EDITAL - Banco do Brasil

EDITAL - Banco do Brasil
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BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
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SEÇÃO I
CAVALEIROS-MACAÉ RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
EDITAL
TOMADA DE PREÇOS
OBJETO: contratação para REFORMA PARA IMPLANTAÇÃO DE DEPENDÊNCIA
IMPORTANTE:
• Retirada do Edital
data limite :10:30
hora:10:00 às 16:00 horas
• Formalização de consulta:
data limite: 14.05.2009
até as 16:00 horas
e-mail:[email protected]
• Recebimento:
data limite :19.05.2009
hora: 10:30 horas
abertura dos envelopes
data :19.05.2009
hora: 10:30 horas
• Custo de reprodução:
1 CD RW (acondicionado em caixa e com identificação do fabricante)
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TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
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ÍNDICE
1.
EDITAL:
SEÇÃO I
ITEM
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
ASSUNTO
OBJETO
ITEM ORÇAMENTÁRIO
RETIRADA DO EDITAL/FORMALIZAÇÃO DE CONSULTAS
PRAZO PARA RECEBIMENTO E ABERTURA DOS ENVELOPES PROPOSTA
CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO
PRAZO DE VALIDADE DAS PROPOSTAS E DE CONCLUSÃO DO OBJETO DA LICITAÇÃO
PRAZO PARA A FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO
CRONOGRAMA DAS OBRAS
ARMAZENAMENTO E ACONDICIONAMENTO DE BENS
SEÇÃO II
ITEM ASSUNTO
10.
IMPEDIMENTOS À PARTICIPAÇÃO
11.
CONDIÇÕES PARA HABILITAÇÃO
12.
CONDIÇÕES PARA ELABORAÇÃO DAS PROPOSTAS
13.
DA SESSÃO PÚBLICA E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
14.
CRITÉRIOS PARA JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
15.
IMPUGNAÇÃO AO EDITAL E RECURSOS
16.
SANÇÕES ADMINISTRATIVAS
17.
FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO
18.
GARANTIA CONTRATUAL
19.
DISPOSIÇÕES FINAIS
2.
ANEXOS AO EDITAL:
ANEXO 01 Descrição da obra objeto da contratação.
ANEXO 02 Relação de documentos para habilitação, linhas de fornecimento do SICAF, CATEC-BB e
outras condições para habilitação.
ANEXO 03 Caderno de Encargos – Parte IV – Especificações de Serviços
ANEXO 04 Caderno Geral de Encargos (CGE)
ANEXO 05 Orçamento Estimado do Banco
ANEXO 06 Orçamento Detalhado – resumo
ANEXO 07 Declaração de inexistência de empregado menor no quadro da empresa – menor de 18 anos
em trabalho noturno, perigoso ou insalubre e de que não emprega menor de 16 anos, salvo
na condição de aprendiz, a partir de 14 anos.
ANEXO 08 Minuta de Declaração de Fato Superveniente.
ANEXO 09 Modelo de Cronograma Físico-Financeiro
ANEXO 10 Modelo de Cronograma Descritivo
ANEXO 11 Modelo de Carta-Proposta
ANEXO 12 Minuta de Procuração
ANEXO 13 Minuta de Contrato
ANEXO 14 Minuta de Declaração de Microempresa e Empresa de Pequeno Porte
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ANEXO 15 Autorização de Vistoria
ANEXO 16 Minuta de Declarações Conforme Exigido no Anexo 2
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T O M A D A DE P R E Ç O S
Nº 2009/08372 (7422)
SEÇÃO I
O BANCO DO BRASIL S.A., por intermédio da CSL – Centro de Serviços de Logística, torna público a
realização de processo licitatório, na forma abaixo, de acordo com a Lei nº 8.666/93, de 21.06.93 e atualizações
posteriores, Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006, o Decreto nº 6.204, de 05.09.2007, o Regulamento de
Licitações do Banco do Brasil, publicado no D.O.U. em 24.06.96 e os termos deste Edital, cuja minuta-padrão foi
aprovada pelo Parecer COJUR/CONSU n.º 13.884, de 03.02.2003.
1.
OBJETO
1.1
Contratação dos serviços projetados e especificados, no regime de EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL
(MATERIAL E MÃO-DE-OBRA), consistindo encargo e responsabilidade do fornecedor contratado a:
REFORMA PARA IMPLANTAÇÃO DE DEPENDÊNCIA.
1.2
Localização dos Serviços:
Os serviços serão executados no imóvel localizado na Rua Joaquim da Silva Murteira, 117 Cavaleiros – MACAÉ RJ
1.3
Verificação Preliminar
1.3.1 Compete ao concorrente fazer prévia visita ao local onde será realizada a obra, bem como
minucioso estudo, verificação e comparação de todos os desenhos dos PROJETOS, inclusive
detalhes das especificações e demais documentos técnicos fornecidos pelo Banco para a
execução da obra ou serviço.
1.3.2 Dos resultados dessa verificação preliminar, deverá o concorrente dar imediata comunicação
escrita ao Banco, na forma prevista no item 3.1, apontando discrepâncias, omissões ou erros que
tenha observado, inclusive sobre qualquer transgressão a normas técnicas, regulamentos ou
posturas de leis em vigor, de forma a serem sanados os aspectos considerados relevantes pela
Comissão de Licitação e que possam trazer embaraços ao julgamento das propostas e ao
perfeito desenvolvimento da obra.
1.4
Para efeito da interpretação de divergências, em qualquer caso ou hipótese, fica estabelecido que:
1.4.1 em caso de divergência entre o contido em uma Especificação de Materiais e Equipamentos-“E”
ou Procedimentos-“P” e o Caderno de Encargos-Parte IV (Especificações de Serviços),
prevalecerá sempre este último;
1.4.2 em caso de divergência entre o Caderno de Encargos-Parte IV (Especificações de Serviços) e o
desenhos do projeto arquitetônico, prevalecerá sempre o primeiro;
1.4.3 em caso de divergência entre o Caderno de Encargos-Parte IV (Especificações de Serviços) e os
desenhos especializados – estrutural e instalações – prevalecerão sempre os últimos;
1.4.4 em caso de divergência entre as cotas dos desenhos e suas dimensões, medidas em escala, o
Banco, sob consulta prévia, definirá a dimensão correta;
1.4.5 em caso de divergência entre os desenhos de escalas diferentes, prevalecerão sempre os de
maior escala;
1.4.6 em caso de divergência entre os desenhos de datas diferentes, prevalecerão sempre os mais
recentes;
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1.4.7 em caso de dúvida quanto à interpretação dos desenhos, das normas “G”, “E”, “P”, do Caderno de
Encargos-Parte IV (Especificações de Serviços) ou deste Edital, será consultado o Banco;
1.4.8 em caso de divergência entre o Caderno de Encargos-Parte IV (Especificações de Serviços) e o
presente Edital, prevalecerá sempre este último; e
1.4.9 em caso de divergência entre o projeto arquitetônico e os projetos especializados (estrutural e
instalações), prevalecerão os projetos especializados.
2.
ITEM ORÇAMENTÁRIO: Reforma em Imóveis e Equipamentos de Segurança
3.
RETIRADA DO EDITAL/FORMALIZAÇÃO DE CONSULTAS
3.1
O edital poderá ser retirado em um dos endereços abaixo:
Internet - por meio de download, no Portal do Banco do Brasil: http://www.bb.com.br, Sites
Específicos – Compras, Contratações e Venda de Imóveis – Compras e Contratações – Avisos e
Editais; ou
b) Local Físico – Centro de Serviços de Logística Rio de Janeiro (RJ) – CSL RIO – Rua Barão de São
Francisco, 177 – Bloco 5 – 4º Andar – Andaraí – Rio de Janeiro (RJ)
Data/hora - até 18.05.2009 das 10:00 horas às 16:00 horas
a)
Obs.: sempre que, por motivos técnicos ou operacionais, não for possível disponibilizar os anexos
ou documentos referentes ao presente edital no endereço eletrônico constante do item 3.1 “a”, tais
documentos deverão ser retirados no endereço constante do item 3.1 “b”. Nestes casos, será
disponibilizado no endereço eletrônico apenas o edital e haverá mensagem informativa no site sobre
a disponibilização dos anexos e documentos.
3.2
As dúvidas decorrentes da interpretação deste Edital poderão ser esclarecidas, desde que
encaminhadas ao Centro de Serviços de Logística Rio de Janeiro (RJ) – CSL RIO no endereço
informado no item “b” acima ou através do e-mail: [email protected] até ás 16:00 horas do dia
14.05.2009.
3.3
As consultas poderão ser respondidas diretamente no endereço eletrônico constante do item 3.1
4.
PRAZO PARA RECEBIMENTO E ABERTURA DOS ENVELOPES DOCUMENTOS E PROPOSTA
- Recebimento
4.1
Os envelopes lacrados contendo, respectivamente, documentação de habilitação e proposta deverão ser
identificados com os termos abaixo e entregues ao Centro de Serviços de Logística Rio de Janeiro (RJ) –
CSL RIO – Rua Barão de São Francisco, 177 – Bloco 5 – 4º Andar – Andaraí – Rio de Janeiro (RJ) até às
16:00 horas do dia 18.05.2009, pessoalmente, ou por via postal, com AR (Aviso de Recebimento) ou,
ainda, poderão ser entregues à Comissão de Licitação no dia/horário e local previstos para abertura dos
envelopes prevista no item 4.2 desta Seção.
IDENTIFICAÇÃO DO CONCORRENTE (INFORMAR CNPJ)
ENVELOPE Nº 1 - DOCUMENTOS
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
BANCO DO BRASIL S.A. - Centro de Serviços de Logística Rio de Janeiro (RJ) – CSL RIO – Rua Barão
de São Francisco, 177 – Bloco 5 – 4º Andar – Andaraí – Rio de Janeiro (RJ)
DATA/HORA DA TOMADA DE PREÇOS :19.05.2009, às 10:30 horas
IDENTIFICAÇÃO DO CONCORRENTE (INFORMAR CNPJ)
ENVELOPE Nº 2 - PROPOSTA
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BANCO DO BRASIL S.A. - - Centro de Serviços de Logística Rio de Janeiro (RJ) – CSL RIO – Rua Barão
de São Francisco, 177 – Bloco 5 – 4º Andar – Andaraí – Rio de Janeiro (RJ)
DATA/HORA DA TOMADA DE PREÇOS :19.05.2009, às 10:30 horas
4.2
4.1.1
O Certificado de Cadastramento Técnico do Banco do Brasil S.A. – CATEC-BB deverá estar
acondicionado no envelope “DOCUMENTOS”.
4.1.2
A Comissão de Licitação não se responsabiliza por envelope que não for entregue pessoalmente.
Abertura
Os envelopes DOCUMENTOS serão abertos no local, data e hora descritos a seguir:
LOCAL - Centro de Serviços de Logística Rio de Janeiro (RJ) – CSL RIO – Rua Barão de São Francisco,
177 – Bloco 5 – 4º Andar – Andaraí – Rio de Janeiro (RJ)
DATA/HORA - dia 19.05.2009., às 10:30 horas.
4.3
Para a abertura dos envelopes serão observados os procedimentos descritos no item 13, da Seção II,
deste Edital.
4.4
Salvo disposição expressa em contrário, ocorrendo decretação de feriado ou qualquer outro fato
superveniente que impeça a realização do certame na data marcada, todas as datas constantes deste
edital serão transferidas, automaticamente, para o primeiro dia útil - de expediente normal no Banco do
Brasil S.A., subsequente aos ora fixados.
4.5
O documento necessário para a representação do concorrente na sessão de abertura, na forma exigida
no item 19.2, da Seção II, deste Edital, deverá ser entregue à Comissão de Licitação, APARTADO DOS
ENVELOPE DOCUMENTOS.
5.
CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO
5.1
Poderão participar do processo os interessados que atenderem a TODAS as exigências contidas neste
Edital e seus anexos.
6.
PRAZO DE VALIDADE DAS PROPOSTAS E DE CONCLUSÃO DO OBJETO DA LICITAÇÃO
6.1
As propostas deverão ter prazo de validade de no mínimo 60 dias contados da data prevista para a
realização da sessão de abertura dos envelopes “PROPOSTA”.
6.2
O concorrente deverá confirmar o prazo de 90 (noventa) dias corridos, para a conclusão do objeto da
licitação – vide item 12.1.3.
7.
PRAZO PARA A FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO
7.1
O CONCORRENTE VENCEDOR terá o prazo de 03 (três) dias úteis, contados a partir da convocação,
para assinar o Contrato. Este prazo poderá ser prorrogado uma vez, por igual período, quando solicitado
pelo CONCORRENTE VENCEDOR durante o seu transcurso e desde que ocorra motivo justificado,
aceito pelo BANCO.
8.
CRONOGRAMA DAS OBRAS
8.1 O licitante vencedor terá o prazo de 03 (três) dias para apresentar o cronograma físico-financeiro.
8.2
Os cronogramas das obras conterão 03 (três) etapas, com prazo entre uma e outra de aproximadamente
30 (trinta) dias corridos.
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8.3
Dará ensejo à rescisão do contrato o atraso decorrente da defasagem da obra em relação ao cronograma
em vigor, verificada em qualquer etapa da programação, superior a 20% (vinte por cento ) do prazo
global.
9.
ARMAZENAMENTO E ACONDICIONAMENTO DE BENS
9.1
Não será disponibilizado espaço para armazenamento e acondicionamento no canteiro de obra.
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SEÇÃO II
10.
IMPEDIMENTOS À PARTICIPAÇÃO
10.1 Estarão impedidos de participar de qualquer fase deste processo licitatório os concorrentes que se
enquadrem em uma ou mais das situações a seguir:
10.1.1 autor(es) do(s) PROJETO(S), pessoa(s) física(s) ou jurídica(s);
10.1.2 estejam constituídas sob a forma de consórcio;
10.1.3 estejam cumprindo a penalidade de suspensão temporária imposta pelo Banco;
10.1.4. sejam declarados inidôneas em qualquer esfera de Governo;
10.1.5 estejam sob falência, concordata, recuperação judicial ou extrajudicial, dissolução ou liquidação;
10.1.6 empresas que, isoladamente ou em consórcio, sejam responsáveis pela elaboração do(s)
PROJETO(S) ou da qual o autor do projeto seja dirigente, gerente, acionista detentor de mais de
5% (cinco por cento) do capital com direito a voto ou controlador, responsável técnico ou
subcontratado;
10.1.7 tenham funcionário ou membro da Administração do Banco do Brasil S.A., mesmo subcontratado,
como dirigente, acionista detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto
ou controlador ou responsável técnico, salvo os casos de empresa sob controle do próprio Banco;
10.1.8 funcionário do Banco ou membro de sua Administração;
10.2 O autor do projeto ou a empresa referida no item 10.1.6 anterior, poderá participar da execução da obra
ou serviço, desde que seja na condição de consultor técnico, exclusivamente a serviço do Banco.
11.
CONDIÇÕES PARA HABILITAÇÃO
11.1 A fase de habilitação consiste na comprovação da habilitação jurídica, regularidade fiscal, qualificação
técnica e econômico-financeira do concorrente.
11.2 A critério do concorrente a habilitação jurídica, regularidade fiscal e a qualificação econômico-financeira
poderão ser feitas diretamente no Banco, ou, alternativamente, por intermédio do SISTEMA DE
CADASTRAMENTO UNIFICADO DE FORNECEDORES – SICAF, registro cadastral oficial do Poder
Executivo Federal.
11.3 A regularidade da habilitação parcial do licitante registrado no SICAF será confirmada por meio de
consulta “on-line” ao Sistema, no ato de abertura dos envelopes DOCUMENTOS.
11.4 Os documentos necessários para habilitação parcial no SICAF estão previstos no Manual do SICAF, que
contempla, também, os procedimentos e instruções de preenchimento dos formulários necessários para
registro. A relação das unidades cadastradoras poderá ser obtida, via internet, no endereço
http://www.comprasnet.gov.br/.
11.5
As orientações detalhadas para apresentação de documentos relativas à fase de habilitação constam do
Anexo 2 deste Edital.
11.6
Os documentos necessários para inscrição no Cadastro Técnico estão previstos no Edital de
Cadastramento Técnico - Engenharia, que contempla, também, os procedimentos e instruções de
preenchimento dos formulários necessários para registro. O Edital encontra-se disponibilizado no Portal
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do Banco do Brasil na Internet, endereço: http://www.bb.com.br, Sites Específicos – Compras,
Contrataçoes e Vendas – Compras e Contratações – downloads - Cadastramento Técnico - Engenharia.
11.7 Na hipótese de o participante ter providenciado o seu Cadastramento no SICAF ou no CATEC-BB,
estando ainda pendente de análise e decisão quanto à regularidade das exigências de cadastro,
deverá(ão) ser apresentado(s) obrigatoriamente, à “Comissão de Licitação”, na Sessão de Abertura dos
envelopes “DOCUMENTO”, o(s) seguinte(s) documento(s):
12.
11.7.1
do SICAF: “Recibo de Solicitação de Serviço”;
11.7.2
do CATEC-BB: o “Documento de Solicitação de Cadastramento-BB”, protocolado até o
terceiro dia anterior à data da sessão pública.
CONDIÇÕES PARA ELABORAÇÃO DA PROPOSTA
12.1 As propostas deverão ser apresentadas com a identificação do concorrente, redigidas com clareza, sem
emendas, rasuras, acréscimos ou entrelinhas, devidamente datadas, assinadas na última folha e
rubricadas nas demais pelo responsável ou procurador do concorrente devidamente credenciado,
devendo delas constar os seguintes itens:
12.1.1
VALIDADE DA PROPOSTA, no prazo indicado no item 6.1, da Seção I, deste Edital;
12.1.2 DECLARAÇÃO DE PREÇO GLOBAL, em moeda corrente no País, em algarismo e por extenso,
pela qual o concorrente compromete-se a executar inteiramente as obras e serviços, de acordo
com o preconizado no presente Edital e na documentação fornecida pelo Banco. Na hipótese de
divergência entre o valor grafado em algarismo e por extenso, prevalecerá este último;
12.1.3
CONFIRMAÇÃO DO PRAZO GLOBAL DE CONCLUSÃO DE TODOS OS SERVIÇOS E OBRAS,
indicado no item 6.2, da Seção I, deste Edital;
12.2 Deverão, ainda, ser anexados à proposta, necessariamente, os seguintes documentos:
12.2.1 ORÇAMENTO DETALHADO - de todos os serviços a seu cargo, de acordo com a ordem e a
disposição dos capítulos do Caderno de Encargos – Parte IV ou Especificações de Serviços,
consignando quantitativos, preços unitários e totais de cada item, evitando-se a cotação de preços
por “verba”; e
12.2.2 ORÇAMENTO DETALHADO-RESUMO – preenchido em 01 (uma) via com os valores expressos
em moeda corrente no País.
12.3 Para cumprimento às determinações dos artigos 13 e 14 da Lei n.º 5.194, de 24/12/1966, bem como do
artigo 1º, inciso IV, da Resolução CONFEA n.° 282, de 24/08/1983, nos orçamentos DETALHADO E
DETALHADO-RESUMO é obrigatória a assinatura de profissional habilitado, além da menção explícita ao
título profissional e ao número da carteira profissional de quem os subscrever.
12.4
Em se tratando de microempresa ou empresa de pequeno porte, constituída nos termos da Lei
Complementar nº 123, de 14.12.2006 e para que essas possam usufruir do tratamento diferenciado
previsto no capítulo V da referida Lei e do Decreto nº 6.204, de 05.09.2007, é necessário que na
identificação da mesma conste as expressões “Microempresa” ou “Empresa de Pequeno Porte” ou suas
respectivas abreviações, “ME” ou “EPP”, à sua firma ou denominação, conforme o caso e que
apresentem declaração constante do Anexo 14, documento imprescindível para habilitação.
12.4.1 A declaração referida no item anterior servirá como comprovação do enquadramento do
participante como microempresa ou empresa de pequeno porte, conforme o caso, as quais
declararão, sob as penas da lei, que cumprem os requisitos legais para a qualificação como
“Microempresa” ou “Empresa de Pequeno Porte”, estando aptas a usufruir do tratamento
favorecido estabelecido nos arts. 42 a 49 da Lei Complementar nº 123/2006 e no Decreto nº
6.204/2007.
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13.
DA SESSÃO PÚBLICA E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
13.1
A Comissão de Licitação receberá os envelopes no local, dia e horário previstos no item 4.2, da Seção I,
deste Edital e fará o credenciamento dos representantes das empresas.
13.1.1 No caso de opção pelo Certificado de Cadastramento Técnico – CATEC-BB, este deverá ser
acondicionado no envelope “DOCUMENTOS”.
13.2
Após o encerramento do prazo para recebimento dos envelopes, o que será declarado pela Comissão
de Licitação na sessão de abertura dos envelopes DOCUMENTOS, nenhum outro envelope ou
documento será recebido, dando-se início à abertura dos mesmos em duas fases: fase de habilitação e
fase de julgamento.
13.3
De todas as reuniões públicas, a Comissão de Licitação lavrará ata circunstanciada, a ser assinada pelos
membros da Comissão e pelos representantes dos concorrentes presentes a sessão ou por aqueles
nomeados na forma do item 13.4, a seguir.
13.4 Havendo acordo, e mediante lavratura em ata, os concorrentes presentes poderão nomear apenas alguns
entre eles para rubricar os documentos apresentados, seja na fase de habilitação, seja na de julgamento
de propostas.
- Fase de Habilitação
13.5
A fase de habilitação consiste na verificação de regularidade da situação do fornecedor na forma do
Anexo 02:
a)
habilitação junto ao BANCO: abertura dos envelopes DOCUMENTOS, conferência e exame da
documentação neles contida;
b)
habilitação junto ao SICAF: verificação da habilitação parcial e da linha de fornecimento dos
concorrentes no SICAF e também na abertura dos envelopes DOCUMENTOS, conferência e
exame da documentação neles contida;
c)
conferência e exame do Certificado de Cadastramento Técnico – CATEC-BB.
13.6
Será efetuada consulta “on-line” no SICAF para comprovar a habilitação parcial dos concorrentes que
optaram pela habilitação por meio do referido Sistema e o registro em, pelo menos, uma das linhas de
fornecimento relacionadas no item 2.1.2, do Anexo 02 do Edital. Nesta ocasião serão impressas as
respectivas declarações de “Situação do Fornecedor” e “Serviço do Fornecedor”, sendo as mesmas
assinadas pelos membros da Comissão de Licitação e pelos representantes dos concorrentes
presentes, ou por aqueles nomeados na forma do item 13.4, desta Seção.
13.7
Dependerá de consulta junto à SLTI (Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, vinculada ao
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão) a habilitação dos concorrentes que, embora não
habilitados parcialmente no SICAF ou com documentação vencida, apresentarem, na sessão de
abertura dos envelopes DOCUMENTOS, cópia do formulário “Recibo de Solicitação de Serviço”,
protocolado no prazo regulamentar.
13.7.1 Sobre o documento do SICAF, o Recibo de Solicitação de Serviço deverá estar com os campos
relativos a documentação complementar exigida para habilitação parcial ou atualização de
documentos de habilitação parcial preenchidos, conforme o caso.
13.8
Dependerá, também, de consulta aos CSL-LICITAÇÃO (ENDEREÇO DO CSL) o credenciamento dos
participantes que apresentarem o “Documento de Solicitação de Cadastramento-BB”, protocolado até o
terceiro dia anterior à data do recebimento dos envelopes DOCUMENTOS.
13.9
Em seguida, dar-se-á início à abertura dos envelopes DOCUMENTOS tanto dos concorrentes
habilitados parcialmente no SICAF como daqueles que optaram pela habilitação diretamente junto ao
Banco. Os documentos serão conferidos e analisados pela Comissão de Licitação.
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13.10 Todos os documentos de habilitação serão rubricados pelos membros da Comissão de Licitação, por
todos os representantes dos concorrentes presentes ou por aqueles nomeados na forma do item 13.4,
desta Seção.
13.11
Se assim o permitirem as circunstâncias, a Comissão de Licitação efetuará a conferência e o exame dos
documentos de habilitação na própria reunião de abertura. Caso contrário, o fará em sessão reservada.
13.12
Quando a documentação for analisada na própria reunião e estando presentes todos os representantes
dos concorrentes, a Comissão divulgará o resultado da habilitação, e:
13.12.1 havendo desistência de todos os concorrentes da intenção de interpor recurso, mediante
manifestação formal de todos, registrada em ata, será dada continuidade à reunião, com a
abertura dos envelopes PROPOSTA; ou
13.12.2 não havendo desistência de todos os concorrentes da intenção de interpor recurso, a Comissão
de Licitação divulgará, na própria reunião, a data da abertura dos envelopes PROPOSTA,
abrindo-se o prazo de 5 (cinco) dias úteis para interposição de recurso, contado a partir do
primeiro dia útil subseqüente àquele em que se realizou a reunião.
13.13
Na hipótese de não estarem presentes à reunião de abertura dos envelopes DOCUMENTOS todos os
representantes dos concorrentes, ou de a documentação ser analisada em sessão reservada, o
resultado da fase de habilitação e a data da abertura dos envelopes PROPOSTA serão divulgados no
Diário Oficial da União, abrindo-se o prazo de 5 (cinco) dias úteis para interposição de recursos, contado
a partir do primeiro dia útil subseqüente ao da publicação.
13.14
Caso não se proceda na mesma sessão à abertura dos envelopes PROPOSTA, estes serão rubricados
pelos membros da Comissão de Licitação e pelos representantes dos concorrentes que assim o
desejarem, para posterior guarda em local seguro, de forma a garantir a sua inviolabilidade.
13.15
Serão inabilitados os concorrentes que:
13.15.1 apresentarem qualquer documento com data de validade vencida, inclusive aqueles
relacionados no SICAF;
13.15.2 não apresentarem quaisquer dos documentos exigidos no Anexo 02, deste Edital, ou os
apresentarem com adulteração, falsificação, emenda, rasura ou vencidos;
13.15.3 não atenderem a todas as exigências deste Edital;
13.15.4 não estiverem habilitados parcialmente no SICAF ou não apresentarem a documentação para
habilitação junto ao Banco, conforme a opção de habilitação, na forma do Anexo 02.
13.16
A inabilitação será justificada pela Comissão de Licitação e impedirá o concorrente de participar das
fases posteriores.
13.17
Os envelopes DOCUMENTOS e PROPOSTA dos concorrentes inabilitados estarão disponíveis para
devolução no prazo de 60 dias a contar da publicação no D.O.U do julgamento da licitação, após o que
serão destruídos.
- Fase de Julgamento
13.18
Não tendo sido interposto recurso ou tendo havido desistência deste ou, ainda, tendo sido julgados os
recursos interpostos, dar-se-á início à fase de julgamento, com a abertura dos envelopes PROPOSTA
dos concorrentes habilitados.
13.19
Abertos os envelopes PROPOSTA, todas as propostas e respectivos anexos serão rubricados pelos
membros da Comissão de Licitação e pelos representantes dos concorrentes presentes, ou por aqueles
nomeados na forma do item 13.4 desta Seção, após o que a Comissão de Licitação declarará
encerrada a reunião, informando que as propostas serão analisadas posteriormente.
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13.20
Na apreciação das propostas, serão observados os critérios de classificação e julgamento previstos no
item 14, desta Seção.
13.21
O resultado será divulgado no Diário Oficial da União, abrindo-se o prazo de 5 (cinco) dias úteis para
interposição de recursos, a contar do primeiro dia útil subseqüente ao da publicação.
13.22
Não tendo sido interposto recurso, ou tendo havido desistência deste, ou, ainda, tendo sido julgados os
recursos interpostos, o objeto da licitação será adjudicado ao concorrente vencedor, o qual será
convocado para assinar o contrato na forma do item 7.1, da Seção I, deste Edital.
13.23
Ultrapassada a fase de habilitação e abertos os envelopes PROPOSTA, não mais caberá desclassificar
concorrentes por motivos relacionados com a habilitação, salvo em razão de fatos supervenientes ou só
conhecidos após o julgamento.
14.
CRITÉRIOS PARA JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
14.1
No julgamento das propostas, a classificação se dará em ordem crescente dos preços apresentados,
sendo considerada vencedora a proposta que cotar o MENOR PREÇO GLOBAL para os serviços
projetados e especificados no item 1.1 deste Edital.
14.2
Serão desclassificadas as propostas:
14.2.1 que não atenderem às exigências contidas neste Edital ou impuserem condições;
14.2.2 que apresentarem irregularidades ou contiverem rasuras, emendas ou entrelinhas que
comprometam seu conteúdo;
14.2.3 cujos valores sejam inferiores a 70% (setenta por cento) do menor dos seguintes valores:
a)
média aritmética dos valores das propostas superiores a 50% (cinqüenta por cento) do
valor orçado pelo Banco no Anexo 05 – Planilha de Quantitativos e Preços Estimados do
Banco; ou
b)
do valor orçado pelo Banco no Anexo 05 – Planilha de Quantitativos e Preços Estimados
do Banco.
14.3
Será exigida prestação de garantia adicional igual à diferença resultante entre 80% (oitenta por cento)
do menor valor obtido entre os itens “14.2.3-a” e “14.2.3-b” e o valor da correspondente proposta do
concorrente vencedor cujo valor total da proposta for inferior a 80% (oitenta por cento) do menor valor
apurado entre os itens “14.2.3-a” e “14.2.3-b”, para assinatura do Contrato (ver item 18.8 deste Edital)
14.4
Não se considerará qualquer cláusula ou condições especiais no corpo da proposta, oferta de vantagens
não previstas neste Edital, nem preço ou vantagem baseados nas ofertas dos demais concorrentes.
14.5
Poderão ser admitidas, a critério da Comissão de Licitação, alterações formais destinadas a sanar
evidentes erros que não impliquem alteração do conteúdo da proposta.
14.6
No caso de empate entre duas ou mais propostas, a classificação se fará obrigatoriamente por sorteio,
em ato público para o qual serão convocados todos os concorrentes, vedado qualquer outro processo.
Todos os concorrentes serão comunicados, formalmente, do dia, hora e local do sorteio.
14.7 Decorridos 30 (trinta) minutos da hora marcada, sem que compareçam todos os convocados, o sorteio
será realizado a despeito das ausências.
14.8 No caso de participação de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, será assegurada, como
critério de desempate, preferência de contratação para estas, conforme previsto na Lei Complementar
nº 123, de 14.12.2006 E DO Decreto nº 6.204, de 05.09.2007.
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14.8.1
A identificação do CONCORRENTE como Microempresa-ME ou Empresa de Pequeno PorteEPP, deverá ser feita na forma do item 12..4 deste edital.
14.9 Entende-se por empate aquelas situações em que as propostas apresentadas pelas microempresas ou
empresas de pequeno porte sejam iguais ou até 10% (dez por cento) superiores à proposta de menor
preço.
14.10 Para efeito do disposto no item 14.9 deste edital, ocorrendo o empate, proceder-se-á da seguinte forma:
a) a microempresa ou empresa de pequeno porte melhor classificada poderá, caso seja do seu
interesse, no prazo máximo de 1 (um) dia útil, cujo termo inicial contará da consulta da Comissão
de Licitação, sob pena de preclusão do direito, apresentar proposta de preço inferior à primeira
classificada, situação em que passará à condição de primeira classificada do certame;
b) não ocorrendo interesse da microempresa ou empresa de pequeno porte na forma da alínea “a”
deste item, serão convocadas as remanescentes que porventura se enquadrem na hipótese do
item 14.9 deste edital, na ordem classificatória, para o exercício do mesmo direito; e
c) no caso de equivalência dos valores apresentados pelas microempresas e empresas de pequeno
porte que se encontrem no intervalo estabelecido no item 14.9 deste edital, será realizado sorteio
entre elas para que se identifique aquela que primeiro poderá apresentar a melhor oferta.
14.11 Na hipótese da não contratação nos termos previstos no item 14.10 deste edital, voltará à condição de
primeira classificada, a empresa autora da proposta de menor preço originalmente apresentada.
14.12 O disposto nos itens 14.9 e 14.10 somente se aplicará quando a proposta de menor preço não tiver sido
apresentada por microempresa ou empresa de pequeno porte.
14.13
Caso todos os concorrentes sejam inabilitados ou todas as propostas desclassificadas, o Banco poderá
fixar aos participantes o prazo de 8 (oito) dias úteis para apresentação de nova documentação ou de
novas propostas, excluídas as causas da inabilitação ou desclassificação. Todos os concorrentes serão
comunicados, formalmente, do dia, hora e local da abertura dos novos envelopes. Neste caso, o prazo
de validade das propostas será contado da nova data de abertura dos envelopes PROPOSTA..
15.
IMPUGNAÇÃO AO EDITAL E RECURSOS
15.1
As impugnações ao Edital e os recursos contra as decisões referentes ao processo deverão ser
formalizados e protocolados junto à dependência do Banco indicada no item 3.1 - Seção I deste Edital e
seu processamento se dará por intermédio da Comissão de Licitação.
15.2
Recebido, o recurso será comunicado aos demais concorrentes, que poderão impugná-lo, no prazo de 5
(cinco) dias úteis. Findo esse prazo, a Comissão de Licitação poderá reconsiderar sua decisão ou
encaminhar o recurso, devidamente informado, ao GERENTE DE ÁREA, para a decisão final.
15.3
O prazo para interposição de recurso será contado a partir do primeiro dia útil subseqüente ao da
intimação do ato.
15.4
Com a divulgação do resultado – de habilitação ou de julgamento – estará automaticamente franqueada
vista dos autos do processo aos concorrentes durante o prazo previsto para a interposição de recursos
e/ou impugnações aos recursos, e no horário fixado para o atendimento ao público - item 3 - Seção I
deste Edital.
15.5
Os recursos das decisões referentes à fase de habilitação e à fase de julgamento de propostas terão
efeito suspensivo, podendo o Banco do Brasil S.A., motivadamente e se de seu interesse, atribuir efeito
suspensivo aos recursos interpostos contra outras decisões.
15.6
As questões relativas à habilitação preliminar dos concorrentes no SICAF e ao cadastramento no
CATEC-BB deverão ser dirimidas diretamente pelo interessado junto à respectiva Unidade Cadastradora
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(SICAF) ou Centro de Serviços de Logística – CSL/LICITAÇÃO (CATEC-BB) e não terão efeito
suspensivo, nos termos do artigo 109, I, d, da Lei 8.666/93 e parágrafo segundo do mesmo artigo.
15.7
Decairá do direito de impugnar os termos do presente Edital aquele que venha a apontar, fora do prazo
legal, falhas ou irregularidades que o viciariam, hipótese em que tal comunicação não terá efeito de
recurso.
15.8
Não serão conhecidas as impugnações e os recursos apresentados fora do prazo legal e/ou subscritos
por representante não credenciado legalmente ou não identificado no processo para responder pelo
concorrente.
16.
SANÇÕES ADMINISTRATIVAS
16.1 As seguintes sanções poderão ser aplicadas aos concorrentes e à CONTRATADA, conforme o caso, sem
prejuízo da reparação dos danos causados ao Banco pelo infrator:
16.1.1 advertência;
16.1.2 multa;
16.1.3 suspensão temporária do direito de licitar e contratar com o Banco e suas subsidiárias, por
período não superior a 2 (dois) anos;
16.1.4 declaração de inidoneidade para licitar e contratar com a Administração Pública enquanto
perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação
perante a própria autoridade que aplicou a penalidade.
16.2 Nenhuma sanção será aplicada sem o devido processo administrativo, que prevê defesa prévia do
interessado e recurso nos prazos definidos em lei, sendo-lhe franqueada vista ao processo.
16.3 ADVERTÊNCIA
16.3.1 A advertência poderá ser aplicada quando ocorrer:
a) descumprimento das obrigações editalícias ou contratuais que não acarretem prejuízos para o
Banco;
b) execução insatisfatória ou pequenos transtornos ao desenvolvimento dos serviços, desde que
sua gravidade não recomende a aplicação da suspensão temporária ou declaração de
inidoneidade.
16.4 MULTA
16.4.1 A multa poderá ser aplicada nos percentuais e condições indicados no contrato.
16.4.2 A multa poderá ser aplicada cumulativamente com as demais sanções, não terá caráter
compensatório, e a sua cobrança não isentará a CONTRATADA da obrigação de indenizar
eventuais perdas e danos.
16.4.3 O CONTRATANTE poderá aplicar à CONTRATADA multa por inexecução total ou parcial do
contrato correspondente a até 20% (vinte por cento) do valor da nota fiscal/fatura do objeto
contratado.
16.4.4 A multa aplicada à CONTRATADA e os prejuízos por ela causados ao Banco serão deduzidos de
qualquer crédito a ela devido, cobrados diretamente ou judicialmente.
16.4.5 A CONTRATADA desde logo autoriza o CONTRATANTE a descontar dos valores por ele devidos
o montante das multas a ela aplicadas.
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16.4.6 Quando estiver encerrando o prazo de vigência do contrato, a multa moratória será auto-aplicável,
não cabendo defesa prévia à CONTRATADA.
16.5 SUSPENSÃO TEMPORÁRIA
16.5.1 A suspensão temporária poderá ser aplicada quando ocorrer:
a) apresentação de documentos falsos ou falsificados;
b) retirada da proposta, sem que a Comissão de Licitação tenha aceito as justificativas
apresentadas;
c) recusa injustificada em assinar o contrato, dentro do prazo estabelecido pelo Banco;
d) reincidência de execução insatisfatória dos serviços contratados;
e) atraso, injustificado, na execução/conclusão dos serviços, contrariando o disposto no contrato;
f) reincidência na aplicação das penalidades de advertência ou multa;
g) irregularidades que ensejem a frustração da licitação ou a rescisão contratual;
h) condenação definitiva por praticar fraude fiscal no recolhimento de quaisquer tributos;
i) prática de atos ilícitos visando a frustrar os objetivos da licitação ou prejudicar a execução do
contrato;
j) prática de atos ilícitos que demonstrem não possuir o concorrente idoneidade para contratar
com o Banco
16.6 DECLARAÇÃO DE INIDONEIDADE PARA LICITAR E CONTRATAR COM A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
16.6.1 A declaração de inidoneidade poderá ser proposta ao Ministro da Fazenda quando constatada a
má-fé, ação maliciosa e premeditada em prejuízo do Banco, evidência de atuação com interesses
escusos ou reincidência de faltas que acarretem prejuízo ao Banco ou aplicações sucessivas de
outras penalidades.
17.
FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO
17.1
Após o julgamento da proposta, a homologação do resultado pela autoridade competente e a
adjudicação do objeto, o BANCO DO BRASIL S.A. e o CONCORRENTE VENCEDOR poderão firmar
contrato específico visando a execução do objeto desta licitação nos termos da minuta de Contrato
(Anexo 13) que integra este Edital.
17.2
O CONCORRENTE VENCEDOR será convocado no prazo estabelecido no item 7.1, da Seção I, deste
Edital.
17.3
No ato da contratação, o PARTICIPANTE VENCEDOR deverá apresentar documento que habilite o seu
representante a assinar o Contrato em nome da empresa (procuração reconhecida em cartório ou
contrato social).
17.4
A recusa injustificada do CONCORRENTE VENCEDOR em assinar o Contrato dentro do prazo
estabelecido caracterizará o descumprimento total das obrigações assumidas, reservando-se ao
BANCO o direito de, independente de qualquer aviso ou notificação, realizar nova licitação ou convocar
os concorrentes remanescentes, respeitada a ordem de classificação, prevalecendo, neste caso, as
mesmas condições da proposta do primeiro classificado, inclusive quanto ao preço.
17.5
Os concorrentes remanescentes convocados na forma do item 17.4, que não concordarem em assinar
o Contrato, não estarão sujeitos às penalidades mencionadas no item 16.
17.6
A assinatura do Contrato estará condicionada à regularidade da situação do CONCORRENTE
VENCEDOR inclusive a demonstração da qualificação técnica exigida no Anexo 02.
.
17.7
No caso de obra a ser realizada fora da jurisdição do concorrente, a assinatura do Contrato fica
condicionada à comprovação de visto pelo CREA jurisdicionante do local da obra.
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17.8
Caso o CONCORRENTE VENCEDOR seja Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte, constituída
na forma da Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006 e do Decreto nº 6.204, de 05.09.2007, a
comprovação da regularidade fiscal será condição indispensável para a assinatura do contrato, sem
prejuízo das disposições previstas nos itens acima.
17.8.1 Havendo alguma restrição na regularidade fiscal, será assegurado prazo de 02 (dois) dias úteis,
cujo termo inicial corresponderá ao momento em que a Microempresa ou Empresa de Pequeno
Porte for declarada a vencedora do certame, prorrogáveis por igual período, para a
regularização da documentação, pagamento ou parcelamento do débito e emissão de eventuais
certidões negativas ou positivas, com efeito de certidão negativa.
Obs.: a) a declaração do vencedor de que trata este subitem acontecerá no momento
posterior ao julgamento das propostas; e
b) a prorrogação do prazo previsto neste subitem será sempre concedida pelo Banco,
quanto requerida pelo CONCORRENTE, a não ser que exista urgência na
contratação, devidamente justificada.
17.8.2
A não regularização da documentação no prazo acima estipulado, implicará na decadência do
direito à contratação pela Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte, sem prejuízo das
sanções previstas no item 16, sendo facultado ao BANCO convocar os licitantes
remanescentes, na ordem de classificação, para a assinatura do contrato, ou revogar a
licitação.
17.9
A assinatura do contrato será precedida da revisão dos cronogramas.
17.10
A rescisão do contrato poderá ocorrer nas seguintes hipóteses:
17.10.1 administrativamente, a qualquer tempo, por ato unilateral e escrito do CONTRATANTE, além
dos casos enumerados nos incisos I a XII e XVI a XVIII do art. 78 da Lei nº 8.666/93, nas
seguintes situações:
a) abandono da obra, assim considerada, para os efeitos contratuais, a paralisação imotivada
dos serviços por mais de 10 (dez) dias corridos;
b) atraso decorrente da defasagem da obra em relação ao cronograma em vigor, verificada em
qualquer etapa da programação, superior ao percentual previsto no item 8.3, da Seção I,
deste Edital;
c) colocação de empecilhos à realização, pela FISCALIZAÇÃO, de vistorias às obras ou serviços
contratados; e/ou
d) cometimento reiterado de faltas na execução da obra.
17.10.2 amigavelmente, formalizada em autorização escrita e fundamentada do CONTRATANTE,
mediante aviso prévio, por escrito, de 90 (noventa) dias ou de prazo menor a ser negociado
pela partes à época da rescisão; e
17.10.3 judicialmente, nos termos da legislação.
17.11
Os casos de rescisão contratual serão formalmente motivados nos autos do processo, assegurado o
contraditório e a ampla defesa.
17.12
O desenvolvimento e o pagamento dos serviços contratados deverão obedecer a um ritmo que satisfaça
perfeitamente aos cronogramas físico-financeiro e descritivo, a serem apresentados pelo concorrente
vencedor, necessariamente de conformidade com os modelos anexos, para aprovação pelo Banco
preliminarmente à assinatura do Contrato, do qual passará a ser parte integrante:
17.12.1 cronograma descritivo, que representa as condições de pagamento a serem observadas,
traduzirá literalmente o cronograma físico-financeiro, e sua existência objetiva, apenas, permitir
a melhor visualização dos serviços executados;
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17.12.2 o grau de desenvolvimento ou estágios sucessivos, que cumprirá satisfazer em cada prazo
parcial, deverá ficar perfeitamente caracterizado nos cronogramas - quer por etapas típicas da
obra ou por quantidade certa de serviços - no sentido de permitir sua fácil verificação. Da
mesma forma, deverá haver compatibilidade, em cada estágio, entre o desembolso financeiro
correspondente e a contraprestação de execução de obra ou serviço, vedada a antecipação de
pagamentos;
17.12.3 os prazos parciais serão expressos em dias corridos, a contar da data do início dos serviços,
devendo coincidir a data da conclusão do último deles com a de expiração do prazo global;
17.12.4 os cronogramas das obras deverão obedecer o previsto no item 8.1, da Seção I, deste Edital; e
17.13
18.
As condições de faturamento e pagamento, bem como outras relativas à contratação dos serviços,
constam da minuta de Contrato que integra este Edital.
GARANTIA CONTRATUAL
18.1 A Contratada se obriga a manter, durante toda a vigência do contrato, garantia no valor equivalente a 5%
(cinco por cento) do preço global contratado, devendo apresentar ao CONTRATANTE, conforme previsão
contratual (Anexo 13), o comprovante de uma das modalidades a seguir:
18.1.1 fiança bancária;
18.1.2 seguro-garantia; ou
18.1.3 caução em dinheiro.
18.2 Em caso de fiança bancária, deverão constar no instrumento, os seguintes requisitos:
18.2.1 prazo de validade correspondente ao período de vigência do contrato;
18.2.2 expressa afirmação do fiador de que, como devedor solidário e principal do pagador, fará o
pagamento ao Banco do Brasil S.A., independentemente de interpelação judicial, caso o
afiançado não cumpra suas obrigações;
18.2.3 expressa renúncia do fiador ao benefício de ordem e aos direitos previstos nos artigos 827 e 838
do Código Civil; e
18.2.4 cláusula que assegure a atualização do valor afiançado.
18.3 Não será aceita fiança bancária que não atenda aos requisitos estabelecidos no item anterior.
18.4 Em se tratando de seguro-garantia:
18.4.1 a apólice deverá indicar o CONTRATANTE como beneficiário; e
18.4.2 não será aceita apólice que contenha cláusulas contrárias aos interesses do Banco.
18.5 O valor em dinheiro depositado em caução será administrado pelo BANCO DO BRASIL S.A., por meio de
aplicações financeiras, de comum acordo com a CONTRATADA, que terá acesso aos extratos de simples
verificação da conta de caução.
18.6 Tratando-se de caução em dinheiro, no caso de prestação da garantia adicional prevista no item 14.3
desta Seção, exigida também conforme previsão contratual, o PROPONENTE VENCEDOR depositará o
valor correspondente em dinheiro, aplicando-se o disposto no item anterior.
18.7 Utilizada a garantia, a CONTRATADA fica obrigada a integralizá-la no prazo de 5 (cinco) dias úteis
contado da data em que for notificada formalmente pelo CONTRATANTE.
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18.8 O valor da garantia principal e, se for o caso, da garantia adicional prevista no item 14.3 deste Edital,
somente poderá ser disponibilizado à CONTRATADA quando da assinatura do Termo de Recebimento
Definitivo ou rescisão do contrato, desde que não possua obrigação ou dívida inadimplida com o
CONTRATANTE e mediante expressa autorização deste.
18.9 O Banco poderá utilizar a garantia contratual, a qualquer momento, para se ressarcir das despesas
decorrentes de quaisquer obrigações inadimplidas da CONTRATADA.
18.10 Caso ocorra dilação da obra com o conseqüente adiamento da data prevista para assinatura do Termo de
Recebimento Definitivo, a garantia nas modalidades de seguro garantia, de fiança bancária ou da caução
em dinheiro prevista no item 18.5 deverá ter sua data de vencimento revalidada para a nova data
contratual prevista.
18.11 Toda e qualquer garantia a ser apresentada responderá pelo cumprimento das obrigações da contratada
eventualmente inadimplidas na vigência do contrato e da garantia, e não serão aceitas se o garantidor
limitar o exercício do direito de execução ou cobrança ao prazo de vigência da garantia.
19.
DISPOSIÇÕES FINAIS
19.1 Considerando que o BANCO DO BRASIL S.A. está submetido às leis orçamentárias federais (LDO-LOA),
ficam as partes cientes de que a execução do(s) projeto(s) ao abrigo deste Edital estará condicionado às
respectivas aprovações orçamentárias.
19.2 Considerar-se-á legítimo representante do concorrente, na sessão de abertura desta licitação e nas
demais ocasiões relativas a este processo, aquele que detiver amplos poderes para tomar quaisquer
decisões relativamente a todas as fases, inclusive renúncia de interposição de recursos, devendo, para
tanto, apresentar documento de identidade com fé pública, observando-se as seguintes situações:
19.2.1 quando se tratar de representante designado pelo concorrente no próprio SICAF, por intermédio
do formulário “Dados do Representante”, será efetuada consulta “on-line” ao aludido Sistema, de
onde será impresso o comprovante e juntado ao processo;
19.2.2 caso o representante do concorrente seja pessoa diferente das indicadas no SICAF, deverá ser
apresentado também um dos seguintes documentos:
a)
instrumento particular de procuração, assinado pelo outorgante, com firma reconhecida em
Cartório, conforme modelo constante do Anexo 12, deste Edital;
b) instrumento público de procuração contemplando os mesmos poderes relacionados na
minuta constante do modelo do Anexo 12, deste Edital; ou
c) documento de constituição da empresa, quando se tratar de sócio.
19.3
A não apresentação ou incorreção do documento de credenciamento impedirá o representante de se
manifestar nas sessões e responder pela firma.
19.4
Nas fases do procedimento licitatório, será admitido apenas um representante por concorrente.
19.5
A presente licitação não importa necessariamente em contratação, podendo o BANCO DO BRASIL S.A.
revogá-la ou anulá-la, no todo ou em parte, bem como prorrogar, a qualquer tempo, os prazos para
recebimento dos envelopes ou para sua abertura.
19.6
O concorrente é responsável pela fidelidade e legitimidade das informações prestadas e dos
documentos apresentados em qualquer fase da licitação. A falsidade de qualquer documento
apresentado ou a inveracidade das informações nele contidas implicará a imediata desclassificação do
concorrente que o tiver apresentado, ou, caso tenha sido o vencedor, o cancelamento do contrato, sem
prejuízo das demais sanções cabíveis.
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19.7
É facultada à Comissão de Licitação ou à autoridade a ela superior, em qualquer fase da licitação, a
promoção de diligência destinada a esclarecer ou complementar a instrução do processo. Os
concorrentes intimados para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais deverão responder, por
escrito, no prazo determinado pela Comissão, sob pena de desclassificação. Todas as comunicações
deverão ser feitas por escrito.
19.8
Todas as condições deste Edital e
independentemente de transcrição.
seus
respectivos
anexos,
farão
parte
19.9
Todas as decisões referentes a este processo licitatório serão comunicadas aos concorrentes mediante
intimação, a qual poderá se dar nas próprias reuniões - se presentes todos os concorrentes - ou por
qualquer meio de comunicação que comprove o recebimento, ou, ainda, mediante publicação no Diário
Oficial da União.
19.10
Durante as sessões públicas deste processo licitatório, os casos não previstos neste Edital serão
decididos pela Comissão de Licitação.
19.11
O foro designado para julgamento de quaisquer questões judiciais resultantes deste Edital será o do
local da realização do certame.
RIO DE JANEIRO, 22.04.2009
BANCO DO BRASIL S/A
DIRETORIA DE LOGÍSTICA
CENTRO DE SERVIÇO DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
__________________________________
FERNANDO DE LACERDA WERNECK
PRESIDENTE DA COMISSÃO DE LICITAÇÃO
do
Contrato,
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ANEXO 01
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DESCRIÇÃO DA OBRA OBJETO DA CONTRATAÇÃO
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REFORMA PARA IMPLANTAÇÃO DE DEPENDÊNCIA
Dependência
CAVALEIROS-MACAÉ RJ
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ANEXO 02
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DOCUMENTOS PARA HABILITAÇÃO
======================================================================================
A critério do concorrente, a habilitação poderá ser feita junto ao Banco, ou por meio do SICAF, podendo,
ainda, comprovar a qualificação técnica pela apresentação do Certificado de Cadastramento Técnico do
Banco do Brasil S.A. – CATEC-BB, que deverá estar acondicionado no envelope “DOCUMENTOS”.
1.
HABILITAÇÃO JUNTO AO BANCO
1.1 Para a habilitação junto ao Banco, o concorrente deverá apresentar os seguintes documentos:
Habilitação Jurídica:
1.1.1
registro comercial, no caso de empresa individual, ato constitutivo, estatuto ou contrato social
em vigor, devidamente registrado, em se tratando de sociedades comerciais e, no caso de
sociedades por ações, acompanhado de documentos de eleição de seus administradores.
1.1.2
inscrição do ato constitutivo, no caso de sociedades civis, acompanhada de prova de
nomeação da diretoria em exercício;
1.1.3
decreto de autorização, em se tratando de empresa ou sociedade estrangeira em
funcionamento no País, expedido pelo órgão competente, quando a atividade assim o exigir.
Regularidade Fiscal:
1.1.4
prova de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda –
CNPJ/MF;
1.1.5
prova de inscrição no cadastro de contribuintes estadual ou municipal, se houver, relativo ao
domicílio ou sede do concorrente, pertinente a seu ramo de atividade e compatível com o
objeto contratual;
1.1.6
prova de regularidade com a Fazenda Federal, Estadual e Municipal do domicílio ou sede do
concorrente, compreendendo a Certidão de Quitação de Tributos e a Certidão Quanto à Dívida
Ativa – ou outras equivalentes na forma da lei – expedidas, em cada esfera de governo, pelo
Órgão competente;
1.1.7
prova de regularidade perante o Instituto Nacional de Seguro Social – INSS, mediante
apresentação da CND – Certidão Negativa de Débito;
1.1.8
prova de regularidade perante o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço – FGTS, mediante
apresentação do CRF – Certificado de Regularidade de Fundo de Garantia, fornecido pela
Caixa Econômica Federal;
DA QUALIFICAÇÃO TÉCNICA
1.1.9
Certidão de Registro no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA);
1.1.10
A comprovação da qualificação técnica exigida nos itens 3.1.7 e 3.1.8, onde as parcelas de
maior relevância são: Construção Civil, Instalações Elétricas, Instalações de Ar
Condicionado, se dará pela apresentação, na data da contratação, de:
a)
cópia autenticada: da Carteira de Trabalho assinada pelo CONCORRENTE
ou do Livro de Registro de Empregados ou de Contrato de Prestação de
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Serviços, assinado pelo CONCORRENTE, cuja duração seja, no mínimo,
suficiente para a execução do objeto licitado ou do Contrato Social, em caso
de sócio da empresa;
b)
1.1.11
um ou mais atestados fornecido(s) por pessoas jurídicas de direito público
ou privado, acompanhado(s) das respectiva(s) Certidão(ões) de Acervo
Técnico – C.A.T., emitida(s) pelo CREA, desde que atendam as exigências
de cada tipo de serviço, conforme definido no item 1.1.10 retro (parcelas de
maior relevância), admitindo-se a Certidão de Acervo Técnico de obra
específica, expedida pelo CREA. A substituição de quaisquer desses
profissionais só será admitida, em qualquer tempo, por outro(s) que
detenha(m) as mesmas qualificações aqui exigidas e por motivos relevantes,
justificáveis pelo CONCORRENTE sob avaliação do Banco.
Alternativamente, a qualificação técnica (itens 1.1.9 e 1.1.10), poderá ser comprovada
mediante a apresentação do Certificado de Cadastramento Técnico do Banco do Brasil S.A. –
CATEC-BB, emitido pelos Centro de Serviços de Logística – CSL - LICITAÇÕES e dentro do
prazo de validade do documento. O concorrente deverá estar cadastrado nos itens/capacidade
de fornecimento abaixo relacionados:
03.20.100.730400 - Reforma em Imóveis – Mão de Obra
Médio Porte
1.1.11.1
Os documentos necessários para inscrição no Cadastro Técnico estão previstos no
Edital de Cadastramento Técnico - Engenharia, que contempla, também, os
procedimentos e instruções de preenchimento dos formulários necessários para
registro. O Edital encontra-se disponibilizado no Portal do Banco do Brasil na
Internet, endereço: http://www.bb.com.br, Sites Específicos – Compras,
Contratações e Venda de Imóveis – Compras e Contratações – downloads Cadastramento Técnico - Engenharia.
1.1.11.2
Os concorrentes que não estejam cadastrados no Cadastro Técnico poderão
solicitar sua inscrição nos Centros de Serviços de Logística-CSL, relacionados no
endereço eletrônico acima, até o terceiro dia anterior à data da abertura dos
envelopes “DOCUMENTOS”.
QUALIFICAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA:
1.1.12 certidão negativa de pedido de falência ou concordata expedida pelo distribuidor da sede do
concorrente que esteja dentro do prazo de validade expresso na própria certidão. Caso as
certidões sejam apresentadas sem indicação do prazo de validade, serão consideradas
válidas, para este certame, aquelas emitidas há no máximo 90 (noventa) dias da data
estipulada para a abertura dos envelopes DOCUMENTOS;
1.1.12.1
para as praças onde houver mais de um cartório distribuidor, deverão ser
apresentadas tantas certidões quantos forem os cartórios, cada uma emitida por
um distribuidor;
1.1.13 balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício social, já exigíveis e
apresentados na forma da legislação em vigor, acompanhado do demonstrativo das contas de
lucros e prejuízos que comprovem possuir o concorrente boa situação financeira;
1.1.13.1
no caso de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte, a apresentação dessa
documentação servirá também para a comprovação de enquadramento nessa
condição, de acordo com o Art. 3º da Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006;
1.1.14 A comprovação da boa situação financeira do concorrente será baseada na obtenção de
índices de Liquidez Geral (LG), Solvência Geral (SG) e Liquidez Corrente (LC) resultantes da
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aplicação das fórmulas abaixo, devendo a empresa apresentar resultado maior do que 1 (um)
em todos os índices aqui mencionados:
LG = Ativo Circulante + Realizável a Longo Prazo
Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo
SG = Ativo Total
Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo
LC = Ativo Circulante
Passivo Circulante
1.1.15
2.
As empresas que apresentarem qualquer dos índices relativos à boa situação financeira igual
ou menor que 1,00 (um) deverão comprovar possuir patrimônio líquido igual ou superior a R$
72.385,39 (setenta e dois mil, trezentos e oitenta e cinco reais e trinta e nove centavos).
A comprovação será feita mediante apresentação do balanço patrimonial e demonstrações
contábeis do último exercício social, já exigíveis e apresentados na forma da legislação em
vigor, ou por meio do Certificado de Cadastramento Técnico – CATEC-BB, onde conste o valor
atualizado do Patrimônio Líquido.
HABILITAÇÃO POR MEIO DO SICAF
2.1
O concorrente que optar pela habilitação por meio do SICAF, registro cadastral oficial do Poder
Executivo Federal, nos termos da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5, de 21.07.1995, do extinto
Ministério de Administração e Reforma do Estado – MARE e Decreto nº 3.722, 09.01.2001, deverá
atender às seguintes exigências:
2.1.1
satisfazer os requisitos relativos à fase inicial de habilitação preliminar (Art. 22, Parágrafo 1º
da Lei 8.666/93) que se processará junto ao SICAF, na forma de habilitação parcial ;
2.1.2
estar registrado no SICAF para a seguinte linha de fornecimento:
4545
2.1.3
apresentar, no SICAF, todos os índices relativos à situação financeira maiores que 1,0 (um);
2.1.3.1 as empresas que apresentarem, no SICAF, qualquer dos índices relativos à boa
situação financeira igual ou menor que 1,0 (um) deverão comprovar possuir patrimônio
líquido igual ou superior a R$ 72.385,39 (setenta e dois mil, trezentos e oitenta e
cinco reais e trinta e nove centavos)A comprovação será feita mediante
apresentação do balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício
social, já exigíveis e apresentados na forma da legislação em vigor, ou por meio do
Certificado de Cadastramento Técnico - CATEC-BB, onde conste o valor atualizado do
Patrimônio Líquido.
2.1.4
apresentar:
2.1.4.1
a documentação relacionada nos itens 1.1.9 a 1.1.11 (qualificação técnica)
deste Anexo; e
2.1.4.2
a declaração de inexistência de fato superveniente impeditivo a sua
habilitação no SICAF, que o impeça de participar de licitações, conforme
minuta constante no Anexo 08 deste Edital;
2.1.5
a comprovação da HABILITAÇÃO JURÍDICA, da REGULARIDADE FISCAL
e da
QUALIFICAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA se fará mediante consulta “on-line” ao Sistema
SICAF, por ocasião da abertura dos envelopes “DOCUMENTOS”;
2.1.6
os
interessados em participar da presente licitação, que não estejam habilitados
parcialmente no SICAF, poderão habilitar-se em qualquer “Unidade Cadastradora” do
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Sistema. A relação das unidades cadastradoras poderá ser obtida, via internet, no endereço
http://www.comprasnet.gov.br;
2.1.7
3.
na hipótese de o participante ter providenciado o seu Cadastramento no SICAF, no prazo
máximo de até o quarto dia útil anterior à realização do certame, estando ainda pendente de
análise e decisão quanto à regularidade das exigências de cadastro, deverá ser apresentado,
à “Comissão de Licitação”, na Sessão de Abertura dos envelopes “DOCUMENTOS”, sob
pena de inabilitação, o “Recibo de Solicitação de Serviço”.
DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
3.1 Em qualquer situação (habilitação por SICAF ou junto ao BANCO) apresentar os seguintes
documentos complementares: (as declarações dos itens 3.1.2 , 3.1.3 , 3.1.4 , 3.1.5 , 3.1.7 e 3.1.8
deverão ser conforme o modelo do Anexo 16)
3.1.1
o concorrente deverá comprovar Patrimônio Líquido igual ou superior a R$ 72.385,39
(setenta e dois mil, trezentos e oitenta e cinco reais e trinta e nove centavos), por
balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício social, conforme art. 31,
inc. I, da Lei nº 8.666/93, ou por meio do Certificado de Cadastramento Técnico – CATECBB, onde conste o valor atualizado do Patrimônio Líquido;
3.1.2
declaração indicando a forma escolhida para habilitação, dentre as duas opções estipuladas
no item 11.2, ou seja, habilitação pela apresentação da documentação junto ao Banco ou
por meio do SICAF;
3.1.3
declaração de inexistência em seu quadro, de funcionário de qualquer Centro de Serviços de
Logística, da Gerência de Patrimônio, Arquitetura e Engenharia – Gepae, como dirigente,
acionista detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto ou
controlador, responsável técnico, representante comercial ou procurador, salvo os casos de
empresa sob controle do próprio Banco;
3.1.4
declaração de que tomou conhecimento de todas as informações e das condições para o
cumprimento das obrigações do objeto desta licitação;
3.1.5
declaração quanto à existência ou inexistência, em seu quadro, de cônjuges, inclusive
companheiros(as), parentes até 2º grau (filhos, netos, irmãos, pais, avós), pais adotivos,
padrastos, enteados, cunhados, sogros, genros, noras ou de outras pessoas que
mantenham vínculos de natureza técnica, comercial, econômica ou financeira com
funcionários do CSL responsável pela licitação. Em caso de existência, deverá ser indicado o
nome do funcionário;
3.1.6
declaração de que não emprega menor de 18 anos em trabalho noturno, perigoso ou
insalubre e não emprega menor de 16, salvo na condição de aprendiz, a partir de 14 anos,
na forma da minuta constante do Anexo 07;
3.1.7
Declaração de que, na data da contratação, haverá, em seu quadro de pessoal,
profissional(is) de nível superior detentor(es) de acervo técnico por execução de obra ou
serviço de características semelhantes às do objeto desta licitação.
3.1.8
Declaração formal de que disponibilizará estrutura operacional (pessoal e material) adequada
ao perfeito cumprimento do objeto da licitação, sendo a equipe técnica mínima, para
execução, aquela descrita no Caderno de Encargos Parte IV – (Anexo 3).
3.1.9
no caso de Microempresas-ME e Empresas de Pequeno Porte-EPP, declaração de
enquadramento nessas situações, conforme minuta constante do ANEXO 14.
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4. Os documentos exigidos neste Edital deverão ser apresentados no original, em cópia autenticada por
cartório, ou por publicação em órgão da imprensa oficial. A autenticação poderá ser feita, ainda, mediante
cotejo da cópia com o original, pelos membros da Comissão de Licitação.
5. Os documentos exigidos para habilitação deverão estar com prazo de validade em vigor na data
marcada para a abertura dos envelopes DOCUMENTOS. Caso os documentos relacionados nos itens
1.1.5 a 1.1.9 deste Anexo sejam apresentados sem indicação de prazo de validade, serão considerados,
para o certame, válidos por 90 (noventa) dias a partir da data de sua emissão.
6. Os CONCORRENTES que alegarem estar desobrigados da apresentação de qualquer um dos
documentos exigidos na fase habilitatória deverão comprovar esta condição por meio de certificado
expedido por órgão competente ou legislação em vigor, apresentados na forma indicada no item anterior
1.
O documento necessário para representação do CONCORRENTE na
sessão de abertura, na forma exigida no item 19.2, da Seção II, deste Edital, deverá ser entregue à
Comissão de Licitação APARTADO DOS ENVELOPES.
REGULARIDADE FISCAL - OBSERVAÇÕES APLICÁVEIS ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, NA
FORMA DA LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14.12.2006 E DO DECRETO Nº 6.204, DE 05.09.2007:
2. Havendo alguma restrição na comprovação da regularidade fiscal, será
assegurado prazo de 2 (dois) dias úteis, cujo termo inicial corresponderá ao
momento em que o CONCORRENTE (ME ou EPP) for declarado o
vencedor do certame, prorrogáveis por igual período, para a regularização
da documentação, pagamento ou parcelamento do débito, e emissão de
eventuais certidões negativas ou positivas com efeito de certidão negativa;
a) a declaração do vencedor de que trata a alínea anterior acontecerá no momento posterior ao
julgamento das propostas;
b) a prorrogação do prazo previsto na alínea “a” será sempre concedida pelo Banco, quanto requerida
pelo CONCORRENTE, a não ser que exista urgência na contratação na contratação, devidamente
justificada;
3. A não regularização da documentação, no prazo previsto na alínea anterior,
implicará decadência do direito à contratação, sem prejuízo das sanções
previstas no art. 81, da Lei nº 8.666, de 21.06.1993, sendo facultado ao
BANCO convocar os licitantes remanescentes, na ordem de classificação,
para a assinatura do contrato, ou revogar a licitação; e
4. A regularidade fiscal é condição indispensável para a assinatura do
Contrato.
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CADERNO DE ENCARGOS - PARTE IV
ESPECIFICAÇÃO DE SERVIÇOS E MATERIAIS
ANEXO 03
Ag. Cavaleiros-Macaé, RJ
Instalação de Dependência
CSL ENGENHARIA RJ
Março de 2009
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
INTRODUÇÃO - 00
S-00.INT.01
05/85
1. O CADERNO DE ENCARGOS, para construção e reforma de edifícios de propriedade do
Banco do Brasil S.A, apresenta-se em 2 (dois) volumes.
2. O primeiro deles, sob o título CADERNO GERAL DE ENCARGOS, compreende as
seguintes partes:
2.1. Primeira : Generalidades
2.2.Segunda : Especificações de Materiais e Equipamentos
2.3.Terceira : Procedimentos
3. A introdução no CADERNO GERAL DE ENCARGOS define, com clareza, o campo de
aplicação das três partes aludidas no item anterior.
4. Em síntese, O CADERNO GERAL DE ENCARGOS contém normas e especificações
básicas, não só para os serviços a serem executados na presente obra, como também,
para outros mais, cuja aplicação, embora não prevista, possa tornar-se necessária.
5. O segundo volume, sob o título CADERNO DE ENCARGOS- PARTE IV, contém
características de produtos e materiais e procedimentos complementares, além das
indicações dos locais de aplicações de cada um dos tipos de serviços previstos
especificamente na presente obra.
6. Para produtos e materiais das marcas ou fabricantes mencionados neste CADERNO DE
ENCARGOS, o proprietário admitirá o emprego de equivalentees, desde que ouvida
previamente a fiscalização, e conforme o “Critério de Analogia” (E-AAA.01, item 2). Quando
da complementação de materiais pré-existentes, o construtor fornecerá material
rigorosamente idêntico ao existente, sob apreciação da fiscalização.
7. Em resumo, o CADERNO GERAL DE ENCARGOS é de uso genérico, e o CADERNO DE
ENCARGOS- PARTE IV é de uso específico para uma determinada obra.
8. ESCLARECIMENTOS DE DÚVIDAS
8.1. Eventuais dúvidas serão dirimidas se encaminhadas de acordo com o item 3.2 do
Edital.
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INDICE - 00
CAPÍTULOS
S-00.IND.01
08/00
DISCRIMINAÇÃO
PRELIMINARES
IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO
MOVIMENTO DE TERRA E SERVIÇOS CORRELATOS (não se aplica)
FUNDAÇÃO
ESTRUTURA (não se aplica)
ALVENARIA E OUTRAS FUNDAÇÕES
COBERTURA (não se aplica)
IMPERMEABILIZAÇÃO
TRATAMENTO TÉRMICO E ACÚSTICO
PAVIMENTAÇÃO
REVESTIMENTO
DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS
CARPINTARIA E MARCENARIA
SERRALHERIA
FERRAGENS
VIDRAÇARIA
PINTURA
ENCERAMENTO E LUSTRAÇÃO
INTALAÇÕES ELÉTRICAS, MECÂNICAS, TELECOMUNICAÇÕES E
INFORMÁTICA
INSTALAÇÃO DE ÁGUA
INSTALAÇÃO CONTRA INCÊNDIO (não se aplica)
INSTALAÇÕES SANITÁRIAS DE ESGOTO E ÁGUAS PLUVIAIS
INSTALAÇÕES ESPECIAIS
INSTALAÇÃO DE GÁS (não se aplica)
INSTALAÇÃO DE TRANSPORTE VERTICAL
INSTALAÇÕES
DE
AR
CONDICIONADO,
AQUECIMENTO
LIXO (não se aplica)
VENTILAÇÃO
EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA (não se aplica)
DIVERSOS
LIMPEZA E VERIFICAÇÃO FINAL
E
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PRELIMINARES - 01
1.
