Edital Manutenção MATRIZ_28JUL14_v01 -PUBLIC

Edital Manutenção MATRIZ_28JUL14_v01 -PUBLIC
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
C.O.M.U.N.I.C.A.D.O
DEVIDO FORMATO/TIPO DE ARQUIVO, ALGUNS DOS ANEXOS DESTE EDITAL encontramse disponíveis para gravação em mídia digital, na GILOG/BR Licitação – Filial de Logística
Brasília, sito à SEPN 512, Lote 01 e 02, Asa Norte, Edif. José Alencar Gomes da Silva, CEP
70.760-500 – no 4º andar, ala Sul, devendo a empresa interessada comparecer nos dias úteis,
em horário comercial, para obtenção do referido material sob apresentação de pendrive para
cópias.
ATENÇAO: A empresa que deseja participar e que por motivos de logística não tem condições
de se deslocar até o endereço acima, pode solicitar cópia dos arquivos diretamente numa
unidade da GILOG mais próxima. Para mais informações (61) 3448-6700 (pedir para falar na
coordenação de “Licitação Filiais”).
RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL
A CAIXA está orientada para gerir seus negócios com base nos princípios da
Responsabilidade Social, de forma a gerar resultados sustentáveis ao longo do tempo.
Para o aprofundamento das práticas de Responsabilidade Social, a CAIXA estabeleceu
as seguintes premissas para a gestão de seus negócios:
Estimular o monitoramento e cumprimento dos valores e princípios do Código de
Ética no ambiente interno e fomentar a replicação deles em toda a cadeia produtiva dos
parceiros externos;
Fortalecer a incorporação das variáveis sociais e ambientais atreladas aos direitos
humanos, às declarações de princípios da Organização Internacional do Trabalho, aos
Princípios do Pacto Global e às Metas de Desenvolvimento do Milênio, intensificando o
trato das críticas e sugestões advindas das partes que se relacionam com a Empresa;
Fazer constar no Relatório de Sustentabilidade as dimensões sociais, ambientais e
econômicas, os resultados favoráveis e desfavoráveis, os desafios e metas, devendo
esses dados subsidiar o planejamento estratégico;
Promover com seus fornecedores a discussão acerca do desenvolvimento das
competências na sobrevivência e proteção das crianças, buscando o envolvimento com
políticas públicas voltadas à promoção dos direitos da infância;
Fomentar, em toda a sua cadeia produtiva, o repúdio a todas as atitudes
preconceituosas relacionadas à origem, raça, gênero, cor, idade, religião, ao credo,
classe social, incapacidade física e quaisquer outras formas de discriminação,
estimulando a utilização dos meios de comunicação disponíveis para os registros de
ocorrências que atentem contra o Código de Ética da CAIXA e a legislação específica
em vigor;
Empreender ações que permitam que as questões ambientais tenham caráter de
transversalidade e sejam incluídas no Plano Estratégico, além da existência da Política
Ambiental Corporativa da CAIXA;
Considerar nos negócios os princípios e as oportunidades relacionados à
sustentabilidade ambiental;
Contribuir para a conscientização dos danos causados ao ambiente em decorrência
da intervenção humana, com abrangência a todas as partes interessadas da Empresa;
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
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Fls.
Rubrica
Formar parceria com fornecedores com foco na melhoria de processos de gestão
ambiental;
Definir sistemática que permita verificar a origem e a cadeia de produção dos
insumos madeireiros e florestais, estimulando o mercado de forma que a CAIXA utilize
no seu processo produtivo materiais com certificação de origem e Certificação da
Cadeia de Custódia;
Definir meios que contribuam para redução do consumo dos recursos naturais
utilizados na Empresa, adotando medidas adequadas à destinação de resíduos, sem
prejuízo das condições de trabalho e sem alteração do padrão tecnológico atual;
Incluir na política de relacionamento com fornecedores, observadas as exigências
legais, como variáveis de seleção e avaliação, as questões referentes às relações
trabalhistas, ao trabalho infantil, ao trabalho escravo ou análogo e aos padrões
ambientais, estimulando os fornecedores a replicarem essas considerações em relação
aos seus próprios fornecedores, criando um círculo virtuoso de conscientização social;
Priorizar, nos limites legais, os fornecedores que não comungam com práticas que
infrinjam os direitos humanos e, também, que contribuam para a conservação ambiental
e para a proteção à biodiversidade e que combatam a exploração ilegal e predatória das
florestas;
Contribuir para erradicação do trabalho infantil, do trabalho forçado ou análogo ao
escravo, promovendo discussão acerca da questão com fornecedores e estimulando-os
a cumprirem a legislação;
Definir meios que permitam a realização de campanhas de conscientização para
todos os fornecedores, de forma que seja e fique explicitado o repúdio da CAIXA à mãode-obra infantil e à mão-de-obra escrava;
Contribuir para a erradicação das políticas ilegais, imorais e antiéticas, promovendo
a divulgação e educação de todas as partes interessadas, como fornecedores, clientes e
consumidores, entre outros, em iniciativas de combate à corrupção e propina,
disseminando o tema e/ou ensinando sobre a utilização de ferramentas correlatas;
Estimular os fornecedores na utilização dos Indicadores Ethos, constante no
endereço www.ethos.org.br, como ferramenta de uso interno da empresa para avaliação
da gestão no que diz respeito à incorporação de práticas de Responsabilidade Social.
NOSSOS VALORES ÉTICOS
A CAIXA elaborou o seu Código de Ética, que tem por objetivo sistematizar os valores
éticos que devem nortear a condução dos negócios, orientar as ações e o
relacionamento com os interlocutores internos e externos.
Compartilhamos com você, que poderá ser um parceiro da CAIXA, os valores éticos que
nortearão a nossa relação.
RESPEITO
As pessoas na CAIXA são tratadas com ética, justiça, respeito, cortesia, igualdade e
dignidade.
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
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Exigimos de dirigentes, empregados e parceiros da CAIXA absoluto respeito pelo ser
humano, pelo bem público, pela sociedade e pelo meio ambiente.
Repudiamos todas as atitudes de preconceitos relacionadas à origem, raça, sexo,
cor, idade, religião, credo, classe social, incapacidade física e quaisquer outras formas
de discriminação.
Respeitamos e valorizamos nossos clientes e seus direitos de consumidores, com a
prestação de informações corretas, cumprimento dos prazos acordados e oferecimento
de alternativa para satisfação de suas necessidades de negócios com a CAIXA.
Preservamos a dignidade de dirigentes, empregados e parceiros, em qualquer
circunstância, com a determinação de eliminar situações de provocação e
constrangimento no ambiente de trabalho que diminuam o seu amor próprio e a sua
integridade moral.
Os nossos patrocínios atentam para o respeito aos costumes, tradições e valores da
sociedade, bem como a preservação do meio ambiente.
HONESTIDADE
No exercício profissional, os interesses da CAIXA estão em 1º lugar nas mentes dos
nossos empregados e dirigentes, em detrimento de interesses pessoais, de grupos ou
de terceiros, de forma a resguardar a lisura dos seus processos e de sua imagem.
Gerimos com honestidade nossos negócios, os recursos da sociedade e dos fundos
e programas que administramos, oferecendo oportunidades iguais nas transações e
relações de emprego.
Não admitimos qualquer relacionamento ou prática desleal de comportamento que
resulte em conflito de interesses e que estejam em desacordo com o mais alto padrão
ético.
Não admitimos práticas que fragilizem a imagem da CAIXA e comprometam o seu
corpo funcional.
Condenamos atitudes que privilegiem fornecedores e prestadores de serviços, sob
qualquer pretexto.
Condenamos a solicitação de doações, contribuições de bens materiais ou valores a
parceiros comerciais ou institucionais em nome da CAIXA, sob qualquer pretexto.
COMPROMISSO
Os dirigentes, empregados e parceiros da CAIXA estão comprometidos com a
uniformidade de procedimentos e com o mais elevado padrão ético no exercício de suas
atribuições profissionais.
Temos compromisso permanente com o cumprimento das leis, das normas e dos
regulamentos internos e externos que regem a nossa Instituição.
Pautamos nosso relacionamento com clientes, fornecedores, correspondentes,
coligadas, controladas, patrocinadas, associações e entidades de classe dentro dos
princípios deste Código de Ética.
Temos o compromisso de oferecer produtos e serviços de qualidade que atendam ou
superem as expectativas dos nossos clientes.
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Fls.
Rubrica
Prestamos orientações e informações corretas aos nossos clientes para que tomem
decisões conscientes em seus negócios.
Preservamos o sigilo e a segurança das informações.
Buscamos a melhoria das condições de segurança e saúde do ambiente de trabalho,
preservando a qualidade de vida dos que nele convivem.
Incentivamos a participação voluntária em atividades sociais destinadas a resgatar a
cidadania do povo brasileiro.
