trecho em curto circuito e permitir que o resto do circuito de detecção continue
operando normalmente.
Deverão restaurar automaticamente a continuidade do circuito de detecção
após a remoção da falta.
Os módulos isoladores deverão possuir um led para indicar sua ativação.
Deverá haver uma plaqueta nas mesmas cores, ao lado ou acima da caixa,
com instruções claras a respeito do uso dos dois interruptores de comando manual.
Fabricante de referência: Johnson Controls ou similar.
10.2.3
SISTEMA DE ALARME E DETECÇÃO POR ANALISADORES DE
PARTÍCULAS
O Sistema de detecção por analisador de partículas deve operar continuamente
extraindo o ar através de uma rede de tubos empregando um aspirador de alta eficiência. Uma
amostra deste ar passa por um filtro de dois estágios. No primeiro estágio, partículas de poeira
e sujeira são removidas da amostra de ar antes que ela entre na câmara de detecção a laser
para a análise da fumaça. 0 segundo estágio (filtragem ultrafina), tem a função exclusiva de
fornecer ar limpo para proteger as superfícies óticas no interior do detector contra
contaminação, e para garantir a calibragem estável e a longa vida do detector.
Após o filtro, a amostra de ar passa para a câmara calibrada de detecção, onde é
exposto a uma fonte estável e controlada de luz laser. Se a fumaça estiver presente, a luz se
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Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
dispersará no interior da câmara de detecção e será instantaneamente identificada pelos
sensores óticos de alta sensibilidade. 0 sinal será então processado e representado por meio
de um gráfico de barras verticais, de indicadores de nível de alarme e/ou display gráfico. Os
detectores deverão capazes de comunicar esta informação para o painel de controle e alarme
de incêndio ou para o sistema de gerenciamento de edifícios por meio de relés ou de uma
Interface de Alto Nível (HLI - High Level Interface).
O analisador de partículas deverá oferecer faixa de sensibilidade de 0,005 a 20%
obs/metro. O sistema deverá ter capacidade para três níveis de alarme configuráveis (alerta,
pré-alarme, e fogo).
O analisador de partículas deverá ser calibrado no local, seguindo as orientações
do fabricante, de modo a permitir detecção de fumaça em níveis inferiores às faixas dos
detectores endereçáveis.
10.2.3.1
CARACTERÍSTICAS
Detecção absoluta de fumaça.
Ampla faixa de sensibilidade.
Display simples.
Monitoração de fluxo de ar.
Câmara de detecção a laser.
Placa com cartão de sensor de fluxo integrado.
Porta de entrada de ar com dispositivo de monitoração de fluxo.
Cartão terminal com capacidade para três relés programáveis.
Aspirador.
Cartucho para filtragem de ar de dois estágios.
Porta de exaustão de ar.
Tampa frontal com sinalização para fogo, pré-alarme, falha, reset.
Botão para reset.
Sistema de referência: Vesda
10.2.4
INFRAESTRUTURA
Os materiais devem ser fornecidos e instalados de acordo com este caderno
de especificações.
10.2.4.1
ELETRODUTOS
Nas instalações do entreforro e embutidas devem ser utilizados eletrodutos
do tipo metálico esmaltado. Nos locais onde as instalações forem aparentes devem ser
utilizados eletrodutos do tipo metálico galvanizado.
248
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
A fiação deve ser instalada em eletrodutos metálicos ou eletrocalhas.
A fiação do sistema de detecção e alarme de incêndio (SDAI) deverá estar
separada de qualquer condutor exposto de energia, e nunca poderá passar por
eletrodutos ou caixas de passagem que contenham esses condutores.
A fiação de controle de 24Vcc, alarmes, comunicação de emergência ou
fonte de alimentação auxiliar com corrente limitada, poderá ser instalada no mesmo
eletroduto dos circuitos de supervisão.
Os eletrodutos deverão estar aterrados ao sistema de aterramento único do
prédio.
Fabricantes: Apollo, Manesmann, Forjasul ou equivalente de mesmo padrão
técnico.
10.2.4.2
CAIXAS TERMINAIS, CAIXAS DE PASSAGEM E GABINETES
Todas as caixas terminais, caixas de passagens, quadros de distribuição e
gabinetes deverão ser do tipo aprovado para uso em sistemas de detecção de
incêndio.
As caixas de passagem instaladas no entreforro serão de ferro esmaltado no
tamanho 100x100x50mm, as caixas terminais e caixas de passagem embutidas serão
de ferro esmaltado no tamanho 100x50x50mm e as caixas terminais e de passagem
aparentes serão do tipo condulete com o tamanho de 100x50x50mm.
10.2.4.3
FIAÇÃO
A fiação dos circuitos de detecção deverá ser executada com cabos
blindados de um par trançado formados por condutores de cobre com secção 1,00
mm², com os fios em cores distintas e blindagem em malha de cobre.
A fiação dos circuitos de comando e alarme deverá ser executada com um
par de fios trançados, com os condutores com secção 1,50 mm² e os fios em cores
distintas.
As cores utilizadas na fiação de todos os circuitos do SDAI deverão ser
branca e azul.
Todos os cabos e fios utilizados deverão ser do tipo aprovado por entidades
reconhecidas para uso em sistemas de alarme de incêndio.
Toda a fiação do campo deve ser inteiramente supervisionada. Caso haja
falha na corrente comercial, desconexão de baterias, remoção de algum módulo interno
249
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
da CAI, abertura, curto-circuito ou aterramento da fiação de campo, um alarme
correspondente ao defeito deverá ser ativado, e só desativado quando o defeito for
sanado.
A blindagem dos circuitos de detecção deverá estar aterrada ao sistema de
aterramento único do prédio.
Fabricantes: Prismian, Ficap, ou de mesmo padrão técnico.
10.2.4.4
CIRCUITOS DE DETECÇÃO
Os circuitos de detecção são os laços onde serão instalados os elementos
endereçáveis, tais como, detectores, acionadores manuais e módulos de supervisão e
comando.
Todos estes dispositivos, apesar das suas funções distintas, deverão
permitir instalação em um mesmo circuito.
Os circuitos de detecção serão classe A, conforme projetos citados na
presente especificação.
São circuitos que deverão estar sempre alimentados com uma tensão de
corrente contínua de 24v, para ativar os sinalizadores audiovisuais (sirenes e estrobos)
e módulos.
10.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO
As instalações deverão ser executadas de acordo com os códigos
municipais e estaduais, como mostrado em projeto, e como recomendado pelo
fabricante.
Todos os eletrodutos, caixas de passagem e de ligação, suportes e presilhas
deverão ter bom acabamento, podendo ser instaladas embutidas ou aparentes. Os
detectores de fumaça não poderão ser instalados enquanto o SDAI não for testado
quanto à fiação, tensão, etc., tampouco enquanto a obra estiver em fase de pintura e
acabamento.
Todos os equipamentos aparentes do SDAI, tais como detectores, módulos
de comando, sirenes, e painéis remotos somente poderão ser instalados em áreas já
terminadas e fechadas ao acesso comum, sendo que os de instalação embutida
poderão ser instalados em áreas em fase de acabamento.
10.3.1
OPERAÇÃO TÍPICA
A ocorrência de um sinistro confirmado deverá disparar as funções abaixo
descritas, podendo sofrer uma reprogramação segundo as conveniências locais:
250
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
ativar sinalização acústica e luminosa, até que seja silenciada através da tecla de
reconhecimento de alarme ou da tecla de reset;
relacionar no mostrador da Central de Alarme de Incêndio, todas as informações
associadas com o evento, incluindo o tipo de equipamento alarmado e sua localização;
relacionar no mostrador da CAI, todas as informações associadas com o evento,
incluindo o tipo de equipamento alarmado e sua localização;
armazenar o histórico do evento, associando cada nova condição, ao horário e data
da ocorrência;
no caso de sinistro detectado, deve haver uma confirmação do evento através de
uma rearme automático do detector alarmado e, após um intervalo determinado pelo
responsável pelo SDAI, permanecendo no estado anterior, considera-se o sinistro
confirmado;
qualquer ativação de um acionador manual deve ser interpretado como sinistro
confirmado;
em caso de sinistro confirmado, ativar o sistema de alarme acústico e óptico do
andar, após um intervalo de tempo que será determinado pelo responsável pelo SDAI
anunciando à população a ocorrência, assim como indicar a rota de fuga.
10.3.2
TESTES E AJUSTES FINAIS
Estes serviços deverão ser realizados por pessoas competentes e treinados,
engenheiros ou técnicos autorizados pelo fabricante do SDAI, que deverão participar e
supervisionar todos os ajustes finais e testes, após a completa instalação do sistema
ou no decorrer da instalação nos circuitos ou equipamentos já instalados.
Os testes deverão seguir a seguinte rotina:
antes de energizar os cabos e fios, deverão ser verificadas as conexões, além dos
testes de curto circuito, fuga à terra, continuidade e isolação;
todos os circuitos de detecção deverão ser interrompidos (defeito forçado) para que
seja verificado se são acusados defeitos;
serão abertos todos os circuitos de alarme e comando e verificado se são acusados
defeitos;
serão aterrados todos os circuitos de detecção e verificado se são acusados
defeitos;
serão aterrados todos os circuitos de alarme e comando e verificado se são
acusados defeitos;
serão medidas a intensidade sonora e a visibilidade de todos os dispositivos
avisadores.
Será verificada a instalação, supervisão e operação de todos os detectores
inteligentes durante o teste.
251
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Serão realizadas simulações de incêndio que deverão ser detectadas e
introduzida no SDAI. Será verificado o recebimento e o processamento desses sinais
pela CAI e a correta ativação das programações para cada caso de sinistro.
Todos os manuais dos equipamentos que compõem o SDAI deverão estar
disponíveis para consulta, de modo a se determinar os procedimentos corretos de
teste.
A inspeção final deverá ser realizada pelo representante autorizado da
Contratada, após a fase de testes, que deverá demonstrar à Fiscalização que o SDAI
está funcionando corretamente, de forma que o sistema possa ter a sua aceitação final.
10.3.3
TREINAMENTO
Os manuais de operação de todos os equipamentos do SDAI deverão ser
fornecidos após a inspeção final do sistema. Os manuais deverão estar em língua
portuguesa.
Deverão ser feitas demonstrações no local das operações de todos os
componentes do SDAI, incluindo trocas de programas e funções (treinamento prático).
10.4
NORMAS REGULAMENTARES
O projeto e a instalação do sistema serão desenvolvidos rigorosamente de
acordo com as normas e padrões brasileiras e internacionais, tais como NBR 9441,
NFPA 72, UL-444 e UL-13.
252
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 11
INSTALAÇÕES DE SONORIZAÇÃO
11.1
MEMORIAL DESCRITIVO .............................................................................................. 253
11.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS................................................................................. 253
11.2.1
11.2.1.1
11.2.1.2
11.2.1.3
11.2.1.4
11.2.1.5
11.2.1.6
11.2.1.7
11.2.1.8
11.2.1.9
11.2.2
11.2.2.1
11.2.2.2
11.2.2.3
11.2.2.4
11.2.2.5
11.2.2.6
11.2.2.7
11.2.3
GERENCIAMENTO/CONTROLE ................................................................................... 253
MATRIZ DIGITAL ............................................................................................................ 253
EXPANSOR OUT ............................................................................................................ 255
PRÉ-AMPLIFICADOR DE MICROFONE, COM CHAMADA E GONGO........................ 255
DISTRIBUIDOR DE ÁUDIO ............................................................................................ 255
SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ............................................................................. 256
CAIXA ACÚSTICA (MONITORAÇÃO NA CABINE) ....................................................... 257
ATENUADOR DE VOLUME COM BYPASS .................................................................. 257
CENTRAL DE BYPASS .................................................................................................. 257
BASTIDOR METÁLICO .................................................................................................. 257
SONORIZAÇÃO AMBIENTAL ........................................................................................ 258
MICROFONE .................................................................................................................. 258
SINTONIZADOR ............................................................................................................. 258
SONOFLETOR DE TETO ............................................................................................... 259
CAIXA ACÚSTICA .......................................................................................................... 259
MICROCOMPUTADOR .................................................................................................. 260
AMPLIFICADOR (LINHA DE 70,7V) ............................................................................... 260
AMPLIFICADOR (LINHA DE 70,7V) ............................................................................... 261
INFRAESTRUTURA ....................................................................................................... 261
11.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ............................................................................. 261
11.3.1
11.3.2
11.3.3
11.3.4
11.3.5
METODOLOGIA E DOCUMENTAÇÃO .......................................................................... 261
TESTES .......................................................................................................................... 262
MANUTENÇÃO ............................................................................................................... 262
GARANTIA ...................................................................................................................... 262
TREINAMENTO .............................................................................................................. 262
11.4
NORMAS......................................................................................................................... 263
253
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Pt.0901455880
11.1
Anexo 1
MEMORIAL DESCRITIVO
Este Memorial tem por finalidade especificar o sistema, as configurações, os
equipamentos e as condições técnicas de implantação do Sistema de Sonorização Ambiente
para o edifício do Meio Circulante do Banco Central do Brasil.
O Sistema terá por objetivo difundir música ambiente, chamadas e/ou avisos e
complementar as medidas de segurança, servindo como orientador no caso de necessidade de
abandono da edificação. É composto pelo subsistema de gerenciamento /controle e pelo
subsistema de sonorização ambiental.
O subsistema de sonorização ambiental, destinado à difusão de som, voz e música,
nos ambientes da edificação, através de sonofletores instalados no forro e pilares.
Os subsistemas de áudio se interagem e são gerenciados pelos equipamentos
comuns relacionados nos itens descritos a seguir.
11.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS
11.2.1
GERENCIAMENTO/CONTROLE
Os equipamentos e software de áudio relacionados a seguir são comuns à
sonorização ambiental e incluem:
11.2.1.1
MATRIZ DIGITAL
A matriz digital deve apresentar as seguintes características técnicas:
DESCRIÇÃO
matriz digital crosspoint 16x 16, padrão rack 19‖ , com 8 entradas xlr mic/line, 8 saídas xlr
line, 2 entradas e 2 saídas trs, conversor pré-ad/da, painel removível.processadores de áudio
(dsp), incluindo:pré-amplificadores, fader, eq paramétrico, crossover filters, compressor, gate,
limitador, 16 ducker (prioridade nas portas de entrada), misturador automático de microfone e
compensador de ruídos de fundo.
padrão rack 19‖
controle via rede. É configurado através de um PC ou via tcp/ip, usando o software ―idr
system manager‖.permite ser operado através das estações (PC’s) com a utilização dos
softwares ―pl client‖ e ―pl designer‖.
o software permite a criação de 250 configurações diferentes, que são nomeadas e
armazenadas em ―patches‖.
os canais de entrada, saída e os grupos podem ser nomeados via software.
254
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
o sistema deve possibilitar o estabelecimento de 16 níveis de prioridades (―duckers‖),
mixagem automática de microfones (amm) e dois ―pagers‖ independentes.
possuir um gerador interno de sinais (senoidal, ruído branco e rosa) para testes.
possuir as seguintes portas:
- rs 232 no painel frontal e na traseira;
- network port;
- sysnet port;
- midi port.
DESEMPENHO
resposta de freqüência: 20 hz a 20 khz +0/-0,5 dB
crosstalk (entrecanais):-80 dB, 1khz/ganho 0db
distorção harmônica (dht) +ruído:< 0,01%, 1 khz, 0 dbu
ruído entre entrada e saída:< 87dbu (22 hz a 22 khz)
ENTRADAS XLR (MIC/LINE)
quantidade de entradas:8 (expansível a 16)
conexões:fêmea xlr 3 pinos
impedância:2 kohms
phantom power: 48 v
SAÍDAS XLR (LINE)
quantidade de saídas:8 (expansível a 16)
conexões:macho xlr 3 pinos
impedância: < 75 ohms
saída max.:+18 dbu
ENTRADAS E SAÍDAS TRS
conexões: jack trs
quantidade: 2 entradas/ 2 saídas
tipo: eletronicamente balanceada
sensibilidade (entrada): 0 dbu
PAINEL FRONTAL
tipo: display 2x16 caracteres lcd
chaves: 16 para programação pelo usuário, 2 deslizantes (scrolls)
255
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
REDE
conexões: rj-45 ethernet
cabo utp cat.5
Quantidade: 01
11.2.1.2
EXPANSOR OUT
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Padrão rack 19‖
Saída de linha
08 (oito) saídas macho xlr – 3 pinos
Impedância <75 ohms
Nível máximo de saída +18dbu
Porta de saída: rj45 r cat5 stp
Porta dr-link (controle serial para unidade de expansão idr/conector rj45 e portas de entrada
e saída para múltiplas unidades
Status dos leds: (power – mais power on/link – idr link controle de comunicação e lock –
áudio
Chave liga/desliga no painel traseiro
Entra principal ac 100-240v ac – 50/60hz
Soft leds (3 cores – verde/amarelo/vermelho)
Funções: 3 cores para meters de sinal/mute on-off/patch estático
Quantidade: 01
11.2.1.3
PRÉ-AMPLIFICADOR DE MICROFONE, COM CHAMADA E GONGO
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Resposta de freqüência: 30 hz a 20 khz
Impedância de entrada: 10 kohms
Nível de saída: 1,4 v (+/- 3 dB)
Relação sinal/ruído:melhor que 90 dB
Faixa dinâmica (carga de 1 kohms): 94 dB
Padrão:19‖
Quantidade: 01
11.2.1.4
DISTRIBUIDOR DE ÁUDIO
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
6 entradas mono, 6 saídas mono, 2 entradas principal e 2 saídas principal – total 08
256
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
indicadores individuais de nível de sinal nas entradas e saídas
nível de sinal de entrada e saída variável
relação sinal ruído >95dbu
impedância de entrada 50k ohms balanceada e 25k ohms desbalanceada
utilização como mixer ou splitter
largura de banda:5 hz a 20khz
entrada de áudio,600 ohms balanceada - xlr
06 saídas de áudio,600 ohms balanceada – xlr
saídas de áudio com transformador controlado eletronicamente
ajuste externo de nível de áudio
Quantidade: 01
11.2.1.5
SOFTWARE DE GERENCIAMENTO
ESPECIFICAÇÕES
Montagem da Programação Automática (parametrizada por seqüência das mídias).
Intercalar comerciais determinados ou rotativos.
Intercalar vinhetas na programação (agendadas ou com validade de vida).
Formatação da programação por dia da semana e hora, independente por local.
Envio de programação via FTP, mídias, configurações, agendamentos, exclusão de mídias
no cliente, bloqueio/desbloqueio de utilização e envio de arquivos individuais.
Sincronismo de programação gerada em estúdio com a máquina do cliente via internet
automaticamente.
Recebe diariamente Log de operações Cliente e Estúdio (mapeamento das operações de
envio e recebimento da programação).
Recebe diariamente Log de execução (para monitoramento das mídias executadas no
client).
Sistema de som multi-pista (Faça as programações em canais independentes com áudios
diferentes no mesmo micro, programação interna e externa sendo executadas
simultaneamente).
Execução da programação com mídias no formato MP3, WAV e WMA
Execução de Hora Certa automática .
Permite executar avisos de veículos no estacionamento, chamada para funcionários e
avisos em gerais com cliques.
Permite executar avisos de emergência pré-definidos.
Sistema de som multi-pista (execute até duas programações simultaneamente em canais
independentes com áudios diferentes no mesmo micro)
Piloto automático, assim que ligada a máquina monitora os horários para início e
encerramento da execução, gerencia a atualização via internet, como também gera
programação automaticamente no cliente (caso esteja habilitado para tanto).
Início e desligamento do sistema com horário programado.
257
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Recebimento da programação e arquivos de áudio via internet
Todas as funções acima são totalmente automáticas sem o auxílio pessoal, bastando o PC
estar ligado.
Quantidade: 01
11.2.1.6
CAIXA ACÚSTICA (MONITORAÇÃO NA CABINE)
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Tipo:Monitor de estúdio
Amplificado 2 vias, bi-amp
Potência:140 W+70W
Resposta de Freqüência:55 Hz a 20 kHz
Crossover de freqüência:3000 Hz
Transdutor de alta freqüência:tweeter de 1‖
Transdutor de baixa freqüência:woofer de 6 1/4‖
Quantidade: 01
11.2.1.7
ATENUADOR DE VOLUME COM BYPASS
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Potência Máxima 50WRMS (transformador)
Tensão nominal na entrada 70,7VRMS
Impedância mínima de carga 100W para 50W
Resposta de freqüência 30Hz a 20KHz
Atuação do seletor de volume Escala logarítmica
Impedância do atenuador s/carga 20KW
Chave rotativa de 11 posições
11.2.1.8
CENTRAL DE BYPASS
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Alimentação em 24Vac
Padrão rack 19‖
7 (sete) circuitos de comando
11.2.1.9
BASTIDOR METÁLICO
258
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Quadro frontal e traseiro em chapa de aço bitola 18, perfis laterais parafusados em chapa de
aço bitola 18,
Fechamentos removíveis: teto, laterais e tampa traseira em chapa de aço bitola 18,
venezianas laterais para ventilação;
Base (bandejas), 4 peças, em chapa de aço bitola 12 com parafuso nivelador;
Pintura cinza RAL 7032;
Padrão 19‖
36 (trinta seis) unidades 40UR;
Barramento de tomadas com 12posições;
Possibilita a inversão do sentido da porta;
Unidade de ventilação forçada
Quantidade: 01
11.2.2
SONORIZAÇÃO AMBIENTAL
11.2.2.1
MICROFONE
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Tipo:dinâmico
Resposta de Freqüência: 50 Hz a 13 KHz
Impedância: 300 Ohms
Sensibilidade (em 1 kHz, ref. 0 dB=1V/Pa):-56 dB
Conectores:P10 e XLR3
Corpo metálico, com pintura eletrostática em preto.Globo em aço niquelado
Base de mesa
Quantidade: 01
11.2.2.2
SINTONIZADOR
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Tipo:Digital a quartzo AM/FM estéreo
SEÇÃO FM
Sintonização:87,5 a 108 MHz
Sensibilidade
Mono IHF:12 dB (3,9µV)
Sensibilidade em 50 dB
259
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Pt.0901455880
Anexo 1
Mono:16,5 dBf
Estéreo:37,0 dBf
Relação Sinal/Ruído em 65 dBf
Mono:70 dB
Estéreo: 70 dB
Separação Estéreo:40 dB em 1 kHz
Resposta:40 Hz a 14 kHz +/- 3 dB
SEÇÃO AM
Sintonização:MW 522 a 1629 kHz
Sensibilidade:MW 68 dB
Relação Sinal/Ruído:40 dB
Resposta Imagem:MW 40 dB em 1 MHz
Resposta de freqüência:50 Hz a 15 kHz
24 Estações de memórias (min:8AM e 16FM)
Quantidade: 01
11.2.2.3
SONOFLETOR DE TETO
Composto de Alto falante, Transformador de linha e arandela
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Potência:30 WRMS
Impedância:8 Ohms
Ressonância 90hz
Freqüência 90hz a 8Khz
Nível de pressão sonora 93 dB’s SPL
11.2.2.4
CAIXA ACÚSTICA
Composto de Alto falante/ Tweeter, Transformador de linha
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Potência:60 WRMS
Impedância:8 Ohms
Sensibilidade: 96dB
Conexão: tipo borne
Freqüência 55hz a 20Khz
Alta falante 8‖ e tweeter de titânio ferrofluid
260
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Caixa acústica trapezoidal tipo full range, com crossover passivo interno
Gabinete: em polietileno anti UV
Cor: grafite
11.2.2.5
MICROCOMPUTADOR
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Sistema microprocessado para pré-processamento;
Processador Duo 2 Core 2,8 GHz
Sistema operacional: Windows XP Professional SP2
Montável Padrão rack 19‖
02 (duas) placas de áudio
 Relação sinal-ruído (A-ponderada) = 100 dB (2V)
 Interferência (esquerda/direita e vice-versa) = -100 dB
 Distorção harmônica total + ruído a 1kHz (A-ponderada) =0,004%
 Resposta de freqüência a -3 dBr = <10 Hz a 22 kHz
 Conversão de analógico para digital de 24 bits das entradas analógicas com taxa
de amostragem de 96 kHz
Disco rígido padrão Serial Ata com disponibilidade mínima total de 200 Gbytes
1024 Megabytes de Memória RAM padrão DDR 400 MHz;
Fornecido com Interface Gigabit Ethernet
Teclado padrão ABNT2, português (Brasil), USB;
Mouse ótico, no mínimo 500dpi, USB;
Monitor de TFT de 19" (Dezenove) polegadas, tela plana, com resolução de até 1024x768
pixels;
Quantidade: 1
11.2.2.6
AMPLIFICADOR (LINHA DE 70,7V)
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Tipo:Amplificador de potência monofônico
Potência de saída:2x 200 WRMS, em 70.7 volts
Impedância das saídas 70 Volts:50 Ω
Resposta de Freqüência:30 a 20 kHz
Distorção Harmônica Total:melhor que 0,03%
Relação Sinal/Ruído:melhor que 100dB
Padrão:19‖
Quantidade: 11
261
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
11.2.2.7
Anexo 1
AMPLIFICADOR (LINHA DE 70,7V)
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Tipo:Amplificador de potência monofônico
Potência de saída:2x 300 WRMS, em 70.7 volts
Impedância das saídas 70 Volts:50 Ω
Resposta de Freqüência:30 a 20 kHz
Distorção Harmônica Total:melhor que 0,03%
Relação Sinal/Ruído:melhor que 100dB
Padrão:19‖
Quantidade: 04
11.2.3
INFRAESTRUTURA
A Contratada deverá fornecer e instalar toda a infra-estrutura, compreendendo
eletrocalhas, derivações, tubulação, conduletes, caixas de passagens, elementos de fixação, e
outros, bem como passagem da cabeação e montagem do sistema, de acordo com os
materiais descritos nos desenhos.
Deverá ser fornecida toda a infra-estrutura que se fizer necessária e não estiver
prevista nos projetos.
11.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO
11.3.1
METODOLOGIA E DOCUMENTAÇÃO
Os trabalhos deverão ser executados segundo a metodologia a seguir:
-
Alocação e coordenação da Equipe de Trabalho
Elaboração do projeto ―As Built‖, durante o transcorrer da implantação
Instalação física do sistema
Preparação da documentação.
Elaboração dos programas e ―start-up‖
Comissionamento e testes do sistema
Testes e Aceitação
Realização dos treinamentos
Manutenção corretiva do sistema durante o período de garantia.
A documentação a ser entregue pela Contratada englobará no mínimo o seguinte:
-
Catálogos e dados técnicos dos equipamentos
Descrição da seqüência de operação
Certificados de garantia
Instruções de operação e manutenção
262
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
- Lista de peças sobressalentes (não inclusas no fornecimento).
11.3.2
TESTES
Deve ser apresentado um cronograma de testes que serão realizados no sistema.
Este cronograma deve ser apresentado para aprovação com antecedência, devendo possuir os
seguintes tópicos:
 Aprovação/supervisão dos equipamentos em fábrica
 Testes / comissionamento em campo / Aceitação provisória
 Aceitação Definitiva
A aprovação dos equipamentos em fábrica é opcional e tem como objetivo verificar
e aprovar os equipamentos, materiais e padrões de montagem adotados pelo fornecedor.
Os testes em campo incluem o comissionamento de todos os componentes do
sistema, incluindo cabeamento. Deve ser feita uma verificação completa para garantir a
qualidade e confiabilidade do sistema. Eventuais pendências serão comunicadas por escrito
pela Fiscalização para que sejam resolvidas no prazo o mais curto possível. Após a eliminação
de todas as pendências, será emitido o termo de recebimento provisório.
Após 60 dias da emissão do termo de recebimento provisório, caso não haja mais
pendências, será emitido o termo de recebimento definitivo.
Todos os custos relativos aos testes correrão por conta da Contratada.
11.3.3
MANUTENÇÃO
Independentemente da assinatura do contrato de manutenção por parte do BACEN,
a Contratada fica obrigada a realizar os serviços de manutenção corretiva durante o prazo de
garantia do sistema.
11.3.4
GARANTIA
Todos os equipamentos deverão ser novos e estar em perfeitas condições de
funcionamento. O sistema como um todo, deverá ser garantido pelo prazo de 12 (doze) meses
a partir da emissão do aceite definitivo.
Defeitos eventuais deverão ser reparados ou repostos pelo fornecedor sem ônus
para o contratante.
11.3.5
TREINAMENTO
Após a entrega provisória do sistema, a Contratada deverá ministrar um Curso de
Treinamento para o pessoal indicado pelo BACEN.