NORMAS
1.1.
Conforme as normas abaixo, mais o disposto nos itens seguintes, a título de
complementação.
P-01.AAA.01
P-01.CAR.01
P-01.SEG.01
2.
3.
4.
S-01.AAA.01
02/02
Condições Gerais
Caracterização do Subsolo
Norma de Segurança
SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO
2.1.
Serão obedecidas todas as recomendações, com relação à Segurança e
Medicina do Trabalho, contidas nas Normas Regulamentadoras NR-1 e NR-18
aprovadas pela Portaria número 3214, de 08 de junho de1978, do Ministério do
Trabalho, publicada no D.O.U de 06 de julho de 1978, do Ministério do
Trabalho, e pela portaria número 04, de 04 de Julho de 1995, publicada no
D.O.U., de 07 de julho de 1995.
2.2.
Além das duas NRs citadas no P-01.SEG.01, cabe acrescentar as NR-4 e a
NR-8.
2.3.
Essas NRs são encontradas no número 16, dos “Manuais de Legislação Atlas”
(28ª Edição), da Editora Atlas S. A. e na publicação “Série NR-18”, da
“Fundacentro”, do Ministério do Trabalho.
2.4.
Além das citadas, cabe acrescentar:
2.4.1. NB-252/82
de construção
(NBR 7678) Segurança na execução e obras e serviços
2.4.2. NB-598/77
demolições.
(NBR 5682) Contratação, execução e supervisão de
2.4.3.
Segurança em instalações e serviços em eletricidade
NR-10
SESMT - DIMENSIONAMENTO
3.1.
O dimensionamento do SESMT - Serviços Especializados em Engenharia de
Segurança e em Medicina do Trabalho - será definido pelo “Quadro II” que
integra a NR-4.
3.2.
Para essa finalidade, são considerados o “grau de risco” e o número de
empregados.
3.3.
Por equipe do SESMT entende-se :
Técnico de Segurança do Trabalho;
Engenheiro de Segurança do Trabalho;
Auxiliar de Enfermagem do Trabalho;
Enfermeiro do Trabalho;
Médico do Trabalho;
PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO
4.1.
O CONSTRUTOR deverá dispor, em seu canteiro, de equipamentos extintores
de incêndio, do tipo, quantidade e porte compatíveis com as dimensões e
características das instalações e de acordo com o parecer do SESMT. Esses
equipamentos não serão retirados dos seus pontos fixos, para atender a motivo
que não seja objeto de sua finalidade específica, e serão mantidos em
condições de plena operação
0
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5.
4.2.
Nas dependências do PROPRIETÁRIO, eventualmente cedidas ao
CONSTRUTOR, haverá extintores dos tipos “Água Pressurizada” e CO2, sendo
o número desses equipamentos função da “carga de incêndio”.
4.3.
Antes do início dos serviços na área, os funcionários do CONSTRUTOR serão
orientados pelos supervisores, encarregados ou responsáveis pela frente de
trabalho, com referência ao alarme de emergência e aos procedimentos que
deverão adotar em tal circunstância.
4.4.
É vedado o uso, por funcionário do CONSTRUTOR, de equipamentos de
proteção contra incêndio de propriedade do “Banco do Brasil”, sem que tenha
havido permissão prévia por parte da Segurança interna.
4.5.
É proibido obstruir os acessos aos equipamentos de proteção contra incêndio.
DIRETRIZES GERAIS DE SEGURANÇA
5.1.
PRECAUÇÕES
Antes do início dos serviços, a FISCALIZAÇÃO apresentará à Segurança
Interna da Agência o responsável do CONSTRUTOR pelo assunto,
oportunidade em que serão estabelecidas as medidas e precauções
específicas sobre a matéria, especialmente as que não constarem das
presentes instruções.
5.2.
5.3.
INSPEÇÃO DE SEGURANÇA
5.2.1.
A segurança interna da Agência, no desempenho de suas atribuições,
realizará inspeções periódicas nos canteiros de obras e demais
instalações do CONSTRUTUTOR, a fim de verificar o cumprimento das
determinações legais, estado de conservação dos dispositivos
protetores do pessoal e das máquinas, bem como fiscalizar a
observância dos regulamentos e normas de caráter geral e daqueles
que tenham sido estabelecidos pelo PROPRIETÁRIO.
5.2.2.
Compete ao CONSTRUTOR, acatar as recomendações decorrentes
das inspeções e sanar as irregularidades apontadas, sob pena de
suspensão dos serviços pelo inspetor de Segurança, que notificará, de
imediato, á FISCALIZAÇÃO.
COMUNICAÇÃO DE ACIDENTES
5.3.1.
Em caso de acidente no canteiro da obra, o CONSTRUTOR deverá:
1. Prestar todo e qualquer socorro imediato às vítimas;
2. Paralisar os serviços, no local e nas suas circunvizinhanças, a fim
de evitar a possibilidade de mudanças das circunstâncias
relacionadas com o acidente;
3. Solicitar imediatamente o comparecimento da FISCALIZAÇÃO no
local da ocorrência , relatando o fato.
5.3.2.
Todo o acidente com perda de tempo (todo aquele de que decorre
lesão pessoal que impede o acidentado de voltar ao trabalho no
mesmo dia, ou no dia imediato à sua ocorrência, no horário
regulamentar) será imediatamente comunicado, da maneira mais
detalhada possível, à FISCALIZAÇÃO que por sua vez, dará ciência à
Segurança Interna da Agência.
5.3.3.
De igual maneira, será notificada a ocorrência de qualquer “acidente
sem lesão”, especialmente princípios de incêndio.
5.3.4.
Quando necessário, será exigido o uso de equipamentos relacionados
no quadro a seguir, obedecido o disposto nas Normas
Regulamentadoras NR-6 - Equipamento de Proteção Individual-EPI e
NR-1 - Disposições Gerais.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
PROTEÇÃO
EQUIPAMENTO
Capacete de segurança
Capacete especial
Protetor facial
Óculos de segurança contra
Ferimentos nos olhos
impactos
Óculos de segurança contra Irritação nos olhos e lesões decorrentes da
radiações
ação de radiações
Óculos de segurança contra Irritação nos olhos e lesões decorrentes da
respingos
ação de líquidos agressivos
Queda ou projeção de objetos, impactos
Capacete de segurança
contra estrutura e outros.
Contato com substâncias corrosivas ou
Luvas e mangas de proteção
tóxicas, materiais abrasivos ou cortantes,
(couro,
lona
plastificada,
equipamentos
energizados,
materiais
borracha ou neoprene)
aquecidos.
Locais molhados, lamacentos ou em
Botas de borracha (PVC)
presença de substâncias tóxicas.
Calçados de couro
Lesão do pé
Cinto de segurança
Queda com diferença de nível
Nível de ruído superior ao estabelecido na
Protetores auriculares
NR-5 - Atividades e Operações Insalubres
CABEÇA
MÃOS E
BRAÇOS
PÉS E
PERNAS
INTEGRAL
AUDITIVA
Respirador contra poeira
RESPIRATÓRIA
TRONCO
5.4.
6.
TIPO DE RISCO
Queda ou projeção de objetos, impactos
contra estrutura e outros.
Equipamentos ou circuitos elétricos.
Projeção de fragmentos, respingos de
líquidos e radiações nocivas.
Trabalhos com produção de poeira
Trabalhos de limpeza por abrasão através
de jatos de areia.
Respirador e máscara de filtro Poluentes atmosféricos em concentrações
químico
prejudiciais à saúde
Trabalhos de soldagem e corte a quente, e
Avental de raspa
de dobragem e armação de ferros.
Máscara para jato de areia
SUSPENSÃO DO TRABALHO POR MOTIVO DE SEGURANÇA
5.4.1.
A segurança Interna da Agência e a FISCALIZAÇÃO poderão
suspender qualquer serviço no qual se evidencie risco iminente,
ameaçando a segurança de pessoas (usuários, funcionários ou
transeuntes), equipamentos e/ou ao patrimônio do PROPRIETÁRIO.
5.4.2.
As suspensões dos serviços motivadas por condições de insegurança,
e conseqüentemente, a não observância das normas, instruções e
regulamentos aqui citados, não eximem o CONSTRUTUTOR das
obrigações e penalidades das cláusulas do(s) contrato(s) referente(s) a
prazos e multas.
APLICAÇÃO
6.1.
O CONSTRUTOR obedecerá, no que diz respeito às amostras e catálogos, o
disposto na E-AAA.02 e no item 1 da E-AAA.01;
6.3.
O CONTRUTOR obedecerá, no que diz respeito às normas de segurança, às
prescrições desta S-01.AAA.01 e P.01.SEG.01;
6.4.
O CONSTRUTOR obedecerá, no que diz respeito à verificação preliminar, o
contido no Edital de Licitação;
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
PRELIMINARES - 01
Condições Gerais
1.
NORMAS
1.1.
Conforme as normas abaixo, mais o disposto nos itens seguintes, a título de
complementação.
P-01.AAA.01
2.
4.
Condições Gerais
AMOSTRAS E CATÁLOGOS DE MATERIAIS
2.1.
3.
S-01.AAA.02
02/02
A Construtora deverá submeter à apreciação da Fiscalização, em tempo hábil,
amostras ou catálogos dos materiais especificados para a obra, sob pena de
impugnação dos trabalhos porventura executados.
CRITÉRIO DE ANALOGIA
3.1.
Se as circunstâncias ou condições locais tornarem aconselhável a substituição
de alguns dos materiais especificados neste Caderno, a substituição obedecerá
ao disposto nos itens subseqüentes e só poderá ser efetuada mediante
expressa autorização, por escrito, da Fiscalização, para cada caso particular e
será regulada pelo critério de analogia definido a seguir.
3.2.
Diz-se que dois materiais ou equipamentos apresentam analogia total ou
equivalência se desempenham idêntica função construtiva e apresentam as
mesmas características exigidas na Especificação ou no Serviço que a eles se
referem.
3.3.
Diz-se que dois materiais ou equipamentos apresentam analogia parcial ou
semelhança se desempenham idêntica função construtiva, mas não apresentam
as mesmas características exigidas na Especificação ou no Serviço que a eles
se referem.
3.4.
Na eventualidade de uma equivalência, a substituição se processará sem haver
compensação financeira para as partes, ou seja, o Contratante ou a Contratada.
3.5.
Na eventualidade de uma semelhança, a substituição se processará com a
correspondente compensação financeira para as partes, ou seja, o Contratante
ou a Contratada.
3.6.
O critério de analogia referido será estabelecido em cada caso pela
Fiscalização, sendo objeto de registro no “Diário de Obras”.
3.7.
Nas Especificações, a identificação de materiais ou equipamentos por
determinada marca implica, apenas a caracterização de uma analogia, ficando
a distinção entre equivalência e semelhança subordinada ao critério de analogia
estabelecido no item anterior.
3.8.
A consulta sobre analogia envolvendo equivalência ou semelhança será
efetuada em tempo oportuno pela Contratada, não admitindo o Contratante, em
nenhuma hipótese, que dita consulta sirva para justificar o não-cumprimento
dos prazos estabelecidos na documentação contratual.
ENSAIOS E PROVAS
4.1.
NORMAS
4.1.1. Conforme E-AAA.02, da Parte Segunda do Caderno Geral de Encargos
e mais o disposto nos itens seguintes, a título de complementação, a
respeito dos assuntos “Ensaios e Provas” e “Laboratórios - Exames e
Testes”.
4.2.
REQUISITO
4.2.1. Os laboratórios, para exames e testes de materiais e equipamentos,
terão de estar credenciados pelo INMETRO, órgão subordinado ao
Ministério da Indústria Comércio e Turismo, integrante do SINMETRO Sistema Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial.
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4.3.
5.
4.3.1.
Compete ao CONSTRUTOR, apresentar à fiscalização, o “Certificado
de Credenciamento”, atualizado, expedido pelo INMETRO - Instituto
Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial, sem o
que poderá essa última considerar inaceitáveis os resultados dos
exames e testes realizados por iniciativa do primeiro.
4.3.2.
A apresentação do “Certificado” a que se reporta o item precedente,
será efetuada “a priori” ou seja, antes da realização dos testes e
exames ou, quando muito, concomitantemente com os resultados
desses exames e testes.
RESPONSABILIDADE
5.1.
6.
VERIFICAÇÃO
Como condição “sine qua non” terá o CONSTRUTOR - antes do recebimento da
primeira prestação - providenciado a transferência, para a sua empresa, da
responsabilidade pela execução da obra, atribuição que, eventualmente,
compete ao profissional do PROPRIETÁRIO.
APLICAÇÃO
6.1.
CONSTRUTOR obedecerá, no que diz respeito às “Condições Gerais”, capítulo
01, nesta S-01.AAA.01 e S-01.AAA.02.
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PRELIMINARES - 01
Condições Gerais
S-01.AAA.02
02/02
ANEXO 1
ATESTADO DE VISTORIA
Conforme disposto no item 3 - “ Verificação Preliminar” - da S-01.AAA.01, Parte IV do
Caderno de Encargos, compareceu (compareceram) a esta dependência o(s)
representante(s) da firma ........................................................................., com vistas à
realização da obra para reforma de instalação da BBDTVM.
Os resultados dessa “Verificação Preliminar” serão objeto de comunicação ao
PROPRIETÁRIO, tudo de acordo com o prescrito no item 3.4, dessa mesma S01.AAA.01.
Como o PROPRIETÁRIO não aceitará, “a posteriori”, reclamações do interessado, a
visita ao local da futura obra terá sido efetuada com esmero, minúcia e atenção, o que
evitará problemas para a firma citada no item 1, retro, caso venha assumir as
prerrogativas de CONSTRUTOR.
Rio de Janeiro,
Banco do Brasil S.A.
CSL ENGENHARIA. Rio de Janeiro (RJ)
(carimbo identificador)
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PRELIMINARES – 01
Projeto e Especificações
1.
S-01.PRO.01
02/02
RELAÇÃO DE PROJETOS, DESENHOS COMPLEMENTARES E PADRÕES
1.1.
Projeto Arquitetônico :
Autor: Arquiteto Henrique Riera
CREA : 45.816-D/RJ
Desenvolvimento: Tecton Projetos e Construções Ltda
CREA : 2002200661 RJ
Resp.Técnico: Arq. Elder do Nascimento Albertino
CREA 891016989-D/RJ
Desenhos : Pranchas 01/06 a 06/06
01/06 – Planta Baixa de leiaute
02/06 – Planta Baixa de leiaute
03/06 – Planta Baixa Executiva e Detalhamento
04/06 – Planta de teto
05/06 – Cortes e Fachadas
06/06 – Detalhamento
1.2.
Projeto de Ar Condicionado:
Autor : Engº Rogério Rangel
Desenvolvimento: Proar Projeto e Consultoria Ltda.
CREA:882005627 - RJ
Resp.Técnico: Engº Sergio Vettiner C. Ribeiro
CREA: 82140791/D – RJ
Desenhos : Pranchas 01/02 a 02/02
4999- Ag.Cavaleiros EXEC AC01 R0
4999- Ag.Cavaleiros EXEC AC02 R0.
1.2.
Projetos de Instalações: elétrica dedicada, elétrica comum, voz e dados
Autor : Engº. Bruno Wetzel
Desenvolvimento: Engº. Alfredo R. G. da Costa
Shalom Arq. Engenharia
CREA: 30786/MG
Resp.Técnico: Engº Alfredo R. G. da Costa
CREA: 23.853/D - MG
1.1.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS COMUM E DEDICADA
• EL- 01/05 e 02/05 – Distribuição Iluminação e Detalhes – Térreo , 2º
Pavimento e Cobertura
• EL- 03/05 – Distribuição Energia Comum – Térreo, 2º Pavimento e
Cobertura
• EL- 04/05 e 05/05 -- Quadros de Cargas , Controle e Diagramas
• ED- 01/01 – Distribuição de Energia Dedicada
1.2.
INSTALAÇÕES DE CABEAMENTO ESTRUTURADO
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
• CE-01/01 – Distribuição de Telecomunicações
1.3.
INSTALAÇÕES DE CFTV DIGITAL
• CF-01/01 – Distribuição de CFTV
1.4.
INSTALAÇÕES DE ALARME SENSORIAL.
• AL-01/01 – Infra-estrutura para Alarme Sensorial
2.
RELAÇÃO DE PROJETOS, DESENHOS COMPLEMENTARES E PADRÕES
2.3.
3.
OBSERVAÇÃO
2.3.1.
O Caderno Geral de Encargos, GERIE/ PROJE – 1995, que contém as
normas citadas nestas especificações, deverá ser conhecido e
obedecido pelo construtor.
2.3.2.
A formulação dos preços dos serviços a serem apresentados na
licitação e a execução dos serviços deverão ser embasados no citado
Caderno de Encargos.
ESPECIFICAÇÕES COMPLEMENTARES, CHECK LIST E OUTROS.
3.1.
Planilha Orçamentária Digitalizada
3.2. Placa da Obra (02 págs.)
3.3. Manual de Acessibilidade BB de nov/2006 (24 págs.)
3.4. Normativos Acessibilidade (LIC ) (12 págs.)
3.5. Manual de Sinalização Interna BB (20 págs.)
3.6. Manual de Sinalização Externa BB (28 págs.)
3.7. Manual de Sinalização Segurança Patrimonial BB (13 págs.)
3.8. Manual de Sinalização Segurança do Trabalho BB (19 págs.)
3.9
Pórtico Padrão Visual High-Tech (01 pág.)
3.10 Caixa de Passagem de Massas Metálicas (6 págs.)
3.11 Manual do Gerenciador de Atendimento – GAT (1 pág.)
3.12 Carenagem Especial Padrão Visual High-Tech (14 folhas)
3.13 Sistema de fixação de ATM (04 págs.)
4.
3.14
Mastro para Bandeira (1 prancha)
3.15
Rack servidor (07 pranchas)
3.16
Detalhes de elétrica ( 41 pranchas).
ATUALIZAÇÃO DE PLANTAS - AS BUILT
4.1.
Ao término dos serviços, deverá a construtora efetuar a atualização (“as
built”) de todos os projetos referentes aos serviços executados na obra
(Arquitetura, Ar condicionado, etc.), entregue em papel sulfite 75 gr/m2
(qualidade norma / final) para revisão.
4.2.
No Projeto Arquitetônico atualizado serão indicados os acabamentos de pisos,
paredes, tetos e mobiliário (leiaute).
4.3.
As notações de “existente”, hachuras de locais a demolir ou construir,
indicações de leiautes antigos e quantificação de mobiliário deverão ser
eliminados das pranchas.
4.4.
Os arquivos (meio magnético) dos projetos deverão ser nomeados conforme a
nomenclatura padrão, fornecida pelo Banco do Brasil.
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4.5.
Todos os projetos deverão ser desenhados rigorosamente de acordo com o
esquema de layers adotado pela Engenharia.
4.6.
Deverá ser entregue à Fiscalização do banco uma via plotada de cada projeto
(nas mesmas escalas fornecidas pelo banco originalmente) e em CD-R
(desenhos em autocad, versão R-2000, separados por área de projeto).
4.7.
É vedada a inclusão, em um mesmo CD, de projetos de áreas distintas
(Arquitetura e elétrica, por exemplo).
4.8.
Os CDs deverão ser identificados, discriminando a área de projeto e nome de
todos os arquivos que contêm.
4.9.
A entrega dos projetos conforme exposto é condição para o recebimento
provisório da obra e liberação da última parcela.
4.10. Serão fornecidos tantos conjuntos deste mesmo tipo quantos forem
necessários até que o conteúdo dos arquivos seja aceito pelo Banco. Quanto
da revisão for aceita, mediante comunicação do engenheiro do Banco, o
CONSTRUTOR entregará então os arquivos não comprimidos, gravados em
CD-Rom normal, padrão multi-sessões, deixando em aberto para sessões
futuras (sem fechamento final para gravação), devidamente etiquetado
conforme determinado pela CSL ENGENHARIA Rio de Janeiro RJ, em
arquivos AutoCAD., versão R 2000 ou compatível e obedecendo ao caderno
de projetos do Rio de Janeiro RJ;
4.11. OBS: Este item é parte integrante das condições de recebimento provisório da
obra.
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IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO - 02
Placa de Obra
1.
NORMAS
1.1.
Conforme as normas abaixo, mais o disposto nos itens seguintes, a título de
complementação :
P-02.PLA.01
2.
3.
S-02.PLA.01
09/98
Placa de Obra
DISPOSIÇÕES DIVERSAS
2.1.
O CONSTRUTOR fornecerá e instalará 1 (uma) placa de obra, de acordo com
o item 2.1. do P-02.PLA.01.
2.2.
As placas aludidas no item precedente terão as dimensões de 2050mm x
2050mm.
2.3.
As características das placas estão indicadas no item 2.3, do P-02.PLA.01.
2.4.
Os esquemas de pintura - estrutura, em perfis de “ferro” ou aço comum e das
chapas galvanizadas - integram o Capítulo 17, adiante.
2.5.
A localização das placas será definida pela FISCALIZAÇÃO.
2.6.
O CONSTRUTOR instalará circuito para iluminação noturna, ininterrupta, das
placas de obra.
2.7.
A instalação a que se refere o item anterior apresentará características de
segurança e será compatível com a área e o acabamento das placas.
APLICAÇÃO
3.1.
O CONSTRUTOR obedecerá, no que diz respeito ao título “Placa de Obra”,
Capítulo 02, às prescrições desta S-02.PLA.01
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IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO - 02
Quadro Efetivo da Obra
1.
NORMAS
1.1.
Conforme as normas abaixo, mais o disposto nos itens seguintes, a título de
complementação
P-02.EFE.01
2.
3.
4.
S-02.EFE.01
12/97
Quadro Efetivo da Obra
IDENTIFICAÇÃO PESSOAL
2.1.
O CONTRATANTE exige que a obra seja conduzida por ENGENHEIRO OU
ENCARREGADO, o qual deverá estar presente na obra diariamente pelo
período mínimo de 8 horas e nas eventuais visitas da FISCALIZAÇÃO.
2.2.
Para identificação do seu pessoal o CONSTRUTOR, logo após a assinatura do
Instrumento Contratual, entregará à FISCALIZAÇÃO, uma relação nominal dos
empregados que serão utilizados na execução dos serviços, incluindo os
números das Carteiras de Identidade e Profissional.
2.3.
Crachá, com logomarca e data de validade, nome, função, número do
documento de identidade, assinatura do responsável, pelo CONSTRUTOR,
com carimbo identificador e foto.
2.4.
O empregado do CONSTRUTOR deverá portar o crachá em local visível, para
permitir fácil reconhecimento de sua identidade.
2.5.
Na hipótese de extravio do “Cartão de Identificação” o empregado assinará,
juntamente com o representante do CONSTRUTOR, o “Termo de
Responsabilidade por Extravio de Cartão de Identificação” - vide Anexo 1, a
esta S-02.EFE.01.
RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS
3.1.
Não será permitida a entrada de empregado, do CONSTRUTOR, sem camisa,
descalço, ou usando bermudas, calções, chinelos e sandálias, bem como sem
o crachá identificador.
3.2.
Os empregados do CONSTRUTOR só poderão permanecer nas áreas e locais
relacionados com seu trabalho.
3.3.
Não será permitido o pernoite de pessoal do CONSTRUTOR dentro das áreas
pertencentes ao proprietário.
3.4.
Além do Equipamento de Proteção Individual (EPI) - vide P-02-FER.01 - o
CONSTRUTOR fornecerá aos seus empregados, uniforme completo, na cor
escolhida de comum acordo com a FISCALIZAÇÃO.
3.5.
Será terminantemente proibido o preparo e/ou aquecimento de alimentos no
recinto das obras. O CONSTRUTOR fornecerá alimentação ao seu pessoal
através de “quentinhas“ considerando o disposto no item precedente.
3.6.
O CONSTRUTOR obedecerá, no que diz respeito ao “Quadro Efetivo de Obra”,
Capítulo 02, às prescrições desta S-02.EFE.01.
APLICAÇÃO
4.1.
O CONSTRUTOR obedecerá, no que diz respeito ao “Quadro Efetivo de Obra”,
Capítulo 02, às prescrições desta S-02.EFE.01.
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IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO - 02
Quadro Efetivo da Obra
S-02.EFE.01
12/97
ANEXO 1
TERMO DE RESPONSABILIDADE POR EXTRAVIO
DE CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO
Eu , ....................................................................................., (nacionalidade), (estado civil
residente
à
Rua
..................................................................,
número............,
apartamento
..............
bairro.......................................,
Cidade
..............................,
Estado ............., portador do Cartão de Identificação expedido pela FISCALIZAÇÃO,
número ............................... , emitido em ......../......../........., prestando serviço na
empresa ............................................................................, DECLARO a quem interessar possa
e para os devidos fins ter extraviado a 1a. (primeira) , via do meu Cartão de Identificação, para
acesso à área da obra cuja validade encerrar-se-ia em ......./........./.......... .
................................................................
Assinatura do Declarante
...........................................................................
Rubrica do Representante do CONSTRUTOR
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IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO - 02
Programação da Obra
1.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
1.1.
1.2.
1.3.
1.4.
1.5.
1.6.
2.
S-02.PRO.01
02/02
Todo trabalho que produza ruído e que afete a vizinhança somente poderá ser
executado até o horário máximo permitido pelas posturas municipais;
A Construtora deverá Iniciar a obra assim que assinado o contrato.
A retirada de lixo, entrada e saída de materiais também obedecerá a horários
definidos.
Devido ao reduzido prazo da obra, a Construtora deverá providenciar as
aquisições dos materiais no início da obra, de forma a garantir os prazos de
entrega. Está prevista no Edital a possibilidade de pagamento desses
equipamentos / materiais mediante Termo de Fiel Depositário.
A Construtora deverá dar especial atenção à qualidade dos acabamentos
da obra. O prazo reduzido não justificará imperfeições na instalação dos
acabamentos especificados. Atentar para alinhamentos no assentamento
dos pisos, nos rejuntes, e demais acabamentos de obra.
Caberá à Construtora manter rigorosa observância de uniforme completo e em
bom estado para os funcionários e subcontratados da obra (calça, camisa e
bota).
SEQÜÊNCIA DOS TRABALHOS
2.1.
O Construtor deverá providenciar, de imediato, logo após a assinatura do
contrato:
2.2.
A matricula da obra no INSS, entregando à Fiscalização a via pertinente;
2.3.
Alvará junto à Prefeitura. Na hipótese de não exigência por parte da mesma,
apresentar declaração formal;
2.4.
Emissão da ART, deixando cópia da obra para fiscalização por parte do CREA.
2.5.
Instalação da placa da obra;
2.6
O CONSTRUTOR deverá apresentar cronograma físico-financeiro e descritivo
com o desenvolvimento da obra, de acordo com as exigências do Edital.
2.7
Os horários de trabalho deverão obedecer aos horários comerciais:
Entre 07:00 e 18:00, sendo sábados e domingos livres para trabalhos internos.
2.8
Serviços que provoquem ruídos prejudiciais aos vizinhos, tais como utilização
de serras, furadeiras, demolições, cargas explosivas para forro, deverão ser
executado, obedecidas às restrições da “lei do silêncio”.
2.9
Os serviços poderão estender-se até às 22:00hs, observando o item 2.7 acima.
2.10
Será permitida ao construtor a utilização das instalações de água, esgoto e
elétrica da dependência sob reforma, desde que sejam tomados os cuidados
necessários, notadamente quanto a:
a) evitar vazamentos que possam provocar inundações ou infiltrações;
b) evitar contaminação da água de uso da dependência;
c) evitar entupimento da rede de esgoto ou lançamento de rejeitos
incompatíveis com a destinação da rede;
d) não
utilizar
tomadas
exclusivas
informática/automação bancária;
para
equipamentos
de
e) somente utilizar as tomadas de energia que suportem a potência do
equipamento. Caso necessário, a ligação deverá ser feita diretamente no
QGBT.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
f) Os materiais de demolição deverão ser retirados em caminhões ou
caçambas, de acordo com as exigências e horários estabelecidos pela
Prefeitura local.
3.
4.
2.11
Competirá ao CONSTRUTOR informar os nomes e respectivos números das
carteiras de identidade e/ou carteira de trabalho dos empregados autorizados a
trabalhar na obra.
2.12
Caberá ao Construtor exercer enérgica vigilância das instalações provisórias de
energia elétrica, a fim de evitar acidentes e curtos-circuitos que venham
prejudicar o andamento normal dos trabalhos.
2.13
Serão definidos previamente pelo construtor junto à fiscalização, os horários de
entrega de materiais e de retirada de entulhos, bem como locais para depósito
de materiais e almoxarifado.
2.14
A limpeza da obra deverá ser constante, e imediatamente após o transporte de
material ou circulação de pessoal da obra.
2.15
Os materiais de demolição deverão ser retirados em caminhões ou caçambas,
obedecidos horários, exigências e restrições estabelecidas pela Prefeitura
local.
2.16
Todos os serviços deverão ter datas e horários, bem como o planejamento de
disponibilização de sanitários para uso durante a obra, previamente
negociadas pelo Contratado com a Administração da Dependência, com
anuência da Fiscalização do Banco.
2.17
É imprescindível a vistoria ao prédio: as vistorias deverão ser marcadas
pelo telefone com gerente administrativo da agência, no horário de 10:00
às 16:00 hs.
2.18
Competirá ao CONSTRUTOR a aprovação da reforma junto aos órgãos
municipais e às concessionárias.
DESENVOLVIMENTO DAS OBRAS
3.1
A obra deverá ser programada de modo a tender rigorosamente o prazo de
execução de 90 (noventa) dias.
3.2
O Construtor deverá observar a seguinte seqüência de trabalho:
4.2.1.
1ª Etapa: Executar demolições e retiradas de trechos de pisos,
alvenarias, cobertura e instalações existentes.
4.2.2.
2ª Etapa: Executar fundações, concretagens, alvenarias novas,
cobertura e impermeabilizações, executar todas as instalações novas
de infra-estrutura, executar nova pavimentação e pintura.
4.2.3.
3ª Etapa: Fornecer e instalar revestimentos, divisórias, forros,
luminárias e acessórios.
4.2.4.
4ª Etapa: Executar limpeza final e teste de todas as instalações
executadas.
DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS
4.1.
O trecho do imóvel a ser reformado é constituído de 2 pavimentos, além da
cobertura. As obras deverão se desenvolver considerando que os ambientes
estão desocupados.
4.2.
A obra visa à instalação da Agência Cavaleiros situada à Av. Nossa Senhora
da Gloria, 117 - Macaé – RJ
4.3.
A área dos pavimentos a reformar possui cerca de 703,00 m2.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
4.4.
5.
A área citada tem por finalidade, apenas, caracterizar a magnitude da reforma,
sem que possa servir de base para cobrança, por parte do CONSTRUTOR, de
serviços extraordinários.
CONDICIONANTES DAS OBRAS DE REFORMA
5.1.
A Construtora deverá obedecer rigorosamente todas as normas municipais
quanto à carga e descarga de material, níveis de ruído, emissão de poluentes.
5.2.
Cabe destacar, preliminarmente, os seguintes itens, a título de advertência:
5.3.
Fumo: Por questões de segurança, não será permitido o ingresso ou
permanência, em qualquer trecho da área sob reforma, de pessoas fumando.
5.4.
Procedimentos operacionais: Todo e qualquer serviço que provoque ruído
elevado, emissão de poeira ou forte odor só poderão ser executados em
horários previamente aprovados pela Fiscalização em benefício do bem estar
coletivo.
5.5.
Não será permitido o depósito de qualquer tipo de material ou entulho em áreas
comuns do prédio, ainda que transitoriamente, devendo o mesmo estar
ensacado quando de sua retirada, acondicionado em caçambas e
periodicamente removido para locais destinados a esse fim.
5.6.
O Construtor responderá por qualquer dano que venha a ser causado por ele
próprio, por seus empregados, visitantes ou por seus contratados, tanto às
áreas sob reforma quando às partes comuns do edifício, e não apenas durante
todo o período da obra, mas também durante as operações de carga e
descarga. Entenda-se como dano cujos reparos e/ou restauração nas
condições originais deverão ser, urgentemente, providenciados:
5.6.1.
Quebra e estragos em elevadores, instalações prediais (elétrica, hidrosanitária, telefonia, transmissão de dados, automação, ar condicionado,
ventilação, exaustão), revestimentos de impermeabilização e
acabamentos de áreas comuns, incluindo vidros e esquadrias.
5.6.2.
Falta de limpeza e desorganização que se verifique nas áreas comuns,
inclusive nos elevadores, decorrentes do trânsito dos envolvidos com a
obra e do transporte de materiais que foram utilizados, devendo a
perfeita limpeza ser realizada de imediato, tão logo ocorra o evento que
as tornou sujas ou impróprias.
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IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO - 02
Demolições
1.
S-02.DEM.01
02/02
NORMAS
1.1.
P-02.DEM.01
P-02.FER.01
1.2.
2.
Demolições
Ferramentas e Equipamentos
Sob o aspecto técnico, as demolições serão reguladas,
também, pelo prescrito no “Manual de Segurança do Trabalho
em Edificações Prediais”, publicação já citada no item 1.1 da
S-02.BAR.01.
DISPOSIÇÕES COMPLEMENTARES
2.1.
3.
A execução das demolições obedecerá ao disposto nas normas
abaixo, no que for aplicável :
O transporte vertical dos materiais resultantes das demolições
encontra-se definido na P-02.FER.01.
APLICAÇÃO
3.1.
3.1.1.
Trechos do piso e contrapiso existente para embutir as instalações de
elétrica, telefonia e lógica;
3.2.
3.2.1.
Pavimentação: Remover as pavimentações indicadas em
projeto, a saber:
Alvenaria: Remover os elementos de alvenaria indicados em
projeto, a saber:
Abertura de vãos nas paredes existentes para a passagem dos dutos
do ar condicionado.
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IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO - 02
S-02.TAP.01
Tapumes
02/02
1. NORMAS
1.1.
Conforme as normas abaixo, mais o disposto nos itens seguintes, a título de
complementação :
P-02.TAP.01
Tapumes
E-MAD.01
Madeira – Natural
E-MAD.03
Madeira - Compensada
2. CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS
2.1.
A localização do tapume no(s) pavimento(s) atingido(s) pela obra será definida
pela FISCALIZAÇÃO, por ocasião da “Verificação Preliminar”.
2.2.
O tapume será do “Tipo 1” - vide item 2, do P-02.TAP.01.
2.3.
As chapas de vedação serão de madeirit (Indústrias Madeirit S/A), com 12
(doze) mm de espessura, em se considerando que essa é a espessura mínima
de fabricação. Fabricantes alternativos: Fabricantes alternativos: Gethal S/A Serviços para Construção e Selfla Materiais para Construção Ltda.
3. PINTURA DOS TAPUMES
3.1.
A execução das pinturas obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no que for
aplicável:
P-17.AAA.01, E-ACE.01, E-TIN.01 e E-TIN.02.
3.2.
3.3.
Preparo da Superfície:
3.1.1.
Limpar a superfície, eliminando poeira, gordura e mofo.
3.1.2.
Lixar com lixa para madeira nº 60, eliminando farpas.
3.1.3.
Aplicar Selador pigmentado branco, de modo que a resina da chapa de
compensado não manche a pintura final de acabamento
Caracterização do Produto.
3.3.1.
Latex PVA sem Emassamento:
3.3.2.
Tipo: Látex PVA.
3.3.3.
Fabricante: Glasurit do Brasil, Coral, Sherwin Willians ou equivalente.
3.3.4.
Cor: Cinza ref. 1273 P.
3.3.5.
Acabamento: Fosco.
3.3.6.
Aplicação: Tapumes na fachada.
4. APLICAÇÃO
4.1.
Executar tapumes nas fachadas e aparadores de lixo.
4.2.
Isolamento de áreas em reforma, conforme roteiro da obra e indicações da
FISCALIZAÇÃO.
4.3.
Isolamento da área destinada à guarda de materiais, no interior da obra (sujeito
à aprovação da fiscalização).
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ESTRUTURA - 05
Radier para fixação das ATMs
1.
S-05.CON.01
02/02
NORMAS
A execução das fundações deverá satisfazer ao contido no P-05.AAA.01 no tocante ao
concreto aplicado, e às normas da ABNT atinentes ao assunto, especialmente às
seguintes:
NB-1/78
Projeto e execução de obras de concreto armado (NBR-6118);
NB-51/86
Projeto e execução de fundações (NBR-6l22);
NB-252/82
Segurança na execução de obras e serviços de construção (NBR-7678);
MB-3472/91 Estacas - Prova de carga estática (NBR-12131).
2.
AMPLITUDE DA DESIGNAÇÃO
2.1.
3.
4.
Para efeito deste Procedimento, entende-se por fundação os
seguintes elementos: Sapatas e radiers.
CONDIÇÕES GERAIS
4.1.
Sob qualquer elemento de concreto em contato com o solo (vigas, lajes, cintas)
será estendida uma camada de brita de aproximadamente 3 cm e,
posteriormente, uma camada de concreto simples de pelo menos 5 cm.
4.2.
Os serviços só poderão ser iniciados após a aprovação, pela fiscalização, da
locação das fundações.
4.3.
Todos os terminais de auto atendimento, instalados em agências e demais
dependências devem ser solidarizados rigidamente ao solo, através de sistema
de fixação (parafusos/ chumbadores e base) reforçado que assegure adequada
proteção
contra
tentativas
de
remoção
criminosa.
O conjunto formado de base de assentamento e fixação mecânica dos
terminais deverá assegurar resistência a arrancamento superior a 7 toneladas
força mínima, aí já incluído o peso do terminal. Sempre que possível deverão
ser implementadas soluções que ampliem esta resistência referencial, uma vez
que se supõe um aperfeiçoamento futuro dos meios de ataque por parte dos
meliantes.
4.4.
No caso de obras de construção ou reforma no ambiente de auto-atendimento
das dependências com dois ou mais terminais, onde a laje existente não
propicie a resistência adequada à fixação de parabolts e chumbadores
químicos (7 toneladas força mínimas por cada 04 chumbadores), como solução
padrão deverão ser previstas sapatas corridas de concreto usinado de alta
resistência, sob o revestimento de piso. Alternativamente, no caso de laje
maciça de concreto armado, acessível via subsolo sob o local dos terminais,
poderá ser utilizada fixação por parafusos transpassantes.
OBSERVAÇÕES
4.1 A execução dos elementos estruturais deverá ser precedida da inspeção e
avaliação dos serviços realizados e dos ainda pendentes pelo profissional
responsável pelo projeto específico, conforme solicitado anteriormente.
4.2 Deverá ser entregue à FISCALIZAÇÃO laudo dos testes de rompimento dos
corpos de prova do concreto.
5.
APLICAÇÃO
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
5.1.
Execução do radier sob os terminais do Auto Atendimento, conforme
detalhamento padrão (anexo).
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ALVENARIA E OUTRAS VEDAÇÕES – 06
Tijolo Maciço, Bloco Cerâmico e Celular
1.
NORMAS E PROJETO
1.1.
P-06.TIJ.01
E-BLO.03
E-TIJ.01
3.
4.
S-06.TIJ.01
02/02
A execução dos blocos de concreto obedecerá ao disposto nas
normas abaixo, no que for aplicável:
Tijolo maciço, bloco cerâmico e celular
Bloco de concreto – Celular
Tijolos e Blocos - Cerâmicos
2.
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS
2.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Material: Barro cozido
2.1.2.
Resistência à Compressão: 1,5 a 2,5 MPa
2.1.3.
Dimensões: 9,0 x 14,0 x 28,0 cm
EXECUÇÃO
3.1.
Argamassa de Assentamento: Tipo: A17, traço: 1:2:6 (cimento, cal em pasta e
areia peneirada) ou traço 1:1:4 (cimento : Cal : areia)
3.2.
Junta de Assentamento: 15 mm
3.3.
Travamento: Tipo C conforme anexo 6 do P-06.TIJ.01.
3.4.
Encunhamento:
3.4.1.
Utilizar tijolo maciço de cerâmica inclinado, com traço 1:3:12 (cimento,
cal, areia lavada)
3.4.2.
Dimensões : 9,0 x 19,0 x 5,7 cm.
APLICAÇÃO
4.1.
Execução das novas alvenarias da sala do Cofre, conforme indicado em
projeto.
4.2.
Execução das alvenarias das jardineiras e canteiros na calçada.
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IMPERMEABILIZAÇÃO – 08
Condições Gerais
S-08.AAA.01
02/02
NORMAS
1.1.
P-08.AAA.01
P-08.AAA.05
A execução das impermeabilizações obedecerá ao disposto
nas normas abaixo, no que for aplicável:
Condições Gerais – Tipos de Impermeabilização
Verificação e Ensaios
PRESCRIÇÕES GERAIS
2.1.
As providências aqui estabelecidas, a serem cumpridas pelo
construtor, deverão ocorrer com a devida antecedência e sem
prejuízo do cronograma da obra.
2.2.
O construtor deverá apresentar à fiscalização uma cópia do
contrato firmado com a empresa impermeabilizadora, do qual
deverá constar a transcrição de todas as especificações
indicadas nos projetos e no Caderno Geral de Encargos.
2.3.
A impermeabilização de qualquer área só poderá ocorrer se
precedida das seguintes condições:
2.3.1.
Depósito, na obra, de todo o material necessário à impermeabilização
da área selecionada.
2.3.2.
Conferência do material depositado e autorização para a execução dos
serviços por parte da fiscalização.
2.4.
A superfície a impermeabilizar, além de firme e seca, deverá
ser previamente limpa. Sobre esta superfície será lançada uma
camada de argamassa para regularização elaborada com
cimento novo e areia fina lavada, peneirada e com
granulometria controlada entre 0,75mm e 0,6mm, no traço 1:3
e espessura mínima de 25mm. Em panos e trechos longos,
utilizar o traço 1:4, aditivado, de fabricação da Texsa Brasileira
LTDA, ou equivalente. Cuidar-se-á para que haja declividade
entre 0,5% e 2,5%, evitando-se, quando possível, a
aproximação de qualquer desses dois limites.
2.5.
Encargos da impermeabilizadora:
2.5.1.
Quando a argamassa de regularização com declividade for executada
pelo construtor, a empresa impermeabilizadora deverá verificar e
garantir suas características, antes da aplicação do produto, de acordo
com as especificações do Caderno Geral de Encargos, principalmente
com relação à aderência, traço e declividade.
2.5.2.
Nos sistemas previstos com argamassa de proteção, a primeira delas
de traço 1:4 (cimento e areia), com aditivo Morter de fabricação da
Texsa Brasileira Ltda, ou equivalente. Deverá ser executada,
obrigatoriamente pela impermeabilizadora.
2.6.
O construtor deverá apresentar ao Proprietário, no ato da
conclusão dos serviços, o TERMO DE GARANTIA DOS
SERVIÇOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO E DE QUALIDADE
DOS MATERIAIS EMPREGADOS, firmado pela empresa
impermeabilizadora, a favor do proprietário, pelo prazo de 5
(cinco) anos.
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IMPERMEABILIZAÇÃO – 08
Emulsão Betuminosa a Frio
1.
NORMAS
1.1.
P-08.EMU.01
2.
3.
S-08.EMU.01
02/02
A execução das impermeabilizações obedecerá ao disposto
nas normas abaixo, no que for aplicável:
Emulsão Betuminosa a Frio
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS
2.1.
Tipo e Fabricante: Igol 2, da Sika S.A. Produtos Químicos.
2.2.
Tipo e Fabricante: Igol 2, da Otto Baumgart Industria e
Comércio LTDA.
2.3.
Tipo e Fabricante: Emufaltexsa, da Texsa Brasileira LTDA.
APLICAÇÃO
3.1.
Nos trechos do rompimento do contrapiso para a execução do
radier para a fixação das maquinas do Auto-atendimento.
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TRATAMENTO TÉRMICO E ACÚSTICO - 09
Lã de Rocha
1.
S-9.AAA.01
12/97
NORMAS
Conforme P-09.TRA.01.
2.
TIPO: PAINEL DE LÃ DE ROCHA
2.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
2.1.2.
2.1.3.
2.1.4.
2.1.5.
2.2.
EXECUÇÃO
2.2.1.
2.3.
Tipo: Painel rígido de lã de rocha basáltica com uma das faces
revestida com filme de PVC
Fabricante: Rock Fibras ou equivalente.
Referência: Placas Painel Ultracustic – T Thermax, 1250x625mm
Peso: 100 kg/m3.
Espessura: 25mm.
Assentamento: adesivo indicado pelo fabricante.
PRODUTOS ALTERNATIVOS
2.3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.3.1.1. Tipo 1: Eucaroc Painéis, da Eucatex SA
3.
APLICAÇÃO
3.1.1.
Casas de Máquinas de Ar Condicionado (paredes, portas e tetos), no
térreo e pavimento superior.
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PAVIMENTAÇÃO - 10
Concreto e Argamassa - Base de Concreto
1.
S-10.CON.02
12/97
NORMAS
A execução da pavimentação obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no
que for aplicável:
P-10.AAA.01 Condições Gerais
P-10.CON.02 Concreto e Argamassa – Base de Concreto
E-CON.02
Concreto - Simples
2.
BASES
2.1.
3.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Tipo de concreto: Concreto não estrutural
2.1.2.
Traço do concreto: 1:3:5 (cimento , areia e brita)
2.1.3.
Espessura: < 7 cm
2.1.4.
Acabamento: Áspero, nivelado, pronto para receber a pavimentação
definitiva, adiante especificada.
APLICAÇÃO
3.1.
Como sóculo dos equipamentos da sala de máquinas e cobertura;
3.2.
Como fechamento dos rasgos para embutir as novas instalações;
3.3.
Como novo contrapiso, desempenado e nivelado, em locais onde, em função
da mudança de pavimentação, seja necessário executar novo contrapiso.
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PAVIMENTAÇÃO - 10
Carpete e Forração
1.
S-10.CAR.01
08/00
NORMAS
A execução da pavimentação obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no
que for aplicável:
2.
P-10.AAA.01
Condições Gerais
P-10.CAR.01
Carpete e Forração
P-10.ROD.01
Rodapés
CARPETE EM MANTA
2.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Referência: Berberpoint 920
2.1.2.
Cor: Azurre
2.1.3.
Fabricante: Beaulieu
2.1.4.
Construção: Tufting
2.1.5.
Tipo de fibra: 100% SDX (Solution Dyed Nylon)
2.1.6.
Peso do fio: 1200 g/m2
2.1.7.
Peso total: 2300 g/m2 (+- 10%)
2.1.8.
Espessura do pelo: 5,0mm (+- 10%)
2.1.9.
Espessura total: 7,0mm (+- 10%)
2.1.10. Aplicação: 5 (Comercial Pesado)
2.1.11. Arremates:
2.1.11.1. Onde houver encontro do piso de carpete com
superfícies de alvenaria, utilizar rodapé de madeira
ou rodapé metálico eletrificado (conforme existente);
2.1.11.2.Onde houver encontro do carpete com divisórias navais
não haverá arremate / rodapé.
2.2.
Execução da Base: Contrapiso regularizado
2.3.
Assentamento
2.3.1.
Tipo: Colado
2.3.2.
Berço: argamassa de regularização com acabamento desempenado.
2.3.3.
Adesivo: O recomendado pelo Fabricante. Para melhorar a operação
de colagem, aplicar-se-á na superfície do berço, pasta regularizadora
composta de 1 parte de cola para argamassa, a base de PVA e 10
partes de cimento Portland.
2.4.
Tipo de emenda: Transversal do tipo invisível.
2.5.
APLICAÇÃO
2.5.1.
Pavimentação no pavto. térreo do Atendimento e circulação interna e
no pavimento superior do: Atendimento, Suporte, Sala de Reunião,
Telefonia e circulações, Almox, SAO e Tesouraria, conforme projeto
executivo de Arquitetura.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
PAVIMENTAÇÃO - 10
Vinil - Placas
1.
S-10.VIN.01
12/97
NORMAS
A execução da pavimentação obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no que for
aplicável:
P-10.VIN.01
E-VIN.02
2.
Vinil - Placas
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS
2.1.
Manta Vinílica :
2.1.1.
Linha: Toro EL, da Ace Pisos Especiais.
2.1.2.
Tipo: Piso condutivo especial, com fibras de carbono na composição e
base carbonada, resistente à abrasão e a produtos químicos, não
propagador de chamas. Possui tratamento de poliuretano PUR
Reforçado garantindo total assepsia, higiene e fácil manutenção. Não
pode ser encerado ou impermeabilizado para que não haja prejuízo
da condutividade. Indicado para áreas de produção, reparo,
armazenamento ou utilização de aparelhos eletrônicos, Blocos de
centros cirúrgicos, salas de anestesia, indústrias de fabricação de
componentes eletrônicos e CPD's, fábricas de materiais explosivos e
áreas afins. É necessária a instalação com cola condutivas e juntas
soldadas. Disponível em mantas e placas.
2.1.3.
Cor: 119 (cinza claro)
2.1.4.
Dimensões: placas 60x60 cm.
2.1.5.
Espessura: 2.0mm.
2.1.6.
Peso: 3,1 kg/m2
Resistência elétrica
ESD: S7:1
EN 1081
DIN 51953
R ≤ 106 0hm
R1 ≤ 106 0hm
R2 ≤ 106 0hm
RA ≤ 106
RE ≤ 106
Resistência térmica
EN 52612
0,008 m² K/W
Resistência à chamas
EN ISO 13501-1
EN ISO 9239-1
Classe Bfl s1
≥ 8 KW/m2
Carga de energia estática
EN 1815
< 2 kV
2.1.7.
Redução de impacto sonoro: Aproximadamente 3 dB;
2.1.8.
Resistência a chamas: B1 (máximo)
2.1.9.
Fabricante: Tarkett Sommer.
2.1.10. Assentamento: Cola de contato tipo “Cascola” da Alba Química
Indústria e Comércio Ltda, e cola acrílica.
2.1.11. Juntas: secas.
2.2.
Aplicação: Revestimento do piso elevado que compõem a pavimentação da
Sala On Line.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
PAVIMENTAÇÃO - 10
Laminado Fenólico – Melamínico Placas
1.
NORMAS
1.1.
P-10.LAM.01
E-LAM.01
2.
S-10.LAM.01
12/97
A execução da pavimentação obedecerá ao disposto nas
normas abaixo, no que for aplicável:
Laminado Fenólico – Melamínico Placas
Laminado Plástico – Laminado Fenólico Melamínico
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS
2.1.
Laminado Fenólico:
2.1.1.
Tipo: Perpiso reforçado
2.1.2.
Fabricante: Perstorp do Brasil Indústria e Comércio Ltda.
2.1.3.
Acabamento: Texturizado antiderrapante.
2.1.4.
Cor:: PP-65 cinza escuro (Caixas).
2.1.5.
Dimensões: Placas de 0,60 x 0,60 m.
2.1.6.
Espessura : 2.0mm.
2.1.7.
Assentamento: Cola marca “Fórmica” da Formiline Indústria e
Comércio Ltda.
2.1.8.
Juntas: Corridas em ambas as direções.
2.
APLICAÇÃO
3.1.
Pavimentação sobre o piso elevado dos caixas, recortado na dimensão de
cada placa.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
PAVIMENTAÇÃO - 10
Rodapés
1.
S-10.ROD.01
0998
NORMAS
A execução dos revestimentos obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no que for
aplicável:
P-11.MAD.01 Madeira
2.
RODAPÉ DE MADEIRA
2.1.
3.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Material: Madeira (ipê, cedro aromático)
2.1.2.
Altura: 7,0 cm
2.1.3.
Espessura: 2,0 cm
2.1.4.
Acabamento / tratamento: Pintura com esmalte sintético
2.1.5.
Cor: Igual à alvenaria adjacente.
2.1.6.
Assentamento / fixação: Com buchas de nylon e parafusos
galvanizados, entre espaços de 60 cm. Os parafusos serão rebaixados
e emassados com pasta de selador nitro e pó da mesma madeira, ou
encavilhados.
APLICAÇÃO
3.1.
Todos os ambientes com pavimentação de carpete, onde o piso encontrar com
paredes de alvenaria ou gesso acartonado.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
PAVIMENTAÇÃO – 10
Pedra – Granito
1.
NORMAS
1.1.
A execução da pavimentação em granito obedecerá às normas abaixo, no que
for aplicável :
P-10.AAA.01
P-10.PED.01
E-ARG.03
E-ARG.07
E-ARG.09
E-PED.01
E-PED.02
E-PED.03
E-PED.05
1.2.
3.
S-10.PED.01
12/97
Condições Gerais
Pavimentação – Pedra - Diversos
Argamassas - Usuais
Argamassas – Pré-Fabricadas – Assentamento de Azulejos e
Ladrilhos
Argamassas – Pré-Fabricadas – Rejuntamento
Pedras de Construção – Condições Gerais
Pedras de Construção – Propriedades
Pedras de Construção - Beneficiamento
Pedras de Construção – Eruptivas - Granitos
O Construtor deverá apresentar amostra do material para prévia aprovação.
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS
3.1.
Tipo 1: Granito – Soleira
3.1.1.
Material: Granito cinza “Andorinha”
3.1.2.
Acabamento: Polido fosco fino
3.1.3.
Dimensões : Largura: igual à alvenaria
Comprimento: de acordo com o vão da porta.
3.1.4.
3.2.
3.3.
3.4.
Espessura : 2 cm
Tipo 2: Granito – Soleira
3.2.1.
Material: Granito Preto
3.2.2.
Acabamento: Polido fosco fino
3.2.3.
Dimensões: largura de 15 cm, espessura de 02 cm e comprimento
variável, com um mínimo de juntas.
Tipo 3: Granito – Placas - Granito Cinza Andorinha
3.3.1.
Acabamento : Polido fosco fino
3.3.2.
Dimensões : Placas de 40 x 40 cm
3.3.3.
Espessura : 2 cm
Tipo 4: Granito – Placas - Granito Cinza Andorinha
3.3.1.
Acabamento : Polido fosco fino
3.3.2.
Dimensões : Placas de 150 x 28 cm
3.3.3.
Espessura : 2 cm
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
3.5
4
5
Tipo 5: Granito - Rodapés
3.4.1.
Material: Granito cinza “Andorinha”
3.4.2.
Acabamento: Polido fosco fino
3.4.3.
Dimensões: Altura de 07 cm, espessura de 02 cm e comprimento
variável, com um mínimo de juntas.
ASSENTAMENTO
3.3.
Argamassa “Cimentcola Quartzolit” (Quartzolit Argamassas e Rebocos Ltda.),
“Argacola Fix 1” (Arga-Rio Argamassa Técnicas Ltda.) “Arga-Máxima” (Incomed
- Engenharia Indústria e Comércio Santa Edwiges Ltda) ou equivalente.
3.4.
Rejuntamento : “Nata Quartzolit”, com aditivo SH (Quartzolit), “Rejuntar”
(Incomed), “Juntafina AB”, com adição de “Juntalastic“ (ABCCO - Rejuntabrás
Indústria e Comércio Ltda.) ou equivalente.
3.5.
Fabricante/ Distribuidor: Mardil-Mármores e Granitos ou equivalente.
APLICAÇÃO
Tipo 1: Como arremate do piso de granito junto às paredes.
Tipo 2: Execução da tabeira da área de atendimento e marcação do piso
externo.
Tipo 3: Pavimentação dos patamares das escadas, do Auto-Atendimento e
Halls de Público do térreo e do pavimento superior.
Tipo 4: Pavimentação das escadas do térreo e do pavimento superior.
Tipo 5: Pavimentação das escadas, do Auto-Atendimento e Halls de Público do
térreo e do pavimento superior.
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PAVIMENTAÇÃO – 10
Piso Podotátil
S-29.POD.01
01/07
1. CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS
1.1. A execução da pavimentação podotátil obedecerá às normas abaixo, no que for
aplicável:
P-10.AAA.01 Condições Gerais
NBR 9050
Acessibilidade a Edificações, mobiliário, espaços e equipamentos
urbanos
2. CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS
2.1. Tipo: Piso de borracha
2.2. Dimensões: 25 x 25 cm
2.3. Cor: preto
2.4. Fabricante: Mercur Fabricante alternativo: Brasibor ou equivalente
3. COMPOSIÇÃO DA SINALIZAÇÃO TÁTIL DE ALERTA E DIRECIONAL
3.1. A sinalização tátil no piso pode ser do tipo de alerta ou direcional. Ambas devem ter
cor contrastante com a do piso adjacente, e podem ser sobrepostas ou integradas ao
piso existente, atendendo às seguintes condições:
3.2. Quando sobrepostas, o desnível entre a superfície do piso existente e a superfície do
piso implantado deve ser chanfrado e não exceder 2 mm;
3.3. Para a composição da sinalização tátil de alerta e direcional, sua aplicação deve
atender às seguintes condições:
3.4. Quando houver mudança de direção entre duas ou mais linhas de sinalização tátil
direcional, deve haver uma área de alerta indicando que existem alternativas de
trajeto. Essas áreas de alerta devem ter dimensão proporcional à largura da
sinalização tátil direcional.
4. SINALIZAÇÃO TÁTIL DE ALERTA
4.1. A textura da sinalização tátil de alerta consiste em um conjunto de relevos troncocônicos. A modulação do piso deve garantir a continuidade de textura e o padrão de
informação.
4.2. A sinalização tátil de alerta deve ser instalada perpendicularmente ao sentido de
deslocamento.
5. SINALIZAÇÃO TÁTIL DIRECIONAL
5.1. A sinalização tátil direcional deve ter textura com seção trapezoidal, qualquer que seja
o piso adjacente;
5.2. A textura da sinalização tátil direcional consiste em relevos lineares, regularmente
dispostos instalada no sentido do deslocamento;
5.3. A sinalização tátil direcional deve ser utilizada em áreas de circulação na ausência ou
interrupção da guia de balizamento, indicando o caminho a ser percorrido e em
espaços amplos.
6. APLICAÇÃO
6.1. Observação: Assentar diretamente sobre o contrapiso regularizado verificando o
perfeito nivelamento entre os dois tipos de pavimentação do ambiente.
6.2. Composição da sinalização podotátil, conforme projeto de arquitetura (Prancha 01/06).
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
PAVIMENTAÇÃO - 10
Elementos Intertravados e Lajota Articulada
1.
NORMAS
1.1.
P-10.CON.05
E-ELE.01
E-LAJ.01
2.
S-10.CON.01
05/98
A execução da lajota articulada obedecerá ao disposto nas
normas abaixo, no que for aplicável:
Elementos Intertravados – lajota articulada.
Elementos Intertravados.
Lajotas articuladas.
CARACTERIZAÇÃO DE MATERIAL
2.1.
Elemento Intertravado de Concreto:
2.2.1.
Tipo: B16 – 16 lados
2.2.2.
Dimensões : 11,0 x 22,0 cm
2.2.3.
Espessura : 6 cm
2.2.4.
Fabricante: Orteprem
2.2.5.
Fabricantes Alternativos: Blokret, Acarita, Neo-Rex do Brasil, Prefasil,
Lajespuma ou similar.
2.2.6.
Execução: Juntas preenchidas com mastique asfáltico.
2.2.7.
Aplicação: Conforme indicação 9 no projeto : como pavimentação das
vagas e calçadas
2.2.8.
Observações: Executar leito, base e sub-base, garantindo perfeito
nivelamento do conjunto.
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REVESTIMENTO - 11
De Argamassa - Chapisco
1.
NORMAS
1.1.
P-11.ARG .01
P-11.ARG.02
E-ARG.03
E-ARG.05
E-COR.01
2.
Argamassa – Condições Gerais
Argamassa - Chapisco
Argamassas - Usuais
Argamassas – Pré-Fabricadas – Chapisco e Emboço
Corantes e Pigmentos
Chapisco pré-fabricado
2.1.1.
Marca: “Chapiscon”
2.1.2.
Fabricante: Rejuntabrás Indústria e Comércio Ltda
FABRICANTES ALTERNATIVOS
3.1.
Chapisco pré-fabricado
3.1.1.
Marca : “Chapisco Fort”
3.1.2.
Fabricante : Usina Fortaleza Indústria e Comércio de Massa Fina Ltda
3.2.
4.
A execução do chapisco obedecerá ao disposto nas normas
abaixo, no que for aplicável:
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTO
2.1.
3.
S-11.ARG.02
12/97
Chapisco pré-fabricado
3.2.1.
Marca : “Chapisco Serrana”
3.2.2.
Fabricante : Serrana S/A de Mineração
APLICAÇÃO
4.1.
Em todas as alvenarias novas executadas, destinadas a
receber emboço.
4.2.
Nas alvenarias existentes que foram afetadas pela reforma que
receberão emboço de regularização da superfície.
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REVESTIMENTO - 11
De Argamassa - Emboço
3.
NORMAS
1.1.
P-11.ARG .01
P-11.ARG.03
E-ARG.03
E-ARG.05
4.
Argamassa – Condições Gerais
Argamassa - Emboço
Argamassas - Usuais
Argamassas – Pré-Fabricadas – Chapisco e Emboço
Argamassa pré-fabricada
2.1.1.
Marca : “Qualimassa”
2.1.2.
Fabricante : Cimento Mauá S/A
2.1.3.
Acabamento : Sarrafeado
FABRICANTES ALTERNATIVOS
3.1.
Argamassa pré-fabricada
3.1.1.
Marca : “Multimassa Quartzolit”
3.1.2.
Fabricante : Quartzolit Ltda.
3.2.
6.
A execução do emboço obedecerá ao disposto nas normas
abaixo, no que for aplicável :
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTO
2.1.
5.
S-11.ARG.03
12/97
Argamassa pré-fabricada
3.2.1.
Marca : “Unimont”
3.2.2.
Fabricante : Argamont Revestimentos e Argamassas Ltda.
APLICAÇÃO
4.1.
Em superfícies de alvenaria novas ou recompostas, já
chapiscadas, destinadas a receber rebocos ou outros tipos de
revestimentos adiante especificados.
4.2.
Em superfícies de alvenaria que sofreram rasgos para embutir
tubulações das instalações ou abertura de vãos.
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REVESTIMENTO - 11
De Argamassa - Reboco
1.
NORMAS
1.1.
P-11.ARG .01
P-11.ARG.04
E-ARG.06
E-ARG.10
2.
Argamassa – Condições Gerais
Argamassa - Reboco
Argamassas - Pré-Fabricadas – Reboco para Pintura
Argamassas – Pré-Fabricadas – Base Laminados e Tintas
Reboco pré-fabricado
2.1.1.
Marca : “Reboquit”
2.1.2.
Fabricante : Argamassas Quartzolit Ltda
2.1.3.
Acabamento : Liso
FABRICANTES ALTERNATIVOS
3.1.
Reboco pré-fabricado para paredes internas
3.1.1.
Marca : “Argabase Mix 3”
3.1.2.
Fabricante : Arga-Rio Argamassas Técnicas Ltda.
3.2.
Reboco pré-fabricado para paredes internas
3.2.1.
Marca : “Revestin” ou “Massa Especial Interna”
3.2.2.
Fabricante : Pancreto Indústria e Comércio Ltda.
3.3.
Reboco pré-fabricado para paredes internas
3.3.1.
Marca : “Elastilit”
3.3.2.
Fabricante : Argamassas Quartzolit Ltda.
3.4.
4.
A execução do reboco obedecerá ao disposto nas normas
abaixo, no que for aplicável :
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTO
2.1.
3.
S-11.ARG.03
12/97
Reboco pré-fabricado (reboco paulista)
3.4.1.
Marca : “Massa Única”
3.4.2.
Fabricante : Serrana S/A de Mineração.
APLICAÇÃO
4.1.
Nas alvenarias novas destinadas a receber pintura.
4.2.
Em superfícies de alvenaria que sofreram rasgos para embutir
dutos de instalações ou abertura de vãos, destinadas a
receber pintura.
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS - 12
Divisórias de Gesso
1.
S-12.DIV.04
03/02
NORMAS
A execução das divisórias obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no que for
aplicável:
P-12.DIV. 01
Divisórias
E-DIV.01
E-GES.01
2.
DIVISÓRIA DE GESSO ACARTONADO
2.1.
3.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Produto: Sistema W111 – Paredes
2.1.2.
Material: Gesso acartonado
2.1.3.
Espessura da placa: 12,5 mm cada uma
2.1.4.
Espessura da parede: 100 mm, conforme indicado no projeto de
arquitetura
2.1.5.
Estrutura: Montantes em aço galvanizado 70mm a cada 60 cm,
encaixados em guias “U” de aço galvanizado fixadas ao piso.
2.1.6.
Juntas: Com fita microperfurada e massa Fastix ou equivalente
2.1.8.
Acessórios: Guias 70mm, parafusos T, parafusos metal/metal, massas
para juntas, fitas para juntas, fitas para cantos.
2.1.9.
Fabricante: Knauf Drywall ou equivalente aprovado pela Fiscalização
2.2.
Observação: Quando as divisórias de gesso acartonado forem montadas sobre
o piso, este deverá estar perfeitamente nivelado, para evitar desalinhamentos
ou fissuras na divisória.
2.3.
Acabamento: Emassado sem emendas aparentes, com revestimento cerâmico
idêntico às alvenarias adjacentes.
APLICAÇÃO
3.1.
Parede curva no Atendimento do pavimento térreo e divisórias de isolamento da
circulação interna.
3.2.
Septos localizados no entreforro, para isolamento das áreas de retorno do ar
condicionado, conforme indicado no projeto de Ar Condicionado.
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS - 12
Divisórias e Biombos - Artesanais
1.
NORMAS
1.1.
P-12.DIV.01
E-DIV.01
2.
A execução das divisórias e biombos artesanais obedecerá ao
disposto nas normas abaixo, no que for aplicável:
Divisória
Divisórias - Removíveis
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS
2.1.
3.
S-12-DIV.01
02/02
Divisória de Fechamento dos Caixas :
2.1.1.
Tipo : Chapa de madeira compensada de 10mm, revestida e laminada,
montada no local;
2.1.2.
Estrutura: Caibros de madeira de 60 x 60 mm, espaçados em quadros
de 50 x 39,33 cm e base com caibros de madeira de 120 x 60 mm,
fixados diretamente no piso com parafusos de aço 65 x 75 mm e
buchas de náilon, contraplacados com compensados. As peças de
madeira serão maciças, de Canela Parda, tratadas com imunizante do
tipo “Pentox Super” cor marrom (Montana Química S/A).
2.1.3.
Acabamento : Laminado fenólico melamínico tipo “Perplac STD”,
(Perstorp do Brasil Indústria e Comércio Ltda.), espessura 1,0 mm,
acabamento texturizado, cores PP-25 Cinza Office Gray, e PP-15 Preto
(Ver Caderno de Detalhes Padrão do Banco do Brasil).
2.1.4.
Dimensões: Altura de 130 cm, espessura de 80 mm, comprimento
conforme indicado em projeto.
APLICAÇÃO
Fechamento dos caixas, conforme indicado em projeto (divisória D6).
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS - 12
Divisórias do Tipo Naval - Pré- fabricadas
1.
NORMAS
1.1.
P-12.DIV.01
E-DIV.01
E-MAD.03
2.
S-12.DIV.01
03/02
A instalação das divisórias navais obedecerá ao disposto nas
normas abaixo, no que for aplicável :
Divisória
Divisórias – Removíveis
Madeira - Compensada
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS
2.1.
Divilux 35;
2.1.1.
Tipo: Lâminas melamínicas termo-fundidas num substrato de madeira
aglomerada com espessura acabada de 35 mm, chamada de Arvoplac
BP 500:
2.1.2.
Miolo: Miolo celular MSO de colméia em papel Kraft de alta gramatura
(7 kg/m2) e requadro de material isolante.
2.1.3.
Estrutura : Perfis de alumínio, com acabamento anodizado natural;
2.1.4.
Revestimento: Formidur BP Plus: chapa dura de fibras de eucalipto
prensadas com acabamento em resina melamínica de baixa pressão.
2.1.4.1. Laminado fenólico melamínico tipo “Perplac STD” (Perstorp do
Brasil Indústria e Comércio Ltda.), espessura 1,0 mm,
acabamento texturizado;
2.1.4.2. Cor: PP-25 Cinza Office Gray.
2.2.
2.1.5.
Ferragens: Cromadas, fornecidas e/ou recomendadas pelo fabricante.
2.1.6.
Fabricante: Eucatex S/A Indústria e Comércio;
Tipo de painel: Painel cego piso a teto
2.2.1.
Aplicação:
2.2.1.1. Nos locais com indicação D7, em projeto.
2.2.1.2. Sala On Line, Sala de Reunião, Suporte, SAO, Arquivo, Caixas
e Telefonista;
2.3.
Tipo de painel : Painel cego/vidro/cego
a. Painel cego h=1,10m; Painel vidro h=1,00m e Painel cego h=
1,10m.
2.3.1.