TRANSPARÊNCIA
As relações da CAIXA com os segmentos da sociedade são pautadas no princípio da
transparência e na adoção de critérios técnicos.
Como Empresa pública, estamos comprometidos com a prestação de contas de
nossas atividades, dos recursos por nós geridos e com a integridade dos nossos
controles.
Aos nossos clientes, parceiros comerciais, fornecedores e à mídia dispensamos
tratamento equânime na disponibilidade de informações claras e tempestivas, por meio
de fontes autorizadas e no estrito cumprimento dos normativos a que estamos
subordinados.
Oferecemos aos nossos empregados oportunidades de ascensão profissional, com
critérios claros e do conhecimento de todos.
Valorizamos o processo de comunicação interna, disseminando informações
relevantes relacionadas aos negócios e às decisões corporativas.
RESPONSABILIDADE
Devemos pautar nossas ações nos preceitos e valores éticos deste Código, de forma
a resguardar a CAIXA de ações e atitudes inadequadas à sua missão e imagem e a não
prejudicar ou comprometer dirigentes e empregados, direta ou indiretamente.
Zelamos pela proteção do patrimônio público, com a adequada utilização das
informações, dos bens, equipamentos e demais recursos colocados à nossa disposição
para a gestão eficaz dos nossos negócios.
Buscamos a preservação ambiental nos projetos dos quais participamos, por
entendermos que a vida depende diretamente da qualidade do meio ambiente.
Garantimos proteção contra qualquer forma de represália ou discriminação
profissional a quem denunciar as violações a este Código, como forma de preservar os
valores da CAIXA.
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
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Rubrica
GERÊNCIA DE FILIAL LOGÍSTICA – GILOG/BR
PREGÃO ELETRÔNICO 132/7066-2014 – GILOG/BR, tipo MENOR PREÇO.
AVISO DE LICITAÇÃO PUBLICADO NO D.O.U. EM 13/08/2014 seç. 3 pg. 74
EDITAL
A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, daqui por diante denominada simplesmente CAIXA,
por intermédio da sua Gerência de Filial Logística Brasília– GILOG/BR, representada
por Pregoeiro designado mediante portaria, leva ao conhecimento dos interessados que
realizará licitação na modalidade PREGÃO, na forma eletrônica, do tipo MENOR
PREÇO, cuja sessão pública será realizada na Internet, objetivando a contratação de
empresa(s) para a prestação dos serviços descritos no item 1 abaixo, na forma de
execução indireta, sob o regime de empreitada por preço global, esclarecendo que a
presente licitação e conseqüente contratação serão regidas pelos Decretos 7.174, de
12/05/2010, 6.204, de 05/09/2007, 5.450, de 31/05/2005, e 3.555, de 08/08/2000, pelas
Leis nº 10.520, de 17/07/2002, 8.666, de 21/06/1993 e 8.429, de 02/06/1992, pela LC
123, de 14/12/2006, pela IN MPOG nº 02, de 11/10/2010, pela Resolução nº 44, de
20/11/2007 do Conselho Nacional de Justiça, e as respectivas alterações posteriores,
bem como pelas disposições fixadas neste Edital e Anexos.
O CREDENCIAMENTO para este Pregão deverá ser efetuado até às 23h59m do dia
25/08/2014 - HORÁRIO DE BRASÍLIA/DF, exclusivamente por meio eletrônico,
conforme formulário disponibilizado no endereço eletrônico www.caixa.gov.br, em
“GOVERNO” escolher “Compras CAIXA”, no quadro “Compras da CAIXA”, escolher a
opção “Pregão Eletrônico”, no link “Editais”, escolher a “Abrangência (OK)” e clicar no
link “Edital”, na coluna “Credenciamento/Impugnação” referente a este Pregão
Eletrônico.
As PROPOSTAS COMERCIAIS poderão ser enviadas depois de efetuado o
CREDENCIAMENTO e serão recebidas até as 10h00m do dia 27/08/2014 - HORÁRIO
DE BRASÍLIA/DF, exclusivamente por meio eletrônico, conforme formulário
disponibilizado no endereço eletrônico www.caixa.gov.br, em “GOVERNO” escolher
“Compras CAIXA”, no quadro “Compras da CAIXA”, escolher a opção “Pregão
Eletrônico”, no link “Propostas”, escolher a “Abrangência (OK)” e enviar a proposta por
meio do ícone “$” referente a este Pregão Eletrônico.
A SESSÃO PÚBLICA, para todos os efeitos, inclusive para o fim de impugnação do
Edital, se inicia com a fase de análise das propostas, as 10h00m do dia 27/08/2014 HORÁRIO DE BRASÍLIA/DF, no endereço eletrônico www.caixa.gov.br, em
“GOVERNO”, opção “Compras CAIXA, no quadro “Compras da CAIXA”.
A etapa de RECEBIMENTO DOS LANCES na Internet estará aberta das 11h00m às
11h30m do dia 27/08/2014 HORÁRIO DE BRASÍLIA/DF, no endereço eletrônico
www.caixa.gov.br, em “SOBRE A CAIXA”, no quadro “Compras CAIXA”, na opção
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
“Pregão Eletrônico”, no link “Lances”, escolher a “Abrangência (OK)” e enviar o lance
para este Pregão Eletrônico.
Poderá ser apresentada IMPUGNAÇÃO ao Edital deste Pregão até as 10h00m do dia
25/08/2014, exclusivamente por meio eletrônico, no endereço www.caixa.gov.br, em
“GOVERNO”, escolher “Compras CAIXA”, no quadro “Compras da CAIXA”, opção
“Pregão Eletrônico”, no link “Editais”, escolher a “Abrangência (OK)” e clicar no link
“Edital”, na coluna “Credenciamento/Impugnação” referente a este Pregão Eletrônico.
Pedidos de ESCLARECIMENTOS poderão ser feitos até as 23h59m do dia
22/08/2014, exclusivamente por meio eletrônico, no endereço eletrônico
www.caixa.gov.br, em “SOBRE A CAIXA”, escolher “Compras CAIXA”, no quadro
“Compras da CAIXA”, escolher a opção “Pregão Eletrônico”, no link “Editais”, escolher a
“Abrangência (OK)”, clicar no ícone “?”, na coluna “FAQ”, referente a este Pregão
Eletrônico, e em seguida “PERGUNTAR”.
1
DO OBJETO
1.1
Contratação de empresa, pelo período de 20 meses prorrogáveis nos termos
legais, para a prestação de serviços de manutenção predial, preventiva e
corretiva, compreendendo instalações prediais e climatização; com reposição e
substituição de materiais, bem como execução de Pequenos Serviços (PS),
nas instalações da CAIXA nos Edifícios Administrativos Matriz I e Anexo:
localizado no SBS Quadra 04 Bloco A lote 3/4; Matriz II: localizado no SAUS
QUADRA 5 Lote 9/10 e Matriz III Ed.Telemundi: localizado no Setor de
Autarquias Sul, Quadra 03 Lotes 03 e 04 – em Brasília/DF, tudo em
conformidade com as disposições deste Edital e de seus Anexos, que o
integram e complementam, conforme abaixo:
ANEXO I
ANEXO II-a
ANEXO II-b
ANEXO II-c
ANEXO II-d
ANEXO II-e
ANEXO II-f
ANEXO III-aANEXO III-a
ANEXO III-a
ANEXO III-b
ANEXO III-b
ANEXO III-b
ANEXO III-c
ANEXO III-c
ANEXO III-c
ANEXO III-d
Termo de Referência
Especificações Técnicas CIVIL ELÉTRICA
Especificações Técnicas CLIMATIZAÇÃO
Especificações Técnicas QUALIDADE DO AR
Equipe Técnica e Qualificação Profissional
Equipamentos, Ferramentas e Instrumentos
Especificação Técnica Controle de acesso e CFTV
ÁREAS MTZ I
ÁREAS MTZ II
ÁREAS MTZ III
Sistema Elétrico MTZI
Sistema Elétrico_MTZII
Sistema Elétrico_MTZIII
Sistema Hidráulico_MTZII
Sistema Hidráulico_MTZIII
Sistema_Hidraulico_MTZI
Sistema Mecânico_MTZI
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
ANEXO III-d
ANEXO III-d
ANEXO III-e
ANEXO III-e
ANEXO III-f
ANEXO III-f
ANEXO III-f
ANEXO III-g
ANEXO III-g
ANEXO III-g
ANEXO IV
ANEXO IV-a
ANEXO IV-b
ANEXO IV-c
ANEXO IV-d
ANEXO IV-e
ANEXO V
ANEXO VI
ANEXO VII
ANEXO VIII
ANEXO VIII-a
ANEXO VIII-b
ANEXO VIII-c
ANEXO VIII-d
ANEXO IX-a
ANEXO IX-b
ANEXO IX-c
ANEXO IX-d
ANEXO X
ANEXO X-a
ANEXO X-b
ANEXO X-c
ANEXO X-d
ANEXO XI
ANEXO XII
1.2
Fls.