263
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
A Contratada deverá apresentar, com antecedência mínima de 30 dias, todo o
cronograma e conteúdo do curso, bem como os pré-requisitos mínimos dos participantes.
O treinamento deverá ser realizado no próprio edifício em que foi instalado o
sistema e possuir carga horária de pelo menos 48 horas.
Na ocasião do treinamento, deverão ser fornecidas apostilas para todos os
participantes, que ao final, deverão estar completamente aptos a operar o sistema, com total
independência.
11.4
NORMAS
Os serviços de projetos e de instalação deverão ser executados seguindo as
prescrições das seguintes normas técnicas:
Normas da EIA - ―Electronic Industries Association‖;
Práticas SEAP - Governo Federal.
NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão;
NBR 5471 - Condutores elétricos;
NBR 5474 - Conector elétrico;
NBR 14565 - Procedimento básico para elaboração de projetos de cabeamento
de telecomunicações para rede interna estruturada.
ANSI/TIA/EIA-568-B - Commercial Building Telecommunications Cabling
Standard;
ANSI/TIA/EIA-568-B.2 - Balanced Twisted Pair Cabling Components;
ANSI/TIA/EIA-569-A - Commercial Building Standard for Telecommunications
Pathways and Spaces;
ANSI/TIA/EIA-606-A
Administration
Standard
for
Commercial
Telecommunications Infrastructure;
ANSI/J-STD-607-A - Commercial Building Grounding (Earthing) and Bonding
Requirements for Telecommunications.
ISO/IEC 11801 - Information Technology - General Cabling for Customer
Premises.
264
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 12
SISTEMA DE SONORIZAÇÃO E PROJEÇÃO DE VÍDEO E DADOS DO
AUDITÓRIO
12.1
MEMORIAL DESCRITIVO .............................................................................................. 265
12.2
ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ....................................................................... 265
12.2.1
12.2.1.1
12.2.1.2
12.2.1.3
12.2.1.4
12.2.1.5
12.2.1.6
12.2.1.7
12.2.2
12.2.2.1
12.2.2.2
12.2.2.3
12.2.2.4
12.2.2.5
12.2.2.6
12.2.2.7
12.2.2.8
12.2.3
12.2.3.1
12.2.3.2
12.2.3.3
12.2.4
12.2.4.1
12.2.4.2
12.2.4.3
12.2.4.4
12.2.4.5
12.2.4.6
12.2.4.7
12.2.4.8
12.2.4.9
12.2.4.10
12.2.4.11
12.2.4.12
12.2.5
GERENCIAMENTO/CONTROLE ................................................................................... 265
CONSOLE DE MIXAGEM DIGITAL................................................................................ 265
PROCESSADOR DIGITAL ............................................................................................. 266
MICROCOMPUTADOR .................................................................................................. 266
FONE DE CABEÇA ........................................................................................................ 267
CAIXA ACÚSTICA (MONITORAÇÃO NA CABINE) ....................................................... 267
DISTRIBUIDOR DE ÁUDIO ............................................................................................ 267
BASTIDOR METÁLICO .................................................................................................. 268
SONORIZAÇÃO AMBIENTAL ........................................................................................ 268
MICROFONES COM FIO NO PALCO COM BASE MÓVEL .......................................... 268
MICROFONES SEM FIO DE LAPELA PARA O PALESTRANTE ................................. 269
MICROFONES SEM FIO DE MÃO PARA A PLATÉIA................................................... 270
GRAVADOR/REPRODUTOR DE CD ............................................................................. 270
CAIXA ACÚSTICA DE RETORNO DE PALCO .............................................................. 271
SINTONIZADOR AM/FM ................................................................................................ 271
PEDESTAL ARTICULÁVEL ............................................................................................ 272
MICROFONE AURICULAR SEM FIO ............................................................................ 272
SONORIZAÇÃO DA PROJEÇÃO ................................................................................... 272
AMPLIFICADOR (LINHA DE 8 Ω) .................................................................................. 272
AMPLIFICADOR (LINHA DE 70,7V) ............................................................................... 273
CAIXA ACÚSTICA .......................................................................................................... 273
PROJEÇÃO DE VÍDEO E DADOS ................................................................................. 273
PROJETOR DE VÍDEO E DADOS (5200 ANSILUMENS) ............................................. 273
TELA COM COMANDO ELÉTRICO ............................................................................... 274
ELEVADOR (―UFT‖) ........................................................................................................ 274
DVD PLAYER - HDMI ..................................................................................................... 275
GRAVADOR/ REPRODUTOR DE DVD ......................................................................... 275
TV/ MONITOR ................................................................................................................. 275
MATRIZ AV (ÁUDIO E VÍDEO)....................................................................................... 276
MATRIZ VGA/ XGA ......................................................................................................... 276
CÂMERA DE VÍDEO MÓVEL 3 CCD COLORIDA ......................................................... 277
CONTROLADORA PTZ .................................................................................................. 277
MONITOR LCD 22‖ ......................................................................................................... 278
CABO MULTIVIAS .......................................................................................................... 278
INFRAESTRUTURA ....................................................................................................... 278
12.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ............................................................................. 280
12.3.1
12.3.2
12.3.3
12.3.4
12.3.5
METODOLOGIA E DOCUMENTAÇÃO .......................................................................... 280
TESTES .......................................................................................................................... 280
MANUTENÇÃO ............................................................................................................... 281
GARANTIA ...................................................................................................................... 281
TREINAMENTO .............................................................................................................. 281
12.4
NORMAS......................................................................................................................... 281
265
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Pt.0901455880
12.1
Anexo 1
MEMORIAL DESCRITIVO
Este documento tem por finalidade descrever as características e as
condições técnicas do sistema, dos equipamentos e dos materiais a serem implantados
no Sistema de Sonorização, Projeção e Vídeo do Auditório do edifício do Meio
Circulante do Banco Central do Brasil.
O Sistema é composto pelos seguintes subsistemas:
Sonorização Ambiental, destinado à difusão de som (voz e música) no ambiente do
auditório, através das caixas acústicas fixadas na parede e teto;
Sonorização da Projeção, destinado à difusão do som das projeções de vídeo.
Esses subsistemas de áudio se interagem e são gerenciados pelos
equipamentos comuns relacionados abaixo.
12.2
ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS
O Sistema é composto pelos seguintes equipamentos:
12.2.1
GERENCIAMENTO/CONTROLE
Tratam dos equipamentos e software de áudio, comuns à sonorização
ambiental, vídeo e projeção e incluem:
12.2.1.1
CONSOLE DE MIXAGEM DIGITAL
Mesa de som digital, 16 canais de entrada mono com conexão balanceada,
expansão para 24 canais de entradas, com Placa extra de Conversão interna Digital
AD, 24 bit. 8 entradas TRS balanceados, Sampling rate de 30.08 kHz — 50.88 kHz,
controle de ganho por canal por chave seletora de +24dB / +4dbV, impedância nominal
de 600 ohms .
Equalização por canal com quatro bandas com fator de mérito, ganho e ajuste de
delay, Processador dinâmico por canal de (Gate, Compressor, Expander etc).
Patch In e Out multi select.
Quatro processadores de efeito digital estéreo de 24-bits com presets e banco de
memória (reverbs, delays, chorus, flanger, Double, etc).
266
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Anexo 1
Phanton power por grupo de canais, 8 sub-masters, 08 auxiliares com equalizador
paramérico de 4 bandas e processador dinâmico, 04 saídas analógicas programáveis
via patch, 2 saídas analógicas L+R com equalização, processador dinâmico e delay,
conexão ótica com 08 entradas e saídas AD/DA formato ADAT.
Saídas com opção programável em L+R, 3.1 e 5.1 Surround.
Word clock In e Out, 17 fader’s motorizados de 100mm.
Tensão elétrica 110/120V.
Todos os sinais de áudio dos DVDs, CD Player, Vídeo Cassete, VídeoConferência, Tradução Simultânea, Microfones e os computadores (palco e cabine)
deverão ser conectados à mesa.
Quantidade a ser fornecida: 1 (um).
12.2.1.2
PROCESSADOR DIGITAL
Tipo:Processador multicanal
Matriz misturadora com 2 entradas e 6 saídas
Resposta de freqüência:20 Hz a 22 kHz +1, -3 dB
DFR-Redução Automática de Realimentação
Ducker
Crossover de duas vias
Equalizadores Paramétricos e Gráficos
gate/Downward Expander,
processador de subwoofer, Spliter,
Quantidade a ser fornecida: 01
12.2.1.3
MICROCOMPUTADOR
Sistema microprocessado para pré-processamento;
Processador Duo 2 Core 2,8 GHz
Sistema operacional Windows XP Professional SP3
placa de vídeo off-board, agp 8x de 128 Megabytes ou superior
placa de áudio

Relação sinal-ruído (A-ponderada) = 100 dB (2V)
267
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Anexo 1

Interferência (esquerda/direita e vice-versa) = -100 dB

Distorção harmônica total + ruído a 1kHz (A-ponderada) =0,004%

Resposta de freqüência a -3 dBr = <10 Hz a 22 kHz

Conversão de analógico para digital de 24 bits das entradas analógicas com
taxa de amostragem de 96 kHz
Montável Padrão rack 19‖
Discos rígidos padrão Serial ATAl de 320 Gbytes
2 Gb de Memória RAM padrão DDR 400 MHz;
Fornecido com Interface Gigabit Ethernet
Teclado padrão ABNT2, português (Brasil), USB;
Mouse ótico, no mínimo 500dpi, USB;
Monitor de TFT de 22" polegadas, tela plana, com resolução de até 1024x768
pixels;
Quantidade a ser fornecida: 01
12.2.1.4
FONE DE CABEÇA
tipo fone de cabeça estéreo, alcochoado,
sensibilidade 113 dB/mW;
resposta de freqüência: 20 a 20Khz
nível máximo de entrada: 100mw
Quantidade a ser fornecida: 01
12.2.1.5
CAIXA ACÚSTICA (MONITORAÇÃO NA CABINE)
Tipo:Monitor de estúdio
Amplificado 2 vias, bi-amp
Potência:140 W+70W
Resposta de Freqüência: 55 Hz a 20 kHz
Crossover de freqüência: 3000 Hz
Transdutor de alta freqüência: tweeter de 1‖
Transdutor de baixa freqüência: woofer de 6 1/4‖
Quantidade a ser fornecida: 02
12.2.1.6
DISTRIBUIDOR DE ÁUDIO
268
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Anexo 1
6 entradas mono, 6 saídas mono, 2 entradas principal e 2 saídas principal – total
08
indicadores individuais de nível de sinal nas entradas e saídas
nível de sinal de entrada e saída variável
relação sinal ruído >95dBu
impedância de entrada 50K ohms balanceada e 25K ohms desbalanceada
Utilização como Mixer ou Splitter
Largura de banda:5 Hz a 20kHz
Entrada de áudio,600 Ohms balanceada - XLR
06 saídas de áudio,600 Ohms balanceada – XLR
saídas de áudio com transformador controlado eletronicamente
Ajuste externo de nível de áudio
Quantidade: 01
12.2.1.7
BASTIDOR METÁLICO
Quadro frontal e traseiro em chapa de aço bitola 18, perfis laterais parafusados
em chapa de aço bitola 18,
Fechamentos removíveis: teto, laterais e tampa traseira em chapa de aço bitola
18, venezianas laterais para ventilação;
Base (bandejas), 4 peças, em chapa de aço bitola 12 com parafuso nivelador;
Pintura cinza RAL 7032;
Padrão 19‖
36 (trinta seis) unidades 36UR;
barramento de tomadas com 12posições;
possibilita a inversão do sentido da porta;
unidade de ventilação forçada
Quantidade a ser fornecida: 02
12.2.2
SONORIZAÇÃO AMBIENTAL
12.2.2.1
MICROFONES COM FIO NO PALCO COM BASE MÓVEL
Microfone ―gooseneck‖ com fio
eletreto (capacitivo)
captação direcional hipercardióide
269
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Anexo 1
comprimento: 30 cm
Sensibilidade (em 1,000 Hz) 33.5 dBV/PA (21.1 mV) 1 Pa = 94 dB SPL
alimentação tipo phantom (9-52V, 2 mA)
Razão sinal ruído mínima de 67.5 dB
resposta de freqüência 50-17.000 Hz
conector XLR
Também deverá ser fornecida uma base para suporte e fixação do microfone.
Quantidade a ser fornecida: 06
12.2.2.2
MICROFONES SEM FIO DE LAPELA PARA O PALESTRANTE
Transmissor sem fio UHF com as seguintes especificações:
Transdutor dinâmico
Padrão polar hipercardióide
Desvio nominal de ± 40 kHz
Potência irradiada transmitida > 10 mW
Resposta de freqüência de 55 - 18,000 Hz
Sensibilidade do microfone comutável internamente (-10 dB)
Alcance da transmissão > 100 m
Relação sinal / ruído > 110 dB
D.H.T. < 0.5% at 1 kHz
Alimentação com 2 pilhas 1,5 V (AA) alcalinas ou recarregáveis
Receptor sem fio UHF com as seguintes especificações:
Sensibilidade de 2 μV
Conexão da antena com 2 x TNC
Desvio nominal de ±40 kHz
Nível de saída de 1.2 V
Relação sinal / ruído > 110 dB (A)
D.H.T < 0.5% at 1 kHz
Squelch 2 μV - 1 mV, ajustável
Fonte de alimentação CC 12 V - 15 V DC
Alimentação 100 V - 240 V CA
Quantidade a ser fornecida: 01
270
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12.2.2.3
Anexo 1
MICROFONES SEM FIO DE MÃO PARA A PLATÉIA
Transmissor sem fio UHF com as seguintes especificações:
Transdutor dinâmico
Padrão polar cardióide
Nível de entrada de áudio +2 dBV máximo na posição de –10 dB e –8 dBV
máximo na posição de 0 dBV
Saída de transmissor de RF: máximo 30 mW
Resposta de freqüência de 45 - 15,000 Hz
Alcance da transmissão > 100 m
Relação sinal / ruído > 110 dB
D.H.T. < 0.5% at 1 kHz
Alimentação com 2 pilhas 1,5 V (AA) alcalinas ou recarregáveis
Receptor sem fio UHF com as seguintes especificações:
Sensibilidade –105dBm
Impedância de saída – conector XLR: 200 ohms – conector ¼‖: 1Kohms
Nível de saída de áudio: conector XLR (em carga de 600 ohms) –19 dBV e ¼‖
(em carga de 3000 ohms) –5 dBV
Fonte de alimentação CC 12 V - 18 V DC
Alimentação 100 V - 240 V CA
Quantidade a ser fornecida: 03
12.2.2.4
GRAVADOR/REPRODUTOR DE CD
Geral:Gravador Duplo, 5 CD’s, com velocidade de gravação de 4x
Gravação:Disco CD-gravável e CD-regravável
Playback:CD, CD-R, CD-RW, MP-3
Conversor:24 bit A/D e D/A
Deck A: Secção de reprodução de CD
Deck B: Secção de gravação CD e CD-RW
Resposta de Freqüência: 20 Hz a 20 kHz
Relação Sinal/Ruído: 98 dB
Quantidade a ser fornecida: 01
271
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12.2.2.5
Anexo 1
CAIXA ACÚSTICA DE RETORNO DE PALCO
Potência 200Wrms
Impedância 8 ohms
Sensibilidade 97dB;
Resposta de freqüência 55Hz a 18 KHz
Tipo full range
Alto falante de 12‖
Driver fenólico
Conexão: borne
Cor preta.
Quantidade a ser fornecida: 02
12.2.2.6
SINTONIZADOR AM/FM
Tipo:Digital a quartzo AM/FM estéreo
SEÇÃO FM
Sintonização:87,5 a 108 MHz
Sensibilidade
Mono IHF:12 dB (3,9µV)
Sensibilidade em 50 dB
Mono:16,5 dBf
Estéreo:37,0 dBf
Relação Sinal/Ruído em 65 dBf
Mono:70 dB
Estéreo: 70 dB
Separação Estéreo:40 dB em 1 kHz
Resposta:40 Hz a 14 kHz +/- 3 dB
Sintonização:MW 522 a 1629 kHz
Sensibilidade:MW 68 dB
Relação Sinal/Ruído:40 dB
Resposta Imagem:MW 40 dB em 1 MHz
Resposta de freqüência:50 Hz a 15 kHz
30 Estações de memórias (15AM e 15FM)
Quantidade a ser fornecida: 01
272
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12.2.2.7
Anexo 1
PEDESTAL ARTICULÁVEL
Tipo girafa com regulagem de altura
Acabamento: Preto epoxi
Altura: 1m a 1,70m
Pés emborrachados
Quantidade a ser fornecida: 02
12.2.2.8
MICROFONE AURICULAR SEM FIO
Microfone Auricular com cápsula unidirecional, resposta de freqüência 50 Hz – 20
KHz, máximo SPL 130dB, conector mini TA4F, impedância 2400 ohms, cabo de
1,5 m. Deverá estar incluso transmissor e receptor conforme características
abaixo.
Transmissor tipo Body Pack, sem fio, (conector de entrada compatível com
microfone auricular), chave de ajuste de ganho -10 dBV, +10dBV e +20dBV ,
freqüência UHF, banco de freqüências variável e programável, grupo de
freqüência pré ajustado com programação manual e automática, visor em LCD
com indicação básica de funcionamento do produto, chave liga / desliga e mute,
sistema pilhas recarregável 2 x 1,5 V – AA.
Receptor UHF, alcance de 100 metros, resposta de 50 Hz – 15 KHz, banco de
freqüências variável e programável, grupo de freqüência pré ajustado com
programação manual e automática, antenas de ¼ de onda, visor em LCD com
indicação de RF, freqüência de trabalho, grupo, carga da bateria do transmissor,
espaço de meia unidade de rack, conexão de saída XLR balanceado e TRS com
controle de volume na saída.
Quantidade a ser fornecida: 03 .
12.2.3
SONORIZAÇÃO DA PROJEÇÃO
12.2.3.1
AMPLIFICADOR (LINHA DE 8 Ω)
Tipo:Amplificador de potência
Potência de saída:2x 167 WRMS, em 8 Ω
Impedância de entrada:30 kΩ
273
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Anexo 1
Resposta de Freqüência:7 a 40 kHz
Distorção Harmônica Total:melhor que 0,05%
Relação Sinal/Ruído:maior que 90dB
Sensibilidade de entrada: 0dBu (775 mV)
Proteção contra curto circuito não dissipativa
Fato de amortecimento: melhor que 400
Quantidade a ser fornecida: 05
12.2.3.2
AMPLIFICADOR (LINHA DE 70,7V)
Tipo:Amplificador de potência
Potência de saída:2x 200 WRMS, em 4 Ω
Impedância de entrada:27 kΩ
Resposta de Freqüência:30 a 20 kHz
Distorção Harmônica Total:melhor que 0,03%
Relação Sinal/Ruído:melhor que 100dB
Quantidade a ser fornecida: 02
12.2.3.3
CAIXA ACÚSTICA
Tipo:Passiva, 2 vias
Resposta de Freqüência:60 a 15 kHz (-3dB)
Ângulo de cobertura: 70˚x 70˚
Fator de Diretividade:Q:8
Sensibilidade:91 dB, 1W, 1m
Impedância Nominal: 4 Ω
Potência (RMS): 200 W
Quantidade a ser fornecida: 06
12.2.4
PROJEÇÃO DE VÍDEO E DADOS
12.2.4.1
PROJETOR DE VÍDEO E DADOS (5200 ANSILUMENS)
Tipo:Projetor LCD, 0.8‖TFT/PolySi
Dimensões da tela: ajustável, de 40‖ a 300‖ (aprox.)
274
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Anexo 1
Distância da projeção: 1 m a 7,7 m
Sistema de projeção: espelho dicróico x prisma w/PBS
Número de pixels: 2.359.296 (786432 x 3)
Zoom (Foco):1:1.3
Luminosidade: 5200 Ansi lumens;
Resolução real XGA
Contraste 1000:1 – Formato da Imagem 4:3
Compatível com os padrões de Vídeo:NTSC, /PAL-PAL-M/SECAM e S-Vídeo
Lente de projeção:F1.8~2.1, f=1.9‖-2.5‖
Conexão com computadores, VCR, Vídeo Lasers, TV’s
Saída para monitor externo
Entradas: - Computador: 1 (uma) – Vídeo: 1 (uma) - S-VHS: 1(uma)- HDMI :1
(uma)- vídeo componente: 1 (uma)
Alimentação: - 100 – 240V – 60 Hz com chaveamento automático de tensão
Quantidade a ser fornecida: 01
12.2.4.2
TELA COM COMANDO ELÉTRICO
Material:White matte
Tipo:Tela com comando elétrico
Formato:Vídeo 4/3
Dimensão (Diagonal):250‖
Botoeira para acionamento na cabine técnica
Quantidade a ser fornecida: 01
12.2.4.3
ELEVADOR (“UFT”)
Sensor de corrente digital
Controle remoto IR
Tensão de 5 a 12V
Interruptor comum – contato seco
Tomada elétrica interna para conexão do projetor
Pintura eletrostática
Saída de 12V para acionamento de telas de projeção ou outros dispositivos
Comprimento: 1m com regulagem de altura
275
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Anexo 1
Quantidade a ser fornecida: 01
12.2.4.4
DVD PLAYER - HDMI
DVD Player com saída HDMI, compatível com 720p e 1080i, permite exibição em
4:3 e 16:9, com progressive scan. Compatível com DVD, DVD R/RW, DivX, MP3,
CDR/W. Conversor de Áudio Digital / Analógico (DAC) 24bits/192 kHZ, nível de
distorção máximo de 0,0050%, Conversor de Vídeo Digital / Analógico (DAC) 12-Bits /
108 MHz, Saídas de Áudio: 5.1 Analógica e Coaxial Digital, Saídas de Vídeo: HDMI /
Vídeo Componente / S-Vídeo / Vídeo Composto. Controlável através de RS-232.
Tensão elétrica 110/120 V.
Quantidade a ser fornecida: 1 (um).
12.2.4.5
GRAVADOR/ REPRODUTOR DE DVD
DVD-RAM / DVD-R: gravação e reprodução de discos;
Disco rígido interno de 200GB;
Time Slip: gravação e reprodução simultâneas;
Progressive Scan: processador de vídeo progressivo;
12 horas de gravação utilizando DVD-RAM no modo EP;
Gravação em 5 modos: XP/ SP/ LP/ EP/ FR;
Modo de Gravação Flexível (FR): permite gravações de alta qualidade em
períodos de 60 a 360 minutos;
Lista de Reprodução: permite selecionar a ordem de reprodução das gravações;
Gravação/ Reprodução em Um Toque;
Multi-formato: DVD-Áudio/ DVD-Vídeo/ Vídeo CD/ Mp3/ CD Áudio/ CD-R e CD-RW;
VBR: controla a taxa de compressão MPEG-2 para melhor eficiência de gravação;
Saída Óptica Digital;
Entradas: 3 AV / 3 S-Vídeo/ 1 DV;
Saídas: 2 AV e 2 S-Vídeo;
Saída Vídeo-componente;
Sistema de cor: NTSC.
Quantidade a ser fornecida: 01
12.2.4.6
TV/ MONITOR
Dimensões da tela:10‖
276
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Anexo 1
Estéreo/SAP
PAL-M/PAL-N/NTSC
Colorido
Quantidade a ser fornecida: 01
12.2.4.7
MATRIZ AV (ÁUDIO E VÍDEO)
Geral: Matriz de comutação de vídeo, 5x5 (composto) e áudio estéreo
Entradas de Vídeo
Quantidade : 05
Tipo de sinal:analógico
Conector:BNC
Impedância:75 Ohms
Saídas de Vídeo
Quantidade : 05
Conector:BNC
Impedância:75 Ohms
Entradas de Áudio
Quantidade :05
Conector:Borne macho e fêmea de encaixe
Sistema:áudio balanceado
Impedância:600 Ohms ou 47 kOhms (jumper interno)
Saídas de Áudio
Quantidade: 05
Conector:RCA
Impedância:600 Ohms
Padrão rack 19‖
Comunicação RS232
Software de gerenciamento
Quantidade a ser fornecida: 01
12.2.4.8
MATRIZ VGA/ XGA
Entradas:4, análoga, 0.7 Vpp/75 Ohms, conector HD15F
Saídas:4, análoga, 0.7 Vpp/75 Ohms, conector HD 15F
Controles:RS-232 e RS-485
277
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Pt.0901455880
Anexo 1
Padrão rack 19‖
Comunicação RS232
Software de gerenciamento
Quantidade a ser fornecida: 01
12.2.4.9
CÂMERA DE VÍDEO MÓVEL 3 CCD COLORIDA
600 linhas de resolução horizontal;
Dispositivo de imagem: 3 de 1 / 4.7;
Sistema de sincronismo interno e externo;
Balanço de branco: auto – indoor – outdoor – one push wb –manual
Câmera colorida do tipo domo;
Controle de via porta serial RS 232 ou RS 422;
Saída de vídeo y/c- super vídeo e saída de vídeo composto;
6 presets (posicionamento pré gravados em memória);
Lente com auto-focus;
Zoom ótico de no mínimo 12 x;
Zoom digital e no mínimo 18 x;
Função de desligamento automático;
Fornecida com suporte de teto;
Fornecida com controle remoto via infra vermelho;
Quantidade a ser fornecida: 01
12.2.4.10 CONTROLADORA PTZ
Dotada de Joystick do tipo proporcional;
Compatível com a câmera fornecida;
Capacidade de controlar até 4 unidades de câmera PTZ;
Capacidade de gravação de até 6 presets, por câmera;
Controle via serial da câmera fornecida;
4 entradas de vídeo composto.
Quantidade a ser fornecida: 01
278
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
12.2.4.11 MONITOR LCD 22”
Painel TFT;
Tamanho: 22" Widescreen;
Brilho: 300 cd/m²;
Contraste: 3000:1 (DFC);
Ângulo de Visão: H:170º , V: 170º;
Pixel Pitch: 0.282 mm;
Suporte de Cores: 16.7M Cores;
Tempo de Resposta: 5 ms;
Resolução Máxima: 1680×1050 @ 60Hz;
Frequência Horizontal: 28 ~ 83kHz (Analógico) 28~83Khz (Digital);
Frequência Vertical: 56Hz ~ 75Hz;
Sinal de Vídeo: RGB Analógico/Digital;
Conector de Entrada: D-Sub 15 pin, DVI-D 24 Pin, Video Componente, Video;
Composto, Audio(RGB/DVI) IN, Phones, S-Video;
Alimentação: 100 ~ 240VAC (50/60Hz), Fonte interna no monitor;
Dimensões aproximadas (LxAxP): 525mm×439mm×230mm;
Cor: Preto
Quantidade a ser fornecida: 01
12.2.4.12 CABO MULTIVIAS
Cabo multivias de 20 pares emborrachados PVC LMP antioxidante,
Blindagem BF e cobre OFHC estanhado.
Deverá também estar incluso caixa de conexões com conectores fêmea para
interligação do palco com a cabine.
Deverá ser instalada a caixa de conexões com conectores fêmea na parede
do palco, permitindo a interligação palco com a cabine.
12.2.4.13 MISCELÂNEA (FONTES, CABOS, CONECTORES, ETC)
12.2.5
INFRAESTRUTURA
279
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
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Anexo 1
A Contratada deverá fornecer e instalar toda infra-estrutura, compreendendo
eletrocalhas, derivações, tubulação, conduletes, caixas de passagens, elementos de
fixação, e outros, bem como passagem da cabeação e montagem do sistema, de
acordo com os materiais descritos nos desenhos.
Compreende também o fornecimento e instalação de cabos, tipo RGB,
vídeo-componente, S-Vídeo, cabos para interconexão de equipamentos de áudio,
alimentação elétrica e automação.
Também deverão ser instalados cabos de áudio para interligar a cabine
técnica até a cabine de tradução simultânea.