Aplicação:
2.3.1.1. Nos locais com indicação D8, em projeto.
2.3.1.2. Sala Telefonista;
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS - 12
Divisórias Suspensas – Pré-fabricadas
1.
NORMAS
1.1.
A instalação das divisórias navais obedecerá ao disposto nas normas abaixo,
no que for aplicável :
P-12.DIV.01
E-DIV.01
2.
S-12.DIV.03
03/02
Divisória
Divisórias – Removíveis
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS
2.1.
Tipo: Divisórias Suspensa Pré- Fabricada Neoplac
2.1.1.
Fabricante: Neocom System Ltda;
2.1.1.
Painéis: em laminado melamínico estrutural TS com 8mm de
espessura com acabamento texturizado dupla face.
2.1.1.1.
Junção horizontal: os painéis internos possuem junção
horizontal à meia altura, executada com perfil especial de
alumínio com total consolidação sem possibilidade de
separação das partes e na altura das fixações intermediárias
dos painéis que garantem sua perfeita rigidez. As junções
não são utilizadas nos painéis separadores de chuveiros.
2.1.1.2. Altura: 200cm 180cm(painel) + 20cm(sapata).
2.1.2.
Portas: em laminado melamínico estrutural TS com 10mm de
espessura com acabamento texturizado dupla face.
2.1.2.1. Dimensões: 180 x 60 cm.
2.1.2.2. Abertura das portas: o sistema permite a instalação das
portas com abertura para dentro ou para fora sem a utilização
de acessórios adicionais.
2.1.2.
Cor: Cinza Claro (platina ou cristal)
2.1.3.
Batente e Trave horizontal: perfis de alumínio,liga 6063, têmpera T-6C
com acabamento em pintura de preto fosco eletrostático.
2.1.4.
Sapatas de apoio: conexões em latão com prolongador de alumínio,
pintadas de preto fosco eletrostático, altura total de 20 cm, com
dispositivo para regulagem de altura.
2.1.5.
Dobradiças automáticas em alumínio (03 unidades por porta),
reforçadas com duplo apoio para o pino de aço inox, articulado sobre
buchas de nylon grafitado, com controle do ângulo de permanência de
30° (abertura parcial), 0° (fechada), ou qualquer outro ângulo múltiplo
de 30° com acabamento pintura eletrostática nas cores dos montantes
de alumínio.
2.1.6.
Fechadura Universal: tipo tarjeta livre/ocupado com o corpo em nylon
reforçado com fibra de vidro (material de alta resistência mecânica) na
cor preta fosca e os espelhos de acabamento em ABS brilhante na cor
preta.
2.1.6.1.
abertura externa de emergência
2.1.6.2.
puxadores, externo e interno anatômicos.
2.1.6.3.
sistema universal de abertura por meio de lingüeta
deslizante (utilização por deficientes físicos).
2.1.6.4.
Peça de fixação dos painéis em latão maciço com parafuso
de aperto com fenda sextavada.
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2.1.6.5.
2.2.
3.
Acabamento em pintura eletrostática na mesma cor dos
perfis de alumínio.
Demais componentes:
2.2.1.
Parafusos de fixação dos perfis e acessórios em aço inoxidável.
2.2.2.
Tampa do perfil trave em nylon na cor preta.
2.2.3.
Batedeira do montante em EPDM preto.
2.3.
ACESSÓRIOS:
2.4.
prateleira porta-objeto de 0,25 x 0,275m , fixados com suportes especiais em
latão maciço nas paredes.
2.5.
GARANTIA:
2.5.1.
Ferragens articuladas como dobradiças e fecho: 05 anos.
2.5.2.
Demais componentes: 10 anos.
APLICAÇÃO
3.1.
Box, inclusive porta do box, das I.S.F.PPNE e I.S.M.PPNE,
indicados em projeto, conforme projeto de Arquitetura.
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS - 12
Forro-Falso - Gesso
1.
S-12.FOR.01
02/02
NORMAS
Conforme P-12.FOR.01 e P-12.FOR.06.
2.
FORRO FALSO DE GESSO ACARTONADO
2.1.
2.2.
2.3.
2.4.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Material: Chapas de gesso acartonado 12,5mm
OBS:
Nas áreas externas utilizar placas RU (impermeável)
2.1.2.
Produto: Sistema D112 - Tetos
2.1.3.
Fabricante: Knauf ou equivalente aprovado pela Fiscalização
2.1.4.
Peças de arremate: Conforme fabricante
2.1.5.
Peças de fixação: Conforme fabricante
EXECUÇÃO
2.2.1.
Caberá ao CONSTRUTOR apresentar o projeto e fornecer a estrutura
para execução do forro de gesso
2.2.2.
Acabamento: Liso, com emassamento, pronto para receber pintura
(conforme adiante especificado)
2.2.3.
Juntas de Dilatação: Destaque, junto às paredes e pilares
2.2.4.
Luminárias: Conforme S-19.02
OBSERVAÇÃO
2.3.1.
O CONSTRUTOR deverá modular a instalação do forro utilizando
painéis com dimensões apropriadas para a instalação das luminárias
de embutir, de modo que as ferragens de sustentação não interfiram na
colocação das mesmas. Caberá ao CONSTRUTOR todas as custas do
refazimento do forro se a estrutura de fixação impossibilitar a instalação
das luminárias, conforme a prancha de teto rebatido do projeto de
arquitetura.
2.3.2.
Especial cuidado deverá ser tomado na execução de sancas, rebaixos
e demais detalhes indicados em projeto, de modo a garantir a perfeição
de prumos, arestas e ângulos.
2.3.3.
Todos os novos forros de gesso deverão ser lixados e emassados, de
modo a obter uma superfície perfeitamente lisa e uniforme.
APLICAÇÃO
2.4.1.
Forro de todos ambientes da agência, exceto casa de máquinas do ar
condicionado e pavimento técnico.
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DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS - 12
Piso Elevado Industrial
1.
S-12.PIS.01
02/02
NORMAS
A execução dos pisos elevados obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no que for
aplicável:
P-12.PIS.01
Piso Falso
E-PIS.01
Pisos Falsos
E-MAD.02
Madeira - Aglomerada
2.
PISO ELEVADAO INDUSTRIALIZADO
2.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.1.1. Tipo: Piso falso constituído por placas ou painéis modulares
removíveis, apoiados em pedestais metálicos ou suportes
telescópicos unidos por longarinas retas;
5.1.2.
Painéis Modulados: Os painéis serão constituídos, de placas em
madeira aglomerada de alta densidade com sulfato de cálcio,
resistente ao fogo –Classe IIA, com peso específico de 40 kg/m2,
com espessura de 32 mm.
5.1.3.
Pedestais: Os pedestais ou suportes telescópicos apresentarão as
seguintes características:
5.1.3.1. Indeformidade quando submetidos aos esforços previstos;
5.1.3.2. Regulagem de altura de até 6 cm;
5.1.3.3. Guarnição na cruzeta, para impedir a passagem do ar e
conferir isolamento acústico;
5.1.3.4. Cruzeta de apoio em alumínio fundido por pressão;
5.1.3.5. Porca e contra-porca de aço galvanizado, sextavado e autotravante;
5.1.3.6. Base côncava de aço, com 3 mm de espessura;
5.1.3.7. Tratamento em pintura eletrostática ou zincagem com o mínino
de 8 micra.
5.1.4.
Longarinas: Deverão ser utilizadas longarinas metálicas galvanizadas
interligando e travando os pedestais para que as cargas sejam
distribuidas de maneira uniforme entre os mesmos.
5.1.5.
Cargas: A carga prevista para os pisos elevados é de <400 kg/m2,
distribuída.
5.1.6.
Dimensões: Placas com 600 x 600 x 32 mm.
5.1.7.
Revestimento:
5.1.7.1. Piso vinílico Toro EL para a Sala on line, conforme descrito
acima, no Capítulo 10 – Pavimentação.
5.1.7.2. Piso vinílico Uranus para o Caixas , conforme descrito acima,
no Capítulo 10 – Pavimentação.
5.1.8.
Fabricante: Maxpiso,
Fiscalização.
Knauf
ou
equivalente
3.
APLICAÇÃO
3.1.
Sala on line, com altura de montagem de 15 cm de altura;
3.2.
Caixas, com altura de montagem de 17cm de altura.
aprovado
pela
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
CARPINTARIA E MARCENARIA – 13
Portas – Comuns
1.
S-13.ESQ.04
02/02
NORMAS
A execução da carpintaria obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no que for
aplicável:
P-13.ESQ.01 Esquadrias - Terminologia
P-13.ESQ.02 Esquadrias – Condições Gerais
P-13.ESQ.03 Esquadrias – Desempenho
P-13.ESQ.04 Esquadrias – Núcleo das Portas
E-LAM.01
Laminado Fenólico Melamínico – Plástico Termoestável
2.
PORTA INTERNA
2.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Referência (do projeto): Portas PM1
2.1.2.
Material: Madeira laminada
2.1.3.
Dimensões: 80 x 210 cm – 1 folha
2.1.4.
Núcleo: Semi-oca - Tipo 2 (vide P-13 ESQ.04)
2.1.5.
Enquadramento / encabeçamento: Madeira de lei
2.2.
2.2.1.
ACABAMENTO
Laminado Cinza Office Gray PP-25 em todas as faces
2.3.
GUARNIÇÕES
2.3.1.
Em madeira de lei: canela, parda, maciça, desenho conforme projeto
de arquitetura.
2.3.2.
Acabamento: pintura esmalte sintético, conforme capítulo de Pintura S17.03. adiante
2.3.3.
Acessórios / Ferragens:
2.3.3.1. Modelo: Alto tráfego, linha Smart
2.3.3.2. Referência: Série 430 – Slim
2.3.3.3. Fechadura: Cilindro C200, de latão
2.3.3.4. Modelo: Com alavanca e roseta separadas
2.3.3.5. Função: Externa
2.3.3.6. Acabamento: Cromado
2.3.3.7. Dobradiças: 3 (três), com pino-bola e anel
2.3.3.8. Fabricante: Papaiz, ou equivalente
2.4.
2.4.1.
APLICAÇÃO
O Construtor fornecerá e instalará as portas comuns, rigorosamente de
acordo com o especificado acima, nos vãos indicados, nos desenhos
do projeto de arquitetura, para serem guarnecidos com esse tipo de
fechamento. Todas as portas com indicação PM1
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3.
PORTA INTERNA ACESSÍVEL
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1.
Referência (do projeto): Portas PM2
3.1.2.
Material: Madeira laminada
3.1.3.
Dimensões: 90 x 210 cm – 1 folha
3.1.4.
Núcleo: Semi-oca - Tipo 2 (vide P-13 ESQ.04)
3.1.5.
Enquadramento / encabeçamento: Madeira de lei
3.1.6.
Desenho: Detalhamento no projeto de Arquitetura.
3.2.
3.2.1.
ACABAMENTO
Laminado Cinza Office Gray PP-25 em todas as faces
3.3.
GUARNIÇÕES
3.3.1.
Em madeira de lei: canela, parda, maciça, desenho conforme projeto
de arquitetura.
3.3.2.
Acabamento: pintura esmalte sintético, conforme capítulo de Pintura S17.03. adiante
3.3.3.
Acessórios / Ferragens:
3.3.3.1. Modelo: Alto tráfego, linha Smart
3.3.3.2. Referência: Série 430 – Slim
3.3.3.3. Fechadura: Cilindro C200, de latão
3.3.3.4. Modelo: Com alavanca e roseta separadas
3.3.3.5. Função: Externa
3.3.3.6. Acabamento: Cromado
3.3.3.7. Dobradiças: 3 (três), com pino-bola e anel
3.3.3.8. Fabricante: Papaiz, ou equivalente
3.3.3.9. Barra de apoio:
4.3.3.10.1. Modelo: 60 cm
4.3.3.10.2. Ref. 2310C Linha Conforto da Deca
4.3.3.10.3. Acabamento: cromado
3.3.3.10.Chapa de proteção:
4.3.3.10.4. Material: Aço # 18
4.3.3.10.5. Dimensões: 93 x 40 cm
4.3.3.10.6. Quantidade: 02 unidades (face interna e externa)
4.3.3.10.7. Acabamento: Aço escovado
4.3.3.10.8. Fixação: Colada com cola de contato e fixada
com parafusos auto-atarrachantes nas dobras
sobre as faces e topo da porta.
3.4.
APLICAÇÃO: Nas portas acessíveis PM2
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
4.
PORTAS DUPLAS DAS CASAS DE MÁQUINAS DE AR CONDICIONADO
4.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.2.
4.1.1.
Referência (do projeto): Portas PM3
4.1.2.
Material: Madeira laminada
4.1.3.
Dimensões: 120 x 210 cm / 2 folhas
4.1.4.
Núcleo: Semi-oca - Tipo 2 (vide P-13 ESQ.04)
4.1.5.
Enquadramento / encabeçamento: Madeira de lei
4.1.6.
Desenho: Detalhamento no projeto de Arquitetura (inclusive bandeiras
fixas).
ACABAMENTO
4.2.1.
4.3.
Laminado Cinza Office Gray PP-25 em todas as faces
GUARNIÇÕES
4.3.1.
Em madeira de lei: canela, parda, maciça, desenho conforme projeto
de arquitetura.
4.3.2.
Acabamento: pintura esmalte sintético, conforme capítulo de Pintura S17.03. adiante
4.3.3.
Acessórios / Ferragens:
4.3.3.1. Modelo: Alto tráfego, linha Smart
4.3.3.2. Referência: Série 430 – Slim
4.3.3.3. Fechadura: Cilindro C200, de latão
4.3.3.4. Modelo: Com alavanca e roseta separadas
4.3.3.5. Função: Externa
4.3.3.6. Acabamento: Cromado
4.3.3.7. Dobradiças: 3 (três), com pino-bola e anel – por folha
4.3.3.8. Fabricante: Papaiz, ou equivalente
4.4.
APLICAÇÃO
4.4.1.
Casas de máquinas de ar condicionado.
5.
PORTA INTERNA DE CORRER
5.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.2.
5.1.1.
Referência (do projeto): Portas PM4
5.1.2.
Material: Madeira laminada
5.1.3.
Dimensões: 80 x 210 cm – 1 folha
5.1.4.
Núcleo: Semi-oca - Tipo 2 (vide P-13 ESQ.04)
5.1.5.
Enquadramento / encabeçamento: Madeira de lei
ACABAMENTO
5.2.1.
Laminado Cinza Office Gray PP-25 em todas as faces
5.3.
5.3.1.
GUARNIÇÕES
Em madeira de lei: canela, parda, maciça, desenho conforme projeto
de arquitetura.
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5.3.2.
Acabamento: pintura esmalte sintético, conforme capítulo de Pintura S17.03. adiante
5.3.3.
Acessórios / Ferragens:
5.3.3.1. CONJUNTO PARA PORTA DE CORRER
5.3.3.2. Trilho de alumínio simples 4x4cm;
5.3.3.3. Roldana metálica ref. R28 N2R;
5.3.3.4. Pivôs superior e inferior;
5.3.3.5. Canaleta de alumínio 1,5x1,5 cm
5.3.3.6. Quantidade: 1(um) conjunto
5.3.3.7. Fabricante: Udinese.
5.3.3.8. FECHADURA
5.3.3.9. Modelo: Fechadura para portas de correr com trinco bico de
papagaio, puxador ejetável e chave bipartida
5.3.3.10.Referência: 1422 LO
5.3.3.11. Material / Acabamento: Latão oxidado (LO)
5.3.3.12.Quantidade: 1 (uma)
5.3.3.13.Fabricante: La Fonte.
5.3.3.14.PUXADOR
5.3.3.15.Modelo /Referência: Puxador de embutir tipo concha com furo
para chave
5.3.3.16.Referência: 501 LLE
5.3.3.17.Material / Acabamento: Latão oxidado (LO)
5.3.3.18.Quantidade: 1 (um) par
5.3.3.19.Fabricante: La Fonte.
5.4.
5.4.1.
6.
O Construtor fornecerá e instalará as portas comuns, rigorosamente de
acordo com o especificado acima, nos vãos indicados, nos desenhos
do projeto de arquitetura, para serem guarnecidos com esse tipo de
fechamento. Todas as portas com indicação PM4
PORTA INTERNA ACESSÍVEL
6.1.
6.2.
APLICAÇÃO
BARRA DE APOIO:
6.1.1.
Modelo: 60 cm
6.1.2.
Ref. 2310C Linha Conforto da Deca
6.1.3.
Acabamento: cromado
CHAPA DE PROTEÇÃO:
6.2.1.
Material: Aço # 18
6.2.2.
Dimensões: 90 x 40 cm
6.2.3.
Quantidade: 02 unidades (face interna e externa)
6.2.4.
Acabamento: Aço escovado
6.2.5.
Fixação: Colada com cola de contato e fixada com parafusos autoatarrachantes nas dobras sobre as faces e topo da porta.
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6.3.
APLICAÇÃO: Nas portas dos boxes acessíveis PD2
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CARPINTARIA E MARCENARIA - 13
Guiche – Caixas
1.
S-13.GUI.01
02/02
NORMAS
A execução da carpintaria obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no que for
aplicável:
P-13.ESQ.05
E-LAM.01
Estável
E-MAD.01
E-MAD.02
E-MAD.03
E-PAR.01
E-PRE.01
2.
Esquadrias – Capeamento – Laminado Fenólico Melamínico
Laminado Plástico – Laminado Fenólico Melamínico – Plástico TermoMadeira - Natural
Madeira - Aglomerado
Madeira - Compensado
Parafusos e Porcas
Pregos
GUICHÊ DE CAIXA
2.1.
2.1.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Tipo: Os guichês indicados em projeto deverão ser executados
conforme padrão fornecido pelo Banco do Brasil, e instalados conforme
projeto de arquitetura e o item “Aplicação”, abaixo:
2.1.2. Estrutura: Chapa de madeira aglomerada Duratex BP, ou equivalente,
com espessura 18 mm
2.1.3. Materiais: Vidro temperado incolor 8 mm, garra de fixação cromada,
tipo “jacaré” para vidro 8mm e superfície de atendimento em MDF 18
mm
2.1.4. Acabamento: Laminado fenólico melamínico Perstorp, espessura 1,0
mm, acabamento texturizado, cores PP-25 Cinza Office Gray e PP1304 Azul, conforme Caderno de Detalhes padrão BB
2.1.5. Arremates: Conforme Caderno de Detalhes
2.2.
GUICHÊ ACESSÍVEL:
2.2.1. Ao Contratado caberá a execução de adaptação de um guichê de
caixa, conforme indicado no item 3.5 do Manual de Acessibilidade
BB.
2.2.2. Pelo menos 1 (uma) unidade deverá ser acessível.
2.3.
REAPROVEITAMENTO:
2.3.1. No caso de reaproveitamento, os guichês deverão estar perfeitamente
alinhados, gaveteiro nivelado, as gavetas abrindo facilmente, painel
frontal (prisma azul) perfeitamente encaixado no tampo superior,
rigorosamente de acordo com o Caderno de Detalhes
2.3.2. Nenhum componente (inclusive chaves, acabamentos, componentes
plásticos etc) poderá ser extravaido durante os serviços que
envolvem os guichês.
2.3.3. Qualquer dano ao guichê será de responsabilidade do Construtor, que
deverá providenciar sua substituição através da empresa fabricante
do móvel.
2.4.
2.4.1.
APLICAÇÃO
Caixas, conforme indicado em projeto.
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CARPINTARIA E MARCENARIA - 13
Armários
1.
NORMAS
1.1.
P-13.ESQ.05
P-15.AAA.01
E-LAM.01
E-MAD.01
E-MAD.02
E-MAD.03
E-PAR.01
E-PRE.01
2.
S-13.MOB.01
02/02
A execução de armários obedecerá ao disposto nas normas
abaixo, no que for aplicável :
Esquadrias – Capeamento – Laminado Fenólico Melamínico
Ferragens – Condições Gerais
Laminado Plástico – Laminado Fenólico Melamínico – Plástico
Termo-Estável
Madeira - Natural
Madeira - Aglomerado
Madeira - Compensado
Parafusos e Porcas
Pregos
CARACTERIZAÇÃO DOS PRODUTOS
2.1.
ARMÁRIOS
2.1.1.
Tipo: Em compensado naval de 20 mm, enquadramento em canela
maciça ou cedro aromático, e prateleiras internas em compensado
naval 15mm.
2.1.2.
Acabamento:
2.1.2.1. Externo: Laminado fenólico melamínico tipo “Perplac STD”,
de fabricação da Perstorp do Brasil Indústria e Comércio
Ltda., espessura 1,0 mm, acabamento texturizado, cor PP-30
Branco (TX), em todas as superfícies visíveis.
2.1.2.2. Interno: Laminado fenólico melamínico tipo “Perplac STD”, de
fabricação da Perstorp do Brasil Indústria e Comércio Ltda.,
espessura 1,0 mm, acabamento brilhante, cor PP-30 Branco
(BR), em todas as superfícies visíveis.
2.1.3.
Dimensões: Conforme detalhes em projeto.
2.1.4.
Tampo e frontispício: Granito cinza andorinha, espessura 20 mm,
conforme detalhes em projeto.
2.1.5.
Aplicação :
2.1.5.1. Armários da Copa, com indicação ABC e ABS
2.1.5.2. Armário do DML, com indicação ARL.
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SERRALHARIA - 14
Alumínio
1.
S-14.AAA.01
02/02
NORMAS
A execução da serralharia em alumínio obedecerá ao disposto nas normas
abaixo, no que for aplicável :
2.
P-14.AAA.01
Serralharia – Condições Gerais
P-14.ALU.01
Alumínio – Condições Gerais
P-14.ALU.02
Alumínio - Desempenho
P-14.ALU.51
Alumínio Anodizado – Condições Gerais
P-14.ALU.52
Alumínio Anodizado - Testes
E-ALU.02
Alumínio – Perfis para Serralharia
E-ALU.03
Alumínio – Cantoneiras
PERFIL DE ALUMÍNIO
2.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
2.1.1.
Tipo1: Tubo 5x10 cm.
2.1.2.
Acabamento: Anodizado natural
2.1.3.
Fabricante: Alcoa, Alcan, Cia. Brasileira de Alumínio, DIN ou
equivalente.
2.1.4.
Observações:
2.1.5.
2.1.4.1.
Para a montagem da estrutura deverão ser utilizadas
serras, broca e outros equipamentos compatíveis com o
tipo e espessura do material dos montantes.
2.1.4.2.
Os montantes de alumínio deverão estar solidamente
fixados às paredes, intertravados entre si e
contraventados, de modo a garantir a perfeita rigidez do
conjunto.
Aplicação:
Execução dos montantes da vidraçaria da divisória do Auto
Atendimento.
3.
PERFIS DE ALUMÍNIO
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
3.1.1.
Tipo: Perfil “U” 1,5x1,5cm
3.1.2.
Acabamento: anodizado natural fosco
3.1.3.
Fabricante: Afnor, Alcan, Alcoa, Cia. Brasileira de Alumínio, DIN ou
equivalente.
3.1.4.
Aplicação: Na fixação dos vidros temperados na divisória do Auto
Atendimento.
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SERRALHARIA – 14
Aço e Ferro – Porta de Ferro
1.
NORMAS
1.1.
P-14.AAA.01
P-14.ACO.01
P-14.ACO.10
E-ACO.02
E-ACO.04
2.
S-14.ACO.15
02/02
A execução do pórtico de acesso obedecerá ao disposto nas
normas abaixo, no que for aplicável :
Serralharia – Condições Gerais
Serralharia – Aço – Condições Gerais
Serralharia – Aço – Processos de Produção
Serralharia – Aço – Estrutura Metálica
Serralharia – Aço Zincado - Chapas
PORTA DE FERRO DE SEGURANÇA PS1:
2.1.1.
Tipo: 1 folha de abrir.
2.1.2.
Dimensões: 90,0 x 210,0 cm
2.1.3.
Acabamento: pintura automotiva cor branca.
2.1.4.
Desenho: Conforme detalhamento, prancha 06/06.
2.1.5.
Acessórios / Ferragens:
•
Fechadura, maçaneta e dobradiças, conforme S-15, adiante
especificado.
2.1.6.
Execução: O requadro será chumbado contra a parede através de
grampos tipo rabo de andorinha.
2.1.7.
APLICAÇÃO
Na sala do Cofre, com indicação PS1, no projeto de arquitetura.
3.
PORTA DE FERRO PF1:
2.1.6.
Tipo: 2 folhaS de abrir.
2.1.7.
Dimensões: 120,0 x 210,0 cm
2.1.8.
Acabamento: pintura esmalte cor grafite.
2.1.9.
Acessórios / Ferragens:
•
Fechadura, maçaneta e dobradiças, conforme S-15, adiante
especificado.
2.1.6.
Execução: O requadro será chumbado contra a parede através de
grampos tipo rabo de andorinha.
2.1.7.
APLICAÇÃO
No pavimento técnico, com indicação PF1, no projeto de arquitetura.
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SERRALHARIA – 14
Aço – Componentes Metálicos
1.
NORMAS
1.1
A execução da serralharia em aço obedecerá ao disposto nas normas abaixo,
no que for aplicável:
P-14.AAA.01
P-14.ACO. 01
P-14.ACO. 02
P-14.ACO.10
2.
3.
Serralharia – Condições Gerais
Serralharia – Aço – Condições Gerais
Serralharia – Aço – Desempenho
Serralharia – Aço – Processos de Proteção
CORRIMÃO METÁLICO
2.1.
2.
S-14.ACO.01
02/02
Referência (do projeto): conforme projeto de arquitetura, pranchas 03 e 04/06.
2.1.1.
Material: Estrutura de tubos aço 1 1/2”.
2.1.1.
Tratamento/acabamento e Pintura: Fundo anticorrosivo e pintura de
acabamento esmalte sintético grafite.
2.1.2.
Altura total: 90,0 cm
2.1.3.
Fixação: através de flanges metálicos parafusadas diretamente na
alvenaria.
MASTROS PARA FACHADAS:
2.1.
Tipo: Perfil cilíndrico de 4”
2.2.
Acabamento: Aço galvanizado – zincagem a fogo.
2.3.
Fabricante: Bandeirart Indústria Têxtil Ltda ou equivalente.
2.4.
Fixação: Chumbado conforme detalhes do fabricante.
2.5.
Altura: 5m, obedecendo detalhe padrão 12 – parte E do Caderno de Detalhes.
2.6.
Pintura: Tratamento/acabamento: Fundo anticorrosivo e pintura de acabamento
esmalte sintético grafite.
2.7.
Aplicação: Em frente à agência, conforme desenhos de projeto de arquitetura.
BATE PNEU:
3.1.
Tipo: Tubo de 2”
3.2.
Acabamento: Aço galvanizado – zincagem a fogo.
3.3.
Fabricante: selhararia nacional ou equivalente.
3.4.
Fixação: Chumbado no piso.
3.5.
Altura: 15m.
3.6.
Pintura: Tratamento/acabamento: Fundo anticorrosivo e pintura de acabamento
esmalte sintético grafite.
3.7.
Aplicação: Nas vagas do estacionamento, em frente à agência, conforme
desenhos de projeto de arquitetura.
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SERRALHARIA – 14
Divisória Especial – Carenagem para TAA - High-Tech
1.
S-14.ACO.01
03/06
NORMAS
1.1.
A execução das divisórias especiais obedecerá ao disposto nas normas abaixo,
no que for aplicável:
P-14.AAA.01 Serralharia – Condições Gerais
P-14.ACO.01 Serralharia – Aço – Condições Gerais
P-14.ACO.10 Serralharia – Aço – Processos de Produção
E-ACO.02
Serralharia – Aço – Estrutura Metálica
E-ACO.04
Serralharia – Aço Zincado - Chapas
Conforme padrões fornecidos pelo Banco do Brasil: Anexo Padrão Visual High-Tech Carenagem Especial (06 folhas) e Mobiliário-Carenagem Especial Abastecimento
Traseiro (pranchas 01 a 13).
2.
3.
CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES
2.1.
A usinagem, corte, furação, fixação e esquadrejamento das peças, devem
atender às normas e especificações do fabricante.
2.2.
Atentar para o perfeito arremate das peças.
2.3.
Prever todas as estruturas e reforços metálicos necessários para garantir o
travamento, a estabilidade e a rigidez dos conjuntos.
2.4.
Placas com arranhões, sulcos, grafia e excessos de cola para os laminados
serão rejeitados.
CARENAGEM HIGH TECH
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1.
3.2.
Módulos com estrutura de aço, revestida de chapa de alumínio com
acabamento externo em pintura.
ESTRUTURA
3.2.1.
Material: Chapa metálica lisa, conforme Anexo Padrão Visual HighTech.
3.2.1.1. 1º Pintura de base: Primer Epóxi
3.2.1.2. 2º Pintura de Base: Primer Universal, aplicar após a secagem
do fundo Epóxi e a aplicação de massa rápida para a correção
das imperfeições de peças e juntas.
3.2.1.3. Pintura do rodapé: Pintura em esmalte sintético semifosco
grafite metalizado
3.2.1.4. Pintura da estrutura: (demais peças da estrutura) - Esmalte
sintético semifosco, cor referência: platina, 016 da Coral, sobre
fundo.
3.3.
REVESTIMENTOS
3.3.1.
Material: Em chapa metálica lisa, espessura 1,2mm
3.3.1.1. 1º Pintura de base: Primer Epóxi
3.3.1.2. 2º Pintura de base: Primer Universal, após a secagem do fundo
Epóxi e a aplicação de massa rápida para a correção das
imperfeições de peças e juntas.
3.3.2.
Acabamento externo: pintura automotiva, referência Tintas Wanda, cor
Prata Polar Metálico-97 e verniz poliuretano bi-componente,
acabamento semifosco, Tintas Wanda, ou equivalente.
3.3.3.
Acabamento interno: pintura esmalte
referência: platina, 016 da Coral.
sintético
semifosco,
cor
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
3.4.
3.5.
4.
3.4.1.
Material: Vidro temperado, espessura de 10 mm.
3.4.2.
Acabamento: Liso, transparente. A prateleira será instalada quando
houver mais de um terminal.
PROGRAMAÇÃO VISUAL
3.5.1.
Caixa Metálica - Material: Caixa em chapa metálica com infra-estrutura
para iluminação back light, conforme Anexo Padrão Visual High-Tech.
3.5.2.
Caixa Metálica - Pintura de base: aplicação de fundo primer Epóxi e
fundo primer universal idêntico aos fundos da estrutura
3.5.3.
Caixa metálica - Acabamento: pintura conforme acabamento do
revestimento
3.5.4.
Placa de vidro - Material: vidro 6 mm para aplicação da identificação
das funções do terminal
3.5.5.
Placa de Vidro -Texto Informativo: Vinil adesivo opaco cor cinza Ref.:
PANTONE 444 ou Cinza Dark Grey, aplicado pelo lado interno.
3.5.6.
Placa de Vidro - Acabamento: Vinil Jateado transparente Ref.:
IMPRIMAX-83, aplicada pelo lado interno.
3.5.7.
Iluminação - Material: Na caixa metálica da programação visual
possibilitando a leitura das informações do texto informativo do
terminal; lâmpada: fluorescente luz branca, 16w, reator de partida
rápida e alta potência.
DIVISÓRIA COMPLEMENTAR DA CARENAGEM E BANDEIRA METÁLICA
4.1.
5.
PRATELEIRAS EM VIDRO LAMINADO
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1.
Estrutura: Perfis metálicos soldados com acabamento em pintura
platina, ref.: 016 da Coral.
4.1.2.
Fechamento: Chapa metálica de aço, esp=1,2mm, fixada à estrutura
com fita dupla-face VHB 3M (espuma branca), acabamento pintura
Automotiva ref.: Tintas Wanda, cor prata polar metálico 97 e verniz
poliuretano bi-componente, acabamento semifosco, com frisos a cada
60cm.
PORTA METÁLICA
5.1.
5.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
5.1.1.
Material: equivalente a carenagem padrão BB, provida de batente,
maçaneta e fechadura tipo tetra.
5.1.2.
Ferragens:
5.1.3.
Maçaneta tubular ref.: 5030 CR, acabamento cromado da La Fonte, ou
equivalente.
5.1.4.
Fechadura tipo tetra da La Fonte, Papaiz, ou equivalente.
5.1.5.
Dobradiça cromada com anéis extras forte, da La Fonte, Papaiz, ou
equivalente.
APLICAÇÃO
5.2.1.
Na composição e fechamento da carenagem dos terminais no autoatendimento e abastecimento, com indicação de:
5.2.1.1. Divisória D4 – carenagem TAA;
5.2.1.2. Divisória D5 – divisória complementar da carenagem TAA;
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
FERRAGENS –15
Para Portas de Metal - Segurança
3.
NORMAS
1.1.
P-15.AAA.01
E-FER.01
4.
S-15.FER.01
02/02
A execução das ferragens obedecerá ao disposto nas normas
abaixo, no que for aplicável :
Condições Gerais
Ferragens e Artefatos Equivalentees
FERRAGEM PARA PORTAS DE SEGURANÇA
4.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS - CONJUNTO POR VÃO
4.1.1.
Dobradiças com anéis
4.1.1.1. Modelo / Referência: 80 Extraforte 4x3
4.1.1.2. Material / Acabamento: Latão cromado (CR)
4.1.1.3. Quantidade: 3 (três)
4.1.1.4. Fabricante: La fonte
4.1.2. Fechadura Multiponto TESA, com três pontos de travamento,
acionados por uma única chave.
4.1.2.1. Modelo / Referência: TLB 3
4.1.2.2. Tipo: 4 pinos Zamac
4.1.2.3. Material / Acabamento: Niquelado
4.1.2.4. Quantidade: 1 (uma)
4.1.2.5. Fabricante: La Fonte.
4.1.3.
Maçaneta
4.1.3.1. Modelo / Referência: linha Classc / 515 ROS EXT
4.1.3.2. Material / Acabamento: Acetinado (AEE)
4.1.3.3. Quantidade: 1 (um) par
4.1.3.4. Fabricante: La Fonte.
4.2.
APLICAÇÃO
4.2.1.
Na porta PS1.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
FERRAGENS -15
Vidro Temperado
1.
S-15.FVT.01
10/94
NORMAS E PROJETO
1.1.
A execução das ferragens obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no que
for aplicável:
P-15.AAA.01
E-FER.01
2.
Condições Gerais
Ferragens e Artefatos Equivalentees
FERRAGENS PARA PORTAS DE ABRIR
2.1. Acessórios
2.1.1. Acabamento: Prata, recorte “Santa Marina”.
2.1.2. Dobradiças Superiores: Ref. SM 1020.
2.1.3. Dobradiças Inferiores: Ref. SM 1020.
2.1.4. Mola Hidráulica de Piso: Ref. BTS 75R.
2.1.5. Trinco de Piso: Ref. SM - 1060.
2.1.6. Contra-trinco de Piso: Ref. SM 1061.
2.1.7. Fechadura de Centro: Ref. SM 1050.
2.1.8. Contra-fechadura: Ref. SM 1051.
2.1.9. Fabricante: Dorma Sistemas de Controles para Portas Ltda ou
equivalente.
2.2.
Puxador metálico tipo alça
2.2.1.
2.2.2.
Modelo: Puxador de alça
Modelo / Referência: Linha MANET – 350 mm
2.2.3. Material / Acabamento: Aço Inox
2.2.4. Quantidade: 1 (um) par
2.2.5. Fabricante: Dorma Sistemas de Controles para Portas Ltda ou
equivalente.
2.3.
Aplicação
2.3.1.
2.3.
Ferragens das novas portas de vidro.
FERRAGENS PARA PORTAS DE CORRER:
2.1.
Acessórios
2.3.1.
Acabamento: Prata, recorte “Santa Marina”.
2.3.2. Trilho inferior e superior: Ref: RS 120
2.3.5. Trinco de Piso: Ref. SM - 1060.
2.3.6. Contra-trinco de Piso: Ref. SM 1061.
2.3.7. Fechadura de Centro: Ref. SM 1050.
2.3.8. Contra-fechadura: Ref. SM 1051.
2.3.9. Fabricante: Dorma Sistemas de Controles para Portas Ltda ou
equivalente.
2.2.
Aplicação: Ferragens da nova porta de vidro de bloqueio da PGDM.
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VIDRAÇARIA –16
Planos Especiais Temperados
1.
NORMAS
1.1.
A execução da vidraçaria obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no que for
aplicável:
P-16.AAA.01
P-16.PLA.01
E-VID.01
E-VID.03
2.
Vidraçaria – Condições Gerais
Vidraçaria – Planos e Temperados
Vidros – Definições e Tipos
Vidros – Planos Especiais, Temperados
PORTA DE VIDRO
2.1.
Cor : Incolor
2.2.
Espessura : 10 mm
2.3.
Dimensões:
2.3.1.
180 (90+90) x 210 cm (PV2)
2.3.2.
90x210cm (PV1)
2.3.3
90x220cm (PV3)
2.3.4
110x220cm (PV4)
2.3.5
90x220cm (PV5)
2.4.
Fabricante :Blindex
2.5.
Fabricantes Alternativos: Cia Vidraria Santa Marina, New Temper ou
equivalente.
2.6.
Aplicação :
2.6.1.
3.
S-16.PLA.02
12/97
Portas de vidro de toda a agência, com indicação PV#, em projeto.
VIDRO TEMPERADO
3.1.
Cor : Incolor
3.2.
Espessura : 10 mm
3.3.
Dimensões: De acordo com detalhamento do projeto de arquitetura, na prancha
10/11.
3.4.
Fabricante : Blindex
3.5.
Fabricantes Alternativos: Cia Vidraria Santa Marina, New Temper ou
equivalente.
3.6.
Assentamento: Com perfil “U” de alumínio e Gaxeta de EPDM, neoprene ou
borracha de silicone. Com emprego de vedante do tipo “Dow Corning Vedante
Vidro Alumínio – VVA”, da Dow Corning do Brasil Ltda, aplicado nas juntas
verticais dos vidros da fachada.
3.7.
Observação: O Proprietário não admite o emprego de massa de vidraceiro no
assentamento da vidraçaria.
3.8.
Aplicação : Painéis de vidro temperado que compõem o fechamento das
divisórias D1 e D2 , com indicação em projeto.
0
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PINTURA - 17
Látex PVA
1.
S-17.PVA.01
02/02
NORMAS
1.1.
A execução das pinturas obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no que for
aplicável:
P-17.AAA.01
E-ACE.01
E-TIN.01
E-TIN.02
2.
3.
Condições Gerais.
Emulsões e Soluções.
Tintas e Vernizes – Normas e Classificação.
Tintas e Vernizes – Diversos.
TRATAMENTO PRÉVIO
2.1.
Lavar, raspar e escovar a superfície, eliminando partes soltas, poeira, manchas
de gordura, sabão ou mofo;
2.2.
Aplicar massa corrida e lixar, para regularização de toda a superfície.
CARACTERIZAÇÃO DOS PRODUTOS
3.1.
Látex PVA com Emassamento:
3.1.1.
Tipo: Látex PVA.
3.1.2.
Fabricante: Coral ou equivalente.
3.1.3.
Cor: Branco Neve 01.
3.1.4.
Acabamento: Fosco.
3.1.5.
Demãos: Mínimo de duas demãos.
3.1.6.
Aplicação:
3.1.6.1 Locais com indicação 2 e 3 para teto, sobre toda superfície de
forro de gesso da agência, conforme indicações em projeto.
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PINTURA - 17
Acrílica
1.
S-17.ACR.01
02/02
NORMAS
1.1.
A execução da pintura obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no que for
aplicável:
P-17.AAA.01
Condições Gerais
Nas tintas descritas a seguir, o fabricante Coral poderá ser substituído pelas marcas
Tintas Renner, Suvinil, Ibratim ou Sherwin Williams, desde que as cores do catálogo
Coral Color Service (máquina de mistura multicromática) sejam reproduzidas por
espectrofotômetro (equipamento de leitura e identificação de cores, disponível
gratuitamente em lojas de tintas).
2.
PINTURA ACRÍLICA
2.1.
TINTA ACRÍLICA
2.1.1.
Acabamento: Acetinado para as paredes internas, ou conforme indicado
em projeto
2.1.2.
Fabricante: tintas coral, ou equivalente
2.1.3.
Cor: referência coral
2.1.3.1. Cores: branco e azul 8100
2.1.3.2. Obs: a indicação das cores constará em projeto ou deverá seguir
indicação da fiscalização
2.1.4.
Aplicação
Branco: Todas as paredes com indicação 1 em projeto;
Todas as alvenarias existentes que tiverem a sua pintura
danificada pela reforma deverão ser pintadas.
Azul: Parede curva do atendimento do térreo, com indicação 2 em projeto.
2.2. EXECUÇÃO
2.2.1.
Tratamento prévio e/ou pintura de base:
Selador: No caso de revestimentos novos, aplicar uma demão de Coral
Selador Acrílico, ou equivalente.
Fundo preparador de parede: No caso de superfícies com reboco fraco,
desagregado, gesso ou caiação, após a limpeza, aplicar uma
demão de Coral Fundo Preparador de Paredes, ou
equivalente.
Emassamento de paredes sem emassamento: Aplicar 2 (duas) demãos
com Coral massa acrílica, ou equivalente. Aplicar uma demão
de Coral Líquido Selador antes da pintura de acabamento.
Emassamento de paredes já emassadas: Aplicar massa corrida acrílica
para regularização de superfícies, correção de fissuras, furos
e/ou outras imperfeições.
2.2.2.
Pintura de acabamento: Nº de demãos Tantas quantas necessárias para se
obter um perfeito acabamento, sendo no mínimo 2 (duas).
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PINTURA - 17
Esmalte Sintético - Sobre Madeira
1.
NORMAS
1.1.
A execução das pinturas obedecerá ao disposto nas normas abaixo, no que for
aplicável:
P-17.AAA.01
2.
Condições Gerais
TRATAMENTO PRÉVIO
2.1.
2.2.
3.
S-17.ESM.01
02/02
Preparo da Superfície:
2.1.1.
Limpar a superfície, eliminando poeira, gordura e mofo.
2.1.2.
Lixar com lixa para madeira nº 60, eliminando farpas.
2.1.3.
Aplicar “Suvinil Diluente” ref. 6870 (Glasurit do Brasil), para remoção de
poeira, óleos e graxas.
2.1.4.
Lixar novamente com lixa nº 100 e remover o pó.
Tratamento da Superfície:
2.2.1.
Aplicar uma demão de “Suvinil Massa a Óleo para Madeira” ref. 6410
(Glasurit do Brasil), cor branca diluída em até 5% com “suvinil Diluente”
ref. 6870 (Glasurit do Brasil).
2.2.2.
10 horas após, lixar com lixa para madeira nº 120 e remover o pó.
2.2.3.
Se necessário, executar novo lixamento e aplicar uma terceira demão
após 24 horas.
CARACTERIZAÇÃO DOS PRODUTOS
3.1.
Esmalte Sintético Sobre Madeira:
3.1.1.
Fabricante: Glasurit do Brasil, Coral, Sherwin Willians ou equivalente.
3.1.2.
Cores: Branco e Azul 8100 (Coral).
3.1.3.
Acabamento: Acetinado ou brilhante
3.1.4.
Demãos: Mínimo de duas demãos, até o perfeito recobrimento.
3.1.5.
Aplicação:
3.1.6.
Rodapé de madeira, novos com acabamento na cor da parede
adjacente.
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ENCERAMENTO E LUSTRAÇÃO - 18
Produtos
1.
S-18.ENC.01
1297
NORMAS
A execução do enceramento e lustração obedecerá ao disposto nas normas do abaixo,
no que for aplicável.
P-18. ENC.01 Condições Gerais
2.
LIMPEZA
2.1.
MATERIAL
2.1.1.
Tipo: Detergente Bert 27
2.1.2.
Fabricante: Bellinzoni
2.2.
2.2.1.
CARACTERÍSTICAS
Produto que limpa profundamente granitos, cerâmicas e pedras brutas
em geral. Indicado para limpeza após obra, pois remove excesso de
calcário como massa de assentamento e cimento, assim como salitre.
2.3.
EXECUÇÃO
2.3.1.
Limpeza inicial: Remover os resíduos de cola e manchas de gordura
com estopa embebida com solvente “Varsol” ou equivalente.
3.1.1.
Modo de Uso: O detergente pode ser usado puro ou diluído em até 8
partes de água, conforme a necessidade, e após a aplicação deve-se
enxaguar bem. Não pode ser aplicado em mármore.
2.3.2. Limpeza final com sabão neutro
2.4.
APLICAÇÃO
2.4.1. Em todos os ambientes com pisos cerâmicos,
vinílicos e de granito.
3.
ENCERAMENTO
3.1.
MATERIAL
3.1.1. Tipo: Cera Polwax Incolor Profissional
a)
Cera à base de carnaúba emulsionada em água; Formulada
para uso em superfícies impermeáveis e de um modo geral,
sobre todos os tipos de pisos frios.
3.1.2. Aplicação: Utilizar um pano limpo (sem areia ou
textura áspera) embebido com a cera e aplicar
sobre a superfície ou de forma mecânica com
dispositivo acoplado à enceradeira.
3.1.3. Fabricante: Sinteko S/A
3.1.4. Produto / Fabricante
Mythos / Bellinzoni
3.2.
alternativo
:
Cera
APLICAÇÃO
3.2.1. Em todos os ambientes com pisos cerâmicos,
vinílicos e de granito.
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4.
LUSTRAÇÃO / POLIMENTO
4.1.
MATERIAL
4.1.1. Tipo: Disco Polidor Plus
a)
Disco usado com enceradeiras profissionais de baixa rotação é
um produto não-tecido à base de fibras sintéticas e mineral
abrasivo unidos por adesivo sintético resistente a água,
detergentes e outros limpadores normalmente usados na
manutenção do piso.
4.1.2. Aplicação: Enceradeira elétrica, na operação
de polimento a seco/polimento a úmido,
realizada para realçar a aparência do piso e
sem causar danos ao acabamento.
a)
Quando usado a seco, renova o brilho enquanto fixa o
acabamento, melhorando a resistência ao tráfego.
b)
Usado com spray, remove rapidamente marcas e riscos. Este
disco é mais apropriado para uso com ceras à base de
carnaúba (ceras macias).
c)
OBS: Este disco
acabamentos lisos.
não
é
apropriado
para
pisos
sem
4.1.3. Fabricante: 3M do Brasil
4.2.
APLICAÇÃO
4.2.1. Em todos os ambientes com pisos vinílicos e
de granito.
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, TELECOMUNICAÇÕES E
INFORMÁTICA - 19
Condições Gerais
S-19.ELE.01
7422 CSL RJ
1. NORMAS E PROJETO
1.1 Conforme as normas abaixo, mais o disposto nos itens seguintes, a título de
complementação:
ABNT-NBR5410
Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
ABNT-NBR5419
Proteção de Edificações Contra Descargas Atmosféricas;
P19.AAA.01
Condições Gerais
P-19.ATE.01 Aterramentos e Condutores de Proteção
P19.CDR.01 Condutores
P-19.CDT.01 Condutos
P19.EQP.01
Equipamentos
P-19.PTU.01 Pontos de Utilização
P19.QDP.01 Quadros
P-19.SIS.01
Sistemas de Automação Bancária
P-19.SPD.01 Sistemas de Proteção Contra Descargas Atmosféricas
E-IEL.01
Pontos de Utilização - Luminárias - Aparelhos
E-IEL.02
Pontos de Utilização - Luminárias - Lâmpadas
E-IEL.03
Pontos de Utilização - Luminárias - Reatores
E-IEL.04
Pontos de Utilização - Luminárias - Acessórios Diversos
E-IEL.05
Pontos de Utilização - Tomadas
E.IEL.07
Caixas
E-IEL.16
Quadros
E-IEL.18
Condutores de Energia Elétrica
E-IEL.20
Condutores de Telecomunicações
E-IEL.21
Acessórios para Condutores
E-IEL.24
Minuterias e Interruptores
E-IEL.26
Chaves Manuais
E-IEL.29
Contactoras
E-IEL.30
Relês
E-IEL.31
Disjuntores
E-IEL.32
Motores Elétricos
E-IEL.34
No-Break Estático (até 10 kVA)
E-IEL.35
Baterias
E-IEL.43
Atmosféricas (SEPDA)
E-IEL.44
Atmosféricas (SIPDA) - Protetores de Surto
2. CONSIDERAÇÕES GERAIS
2.1.
Esta Especificação Técnica tem por objetivo definir, em conjunto com as
respectivas pranchas de projeto e planilha de quantidades e custos, o
fornecimento de equipamentos, materiais e serviços nas áreas de
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA, para
a obra em questão.
2.2.
Os projetos e especificações foram desenvolvidos com base nas vistorias
locais, ante-projetos de arquitetura, demais projetos que complementam o
escopo de serviços e instruções, fornecidas pelo Banco do Brasil.
2.3.
Este Caderno de Encargos e as respectivas pranchas de projeto são
mutuamente complementares, devendo todos serem considerados na
execução dos serviços.
2.4.
Com respeito a licenças e franquias, será obedecido o disposto Instruções de
Concorrência, com especial atenção para as exigências do CREA.
2.5.
O CONSTRUTOR deverá fornecer os materiais especificados e
complementares a execução dos os serviços descritos a seguir e indicados nas
pranchas do projeto.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
2.6.
Quaisquer materiais e serviços eventualmente não relacionados neste Caderno
de Encargos, na Planilha de Materiais e Custos e/ou nas pranchas de projeto,
os quais sejam efetivamente necessários à perfeita execução dos serviços e
conseqüente perfeita funcionabilidade e segurança das instalações ora
projetadas deverão ser considerados pelo CONSTRUTOR, explicitamente
quando da elaboração da PROPOSTA de serviços.
2.7.
Os serviços em instalações elétricas, telecomunicações, cabeamento
estruturado, deverão obedecer rigorosamente o prescrito em pranchas do
projeto, nas presentes especificações, normas da ABNT e das concessionárias
de energia elétrica e telefonia locais.
2.8.
O CONSTRUTOR deverá interagir com os demais contratados e a Fiscalização
da Obra de forma a definir compatibilizações, adequações e serviços efetivos.
2.9.
A listagem de materiais define o tipo e especificação de todos os materiais a
serem utilizados, podendo utilizar-se equivalentes, desde que apresentem
características de similaridade e conforme o “Critério de Analogia” (E-AAA.01,
item 2). A decisão sobre aplicação de materiais similares aos especificados é
prerrogativa exclusiva da fiscalização do Banco do Brasil S.A.
2.10.
Quaisquer modificações nos projetos, em função de soluções alternativas
sugeridas pelo CONSTRUTOR, deverão ser submetidas previamente à
Fiscalização para exame e aprovação.
2.11.
A adoção de soluções alternativas àquelas definidas em projetos e
especificações do BANCO, a menos de eventuais casos de impossibilidades de
execução, não poderão ser motivo de dilações no prazo global da obra.
2.12.
Todos os materiais a serem empregados nas obras serão novos,
comprovadamentede primeira qualidade e satisfarão rigorosamente às
condições estipuladas nestas especificações.
2.13.
O Construtor deverá dar garantia dos equipamentos novos a serem adquiridos.
2.14.
Caso necessário, serão encargos do CONSTRUTOR todas as providências
necessárias à efetivação das ligações definitivas das instalações da
dependência do BANCO à rede de energia elétrica e de telecomunicações das
concessionárias. Estão aqui incluídos os pagamentos de taxas e emolumentos
eventualmente necessários. Os serviços serão considerados concluídos
quando as referidas ligações permitirem à dependência objeto da obra
condições normais de operação.
2.15.
Após a completa execução da obra, caberá ao CONSTRUTOR a apresentação
dos projetos “As Built”, em cópia plotada e em CD, em arquivos AutoCAD,
versão R2000 ou compatível.
2.16.
Todos os operários do CONSTRUTOR deverão portar permanentemente EPIs,
crachás e jalecos de Identificação da Empresa, sem os quais serão impedidos
de acessar à Dependência pela Vigilância.
2.17.
Os serviços de instalações deverão ser executados por firmas especializadas e
com experiência comprovada, com anuência da fiscalização do Banco do
Brasil.
2.21.1. A mão-de-obra deverá ser tecnicamente capaz, atender as
especificações da NR10 e estar sobre a supervisão e responsabilidade
de profissionais devidamente habilitados pelo CREA.
2.18.
O CONSTRUTOR executará os trabalhos complementares ou correlatos às
instalações, tais como: rasgos e recomposições em alvenarias, forros falsos,
pisos, plataformas, etc. bem como os arremates decorrentes, mantendo-se o
padrão de acabamento definido pelo projeto de arquitetura.
2.19.
Toda a instalação elétrica (comum e confiável) deverá ser CERTIFICADA
através de emissão de Relatórios com resultados de medições da
isolação por circuitos (FF, FN, FT e NT).
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
2.19.1. Parâmetro mínimo de 120Mohms a 500 VCC aplicados por tempo
mínimo de 1(um) (minuto)
2.20.
O Construtor fornecerá ao Banco, catálogos e garantias de todos os
equipamentos utilizados tais como: quadros, chaves, racks, luminárias,
reatores, no-breaks, câmaras, etc., bem como dos serviços executados, com
período de pelo menos 12 (doze) meses contados a partir da emissão do
recebimento da obra.
2.21.
É OBRIGATÓRIO o preenchimento da Planilha de Quantitativos e Custos
anexa ao Edital. O Banco do Brasil não se responsabiliza pelos valores e
quantidades. A planilha é orinetada, devendo os Proponentes confirmarem as
quantidades em desenhos de projetos e em vistoria ao local dos serviços.
3. DESCRIÇÃO GERAL DA OBRA
3.1.
Trata-se de reforma para implantação da Ag. Cavaleiros – Macaé (RJ) com
fornecimento e instalação de tubulações, caixas, luminárias, tomadas,
cabeamento, para atendimento com energia, dados e voz, sistemas de
comunicações em todos os pontos indicados em projeto e conforme o adiante
especificado.
3.2.
Fornecimento e instalação da infra-estrutura elétrica e lógica para Rack’s de
equipamentos ativos para telecomunicações, CFTV e alarme e para rede
horizontal e de servidores, conforme projeto;
3.3.
A entrada de energia com disjuntor 3F – 200 A não será modificada . O
Construtor fornecerá os quadros QGBT, QDC-1, QDC-2, QDC-3, QDR-2,
QFRL, QDAC-1, QDAC-2 e QDAC-1. O Q-B (quadro de Bombas) , seu quadro
de comando e distribuição de chaves bóia serão fornecidos pelo proprietário
do imóvel.
3.4
Os Quadros serão novos, conforme projeto e diagramas,
3.5.
A emenda dos cabos deverá ser feita com condutores de pressão apropriados
e isolados com fita de auto-fusão e fita isolante.
3.6.
Alimentação, distribuição e energização conforme projeto;
3.7.
Enfiação dos circuitos após limpeza da área de eletrodutos;
3.8. Por tratar-se de reforma para implantacao, será obrigatório uma visita prévia da
proponente ao local, a fim de que a mesma tome conhecimento das
características das instalações existentes, bem como das facilidades e
restrições, no que se refere à execução da reforma.
3.9.
O layout de equipamentos apresentado no projeto tem caráter orientativo e
deverá ser confirmado junto à FISCALIZAÇÃO, antes da execução das
instalações.
3.10.
Os trabalhos deverão ser executados de forma a minimizar o desconforto
provocado pelas obras, incluindo a limpeza diária das adjacências e remoção
periódica de entulho, a cargo da CONTRATADA.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, TELECOMUNICAÇÕES E
INFORMÁTICA - 19
Instalações Elétricas
S-19.ELE.02
7422 CSL RJ
1. NORMAS E PROJETO
1.1.
Ver S-19.ELE.01, retro.
2. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS – MEMORIAL DESCRITIVO
Caberá ao construtor o fornecimento e instalação de todos os materiais e equipamentos
para as instalações elétricas projetadas.
2.1.
ENTRADA DE ENERGIA ELÉTRICA –
A entrada de energia será mantida com protecao geral 3F – 200 A,
concessionária AMPLA.
Caberá ao construtor atender a eventuais exigências da concessionária e ao
disposto no item 2.14 das CONDIÇÕES GERAIS, S-19.ELE.01, retro.
2.2.
QUADROS E ALIMENTADORES.
O sistema elétrico da agência contará com os seguintes quadros elétricos:
2.2.1.
QUADRO GERAL DE BAIXA TENSÃO (QGBT)
O QGBT de montagem em fabrica, com barramento de 300 A, de embutir,
conforme diagrama e quadro de cargas. A fiação (cablagem) será organizada
e identificada,com as indicacoes previstas na NR10.. Os disjuntores do QDC
-1, QDC – 2 , QDC-3, QDR-2, QFRL e QDAC-1 e QDAC-2 serão instalados nos
barramentos do QGBT e seus alimentadores partirão de lá até os respectivos
quadros.
2.2.2.
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGAS- 1º PAVIMENTO (QDC -1)
O QDC -1 alimentará os circuitos de iluminação e tomadas da rede comum do
primeiro pavimento e circuitos do quadro de bombas e elevador, conforme
indicado em projeto e diagrama unifilar. Os disjuntores desse quadro deverão
ser do padrão europeu norma 947-2 curvas B e C, de acordo com a aplicação.
2.2.3.
2.2.4.
2.2.5.
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGAS- 2 º PAVIMENTO (QDC -2)
O QDC -2 alimentará o quadro QDR-2 com os interruptores diferenciais da
area molhada do segundo pavimento e demais circuitos de iluminação e
tomadas da rede comum do segundo pavimento conforme indicado em projeto,
além de manter os circuitos existentes no QDC antigo que não foram objeto da
presente reforma. Os disjuntores desse quadro deverão ser do padrão europeu
norma 947-2 curvas B e C, de acordo com a aplicação.
QUADRO COM INTERRUPTOR DIFERENCIAL - (QDR -2)
O QDR -2 alimentará os circuitos de iluminação e tomadas da rede comum da
cobertura conforme indicado em projeto, além de manter os circuitos existentes
no QDC antigo que não foram objeto da presente reforma. Os disjuntores
desse quadro deverão ser do padrão europeu norma 947-2 curvas B e C, de
acordo com a aplicação.
QUADRO DE ELÉTRICA DEDICADA (QFRL )
O QFRL (Quadro de Forca da Rede Local) atenderá exclusivamente as cargas
do sitema de automação bancária e rede loca do predio. .
Obs.: Os disjuntores deste quadro deverão ser padrão europeu Norma IEC
947-2 curva C e com disjuntor geral 63 A.
2.2.6.
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO AR CONDICIONADO 1 (QFAC-1)
O QFAC -1 atenderá os equipamentos de ar condicionado do primeiro
pavimento (área interna e back do auto atendimento) conforme diagrama e
projeto. Será quadro de sobrepor instalado na casa de máquinas, Os
disjuntores desse quadro deverão ser do padrão Americano , norma NEMA,
com disjuntores em caixa moldada UL. Para o back up do auto-atendimento
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
sera instalada uma contatora (QCAC-1) com a bobina de acionamento
controlada pelo QCA.
2.2.7. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO AR CONDICIONADO 2 (QFAC-2)
O QFAC -2 atenderá os equipamentos de ar condicionado do auto-atendimento
conforme diagrama e projeto. Será quadro de sobrepor instalado na casa de
máquinas, com contatora (QCAC-2) para acionamento do split da sala on-line
com o comando da bobina vindo do QCA .
2.2.8.
QUADRO DE COMANDO E AUTOMACAO (QCA) E QUADRO DE
INTERRUPTORES (QI)
O QCA e o QI, são respectivamento quadros de controle e iluminacao e
acionamento de portas e condicionadores de ar serao fabricados conforme
Detalhes Padrao BB, projeto e diagrama especifico e sera fornecido com todos
os seus componentes:PLC, expansoes, contatores,interruptores, suportes,
caixas e acessorios.
2.2.9. Os cabos na entrada/saída de eletrodutos, conduletes e caixas, deverão ser
protegidos por prensa cabos.
2.2.10. Todo o cabeamento no interior de caixas deverá ser organizado e “chicoteado”
com espiral de PVC. Nas eletrocalhas os cabos serão identificados de 6 em 6
m.
2.2.11. O desencapamento dos condutores para emendas será cuidadoso, com o uso
de ferramenta apropriada, só podendo ocorrer em caixas de passagem
2.2.12. Os quadros serão novos e com as características
Detalhe Padrão Banco do Brasil.
conforme projeto e do
2.2.13. Os disjuntores serão todos termomagnéticos, com fixação individual, inclusive
os monopolares, a fim de facilitar seu manuseio e manutenção.
2.2.14. Não se permitirá o uso de disjuntores monopolares acoplados, em substituição
a quaisquer disjuntores tripolares ou bipolares
2.2.15. Os quadros novos deverão ser construídos de acordo com os detalhes em
projeto, incluindo a utilização de barramentos de cobre, com seção retangular,
tipo pente, protegidos contra contato das partes vivas por placa de
policarbonato ou chapa metálica aterrada (NR10).
2.2.16. Os barramentos para neutro e terra deverão ser fixados sobre isoladores na
parte inferior ou superior do painel, com furos suficientes para atender a
quantidade prevista de pólos para disjuntores, além do dispositivo de proteção
contra surtos e terminal dos cabos de interligação das barras. Os furos deverão
ser executados de forma a não occorrer a superposição dos terminais e
conectores utilizados.
2.2.17.
A fiação deve ser executada de maneira a evitar o entrelaçamento dos
condutores dentro dos quadros. As ligações dos condutores aos componentes
elétricos devem ser feitas por meio de terminais apropriados, tipo “Vinilug” da
Burndy ou equivalente, onde aplicáveis. Os parafusos, nas conexões, deverão
ser dotados de porcas com arruelas de pressão ou de segurança (dentadas),
ou ainda, contra porcas, onde aplicáveis. No caso de dois condutores ligados
ao mesmo terminal (ou borne), cada condutor terá seu terminal.
2.2.18. O desencapamento dos condutores para emendas será cuidadoso, com o uso
de ferramenta apropriada, só podendo ocorrer em caixas de passagem ou
eletrocalhas.
2.2.19. Os disjuntores nos quadros deverão ser identificados fitas adesivas brady,
conforme padrão BB ou com plaquetas de acrílico na cor preta, com caracteres
tipo bastão na cor branca, a critério da FISCALIZAÇÃO.
2.2.20. São previstos interruptores diferenciais nos quadros QDR-2 e QDC-1, com
sensibilidade 30mA, para protecao de pessoas contra choques eletricos..
2.2.21. Todos quadros deverão conter as identificações exigidas pela NR10 e demais
identificacoes conforme detalhes padrao BB..
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2.2.22. A Iluminação do Letreiro, das salas de Auto-Atendimento, Abastecimento, Hall
de público, Atendimento, Corredores e a botoeira de acesso no primeiro
pavimento serão comandadas pelo QCA.
2.2.23. O horário de funcionamento do ambiente será definido pela Superintendência
Regional do Banco.
2.2.24. Nos QCAs também serão instalados os mini interruptores para acionamento da
iluminação
2.2.25. Os QCAs serão montados em fábrica, conforme caderno de Detalhes Padrão
Banco do Brasil, e conforme digrama esquemático em projeto, já com todos os
seus componentes necessários e reservas.
2.2.26. Ficará a cargo do construtor todas as instalações elétricas relativas ao Ar
condicionado, indicadas em projeto. Consta dos serviços: fornecimento de
instalação de quadros, caixas de passagem, tubulações, cabeações e
proteções, interligações elétricas e de comando entre os diversos componentes
do sistema.
2.3.
ILUMINAÇÃO
2.3.1.
O sistema de iluminação será composto por luminárias comerciais, equipadas
com lâmpadas fluorescentes e reator eletrônico para 220V, com as seguintes
características:
a) Luminárias de embutir, equipadas com duas lâmpadas de 16W ou 32W,
conforme indicado no projeto, com refletor parabólicas de alumínio; e aletas
planas.
b) Nas escadas serão utilizadas luminária tipo arandela cpara 02 lampadas
tubulares de 14 W.
c) Para iluminaçao setorizada e dirigida serao utilizados luminárias tipo SPOT
de embutir no forro de gesso com lampada halógena 70 50 W de 24 º COR.
d) Para iluminaçao dos mastros serão utilizadas luminárias tipo projetor com
foco orientável com lampada vapor metálico bipino 150 W. Esta luminária
requer reator, ignitor e capacitor. O comando de acendimento será feito por
célula foto-eletrica instalada na base das luminárias.
e) Caberá ao construtor a instalação de uma caixa metálica telada de proteçao
contra danos para as luminárias dos mastros.
2.3.2.
Através do Quadro de Comando e Automatismo, serão atendidas a
iluminacão do Autoatendimento, do Abastecimento, do Hall de público, da
escada atraves do PLC e de interruptores nele instalados.As demais áreas
serão atendidas por interruptores locallizados nos próprios ambientes.
2.3.3.
Através do Quadro de Interruptores do Segundo Pavimento (QI), serão
atendidos o Hall de Público e o Atendimento em várias setorizações para
economia de energia. Os demais ambientes fechados serão atendidos por
interruptores localizados nos próprios locais.
2.3.4.
Para a bateria de caixas, salas de cofre e salas on-line, serão instalados
sensores de presença para comandar a iluminação em paralelo com o
respectivo interruptor do ambiente.
2.3.5.
Os QCAs comandarão a iluminação através de um controlador lógico
programável associados a sensores de presença, conforme projeto.
2.3.6.
Os QCAs também comandarão os seguintes circuitos e equipamentos:
2.3.7.
•
Letreiro e iluminação de fachada
•
Botoeira da porta de acesso do Auto-Atendimento
•
Ar condicionado back up do auto-atendimento e da sala on-line.
Serão instalados, nas luminárias indicadas em projeto, blocos autônomos de
iluminação de emergência, equipados com bateria para uma autonomia de uma
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hora para lâmpadas fluorescentes de 16W e 32W. Esses equipamentos serão
instalados diretamente nas luminárias.
2.3.8.
As luminárias ligadas a esses circuitos de emergência serão utilizadas para
sinalização das rotas de fuga e circuitos de vigia.
2.3.9.
Os condutores de distribuição de energia, serão em cobre eletrolítico, com
isolamento em PVC para 750V - 70ºC, e cobertura em PVC antichama, tipo
SUPERASTIC FLEX da PRYSMIAN ou equivalente, com seção nominal
mínima de 2,5 mm2, conforme projeto.
2.3.10. Para alimentação dos reatores, os cabos de conexão deverão ser previamente
estanhados.
2.3.11. Caberá ao construtor o fornecimento e instalação de estrutura metálica
para sustentação dos perfilados, eletrodutos e luminárias no segundo
pavimento, com dimensionamento estrutural adequado para suportar o
peso e o traçado. O construtor poderá fazer estrutura única para suportar
os materiais, o forro de gesso e os dutos e equipamentos de ar
condicionado, submetendo projeto à fiscalização.
2.4.
TOMADAS
2.4.1.
As tomadas de manutenção e para uso geral serão do tipo 2P+T - universal,
15A - 250V, com o miolo na cor vermelha.
2.4.2.
As tomadas para equipamentos da rede local e máquinas de xerox também
serão do tipo polarizadas, 2P+T - 20A - 250V, as tomadas de impressora, com
o miolo pintado na cor amarela, não podendo ser do tipo universal.
2.4.3.
As tomadas de piso serão instaladas em caixas 4x4” de alumínio fundido, alta,
com anel de regulagem, tampa em latão tipo unha para 02 tomadas.
2.4.4.
As tomadas de parede serão instaladas em caixas estampadas, em chapa de
aço, galvanizadas, embutidas na alvenaria, com espelho da Linha PIALPLUS
ou equivalente.
2.4.5.
Para o forno micro ondas será utilizada tomada do tipo 2P+T, 20A - 250V.
2.4.6. As instalações elétricas do Banheiro de Portadores de Necessidades Especiais
no térreo serão instalados sirene, botoeira e iluminação.
2.5.
ATERRAMENTO
2.5.1.
A mallha de terra será construída e conectada a
uma caixa de
equipotencialização a ser instalada conforme projeto. As demais malhas
existentes serão equalizadas nessa caixa de equipotencialização.
2.5.2.
Da caixa de equipotencialização partirão os condutores de proteção para o DG.
2.5.3.
Todas as partes metálicas não vivas da instalação, incluindo luminárias,
eletrocalhas, caixas, quadros, estrutura de piso elevado, antenas, carcaças de
equipamentos de ar condicionado, etc. deverão ser efetivamente aterradas,
assim como todas as tomadas.
2.5.4.
No QGBT, os barramentos de Neutro e de Terra serão interligados, iniciandose, a partir daí o sistema TNS da agência.
2.5.5.
O sistema SPDA será instalado pelo proprietário do imóvel, cabendo ao
construtor atestar a continuidade da malha e a sua interligação à caixa de
equalização.
2.5.6.
O construtor deverá realizar medições na malha de terra para verificar sua
resistência que não poderá ultrapassar 5 ohms. O resultado do teste do
aterramento deverá ser apresentado a fiscalização.
2.5.7.
Caso o sistema de aterramento não atinja os níveis desejados caberá ao
construtor ampliar a malha de terra adicionando mais hastes para atingir os
níveis de resistividade adequado.
2.5.8.