Rubrica
Sistema Mecânico_MTZII
Sistema Mecânico_MTZIII
Sistema_Irrigação_MTZI
Sistema_Irrigação_MTZII
Controle de Acesso e CFTV_MTZI
Controle de Acesso e CFTV_MTZII
Controle de Acesso e CFTV_MTZIII
Sistema_Exaustao_MTZI
Sistema_Exaustao_MTZII
Sistema_Exaustao_MTZIII
Processo de Atendimento
Processo de Atendimento Manutenção Corretiva
Processo de Atendimento Pequenos Serviços
PMOC CIV ELE
PMOC AC CENTRAL
PMOC AC UNITÁRIO
Planilha de preços totais
Proposta Comercial
Minuta de Contrato
Metodologia de Cálculo do Índice de Conformidade da Manutenção
Formulário Vistoria - Área Meio e Agência
Formulário Vistoria - Ambiente Crítico
Formulário Vistoria – Equipamentos Ferramentas e Instrumentos
Formulário Vistoria - Climatização
Modelo de Declaração de Conhecimento/Vistoria
Modelo – Declaração de Destinação de Resíduos
Modelo – Declaração de Disponibilização de Equipe
Modelo - Compromisso de Contratação
Relatórios Técnicos de Manutenção
Relatório de Manutenção Preventiva
Relatório de Manutenção Corretiva
Relatório de Pequenos Serviços
Relatório de Ocorrência
Modelo de Declaração – Microempresa e Empresa de Pequeno Porte
Termo de Compromisso de Combate à Corrupção e ao Conluio entre
Licitantes e de Responsabilidade Sócio-Ambiental
O custo mensal e total estimado para a presente contratação está discriminado
na seguinte tabela.
ITEM
VALOR MENSAL
Preço da Manutenção
Preço dos Pequenos Serviços
R$ 840.234,81
R$ 419.838,41
VALOR POR
QUADRADO
R$ 6,03
R$ 3,01
Preço Mensal do Contrato (PM)
R$ 1.260.073,22
R$ 9,04
7/490
METRO
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Preço Global do Contrato (20*PM)
Fls.
Rubrica
R$ 25.201.464,40
1.1.3
As especificações do objeto, as condições e forma de execução do contrato e
os locais de prestação dos serviços constam dos Anexos deste Edital.
2
DA PARTICIPAÇÃO
2.1
Podem participar desta licitação as empresas cujo objeto social seja pertinente
e compatível com o objeto desta licitação e que estejam credenciadas e
cadastradas em cada nível do SICAF – Sistema de Cadastramento Unificado
de Fornecedores ou apresentem toda a documentação legalmente exigida para
habilitação, indicada no item 8, além de atender às demais exigências
constantes deste edital.
2.1.1
As empresas que ainda não estiverem cadastradas no SICAF e tenham
interesse em fazer parte do referido Sistema, previamente à realização da
licitação poderão providenciar tanto o credenciamento quanto o cadastramento
nos diversos níveis do Sistema em qualquer Unidade Cadastradora do SICAF.
2.2
O Credenciamento da empresa no Sistema de Cadastramento Unificado de
Fornecedores – SICAF e o cadastramento em cada nível são válidos para a
comprovação dos requisitos da Habilitação Jurídica, Regularidade Fiscal e
Trabalhista e Qualificação Econômico-financeira.
2.2.1
Os documentos exigidos, bem como os procedimentos e as instruções de
preenchimento dos formulários para efetuar o registro no Sistema constam no
manual do SICAF, que poderá ser obtido por meio da Rede Internet, no
endereço eletrônico www.comprasnet.gov.br., onde devem ser acessadas as
seguintes opções: na aba “Acesso Livre”, selecionar “SICAF”, na aba
“Publicações” selecionar “Manuais - FAQ” e escolher “Manual SICAF Fornecedor”.
2.3
A licitante enquadrada como microempresa ou empresa de pequeno porte, nos
termos do art. 3º da LC 123/2006, desde que não esteja inserida nas hipóteses
do § 4º do mesmo artigo, terá assegurado o tratamento diferenciado previsto
na referida LC, observadas as condições estabelecidas neste edital.
2.3.1
Para fins deste Edital, as microempresas e empresas de pequeno porte serão
identificadas como MPE.
2.3.2
A empresa que se enquadra como MPE deve apresentar declaração nos
termos do Anexo XI, para fins do tratamento diferenciado previsto na LC
123/2006.
2.3.3
A declaração mencionada no item 2.3.2 deverá ser encaminhada na forma do
item 8.7.
2.4
Não é admitida nesta licitação a participação de empresas:
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
2.4.1
em recuperação judicial ou extrajudicial, ou em processo de falência, sob
concurso de credores, em dissolução ou em liquidação;
2.4.2
que estejam com o direito de licitar e contratar com a CAIXA suspenso, ou
impedidas de licitar e contratar com a União, ou que tenham sido declaradas
inidôneas para licitar e contratar com a Administração Pública, no âmbito
Federal, Estadual, Municipal ou do Distrito Federal, enquanto perdurarem os
motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação;
2.4.3
que estejam reunidas em consórcio, sejam controladoras, coligadas ou
subsidiárias entre si.
2.4.4
cujo(s) sócio(s), dirigente(s) ou administrador(es) seja(m) empregado(s) ou
dirigente(s) da CAIXA ou possua(m) vínculo familiar (cônjuge, companheiro ou
parente em linha reta ou colateral, por consangüinidade ou afinidade, até o
terceiro grau, nos termos dos artigos 1.591 a 1.595 da Lei nº 10.406/2002 –
Código Civil) com:
- empregado(s) detentor(es) de cargo comissionado que atue(m) em área da
CAIXA com gerenciamento sobre o contrato ou sobre o serviço objeto da
presente licitação;
- empregado(s) detentor(es) de cargo comissionado que atue(m) na área
demandante da licitação;
- empregado(s) detentor(es) de cargo comissionado que atue(m) na área que
realiza a licitação;
- autoridade da CAIXA hierarquicamente superior às áreas supramencionadas.
2.5
Ainda, tendo em vista que o objeto dessa licitação será alvo da Fiscalização de
serviços de Manutenção, Limpeza e Conservação, no âmbito GILOG/BR, não é
permitida a participação nesta licitação de empresa:
2.5.1
Que possua com a CAIXA contrato da Fiscalização de que trata o item 2.5;
2.5.2
Cujo responsável técnico, sócio, dirigente ou administrador ocupe ou
desempenhe essas funções na empresa que possua com a CAIXA contrato(s)
de Fiscalização de que trata o item 2.5;
2.5.3
Cujo responsável técnico, sócio, dirigente ou administrador tenha vínculo familiar
(cônjuge, companheiro ou parente em linha reta ou colateral, por
consangüinidade ou afinidade, até o terceiro grau) com responsável técnico,
sócio, dirigente ou administrador de empresa que possua com a CAIXA
contrato(s) de Fiscalização de que trata o item 2.5.
9/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
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Fls.
Rubrica
2.5.4
organizadas sob a forma de cooperativas, tendo em vista que pela natureza
dos serviços existe a necessidade de subordinação jurídica entre o prestador
de serviço e a empresa contratada, bem assim de pessoalidade e
habitualidade, e por definição não existe vínculo de emprego entre as
cooperativas e seus associados.
3
DA CERTIFICAÇÃO E DO CREDENCIAMENTO
3.1
Para a certificação e o credenciamento, primeiramente a empresa deve
providenciar seu cadastramento no site da CAIXA, caso esse ainda não tenha
sido efetuado, acessando o endereço eletrônico www.caixa.gov.br, no quadro
“SOBRE A CAIXA”, localizado no canto inferior esquerdo, clicar em
“Compras CAIXA”, no quadro “Serviços para Fornecedores”, localizado
abaixo do quadro “Compras da CAIXA”, escolher a opção “Cadastre-se”,
após concordar com o Contrato de Adesão, deverá ser informado todos os
dados solicitados.
3.1.1
Após essa providência, a empresa receberá, via e-mail, o código de acesso
para ser combinado com a senha temporária. Só a combinação da senha
temporária com o código de acesso permitirá o cadastramento da senha
definitiva, pessoal e intransferível, para fins de navegação no Sistema. A
mesma senha usada no cadastramento do fornecedor poderá ser confirmada
como a senha definitiva para uso no site.
3.1.2
De posse da senha, a empresa deverá acessar novamente o mesmo endereço
eletrônico, no link “Certifique-se”, para providenciar a elaboração da
procuração necessária à certificação da empresa, conforme modelo ali
disponibilizado, bem como para o preenchimento de informações
complementares solicitadas na página.