Os cabos e conectores deverão seguir as seguintes características mínimas:
Cabo vídeo composto coaxial 75 Ohms com dupla blindagem OFHC (livre de oxigênio),
bitola de 6 mm; Cabo S-VHS com 2 vias e dupla blindagem OFHC (livre de oxigênio)
para evitar interferências, bitola de 6mm; Cabo vídeo componente, coaxial 75 Ohms
com três vias e dupla blindagem OFHC (livre de oxigênio), bitola de 6mm com capa
redonda; Cabo S-VGA (RGB) com 3 coaxiais e 8 vias 28AWG com tripla blindagem
OFHC (livre de oxigênio) com capa preta; Cabo caixas som ambiente, paralelo flexível
com 2 vias e OFHC (livre de oxigênio) com bitola mínima de 2,5mm; Cabo microfone
com PVC emborrachado Livre de metais pesados, blindado com trança de cobre ofhc
99,99% de pureza + fita de alumínio com 2 vias de 22awg com isolador PE, bitola de
6mm com capa preta; Cabo caixas auditório, paralelo flexível com 2 vias e OFHC (livre
de oxigênio) com bitola mínima de 4mm; Cabo Elétrica 3 x 1,5mm com capa PP preta;
Cabo Elétrica das Caixas Som Amplificadas 3 x 4mm com capa PP preta; Conector
HD15 macho, SVGA com numeração, preto, com capa metálica; Conector RCA macho,
6mm, metal com pólo positivo banhado a ouro 24k anti-oxidante e isolamento
termoplástico entre pólos no mínimo de 180 graus; Conector Super-vídeo macho, 6mm,
mini-din 4 vias com metal com pólo positivo banhado a ouro 24k anti-oxidante e
isolamento termoplástico entre pólos no mínimo de 180 graus; Conector AC, fêmea,
tripolar universal, para cabo, preto; Conector AC, macho, tripolar universal, para cabo,
preto; Conector XLR, macho, metal com prensa cabos reforçado; Conector P10 com
latão Niquelado com terminal e mola.
Deverá também ser fornecida e instalada uma antena externa para ser
conectada ao gravador de DVD para sintonizar os canais de TV locais.
A antena externa deverá ser instalada na cobertura do bloco administrativo,
em local a ser definido pelo BACEN.
Deverá ser fornecida toda a infra-estrutura que se fizer necessária e não
estiver prevista nos projetos.
280
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
12.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO
12.3.1
METODOLOGIA E DOCUMENTAÇÃO
Os trabalhos deverão ser executados segundo a metodologia a seguir:
-
Alocação e coordenação da Equipe de Trabalho
Elaboração do projeto ―As Built‖, durante o transcorrer da implantação
Instalação física do sistema
Preparação da documentação.
Elaboração dos programas e ―start-up‖
Comissionamento e testes do sistema
Testes e Aceitação
Realização dos treinamentos
Manutenção corretiva do sistema durante o período de garantia.
A documentação a ser entregue pela Contratada englobará no mínimo o
seguinte:
12.3.2
Catálogos e dados técnicos dos equipamentos
Descrição da seqüência de operação
Certificados de garantia
Instruções de operação e manutenção
Lista de peças sobressalentes (não inclusas no fornecimento).
TESTES
Deve ser apresentado um cronograma de testes que serão realizados no
sistema. Este cronograma deve ser apresentado para aprovação com antecedência,
devendo possuir os seguintes tópicos:
 Aprovação/supervisão dos equipamentos em fábrica
 Testes / comissionamento em campo / Aceitação provisória
 Aceitação Definitiva
A aprovação dos equipamentos em fábrica é opcional e tem como objetivo
verificar e aprovar os equipamentos, materiais e padrões de montagem adotados pelo
fornecedor.
Os testes em campo incluem o comissionamento de todos os componentes
do sistema, incluindo cabeamento. Deve ser feita uma verificação completa para
garantir a qualidade e confiabilidade do sistema. Eventuais pendências serão
comunicadas por escrito pela Fiscalização para que sejam resolvidas no prazo o mais
curto possível. Após a eliminação de todas as pendências, será emitido o termo de
recebimento provisório.
281
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Após 60 dias da emissão do termo de recebimento provisório, caso não haja
mais pendências, será emitido o termo de recebimento definitivo.
Todos os custos relativos aos testes correrão por conta da Contratada.
12.3.3
MANUTENÇÃO
Independentemente da assinatura do contrato de manutenção por parte do
BACEN, a Contratada fica obrigada a realizar os serviços de manutenção corretiva
durante o prazo de garantia do sistema.
12.3.4
GARANTIA
Todos os equipamentos deverão ser novos e estar em perfeitas condições
de funcionamento. O sistema como um todo, deverá ser garantido pelo prazo de 12
(doze) meses a partir da emissão do aceite definitivo.
Defeitos eventuais deverão ser reparados ou repostos pelo fornecedor sem
ônus para o contratante.
12.3.5
TREINAMENTO
Após a entrega provisória do sistema, a Contratada deverá ministrar um
Curso de Treinamento para o pessoal indicado pelo BACEN.
A Contratada deverá apresentar, com antecedência mínima de 30 dias, todo
o cronograma e conteúdo do curso, bem como os pré-requisitos mínimos dos
participantes.
O treinamento deverá ser realizado no próprio edifício em que foi instalado o
sistema e possuir carga horária de pelo menos 48 horas.
Na ocasião do treinamento, deverão ser fornecidas apostilas para todos os
participantes, que ao final, deverão estar completamente aptos a operar o sistema, com
total independência.
12.4
NORMAS
Os serviços de projetos e de instalação deverão ser executados seguindo as
prescrições das seguintes normas técnicas:
Normas da EIA - ―Electronic Industries Association‖;
Práticas SEAP - Governo Federal.
282
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão;
NBR 5471 - Condutores elétricos;
NBR 5474 - Conector elétrico;
NBR 14565 - Procedimento básico para elaboração de projetos de cabeamento
de telecomunicações para rede interna estruturada.
ANSI/TIA/EIA-568-B - Commercial Building Telecommunications Cabling
Standard;
ANSI/TIA/EIA-568-B.2 - Balanced Twisted Pair Cabling Components;
ANSI/TIA/EIA-569-A - Commercial Building Standard for Telecommunications
Pathways and Spaces;
ANSI/TIA/EIA-606-A
Administration
Standard
for
Commercial
Telecommunications Infrastructure;
ANSI/J-STD-607-A - Commercial Building Grounding (Earthing) and Bonding
Requirements for Telecommunications.
ISO/IEC 11801 - Information Technology - General Cabling for Customer
Premises.
283
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 13
AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO MECÂNICA
13.1
MEMORIAL DESCRITIVO ...............................................................................................286
13.1.1
13.1.2
13.1.3
13.1.4
13.1.5
13.1.6
INTRODUÇÃO .................................................................................................................286
PREMISSAS DE CÁLCULO ............................................................................................286
RESUMO DA CARGA TÉRMICA ....................................................................................287
EXTENSÃO E LIMITES DO FORNECIMENTO ..............................................................287
EQUIPAMENTOS ............................................................................................................288
DESCRIÇÂO GERAL DOS SISTEMAS ..........................................................................289
13.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ................................................291
13.2.1
13.2.2
13.2.2.1
13.2.2.2
13.2.2.3
13.2.2.4
13.2.2.5
13.2.2.6
13.2.3
13.2.3.1
13.2.3.2
13.2.4
13.2.4.1
13.2.4.2
13.2.5
13.2.5.1
13.2.5.2
13.2.5.3
13.2.6
13.2.6.1
13.2.6.2
13.2.6.3
13.2.7
13.2.7.1
13.2.7.2
13.2.7.3
13.2.8
13.2.8.1
13.2.8.2
13.2.8.3
13.2.8.4
13.2.8.5
13.2.8.6
13.2.8.7
13.2.8.8
13.2.8.9
13.2.8.10
13.2.8.11
13.2.8.12
13.2.8.13
GERAL .............................................................................................................................291
MULTI SPLIT COM VARIAÇÃO NO FLUXO DE REFRIGERANTE (VFR).....................291
UNIDADES INTERNAS ...................................................................................................291
UNIDADES CONDENSADORAS ....................................................................................292
ISOLAMENTO TÉRMICO ................................................................................................293
REDE DE DRENAGEM ...................................................................................................294
SUPORTES DE FIXAÇÃO ..............................................................................................294
CARACTERÍSITICAS TÉCNICO OPERACIONAIS ........................................................294
CONDICIONADOR DE AR DO TIPO SPLIT ...................................................................294
GERAL .............................................................................................................................294
CARACTERÍSTICAS TÉCNICO-OPERACIONAIS .........................................................296
GABINETES DE VENTILAÇÃO.......................................................................................297
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ...........................................................................................297
CARACTERÍSTICAS TÉCNICO-OPERACIONAIS .........................................................297
MINI GABINETES DE EXAUSTÃO .................................................................................297
GERAL .............................................................................................................................297
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ...........................................................................................297
CARACTERÍSTICAS TÉCNICO-OPERACIONAIS .........................................................298
MINI EXAUSTORES AXIAIS ...........................................................................................298
GERAL .............................................................................................................................298
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ...........................................................................................298
CARACTERÍSTICAS TÉCNICO-OPERACIONAIS .........................................................298
RECUPERADORES DE CALOR .....................................................................................298
GERAL .............................................................................................................................298
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ...........................................................................................298
CARACTERÍSITICAS TÉCNICO OPERACIONAIS ........................................................299
MULTI SPLIT COM VARIAÇÃO NO FLUXO DE REFRIGERANTE ...............................299
GERAL .............................................................................................................................299
GABINETE .......................................................................................................................299
BANDEJA COLETORA DE CONDENSADO ...................................................................300
SERPENTINAS EVAPORADORAS/ CONDENSADORAS .............................................300
DISPOSITIVO DE EXPANSÃO .......................................................................................300
FILTRO DE AR ................................................................................................................300
COMPRESSOR ...............................................................................................................300
REFRIGERANTE .............................................................................................................300
VENTILADORES DO EVAPORADOR ............................................................................301
VENTILADORES DO CONDENSADOR .........................................................................301
ACESSÓRIOS DO CIRCUITO FRIGORÍFICO................................................................301
PROTEÇÕES/ INTERTRAVAMENTOS ..........................................................................301
MÓDULO DE OPERAÇÃO E CONTROLE .....................................................................302
284
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.2.8.14
13.2.8.15
13.2.9
13.2.9.1
13.2.9.2
13.2.9.3
13.2.9.4
13.2.9.5
13.2.9.6
13.2.9.7
13.2.10
13.2.10.1
13.2.10.2
13.2.10.3
13.2.10.4
13.2.11
13.2.11.1
13.2.11.2
13.2.11.3
13.2.11.4
BASES ANTIVIBRATÓRIAS ........................................................................................... 303
CARACTERÍSTICAS TÉCNICO OPERACIONAIS......................................................... 303
ESPECIFICAÇÃO DA REDE DE DUTOS DE AR .......................................................... 304
INTRODUÇÃO ................................................................................................................ 304
FABRICAÇÃO E MONTAGEM ....................................................................................... 305
ISOLAMENTO TÉRMICO ............................................................................................... 305
ELEMENTOS DE SUSPENSÃO E SUPORTE............................................................... 305
CURVAS E JOELHOS .................................................................................................... 306
VEIOS DIRECIONAIS ..................................................................................................... 306
DISPOSITIVOS DE INSUFLAMENTO E RETORNO ..................................................... 306
SISTEMA DE CONTROLE ............................................................................................. 308
CONTROLE DA TEMPERATURA AMBIENTE .............................................................. 308
CONTROLE EM REDE ................................................................................................... 308
CONTROLE DOS VENTILADORES .............................................................................. 309
ELETRODUTOS E CALHAS .......................................................................................... 309
INSTALAÇÃO ELÉTRICA ............................................................................................... 309
ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA ............................................................................................ 309
QUADRO ELÉTRICO ..................................................................................................... 310
ELETRODUTOS, BANDEJAS E CAIXAS DE PASSAGEM ........................................... 311
FIAÇÃO ELÉTRICA ........................................................................................................ 312
13.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ............................................................................. 313
13.3.1
13.3.2
13.3.3
13.3.3.1
13.3.4
13.3.4.1
13.3.4.2
13.3.4.3
13.3.4.4
13.3.5
13.3.5.1
13.3.5.2
13.3.5.3
13.3.5.4
13.3.5.5
DOCUMENTOS A SEREM FORNECIDOS .................................................................... 313
TESTES E INSPEÇÕES ................................................................................................. 314
BALANCEAMENTO DOS SISTEMAS NA OBRA........................................................... 315
EMBALAGENS E TRANSPORTE .................................................................................. 315
MONTAGEM E IDENTIFICAÇÃO ................................................................................... 316
SUPERVISÃO DE MONTAGEM..................................................................................... 316
SERVIÇOS DE MONTAGEM ......................................................................................... 316
PLACAS E IDENTIFICAÇÃO .......................................................................................... 318
IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES DO SISTEMA ............................................................. 318
PRÉ-OPERAÇÃO E RECEBIMENTO DO SISTEMA ..................................................... 318
LIMPEZA DAS INSTALAÇÕES ...................................................................................... 318
PRÉ-OPERAÇÃO ........................................................................................................... 318
RECEBIMENTO .............................................................................................................. 319
GARANTIA ...................................................................................................................... 319
TREINAMENTO DE PESSOAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO ............................ 319
13.4
NORMAS REGULAMENTARES..................................................................................... 320
13.5
FICHAS TÉCNICAS ........................................................................................................ 320
13.5.1
13.5.2
13.5.3
13.5.3.1
13.5.3.1.1
13.5.3.1.2
13.5.3.2
13.5.3.2.1
13.5.3.2.2
13.5.3.3
13.5.3.3.1
13.5.3.3.2
13.5.3.4
13.5.3.4.1
13.5.3.4.2
GABINETES DE VENTILAÇÃO ...................................................................................... 320
MINI EXAUSTORES AXIAIS .......................................................................................... 348
VFR ................................................................................................................................. 353
SISTEMA UC-05 ............................................................................................................. 353
CONDENSADORA ......................................................................................................... 353
EVAPORADORAS .......................................................................................................... 353
SISTEMA UC-06 ............................................................................................................. 354
CONDENSADORA ......................................................................................................... 354
EVAPORADORAS .......................................................................................................... 354
SISTEMA UC-07 ............................................................................................................. 355
CONDENSADORA ......................................................................................................... 355
EVAPORADORAS .......................................................................................................... 355
SISTEMA UC-08 ............................................................................................................. 355
CONDENSADORA ......................................................................................................... 355
EVAPORADORAS .......................................................................................................... 356
285
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
13.5.3.5
13.5.3.5.1
13.5.3.5.2
13.5.3.6
13.5.3.6.1
13.5.3.6.2
13.5.3.7
13.5.3.7.1
13.5.3.7.2
13.5.3.8
13.5.3.8.1
13.5.3.8.2
13.5.3.9
13.5.3.9.1
13.5.3.9.2
13.5.3.10
13.5.3.10.1
13.5.3.10.2
13.5.3.11
13.5.3.11.1
13.5.3.11.2
13.5.3.12
13.5.3.12.1
13.5.3.12.2
13.5.3.13
13.5.3.13.1
13.5.3.13.2
13.5.3.14
13.5.3.14.1
13.5.3.14.2
13.5.3.15
13.5.3.15.1
13.5.3.15.2
13.5.3.16
13.5.3.16.1
13.5.3.16.2
13.5.3.17
13.5.3.17.1
13.5.3.17.2
13.5.3.18
13.5.3.18.1
13.5.3.18.2
13.5.3.19
13.5.3.19.1
13.5.3.19.2
13.5.3.20
13.5.3.20.1
13.5.3.20.2
13.5.3.21
13.5.3.21.1
13.5.3.21.2
13.5.3.22
13.5.3.22.1
13.5.3.22.2
Anexo 1
SISTEMA UC-09 ..............................................................................................................356
CONDENSADORA ..........................................................................................................356
EVAPORADORAS ...........................................................................................................356
SISTEMA UC-10 ..............................................................................................................356
CONDENSADORA ..........................................................................................................356
EVAPORADORAS ...........................................................................................................357
SISTEMA UC-11 ..............................................................................................................358
CONDENSADORA ..........................................................................................................358
EVAPORADORAS ...........................................................................................................358
SISTEMA UC-12 ..............................................................................................................359
CONDENSADORA ..........................................................................................................359
EVAPORADORAS ...........................................................................................................359
SISTEMA UC-13 ..............................................................................................................360
CONDENSADORA ..........................................................................................................360
EVAPORADORAS ...........................................................................................................360
SISTEMA UC-18 ..............................................................................................................361
CONDENSADORA ..........................................................................................................361
EVAPORADORAS ...........................................................................................................361
SISTEMA UC-21 ..............................................................................................................363
CONDENSADORA ..........................................................................................................363
EVAPORADORAS ...........................................................................................................363
SISTEMA UC-22 ..............................................................................................................365
CONDENSADORA ..........................................................................................................365
EVAPORADORAS ...........................................................................................................365
SISTEMA UC-25 ..............................................................................................................366
CONDENSADORA ..........................................................................................................366
EVAPORADORAS ...........................................................................................................366
SISTEMA UC-26 ..............................................................................................................367
CONDENSADORA ..........................................................................................................367
EVAPORADORAS ...........................................................................................................367
SISTEMAS UC 27/28 .......................................................................................................369
CONDENSADORA ..........................................................................................................369
EVAPORADORAS ...........................................................................................................369
SISTEMA UC-29 ..............................................................................................................370
CONDENSADORA ..........................................................................................................370
EVAPORADORAS ...........................................................................................................370
SISTEMA UC-30 ..............................................................................................................371
CONDENSADORA ..........................................................................................................371
EVAPORADORAS ...........................................................................................................371
SISTEMA UC-31 ..............................................................................................................373
CONDENSADORA ..........................................................................................................373
EVAPORADORAS ...........................................................................................................373
SISTEMA UC-32 ..............................................................................................................374
CONDENSADORA ..........................................................................................................374
EVAPORADORAS ...........................................................................................................374
SISTEMA UC-33 ..............................................................................................................375
CONDENSADORA ..........................................................................................................375
EVAPORADORAS ...........................................................................................................375
SISTEMA UC-34 ..............................................................................................................376
CONDENSADORA ..........................................................................................................376
EVAPORADORAS ...........................................................................................................376
SISTEMA UC-35 ..............................................................................................................377
CONDENSDORAS ..........................................................................................................377
EVAPORADORA .............................................................................................................377
286
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.1
MEMORIAL DESCRITIVO
13.1.1
INTRODUÇÃO
O presente documento tem como objetivo apresentar a especificação técnica
do sistema de climatização para o Edifício do Meio Circulante, localizado na Rua
Rivadávia Correa, Gamboa, Rio de Janeiro – RJ.
O sistema projetado é uma instalação de condicionamento de ar para verão
que objetiva assegurar as condições de conforto e higiene necessárias aos ambientes
condicionados, através do controle da temperatura, limpeza, velocidade e renovação
do ar.
Este memorial especifica os equipamentos que serão utilizados e o
dimensionamento das redes de ar condicionado, ar exterior e exaustão.
As premissas utilizadas no desenvolvimento do projeto deverão ser seguidas
no fornecimento e instalação do sistema.
13.1.2
PREMISSAS DE CÁLCULO
Foram utilizados no cálculo e no projeto dos sistemas de ar condicionado e
ventilação, os parâmetros e condições operacionais abaixo relacionadas:
a) Condições Externas
Temperatura de Bulbo Seco
Temperatura de Bulbo Úmido
35,0°C
26,5°C
b) Condições do edifício
Temperatura Interna de Bulbo Seco
Umidade relativa
Características do vidro:
24,0°C +/- 2,0°C
flutuante
W
m2 C *
0,63*
3,2
- Coeficiente global de transferência de calor (U)
- Coeficiente de sombreamento (CS)
* Conforme informado pelo cliente
c) Taxa de Ocupação
Telecom, Racks e Elétrica:
Salas de aula
sem ocupação;
6 m²/pessoa;
287
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Restaurantes e similares
Casa-Forte
Auditório
Demais ambientes
2 m²/pessoa;
50 m²/pessoa;
430 pessoas;
10 m²/pessoa.
d) Taxas de Iluminação
Auditório:
Demais ambientes:
35 W/m²
20 W/m²
e) Dissipação Térmica por Equipamentos
Telecom, Racks e Elétrico
Salas de aula
Restaurantes e similares
Auditório
Processamento(DLRS)
CPD (2° Pavimento)
Casa Forte
No-Break
Demais ambientes
1 kW
50 W/m²
15 W/m²
15 W/m²
16,7 kW
250 W/m²
3 kW
17,8 kW
30 W/m²
f) Taxas de renovação de ar para ambientes condicionados
Auditório
Casa Forte
Processamento(DLRS)
Demais ambientes
17 (m³/h)/pessoa
1 troca/h
10 trocas/h
27 (m³/h)/pessoa
g) Taxas de renovação de ar para ambientes não condicionados
Sanitários sem ventilação natural
Garagens
13.1.3
20 trocas/h
21 (m³/h)/(m² de piso)
RESUMO DA CARGA TÉRMICA
O pico de carga térmica foi estimado em 2.476 kW (703,4 TR) ocorrendo às
16:00 no mês de fevereiro.
13.1.4
EXTENSÃO E LIMITES DO FORNECIMENTO
Os serviços abaixo relacionados serão de responsabilidade da empresa a
ser contratada para a execução da instalação dos sistemas de ar condicionado e
ventilação:
288
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
a) seleção final dos equipamentos e acessórios a serem instalados de acordo com as
características do projeto, bem como as adaptações nas demais partes do sistema
afetadas por esta seleção. Qualquer discordância com o projeto deverá ser informada à
Fiscalização, de modo a solucionar o problema de comum acordo com a Contratada;
b) compatibilização com o projeto de proteção, comando e controle dos sistemas de ar
condicionado e ventilação;
c) verificação de todas as proteções de curto-circuito e sobrecarga elétricas;
d) fornecimento, montagem, instalação, testes, balanceamento das
operacionalização dos sistemas de ar condicionado e ventilação completos;
redes
e
e) fornecimento, instalação e testes da rede elétrica completa da instalação e
respectivos acessórios;
f) fornecimento e instalação de todas as braçadeiras, tirantes, conexões, suportes
flexíveis, chumbadores expansivos e outros dispositivos para a montagem e fixação
dos equipamentos, incluindo-se, dutos de ar, fiação e demais elementos que
constituem o conjunto da instalação, conforme os desenhos.
Os limites de fornecimento englobam também a embalagem e o transporte
dos equipamentos, componentes e materiais até a obra, os serviços de montagem e
identificação do sistema.
A extensão do fornecimento acima relacionada é geral e a Contratada
deverá completá-la, se necessário, a fim de garantir o perfeito funcionamento e
desempenho do sistema de ar condicionado como um todo e dos equipamentos que se
propõe a montar, instalar, testar e colocar em operação.
13.1.5
EQUIPAMENTOS
A seguir estão listados os principais equipamentos a serem fornecidos, os
quais serão complementados pelos demais equipamentos e materiais descritos neste
documento e nos desenhos. Os equipamentos devem obedecer aos requisitos técnicos
estabelecidos neste documento:
23 (vinte e três) sistemas com unidades condensadoras e evaporadoras com volume
de refrigerante variável;
04 (quatro) unidades condensadoras para splitão;
04 (quatro) unidades evaporadoras do tipo splitão;
04 (quatro) unidades condensadoras de condicionador do tipo mini-split;
04 (quatro) unidades evaporadoras de condicionador do tipo mini-split;
30 (trinta) gabinetes de ventilação com ventilador centrífugo;
10 (dez) quadros elétricos.
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Pt.0901455880
13.1.6
Anexo 1
DESCRIÇÂO GERAL DOS SISTEMAS
O sistema será do tipo expansão direta do tipo múltiplo modular com
variação no fluxo de refrigerante (doravante chamado de VFR) e condensação a ar em
sua maioria. Algumas partes do sistema serão do tipo expansão direta. O sistema terá
capacidade para atender uma carga térmica máxima simultânea de 2.476 kW.
Haverá vinte e três unidades condensadoras de VFR localizadas na
cobertura. Elas atenderão as unidades evaporadoras disponíveis nos diversos
pavimentos da edificação. Haverá quatro tipos de evaporadoras VFR: Cassete 4 vias,
tipo teto de embutir, tipo parede e modulares.
No auditório e em suas salas de apoio serão utilizados condicionadores do
tipo splitão. Suas unidades condensadoras se localizarão na cobertura (2° pavimento).
Suas unidades evaporadoras modulares serão localizadas em duas casas de máquinas
conforme desenhos em anexo. O ar será insuflado através de dutos e de difusores de
alta indução, próprios para este tipo de instalação. O ar de renovação do auditório será
insuflado dentro da casa de máquinas por gabinetes de ventilação equipados com filtro
G4 (ABNT) localizados na cobertura.
A Casa Forte 1 também utilizará condicionadores do tipo splitão. Suas
unidades condensadoras se localizarão na cobertura. Suas unidades evaporadoras
modulares serão localizadas em duas casas de máquinas conforme desenhos em
anexo. O ar será insuflado através de dutos e de difusores de alta indução, próprios
para este tipo de instalação.
A Casa Forte 2 utilizará condicionadores de ar tipo split de teto para embutir.
Suas unidades condensadoras se localizarão na cobertura.
Haverá gabinetes de ar exterior com filtro G4 para atender as casas fortes,
os quais insuflarão o ar dentro da casa de máquinas. Este ar se misturará com o
proveniente do retorno dos ambientes antes de ser utilizado pelo condicionador.
Haverá também gabinetes que farão a exaustão do ar das casas fortes.
Gabinetes de ventilação com filtro G4 localizados na cobertura farão a
renovação de ar dos demais ambientes. Nos cômodos atendidos por cassetes 4 vias o
ar exterior será insuflado através de dutos nas tomadas de ar de renovação próprias
das unidades evaporadoras. Nos locais atendidos por outros tipos de unidade
evaporadora de VFR, o ar será insuflado diretamente no ambiente. Módulos de
controle acionarão estes gabinetes de acordo com a programação horária definida pelo
Banco Central.
Serão utilizadas unidades evaporadoras tipo cassete 4 vias no bloco
administrativo, conforme desenhos em anexo. Estas unidades terão bombas para levar
o condensado até o ralo mais próximo. Nestes pavimentos, o ar de renovação será
290
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Pt.0901455880
Anexo 1
insuflado por unidades de recuperação de calor. Estas unidades serão responsáveis
pela exaustão e renovação do ar destes ambientes.
Um eletroduto com fios de comando fará a interligação e integração da
unidade condensadora com suas respectivas unidades evaporadoras. Cada unidade
condensadora possuirá um ponto de força que fará sua alimentação elétrica. Cada
unidade evaporadora possuirá um ponto de força que fará a alimentação elétrica de
seu ventilador, conforme indicado nos desenhos em anexo.
A sala de arquivo, no pavimento térreo, abaixo da garagem, será
condicionada por evaporadoras VFR cassete 4 vias. O ar exterior será provido por um
gabinete de ventilação com filtro G4. Este gabinete será acionado por um relé que
receberá o sinal da contatora de qualquer uma das evaporadoras do ambiente, o que
permitirá que o gabinete seja ligado quando as evaporadoras estiverem em
funcionamento e desligado quando o mesmo acontecer com as evaporadoras.
O controle do sistema de ar condicionado será realizado através de uma
estação central, a qual permitirá que um grupo de controles remotos possa ser utilizado
nas unidades internas. Juntamente com as funções básicas, o modo de operação e
ajuste de temperatura, a vazão de ar ou o defletor automático poderão ser
configurados. Na ocorrência de uma anormalidade o controlador central deverá emitir
um código de alarme que mostrará imediatamente os detalhes do problema. Este
controlador deverá habilitar sinais externos para as seguintes funções:
Operação central/parar;
Parada de emergência do controle da demanda;
Saída da operação central;
Saída do alarme central.
A sala de fragmentação do térreo, garagem de segurança, garagem de
caminhões e almoxarifado serão atendidos por gabinetes de ventilação que serão
responsáveis pela renovação do ar.
Haverá exaustão mecânica em todos os sanitários onde não houver
ventilação natural. Em alguns destes ambientes, haverá um mini-exaustor instalado no
forro. Ele insuflará o ar através de um tubo circular de PVC até o shaft mais próximo ou
até a fachada do edifício. O acionamento dos mini-exaustores será feito por um sensor
de presença instalado em cada um dos sanitários. O sensor desligará o mini-exaustor
após cinco minutos de ausência de movimento.
Nos outros sanitários e vestiários, um gabinete fará a exaustão do ar. Outro
gabinete com filtro G4 será responsável por insuflar ar nestes ambientes. O
acionamento destes gabinetes será feito por módulos de controle através de
programação horária.
291
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Anexo 1
13.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
13.2.1
GERAL
As características descritas a seguir buscam apresentar as condições
básicas para um perfeito fornecimento, cabendo à Contratada sua avaliação,
adaptação aos seus específicos equipamentos e complementação de forma a garantir
a obediência às normas, às exigências de segurança e à eficiência operacional da
instalação.
A fabricação dos equipamentos deve estar rigorosamente dentro dos
padrões de projeto e de acordo com a presente especificação. As técnicas de
fabricação e a mão-de-obra a ser empregada, serão compatíveis com as normas
mencionadas na sua última edição.