As hastes de aterramento será instaladas em caixas de PVC com tampa em
ferro fundido.
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2.5.9.
No QGBT, serão instalados os supressores de surto (DPS) por novos, 40 KA,
com indicadores mecânicos.
2.5.10. Os condutores de aterramento entre a caixa de equalização e o QGBT, DG, e
incêndio serão todos em cabos isolados na cor verde, em PVC 1KV – 70ºC.
2.6.
FILTROS DE LINHA
2.6.1
Fornecer e instalar 27 filtros de linha para todos os equipamentos do sistema
de automação bancária, conforme Caracterização de Produtos, adiante.
2.7.
CONDUTOS
2.7.1.
No entrepiso e entreforro, deverão ser utilizados eletrodutos galvanizados, e
perfilados, sendo admitidos nas instalações elétricas embutidas em alvenaria
(parede ou piso) eletrodutos de PVC. Os eletrodutos metálicos flexíveis, tipo
Sealtube, equipados com conectores apropriados, somente nos locais
previamente autorizados pela FISCALIZAÇÃO.
2.7.2. Os eletrodutos de aço galvanizado deverão ser emendados por meio de luvas
atarraxadas em ambas as extremidades a serem ligadas. Estes deverão ser
introduzidos na luva até se tocarem, para assegurarem continuidade da
superfície interna da tubulação.
2.7.3. Para os condutos, deverão ser usadas curvas padrão comerciais, de acordo
com as dimensões empregadas.
2.7.4. Nenhuma curva pode ser superior a 90º em deflexão. Num mesmo lance de
tubulação não poderão existir mais de duas curvas. As extremidades dos tubos
deverão ser sempre protegidas por buchas e vedadas.
2.7.5. A junção dos dutos de uma mesma linha será feita de modo a permitir e manter
permanente o alinhamento e estanqueidade. Deverão ser tomadas precauções
para evitar rebarbas internas.
2.7.6. Todas as tubulações deverão ser rigidamente instaladas de modo a resistirem
aos esforços externos e aos provenientes da instalação dos cabos, tendo-se
em vista as condições próprias da instalação.
2.7.7. Quando for necessário o cruzamento entre a tubulação de telecomunicações e
eletrodutos de luz e força, quando não previsto em projeto, este deverá ser
feito de forma perpendicular, a fim de conseguir-se o máximo isolamento entre
as tubulações.
2.7.8. Os perfilados e eletrodutos instalados no entreforro deverão ser fixados na laje
conforme detalhe padrão.
2.8.
CAIXAS
2.8.1.
As caixas de distribuição, de saída e de passagem deverão ser metálicas,
salvo indicação em contrário. As caixas no entreforro, entrepiso e embutidas
no piso serão de alumínio fundido com tampa e vedação de borracha.
2.8.2.
Todas as caixas metálicas em paredes deverão ser dotadas de portas providas
de dobradiças e ferrolhos de aço ABNT 1020 galvanizado.
2.8.3. As portas deverão abrir-se de modo a ficar inteiramente livre a abertura da
caixa. Esta exigência deverá ser observada com cuidado, para facilitar o
trabalho do pessoal encarregado das emendas e instalações nas caixas. O
espaço para trabalho na frente da caixa deverá ser no mínimo de 60 cm. As
caixas de saída na parede deverão ser instaladas à altura de 0,30m do piso
acabado, quando não indicado.
2.8.4.
As partes componentes das caixas deverão estar isentas de quaisquer
rebarbas ou imperfeições, bem como de cantos vivos. Todas as caixas deverão
ter as rebarbas removidas e serem dotadas de buchas e arruelas na conexão
com os eletrodutos.
2.8.5. Todas as superfícies metálicas deverão ser perfeitamente limpas de modo a
apresentarem-se completamente livres de quaisquer traços de óleo, graxas,
areias ou outros agentes que possam vir a prejudicar a aplicação ou
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durabilidade do revestimento externo.
2.8.6.
As furações para a terminação dos eletrodutos nas caixas deverão ser feitas de
forma apropriada, com uso de serra-copo e remoção de rebarbas, quando de
sua instalação pelo CONSTRUTOR.
2.8.7. Nas superfícies preparadas de acordo com o item anterior, deverá ser aplicado
primer epóxi óxido de ferro - cromato de zinco como base para aplicação do
acabamento final, que será aquele obtido pela aplicação de um esmalte
sintético do tipo “martelado” na cor cinza claro.
2.8.8. Sempre que for necessária solda, esta deverá ser executada de forma a não
comprometer o produto, em termos técnicos ou de acabamento.
2.8.9. As caixas e os conduletes no entreforro, piso e entrepiso serão sempre de
aluminío fundido com vedação de borracha.
2.8.10. As caixas 30 x 30 cm (alumínio fundido) , serão instaladas no entre piso sob o
respectivo rack receberá os eletrodutos dos sistemas do cabeamento
estruturado, CFTV, alarme e cabos para o TVBB. A elétrica dedicada terá
caixas fixadas no piso elevado conforme detalhe padrão Banco do Brasil..
3.
RECOMENDAÇÕES PARA A REDE ELÉTRICA DEDICADA E COMUM
3.1.
Para o sistema de computação deverão ser instalados condutos e alimentação
elétrica dedicada e exclusiva a partir do QFRL.
3.2.
As emendas serão soldadas em estanho e isoladas com fitas de auto-fusão e
isolantes. Deverão ser utilizados conectores tipo ilhós e olhal para
conexão dos cabos em tomadas e barramentos..
3.3.
Os condutores de proteção (terra) serão independentes para cada circuito,
oriundos do barramento de terra do respectivo quadro de distribuição.
Esses condutores também deverão ser identificados, em relação ao
circuito à que pertencem. A identificação se fará através de anilhas
plásticas ou fitas brady, junto ao barramento terra.
3.4.
Os condutores para os circuitos de elétrica deverão ser do tipo flexível e
identificados através de cores conforme a seguir:
•
FASE A: vermelha;
•
FASE B: branca ;
•
FASE C: preta,
•
NEUTRO: azul claro ;
•
TERRA: verde.
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, TELECOMUNICAÇÕES E
INFORMÁTICA - 19
Cabeamento Estruturado
S-19.ELE.02
7422 CSL RJ
1. NORMAS ADICIONAIS:
1.1 Ver S-19.ELE.01, retro.
1.1.1
Para os serviços de projeto e instalação de Cabeamento Estruturado,
devem ser seguidas as normas abaixo:
EIA/TIA 568A
Commercial Building Telecommunications Wiring Standard;
EIA/TIA 569
Commercial
Pathways and Spaces;
EIA/TIA 607
Building
Standard
for
Telecommunications
Commercial Building Grounding / Bonding Requirements;
EIA/TIA BULLETIN TSB-67.
NORMA 223-3115-01/02 DA TELEBRÁS.
2. INSTALAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA – MEMORIAL DESCRITIVO
2.1.
INSTALAÇÃO DE TELECOMUNICAÇÃO
2.1.1.
TUBULAÇÃO DE ENTRADA - TELEFONIA
A entrada de Telecomunicações será nova. O construtor deverá aprovar junto
à concessionaria o lançamento de um cabo telefonico de entrada de do poste
até o D.G.no mínimo 30 Pares. Para o REMUS e para a Central de Alarme
serão lançados a partir do DG, respectivamente 03 cabos UTP cat 5E e 02
cabos UTP Cat 5E. Caberá ao Construtor o lançamento do cabo de entrada do
poste até o D.G., salvo orientação expressa da Con cessionária.
2.1.2.
DISTRIBUIDOR GERAL – D.G.
O DG (PTR) será instalado na sala on-line conforme projeto. Do D.G. até o rack
de cabeamento será lançado um cabo CI -50-30, que será aberto em um patch
panel de telefonia interna. ) o rack de cabeamento e o rack de equipamentos
(onde será instalada a central telefônica) serão interligados através cabo CCI
50 P aberto em 02 patch panels de 48 P (patch panel de telefonia interna)
conforme projeto de cabeamento estruturado e detalhe de lay out para sala online de 25 a 50 equipamentos do BB.
2.1.3.
SALA ON LINE – RACK DE EQUIPAMENTOS E RACK DE CABEAMENTO.
A Sala On Line será instalada conforme projeto com rack de equipamentos e
rack de cabeamento, cabendo ao construtor o fornecimento dos racks com
seus componentes e acessórios, exceto equipamentos ativos.
2.1.4.
TUBULAÇÃO DE ANTENA IP-TVCORP- REMUS.
Caberá ao construtor a construção da base de concreto para antena para TVCORP BB, bem como a sua interligação à Sala On line da agência.através do
lançamento de tubulação e cabeamento de acordo com o projeto.
2.2.
INSTALAÇÃO DE CABEAMENTO ESTRUTURADO
2.2.1.
Foi projetado um sistema de cabeamento estruturado categoria 5e, com
tomada do tipo RJ-45, de modo a permitir a interligação de qualquer ponto a
voz e dados, de acordo com as necessidades da área, obedecendo às
disposições da ANATELe EIA/TIA 568A e 568B-2.
2.2.2.
Todos os cabos previstos em projeto deverão ser instalados e conectados.
2.2.3.
Todos os cabos de comunicação deverão ser identificados com anilhas
pláticas,nas duas extremidades ou fitas brady padrão BB , a critério da
FISCALIZAÇÃO.
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2.2.4.
Todas as tomadas e patch panels deverão ser identificados com etiquetas
autocolantes, impressas da Brady ou Panduit.
2.2.5.
Os patch panels deverão ter suas portas de entrada e saída com numeração
seqüencial sem repetição de números
2.3.
RACK DE CABEAMENTO ESTRUTURADO E RACK DE EQUIPAMENTOS
2.3.1.
O Rack de cabeamento concentrará apenas os painéis distribuidores conforme
detalhe em projeto e detalhe padrão BB.
2.3.2.
Cada rack ( CABEAMENTO, EQUIPAMENTOS e CFTV/ALARME) deverá ser
equipado com 02 reguas com 08 tomadas, cada um, para instalação em rack
de 19” , com filtro de linha de e dotado de disjuntor termomagnético de 15A e
led indicativo, Ref.: TKR ou equivalente.
2.3.3.
Caberá ao CONSTRUTOR o fornecimento e instalação dos elementos
passivos, incluindo os Patch Panels de telefonia e cabeamento para a rede
horizontal, bem como os demais acessórios previstos em projeto e nos
Detalhes Padrões do Banco do Brasil.
2.3.4.
Os painéis distribuidores deverão ser identificados por cores, conforme o
seguinte código:
•
painel do cabeamento horizontal (estações): azul;
•
painel dos equipamentos de dados: azul ou amarelo;
•
painel da telefonia: verde.
2.3.5.
Os painéis com cor azul deverão apresentar etiquetas para identificação dos
terminais da dependência. A conexão entre blocos azuis e blocos
verdes/amarelos deverá ser feita com cordões flexíveis categoria 5e (patch
cords), com conectores tipo RJ 45 em ambas as extremidades.
2.3.6.
O CONSTRUTOR deverá promover a identificação de cada Patch Panel, bem
como de cada porta dos mesmos, conforme padrão Banco do Brasil (detalhes
padrão BB) . O Rack deverá receber plaqueta de identificação em etiquetas
brady ou acrílico, a CRITÉRIO da FISCALIZAÇÃO.
2.3.7.
Junto a cada Patch Panel deve sempre ser instalado um conjunto de
organizadores de cabos, para arranjo e coordenação dos cabos e cordões,
conforme indicado em projeto.
2.3.8.
As portas dos painéis distribuidores devem ter um número 20% maior que a
quantidade de pontos atendidos. A mesma margem percentual deve ser
utilizada para a reserva de cordões (patch cords).
2.3.9.
O CONSTRUTOR deverá fornecer patch cords em cabo UTP ultraflexível, CAT
5e, identificado em ambas as extremidades, nas seguintes configurações:72
Patch Cords RJ45/Conexão traseira para ligação entre os Switchs do rack de
equipamentos e os patch pannels do rack de cabeamento na sala on line
conforme projeto.
2.3.10.
•
10 Patchs Cords RJ45/RJ45, azul, comp. 2,5m, para ligação dos
equipamentos ativos aos patch-panels de distribuição;
•
48 Patchs Cords RJ45/RJ45, na cor amarela, comp. 2,0m, para
ligação dos patch-panels de telefonia com os de distribuição;
•
20 Patchs Cords RJ45/RJ45, na cor verde, comp. 2,5m, para
ligação equipamentos e circuitos de dados com os de distribuição;
•
35 Lines Cords RJ45/RJ45, na cor azul de 4 pares, comp. 2,0m,
para conexão dos equipamentos da rede de dados e voz da
dependência;
O Rack de Cabeamento Estruturado será do tipo fechado 19 “, com
capacidade de 40U, conforme detalhe em projeto e Detalhes Padrão BB de
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salas on line para ate 50 equipamentos (0,70x0,56 cm) , dotados de porta e
fechadura, acessórios para montagem em segundo plano e reguas de
tomadas, além de sobreteto com unidade de ventilação..
2.3.11.
O Rack de Equipamentos será do tipo fechado 19 “, com capacidade
de 40U, conforme detalhe em projeto e Detalhes Padrão BB de salas on line
para ate 50 equipamentos (1,00x0,56 cm) , dotados de porta e fechadura,
acessórios para montagem em segundo plano e reguas de tomadas, bandejas
deslizantes, além de sobreteto com unidade de ventilação..
2.3.12.
Caberá ao CONSTRUTOR o fornecimento e instalação de bandejas,
elementos passivos, incluindo os Patch Panels de cabeamento horizontal e e
de telefonia para a rede horizontal, bem como os demais acessórios previstos
em projeto.
2.4.
DISTRIBUIÇÃO DE CABEAMENTO ESTRUTURADO
2.4.1.
Os cabos da rede horizontal partirão do Rack de distribuição até as
tomadas de comunicação, sem emendas, sendo lançados em eletrodutos de
ferro galvanizado.
2.4.2.
Para ligação das tomadas dos guichês de caixa e no autoatendimento, observar detalhe padrão BB.
2.4.3.
Para ligação das tomadas nos biombos do Auto atendimento
observar detalhe padrão BB.
2.4.4.
Para ligação das tomadas para o TCC dos Caixas observar
detalhe padrão BB.
3. CERTIFICAÇÃO
3.1.
O CONSTRUTOR, antes da entrega da instalação, deverá proceder os testes
de performance de todo o cabeamento (certificação). Para isso deverá ser
utilizado testador de cabos UTP Categoria 5e (350 MHz), conforme EIA/TSB67.
3.2.
O teste deve ser do tipo link, para todos os pares do cabo, com vistas a
comprovação da conformidade com a norma EIA/TIA 568, no que se refere a:
Continuidade; Polaridade; Identificação; Curto-circuito; Atenuação; NEXT (Near
End CrossTalk - diafonia).
3.3.
O Instalador deve apresentar os relatórios gerados pelo aparelho, datados
(coincidente com a data do teste), com o nome do dependência e rubricados
pelo Responsável Técnico da obra;
3.4.
Não serão aceitos testes por amostragem. Todos os ramais deverão ser
testados, na extremidade da tomada e na extremidade do painel distribuidor
(bidirecional).
4. RECOMENDAÇÕES GERAIS PARA A REDE DE CABEAMENTO ESTRUTURADO
4.1.
Este descritivo define os procedimentos para a implantação de infra-estrutura
de cabos de comunicação, tubulação, caixas de passagem e distribuição,
tomadas e painéis de conexão para um sistema categoria 5e.
4.2.
Consta do fornecimento do sistema de cabeamento estruturado os seguintes
itens: tomadas de comunicação RJ45, cabos UTP, painéis distribuidores (patch
Panels), Blocos de engate rápido Cegelec / Bargoa, cordões (patch Cords),
Rack’s, infra-estrutura de dutos, calhas, caixas, placas de saída, suportes e
acessórios, mão-de-obra de instalação, certificação do sistema para categoria
5e, infra-estrutura elétrica e de aterramento, bem como serviços
complementares conforme especificações do projeto e da fiscalização.
4.3.
O sistema permitirá transmissões de sinais na freqüência de 100MHz ou
superior, e atenderá a parte de telefonia e dados da dependência dentro da
configuração apresentada em projeto.
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4.4. A transmissão de voz/dados para os pontos de saída junto aos postos de trabalho
dar-se-á através de cabeamento estruturado tipo UTP, categoria 5e, 4 pares
trançados, sem blindagem, lançados em eletrodutos ou calhas metálicas.
Todos os condutores deverão atender às recomendações das Normas
específicas da ABNT e ser certificados pelo INMETRO ou agente credenciado.
4.5.
Os pontos de saída junto aos postos de trabalho terão tomadas modulares de 8
(oito) vias, com contatos banhados a ouro na espessura mínima de 30 m,
padrão RJ-45. Na tomada RJ-45 serão aproveitados os pinos 1, 2, 3 e 6,
conforme a EIA/TIA 568, para uso dos computadores no padrão Ethernet
10BaseT. Porém todas as tomadas deverão ter todos os pinos conectados
conforme o padrão 568-A, prevendo-se assim quaisquer protocolos de
transmissão, atuais e futuros. Deverão obedecer às características técnicas
estabelecidas pela norma EIA/TIA 568 e SP-2840A para categoria 5e (350
MHz).
4.6.
A conexão de cada terminal (estação) à tomada RJ-45 deverá ser executada
com a utilização de cordões com o uso de plugues machos RJ-45 nas
extremidades. Estes cordões (line cords) devem ser executados pelo fabricante
dos produtos de cabeamento. Caso autorizado pela Fiscalização, estes
poderão ser fabricados pelo instalador, da seguinte forma: a conexão entre o
cabo UTP-4P e o plugue RJ45 deverá ser executado com ferramenta de
crimpagem, com lâminas de corte e decapagem automática do cabo, tipo RJ45 Crimp Tool, com cabo no comprimento indicado em projeto ou conforme
solicitado pelo Banco e certificados para categoria 5E.
4.7.
No piso, as tomadas serão instaladas em caixas 4x4”, alta, de alumínio fundido,
com tampa em aco cromado articulável, de forma a permitir o seu fechamento
sem pressionar o patch-cord da estação.
4.8.
Os cabos de comunicação não devem fazer curvas com raios inferiores a 4
vezes o seu diâmetro, e não devem sofrer esforços maiores que 11 kgf.
4.9.
A conexão de cada terminal (estação) à tomada RJ-45 deverá ser executada
com a utilização de cordões com o uso de plugues machos RJ-45 nas
extremidades. Estes cordões (line cords) devem ser executados pelo fabricante
dos produtos de cabeamento. Caso autorizado pela Fiscalização, estes
poderão ser fabricados pelo instalador, da seguinte forma: a conexão entre o
cabo UTP-4P e o plugue RJ45 deverá ser executado com ferramenta de
crimpagem, com lâminas de corte e decapagem automática do cabo, tipo RJ45 Crimp Tool, com cabo no comprimento indicado em projeto ou conforme
solicitado pelo Banco e certificados para categoria 5E.
4.10
Junto ao painel distribuidor central da sala de equipamentos deverá ser
deixado jogo de cópias de toda a instalação.
4.11.
Todo o cabeamento no interior de eletrocalhas e dos Rack’s deverá ser
organizado e amarrados com braçadeiras tipo fita velcro ; Todos os cabos de
comunicação serão identificados com anilhas plásticas, em ambas as
extremidades, conforme numeração em projeto.
4.12
Deverão ser passados 3 cabos UTP cat.5e, com plugs RJ-45 nas extremidades
entre os equipamentos REMUS e os equipamentos ativos no rack de
equipamentos.
4.13.
Todos os cabos de comunicação serão identificados com anilhas plásticas em
ambas as extremidades ou fita brady, conforme numeração dada em projeto
específico.
4.14.
Os cabos na entrada/saída de eletrocalhas, conduletes e caixas, deverão ser
protegidos por prensa cabos.
4.15.
O CONSTRUTOR deixará à disposição do Banco do Brasil, durante a
implantação dos equipamentos ativos na sala de equipamentos, um técnico de
sua equipe de montagem.
4.16.
Será efetuada pelo CONSTRUTOR uma verificação das instalações de
cabeamento
estruturado conforme Check List a ser fornecido pelo BANCO
DO BRASIL.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
4.17. Caberá ainda a CONSTRUTOR, o fornecimento de um “Caderno de Registros” da
Instalação para a Sala TC, devidamente acondicionado em fichário com
encadernação de boa qualidade, onde serão arquivados os seguintes
documentos:
a) Desenho de planta da dependência, com a disposição dos pontos de
cabeamento estruturado, incluindo a identificação dos mesmos,
conforme projeto específico a ser fornecido pelo BANCO DO BRASIL.
b) Mapa de interligações do Centro de Fiação, com uma tabela
identificando todas as conexões de dados, voz e gravação executadas.
c) Descrição dos critérios de identificação por cores.
d) Plano de Face dos Racks, incluindo a identificação dos elementos
ativos (Switches, Hubs, Modem, Roteadores, etc.) e passivos (Patch
Panel’s, Guias, etc.).
e) Fichas para registros de todas as modificações realizadas.
4.18. Os desenhos e documentos que integrarão o Caderno de Registro deverão ser
plotados em cores e submetidos à prévia aprovação da Fiscalização.
5. CONDUTOS E ACESSÓRIOS
5.1.
Os condutos com cabos de rede de comunicação serão exclusivos, não se
admitindo passagem de cabos de energia ou de outras finalidades.
5.2.
Os eletrodutos serão sempre de aço galvanizado eletroliticamente, quando em
instalações embutidas ou internas aparentes, em entrepisos ou entreforros, ou
de aço galvanizado a fogo quando em instalações aparentes ao tempo.
6. CAIXAS:
6.1.
As caixas de distribuição, de saída e de passagem deverão ser metálicas.
6.2.
Todas as caixas deverão ser dotadas de portas providas de dobradiças e
ferrolhos de aço ABNT 1020 galvanizado.
6.3.
As portas deverão abrir-se de modo a ficar inteiramente livre a abertura da
caixa. Esta exigência deverá ser observada com cuidado, para facilitar o
trabalho do pessoal encarregado das emendas e instalações nas caixas. O
espaço para trabalho na frente da caixa deverá ser no mínimo de 600 cm.
6.4.
Todas as caixas de distribuição deverão ser providas de abertura para
ventilação. Para esse fim o emprego de portas com venezianas é
recomendado.
6.5.
As caixas instaladas em pisos, entrepisos e entreforros serão de alumínio
fundido com tampa e vedação de borraca.
6.6.
As caixas de distribuição deverão ser instaladas de modo que seu centro se
situe à altura de 1,30 m do piso.
6.7.
As caixas de saída na parede deverão ser instaladas à altura de 0,30 m do
piso, salvo indicação em contrário.
6.8.
As caixas de distribuição deverão ter, no fundo, para fixação dos cabos e dos
terminais da Telemar, uma das opções abaixo:
6.8.1.
Prancha de madeira (compensado de multiplainas de pinho) de 2,5 cm de
espessura, ocupando todo o fundo da caixa. Esta prancha terá colagem à base
de Samol, não poderá conter irregularidade nem frestas e receberá pintura com
tinta betuminosa cor preta.
6.8.2.
Suportes metálicos fixados diretamente na parede ou mesmo sobre prancha de
madeira.
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6.8.3.
Os condutores de proteção serão todos com isolamento em PVC, 750V,
inclusive o que liga a malha de terra ao quadro de equipotencialização que será
com isolamento em PVC 1000 V.
6.9.
O conector para aterramento será de bronze do tipo conexão barra-cabo.
6.10.
As barras para aterramento e vinculação deverão ser providas com parafusos
auto-atarrachantes e conector para aterramento.
6.11.
As caixas equipadas com mais de uma barra de aterramento e vinculação
deverão ser providas de apenas 01 conector para aterramento.
6.12.
Todas as caixas, com exceção das de n.º 1 e 2 deverão apresentar, fixadas a
parte interna da porta, um porta cartão acompanhadas de um plástico rígido
transparente com as dimensões internas do porta-cartão e espessura mínima
de 0.5 mm.
6.13.
As caixas serão fornecidas abertas e com chaves
6.14.
As características gerais descritas, não são válidas para caixa n.º 01. Esta
caixa deverá obedecer às características descritas da Norma PB - 23 da ABNT.
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, TELECOMUNICAÇÕES E
INFORMÁTICA - 19
Aterramento e Condutores de Proteção
S-19.ATE.01
7422 CSL RJ
1. NORMAS
1.1.
Na implantação do sistema em referência deverão ser obedecidas as
prescrições da última edição das seguintes normas e / ou códigos, onde
aplicáveis:
ABNT-NBR5410
Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
ABNT-NBR5419
Proteção de Edificações Contra Descargas Atmosféricas;
P-19.ATE.01
Aterramentos e Condutores de Proteção
E.IEL.07
Caixas
E-IEL.16
Quadros
E-IEL.18
Condutores de Energia Elétrica
E-IEL.21
Acessórios para Condutores
E-IEL.43
Atmosféricas (SEPDA)
E-IEL.44
Atmosféricas (SIPDA) - Protetores de Surto
2. SERVIÇOS A EXECUTAR
2.1.
Ver items S-19.ELE.01 a S-19.ELE.04-retro
2.2.
O CONSTRUTOR deverá instalar malha de terra e assegurar as condições
ideais de aterramento das instalações através de testes de continuidade e
medição de malha de terra.
2.3.
O CONSTRUTOR deverá instalar caixa de equipotencialização interligando
todas as malhas existentes a ela. Da caixa de equipotencialização partirá o
condutor até o QGBT, de onde partirão os condutores de proteção de todos os
quadros e caixas. O DG será interligado a partir da caixa de
equipotencialização.
2.4.
Deverão ser realizados testes na malha de terra da agência para verificar sua
resistência que não poderá ultrapassar 5 ohms. O resultado do teste do
aterramento deverá ser apresentado a fiscalização.
2.5.
Caso o sistema de aterramento não atinja os níveis desejados caberá ao
construtor ampliar a malha de terra adicionando mais hastes para atingir os
níveis de resistividade adequado.
3. CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS:
3.1.
3.2.
3.3.
Cordoalha de Cobre Nu:
3.1.1.
Tipo : Classe de encordoamento 2A.
3.1.2.
Fabricante : Ficap, Alcoa ou similar
3.1.3.
Aplicação : Aterramento TNS.
3.1.4.
Observações : Deverá ser prevista conexão isotérmica tipo “T” e “X” e
que os condutores de proteção serão com isolamento em PVC.
Produto: Hastes de aterramento
3.2.1.
Tipo: Copperweld Ø 5/8”de 2,40m ou 3,0m revestida de cobre
eletrolítico
3.2.2.
Fabricante: Érico do Brasil, Eletrosul, Magnet ou similar
3.2.3.
Aplicação: Aterramento.
3.2.4.
Observações : Prever a medição da resistência de aterramento, que
não deverá ser superior a 5 ohms.
Produto : Caixa para Aterramento:
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3.4.
3.3.1.
Tipo : Caixa com tampa removível / parafusada.
3.3.2.
Fabricante : Moldada em loco ou pré-fabricada.
3.3.3.
Aplicação : Aterramentos indicados nos projetos.
Produto : Caixa de Equipotencialilzação:
3.4.1.
Tipo : Caixa de equipotencialização de Potencial 40x40 cm com
barramento dimensionado TEL 900.
3.4.2.
Fabricante : Termotécnica ou similar.
3.4.3.
Aplicação : Equipotencialilzação da malha da edificação.
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, TELECOMUNICAÇÕES E
INFORMÁTICA - 19
Condutores
S-19.CDR.01
7422 CSL RJ
1. NORMAS
1.1.
Na implantação do sistema em referência deverão ser obedecidas as
prescrições da última edição das seguintes normas e / ou códigos, onde
aplicáveis:
ABNT-NBR5410
Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
P19.CDR.01
Condutores
P-19.CDT.01
Condutos
E-IEL.18
Condutores de Energia Elétrica
E-IEL.21
Acessórios para Condutores
2. CONDUTORES ELÉTRICOS:
2.1.
Ver items S-19.ELE.01 a S-19.ELE.04-retro
2.2.
Todos os condutores deverão às recomendações das Normas específicas da
ABNT e ser certificados pelo INMETRO ou agente credenciado.
2.3.
Os cabos de entrada de energia, dos ramais alimentadores dos quadros
elétricos e dos circuitos sujeitos, em função de encaminhamento ou tipo de
instalação, a molhaduras ou umidade, deverão possuir padrão de isolamento
para 0,6/1kV. Os cabos dos demais circuitos de distribuição de luz e força terão
isolamento em PVC para 70C – 750V.
2.4.
A mínima seção admitida para condutores de circuitos de alimentação de
quaisquer cargas será 2,5 mm2, apenas serão admitidas seções inferiores para
condutores de comando, controle e supervisão.
2.5.
Todo o cabeamento de distribuição para alimentação de pontos de força, de
iluminação e tomadas de uso comum será instalado obedecendo o seguinte
padrão de cores:
•
Fase A – preto;
•
Fase B – vermelho;
•
Fase C – branco;
•
Neutro – azul claro;
•
Terra – verde ou verde-amarelo;
•
Retorno – cinza.
2.6.
Para a alimentação dos pontos de tomadas e iluminação serão sempre
utilizados cabos do tipo flexível.
2.7.
Todos os cabos deverão ser identificados em ambas as extremidades por meio
de anilhas plásticas que indiquem a origem e o circuito a que pertencem.
2.8.
Todos os cabos deverão ser lançados inteiriços, sem emendas, desde a origem
até a carga a ser alimentada. Caso isso seja impossível, em função da
distância total a ser vencida, eventuais emendas somente poderão ocorrer no
interior de caixas de passagem, dimensionadas em função do número e
diâmetros dos eletrodutos que nelas convergem, e também em função do
número de circuitos e seção dos cabos que por ela transitarem. As emendas
somente poderão ser executadas por meio de conectores apropriados (de
cobre ou liga) ou solda exotérmica.
2.9.
Nas derivações de condutores de distribuição, as emendas ocorrerão somente
no interior de eletrocalhas e caixas de passagem, devendo ser feitas com solda
a estanho, cobertas por fita auto-fusão e fita isolante.
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3.
CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS:
3.1.
Produto: CABOS CLASSE 1,0 kV
3.2.
3.3.
3.4.
3.5.
3.6.
3.7.
3.1.1.
Tipo: SINTENAX FLEX - Classe 5, antichama.
3.1.2.
Fabricante: Prysmian ou equivalente.
3.1.3.
Aplicação: Alimentação de Quadros
Produto: FIOS E CABOS CLASSE 0,75 KV
3.2.1.
Tipo: Pirastic flex, antiflam .
3.2.2.
Fabricante: Prysmian ,Ficap, Condugel, Condumax ou equivalente.
3.2.3.
Aplicação: Alimentação de Quadros e Circuitos terminais.
Produto: CABO TRIPOLAR
3.3.1.
Tipo: 3x1,0 mm², 3x#1,5mm², 3 x #2,5mm2, e 3 x #4,0mm2
3.3.2.
Fabricante: Prysmian ou equivalente
3.3.3.
Aplicação: Rabicho alimentadores das luminárias, rabicho de No-break
de caixa , auto-atendimento e rack lógica. E alimentação elétrica nas
estaçoes de trabalho
Produto: FITA ISOLANTE
3.4.1.
Tipo: Scotch nº 33.
3.4.2.
Fabricante: 3M do Brasil Ltda ou similar.
3.4.3.
Aplicação: Emendas de fios dos circuitos terminais.
Produto: TERMINAL DE PRESSÃO PRÉ-ISOLADO
3.5.1.
Tipo: terminal tipo olhal, espessura 0,81 mm, para cabos em cobre
eletrolítico, revestido de estanho por processo de eletrodeposição
3.5.2.
Fabricante: MAGNET, BURDY, ou equivalente
3.5.3.
Aplicação: terminação de cabos flexíveis na ligação de barramentos
Produto: TERMINAL DE PRESSÃO
3.6.1.
Tipo: terminal tipo ilhós, , para cabos em cobre eletrolítico, revestido de
estanho por processo de eletrodeposição
3.6.2.
Fabricante: CONEXEL ou equivalente
3.6.3.
Aplicação: terminação de cabos flexíveis em disjuntores e tomadas.
Produto: PRENSA CABOS
3.7.1.
Tipo : Em alumínio com bucha de neoprene.
3.7.2.
Fabricante : Blinda ou similar.
3.7.3.
Aplicação : Conduletes e caixas de piso.
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, TELECOMUNICAÇÕES E
INFORMÁTICA - 19
Condutos
S-19.CDT.01
7422 CSL RJ
1. NORMAS
1.1.
Na implantação do sistema em referência deverão ser obedecidas as
prescrições da última edição das seguintes normas e / ou códigos, onde
aplicáveis:
ABNT-NBR5410
Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
P-19.CDT.01
Condutos
E-IEL.21
Acessórios para Condutores
2. CONDUTOS
2.1.
Ver items S-19.ELE.01 a S-19.ELE.04-retro
2.2.
CONDUTOS E ACESSÓRIOS
2.2.1.
Poderão ser utilizados como condutos, para cabos e fios eletrocalhas,
dutos de piso, perfilados e eletrodutos.
2.2.2.
Os condutos serão exclusivos para cada tipo de instalação.
2.2.3.
Os eletrodutos serão sempre do tipo rígido e poderão ser de PVC
roscável, se embutidos em pisos, lajes ou paredes, de aço galvanizado
eletroliticamente, quando em instalações internas aparentes, em
entrepisos ou entreforros, ou de aço galvanizado a fogo quando em
instalações aparentes ao tempo.
2.2.5.
Todos os demais condutos serão metálicos, tratados quimicamente
contra corrosão.
2.2.4.
Para as instalações de cabeamento estruturado, CFTV e Alarme não
serão admitidos o uso de eletrodutos de PVC.
2.2.6.
As emendas em eletrodutos deverão ser executadas por meio de luvas
com rosca interna ou de pressão. No caso de luva com rosca os
eletrodutos a serem emendados serão rosqueados em ambas as
extremidades a serem ligadas. Estes deverão sempre ser introduzidos
na luva até se tocarem, para assegurarem continuidade da superfície
interna da tubulação. Especial cuidado deverá ser tomado para que
não haja rebarbas nas extremidades dos eletrodutos que possam
comprometer a integridade dos cabos a serem passados.
2.2.7.
Todas as mudanças de direção deverão ser executadas por meio de
curvas comerciais pré-fabricadas, com o mesmo material e diâmetro do
tubo empregado.
2.2.8.
Nenhuma curva pode ser superior a 90º em deflexão.
2.2.9.
Num mesmo lance de tubulação não poderão existir, em seqüência,
mais de duas curvas. Também não poderá haver duas curvas reversas.
Nos casos em que sejam necessárias angulações adicionais a estas
aqui citadas, deverão ser instaladas, em posições intermediárias,
caixas de passagem.
2.2.10. As extremidades dos tubos, internamente às caixas deverão ser
sempre protegidas por buchas e arruelas.
2.2.11. Os eletrodutos rígidos embutidos em concreto armado deverão ser
colocados de modo a evitar sua deformação na concretagem devendo
ainda ser fechadas as extremidades, com peças apropriadas, para
impedir a entrada de argamassa ou nata de concreto.
2.2.12. As posições das entradas e saídas do tubo nas caixas indicadas nos
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projetos, não poderão ser modificadas.
2.2.13. Em todos os lances de tubulação a seco deverão ser passados arames
de aço galvanizado n.º 14 AWG, que permanecerão dentro da
tubulação como guias para a passagem dos cabos. Esses arames
serão presos nas “buchas de vedação”.
2.2.14. Em todas as instalações de condutos deverão ser observados
alinhamento e estanqueidade. Deverão ser tomadas precauções para
evitar rebarbas internas.
2.2.15. Todos os condutos deverão ser rigidamente assentados de modo a
resistirem aos esforços externos e aos provenientes da instalação dos
cabos. No caso de instalações aparentes, em entreforros ou
entrepisos, os elementos de sustentação deverão ter espaçamento
máximo de 1,5m.
2.2.16. Os eletroduto somente poderão ser interligados por meio de luvas ou
junções apropriadas, pré fabricadas, do mesmo material e com as
mesmas características do conduto a interligar. De igual modo serão
as curvas.
2.2.17. Quando for necessário o cruzamento entre condutos para cabos de
lógica/telefonia e condutos para luz e força, este deverá ser feito com
ângulo de 90 ou com uma distância entre eles que não permita
interferências eletromagnética (ver normas em vigor para infraestrutura e cabeamento de telemática –EIA/TIA 568 e 569).
2.3.
2.4.
CAIXAS DE PASSAGEM E SAÍDA:
2.3.1.
As caixas de passagem e de saída deverão ser metálicas, salvo
indicação em contrário.
2.3.2.
O espaço para trabalho na frente da caixa deverá ser no mínimo de 80
cm.
2.3.3.
As caixas de saída na parede deverão ser instaladas à altura de 0,30 m
do piso, salvo indicação em contrário.
2.3.4.
As partes componentes das caixas deverão estar isentas de quaisquer
rebarbas ou imperfeições, bem como de cantos vivos.
2.3.5.
Sempre que for necessária solda, esta deverá ser executada de forma
a não comprometer o produto, em termos técnicos ou de acabamento.
2.3.6.
Todas as superfícies metálicas deverão ser perfeitamente limpas de
modo a apresentarem-se completamente isentas de quaisquer traços
de óleo, graxas, areias ou outros agentes que possam vir a prejudicar a
aplicação ou durabilidade do revestimento externo.
2.3.7.
Nas superfícies preparadas de acordo com o item anterior, deverá ser
aplicado primer epóxi óxido de ferro - cromato de zinco como base para
aplicação do acabamento final, que será aquele obtido pela aplicação
de um esmalte sintético do tipo “martelado” na cor cinza claro ou o
especificado no capítulo S-17 (pintura) .
2.3.8.
As furações para a terminação dos eletrodutos nas caixas serão feitas
nos tampos superiores e inferior, quando de sua instalação pelo
construtor.
As caixas deverão apresentar gravadas em baixo relevo, na parte inferior
externa da porta, o nome do fabricante.
3. CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS:
3.1.
Produto: ELETRODUTOS E CURVAS DE PVC
3.1.1.
Tipo: Rígido, roscáveis;
3.1.2.
Fabricante: TIGRE ou equivalente.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
3.1.3.
3.2.
3.3.
3.4.
3.5.
3.6.
3.7.
3.8.
3.9.
3.10.
Aplicação: Tubulações embutidas no piso ou alvenaria.
Produto: ELETRODUTOS E CURVAS DE AÇO LEVE
3.2.1.
Tipo: Galvanizados.
3.2.2.
Fabricante: APOLO, Paschoal Thomeu ou similar.
3.2.3.
Aplicação: Circuitos de energia e telecomunicação.
Produto: ELETRODUTOS FLEXÍVEIS
3.3.1.
Tipo: Sealtubo
3.3.2.
Fabricante: S.P.T.F. ou equivalente.
3.3.3.
Aplicação: Tubulações no entrepiso, tubulações no Abastecimento.
3.3.4.
Observações : Utilizar luvas e assessórios especiais, adequados à
conexão.
Produto: CONECTORES PARA ELETRODUTOS FLEXÍVEIS
3.4.1.
Tipo: Macho fixo ou macho giratório
3.4.2.
Fabricante: S.P.T.F. ou equivalente.
3.4.3.
Aplicação: Tubulações no entrepiso.
Produto: BUCHAS, ARRUELAS E BOXES
3.5.1.
Tipo: acessórios para eletrodutos fabricados em liga metálica.
3.5.2.
Fabricante: WETZEL, MOFERCO ou equivalente
3.5.3.
Aplicação: para terminação de eletrodutos em caixas, calhas e
suportes diversos
Produto: ACESSÓRIOS DE FIXAÇÃO PARA DUTOS
3.6.1.
Tipo: Tirantes, vergalhões, abraçadeiras e suspensões em ferro
galvanizado.
3.6.2.
Fabricante: MOPA, SISA, BANDEIRANTES ou equivalente
3.6.3.
Aplicação: Suporte e fixação de eletrodutos, calhas, canaletas,
perfilados, luminárias.
Produto: CAIXAS DE PASSAGEM DE EMBUTIR
3.7.1.
Tipo: Chapa de aço galvanizado, dobrada, com tampa parafusada,
dimensões indicada no projeto.
3.7.2.
Fabricante: PASCHOAL THOMEU ou similar
3.7.3.
Aplicação: Instalações elétricas e de cabeamento estruturado em geral,
embutidas na parede e em forro.conforme projeto
Produto: CAIXAS DE PASSAGEM DE ALUMÍNIO
3.8.1.
Tipo : Em liga de alumínio fundido.
3.8.2.
Fabricante : WETZEL ou similar.
3.8.3.
Aplicação : Instalações elétricas e de cabeamento estruturado, CFTV e
alarme em geral, sobreposta na parede, sob o piso elevado, no
entreforro ou para uso externo, conforme projeto.
Produto: CAIXAS DE PASSAGEM NO PISO
3.9.1.
Tipo: Em liga de alumínio fundido, com tampa ante-derrapante.
3.9.2.
Fabricante: WETZEL ou similar.
3.9.3.
Aplicação: Caixas de passagem no piso ou entrepiso.
Produto: CAIXAS DE PISO
3.10.1. Tipo: Própria para piso, alta, dim. (10 x 10 x 6,5) cm, em alumínio
fundido, com tampa cega de latão ou aco cromado e entradas
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
rosqueadas 1”.
3.10.2. Fabricante: MOFERCO, WETZEL ou similar
3.10.3. Aplicação: Instalações elétricas e de lógica em geral, embutidas no
piso e em plataformas.
3.11.
Produto: CONDULETES
3.11.1. Tipo: Alumínio fundido
3.11.2. Fabricante: Moferco, Wetzel ou similar
3.11.3. Aplicação: Tubulações aparentes de CFTV / alarme/eletrica e logica .
3.12.
Produto: CAIXAS ESTAMPADAS:
3.12.1. Tipo : Esmalte preto.
3.12.2. Fabricante : Paschoal Thomeu , Moratori ou similar.
3.12.3. Aplicação : Instalações Elétricas, Telefonia, Alarme, On Line,
embutidas em paredes.
3.12.4. Observações : Prever a instalação de buchas e arruelas.
3.13.
Produto: ETIQUETA PARA IDENTIFICAÇÃO
3.13.1. Tipo: Auto Colante
3.13.2. Fabricante: Brady ou Panduit
3.13.3. Aplicação: Rede de lógica/elétrica/Racks
3.14.
Produto: ELETROCALHAS E ACESSÓRIOS
3.14.1. Tipo: Lisa, em chapa de aço #14MSG, galvanizada, com tampa.
3.14.2. Fabricante: MARVITEC ou equivalente.
3.15.3. Aplicação: Distribuição de telecomunicações, CFTV e Alarme.
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, TELECOMUNICAÇÕES E
INFORMÁTICA - 19
Pontos de Utilização
S-19.PTU.05
7422 CSL RJ
1. NORMAS
1.1.
Na implantação do sistema em referência deverão ser obedecidas as
prescrições da última edição das seguintes normas e / ou códigos, onde
aplicáveis:
P-19.PTU.01
E-IEL.01
E-IEL.02
E-IEL.03
E-IEL.04
E-IEL.05
E-IEL.24
Pontos de Utilização
Pontos de Utilização - Luminárias - Aparelhos
Pontos de Utilização - Luminárias - Lâmpadas
Pontos de Utilização - Luminárias - Reatores
Pontos de Utilização - Luminárias - Acessórios Diversos
Pontos de Utilização - Tomadas
Minuterias e Interruptores
2. SERVIÇOS A EXECUTAR
2.1.
Ver items S-19.ELE.01 a S-19.ELE.04-retro
3. CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS:
3.1.
3.2.
Produto: LUMINÁRIA FLUORESCENTE
3.1.1.
Tipo 1: De embutir , conforme projeto, construída em chapa de aço
devidamente tratada contra corrosão, pintura eletrostática branca,
conjunto óptico: refletores facetados em chapa de alumínio de alta
pureza (> OU = 99,85%), anodizado brilhante, espessura mínima de
0,4mm, índice de reflexão mínimo de 86%, contínua refletividade ao
longo da vida útil, aletas de controle de ofuscamento em chapa de
aço,pintura epóxi branca, com espessuara mínima de 0,6mm; deverão
apresentar curva de distribuição luminosa com intensidade máxima até
45 graus e corte total até 65 graus para lâmpadas 2x32W e 2x16W.
3.1.2.
Fabricante:Lumicenter de embutir, modelo CAA01-E232VIGRM, com
corpo em chapa de aço fosfatizada e pintada eletrostaticamente,
refletor facetado em alumínio anodizado de alta pureza e refletância e
aletas planas em chapa pintada, com vigia, recuperador e mola V50.,
itaim, indelpa ou similar
3.1.3.
Aplicação: Sistema de iluminação de áreas de expediente e
atendimento ao público, inclusive da Sala de Auto Atendimento,
atendimento e suporte, conforme indicado no projeto.
Produto: LUMINÁRIA TIPO ARANDELA
3.2.1.
Tipo 1: Luminária tipo arandela para duas lampadas fluorescentes
tubulares de 14W, corpo em alumínio extrudado com pintura na cor
cinza. Difusor em PMMA frisado com acabamento externo liso,
suspensão em cabo de aço. Equipada com porta-lâmpada
antivibratório em policarbonato, com trava de segurança e proteção
contra aquecimento nos contatos
3.2.2.
Fabricante: ITAIM, modelo 3494-arandela 2XT16 14W ou equivalente
3.2.3. Aplicação: Sistema de iluminação de escadas conforme projeto.
3.3.
Produto: LUMINÁRIA TIPO ARANDELA
3.3.1.
Tipo 2: Luminária retangular de sobrepor, tipo arandela, para 1
lâmpada vapor metálico elipsoidal de 150W. Corpo em chapa de aço
zincado com acabamento em pintura eletrostática epóxi-pó na cor
preta. Refletor assimétrico anodizado. Difusor de vidro plano
temperado transparente.
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Alojamento para os equipamentos auxiliares na própria luminária.
Fornecida com reator, ignitor e capacitor.
3.4.
3.3.2.
Fabricante: ITAIM, Mármore- A 1XHIE 150W ou equivalente.
3.3.3.
Aplicação: Sistema de iluminação do estacionamento, instalação em
fachada.
Produto: LUMINÁRIA TIPO PROJETOR
3.4.1.
Tipo 1: Luminária de sobrepor, tipo projetor, com foco orientável, de
facho concentrado, para 1 lâmpada vapor metálico bipino de 150W.
Corpo em alumínio fundido, com acabamento em pintura eletrostática
epóxi-pó na cor branca. Refletor em alumínio anodizado. Difusor de
vidro plano temperado transparente. Alojamento para os equipamentos
auxiliares na própria luminária. Fornecida com reator, ignitor e
capacitor.
3.4.2.
Fabricante: ITAIM, CORNALINA 1XHIT-CRI 150W ou equivalente.
3.4.3. Aplicação: Sistema de iluminação dos mastros.
3.5.
3.6.
Produto: LUMINÁRIA TIPO SPOT
3.5.1.
Tipo 1: Luminária de embutir em gesso , tipo spot, para 1 lâmpada
HALOSPOT 70 50W, cor 24º, com acabamento em pintura eletrostática
epóxi-pó na cor branca.
3.5.2.
Fabricante: INTERPAM modelo 011295 ou equivalente.
3.5.3.
Aplicação: Sistema de iluminação na sanca do auto-atendimento e da
parede curva no atendimento.
Produto: MÓDULOS AUTÔNOMOS PARA ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
3.6.1. Tipo : Bateria selada (Livre de manutenção) – 12V x 7,0Ah, alto fluxo
luminoso, tensão de entrada : 110 ou 220V (chave de seleção interna),
autonomia de uma hora.
3.7.
3.8.
3.9.
3.6.2.
Fabricante : Aureon ou similar.
3.6.3.
Aplicação : Iluminação de emergência, conforme indicado no projeto.
Produto: LÂMPADAS
3.7.1.
Tipo 1: Fluorescente, trifósforo, temperatura de ar superior a 4000º K,
INC > 80, cor Super 84 ou cor 21, potências de 16 e 32W .
3.7.2.
Tipo 2: Fluorescente compacta, temperatura de ar superior a 4000º K,
potências de 15W e 26W .
3.7.3.
Tipo 3: Halógena dicróica, de 50W;
3.7.4.
Tipo 4: Vapor de Sódio 150 W .
3.7.5.
Fabricante : Phillips, Osram ou similar.
3.7.6.
Aplicação : Luminárias do sistema de iluminação.
Produto: SOQUETES
3.8.1.
Tipo : Porta lâmpada G13, com núcleo giratório (rotor autotravante) em
policarbonato inquebrável e contatos em bronze / fósforo.
3.8.2.
Fabricante :
3.8.3.
Aplicação : Luminárias fluorescentes do sistema de iluminação.
Produto: REATOR ELETRÔNICO
3.9.1.
Tipo: Tipo eletrônico, de alta freqüência, fator de potência mínimo de
0,97 - 60 Hz, baixas perdas (máximo de 7W), temperatura máxima (75º
C), normas gerais de segurança IEC 928, normas gerais de
desempenho IEC 929, distorção harmônica (DIN VDE 0712 - parte 23,
EN 60555- 2), interferência eletromagnética (DIN VDE 0875 - parte 2,
EN 55015), qualidade de produção ISO 9001, tensão alternada de
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220V +/- 10%, para duas lâmpadas fluorescentes de 16 ou 32W,
garantia mínima de 5 anos e mais:
a) A taxa de distorção harmônica total (DHT) menor que 10%
b) Todo reator será provido de invólucro incombustível, protegido
interna e externamente contra a oxidação, por meio de pintura,
esmaltação, zincagem ou processo equivalente.
c) O reator deverá apresentar uma identificação durável, na qual
deverão constar, no mínimo as seguintes características:
•
Nome ou marca do fabricante
•
Tensão nominal de alimentação
•
Corrente nominal de alimentação
•
Tipo de lâmpada a que se destina
•
Potência nominal das lâmpadas
•
Freqüência nominal
•
Esquema de ligações
•
Fator de potência
•
Máxima temperatura de operação do reator
•
Máxima elevação de temperatura
•
Data da fabricação ou método para identificação da data de
fabricação.
d) Fator de reator = 110 %
3.10.
3.9.2.
Fabricante: PHILIPS (HF - B –2/32); OSRAM (HTISB / QTIS – B –
digital turbo); Helvar (EL2X32HF), Litec (LBH322); Helfont (HPD – 322
– REATRONIC ULTRA) ou equivalente
3.9.3.
Aplicação: Partida de lâmpadas fluorescentes.
Produto: TOMADAS
3.10.1. Tipo: 2P+T ref.: 12141 linha nylon ou similar.
3.10.2. Fabricante: TRANSMÓBIL
3.10.3. Aplicação: elétrica dedicada para piso ( micros ).
3.11.
Produto: TOMADAS DEDICADAS
3.11.1. Tipo: 2P+T ref.: 543 14 .
3.11.2. Fabricante: PIAL com placa, linha Silentoque,
3.11.3. Aplicação: elétrica dedicada.
3.12.
Produto: TOMADAS USO COMUM
3.12.1. Tipo: 2P+T Universal ref.: 12215 VM.
3.12.2. Fabricante: Transmobil com placa, linha Silentoque,
3.12.3. Aplicação: elétrica uso comum, miolo na cor vermelha.
3.13.
Produto: PLUGUE E PROLONGADOR
3.13.1. Tipo: 2P+T, em linha, 10A - 250V, Ref.: 510 21 + 510 23
3.13.2. Fabricante: PIAL ou equivalente.
3.13.3. Aplicação: Alimentação das luminárias.
3.14.
Produto: PLUG
3.14.1. Tipo: 2P +T - 20 A - NEMA 15-20P Ref.: 6506 68
3.14.2. Fabricante: Pial ou similar .
3.14.3. Aplicação: Ligação de tomadas ao no-break.
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3.15.
Produto: INTERRUPTORES
3.15.1. Tipo : Bipolar Simples, ref. 6121 05 Linha Pial Plus
3.15.2. Fabricante : Pial Legrand ou similar.
3.15.3. Aplicação : Sistema de iluminação.
3.16.
PRODUTO: FILTRO LINHA
3.16.1. Tipo: módulo protetor contra surtos, tensão 127 ou 220 voltas
(conforme projeto), com 4 tomadas (mínimo) padrão NEMA 5-15R
cordão de 3 metros e plugue padrão 5-15P
3.16.2. Desempenho elétrico: 2 condutores protegidos, tempo de resposta zero
no modo comum, corrente de pico admissível (modo comum e
transverso) em onda padrão 8x20 micro segundos igual a 12 kA(127
Volts) ou 10 kA (220 Volts), capacidade energética mínima de 450 J
(127 Volts) ou 300 J(220 Volts), corrente de consumo normal de 15A,
protegida por disjuntor monofásico ou bifásico (conforme a rede), filtro
de EMI/RFI com atenuação melhor que 30 de 0,1 a 1 MHz, tensão
máxima de condução para 1 mA de 160 Volts (150 Volts) ou 500 Volts
(220 Volts), proteção contra inversão de polaridade por disjuntor ou
fusível em ambas as fases a indicação por led, indicação por led de
tomada energizadas, com garantia mínima de 3 anos.
3.16.3. Fabricante: INTELLI/ELEMATTI, APC, SCINTILLA, POWERWARE,
CLAMPER ou similar.
3.16.4. Aplicação: para ligação entre as
tomadas de energia e os
equipamentos a serem protegidos. O módulo ficará solto, junto a área
de trabalho, devendo resistir ao pisoteamento, sendo uma unidade
para cada tomada elétrica associada a uma RJ-45. Para equipamentos
ligados diretamente ao no-break, fica dispensada a utilização de filtros.
3.17.
Produto: ESPELHO PARA CAIXA DE PAREDE
3.17.1. Tipo: Em material termoplástico, Linha Pial Plus
3.17.2. Fabricante: PIAL ou equivalente.
3.17.3. Aplicação: Tomadas de uso geral.
3.18.
PRODUTO: CAIXAS DE PASSAGEM / LIGAÇÃO NO PISO
3.18.1. Tipo: Própria p/ piso, alta, dim. (10 x 10 x 6,5) cm, em alumínio fundido,
c/ tampa de latão (ver especificação da tampa adiante) e entradas
rosqueadas 1” .
3.18.2. Fabricante: MOFERCO, WETZEL ou similar
3.18.3. Aplicação: Pontos de energia e lógica no piso.
3.19.
PRODUTO: CAIXAS DE PASSAGEM ALUMÍNIO FUNDIDO
3.19.1. Tipo: Própria : dim. (40 x 40 x 15), dim (20x20x15) cm, dim (15x15X15)
em alumínio fundido, com tampa de aluminío e vedação de borracha.
3.19.2. Fabricante: MOFERCO, WETZEL ou similar
3.19.3. Aplicação: Pontos de energia e lógica no piso, entrepiso e no
entreforro.
3.20.
PRODUTO: TAMPA EM LATÃO P/ CAIXA DE PISO P/ TOMADA ELÉTRICA
3.16.1. Tipo: para duas tomadas, com tampa de proteção tipo unha.
3.16.2. Fabricante: WETZEL ou similar
3.16.3. Aplicação: caixas de piso para rede de tomadas elétricas no piso
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, TELECOMUNICAÇÕES E
INFORMÁTICA - 19
Quadros - Elétricos
S-19.E-ILE.16
7422 CSL RJ
1. NORMAS
1.1.
Na implantação do sistema em referência deverão ser obedecidas as
prescrições da última edição das seguintes normas e / ou códigos, onde
aplicáveis:
P19.QDP.01
P-19.SIS.01
P-19.SPD.01
E.IEL.07
E-IEL.16
E-IEL.25
E-IEL.26
E-IEL.29
E-IEL.30
E-IEL.31
Quadros
Sistemas de Automação Bancária
Sistemas de Proteção Contra Descargas Atmosféricas
Caixas
Quadros
Fusíveis
Chaves Manuais
Contactoras
Relês
Disjuntores
2. QUADROS ELÉTRICOS E ACESSÓRIOS
2.1.
Ver items S-19.ELE.01 a S-19.ELE.04-retro
2.2.
Os quadros elétricos serão de embutir ou sobrepor conforme projeto.
2.3.
Os disjuntores serão todos termomagnéticos, com fixação individual, inclusive
os monopolares, a fim de facilitar seu manuseio e manutenção.
2.4.
Os barramentos serão de cobre, com seção retangular, estanhados, instalados
na vertical, sustentados por isoladores nas extremidades. O barramento para
neutro e os barramento para terra deverão ser, obrigatoriamente, afixados em
isoladores.
2.5.
A fiação deverá ser instalada em calhas de PVC e de maneira a evitar o
entrelaçamento dos condutores dentro dos quadros. As ligações dos
condutores aos componentes elétricos devem ser feitas por meio de terminais
apropriados, tipo “Vinilug” da Burndy ou similar, onde aplicáveis. Os parafusos,
nas conexões, deverão ser dotados de porcas com arruelas de pressão ou de
segurança (dentadas), ou ainda, contraporcas, onde aplicáveis. No caso de
dois condutores ligados ao mesmo terminal (ou borne), cada condutor terá seu
terminal.
2.6.
Os condutores deverão ser identificados, em relação ao circuito à que
pertencem. A identificação se fará através de anilhas plásticas, junto aos
disjuntores e/ou chaves e também, junto ao barramento neutro.
2.7.
Não serão aceitas emendas na fiação ou avarias do material isolante.
2.8.
Materiais metálicos, como porcas, parafusos, arruelas, etc., deverão ter
acabamento contra corrosão.
2.9.
Nos espelhos internos de todos os quadros elétricos, devem constar plaquetas
de identificação dos circuitos, em acrílico preto com letras brancas ou fita
brady, a critério da FISCALIZAÇÃO.
2.10.
Não se permitirá o uso de disjuntores monopolares acoplados em substituição
a quaisquer disjuntores tripolares ou bipolares.
3. CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS:
3.1.
Produto: QUADROS ELÉTRICOS DE DISTRIBUIÇÃO
3.1.1.
Tipo : De embutir ou sobrepor, conforme projeto, metálico, em chapa
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de aço N.º 14 USG, com fechadura. Deve ser dotado de 05 (cinco)
barramentos de cobre eletrolítico, têmpera dura, de alta condutividade,
em barras de seção retangular, para três fases, neutro e terra (o
barramento de terra deverá ser isolado da massa do quadro). A
interligação dos disjuntores parciais e de reserva deverá ser executada
com barramento de cobre.
3.2.
3.3.
3.4.
3.5.
3.6.
3.1.2.
Fabricante : Cemar, Moratori ou equivalente ou similar
3.1.3.
Aplicação : Conforme indicado no projeto.
3.1.4.
Observações : O quadro deverá ter capacidade para receber os
disjuntores previstos nos quadros de carga dos projetos e adicionais
em quantidade não inferior a 25% dos previstos em projeto (para
atender as futuras ampliações)..
Produto: QUADRO DE COMANDO E AUTOMAÇÃO (QCA)
3.2.1.
Tipo : Quadro com PLC, contatoras, seccionadoras montado de
acordo com projeto e desenho Detalhe Padrão BB..
3.2.2.
Estrutura : Chapa 16-USG e porta em 14-USG.
3.2.3.
Portas : Providas de dobradiças, trinco, fecho, espelho, porta – cartão
(identificador de circuitos) e aletas de ventilação.
3.2.4.
Chaves : Conforme indicado em projeto.
3.2.5.
Fabricante : Conecta, Delta ou equivalente.
3.2.6.
Aplicação : Comando de iluminação do auto-atendimento, bandeira e
ar condicionado do Auto-Atendimento, conforme indicado em projeto.
3.2.7.
Observações : Montagem em fábrica.
Produto: SUPRESSOR DE SURTO
3.3.1.
Tipo: Modular, 16 kA, 220 V.
3.3.2.
Fabricante: CLAMPER, ou similar.
3.3.3.
Aplicação: Nos quadros eletricos em funcao do uso generalizado de
equipamentos microprocessados..
Produto: SUPRESSOR DE SURTO
3.4.1.
Tipo: Modular, 40 kA, 220 V.
3.4.2.
Fabricante: CLAMPER, ou similar.
3.4.3.
Aplicação: No QGBT
Produto: CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL e MÓDULO DE
EXPANSÃO (PLC)
3.5.1.
Tipo: Controlador programável: módulo lógico 127/220v/60hz com
display e teclado com 8 entradas digitais e 4 saídas a relé e módulo de
expansão com 4 entradas digitais e 4 saídas.
3.5.2.
Fabricante: Siemens - ref.: 230 rc - 6ed1052-1fb00-0ba3 + ref.: dm8
230r-6ed 1055-1fb00-0ba0, Klockner Moeller ou similar.
3.5.3.
Aplicação: Para controle do Letreiro Luminoso, Botoeira e iluminação e
ar condicionado do Auto-atendimento Instalado dentro do QCA,
conforme Detalhe Padrão BB.
Produto: DISJUNTORES DE BAIXA TENSÃO
3.6.1.
Tipo: Mini disjuntores linha padrão DIN ( europeu ) IEC 947-2 OU IEC
898
3.6.2.
Fabricante: SIEMENS, KLOCKNER MOELLER , GE, Merlin Gerin ou
similar
3.6.3.
Aplicação: Quadro de Elétrica Dedicada (QED) e QDC
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3.7.
3.8.
3.9.
3.10.
Produto: DISJUNTORES
3.7.1.
Tipo : Termomagnéticos, padrão americano,NEMA-UL
3.7.2.
Fabricante : General Electric, Westinghouse, PIAL ou similar.
3.7.3.
Aplicação : QDC e Quadros de Distribuição de CARGAS
Produto: DISJUNTORES DE BAIXA TENSÃO
3.8.1.
Tipo: Em caixa moldada, com elemento magnético fixo e térmico
ajustável;
3.8.2.
Fabricante: SIEMENS ou equivalente
3.8.3.
Aplicação: Distribuição de Energia
Produto: INTERRUPTOR DIFERENCIAL RESIDUAL (IDR)
3.9.1.
Tipo:AC, 30mA, corrente nominal conforme projeto;
3.9.2.
Fabricante: SIEMENS ou equivalente
3.9.3.
Aplicação: Proteção contra choques elétricos
Produto: CONTATOR
3.10.1. Tipo:Bipolar e tripolar ;
3.10.2. Fabricante: Eletromar ou equivalente
3.10.3. Aplicação: Comando de iluminação e ar condicionado.
3.11.
Produto: SENSOR DE PRESENÇA
3.11.1.Tipo 1:De embutir no teto, 360º de cobertura, ref. CI-200-1 + fonte
B230E; ou CI –100 X.
3.11.2. Fabricante: Bticino ou equivalente
3.11.3. Aplicação: Comando de iluminação.
3.11.
Produto: CELULA FOTO ELETRICA
3.11.1.Tipo 1:De armacao galvanizada 220V-20A.
3.11.2. Fabricante: TRANSVOLTEC ou equivalente
3.11.3. Aplicação: Controle da iluminacao dos mastros .
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INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, TELECOMUNICAÇÕES E
INFORMÁTICA - 19
Sistemas de Automação Bancária
S-19.SIS.01
7422 CSL RJ
1. NORMAS
1.1.
Na implantação do sistema em referência deverão ser obedecidas as
prescrições da última edição das seguintes normas e / ou códigos, onde
aplicáveis:
E-IEL.18
Condutores de Energia Elétrica E-IEL– Cabos de comunicação.
2. SERVIÇOS A EXECUTAR
2.1.
Ver items S-19.ELE.01 a S-19.ELE.04-retro
3. CARACTERIZAÇÃO DE PRODUTOS:
3.1.
3.2.
3.3.
3.4.
3.5.
Produto: CABOS TELEFONICOS DE INTERLIGAÇÃO EXTERNA
3.1.1.
Tipo : CTP-APL-SN 50-N (N=nº de pares), conforme indicação no projeto.
3.1.2.
Fabricante : Prysmian ou similar.
3.1.3.
Aplicação : Interligação do distribuidor Geral do Condomínio ao DG da agência.
3.1.4.
Observações : A quantidade de pares dos cabos será definida em função das
dimensões do quadro, e no mínimo 30 pares.
Produto: CABOS TELEFÔNICOS DE INTERLIGAÇÃO INTERNA
3.2.1.
Tipo : CI-50-N (N=nº de pares), conforme indicação no projeto.
3.2.2.
Fabricante : Prysmian, Furukawa ou similar.
3.2.3.
Aplicação : Distribuição de telecomunicações.
3.2.4.
Observações : A quantidade de pares dos cabos será definida em função da
área abrangida pelo quadro.
Produto: CABO COAXIAL
3.3.1.
Tipo: RGC 6 CELULAR - 75 Ohms.
3.3.2.
Fabricante: FURUKAWA, RFS - KMP ou similar.
3.3.3.
Aplicação: Para sistema de TV Corporativa.
Produto: CABO DE COMUNICAÇÃO
3.4.1.
Tipo: UTP, cabo de pares de cobre trançados, não blindado, fios sólidos,
Categoria 5E, para uma freqüência de operação igual ou superior a 350 MHz,
impedância de 100 ohms, para taxas de transmissão de até 622 Mbps, com 4
pares.
3.4.2.
Fabricante: NEXANS, KMP, Furukawa, Prysmian ou similar
3.4.3.
Aplicação: : Rede local, conforme indicado no projeto.
3.4.4.
Observações : Prever a execução da certificação dos pontos locais e prever
raio mínimo de 15cm nos trechos em curva.
Produto: PATCH CORD RJ45/RJ45
3.5.1.
Tipo: De quatro pares, extra-flexível, com conectores RJ-45/RJ-45, comp.
2,0m.
3.5.2.
Fabricante: NEXANS ou equivalente
3.5.3.
Aplicação: Rack de Rede local,conexão de dados, conforme indicado no
projeto.
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3.6.
3.7.
3.8.
Produto: LINE CORD RJ45/RJ45
3.6.1.
Tipo: De quatro pares, extra-flexível com conectores RJ-45/RJ-45, comp. 2,0m.
3.6.2.
Fabricante: NEXANS ou equivalente
3.6.3.
Aplicação: Para conexões de dados às estações de trabalho.
Produto: ETIQUETA PARA IDENTIFICAÇÃO
3.7.1.
Tipo: Auto Colante
3.7.2.
Fabricante: Brady ou Panduit
3.7.3.
Aplicação: Rede de lógica/Racks
Produto: GABINETE 19”
3.8.1.
Tipo 1: Gabinete com estrutura 19” , fechado, altura e bandejas conforme
projeto, com 02 (duas ) réguas de seis tomadas 2P+T (mínimo).
3.8.2.
Fabricante: METRICAL, FAYSER, TAUNUS CARTHOM’S ou equivalente
3.8.3.
Aplicação: Para colocação de equipamentos ativos e painéis distribuidores
(patch panels),Equipamentos de CFTV e Central de Alarme.
3.9.
Produto: GABINETE 19” RACK DE EQUIPAMENTOS
3.9.1.
Tipo 2: Mobiliário fechado, tipo rack, padrão 19 polegadas, com ventilação forçada,
altura interna de 40 U, com duas portas (metálicas e perfuradas), sendo uma frontal e
outra traseira, ambas com chaves, duas tampas laterais metálicas, removíveis, seis
bandejas, sendo cinco fixas e uma móvel, duas réguas de tomadas com oito tomadas
cada, para abrigar equipamentos de telecomunicações, tanto ativos (servidor, monitor,
teclado, mouse, switch, modem e roteador, receptor de TVBB) quanto passivos (patch
panel, patch cord, organizadores de cabos, etc) e um no-break, excluindo o kit de
baterias, que deverá ser localizado na parte externa, ao lado do rack. Cada rack deverá
ser fornecido com configuração mínima de 80 porcas tipo gaiola M5, com parafuso
philips M5 e arruela lisa.
3.9.2.
Descricao Detalhada: a) Tipo: metálico, para servidor tipo U e equipamentos de
telecomunicações:
Dimensões: Largura externa máxima de 600 mm, com capacidade para conter
equipamentos de largura padrão de dezenove polegadas; altura interna de 40U; altura
externa máxima de 1950 mm; profundidade interna entre 850mm a 880mm;
profundidade externa máxima de 900mm.
Funcionalidade: portas frontal e traseira reversíveis, em aço perfurado para facilitar
a ventilação do interior do 'rack', quando aberta a um ângulo de 90º
deve
permitir o deslizamento total das bandejas/trilhos para fora do 'rack'. As aberturas
das portas deverão possuir 6 mm de diâmetro e corresponder à uma área entre 12%
(doze por cento) e 15% (quinze por cento) da área total da porta, para sua ventilação
adequada. Uma das opções para a abertura dos furos e ventilação das portas é aquela
com o grafema do Banco, conforme detalhado no desenho 07/07. Outras opções serão
permitidas, porém o desenho da porta com a furação deverá ser encaminhada
previamente à GEPAE para aprovação.