3.1.2.1
A referida procuração deve ser elaborada por meio de instrumento público ou
particular com firma reconhecida e deve ser acompanhada de documento
comprobatório da capacidade do outorgante para constituir mandatários.
3.1.2.2
Sendo proprietário da empresa, sócio, dirigente ou assemelhado, deverá
apresentar cópia autenticada, ou cópia acompanhada dos originais, do
respectivo Estatuto ou Contrato Social, no qual estejam expressos seus
poderes para exercer direitos e assumir obrigações em decorrência de tal
investidura.
3.1.3
Após digitar seus dados no site www.caixa.gov.br, o fornecedor será
convocado, via [email protected], a comparecer a uma das Agências da CAIXA, munido
dos documentos mencionados nos itens 3.1.2.1 ou 3.1.2.2, conforme o caso,
para efetivar a sua certificação.
3.1.3.1
O representante legal da empresa, identificado com a Carteira de Identidade
ou Documento equivalente, deverá se apresentar ao Gerente Empresarial da
10/490
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Fls.
Rubrica
Agência, que, após verificar a autenticidade dos documentos e das
informações prestadas, efetuará a certificação da empresa interessada.
3.1.4
Após essa etapa a licitante deverá providenciar o credenciamento específico
para este pregão, no endereço eletrônico www.caixa.gov.br, no quadro
“SOBRE A CAIXA”, localizado no canto inferior esquerdo, clicar em
“Compras CAIXA”, no quadro “Compras da CAIXA”, escolher a opção
“Pregão Eletrônico”, no link “Editais”, escolher a “Abrangência (OK)” e
clicar no link “Edital”, na coluna “Credenciamento/Impugnação” referente a
este Pregão Eletrônico, até o dia e horário informado no preâmbulo deste
Edital.
3.1.4.1
Decorrido esse prazo não mais será admitido o credenciamento para a
participação neste Pregão Eletrônico.
3.1.5
Para todos os efeitos legais, caso esteja enquadrada nas definições de MPE,
nos termos do art. 3º da LC 123/2006, e desde que não esteja inserida nas
hipóteses do § 4º do mesmo artigo, a licitante deve selecionar a opção “SIM”
na tela “Termo de Responsabilidade - Lei Complementar nº 123/2006”,
constante da opção “Credenciamento”, no endereço eletrônico citado no item
3.1.4, para usufruir dos benefícios previstos na referida LC, indicados no item
3.1.5.2.
3.1.5.1
O sistema somente identificará a licitante como MPE caso ela faça a opção
indicada no item 3.1.5.
3.1.5.2
Este é o ÚNICO momento em que o sistema oportuniza à licitante declarar sua
condição de MPE, requisito indispensável para que possa exercer o direito de
preferência e de comprovação posterior da regularidade fiscal estabelecidos na
LC nº 123/2006, conforme previsto neste edital.
3.1.5.2.1 Finalizado o credenciamento não haverá outra oportunidade para a alteração
dessa declaração e, portanto, para exercer os direitos de que trata o item
3.1.5.2.
3.1.6
Para a realização do credenciamento o interessado deverá informar o seu
CPF/CNPJ e senha de acesso.
3.1.7
Os procedimentos para cadastramento, citados no item 3.1, devem ser
adotados apenas pelas empresas não cadastradas no site da CAIXA.
3.2
As empresas cadastradas no Portal de Compras CAIXA, e interessadas em
participar do presente certame, que não possuem senha de acesso ou a
esqueceram, devem acessar o endereço eletrônico www.caixa.gov.br, no
quadro “SOBRE A CAIXA”, localizado no canto inferior esquerdo, clicar em
“Compras CAIXA”, no quadro “Serviços para Fornecedores”, localizado
abaixo do quadro “Compras da CAIXA”, escolher a opção “Alteração de
Cadastro” em seguida clicar no link “Esqueci minha senha”, digitar uma
11/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
nova senha provisória e enviar, para em seguida adotar os procedimentos
descritos nos itens 3.1.1 e seguintes.
3.2.1
As empresas cadastradas no site da CAIXA e que já possuem a senha de
acesso, mas não providenciaram a certificação, devem adotar os
procedimentos descritos nos itens 3.1.2 e seguintes.
3.2.2
As empresas cadastradas no site da CAIXA e que já providenciaram a
certificação, conforme itens 3.1.2 e 3.1.3, devem adotar os procedimentos para
participação no presente certame a partir do item 3.1.4.
3.3
A certificação possibilitará a participação em todos os Pregões Eletrônicos da
CAIXA, sendo que o credenciamento é específico para cada Pregão Eletrônico,
devendo a empresa se credenciar todas as vezes que tiver interesse em
participar de um pregão eletrônico realizado pela CAIXA.
3.4
O link “Editais” no endereço eletrônico mencionado no item 3.1.4 permite que
os visitantes acessem todos os pregões eletrônicos que estão na fase de
Credenciamento, possibilitando a visualização do Edital, e das informações do
objeto da licitação.
3.4.1
Ao clicar em “Edital” no Pregão Eletrônico de escolha, serão apresentadas as
seguintes opções: “Visualizar Edital”, “Visualizar Retificação do Edital”,
caso o edital tenha sido modificado, “Credenciamento” e “Impugnação”
caso ainda esteja no prazo.
3.4.2
O link “Visualizar Edital” permite a leitura do edital, impressão e/ou baixa do
arquivo (clicar com o botão direito do mouse sobre o link “Visualizar Edital” e
escolher a opção “Salvar destino como...”).
4
DO SISTEMA ELETRÔNICO
4.1
A licitante será responsável por todas as transações que forem efetuadas em
seu nome no sistema eletrônico, assumindo como firmes e verdadeiras sua
proposta e seus lances.
4.2
Se o Sistema do Pregão Eletrônico da CAIXA ficar inacessível por problemas
operacionais exclusivamente do Sistema CAIXA, com a desconexão de todos
os participantes no decorrer da etapa competitiva do pregão, o certame será
suspenso e retomado somente após a comunicação via [email protected] aos
participantes, e no próprio endereço eletrônico onde ocorria a sessão pública.
4.3
No caso de desconexão apenas do Pregoeiro, no decorrer da etapa
competitiva do pregão, o sistema eletrônico permanecerá acessível às
licitantes para recepção dos lances, retomando o Pregoeiro, quando possível,
sua atuação no certame, sem prejuízo dos atos realizados.
12/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
4.3.1
Quando a desconexão do Pregoeiro persistir por tempo superior a 10 minutos,
a sessão do pregão será suspensa e reiniciada somente após comunicação via
[email protected] aos participantes.
4.4
Caberá à licitante:
4.4.1
acompanhar as operações no sistema eletrônico durante o processo licitatório,
responsabilizando-se pelo ônus decorrente da perda de negócios diante da
inobservância de quaisquer mensagens emitidas pelo sistema ou de sua
desconexão, inclusive no que tange aos itens supra.
4.4.2
comunicar imediatamente à CAIXA, por meio do Help Desk – 0800-7260104,
qualquer acontecimento que possa comprometer o sigilo ou a inviabilidade do
uso da senha, para imediato bloqueio de acesso.
4.4.3
solicitar o cancelamento da chave de identificação ou da senha de acesso por
interesse próprio.
4.5
O uso da senha de acesso pela licitante é de sua responsabilidade exclusiva,
incluindo qualquer transação efetuada diretamente ou por seu representante,
não cabendo à CAIXA responsabilidade por eventuais danos decorrentes de
uso indevido da senha, ainda que por terceiros.
4.6
O credenciamento junto à CAIXA implica a responsabilidade legal da licitante e
a presunção de sua capacidade técnica para realização das transações
inerentes ao pregão na forma eletrônica.
5
DA PROPOSTA COMERCIAL
5.1
A Proposta Comercial (Anexo VI) deve ser enviada eletronicamente, até o dia
e hora indicados no preâmbulo deste Edital, por meio do endereço
ELETRÔNICO www.caixa.gov.br, no quadro “SOBRE A CAIXA”, localizado no
canto inferior esquerdo, clicar em “Compras CAIXA”, no quadro “Compras
da CAIXA”, escolher a opção “Pregão Eletrônico”, no link “Propostas”,
escolher a “Abrangência (OK)” e enviar a proposta por meio do ícone “$”, na
coluna “Enviar Proposta” referente a este Pregão Eletrônico.
5.2
A Proposta Comercial com preço mensal e GLOBAL, cujo modelo encontrase no Anexo VI deve ser anexada em arquivo único e com tamanho limitado a
8Mb (megabytes), antes da digitação da Proposta de Preço, caso contrário,
ao anexar o arquivo contendo a referida Proposta Comercial, os valores
digitados no campo Proposta de Preço serão perdidos e deverão ser
digitados novamente.
5.2.1
A Proposta de Preço é o valor que deve ser digitado após a anexação da
Proposta Comercial (Anexo VI) e corresponde ao VALOR GLOBAL que
consta da Proposta Comercial (Anexo VI).