Todos os materiais empregados na fabricação dos equipamentos devem ser
novos e de qualidade, composição e propriedade adequados aos propósitos a que se
destinam e de acordo com os melhores princípios técnicos e práticas usuais de
fabricação, obedecendo às últimas especificações das normas de referência.
Todos os materiais e equipamentos especificados com marcas e tipos neste
projeto o foram por serem os que melhor atenderam aos requisitos específicos do
sistema e de qualidade.
Estes equipamentos e materiais poderão ser substituídos por outros
similares, estando o critério de similaridade sob responsabilidade exclusiva da
Contratante e do autor do projeto.
A Contratada deve comunicar à Fiscalização os casos de erros e/ou
omissões relevantes nesta especificação técnica, solicitando instruções antes de iniciar
a fabricação.
13.2.2
MULTI SPLIT COM VARIAÇÃO NO FLUXO DE REFRIGERANTE (VFR)
13.2.2.1
UNIDADES INTERNAS
GABINETE
Os gabinetes das unidades internas serão do tipo de embutir ou cassete de
4 vias. Deverá ser construído em aço galvanizado ou em plástico injetado. Os painéis
de fechamento dos cassetes de 4 vias deverão ser facilmente removíveis, permitindo
total acesso aos componentes internos. Para os dois tipos de unidades deverão ser
previstos septos para manutenção do equipamento.
As linhas de sucção e de líquido deverão possuir conexões SAE (tipo
flange).
292
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Anexo 1
SERPENTINA
Será constituída por tubo de cobre sem costura e aletas de alumínio. Os
tubos de cobre serão submetidos à expansão mecânica, obtendo perfeito contato entre
aletas e tubos.
A carcaça da serpentina será em estrutura de chapa galvanizada, com
rigidez adequada às proporções da mesma, garantindo plena capacidade auto-portante
para transporte e operação.
Os coletores serão fabricados também em tubos de cobre sem costura,
sendo soldados aos tubos da serpentina.
VENTILADOR
O ventilador do condicionador será do tipo centrífugo. Será totalmente
construído em chapa de aço galvanizado com pás fixadas por processo de soldagem.
O rotor do ventilador será balanceado estática e dinamicamente, operando
sobre mancais auto-alinhantes (do tipo rolamentos autocompensadores),
autolubrificantes e blindados.
FILTRO DE AR
O filtro da unidade evaporadora deverá ser montado na própria unidade, ser
de fácil acesso e do tipo tela lavável.
CONTROLE REMOTO
Os condicionadores deverão ser fornecidos com controle remoto sem fio.
Deverá ser realizado por um controle que permita o ajuste das seguintes funções:
seleção de velocidade de rotação do ventilador;
operação somente de ventilação;
seleção da temperatura ambiente desejada;
timer.
VÁLVULA DE EXPANSÃO TERMOSTÁTICA
Deverá ser do tipo eletrônica, permitindo ajuste de, no mínimo, 2000 passos,
modulando de 01 em 01 passo.
13.2.2.2
UNIDADES CONDENSADORAS
As unidades deverão ser fornecidas preparadas para operar ao ar livre sem
qualquer tipo de proteção contra intempéries.
293
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Anexo 1
GABINETE
O gabinete deve ser de construção robusta em chapa de aço, com
tratamento anti-corrosivo e pintura de acabamento, e painéis frontais, facilmente
removíveis para manutenção de todos seus componentes.
COMPRESSOR
Deve ser do tipo scroll, sendo pelo menos um dos compressores de cada
gabinete com velocidade variável. Os demais poderão operar com velocidade
constante.
Deverá fazer uso exclusivamente do gás refrigerante R-410A. Não serão
aceitos quaisquer outros tipos de gás refrigerante bem como qualquer mistura (blends)
de gases, mesmo que essas incluam o gás R-410A.
Deve ser dotado de sistema de proteção com termostato interno contra
superaquecimento do enrolamento, pressostato de segurança de alta e sensores de
alta e baixa pressão.
Deve ser pré-carregado com óleo e protegido contra inversão de fase,
resistência de cárter, sensores de pressão, e de temperatura de descarga e
temporizador de retardo (anti-reciclagem).
CONJUNTO MOTOR E VENTILADOR
Deve ser dotado de ventilador axial de 4 pás de alta eficiência, construído
em plástico injetado, sendo a hélice estática e dinamicamente balanceada e montada
diretamente no eixo do motor.
O motor do ventilador deve ser de corrente contínua CC, controlado por
inversor que varia a rotação em função da massa de gás refrigerante a ser
condensada. Deverá ser operado pelo módulo controlador do gabinete, ter lubrificação
permanente e ser protegido contra entrada de água.
TROCADOR DE CALOR
O trocador de calor deve ser construído com tubos de cobre e aletas de
alumínio. O trocador deve ser coberto com uma película acrílica de proteção
anticorrosiva.
13.2.2.3
ISOLAMENTO TÉRMICO
Todas as redes de refrigerantes (linhas de líquido e de gás – tubos de
cobre), ramificações e conexões deverão ser isoladas termicamente e individualmente
294
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Anexo 1
com isolante de célula fechada no mínimo de 15 mm de espessura. O isolante deverá
ter uma resistência térmica acima de 100 C, visto que a temperatura da tubulação de
gás é elevada e será do tipo anti-chama. A espessura das paredes dos tubos deverá
obedecer aos critérios do fabricante das unidades condicionadoras.
As linhas deverão ser isoladas separadamente, conforme detalhe que consta
nos desenhos. Caso necessário, deverá ser instalada uma barreia de vapor com filme
de alumínio para evitar absorção de umidade pelo isolante térmico.
Para as linhas que correm ao ar livre deverá ser instalado isolamento
resistente a raios ultravioleta.
Para a proteção mecânica do isolamento, deverá ser utilizada chapa de
alumínio corrugado, sempre que a rede estiver aparente em áreas externas e/ou
internas, e por fita de PVC quando a rede estiver instalada em áreas de entreforro.
13.2.2.4
REDE DE DRENAGEM
A coleta de água condensada nas unidades evaporadoras deverá ser por
tubulação específica construída em tubo de PVC e conduzida até as colunas ou ralos
localizados nos pavimentos, conforme indicado nos desenhos.
13.2.2.5
SUPORTES DE FIXAÇÃO
Deverão ser confeccionados em abraçadeira tipo D no diâmetro da
tubulação, e/ou vergalhão de ferro galvanizado no diâmetro de ¼‖, fixados na laje por
chumbador metálico, pino e porcas.
13.2.2.6
CARACTERÍSTICAS TÉCNICO OPERACIONAIS
A capacidade real de refrigeração das unidades condensadoras não deverá
ultrapassar em mais que 29% a soma da capacidade nominal de todas as unidades
evaporadoras por ela atendidas.
13.2.3
CONDICIONADOR DE AR DO TIPO SPLIT
13.2.3.1
GERAL
GABINETE
O gabinete do evaporador deverá ser do tipo piso-teto, construído em aço
galvanizado com gabinete em plástico injetado. Os painéis de fechamento deverão ser
facilmente removíveis, permitindo total acesso aos componentes internos, o
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Anexo 1
posicionamento para instalação deve ser do tipo parede, conforme indicado no
desenho.
As linhas de sucção e de líquido deverão possuir conexões SAE (tipo
flange).
EVAPORADOR
O ventilador deverá ser do tipo centrífugo com três velocidades. O rotor
deverá ser construído em aço galvanizado, ser dinâmica e estaticamente balanceado,
acionado por motor elétrico de acionamento direto.
A serpentina deverá ser dotada de aletas do tipo ―plate fin‖ e tubos de cobre.
O perfil das aletas deverá facilitar a manutenção e limpeza das mesmas.
CONDENSADOR
Deverá ser dotada de serpentina de 1 a 2 filas de tubos. Será testado quanto
à resistência mecânica e vazamentos.
O ventilador deverá ser do tipo axial, acionado diretamente por motor
elétrico, permitindo um funcionamento com baixo nível de ruído. O condensador do
condicionador deverá ter descarga horizontal.
FILTRO DE AR
O condicionador deve dispor de um estágio de filtragem de ar na admissão
de ar de retorno.
O filtro de ar deverá ser composto por tela lavável, de fácil remoção,
montado em moldura de chapa de aço galvanizado.
REDE FRIGORÍGENA
A rede frigorígena deverá ser formada por tubos de cobre sem costura,
isolada onde necessário e fornecida completa com filtro de líquido, registros, conexões,
sifões e acessórios necessários. A execução das tubulações de interligação entre as
unidades evaporadoras e condensadora é de responsabilidade da Contratada. A rede
frigorígena deverá ser formada por tubos de cobre sem costura, isolada termicamente
em borracha esponjosa ou tubos de polietileno expandido com espessura mínima de
10 mm. Cada tubo deverá ser isolado individualmente.
CONTROLE
As unidades evaporadoras devem ser comandadas através de controle
remoto sem fio com display de cristal líquido, que terá capacidade de selecionar uma
das três velocidades do ventilador, timer 24 horas para pré determinar horário de
296
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Anexo 1
funcionamento, função repouso, e acionamento
direcionamento vertical do insuflamento de ar.
13.2.3.2
do
controle
CARACTERÍSTICAS TÉCNICO-OPERACIONAIS
Condicionador de Ar Tipo Split Embutido de Teto
Local Atendido
Casa-Forte 2
Unidade
Condensadora Evaporadora
Identificação
UCS-01/02
UES-01/02
Capacidade (Kcal/h)
19.050
19.050
Pressão Estática Disponível (mmca)
4,0
Potência Máxima Total (KW)
3,9
Alimentação (V / n° fases / Hz)
220 / 1 / 60
Dimensões Máximas (LxAxP mm)
1500x1500x500 1500x300x700
Diâmetro de Tubulação
Consultar desenhos
Gás Refrigerante
R-22
Quantidade
2
2
Condicionador de Ar Tipo Split Cassete 4 Vias
Local Atendido
No-Break (Reserva)
Unidade
Condensadora Evaporadora
Identificação
UCS-03
UES-03
Capacidade (Kcal/h))
9.600
9.600
Potência Máxima Total (KW)
1,8
Alimentação (V / n° fases / Hz)
220 / 1 / 60
Dimensões Máximas (LxAxP mm) 1500x1500x5001000x300x1000
Diâmetro de Tubulação
Consultar desenhos
Gás Refrigerante
R-22
Quantidade
1
1
Condicionador de Ar Tipo Split Parede
Local Atendido
Guarita
Unidade
Condensadora Evaporadora
Identificação
UCS-04
UES-04
Capacidade (Kcal/h)
2.250
2.250
Potência Máxima Total (KW)
1
Alimentação (V / n° fases / Hz)
220 / 1 / 60
Dimensões Máximas (LxAxP mm) 1500x1500x500 800x300x300
Diâmetro de Tubulação
Consultar desenhos
Gás Refrigerante
R-22
Quantidade
1
1
automático
de
297
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Anexo 1
13.2.4
GABINETES DE VENTILAÇÃO
13.2.4.1
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
Os gabinetes deverão possuir estrutura de perfis de alumínio extrudado com
esquinas plásticas. Os painéis devem ser fabricados em chapa de aço com pintura
eletrostática a pó, conferindo proteção contra corrosão para ambientes agressivos. Os
painéis devem ser removíveis, permitindo acesso fácil ao motor, transmissão e
ventilador. O assentamento dos painéis deverá ser feito sobre tiras de borracha,
fazendo a vedação contra a infiltração de ar. Os gabinetes deverão ser montados sobre
perfis, possibilitando sua fixação diretamente ao piso ou ao teto. Deverão ser
fornecidos com filtro G4 (NBR 16401-3) e porta-filtros que os abriguem com um encaixe
perfeito.
Os ventiladores devem apresentar rotor com pás curvadas para frente
(sirocco), com dupla aspiração, e acionamento através de polias e correia. Todos os
elementos dos ventiladores, à exceção dos suportes dos rolamentos, deverão ser
fabricados em chapa de aço galvanizado. Os suportes dos rolamentos devem ser
fabricados em alumínio fundido. Os rotores dos ventiladores devem ser balanceados
estática e dinamicamente, operando sobre mancais auto-alinhante (do tipo rolamentos
auto-compensadores), auto-lubrificantes e blindados. O eixo deve ser fabricado em
aço, com um rasgo de chaveta para colocação de polias, trabalhando apoiado em dois
mancais. Os suportes dos mancais devem ser em chapa grossa de aço e ligados ao
gabinete por estrutura, formando um conjunto rígido. Os suportes também devem ter
proteção anticorrosiva, sendo sua pintura com secagem em estufa.
Os ventiladores devem ser acionados por motores à prova de respingos
através de polias e correias. O motor deverá ser montado sobre trilhos para permitir
fácil alinhamento das correias. Todos os motores devem ser do tipo assíncrono,
trifásicos, classe B e operar com uma tensão de 380V, 60Hz.
A velocidade de descarga não deverá ser maior que 10,0 m/s e a velocidade do ar no
filtro não deverá ultrapassar 3,0 m/s.
13.2.4.2
CARACTERÍSTICAS TÉCNICO-OPERACIONAIS
Vide o item Fichas Técnicas destas especificações.
13.2.5
MINI GABINETES DE EXAUSTÃO
13.2.5.1
GERAL
Serão empregados na exaustão dos sanitários.
13.2.5.2
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
298
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Anexo 1
Os gabinetes deverão ser totalmente fabricados em chapa de aço
galvanizada, protegidos contra corrosão. Os rotores serão do tipo sirocco (pás
curvadas para frente). O nível de ruído a 1 m do ventilador não deverá ultrapassar 58
db(A). Os motores elétricos operarão com 220V, 1 fase e 60 Hz.
13.2.5.3
CARACTERÍSTICAS TÉCNICO-OPERACIONAIS
Ítem
Local
Qtd.
Vazão
(m3/h)
1
1
1,350
1,030
MEX-TE-01 Térreo - Sanit. Restaurante
MEX-P1-01
1° Pav. - Casa Forte 2
13.2.6
MINI EXAUSTORES AXIAIS
13.2.6.1
GERAL
Pressão
Estática
Disponível
(mmca)
6
11
Alimentaç
ão
(V/fases/
Hz)
220/1/60
220/1/60
Serão empregados nos sistemas de exaustão de sanitários, copas, lixeiras,
etc.
13.2.6.2
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
O ventilador deverá ser do tipo axial e permitir a instalação tanto no teto
quanto em parede. Sua construção deve ser em plástico de alta resistência, com motor
de indução com proteção contra sobrecargas e ser dotado de válvula anti-retorno.
13.2.6.3
CARACTERÍSTICAS TÉCNICO-OPERACIONAIS
Vide o item Fichas Técnicas destas especificações.
13.2.7
RECUPERADORES DE CALOR
13.2.7.1
GERAL
Serão empregados recuperadores de calor para o ar de renovação do
segundo pavimento da torre (bloco administrativo).
13.2.7.2
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
Os gabinetes deverão ser totalmente fabricados em chapa de aço
galvanizada, protegidos contra corrosão. O elemento de recuperação será do tipo
―cross-flow‖ e placas fixadas. Terá filtragem G4 (ABNT). O recuperador deverá operar
em todas as condições sem que seja produzido nenhum líquido condensado. Este
299
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Anexo 1
equipamento deverá ser fornecido para operação nas condições de montagem de
acordo com os desenhos em anexo. Seus ventiladores devem ser do tipo sirocco (pás
curvadas para frente). O recuperador deverá ter uma placa microprocessada que o
permita ser acionado e desligado pelo mesmo sistema que gerencia as unidades
evaporadoras e condensadoras do ambiente ao qual atende. O nível de ruído a 1 m do
ventilador não deverá ultrapassar 58 db(A). Os motores elétricos operarão com 220V, 1
fase e 60 Hz. A velocidade de descarga não deverá ultrapassar 10,0 m/s.
13.2.7.3
CARACTERÍSITICAS TÉCNICO OPERACIONAIS
Item
Local
Qtd.
Vazão
(m3/h)
Pressão
Estática
Disponível
Insuflamento
(mmca)
RC-01
RC-02
2° Pav.
2° Pav.
2
1
3.230
2.460
18
14
Pressão
Estática
Disponível
Exaustão
(mmca)
8
6
13.2.8
MULTI SPLIT COM VARIAÇÃO NO FLUXO DE REFRIGERANTE
13.2.8.1
GERAL
Equipamento de condicionamento do ar, acionado eletricamente
(alimentação trifásica), consistindo em uma ou mais partes que incluem uma serpentina
de ar interna, um compressor, um condensador e dispositivo de expansão. Estas
partes estabelecem, quer sozinhas ou em combinação com outros equipamentos, as
funções de circulação e limpeza, desumidificação, resfriamento e eventualmente o
aquecimento do ar, sob condições controladas, quer para conforto humano ou algum
processo produtivo. Quando o equipamento é dividido, as partes são projetadas para
serem usadas em conjunto e são interligadas por tubos de cobre, por onde circula o
fluido frigorígeno (refrigerante). Comercialmente, tal equipamento é conhecido como
―Splitão‖ ou ―Multisplit de alta capacidade‖.
13.2.8.2
GABINETE
Confeccionados em perfis e painéis de fechamento ou totalmente em chapas
de aço (preto ou galvanizado), reforçadas nas dobras, ou ainda em plástico de
engenharia de alta resistência. As chapas de aço serão tratadas contra corrosão.
Deverá possuir isolamento térmico para impedir a condensação e ganhos de calor. A
parte isolada do gabinete exposta ao ar que é insuflado no ambiente condicionado,
deverá ser revestida internamente com material liso e lavável e que construtivamente
não permita que se danifique o isolamento com umidade ou pela ação mecânica da
limpeza (diminuição da seção, arrancamento, etc.). As juntas e partes removíveis para
300
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Anexo 1
acesso da manutenção deverão ser providas de guarnições devidamente coladas para
evitar infiltrações e vazamentos de ar.
13.2.8.3
BANDEJA COLETORA DE CONDENSADO
Confeccionada em material plástico ABS, não corrosivo ou tratado contra
corrosão. Deverá possuir caimento acentuado e a tomada do dreno será localizada de
forma a não permitir o acúmulo de condensado.
13.2.8.4
SERPENTINAS EVAPORADORAS/ CONDENSADORAS
Cada serpentina deverá ser testada em fábrica contra vazamentos a uma
pressão de 24 bar (350 psi).
- Evaporadoras: tubos de cobre sem costura, mecanicamente expandidos contra aletas
de alumínio.
- Condensadoras: possuirão subresfriador incorporado. Admitir-se-á dois tipos de
serpentinas, ambas confeccionadas de tubos sem costura mecanicamente expandidos
contra aletas:
Quando de metais similares, serão do tipo alumínio/alumínio ou cobre/cobre.
Quando de metais dissimilares, os tubos serão de cobre e as aletas de alumínio,
tratadas contra corrosão galvânica.
13.2.8.5
DISPOSITIVO DE EXPANSÃO
Válvula de expansão termostática ou eletrônica. Admitir-se-á tubo capilar e
orifício calibrado, no caso de se utilizar unidades divididas em que o compressor e
condensador estejam no mesmo módulo.
13.2.8.6
FILTRO DE AR
Fixos, planos, com meio filtrante viscoso ou seco, constituídos de fibras
sintéticas, fibras de vidro, celulose ou feltros. Eficiência mínima 85%, gravimétrico,
conforme norma ASHRAE 52 /―Gravimétrico‖ ou BS/EN 779, classificação G4 segundo
ABNT.
13.2.8.7
COMPRESSOR
Hermético, orbital do tipo espiral, comercialmente conhecido como ―scroll‖,
dotado de dispositivo que proteja o motor elétrico contra sobreaquecimento decorrente
de sobrecarga ou partidas sucessivas.
13.2.8.8
REFRIGERANTE
Fluido Refrigerante R-22.
301
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13.2.8.9
Anexo 1
VENTILADORES DO EVAPORADOR
Centrífugos, dupla aspiração, pás curvadas para frente (―sirocco‖), rotores
balanceados estática e dinamicamente apoiados sobre rolamentos, transmissão por
meio de polias e correias em ―V‖ ou acionamento direto (até a capacidade de 7,5 TR).
Quando a transmissão se der por meio de polias, a polia motora será do tipo ajustável.
13.2.8.10 VENTILADORES DO CONDENSADOR
Axiais ou centrífugos com dupla aspiração e pás curvadas para frente
(―sirocco‖), rotores apoiados sobre rolamentos, transmissão por meio de polias e
correias em ―V‖ ou acionamento direto.
O nível total de pressão sonora (NTPS) produzido pelo condensador, medido
em câmara reverberante às distâncias previstas nas normas ANSI S 12.32-90 ou ISO
3741-99, não deverá exceder os seguintes valores:
75 dbA – para condensadores com a capacidade até 15 TR.
A partir dos valores de pressão sonora obtidos para cada faixa de freqüência, conforme
uma das normas acima, será calculado o Índice sonoro do condensador, de acordo
com a norma ARI 270-95. A pressão sonora previsível do condensador, dependendo
do modo de instalação, será estimada conforme previsto na norma ARI 275-97, não
podendo exceder a legislação vigente ou posturas locais.
Nota: Medidas de pressão sonora em câmaras anecóicas poderão ser
aceitas desde que se utilizem fatores de correção adequados para converter os valores
obtidos, para aqueles que seriam obtidos em câmaras reverberantes.
13.2.8.11 ACESSÓRIOS DO CIRCUITO FRIGORÍFICO
O equipamento será fornecido com os seguintes acessórios, por circuito
frigorífico, montados em fábrica:
- visor de líquido com indicador de umidade;
- filtro secador na linha de líquido, com extremidades rosqueadas (cartuchos selados)
ou soldáveis (elemento filtrante recambiável);
- válvula de serviço para bloqueio de linha, leitura de pressão, recolhimento e carga
de refrigerante, nos seguintes locais:
sucção do compressor;
descarga do compressor;
saída do condensador.
13.2.8.12 PROTEÇÕES/ INTERTRAVAMENTOS
302
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Anexo 1
A atuação de qualquer proteção do equipamento exigirá a intervenção
humana para reiniciar seu funcionamento.
O equipamento deve ser fornecido com as seguintes proteções e
intertravamentos, montados em fábrica:
- pressostato de alta;
- pressostato de baixa;
- termistor interno ou termostato na descarga do compressor;
- rele de mercúrio, ―line break‖ ou proteção equivalente para os compressores;
- reles de sobrecarga acoplado as contatoras de motores trifásicos;
- fusíveis para resistências (no caso de utilização de resistências para calefação);
- dispositivo de proteção contra falta e inversão de fases;
- intertravamento elétrico de forma a permitir o funcionamento do compressor,
somente após ligado o motor do evaporador e condensador (condensadores a ar) ou o
motor do evaporador e da bomba d’água de condensação mais chave de fluxo d’água
(condensadores a água).
13.2.8.13 MÓDULO DE OPERAÇÃO E CONTROLE
Montado em fábrica, totalmente microprocessado, do tipo modular e
substituível em campo, incorporado ao condicionador ou remoto, dotado de visor de
cristal líquido, com as seguintes funções, todas manuais e programáveis:
- liga/desliga (manual ou via programação horária - diária);
- seleção do modo ventilação/refrigeração/;
- seleção da temperatura (manual ou via programação horária);
- o controlador de temperatura será do tipo liga-desliga com antecipação térmica, para
reduzir o diferencial de temperatura.
- visor de cristal líquido deverá exibir:
estado do sistema (ligado/desligado);
a seleção do modo (ventilação/refrigeração/aquecimento);
valor de seleção de temperatura em °C;
a temperatura sentida pelo sensor em °C;
indicação resumida de ―FALHA‖ ou ―ALARME‖ no caso de atuação de uma
das seguintes proteções:
- proteção térmica de compressores;
- pressostatos;
- dispositivo contra falta e inversão de fases;
- indicação de baixo nível de carga da bateria interna.
O equipamento deverá ser fornecido com uma contatora que fará a função
Liga/Desliga de acordo com um sinal enviado pelo módulo de controle que faz parte do
sistema de automação predial.
303
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Anexo 1
O equipamento não poderá perder a programação nem parar o relógio
interno, no caso de falta de energia elétrica, por um período ininterrupto de até 12
(doze) horas.
13.2.8.14 BASES ANTIVIBRATÓRIAS
Os condicionadores deverão ser apoiados sobre calços de mola, conforme
detalhe nos desenhos anexos.
13.2.8.15 CARACTERÍSTICAS TÉCNICO OPERACIONAIS
Condicionador de Ar Tipo Splitão
Ambiente Atendido
Casa-Forte 1
Unidade
Condensadora
Evaporadora
Identificação
UCT-01/02
UET-01/02
Quantidade
2
2
Calor Total (Kcal/h)
86.800
Calor Específico (Kcal/h)
39.600
Calor Sensível (Kcal/h)
47.200
Vazão de Ar Total(m³/h)
16.800
Vazão de Ar Exterior (m³/h)
5.500
P.E.D. (mmca)
13,0
TBS de Entrada do Ar (°C)
27,9
35,0
TBU de Entrada do Ar (°C)
20,8
26,5
TBS de Insuflamento de Ar (°C)
12,0
TBU de Insuflamento de Ar (°C)
12,0
Consumo Total Máximo KW)
32,0
Gás Refrigerante
R-22
Diâmetro da Tubulação
Consultar Desenhos
Dimensões Máximas (LxAxP)(mm) 2.400x2.000x1.500 2.200x2.400x950
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Anexo 1
Condicionador de Ar Tipo Splitão
Ambiente Atendido
Auditório
Unidade
Condensadora
Evaporadora
Identificação
UCT-03
UET-03
Quantidade
1
1
Calor Total (Kcal/h)
80,140
Calor Específico (Kcal/h)
42,940
Calor Sensível (Kcal/h)
37,200
Vazão de Ar Total(m³/h)
17,930
Vazão de Ar Exterior (m³/h)
3,906
P.E.D. (mmca)
13.0
TBS de Entrada do Ar (°C)
28.4
35.0
TBU de Entrada do Ar (°C)
21.8
26.5
TBS de Insuflamento de Ar (°C)
12.0
TBU de Insuflamento de Ar (°C)
11.6
Consumo Total Máximo (KW)
32.0
Gás Refrigerante
R-22
Diâmetro da Tubulação
Consultar Desenhos
Dimensões Máximas (LxAxP)(mm) 2.400x2.000x1.500 2.200x2.400x950
Condicionador de Ar Tipo Splitão
Ambiente Atendido
Auditório
Unidade
Condensadora
Evaporadora
Identificação
UCT-04
UET-04
Quantidade
1
1
Calor Total (Kcal/h)
78,930
Calor Específico (Kcal/h)
42,030
Calor Sensível (Kcal/h)
36,900
Vazão de Ar Total(m³/h)
17,560
Vazão de Ar Exterior (m³/h)
3,906
P.E.D. (mmca)
14.0
TBS de Entrada do Ar (°C)
28.4
35.0
TBU de Entrada do Ar (°C)
21.8
26.5
TBS de Insuflamento de Ar (°C)
12.0
TBU de Insuflamento de Ar (°C)
11.6
Consumo Total Máximo (KW)
32.0
Gás Refrigerante
R-22
Diâmetro da Tubulação
Consultar Desenhos
Dimensões Máximas (LxAxP)(mm) 2.400x2.000x1.500 2.200x2.400x950
13.2.9
ESPECIFICAÇÃO DA REDE DE DUTOS DE AR
13.2.9.1
INTRODUÇÃO
Os dutos deverão ser cuidadosamente fabricados e montados, de modo a se
obter uma construção rígida, sólida, limpa, sem saliências, cantos vivos, arestas
cortantes e vazamentos excessivos.
Todas as curvaturas devem ser providas de veios duplos, para atenuar a perda de
carga.
305
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13.2.9.2
Anexo 1
FABRICAÇÃO E MONTAGEM
Os dutos de distribuição de ar deverão ser executados segundo as diretrizes
emanadas da Norma Brasileira NBR-16401 e da SMACNA INC (Sheet Metal and
Constructors National Association INC), para dutos de baixa velocidade, contidas no
Manual HVAC DUCT CONSTRUCTION STANDARDS, METAL AND FLEXIBLE.
Transições em dutos, inclusive conexões entre equipamentos e dutos, deverão ter uma
conicidade não maior que 20° em ambos os planos.
Os dutos deverão ser executados em chapa de aço galvanizado, com as
espessuras indicadas na NBR-16401.