Segurança: portas frontal e traseira com fechadura mecânica externa, com 3 pontos
de travamento (superior, inferior e centro), com
duas
cópias
das chaves
correspondentes; tampas laterais removíveis, travadas pelo interior do 'rack', de
forma a impedir sua remoção pela parte externa;
Fluxo de Ar: sistema de ventilação forçada, com 2 ventiladores instalados no teto do
rack, dimensionados à plena renovação do ar em seu interior, sem riscos de
falhas aos equipamentos por superaquecimento. Com chave seletora 110/220V,
fusíveis independentes, interruptor único, instalados no interior do rack, com vazão de
160 cfm;
Bandejas: o rack deverá possuir 06 (seis) bandejas, sendo 05 (cinco) fixas e 01 (uma)
móvel. A bandeja móvel será dotada de trava de segurança frontal e traseira e destinase a instalação do teclado, 'mouse' e monitor de vídeo. As bandejas devem suportar no
mínimo 20 kg de peso, profundidade de 600 mm e possuir abertura, com furos com
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
diâmetro máximo de 6 mm, para ventilação. As bandejas fixas serão instaladas na
parte superior do rack;
Kit montagem: Kit para montagem e fixação de equipamentos no rack, composto de 80
porcas tipo gaiola M5, com parafuso philips M5 e arruela lisa.
Trilhos: o 'rack' deve ser compatível com os trilhos dos servidores atualmente em uso
pelo Banco;
Plano frontal e de Fundo: ajustável longitudinalmente na profundidade do 'rack', para
permitir a fixação de trilhos telescópicos de comprimento menor que a profundidade
total do 'rack';
Alimentação: 02 (duas) réguas de tomadas, com 08 (oito) tomadas 2P+T pinos
universais, 15 A, para alimentação em 110/220V. Cabos de alimentação de 2,5mm²,
2m de comprimento e plug 2P+T pinos chatos. Interruptor e proteção (fusível), fixado
no rack 19 polegadas;
Apoio: quatro pés niveladores em sua base, reguláveis, que suportem seu peso com
a configuração plena;
Detalhes construtivos:
Estrutura soldada em chapa de aço de 1,5 mm de espessura;
Porta frontal metálica confeccionada em chapa de aço de 1,5 mm de
espessura;
Tampas laterais e traseira confeccionadas em chapa de aço de 1,2 mm de
espessura;
As prateleiras (móveis e fixas) devem ser em estrutura de chapa de aço de 1,5
mm de espessura;
Pintura interna e externa deve ser eletrostática em epoxi, cor: referência
laminado melamínico - Perstorp PP-25 Office Gray ou Pantone 427.
Possibilidade de entrada de cabos pelo teto (com tampa), pela parte inferior
(com piso elevado) e na ausência de piso elevado pela parte inferior traseira e
laterais (com tampa);
Possuir 01 (um)terminal para aterramento elétrico comum de todas as partes
metálicas
3.10.
3.9.3.
Fabricante: HOMOLOGADOS PELO BANCO DO BRASIL/DILOG/GEPAE
conforme detalhe para rack de equipamentos padrao BB..
3.9.4.
Aplicação: Para colocação dos equipamentos ativos (servidor com teclado,
monitor e mouse; switches; modens; roteador; etc), painéis distribuidores
(patch panel), central PABX e no-break.
Produto: PAINEL DISTRIBUIDOR RJ45 (PATCH PANEL)
3. 10.1. Tipo: painel para rack 19” com portas RJ45 (fêmea) em sua parte frontal e
conexão para cabos na parte traseira padrão IDC 110 (patch panel), de 24
portas, com etiquetas de identificação.
3. 10.2. Fabricante: LUCENT / AT&T, FURUKAWA, SIEMON, AMP ou equivalente
3. 10.3. Aplicação: para a constituição de painéis distribuidores tipo RJ45 em racks 19”.
3.11.
Produto: ORGANIZADORES DE CABOS
3.11.1. Tipo: olhal aberto 19”, altura 1U ou 2U, conforme indicado em projeto.
3.11.2
Fabricante: LUCENT / AT&T, FURUKAWA, GRAL METAL, TAUNUS ou
equivalente.
3.11.3 Aplicação: organização dos cabos e patch cords junto aos painéis distribuidores.
3.12.
Produto: ACESSÓRIOS PARA DG DE TELEFONIA
3.12.1. Tipo: Trilho de alumínio, canaleta de PVC e organizadores de cabos
3.12.2. Fabricante: CEGELEC ou equivalente.
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3.12.3. Aplicação: Distribuidor Geral
3.13.
Produto: BLOCO TERMINAL PARA 10 PARES
3.13.1. Tipo: Engate rápido, próprio para montagem em trilho de alumínio
3.13.2. Fabricante: BARGOA, CEGELEC ou equivalente.
3.13.3. Aplicação: Quadros de Telefone
3.14.
Produto: TAMPA EM LATÃO P/ CAIXA DE PISO P/ REDE DE LÓGICA
3.14.1. Tipo: para duas ou três tomadas RJ-45, ref. 6538.1.111-02 e 6536.1.310-00
3.14.2. Fabricante: KRONE ou similar
3.14.3. Aplicação: caixas de piso para rede lógica
3.15.
Produto: CAIXAS DE PASSAGEM / LIGAÇÃO NO PISO
3.15.1. Tipo: Própria p/ piso, alta, dim. (10 x 10 x 6,5) cm, em alumínio fundido, c/
tampa de latão (ver especificação da tampa adiante) e entradas rosqueadas 1”
referencia CP 61
3.15.2. Fabricante: MOFERCO, WETZEL ou similar
3.15.3. Aplicação: Pontos de energia e lógica no piso.
3.16.
Produto: QUADRO DE TELEFONE
3.16.1. Tipo : De sobrepor ou embutir, dimensões no padrão da concessionária e
conforme indicado no projeto, com fundo de madeira pintado na cor cinza.
3.16.2. Fabricante : TAUNUS, CEMAR, Paschoal Thomeu ou similar.
3.16.3. Aplicação : Distribuição de telefonia.
3.17.
Produto: TOMADA PARA CABO UTP
3.17.1. Tipo : RJ-45, com contatos banhados a ouro, espessura mínima 30 micra.
3.17.2. Fabricante : Cegelec / Infraplus, AMP, Krone, Anixter, Norten Telecon,
Furukawa ou similar.
3.17.3. Aplicação : Rede local, conforme indicado no projeto.
3.17.4. Observações : Prever a certificação do ponto.
3.18.
Produto: TOMADA DE COMUNICAÇÃO
3.18.1. Tipo: Surface Mount, com 4 conectores padrão RJ-45, categoria 5E
3.18.2. Fabricante: PANDUIT ou equivalente
3.18.3. Aplicação: Tomadas de telecomunicações para Rack’s de servidores.
3.19.
Produto: SUPORTE PARA TOMADA DE COMUNICAÇÃO
3.19.1. Tipo: placa de parede 4x2” para suporte de dois módulos RJ45 em instalação
aparente ou embutida;
3.19.2. Tipo: tampa de condulete para suporte de dois módulos RJ45;
3.19.3. Fabricante: LUCENT / AT&T, FURUKAWA, SIEMON, AMP ou equivalente
3.19.4. Aplicação: fixação e suporte às tomadas de comunicação para constituição dos
pontos de saída (outlets).
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INSTALAÇÕES ESPECIAIS - 23
SISTEMAS DE SEGURANÇA.
Condições Gerais
S-23.DIV.01
7422 CSL RJ
1. NORMAS ADICIONAIS:
1.1. Para os serviços de projeto e instalação dos Sistemas de Segurança, devem ser
seguidas as normas abaixo:
1.2. Programa de Automação - “ Especificações e Projeto padrão para cabeamento
estruturado, circuito fechado de televisão ( CFTV) e alarme “.
1.3. Ver S-19.ELE.01, retro.
2. CONSIDERAÇÕES GERAIS
2.1.
Esta Especificação Técnica e planilha de quantidades e custos tem por objetivo definir,
o fornecimento de equipamentos, materiais e serviços nas áreas de INSTALAÇÕES DE
ALARME SENSORIAL e CFTV, para a obra em questão.
2.2.
Os projetos e especificações foram desenvolvidos com base nas vistorias locais, anteprojetos de arquitetura e demais projetos que complementam o escopo de serviços,
fornecidos pelo Banco do Brasil.
2.3.
Este Caderno de Encargos e as respectivas pranchas de projeto são mutuamente
complementares, devendo todos serem considerados na execução dos serviços.
2.4.
Com respeito a licenças e franquias, será obedecido o disposto Instruções de
Concorrência, com especial atenção para as exigências do CREA.
2.5.
O CONSTRUTOR deverá fornecer os materiais especificados e complementares a
execução dos os serviços descritos a seguir e indicados nas pranchas do projeto.
2.6.
Quaisquer materiais e serviços eventualmente não relacionados neste Caderno de
Encargos, na Planilha de Materiais e Custos e/ou nas pranchas de projeto, os quais
sejam efetivamente necessários à perfeita execução dos serviços e conseqüente
perfeita funcionabilidade e segurança das instalações ora projetadas deverão ser
considerados pelo CONSTRUTOR, explicitamente quando da elaboração da
PROPOSTA de serviços.
2.7.
Os serviços nas instalações de segurança, deverão obedecer rigorosamente o prescrito
em pranchas do projeto, nas presentes especificações e normas da ABNT.
2.8.
O CONSTRUTOR deverá interagir com os demais contratados e a Fiscalização da
Obra de forma a definir compatibilizações, adequações e serviços efetivos.
2.9.
A listagem de materiais define o tipo e especificação de todos os materiais a serem
utilizados, podendo utilizar-se equivalentes, desde que apresentem características de
similaridade e conforme o “Critério de Analogia” (E-AAA.01, item 2). A decisão sobre
aplicação de materiais similares aos especificados é prerrogativa exclusiva da
fiscalização do Banco do Brasil S.A.
2.10.
Quaisquer modificações nos projetos, em função de soluções alternativas sugeridas
pelo CONSTRUTOR, deverão ser submetidas previamente à Fiscalização para exame
e aprovação.
2.11.
A adoção de soluções alternativas àquelas definidas em projetos e especificações do
BANCO, a menos de eventuais casos de impossibilidades de execução, não poderão
ser motivo de dilações no prazo global da obra.
2.12.
Os serviços de instalações deverão ser executados por firmas especializadas e com
experiência comprovada, com anuência da fiscalização do Banco do Brasil.
2.13.
Para a perfeita execução dos serviços de instalações de segurança deverão ser
seguidos todos os procedimentos e cuidados na aplicação de materiais e
equipamentos descritos nos itens de Instalações Elétricas, Mecânicas,
Telecomunicações e Informática – S19, retro.
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2.14.
A mão-de-obra deverá ser tecnicamente capaz e estar sobre a supervisão e
responsabilidade de profissionais devidamente habilitados pelo CREA.
2.15.
O CONSTRUTOR executará os trabalhos complementares ou correlatos às
instalações, tais como: rasgos e recomposições em alvenarias, forros falsos, pisos,
plataformas, etc. bem como os arremates decorrentes, mantendo-se o padrão de
acabamento definido no projeto de arquitetura.
2.16.
O Construtor deverá dar garantia somente dos equipamentos novos a serem
adquiridos.
2.17.
Após a completa execução da obra, caberá ao CONSTRUTOR a apresentação dos
projetos “as built”, em arquivos AutoCad, gravados em CD e uma cópia plotada.
3. DESCRIÇÃO GERAL DA OBRA
3.1.
Fornecimento e instalação de tubulações, caixas de passagem, cabeamento e
equipamentos dos sistemas de segurança nas áreas de alarme sensorial e CFTV,
conforme o adiante especificado.
4. INSTALAÇÃO DE ALARME
4.1.
Estas especificações se referem à execução de infra-estrutura (eletrodutos, caixas,
cabeamento e acessórios) para sistema de alarme da dependência.
4.2.
Para o sistema de alarme sensorial serão instaladas as tubulações de distribuição,
caixas de passagem e de ligação de equipamentos e lançados os cabos.
4.3.
A instalação dos equipamentos ativos do sistema ficará a cargo do Banco do Brasil.
4.4.
Todas as caixas de passagem e conduletes deverão ter as rebarbas removidas e
deverão ser dotadas de buchas e arruelas na conexão com os eletrodutos.
4.5.
O contratado executará os trabalhos complementares ou correlatos da instalação do
sistema de alarme, tais como: rasgos e composição de alvenaria, pintura de
eletrodutos, bem como arremates decorrentes das instalações.
4.6.
Todas as partes do prédio afetadas pela reforma deverão ser recompostas conforme os
padrões de acabamento estabelecido no projeto de arquitetura e na ausência dessa
especificação o construtor deve manter o padrão existente.
4.7.
Os detalhes construtivos das tubulações e os padrões de instalação dos equipamentos
obedecerão ao caderno de encargos geral do Banco do Brasil e as normas
relacionadas.
4.8.
No rack de CFTV/ALARME onde será instalada a central de alarme deverão ser
deixados 2 cabos UTP, interligados ao DG , identificados, e disponibilizados apenas o
par 1 (azul, branco/azul), bem como a disponibilização de uma régua de tomadas
proveniente do nobreak do rack de CFTV/Alarme.
4.9.
A alimentação elétrica será proveniente do no-break do rack de CFTV/Alarme.
4.10.
Caberá a CONSTRUTORA todas as tratativas para o funcionamento do sistema de
alarme nas novas instalações, a saber: ( solicitar ao fiscal da obra no 1º (primeiro) dia
de obra o comparecimento do técnico da mantenedora de alarme, com vistas a
efetuar levantamento dos cabos necessários e confirmar a especificação dos mesmos
para atender ao novo projeto. Caberá à CONSTRUTORA o acompanhamento das
novas instalações do alarme, de forma que o novo sistema esteja totalmente instalado
no máximo até o recebimento provisório da obra.
4.11.
Caberá ao CONSTRUTOR deixar o sistema de alarmes funcionado na nova instalação.
5. INSTALAÇÃO DE CFTV
5.1. Estas especificações referem-se às instruções básicas para instalação de CFTV
Circuito Fechado de Televisão.
5.2. Todo o sistema de CFTV será para uso em regime contínuo, 24 horas por dia, 365
dias por ano.
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5.3. Os equipamentos de CFTV serão novos.
5.4. Nos pontos de PREVISAO serao instaladas apenas as caixas de protecao e os
respectivos suportes para camaras, deixando os cabos lançados.
5.5. Caberá ao construtor instalar todos os equipamentos , cabos, condutos e
acessorios para o CFTV da agencia, entregando o sistema programado e com os
funcionarios da agencia treinados em sua operacao .
5.6. O sistema de CFTV está dividido em três áreas distintas:
1 - Sistema de captação;
2 - Sistema de cabeamento e interligação;
3 - Sistema de gerenciamento e monitoração.
5.6.1.
O sistema de captação é constituído pelas câmeras distribuídas pela
dependência. Serão utilizadas câmeras de vídeo coloridas, tecnologia CCD,
para lente de diâmetro 1/3”, resolução horizontal de 480 linhas, sensibilidade
mínima de 2 lux (F=1,2), compatível com lente tipo auto-íris, saída de vídeo tipo
BNC - 75 ohms.
5.6.2.
As câmeras devem ser à prova de choque e vibração, para uso interno, com
suportes de fixação articulados para direcionamento do campo visual. As
câmeras serão fixas, instaladas conforme projeto.
5.6.3.
Os suportes devem ser metálicos, em aço galvanizado, pintados na cor da
caixa de proteção da câmera, com pintura eletrostática, para ajuste manual
(mecânico) com deslocamento de 360º na horizontal e 90º na vertical.
5.6.4.
As câmeras deverão ser numeradas seqüencialmente, conforme projeto,
estando de acordo com a numeração de saída do seletor de gerenciamento
(DVR).
5.6.5.
As câmeras terão lentes do tipo auto-íris e lentes com distancia focal fixa
conforme indicado em projeto. O posicionamento de cada tipo está definido na
prancha de desenho do projeto. Serão utilizadas caixas de proteção para todas
as câmeras contra poeira, manuseio indevido, etc.
5.6.6.
Cada câmera deve ter o foco e direção ajustados pelo CONSTRUTOR antes
da aceitação do sistema pelo Banco.
5.6.7.
É vedada a instalação de câmeras com sistema de microfone integrado para
captação sonora.
5.6.8.
O projeto indica a posição de câmeras, direção do foco e localização dos
equipamentos.
5.6.9.
Cada câmera deverá ser atendida por cabo de comunicação exclusivo, do tipo
coaxial, impedância característica de 75 ohms, tipo RG59U, desde a câmera
até a sua respectiva entrada no DVR, utilizando conectores BNC.
5.6.10. Cada câmera será alimentada por cabo tipo vinil flex da FICAP, sintenaxflex da
PRYSMIAN ou equivalente de 3x1,0 mm2 (fase+neutro+terra) para
alimentação de energia em 24Vac ou 12 VCC, a partir da fonte instalada no
Rack, padronizando em uma só tensão de acordo com as câmaras existentes.
5.6.11. Todos os cabos, seja de sinal ou de energia, devem ser identificados com o
número da câmera que atende, utilizando-se anilhas numeradas em ambas as
extremidades.
5.6.12. O cabeamento será instalado no interior de sistema eletrodutos de aço
galvanizado e conduletes de alumínio, de acordo com a distribuição e
dimensões dadas em projeto.
5.6.13. O conduto de CFTV é exclusivo para este fim, não devendo ser compartilhada
com outras finalidades.
5.6.14. Toda tubulação deverá ser embutida, totalmente oculta, salvo nos locais
indicados no projeto.
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5.6.15. Não serão admitidas instalações de fixações soltas em hipótese alguma.
5.6.16. O sistema de gerenciamento de imagens será feito através de software com
imagens digitais a serem disponibilizadas pelos DVR’s.
5.6.17. ESPECIFICAÇÃO FUNCIONAL DO DVR (DIGITAL VIDEO RECORDER)
5.6.17.1.
Introdução - O DVR, além de permitir operação independente
“stand alone”, deverá também permitir acesso e conectividade com
centrais de monitoramento remotas, interligadas através de redes LAN,
MAN, WAN e internet, com conexão física direta através de
cabeamento par trançado 100 base T ou linha telefônica convencional
discada ou privativa;
5.6.17.2.
O DVR será do tipo monobloco, para montagem em rack de 19
polegadas, de modelos e tipos padronizados em linha de produção
industrial, de uso corrente e devidamente testado no mercado nacional
e/ou internacional, normalmente utilizados em aplicações idênticas às
pretendidas pelo Banco nas presentes especificações;
5.6.17.3.
Será instalado em salas de telecomunicações (TC), em Rack
de segurança, devendo obedecer às especificações técnicas
operacionais mínimas e as exigências de fornecimento descritas a
seguir:
5.6.17.4.
Descrição Geral - Capacidade de processar e gravar imagens
oriundas de até 16 câmeras independentes (sinal de vídeo NTSC
composto de 1 Vpp em 75 ohms), com saídas BNC terminadas em
“loop”;
5.6.17.5.
Permitir visualizar todos os sinais oriundos das câmeras
(dezesseis) em tempo real, em um único monitor com entrada de vídeo
composto, em tela cheia ou multiplexada em 4, 9 e 16 imagens,
realizando pesquisa de imagens, simultaneamente, sem prejuízo ao
processo de gravação programado (recurso duplex);
5.6.17.6.
Permitir velocidades de visualização de até 480 imagens por
segundo; Permitir velocidades de gravação de até 240 imagens por
segundo;
5.6.17.7.
Gravar com resolução (em pixels) selecionável de 720Hx480V
(máxima), 640Hx 480V (média) e 320x240V (baixa), permitindo
alteração da resolução por câmera individual, evento de alarme ou
programação específica, de forma a permitir aproveitamento maior da
capacidade de gravação do HD, sem prejuízo à disponibilização de
eventuais imagens específicas de elevada resolução;
5.6.17.8.
Permitir programações de gravação de imagens como
seqüenciamento, priorização, separação por grupos, repetição em
ritmos diferentes por câmera, resolução diversa de acordo com câmera
específica assim como ajuste de cor, brilho, contraste e saturação;
5.6.17.9.
Realizar a gravação em formato MPEG 4 ;
5.7. Requisitos Específicos
5.7.1
5.7.2.
Conforme descrição no capítulo “Caracterização e Aplicação”
Itens importantes a serem observados nas instalações:
5.7.2.1. Nas novas instalações, deverá ser adquirido monitor LCD de 15” com
tela plana, padrão NTSC, resolução horizontal mínima de 420 linhas,
para compor conjunto para operação local do DVR, permitindo
verificação e ajuste das câmeras da dependência, assim como rack de
segurança especial (anti-arrombamento) de 19”, altura de 44U, com
dupla chave tetra para abrigar o gravador digital;
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5.7.2.2.
O enxoval completo de equipamentos do sistema CFTV deverá ser
alimentado via no break dupla conversão, instalado dentro do rack.
Devido ao alto custo do sistema CFTV/DVR, no caso de retirada ou
desligamento do No Break para manutenção, o sistema CFTV só
poderá ser conectado à rede elétrica se o circuito de alimentação
estiver protegido através de filtro de linha padrão BB além das
proteções padrões contra surtos nos quadros elétricos de rede local
(TC) e geral da dependência. As fontes transformadoras serão
instaladas em paralelo de forma a manter a continuidade do sistema;
5.7.2.3.
Na interligação futura de DVR's a linhas telefônicas deverão ser
previstos protetores de surto de atuação rápida (gás e tranzorbs)
devidamente aterrados, que garantam proteção adequada às interfaces
e placas de comunicação do equipamento;
5.7.2.4.
“Ao Banco fica assegurado o direito de realização de ensaios
homologatórios dos equipamentos ofertados, em laboratórios
especializados, visando comprovação das características de
desempenho e cumprimento das especificações presentes, tanto na
etapa prévia à contratação como também no recebimento das
instalações,
obrigando-se
os
fornecedores
a
disponibilizar
equipamentos de linha e suporte técnico para tal mister em tempo
hábil, no(s) local (is) indicado(s) pelo Banco”;
5.7.2.5.
Ao CONTRATADO cabe o fornecimento e a instalação de sistema de
CFTV digital e, para tanto, deverá disponibilizar profissionais com
qualificação técnica na equipe instaladora, com engenheiro
responsável técnico, com formação na área de eletrônica ou
telecomunicações, detentor de acervo técnico comprovado em
instalações de sistemas da espécie;
5.7.2.6. Os recursos de captação e gravação de voz pelo sistema CFTV só
poderão ser ativados na rede de dependências obedecidas às
restrições da legislação vigente sobre o assunto e desde que sob
determinação formal da área de segurança do Banco (UGS).
5.8. A instalacao do sistema de CFTV deve ser feita pelo CONTRATADO, através de
profissionais especializados, com experiência comprovada através de exigências
de acervo técnico junto ao CREA. É exigido que a equipe instaladora do
CONTRATADO possua Engenheiro responsável Técnico, detentor de acervo
técnico comprovado em instalações de sistemas de CFTV digital
5.9.
O CONTRATADO deverá apresentar os catálogos originais completos dos
equipamentos, impressos em gráfica e fornecidos pelo fabricante, onde seja
possível constatar claramente o atendimento pleno das especificações do Banco.
5.10. As conexões dos condutores aos componentes elétricos devem ser feitas por
meio de terminais de compressão apropriados. Nas ligações devem ser
empregadas arruelas lisas de pressão ou de segurança (dentadas), além dos
parafusos e/ou porcas e contra porcas, onde aplicáveis. No caso de dois
condutores ligados a um mesmo terminal (ou borne), cada condutor deve ter seu
terminal.
5.11. Será obrigatória a instalação de prensa-cabos em toda passagem de cabos por
furos em caixas, evitando o contato com rebarbas metálicas ou quinas vivas.
5.12. Na junção dos eletrodutos, luvas e conduletes deverão ser tomadas
precauções para evitar rebarbas internas. Em todos os lances de eletroduto deve
ser deixado guia de arame 18 AWG.
5.13. O CONSTRUTOR, no final da execução, deve testar todo o sistema e todos os
seus recursos, com diversas condições de luminosidade, na presença da
fiscalização.
5.14. Caberá ao construtor instalar todos os equipamentos de CFTV projetados na
dependência para as posições indicadas em projeto. O construtor deverá transferir
as câmeras existentes no PAB para o novo posicionamento dos pontos. Os
materiais e equipamentos que não forem reutilizados deverão ser entregues à
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fiscalização.
5.15. Serão utilizadas lentes de diâmetro 1/3”, tipo C (ponto focal a 17,526 mm) ou
CS (ponto focal a 12,5 mm), com distância focal 2.8 mm, 4 mm, 5.8 mm ou 8 mm
ou superior. A distância focal das lentes a serem utilizadas está definida na
prancha de desenho do projeto. Lentes auto-iris serão fornecidas e instaladas
conforme projeto. Projeto.
5.16. Serão instaladas caixas de proteção para todas as câmeras contra poeira,
manuseio indevido, etc.
5.17. Cada câmera deverá ser atendida por cabo de comunicação exclusivo, do tipo
coaxial, impedância característica de 75 ohms, tipo RG59U, desde o DVR na sala
TC, utilizando conectores BNC. Cada cabo deve ser exclusivo, não se admitindo
uso de conexões intermediárias ou derivadores tipo “T”.
5.18. A resistência máxima de cada cabo coaxial, desde o monitor até cada câmera,
deve ser menor que 15 ohms. Se isto não for possível deve ser utilizado cabo com
menor valor de resistência distribuída (tipo RG 6/11)
5.19. O instalador, no final da execução, deve testar todo o sistema e todos os seus
recursos, com diversas condições de luminosidade. Deverá ainda realizar
treinamento com grupo de funcionários da dependência, a ser definido pela
fiscalização.
5.20. O instalador, no final da execução, deve providenciar o projeto “AS BUILT”,
com as devidas correções sobre o projeto original, através do fornecimento de jogo
de cópias e do arquivo eletrônico gerado em CAD. Deverão ser deixados na
Dependência manuais completos de operação de todos os equipamentos do
sistema, em Português.
5.21. Sobre todos os produtos e a execução do CFTV o instalador contratado deve
fornecer garantia mínima de 1 ano. Deverá apresentar certificado de garantia em
nome do Banco do Brasil.
5.22. O “start up” do sistema será feito pelo instalador credenciado pelo fabricante
dos equipamentos de CFTV.
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INSTALAÇÕES ESPECIAIS - 23
SISTEMAS DE SEGURANÇA.
Materiais e equipamentos
1.
S-23.DIV.01
7422 CSL RJ
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS MATERIAIS
1.1.
PRODUTO: CÂMERA DE VÍDEO
1.1.1.
Tipo: câmeras de vídeo policromáticas, tecnologia CCD, sistema
NTSC, para lente de diâmetro 1/3 polegada, aceitando montagem de lente tipo
C ou CS, resolução horizontal mínima de 400 linhas (medidos em laboratório),
relação sinal/ruído mínima de 48 dB, sensibilidade mínima de 2 lux /em F =
1,2/, faixa de controle automático de ganho mínima de 30 dB, sincronismo
interno ou via linha, saída compatível para lente tipo auto-íris, saída de vídeo
tipo BNC - 75 ohms. Na câmera, o sensor de imagem (CCD) deve ter
sensibilidade espectral mínima dentro dos limites: inferior - 400 nm; superior 900 nm. A câmera deve possibilitar a compensação interna às variações da
iluminação através de CCD Íris com ajuste ON/OFF. Além disto, deve ter
compensação de back-light e obturador eletrónico. As câmeras devem ser à
prova de choque e vibração, para uso interno, tensão de alimentação de 24
VAC ou 12 VCC, 60 Hz, com suportes de fixação articulados para
direcionamento do campo visual. As câmeras serão fixas, instaladas conforme
projeto.
1.1.2.
Fabricante: SONY, BURLE, PANASONIC, TOSHIBA, Pelco, HDL ou
equivalente.
1.1.3.
O equipamento deverá possuir certificações UL LISTED, CE ou
certificação oficial equivalente emitida por órgão credenciado no INMETRO,
referente a compatibilidade eletromagnética/emissões eletromagnéticas e
segurança;
1.1.4.
O fornecedor deverá apresentar laudo de ensaios de laboratório
comprovando que o aparelho ofertado ao Banco atende os ítens técnicos
definidos nas presentes especificações. O Banco aceitará laudos oficiais
emitidos por laboratórios de certificação de Universidades, laboratórios de
certificação independentes reconhecidos internacionalmente, laboratórios
credenciados pela ANATEL ou INMETRO, INATEL (Santa Rita do SapucaíMG), UNICAMP (Campinas-SP) e LABELO (Porto Alegre-RS);
1.1.5.
Os equipamentos importados deverão ser entregues ao Banco
acompanhados da quarta via das guias de importação/notas fiscais, onde
esteja claramente caracterizado o mesmo, inclusive com citação do número de
série, comprovando assim o pagamento dos tributos de importação previstos
em lei;
1.1.6.
No caso de equipamentos nacionais, deverá ser apresentada ao Banco
documentação oficial emitida por órgão governamental que permita comprovar
que sua industrialização é realizada no território Brasileiro;
1.1.7.
1.1.8.
PRODUTO: Gravador de Imagens Digital
Tipo: DVR (Digital Video Recorder) com as especificações mínimas
descritas a seguir:
1.1.9.
IAlém de permitir operação independente "stand alone", deve também permitir
acesso e conectividade com centrais de monitoramento remotas, interligadas através
de redes LAN, MAN,WAN e internet, com conexão física direta através de cabeamento
par trançado 100 base T ou linha telefônica convencional discada ou privativa. Será
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
adotada, para esta especificação a seguinte observação: define-se como "stand alone"
os DVRs que podem operar de forma autônoma e autosuficiente, unicamente com os
recursos de hardware e software internos contidos em seu gabinete, com desempenho
pleno e integral de suas funções. Excluem-se deste conceito os DVRs montados com
base em PC, que utilizem sistemas operacionais comuns a microcomputadores
domésticos/comerciais convencionais, não originalmente desenvolvidos em fábrica
para o fim único e específico de atuar como DVR monobloco;
II O aparelho será do tipo monobloco compatível com racks de 19 polegadas, de
modelo e tipo padronizado em linha de produção industrial, de uso corrente e
devidamente testado no mercado nacional e/ou internacional;
III Capacidade de processar e gravar imagens oriundas de até 16 câmeras
independentes(sinal de vídeo NTSC composto de 1 Vpp em 75 ohms), com saídas
BNC terminadas em "loop";
IV Permitir visualizar todos os sinais oriundos das câmeras (dezesseis) em tempo
real, em tela cheia ou multiplexada em 4, 9 e 16 imagens, realizando pesquisa de
imagens, simultâneamente, sem prejuízo ao processo de gravação programado e à
transmissão de informações via rede de comunicação;
V-
Permitir velocidades de visualização de até 480 imagens por segundo;
VI Permitir velocidades de gravação ajustável, de no mínimo, até 240 imagens por
segundo;
VII Gravar com resolução(em pixels) selecionável CIF, 2CIF(ou HALF VGA) e
4CIF(ou VGA), permitindo alteração da resolução por câmera individual ou
alternativamente, por grupo de câmeras (até 4 câmeras no máximo), evento de alarme
ou programação específica, de forma a permitir aproveitamento maior da capacidade
de gravação do HD, sem prejuízo à disponibilização de eventuais imagens específicas
de elevada resolução. Quando programado na condição de resolução máxima, o
equipamento deverá permitir gravar imagens com qualidade mínima de 700x480
pixels(padrão NTSC);
VIII - Permitir programações de visualização de imagens como sequenciamento,
priorização, separação por grupos, repetição em ritmos diferentes por câmera. Assim
como ajuste de cor, brilho, contraste e saturaçao, por câmera individual;
IX -
Realizar a gravação em formato MPEG4;
XPossuir sistema de gravação em disco rígido integrado no monobloco com
capacidade de gravação de no mínimo 0,96 TB, com possibilidade de ampliação da
capacidade via acréscimo de unidades de armazenamento internas ou externas;
XI Dispor de recursos para melhoria de imagens gravadas no que tange à cor,
brilho, contraste e saturação, sem prejuízo ao formato e autenticidade da imagem
original;
XII Permitir identificação de todas as 16 câmeras por título, data e horário, nas
imagens ao vivo e gravadas;
XIII - Permitir ativação e desativação de janelas e ícones de controle apresentáveis
em tela;
XIV - Permitir gravação de imagens nos modos contínuo, time-lapse , programação
horária até 120 dias no mínimo (schedule) , vinculação a evento de alarme via vídeo
deteção (mínimo de 5 zonas de imagem ativáveis) ou por ativação de sensores
discretos dotados de contatos secos de saída;
XV -
Dispor de pré-alarme ajustável de 25 segundos (mínimo), na resolução CIF;
XVI - Dispor de recurso de autenticação digital de imagens/assinatura "marca dágua"
ou dispor de software exclusivo, desenvolvido pelo fabricante, que impeça a edição das
imagens;
XVII - Permitir a operação compatível plenamente com câmeras móveis de alta
velocidade(domus). Dispor de teclado/ controles para programação local;
XVIII - Permitir a busca e pesquisa de imagens por dia, hora, câmera específica e
grupo de câmeras (títulos), assim como o aproveitamento de imagens específicas
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escolhidas via impressão a cores externa e gravação (CD-RW, DVD-RW e disquete
externos), com vinculação a título da imagem(local, dependência), data e hora;
XIX - Permitir operação por rede elétrica monofásica, em 110, 127 e 220 volts, 60
Hz. Alternativamente o fabricante poderá fornecer o equipamento com transformador
isolador de modo a permitir a compatibilização com as tensões;
XX Suportar condições ambientais de temperatura entre 10 e 35 graus centígrados
e umidade relativa entre 15 e 80%(sem condensação);
XXI - Dispor de 16 saídas de vídeo composto NTSC, saída para imagens instantânea
de qualquer uma das 16 câmeras selecionada, saída multiplexada (multi-telas), todas
em conectores BNC, além de saída para monitor VGA;
permitir a transmissão de informações de alarme remotamente;
XXIII - Dispor de registro interno dos eventos ocorridos no equipamento (Log),
acessível ao operador remoto, indicando perda de sinal de vídeo, alarmes e eventos
diversos;
XXIV - Dispor de placa/interfaces para operação em Ethernet (protocolo TCP/IP) em
redes 10 e 100 Base T;
XXV - O equipamento deverá permitir o acesso, operação e configuração completas,
remotamente;
XXVI - Permitir transmissão de imagens via rede em velocidades de até 24 imagens
por segundo, com recurso de gerenciamento de limite de banda utilizável, de forma a
permitir limitar o impacto da transmissão sobre outros serviços de transmissão de
dados.Alternativamente ao recurso de gerenciamento de limite de banda, poderá o
fabricante dispor de equipamento que permita, no local de instalação do DVR, a
programação da velocidade de transmissão dos dados pela rede;
XXVII - Deverá ser fornecido termo de compromisso, assinado pelo fabricante,
obrigando-se a entregar ao Banco do Brasil os recursos de programação API do
equipamento adquiridos, no prazo máximo de 15 dias corridos a contar da data de
formalização do pedido do banco. Este compromisso terá validade de 10 anos a contar
da data do contrato de fornecimento firmado pelo banco;
XXVIII - Deverá dispor de aplicativo para acesso remoto via rede local ou internet,
assim como acesso local com mínimo de 2 níveis de senha de acesso, cada um destes
níveis com múltiplas senhas;
XXIX - Permitir operação contínua e automática dentro de programação estabelecida
(7 dias por semana x 24 horas por dia) não assistida, ou seja, dispensando
necessidade de operadores locais ou remotos em ações rotineiras, devendo possuir
funções automáticas de auto-teste e reativação automática em caso de paralisação do
funcionamento por falta de energia, comunicação ou outras anormalidades temporárias
que ocorram no aparelho nas instalações;
XXX - O equipamento deverá apresentar funcionamento estável, com imunidade a
travamentos ou bloqueios de qualquer espécie, mesmo quando submetido a falhas de
comunicação, energia, surtos de energia da rede ou na operação normal do
equipamento, variações de temperatura e umidade próprias das diversas regiões do
país, devendo recuperar a operação automaticamente, nas configurações
anteriormente programadas, após cessada a causa da paralisação;
XXXII - O equipamento deverá possuir certificações UL LISTED, CE ou certificação
oficial equivalente emitida por órgão credenciado no INMETRO, referente a
compatibilidade eletromagnética/emissões eletromagnéticas e segurança;
XXXIII - O fornecedor deverá apresentar laudo de ensaios de laboratório comprovando
que o DVR ofertado ao Banco atende os ítens técnicos definidos nas presentes
especificações. O Banco aceitará laudos oficiais emitidos por laboratórios de
certificação de Universidades, laboratórios de certificação independentes reconhecidos
internacionalmente, laboratórios credenciados pela ANATEL ou INMETRO, INATEL
(Santa Rita do Sapucaí-MG), UNICAMP (Campinas-SP) e LABELO (Porto Alegre-RS);
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XXXIV - Os equipamentos importados deverão ser entregues ao Banco acompanhados
da quarta via das guias de importação/notas fiscais, onde esteja claramente
caracterizado o mesmo, inclusive com citação do número de série, comprovando assim
o pagamento dos tributos de importação previstos em lei;
XXXV - No caso de equipamentos nacionais, deverá ser apresentada ao Banco
documentação oficial emitida por órgão governamental que permita comprovar que sua
industrialização é realizada no território Brasileiro;
XXII -
Dispor, no mínimo, de 8 entradas físicas para alarme além de
XXXVI - O equipamento deverá ser produzido e integrado por fabricante específico e
instalado por empresa credenciada pelo mesmo, com responsabilidade no
fornecimento de peças de reposição pelo prazo estabelecido pela legislação nacional
em vigor;
XXXVII - Serão fornecidos ao Banco, pelo fabricante/fornecedor, todos os softwares de
gerenciamento, operação local e comunicação remota do DVR, com licenças que
permitam a utilização de até 4 usuários remotos, para todos os equipamentos
adquiridos;
XXXVIII -O fabricante e/ou instalador autorizado deverão possuir assistência técnica ,
com capacidade de atendimento e reparo dos equipamentos no prazo máximo de 48
horas a contar do registro da chamada pelo Banco, durante todo o período de garantia;
XXXIX - O instalador do equipamento deverá fornecer garantia de 01(hum) ano contra
defeitos nos equipamentos instalados, assim como suporte técnico via telefone pelo
mesmo prazo, a partir do recebimento definitivo da instalação do DVR;
XL - O instalador deverá ministrar curso de operação teórico e prático do equipamento,
com seis horas de duração através de instrutores credenciados pelo fabricante do
DVR, por cada equipamento fornecido, no local da instalação ou em local a ser definido
pelo Banco.
1.1.10.
Fabricantes: DYNACOLOR DG 216, LG LDV-S504 e HDL DVR-16A
480, ou similares cujo laudos de ensaios comprovem atendimento às
especificações do banco.
1.2.
PRODUTO: MONITOR DE VÍDEO
1.2.1.
Tipo: monitor policromático tela plana LCD com entrada VGA, tipo
doméstico, dimensão aproximada de 15 polegadas, sistema NTSC,
resolução horizontal mínima de 400 linhas, com controles frontais de
contraste, brilho, ajuste vertical e horizontal, com sincronismo de todas
as câmeras, padrão EIA policromático.
1.2.2.
Fabricante: SONY, TOSHIBA, AURIA, HITACHI ou similar.
1.3.
PRODUTO: LENTES DIAFRAGMA AUTOMÁTICA (AUTO
ÍRIS)
1.3.1.
Tipo: Lente de diâmetro 1/3”, tipo C (ponto focal a 17,526 mm) ou CS
(ponto focal a 12,5 mm), com distância focal 2.8 mm, 4 mm, 5,8 mm e 8
mm, ou distância focal variável, auto-íris, conforme projeto. Onde
necessário “close” de imagens, admite-se a utilização de lentes de
maior diâmetro com outras distâncias focais que permitam menores
ângulos de cobertura.
1.3.2.
Fabricante: CANON, SONY,
COMPUTAR ou equivalente
1.4.
1.4.1.
BURLE,
PANASONIC,
TOSHIBA,
PRODUTO: SUPORTES E ACESSÓRIOS PARA CÂMERA
Tipo: Suportes metálicos para câmeras, em ferro galvanizado, pintura
eletrostática na cor das caixas de proteção das câmeras, com ajuste
manual (mecânico) com deslocamento de 360° na horizontal e 90° na
vertical.
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1.4.2.
Tipo: Caixa de proteção para câmeras contra poeira e manuseio
indevido.
1.4.3.
Fabricante: 2RM ou equivalente
1.5.
PRODUTO: CABO COAXIAL
1.5.1.
Tipo: impedância característica de 75 ohms, tipo RG59U celular, RG6 e
RG11, com respectivos conectores BNC nas extremidades, para
interligação das câmeras e monitores ao DVR.
1.5.2.
Fabricante: PRYSMIAN ou equivalente
1.6.
PRODUTO: CABO DE COMUNICAÇÃO
1.6.1.
Tipo: cabo de pares de cobre trançados, não blindado, fios sólidos,
Categoria 5e, para uma freqüência de operação igual ou superior a 100
MHz, impedância característica 100 ohms, para taxas de transmissão
de até 622 Mbps, testados com a tecnologia power sum, com 4 pares
ou com 25 pares, conforme projeto.
1.6.2.
Fabricante: FURUKAWA ou equivalente.
1.6.3.
1.11.3. Aplicação: Sistema de alarme .
1.7.
PRODUTO: CONDUTORES DE ENERGIA
1.7.1.
Tipo 1: Cabo tipo Cordplast 3 x 1,0 mm² .
1.7.2.
Tipo 2: Cabos de cobre eletrolítico, flexíveis (encordoamento classe 4)
com isolação de PVC não propagante à chama ou de gases tóxicos,
classe de isolação 450/750 V, seção nominal de acordo com projeto.
1.7.3.
Aplicação:
1.7.4.
Fabricante: FICAP, ALCOA ou equivalente
1.8.
Tipo 1: Circuitos alimentação das câmeras de CFTV
Tipo 2: Alimentação da sirene do sistema de alarme.
PRODUTO: ELETRODUTO METÁLICO COM ACESSÓRIOS
1.8.1.
Tipo: eletroduto de ferro galvanizado tipo leve, em barra de 3 metros,
com luvas e curvas de raio longo (raio igual ou superior a dez vezes o
seu diâmetro interno).
1.8.2.
Fabricante: THOMEU, APOLLO, TUPY ou equivalente.
1.8.3.
Aplicação: constituição de infra-estrutura de tubulações embutidas ou
aparentes para passagem de cabos de energia, em locais onde é
necessária a blindagem dos cabos ou proteção mecânica extra.
1.9.
PRODUTO: BUCHAS, ARRUELAS E BOXES
1.9.1.
Tipo: acessórios para eletrodutos fabricados em liga metálica.
1.9.2.
Fabricante: WETZEL, MOFERCO ou equivalente
1.9.3.
Aplicação: para terminação de eletrodutos em caixas, calhas e
suportes diversos
1.10.
PRODUTO: ACESSÓRIOS DE FIXAÇÃO PARA DUTOS
1.10.1. Tipo: Tirantes, vergalhões, abraçadeiras e suspensões em ferro
galvanizado.
1.10.2. Fabricante: MEGA-APOIO ou equivalente
1.11.
Aplicação: Suporte e fixação de eletrodutos
1.12.
PRODUTO: CAIXA DE PASSAGEM
1.12.1. Tipo: em chapa metálica, dimensões indicadas em projeto, conforme a
aplicação.
1.12.2. Fabricante: CEMAR ou equivalente.
1.12.3. Tipo: em alumínio fundido, com tampa vedada à prova d’água e
detritos, dimensões indicadas em projeto, conforme a aplicação.
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1.12.4. Fabricante: WETZEL ou equivalente.
1.12.5. Aplicação: para passagem de cabos.
1.13.
PRODUTO: CONDULETES
1.13.1. Tipo: em alumínio fundido, tipo E,C,LR,LL,LB,T,X,TB, conforme a
aplicação e diâmetro nominal conforme projeto.
1.13.2. Fabricante: WETZEL ou equivalente.
1.13.3. Aplicação: para passagem ou ponto de saída de cabos.
1.14.
PRODUTO: NO BREAK (UPS)
1.14.1. Tipo: No break estático de dupla conversão, true on-le, em gabinete
metálico, F-N-T 127V , saída em 127Vca, potência nominal de 1kVA,
com módulo para funcionamento na configuração de paralelo
redundante e baterias incorporadas para uma autonomia de 75 minutos
com carga de 0,7 KW resistiva pura na saída do inversor, 150 minutos
com carga de 0,35 KW resistiva pura na saída do inversor, para rack
19", conforme especificação;potência nominal de 1kVA, com módulo
para funcionamento na configuração de paralelo redundante e baterias
incorporadas para uma autonomia de 75 minutos com carga de 0,7 KW
resistiva pura na saída do inversor, 150 minutos com carga de 0,35 KW
resistiva pura na saída do inversor, para rack 19", conforme
especificação
1.14.2. Fabricante: UPSONIC, POWERWARE, POWERPLUS, POWERNET e
outros homologados pelo Banco do Brasil,.
1.14.3. Aplicação: No-break instalado dentro de rack de 19 polegadas..
1.15.
1.15.1.
Produto: NO BREAK ESTÁTICO PARA REDE LOCAL
COMUNICAÇÃO
E
CFTV
COM
REGIME
DE
FUNCIONAMENTO CONTÍNUO
Tipo: Estático, de dupla conversão, true on line com as seguintes
características:
Alimentação: F-N-T (127V) ou F-F-N-T (220V) mono ou bifásico;
Tensão nominal da rede elétrica ou grupo gerador 127 ou 220 VCA.
Tolerância da tensão de entrada: /+ ou -/ 15 %.
Tolerância de freqüência: 57 a 63 Hz.
Deve apresentar plena compatibilidade de funcionamento em relação a grupos
geradores de uso geral (industriais) com potência igual ou superior a 10 kVA.
Características de saída CA
Potência mínima de saída, via inversor:
Modelo 1: 700 Watts com carga resistiva (COS FI 1,0)
Modelo 2: 1.400 Watts com carga resistiva (COS FI 1,0)
Tensão nominal: 127 ou 220 VCA.
Nº de fases: FFT ou FNT.
Tolerância de freqüência /+ ou -/ 0,5 %.
Forma de onda: senoidal com DHT total menor que 5 %.
Regulação estática /variação de carga de 10 a 100 %/menor ou igual a 2 %.
Regulação dinâmica /degrau de carga de 50 a 100 %/menor que 5 %.
Tempo de recuperação /IEC 686/: 50 ms máximo.
Autonomia mínima na ausência da rede comercial:
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Mod.1 (1KVA) - Deve atender ambas as condições a seguir:
-75 minutos com carga de 0,7 KW resistiva pura na saída do inversor.
-150 minutos com carga de 0,35 KW resistiva pura na saída do inversor.
Mod.2 (2KVA) - Deve atender ambas as condições a seguir:
-60 minutos com carga de 1,4 KW resistiva pura na saída do inversor.
-120 minutos com carga de 0,7 KW resistiva pura na saída do inversor.
Obs.: Para uniformidade dos ensaios de laboratório, deverão ser utilizados
nestes testes vasos automotivos novos de 12 volts, Heliar Free, de 40 Axh, em
ambos os modelos de UPS. As baterias serão dispostas em série, sendo
vedada a configuração serie/paralelo (mista). Os conjuntos de baterias deverão
ser compatíveis com os gabinetes metálicos padrão normalizados.
Numero de tomadas (NEMA): 04.
Capacidade de sobrecarga: 20 % por 10 segundos.
Carga CA:
1.15.2.
Os NO BREAKs, instalados nos ambientes de trabalho das
dependências ou em salas especialmente preparadas para recebê-los,
alimentarão servidores de rede local, modems, roteadores, sistema de CFTV
digital e outros equipamentos de informática com as seguintes características:
1.15.3.
Corrente de pico de partida:100 A (até 03 ciclos) e 150 A (até 1 ciclo),
1.15.4.
Relação entre os valores de pico e eficaz da corrente solicitada: 3
1.15.5.
O equipamento deverá ser submetido à partida de cargas que
provoquem o comportamento transitório descrito nos itens I e II retro, quando
energizadas por fonte CA de tensão de baixa impedância interna (rede elétrica
por exemplo).
1.15.6.
NAO SERÃO ACEITOS equipamentos que, durante a partida das
cargas máximas admissíveis especificadas e também das cargas descritas nos
itens I e II retro, busquem reforço de corrente da rede da concessionária,
através do ramo de BY PASS.
1.15.7.
Nos ensaios e testes de laboratório deverão ser executadas
simulações de partida das cargas I e II retro na saída do inversor, estando a
UPS não alimentada.
1.15.8.
Serão aceitos equipamentos UPS dotados de recursos de suavização
da corrente de partida na saída do inversor, ou seja capazes de compatibilizar
a capacidade de saída da UPS com as cargas que gerem transitórios de
partida superiores a sua capacidade de corrente nominal efetiva.
1.15.9.
Os testes de partida de carga transitória na saída do inversor deverão
ser repetidos tantas vezes quantas necessárias de forma a assegurar que o
ligamento da carga ocorra em diversos valores instantâneos da senóide de
saída do inversor, inclusive nos picos de ambos os semiciclos da onda senoidal
(4,16 e 12,5 mS).
1.15.10.
Condições ambientais de funcionamento:
1.15.11.
Temperatura: 0ºC a 40ºC.
1.15.12.
Umidade relativa, sem condensação: 0 a 90 %.
1.15.13.
1.15.14.
1.15.15.
1.15.16.
Proteções Mínimas:
Contra transientes, na entrada, por TRANZORBS.
Filtro interno EMI / interferência eletromagnética /, isolação entre saída/
entrada maior que 40 dB de 20 a 200 kHz e 65 dB de 200 kHz a 50 MHz.
Proteção contra sobrecargas e curtos-circuitos na saída.
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1.15.17.
Desligamento do inversor por tensão mínima de bateria e retorno
automático a condição de funcionamento normal após normalização da
energia primaria.
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1.15.18.
Comandos Mínimos:
1.15.18.1.
1.15.19.
1.15.20.
1.15.21.
Chave liga / desliga.
Sinalizações Mínimas:
1.15.19.1.
Presença de rede.
1.15.19.2.
Operação pelo by-pass.
1.15.19.3.
Bateria em descarga.
1.15.19.4.
Defeito no equipamento.
Alarmes Sonoros Mínimos:
1.15.20.1.
Bateria em descarga.
1.15.20.2.
Bateria em nível baixo.
1.15.20.3.
Defeito no equipamento.
Especificações complementares:
1.15.21.1.
Devera incorporar chave de by-pass automático.
1.15.21.2.
O carregador deverá ser capaz de operar com baterias
externas tipo chumbo acidas livres de manutenção ou
convencionais, de 40 a 80 AxH. Carregador interno devera ter
capacidade de corrente continua igual ou superior a 7 A.
1.15.21.3.
Não serão admitidos equipamentos que apresentem qualquer
interrupção na tensão de saída do inversor (tempo de comutação)
quando da falta de energia elétrica ou no retorno na mesma,
estando o Equipamento operando dentro da faixa de autonomia
das baterias.
1.15.21.4.
A alimentação da carga deve se dar todo o tempo através do
inversor ou seja, a operação TRUE ON LINE é obrigatória.
Variações de freqüência, surtos, spikes, ou quaisquer transitórios
na alimentação proveniente da rede ou de grupos geradores
ordinários, tipo industrial não poderão ser repassados para a saída
do inversor.
1.15.21.5.
O rendimento global do equipamento, em condições nominais
de funcionamento a plena carga resistiva de 0,7 KW/modelo 1/ ou
1,4 KW /modelo 2/ e em presença da rede elétrica /sem baterias/,
deverá ser maior ou igual a 80 %.
1.15.21.6.
O ruído emitido não deverá ultrapassar 55 dBA, medidos a 1
metro do entorno da UPS, estando o equipamento alimentado pela
rede e em três condições de carga na saída do inversor: A vazio,
50% e 100% da carga nominal do equipamento (resistiva).
1.15.21.7.
O peso do equipamento, sem baterias, não devera superar 20
gramas / Watt de saída, ou seja,14Kg (modelo e 28 kg (modelo
2)).
1.15.21.8.
O equipamento deverá dispor de corretor de fator de potência
na entrada que assegure COSFI igual ou superior a 0,95.
1.15.21.9.
Manuais:
1.15.21.10. Manuais completos, contendo instruções de operação e
manutenção em português.
1.15.22.
Garantia:
A garantia mínima para os equipamentos/banco de baterias será de
no mínimo 01 (um) ano, a partir da data da entrega dos
equipamentos, a contar da aceitação do equipamento pelo Banco.
1.15.23.
Interface com a rede:
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
O equipamento devera possuir interface com rede local padrão RS
232, devendo incluir comando automático de salvamento automático
de arquivos para softwares WIN NT e OS2.
1.15.24.
Referência Técnica:
I – Tectronic modelos TPU1000 / 1 KVA e TPU2000 / 2 KVA,
POWERPLUS, POWERNET ou outros homologados pelo BB.
1.15.25.
Normas e Ensaios:
I - Deverão ser obedecidas, RIGOROSA e PRIORITARIAMENTE, as normas
EB-2175 da ABNT /Associação Brasileira de Normas Técnicas/ para projeto,
construção e testes dos equipamentos objeto destas especificações.
II - A GEPAT / DIPRO promoverá a homologação dos modelos de
equipamentos com base na documentação técnica original fornecida pelos
fabricantes, a saber:
III - Laudos de ensaios de laboratório (IPT, IEE-USP, INATEL ou instituição
reconhecida e aceita pelo Banco), comprovando o atendimento integral das
presentes especificações.
IV - Documentação fotográfica completa produzida pelo laboratório
certificador, a cores, mostrando o aparelho externa e internamente, com os
detalhes: foto dos painéis externos (frontal, lateral, inferior, superior e
traseiro), foto de cada placa eletrônica (ambas as faces), foto dos
componentes discretos principais (filtros de entrada / saída, transformadores,
bancos de capacitores, conjuntos semicondutores de potência / dissipadores,
sistema de ventilação, conectores de baterias, tomadas de saída, conectores
de interface de comunicação, etc.). As fotografias serão realizadas no
laboratório durante a realização dos ensaios para homologação.
V - Catálogos, manuais e diagramas esquemáticos completos dos
equipamentos ensaiados no laboratório, visando caracterizar de forma
completa os modelos de no break efetivamente apresentados para
homologação.
VI – O interessado e o Laboratório contratado para os ensaios deverão
facultar o acesso de até dois observadores do Banco durante a realização
dos testes e medições, permitindo vistoria do equipamento e realização de
fotos adicionais do mesmo pelos observadores.
VII – Os ensaios visam a comprovação de desempenho de produtos
comerciais de linha, sendo vedada a realização de modificações, correções
do projeto dos equipamentos e intervenções do fabricante, durante os
mesmos.
VIII – Uma vez iniciados os ensaios não será permitida a retirada do
equipamento do laboratório até sua conclusão.
IX – A homologação será concedida ao modelo específico do equipamento
ensaiado e não ao fabricante / fornecedor.
X – A comprovação do atendimento das presentes especificações, inclusive o
cumprimento do contido no item II retro, serão obrigatórios em todos os
processos de aquisição de equipamentos NO BREAK destinados a utilização
nas Agências e Órgãos Regionais
Aplicação: Alimentação elétrica do rack de rede local, terminais de caixa,
terminais de auto-atendimento, rack de CFTV.
1.16.
ACESSÓRIOS DE FIXAÇÃO
1.16.1. Tipo: Tirantes, perfilados e braçadeiras.
1.16.2. Fabricante: MEGA, MOPA, SISA ou equivalente.
1.16.3. Aplicação: Suportes de eletrodutos, quadros, eletrocalhas.
1.17.
Produto: TERMINAL DE PRESSÃO PRÉ-ISOLADO
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
1.17.1. Tipo: Terminal tipo anel, espessura 0,81 mm, para cabos em cobre
eletrolítico, revestido de estanho por processo de eletrodeposição
1.17.2. Fabricante: BURNDY, ou equivalente
1.17.3. Aplicação: Terminação de cabos flexíveis na ligação de barramentos,
disjuntores e tomadas.
1.18.
Produto: FITA ISOLANTE
1.18.1. Tipo: SCOTCH N.º 33.
1.18.2. Fabricante: 3M do Brasil Ltda. ou equivalente.
1.18.3. Aplicação: Emendas de fios dos circuitos terminais.
1.19.
Produto: ETIQUETA PARA IDENTIFICAÇÃO DE SUPERFÍCIE
1.19.1. Tipo: Plástica, auto Colante, de alta durabilidade com dimensões
adequadas ao diâmetro do cabo a ser identificado e a quantidade de
caracteres a serem impressos. Etiqueta com 1/3 branco para
impressão e 2/3 incolor para sobreposição e proteção do número
impresso
1.19.2. Fabricante: PANDUIT, BRADY ou equivalente
1.19.3. Aplicação: identificação.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
INSTALAÇÃO DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO - 26
Disposições Gerais
1.
NORMAS
1.1.
A execução das instalações de ar condicionado obedecerá ao disposto nas
normas do Banco do Brasil abaixo, no que for aplicável:
P-26.AAA.01
P-26.CMQ.01
P-26.EQP.01
P-26.EQP.02
P-26.EQP.07
P-26.IDT.01
P-26.INT.02
P-26.INT.04
P-26.PTD.01
P-26.RCB.01
E-IAC.09
E-IAC.16
E-IAC.17
E-IAC.25
E-IAC.26
2.
S-26.AAA.01
02/02
Disposições gerais
Casa de máquinas
Unidades Condicionadoras
Unidades Condensadoras ou divididas remotas
Unidades Ventiladoras
Rede de distribuição
Interligações hidráulicas
Interligações elétricas
Partida, testes, ajustes
Recebimentos
Ventiladores
Rede de Distribuição de Ar
Tubulações Frigorígenas
Dispositivos de Controle
Acessórios Diversos
PRESCRIÇÕES GERAIS
2.1.
Quaisquer modificações nos projetos
previamente à aprovação da Fiscalização.
deverão
ser
submetidas
2.2.
Os serviços em instalações devem obedecer rigorosamente o prescrito em
projeto e nas presentes especificações.
2.3.
Obedecer rigorosamente todas as recomendações do Fabricante para
instalação dos equipamentos, e das especificações e memoriais para
instalação de Ar Condicionado.
2.4.
Mão-de-obra:
2.4.1
A mão-de-obra compreende o fornecimento no local da obra e instalação dos
equipamentos, acessórios, material de isolamento, balanceamentos de ar (e
água, quando aplicável) e testes finais.
2.4.2
Os serviços deverão ser executados por firma especializada em instalações de
condicionamento de ar, sob a responsabilidade de Engenheiro Mecânico (o
Engenheiro Mecânico deverá estar presente na obra diariamente para
acompanhamento dos serviços ) devidamente credenciado e capacitado a
efetuar ajustes de projeto necessários a eventuais compatibilizações com
interferências com outras instalações encontradas no decorrer dos
serviços.
2.4.3
Antes do início das atividades deverá ser enviada ao Banco do Brasil, ART
(Anotação de Responsabilidade Técnica) do Engenheiro Mecânico residente
da CONTRATADA – ítem 2.4.2.
2.4.4
ATENÇÃO: A CONTRATADA deverá atualizar o projeto de ar condicionado
apresentado (execução de desenho As Built), ocorrendo ou não modificações
durante a obra ou se houver conflito entre o projeto e a instalação efetuada, em
meio magnético, Autocad versão 14 (ou compatível com Auto Cad 2000),
entregando o CD-Rom e um (01) jogo de plantas plotadas em papel vegetal.
Alem do “As Built” , deverá ser apresentado o relatório de start up de todos os
equipamentos de AC instalados (novos e reutilizados), sendo para os novos
assinado pelo Fabricante/Representante e Contratada e para os existentes
assinado pela Contratada. Estes serão pré-requisitos para liberação da última
parcela, no recebimento provisório.
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3.
SERVIÇOS A EXECUTAR
3.1.
Fornecimento e instalação dos condicionadores split system de alta capacidade
com condensação a ar remota (10 TR e 20 TR) e split system tipo Hi Wall
(24000 Btu/h), todos indicados nos desenhos de projeto.
Obs.; O condicionador do Auto Atendimento (backup 10 TR) deverá ser
intertravado com o condicionador efetivo do pavimento (20 TR) de forma a não
entrarem em funcionamento simultaneamente. Estes intertravamentos deverão
ser efetuados pelo Instalador de Elétrica, conforme determinações do
Banco do Brasil (e conforme indicações no projeto de elétrica), devendo o
instalador de Ar Condicionado fornecer ao Instalador de Elétrica e a
Fiscalização da Obra todas as informações e/ou diagramas elétricos dos
condicionadores efetivamente fornecidos para efetivação deste serviço.
Quaisquer alterações nos circuitos elétricos das unidade condicionadoras
novas fornecidas e existentes relocadas necessários a efetivação do
intertravamento e viabilidade de utilização dos mesmos deverão ser informadas
pelo instalador de ar condicionado ao Instalador de Elétrica e a Fiscalização da
Obra. Idem para o condicionador backup Sala On Line (24000 Btu/h), o qual
deverá ser devidamente intertravado eletricamente com o condicionador de 20
TR (efetivo) do 2º pavimento.
Os condicionadores efetivos (SS01 – térreo e SS03 – 2º pav.) deverão ter seu
funcionamento limitado ao horário de expediente (9:00 as 18:00 horas), de
segunda a sexta feira, excluindo feriados. O condicionador de backup
(SS02BK) deverá ter seu funcionamento programado para horários alternativos
(18:00 as 22:00), de segunda a domingo, incluindo feriados e das 9:00 as 18:00
também em feriados e finais de semana. O condicionador backup da sala On
Line deverá ser programado para funcionamento das 18:00 as 9:00 horas, de
segunda a domingo, e também das 9:00 as 18:00 horas a contar das 9:00
horas de sábado (e vésperas de feriados) até 9:00 horas de segunda-feira (e
dias úteis subseqüentes a feriados).
Atenção: O instalador de ar condicionado deverá interagir com o instalador de
elétrica (responsável pela execução dos intertravamentos citados) e com a
Fiscalização da Obra de forma a fornecer não só toda a documentação
necessária dos equipamentos fornecidos quanto também executar eventuais
ajustes nos esquemas elétricos destes de forma a adequá-los as
considerações de automação definidas pelo Banco do Brasil.
3.2.
Ajustes de vazões de ar para cada novo condicionador (splits systems de alta
capacidade) fornecido, respeitando as indicações nos desenhos de projeto.
3.3.
Fornecimento e instalação das novas redes de distribuição de ar e elementos
de insuflamento e retorno, além de novas tomadas de ar exterior com filtro
classe G3 - ABNT para as unidades condicionadoras de alta capacidade.
Fechamentos e recomposição de furos após instalação das novas tomadas de
ar exterior deverão ser executadas pelo Construtor Civil.
3.4.
Execução das tubulações de cobre dos condicionadores novos, com
isolamento, utilizando calha de espuma elastomérica (padrão Armaflex)
espessura 12 mm.
3.5.
Dimensionamento, fornecimento, execução e instalação de suportes e fixações
para unidade evaporadora split system nova, ventiladores de exaustão e
admissão de ar exterior, estruturas de suportação de condensadores, dutos,
elementos de insuflamento e retorno, tubulações de cobre e interligações
elétricas.
3.6.
Dimensionamento, fornecimento e execução de todas as interligações elétricas
entre pontos de força novos (fornecidos pelo executor de Instalações Elétricas,
devidamente protegidos, conforme projeto específico) e equipamentos, além de
interligação entre unidades evaporadoras e respectivas unidades
condensadoras.
3.7.
Fornecimento e instalação de calços de neoprene (10x10x2,5cm - Shore 50)
sob as unidades evaporadoras e condensadoras novas (as posições destas
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unidades condensadoras deverão ser confirmadas pela Contratada em
conjunto com a Fiscalização do Banco do Brasil). Não serão admitidos calços
de borracha comum.
Obs.; As bases em alvenaria que venham a ser instaladas sob unidades
condicionadoras (evaporadores e/ou condensadores) deverão ser executadas
pelo Construtor Civil. Sua necessidade deverá ser definida pela Fiscalização da
Obra, não tendo sido consideradas neste projeto.
3.8.
Execução de interligações em PVC rígido dos drenos entre unidades
evaporadoras nas casas de maquinas e ralos em seu interior e execução do
dreno da unidade evaporadora backup da Sala On Line, conforme indicado em
desenho de projeto.
Obs.: Mesmo não indicado em desenho de projeto deverão ser instalados ralo
sifonado e ponto de água no interior das novas casas de máquinas dos
condicionadores, conforme indicados em projetos de arquitetura e hidráulica a
serem solicitados pelo instalador de ar condicionado a Fiscalização da Obra
para devida confirmação no local.
3.9.
Transporte horizontal e vertical de novos equipamentos e materiais gerais até o
local dos serviços.
3.10.
Fornecimento e instalação das novas tubulações de refrigerante e acessórios
para execução das interligações entre unidades evaporadoras e respectivas
unidades condensadoras, de todos os equipamentos novos. Caberá ao
Instalador de ar condicionado os reais dimensionamentos das tubulações de
cobre e execução de sifões em função de determinações do fabricante dos
condicionadores fornecidos relativamente as distâncias finais e posições entre
evaporadores e condensadores (diâmetros e encaminhamentos indicados das
tubulações são orientativos).
3.11.
Instalação de spliters, captores e dampers controladores de vazão onde
indicados em desenho de projeto, cabendo ao Instalador de Ar Condicionado
indicar e posicionar respectivas visitas no forro (caso necessárias, as quais
deverão ser executadas pelo Construtor Civil e/ou Instalador do Forro e
deverão constar nos desenhos “as built” a serem obrigatoriamente fornecidos
pelo Instalador de Ar Condicionado ao término dos serviços) para acesso e
regulagem destes elementos. Somente deverão ser instaladas visitas em
forros não plaqueados.
Obs.: Nos desenhos de projeto está sugerida utilização de tampas de
sonofletores com ø 200mm próximas aos elementos de regulagem. As
visitas efetivas deverão ser definidas em campo em conjunto com a
fiscalização da obra, conforme projeto de arquitetura.
Nota.; Não fazem parte do escopo de projeto da Proar Projetos e Consultoria
Ltda, quaisquer projetos de engenharia civil e/ou cálculos estruturais
necessários ao complemento das instalações de ar condicionado ora projetadas.
Os pesos das unidades condicionadoras (evaporadores e condensadores
sugeridos) e dimensões de furos em paredes foram devidamente repassados ao
escritório de Arquitetura e ao Banco do Brasil cabendo a Calculista Estrutural
contratado pelo Banco do Brasil o qual será responsável pelas devidas
considerações e adequações relativas a execução dos serviços de furações,
reforços estruturais, etc., garantindo a segurança das instalações e usuários.
ATENÇÃO; O instalador de ar condicionado deverá efetuar as ligações de tal
forma (trabalhando em conjunto com o instalador de elétrica) que em caso de
interrupção de energia pela Concessionária todos os equipamentos dos sistemas
de ar condicionado e ventilação que se encontravam em funcionamento quando
da interrupção voltem ao funcionamento normal (modo refrigeração),
automaticamente, quando do restabelecimento da energia essencial.
Esta Especificação Técnica tem por objetivo definir, em conjunto com a Planilha de
Quantitativos e os respectivos Desenhos de Projeto AC 01/03 R0, AC 02/03 R0 e AC
03/03 R0, detalhes das características técnicas dos sistemas de Condicionamento de
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Ar e ventilação a serem instalados nas áreas da Agência Cavaleiros, rua Joaquim da
Silva Murteira, lote 117 quadra 08, Macaé, RJ, de acordo com vistorias locais e projetos
de arquitetura e iluminação atuais fornecidos pelos respectivos projetistas.
Este Caderno de Encargos (REV. 0 - 29/12/2008), a Planilha de Quantitativos
/Custos (REV. 0 - 29/12/2008) e os respectivos desenhos de projeto AC 01/03, AC
02/03 e AC 03/03 (todos REV. 0 de 29/12/2008) são mutuamente complementares,
devendo todos serem considerados na execução efetiva dos serviços.
Importante: Quaisquer materiais e serviços eventualmente não relacionados neste
Caderno de Encargos, na Planilha de Materiais e Custos e/ou nos desenhos de projeto,
os quais sejam efetivamente necessários à perfeita execução dos serviços e
conseqüente perfeita funcionabilidade e segurança das instalações ora projetadas, bem
como materiais de consumo e ferramental, deverão ser considerados pela
CONTRATADA, explicitamente quando da elaboração da PROPOSTA de serviços.
Todos os serviços a serem efetuados deverão atender aos melhores preceitos
segurança e execução de instalações de sistemas de condicionamento de ar e
ventilação mecânica, utilizando sempre materiais e equipamentos de qualidade e
eficiência comprovadas.