13/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
5.2.2
O VALOR GLOBAL lançado na Proposta de Preço e o constante da Proposta
Comercial (Anexo VI) deverão ser coincidentes.
5.2.3
É de exclusiva responsabilidade da licitante dimensionar e equacionar os
componentes do preço ofertado.
5.3
A Proposta Comercial (Anexo VI) deverá ser apresentada em uma única via,
sem emendas, ressalvas, rasuras ou entrelinhas em suas partes essenciais,
contendo os seguintes elementos:
5.3.1
Menção ao número do Edital, com a identificação da empresa proponente,
CNPJ, endereço completo (rua, número, bairro, cidade, estado), números de
telefone, fax e e-mail;
5.3.2
Preços discriminados para os serviços conforme relacionados a seguir:
5.3.2.1
Preço mensal dos serviços de manutenção preventiva e corretiva (PMM), de
acordo com o calculado nas planilhas do Anexo V-a, V-b e V-c (...) V-h, etc
5.3.2.1.1 A licitante deverá considerar os valores mensais unitários e totais para cada
profissional alocado na prestação dos serviços, conforme modelo do Anexo Va.
5.3.2.2
Preço mensal dos serviços de manutenção preventiva e corretiva, por metro
quadrado, considerando a área total de manutenção informada no Anexo III-a
(PMM/m²);
5.3.2.3
Preço mensal da mão de obra dos serviços de manutenção preventiva e
corretiva, por metro quadrado, considerando a área total de manutenção
informada no Anexo III-a (PMMO/m²);
5.3.2.4
Preço mensal dos materiais dos serviços de manutenção preventiva e
corretiva, por metro quadrado, considerando a área total de manutenção
informada no Anexo III-a (PMMAT/m²);
5.3.2.5
Preço mensal dos Pequenos Serviços (PMPS), de acordo com o calculado na
planilha do Anexo V-d, não sendo permitida a alteração dos quantitativos, sob
pena de desclassificação da proposta;
5.3.2.5.1 A planilha detalhada contendo os preços unitários dos serviços descritos no
Anexo V-d, será utilizada no pagamento quando da efetiva realização desses
serviços, podendo ser aquém da quantidade prevista informada.
5.3.2.6
Preço mensal dos Pequenos Serviços (PS), por metro quadrado, considerando
a área total de manutenção informada no Anexo III-a (PMPS/m²);
14/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
5.3.2.7
Preço mensal da mão de obra dos Pequenos Serviços (PS), por metro
quadrado, considerando a área total de manutenção informada no Anexo III-a
(PMMOPS/m²);
5.3.2.8
Preço mensal dos materiais dos Pequenos Serviços (PS), por metro quadrado,
considerando a área total de manutenção informada no Anexo III-a
(PMMATPS/m²);
5.3.2.8.1 A planilha detalhada contendo os preços unitários dos serviços descritos no
Anexo V-e, será utilizada no pagamento quando da efetiva realização desses
serviços, podendo ser aquém da quantidade prevista informada;
5.3.2.9
Preço total mensal, obtido pela soma dos subitens 5.3.2.1, e 5.3.2.5 (PTM);
5.3.2.10 Preço total mensal, por metro quadrado, considerando a área total de
manutenção informada no Anexo III-a (PTM/m²);
5.3.2.11 Preço total mensal da mão de obra, por metro quadrado, considerando a área
total de manutenção informada no Anexo III-a (PTMMO/m²);
5.3.2.12 Preço total mensal dos materiais, por metro quadrado, considerando a área
total de manutenção informada no Anexo III-a (PTMMAT/m²);
5.3.2.13 Preço único, certo e irreajustável para todo o período do contrato, para a
prestação dos serviços objeto desta licitação (PGP), obtido através da seguinte
fórmula:
PGP = 20 X PTM, onde:
PGP é o preço global da proposta;
PTM é o preço mensal total, constante da Proposta.
5.3.2.14 Os preços propostos deverão ser expressos, obrigatoriamente, em moeda
corrente nacional, neles incluídas todas as despesas de qualquer natureza, tais
como frete, embalagens, transportes, seguros, impostos, taxas, encargos
sociais, trabalhistas, previdenciários, e todos os demais custos necessários ao
perfeito cumprimento das obrigações objeto desta licitação, independente do
endereço e local de entrega e/ou instalação, acréscimo ou redução de
quantitativo, considerando as especificações e condições constantes deste
Edital e seus Anexos;
5.3.2.15 Os tributos, contribuições sociais, trabalhistas e previdenciárias devem ser
cotados nos percentuais estabelecidos em legislação ou norma vigente.
5.3.2.16 Não podem ser incluídos nos preços propostos os custos relativos ao IRPJ
(imposto de Renda Pessoa Jurídica) e à CSLL (Contribuição Social sobre o
Lucro Líquido), seja na composição do BDI (Benefícios e Despesas indiretas),
seja como item específico das planilhas de composição dos preços.
15/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
5.3.2.17 A empresa optante do Simples Nacional deve excluir do percentual da
correspondente alíquota definida nos Anexos da LC 123/06 os percentuais
relativos ao IRPJ e à CSLL,
5.3.2.18 Em caso de renúncia de parcela ou de totalidade da remuneração relativa a
materiais ou instalações de sua propriedade, a licitante deve indicar e
comprovar essa propriedade.
5.3.2.19 Na definição do preço a ser proposto, em se tratando de MPE, a empresa deve
considerar eventual elevação dos custos decorrentes de seu
desenquadramento da situação de MPE nos termos da LC nº 123/2006, caso
ocorra a extrapolação do faturamento que permite a utilização dos benefícios
tributários do regime tributário diferenciado durante a execução do contrato,
uma vez que tal situação não configura motivo para reequilíbrio e/ou
repactuação.
5.3.2.20 Não será admitido no preço o fracionamento de centavo que ultrapassar duas
casas
decimais,
desprezando-se
a
fração
remanescente,
sem
arredondamentos;
5.3.2.21 A marca e o modelo dos equipamentos que demandam manutenção
especializada e que não estiverem especificadas na planilha Anexo V-g –
situada dentro do Anexo 05 Manutenção Especializada e/ou Anexo IX-d –
Compromisso de Contratação, serão informadas à CONTRATADA na ocasião
da assinatura do contrato
5.3.3
Prazo de validade da proposta: não inferior a 60 (sessenta) dias, contados a
partir da data limite fixada para recebimento das propostas;
5.3.4
Declaração da licitante de que:
I) se responsabiliza pelas transações efetuadas em seu nome, assumindo
como firmes e verdadeiras suas propostas e lances, inclusive os atos
praticados diretamente ou por seu representante, não cabendo à CAIXA
responsabilidade por eventuais danos decorrentes de uso indevido da senha,
ainda que por terceiros;
II) seu(s) sócio(s), dirigente(s) ou administrador(es) não é(são) empregado(s)
ou dirigente(s) da CAIXA e não possui(em) vínculo familiar (cônjuge,
companheiro ou parente em linha reta ou colateral, por consangüinidade ou
afinidade, até o terceiro grau, nos termos dos artigos 1.591 a 1.595 da Lei nº
10.406/2002 – Código Civil) com:
- empregado(s) detentor(es) de cargo comissionado que atue(m) em área da
CAIXA com gerenciamento sobre o contrato ou sobre o serviço objeto da
presente licitação;
- empregado(s) detentor(es) de cargo comissionado que atue(m) na área
demandante da licitação;
16/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
- empregado(s) detentor(es) de cargo comissionado que atue(m) na área que
realiza a licitação;
- autoridade da CAIXA hierarquicamente superior às áreas supramencionadas.
III) não tem e de que não contratará prestador(es) para a execução de serviço
objeto desta licitação, com vínculo familiar (cônjuge, companheiro ou parente
em linha reta ou colateral, por consangüinidade ou afinidade, até o terceiro
grau) com empregado(s) CAIXA que exerça(m) cargo em comissão ou função
de confiança ou com dirigente(s) CAIXA:
- em área da CAIXA com gerenciamento sobre o contrato ou sobre o serviço
objeto da presente licitação;
- na área demandante da licitação;
- na área que realiza a licitação.
5.3.5
Local, data, nome e assinatura (com a devida identificação), por quem de
direito.
5.4
Assim que a proposta for acatada pelo sistema, será criado um Número de
Registro, o qual será informado ao licitante no [email protected] de confirmação de
recebimento da proposta.
5.4.1
O Número de Registro servirá como comprovante de que a proposta foi
registrada, devendo ser utilizado, obrigatoriamente, em eventuais recursos ou
questionamentos.