13.2.9.3
ISOLAMENTO TÉRMICO
Os dutos de insuflamento serão isolados termicamente nos trechos em que
percorrem ambientes não condicionados, incluindo as salas de máquinas, interior de
sancas e quando instalados sobre forros.
O isolante a ser aplicado será feltro de lã de vidro (20 kg/m³) revestido
externamente com folha de alumínio sobre papel kraft, fixado com adesivo à base de
borracha. Sobre o isolante deve ser aplicada fita auto-adesiva de alumínio e cinta de
plástico com selo, conforme detalhe constante no desenho 21 R /31.
13.2.9.4
ELEMENTOS DE SUSPENSÃO E SUPORTE
Cada elemento de duto deverá ser suspenso ou suportado, de maneira
independente e diretamente à estrutura da edificação mais próxima, sem conexão com
os outros elementos já sustentados.
Os tirantes e ferragens deverão ser de ferro chato, com tratamento
anticorrosivo e pintura em acabamento em esmalte sintético e montado sem deflexões
ou distorções.
Serão fixados aos dutos e às estruturas mais próximas, através de
parafusos, arruelas, porcas ou outros elementos de fixação, executados em aço
galvanizado.
Deverão obedecer aos critérios de espaçamento previstos nas normas e
regulamentos citados.
Os dutos não devem ter contato com paredes. Assim, onde houver
passagem de dutos através de paredes, as bordas do furo na parede devem ser
requadradas com peças de madeira devidamente tratadas e o duto ser isolado destas
peças através de vedação por um elemento elastômero.
306
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13.2.9.5
Anexo 1
CURVAS E JOELHOS
O raio de curvatura de linha de centro de todas as curvas e joelhos não
deverá ser menor do que 1,25 vezes a dimensão, no sentido da curva, do trecho de
duto.
Onde houver a interferência que impossibilite o uso deste raio mínimo será
permitido a montagem de joelhos retos.
13.2.9.6
VEIOS DIRECIONAIS
Todas as curvas e joelhos deverão possuir veios direcionais. Estes deverão
ser construídos do mesmo material dos dutos, de acordo com as diretrizes da
SMACNA e não deverão ser fabricadas com espessura inferior à bitola de # 22.
Deverão ser do tipo de dupla chapa.
13.2.9.7
DISPOSITIVOS DE INSUFLAMENTO E RETORNO
Os dispositivos para insuflamento e retorno de ar deverão possibilitar as
entradas e saídas de ar, incluir os componentes para sua regulagem e serem dotados
de gaxetas para evitar vazamento de ar. Suas dimensões e quantidades acham-se
indicadas nos desenhos.
Os ajustes das entradas e saídas de ar e seus acessórios de direção,
regulagem e distribuição devem ficar ocultos, mas acessíveis a partir da superfície de
entrada ou saída de ar.
GRELHAS DE INSUFLAMENTO
Serão construídas em perfil de alumínio extrudado, anodizado, na cor
natural. Possuirão aletas verticais ajustáveis individualmente e seu registro será de
dupla deflexão com lâminas convergentes.
GRELHAS DE RETORNO E EXAUSTÃO DE AR
Deverão ser executadas em alumínio anodizado, totalmente sem solda, com
cantos unidos mecanicamente e lâminas ajustáveis individualmente.
As grelhas deverão ter registros de regulagem de vazão de ar do tipo de
lâminas opostas.
GRELHAS PARA PORTAS
307
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Anexo 1
Serão utilizadas, nas portas dos sanitários e depósitos de limpeza, as do tipo
retangular indevassável, aletas horizontais em "V" ou a 45º, com molduras para ambos
os lados. A velocidade do ar não deve exceder 2,0 m/s nestes dispositivos.
DIFUSORES DE INSUFLAMENTO
Os difusores de insuflamento com caixas plenum incorporadas, executados
em alumínio anodizado, totalmente sem solda, com cantos unidos mecanicamente.
Os difusores deverão ter registros de regulagem de vazão de ar do tipo
borboleta, com acesso pelo próprio difusor e caixa plenum, sendo estas isoladas com o
mesmo material especificado para os dutos.
DIFUSORES DE INSUFLAMENTO PARA INSTALAÇÃO NO PISO
Os difusores deverão ser próprios para instalação no piso. Deverão ser
fabricados em plástico. Os difusores deverão ser fabricados de modo a insuflar o ar em
um movimento de espiral. A caixa plenum deverá ser fabricada em chapas de aço
galvanizado sobrepostas com furos coincidentes. A chapa interior deverá deslizar
dentro da chapa exterior de modo que a vazão de ar seja regulada através de
deslocamento dos furos. Este movimento de deslizar uma das chapas deverá ser feito
sem o auxílio de ferramentas de modo que possa ser feito facilmente pelos ocupantes
do ambiente atendido.
REGISTROS PARA REGULAGEM DO AR
Deverão ser executados em chapa de aço galvanizado, do tipo de lâminas
opostas, para serem instalados nos dutos ou paredes, a fim de permitir o
balanceamento das vazões. Devem ser fornecidos aptos a funcionar com atuadores
automatizados.
DUTOS FLEXÍVEIS
Deverão ser fornecidos dutos flexíveis isolados para interligar os dutos de
insuflamento aos plenuns dos difusores.
Os dutos flexíveis isolados devem ter dutos internos de alumínio super
flexível, isolados termicamente com manta de lã de vidro com espessura de 25 mm,
revestidos externamente por capa de alumínio e poliéster.
Todos os dutos flexíveis deverão ser instalados de modo mais direto
possível, evitando curvas e junções. Todas as ligações terão abraçadeiras de pressão.
Os colarinhos de entrada de caixa plenum, quando tiverem diâmetros
diferentes do diâmetro do duto flexível especificado deverão possuir cone de redução
para conexão.
308
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Anexo 1
TOMADAS DE AR EXTERIOR
Serão compostas por veneziana, registro para controle da vazão do ar e filtro
plano classe G1, segundo classificação da NBR16401-3.
CONEXÕES FLEXÍVEIS PARA OS DUTOS
Deverão ser fornecidas conexões flexíveis que vedem a passagem do ar em
todos os pontos onde os ventiladores e unidades de condicionamento do ar forem
ligados aos dutos ou arcabouços de alvenaria e em outros locais indicados nos
desenhos. A conexão flexível deverá ser construída com fita de aço galvanizado e
poliéster, coberto por camada de vinil.
PORTAS DE INSPEÇÃO
As portas deverão ser instaladas nos dutos, onde estiverem localizados
acessórios que exijam manutenção e/ou inspeção periódica.
Deverão ser articuladas, vedadas com gaxetas, desprovidas de visores e
providas de dispositivo de fechamento. Suas dimensões mínimas serão de 300 mm x
300 mm, exceto onde a dimensão do duto não permitir.
13.2.10
SISTEMA DE CONTROLE
13.2.10.1 CONTROLE DA TEMPERATURA AMBIENTE
O acionamento dos condicionadores deverá ser manual. Este acionamento
será feito através dos controles remotos sem fio fornecidos juntamente com as
unidades evaporadoras, caso o sistema de controle em rede autorize, ou apenas pelo
sistema de controle em rede. Após a entrada em funcionamento do condicionador, sua
placa interna será responsável pela manutenção da temperatura definida no controle
remoto pelo operador.
13.2.10.2 CONTROLE EM REDE
Deve ser fornecido juntamente com os climatizadores um sistema de
controle em rede por computador. Este sistema e todos os recursos necessários ao seu
funcionamento (incluindo computador, cabeamento, no-break adequado para o
computador e software), deverão ser fornecidos pela Contratada e deverá
supervisionar e controlar todo o sistema de climatização. Entre as atribuições deste
controle estão:
a) ligar e desligar todas as unidades evaporadoras;
b) selecionar o modo de operação das evaporadoras;
c) ajustar a temperatura interna de cada ambiente climatizado;
309
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Anexo 1
d) selecionar a velocidade do ventilador de cada unidade evaporadora;
e) habilitar e desabilitar o controle local;
f) visualizar alarmes e falhas e gravar as últimas 10 falhas em seu sistema;
g) armazenar dados históricos de funcionamento;
h) mostrar em diagrama o funcionamento de todo o sistema;
i) operar remotamente via rede externa ou interna;
j) controlar e monitorar todas as unidades evaporadoras e condensadoras
fluxo de refrigerante variável do edifício.
com
13.2.10.3 CONTROLE DOS VENTILADORES
A controladora ativará os ventiladores VAE-01 a VAE-10 e VE-01, 02 e 03 de
acordo com programação horária e diária e fará a verificação do estado ―ligado‖ através
do sinal binário da contatora de força e/ou detectores de fluxo de ar, devendo também
executar a verificação de falha na alimentação elétrica.
As controladoras deverão ser fornecidas aptas a se comunicarem com o
sistema de automação predial.
13.2.10.4 ELETRODUTOS E CALHAS
Deverão ser instalados todos os eletrodutos ou calhas necessárias à
instalação do sistema de controle e automação do sistema de ar condicionado.
Os cabos que conduzem sinais abaixo de 30 VCA ou VCC deverão estar
contidos em eletrodutos separados dos outros que conduzem sinais acima deste valor.
Os cabos que conduzem sinais de comando, não poderão estar contidos em
eletrodutos que contenham cabos para alimentação de força.
13.2.11
INSTALAÇÃO ELÉTRICA
13.2.11.1 ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA
Devem ser disponibilizados os pontos de força na cobertura do edifício para
alimentação elétrica dos equipamentos de ar condicionado. O quadro elétrico a ser
instalado na sala de controle abrigará os elementos de força e comando do sistema.
A tensão de alimentação dos equipamentos do sistema de ar condicionador será 380V
+ 10 % , -5 %, 60 Hz, trifásico, neutro e terra, ou no caso dos gabinetes de exaustão e
dos mini exaustores de 220V + 10 % , -5 %, 60 Hz, monofásico, neutro e terra. Nos
locais de instalação estará disponível ainda, para comando e controle a tensão 220V +
10 % ,-5 %, 60 Hz, monofásico (fase + neutro + terra).
310
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Anexo 1
Todos os serviços deverão ser executados em estrita concordância com as
normas aplicáveis, utilizando ferramentas e métodos adequados, obedecendo às
instalações do projeto e aos itens abaixo:
13.2.11.2 QUADRO ELÉTRICO
O armário deverá ser em construção monobloco, submetido a tratamento
antiferruginoso aplicado em demãos cruzadas e com pintura de acabamento em tinta
epoxy de aplicação eletrostática na cor cinza claro. Deverá possuir portas frontais e
laterais removíveis;
A estrutura das portas deverá ser feita com chapa de aço de bitola # 14 e a
placa de montagem em chapa de aço de bitola # 11.
O armário deverá vir com tampas na base, onde serão fixados no campo os
boxes CMZ para interligação com os periféricos do sistema do ar condicionado.
O lay-out, assim como a especificação dos componentes do quadro elétrico,
deverá obedecer ao projeto. Qualquer modificação deverá ser antes
aprovada pela
Fiscalização.
Não serão admitidas emendas em quaisquer cabos no interior do quadro.
O quadro deverá possuir grau de proteção IP55, conforme indicado nos
desenhos de acordo com IEC 144 e NBR 6146.
Os cabos de comando em 220 V deverão ser do tipo pirastic, singelos de 1
mm², na cor vermelha.
Os cabos de controle com voltagem igual ou menor a 24 V deverão ser do
tipo pirastic, singelo de 1 mm², na cor branca.
Os cabos de força deverão ser do tipo pirastic, singelos, na cor preta, e não
deverão ser inferiores a 2,5 mm2.
Os barramentos serão fixados à placa de montagem através de isoladores
em epóxi devidamente dimensionados e serão protegidos do contato
humano por
placa de acrílico transparente de 5 mm de espessura.
Todo o barramento deve passar por calhas dimensionadas para uma
ocupação máxima de 60 %.
Deverá ser evitado, o máximo possível, que numa mesma calha passem
cabos brancos juntamente com cabos vermelhos.
311
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Anexo 1
Todos os cabos deverão ser numerados com marcadores compatíveis com
seus diâmetros, obedecendo ao projeto executivo.
Os cabos deverão ser conectados aos componentes por meio de terminais
prensados nas extremidades, compatíveis com os diâmetros dos cabos, exceto
os
cabos de força que poderão ser estanhados e ligados diretamente a bornes e
componentes.
Toda a furação necessária a montagem deverá ser feita com serra-copo,
devendo ser lixada para retirar as rebarbas e pintadas com tinta anticorrosiva na cor
do armário.
Todos os componentes do quadro deverão ser identificados com
identificadores Aralplas.
Externamente à porta do quadro serão fixadas através de parafusos,
plaquetas em acrílico com fundo branco e letras pretas obedecendo ao layout
e
com os dizeres contidos no projeto executivo.
Na parte inferior do quadro serão fixadas 02 (duas) réguas de bornes com
poliamida ou melamina devidamente dimensionadas, sendo uma para cabos de
força e outra para cabos de comando.
13.2.11.3 ELETRODUTOS, BANDEJAS E CAIXAS DE PASSAGEM
Quando abrigados os eletrodutos deverão ser de ferro galvanizado com
diâmetro mínimo igual a 3/4‖.
Quando ao tempo ou enterrados os eletrodutos e braçadeiras deverão ser
de PVC, marca Tigre ou similar.
As fiações de força, comando em 220 V e controle em tensão igual ou menor
a 24 V deverão ser instaladas em redes de eletrodutos distintos.
Os eletrodutos rígidos serão interligados ao quadro de ar condicionado
(QAC) através de eletrodutos flexíveis e box tipo CMZ na tampa da base.
Os eletrodutos flexíveis deverão ser do tipo cobreado com capa de plástico
tipo Sealtubo-N e conectados a box CMZ (S.P.T.F), usados nos motores. Os cabos
deverão ser ligados aos terminais dos motores por meio de conectores apropriados, do
tipo Sindal ou similar.
Todos os eletrodutos deverão ser devidamente pintados na cor cinza escuro,
conforme ABNT.
312
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Anexo 1
Todas as caixas de ligação, eletroduto e quadro deverão ser
adequadamente nivelados e fixados com braçadeiras para perfil SISA, modelo SRS
650-P ou similar, de modo a constituírem um sistema de boa aparência e ótima rigidez
mecânica.
As caixas de passagem deverão ser da Siemens tipo Similet ou similar, nas
dimensões indicadas.
A instalação dos eletrodutos deverá permitir livre acesso a todos os lados do
gabinete da unidade condicionadora.
Sempre que possível deverão ser evitadas as emendas dos eletrodutos;
quando inevitáveis estas deverão ser executadas através de luvas roscadas às
extremidades a serem emendadas, de modo a permitir continuidade da superfície
interna do eletroduto.
Toda conexão de eletroduto à caixa de ligação (conduletes) deverá ser
executada por meio de rosqueamento dos eletrodutos à entrada das mesmas.
Toda derivação ou mudança de direção dos eletrodutos, tanto na horizontal
como na vertical, deverá ser executada através de caixa de ligação com entrada e/ou
saída roscadas, não sendo permitido o emprego de curva pré-fabricada nem curvatura
no próprio eletroduto, salvo indicação em contrário.
Antes da enfiação, os eletrodutos, caixas de ligação e de passagem deverão
ser devidamente limpos.
Os cabos deverão ocupar no máximo 40 % da área útil do eletroduto. O
número máximo de cabos de força por eletroduto é de 10;
13.2.11.4 FIAÇÃO ELÉTRICA
A fiação elétrica para o sistema de força deverá ser feita com condutores de
cobre, fabricação Pirelli, Siemens, tipo Sintenax, ou similar, na cor preta.
Os cabos de comando em 220 V serão Pirastic, singelos, 1,5 mm² e
vermelhos.
Os cabos de controle igual ou menor a 24 V serão Pirastic, singelos, 1,5
mm² e brancos.
O menor cabo de força a ser usado será o de 2,5 mm².
As ligações dos cabos de comando e de controle aos bornes do quadro
elétrico deverão ser feitas por terminais pré-isolados de compressão.
313
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Pt.0901455880
Anexo 1
Os cabos de força poderão ser conectados diretamente aos bornes depois
de estanhadas as pontas.
Toda a emenda de cabos ou fios deverá ser executada através de conectores
apropriados e isolados, somente dentro das caixas de passagem ou
ligação,
não
sendo admitida em hipótese alguma, emenda no interior dos eletrodutos. O isolamento
das emendas e derivações deverá ter, no mínimo, características equivalentes às do
condutor considerado.
Todos os cabos verticais deverão ser fixados às caixas de ligação, a fim de
reduzir a tensão mecânica no mesmo devido ao seu peso próprio.
Todos os cabos deverão ser amarrados com amarradores apropriados da
Hellerman ou similares.
Todas as partes metálicas não destinadas à condução de energia, como
quadro, caixas, etc., deverão ser solidamente aterradas. Em todos os eletrodutos,
juntamente com a fiação, deverá ser instalado um condutor singelo, nu, com
conectores apropriados para aterramento destas partes metálicas.
A ligação dos motores deverá ser feita por meio de conectores tipo Sindal e
isolados com fita autofusão.
Após o término da enfiação deverão ser feitos testes de isolação em todos
os circuitos, na presença da Fiscalização. O valor mínimo a ser encontrado deverá ser
de 5.0 megaohms
13.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO
13.3.1
DOCUMENTOS A SEREM FORNECIDOS
A Contratada deverá apresentar o cronograma de montagem, instalação,
ensaios e colocação em operação do sistema, indicando os principais eventos da
aquisição de materiais e procedimentos previstos para montagem e instalação dos
equipamentos e componentes das redes, sistema de supervisão e controle.
A Contratada apresentará para análise e aprovação da Fiscalização os
seguintes documentos técnicos dentro dos prazos aqui estabelecidos.
Dentro de 10 dias após a assinatura do contrato, a lista de documentos
complementares ao projeto.
Dentro de 20 dias após a assinatura do contrato, informações adicionais
necessárias ao projeto civil.
314
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Anexo 1
Dentro de 60 dias após a assinatura do contrato, o memorial descritivo dos
métodos em seqüência de atividades necessárias ao balanceamento do sistema, bem
como a localização de todos os pontos de medição destes sistemas; desenhos de
placas e plaquetas de identificação; programa detalhado de treinamento de pessoal de
operação e manutenção.
Até 30 dias antes da pré-operação do sistema, o manual de instrução para
montagem, operação e manutenção, incluindo no mínimo os seguintes capítulos:
- dados e características do sistema;
- descrição funcional;
- instruções para recebimento, armazenagem e manuseio dos equipamentos,
componentes e materiais;
- desenhos e instruções para montagem e instalação;
- instruções para operação e manutenção;
- certificados de ensaios de tipo e de rotina dos componentes e equipamentos;
- catálogos de todos os componentes e equipamentos.
Até 15 dias depois de completados os testes e balanceamento dos sistemas:
relatório completo dos testes; jogo completo dos desenhos, assinalando os pontos
onde foram efetuados os testes e balanceamento; um quadro de aviso, onde será
fixado o diagrama do sistema, contendo todos os desenhos esquematizados,
mecânicos e elétricos, bem como instruções para operação dos sistemas.
A Contratada deverá providenciar todas as licenças, taxas e despesas que
envolvam os serviços, assim como proverá todo o seguro dos materiais e
equipamentos sob sua responsabilidade, seguro de acidentes de trabalho para todos
os envolvidos na obra, registrar a obra junto ao CREA - RJ e instalar placa no local da
obra, com nome do projetista, bem como a razão social da firma, endereço, telefone e
o objeto da instalação.
13.3.2
TESTES E INSPEÇÕES
Deverão ser executados testes com o acompanhamento da Fiscalização de
todos os principais equipamentos.
Deverão ser providenciados todos os testes e inspeções nas redes
frigorígenas, de ar e elétrica e nos equipamentos e componentes após a instalação do
sistema, conforme indicados nestas especificações. Para tanto serão providenciados o
pessoal, a instrumentação e meios para realização desses testes.
Serão aplicadas as normas correspondentes, bem como verificadas todas as
características de funcionamento exigidas nas especificações técnicas e nos desenhos
de catálogos de equipamentos ou de seus componentes. Deverá ser verificado se
todos os componentes (mecânicos ou elétricos) dos equipamentos trabalham nas
315
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Pt.0901455880
Anexo 1
condições normais de operação, definidas nos documentos ou em normas técnicas
aplicáveis.
Todos os testes aqui indicados seguirão as normas pertinentes da ABNT.
Em caso de não haver normas da ABNT para quaisquer testes serão seguidas todas as
normas pertinentes da ASHRAE ou normas por esta indicada na última versão do seu
"Handbook-Equipments".
13.3.3
BALANCEAMENTO DOS SISTEMAS NA OBRA
Os serviços de Teste, Ajuste e Balanceamento (TAB) farão parte do
fornecimento da Contratada, podendo ser executados por empresa independente e
com experiência comprovada nesses serviços.
Os procedimentos de TAB devem seguir rigorosamente as seqüências
indicadas no ―Procedural Standards for Building Commissioning‖ publicado pela NEBB
National Enviromental Balancing Bureau e no ―HVAC Systems, Testing, Adjusting and
Balancing‖ publicado pela SMACNA. A empresa responsável por essas atividades
deverá possuir todos os instrumentos necessários e recomendados nas publicações
citadas neste parágrafo.
Os documentos resultantes dos processos deverão ser apresentados e farão
parte do conjunto de documentos que complementarão a entrega do sistema de ar
condicionado.
Todos os instrumentos a serem utilizados nos testes e balanceamento dos
sistemas deverão estar calibrados e aferidos.
Ao término destes serviços, os seguintes documentos devem ser
apresentados:
- Relatório completo dos testes.
- Jogo completo dos desenhos, assinalando os pontos onde foram efetuados os
testes e balanceamentos.
13.3.3.1
EMBALAGENS E TRANSPORTE
Todas as partes integrantes deste fornecimento terão embalagens
adequadas para proteger o conteúdo contra danos durante o transporte, desde a
fábrica até o local de montagem sob condições que envolvam embarques,
desembarques, transportes por rodovias não pavimentadas e/ou via marítima ou aérea.
Além disto, as embalagens serão adequadas para armazenagem por período de, no
mínimo, 01 (um) ano, nas condições citadas anteriormente.
316
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
A Contratada adequará, se necessário, seus métodos de embalagem, a fim
de atender às condições mínimas estabelecidas acima.
As embalagens serão baseadas nos seguintes princípios:
- todos os volumes conterão as indicações de peso, bruto e líquido,
natureza do conteúdo e codificação, bem como local de instalação;
- terem indicações de posicionamento, de centros de gravidade e de pontos
de levantamento;
- todas as indicações serão feitas nas 4 (quatro) faces do volume, no
sentido de facilitar a ordem de estocagem e identificação dos mesmos;
- as embalagens conterão também as indicações do tipo de armazenagem:
condições especiais de armazenagem, armazenagem em lugar abrigado ou ainda,
armazenagem ao tempo; terem todas as embalagens numeradas consecutivamente;
serem projetadas de modo a reduzir o tempo de carga e descarga, sem prejuízo da
segurança dos operadores; no caso de materiais que venham a permanecer estocados
por longo tempo ou que suas características necessitem de inspeções, manutenção
preventiva ou outros serviços, as respectivas embalagens serão construídas de forma a
serem abertas sem danificá-los.
Todos os materiais a serem fornecidos pela Contratada são considerados
postos no canteiro. A Contratada será responsável pelo transporte horizontal e vertical
de todos os materiais e equipamentos desde o local de armazenagem no canteiro até o
local de sua aplicação definitiva.
Para todas as operações de transporte, a Contratada proverá equipamentos,
dispositivos, pessoal e supervisão necessárias às tarefas em questão. A Contratada
proverá em todas as operações de transporte, todos os seguros aplicáveis.
13.3.4
MONTAGEM E IDENTIFICAÇÃO
13.3.4.1
SUPERVISÃO DE MONTAGEM
A Contratada deve manter na obra, durante o período de montagem do
sistema, engenheiro(s) e técnico(s) especializados para o acompanhamento dos
serviços. Esse pessoal fará também a supervisão técnica da qualidade do serviço.
13.3.4.2
SERVIÇOS DE MONTAGEM
Os equipamentos e componentes constituintes do sistema de ar
condicionado serão montados pela Contratada, de acordo com as indicações e
especificações dos itens correspondentes. A Contratada proverá também todos os
materiais de consumo e equipamentos de uso esporádico, que possibilitem a perfeita
condução dos trabalhos dentro do cronograma estabelecido.
Deverá igualmente tomar todas as providências a fim de que os
equipamentos e/ou materiais instalados ou em fase de instalação, sejam
317
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
convenientemente protegidos para evitar que se danifiquem durante as fases dos
serviços em que a construção civil ou outras instalações sejam simultâneas.
Os serviços de montagem abrangem, mas não se limitam aos principais
itens abaixo:
- fabricação e posicionamento de suportes metálicos necessários à sustentação dos
componentes;
- nivelamento dos componentes;
- fixação dos componentes;
- execução de retoques de pinturas (caso fornecidos já pintados) ou pintura
conforme especificação anteriormente definida;
- posicionamento de tubos, dutos, conexões e dispositivos de fixação ou sustentação
dos mesmos;
- interligação de linhas de fluidos aos componentes e/ou equipamentos;
- interligação de pontos de alimentação elétrica aos componentes e/ou equipamentos;
- isolamento térmico de todas as linhas de fluidos ou equipamentos conforme
aplicável;
- regulagem de todos os subsistemas que compõem o sistema de ar condicionado;
- implantação do sistema de supervisão e controle;
- balanceamento de todas as redes de fluidos do sistema;
- fornecimento e instalação de toda a rede elétrica de força, comando e controle, de
acordo com o projeto.
ISOLAMENTOS DOS EQUIPAMENTOS MECÂNICOS
A fim de assegurar níveis adequados de esforços ou vibrações a serem
transmitidos às estruturas, foram previstos pisos flutuantes, bases e calços
antivibratórios, conforme indicado nos desenhos.
SELEÇÃO DAS BOCAS E UNIDADES TERMINAIS DE AR
Devem garantir o nível NC (Noise Criteria) de 35.
RUÍDO NOS SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE AR
No sentido de se obterem os NC's recomendados, serão considerados os
níveis de ruídos gerados pelas várias fontes, inclusive ventiladores, elementos e
componentes de dutos (cotovelos, ramificações, veias direcionais, etc.) bem como as
atenuações naturais dos dutos de insuflamento.
NÍVEIS DE RUÍDOS DOS EQUIPAMENTOS
Os níveis de ruído dos diversos equipamentos de ar condicionado, medidos
a 1,0 m em ambiente aberto, nas faixas de oitavas de 63 Hz a 8 kHz, não deverão
ultrapassar 80 db(A).
318
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
A medição do nível de ruído nos ambientes que abrigam equipamentos
obedecerá a norma ARI Standard 575-2008, Method of Measuring Machinery Sound
Within an Equipment Space.
13.3.4.3
PLACAS E IDENTIFICAÇÃO
Cada equipamento possuirá uma placa contendo todas as informações
necessárias à sua perfeita identificação (fabricante, capacidade, dados do motor, etc.).
As placas de identificação serão feitas de aço inoxidável, com dizeres em
língua portuguesa gravados em baixo relevo. A Fiscalização reserva-se o direito de
solicitar a inclusão de informações complementares nas placas de identificação. Pesos
e dimensões serão representados em unidades do Sistema Internacional de Unidade.
13.3.4.4
IDENTIFICAÇÃO DAS PARTES DO SISTEMA
As linhas de fluidos serão identificadas em conformidade ao determinado no
item correspondente. Os equipamentos de controle e as válvulas principais de serviço e
controle serão identificadas com discos plásticos com diâmetro de 1 1/4", presos aos
mesmos através de fio de cobre bitola 14. Cada disco será marcado legivelmente de
modo a identificar prontamente sua função. Será preparada uma tabela impressa,
mostrando todas as partes identificadas.
Todos os equipamentos serão identificados com seu código correspondente
por meio de uma plaqueta de aço, gravada a punção, presa aos mesmos por rebites.
13.3.5
PRÉ-OPERAÇÃO E RECEBIMENTO DO SISTEMA
13.3.5.1
LIMPEZA DAS INSTALAÇÕES
Antes da pré-operação, a Contratada deixará a instalação limpa e em
condições adequadas, realizando, no mínimo, os seguintes serviços:
- limpeza de máquinas e aparelhos;
- remoção de qualquer vestígio de cimento, reboco ou outros materiais; graxas e
manchas de óleo remover com solvente adequado;
- limpeza de superfícies metálicas expostas;
- limpeza com escova metálica de todos os vestígios de ferrugem ou de outras
manchas;
- limpeza da rede de dutos;
- limpeza de toda a rede de dutos por meio de uso dos próprios ventiladores do
sistema ou por jato de ar comprimido, até que se comprove a inexistência de sujeira no
interior da mesma.