Observação: Quaisquer interferências com outras instalações encontradas no
entreforro quando do andamento dos serviços deverão ser sanadas diretamente
no local, com apoio de todos os instaladores envolvidos e da Fiscalização da
Obra. As posições indicadas em desenho de projeto relativas a furações (em laje
e/ou paredes), podem não corresponder exatamente a realidade local devendo o
Instalador de Ar Condicionado compatibilizá-las no local, em função das reais
condições de execução. Todos os furos e passagens de dutos, eletrodutos e
tubulações de refrigerante (e respectivos fechamentos, vedações estanques e
impermeabilizações) deverão ser efetuados pelo Construtor Civil sob orientação
(posições, tamanhos, etc) do Instalador de Ar Condicionado.
Nota: Não são de responsabilidade da firma projetista de ar condicionado
quaisquer serviços e cálculos estruturais e/ou serviços relativos a obras civis,
mesmo relacionadas com a efetiva instalação dos sistemas de condicionamento
de ar e ventilação e instalação de respectivos equipamentos e materiais ora
projetados.
O executor dos serviços de condicionamento de ar e ventilação mecânica deverá
interagir com demais executores (elétrica, hidráulica, esgoto, etc.), arquitetura e
Fiscalização da Obra de forma a definir compatibilizações, adequações e serviços
efetivos. Todos os furos em laje, paredes e divisórias necessários para passagem
tubulações de cobre, eletrodutos, etc, bem como execução de grades e acabamentos
deverão ser executados pelo Instalador de Ar Condicionado, sob supervisão e
orientação do Instalador de Obras Civis, respeitando os horários a serem programados
com a Fiscalização.
Todas as ligações elétricas devem seguir as determinações da Norma ABNT
5410.
A CONTRATADA (no caso de empreitada global) deverá assumir a responsabilidade
total e irrestrita sobre os serviços de seus executores / instaladores (ar condicionado,
obras civis, elétrica, hidráulica, etc) perante a CONTRATANTE, incluindo funcionários,
materiais e equipamentos fornecidos, materiais de consumo, prazos de execução e
garantias de serviços e equipamentos previstos em Proposta de Serviços e respectivo
CONTRATO.
OBJETIVO DAS INSTALAÇÕES
As instalações de condicionamento de ar terão as características necessárias e
suficientes para obtenção e manutenção das condições mínimas aceitáveis para
arrefecimento térmico dos locais supra citados, controlando temperatura e nível de
pureza ambiental necessários. Para efetiva definição dos locais objeto deste projeto de
condicionamento de ar ver desenhos de projeto de ar condicionado AC 01/02, AC
02/02, além de projetos de arquitetura e demais instalações.
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INSTALAÇÃO DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO - 26
Equipamentos
1.
S-26.AAA.01
02/02
NORMAS E CÓDIGOS
Na implantação do sistema em referência deverão ser obedecidas as prescrições da
última edição das seguintes normas e / ou códigos, onde aplicáveis:
ABNT 16401 – 09/2008 - Associação Brasileira de Normas técnicas.
ASHRAE – American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Engineers.
SMACNA – Sheet Metal and Air Conditioning Contractor National Association, Inc.
AMCA – Air Moving & Conditioning Association.
Caderno Geral de Encargos do Banco do Brasil – Edição de 1995
2.
EQUIPAMENTOS (novos)
CONDICIONADORES DE AR
2.1.
TIPO SPLIT SYSTEM DE AMBIENTE (I WALLHHI WALL)
Esta especificação visa definir os equipamentos a serem fornecidos e instalados,
devendo ser utilizada como guia para seleção.
Os equipamentos deverão ser fornecidos de acordo com esta especificação e
características de projeto, não sendo necessariamente aceito em sua forma
"Standard". O Instalador deverá fornecer os equipamentos já devidamente ajustados e
compatibilizado para funcionamento com as características projetadas descritas em
desenho de projeto e neste Caderno de Encargos.
Especial cuidado deverá ser tomado quanto as características elétricas necessárias
(compatíveis com as disponibilidades locais) e características dimensionais (adequadas
aos posicionamentos, pesos e manutenção futura).
Quaisquer divergências entre os equipamentos propostos e os especificados aqui ou
no desenho deverão ser claramente citadas nas propostas de fornecimento.
Deverão ser fornecidas unidades condicionadoras com características e quantidades
descritas nos desenhos de projeto.
Tipo: Condicionador de ar dividido do tipo Split constituído basicamente de unidade
evaporadora aparente para instalação ambiente e unidade condensadora externa com
ventilador axial.
2.1.1. GABINETE
Constituído em painéis em plástico reforçado, encaixados e/ou parafusados
formando uma estrutura monobloco de excelente robustez.
Deverão ser internamente isolados termo acusticamente, com proteção contra
arraste por elastômeros auto-extinguíveis.
2.1.2. EVAPORADOR / CONDENSADOR
Serpentina em tubos de cobre de diâmetro 3/8" com doze aletas por polegada,
em alumínio, expandidas mecanicamente e testadas a pressão de 21,0 kgf/cm².
2.1.3. VENTILADORES
Os ventiladores do evaporador serão em chapa de aço galvanizada, rotor tipo
siroco, e os ventiladores dos condensadores serão do tipo axial com descarga
horizontal frontal, todos balanceados estática e dinamicamente, sustentados a
estrutura do gabinete pôr trilhos de aço, fixados pôr coxins de borracha, obtendose um funcionamento silencioso e isento de vibrações.
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2.1.4. MOTOR ELÉTRICO
Assíncrono, de indução, trifásico, rotor tipo gaiola, quatro pólos, isolamento
classe B, IP - 54.
2.1.5. TRANSMISSÃO
Acoplamento direto.
2.1.6. FILTRO DE AR (característica mínima)
Filtro de nylon eletrostático lavável, e permanente, G1.
Os condicionadores deverão ser fornecidos com válvulas de serviço para em
ambas as linhas de refrigerante.
2.1.7. COMPRESSORES
Do tipo Scroll, de acionamento direto. Carcaça estampada em aço especial,
laminado a quente, bloco e mancal em aço especial, espiral em aço especial.
Motores selecionados para atender as curvas de torque do compressor,
adequados a uma flutuação de mais ou menos 9 % da tensão nominal,
refrigerados pelo próprio fluxo de fluido refrigerante de sucção e protegidos
internamente contra sobrecarga. Baixo nível de ruído mesmo quando submetido
a situações severas.
2.1.8. CIRCUITO FRIGORÍFICO
O circuito frigorífico dos equipamentos será composto de compressor hermético
ou scroll, evaporador e condensador tipo serpentina aletada, provido de registro
na entrada e saída do fluido frigorífico, filtro secador, visor de liquido com
indicador de umidade, válvula de expansão termostática com equalização
externa, distribuidor e capilares. As linhas de liquido, descarga e sucção foram
dimensionadas para manter a velocidade correta para o arraste de óleo de volta
ao compressor.
2.1.9. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA
Termostato de controle, pressostato de alta e baixa pressão, contatores, reles de
sobrecarga, fusíveis de comando, termostato interno no compressor, registro no
condensador e válvulas de serviço com tomada de pressão na entrada e saída
de cada compressor.
2.1.10.
QUADRO ELÉTRICO DE FORÇA E COMANDO
Deverá ser encerrado no próprio gabinete do condicionador de ar um quadro
elétrico contendo todos os dispositivos e acessórios para o controle do
equipamento. Os condicionadores deverão ser fornecidos com Controle Remoto
SEM FIO, e controlador microprocessado programável (diário/semanal/mensal).
Fabricantes admitidos: Hitachi (referência), Carrier, Trane, York ou similar.
Obs.: Em caso de fornecimento de equipamentos diferentes dos sugeridos os
Proponentes deverão respeitar as características técnicas (potência, vazão de
ar, etc) e dimensionais projetadas, sendo de sua responsabilidade quaisquer
ajustes necessários (principalmente elétricos) para efetiva instalação dos
condicionadores propostos.
ATENÇÃO: 1 - As potências definidas em projeto são relativas aos equipamentos
de referência, devendo ser devidamente confirmadas e informadas pela
Contratada a Fiscalização da Obra. Atentar para a obrigatoriedade de apresentar
a Comissão de Licitação, junto a Proposta de Serviços, planilhas de seleção dos
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equipamentos, emitida pelo Fabricante e assinada pelo mesmo. Estas planilhas
serão submetidas a aprovação previa da Fiscalização quando do início dos
serviços. Caso as planilhas de seleção não sejam entregues junto a proposta de
serviços, em caso de fornecimento de equipamentos com potências
SUPERIORES as potências sugeridas, a Contratada arcará com o ônus da
adequação de toda a infra-estrutura elétrica (ponto de força, quadros,
alimentadores, disjuntores e outros), desde os pontos de alimentação, até a
subestação de energia (ou quadro geral) que supre os equipamentos, além de
todo e qualquer problema de mau funcionamento e/ou acidentes decorrentes de
sobre carga elétrica dos equipamentos , em caso de omissão desta informação
necessária. Verificar compatibilidade física para instalação do condensador no
local previsto.
2 – Todos os condicionadores deverão ser fornecidos com correção de fator de
potência quando abaixo do valor definido pelo Banco do Brasil (0,92).
2.2.
CONDICIONADORES SPLIT SYSTEM DE ALTA CAPACIDADE COM
CONDENSAÇÃO A AR REMOTA
Esta especificação visa definir os equipamentos Split System de alta capacidade
a serem fornecidos e instalados, devendo ser utilizada como guia para seleção.
Os equipamentos deverão ser fornecidos de acordo com esta especificação e
características de projeto , não sendo necessariamente aceitos em sua forma
"Standard". O Instalador deverá fornecer os equipamentos já devidamente
ajustados e compatibilizados para funcionamento com as características
projetadas descritas em desenhos de projeto.
Especial cuidado deverá ser tomado quanto as características elétricas
necessárias (compatíveis com as disponibilidades locais) e características
dimensionais (adequadas aos posicionamentos, pesos e manutenção futura).
Quaisquer divergências entre os equipamentos propostos e os especificados
aqui ou no desenho deverão ser claramente citadas nas propostas de
fornecimento.
Deverão ser fornecidas unidades condicionadoras com características e
quantidades descritas nos desenhos de projeto.
2.2.1. GABINETE (Evaporador modulado: ventilador + trocador de calor)
Confeccionados em perfis e chapas de aço, reforçados nas dobras com
tratamento anti-corrosivo. Possuem possuir isolamento térmico interno para
impedir a condensação e ganhos de calor, devendo a parte isolada receber
acabamento liso para que possa ser lavável e que construtivamente não permita
que se danifique o isolamento com a umidade ou por ação mecânica da
limpeza. As juntas e partes removíveis para acesso a manutenção são providas
de guarnições devidamente coladas para evitar infiltrações e vazamentos de ar.
2.2.2. BANDEJA COLETORA DE CONDENSADO
Confeccionada em material lavável, não corrosivo ou tratado contra corrosão.
Possuem caimento acentuado e a tomada do dreno será localizada de forma a
não permitir o acumulo de condensado.
2.2.3. SERPENTINA EVAPORADORA
Feitas de tubos de cobre sem costura, aletados com alumínio ou cobre. A
disposição dos tubos com relação a número de fileiras em profundidade (número
de rows),deverá ser tal que sejam obedecidas as condições do ar na entrada e
na saída da serpentina, especificadas na tabela. A velocidade do ar na face não
excede 2,5 m/s. A serpentina de evaporação de ar foi submetida a um teste de
pressão de 3400 Psig, contra vazamentos.
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2.2.4. SERPENTINA CONDENSADOR
Feita de tubos de cobre sem costura, aletados com alumínio ou cobre, com 8 a
15 aletas por polegada linear. A disposição dos tubos com relação a número de
fileiras em profundidade (número de rows),é tal que sejam obedecidas as
condições do ar na entrada e na saída da serpentina, especificadas na tabela. A
velocidade do ar na face não deve exceder 2,5 m/s. A serpentina de
condensação de ar foi submetida a um teste de pressão de 3400 Psig, contra
vazamentos.
2.2.5. CIRCUITO FRIGORÍGENO
As tubulações frigoríficas foram dimensionados segundo normas ASHRAE e
deverão ser confeccionados em tubo de cobre sem costura tipo “M”.
Condicionadores com capacidade térmica superior a 7.5TR deverão possuir dois
ou mais circuito frigoríficos.
Os equipamentos foram fornecidos com seguintes acessórios, por circuito,
montados em fábrica, a saber:
Visor de liquido com indicador de umidade;
Filtro secador na linha de liquido, com extremidades rosqueadas (cartuchos
selados) ou soldáveis (elemento filtrante recambiável);
Válvula de serviço para bloqueio de linha , leitura de pressão, recolhimento e
carga de gás refrigerante nos seguintes locais:
• Sucção do compressor;
• Descarga do compressor;
• Saída do condensador.
2.2.6. VENTILADORES
Ventilador da unidade evaporadora deverá ser do tipo centrífugo de dupla
aspiração com vazão e pressão estática suficiente, do tipo siroco. Para a
unidade condensadora deverá ser utilizado ventilador axial.
Construídos em chapa aço galvanizado com tratamento anti-corrosivo, os rotores
foram rigorosamente balanceados estaticamente e dinamicamente, apoiados
sobre mancais auto-alinhantes, auto-lubrificantes blindados. São acionados por
motores de indução trifásica, a prova de respingos, 220V, através de polias e
correias (evaporador), sendo a polia motora ajustável e acoplamento direto
(condensador axial). A velocidade de descarga não deverá ser superior a 8.5m/s.
2.2.7. FILTRAGEM DE AR
Fixos e planos, com meio filtrante viscoso ou seco, constituídos de fibra
sintéticas, fibras de vidro, celulose ou feltros. Eficiência mínima 85%,
gravimétrico, conforme norma ASHRAE 52 / “Gravimétrico” ou BS/EM 779,
classificação G3 segundo ABNT.
2.2.8. DISPOSITIVO DE EXPANSÃO
Válvula de expansão termostática ou eletrônica. Admite-se válvula de expansão
termostática com equalização externa.
2.2.9. COMPRESSORES
Do tipo Scroll, de acionamento direto, instalados nas unidades condensadoras.
Carcaça estampada em aço especial, laminado a quente, bloco e mancal em aço
especial, espiral em aço especial. Motores selecionados para atender as curvas
de torque do compressor, adequados a uma flutuação de mais ou menos 9 % da
tensão nominal, refrigerados pelo próprio fluxo de fluido refrigerante de sucção e
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protegidos internamente contra sobrecarga. Baixo nível de ruído mesmo quando
submetido a situações severas.
2.2.10.
PROTEÇÃO / INTERTRAVAMENTOS
A atuação de qualquer proteção do equipamento exigirá a intervenção humana
para reiniciar seu funcionamento. O equipamento foi fornecido com as seguintes
proteções e intertravamentos, montados em fabrica:
• Pressostato de Alta;
• Pressostato de abaixa;
• Termistor interno do compressor
• Relé de sobrecarga acoplado aos contatores de motores trifásicos
• Fusíveis para resistências (no caso de utilização de resistências para
calefação)
• Dispositivos de proteção contra inversão de fase
• Intertravamento elétrico, onde permite o funcionamento do compressor
apos o acionamento do motor do ventilador do condensador.
2.2.11.
QUADRO DE COMANDO
O equipamento deverá ser fornecido com quadro elétrico de comando, a ser
instalado próximo a unidade evaporadora, em local de fácil acesso ao
usuário/funcionário (local a ser definido no local em conjunto com a Fiscalização
da Obra, não indicado em desenho de projeto). Deverá possuir comandos de
ventilar e resfriar e controle da temperatura. O painel de comando deverá ser
microprocessado possibilitando temporização diária e semanal.
2.2.12.
CORREÇÃO DE FATOR DE POTÊNCIA
O equipamento deverá ser fornecido com dispositivo de correção de fator de
potência, intertravado eletricamente a cada compressor, montado em fabrica, de
forma que o valor do fator de potência fique sempre acima de 0.92.
ATENÇÃO: 1 - As potências definidas em projeto são relativas aos equipamentos
de referência, devendo ser devidamente confirmadas e informadas pela
Contratada a Fiscalização da Obra. Atentar para a obrigatoriedade de apresentar
a Comissão de Licitação, junto a Proposta de Serviços, planilhas de seleção dos
equipamentos, emitida pelo Fabricante e assinada pelo mesmo. Estas planilhas
serão submetidas a aprovação previa da Fiscalização quando do início dos
serviços. Caso as planilhas de seleção não sejam entregues junto a proposta de
serviços, em caso de fornecimento de equipamentos com potências
SUPERIORES as potências sugeridas, a Contratada arcará com o ônus da
adequação de toda a infra-estrutura elétrica (ponto de força, quadros,
alimentadores, disjuntores e outros), desde os pontos de alimentação, até a
subestação de energia (ou quadro geral) que supre os equipamentos, além de
todo e qualquer problema de mau funcionamento e/ou acidentes decorrentes de
sobre carga elétrica dos equipamentos , em caso de omissão desta informação
necessária. Verificar compatibilidade física para instalação do condensador no
local previsto.
2 – Todos os condicionadores deverão ser fornecidos com correção de fator de
potência quando abaixo do valor definido pelo Banco do Brasil (0,92).
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
INSTALAÇÃO DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO - 26
Distribuição de Ar
3.
S-26.AAA.01
02/02
REDES DE DISTRIBUIÇÃO DE AR
A presente especificação tem por finalidade definir os requisitos mínimos para
fornecimento, preparação, montagem e testes das rede de dutos de ar condicionado
estando em conformidade com as modificações a serem efetuadas no local.
Os dutos internos não aparentes, de insuflamento (incluindo plenos dos difusores)
deverão ser termicamente isolados externamente com manta de lã de vidro mineral de
38mm de espessura (ref. Isoflex RT-01, densidade 20 Kg/m³), com acabamento
externo em filme de alumínio já aderido à manta de lã de vidro.
A fabricação dos dutos deverá obedecer ao especificado abaixo:
Material: Aço galvanizado
Lado maior:
Chapa
ate 30 cm......................... # 26
de 31 a 75 cm................... # 24
de 76 a 140 cm................. # 22
de 141 a 210 cm............... # 20
Deverão obedecer aos padrões normais de serviço descritos nos manuais
especializados para o caso. As interligações dos dutos convencionais serão por meio
de chavetas "S" ou barras especiais, conforme largura dos mesmos e determinações
da SMACNA.
A fixação do isolamento térmico deverá ser efetuada através de adesivo apropriado,
incombustível, com amarração externa através de fita plástica para embalagem (1/2").
Os arremates externos (junções) entre os trechos de manta deverão ser efetuados com
fita adesiva aluminizada. Deverão ser utilizadas nas arestas dos dutos, sob a fita
plástica, externamente ao isolamento, cantoneiras em chapa galvanizada #26, com
largura de aba nunca inferior a 5 cm, de forma a evitar contato direto da fita com o
isolamento térmico.
Em nenhum momento poderá haver contato não isolado entre os suportes e a chapa
dos dutos. Não serão admitidos dutos suportados e/ou apoiados em outros dutos.
Todos os dutos em que a relação largura /altura exceder a 4 deverão possuir reforço
(externo e/ou interno) apropriado visando evitar deformações.
Deverão ser fornecidas e instaladas todas as redes de dutos de insuflamento de ar
novas, constantes no desenho de projeto, com seus respectivos difusores, registros,
captores, spliters e outros acessórios.
Todos os dutos do tipo convencional, retangulares deverão ser confeccionados em
chapa de aço galvanizada, nas bitolas definidas pela ABNT 16401, de acordo com a
maior dimensão da seção transversal dos trechos.
Todas as interligações de dutos aos equipamentos (condicionadores), deverão ser
novas e devidamente executadas em chapa de aço galvanizado, com fechamento em
lona crua de 16 onças.
Atenção: Os fechamentos em lona deverão ser confeccionados com ambas as
extremidades possuindo colarinhos em chapa galvanizada de forma a serem
devidamente fixados nos equipamentos e dutos através de parafusos ou rebites. Não
será admita a fixação da lona diretamente aos equipamentos e dutos por colagem ou
qualquer outro artifício não condizente com os padrões das instalações.
Os dutos serão fixados a estrutura do prédio (laje de teto), sendo utilizadas
suportações, conforme previsto em planta de projeto (detalhe de suportação de dutos sem escala), devidamente dimensionadas, executadas, fornecidas e instaladas pela
Contratada.
Para difusores e grelhas com utilização de caixa pleno deverão ser utilizados dutos
flexíveis isolados termicamente com manta de lã de vidro espessura 1”, diâmetros
(conforme quadro indicativo em desenho de projeto) de acordo com as respectivas
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vazões de insuflamento. A suportação dos mesmos deverá ser executada pela
Contratada, sem que haja prejuízo da seção circular dos dutos, utilizando suportes
(preferencialmente fita metálica perfurada Walsywa largura ½”, bucha e parafusos) a
cada metro linear ou menos, quando assim justificar. Não serão aceitos dutos flexiveis
e caixas pleno sem suportações ou apoiados em forro ou outras instalações.
Será de responsabilidade do Contratado o dimensionamento, execução, fornecimento e
instalação dos suportes garantindo a devida segurança nas instalações. O Contratado
poderá efetuar outro tipo de fixação dos dutos desde que não concorde com o tipo
sugerido em desenho, conferindo a devida segurança a rede de dutos quanto ao peso
de seu conjunto. Neste caso, o Contratado deverá definir, previamente, perante a
fiscalização o tipo de suportes a serem utilizados antes da execução dos mesmos. Os
dutos flexíveis e caixas pleno dos difusores deverão ser suportados na laje de teto, de
forma a não ficarem “pendentes” ou soltos no entreforro.
As fixações de dutos deverão guardar um espaçamento máximo de 2,0 metros, quando
o peso do conjunto o permitir, utilizando buchas ou chumbadores adequados.
Não serão admitidos dutos suportados e/ou apoiados no forro ou em outros dutos,
tubos, calhas ou qualquer outra instalação existente no entreforro. Toda a suportação
de dutos será de responsabilidade (dimensionamento e execução) da Contratada.
Elementos de Distribuição e Regulagem (difusores, grelhas, spliters, captores,
registros, etc.)
* Todos os elementos de distribuição de ar serão em alumínio anodizado na cor
natural, exceto os instalados na área de público do Auto Atendimento, os quais deverão
ser pintados na cor branca ou outra cor definida pela arquitetura e/ou Fiscalização da
Obra.
* Para detalhe dos difusores e respectivas caixas pleno ver desenhos de projeto.
* Todas as divisões de dutos deverão possuir "Spliters" reguláveis, com o respectivo
quadrante e borboleta externos para possibilitar o acesso.
* Ramais de dutos convencionais (retangulares) deverão ser dotados de captores,
conforme indicado em desenho de projeto.
Dampers de Regulagem
Todos os registros (dampers) de regulagem de vazão (quando aplicáveis - ver
desenho de projeto) deverão ser do tipo lâminas opostas, controle manual, quando não
especificado em contrário.
Acessórios
Mesmo quando não indicado em desenho de projeto, todas as curvas e joelhos de
dutos convencionais retangulares deverão possuir veios defletores internos segundo as
Normas recomendadas anteriormente. Deverão ser fabricados e montados todos os
acessórios necessários e suficientes para o perfeito funcionamento da instalação,
exigidos ou não no projeto.
Todos os pendurais, braçadeiras e suportes deverão ser confeccionados em aço, ou
barras roscadas, e pintados com tinta protetora, anti-corrosiva e fixados diretamente na
laje de teto. Nos pontos onde forem detectadas vibrações, os dutos deverão ser
providos de apoios de borracha.
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INSTALAÇÃO DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO - 26
Interligações Elétricas
4.
S-26.AAA.01
02/02
INTERLIGAÇÕES ELÉTRICAS
Obs.: Todas as ligações elétricas deverão obedecer a Norma NBR 5410.
4.1.
INTERLIGAÇÕES ELÉTRICAS
Deverão ser dimensionadas e executadas todas as interligações elétricas de
força, comando e controle entre os condicionadores e os respectivos pontos de
força existentes, e entre unidades evaporadoras e respectivos condensadores,
necessárias ao perfeito funcionamento dos equipamentos.
4.2.
CABOS
Os cabos deverão ser flexíveis com isolamento em PVC 70 °C e classe 750 V.
Para interligações de força a bitola mínima admissível por cabo é de 2.5 mm².
Para interligações de controle será admitida a utilização de cabos com bitola
mínima de 1.5 mm².
4.3.
ELETRODUTOS
Os eletrodutos deverão ser ferro galvanizado.
As interligações elétricas com equipamentos passíveis de vibrações deverão ser
executadas com eletrodutos flexíveis do tipo Seal Tube.
4.4.
CAIXAS DE PASSAGEM
Deverão ser de alumínio fundido com tampas removíveis.
4.5.
OBSERVAÇÕES
1 - Nas ligações dos cabos aos Quadros Elétricos devem ser utilizados
conectores apropriados e terminais identificados por anilhas.
2 - Todas as interligações elétricas necessárias entre os pontos de força
(existentes e/ou novos ajustados e/ou fornecidos pela pelo Instalador de Elétrica)
e as unidades condicionadoras, ventiladores, entre condensadores e
evaporadores e seus respectivos painéis de comando remoto ambiente deverão
ser dimensionadas, fornecidas e executadas pela Contratada.
3 – Intertravamentos dos condicionadores com QCA (fornecimento do instalador
de elétrica, conforme projeto elétrico específico) deverão ser executados pelo
Instalador de Elétrica. O instalador de Ar Condicionado deverá atender a
qualquer solicitação do Instalador de Elétrica relativa a fornecimento de
esquemas elétricos dos condicionadores e quadros elétricos dos equipamentos
de ar condicionado e ventilação fornecidos. Quaisquer adequações necessárias
solicitadas pelo Instalador de Elétrica deverão ser viabilizadas e executadas pelo
Instalador de Ar Condicionado, de acordo com orientações do fabricantes dos
equipamentos fornecidos, sem prejuízo a garantia dos mesmos.
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INSTALAÇÃO DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO - 26
Linhas de Refrigerante
5.
S-26.AAA.01
02/02
LINHAS DE REFRIGERANTE
A interligação entre os compressores e a serpentina do evaporador / condensador
deverá ser efetuada através de tubos de cobre rígido, paredes 1/16”, sendo uma linha
de sucção ou descarga e outra de líquido, com diâmetros nominais conforme desenho.
Obs.:Os diâmetros indicados nos desenhos de projeto são orientativos,
devendo ser confirmados pelo instalador em função dos reais
posicionamentos relativos (evaporadores / condensadores) no local, de
acordo com orientação do Fabricante dos equipamentos.
Por medida de segurança a linha de descarga (caso exista) deverá ser isolada com
espuma elastomérica esp. 12 mm ref. Armaflex nos trechos internos passíveis de
contato humano. Todas as tubulações de linhas de líquido deverão ser isoladas
com o mesmo material, aparentes ou não. O conjunto de tubulações isoladas deverá
ser envolvido por fita plástica (branca ou azul) para acabamento..
Para fixação dos tubos de cobre deverão ser usadas braçadeiras galvanizadas,
Walsywa do tipo "B", com bitola de acordo com o diâmetro dos mesmos, mantendo um
espaçamento mínimo de 5 cm entre os tubos. Entre as braçadeiras e os tubos deverá
ser utilizada juntas de borracha 2 mm de espessura com o objetivo de reduzir as
vibrações transmitidas à estrutura. Os furos para passagem de tubulações de cobre e
respectivos enclausuramentos e impermeabilizações em áreas externas deverão ser
efetuados pela Contratada, mantendo as características do projeto arquitetônico e em
conformidade com determinações da Fiscalização da Obra.
Após a conclusão dos serviços, os sistemas deverão ser limpos e testados a uma
pressão mínima de 400 psig, utilizando nitrogênio líquido, bem como submetê-los a um
vácuo de 250 mícrons de Hg. Não existindo umidade e impurezas nas linhas, completar
ou recarregar o sistema com gás refrigerante adequado.
Deverão ser previstos os seguintes cuidados na construção das linhas de descarga de
gás:
a. Sifão simples na saída do evaporador;
b. Sifão duplo nos trechos verticais a cada 3 m de desnível;
c. Sifão invertido com dimensão superior à altura do condensador na entrado do
mesmo.
Atenção: observar recomendações do Fabricante
fornecidos com relação a execução dos sifões.
dos
condicionadores
Inclinação de 10 mm a cada 2 m nos trechos horizontais em direção aos sifões de
entrada do condensador e saída do evaporador. Deverão ser utilizadas curvas de raio
longo
Na execução dos serviços deverá ser utilizada solda apropriada e fluxo de nitrogênio.
O vácuo deverá ser medido com vacuômetro eletrônico não sendo aceita a utilização
do manifold para este fim.
O filtro secador não deverá ficar exposto à atmosfera mais que 15 minutos, caso isto
ocorra o mesmo deverá ser descartado.
OBSERVAÇÃO: Após a limpeza do circuito frigorígeno e um funcionamento em
teste de no mínimo 12 horas, todos os filtros secadores deverão ser substituídos
pela Contratada.
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INSTALAÇÃO DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO - 26
Generalidades
6.
S-26.AAA.01
02/02
RECEBIMENTO DOS SERVIÇOS
6.1.
TESTE GERAL PARA ENTREGA DA INSTALAÇÃO:
Ainda que tenham sido realizados testes parcelados com resultados dentro do
contrato, proceder-se-á a um teste geral de toda a instalação em pleno
funcionamento antes da sua entrega.
No decurso desse teste, que se prolongará pelo tempo necessário de
funcionamento ininterrupto a plena carga por 15 (quinze) dias para se avaliar o
real desempenho de todos os componentes da instalação serão feitas:
a. Verificação de que todos os equipamentos e componentes principais tem
placa de identificação com designação igual a que consta do Contrato e dos
Manuais;
b. Medição de níveis de ruído, vibrações, temperaturas, umidades, pressões,
vazões, velocidades e consumos elétricos que devem estar de acordo com os
valores lidos no decurso dos testes preliminares ou com as especificações;
c. Análise do desempenho dos sistemas de comando, proteção, controle e
sinalização.
d. Elaboração de uma planilha com todos os valores aprovados como de
operação normal para servir com padrão em futura verificação das condições
de operação.
6.2.
CONDIÇÕES PARA OS TESTES:
Caso os equipamentos ou a instrumentação necessária para os testes não
estejam prontos ou disponíveis na data dos testes, estes serão repetidos as
expensas da CONTRATADA.
6.3.
CONDIÇÕES DE APROVAÇÃO:
Os resultados das inspeções e testes preliminares, intercalares ou finais,
merecerão aprovação sempre que satisfaçam as características e valores
mencionados nos projetos e especificações do projeto, que fazem parte
integrante do contrato, conforme preenchidos pelo fornecedor na época da
proposta.
Previamente ao Recebimento Definitivo, deverão ser entregues todos os projetos
de ar condicionado atualizado (As Built) das dependências onde houve
desinstalações e/ou instalações de equipamentos.
É exigência mínima para que a FISCALIZAÇÃO proceda ao recebimento de
cada instalação, que a CONTRATADA disponha dos seguintes equipamentos e
instrumentos, aferidos no local dos serviços:
a.
Alicate amperímetro;
b.
Termômetro eletrônico, com 3 termopares;
c.
Psicrômetro;
d.
Anemômetro.
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INSTALAÇÃO DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO - 26
Considerações Gerais
7.
S-26.AAA.01
02/02
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Todas as dúvidas relativas a furações, recomposições, enclausuramentos, etc, deverão
ser elucidadas perante a Fiscalização do Banco do Brasil, levando-se em consideração
esta Especificação (Caderno Geral de Encargos parte IV), Planilha de Quantitativos,
desenhos de projeto de condicionamento de ar além de levantamentos locais a serem
efetuados pela Contratada, bem como todos os demais projetos envolvidos, incluindo
arquitetura.
O transporte horizontal e vertical dos novos equipamentos até os respectivos locais de
instalação previstos deverá ser efetuado pela Contratada, devendo ser devidamente
comunicado a Fiscalização para as providências locais. Caso seja necessária a
desmontagem e remontagem dos equipamentos para o devido transporte vertical e/ou
horizontal este serviço deverá ser integralmente efetuado pela Contratada sem prejuízo
no funcionamento e garantia dos mesmos. Caberá ao instalador de Ar Condicionado
definir o transporte dos equipamentos mediante vistorias locais de forma a viabilizá-lo
em função das disponibilidades locais e considerações da Fiscalização da obra.
Os pesos e as potências dos equipamentos novos efetivamente fornecidos deverão
ser REPASSADOS (informados por escrito) a Fiscalização da Obra tão logo sejam
definidos pela Contratada, antes de encomendá-los, preferencialmente indicados na
Proposta de Fornecimento (Planilha de Quantitativos e Custos), visando verificar a
devida compatibilidade elétrica e estrutural para instalação dos mesmos. Para todos os
equipamentos propostos a serem fornecidos deverão ser encaminhados à Fiscalização
catálogos técnicos e planilhas de seleção dos equipamentos, em papel timbrado do
Fabricante / Fornecedor, devidamente assinado, como forma de comprovar o
atendimento mínimo das especificações técnicas e dimensionais previstas neste
Caderno de Encargos e desenhos de projeto. Os dimensionamentos de eletrodutos e
cabos elétricos fazem parte do escopo dos serviços da Contratada que deverá
equalizar a sua execução com suas equipes. Cabe a Fiscalização da obra o devido
julgamento dos equipamentos efetivamente fornecidos relatados pelo Proponente
Vencedor, podendo a Fiscalização, inclusive, vetar e/ou exigir substituição de
equipamentos que não atendam as características técnicas indicadas em desenho de
projeto (tanto para mais, em caso de dimensões físicas incompatíveis com local de
instalação, excesso de peso ou potência elétrica elevada, quanto para menos em caso
de insuficiência frigorígena, deficiência de vazão de ar, etc). Em caso de veto pela
Fiscalização a substituição do(s) equipamento(s) deverá ser efetuada sem ônus para a
Contratante e prejuízo no prazo de execução dos serviços. Para evitar transtornos, a
Contratada deverá atentar para as dimensões físicas dos locais de instalação de
equipamentos, bem como atentar para os alimentadores elétricos fornecidos pelo
Instalador de Elétrica nos pontos de força, a fim de compatibilizar os equipamentos a
serem efetivamente instalados.
É OBRIGATÓRIO o preenchimento da Planilha de Quantitativos e Custos anexa ao
Edital, complementando-a com quaisquer informações adicionais solicitadas neste
Caderno de Encargos ou que os Proponentes julguem necessárias. O Banco do Brasil
não se responsabiliza por quantidades. A planilha é orientativa, devendo os
Proponentes confirmarem as quantidades em desenhos de projeto e em vistoria ao
local dos serviços.
A Contratada deverá atender com presteza qualquer solicitação da Contratante de
informações inerentes aos serviços de apoio as instalações de ar condicionado,
mantendo as características do projeto arquitetônico e em conformidade com
determinações da Fiscalização da Obra.
As posições das unidades condensadoras a serem fornecidas, bem como
encaminhamentos e diâmetros de tubulações frigorígenas indicadas em desenhos de
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projeto, são orientativos, devendo a Contratada defini-los oficialmente no local dos
serviços, em conjunto com a Fiscalização da Obra.
Pequenas alterações e/ou adequações no projeto de condicionamento de ar, em
função de interferências encontradas no entreforro no decorrer dos serviços (vigas,
outras instalações, etc) deverão ser efetuadas pela Contratada no local dos serviços,
não alterando as características técnicas originais projetadas. Todas as
compatibilizações e/ou ajustes e alterações efetuadas no decorrer dos serviços
deverão ser submetidas a aprovação da Fiscalização da Obra (incluindo desenhos em
caso de necessidade) e deverão constar OBRIGATORIAMENTE dos desenhos “As
Built” a serem fornecidos pela Contratada ao término dos serviços, sendo estes
desenhos objeto da ultima Medição de Serviços para entrega efetiva da Obra.
Testes e partida de todos os equipamentos novos deverão ser acompanhados pela
Fiscalização da Obra, devendo ser emitidas folhas de partida (fornecidas pelo
Fabricante dos equipamentos novos) assinadas pelo fabricante e pela Contratada
(equipamentos novos) de forma a não invalidar qualquer garantia dos mesmos.
Todas as tubulações de refrigerante para instalação dos novos equipamentos deverão
ser novas, sendo seu dimensionamento efetivo de responsabilidade do Instalador de Ar
Condicionado em função das distâncias reais entre unidades evaporadoras e
respectivos condensadores. Os diâmetros indicados neste projeto são orientativos,
devendo ser efetivamente definidos pelo Instalador de Ar Condicionado conforme
determinações dos fabricantes dos equipamentos novos.
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EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA – 28
Equipamentos de Cozinha
1.
S-28.COZ.01
02/02
NORMAS
Conforme P-28.COZ.01.
2.
BALCÃO DE LANCHE
2.1.
2.2.
2.3.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Material: Granito Cinza Andorinha
2.1.2.
Acabamento: Polido e lustrado em todas as faces visíveis
2.1.3.
Dimensões: Conforme projeto de Arquitetura
2.1.4.
Espessura: 2,0 cm
EXECUÇÃO
2.2.1.
Fixação / Base / apoio: Extremidades semi engastadas nas alvenarias,
apoiado sobre mão francesa metálica intermediária.
2.2.2.
Frontispício: Granito cinza Andorinha, altura 10 cm, polido e lustrado
em todas as faces visíveis.
APLICAÇÃO:
2.3.1.
Copa, (indicação BLC em projeto).
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DIVERSOS – 29
Diversos
1.
S-29.DIV.01
02/02
NORMAS
A execução dos itens diversos obedecerá ao disposto nos manuais fornecidos pelo
Banco do Brasil, no que for aplicável.
2.
CAIXA DE PASSAGEM DE MASSAS METÁLICAS
2.1.
Modelo: Policarbonato, conforme padrão fornecido pelo Banco do Brasil
(anexo).
2.2.
Fabricante: Indústria e Comercio Aranyl Ltda ou equivalente.
3.
CAIXA PARA CHAVE DA PORTA ALTERNATIVA
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1. Tipo: Em chapa metálica pintada, tipo “Quebre o Vidro”
3.1.2. Fechamento: Vidro liso comum, 3 mm
3.2.
4.
APLICAÇÃO: Próximo à eclusa, conforme indicado em projeto.
PELÍCULA ADESIVA JATEADA
4.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1. Tipo: Película jateada
4.1.2. Modelo: Dusted Crystal 7300-51
4.1.3. Fabricante: 3M
4.2.
APLICAÇÃO
4.2.1. Portas e painéis fixos de vidro temperado com indicação Divisória D2,
entre o Atendimento e o Abastecimento.
5.
FITA ADESIVA DE PISO
5.1.
5.2.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.1.1.
Material: Fita plástica vinílica, autocolante, amarela, “471 Scotch” (3M
do Brasil) com 50 mm de largura
5.1.2.
Cor: Preta, conforme padrão BB
5.1.3.
Colocação: com “Primer para fita 471 Scotch”, também da “3M”.
5.1.4.
Fabricante: 3M do Brasil ou equivalente
APLICAÇÃO: Conforme desenhos do Projeto de Arquitetura , obedecida a
distância mínima de 1,20m de face frontal do equipamento (seja no caso dos
terminais de Auto Atendimento, seja dos guichês de caixa).
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6.
PORTA GIRATORIA COM DETECTOR DE METAIS MICRO - PROCESSADO.
A execução das portas giratórias e eclusas obedecerá ao disposto nas normas abaixo,
no que for aplicável:
P-29.POR.01
Porta Giratória Detectora de Metais
6.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
6.1.1.
Dimensões: 1,70X2,00 m;
6.1.2.
Iluminação Interna; Interfone de comunicação;
6.1.3.
Voz Digital; Central Eletrônica com controle de liberação da Porta;
6.1.4.
Chave Liga/ Desliga geral; 110/220 volts;
6.1.5.
Portas Pivotantes de entrada e saída com molas de retorno;
6.1.6.
Teto em Alumínio e MDF; Colunas em aço com pintura eletrostática
6.2.
DETECTOR MICRO-PROCESSADO
6.2.1.
Sistema Micro-processado com grande uniformidade de detecção;
6.2.2.
Display alfanumérico de cristal líquido 16 caracteres x 2 linhas;
6.2.3.
Teclado para acesso às programações;
6.2.4.
Sistema de senha de acesso duplo (usuário e técnico);
6.2.5.
Seleção de freqüências de funcionamento, com 10 canais diferentes;
6.2.6.
Possibilidade de trabalho com vários portais instalados próximos;
6.2.7.
Memória não volátil de programações, 100 diferentes níveis de
sensibilidade;
6.2.8.
Função de desativação do buzzer,; Função trava/destrava pelo painel;
6.2.9.
Registro de eventos de detecções;
6.2.10. Classificação para detecção de metais magnéticos e/ou nãomagnéticos;
6.2.11. Filtros de interferências de campo elétrico gerado por aparelhos;
6.2.12. Imunidade à portadores de marca-passo;
6.2.13. 03 Zonas de Detecção; Auto-Set: Configurações padrão de fábrica
6.2.14. Porta Objetos confeccionado em acrílico;
6.3.
FECHAMENTOS LATERAIS E SUPERIOR
6.3.1.
Estrutura de alumínio anodizado natural;
6.3.2.
Vidro temperado incolor 10mm de espessura;
6.4.
6.4.1.
6.7.1.
GARANTIA
Pelo período mínimo de 01(um) ano, contra defeitos de fabricação.
6.5.
FABRICANTE: Beringhs Eletrônica Ltda
6.6.
FABRICANTES ALTERNATIVOS: Mineoro, Ieco ou MCI,
homologado pelo Banco do Brasil;
6.7.
APLICAÇÃO
No pavimento térreo, entre o Auto atendimento e o Hall de Público.
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DIVERSOS – 29
Sinalização Externa
1.
S-29.EXT.01
02/02
NORMAS
Conforme Manuais de Sinalização Externa, fornecidos pelo Banco.
2.
PÓRTICO DE ACESSO PADRÃO HIGH TECH
2.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1.
Referência: Conforme o Anexo Padrão Visual High Tech
2.1.2.
Estrutura do Pórtico:
2.1.2.1. Material: Chapa Metálica Galvanizada com pintura automotiva,
ref. Tintas Wanda, cor Prata Polar Metálica 97 e acabamento
em verniz semifosco poliuretano bi-componente.
2.1.3.
Prisma:
2.1.3.1. Acabamento: Chapa de policarbonato compacto bobina branco
leitoso, espessura de 2.4 mm, referência GE Lexan SGC -100
Sheet, com aplicação de película CAST Catálogo Translúcidas
3M pela frente (por fora)
2.1.3.2. Película: Yellow (amarelo) ref : 3630-015 / Pantone 108c /
Sultan Blue ( azul ) ref :3630-157
2.1.4.
Fechaduras de Segurança:
2.1.4.1. Botoeira: Instalar botoeira de 18 cm de largura por 10 cm de
altura, conforme previsto na pág. 13 do Manual de
acessibilidade, fornecida com placa de controle, transformador
e placa frontal Fabricante: VBN, (11) 6441 1313, Microsistema
(41) 335 9111, Spider (11) 6947 6868 ou equivalente. A
botoeira deverá ser instalada também voltada para o interior da
sala de auto-atendimento, sendo que esta não deverá estar
interligada ao sistema de limite de horário
2.1.4.2. Fechadura Eletromagnética: Fechadura eletromagnética
dotada de fecho Fabricante: FR 61 - Amelco, ou equivalente;
2.1.5.
Iluminação:
2.1.5.1. Relé Horário e iluminação backlight com lâmpadas
fluorescentes de 40W Phillips (comprimento de acordo com o
tamanho do Pórtico) reator eletrônico partida rápida Phillips
2.1.6.
Sinalização do Pórtico:
2.1.6.1. Condições gerais: O Pórtico de acesso à área de AutoAtendimento deve receber sobre a caixa da botoeira o nome, o
horário de funcionamento e o procedimento para acionamento
do mecanismo de abertura da porta.
2.1.6.2. Características do texto: serigrafado (Silk-screen) sobre uma
placa metálica de 1,5mm de espessura fixada no pórtico por
parafusos auto-atarrachantes. Dimensões: 20cm x 14cm.
2.1.6.3. Texto - Fonte: Arial Negrito, ref. Pantone 444, altura da letra
maiúscula: 1.5cm
2.1.6.4. Texto serigrafado: Ag. Goytacazes - Campos (RJ) - Auto Atendimento de 6:00 h às 22:00 h - Pressione o botão para
entrar. (Obs: O horário de funcionamento deverá ser
confirmado antes da execução do texto serigrafado)
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
2.1.6.5. Sinalização especial: Pictograma e texto em braile para
portadores de deficiência. Ver item adiante
2.2.
Porta de Acesso:
2.2.1.1. Ver Vidraçaria, capítulo S15. conforme retroespecificado.
2.3.
2.4.
EXECUÇÃO
2.3.1.
Recortar a película amarela de modo a deixar vazada a área
correspondente às letras.
2.3.2.
As letras devem então ser recortadas na película azul e coladas nos
seus respectivos locais, deixando uma sobreposição de 1mm entre a
película amarela e azul.
APLICAÇÃO
2.4.1. Pórtico, 3 folhas, de acesso ao Auto Atendimento e Agência.
3.
LETREIRO
3.1.
3.2.
3.3.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1.
Revestimento/ acabamento – tipo 1:
3.1.2.
Chapa metálica #14 com pintura automotiva, cor prata metálico com
verniz bi-componente (wanda)
3.1.3.
Revestimento/ acabamento – tipo 2:
3.1.4.
Chapa metálica #14 com pintura automotiva, cor amarelo ref.
Pantone 108 verniz bi-componente (wanda)
3.1.5.
Assinatura banco do brasil : em letra-caixa de acrílico e iluminação
backlight
3.1.6.
Dimensões: Letreiro de 5800x820mm.
3.1.7.
Iluminação lateral tipo backlight com placas curvas de policarbonato
leitoso.
OBSERVAÇÕES
3.2.1.
Caberá ao CONSTRUTOR revisar detalhamento do letreiro e do seu
sistema de fixação. Para tanto, deverá se guiar pelos padrões de
sinalização externa fornecidos pelo Banco do Brasil, no que se refere
a cores, tipologia, logomarca etc.
3.2.2.
Caberá, ao CONSTRUTOR, conferir a interligação elétrica para
alimentação do letreiro, devendo apresentar esquema elétrico para
prévia aprovação pela Fiscalização.
FABRICANTES
Signs Brasil (11) 6146-1565
Império (11) 3227-1227
Regina (14) 3366-1566
Evidência (11)3858 5700 / 3857 9772
4.
GRAFEMA
4.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1. Modelo: Vinil adesivo cor cinza ref. 3M Scothcal Série Br 7300 51, ou
equivalente, aplicado
4.1.2. Fabricante: 3M
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
4.2.
APLICAÇÃO: Porta do Auto Atendimento.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
5.
FAIXA ADESIVA DE FACHADA
5.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
5.2.
5.1.1.
Conforme manual de Sinalização de Segurança Patrimonial
5.1.2.
Faixa em fita adesiva ref: Scotchal BR6.300-35 h = 2 cm
5.1.3.
Faixa em vinil adesivo jateado Dusted Cristal 7725-314 h = 6 cm ou
equivalente
5.1.4.
Fonte: Arial negrito, corpo 80, letra maiúscula h=2cm
5.1.5.
Fixação: colado internamente, altura de 120 cm do piso interno
acabado pela parte inferior da faixa
5.1.6.
Fabricante: 3M do Brasil
APLICAÇÃO
5.2.1. Vidro temperado das fachadas voltadas para rua.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
DIVERSOS – 29
Sinalização Visual, Tátil e Sonoro
1.
S-29.INT.01
02/02
NORMAS
Conforme Manual de Sinalização Interna, Manual de Segurança Patrimonial, Manual de
Segurança do Trabalho e Manual de Acessibilidade do Banco do Brasil, anexos ao final
do Caderno e, NBR 9050/2004.
Os adesivos, placas e faixas serão confeccionados rigorosamente de acordo com as
especificações de materiais, cores, acabamentos e dimensões descritos no manual.
Antes da aquisição das placas, faixas e adesivos o CONSTRUTOR deverá apresentar
amostras para apreciação e aprovação da Fiscalização e confirmar com o gerente da
agência os dizeres de cada uma.
2.
SINALIZAÇÂO VISUAL DE AMBIENTES - PICTOGRAMAS
2.1.
PADRÃO HIGH-TECH
2.1.1. Material: acrílico ou vidro
2.1.2. Espessura: 8 mm
2.1.3. Fixação: pino metálico cromado afastador para acrílico
2.1.4. Dimensões: 20x20 cm e 30x20 cm (sanitários acessíveis), conforme
anexo Sinalização Interna BB e Manual de Acessibilidade BB
2.2.
APLICAÇÃO: Devem ser aplicados exclusivamente nas portas, em seu eixo
vertical, com a base na altura de 1,40 m do piso. Deverão ser instalados
pictogramas com símbolo internacional de acesso para as portas dos sanitários
acessíveis (ver manual de acessilidade, página 8).
3.
ADESIVOS SIMBOLO INTERNACIONAL DE ACESSO
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3.1.1. Material: Vinil Adesivo
3.1.2. Cor: Branco (pictograma) e fundo Azul – referência cromática pantone
2925C
3.1.3. Fabricante: 3M
3.1.4. Dimensões: 10cm x 10cm
3.2.
APLICAÇÃO: Esta sinalização deverá ser afixada em local visível ao público
nos seguintes locais (quando acessíveis) conforme indicado em projeto de
arquitetura e anexo manual de acessibilidade BB
3.2.1. No nicho do terminal de auto-atendimento acessível
3.2.2. Balcão cliente acessível
3.2.3. Porta de acesso alternativo à PGDM
3.2.4. Mesa de atendimento acessível prioritário
3.2.5. Guichê de caixa acessível
3.2.6. Sanitários acessíveis
3.2.7. Cadeira de espera (longarinas).
3.2.8. Obs: O símbolo internacional de acesso deverá ser sempre
representado conforme a norma (cores azul e branco, voltado para
direita – pag 7 do Manual de Acessibilidade).
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
4.
SINALIZAÇÃO VISUAL E TÁTIL DE AMBIENTES – PLACAS DE PAREDE
4.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
4.1.1. Material: Placa em acrílico ou policarbonato transparente, espessura
de 6 mm, adesivada pelo verso com adesivo vinílico jateado,
referencia cromática 3M SCOTHCAL BR7300-314, com substratos
contendo informação com texto indicativo em relevo e texto em Braile
4.1.2. Substratos:
4.1.2.1. Texto – Fonte Arial 99 (25 mm) sempre em maiúsculas,
aplicadas com relevo de 1 mm, em PVC cinza escuro e bordas
chanfradas
4.1.2.2. Braille – Fonte BrailleKiama (Braille), sempre em minúsculas,
fonte 27 (altura 7,4 mm), executada em chapa metálica na cor
alumínio natural ou em PVC cinza claro
4.1.3. Dimensões:
4.1.3.1. Sinalização de ambientes: 21x10 cm
4.1.3.2. Escadas: 10x10 cm, sendo o texto na fonte Arial 200 (5 cm)
4.1.4. Fixação: parafusos com diâmetro de 10 ou 12 mm, com acabamento
em botões cromados para esconder os parafusos. Os furos sob os
botões devem ter a dimensão compatível com os parafusos de
fixação
4.1.5. Obs: Conforme páginas 10 e 11 do Manual de Acessibilidade BB
4.2.
APLICAÇÃO
4.2.1. Ambientes: Deverá sempre ser aplicada na parede lateral à porta de
acesso ao ambiente sinalizado, com sua base localizada entre 90 cm
e 110 cm do piso acabado e, a 15 cm do umbral da porta. A aplicação
deve ser realizada na parede correspondente ao lado da maçaneta
da porta;
4.2.2. Escadas: aplicado na parede da escada, alinhada com a sinalização
tátil do corrimão;
4.2.3. OBS.: Sinalização visual e tátil em portas conforme NBR 9050/2004
item 5.10 e quando indicado em projeto.
5.
SINALIZAÇÃO TÁTIL NO BATENTE
5.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
5.1.1.
Material: Placa de metal contendo informação com texto indicativo em
Braile
5.1.2.
Substratos:
5.1.2.1. Braille – pictograma em relevo de 1 mm, executado em PVC,
aplicado abaixo dos textos visuais, fonte BrailleKiama (Braille),
sempre em minúsculas, fonte 27 (altura 7,4 mm)
5.1.3.
Dimensões:
5.1.3.1. 1,3 x 6 cm
5.1.4.
Fixação: Colado contra o batente.
5.1.5.
A sinalização tátil (em braile ou texto em relevo) deverá ser instalada
nos batentes ou superfície adjacente (parede, divisória ou painel), no
lado onde estiver a maçaneta, a uma altura entre 0,90 m e 1,10 m.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
5.2.
APLICAÇÃO
5.2.1.
6.
Conforme Manual de Acessibilidade. Na sinalização das portas das
instalações sanitárias reformadas.
SINALIZAÇÃO INTERNA - PLACAS E ADESIVOS
6.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
6.1.1. Tipo: Conforme Manual de Sinalização Interna, padronizado pelo
Banco do Brasil.
6.2.
6.2.1.
EXECUÇÃO
Fornecer e instalar adesivos, placas e faixas confeccionados
rigorosamente de acordo com as especificações de materiais, cores,
acabamentos e dimensões, descritos nos anexos.
6.3.
APLICAÇÃO:
exemplos:
conforme
projeto
de
arquitetura,
alguns
6.3.1. Adesivos diversos (CPMM, escudo, cofre...)
6.3.2. Carenagem especial no Auto-atendimento
6.3.3. Placas com pictograma de segurança (extintores, hidrante, saída..)
6.3.4. Placas aéreas informativas
6.3.5. Placas de acesso restrito
6.3.6. Placas de sala on line
6.3.7. Placas de numeração de guichês
6.3.8. Placas de numeração e nomes de mesa de atendimento
7.
SINALIZAÇÃO VISUAL E TÁTIL NO ACESSO
7.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
7.1.1. Material: Placa em acrílico ou policarbonato transparente, espessura
de 6 mm, adesivado pelo verso com película de vinil jateada,
referencia cromática 3M SCOTHCAL BR7300-314, com substratos
contendo informação com texto indicativo em relevo e texto em Braile
7.1.2. Substratos:
7.1.2.1. Texto – em relevo de 1 mm, executado em PVC, pantone 287
(azul BB), fonte Arial 60 (16 mm) sempre em maiúsculas
7.1.2.2. Braille – pictograma em relevo de 1 mm, executado em PVC,
aplicado abaixo dos textos visuais, fonte BrailleKiama (Braille),
sempre em minúsculas, fonte 27 (altura 7,4 mm)
7.1.3. Dimensões:
7.1.3.1. 18 x 42 cm (placa externa)
7.1.3.2. 18 x 28 cm (placa interna)
7.1.4. Fixação:
7.1.4.1. No pórtico: com parafusos cromados contra o pórtico, acima da
botoeira externa e interna
7.1.4.2. Na vidraçaria (nos casos onde não exista pórtico): colado
contra o vidro. Neste caso, o adesivo jateado deve ser aplicado
pelo lado interno da vidraçaria, escondendo as marcas de cola
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
7.2.
APLICAÇÃO
7.2.1. No pórtico de acesso ao auto-atendimento, na altura de 114 cm (do
piso à base) para adaptações e, na altura de 90 cm (do piso à base)
em reforma ou instalações
7.2.2. Na vidraçaria, nos casos onde não exista pórtico, na altura de 125 cm
do topo à base
7.2.3. Conforme Manual de Acessibilidade. Os nomes das Agências e horário
de atendimento deverão ser escritos em braille e verificados por
ocasião das obras.
8.
SINALIZAÇÂO TÁTIL DE CORRIMÃO
8.1.
SINALIZAÇÂO EM BRAILE
8.1.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
8.1.1.1. Material: aço
8.1.1.2. Dimensões: 60 X 13 mm
8.1.1.3. Espessura: 0,4mm
8.1.1.4. Acabamento: Inoxidável escovado
8.1.1.5. Caracteres em Braille, com 7,4 mm de altura informando sobre
os pavimentos no início e no final dos corrimãos
8.1.1.6. Instalação: fixados com adesivo 3M de alta qualidade.
8.2.
9.
APLICAÇÃO: Placas a serem instaladas no início e no final das
escadas fixas e rampas.
ANEL DE TEXTURA
9.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
9.1.1. Material: Borracha
9.1.2. Dimensões: largura no mínimo 2cm
9.1.3. Espessura: 2cm
9.1.4. Cor: Preta
9.1.5. Instalação: fixados com adesivo 3M de alta qualidade
9.2.
10.
SINALIZAÇÃO VISUAL DE DEGRAUS
10.1.
11.
APLICAÇÃO: A ser instalado 1m antes das extremidades do
corrimão das rampas e escadas fixas.
Todo degrau ou escada deve ter sinalização visual na borda do
piso, em adesivo em cor contrastante com a do acabamento,
medindo entre 0,02 m e 0,03 m de largura. Essa sinalização
pode estar restrita à projeção dos corrimãos laterais, com no
mínimo 0,20 m de extensão, localizada conforme item 5.13 da
NBR 9050/2004.
BOTOEIRA
Conforme NBR 9050/2004, manual de sinalização interna e manual de acessibilidade
do Banco do Brasil, anexos ao final do caderno.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
12.
12.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
12.2.
Tipo: Botoeira tipo soco, com grau de proteção ip65;
12.3.
Fornecedor: Steck (referência s-q1m4n), Siemens, VBN ou
similar;
12.4.
Quantidade: 01 (um) para cada sanitário acessível;
12.5.
Aplicação: Instalação nos sanitários para pessoas portadoras
de necessidades especiais, próximo às bacias sanitárias a 40
cm do piso, conforme indicado em projeto. Essa botoeira
disparará uma campainha no suporte administrativo da
Agência. Nos sanitários de deficientes existentes, esse
dispositivo também deverá ser instalado.
12.6.
OBSERVAÇÃO: Junto à botoeira deverá constar a seguinte
inscrição: acione em caso de emergência (atentar para
formatação padrão).
ALARME SONORO
Os alarmes deverão ser fornecidos e instalados rigorosamente de acordo com as
especificações de materiais, cores, acabamentos e dimensões descritos na norma e
nos manuais.
Antes da aquisição dos alarmes de sinalização o construtor deverá apresentar
amostras para apreciação e aprovação da fiscalização
13.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
13.1.1. Tipo: Indicador sonoro com sinalização visual acoplado;
13.1.2. Características do alarme sonoro: ter intensidade e freqüência entre
500 hz e 3.000 hz;
13.1.3. Freqüência: Variável alternadamente entre som grave e agudo, se o
ambiente tiver muitos obstáculos sonoros (colunas ou vedos);
13.1.4. Intermitência: de 1 a 3 vezes por segundo;
13.1.5. Intensidade: de no mínimo 15 dba superior ao ruído médio do local ou
5 dba acima do ruído máximo do local;
13.1.6. Cor: preta.
13.1.7. Garantir que não haja inscrição da palavra de incêndio ou fire no corpo
do dispositivo sonoro.
13.1.8. Características da sinalização visual: aparência intermitente;
13.1.9. Luz em xenônio de efeito estroboscópico ou equivalente;
13.1.10. Intensidade: mínima de 75 candelas;
13.1.11. Taxa de flash entre 1 hz e 5 hz;
13.1.12. Ser instalados a uma altura superior a 2,20 m acima do piso, ou 0,15 m
inferior em relação ao teto mais baixo;
13.1.13. Ser instalados a uma distância máxima de 15 m; podem ser instalados
um espaçamento maior até o máximo de 30m, quando não houver
obstrução visual.
13.1.14. Fornecedor: Bosh (modelo das24), Siemens, BVN ou similar;
13.1.15. Quantidade: 01 (um) para cada sanitário acessível;
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
13.1.16. OBSERVAÇÃO: Recomenda-se adotar em ambientes internos valores
entre 35 dba e 40 dba e em ambientes externos, valores entre 60 dba
a 80 dba, sendo recomendado utilizar o valor de 60 dba.
13.2.
APLICAÇÃO
13.2.1. Instalar no suporte.
BANCO DO BRASIL S/A – CSL RIO DE JANEIRO RJ – TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
LIMPEZA E VERIFICAÇÃO FINAL - 30
Condições e Normas
1.
NORMAS
1.1.
A execução da limpeza e verificação final obedecerá ao disposto nas normas
abaixo, no que for aplicável :
P-30.AAA.01
1.2.
2.
4.
Condições e Normas
Observar na “Verificação Final” - item 2 , do “Procedimento” o disposto na NBR
5675:1980. “Recebimento de Serviços e Obras de Engenharia”(NB-597/1977).
CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
2.1.
Na hipótese de os serviços apresentarem qualquer deficiência, o
CONSTRUTOR providenciará no sentido de saná-la. Caso tal não ocorra, o
PROPRIETÁRIO
efetuará
as
correções
necessárias
através
da
FISCALIZAÇÃO, correndo todas as despesas por conta do CONSTRUTOR.
2.2.
O CONSTRUTOR diligenciará, também, no sentido de que, 24 (vinte e quatro)
horas antes da inauguração, o edifício da Dependência apresente-se
impecavelmente limpo, conforme disposto nos “Procedimentos” de cada
serviço.
PRODECIMENTOS DE LIMPEZA
4.1.
Entulho: Remover diariamente todo entulho proveniente da reforma.
4.2.
Ao final de cada jornada de trabalho deverá ser efetuada limpeza geral da área
afetada, de forma a permitir a continuidade e o perfeito andamento da obra no
dia seguinte.
4.3.
Ao final da obra, executar criteriosa limpeza de todas as áreas afetadas pela
reforma, de forma a permitir o uso imediato de todas as partes do prédio, seus
equipamentos e instalações, em especial:
4.4.
5.
S-30.AAA.01
12/97
4.3.1.
Manchas de tinta em vidros, esquadrias e pisos;
4.3.2.
Remoção total de pó;
4.3.3.
Restos de argamassas e colas em pisos, alvenarias, vidros, louças, etc;
4.3.4.
Limpeza de portas, janelas, ferragens, etc;
4.3.5.
Outras não descritas acima, que impeçam o uso imediato do prédio.
Observações: Qualquer pendência relativa à limpeza acima descrita impedirá o
recebimento provisório da obra.
APLICAÇÃO
5.1.
Em toda a área sob reforma, inclusive a cobertura, conforme Projeto de
Arquitetura.
======================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
======================================================================================
ANEXO 04
========================================================================
CADERNO GERAL DE ENCARGOS (CGE)
========================================================================
A SER ADQUIRIDO PELOS LICITANTES
BANCO DO BRASIL
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
ANEXO 05
ORÇAMENTO ESTIMADO DO BANCO
Agência Cavaleiros Macaé RJ
Item
01
02
SERVIÇOS
Unidade
IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO
1 Administração da obra (pequeno porte)
2 Alimentação, Transportes e Fretes
3 Equipamentos de proteção individual e segurança (10 homens)
4 Ferramentas leves do canteiro de obras
5 Placa de obra
6 Tapume Tipo 1
7 Demolições - Retiradas
1
Demolição de base de concreto
2
Luminárias (sem reaproveitamento)
3
Retirar elementos desativados dos pontos elétricos
MOVIMENTO DE TERRA
04
FUNDAÇÕES
Radier de Concreto estrutural dosado em central, fck 30 Mpa e Aço CA 50B
1 10mm (por ATM)
06
ALVENARIA
1 Alvenaria com tijolo maciço 19,0 x 9,0 x 5,7 cm
2 Alvenaria com tijolo cerâmico furado 9,0 x 14,0 x 28,0 cm
1,00
1,00
7,00
1500,00
450,00
150,00
1500,00
450,00
1050,00
mês
Vb/mês
mês
mês
un
m²
3,00
3,00
3,00
3,00
1,00
60,00
7000,00
3000,00
1100,00
500,00
650,00
29,62
21000,00
9000,00
3300,00
1500,00
650,00
1777,20
m3
vb
vb
2,00
1,00
1,00
200,00
300,00
250,00
400,00
300,00
250,00
38.177,20
7.200,00
unidade
6,00
1200,00
7.200,00
0,00
1.287,60
m2
m2
4,50
64,00
28,71
18,10
129,20
1158,40
0,00
COBERTURA
08
IMPERMEA BILIZAÇÃO
1 Impermeabilizante Igol 2 (contrapiso + 30 cm parede)
unidade
12,00
23,95
287,40
TRATAMENTO TERMO-ACÚSTICO
1 Placas Painel Ultracustic – T Thermax, 1250x625mm
m2
15,00
53,62
804,30
m2
550,00
13,80
7.590,00
m2
ml
260,00
64,40
60,00
4,31
15.600,00
277,73
m2
265,00
75,00
19.875,00
m2
m2
ml
ml
ml
ml
ml
ml
m2
10,00
12,00
64,00
355,00
12,00
25,50
16,50
54,25
230,00
78,00
84,65
4,31
22,50
22,50
25,20
20,83
20,83
46,48
780,00
1.015,80
276,00
7.987,50
270,00
642,60
343,75
1.130,21
10.690,40
REVESTIMENTO
1 Chapisco argamassa pré-fabricada
2 Emboço com argamassa pré-fabricada
3 Reboco desempenado liso, com argamassa cimento/areia
m2
m2
m2
130,00
130,00
130,00
3,69
9,57
10,89
479,90
1.244,10
1.415,77
DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS
1 Divisória de gesso acartonado, piso a teto, com estrutura metálica interna
m2
28,00
71,30
1.996,40
Divisória naval, mod. divilux 35 (eucatex), com miolo kraft, com revestimento
2 laminado tipo "formidur bp plus" cinza cristal , com vidros 4mm montados com
perfis de aluminio anodizado. painel cego/vidro/cego, h= piso a teto
m2
9,00
75,00
675,00
Divisória naval, mod. divilux 35 (eucatex), com miolo kraft, com revestimento
laminado tipo "formidur bp plus" cinza cristal . painel cego/cego, h= piso a teto
m2
137,10
65,00
8.911,50
Porta de Divisória naval, divilux 35 (eucatex), com miolo kraft, com revestimento
4 laminado tipo "formidur bp plus" cinza cristal e perfis de aluminio anodizado.
painel cego 80cmx210cm
unidade
7,00
75,00
525,00
m2
8,00
372,00
2.976,00
10
287,40
804,30
PAVIMENTAÇÃO
Contrapiso regularização de base com argamassa 1:4, esp= 2,5cm, com aditivo
1
impermeabilizante
2 Carpete Berber Point 920 cor Azure
3 Rodapé de madeira 7x2cm
Piso de Granito cinza Andorinha 40x40cm espessura 2,0 cm, assentado com
4 arg. mista de cimento, cal hidratada e areia traço 1:1:4, e=2,5 cm
5 Manta vinílica linhaToro EL, cor ref. 119 (Cinza Claro)
6 Laminado melaninico PP-65 (Cinza Claro)
7 Rodapé de madeira 7x2cm
8 Rodapé de granito cinza Andorinha 7x2cm e=2cm
9 Soleira de granito cinza Andorinha e=2cm
10 Soleira de granito preto e=2cm
11 Pavimentação podotátil de alerta
12 Pavimentação podotátil direcional
13 Pavimentação bloco intertravado
11
12
3
13
66.478,98
3.139,76
44.612,23
Divisória Suspensa para box sanitário, com montantes de alumínio e ferragens
(painéis, portas e prateleiras) em TS 10mm da NEOCON
Divisória para fechamento de caixas, com revestimento de laminado office gray
7 ref. pp-25 (pertech), h=130cm e e=8cm
m2
1,40
147,81
206,93
8 Forro de gesso acartonado liso
9 Piso elevado industrial 60 x 60 pronto para revestimento
m2
m2
552,00
22,00
45,00
203,70
24.840,00
4.481,40
un
2,00
295,57
591,14
un
7,00
419,00
2.933,00
un
1,00
324,00
324,00
un
1,00
356,54
356,54
5 Fornecimento e instalação de balcão medindo 1.80 x0.60x0.70 m, com ferragens. unidade
1,00
1.200,00
1.200,00
6 Fornecimento e instalação de balcão medindo 1.80 x0.40x0.70 m, com ferragens. unidade
1,00
1.080,00
1.080,00
6
24/04/2009
vb
vb
prancha
07
09
Totais
0,00
03
ESTRUTURA
Valores
Unitário
Parciais
3.000,00
PRELIMINARES
1 Licenças para início da obra e taxas
2 ART - Anotação de Responsabilidade Técnica
3 Emissão de desenhos "AS BUILT"
05
Quant.
CARPINTARIA
Porta interna de madeira, de uma folha com batente, guarnição e ferragem, 0,80
1
x 2,10 m
Porta interna de madeira, de uma folha com batente, guarnição e ferragem e
2
barra de apoio e chapa de proteção, 0,90 x 2,10 m
Porta interna de madeira, de uma folha com batente, guarnição e ferragem, 1,20
3
x 2,10 m
Porta de correr interna, de madeira, de uma folha com batente, guarnição e
4
ferragem , 0,80 x 2,10 m
ANEXOS 05 e 06-08372.xls
7.969,68
Folha 1 / 8
BANCO DO BRASIL
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
Fornecimento e instalação de armario 4 portas medindo 1.00 x0.45x2.25 m, com
8
ferragens.