5.4.2
Segue abaixo o detalhamento do Número do Registro:
Formato: CCCCC.III.AAAA.UUUU.NNNNNN
Legenda: CCCCC = Nº do Pregão Eletrônico
III
=
Nr.
do
item
AAAA = Ano do Pregão Eletrônico
UUUU = Unidade condutora do
Pregão
Eletrônico
NNNNNN = Nº Seqüencial da
proposta
Exemplo: 00059.002.2008.7855.000001
5.5
As licitantes poderão retirar ou substituir a proposta anteriormente apresentada
até a data e hora marcadas para a abertura da sessão pública.
5.5.1
Caso haja a substituição da Proposta Comercial, após a anexação do arquivo
contendo a nova Proposta Comercial, a Proposta de Preço deve ser
novamente digitada, conforme item 5.2.
6
DO JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
17/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
6.1
Após o encerramento do horário definido para a entrega de propostas, o
sistema organizará automaticamente as propostas recebidas, que serão
apresentadas em ordem crescente de preços.
6.2
Em seguida, o Pregoeiro verificará as propostas apresentadas,
desclassificando, motivadamente, aquelas que não estejam em conformidade
com os requisitos estabelecidos neste Edital.
6.3
As propostas classificadas pelo Pregoeiro serão ordenadas automaticamente
pelo sistema, para a participação da disputa por meio de lances eletrônicos.
6.4
Encerrada a etapa de lances, o Pregoeiro solicitará da licitante detentora do
menor preço o envio da proposta comercial referida no item 5.3, e as Planilha
de Composição dos Preços mencionadas no item 9, com os respectivos
valores adequados ao preço do lance vencedor, e verificará a aceitabilidade do
preço ofertado observando os seguintes critérios:
- condições dos itens 6.5.3 a 6.5.4 e
- compatibilidade do preço ofertado com os insumos e salários praticados no
mercado, coerentes com a execução do objeto desta licitação, acrescidos dos
respectivos tributos, encargos sociais, trabalhistas e previdenciários, benefícios
e despesas indiretas.
6.4.1
A proposta adequada devem ser encaminhadas no prazo de até 02 (duas)
HORAS a contar da solicitação do Pregoeiro no sistema da CAIXA e por email, juntamente com a planilha de composição de preços, no qual constará o
endereço eletrônico para envio dos documentos.
6.4.1.1
Juntamente com as planilhas a empresa deverá enviar cópia da(s) Convenção
(ões) Coletiva(s) ou Acordo(s) Coletivo(s) da categoria referente à atividade
preponderante registrada no cartão de CNPJ, na qual se baseou para
elaboração dos seus custos, de forma a validar os salários e benefícios a
serem pagos.
6.4.1.1.1 A(s) Convenção (ões) Coletiva(s) ou Acordo(s) Coletivo(s) da categoria deverá
(ão) ser obrigatoriamente do Distrito Federal.
6.4.1.1.2 A(s) Convenção (ões) Coletiva(s) ou Acordo(s) Coletivo(s) da categoria deverá
(ão) estar dentro de seu prazo de vigência.
6.4.1.1.3 No caso da existência de mais de uma Convenção Coletiva ou mais de um
Acordo Coletivo, deverão ser adotados os maiores valores previstos para
salários e benefícios a serem pagos.
6.5
Será desclassificada a proposta que:
6.5.1
não atenda as especificações, os prazos e as condições definidos neste Edital;
18/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
6.5.2
apresente preço ou vantagem baseados em outras propostas;
6.5.3
apresente preços,
inexeqüíveis;
6.5.3.1
Transcorrida a etapa de lances e negociação, será considerado excessivo os
preços, global ou unitários, relativos ao último lance, ou à proposta comercial
no caso de não haver lances, que apresentarem-se superiores àqueles
estimados pela CAIXA, conforme estimativas de custos constantes do Anexo
V.
6.5.3.2
Será considerado manifestamente inexeqüível o preço que não venha a ter
demonstrada sua viabilidade para a perfeita execução do contrato, com a
comprovação de que os custos dos insumos são coerentes com os de
mercado.
unitários
e
global,
excessivos
ou
manifestamente
6.5.3.2.1 Verificada a hipótese de preço inexeqüível, o Pregoeiro concederá o direito de
contraditório, solicitando que a licitante apresente nota explicativa para
comprovar a regularidade de sua proposta, sob pena de desclassificação.
6.5.4
apresente nas planilhas de composição de preços cotação de itens em
desacordo com as condições estabelecidas nos itens 5.3.2.19 ao 5.3.2.23 e no
item 9, ressalvado o disposto no item 6.5.4.2;
6.5.4.1
no caso de eventuais divergências entre percentuais e valores informados nas
planilhas de composição de preços e aqueles decorrentes da legislação ou
norma específica e/ou ausências de provisão de valor, em razão de isenção ou
benefício fiscal, a licitante deverá apresentar nota explicativa, bem como a
documentação que comprove essa condição;
6.5.4.2
havendo divergências, por erro material, entre percentuais e valores
informados nas planilhas de composição de preços e aqueles estabelecidos
em legislação ou norma vigente, a licitante poderá corrigir o item,
compatibilizando-o com a legislação ou norma aplicável, mantido o preço
vencedor.
6.5.5
Não tenha realizado a vistoria prevista nos locais de execução dos serviços,
tendo em vista a relevância das atividades a serem desempenhadas.
6.6
A desclassificação da proposta será fundamentada e registrada no sistema,
com acompanhamento em tempo real por todos os participantes.
6.7
A licitante cuja proposta for desclassificada ficará impedida de participar da
sessão de lances, podendo fazer sua manifestação de intenção de recurso
após a divulgação do vencedor do certame, conforme o item 11 deste edital.
6.8
No julgamento das propostas, o Pregoeiro poderá sanar erros ou falhas que
não alterem a substância das propostas, mediante despacho fundamentado,
19/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
registrado em ata e acessível a todos os participantes, atribuindo-lhes validade
e eficácia para fins de classificação.
6.9
Se todas as propostas forem desclassificadas, o Pregoeiro poderá fixar às
licitantes o prazo de 08 (oito) dias úteis para a apresentação de novas
propostas, escoimada(s) da(s) causa(s) da desclassificação.
6.9.1
Neste caso, o prazo de validade das propostas será contado a partir da nova
data fixada para sua apresentação.
7
DA SESSÃO PÚBLICA DE LANCES
7.1
Classificadas as propostas, terá início a fase competitiva para recebimento de
lances, no endereço eletrônico e no dia e horário informados no preâmbulo
deste Edital, quando então as licitantes poderão encaminhar lances
exclusivamente por meio do sistema eletrônico, de valor correspondente ao
PREÇO GLOBAL.
7.1.1
Assim que o lance for acatado pelo sistema, a licitante será informada por [email protected] do respectivo horário, preço e Número de Registro de recebimento do
lance.
7.1.1.1
O Número de Registro servirá como comprovante de que o lance foi registrado,
devendo ser utilizado, obrigatoriamente, em eventuais recursos ou
questionamentos.
7.1.1.2
O Número do Registro será gerado de forma similar ao mencionado no item
5.4.2.
7.2
Não poderá haver desistência dos lances ofertados, sujeitando-se a licitante
desistente às penalidades constantes no item 17 deste Edital.
7.3
As licitantes poderão oferecer lances sucessivos, observado o horário fixado e
as seguintes condições:
7.3.1
a licitante somente poderá oferecer lance inferior ao último por ele ofertado e
registrado pelo sistema;
7.3.2
no caso de lances de mesmo preço, prevalecerá aquele que for recebido e
registrado em primeiro lugar;
7.3.3
os lances a serem ofertados devem corresponder ao PREÇO GLOBAL.
7.4
Durante o transcurso da sessão pública, as licitantes serão informadas, em
tempo real, do valor do menor lance registrado, vedada a identificação da
detentora do lance.
20/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
7.5
Na fase de lances, no caso de evidente equívoco de digitação pelo licitante, em
que este equívoco der causa a preço incompatível ou lance manifestamente
inexeqüível, o preço incompatível ou lance manifestamente inexeqüível poderá,
motivadamente, ser excluído do sistema.
7.6
Ao término do horário definido no preâmbulo deste edital para o Recebimento
dos Lances, o Sistema eletrônico emitirá aviso na página de Lances,
informando que o certame entrou em horário randômico, com duração de
até 30 (trinta) minutos, aleatoriamente determinado pelo sistema, findo o
qual será encerrada a recepção de lances.
7.6.1
O horário randômico tem por objetivo disponibilizar tempo extraordinário
aos interessados para que possam registrar seu(s) último(s) lance(s).
7.6.2
Por isso, o intervalo do horário randômico poderá ser suficiente ou não
para o registro de um ou mais lances, uma vez que o seu encerramento
será efetuado de forma automática pelo sistema.
7.7
Após a apresentação da proposta e dos lances não caberá desistência, salvo
se por motivo justo, decorrente de fato superveniente e aceito pelo Pregoeiro.