13.3.5.2
PRÉ-OPERAÇÃO
319
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
A Contratada efetuará, na presença da Fiscalização, a pré-operação do
sistema de ar condicionado, no sentido de avaliar o seu desempenho e de seus
componentes, como também simular todas as condições de falhas, verificando
inclusive a atuação dos sistemas de emergência. A Contratada providenciará todos os
materiais, equipamentos e acessórios necessários à condução da pré-operação. Caso,
por razões quaisquer, não existam condições na ocasião, de avaliação do
desempenho, a Contratada estabelecerá métodos para simulação das mesmas, ou
outros parâmetros para avaliação do sistema submetendo-se à aprovação da
Fiscalização.
Após, encerrada a pré-operação, a Contratada corrigirá todos os defeitos
que foram detectados durante a mesma, limpará também todos os filtros das linhas de
fluidos, substituindo-os caso necessário. Além disso, todos os pré-filtros de ar dos
condicionadores serão substituídos por novos.
Caso a instalação seja entregue em etapas, a pré-operação será executada
para cada uma das etapas entregues e abrangerá todos os componentes da mesma,
nas condições descritas acima.
13.3.5.3
RECEBIMENTO
Após a montagem, testes e pré-operação da instalação deve ser realizado o
comissionamento da instalação pela Contratada ou por empresa pela Contratada
indicada, que seguirá os procedimentos indicados nas publicações citadas nestas
especificações. Quando todas as condições de desempenho do sistema forem
satisfatórias, dentro dos parâmetros assumidos, a instalação será considerada aceita.
13.3.5.4
GARANTIA
O fornecimento dará garantia total dos equipamentos, materiais, etc., assim
como do bom funcionamento do conjunto fornecido durante 12 (doze) meses, a partir
da data da emissão do termo de recebimento provisório. Essa garantia implica na
substituição ou reparação gratuita de qualquer componente do equipamento
reconhecidamente defeituoso. Esses serviços garantidos incluem a mão-de-obra
necessária.
13.3.5.5
TREINAMENTO DE PESSOAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
A Contratada fornecerá o pessoal previamente designado pela Fiscalização,
treinamento operacional e técnico abrangendo os Sistemas de Ar Condicionado e
Ventilação, incluindo os elementos de operação e manutenção preventiva e corretiva,
dos equipamentos e dos sistemas como um todo.
O treinamento incluirá, para os alunos envolvidos, a distribuição de todo o
material didático necessário ao perfeito entendimento dos cursos, manuais e apostilas
que serão suplementadas por informações, desenhos, diagramas, etc.
320
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Estas atividades de treinamento se desenvolverão em princípio, na própria
obra.
A Contratada deverá providenciar, 60 (sessenta) dias antes da entrega dos
manuais de operação e de manutenção, o envio à Fiscalização de um detalhado
programa de treinamento do pessoal de operação e manutenção, indicando no mínimo:
- período de treinamento, incluindo a parte teórica e a prática;
- recursos audiovisuais que pretenda empregar;
- detalhamento da formação e instalação técnica sobre a operação dos sistemas de ar
condicionado e ventilação;
- particularização de todas as áreas de manutenção e operação, nas quais seja
requerida uma completa e específica formação;
- utilização de ferramentas e dispositivos necessários à manutenção;
13.4
NORMAS REGULAMENTARES
Para o projeto, fabricação, montagem e ensaios dos equipamentos e seus
acessórios principais, bem, como em toda a terminologia adotada, serão seguidas às
prescrições das publicações da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas e
códigos locais vigentes.
Estas normas serão complementadas pelas publicações emitidas por uma
ou mais das seguintes entidades:
ABNT NBR 5626 - Instalações Prediais de Água Fria – Procedimento
ARI - "Air Conditioning and Refrigerating Institute";
ASHRAE - "American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning
Engineers";
ASME - "American Society of Mechanical Engineers";
NEC - "National Electrical Code";
NFPA - "National Fire Protection Association";
ABNT NBR 5626 - Instalações Prediais de Água Fria – Procedimento
13.5
FICHAS TÉCNICAS
13.5.1
GABINETES DE VENTILAÇÃO
321
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-P2-09/10
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 3
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 4
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 02
Valores
3.906
5,0
G4
35,0
2
0,55
380 V / 3f / 60 Hz
100
800
800
900
10,0
3,0
50
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a pressão
estática total e o equipamento selecionado.
322
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GE-TR-01/02
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 3
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 4
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 02
Valores
21.420
13,0
35,0
2
2,2
380 V / 3f / 60 Hz
300
1.900
1.900
1.900
10,5
60
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
323
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-TR-02/03
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 3
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 4
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 02
Valores
21.420
14,0
G4
35,0
2
4,4
380 V / 3f / 60 Hz
300
1.900
1.900
1.900
10,5
3,0
60
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
324
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-TR-01
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 3
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 4
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
1.960
12,0
G4
35,0
2
0,37
380 V / 3f / 60 Hz
50
700
700
800
10,0
3,0
60
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
325
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GE-TR-04
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 3
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 4
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
7.560
5,0
35,0
2
0,55
380 V / 3f / 60 Hz
130
1.300
1.300
1.300
10,0
65,0
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
326
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-TR-05
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
7.560
5,0
G4
35,0
2
1,1
380 V / 3f / 60 Hz
300
1.300
1.300
1.400
10,0
3,0
70
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
327
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GE-TR-03
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
5.380
15,0
35,0
2
1,1
380 V / 3f / 60 Hz
300
1.000
1.000
1.050
10,0
50
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
328
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-TR-04
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
6.200
8,0
G4
35,0
2
1,1
380 V / 3f / 60 Hz
300
1.000
1.000
1.000
10,0
3,0
65
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
329
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GE-P1-01
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
11.000
6,0
G4
35,0
2
1,1
380 V / 3f / 60 Hz
200
1.600
1.600
1.800
10,0
3,0
50
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
330
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-P1-01
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
12.030
10,0
G4
35,0
2
1,5
380 V / 3f / 60 Hz
300
1.400
1.400
1.400
10,0
3,0
50
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
331
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-P2-01
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
3.240
4,0
G4
35,0
2
0,55
380 V / 3f / 60 Hz
60
700
700
800
10,0
3,0
60
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
332
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-P2-02
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
1.010
9,0
G4
35,0
2
0,25
380 V / 3f / 60 Hz
60
700
700
800
10,0
3,0
50
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
333
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GE-P2-07
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
3.240
9,0
G4
35,0
2
0,75
380 V / 3f / 60 Hz
60
700
700
800
10,0
60
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
334
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GE-P2-04
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
2.560
9,0
G4
35,0
2
0,37
380 V / 3f / 60 Hz
60
700
700
800
10,0
60
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
335
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-P2-08
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
2.560
10,0
G4
35,0
2
0,37
380 V / 3f / 60 Hz
60
700
700
800
10,0
3,0
50
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
336
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GE-P2-02
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
3.990
5,0
35,0
2
0,37
380 V / 3f / 60 Hz
100
1.000
1.000
1.050
10,0
55
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
337
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GE-P2-03
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Ite Descrição
m
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10 Altura máxima
11 Profundidade máxima
12 Velocidade máxima de descarga
13 Velocidade máxima do ar nos filtros
14 Rendimento mínimo
14 Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Data:
03/11/2009
Valores
Unidade
9.440
18,0
35,0
2
1,5
380 V / 3f / 60 Hz
160
1.300
1.300
1.300
10,0
3,0
70
Verificar desenhos
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
338
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-P2-05
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
4.760
3,5
G4
35,0
2
0,55
380 V / 3f / 60 Hz
60
1.000
1.000
1.050
10,0
3,0
50
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
339
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GE-P2-01
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
2.190
9,0
35,0
2
0,25
380 V / 3f / 60 Hz
60
700
700
800
10,0
55
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
340
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GE-P2-05
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
8.000
7,0
35,0
2
0,55
380 V / 3f / 60 Hz
140
1.300
1.300
1.300
10,0
3,0
70
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
341
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GE-P2-06
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
4.260
16,0
35,0
2
0,55
380 V / 3f / 60 Hz
160
1.000
1.000
1.050
10,0
3,0
65
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
342
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-P2-03
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
1.880
8,0
G4
35,0
2
0,25
380 V / 3f / 60 Hz
60
750
750
800
10,0
3,0
55
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
343
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-P2-11
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
4.740
5,0
G4
35,0
2
0,75
380 V / 3f / 60 Hz
140
1.000
1.000
1.000
10,0
3,0
50
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
344
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-P2-12
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
11.510
9,0
G4
35,0
2
2,2
380 V / 3f / 60 Hz
250
1.600
1.600
1.800
10,0
3,0
70
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
345
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-P2-13
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
1.570
9,0
G4
35,0
2
0,37
380 V / 3f / 60 Hz
60
700
700
800
10,0
3,0
50
Verificar desenhos
Data:
03/11/2009
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
346
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-P2-14
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
Quantidade: 01
Valores
465
7,0
G4
35,0
2
0,12
380 V / 3f / 60 Hz
60
700
700
800
10,0
3,0
50
Verificar desenhos
Data:
03/11/200
9
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
347
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Gabinete de Ventilação
Identificação: GAE-P2-07
Quantidade: 01
Condições de Instalação:
( X ) ao tempo
( ) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
Valores
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível vide observação 4
3
Filtragem (NBR 16401)
4
TBS do ar vide observação 1
5
Altitude (acima do nível do mar)
6
Potência do motor elétrico vide observação 5
7
Alimentação elétrica
8
Peso máximo do conjunto
9
Largura máxima
10
Altura máxima
11
Profundidade máxima
12
Velocidade máxima de descarga
13
Velocidade máxima do ar nos filtros
14
Rendimento mínimo
14
Posição de montagem
Observações
7.680
10,0
G4
35,0
2
1,5
380 V / 3f / 60 Hz
140
1.300
1.300
1.400
10,0
3,0
70
Verificar desenhos
Data:
03/11/20
09
Unidad
e
m³/h
mmca
°C
m
kW
kgf
mm
mm
mm
m/s
m/s
%
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) Não inclui a perda de carga no filtro.
4) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
348
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
13.5.2
Anexo 1
MINI EXAUSTORES AXIAIS
Ficha de Características Técnicas de Mini Exaustor Axial
Identificação: Sanitários de PND do 2° pavimento
Quantidade: 02
Condições de Instalação:
( ) ao tempo
(X) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
Valores
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível
3
TBS do ar vide observação 1
4
Altitude (acima do nível do mar)
5
Potência do motor elétrico vide observação 3
6
Alimentação elétrica
7
Largura máxima
8
Altura máxima
9
Profundidade máxima
Observações
220
5,0
32
2
0,025
220 V / 1f / 60 Hz
180
180
130
Data:
05/11/2
009
Unidad
e
m³/h
mmca
°C
m
kW
mm
mm
mm
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
349
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Mini Exaustor Axial
Identificação: 1° pavimento
Quantidade: 03
Condições de Instalação:
( ) ao tempo
(X) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
Valores
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível
3
TBS do ar vide observação 1
4
Altitude (acima do nível do mar)
5
Potência do motor elétrico vide observação 3
6
Alimentação elétrica
7
Largura máxima
8
Altura máxima
9
Profundidade máxima
Observações
100
5,0
32
2
0,025
220 V / 1f / 60 Hz
180
180
130
Data:
05/11/2
009
Unidad
e
m³/h
mmca
°C
m
kW
mm
mm
mm
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
350
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Mini Exaustor Axial
Identificação: Térreo – Auditório (cabine de som)
Quantidade: 01
Condições de Instalação:
( ) ao tempo
(X) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
Valores
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível
3
TBS do ar vide observação 1
4
Altitude (acima do nível do mar)
5
Potência do motor elétrico vide observação 3
6
Alimentação elétrica
7
Largura máxima
8
Altura máxima
9
Profundidade máxima
Observações
100
5,0
32
2
0,025
220 V / 1f / 60 Hz
180
180
130
Data:
05/11/2
009
Unidad
e
m³/h
mmca
°C
m
kW
mm
mm
mm
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
351
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Mini Exaustor Axial
Identificação: Térreo – Sanitários da Sala de Motoristas
Quantidade: 02
Condições de Instalação:
( ) ao tempo
(X) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
Valores
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível
3
TBS do ar vide observação 1
4
Altitude (acima do nível do mar)
5
Potência do motor elétrico vide observação 3
6
Alimentação elétrica
7
Largura máxima
8
Altura máxima
9
Profundidade máxima
Observações
220
5,0
32
2
0,025
220 V / 1f / 60 Hz
180
180
130
Data:
05/11/
2009
Unida
de
m³/h
mmca
°C
m
kW
mm
mm
mm
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
352
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Ficha de Características Técnicas de Mini Exaustor Axial
Identificação: Térreo – Lavatórios do Auditório
Condições de Instalação:
( ) ao tempo
(X) abrigada
Características de Seleção
Item Descrição
1
Vazão de ar
2
Pressão estática disponível
3
TBS do ar vide observação 1
4
Altitude (acima do nível do mar)
5
Potência do motor elétrico vide observação 3
6
Alimentação elétrica
7
Largura máxima
8
Altura máxima
9
Profundidade máxima
Observações
Quantidade: 01
Data:
05/11/2
009
Valores
130
5,0
32
2
0,025
220 V / 1f / 60 Hz
180
180
130
Unidade
m³/h
mmca
°C
m
kW
mm
mm
mm
1) TBS = temperatura de bulbo seco.
2) As informações desta ficha complementam as informações no item específico destes
equipamentos constantes neste memorial.
3) A potência do motor elétrico deverá ser recalculada pelo fornecedor de acordo com a
pressão estática total e o equipamento selecionado.
353
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3
VFR
13.5.3.1
SISTEMA UC-05
13.5.3.1.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-05
01
77.400 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
34,0 kW
13.5.3.1.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
04
1.892 Kcal/h
660 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,04 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
04
3.697 Kcal/h
720 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,06 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
07
4.815 Kcal/h
780 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,1 KW
25,0 / 16,5
354
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
03
9.640 Kcal/h
1.650 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,21 KW
25,0 / 16,5
Teto de Embutir
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível
01
7.222 Kcal/h
1500 m3/h
1300 x 600 x 250
220 / 1f / 60 Hz
0,26 KW
25,0 / 16,5
4,0
13.5.3.2
SISTEMA UC-06
13.5.3.2.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-06
01
62.800 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
24,0 kW
13.5.3.2.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
05
12.220 Kcal/h
1830 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,22 KW
25,0 / 16,5
355
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
13.5.3.3
02
1.892 Kcal/h
660 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,04 KW
25,0 / 16,5
SISTEMA UC-07
13.5.3.3.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-07
01
62.800 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
24,0 kW
13.5.3.3.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
13.5.3.4
05
12.220 Kcal/h
1830 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,22 KW
25,0 / 16,5
SISTEMA UC-08
13.5.3.4.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-08
01
73.080 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
32,0 kW
356
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.4.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
13.5.3.5
06
12.220 Kcal/h
1830 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,22 KW
25,0 / 16,5
SISTEMA UC-09
13.5.3.5.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-09
01
73.080 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
32,0 kW
13.5.3.5.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
13.5.3.6
06
12.220 Kcal/h
1830 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,22 KW
25,0 / 16,5
SISTEMA UC-10
13.5.3.6.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-10
01
73.080 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
32,0 kW
357
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.6.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
03
1.892 Kcal/h
660 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,04 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
03
3.697 Kcal/h
720 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,06 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
08
4.815 Kcal/h
780 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,1 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
02
9.640 Kcal/h
1.650 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,21 KW
25,0 / 16,5
358
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
13.5.3.7
Anexo 1
SISTEMA UC-11
13.5.3.7.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-11
01
48.160 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
16,6 kW
13.5.3.7.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
06
3.697 Kcal/h
720 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,06 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
06
4.815 Kcal/h
780 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,1 KW
25,0 / 16,5
359
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
13.5.3.8
Anexo 1
SISTEMA UC-12
13.5.3.8.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-12
01
48.160 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
16,6 kW
13.5.3.8.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
07
1.892 Kcal/h
660 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,04 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
02
7.320 Kcal/h
1.220 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,14 KW
25,0 / 16,5
Teto de Embutir
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível
04
4.815 Kcal/h
900 m3/h
1000 x 600 x 250
220 / 1f / 60 Hz
0,22 KW
25,0 / 16,5
3,5
360
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.9 SISTEMA UC-13
13.5.3.9.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-13
01
62.800 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
26,4 kW
13.5.3.9.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
01
3.697 Kcal/h
720 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,06 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
14
4.815 Kcal/h
780 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,1 KW
25,0 / 16,5
361
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.10 SISTEMA UC-18
13.5.3.10.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-18
01
62.800 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
26,4 kW
13.5.3.10.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
04
1.892 Kcal/h
660 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,04 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
05
3.697 Kcal/h
720 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,06 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
03
4.815 Kcal/h
780 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,1 KW
25,0 / 16,5
362
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
02
9.640 Kcal/h
1.650 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,21 KW
25,0 / 16,5
Teto de Embutir
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível
01
7.222 Kcal/h
1500 m3/h
1300 x 600 x 250
220 / 1f / 60 Hz
0,26 KW
25,0 / 16,5
4,0
363
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.11 SISTEMA UC-21
13.5.3.11.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-21
01
77.400 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
34,0 kW
13.5.3.11.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
06
3.697 Kcal/h
720 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,06 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
03
4.815 Kcal/h
780 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,1 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
05
6.110 Kcal/h
960 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,1 KW
25,0 / 16,5
364
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
01
9.640 Kcal/h
1.650 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,21 KW
25,0 / 16,5
Teto de Embutir
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível
03
7.222 Kcal/h
1500 m3/h
1300 x 600 x 250
220 / 1f / 60 Hz
0,26 KW
25,0 / 16,5
4,0
365
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.12 SISTEMA UC-22
13.5.3.12.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-22
01
77.400 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
34,0 kW
13.5.3.12.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
02
1.892 Kcal/h
660 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,04 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
06
6.110 Kcal/h
960 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,1 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
06
7.320 Kcal/h
1.220 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,14 KW
25,0 / 16,5
366
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.13 SISTEMA UC-25
13.5.3.13.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-25
01
34.400 Kcal/h
1600 x 1600 x 800
380 / 3f / 60 Hz
12,2 kW
13.5.3.13.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
09
1.892 Kcal/h
660 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,04 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
02
3.697 Kcal/h
720 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,06 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
01
7.320 Kcal/h
1.220 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,14 KW
25,0 / 16,5
367
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.14 SISTEMA UC-26
13.5.3.14.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-26
01
48.160 Kcal/h
1600 x 2000 x 800
380 / 3f / 60 Hz
16,6 kW
13.5.3.14.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
02
1.892 Kcal/h
660 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,04 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
03
4.815 Kcal/h
780 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,1 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
01
9.640 Kcal/h
1.650 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,21 KW
25,0 / 16,5
368
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Teto de Embutir
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível
02
4.815 Kcal/h
900 m3/h
1000 x 600 x 250
220 / 1f / 60 Hz
0,22 KW
25,0 / 16,5
3,5
Teto de Embutir
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível
01
7.222 Kcal/h
1500 m3/h
1300 x 600 x 250
220 / 1f / 60 Hz
0,26 KW
25,0 / 16,5
4,0
369
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.15 SISTEMAS UC 27/28
13.5.3.15.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-27/28
02
77.400 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
34,0 kW
13.5.3.15.2 EVAPORADORAS
Modulares
Quantidade
Capacidade
Calor Sensível
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível (mmca)
Filtro (ABNT)
04
38.700 Kcal/h
20.600 Kcal/h
6.000 m3/h
1600 x 1800 x 800
220 / 1f / 60 Hz
3,0 KW
24,7 / 18,7
3,0
G4
370
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.16 SISTEMA UC-29
13.5.3.16.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-29
01
48.160 Kcal/h
1600 x 2000 x 800
380 / 3f / 60 Hz
16,6 kW
13.5.3.16.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
13
3.697 Kcal/h
720 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,06 KW
25,0 / 16,5
371
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.17 SISTEMA UC-30
13.5.3.17.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-30
01
43.020 Kcal/h
1600 x 2000 x 800
380 / 3f / 60 Hz
14,4 kW
13.5.3.17.2 EVAPORADORAS
Parede
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
05
2.407 Kcal/h
600 m3/h
800 x 300 x 250
220 / 1f / 60 Hz
0,04 KW
25,0 / 16,5
Teto de Embutir
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível
01
6.105 Kcal/h
960 m3/h
1300 x 600 x 250
220 / 1f / 60 Hz
0,25 KW
25,0 / 16,5
4,0
Teto de Embutir
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível
01
9.630 Kcal/h
1620 m3/h
1600 x 600 x 250
220 / 1f / 60 Hz
0,26 KW
25,0 / 16,5
4,0
372
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Modulares
Quantidade
Capacidade
Calor Sensível
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
Pressão Estática Disponível (mmca)
Filtro (ABNT)
01
24.763 Kcal/h
11.075 Kcal/h
4.260 m3/h
1600 x 1800 x 800
220 / 1f / 60 Hz
1,5 KW
2,0
G4
373
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.18 SISTEMA UC-31
13.5.3.18.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-31
01
48.160 Kcal/h
1600 x 2000 x 800
380 / 3f / 60 Hz
16,6 kW
13.5.3.18.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
08
3.697 Kcal/h
720 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,06 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
04
4.815 Kcal/h
780 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,1 KW
25,0 / 16,5
374
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.19 SISTEMA UC-32
13.5.3.19.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-32
01
68.800 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
26,4 kW
13.5.3.19.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
10
7.320 Kcal/h
1.220 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,14 KW
25,0 / 16,5
375
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.20 SISTEMA UC-33
13.5.3.20.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-33
01
34.400 Kcal/h
1600 x 1600 x 800
380 / 3f / 60 Hz
12,2 kW
13.5.3.20.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
02
1.892 Kcal/h
660 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,04 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
08
3.697 Kcal/h
720 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,06 KW
25,0 / 16,5
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
03
9.640 Kcal/h
1.650 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,21 KW
25,0 / 16,5
376
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.21 SISTEMA UC-34
13.5.3.21.1 CONDENSADORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-34
01
77.400 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
34,0 kW
13.5.3.21.2 EVAPORADORAS
Teto de Embutir
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível
01
3.697 Kcal/h
780 m3/h
1000 x 600 x 250
220 / 1f / 60 Hz
0,11 KW
25,0 / 16,5
3,5
Teto de Embutir
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível
03
6.105 Kcal/h
960 m3/h
1300 x 600 x 250
220 / 1f / 60 Hz
0,25 KW
25,0 / 16,5
4,0
Teto de Embutir
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível
05
13.757 Kcal/h
2580 m3/h
1800 x 600 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,50 KW
25,0 / 16,5
4,0
377
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
13.5.3.22 SISTEMA UC-35
13.5.3.22.1 CONDENSDORA
Identificação
Quantidade
Capacidade
Dimensões Máximas (A x P x L) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência Máxima Consumida
UC-35
01
62.800 Kcal/h
1600 x 2500 x 800
380 / 3f / 60 Hz
24,0 kW
13.5.3.22.2 EVAPORADORAS
Cassete 4 Vias
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Teto de Embutir
Quantidade
Capacidade
Vazão de ar
Dimensões Máximas (L x P x A) mm
Tensão / Fase / Freqüência
Potência consumida
TBS/TBU Entrada do Ar (°C)
Pressão Estática Disponível
02
1.892 Kcal/h
660 m3/h
1000 x 1000 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,04 KW
25,0 / 16,5
05
13.757 Kcal/h
2580 m3/h
1800 x 600 x 300
220 / 1f / 60 Hz
0,50 KW
25,0 / 16,5
4,0
378
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 14
AUTOMAÇÃO E CONTROLE PREDIAL
14.1
MEMORIAL DESCRITIVO .............................................................................................. 379
14.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS................................................................................. 380
14.2.1
14.2.2
14.2.3
14.2.4
14.2.5
14.2.6
14.2.7
14.2.8
14.2.9
14.2.10
14.2.11
14.2.11.1
14.2.11.2
14.2.12
14.2.12.1
14.2.12.2
14.2.12.3
14.2.12.4
14.2.12.5
14.2.12.6
14.2.12.7
ESTAÇÃO DE OPERAÇÃO............................................................................................ 380
NETWORK MANAGER (CONTROLADOR DE REDE) .................................................. 381
INTERFACE HOMEM MÁQUINA (IHM) ......................................................................... 383
CLIENTES COM NAVEGADORES WEB ....................................................................... 385
GERENCIAMENTO DA REDE LONWORKS ................................................................. 386
CONTROLADORAS PROGRAMÁVEIS COM PONTOS ANALÓGICOS ...................... 386
CONTROLADORAS PROGRAMÁVEIS COM PONTOS DIGITAIS ............................... 387
INTERFACES.................................................................................................................. 388
SOFTWARE .................................................................................................................... 388
INFRA- ESTRUTURA ELÉTRICA E PAINÉIS ................................................................ 389
APRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS INFORMAÇÕES ..................................................... 389
CARACTERÍSTICAS GRÁFICAS GERAIS .................................................................... 389
APRESENTAÇÃO GRÁFICA PARA O SISTEMA ELÉTRICO ....................................... 389
ESTRATÉGIAS DE CONTROLE .................................................................................... 390
SUPERVISÃO E CONTROLE DOS PAINÉIS DE ILUMINAÇÃO ................................... 390
SUPERVISÃO E CONTROLE DA SUBESTAÇÃO......................................................... 390
SUPERVISÃO E CONTROLE DOS GRUPOS GERADORES ....................................... 391
SUPERVISÃO E CONTROLE DO SISTEMA NO-BREAK ............................................. 391
SUPERVISÃO E CONTROLE DO SISTEMA DE INCÊNDIO ........................................ 392
SUPERVISÃO E CONTROLE DO SISTEMA HIDRÁULICO .......................................... 392
SUPERVISÃO DO SISTEMA DE AR CONDICIONADO ................................................ 393
14.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ............................................................................. 393
14.3.1
14.3.2
14.3.3
14.3.4
14.3.5
14.3.6
14.3.7
14.3.8
14.3.9
14.3.10
METODOLOGIA E DOCUMENTAÇÃO .......................................................................... 230
TESTES E COMISSIONAMENTO .................................................................................. 393
TREINAMENTO .............................................................................................................. 394
MANUTENÇÃO ............................................................................................................... 232
GARANTIA ...................................................................................................................... 232
TESTES E AJUSTES FINAIS ......................................................................................... 231
PROJETOS ..................................................................................................................... 394
DOCUMENTAÇÃO FINAL .............................................................................................. 395
INSTALAÇÃO FÍSICA DOS SISTEMAS ......................................................................... 395
INFRA-ESTRUTURA ...................................................................................................... 395
14.4
NORMAS REGULAMENTARES..................................................................................... 396
14.5
PONTOS A SEREM CONTROLADOS ........................................................................... 396
379
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
14.1
Anexo 1
MEMORIAL DESCRITIVO
Esta especificação tem o objetivo de estabelecer as diretrizes básicas para o
fornecimento e instalação de equipamentos, materiais e serviços complementares necessários
à implantação do Sistema de Supervisão e Controle Predial (SSCP), no edifício do Meio
Circulante do Banco Central do Brasil, no Rio de Janeiro.
O Sistema deverá ter tecnologia DDC distribuída, padronizada, utilizando uma
configuração comercialmente disponível de hardware, com módulos de software constantes da
linha normal de produtos do fornecedor.
O sistema de supervisão e controle deve ser composto por controladores
totalmente compatíveis com protocolo ―LonTalk‖ com certificação ―LonMark‖. Os componentes
do sistema que não possuírem esta certificação devem ser totalmente compatíveis com os
padrões LonMark, ModBus ou BACNet. Deve ser capaz de integrar os sistemas de utilidades,
permitindo o acesso de usuários a todos os sistemas, quer seja localmente por meio de uma
rede Intranet segura ou remotamente via Internet, utilizando um Navegador Web padrão.
A Contratada poderá, contudo, apresentar alternativas que apresentem
características similares, não sendo aceita, todavia, qualquer solução com hardware e software
proprietários.
O Sistema de Supervisão e Controle Predial deverá permitir a interface com os
equipamentos a serem controlados, notadamente os relativos aos sistemas de ar condicionado,
aos sistemas elétricos, de iluminação, hidráulicos, geradores, no-breaks, bem como integração
total com o sistema de detecção e alarme de incêndio, de controle de acesso e de CFTV.