14
15
16
17
SERRALHARIA
1 Perfil U 1,5x1,5cm -alumínio anodizado natural+ baguete neoprene
2 Mastro - Fornecimento e Instalação
3 Porta de ferro, de segurança, de uma folha com batente, 0,90 x 2,10 m
4 Porta de ferro, 2 folhas, 1,20x2,10m
5 Corrimão em ferro galvanizado com pintura esmalte sintetico
6 Bate-pneu em ferro galvanizado com pintura esmalte sintetico
7 Carenagem para T.A.A., padrão High Tech
8 Divisória para complementação de carenagem para T.A.A., padrão High Tech
9 Caixilho de alumínio anodizado
FERRAGENS
1 Ferragens para porta de vidro temperado +puxador (Dorma)
2 Ferragens para porta de vidro temperado +trilho e roldanas (Dorma)
3 Ferragens para porta de segurança (La Fonte)
4 Ferragens para porta acessivel (barra apoio e placa protetora)
1.485,00
ml
unidade
unidade
unidade
ml
und.
unid
m2
ml
55,00
3,00
1,00
1,00
32,00
13,00
8,00
15,00
25,80
5,17
426,35
469,50
826,45
55,00
75,00
1400,00
290,00
115,00
284,35
1.279,05
469,50
826,45
1.760,00
975,00
11.200,00
4.350,00
2.967,00
conj
conj
conj
conj
5,00
1,00
1,00
3,00
1.178,00
1.549,00
420,00
280,00
5.890,00
1.549,00
420,00
840,00
3,00
2,00
1,00
409,37
409,37
409,37
1.228,11
818,74
409,37
34,80
175,00
6.090,00
9,80
0,00
1.176,00
24.111,35
8.699,00
8.546,22
ml
m2
120,00
Pintura látex PVA cor branco neve, 2 demãos, sem emassamento sobre laje e
forro de gesso acartonado
m2
330,00
9,80
3.234,00
m2
m2
409,00
56,00
15,12
15,12
6.184,08
846,72
ml
80,00
16,00
1.280,00
m2
255,00
3,62
923,10
m2
255,00
1,94
494,70
5
Pintura esmalte sintético , com emassamento – sobre madeira (rodapé, aduelas
e alizares)- 2 demãos
ENCERAMENTO E LUSTRAÇÃO
limpeza e enceramento com enceradeira e cera a base de carnaúba no piso
1 vinilico, de granito e cerâmico
Lustração e polimento com boina polidora acoplada em enceradeira elétrica no
2 piso de granito
129.712,11
ELÉTRICA: ILUMINAÇÃO E TOMADAS
1
Arame guia
2
Bloco autônomo para iluminação de emergência
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
12.720,80
1.417,80
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELECOMUNICAÇÕES
1
24/04/2009
1.485,00
PINTURA
1
Pintura de sancas
1 Pintura látex PVA cor cinza 1273 - P, 2 demãos, sem emassamento (Tapume)
3 Pintura acrilica acetinada, Branco gelo, com emassamento
4 Pintura acrilica acetinada, cor azul ref:8100, com emassamento
19
1,00
VIDRAÇARIA
1 Porta de vidro temperado 90x210 cm
unidade
2 Porta de vidro temperado 90x220 cm
unidade
3 Porta de vidro temperado 110x220 cm
unidade
Painel de vidro temperado 10 mm , incolor, para fixação com perfil "U" e baguete
m2
4 no Auto-atendimento
2
18
unidade
m
un
Sistema de Iluminação de emergência com uma lâmpada fluorescente 6W e
bateria 3 x 1,2V - 4,0Ah.
Cabo de cobre nu 50,0mm²
Cabo de cobre, isolamento 750 V, cordaplast PP, 3x1.5 mm²
Cabo flexível em PVC seção 2,5 mm² - 750V - 70 °C
Cabo flexível em PVC seção 4 mm² - 750V - 70 °C
Cabo flexível em PVC seção 6 mm² - 750V - 70 °C
Cabo isolado em PVC seção 10 mm² - 750V - 70
Cabo isolado em PVC seção 10 mm² - 1000V - 70
Cabo isolado em PVC seção 16 mm² - 750V - 70
Cabo isolado em PVC seção 35 mm² - 750V - 70
Cabo isolado em PVC seção 50 mm² - 1000V - 70
Cabo isolado em PVC seção 70 mm² - 750V - 70
Caixa de inspeção de aterramento em polipropileno e tampa de ferro fundido
carga 100 Kg TEL --552 e 536
Caixa de equipotencialização potências 38 x32x17 cm com barramento
dimensionado TEL 903
Caixa de ferro esmaltado 4 x 2"
Caixa de ferro esmaltado 15 x 15 x 7,5 cm
Caixa de ferro esmaltado 20 x 20 x 8,5 cm
Caixa de ferro esmaltado 30 x 30 x 8,5 cm
Caixa de alumínio fundido com tampa 15 x 15 x 7,5 cm
Caixa de alumínio fundido com tampa 20 x 20 x 8,5 cm
Condulete de alumínio tipo X, com rosca, 20mm (3/4")
Contator de comando manual bipolar 2NA, IN=25A, Tensão de comando
230V~, ref. ES225A, Eletromar-HAGER ou equivalente
Contator de comando manual tripolar 32NA, IN=65A, Tensão de comando
230V~, ref. ES265A, Eletromar-HAGER ou equivalente
Curvas de PVC rígido para eletroduto roscável d= 20 mm (3/4") - 90º/135º
Curvas de PVC rígido para eletroduto roscável d= 25 mm (1") - 90º/135º
Curvas de PVC rígido para eletroduto roscável d= 32 mm (1.1/4") - 90º/135º
Curvas de PVC rígido para eletroduto roscável d= 50 mm (2") - 90º/135º
Curva de aço para eletroduto galvanizado a fogo, Ø 20 mm (3/4") Curva de aço para eletroduto galvanizado a fogo, Ø 25 mm (1") Curva de aço para eletroduto galvanizado a fogo, Ø 40 mm (1 1/2") Curva de aço para eletroduto galvanizado a fogo, Ø 50 mm (2") Disjuntor termomagnético monopolar - 16A - 220V - 10kA IEC 947
Disjuntor termomagnético monopolar - 20A - 220V - 10kA IEC 947
Disjuntor termomagnético monopolar - 25A - 220V - 10kA IEC 947
Disjuntor termomagnético bipolar - 16 A - 220V - 10kA IEC 947
Disjuntor termomagnético bipolar - 20A - 220V - 10kA IEC 947
Disjuntor termomagnético bipolar - 25A - 220V - 10kA IEC 947
Disjuntor termomagnético tripolar - 32A - 220V - 10kA IEC 947
Disjuntor termomagnético tripolar - 50A - 220V - 10kA IEC 947
Disjuntor termomagnético tripolar - 63A, 220/127V, 10kA IEC 947 - curva D
Disjuntor termomagnético tripolar - 80A, 220/127V, 10kA - NEMA - UL
Disjuntor termomagnético tripolar - 100 A, 220/127V, 10kA - NEMA-UL
Disjuntor termomagnético tripolar - 150 A, 220V, 10kA - NEMA - UL
Disjuntor termomagnético tripolar - 200 A, 220V, 10kA - NEMA - UL
Saída horizontal para eletroduto diversos diâmetros
un
m
m
m
m
m
m
m
m
m
m
m
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
pç
48
Eletroduto de PVC Rígido roscável, segundo NBR-6150, classe B, Ø 20 mm
(3/4"x 3m)
pç
49
Eletroduto de PVC Rígido roscável, segundo NBR-6150, classe B, Ø 25 mm
(1"x 3m)
pç
50
Eletroduto de PVC Rígido roscável, segundo NBR-6150, classe B, Ø 32 mm
(1.1/4"x 3m)
pç
51
Eletroduto de PVC Rígido roscável, segundo NBR-6150, classe B, Ø 50 mm
(2"x 3m)
pç
52
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado a fogo, inclusive
conexões, Ø 20 mm (3/4") leve
pç
53
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado a fogo, inclusive
conexões, Ø 25 mm (1") leve
pç
54
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado a fogo, inclusive
conexões, Ø 32 mm (1 1/4") leve
pç
ANEXOS 05 e 06-08372.xls
60,00
18,00
2,00
16,00
300,00
4.100,00
330,00
100,00
60,00
20,00
160,00
40,00
11,00
30,00
3,00
1,00
66,00
4,00
1,00
1,00
9,00
6,00
26,00
1,00
1,00
25,00
6,00
2,00
3,00
60,00
4,00
4,00
3,00
10,00
2,00
2,00
16,00
5,00
2,00
3,00
2,00
1,00
1,00
3,00
1,00
2,00
43,00
49,00
8,00
3,00
4,00
46,00
2,00
6,00
0,54
120,00
32,40
2160,00
72,00
15,60
3,90
1,84
3,51
4,20
6,90
8,02
11,02
15,40
16,10
17,30
144,00
249,60
1170,00
7544,00
1158,30
420,00
414,00
160,40
1763,20
616,00
177,10
519,00
44,65
133,95
159,46
2,30
13,30
15,00
44,00
45,00
65,00
15,70
159,46
151,80
53,20
15,00
44,00
405,00
390,00
408,20
98,00
98,00
160,00
0,55
0,82
1,47
2,78
3,96
4,71
11,17
46,55
11,30
11,30
11,30
15,30
15,30
15,30
38,00
70,00
70,00
88,00
168,75
168,75
225,52
4,20
160,00
13,75
4,92
2,94
8,34
237,60
18,84
44,68
139,65
113,00
22,60
22,60
244,80
76,50
30,60
114,00
140,00
70,00
88,00
506,25
168,75
451,04
180,60
4,52
221,48
7,28
58,24
11,13
33,39
16,20
64,80
13,33
613,18
21,60
43,20
29,83
178,98
Folha 2 / 8
BANCO DO BRASIL
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
55
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado a fogo, inclusive
conexões, Ø 40 mm (1 1/2") leve
pç
56
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado a fogo, inclusive
conexões, Ø 50 mm (2") leve
Interruptor Bipolar com placa - 2P - 10 A - LINHA PIAL PLUS
Interruptor Bipolar 2P - 10 A -Dupla Seção - LINHA PIAL PLUS
Interruptor Bipolar 2P - 10 A - com placa para condulete- LINHA PIAL PLUS
Hastes cobreadas alta camada 254 microns Solda exotérmica
pç
un
un
un
un
un
62
Interruptor (seccionador) bipolar sob carga 220 A (QCI) -20 A -220 V MODELO I 15006 da MERLIN GERIN ou equivalente
un
63
Interruptor (seccionador) bipolar sob carga 220 A (QCA) -32 A -220 V MODELO SB 232 da ELETROMAR ou equivalente
Interruptor diferencial residual 25A - 30mA IEC 1008 e BS EN 61008
Interruptor diferencial residual 30A - 30mA IEC 1008 e BS EN 61008
un
un
un
Luminária de embutir, modelo CAC01-E232VIGRM, com corpo em chapa de
aço fosfatizada e pintada eletrostaticamente, refletor facetado em alumínio
anodizado de alta pureza e refletância e aletas planas em chapa pintada, com
vigia, recuperador e mola V50, com reator e lâmpada 2x32 W, para forro de
gesso.
un
Luminária de embutir, modelo CAC01-E216VIGRM, com corpo em chapa de
aço fosfatizada e pintada eletrostaticamente, refletor facetado em alumínio
anodizado de alta pureza e refletância e aletas planas em chapa pintada, com
vigia, recuperador e mola V50, com reator e lâmpada 2x16 W, para forro de
gesso.
un
68
Luminária à prova de tempo e gases para lâmpada de 100W , instalação
aparente entrada 3/4" IP 54, NEC Classe III, com grade REF IPT26
un
69
Luminária retangular de sobrepor para uma lâmpada vapor metálico elipsoidal
de 150 w - ITAIM A 1XHIE 150 W
un
70
Luminária de sobrepor tipo projetor com foco orientável lâmpada com vapor
metálico 150 W com reator, ignitor e capacitor - ITAIM 1X HIT - CRI 150 W
un
71
Luminária tipo arandela para duas lâmpadas fluorescentes tubolares de 14W ITAIM ARANDELA 2XT16 14 W
un
Spot de embutir com lampada halogena 7W 50 24 modelo 011295 INTERPAM
Perfilado metálico perfurado, 38x38x6000mm a fogo chapa 20
Junção I para Perfilado 38x38
Junção L para Perfilado 38x38
Junção T para Perfilado 38x38
Junção X para Perfilado 38x38
Sapata para Perfilado 38x38
Gancho para perfilado e para luminárias
QCA (Quadro de Comando e Automação), completo conforme padrão BB
un
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
un
81
QCI, para interruptores e passagem , de embutir, 400x400 mm com porta e
tampa articulada
un
82
Placa para condulete de alumínio 4x2" com 01 tomada redonda com placa 2P
+ T universal - 20 A linha PIAL PLUS
un
83
Placa termoplástica 4x2", com uma tomada redonda 2P + T universal - 20 A
linha PIAL PLUS
Prolongador e plugue 2P + T, em linha, com saida axial (MACHO/FEMEA)
Protetor contra sobretensão - 16kA / 250V
Protetor contra sobretensão - 40kA / 250V
un
un
un
un
87
Quadro de Distribuicao de circuitos (QDC-1), REF.: Cemar QDETG - X 44 S
150A - KIT BARRAMENTO TB/BG
un
88
Quadro de Distribuicao de circuitos (QDC-2), REF.: Cemar QDETG - X 44 S
150A - KIT BARRAMENTO TB/BG
un
89
Quadro de Distribuicao de circuitos (QDC-3), REF.: Cemar QDETG - X 24S
150A KIT BARRAMENTO TG BG
un
90
Quadro de Distribuicao de circuitos (QDR-2), REF.: Cemar QDSTG - X 16S
150A KIT BARRAMENTO TB/BG
un
91
Quadro de Distribuicao de circuitos (QFRL), REF.: Cemar QDSTG - X 44S KIT
BARRAMENTO TB/BG
un
92
Quadro de Distribuicao de circuitos (QDAC-1), REF.: Cemar QDSTG - X
24/18 S 150A KIT BARRAMENTO TB/BG
un
93
Quadro de Distribuicao de circuitos (QDAC-1), REF.: Cemar QDSTG - X
24/18 S 150A UL NEMA DIN
un
94
Quadro de Distribuicao de circuitos (QDAC-2), REF.: Cemar QDETG - X 44 S
150A UL NEMA DIN
Célula fotoelétrica Transvoltec 220 V - 20 A
Sensor de presença Bticino CI 200-1 + fonte B230E-P
Tomada com placa 2P + T universal - 20 A linha PIAL PLUS
un
un
un
un
ACESSÓRIOS DE FIXAÇÃO
1
Braçadeira metálica tipo D, 13mm(1/2") a 20mm(3/4")
2
Braçadeira metálica tipo D, 25mm(1") a 32mm(1 1/4")
3
Braçadeira metálica tipo D, 63mm(1 1/2") a 75mm(2")
4
Pino de fixação para vergalhão com rosca d=1/4" aplicado a tiro
5
Vergalhão com rosca total d=1/4"
ELÉTRICA DEDICADA
1
Anel de regulagem para tampa de latão 4x4"
2
Cabo de cobre, isolamento 750 V, cordaplast PP, 3x2.5 mm2
3
Cabo de cobre, isolamento 750 V, cordaplast PP, 3x4 mm2
4
Cabo flexível em PVC seção 2,5 mm2 - 750V - 70 °C
5
Cabo flexível em PVC seção 4 mm2 - 750V - 70 °C
6
Caixa de alumínio 4 x 4" alta para piso
7
Caixa de ferro esmaltado 4 x 4"
8
Caixa de ferro esmaltado 15 x 15 x 7,5 cm
9
Caixa de ferro esmaltado 20 x 20 x 8,5 cm
10
Caixa de alumínio fundido com tampa 15 x 15 x 7,5 cm
11
Caixa de alumínio fundido com tampa 30 x 30 x 8,5 cm
12
Condulete de alumínio tipo X, com rosca, 20 mm (3/4")
13
Condulete de alumínio tipo X, com rosca, 25mm (1")
14
Condulete duplo tipo E com tampa e duas tomadas 2 P + T 20A
15
Conector para eletroduto metálico flexível, dn=3/4"
16
Curva 45 de PVC rígido para eletroduto roscável d= 20 mm (3/4")
17
Curva 45 de PVC rígido para eletroduto roscável d= 25 mm (1")
18
Curva 90 de PVC rígido para eletroduto roscável d= 20 mm (3/4")
19
Curva 90 de PVC rígido para eletroduto roscável d= 25 mm (1")
20
Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 20 mm (3/4") 21
Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 25 mm (1") 22
Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 40 mm (1 1/2") 23
Disjuntor termomagnético monopolar - 16A - 220V - 10kA IEC 947
24
Disjuntor termomagnético monopolar - 25A - 220V - 10kA IEC 947
25
Disjuntor termomagnético tripolar - 63A - 220V - 10kA IEC 947
57
58
59
60
61
64
65
66
67
72
73
74
75
76
77
78
79
80
84
85
86
95
96
97
2
26
24/04/2009
5,00
2,00
1,00
43,51
168,00
21,00
168,00
144,00
11,10
68,11
544,88
68,11
164,11
164,11
340,55
328,22
164,11
164,20
20853,40
12,00
10,00
3,00
4,00
17,00
26,00
30,00
2,00
15,00
12,00
17,00
412,00
1,00
1,00
2,00
34,00
150,00
21,00
3,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
118,00
708,00
91,00
1092,00
94,01
940,10
89,58
268,74
158,20
632,80
69,41
9,72
3,80
3,80
3,80
3,80
4,10
3,90
4000,00
1179,97
252,72
114,00
7,60
57,00
45,60
69,70
1606,80
4000,00
300,00
300,00
28,00
56,00
27,00
15,10
98,54
119,00
918,00
2265,00
2069,34
357,00
839,92
839,92
839,92
839,92
452,00
452,00
350,00
350,00
839,92
839,92
532,00
532,00
532,00
1,00
8,00
19,00
1100,00
21,82
335,00
12,99
1100,00
21,82
2680,00
246,81
un
un
un
un
m
69,00
10,00
15,00
278,00
300,00
3,58
3,71
3,97
6,47
5,30
247,02
37,10
59,55
1798,66
1590,00
un
m
m
m
m
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
un
31,00
16,00
30,00
700,00
680,00
34,00
1,00
1,00
1,00
4,00
1,00
10,00
7,00
3,00
9,00
2,00
2,00
10,00
4,00
4,00
6,00
5,00
15,00
11,00
1,00
2,50
4,10
4,92
1,84
3,51
12,03
3,54
13,30
15,00
45,00
74,58
15,70
23,08
35,62
5,17
0,55
0,82
0,55
0,82
3,96
4,71
11,17
11,30
11,30
70,00
77,50
65,60
147,60
1288,00
2386,80
409,02
3,54
13,30
15,00
180,00
74,58
157,00
161,56
106,86
46,53
1,10
1,64
5,50
3,28
15,84
28,26
55,85
169,50
124,30
70,00
45,00
180,00
32,00
64,00
15,00
30,00
pç
Terminal para eletrocalha 76x38x3000
un
29
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado eletrolítico, inclusive
conexões, Ø 20 mm (3/4") pç
30
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado eletrolítico, inclusive
conexões, Ø 25 mm (1") Eletroduto de PVC rígido roscável, com conexões, ø 3/4"
Eletroduto de PVC rígido roscável, com conexões, ø 1"
Eletroduto de PVC rígido roscável, com conexões, ø 1 1/4"
Eletroduto de PVC rígido roscável, com conexões, ø 1 1/2"
Eletroduto metálico flexível com capa de PVC tipo Seal Tube ø 3/4"
Filtro de linha, conforme especificações
Perfilado com tampa 38x38x3000
pç
pç
pç
pç
pç
m
un
pç
ANEXOS 05 e 06-08372.xls
8,00
241,57
43,51
21,00
21,00
21,00
48,00
3,70
532,00
un
31
32
33
34
35
36
37
8,00
1,00
8,00
3,00
3,00
34,51
6,00
Curva horizontal 45º para eletrocalha 76x38x3000
28
1,00
127,00
Eletrocalha lisa com tampa em alumínio com virola 76x38x3000
27
7,00
1,00
4,00
2,00
2,00
4,00
5,00
81,00
9,00
15,00
18,00
15,00
27,00
2,00
13,33
53,32
21,60
4,52
7,28
11,13
14,14
26,13
108,38
9,72
108,00
366,12
65,52
166,95
254,52
391,95
2926,26
19,44
Folha 3 / 8
BANCO DO BRASIL
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
38
39
Protetor contra sobretensão - 16kA / 250V
Placa cega de aço cromado 4x4"
40
Placa de aço cromado 4x4" com duas tampas tipo unha e com 02 tomadas
2P+T - 20A - 250V, TRANSMOBIL 12.141. PISO
Placa para condulete de alumínio 4x2" com 01 tomada redonda 2P+T - 20A
Rabichos para Nobreak padrão BB
No break estático de dupla conversão, true on-le, em gabinete metálico, F-N-T
127V , saída em 127Vca, potência nominal de 1kVA, com módulo para
funcionamento na configuração de paralelo redundante, padrão BB com banco
de baterias 40Ah
No break estático de dupla conversão, true on-le, em gabinete metálico, F-N-T
127V , saída em 127Vca, potência nominal de 2kVA, com módulo para
funcionamento na configuração de paralelo redundante, padrão BB com banco
de baterias 40Ah
41
42
43
44
2
un
un
un
47,00
4,00
4,00
98,54
12,20
295,62
12,20
12,20
28,00
52,60
573,40
112,00
210,40
3600,00
3600,00
4200,00
8400,00
1,00
un
2,00
un
ACESSÓRIOS DE FIXAÇÃO
1
Braçadeira metáica tipo D, 13mm(1/2") a 20mm(3/4")
2
Braçadeira metálica tipo D, 25mm(1") a 32mm(1 1/4")
3
Braçadeira metálica tipo D, 40mm(1 1/2") a 50mm(2")
un
un
un
16,00
16,00
16,00
3,58
3,71
3,97
57,28
59,36
63,52
CABEAMENTO ESTRUTURADO
1
Anel de regulagem para tampa de latão 4x4"
2
Arame guia
3
Blocos telefônicos e acessórios para ligação
4
Cabo RG6
5
Cabo telefônico CI-50 - 30 pares
6
Cabo telefônico CI-50 - 50 pares
7
Cabos CTP-APL 50 - 30 pares
8
Cabo UTP -cat 5E - 350 Mhz
9
Caixa de alumínio 4 x 4" alta para piso
10
Caixa de ferro esmaltado 4 x 4"
un
m
vb
m
m
m
m
m
un
un
30,00
80,00
1,00
14,00
6,00
2,00
60,00
1.600,00
23,00
1,00
2,50
0,54
380,00
6,28
7,50
9,50
11,20
2,69
12,03
3,54
75,00
43,20
380,00
87,92
45,00
19,00
672,00
4304,00
276,69
3,54
11
Caixa de embutir em parede padrão Telebras, 20 x20 externo (nº 2 A) em
chapa metálica, com fecho e tampa. - CEMAR
pç
12
Caixa de embutir em parede padrão Telebras, 30 x30 externo (nº 2 A) em
chapa metálica, com fecho e tampa. - CEMAR
pç
13
Caixa de embutir em parede padrão Telebras, 40 x40 externo (nº 2 A) em
chapa metálica, com fecho e tampa. - CEMAR
pç
14
Caixa de embutir em parede padrão Telebras, 60 x60 externo (nº 2 A) em
chapa metálica, com fecho e tampa. - CEMAR
pç
15
Caixa de embutir em piso, em liga de alumínio, com tampa anti-derrapante,
dimensões: 15x150x7,5cm
pç
16
Caixa de embutir em piso, em liga de alumínio, com tampa anti-derrapante,
dimensões: 20x20x8,5cm
pç
17
Caixa de passagem de sobrepor, em liga de alumínio, com tampa
antiderrapante 30x30x8,5cm
Certificação de pontos da rede local
Condulete de alumínio tipo X, com rosca, 20 mm (3/4")
Condulete duplo tipo E com tampa e duas tomadas RJ45 (1")
Conector para eletroduto metálico flexível, dn=1"
Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 20 mm (3/4") Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 25 mm (1") Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 40 mm (1 1/2") Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 50 mm (2") Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 65 mm (2 1/2") Eletroduto de PVC rígido roscável, com conexões, Ø 2"
pç
un
un
un
un
un
un
un
un
un
pç
28
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado eletrolítico, inclusive
conexões, Ø 20 mm (3/4") pç
29
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado eletrolítico, inclusive
conexões, Ø 25 mm (1") pç
30
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado eletrolítico, inclusive
conexões, Ø 32 mm (1 1/2") pç
31
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado a fogo, inclusive
conexões, Ø 50 mm (2") pç
32
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado a fogo, inclusive
conexões, Ø 80 mm (2 1/2") pç
33
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado a fogo, inclusive
conexões, Ø 80 mm (3") pç
34
Eletroduto metálico flexível com capa de PVC tipo Seal Tube ø 3/4" (para
instalação elétrica, cabeamento e alarme biombos)
pç
Eletrocalha lisa com tampa em alumínio com virola 76x38x3000
m
Curva horizontal 45º para eletrocalha 76x38x3000
un
Terminal para eletrocalha 76x38x3000
Guia frontal de cabos para rack 19" 1U
Guia frontal de cabos para rack 19" 2U
un
un
un
Patch Cord RJ 45/conexão traseira, de 4 pares, Cat. 5e (350MHz),
comprimento de 8,0 m (azul - dados) - ligação switch ao patch-panel do rack
de cabeamento ;
Patch Cord RJ 45/RJ 45, de 4 pares, Cat. 5e (350MHz), comprimento de 2,0 m
(azul - dados);
un
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
35
36
37
38
39
40
41
un
Patch Cord RJ 45/RJ 45, de 4 pares, Cat. 5e (350MHz), comprimento de 2,5 m
(azul - dados);
un
43
Patch Cord RJ 45/RJ 45, de 4 pares, Cat. 5e (350MHz), comprimento de 2,0 m
(verde - telefonia);
un
44
Line Cord RJ 45/RJ 45, de 4 pares, Cat. 5E (350MHz), comprimento de 2,5 m
(azul - dados);
Patch-panel - 24 portas - cat 5E - 19"
Patch-panel - 48 portas - cat 5E - 19"
Condulete de alumínio tipo X, com rosca, 20 mm (3/4")
Condulete de alumínio tipo X, com rosca, 25 mm (1")
Placa dede aço cromado 4x4" com tampa tipo unha para 03 tomadas RJ-45
un
un
un
un
un
un
50
Rack fechado - 19" - 40U - Para equipamentos, com reguas de tomadas,
bandejas, ventilacao e acessorios cfe PADRAO BB
un
51
Rack fechado - 19" - 40U - dim.: 0,70 x 0,56 cm - PADRAO BB - Para
cabeamento, com regua de tomadas cfe PADRAO BB.
No break estático de dupla conversão, true on-le, em gabinete metálico, F-N-T
127V , saída em 127Vca, potência nominal de 2kVA, com módulo para
funcionamento na configuração de paralelo redundante, padrão BB, ´para
instalção em rack de 19" e com banco de baterias de 40 Ah externo.
Tomada conector F e rabicho F para TV com placa 4x2"
52
53
54
55
56
57
m
Curva horizontal 90º para eletrocalha 100x50
un
Terminal para eletrocalha 100x50
un
INSTALAÇÃO DE ÁGUA
21
INSTALAÇÕES CONTRA INCÊNDIO
1 Extintor CO2 - 6 kg, com suporte tripé
1,00
1,00
35,36
72,48
144,96
84,50
169,00
162,00
162,00
45,00
45,00
65,00
325,00
74,58
8,10
15,70
45,27
7,89
3,96
4,71
11,17
46,55
60,52
16,20
74,58
712,80
47,10
135,81
71,01
63,36
56,52
55,85
232,75
121,04
194,40
13,33
413,23
21,60
172,80
34,51
207,06
43,51
913,71
53,59
107,18
69,10
138,20
26,13
391,95
45,00
540,00
32,00
64,00
15,00
22,15
31,87
30,00
221,50
191,22
27,80
2001,60
9,74
467,52
13,40
134,00
9,74
194,80
13,40
352,52
458,58
15,70
23,08
16,74
469,00
1410,08
1834,32
47,10
23,08
385,02
3500,00
7000,00
0,00
0,00
4200,00
14,80
4200,00
14,80
11,10
976,80
34,20
102,60
24,10
48,20
12,70
25,40
2,00
7,22
9,72
21,66
19,44
16,00
16,00
16,00
3,58
3,71
3,97
57,28
59,36
63,52
5,00
1,00
88,00
3,00
3,00
9,00
16,00
12,00
5,00
5,00
2,00
12,00
31,00
8,00
6,00
21,00
2,00
2,00
15,00
12,00
2,00
2,00
10,00
6,00
48,00
10,00
20,00
35,00
4,00
4,00
3,00
1,00
23,00
2,00
0,00
un
un
un
20
2,00
35,36
1,00
Eletrocalha lisa com tampa 100x50x3000 mm - TCC CAIXA
Septo para eletrocalha 150
59
Perfilado com tampa 38x38x3000
ACESSÓRIOS DE FIXAÇÃO
1
Braçadeira metáica tipo D, 13mm(1/2") a 20mm(3/4")
2
Braçadeira metálica tipo D, 25mm(1") a 32mm(1 1/4")
3
Braçadeira metálica tipo D, 40mm(1 1/2") a 50mm(2")
2,00
un
Tomada RJ-45 fêmea CAT 5E (para caixas de piso, paredes e para canaletas
de mobiliário)
58
1,00
72,00
42
45
46
47
48
49
24/04/2009
3,00
1,00
un
un
1,00
88,00
3,00
2,00
2,00
3,00
un
pç
un
un
un
0,00
680,00
un
ANEXOS 05 e 06-08372.xls
4,00
170,00
680,00
Folha 4 / 8
BANCO DO BRASIL
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
22
INSTALAÇÕES SANITÁRIAS ESGOTO E ÁGUAS PLUVIAIS
23
INSTALAÇÕES ESPECIAIS
1
0,00
44.396,92
INSTALAÇÃO DE ALARME - INFRA-ESTRUTURA
1
Cabo UTP -cat 5E - 350 Mhz
2
Caixa de ferro esmaltado 4 x 2"
3
Caixa de passagem em alumínio fundido com tampa 15x15x7,5cm
4
Caixa de passagem em alumínio fundido com tampa 30x30x8,5cm
5
Caixa de passagem de ferro esmaltado 30x30x8,5cm
6
Condulete de alumínio tipo X, com rosca, 20mm (3/4")
7
Condulete de alumínio tipo X, com rosca, 25mm (1")
8
Condulete de alumínio, 50mm (2")
9
Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 20 mm (3/4") 10
Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 25 mm (1") 11
Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 40 mm (1 1/2") 12
Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 50 mm (2") 13
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado eletrolítico, inclusive
conexões, Ø 20 mm (3/4") pç
14
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado eletrolítico, inclusive
conexões, Ø 25 mm (1") pç
15
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado eletrolítico, inclusive
conexões, Ø 40 mm (1 1/2") pç
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado eletrolítico, inclusive
conexões, Ø 50 mm (2") 17
Placa termoplástica 4x2", cega
18
Perfilado com tampa 38x38x3000
ACESSÓRIOS DE FIXAÇÃO
1
Braçadeira metáica tipo D, 13mm(1/2") a 20mm(3/4")
2
Braçadeira metálica tipo D, 25mm(1") a 32mm(1 1/4")
3
Braçadeira metálica tipo D, 40mm(1 1/2") a 50mm(2")
4
Pino de fixação para vergalhão com rosca d=1/4" aplicado a tiro
5
Vergalhão com rosca total d=1/4"
INSTALAÇÃO DE CFTV - INFRA-ESTRUTURA
1
Cabo coaxial 75 ohm (RG 59U)
2
Cabo de cobre, isolamento 750 V, cordaplast PP, 3x1.0 mm2
3
Caixa de passagem em alumínio 15x15x7,5cm
4
Caixa de passagem em alumínio 20x20x8,5cm
5
Caixa de passagem em alumínio 30x30x8,5cm
6
Caixa de passagem de ferro esmaltado 30x30x8,5cm
7
Condulete de alumínio tipo X, com rosca, 25mm (1")
8
Condulete de alumínio tipo X, com rosca, 32mm (1 1/2")
9
Conector BNC
10
Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 25 mm (1") 11
Curva de aço para eletroduto galvanizado eletrolítico, Ø 50 mm (2") 16
2
5,00
8,00
13,33
613,18
21,60
367,20
34,51
172,55
348,08
85,95
19,44
un
un
un
un
m
70,00
26,00
20,00
116,00
200,00
3,58
3,71
3,97
6,47
5,30
250,60
96,46
79,40
750,52
1060,00
m
m
un
un
un
un
un
un
un
un un 465,00
465,00
1,00
3,00
1,00
1,00
12,00
3,00
38,00
1,00
4,00
3,10
2,90
45,00
65,00
74,58
44,00
23,08
26,30
3,50
4,71
46,55
1441,50
1348,50
45,00
195,00
74,58
44,00
276,96
78,90
133,00
4,71
186,20
21,60
432,00
34,51
517,65
43,51
174,04
3,71
3,97
6,47
5,30
111,30
119,10
388,20
477,00
30,00
480,00
18,00
288,00
pç
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado eletrolítico, inclusive
conexões, Ø 40 mm (1 1/2") pç
Caixa de proteção para câmera de CFTV, para uso interno, padrão IP 66,
estrutura em alumínio e pintura feita com pó de epoxpolvester tipo RAL9002
17,00
2824,50
103,50
315,00
223,74
44,00
298,30
138,48
39,90
83,16
4,71
33,51
93,10
45,00
2,00
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado eletrolítico, inclusive
conexões, Ø 25 mm (1") 1
46,00
2,69
2,30
45,00
74,58
44,00
15,70
23,08
39,90
3,96
4,71
11,17
46,55
43,51
1,91
9,72
13
Eletroduto de aço carbono com costura galvanizado eletrolítico, inclusive
conexões, Ø 50 mm (2") ACESSÓRIOS DE FIXAÇÃO
1
Braçadeira metálica tipo D, 25mm(1") a 32mm(1 1/4")
2
Braçadeira metálica tipo D, 40mm(1 1/2") a 50mm(2")
3
Pino de fixação para vergalhão com rosca d=1/4" aplicado a tiro
4
Vergalhão com rosca total d=1/4" para perfilado
INSTALAÇÃO DE CFTV - EQUIPAMENTOS
1.050,00
45,00
7,00
3,00
1,00
19,00
6,00
1,00
21,00
1,00
3,00
2,00
pç
un
pç
12
14
3
m
un
un
un
un
un
un
un
un un un un 20,00
15,00
4,00
pç
30,00
30,00
60,00
90,00
un
un
un
m
16,00
un
2
Suporte metálico para câmeras, para fixação no teto, em aço galvanizado,
com pintura eletrostática, para ajuste manual com deslocamento de 360º na
horizontal e 90º na vertical;
3
Gravador digital de vídeo (DVR) para armazenagem de longa duração,
conforme especificado no caderno de encargos
un
4
Câmeras de vídeo policromáticas, tecnologia CCD, sistema NTSC, , conforme
especificado no caderno de encargos
un
5
Lente varifocal de 2,8-10 mm, com auto-íris, 1/3”, tipo C (ponto focal a
17,526mm) ou CS (ponto focal a 12,5mm);
un
6
Lente varifocal de 6-16 mm, com auto-íris, 1/3”, tipo C (ponto focal a
17,526mm) ou CS (ponto focal a 12,5mm);
un
7
Comissionamento, programação, treinamento e identificação dos
equpamentos e circuitos do CFTV
vb
8
Identificação e acessórios de equipamentos e circuitos
vb
9
Monitor de vídeo colorido, com tela plana de "LCD" de 15",, conforme
especificado no caderno de encargos
un
10
Fonte de alimentação para CFTV, Tensão de alimentação, tipo centralizada
para 24VCA/5A regime contínuo, dotada de transformador com primário e
secundário isolado, conforme especificado no caderno de encargos
un
11
Rack de segurança padrão 19 polegadas, 40U, conforme especificado no
caderno de encargos
un
12
No break estático de dupla conversão, true on-le, em gabinete metálico, F-N-T
127V , saída em 127Vca, potência nominal de 2kVA, conforme especificado
no caderno de encargos
un
16,00
un
1,00
16
14
02
01
01
01
5500,00
5500,00
R$621,00
R$9.936,00
R$254,00
R$3.556,00
R$322,00
R$644,00
R$900,00
R$900,00
R$250,00
R$250,00
R$450,00
R$450,00
02
01
R$300,00
R$600,00
R$3.500,00
R$3.500,00
R$4.200,00
R$4.200,00
01
24
INSTALAÇÕES DE GÁS
0,00
25
INSTALAÇÕES DE TRANSPORTE VERTICAL
0,00
26
INST. AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO MECÂNICA
152.137,55
Obs: Para características gerais e técnicas de equipamentos e materiais ver Caderno de Encargos - parte IV
1
Equipamentos
1
2
3
2
24/04/2009
Split system média capacidade, , cap. nom. total 10 TR, vazão de ar 6800
m³/h, potência máxima 14 KW (45A), Ref. : Hitachi RTC100BD (trocador)
+RVT100BP (ventilador) + 2XRAA050BS (condens.)
Split system média capacidade, cap. nom. total 20 TR, vazão de ar 13600 m³/
h (Ajustada),, potência máxima 22 KW (85A), 3f/220V/60Hz Ref. : Hitachi
RTC200BD (trocador)+RVT200BP (ventilador) + 2xRAP100BS (condens.)
Condicionador de ar tipo Split System, tipo Under ceiling, , cap. 24000 BTU/h,
vazão de ar (máx.) 1330 m³/h, 1f/220V/60Hz - 2,6 KW (máxima), 12A Ref. :
Hitachi RKP020B (evap.)+RCA020B (condens.)
pç
1,00
12890,00
12.890,00
pç
2,00
22740,00
45.480,00
pç
1,00
3420,00
3.420,00
Materiais Gerais
1
Suportações gerais de dutos, tubulações de cobre, interligações elétricas,etc e
suportes em estrutura metálica para unidades condensadoras (onde indicado
em desenhos de projeto)
vb
1,00
2870,00
2.870,00
2
Materiais gerais elétricos (cabos, eletrodutos, proteções, etc), para
interligações aos pontos de força (ar condicionado e ventilação) e
interligações gerais entre evaporadores e respectivos condensadores
vb
1,00
3200,00
3.200,00
3
Tubulações de cobre rígido, parede 1/16" diâmetro 1" isoladas com calha de
poliestireno expandido 1/2" (ref. Isoduto) ou calha de borracha elatomérica
20mm (ref. Armaflex) - confirmar bitola de acordo com equipamento fornecido.
m
60,00
54,60
3.276,00
ANEXOS 05 e 06-08372.xls
Folha 5 / 8
BANCO DO BRASIL
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
3
4
24/04/2009
4
Tubulações de cobre rígido, parede 1/16" diâmetro 1/2" isoladas com calha de
poliestireno expandido 1/2" (ref. Isoduto) ou calha de borracha elatomérica
20mm (ref. Armaflex) - confirmar bitola de acordo com equipamento fornecido.
m
60,00
44,90
2.694,00
5
Tubulações de cobre rígido, parede 1/16" diâmetro 1 3/8" isoladas com calha
de poliestireno expandido 1/2" (ref. Isoduto) ou calha de borracha elatomérica
20mm (ref. Armaflex) - confirmar bitola de acordo com equipamento fornecido.
m
102,00
62,20
6.344,40
6
Tubulações de cobre rígido, parede 1/16" diâmetro 3/4" isoladas com calha de
poliestireno expandido 1/2" (ref. Isoduto) ou calha de borracha elatomérica
20mm (ref. Armaflex) - confirmar bitola de acordo com equipamento fornecido.
m
102,00
48,30
4.926,60
7
Tubulações de cobre rígido, parede 1/16" diâmetro 5/8" isoladas com calha de
poliestireno expandido 1/2" (ref. Isoduto) ou calha de borracha elatomérica
20mm (ref. Armaflex) - confirmar bitola de acordo com equipamento fornecido.
m
12,00
44,70
536,40
8
Tubulações de cobre rígido, parede 1/16" diâmetro 3/8" isoladas com calha de
poliestireno expandido 1/2" (ref. Isoduto) ou calha de borracha elatomérica
20mm (ref. Armaflex) - confirmar bitola de acordo com equipamento fornecido.
m
12,00
35,30
423,60
9
10
Calços de neoprene (shore 50) 10 x 10 x 2,5 cm
Tubulações de dreno em PVC 3/4"
pç
vb
16,00
1,00
24,80
132,00
396,80
132,00
Distribução de ar
Difusor quadrado, 4 saidas, em aluminio anodizado cor natural, com registro
lâminas opostas 12"x 12" , com caixa pleno não acoplada de fábrica,
1
colarinho ø 250mm
Ref.: Tropical DI41 + RG + pleno
pç
19,00
144,20
2.739,80
2
Difusor quadrado, 4 saidas, em aluminio anodizado cor natural, com registro
lâminas opostas 9"x 9" , com caixa pleno não acoplada de fábrica, colarinho ø
200mm
Ref.: Tropical DI41 + RG + pleno
pç
26,00
133,80
3.478,80
3
Difusor quadrado, 4 saidas, em aluminio anodizado cor natural, com registro
lâminas opostas 9"x 9" , com caixa pleno não acoplada de fábrica, colarinho ø
150mm
Ref.: Tropical DI41 + RG + pleno
pç
3,00
133,80
401,40
4
Grelha de retorno, em aluminio anodizado na cor natural, aletas horizontais
inclinadas fixas, 400 x 400mm
Ref.: Tropical RHN
pç
1,00
97,30
97,30
5
Grelha de retorno, em aluminio anodizado na cor natural, aletas horizontais
inclinadas fixas, 500 x 300mm
Ref.: Tropical RHN
pç
1,00
105,80
105,80
6
Veneziana indevassável, em aluminio anodizado na cor natural, aletas fixas
em "V", instalação em porta, 450 x 200mm Ref.: Tropical VSH-2M
pç
2,00
78,60
157,20
7
Veneziana indevassável, em aluminio anodizado na cor natural, aletas fixas
em "V", instalação em parede, 300 x 300mm
Ref.:
Tropical VSH-2M
pç
1,00
65,70
65,70
8
Veneziana de sobrepressão (damper de gravidade), buchas em nylon ou
teflon, dimensões das descargas do condicionador de 20 TR
Ref.:
Tropical VSP
pç
2,00
88,40
176,80
9
Veneziana de sobrepressão (damper de gravidade), buchas em nylon ou
teflon, dimensões 850x300mm (duto)
Ref.: Tropical VSP
pç
1,00
133,20
133,20
10
Conjunto para ar exterior com damper controlador de vazão manual tipo
laminas opostas e filtro classe G3 ABNT (montagem gaveta), 350x250mm
Ref.: Tropical TAE + filtro G3
cj
1,00
188,70
188,70
11
Conjunto para ar exterior com damper controlador de vazão manual tipo
laminas opostas e filtro classe G3 ABNT (montagem gaveta), 500x250mm
Ref.: Tropical TAE + filtro G3
cj
1,00
234,00
234,00
12
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 900x350mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
187,40
187,40
13
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 700x350mm
Ref.: Tropical DCV
pç
2,00
162,40
324,80
14
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 800x350mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
174,50
174,50
15
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 450x350mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
92,30
92,30
16
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 350x350mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
87,60
87,60
17
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 300x350mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
87,60
87,60
18
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 250x350mm
Ref.: Tropical DCV
pç
2,00
66,80
133,60
19
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 200x350mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
66,80
66,80
20
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 850x300mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
174,50
174,50
21
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 450x300mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
92,30
92,30
22
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 300x300mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
66,80
66,80
23
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 500x400mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
134,60
134,60
24
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 550x400mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
142,30
142,30
25
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 450x400mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
137,60
137,60
26
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 350x400mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
122,80
122,80
27
Damper controlador de vazão tipo laminas opostas acionamento manual,
montagem em duto, 250x400mm
Ref.: Tropical DCV
pç
1,00
116,70
116,70
28
Duto flexível em alumínio, isolado externa mente com manta de lã de vidro
esp. 1" e recoberto com filme de aluminio e poliester reforçado, diametro
20cm. (Ref. Isodec)
m
65,00
22,80
1.482,00
29
Duto flexível em alumínio, isolado externa mente com manta de lã de vidro
esp. 1" e recoberto com filme de aluminio e poliester reforçado, diametro
25cm. (Ref. Isodec)
pç
48,00
28,70
1.377,60
30
Duto flexível em alumínio, isolado externa mente com manta de lã de vidro
esp. 1" e recoberto com filme de aluminio e poliester reforçado, diametro
15cm. (Ref. Isodec)
pç
9,00
18,75
168,75
31
32
33
34
Chapa de aço galvanizado
Chapa de aço galvanizado
Chapa de aço galvanizado
Chapa de aço galvanizado
kg
kg
kg
kg
260,00
1.640,00
980,00
330,00
11,25
11,25
11,25
11,25
2.925,00
18.450,00
11.025,00
3.712,50
35
Manta de lã de rocha, não combustível, revestido com filme aluminizado,
espessura 38mm (ref. Thermax) (folga 10%)
m²
595,00
14,80
8.806,00
# 26
# 24
# 22
# 20
Diversos e Mão de Obra
1
Limpeza interna com nitrogênio e vácuo das tubulações de cobre novas,
isoladas, completas, com complementos de gás.
vb
1,00
3380,00
3.380,00
2
Transporte horizontal e vertical de materiais e equipamentos a serem
instalados
vb
1,00
1860,00
1.860,00
3
Balanceamentos gerais das redes de dutos de acordo com valores indicados
nos elementos de insuflamento e balanceamento hidráulico
vb
1,00
2440,00
2.440,00
0,00
27
LIXO
28
EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA
1 Bancada de lanche em granito cinza andorinha com mão francesa metalica
ANEXOS 05 e 06-08372.xls
125,40
m2
0,66
190,00
125,40
Folha 6 / 8
BANCO DO BRASIL
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
29
46.355,68
DIVERSOS
Caixa de Passagem de Massas Metálicas-CPMM, em policarbonato, 43 x 41 x 17
cm, espessura de 4 mm, transparente, c/ três septos. (instalado ao lado da
unid
1 PGDM, no vidro temperado)
Caixa tipo "Quebre o vidro", 10 x 10 cm, p/ colocação da chave da porta
unid
2 alternativa, c/ sinalização padrão BB
m2
3 Película adesiva jateada ref. Scotchcal BR 7300-51 Dusted Crystal (3M)
unidade
4 Porta Giratória Detectora de Metais - fornecimento e instalação
Pórtico Atendimento (duplo)- (pórtico estrutural composto por colunas de tubo
5 retangular, bitola MSG 16, dobrada)
unidade
Pórtico Auto-Atendimento (simples) -(pórtico estrutural composto por colunas de
tubo retangular, bitola MSG 16, dobrada coluna de Identificação do Pórtico "Auto- unidade
6 Atendimento" )
unidade
7
unidade
8 Totem h=7,50m em backlight
unidade
9 Letreiro 5,80x0,82 cm em backlight
10 MSE
Manual de Sinalização Externa
MSE-1.5
Adesivo -Grafema - Película Scotchcal BR 7300-51 Cinza (3M)
unidade
8 MSI
Manual De Sinalização Interna
MSI-2.1HTC Placa Aérea - Direcionadora De Fluxo - 2 Pavimentos
unidade
MSI-2.2
Placa Aérea - Informativa
unidade
MSI-3.3
Placa Numeração Dos Guichês
unidade
MSI-3.4
Placa Numeração Das Mesas
unidade
MSI-3.6
Placa Interna - Pictograma De Apoio
unidade
MSI-3.7
Placa Interna - Pictograma De Emergência
unidade
MSI-3.8
Placa Interna - Pictograma De Informações
unidade
MSI-4FP
Fita Adesiva De Piso (Em Metros)
unidade
9 MSSP
Manual De Sinalização Segurança Patrimonial
MSSP-1.1B Faixa De Segurança Tipo B - C/Terc."Chaves...Transportadora"2 Cores
unidade
MSSP-1.1C Faixa De Segurança Tipo C - Lisa 2 Cores - 8cm (Em Metros)
unidade
MSSP-2.1
Placa Aérea - "O Cofre Desta Agência..."
unidade
MSSP-3.1A Adesivo - Tipo A - "Notas 1, 5, 10, 50, 100..."
unidade
MSSP-3.1C Adesivo - Tipo B - Com Terceriz. "A Chave E O Segredo..."
unidade
MSSP-3.2
Adesivo - Pgdm - "Porta Com Detector De Metais"
unidade
MSSP-3.3
Adesivo - Cpmm - "...Deixar Seus Objetos De Metal..."
unidade
MSSP-3.5
Adesivo - Cofre - "...Equipamentos...Obrigatórios.."
unidade
MSSP-4.1
Placas - Acesso Restrito
unidade
MSSP-4.2
Placas - Sala On Line
unidade
10 MA
Manual De Acessibilidade
MA-1.3
Poste Externo - Estacionamento Ppne
unidade
MA-1.5
Sinalização visual e tátil - degraus (par)
unidade
MA-2.3
Placa Interna - Pictograma De Apoio (PPNE)
unidade
MA-2.5
Sinalização Visual E Tátil - Braile
unidade
MA-2.7
Sinalização Visual E Tátil - Int E Ext (No Pórtico)
unidade
MA-3.2
Mapa Tátil (Para Pedestal)
unidade
Adesivo - Símbolo Internacional De Acessibilidade
unidade
30
1,00
214,20
214,20
1,00
22,00
22,00
23,60
1,00
82,00
19.500,00
1.935,20
19.500,00
1,00
956,00
956,00
1,00
1100,00
1.100,00
1,00
1,00
1,00
0,00
8.752,00
4.266,00
0,00
8.752,00
4.266,00
1,00
180,00
180,00
1,00
6,00
6,00
9,00
8,00
9,00
2,00
32,00
420,00
280,00
82,00
18,00
99,00
99,00
150,00
5,50
420,00
1.680,00
492,00
162,00
792,00
891,00
300,00
176,00
1,00
14,00
3,00
5,00
8,00
6,00
1,00
1,00
3,00
1,00
22,00
15,00
280,00
7,68
7,68
7,68
7,68
7,68
150,00
150,00
22,00
210,00
840,00
38,40
61,44
46,08
7,68
7,68
450,00
150,00
1,00
48,00
5,00
5,00
1,00
1,00
7,00
450,00
18,00
120,00
25,00
320,00
150,00
25,00
450,00
864,00
600,00
125,00
320,00
150,00
175,00
703,20
2,00
0,50
500,00
351,60
1.000,00
1.351,60
LIMPEZA E VERIFICAÇÃO FINAL
1 Limpeza final da obra
2 Limpeza permanente da obra
m2
vb/mês
TOTAL DO ORÇAMENTO
BDI
603.211,58
603.211,58
20,00%
120.642,32
TOTAL DO ORÇAMENTO COM BDI INCLUSO
Área total da dependência m2:
CUSTO / M2
703,20
723.853,90
1.029,37
BANCO DO BRASIL
TP Nº XXX/XXX (XXXX)
Centro de Serviços de Logística - Rio de Janeiro (RJ)
24/04/2009
ANEXOS 05 e 06-08372.xls
Folha 7 / 8
BANCO DO BRASIL
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO RJ
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
ANEXO 06
ORÇAMENTO DETALHADO - RESUMO
CONSTRUTORA
Dependência
CSL RIO RJ
Finalidade da obra:
Nº
RJ
Local da Obra:
VALOR COM BDI - R$
ITEM ORÇAMENTÁRIO
%
3.600,00
0,50%
45.812,64
6,33%
0,00
0,00%
FUNDAÇÕES
8.640,00
1,19%
5
ESTRUTURA
0,00
0,00%
6
ALVENARIA
1.545,11
0,21%
7
COBERTURA
0,00
0,00%
8
IMPERMEABILIZAÇÃO
344,88
0,05%
9
TRATAMENTO TERMO-ACÚSTICO
965,16
0,13%
10
PAVIMENTAÇÃO
79.774,78
11,02%
11
REVESTIMENTO
12
DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS
13
CARPINTARIA E MARCENARIA
14
1
PRELIMINARES
2
IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO
3
MOVIMENTO DE TERRA
4
3.767,71
0,52%
53.534,68
7,40%
9.563,62
1,32%
SERRALHARIA
28.933,62
4,00%
15
FERRAGENS
10.438,80
1,44%
16
VIDRAÇARIA
10.255,46
1,42%
17
PINTURA
15.264,96
2,11%
18
ENCERAMENTO E LUSTRAÇÃO
19
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELECOMUNICAÇÕES
20
INSTALAÇÕES DE ÁGUA
21
INSTALAÇÕES CONTRA INCÊNDIO
22
INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E ÁGUAS PLUVIAIS
23
INSTALAÇÕES ESPECIAIS
24
1.701,36
0,24%
155.654,53
21,50%
0,00
0,00%
816,00
0,11%
0,00
0,00%
53.276,30
7,36%
INSTALAÇÕES DE GÁS
0,00
0,00%
25
INSTALAÇÕES DE TRANSPORTE VERTICAL
0,00
0,00%
26
INSTALAÇÕES DE CONDICIONAMENTO DE AR
182.565,06
25,22%
27
LIXO
28
EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA
29
DIVERSOS
30
LIMPEZA E VERIFICAÇÃO FINAL
TOTAL DO ORÇAMENTO COM BDI
Benefícios e despesas Indiretas - BDI:
0,00
0,00%
150,48
0,02%
55.626,82
7,68%
1.621,92
0,22%
R$ 723.853,90
100,00%
20%
Autenticação
OBS.:
PLANILHA DE QUANTITATIVO DE MATERIAIS E PREÇOS ORIENTATIVOS.
O PROPONENTE DEVERÁ VISTORIAR O LOCAL E EFETUAR SEU
PRÓPRIO LEVANTAMENTO DE MATERIAiS E PREÇOS
EFENTUAIS DIVERGENCIAS ENTRE ESTE ORÇAMENTO ORIENTATIVO E
O ORÇAMENTO DO PROPONENTE NÃO SERÃO ACEITOS PARA
ACRÉSCIMO DE SERVIÇOS.
24/04/2009
ANEXOS 05 e 06-08372.xls
Carimbo e Assinatura
Folha 8 / 8
======================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
======================================================================================
ANEXO 07
================================================================================
MINUTA DE DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE EMPREGADO MENOR NO QUADRO DA
EMPRESA
Decreto 4.358, de 05.09.2002
EMPREGADOR: PESSOA JURÍDICA
================================================================================
Ref.: (identificação da licitação)
................................................................................,
inscrito
no
CNPJ
nº ..........................., por intermédio de seu representante legal o(a) Sr(a) ..........................................................,
portador(a) da Carteira de Identidade nº ................................ e do CPF nº ...................................... DECLARA,
para fins do disposto no inciso V do art. 27 da Lei 8.666, de 21 de junho de 1993, acrescido pela Lei nº 9.854, de
27 de outubro de 1999, que não emprega menor de dezoito anos em trabalho noturno, perigoso ou insalubre e
não emprega menor de dezesseis anos.
Ressalva: emprega menor, a partir de quatorze anos, na condição de aprendiz ( ).
..................................................................................
(data)
...........................................................................................................
(representante legal)
(Observação: em caso afirmativo, assinalar a ressalva acima)
======================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
======================================================================================
ANEXO 07
================================================================================
MINUTA DE DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE EMPREGADO MENOR NO QUADRO DA
EMPRESA
Decreto 4.358, de 05.09.2002
EMPREGADOR: PESSOA FÍSICA
================================================================================
Ref.: (identificação da licitação)
................................................................................, portador(a) da Carteira de Identidade
nº..................................e do CPF nº ..........................., DECLARA, para fins do disposto no inciso V do art. 27 da
Lei 8.666, de 21 de junho de 1993, acrescido pela Lei nº 9.854, de 27 de outubro de 1999, que não emprega
menor de dezoito anos em trabalho noturno, perigoso ou insalubre e não emprega menor de dezesseis anos.
Ressalva: emprega menor, a partir de quatorze anos, na condição de aprendiz ( ).
..................................................................................
(data)
...........................................................................................................
(nome)
======================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
======================================================================================
ANEXO 08
======================================================================================
MINUTA DE DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE FATO SUPERVENIENTE
======================================================================================
Para fins de participação na licitação (indicar o nº registrado no Edital), a(o) (NOME COMPLETO DO
CONCORRENTE).............................., CNPJ, sediada (o).......(ENDEREÇO COMPLETO), declara, sob as penas
da lei que, até a presente data inexiste(m) fato(s) impeditivo(s) para a sua habilitação, estando ciente da
obrigatoriedade de declarar ocorrências posteriores.
Local e data
Nome e identificação do declarante
No caso de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte, utilizar o texto abaixo:
======================================================================================
MINUTA DE DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE FATO SUPERVENIENTE – ME/EPP
======================================================================================
Para fins de participação na licitação (indicar o nº registrado no Edital), a(o) (NOME COMPLETO DO
PROPONENTE).............................., CNPJ, sediada (o).......(ENDEREÇO COMPLETO), declara, sob as penas
da lei que, até a presente data inexiste(m) fato(s) impeditivo(s) para a sua habilitação, nos termos da Lei
Complementar nº 123, de 14.12.2006 e do Decreto nº 6.204, de 05.09.2007, estando ciente da obrigatoriedade
de declarar ocorrências posteriores.
Local e data
OBS.: a presente declaração deverá ser assinada por representante legal do concorrente.
BANCO DO BRASIL SA
CENTRO SE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO RJ
TOMADA DE PREÇOS 2009/08372 (7422)
ANEXO 09
MODELO DE CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO DE DESENVOLVIMENTO
DESEMBOLSOS DA OBRA DE TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
ITENS CONFORME SEQÜÊNCIA DO CADERNO
DE ENCARGOS (PARTE IV)
Nº
1
PRELIMINARES
2
3
IMPLANTAÇÃO
ADMINISTRAÇÃO
MOVIMENTO
DEETERRA
4
5
FUNDAÇÕES
ESTRUTURA
6
7
ALVENARIA
COBERTURA
8
IMPERMEABILIZAÇÃO
9
TRATAMENTO TERMO-ACÚSTICO
10
PAVIMENTAÇÃO
11
REVESTIMENTO
12
DIVISÓRIAS, FORROS E PISOS FALSOS
13
CARPINTARIA E MARCENARIA
14
SERRALHARIA
15
FERRAGENS
16
VIDRAÇARIA
17
PINTURA
18
ENCERAMENTO E LUSTRAÇÃO
19
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELECOMUNICAÇÕES
qt
equipamentos
1
DVR 16 CANAIS, COM MOUSE óPTICO E TECLADO
1
EQUIPAMENTOS PARA CFTV MONITOR LCD COLORIDO DE 15 POLEGADAS
Etapa 01
valor unitário
16 EQUIPAMENTOS PARA CFTV - CAMERA FIXA
LENTE DE CRISTAL óTICO P/CFTV,1/3
14 FIXA,2.8 MMC/ AUTO íRIS
2
LENTE DE CRISTAL óTICO P/CFTV,1/3
VARIFOCAL MANUAL 6-16 MM
1
NO-BREAK 1 KVA
4
NO-BREAK 2 KVA
21
22
CONTRA INCÊNDIO
INSTALAÇÕES SANITÁRIAS
E ÁGUAS PLUVIAIS
23
INSTALAÇÕES ESPECIAIS
26
INSTALAÇÕES DE CONDICIONAMENTO DE AR
qt equipamentos
1 CONDICIONADOR DE AR, "SPLIT" 24.000 BTU/H
1 CONDICIONADOR DE AR, SELF CONTAIN 10 TR
2 CONDICIONADOR DE AR, SELF CONTAIN 20 TR
28
EQUIPAMENTOS SANITÁRIOS E DE COZINHA
29
DIVERSOS
30
qt
equipamentos
1
PGDM - DETECTOR DE METAIS
valor unitário
valor unitário
LIMPEZA E VERIFICAÇÃO FINAL
TOTAIS
MATERIAL
EQUIPAMENTO
MÃO DE OBRA
Etapa 02
Etapa 03
Total
======================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
======================================================================================
ANEXO 10
==========================================
MODELO DE CRONOGRAMA DESCRITIVO DE OBRA
==========================================
Construtor: .............
Dependência: ............
Obra: ...................
Data da assinatura do Instrumento Contratual: ...../....../......
primeira parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
concluídas as instalações provisórias (barracão, escritório etc.);
concluídas as adaptações necessárias de tapume;
colocada a placa da obra;
concluídas as demolições e limpeza do terreno;
removidos os materiais e entulhos resultantes das demolições e limpeza do terreno;
concluídas as fundações do muro de divisa do fundo do terreno;
concluídas as instalações provisórias de força, água e esgotos;
efetuada a locação da obra e colocação dos gabaritos;
apresentadas as licenças e franquias fornecidas pelos órgãos competentes (Prefeitura, Saúde, CREA,
INSS, Secretaria do Trabalho etc.)
10. apresentado o nome da firma responsável pelo controle tecnológico do concreto, para aprovação do
Banco;
11. indicados os nomes das firmas de serralharia para aprovação do Banco;
12. indicados os nomes das firmas de estaqueamento para aprovação do Banco; e
13. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
segunda parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
concluídos 100% da alvenaria do muro de divisa dos fundos do terreno;
concluídos 40% do estaqueamento;
concluídos 20% da escavação manual (reservatório inferior, blocos e baldrames);
concluídos os barracões de materiais da obra (almoxarifado e depósito);
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
6.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
terceira parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
======================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
======================================================================================
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
concluídos 100% do estaqueamento;
concluídos 60% da escavação manual e apiloamento dos fundos das valas (blocos, baldrame e
reservatório inferior);
3.
concluídos 100% do lastro, formas e armação do fundo e paredes do reservatório inferior;
4.
concluídos 30% do lastro, formas e armação dos blocos e baldrames;
5.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
6.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
quarta parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
entregues na obra as máquinas de ar condicionado, com apresentação do Termo de Fiel Depositário e
do documento de quitação (desde que permitido no Instrumento Convocatório da licitação);
2.
concluídos 100% do arrasamento das estacas;
3.
concluídos 100% da escavação manual das fundações;
4.
concluídos 100% do apiloamento do fundo das valas das fundações;
5.
concluídos 100% do lastro de concreto dos blocos e baldrames;
6.
concluídos 100% das formas de blocos, baldrames e cortinas;
7.
concluídos 100% das armações de blocos, baldrames e cortinas;
8.
concluídos 60% da concretagem de blocos, baldrames e cortinas;
9.
concluídos 100% das formas e armações da laje da tampa do reservatório inferior;
10. concluídos 100% da concretagem do reservatório inferior
11. executadas as provas de carga das estacas, inclusive a planilha de campo do estaqueamento;
12. apresentado o nome da firma que executará a anodização, para aprovação do Banco;
13. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
14. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
quinta parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
6.
concluídos 100% da concretagem dos blocos, baldrames e cortinas;
concluídos 100% da desforma do reservatório inferior;
concluídos 30% da desforma das cortinas,
concluídos 100% da desforma de blocos e cortinas;
apresentados os resultados das provas de carga das estacas;
executados 60% do reaterro manual das valas do semi-enterrado (reservatório inferior, blocos e
baldrames);
7.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
8.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
sexta parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
======================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
======================================================================================
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
concluídos 100% da desforma das cortinas;
concluídos 100% da impermeabilização das faces das cortinas em contato com a terra;
concluídos 100% do reaterro manual das valas do semi-enterrado (blocos, baldrames e reservatório
inferior);
4.
concluídos 50% do movimento de terra mecanizado com a compactação e controle tecnológico do
aterro;
5.
apresentados os resultados dos corpos de prova do concreto dos blocos, baldrames, cortinas e
reservatório inferior;
6.
concluídos 50% das formas, armação e concretagem das vigas do piso térreo;
7.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
8.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
sétima parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1. concluídos 90% do movimento de terra mecanizado e controle tecnológico do aterro;
2. concluídos 100% de formas, armação e concretagem das vigas do piso do térreo;
3. concluídos 100% de formas e armações dos pilares, vigas e lajes do primeiro teto (térreo), inclusive escadas
e casa forte;
4. concluídos 100% de formas, armação e concretagem dos pilares, vigas e lajes do teto do semi-enterrado;
5. concluídos 100% das caixas e tubulações elétricas embutidas nas lajes do semi-enterrado;
6. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
7. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
oitava parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
concluídos 100% das tubulações internas enterradas de hidráulica, sanitárias, gás, esgoto, incêndio e
águas pluviais sob a camada impermeabilizadora do térreo e semi-enterrado;
2.
concluídos 100% da concretagem dos pilares, lajes e vigas do primeiro teto (térreo), inclusive escadas e
casa-forte;
3.
concluídos 100% das caixas e tubulações elétricas embutidas nas lajes do primeiro teto (térreo);
4.
concluídos 100% das formas, armação e concretagem das marquises;
5.
apresentados os resultados do controle tecnológico dos aterros executados;
6.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
7.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
nona parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
======================================================================================
BANCO DO BRASIL
TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422)
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
======================================================================================
1.
concluídos 100% das desformas das marquises;
2.
concluídos 100% das desformas de lajes, vigas e pilares do teto do térreo e do semi-enterrado;
3.
concluídos 100% das formas e armações dos pilares, vigas e lajes do teto da cobertura (segundo
pavimento);
4.
concluídos 100% das alvenarias internas e externas do semi-enterrado;
5.
concluídos 100% dos chapisco nos pilares, vigas e lajes do pavimento térreo e semi-enterrado;
6.
concluídos 100% das caixas e tubulações elétricas embutidas nas lajes do teto da cobertura;
7.
concluídos 100% dos chapisco internos e externos das alvenarias do semi-enterrado;
8.
concluídos 100% da camada impermeabilizadora do térreo e semi-enterrado;
9.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
10. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
concluídos 100% dos chapiscos internos e externos das alvenarias do térreo;
2.
apresentados os resultados dos corpos de prova dos pilares, vigas e lajes do teto do térreo e do semi-
enterrado;
concluídos 100% da concretagem dos pilares, vigas e lajes do teto da cobertura (segundo pavimento),
inclusive escadas;
4.
concluídos 50% das tubulações externas enterradas de hidráulica, incêndio, esgotos sanitários, gás,
elétricas e águas pluviais;
5.
concluídos 100% das tubulações elétricas, telefones, alarme embutidos nas paredes do pavimento
térreo e do semi-enterrado, inclusive suas respectivas caixas e quadros;
6.
concluídos 100% das formas e ferragens do fundo e das paredes laterais do reservatório superior e das
calhas da cobertura;
7.
concluídos 100% da colocação de batentes de madeira das portas do térreo e semi-enterrado;
8.
concluídos 100% das alvenarias internas e externas do térreo;
9.
concluída a impermeabilização das cortinas;
10. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
11. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
3.
decima primeira parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
concluídos 100% da concretagem do fundo e das paredes laterais do reservatório superior e das calhas
da cobertura;
2.
concluídos 100% das formas, ferragens e concretagem da tampa do reservatório superior;
3.
concluídos 100% das tubulações externas enterradas de incêndio, hidráulica, esgotos sanitários, gás,
elétricas e águas pluviais e suas respectivas caixas e tampas;
4.
concluídos 100% das alvenarias internas e externas do segundo pavimento;
5.
concluídos 100% dos chapiscos internos e externos das alvenarias do segundo pavimento;
6.
concluídos 100% das desformas dos pilares, lajes e vigas do teto do segundo pavimento;
7.
concluídos 100% dos emboços internos e externos do semi-enterrado;
8.
concluídos 100% das prumadas de águas pluviais, esgotos, água fria, incêndio, elétrica, alarme,
telefone, gás, ventilação etc;
9.
concluídos 100% da colocação dos peitoris e contra-marcos das esquadrias de alumínio e ferro;
10. concluídos 100% da colocação dos batentes de madeira das portas do segundo pavimento;
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11. efetuada a montagem na obra do protótipo completo de um tipo de esquadria, previamente escolhido;
12. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
13. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima segunda parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
concluídos 100% das tubulações elétricas, de alarme, telefones, embutidas nas paredes do segundo
pavimento, inclusive suas caixas e quadros;
2.
concluídos 100% das fundações, pilaretes e alvenarias dos muros divisórios;
3.
concluídos 100% da desforma do reservatório superior e calhas da cobertura;
4.
apresentados os resultados dos corpos de prova dos pilares, vigas e lajes do teto da cobertura (segundo
pavimento);
5.
concluídos 100% das platibandas, inclusive percintas;
6.
concluídos 100% da impermeabilização das calhas da cobertura, marquise, lajes expostas e dos
barriletes, caixas diversas, inclusive lajes das tampas, bem como dos reservatórios inferior e superior;
7.
concluídos 100% dos emboços internos do primeiro e segundo pavimentos, inclusive platibandas;
8.
concluídos 50% da cobertura (madeiramento, telhamento, acessórios, rufos etc.) inclusive tratamento
imunizante da estrutura de madeira e isolamento térmico sobre a laje de cobertura;
9.
concluída a colocação dos ralos hemisféricos de águas pluviais;
10. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
11. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima terceira parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
concluídos 100% da cobertura (madeiramento, telhamento, acessórios, rufos etc.) inclusive tratamento
imunizante da estrutura de madeira e isolamento térmico sobre a laje de cobertura;
2.
concluídos 70% da colocação das esquadrias de alumínio e de ferro;
3.
concluídos 100% dos emboços externos do primeiro e segundo pavimentos, inclusive platibandas;
4.
concluídos 100% das caixas e tubulações elétricas, de telefone e alarme embutidas na camada de
enchimento dos pisos do primeiro e segundo pavimentos;
5.
concluídos 100% da camada de enchimento sobre as lajes e camadas impermeabilizadoras do semienterrado, primeiro e segundo pavimentos, inclusive camada protetora;
6.
concluído o assentamento da porta-forte e trapão, ventilador (z) e as grades de seguranca internas da
casa-forte;
7.
concluído o revestimento de argamassa ignífuga no interior da casa-forte e guarda-valores, inclusive nos
tetos;
8.
apresentados os resultados dos corpos de prova do reservatório superior e das calhas de cobertura;
9.
concluídos 100% do movimento de terra, compactação e controle tecnológico do aterro;
10. concluídos 100% das bases de concreto especiais para equipamentos mencionados em P-.... ;
11. entregues os transformadores no canteiro da obra, com apresentação do Termo de Fiel Depositário e do
documento de quitação (desde que permitido no Instrumento Convocatório da licitação);
12. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
13. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima quarta parcela..