7.8
Encerrada a etapa de lances, o sistema divulgará o nome da licitante cujo
preço foi o menor.
7.9
Caso o menor preço seja ofertado por uma MPE, o pregoeiro abrirá a etapa de
negociação em conformidade com o item 7.12.
7.10
Caso o menor preço não seja apresentado por uma MPE, observar-se-á o
seguinte:
7.10.1
Se houver proposta apresentada por MPE de valor igual ou até 5% superior à
melhor proposta, será oportunizado o exercício do direito de preferência à
MPE.
7.10.1.1 O direito de preferência consiste na possibilidade de a licitante apresentar
proposta de preço inferior à da empresa melhor classificada que não se
enquadra como MPE.
7.10.2
O Pregoeiro dará início à fase para oportunizar o direito de preferência à MPE,
apta a exercê-lo, em data e horários a serem informados após o encerramento
da etapa de lances.
7.10.2.1 O novo valor proposto pela MPE deve ser apresentado no prazo máximo de 5
(cinco) minutos da convocação do Pregoeiro, sob pena de perda do direito de
preferência.
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7.10.3
Havendo o exercício de preferência pela MPE, o pregoeiro passa à etapa de
negociação, em conformidade com o item 7.12, observando-se os demais
procedimentos subseqüentes estabelecidos para cada etapa deste certame.
7.10.4
Caso a MPE não exerça o direito de preferência ou não atenda às exigências
do edital serão convocadas as MPE remanescentes, cujas propostas se
enquadrem no limite de 5% (cinco por cento) estabelecido no item 7.10.1,
obedecida a ordem de classificação, para o exercício do mesmo direito, e
assim sucessivamente, até a identificação de uma empresa que preencha
todos os requisitos do edital.
7.10.5
Se houver equivalência de valores apresentados por MPE, dentre as propostas
de valor até 5% (cinco por cento) superior à proposta de menor preço ofertada
pela empresa não enquadrada como MPE, o Sistema realizará sorteio
eletrônico para identificação daquela que terá preferência na apresentação de
nova proposta.
7.11
O percentual de redução do preço proposto, decorrente dos lances, bem como
do preço proposto quando do exercício dos direitos de preferência, deve incidir
de forma linear sobre os preços unitários propostos na forma deste Edital,
SOMENTE NOS ITENS APLICÁVEIS (materiais, administração, etc).
7.11.1
Nota: Não se aplica redução linear sob valores dos salários base da(s)
Convenção(ões) Coletiva(s).
7.11.2
Nota: Não deve ser aplicado redução linear sob valores da mão-de-obra dos
serviços padronizados/tabelados conforme o estipulado pelo CREA/CAU,
exceto se os valores ofertados estiverem com valores acima destes; dentro do
piso mínimo permitido.
7.12
Esgotadas as etapas anteriores, o Pregoeiro poderá negociar com a licitante
melhor classificada para que seja obtido preço melhor, sendo essa negociação
realizada no campo próprio para troca de mensagens no endereço eletrônico
www.caixa.gov.br, no quadro “SOBRE A CAIXA”, localizado no canto inferior
esquerdo, clicar em “Compras CAIXA”, no quadro “Compras da CAIXA”,
escolher a opção “Pregão Eletrônico”, no link “Negociação”, selecionar a
“Abrangência
(OK)”,
na
coluna
“Negociações”,
clicar
em
“Visualizar/Responder”, referente a este Pregão Eletrônico, podendo ser
acompanhada pelas demais licitantes.
7.13
A desistência em apresentar lance eletrônico implicará a manutenção do último
preço apresentado pela licitante, para efeito de ordenação das propostas.
7.14
Caso as licitantes classificadas não apresentem lances, será verificada a
compatibilidade da proposta inicial de menor preço com o valor estimado para
a contratação, hipótese em que o Pregoeiro poderá negociar diretamente com
a proponente visando obter preço melhor, observadas todas as exigências
estabelecidas anteriormente para o tratamento diferenciado das MPE.
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Rubrica
7.15
No caso de Propostas com valores iguais, não ocorrendo lances, e depois de
observadas todas as exigências estabelecidas para o exercício do direito de
preferência previsto neste Edital, para efeito de classificação, é assegurada a
preferência para o serviço objeto dessa licitação:
I - prestado no País;
II - prestado por empresa brasileira;
III - prestado por empresa que invista em pesquisa e no desenvolvimento de
tecnologia no País.
7.15.1
Permanecendo o empate entre propostas será realizado sorteio em hora
marcada, após comunicação aos licitantes, depois do que, o pregoeiro poderá
negociar com a proponente, em conformidade com o item 7.12.
7.16
Havendo negociação a licitante vencedora deverá encaminhar, na forma do
item 8.7, a proposta comercial e as Planilhas de Composição de Preços,
observado o item 9 com os respectivos valores adequados ao preço
negociado.
7.17
Se a proposta ou o lance de menor preço não for aceitável ou se a licitante não
atender às exigências editalícias, o Pregoeiro examinará as ofertas
subseqüentes, na ordem de classificação, observando-se o(s) direito(s) de
preferência estabelecido(s) neste edital, verificando sua aceitabilidade e
procedendo à sua habilitação, e assim sucessivamente, até a apuração de
uma proposta que atenda a todas as exigências, sendo a respectiva licitante
declarada vencedora e a ela adjudicado o objeto desta licitação.
8
DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA HABILITAÇÃO
8.1
Para fins de habilitação ao certame, as licitantes terão de satisfazer os
requisitos relativos a:
- habilitação jurídica;
- qualificação técnica;
- qualificação econômico-financeira;
- regularidade fiscal e trabalhista;
- cumprimento do disposto no inciso XXXIII do art. 7º da Constituição Federal
8.1.1
O Credenciamento da empresa no Sistema de Cadastramento Unificado de
Fornecedores – SICAF e o cadastramento em cada nível são válidos para a
comprovação dos requisitos da Habilitação Jurídica, Regularidade Fiscal e
Trabalhista e Qualificação Econômico-financeira.
8.1.2
Havendo algum documento vencido no SICAF, este deverá ser apresentado
pela licitante na forma do item 8.7.
8.1.3
A comprovação do credenciamento e cadastramento em cada nível do SICAF,
dar-se-á mediante a verificação da validade dos documentos necessários, por
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Rubrica
intermédio de consulta ‘on line’ no SICAF, opção “Situação do Fornecedor”,
depois de verificada a aceitabilidade da proposta.
8.1.4
Para fins de habilitação, a verificação pela CAIXA nos sítios oficiais de órgãos
e entidades emissores de certidões constitui meio legal de prova.
8.2
A documentação relativa à habilitação jurídica consistirá em:
8.2.1
ato constitutivo, estatuto ou contrato social em vigor, devidamente registrado,
em se tratando de sociedades comerciais, e, no caso de sociedades por ações,
acompanhado de documentos de eleição de seus administradores;
8.2.2
inscrição do ato constitutivo, no caso de sociedades civis, acompanhada de
prova de diretoria em exercício;
8.2.3
decreto de autorização, em se tratando de empresa ou sociedade estrangeira
em funcionamento no País, e ato de registro ou autorização para
funcionamento expedido pelo órgão competente, quando a atividade assim o
exigir.
8.3
A documentação relativa à regularidade fiscal e trabalhista consistirá em:
8.3.1
prova de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ);
8.3.2
prova de regularidade para com a Fazenda Federal (Certidão Conjunta
Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União),
Estadual e Municipal, na forma da lei;
8.3.3
prova de regularidade relativa à Seguridade Social (INSS) e ao Fundo de
Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), demonstrando situação regular no
cumprimento dos encargos sociais instituídos por lei.
8.3.4
prova de inexistência de débitos inadimplidos perante a Justiça do Trabalho,
comprovada por meio de consulta ao SICAF ou Certidão Negativa de Débitos
Trabalhistas ou Certidão Positiva de Débitos Trabalhistas com Efeito de
Negativa.
8.3.4.1
Caso seja apresentada à CAIXA, por licitante ou cidadão interessado,
Certidão Positiva expedida posteriormente àquela apresentada quando da
habilitação, será concedido à licitante o prazo de 05 (cinco) dias úteis para
regularização, sob pena de inabilitação.
8.3.5
A MPE que se declarar como tal, nos termos do Art. 3º da LC nº 123/06 e seu
§ 4º, deverá apresentar os documentos relativos à regularidade fiscal ainda
que contenham restrição.
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8.3.5.1
Na situação supra, será assegurado à MPE declarada vencedora, o prazo de
2 (dois) dias úteis, prorrogável por igual período, a pedido da interessada e a
critério da CAIXA, para comprovar a sua regularidade fiscal.