Especial atenção deve ser dada às interfaces, conexões, funções requeridas e características
de sinais para evitar futuras incompatibilidades.
O sistema deve permitir a facilidade de interligação entre equipamentos de
fornecedores e naturezas distintas, com o intuito de formar um único meio de
transmissão de dados, possuindo:
Compatibilidade física entre conectores e
Conversão dos protocolos de comunicação.
O Sistema deverá permitir expansões futuras, tanto em número de pontos
quanto em dispositivos, até a configuração máxima prevista.
O Sistema e todos os seus complementos, como redes, equipamentos,
sensores e software, deverão ser dotados de facilidades de auto-diagnóstico, para
facilitar a operação e manutenção.
A lista de pontos a serem supervisionados e controlados, não deve ser
considerada como definitiva, e sim orientativa para o balizamento das quantidades a
serem levantadas e orçadas pela Contratada.
380
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Todo o fornecimento, incluindo instalação, calibração, testes, ajustes, partida e
manutenção, deverá ser executado por pessoal qualificado e treinado. A instalação resultante
deverá refletir trabalho de qualidade profissional e o emprego dos melhores padrões e métodos
industriais.
14.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS
Todos os materiais e equipamentos devem ser de linha normal de fabricação,
sendo vetada a utilização de equipamentos projetados e fabricados especificamente para este
projeto. O fabricante deve ter reputação e experiência comprovadas, fornecidos por filiais ou
distribuidores autorizados no país.
A Contratada deve comprovar, de forma a não deixar dúvidas, que equipamentos
não fabricados no país terão suporte adequado em território nacional do ponto de vista técnico,
tecnológico e de manutenção e que garantirá o fornecimento de peças de reposição pelo
período mínimo de 10 anos.
A Contratada deverá fornecer e instalar os seguintes itens do Sistema de
Supervisão e Controle Predial:








Todo o hardware e software das estações de gerenciamento e das controladoras;
Todo o hardware e software dos painéis periféricos de controle;
Sensores, transmissores e periféricos vários, conforme especificados quando necessário;
Mão-de-obra de engenharia, instalação e supervisão;
Configuração do banco de dados;
Start-up e comissionamento;
Testes de aceitação;
Treinamento dos operadores.
14.2.1
ESTAÇÃO DE OPERAÇÃO
A Estação de Operação deve ser baseada em microcomputador PC, com as
seguintes características mínimas:










Processador , com velocidade que atenda ao sistema oferecido
Memória RAM de 1024 MB (133 MHz) ou superior
Disco Rígido de 160 GB no mínimo
Monitor colorido LCD (1024 x 768) de 17" ou superior
Placa de Rede Ethernet 10/100 BaseT
Unidade leitora e gravadora de DVD
2 portas paralelas
2 portas seriais assíncronas
2 portas USB
1 Impressora Jato de Tinta
381
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
14.2.2
Anexo 1
NETWORK MANAGER (CONTROLADOR DE REDE)
Deverá ser fornecido e instalado um Network Manager em condição de permitir a
comunicação entre a Estação de Operação e a Rede existente de Controladoras Periféricas.
A Network Manager deverá ter condição de se comunicar integralmente, sem perda
de dados e em tempo real, com a Rede existente de Controladoras Periféricas, sendo de
responsabilidade do fornecedor desenvolver a interface necessária para garantir a referida
comunicação.
A Network Manager deve possuir uma interface para os dispositivos de controle,
além de executar funções de supervisão e controle dos mesmos, devendo possuir, pelo menos
as seguintes características:








Calendário
Programação horária
Gráficos de tendência
Monitoramento e direcionamento de alarmes
Sincronização horária
Integração de dados de controladores LonWorks
Integração de redes Bacnet e MODBUS
Funções de gerenciamento de rede para todos os dispositivos LonWorks
A Network Manager deve permitir o acesso múltiplo de usuários além de suportar
conexões ao banco de dados via ODBC ou SQL. O banco de dados residente neste
controlador deve ser compatível com ODBC ou deve, ao menos, oferecer um mecanismo de
acesso via ODBC para leitura e escrita dos dados armazenados no banco de dados. O acesso
deverá poder ser feito por meio de navegadores WEB padrões via Intranet/Internet com
conexão simultânea de, no mínimo 16 usuários.
Deve permitir reconhecimento, gravação, direcionamento, gerenciamento e análise
de alarmes, implementando características distribuídas a equipamentos e controladores de
aplicação específica.
Qualquer condição de alarme deve poder ser direcionada a qualquer usuário que
esteja conectado a uma rede local ou remotamente, via conexão discada ou rede.
A geração de alarmes deve ser configurável pelo modo como será anunciado e
requisitos de reconhecimento. Deve ser possível tratar os seguintes eventos:



Alarme
Retorno à condição normal
Falha
Deve possibilitar a criação de um número ilimitado de classes de alarme com o
objetivo de direcionar tipos ou classes de alarmes como: HVAC, Incêndio, Segurança, etc.,
além de permitir o agendamento dos direcionamentos.
Deve ser possível configurar a geração de alarmes por tempo de funcionamento ou
por contadores de eventos para fins de manutenção preventiva de equipamentos. O usuário,
382
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
por meio de senha, deve poder reiniciar o tempo de funcionamento ou os contadores de
eventos.
Os alarmes devem ser anunciados de qualquer uma das maneiras descritas a
seguir, conforme definido pelo usuário:
 Mensagens de texto na tela
 Promover através da Gerenciadora, o desligamento do sistema de ar condicionado, quando
da importação de alarmes de incêndio oriundos do sistema de detecção e alarme de incêndio
(SDAI), abertura das portas controladas pelo sistema de controle de acesso (SCA).
 Envio de e-mail com a mensagem de alarme para destinatários múltiplos.
 Envio de mensagem para pagers via provedores de servidores de pagers
 Gráficos no supervisório que piscam.
 Mensagens impressas, direcionadas diretamente para uma impressora de
alarmes dedicada.
Para cada ocorrência de alarme, devem ser armazenados, pelo menos: data e
hora, localização (prédio, andar, zona, número da sala, etc.), equipamento de condicionamento
e ar e de ventilação/exaustão, hora e data de reconhecimento de alarme, usuário que fez o
reconhecimento e número de ocorrências deste o último reconhecimento.
Os usuários devem poder ser configurados para possuir permissão para
reconhecimento de qualquer tipo de alarme ou tipos/classes específicos de alarmes.
O histórico de todos os alarmes deve ser mantido pelo próprio controlador de rede
e/ou por um servidor (desde que configurado desta forma) podendo ser acessado a qualquer
momento, através de funções específicas de pesquisa que permitem a listagem de alarmes em
função de parâmetros definidos pelo usuário.
Os alertas de sistema (falha em controlador, falha na rede, etc.) devem ser
armazenados em um histórico separado, assim como o histórico de erros que armazena
alterações inválidas de propriedades ou comandos inválidos.
Quanto ao recebimento e armazenamento de dados, o controlador de rede deve ser
capaz de realizar registros referentes a qualquer propriedade de qualquer objeto e armazenar
para uso futuro, podendo ser configurado como histórico de "intervalo" ou "desvio":
 Históricos de intervalo - deve poder ser configurado para hora do dia, dia da semana e
intervalo de coleta.
 Históricos de desvio - deve poder ser configurado para desvio de uma variável em relação a
um valor fixo. Este valor, quando atingido, dará início ao registro do objeto.
Para todos os históricos, deve ser possível definir o número máximo de registros,
além de definir se o registro de dados irá parar quando atingido este número máximo ou se
haverá uma rolagem dos dados numa fila tipo FIFO (primeiro a entrar, primeiro a sair). Para
cada histórico, deve ser possível definir se os registros serão apagados por eventos baseados
em tempo ou por eventos ou ações definidas pelo usuário.
Todos os registros históricos devem ser arquivados num banco de dados relacional
no próprio controlador de rede podendo ser acessados a partir de um servidor (se o sistema
383
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
estiver configurado desta maneira) ou a partir de um navegador WEB padrão. Quando os
dados forem acessados a partir de um servidor, estes devem ser manipulados utilizando
expressões SQL padrões.
Adicionalmente, os dados históricos devem poder ser acessados nos formatos,
HTML, XML, Texto ou Valores separados por vírgula ou tabulações. Sistemas que não
trabalham com formatos HTML e XML não serão aceitos. O registro dos dados históricos deve
poder ser configurado para ser executado em determinada hora do dia ou quando o buffer
atingir a capacidade definida pelo usuário.
Deve haver também, um histórico de auditoria para registrar todas as ações
realizadas no controlador de rede, devendo possuir todas as características e funções de
arquivamento do banco de dados de históricos. Para cada registro, deverão ser armazenados:
data e hora, identificação do usuário e alteração ou atividade, isto é, alteração de set-point,
adição ou exclusão de objetos, comandos, etc.
O backup do banco de dados deve ser feito automaticamente, baseado num
intervalo de tempo definido pelo usuário. Cópias do banco de dados atual e do banco de dados
mais recente devem estar armazenados no Network Manager, pelo menos no formato XML
para permitir a visualização e edição pelos usuários.
14.2.3
INTERFACE HOMEM MÁQUINA (IHM)
O fornecedor deverá fornecer o software operacional da Estação de Operação que
deverá compreender no mínimo as características e funções a seguir especificadas:
- Poder utilizar o navegador WEB padrão das estações de trabalho para a implementação da
IGU (Interface Gráfica com Usuário).
- As telas gráficas deverão ser desenvolvidas utilizando qualquer pacote de software gráfico
capaz de gerar arquivos nos formatos GIF, BMP ou JPG. Adicionalmente, ou no lugar de um
gráfico de fundo, o IGU deverá poder suportar imagens digitalizadas.
- Possuir uma galeria de símbolos de HVAC, incluindo ventiladores, válvulas, motores,
sistemas de tratamento de ar, diagramas padrões de dutos e símbolos, sendo possível
adicionar símbolos personalizados a esta galeria.
- As telas gráficas deverão conter objetos para texto, valores em tempo-real, animações,
objetos gráficos, registros, links para documentos HTML ou XML, objetos de programação
horária, hiperlinks para URL's e links para outras telas gráficas.
- Os gráficos deverão suportar diversos layers (no mínimo 6) e cada objeto gráfico deverá ser
configurável quanto aos layers a que estão associados.
- A modificação de objetos, como programação horária, calendários e set-points deverá ser
feita também por meio de telas gráficas.
- A programação horária deverá poder ser ajustada com o mouse utilizando comandos
deslizantes, sem a necessidade do uso de teclado.
384
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
- Feriados deverão ser definidos com o mouse em um calendário, sem a necessidade do uso
de teclado.
- Comandos de partida e parada deverão ser realizados por mouse a partir de menus pop-up.
Nenhum texto deverá ser digitado.
- Ajustes de variáveis analógicas como set points deverão ser feitas por mouse, utilizando
comandos deslizantes, sem a necessidade do uso de teclado.
- O IGU deve permitir, com a utilização da senha correta, no mínimo, as seguintes tarefas:
- Criar, apagar ou modificar estratégias de controle.
- Adicionar ou apagar objetos do sistema.
- Sintonizar loops de controle através do ajuste de seus parâmetros.
- Habilitar e desabilitar estratégias de controle.
- Possibilitar a impressão de estratégias de controle.
- Selecionar e definir pontos que geram alarmes
- Selecionar pontos para histórico de tendência e iniciar a gravação dos valores
automaticamente.
A IGU deve possuir uma ajuda on-line, sensível ao contexto, para auxiliar na
operação e edição do sistema. A ajuda deve estar disponível para todas as aplicações e
fornecer as informações relevantes à tela atual. Informações adicionais deverão estar
disponíveis através de hipertexto. Toda a documentação do sistema e os arquivos de ajuda
devem estar no formato HTML.
Cada operador deve poder se conectar ao sistema, com nome do usuário e senha
para poder visualizar, editar, adicionar ou apagar dados. O administrador do sistema deverá
definir os níveis de segurança de cada operador. A senha deverá restringir o acesso de cada
operador para visualizar e/ou alterar cada aplicação do sistema e objetos. O operador deverá
ser desconectado automaticamente se não houver atividades do teclado e/ou mouse. Todos os
dados de segurança deverão ser armazenados em um formato criptografado.
O sistema monitorará automaticamente a operação de todas as estações,
impressoras, modems, conexões de rede e controladoras. A falha de qualquer dispositivo será
informada ao operador.
O sistema possuirá um console ou uma janela dedicada para alarmes. Esta janela
informará uma condição de alarme e permitirá ao operador a visualização de detalhes do
alarme e o reconhecimento do mesmo. A utilização do console poderá ser desabilitada pelo
administrador.
Quando a console de alarme estiver habilitada, uma janela separada de alarme
será mostrada sobre todas as outras janelas, não podendo ser minimizada ou fechada pelo
operador. Esta janela notificará o operador sobre novos alarmes e alarmes não reconhecidos.
Deverá ser possível trabalhar com Microsoft Word, Excel e outros pacotes de
software baseados em Windows ao mesmo tempo em que são anunciados alarmes ou são
monitoradas informações do sistema de supervisão.
385
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
As telas gráficas deverão atender todas as utilidades interconectadas atualmente
com o sistema existente e deverão compreender no mínimo:
- 01 tela de abertura contendo logotipo e acesso a Vista lateral do prédio;
- 01 tela de Arquitetura do Sistema;
- 01 vista Lateral contendo acesso aos andares
- telas de andares contendo:
- Detecção e alarme de incêndio
- Ar Condicionado (sensores, atuadores, condicionadores de ar, etc)
- Iluminação normal/emergência
- Quadros de controle
- Geradores
- No breaks
- Etc
14.2.4
CLIENTES COM NAVEGADORES WEB
O sistema deve suportar um número ilimitado de clientes utilizando navegadores
WEB padrões como Internet Explorer ou Netscape Navigator. Sistemas que necessitam de
software adicional (para habilitar um navegador padrão) residentes nas máquinas clientes ou
navegadores específicos do sistema não são aceitáveis.
O software do navegador deve rodar em qualquer sistema operacional e com
qualquer configuração suportada pelo navegador. O acesso à página WEB deve poder ser feito
por meio dos controladores de rede ou das estações de supervisão.
O navegador deve oferecer as mesmas telas do sistema em termos de gráficos,
programação horária, calendários, registros, etc. e a mesma metodologia de interface da
estação de supervisão local. Sistemas que necessitam de telas diferentes, ou que necessitam
de modos diferentes de interação com os objetos como programação horária ou registros não
são aceitáveis.
A identificação através de nome do usuário e senha deve ser obrigatória e
implementada utilizando autenticação Java com técnicas de criptografia para evitar acessos
não autorizados ao sistema. Se um usuário não autorizado tentar acessar o sistema, deverá
ser mostrada uma tela em branco.
As telas gráficas desenvolvidas para a Estação de Supervisão devem ser as
mesmas telas mostradas no navegador WEB cliente. Qualquer objeto gráfico animado
suportado pela Estação de Supervisão deverá ser suportado também pelo navegador WEB.
Não deve ser necessária programação HTML para mostrar gráficos ou dados do
sistema. A edição no formato HTML deve ser permitida caso o usuário deseja alterar a
aparência da tela.
As telas gráficas devem ser armazenadas no Network Manager , sem necessidade
de qualquer gráfico ser armazenado na máquina cliente. Sistemas que necessitam do
armazenamento de gráficos em cada máquina cliente não são aceitáveis.
386
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Valores em tempo-real mostrados na página WEB devem ser atualizados
automaticamente sem a necessidade de atualizar a página manualmente.
Dependendo dos privilégios de acesso definidos pelo administrador, o usuário
pode:
 Modificar graficamente, objetos comuns das aplicações como programação horária,
calendários e set points, sem a necessidade de utilização de teclado.
 Comandar a partida e parada com o mouse em menus tipo pop-up sem a necessidade de
utilização de teclado.
 Visualizar registros e gráficos
 Visualizar e reconhecer alarmes
Deve ser possível especificar uma página inicial para o usuário, além de poder
limitar o acesso do usuário apenas à sua página inicial. A partir desta página, haverá links para
outras páginas do sistema, desde que autorizado pelo administrador.
As telas gráficas do Navegador WEB cliente devem suportar links hipertexto para
outras localidades da internet ou intranet.
14.2.5
GERENCIAMENTO DA REDE LONWORKS
O Software de Interface Gráfica com o Usuário deve possuir um conjunto completo
e integrado de ferramentas de gerenciamento da rede LonWorks. Estas ferramentas devem
gerenciar o banco de dados para todos os dispositivos LonWorks, por tipo e revisão,
oferecendo um mecanismo de identificação de cada dispositivo na rede. Estas ferramentas
devem também definir as conexões de dados entre os dispositivos da rede.
O gerenciamento da rede deve incluir os seguintes serviços: identificação do
dispositivo, instalação do dispositivo, configuração do dispositivo, diagnóstico do dispositivo,
manutenção do dispositivo e conexão do dispositivo.
Estas ferramentas devem poder "aprender" a rede LonWorks, independentemente
da ferramenta utilizada para instalar a rede existente. Dessa forma, tanto os dispositivos
LonWorks existentes como os recentemente adicionados à rede estarão num único banco de
dados.
O banco de dados de gerenciamento de rede deverá estar no controlador de rede,
garantindo que os usuários com a senha correta tenham acesso a qualquer hora. Sistemas
cujos bancos de dados de gerenciamento de rede não estejam residentes nos controladores de
rede não serão aceitos.
14.2.6
CONTROLADORAS PROGRAMÁVEIS COM PONTOS ANALÓGICOS
As Controladoras Programáveis devem possuir, no mínimo, 4MB de memória RAM,
ser stand-alone, multi-tarefa com processadores de controle digital em tempo-real e devem se
comunicar numa arquitetura peer-to-peer com todos os controladores de aplicação específica,
controladores programáveis e dispositivos LonMark de terceiros via protocolo LonTalk nativo e
ser compatível com os padrões LonMark.
387
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
A programação deve ser feita por meio de um software gráfico com linguagem de
blocos além de possuir funções de lógica pré-definidas para simplificar a programação. Todos
os parâmetros de um bloco PID devem poder ser lidos e modificados a partir da estação de
trabalho ou de um programador portátil. Cada entrada, saída ou resultado de cálculo deve
poder ser compartilhado/relacionado com qualquer controlador ou dispositivo de interface na
rede.
Estes controladores devem suportar processos personalizados e específicos
definidos pelo usuário para executar cálculos automaticamente e rotinas de controle especiais.
Um único processo deve poder incorporar valores de entrada ou cálculos de
qualquer outro controlador da rede e adicionalmente, enviar comandos a qualquer outro
controlador.
Deve ser possível fazer upgrade de firmware sem a necessidade de troca de
hardware. Cada controlador deve executar continuamente rotinas de auto-diagnóstico,
incluindo diagnóstico de comunicação e de todos os componentes, indicando tanto local como
remotamente, qualquer falha no componente, bateria baixa ou falhas repetidas de
comunicação.
Caso haja perda de alimentação, o sistema deve ser capaz de fazer um
desligamento ordenado dos controladores para evitar a perda do banco de dados ou sistema
operacional. Todos os dados de configuração crítica do controlador devem ser mantidos em
memória não volátil, com bateria de backup capaz de suportar o relógio de tempo real e a
memória volátil por, no mínimo, 72 horas.
Após o restabelecimento da alimentação, o controlador deve automaticamente
retornar à sua operação normal, sem intervenção manual. Todos os programas de controle e
bancos de dados devem ser armazenados em memória Flash, eliminando perda de dados e
minimizando tempos de acesso.
Todas as controladoras deverão ser acondicionadas em painéis metálicos com
características suficientes para oferecer proteção mecânica às mesmas. Dentro deste mesmo
painel, serão instalados transformadores, fontes, borneiras, fusíveis, relés ou quaisquer outros
dispositivos auxiliares necessários. Esses dispositivos são de inteira responsabilidade do
fornecedor do sistema de automação e controle.
14.2.7
CONTROLADORAS PROGRAMÁVEIS COM PONTOS DIGITAIS
As controladoras programáveis com pontos digitais devem ser stand-alone, multitarefa com processadores de controle digital em tempo-real e devem se comunicar na mesma
rede LonWorks do sistema, na Rede Ethernet ou em rede ModBus.
Devem possuir 8 entradas digitais com acoplamento óptico, expansíveis para até 64
entradas com a inclusão de módulos de expansão e 8 saídas digitais a relê (5A), também
expansíveis para até 64 saídas com a inclusão de módulos de expansão.
388
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
O processador deverá possuir um clock de pelo menos 22 MHz, para garantir o
rápido processamento de todos os pontos, com relógio em tempo real, com algoritmo de
watchdog por hardware ou software.
Devem existir pelo menos, 3 portas de comunicação serial em cada controladora
(RS-232 ou RS-485), totalmente programáveis, destinadas à comunicação com a rede de
controladoras, interface com equipamentos de terceiros ou interface de operação local.
A programação deve ser feita por meio de um software gráfico com linguagem de
blocos além de possuir funções de lógica pré-definidas para simplificar a programação como
controle de energia e de demanda. Cada entrada, saída ou resultado de cálculo deve poder ser
compartilhado/relacionado com qualquer controlador de rede.
Deve ser possível fazer upgrade de firmware sem a necessidade de troca de
hardware. Cada controlador deve executar continuamente rotinas de auto-diagnóstico,
incluindo diagnóstico de comunicação e de todos os componentes, indicando tanto local como
remotamente, qualquer falha no componente, bateria baixa ou falhas repetidas de
comunicação.
Estes controladores devem suportar processos personalizados e específicos
definidos pelo usuário para executar cálculos automaticamente e rotinas de controle especiais.
Todas as controladoras deverão ser acondicionadas em painéis metálicos com
características suficientes para oferecer proteção mecânica às mesmas. Dentro deste mesmo
painel, serão instalados transformadores, fontes, borneiras, fusíveis, relés ou quaisquer outros
dispositivos auxiliares necessários. Esses dispositivos são de inteira responsabilidade do
fornecedor do sistema de automação e controle.
14.2.8
INTERFACES
O sistema deverá possuir interfaces de comunicação serial com os seguintes
sistemas:







Central de Detecção e Alarme de Incêndio
Sistema de No Break
Sistema de Geradores
Sistema de medição de energia
Sistema de Ar condicionado (VRF)
Sistema de Controle de Acesso
Sistema CFTV
Para todos os sistemas que terão comunicação serial, serão utilizados protocolos
abertos, padrões de mercado não proprietários.
14.2.9
SOFTWARE
389
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
O fornecedor deverá fornecer e instalar o software das Controladoras Periféricas
em modo a garantir o funcionamento do sistema de acordo com as condições de
funcionamento atuais.
14.2.10
INFRA- ESTRUTURA ELÉTRICA E PAINÉIS
Será de responsabilidade integral da Contratada o fornecimento e a instalação de
acessórios necessários para instalação dos equipamentos na Central de Operação, bem como
quadros para as controladoras a serem distribuídas pela edificação conforme plantas baixa,
sendo:
QC = Quadro de controle
XP = Pavimento de localização
OO= Numero do quadro.
14.2.11
APRESENTAÇÃO GRÁFICA DAS INFORMAÇÕES
14.2.11.1 CARACTERÍSTICAS GRÁFICAS GERAIS
A apresentação de informações e dados deverá ser efetuada das seguintes formas:
Tabelas;
Gráficos;
Fluxogramas e desenhos.
Estes elementos poderão ser apresentados de duas formas:
Na tela;
Opcionalmente na impressora, via impressão gráfica da tela ou saída específica para
impressão.
Todas as informações indicadas na tela, sob forma de gráficos, tabelas,
fluxogramas etc., deverão ser automaticamente atualizadas a cada varredura do sistema.
14.2.11.2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA PARA O SISTEMA ELÉTRICO
Para o sistema elétrico, a programação deverá possuir fluxogramas e/ou desenhos
de esquema, a cores, com indicação das variáveis disponíveis nos sensores do sistema,
conforme indicado no projeto (consumo, status, corrente, tensão, etc.). A programação deverá
incluir, no mínimo, o seguinte:
Fluxograma simplificado de todo o sistema elétrico;
Fluxograma detalhado das entradas de energia elétrica;
Fluxograma detalhado dos cubículos de distribuição e medição de energia.
390
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Os esquemas gráficos acima deverão indicar variáveis medidas nos principais
pontos. Deverão indicar, ainda, mudança de cor ou de intensidade da cor para circuitos
energizados e cor diferenciada para indicação de status dos equipamentos, sendo:
Verde = ligado;
Vermelho = alarmado;
Branco = desligado;
Amarelo = override ―on‖;
Azul = override ―off‖.
Apresentar sob forma de desenhos esquemáticos o Status dos circuitos de
iluminação (ligado ou desligado), através de cor.
14.2.12
ESTRATÉGIAS DE CONTROLE
14.2.12.1 SUPERVISÃO E CONTROLE DOS PAINÉIS DE ILUMINAÇÃO
Este sistema visa supervisionar e comandar, os circuitos elétricos de iluminação do
prédio, autorizando o ligamento e desligamento destes circuitos, independentemente.
A supervisão dos circuitos elétricos será realizada por controladores eletrônicos,
digitais, programáveis, que deverão ter no mínimo as seguintes características:
Comandar as contatoras auxiliares dos circuitos de iluminação instalados nos quadros de
distribuição, um comando independente por circuito (pelo instalador de elétrica);
Possuir nos módulos terminais de saída, interruptores manuais com capacidade de ―bypassar‖ os circuitos comandados independentemente, acionando-os (override hardware);
Possuir entradas binárias de controle provenientes de sinais de status de acionamento
destas contatoras;
Ligar e desligar automaticamente estes circuitos, através de lógica dependente de sinais
vindos dos seguintes pontos e nas seguintes condições:
Da programação horária;
Sinal do operador via teclado;
Do controlador de demanda (Opcional).
Rotinas de limpeza dos pavimentos, acionando 30% da capacidade de iluminação;
Cada circuito de iluminação corresponderá a um ponto de comando e a um ponto de status;
Cada quadro deverá possuir chave de operação manual ou automática;
Deverá ser previsto 10 % de reserva nas controladoras para incrementos futuros.
14.2.12.2 SUPERVISÃO E CONTROLE DA SUBESTAÇÃO
Este sistema visa supervisionar os painéis de media/baixa tensão do Edifício.
Através da interface serial com os medidores, devera ser informado no mínimo:
391
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Energia ativa do relógio da concessionária (RDTD);
Energia reativa do relógio da concessionária (RDTD);
Sinal de sincronismo do relógio da concessionária (RDTD);
Os sinais acima descritos serão utilizados no sistema de controle de demanda do prédio;
Status dos disjuntores;
Corrente entre fases RST e neutro;
Tensão entre fases RST e neutro;
Fator de potencia e Freqüência;
Status dos disjuntores de baixa tensão;
Status dos disjuntores de media tensão;
Status dos disjuntores dos Trafos.
Alarmar o operador em caso de tendência de ultrapassagem do valor contratual máximo da
demanda elétrica contratada.
14.2.12.3 SUPERVISÃO E CONTROLE DOS GRUPOS GERADORES
Através da interface serial com o grupo gerador, deverá ser informado no mínimo:
Monitorar a carga das baterias através do nível de tensão;
Monitorar o nível do tanque de óleo, através de chave de nível;
Monitorar a temperatura de entrada do ar;
Monitorar as correntes entre as fases e freqüência. Monitorar a tensões entre fases;
Monitorar pressão do óleo gerador;
Monitorar a temperatura de saída do ar do gerador;
Monitorar ―status‖ gerador em manutenção;
Monitorar ―status‖ gerador em teste;
Monitorar ―status‖ gerador em automático;
Monitorar ―status‖ defeito geral.
Além de obter os sinais acima indicados, deverá indicar estes alarmes de
anormalidade:
Defeito geral;
Carga baixa nas baterias (baixa tensão);
Nível baixo no tanque de óleo;
Nível muito alto (crítico) no tanque de óleo;
Sobrecorrente para o gerador;
Subtensão para o gerador;
Alta temperatura do ar na saída (fora da faixa);
Alta pressão de óleo (fora da faixa).