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 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
concluídos 50% do reboco interno e externo;
concluídos 30% da colocação dos vidros nas esquadrias;
concluídos 50% da enfiação em geral e montagem dos quadros;
concluídos 30% dos forros falsos de gesso;
concluídos 50% das instalações de subestação transformadora;
concluídos 90% da colocação das esquadrias de alumínio e ferro;
concluídos 30% do revestimento (chapisco, emboco e chapisco especial) de muros divisórios, inclusive
chapins;
8.
concluídos 100% das instalações de pára-raios, inclusive aterramentos;
9.
apresentados os resultados do controle tecnológico de aterro;
10. concluídas as juntas de dilatação da estrutura;
11. concluídos 100% dos cimentados simples mencionados em P-...... ;
12. concluídos 100% dos cimentados endurecidos mencionados em P-....; inclusive soleiras;
13. concluídos 50% da pavimentação externa em lajotas de concreto mencionadas em P-.... ;
14. entregues na obra as máquinas de ar condicionado tipo (janela), com apresentação do Termo de Fiel
Depositário e do documento de quitação (desde que permitido no Instrumento Convocatório da
licitação);
15. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
16. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima quinta parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1. concluídos 80% do reboco interno e externo;
2. concluídos 60% da colocação dos vidros nas esquadrias;
3. concluídos 80% da enfiação em geral e montagem dos quadros;
4. concluídos 90% das instalações da subestação transformadora;
5. concluídos 80% dos forros falsos de gesso;
6. concluídos 30% da colocação de luminárias, tomadas e interruptores, exceto espelhos;
7. concluídos 20% da pintura interna e externa;
8. concluídos 80% dos revestimentos em formiplac mencionados em P-..... ,
9. concluídos 100% da fundição dos pisos em argamassa de alta resistência, inclusive rodapés já polidos;
10.
concluídos 100% do revestimento de muros divisórios, inclusive chapins;
11.
concluídos 100% da pavimentação externa em lajotas de concreto mencionada em P-...... ;
12.
concluídas as bases de concreto nas áreas de entrada de serviço e do abrigo, mencionadas em P-..... ;
13.
concluídos os revestimentos em azulejos mencionados em P-.... ;
14.
concluídos 50% da pavimentação em plurigoma, mencionada em P-..... ;
15.
concluídos 100% da colocação das portas de madeira, com todas as guarnições, bem como as suas
ferragens mencionadas em P-.... ;
16.
concluídos 100% da colocação de tampas para reservatórios, bueiros, caixas diversas, escada de
marinheiro, grelhas de águas pluviais, alcapões, visores, corrimaos e guarda-corpos, mencionados em P-...;
inclusive guichê de tesouraria;
17.
instaladas as bombas de incêndio e de recalque de água fria, complementando os barriletes;
18.
entregue o balcão refrigerado no canteiro da obra;
19.
apresentados os resultados dos testes de resistência dos aterramentos do pára-raios;
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20.
apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
21.
administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima sexta parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
concluídos 100% do reboco interno e externo;
concluídos 90% da colocação dos vidros nas esquadrias;
concluídos 100% da enfiação em geral e montagem dos quadros;
concluídos 100% das instalações da subestação transformadora;
concluídos 100% dos forros falsos de gesso;
concluídos 70% da colocação de luminárias, tomadas e interruptores;
concluídos 80% da pintura interna e externa;
concluídos 100% dos revestimentos em formiplac mencionados em P-..... ,
concluídos 50% da instalação de ar condicionado;
concluídos 50% preparo do terreno para ajardinamento;
concluídos 100% da colocação das esquadrias de alumínio e ferro;
concluídas 100% das bases de concreto nas áreas do passeio dos logradouros públicos mencionadas
em P-..... ;
13. concluídos 50% da pavimentação em ladrilhos hidráulicos mencionados em P-.... ;
14. concluídos 100% da pavimentação em plurigoma, inclusive acessórios e soleiras, mencionada em P-.....
;
15. concluídos 100% da base de concreto e camada niveladora da plataforma, bem como o assentamento
das tubulações e tomadas de piso, mencionadas em P-.... ;
16. concluídos 100% do polimento dos pisos de alta resistência;
17. concluídos 100% do revestimento de cortiça mencionado em P-.... ;
18. concluídos 100% dos armários e balcão da cantina mencionados em P-....; inclusive ferragens e a
instalação do balcão refrigerado;
19. concluídos 100% das instalações do sistema de atendimento direto e integrado, compreendendo
balcões e guichês, bancada posterior, divisórias padronizadas, grandes pagamentos e recebimentos, grades
de ferro, vidros, mármores etc; conforme mencionado em P-..... ;
20. colocadas as mangueiras, registros, esguichos e demais acessórios das caixas de incêndio, inclusive
assentamento de hidrantes;
21. concluídos 100% da colocação de equipamentos, materiais e aparelhos sanitários e de cozinha
mencionados em P_.... ;
22. concluídos 100% das muretas das jardineiras com respectivas impermeabilizações;
23. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
24. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima setima parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
concluídos 100% da colocação dos vidros nas esquadrias;
concluídos 100% da colocação das ferragens de portas e janelas, inclusive molas hidráulicas;
concluídos 100% da colocação de luminárias, tomadas e interruptores, inclusive espelhos (tampas);
concluídos 100% da pintura interna e externa;
concluídos 100% dos pisos em paviflex, inclusive soleiras e rodapés ,
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6.
concluídos 100% dos pisos em carpete;
7.
concluídos 100% da instalação de ar condicionado;
8.
concluídos 100% preparo do terreno para ajardinamento;
9.
concluídos 100% da instalação de divisórias mencionadas em P-.... ;
10. concluídas as ligações definitivas de água, esgoto, águas pluviais, energia e telefone, bem como
efetuados os testes das instalações;
11. concluídos 60% da lustração e enceramento;
12. concluídos 30% da limpeza geral da obra;
13. concluídos 100% da colocação de persianas horizontais;
14. concluídos 100% da pavimentação em ladrilhos hidráulicos mencionados em P-....; inclusive guias e
sarjetas;
15. concluídos 100% da pavimentação (escadas, rodapés etc.) em granito mencionada em P-.... ;
16. concluído o revestimento especial mencionado em P-.... ,
17. concluídos os balcões do expediente e de entrega de baús, mencionados em P-....; inclusive ferragens;
18. concluído o assentamento do mastro e da programação visual externa;
19. concluído o assentamento dos extintores de incêndio;
20. colocado o capacho;
21. verificada e testada a estanqueidade das caixilharias;
22. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
23. administração, limpeza e consumos permanentes da obra.
decima oitava parcela..
 ... % (por extenso) do valor contratual, correspondente a R$ ..........;
 data-limite para conclusão dos serviços.. ..../..../....
 pagamento quando satisfeitas as seguintes condições..
1.
2.
3.
4.
5.
executados 100% da limpeza geral e verificação final da obra;
executados 100% da lustração e enceramento;
apresentados os desenhos de projetos atualizados;
entregue ao proprietário o habite-se das autoridades competentes;
efetuada a vistoria final pelo Corpo de Bombeiros e apresentado o comprovante da aprovação das
instalações de combate a incêndio, se for o caso;
6.
entregues os certificados de garantia das impermeabilizações, das máquinas e instalações de ar
condicionado, da pavimentação em plurigoma e demais materiais e equipamentos sujeitos a garantias,
atendendo às especificações contratuais;
7.
entregue a chave mestra da obra (sistema omecha);
8.
efetuados os testes finais de funcionamento das instalações de ar condicionado;
9.
efetuados os testes finais da subestação transformadora;
10. concluídos os arremates e acabamentos finais;
11. apresentados comprovantes dos recolhimentos ao INSS, ao FGTS, do ISS e pagamento do pessoal
empregado na obra, vencidos até a data da fatura pertinente;
12. administração, limpeza e consumos permanentes da obra;
13.
firmado o Termo de Recebimento Provisório da obra e serviços contratados.
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ANEXO 11
=====================================================================
MINUTA DE CARTA-PROPOSTA
(UTILIZAR PAPEL TIMBRADO DA CONCORRENTE)
=====================================================================
Ao
BANCO DO BRASIL S.A.
CARTA-PROPOSTA – TOMADA DE PREÇOS N° 2009/08372 (7422) – CENTRO DE SERVIÇOS DE
LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO
1.
OBJETO: REFORMA PARA IMPLANTAÇÃO DE DEPENDÊNCIA
2.
DEPENDÊNCIA / LOCAL DE EXECUÇÃO DO SERVIÇO: CAVALEIROS-MACAÉ RJ- Rua Joaquim da
Silva Murteira, 117 - Cavaleiros
3.
PRAZO GLOBAL DE EXECUÇÃO DA OBRA: 90 (noventa) dias.
4.
PREÇO GLOBAL:
R$____________________(________________________________________________)
4.1
O preço global está dividido em 03 (três) prestações, com 30 (trinta) dias entre elas.
4.2
Nos preços propostos estão inclusos todos os impostos, inclusive o ISS, bem como quaisquer outros
impostos incidentes sobre o serviço.
5.
PAGAMENTO: Cada prestação do valor global somente será paga após satisfeitas as condições a ela
correspondentes, constantes do cronograma descritivo e físico-financeiro a serem apresentados pela firma
vencedora, exceto por problemas, que não tenham sido causados pelo Banco, que impeçam o cumprimento do
prazo previsto para o aceite, quando serão descontadas as eventuais multas devidas
6.
GARANTIA: 5% do valor do contrato.
7.
VALIDADE DA PROPOSTA: ............ (no mínimo 60 dias a partir da data de abertura do envelope
"PROPOSTA").
08.
ANEXOS OBRIGATÓRIOS: Formulário Orçamento Detalhado Resumo e Demonstrativo Orçamento
Detalhado (formalizado pela Concorrente em papel timbrado) em acordo com o item 12.3 do Edital
11.
IDENTIFICAÇÃO DO LICITANTE:
RAZÃO SOCIAL:
CNPJ:
ENDEREÇO:
TELEFONE:
FAX:
E-MAIL:
AGÊNCIA E N° DA CONTA CORRENTE NO BANCO DO BRASIL:
Rio de Janeiro(RJ),
______________________________________
assinatura e carimbo do proponente
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ANEXO 12
======================================================================================
MINUTA DE PROCURAÇÃO
======================================================================================
OUTORGANTE: (nome, endereço, razão social etc)
OUTORGADO: (nome e qualificação do representante)
OBJETO:
representar a outorgante perante o Banco do Brasil S.A., no curso da TOMADA DE PREÇOS
OU CONCORRÊNCIA nº ....... que se realizará no ......... (Nome e endereço da dependência)
PODERES:
retirar editais, apresentar documentação e proposta, participar de sessões públicas de
habilitação e julgamento da documentação e das propostas, assinar as respectivas atas,
registrar ocorrências, formular impugnações, interpor recursos, renunciar ao direito de recursos,
bem como assinar todos e quaisquer documentos indispensáveis ao bom e fiel cumprimento do
presente mandato.
LOCAL E DATA
ASSINATURA
OBS.: a presente procuração deverá ser assinada por representante legal do concorrente, com firma
reconhecida em cartório
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ANEXO 13
======================================================================================
MINUTA DE CONTRATO
======================================================================================
CONTRATO 20097422XXXX DE EMPREITADA POR PREÇO GLOBAL (MATERIAL E MÃO-DEOBRA) DECORRENTE DA TOMADA DE PREÇOS Nº 2009/08372 (7422), REALIZADA EM
CONFORMIDADE COM A LEI N. 8.666, DE 21.06.93, A LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE
14.12.2006, O DECRETO Nº 6.204, DE 05.09.2007 E O REGULAMENTO DE LICITAÇÕES DO
BANCO DO BRASIL, PUBLICADO NO D.O.U. EM 24.06.96, QUE ENTRE SI FAZEM NESTA E
MELHOR FORMA DE DIREITO, DE UM LADO, O BANCO DO BRASIL S.A., SOCIEDADE DE
ECONOMIA MISTA, COM SEDE EM BRASÍLIA (DF), INSCRITO NO CADASTRO NACIONAL DE
PESSOA JURÍDICA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA SOB O NÚMERO 00.000.000/5834-30,
ADIANTE
DENOMINADO
CONTRATANTE,
NESTE
ATO
REPRESENTADO
PELOS
ADMINISTRADORES DA DIRETORIA DE LOGÍSTICA – CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA
RIO DE JANEIRO – CSL RIO, AO FINAL QUALIFICADOS E, DO OUTRO LADO, A
EMPRESA.......................................... (DENOMINAÇÃO OU RAZÃO SOCIAL, ENDEREÇO E CNPJ
DA EMPRESA), NESTE ATO REPRESENTADA PELO(S) SR.(S) ............................. (NOME,
CARTEIRA DE IDENTIDADE, CPF E QUALIFICAÇÃO - DIRETORES, COTISTAS INGERENTES,
PROCURADORES - DO(S) REPRESENTANTE(S)), ADIANTE DENOMINADA CONTRATADA,
CONSOANTE AS CLÁUSULAS ABAIXO. O PRESENTE CONTRATO TEVE SUA MINUTA-PADRÃO
APROVADA PELO PARECER COJUR/CONSU Nº 13.884, DE 03.02.2003 E NOTA JURÍDICA
COJUR/CONSU Nº 4.436, DE 01.07.2004, PARECER JURÍDICO DIJUR - COJUR/CONSU nº 14722
de 05.05.2005.
OBJETO
CLÁUSULA PRIMEIRA - O presente Contrato tem por objeto a reforma, no regime de EMPREITADA
POR PREÇO GLOBAL (MATERIAL E MÃO-DE-OBRA), a ser feita pela CONTRATADA no imóvel,
na cidade de Macaé RJ, e que assim se descreve e caracteriza: REFORMA PARA IMPLANTAÇÃO
DE DEPENDÊNCIA – Agência CAVALEIROS-MACAÉ RJ - Rua Joaquim da Silva Murteira, 117 Cavaleiros.
Parágrafo Primeiro – A CONTRATADA se obriga a efetuar a matrícula da reforma no CADASTRO
ESPECÍFICO DO INSS – CEI, dentro do prazo previsto na legislação, além de se responsabilizar por
todos os procedimentos decorrentes, na forma das instruções do INSS.
Parágrafo Segundo - Os serviços serão prestados diretamente pela CONTRATADA, vedada a
cessão ou transferência, total ou parcial. A subcontratação somente será admitida na situação
prevista na CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA deste Contrato.
Parágrafo Terceiro - A critério do CONTRATANTE, o presente Contrato poderá sofrer acréscimos de
até 50% (cinqüenta por cento) e supressões de até 25% (vinte e cinco por cento). Mediante acordo
entre as partes, as supressões poderão exceder o percentual de 25% (vinte e cinco por cento)
estabelecido neste parágrafo.
CLÁUSULA SEGUNDA - A CONTRATADA deverá observar rigorosamente as normas técnicas em
vigor, as plantas, os projetos e demais documentos fornecidos pelo CONTRATANTE e aprovados
pelas autoridades competentes e as cláusulas deste Contrato.
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Parágrafo Único - Para todos os efeitos, fazem parte integrante deste Contrato e como se nele
transcritos estivessem, os documentos a seguir mencionados:
a)
Edital de Licitação;
b)
Caderno de Encargos - Parte IV (Especificações de Serviços);
c)
Projetos;
d)
Cronogramas Físico-Financeiro e Descritivo da obra;
e)
Norma para Reajuste de Preços de Contratos, contida no Decreto no 1.054, de 07.02.94, e
demais disposições complementares; e
f)
Caderno Geral de Encargos (CGE) - Edição 1995, Partes I, II e III, de pleno conhecimento das
partes, e integralmente registrado e arquivado em microfilme no Cartório de Títulos e
Documentos do 2o Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504.
Discrepâncias, Prioridades e Interpretação
CLÁUSULA TERCEIRA - Para efeito de interpretação de divergências entre os documentos
contratuais, fica estabelecido que:
a)
em caso de divergência entre o contido em uma Especificação de Materiais e Equipamentos “E” ou Procedimentos - “P” e o Caderno de Encargos - Parte IV (Especificações de Serviços),
prevalecerá sempre este último;
b)
em caso de divergência entre o Caderno de Encargos - Parte IV (Especificações de Serviços) e
os desenhos do projeto arquitetônico, prevalecerá sempre o primeiro;
c)
em caso de divergência entre o Caderno de Encargos - Parte IV (Especificações de Serviços) e
os desenhos especializados - estrutural e instalações - prevalecerão sempre os últimos;
d)
em caso de divergência entre as cotas dos desenhos e suas dimensões, medidas em escala, a
FISCALIZAÇÃO, sob consulta prévia, definirá a dimensão correta;
e)
em caso de divergência entre os desenhos de escalas diferentes, prevalecerão sempre os de
maior escala;
f)
em caso de divergência entre os desenhos de datas diferentes, prevalecerão sempre os mais
recentes;
g)
em caso de dúvida quanto à interpretação dos desenhos, das normas “G”, “E” e “P” do Caderno
de Encargos - Parte IV (Especificações de Serviços) ou do Edital de Licitação, será consultado
o CONTRATANTE;
h)
em caso de divergência entre o projeto arquitetônico e os projetos especializados (estrutural e
instalações), prevalecerão os projetos especializados.
Parágrafo Único – Para fins do presente contrato, a FISCALIZAÇÃO será composta por equipe de
funcionários integrantes do Núcleo de Engenharia do CONTRATANTE, credenciados para atuarem
junto à CONTRATADA, com autoridade para exercer, em nome do CONTRATANTE, toda e qualquer
ação de orientação geral, controle e fiscalização das obras e serviços, responsáveis por zelar pela
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boa execução de todos os serviços contratados, observando o cumprimento de todos os dispositivos
contratuais.
RECEBIMENTO DAS OBRAS
Recebimento Provisório
CLÁUSULA QUARTA - Quando as obras e serviços contratados ficarem integralmente concluídos,
de perfeito acordo com o previsto neste Contrato, será lavrado um Termo de Recebimento Provisório,
em 3 (três) vias de igual teor, todas elas assinadas por um representante do CONTRATANTE e pelo
representante legal da CONTRATADA.
Parágrafo Primeiro - As duas primeiras vias ficarão em poder do CONTRATANTE, destinando-se a
terceira à CONTRATADA.
Parágrafo Segundo - Quando houver interesse do CONTRATANTE, a ocupação total ou parcial do
imóvel poderá efetuar-se antes do Recebimento Provisório.
Parágrafo Terceiro - O Recebimento Provisório somente ocorrerá após satisfeitas as seguintes
condições:
a)
entrega do “HABITE-SE” da obra, quando exigido pela autoridade local;
b)
entrega ao CONTRATANTE de todos os projetos atualizados (“AS BUILT”);
c)
conclusão dos Serviços Extraordinários, feitas as Apropriações e efetuados os respectivos
pagamentos; e
d)
fornecimento, quando for o caso, dos documentos abaixo relacionados, conforme descrito no
Caderno Geral de Encargos e Caderno de Encargos - Parte IV ou Especificações de Serviços:
I - certificados de aprovação de instalações e/ou equipamentos por parte de órgãos fiscais do
Governo;
II - certificados de garantia de serviços, materiais e/ou equipamentos;
III - compromisso de manutenção gratuita; e
IV - Manuais de Operação e Manutenção de Máquinas, Instalações e Equipamentos.
Recebimento Definitivo
CLÁUSULA QUINTA - O Termo de Recebimento Definitivo das obras e serviços contratados será
lavrado 60 (sessenta) dias após o Recebimento Provisório, quando deverão ter sido satisfeitas as
condições a seguir:
a)
atendidas todas as reclamações da FISCALIZAÇÃO, referentes a defeitos ou imperfeições
apontados ou que venham a ser verificados em qualquer elemento das obras e serviços
executados;
b)
solucionadas todas as reclamações, porventura feitas, quanto à falta de pagamento a operários
ou fornecedores de materiais e prestadores de serviço empregados na obra; e
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c)
entregue a Certidão Negativa de Débito (CND) para averbação da obra, emitida diretamente pela
agência do INSS.
Parágrafo Primeiro - Findo esse prazo, para sanar os defeitos e imperfeições não corrigidos
tempestivamente pela CONTRATADA, o CONTRATANTE poderá utilizar-se das garantias referidas
na CLÁUSULA TRIGÉSIMA deste Contrato, não desconsideradas as demais medidas administrativas
punitivas passíveis de adoção pelo CONTRATANTE.
Parágrafo Segundo - O Termo de Recebimento Definitivo será passado no mesmo número de vias,
assinado e distribuído de forma idêntica à estabelecida para o Recebimento Provisório. Após a
assinatura do mesmo, o saldo das garantias contratuais será devolvido à CONTRATADA.
PRAZOS DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS
CLÁUSULA SEXTA - O prazo global para execução de todas as obras e serviços é de 90 (noventa)
dias corridos a contar da data de início dos trabalhos.
Parágrafo Primeiro - A CONTRATADA executará todas as obras e serviços convencionados dentro
do prazo global fixado, obrigando-se a entregar, ao término desse prazo, ditos serviços e obras
inteiramente concluídos e com as licenças porventura exigidas pelas autoridades competentes.
Parágrafo Segundo - As obras e serviços deverão ser iniciados dentro do prazo de 05 (cinco) dias
corridos, a contar do dia imediatamente posterior à data da assinatura deste Contrato.
Parágrafo Terceiro - Para efeito de contagem do prazo global, as obras e serviços serão
considerados concluídos na data do Recebimento Provisório previsto na CLÁUSULA QUARTA deste
Contrato.
PREÇO
CLÁUSULA SÉTIMA - O preço global inicial para a execução das obras e serviços é de R$ .........
(...por extenso), dividido em 03 (três) parcelas, calculado o valor de cada uma delas na base de
percentual sobre o preço global, conforme a seguir. Cada parcela do preço só será paga após
satisfeitas as condições a ela correspondentes, constantes nos cronogramas físico-financeiro e
descritivo:
Nº PARCELA
PERCENTUAL
01
02
ÚLTIMA
%
%
%
VALOR (R$)
DATA-LIMITE
PARA
CONCLUSÃO DA ETAPA
DD.MM.AA
DD.MM.AA
DD.MM.AA
Parágrafo Primeiro – O valor total do MATERIAL (E/OU EQUIPAMENTO) a ser utilizado na reforma
correspondente a
R$ ....................., conforme CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO E
DESCRITIVO DA OBRA, assim discriminados:
Nº PARCELA
01
02
ÚLTIMA
VALOR MATERIAL
(R$)
VALOR
EQUIPAMENTOS (R$)
VALOR TOTAL (R$)
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Parágrafo Segundo - Quaisquer tributos, encargos ou obrigações legais criados, alterados, extintos,
acrescidos ou reduzidos que se reflitam, comprovadamente, nos preços contratados, implicarão
revisão destes para mais ou para menos, conforme o caso.
PAGAMENTO
CLÁUSULA OITAVA - O pagamento será creditado em conta-corrente mantida pela CONTRATADA
no Banco do Brasil S.A., no prazo máximo de 10 (dez) dias corridos, contados a partir da data da
aferição do adimplemento das obrigações contratuais e mediante apresentação formal dos
respectivos documentos de cobrança previstos na CLÁUSULA DÉCIMA deste Contrato.
Parágrafo Único - As despesas estão previstas no orçamento do Banco, nos itens Reforma em
Imóveis e Equipamentos de Sgurança.
CLÁUSULA NONA - Por ocasião do pagamento das parcelas estabelecidas na CLÁUSULA SÉTIMA
deste Contrato e de eventuais Serviços Extraordinários, a CONTRATADA deverá anexar à nota
fiscal/fatura os seguintes comprovantes de regularidade:
a) dos recolhimentos ao INSS relativos à retenção de 11% incidente sobre os valores dos
serviços subcontratados (GPS, GFIP e nota fiscal/fatura ou recibo da prestação dos serviços
da subempreiteira), na forma das instruções do INSS, exigíveis até a data de apresentação da
cobrança.
Parágrafo Primeiro - Os documentos comprobatórios da matrícula da obra no INSS, dos
recolhimentos ao INSS relativos aos serviços subcontratados e do FGTS serão emitidos única e
exclusivamente para esta obra, não se admitindo, em hipótese alguma, a inclusão de outras
contratações, mesmo que pactuadas com o próprio CONTRATANTE.
Parágrafo Segundo – A CONTRATADA deverá apresentar ao CONTRATANTE, mensalmente e até o
dia 10 de cada mês, cópia da GFIP – Guia de Recolhimento de FGTS e Informações à Previdência
Social – específica para a obra, identificada pela matrícula CEI, com comprovante de entrega na rede
bancária autorizada e correspondente à competência de recolhimento vencida imediatamente
anterior. A GFIP deverá estar acompanhada do RE (Relatório dos trabalhadores), que relaciona
todos os empregados da CONTRATADA encarregados da execução dos serviços.
Parágrafo Terceiro – Exceto a GFIP, os documentos exigidos neste Contrato deverão ser
apresentados no original, em cópia autenticada por cartório ou por publicação em órgão da imprensa
oficial. A autenticação poderá ser feita, ainda, mediante cotejo da cópia com o original, por
funcionário do CONTRATANTE devidamente identificado.
Parágrafo Quarto – O CONTRATANTE efetuará a retenção e o recolhimento de tributos, quando a
legislação assim exigir.
Parágrafo Quinto – O CONTRATANTE se reserva o direito de rescindir administrativamente o
contrato quando a CONTRATADA não apresentar os documentos relacionados nesta cláusula.
CLÁUSULA DÉCIMA - Para efeito de cobrança de valores contratuais, a CONTRATADA deverá
encaminhar correspondência, anexando o documento de cobrança adequado (nota fiscal, fatura,
nota-fiscal-fatura ou recibo), discriminando todas as importâncias devidas. Deverão ser emitidos
documentos de cobrança distintos para as parcelas deste Contrato e para as parcelas relativas a
cada Serviço Extraordinário eventualmente contratado. Eventuais deduções relativas às Apropriações
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(SUPRESSÕES) serão registradas/deduzidas no documento de cobrança relativo à parcela onde o
serviço suprimido deveria ser originalmente cobrado.
Parágrafo Primeiro – A nota fiscal/fatura ou recibo deverá conter:
a) informação quanto à agência e número da conta corrente da CONTRATADA, para depósito;
b) o número do Contrato, o objeto contratual, a etapa da reforma e o período em que foi realizada;
c) a matrícula no CADASTRO ESPECÍFICO DO INSS – CEI e o endereço da reforma a, na forma
das instruções do INSS.
Parágrafo Segundo – A emissão e apresentação da fatura pela CONTRATADA somente deverá
ocorrer após autorização expressa do CONTRATANTE, seja por intermédio de Ordem de Serviço ou
mediante correspondência informando o cumprimento da etapa contratual. A data desta “autorização
expressa” será considerada como a da aferição do adimplemento das obrigações contratuais,
mencionada na CLÁUSULA OITAVA deste contrato.
Parágrafo Terceiro - Os documentos de cobrança deverão ser emitidos em nome do Banco do Brasil
S.A. – Agência CAVALEIROS-MACAÉ RJ, CNPJ 00.000.000/5662-68, Rua Joaquim da Silva
Murteira, 117 - Cavaleiros, Macaé RJ, e apresentadas para pagamento na Diretoria de Logística CSL - Rua Barão de S. Francisco, 177 - Bloco 4 – 2º· andar - Andaraí - Rio de Janeiro - RJ,
acompanhadas dos documentos relacionados na CLÁUSULA NONA deste Contrato.
Parágrafo Quarto - Constatando o CONTRATANTE qualquer divergência ou irregularidade no
documento de cobrança (nota fiscal, fatura, nota fiscal-fatura ou recibo), este será devolvido à
CONTRATADA em, no máximo, 2 (dois) dias úteis, a contar da apresentação, para as devidas
correções. Neste caso, o CONTRATANTE terá o prazo mínimo de 3 (três) dias úteis, a contar da data
da reapresentação do documento, para efetuar o pagamento.
CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - Os Serviços Extraordinários (acréscimos) serão orçados em
moeda corrente com valores da época da sua proposta, a preços de mercado, e os pagamentos
serão processados mediante apresentação das faturas ao CONTRATANTE, após atestada a
conclusão dos mesmos pela FISCALIZAÇÃO e antes do Recebimento Provisório previsto na
CLÁUSULA QUARTA deste Contrato.
CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - As apropriações pelo CONTRATANTE dos valores referentes às
supressões ou diminuições quantitativas do objeto deste Contrato, realizadas em virtude de
modificação do projeto ou das especificações, para melhor adequação técnica aos seus objetivos,
serão realizadas por ocasião do pagamento das respectivas parcelas, ou quando do acerto dos
Serviços Extraordinários, a preços de mercado.
SERVIÇOS EXTRAORDINÁRIOS
CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA - Na hipótese de virem a ser necessários serviços não previstos ou
modificações, nos projetos e/ou especificações fornecidos pelo CONTRATANTE, a CONTRATADA
só poderá fazê-los mediante prévia autorização, por escrito do CONTRATANTE dentro dos limites
previstos no Parágrafo Terceiro da CLÁUSULA PRIMEIRA deste Contrato.
Parágrafo Primeiro - Os acréscimos e/ou modificações serão objeto de “orçamento/proposta” a ser
submetido pela CONTRATADA, para exame e aprovação do CONTRATANTE, onde deverão
constar, além dos custos diretos dos serviços, todas as despesas indiretas incidentes, tais como:
repouso remunerado da mão-de-obra, encargos sociais, despesas legais, seguros, administração,
benefícios etc.
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Parágrafo Segundo - A forma e apresentação do “orçamento/proposta” serão estabelecidas de
comum acordo entre as partes, devendo, contudo, constar da citada documentação o seguinte: prazo
de execução, forma de pagamento, forma de reajustamento (se for o caso), unidades, quantidades,
valores unitários e totais.
SUBCONTRATAÇÃO
CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - A CONTRATADA poderá subcontratar obras e serviços, que, por
sua especialização, requeiram o emprego de firmas ou profissionais especialmente habilitados ou
autorizados pelo fabricante, como por exemplo: estrutura, ar condicionado, transporte vertical,
instalações hidrossanitárias, instalações elétricas (inclusive lógica e telefonia), impermeabilização,
serralharia, vidraçaria e restaurações, sempre em comum acordo com a FISCALIZAÇÃO.
Parágrafo Primeiro - O CONTRATANTE não admitirá a subcontratação de obras, fornecimentos e
serviços com empresa que possua em seu quadro funcionário de qualquer CSL, da Gerência de
Patrimônio Arquitetura e Engenharia - GEPAE, ou membro da Administração do CONTRATANTE
como dirigente, acionista detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto ou
acionista controlador ou responsável técnico.
Parágrafo Segundo - A(s) subcontratação(ões) de serviço(s) especializado(s) permitidos no “caput”
desta cláusula, somente será(ão) admitida(s) com empresa(s) que comprove(m) capacidade técnica
compatível com a do objeto a executar. Para tanto, a(s) subcontratação(ões) deverá(ão) ser
previamente submetidas ao CONTRATANTE pela CONTRATADA, atendendo ao seguinte:
I - Apresentar documento, no prazo máximo de 10(dez) dias depois da assinatura deste
instrumento, indicando a(s) empresa(s) que será(ão) subcontratada(s) para a execução do(s)
serviço(s) especializado(s). Tal documento deverá discriminar o(s) nome(s) da(s) empresa(s),
endereço(s), CNPJ e o(s) serviço(s) que será(ão) a ela(s) subcontratado(s);
II - Demonstrar de que a(s) empresa(s) a ser(em) subcontratada(s) possui(em), em seu quadro
de pessoal, profissional(is) de nível superior detentor(es) de acervo técnico por execução de
obra ou serviço de características semelhantes àquelas do serviço a subcontratar. A
demonstração se dará mediante a apresentação de cópia autenticada de documentos como:
Carteira de Trabalho ou Livro de Registro de Empregados ou Contrato de Prestação de
Serviços, assinado pela empresa subcontratada, cuja duração seja, no mínimo, suficiente para
a execução do objeto licitado ou Contrato Social, em caso de Sócio da empresa subcontratada;
III - A comprovação da qualificação técnica exigida se dará pela apresentação de um ou mais
atestados fornecido(s) por pessoas jurídicas de direito público ou privado, acompanhado(s)
da(s) respectiva(s) Certidão(ões) de Acervo Técnico - C.A.T., emitida(s) pelo CREA, desde que
atendam as exigências de cada tipo de serviço, admitindo-se a Certidão de Acervo Técnico de
obra específica, expedida pelo CREA. A substituição de quaisquer desses profissionais só será
admitida, em qualquer tempo, por outro(s) que detenha(m) as mesmas qualificações exigidas e
por motivos relevantes, justificáveis pela CONTRATADA, sob avaliação do BANCO.
Parágrafo Terceiro - A FISCALIZAÇÃO analisará caso a caso as empresas ou profissionais
apresentados pela CONTRATADA e as autorizará por escrito. Eventuais recusas a nomes de
empresas serão devidamente justificadas pela FISCALIZAÇÃO.
Parágrafo Quarto - As empresas e profissionais indicados em conformidade com o Parágrafo
Segundo serão os Responsáveis Técnicos-RT pelos serviços relativos às parcelas da obra para as
quais tiverem sido subcontratados, devendo providenciar, ao início do serviço, o recolhimento de ART
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(referente ao contrato firmado entre CONTRATADA e SUBCONTRATADA e em nome do profissional
responsável pela execução) junto ao CREA e apresentar cópias ao CONTRATADO, que as
repassará ao CONTRATANTE.
Parágrafo Quinto - Os serviços subcontratados, caso não satisfaçam os PROJETOS e/ou as
especificações, serão impugnados pela FISCALIZAÇÃO, cabendo à CONTRATADA todo o ônus
decorrente de sua reexecução direta ou por empresa devidamente qualificada, capacitada e de
reconhecida idoneidade.
Parágrafo Sexto - Os serviços a cargo de diferentes firmas subcontratadas serão coordenados pela
CONTRATADA, de modo a proporcionar o andamento harmonioso da obra, em seu conjunto,
permanecendo sob sua inteira responsabilidade o cumprimento das obrigações contratuais.
ENSAIOS E PROVAS
CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA - A boa qualidade e perfeita eficiência dos materiais, trabalhos e
instalações - como condição prévia e indispensável do reconhecimento dos serviços - serão, sempre
que necessário, submetidos à verificação, ensaios e provas para tal fim aconselháveis, a cargo da
CONTRATADA.
CLÁUSULAS GERAIS
CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - Cumprirá à CONTRATADA, por sua conta e exclusiva
responsabilidade:
a)
obter todas as licenças, autorizações e franquias necessárias à execução dos serviços
contratados, pagando os emolumentos prescritos por lei;
b)
observar as leis, regulamentos e posturas edílicas referentes à obra e à segurança pública, bem
como às normas técnicas da ABNT e exigências do CREA local, especialmente no que se refere
ao recolhimento das ART (referentes a esta contratação e em nome do profissional responsável
pela execução/direção da obra e do engenheiro residente) e à colocação de placas contendo
o(s) nome(s) do(s) responsável(eis) técnico(s) pela execução das obras e do(s) autor(es) do(s)
PROJETO(S);
c)
pagar, rigorosamente em dia, os salários dos empregados e, na obra, as contribuições
previdenciárias, do FGTS, as despesas decorrentes de leis trabalhistas e outros encargos
sociais, o Imposto Sobre Serviços (ISS) quando o recolhimento não couber ao CONTRATANTE
segundo a legislação municipal, as despesas de consumo de água, luz, força e energia que
digam respeito diretamente às obras e serviços contratados, os tributos, emolumentos e
quaisquer outras despesas incidentes sobre o Contrato;
d)
acatar as exigências dos Poderes Públicos e pagar, as suas expensas, as multas que lhe sejam
impostas pelas autoridades;
e)
efetuar a retenção de 11% referente à contribuição previdenciária incidente sobre os serviços
subcontratados, na forma das instruções normativas do INSS, apresentando os documentos
probatórios ao CONTRATANTE;
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f)
obter da(s) firma(s) subcontratada(s) os comprovantes de recolhimentos de ART relativos ao
registro do contrato entre CONTRATADA e SUBCONTRATADA e execução dos serviços
subcontratados.
Parágrafo Primeiro - A inadimplência da CONTRATADA, com referência aos encargos mencionados
nesta cláusula, não transfere ao CONTRATANTE a responsabilidade por seu pagamento. Caso
venha o CONTRATANTE a satisfazê-los ser-lhe-á assegurado direito de regresso, sendo os valores
pagos atualizados financeiramente, desde a data em que tiverem sido pagos pelo CONTRATANTE
até aquela em que ocorrer o ressarcimento pela CONTRATADA.
Parágrafo Segundo - O CONTRATANTE poderá exigir, a qualquer momento, a comprovação do
cumprimento das obrigações mencionadas no "caput" desta Cláusula.
Parágrafo Terceiro - A CONTRATADA se obriga a manter, durante a vigência do contrato, todas as
condições de habilitação exigidas na contratação. Assume, ainda, a obrigação de apresentar, no
término do prazo de validade de cada documento, os seguintes comprovantes devidamente
atualizados:
a) prova de regularidade para com a Fazenda Federal, Estadual e Municipal do domicílio ou
sede da CONTRATADA, compreendendo a Certidão de Quitação de Tributos e a Certidão
Quanto a Dívida Ativa - ou outras equivalentes, na forma da lei - expedidas, em cada esfera
de governo, pelo órgão competente;
b) prova de regularidade perante o INSS - Instituto Nacional de Seguro Social, mediante
apresentação da CND - Certidão Negativa de Débito;
c) prova de regularidade perante o FGTS - Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, mediante
apresentação do CRF - Certificado de Regularidade de Fundo de Garantia, fornecido pela
Caixa Econômica Federal.
Parágrafo Quarto – Além dos documentos relacionados no parágrafo terceiro desta cláusula, a
CONTRATADA deverá apresentar ao CONTRATANTE os seguintes documentos:
a)
trimestralmente: certidão de débito salarial e certidão de infrações trabalhistas emitidas pelas
Delegacias Regionais do Trabalho da jurisdição onde os serviços são prestados, na forma da
Instrução Normativa nº 27, de 27.02.2002;
b) anualmente: balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício social, já
exigíveis e apresentados na forma da lei e nos mesmos moldes exigidos quando da licitação.
Parágrafo Quinto - A CONTRATADA estará dispensada de anexar os comprovantes de Regularidade
para com a Fazenda Federal, Estadual e Municipal, da CND e do CRF - Certificado de Regularidade
de FGTS, caso mantenha a referida documentação atualizada no Sistema SICAF, para verificação
“on-line” por ocasião do pagamento.
Parágrafo Sexto – Os documentos exigidos neste Contrato deverão ser apresentados na forma
exigida no Parágrafo Terceiro da CLÁUSULA NONA.
Parágrafo Sétimo – O CONTRATANTE se reserva o direito de rescindir administrativamente o
contrato quando a CONTRATADA não comprovar sua regularidade de situação, na forma descrita
nesta Cláusula.
CLÁUSULA DÉCIMA SÉTIMA - A CONTRATADA responderá pessoal, direta e exclusivamente pelas
reparações decorrentes de acidentes de trabalho na execução dos serviços contratados, uso
indevido de marcas e patentes e danos pessoais ou materiais causados ao CONTRATANTE ou a
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terceiros, mesmo que ocorridos na via pública. Responsabiliza-se, igualmente, pela integridade da
obra, respondendo pela destruição ou danificação de qualquer de seus elementos, seja resultante de
ato de terceiros, caso fortuito ou força maior.
Parágrafo Primeiro - Para garantir os riscos de danos pessoais e materiais, inclusive os ocorridos na
via pública, durante a execução dos trabalhos e até o recebimento provisório, o CONTRATANTE
fará, sem ônus para a CONTRATADA e em nome desta, Seguro de Responsabilidade Civil, corrigido
pela variação do IDTR (índice instituído e divulgado pela SUSEP), respeitadas as disposições legais.
Na hipótese de atraso na conclusão da obra, por responsabilidade exclusiva da CONTRATADA, o
CONTRATANTE poderá renovar o referido seguro, pelo prazo necessário a sua conclusão e, desta
feita, debitará à CONTRATADA o valor correspondente às despesas.
Parágrafo Segundo - Igualmente fica a CONTRATADA responsável por todas as avarias e danos
cobertos pelo Seguro de Riscos de Engenharia. Em caso de opção por este seguro, deverá a
CONTRATADA fazê-lo através de seguradora credenciada no IRB, de sua livre escolha, sob
orientação do CONTRATANTE.
Parágrafo Terceiro - O seguro de riscos contra fogo, inclusive o celeste, será feito diretamente pelo
CONTRATANTE, segundo suas normas internas, sem ônus para a CONTRATADA.
CLÁUSULA DÉCIMA OITAVA - Os contatos entre o CONTRATANTE e a CONTRATADA serão
mantidos por intermédio da FISCALIZAÇÃO.
Parágrafo Primeiro - Todas as Ordens de Serviço ou Comunicações entre a FISCALIZAÇÃO e a
CONTRATADA, serão transmitidas por escrito, em 3 (três) vias, uma das quais ficará em poder do
emitente depois de visada pelo destinatário. Cópia das ditas Ordens de Serviço e Comunicações
deverão ficar arquivadas no canteiro da obra.
Parágrafo Segundo - A CONTRATADA deverá facilitar à FISCALIZAÇÃO a vistoria às obras e
serviços pactuados, bem como a verificação de materiais/equipamentos destinados à empreitada, em
oficinas, depósitos, armazéns ou dependências onde se encontrem, mesmo que de propriedade de
terceiros.
Parágrafo Terceiro - À FISCALIZAÇÃO é assegurado o direito de ordenar a suspensão das obras e
serviços, sem prejuízo das penalidades a que ficar sujeita a CONTRATADA e sem que esta tenha
direito à indenização, no caso de não ser atendida, dentro de 48 (quarenta e oito) horas a contar da
entrega da Ordem de Serviço correspondente, qualquer reclamação sobre defeito em serviço
executado ou em material/equipamento adquirido.
Parágrafo Quarto - A CONTRATADA deverá retirar da obra, imediatamente após o recebimento da
Ordem de Serviço correspondente, qualquer empregado seu ou de terceiros que, a critério da
FISCALIZAÇÃO, venha demonstrar conduta nociva, incapacidade técnica ou mantiver atitude hostil
para com os prepostos do CONTRATANTE.
CLÁUSULA DÉCIMA NONA - O Responsável Técnico da CONTRATADA, apresentado durante a
fase de habilitação da empresa, assumirá as responsabilidades legais pela DIREÇÃO da obra,
obrigando-se a comparecer quinzenalmente ao canteiro de obra ou sempre que solicitado pela
FISCALIZAÇÃO e quantas vezes seja necessária sua presença para garantir qualidade e celeridade
ao objeto contratado.
Parágrafo Primeiro - Para a perfeita execução e completo acabamento das obras e serviços, a
CONTRATADA deverá, sob as responsabilidades legais vigentes, manter na obra, em horário
integral, engenheiro residente com experiência comprovada em obras de complexidade compatível
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com o objeto contratual, a fim de garantir toda assistência técnico-administrativa necessária ao
conveniente andamento dos trabalhos. Este profissional será o Responsável Técnico pela
EXECUÇÃO da obra.
Parágrafo Segundo - Antes do início das obras, a CONTRATADA deverá submeter ao
CONTRATANTE, o nome do profissional referido no Parágrafo Primeiro desta Cláusula, juntamente
com a documentação comprobatória da aptidão exigida.
CLÁUSULA VIGÉSIMA - Para as obras e serviços que forem ajustados, caberá à CONTRATADA
fornecer e conservar pelo período que for necessário, equipamento e ferramental adequado e a
contratar mão-de-obra idônea, de modo a reunir permanentemente em serviço, uma equipe
homogênea e suficiente de operários, mestres e encarregados que possa assegurar o progresso
satisfatório das obras.
CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA – Deverá o CONTRATANTE exigir da CONTRATADA o
cumprimento das Normas Regulamentares do Ministério do Trabalho e Emprego e as Instruções
Normativas do INSS/DC, em especial as Instruções Normativas n.º 118, de 14.04.2005 e MPS/SRP
nº 03, de 14.07.2005, no que couber, colocando à disposição da Delegacia Regional do Trabalho e
Emprego e à fiscalização do INSS, no mínimo o cumprimento das seguintes normas:
a)
b)
c)
d)
e)
NR-5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, mediante a apresentação da
documentação da CIPA constituída, do treinamento dos componentes ou, se for o caso, do
representante pelo cumprimento da norma e seu treinamento;
NR-6 – Equipamento de Proteção Individual: apresentando a relação dos EPI utilizados e
comprovante de recebimento pelos empregados;
NR-7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional: com a apresentação do PCMSO
assinado por médico do trabalho e os exames médicos obrigatórios;
NR-9 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – ou LTCAT – Laudo Técnico de
Condições Ambientais do Trabalho (assinado por engenheiro de segurança do trabalho com
registro no CREA), atualizados pelo menos uma vez ao ano ou no caso de alteração no ambiente
de trabalho ou em sua organização;
NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção: mediante
apresentação do PCMAT - Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria
da Construção – com ART registrada no CREA, assinada por engenheiro de segurança do
trabalho, atualizado pelo menos uma vez ao ano ou no caso de alteração no ambiente de
trabalho ou em sua organização.
CLÁUSULA VIGÉSIMA SEGUNDA - A CONTRATADA se obriga a informar ao CONTRATANTE, no
prazo de 48 (quarenta e oito) horas, qualquer alteração social ou modificação da finalidade ou da
estrutura da empresa.
CLÁUSULA VIGÉSIMA TERCEIRA - Na hipótese de fusão, cisão, incorporação ou associação da
CONTRATADA com outrem, o CONTRATANTE reserva-se o direito de rescindir o Contrato, ou
continuar sua execução com a empresa resultante da alteração social, inclusive no que diz respeito à
garantia (CLÁUSULA TRIGÉSIMA).
CLÁUSULA VIGÉSIMA QUARTA - É vedado à CONTRATADA caucionar ou utilizar o presente
Contrato para qualquer operação financeira.
CLÁUSULA VIGÉSIMA QUINTA - A CONTRATADA não poderá utilizar o nome do CONTRATANTE,
ou sua qualidade de CONTRATADA em quaisquer atividades de divulgação profissional, como, por
exemplo, em cartões de visitas, anúncios diversos, impressos etc., sob pena de imediata rescisão do
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presente Contrato, independentemente de aviso ou interpelação judicial ou extrajudicial, sem prejuízo
da responsabilidade da CONTRATADA.
CLÁUSULA VIGÉSIMA SEXTA - A não utilização, pelas partes, de qualquer dos direitos
assegurados neste Contrato, ou na lei em geral, não implica novação, não devendo ser interpretada
como desistência de ações futuras. Todos os meios postos à disposição neste Contrato são
cumulativos e não alternativos, inclusive com relação a dispositivos legais.
CLÁUSULA VIGÉSIMA SÉTIMA - São assegurados ao CONTRATANTE todos os direitos e
faculdades previstos na Lei nº 8.078, de 11.09.90 (Código de Defesa do Consumidor).
CLÁUSULA VIGÉSIMA OITAVA – A CONTRATADA se compromete a guardar sigilo absoluto sobre
as atividades decorrentes da execução dos serviços e sobre as informações a que venha a ter
acesso por força da execução dos serviços objeto deste contrato.
CLÁUSULA VIGÉSIMA NONA - Considerando que o BANCO DO BRASIL S.A. está submetido às
leis orçamentárias federais (LDO-LOA), ficam as partes cientes de que a execução do(s) projeto(s)
ao abrigo deste Contrato estará condicionado às respectivas aprovações orçamentárias.
Parágrafo Primeiro - Caso a assinatura deste contrato ocorra antes da publicação, no DOU, das leis
orçamentárias federais (LDO-LOA), o prazo global para a execução de todas as obras e serviços e
apresentação da garantia, estipulados nas Cláusulas Sexta e Vigésima Nona, respectivamente,
começarão a contar a partir da data daquela publicação.
Parágrafo Segundo – Na hipótese prevista no Parágrafo Primeiro desta Cláusula, as datas-limite para
conclusão de cada etapa, descritas no cronograma constante da Cláusula Sétima, serão alteradas na
mesma proporção do tempo transcorrido entre a assinatura do contrato e a publicação da Lei.
GARANTIA
UTILIZAR ESTA CLÁUSULA QUANDO O COMPROVANTE DE GARANTIA FOR ENTREGUE
PREVIAMENTE OU NO MOMENTO DA ASSINATURA DO CONTRATO
(CLÁUSULA TRIGÉSIMA) - A CONTRATADA entregou ao CONTRATANTE comprovante de
garantia, na modalidade de .........., no valor de R$......... (.....por extenso.......), correspondente a
5% (cinco por cento) do valor deste Contrato, como forma de garantir a perfeita execução de seu
objeto. A título de garantia adicional, a CONTRATADA entregou ao CONTRATANTE comprovante
de garantia, na modalidade de ..........., no valor de R$ ........... (.por extenso), correspondente ao
valor apurado na forma do item 14.3 do Edital. (UTILIZAR A SEGUNDA PARTE SOMENTE NO
CASO DE PRESTAÇÃO DE GARANTIA ADICIONAL)
Parágrafo Primeiro - A garantia responderá pelo fiel cumprimento das disposições do contrato,
ficando o CONTRATANTE autorizado a executá-la para cobrir multas, indenizações ou pagamento
de qualquer obrigação, inclusive em caso de rescisão.
Parágrafo Segundo - Utilizada a garantia, a CONTRATADA obriga-se a integralizá-la no prazo de 5
(cinco) dias úteis contado da data em que for notificada formalmente pelo CONTRATANTE.
(RETIRAR ESTE PARÁGRAFO QUANDO A GARANTIA PRESTADA FOR NA MODALIDADE DA
CAUÇÃO PREVISTA NO ITEM 18.1 DO EDITAL, RENUMERANDO OS DEMAIS. NESTA
HIPÓTESE, SE HOUVER PRESTAÇÃO DE GARANTIA ADICIONAL, NÃO RETIRAR ESTE
PARÁGRAFO, SUBSTITUINDO O TERMO “garantia” POR “garantia adicional”)
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Parágrafo Terceiro - O valor da garantia somente será liberado à CONTRATADA após a assinatura
do Termo de Recebimento Definitivo previsto na CLÁUSULA QUINTA deste Contrato ou por
ocasião da rescisão do Contrato, desde que não possua obrigação ou dívida inadimplida com o
CONTRATANTE e mediante expressa autorização deste.
Parágrafo Quarto - Caso ocorra dilação no prazo da obra e consequentemente na data prevista
para assinatura do Termo de Recebimento Definitivo da obra, a garantia deverá ter sua data de
vencimento revalidada para a nova data contratual prevista. (RETIRAR ESTE PARÁGRAFO
QUANDO A GARANTIA PRESTADA FOR NA MODALIDADE DA CAUÇÃO PREVISTA NO ITEM
18.1 DO EDITAL, RENUMERANDO OS DEMAIS. NESTA HIPÓTESE, SE HOUVER PRESTAÇÃO
DE GARANTIA ADICIONAL, NÃO RETIRAR ESTE PARÁGRAFO, SUBSTITUINDO O TERMO
“garantia” POR “garantia adicional”)
Parágrafo Quinto –Toda e qualquer garantia a ser apresentada responderá pelo cumprimento das
obrigações da contratada eventualmente inadimplidas na vigência do contrato e da garantia, e não
serão aceitas se o garantidor limitar o exercício do direito de execução ou cobrança ao prazo de
vigência da garantia.
UTILIZAR ESTA CLÁUSULA QUANDO:
- O COMPROVANTE DE GARANTIA FOR ENTREGUE APÓS A ASSINATURA DO CONTRATO;
- OBRIGATORIAMENTE QUANDO A LDO-LOA NÃO TIVER SIDO APROVADA.
(CLÁUSULA TRIGÉSIMA) - A CONTRATADA entregará ao CONTRATANTE comprovante de
garantia, na modalidade.........., no valor de R$......... (.....), correspondente a 5% (cinco por cento)
do valor deste contrato, como forma de garantir a perfeita execução de seu objeto. A título de
garantia adicional, a CONTRATADA entregará ao CONTRATANTE comprovante de garantia, na
modalidade de ..........., no valor de R$ ........... (por extenso), correspondente ao valor apurado na
forma do item 14.3 do Edital. (UTILZAR A SEGUNDA PARTE SOMENTE NO CASO DE
PRESTAÇÃO DE GARANTIA ADICIONAL)
Parágrafo Primeiro - A garantia deverá ser entregue, no prazo máximo de 10 (DEZ) dias. dias
contados da data de assinatura deste contrato no seguinte endereço: CENTRO DE SERVIÇOS DE
LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO, Rua Barão de São Francisco, 177, Bloco 05, 4º Andar - Andaraí - Rio de
Janeiro – RJ- CEP 20560-901.
Parágrafo Segundo – O pagamento das faturas ficará condicionado à entrega da garantia, no prazo
e local estipulados no parágrafo anterior.
Parágrafo Terceiro – A garantia responderá pelo fiel cumprimento das disposições do Contrato,
ficando o CONTRATANTE autorizado a executá-la para cobrir multas, indenizações ou pagamento
de qualquer obrigação, inclusive em caso de rescisão.
Parágrafo Quarto - Utilizada a garantia, a CONTRATADA obriga-se a integralizá-la no prazo de 5
(cinco) dias úteis contados da data em que for notificada formalmente pelo CONTRATANTE.
(RETIRAR ESTE PARÁGRAFO QUANDO A GARANTIA PRESTADA FOR NA MODALIDADE DA
CAUÇÃO PREVISTA NO ITEM 18.1 DO EDITAL, RENUMERANDO OS DEMAIS. NESTA
HIPÓTESE, SE HOUVER PRESTAÇÃO DE GARANTIA ADICIONAL, NÃO RETIRAR ESTE
PARÁGRAFO, SUBSTITUINDO O TERMO “garantia” POR “garantia adicional”)
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Parágrafo Quinto - O valor da garantia somente será liberado à CONTRATADA após a assinatura
do Termo de Recebimento Definitivo previsto na CLÁUSULA QUINTA deste Contrato ou por
ocasião da rescisão do Contrato, desde que não possua obrigação ou dívida inadimplida com o
CONTRATANTE e mediante expressa autorização deste.
Parágrafo Sexto - Caso ocorra dilação no prazo da obra e consequentemente na data prevista para
assinatura do Termo de Recebimento Definitivo da obra, a garantia deverá ter sua data de
vencimento revalidada para a nova data contratual prevista. (RETIRAR ESTE PARÁGRAFO
QUANDO A GARANTIA PRESTADA FOR NA MODALIDADE DA CAUÇÃO PREVISTA NO ITEM
18.1 DO EDITAL, RENUMERANDO OS DEMAIS. NESTA HIPÓTESE, SE HOUVER PRESTAÇÃO
DE GARANTIA ADICIONAL, NÃO RETIRAR ESTE PARÁGRAFO, SUBSTITUINDO O TERMO
“garantia” POR “garantia adicional”)
Parágrafo Sétimo –Toda e qualquer garantia a ser apresentada responderá pelo cumprimento das
obrigações da contratada eventualmente inadimplidas na vigência do contrato e da garantia, e não
serão aceitas se o garantidor limitar o exercício do direito de execução ou cobrança ao prazo de
vigência da garantia.
PENALIDADES
CLÁUSULA TRIGÉSIMA PRIMEIRA - Os atos praticados pela CONTRATADA, prejudiciais à
execução do Contrato, sujeitam-na às seguintes sanções:
a) advertência;
b) multa;
c) suspensão temporária do direito de licitar e contratar com o Banco e suas subsidiárias, por
período não superior a 2 (dois) anos;
d) declaração de inidoneidade para licitar e contratar com a Administração Pública enquanto
perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação
perante a própria autoridade que aplicou a penalidade.
Parágrafo Primeiro - Nenhuma sanção será aplicada sem o devido processo administrativo.
Parágrafo Segundo - A aplicação das penalidades, ocorrerá após defesa prévia do interessado, no
prazo de 5 (cinco) dias úteis a contar da intimação do ato.
Parágrafo Terceiro - No caso de aplicação de advertência, multa por inexecução total ou parcial do
Contrato e suspensão temporária, caberá apresentação de recurso no prazo de 5 (cinco) dias úteis a
contar da intimação do ato.
Parágrafo Quarto - Nos prazos de defesa prévia e recurso, será aberta vista do processo aos
interessados.
CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEGUNDA - A advertência poderá ser aplicada quando ocorrer:
a) descumprimento das obrigações contratuais que não acarretem prejuízos para o Banco;
b) execução insatisfatória ou pequenos transtornos ao desenvolvimento dos serviços desde que sua
gravidade não recomende a aplicação da suspensão temporária ou declaração de inidoneidade.
CLÁUSULA TRIGÉSIMA TERCEIRA - Pelos dias que exceder a cada uma das etapas limites
previstas contratualmente para conclusão das mesmas, ficará a CONTRATADA sujeita, de pleno
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direito, à multa moratória de 0,55% (cinquenta e cinco décimos por cento) ao dia, calculada sobre
o valor da correspondente parcela e/ou Serviço Extraordinário.
Parágrafo Primeiro - A CONTRATADA todavia, não incorrerá na multa referida no “caput”, caso
ocorram prorrogações compensatórias formalmente concedidas pelo CONTRATANTE, por
comprovado impedimento de execução dos trabalhos, efetuando-se, então, uma revisão dos
cronogramas, em comum acordo pelas partes e tomando-se por base, daí por diante, os documentos
atualizados resultantes. Por conseguinte, as multas moratórias aplicadas poderão ser restituídas à
CONTRATADA, integral ou parcialmente, em função dos novos cronogramas, sem qualquer
atualização/reajustamento do valor da multa originalmente aplicada.
Parágrafo Segundo - A qualquer momento que a CONTRATADA recupere os atrasos verificados nas
fases de programação da obra, ser-lhe-ão devolvidas as importâncias das multas moratórias
cobradas por infração nos prazos parciais, sem qualquer atualização/reajustamento do valor da multa
originalmente aplicada.
Parágrafo Terceiro – Quando estiver encerrando o prazo de vigência do contrato, a multa moratória
será auto-aplicável, sendo automaticamente descontada do valor da última fatura contratual.
CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUARTA - O CONTRATANTE poderá aplicar à CONTRATADA multa por
inexecução total ou parcial do Contrato correspondente a até 20% (vinte por cento) do valor relativo
à(s) parcela(s) e/ou ao Serviço Extraordinário inadimplidos, conforme o caso.
Parágrafo Primeiro - Em caso de reincidência, o valor da multa estipulada no "caput" desta cláusula
será elevado em 1% (um por cento) a cada reincidência, até o limite de 30% (trinta por cento) do
valor correspondente à(s) parcelas(s) e/ou do Serviço Extraordinário inadimplidos, conforme o caso.
Parágrafo Segundo - A multa poderá ser aplicada cumulativamente com as demais sanções, não terá
caráter compensatório, e a sua cobrança não isentará a CONTRATADA da obrigação de indenizar
eventuais perdas e danos.
Parágrafo Terceiro - A multa aplicada à CONTRATADA e os prejuízos por ela causados ao Banco
serão deduzidos de qualquer crédito a ela devido, cobrados direta ou judicialmente.
CLÁUSULA TRIGÉSIMA QUINTA - A suspensão temporária poderá ser aplicada quando ocorrer:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
g)
h)
apresentação de documentos falsos ou falsificados;
reincidência de execução insatisfatória dos serviços contratados;
atraso, injustificado, na execução/conclusão dos serviços, contrariando o disposto no Contrato;
reincidência na aplicação das penalidades de advertência ou multa;
irregularidades que ensejem a rescisão contratual;
condenação definitiva por praticar fraude fiscal no recolhimento de quaisquer tributos;
prática de atos ilícitos visando a execução do contrato;
prática de atos ilícitos que demonstrem não possuir o concorrente idoneidade para contratar com
o Banco.
CLÁUSULA TRIGÉSIMA SEXTA - A declaração de inidoneidade poderá ser proposta ao Ministro da
Fazenda quando constatada a má-fé, ação maliciosa e premeditada em prejuízo do CONTRATANTE,
evidência de atuação com interesses escusos ou reincidência de faltas que acarretem prejuízo ao
CONTRATANTE ou aplicações sucessivas de outras penalidades.
RESCISÃO
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CLÁUSULA TRIGÉSIMA SÉTIMA - A rescisão deste Contrato poderá ocorrer nas seguintes
hipóteses:
a) administrativamente, a qualquer tempo, por ato unilateral e escrito do CONTRATANTE, além dos
casos enumerados nos incisos I a XII, XVI a XVIII do art. 78 da Lei 8.666/93, atualizada pela Lei
9.854, de 27.10.99, nas seguintes hipóteses:
I-
abandono da obra, assim considerada, para os efeitos contratuais, a paralisação imotivada
dos serviços por mais de 10 (dez) dias corridos;
II - atraso decorrente da defasagem da obra em relação ao cronograma em vigor, verificada em
qualquer etapa da programação, superior a 20% (vinte por cento) do prazo global;
III - colocação de empecilhos à realização, pela FISCALIZAÇÃO, de vistorias às obras ou serviços
contratados; e
IV - cometimento reiterado de faltas na execução da obra.
b) amigavelmente, formalizada em autorização escrita e fundamentada do CONTRATANTE,
mediante aviso prévio por escrito, de 90 (noventa) dias ou de prazo menor a ser negociado pelas
partes à época da rescisão;
c) judicialmente, nos termos da legislação.
Parágrafo Primeiro – A rescisão também poderá ocorrer quando a CONTRATADA não apresentar
comprovante de garantia na forma da CLÁUSULA TRIGÉSIMA para o cumprimento das obrigações
contratuais.
Parágrafo Segundo - Os casos de rescisão contratual serão formalmente motivados nos autos do
processo, assegurado o contraditório e a ampla defesa.
Parágrafo Terceiro - As responsabilidades imputadas à CONTRATADA, por prejuízos decorrentes de
ações delitivas perpetradas contra o CONTRATANTE, não cessam com a rescisão do contrato.
Parágrafo Quarto - A rescisão acarretará as seguintes conseqüências imediatas:
a) execução da garantia contratual, para ressarcimento, ao Banco, dos valores das multas aplicadas
ou de quaisquer outras quantias ou indenizações a ele devidas;
b) retenção dos créditos decorrentes do contrato, até o limite dos prejuízos causados ao Banco.
DISPOSIÇÕES FINAIS
CLÁUSULA TRIGÉSIMA OITAVA - Fica eleito o foro da cidade do Rio de Janeiro RJ para dirimir as
dúvidas oriundas do presente Contrato, com exclusão de qualquer outro, por mais privilegiado que
seja.
E, por se acharem justas e contratadas, assinam as partes o presente instrumento em 2 (duas)
vias de igual teor e forma, na presença das testemunhas abaixo.
RIO DE JANEIRO (RJ),
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CONTRATANTE: .....................................................................
(CARIMBO E ASSINATURA)
CONTRATADA: .......................................................................
(CARIMBO E ASSINATURA)
TESTEMUNHAS:
Nome:-------------------------------------------------------CPF:---------------------------------Nome:--------------------------------------------------------CPF:-----------------------------------
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ANEXO 14
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MINUTA DE DECLARAÇÃO DE MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE
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Para fins de participação na licitação (indicar o nº registrado no Edital), a(o) (NOME COMPLETO DO
CONCORRENTE).............................., CNPJ, sediada (o).......(ENDEREÇO COMPLETO), DECLARA, sob as
penas da lei, que cumpre os requisitos legais para a qualificação como (Microempresa ou Empresa de Pequeno
Porte, conforme o caso), na forma da Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006 e do Decreto nº 6.204, de
05.09.2007, estando apta a usufruir do tratamento favorecido estabelecido nos arts. 42 a 49 daquela Lei
Complementar.
DECLARA, ainda, que não existe qualquer impedimento entre os previstos nos incisos do § 4º do artigo 3º da Lei
Complementar nº 123, de 14.12.2006.
Local e data
Nome e identificação do declarante
OBS.: a presente declaração deverá ser assinada por representante legal do CONCORRENTE.
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CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
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ANEXO 15
(NÃO UTILIZAR PAPEL TIMBRADO)
AUTORIZAÇÃO DE VISTORIA
Ao
BANCO DO BRASIL S.A.
CAVALEIROS-MACAÉ RJ
(obter nº do telefone quando da autorização)
Sr. Gerente,
Autorizo a firma __________________________________________, na pessoa do Sr(a).
___________________________________________________, portadora do documento de identidade
__________________________________ a efetuar vistoria nessa Dependência para fins de confecção de
proposta para a licitação na modalidade TOMADA DE PREÇOS N° 2009/08372 (7422), REFORMA PARA
IMPLANTAÇÃO DE DEPENDÊNCIAa realizar-se nesta Unidade no dia 19.05.2009 às 10:30 horas.
Obs: DATA LIMITE PARA VISTORIA: até às 16:00h do dia 18.05.2009
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO (RJ)
________________________
(Carimbo e assinatura da Comissão)
É OBRIGATÓRIA A APRESENTAÇÃO DA IDENTIDADE (cópia ou original autenticada) PARA A LIBERAÇÃO
DA VISTORIA,
ESTE ANEXO DEVERÁ SER ENCAMINHADO AO CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA RIO DE JANEIRO
– CSL RIO – NA RUA BARÃO DE SÃO FRANCISCO, 177 – BLOCO 5 – 4º ANDAR – ANDARAÍ, PARA A
DEVIDA AUTORIZAÇÃO.
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ANEXO 16
DECLARAÇÕES EXIGIDAS NO ANEXO 2
(UTILIZAR PAPEL TIMBRADO DA CONCORRENTE OU TEXTO COM A IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA)
1
Declaramos que a forma para habilitação, dar-se-á pela apresentação da documentação junto ao
Banco ou por meio do SICAF (escolher conforme o caso);
2
Declaramos a inexistência em nosso quadro, de funcionário de qualquer Centro de Serviços de
Logística, da Gerência de Patrimônio, Arquitetura e Engenharia – Gepae, como dirigente, acionista
detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto ou controlador, responsável
técnico, representante comercial ou procurador, salvo os casos de empresa sob controle do próprio
Banco;
3
Declaramos que tomamos conhecimento de todas as informações e das condições para o
cumprimento das obrigações do objeto desta licitação;
4
Declaramos à existência ou inexistência, em nosso quadro, de cônjuges, inclusive companheiros(as),
parentes até 2º grau (filhos, netos, irmãos, pais, avós), pais adotivos, padrastos, enteados, cunhados,
sogros, genros, noras ou de outras pessoas que mantenham vínculos de natureza técnica, comercial,
econômica ou financeira com funcionários do CSL responsável pela licitação. (OBS: Em caso de
existência, deverá ser indicado o nome do funcionário);
5
Declaramos que, na data da contratação, haverá, em nosso quadro de pessoal, profissional(is) de
nível superior detentor(es) de acervo técnico por execução de obra ou serviço de características
semelhantes às do objeto desta licitação.
6
Declaramos que disponibilizaremos estrutura operacional (pessoal e material) adequada ao perfeito
cumprimento do objeto da licitação, sendo a equipe técnica mínima, para execução, aquela descrita
no Caderno de Encargos Parte IV – (Anexo 3).
Rio de Janeiro(RJ),
______________________________________
assinatura e carimbo do proponente
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