14.2.12.4 SUPERVISÃO E CONTROLE DO SISTEMA NO-BREAK
Este sistema visa à supervisão da central de No-Break através de uma interface
serial, para informar no mínimo:
392
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Monitorar carga das baterias, através de medição e monitoração do nível de tensão das
mesmas, no alimentador geral de saída (para atendimento dos circuitos elétricos), e sinalizar
alarme em caso de nível baixo;
Monitorar alarme de falha do carregador das baterias;
Monitorar ―status‖ de defeitos;
Monitorar tempos de funcionamento para rotinas de manutenção, etc.
14.2.12.5 SUPERVISÃO E CONTROLE DO SISTEMA DE INCÊNDIO
Este sistema visa supervisionar e/ou controlar os diversos elementos do sistema de
detecção endereçável e de combate a incêndio, bem como diversos outros pontos, que embora
não façam parte diretamente deste sistema, desempenham funções ligadas à segurança da
edificação em caso de sinistro e/ou operação normal do prédio, através de interfaceamento
serial com o sistema localizado na sala de controle.
Este sistema de controle deverá controlar e monitorar basicamente:
Chaves de fluxo do sistema de sprinkler;
Acionadores manuais;
Detectores de térmicos;
Detectores Ópticos de fumaça;
Bombas dos sistemas de sprinkler e hidrantes;
Monitorar o status do sistema de detecção de partículas por Laser , sistema Vesda
14.2.12.6 SUPERVISÃO E CONTROLE DO SISTEMA HIDRÁULICO
Este sistema visa supervisionar e comandar as bombas do sistema hidráulico e esgoto.
Supervisão dos Reservatórios Superiores e Inferiores de Água POTÁVEL E DE REUSO
Monitorar analogicamente o nível de água nos reservatórios;
Informar a qualquer momento o volume de água em cada reservatório;
Indicar alarmes de anormalidades tais como;
Nível muito alto (acima do tubo extravasor);
Nível alto;
Nível baixo;
Nível muito baixo (crítico).
Supervisão do sistema hidráulico de abastecimento de água:
 Receber sinal de operação de cada bomba, a partir de Chaves de fluxo instalados nos tubos
de descarga das mesmas;
 Enviar sinal de autorização de operação a cada bomba de recalque;
 Comandar remotamente cada bomba;
 Receber sinais de ―status‖ tais como: Sobrecarga;
 Posição da chave manual - 0 - Automático.
393
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
14.2.12.7 SUPERVISÃO DO SISTEMA DE AR CONDICIONADO
O funcionamento e suas respectivas lógicas são independentes do SSCP. Caberá a
este, através de uma interface serial, supervisionar e informar todos os status de sensores
atuadores e pontos de comando do sistema, de modo a poder habilitar ou desabilitar funções,
receber avisos de alarmes, promover automaticamente desligamento em caso de sinistro
confirmados pelo sistema de detecção e alarme de incêndio.
Para maiores informações e detalhes da filosofia de funcionamento para o sistema
de Ar Condicionado, reportar-se ao memorial descritivo especifico.
Fabricantes de referência:
Jonhson Controls
Honeywell
Siemens
14.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO
14.3.1
METODOLOGIA E DOCUMENTAÇÃO
Os trabalhos deverão ser executados segundo a metodologia a seguir:
-
Alocação e coordenação da Equipe de Trabalho
Detalhamento do projeto executivo
Instalação física dos sistemas
Preparação da documentação
Elaboração dos programas e start-up
Comissionamento e testes do sistema
Realização dos treinamentos
Elaboração do projeto as-built
Manutenção corretiva do sistema durante o período de garantia.
14.3.2
TESTES E COMISSIONAMENTO
Deve ser apresentado um cronograma de testes que serão realizados nos
sistemas. Este cronograma deve ser apresentado para aprovação com antecedência, devendo
possuir os seguintes tópicos:
 Aprovação/supervisão dos equipamentos em fábrica
 Testes / comissionamento em campo / Aceitação provisória
 Aceitação Definitiva
A aprovação dos equipamentos em fábrica é opcional e tem como objetivo verificar
e aprovar os equipamentos, materiais e padrões de montagem adotados pelo fornecedor.
394
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Os testes em campo incluem o comissionamento de todos os componentes do
sistema, desde o cabeamento, até sensores, controladores e estações de trabalho. Deve ser
feita uma verificação completa para garantir a qualidade e confiabilidade do sistema. Eventuais
pendências serão comunicadas por escrito pela Fiscalização para que sejam resolvidas no
prazo o mais curto possível. Após a eliminação de todas as pendências, será emitido o termo
de recebimento provisório.
Após 60 dias da emissão do termo de recebimento provisório, caso não haja mais
pendências, será emitido o termo de recebimento definitivo.
Todos os custos relativos aos testes correrão por conta da Contratada.
14.3.3
TREINAMENTO
O fornecedor deverá apresentar com antecedência mínima de 30 dias, todo o
cronograma e conteúdo dos cursos, bem como pré-requisitos mínimos dos participantes. O
treinamento deverá ser realizado após a aceitação provisória do sistema.
O treinamento para o pessoal de operação e manutenção deverá ser realizado no
próprio edifício em que foi instalado o sistema e possuirá carga horária de pelo menos 48
horas.
Na ocasião do treinamento, deverão ser fornecidas apostilas para todos os
participantes, que ao final, deverão estar completamente aptos a operar os sistemas, com total
independência.
14.3.4
MANUTENÇÃO
Independentemente da assinatura do contrato de manutenção por parte do BACEN,
a Contratada fica obrigada a realizar os serviços de manutenção corretiva durante o prazo de
garantia do sistema.
14.3.5
GARANTIA
Todos os equipamentos deverão ser novos e estar em perfeitas condições de
funcionamento. O sistema como um todo, deverá ser garantido pelo prazo de 12 (doze) meses
a partir da emissão do aceite definitivo.
Defeitos eventuais deverão ser reparados ou repostos pelo fornecedor sem ônus
para o contratante.
14.3.7
PROJETOS
Deverá ser apresentado, o projeto executivo.
395
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
O detalhamento do projeto básico / elaboração do projeto executivo, deverá incluir
no mínimo:
 Detalhamento do projeto com a definição de todos os pontos do sistema e sua localização
nas plantas;
 Definição do layout dos subsistemas controlados e arquitetura geral;
 Elaboração da lista final de equipamentos;
 Definição das telas e elaboração dos diagramas de software com descritivo de
funcionamento preliminar.
14.3.8
DOCUMENTAÇÃO FINAL
A documentação deverá conter no mínimo:
- Folha de índice
- Catálogos e dados técnicos dos equipamentos
- Manuais de operação do sistema em português
- Descrição da seqüência de operação
- Diagramas de interconexão As-Built
- Documentação do usuário contendo informações de produto, arquitetura e programação
- Lista de todos os pontos, incluindo descritivo, painéis a que estão conectados, dispositivos
de entrada. (sensores, etc.), bornes, etc.
- Desenhos dos quadros com esquemas de interligação
- Desenho esquemático da rede, com a localização dos painéis, estações de operação,
interfaces, periféricos, etc.
- Diagramas de encaminhamento de fiação em plantas baixas e prumadas
- Desenhos com detalhes de montagem e conexão de periféricos
- Certificado de garantia
- Instruções de operação e manutenção
- Lista de peças sobressalentes
14.3.9
INSTALAÇÃO FÍSICA DOS SISTEMAS
Deverá incluir, ao menos:
-
Lançamento e identificação de fiação por meio de etiquetas adesivas
Instalação de periféricos
Instalação de painéis, centrais e computadores
Interligação de periféricos, controladoras, painéis de terceiros, centrais, rede principal, etc.
14.3.10
INFRA-ESTRUTURA
Deverá ser fornecida toda a infra-estrutura que se fizer necessária e não estiver
prevista nos projetos executivos.
396
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
14.4
Anexo 1
NORMAS REGULAMENTARES
Os serviços de projetos e de instalação deverão ser executados de acordo com as
normas técnicas a seguir citadas:
ISO 9001: International Organization for Standardization;
ASHRAE: American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning
Engineering;
NBR 14565: Execução de sistemas de Cabeamento Estruturado;
EIA/TIA 568-B: Commercial Building Telecommunications Cabling Standard;
EIA/TIA 569-A: Commercial Building Standard for Telecommunications Pathways
and Spaces;
NFPA: National fire protection Association
EM/CE: Normas da Comunidade Européia
UL: Underwriters Laboratories
14.5
PONTOS A SEREM CONTROLADOS
Item
1
ESPECIFICAÇÃO
LISTA DE
PONTOS
AI DI AO DO
INTERFACES
PERIFÉRICOS
Integrador
Terceiros
QC-TE-AUT-11
QC-TE-N-iluminacao externa
Comando circuito de iluminação
25
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
25
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-EM-Ilum ext/Guaritas
Comando circuito de iluminação
6
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
6
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
Status dos disjuntores de baixa tensão
8
Contato Seco
Status dos disjuntores dos trafos
3
Contato Seco
Status dos disjuntores de media tensão
2
Subestação
Serial
Interface
Protocolo
Unidade USCA
Serial
Interface
Protocolo
Unidade NO- Break
Serial
Interface
Protocolo
Sensor de temperatura dos trafos
2
Contato Seco
Relógio da concessionária
3
Sensor
QC-TE-AUT-10
QBPI-SPK
Status de funcionamento das bombas
Sensor de nível do reservatório inferior
4
Status chave seletora M-0-A
3
Sensor
2
Comando de partida das bombas
Medição da vazão de água
Contato Seco
2
Contato Seco
4
1
Contato Seco
Medidor
QC-TE-AUT-09
QC-TE-N-9
Comando circuito de iluminação
14
Contato Seco
397
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Status de funcionamento do circuito
14
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-EM-9
Comando circuito de iluminação
4
3
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
3
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-AUT-08
QC-TE-N-8
Comando circuito de iluminação
5
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
5
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-EM-8
Comando circuito de iluminação
5
2
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
2
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-AUT-07
QC-TE-N-7
Comando circuito de iluminação
6
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
6
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-EM-7
Comando circuito de iluminação
6
3
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
3
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-AUT-06
QC-TE-N-6
Comando circuito de iluminação
32
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
32
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-EM-6
Comando circuito de iluminação
7
14
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
14
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-AUT-05
QC-TE-N-5
Comando circuito de iluminação
5
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
5
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-EM-5
Comando circuito de iluminação
8
3
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
3
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-AUT-04
QC-TE-N-4
Comando circuito de iluminação
4
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
4
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-EM-4
398
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Comando circuito de iluminação
9
3
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
3
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-AUT-03
QC-TE-N-3
Comando circuito de iluminação
10
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
10
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-EM-3
Comando circuito de iluminação
10
12
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
12
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-AUT-02
QC-TE-N-2
Comando circuito de iluminação
2
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
2
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-EM-2
Comando circuito de iluminação
11
2
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
2
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-AUT-01
QC-TE-N-1
Comando circuito de iluminação
16
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
16
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-TE-EM-1
Comando circuito de iluminação
12
5
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
5
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-1P-AUT-05
QC-1P-N-5
Comando circuito de iluminação
5
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
5
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-1P-EM-5
Comando circuito de iluminação
13
2
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
2
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-1P-AUT-04
QC-1P-N-4
Comando circuito de iluminação
18
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
18
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-1P-EM-4
Comando circuito de iluminação
11
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
11
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
399
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
14
Anexo 1
QC-1P-AUT-03
QC-1P-N-3
Comando circuito de iluminação
11
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
11
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-1P-EM-3
Comando circuito de iluminação
15
12
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
12
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-1P-AUT-02
QC-1P-N-2
Comando circuito de iluminação
11
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
11
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-1P-EM-2
Comando circuito de iluminação
16
12
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
12
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-1P-AUT-01
QC-1P-N-1
Comando circuito de iluminação
23
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
23
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-1P-EM-1
Comando circuito de iluminação
17
9
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
9
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-2P-AUT-03
QC-2P-N-3
Comando circuito de iluminação
5
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
5
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-2P-EM-2
Comando circuito de iluminação
18
3
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
3
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-2P-AUT-02
QC-1P-N-2
Comando circuito de iluminação
11
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
11
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-2P-EM-2
Comando circuito de iluminação
19
11
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
11
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-2P-AUT-01
QC-2P-N-1
Comando circuito de iluminação
11
Contato Seco
400
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
Status de funcionamento do circuito
11
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-2P-EM-1
Comando circuito de iluminação
11
Contato Seco
Status de funcionamento do circuito
11
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-3P-EM-3
Comando circuito de iluminação
28
3
Status de funcionamento do circuito
3
Contato Seco
Status chave seletora M-0-A
2
Contato Seco
QC-COB-AUT-02
Sensores de níveis dos reservatórios
Superiores
2
Status chave seletora M-0-A
29
Contato Seco
Sensor
2
Contato Seco
QC-COB-AUT-01
Sensores de níveis dos reservatórios
Superiores
Status chave seletora M-0-A
2
Sensor
2
Contato Seco
401
Edital de Concorrência Demap nº 75/2010
Pt.0901455880
Anexo 1
CAPÍTULO 15
ELEVADORES
15.1
MEMORIAL DESCRITIVO ...............................................................................................402
15.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS .................................................................................402
15.2.1
15.2.1.1
15.2.1.2
15.2.2
15.2.2.1
15.2.2.2
15.2.2.3
15.2.2.4
15.2.3
15.2.3.1
15.2.3.2
15.2.3.3
15.2.3.4
15.2.4
15.2.5
15.2.5.1
15.2.5.2
15.2.6
15.2.6.1
15.2.6.2
15.2.6.3
15.2.6.4
15.2.6.5
15.2.6.6
15.2.6.7
15.2.6.8
15.2.6.9
15.2.6.10
15.2.6.11
SISTEMA ELÉTRICO E DE TRAÇÃO .............................................................................402
QUADROS DE FORÇA E DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO ..........................................402
MÁQUINAS DE TRAÇÃO ................................................................................................403
CONTROLE .....................................................................................................................403
COMANDO / CONTROLE ...............................................................................................403
MODOS DE FUNCIONAMENTO.....................................................................................403
NIVELAMENTO ...............................................................................................................404
ACELERAÇÃO/DESACELERAÇÃO E PROTEÇÃO DE EXTREMOS ...........................404
COMANDOS ESPECIAIS DE OPERAÇÃO ....................................................................404
BOMBEIROS ...................................................................................................................404
EMERGÊNCIA .................................................................................................................404
ASCENSORISTA .............................................................................................................405
ALARME ..........................................................................................................................405
MONITORAMENTO E GERENCIAMENTO ....................................................................405
SINALIZAÇÃO .................................................................................................................407
BOTOEIRAS ....................................................................................................................407
INDICADOR DE POSIÇÃO .............................................................................................407
CABINAS .........................................................................................................................407
PAINEL DE COMANDO ..................................................................................................407
ILUMINAÇÃO ...................................................................................................................407
COMUNICAÇÃO ..............................................................................................................407
VENTILAÇÃO ..................................................................................................................408
TETO ...............................................................................................................................408
PAREDES ........................................................................................................................408
CÂMERAS .......................................................................................................................408
PISO ...............................................................................................................................409
PORTAS E OPERADORES ............................................................................................409
AVISOS ............................................................................................................................410
EXCESSO DE CARGA ....................................................................................................410
15.3
PROCEDIMENTOS DE EXECUÇÃO ..............................................................................410
15.3.1
15.3.2
15.3.3
15.3.4
15.3.5
TESTES ...........................................................................................................................410
RECEBIMENTO DOS SERVIÇOS ..................................................................................410
GARANTIA .......................................................................................................................411
MANUAIS E CERTIFICADOS DE GARANTIA ................................................................411
TREINAMENTO ...............................................................................................................411
15.4
NORMAS REGULAMENTARES .....................................................................................412
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15.1
Anexo 1
MEMORIAL DESCRITIVO
A presente especificação define as características técnicas principais e os
demais requisitos básicos para o fornecimento do sistema de elevadores a ser
instalado no edifício do Meio Circulante do Banco Central do Brasil, no Rio de Janeiro
– RJ.
Serão fornecidos e instalados 11 (onze) elevadores elétricos, com
capacidade mínima para 13 (treze) passageiros, velocidade mínima de 1,60m/s, com
as seguintes características:
N°
Uso
1 Serviço
2
Social
3
Social
4
Social
5
Social
6
Social
7
Social
8
Social
9
Social
10 Social
11 Serviço
Local
Paradas
Percurso
Administração
Administração
Administração
Administração
Administração
Administração
Mecir
Exposições
Garagem
Garagem
Garagem
3 (T, 1º, 2º)
3 (T, 1º, 2º)
3 (T, 1º, 2º)
3 (T, 1º, 2º)
3 (T, 1º, 2º)
3 (T, 1º, 2º)
2 (T, 1º)
2 (T, 1º)
3 (T, 1º, 2º)
3 (T, 1º, 2º)
3 (T, 1º, 2º)
12,3m
12,3m
12,3m
12,3m
12,3m
12,3m
8,3m
8,3m
12,3m
12,3m
12,3m
15.2
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS
15.2.1
SISTEMA ELÉTRICO E DE TRAÇÃO
A fonte de alimentação motriz é de 220 V com variação de + ou - 10 %. A
freqüência é de 60 Hz, com variação de + ou - 5%.
Quaisquer dispositivos e materiais necessários à correta ligação dos
equipamentos à rede, deverão ser fornecidos pela Contratada.
15.2.1.1
QUADROS DE FORÇA E DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO
A instalação dos equipamentos deverá estar adequada para garantir fator de
potência mínimo de 0,92 indutivo. Também deverão ser instalados filtros para
harmônicos de forma a manter a qualidade da energia na rede dos elevadores,
garantindo THD (Distorção Harmônica Total) máxima de 10% (dez por cento).
403
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Anexo 1
Deve ser prevista a operação dos elevadores com alimentação de
emergência, a partir dos grupos geradores do BACEN, estando sob responsabilidade
da Contratada as interligações que se fizerem necessárias ao cumprimento desta
exigência.
Deverá ser possível efetuar o teste de funcionamento do sistema de
elevadores, simulando a alimentação elétrica pelo circuito de emergência, mas
utilizando a alimentação normal.
15.2.1.2
MÁQUINAS DE TRAÇÃO
As máquinas de tração devem ser do tipo sem engrenagem, localizadas
dentro do passadiço na última altura, acionadas por inversor VVVF (Variable Voltage
Variable Frequency) para tensão e freqüências variáveis.
Os aparatos de tração, limitadores de velocidade e demais equipamentos
serão instalados nas caixas dos elevadores.
Deverão ser instalados limitadores de velocidade nas cabinas, pára-choques
para as cabinas e contra-pesos dos elevadores. Os pára-choques devem ser do tipo
hidráulico com molas internas, cilindro, óleo, amortecedor, contato elétrico e base de
fixação.
Deverão ser instalados rolos de guia (roller guides) às guias de cabina e de
contra-pesos.
15.2.2
CONTROLE
15.2.2.1
COMANDO / CONTROLE
O comando deverá ser do tipo microprocessado, de última geração
tecnológica, do tipo VVVF - controle de velocidade pela variação da voltagem e da
freqüência.
Os elevadores sociais, (Nº3, Nº4, Nº5 e Nº 6) e (Nº 9 e Nº 10) relacionados
no quadro acima, deverão compor dois grupos distintos de elevadores.
15.2.2.2
MODOS DE FUNCIONAMENTO
O sistema deverá permitir o funcionamento nos modos manutenção e
operação.
No modo manutenção o acesso ao elevador deve ser restrito às pessoas
autorizadas a realizarem os serviços de manutenção ou testes, acionando a sinalização
indicativa sobre as portas dos pavimentos.
404
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Anexo 1
No modo operação os elevadores devem apresentar o funcionamento normal
previsto nestas Especificações.
15.2.2.3
NIVELAMENTO
O ajuste de nivelamento deve ser automático e contínuo, utilizando dados de
sensores ópticos localizados na estrutura da cabina e no passadiço, por meio do
encoder acoplado à máquina de tração.
15.2.2.4
ACELERAÇÃO/DESACELERAÇÃO E PROTEÇÃO DE EXTREMOS
O sistema deve ser capaz de operar com curvas suaves de aceleração e
desaceleração dos elevadores, devendo realizar acerto dinâmico e contínuo.
Ao aproximar-se dos limites extremos do percurso, a velocidade deve ser
reduzida de forma a aumentar a segurança dos passageiros. Os elevadores deverão
ter as chaves de segurança em cada extremo instaladas em paralelo.
15.2.3
COMANDOS ESPECIAIS DE OPERAÇÃO
15.2.3.1
BOMBEIROS
Deverão ser instalados dispositivos para utilização pelos bombeiros, nos
locais abaixo relacionados, e que executem as seguintes funções:
a)
no hall principal:
ignorar todas as chamadas de cabina e de pavimento;
enviar o carro ao pavimento térreo, cancelando todas as chamadas realizadas
durante o percurso. Ao chegar ao pavimento térreo as portas deverão se abrir e o
elevador permanecer estacionado;
b)
no interior da cabina:
o elevador passe a atender somente as chamadas da cabina, de maneira que o
processo de abertura das portas tenha velocidade reduzida e feche completamente no
acionamento do respectivo comando.
15.2.3.2
EMERGÊNCIA
Em caso de falha ou falta de energia, o sistema deverá estar programado
para atuar da seguinte maneira:
a) com a alimentação fornecida pelos grupos geradores, os carros devem ser
movimentados diretamente para o pavimento térreo, um de cada vez;
405
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Anexo 1
b) ao chegar ao pavimento térreo, as portas devem ser abertas e mantidas nesta
situação;
c)
só então alguns elevadores devem ser colocados em operação, a ser definido
pela Fiscalização, permanecendo os demais inoperantes, até que seja restabelecida a
alimentação da concessionária de energia elétrica;
d) os sistemas de comunicação, alarme, ventilação, iluminação e sinalização das
cabinas devem manter seu funcionamento utilizando alimentação de emergência.
15.2.3.3
ASCENSORISTA
Deverá ser prevista a possibilidade de operação independente de todos os
elevadores por meio de ascensorista. A retirada do carro do grupo de funcionamento,
de maneira que todas as chamadas de pavimento sejam ignoradas e somente os
comandos realizados do interior da cabina sejam atendidos, deve ser realizada via
software de monitoramento e controle.
15.2.3.4
ALARME
Cada cabina deve possuir botão de alarme que, após acionado, também
emita um sinal para as unidades de monitoramento e controle.
15.2.4
MONITORAMENTO E GERENCIAMENTO
Para monitorar e gerenciar a operação do sistema, deve ser instalado no
pavimento do térreo, em local a ser definido pela Fiscalização, e na central de
segurança, software específico utilizado pela Contratada para monitoramento e
controle do sistema de elevadores. Cada estação de monitoramento e controle, a ser
fornecida pela Contratada, deve ser constituída por microcomputador com monitor de
vídeo colorido de alta resolução, impressora, mouse e teclado. O sistema deverá ter
proteção de acesso por meio de senhas.
O sistema de gerenciamento de tráfego deverá coordenar as operações de
cada elevador, eliminar movimentos perdidos, acelerar o atendimento às chamadas e
aumentar efetivamente a capacidade de transporte, considerando as seguintes funções
ou equivalentes:
a) proteção contra chamada falsa . Em caso de carga inferior a 10% (dez por cento)
da capacidade do carro e número excessivo (programável) de chamadas de cabine, o
sistema deverá atender a chamada mais próxima e cancelar as demais;
b) ultrapassagem automática com carro lotado. Em caso de carro carregado
(percentual programável), o referido elevador deverá ignorar as chamadas de
pavimento, atendendo somente as chamadas de cabine até regularizar sua situação de
carga.
406
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Anexo 1
O programa deverá permitir a realização de rotinas de programação horária,
programação baseada no calendário, programação para feriados, seleção de paradas,
bloqueio de chamadas, restrição de uso e seqüenciamento de operação dos
elevadores, dentre outras definidas nestas Especificações.
O sistema também deverá realizar as seguintes funções:
a)
estado de cada elevador;
b)
situação e sentido de viagem;
c)
chamadas de pavimento e ordens de cabine registradas;
d)
estado das portas;
e)
defeitos e avisos;
f)
registro de incidentes ocorridos;
g)
modificação de parâmetros;
h)
analisar e identificar todos os grupos em relação ao edifício;
i)
conhecer os estados dos carros e dos grupos;
j)
registrar e memorizar dados sobre o tráfego;
k)
transmitir mensagens e anúncios.
As informações deverão ser visualizadas em gráficos ou de forma tabular
para cada grupo de elevadores.
Com relação à análise de dados históricos, o programa deverá permitir a
coleta, amostragem e armazenagem dos mesmos, nas seguintes formas:
a) históricos contínuos dos pontos para todas as entradas e saídas binárias e
analógicas das últimas 24 horas;
b)
amostragem com períodos prolongados a serem definidos pelo operador;
c)
transferência e armazenagem em disco rígido de dados em intervalos a serem
definidos pelo operador.
O interfaceamento do operador com o sistema deverá ser por intermédio de
menus e entradas de comando via mouse e teclado. A visualização dos dados e pontos
deverá ser por intermédio de telas gráficas e textos. Os valores de medição e estado
contidos nestas telas deverão ser dinâmicos, com atualização automática para
visualização da situação corrente.
A Contratada deverá manter o software atualizado durante o período de
garantia, a partir da entrega definitiva da obra, inclusive reinstalando-o em caso de
defeito ou contaminação por vírus, sem custo adicional para o BACEN.
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Anexo 1
Também deverá ser fornecido e instalado o sistema de auto e
telediagnóstico do conjunto de elevadores. O sistema deverá ser monitorado pelo
fabricante, sem restrições quanto à localização do centro de monitoramento e quanto
aos meios de comunicação utilizados.
15.2.5
SINALIZAÇÃO
15.2.5.1
BOTOEIRAS
As botoeiras de pavimento dos elevadores sociais e de serviço deverão ser
do tipo capacitiva com indicador visual de acionamento, dupla seleção de direção.
Essas botoeiras devem ser montadas em estrutura de aço inoxidável do tipo
sobreposto ou embutido.
15.2.5.2
INDICADOR DE POSIÇÃO
Os indicadores de posição dos elevadores sociais e de serviço em todos os
pavimentos deverão ser um conjunto horizontal com indicador de posição digital de 2
(dois) dígitos, setas eletrônicas com indicação do sentido de deslocamento e gongo.
15.2.6
CABINAS
15.2.6.1
PAINEL DE COMANDO
O painel de comando das cabinas deverá ser em aço inoxidável escovado
perfeitamente adaptado ao painel da cabina e conter as funções necessárias e
adequadas ao funcionamento do sistema proposto. As botoeiras de acionamento
deverão ser do tipo capacitivo e possuir identificação em braile. Poderão estar
agrupados num mesmo painel as teclas de comando, o intercomunicador, a luminária
de emergência e a tela de informação e sinalização da cabina, com os indicadores de
posição e de movimento. Deverá ser prevista uma caixa para a instalação embutida de
um aparelho telefônico.
15.2.6.2
ILUMINAÇÃO
A iluminação do interior das cabinas deverá ser feita com lâmpadas frias, de
alto fluxo, 2 x 28 watts, com reatores eletrônicos de alto fator de potência e qualidade,
com índice de reprodução de cores (IRC) de no mínimo 84. As cabinas deverão possuir
fonte de emergência para iluminação e alarme independente do sistema existente no
prédio.
15.2.6.3
COMUNICAÇÃO
Cada cabina deverá ser dotada de intercomunicador com aviso sonoro,
diretamente conectado ao balcão de atendimento e também à central de segurança,
com canais individuais para cada elevador. Toda a infra-estrutura necessária para a
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Anexo 1
instalação do sistema é de responsabilidade da Contratada.
Deverá ser instalado nas cabinas o sistema eletrônico de voz digital para
permitir a informação de posição, sentido do elevador, obstrução de portas de
cabina/pavimento e informações gerais de administração predial.
15.2.6.4
VENTILAÇÃO
Todos os elevadores deverão contar com o sistema de ventilação compatível
com a capacidade e dimensões da cabine, de forma a garantir boas condições de
ventilação e baixo nível de ruído. Esses equipamentos devem atender aos parâmetros
de conforto definidos em norma e serem ativados pelo sensor de temperatura da
cabina ou pela botoeira de chamada do elevador.
15.2.6.5
TETO
O teto da cabina deverá ser de lâminas de aço inoxidável e de policarbonato
translúcido alternados, em design moderno, ou outro padrão similar ou superior. O
sistema proposto deverá ser aprovado pela Fiscalização.
15.2.6.6
PAREDES
As paredes das cabinas deverão ser revestidas com painéis de aço inox
escovado, do mesmo padrão das portas de cabine, com cantos arredondados, sem
desenhos ou relevos. O painel posterior deve contar com espelho colocado entre o
corrimão e