8.4
A documentação relativa à qualificação econômico-financeira consistirá
em:
8.4.1
certidão negativa de falência ou recuperação judicial/extrajudicial expedida
pelo distribuidor da sede da pessoa jurídica;
8.4.2
comprovação da boa situação financeira da empresa, baseada na obtenção
de índices de Liquidez Geral (LG), Solvência Geral (SG) e Liquidez Corrente
(LC), obtidos a partir dos dados resultantes da aplicação das fórmulas abaixo,
cujos dados serão extraídos das informações do balanço da empresa , relativo
ao último exercício, já exigíveis na forma da lei:
Ativo Circulante + Ativo Não Circulante
LG = -----------------------------------------------Passivo Circulante + Passivo Não Circulante
Ativo Total
SG = ---------------------------------------------------Passivo Circulante + Passivo Não Circulante
Ativo Circulante
LC = ------------------------------Passivo Circulante
8.4.2.1
A licitante credenciada e cadastrada no nível VI – Qualificação EconômicoFinanceira no SICAF terá sua qualificação econômico-financeira avaliada por
meio desses índices econômicos registrados no referido Sistema.
8.4.3
A empresa que apresentar resultado igual ou menor que 01 (um) em qualquer
dos índices relativos à boa situação financeira (LG – Liquidez Geral; LC –
Liquidez Corrente; SG – Solvência Geral), deverá comprovar possuir
patrimônio líquido não inferior a R$2.520.146,00 (dois milhões quinhentos e
vinte mil cento e quarenta e seis reais).
8.4.3.1
O patrimônio líquido exigido acima será calculado por meio da fórmula
seguinte, cujos dados serão extraídos das informações do balanço da
empresa, relativo ao último exercício, já exigíveis na forma da lei:
Patrimônio Líquido = Ativo Total – Passivo Total (Passivo Circulante + Passivo
Não Circulante)
8.4.3.1.1 Para a licitante credenciada e cadastrada no nível VI – Qualificação
Econômico-Financeira no SICAF, o patrimônio líquido exigido acima será
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obtido a partir das informações do balanço da empresa, registrado no
referido Sistema, relativo ao último exercício, já exigíveis na forma da lei.
8.4.3.4
Na impossibilidade da obtenção no SICAF dos índices econômicos e das
informações necessárias ao cálculo do patrimônio líquido, referidos nos itens
8.4.2 e 8.4.3.1, a licitante deverá apresentar Balanço Patrimonial e
Demonstrações Contábeis do último exercício, já exigíveis na forma da lei,
vedada a sua substituição por balancetes ou balanços provisórios, na forma do
item abaixo.
8.4.3.5
São considerados aceitos na forma da lei, o Balanço Patrimonial e
Demonstrações Contábeis assim apresentadas:
8.4.3.5.1 publicado em Diário Oficial; ou
8.4.3.5.2 publicado em jornal, ou
8.4.3.5.3 por cópia ou fotocópia registrada, ou autenticada na Junta Comercial da sede
ou domicílio da licitante; ou
8.4.3.5.4 por cópia ou fotocópia do Livro Diário devidamente autenticada na junta
Comercial da sede ou domicílio da licitante, ou outro órgão equivalente
inclusive com os Termos de Abertura e Encerramento.
8.5
A qualificação técnica será comprovada mediante a apresentação dos
seguintes documentos:
8.5.1
Registro ou prova de inscrição da pessoa jurídica licitante no CREA –
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, dentro do seu prazo de
validade, onde constem os seus responsáveis técnicos (CRQ).
8.5.2
Apresentação de atestado(s), certidão (ões), declaração (ões) fornecido(s) por
pessoa jurídica de direito público ou privado, que comprove(m) ter a empresa
licitante desempenhado de forma satisfatória atividade compatível em
características e quantidades com o objeto desta licitação, devidamente
averbado(s) no CREA.
8.5.2.1
Para fins de compatibilidade será (ão) considerado(s) o(s) atestado(s) /
certidão (ões) / declaração (ões) que comprove(m) a prestação de serviços de
manutenção predial preventiva e corretiva, em regime contínuo, em imóveis
com as seguintes características mínimas:
8.5.2.1.1 Manutenção predial e climatização em imóveis num mesmo contrato com área
igual ou superior a 69.708 m² (sessenta e nove mil setecentos e oito metros
quadrados), em edifício de missão crítica* (*cujo funcionamento é ininterrupto).
8.5.2.1.2 50% dos postos de trabalhos contratados, totalizando mínimo de 66 postos.
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8.5.2.1.3 Sistemas de climatização com expansão indireta (chiller), com capacidade
instalada de 965TR.
8.5.2.1.4 Sistema de termoacumulação em gelo ou água com capacidade mínima de
100 TR´s.
8.5.2.1.5 Sistemas de climatização tipo “VRF”, com capacidade instalada de 90TR.
8.5.2.1.6 Sistema elétrico com potência instalada de 4.500kVA.
8.5.2.1.7 Sistema elétrico de energia ininterrupta (nobreak) de 1.000kVA.
8.5.2.1.8 Sistema elétrico de geração alternativa de energia (Grupo Motor Gerador) de
2.100kVA.
8.5.2.1.9 Cabeamento estruturado com 4500 pontos categoria 6 ou superior.
8.5.2.1.10 Sistema de segurança eletrônica (CFTV e Controle de acesso) com 260
pontos.
8.5.2.1.11 Sistema de supervisão e controle predial (Automação de sistema de ar
condicionado, automação predial e controle de utilidades) com 100 pontos.
8.5.2.1.12
Sistema de sonorização com 1200 Pontos.
8.5.2.1.13
Sistema automático de irrigação de jardins e áreas verdes com 250 pontos.
8.5.2.1.14
Barramento blindado (Bus Way) com capacidade de 1250A.
8.5.2.1.15
Sistema de combate a incêndio com 3192 pontos de Sprinklers.
8.5.2.1.16
Sistema de detecção e alarme de incêndio com 1600 pontos.
8.5.2.1.17 Intervenção com fornecimento de material em no mínimo 3.000,00 m2 de
piso elevado com sistema tipo Remaster ou com características equivalentes
de interligação elétrica, lógica e revestimento.
8.5.2.2
o(s) atestado(s) / certidão(ões) / declaração(ões) devem ser apresentados
contendo a identificação do signatário e da pessoa jurídica emitente, indicando
as características, quantidades e prazos das atividades executadas ou em
execução pela licitante.
8.5.2.3
A soma de atestados só será permitida para atendimento de outras parcelas de
maior relevância NA TOTALIDADE de qualquer das parcelas descritas nos
itens 8.5.2.1.1 a 8.5.2.1.17 que não seja a mesma parcela objeto do exame
técnico.
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Rubrica
8.5.2.3.1 Desse modo, a soma dos atestados apresentados que não atendam a
condição acima não serão aceitos para se alcançar a quantidade mínima
estabelecida em uma única parcela de maior relevância.
8.5.2.4
Não serão aceitos atestados emitidos pela própria licitante a seu favor ou a
favor de profissionais vinculados à mesma.
8.5.2.5
Serão considerados a soma de atestado(s)/certidão(ões)/declaração(ões)
distintos relativos às parcelas de maior relevância desde que estejam dentro de
um período de até um ano (a qualquer época, não significa nos últimos 12
meses).
8.5.3
Comprovação de que a empresa possui, em seu quadro de responsáveis
técnicos, até a data de recebimento da proposta, os profissionais de nível
superior graduados em todas as seguintes especialidades, com registro no
CREA dentro do seu prazo de validade:
Engenharia Civil; Engenharia Elétrica na modalidade eletrotécnica e
Engenharia Elétrica na modalidade eletrônica; Engenharia Mecânica ou
outra(s) titulação(ões) de nível superior equivalente(s); Engenharia de
Segurança do Trabalho ou outra(s) titulação(ões) de nível superior
equivalente(s), devidamente reconhecida(s) pelo CONFEA, detentor(es) de
atestado(s), certidão(ões), declaração(ões) fornecido(s) por pessoa jurídica de
direito público ou privado, que comprove(m) responsabilidade técnica para os
serviços de complexidade tecnológica e operacional equivalente ou superior ao
objeto desta licitação, acompanhada da respectiva CAT – Certidão de Acervo
Técnico, emitida pelo CREA. Poderá haver acúmulo de especialidades para
profissionais que possuam mais de uma titulação. A comprovação será através
de.
8.5.3.1
No caso de outra titulação que não aquelas elencadas no subitem acima,
deverá haver indicação expressa pelo licitante da resolução/norma CONFEA
que estabeleça a competência do profissional indicado, à luz das obrigações
contratuais.
8.5.3.2
A comprovação citada no item 8.5.3 será através de:
8.5.3.2.1 No caso de profissionais que constam na Certidão de Registro de Pessoa
Jurídica junto ao CREA como responsáveis técnicos, não há necessidade de
comprovação do vínculo profissional.
8.5.3.2.2 No caso de ser sócio-proprietário da empresa, através da apresentação do
contrato social ou outro documento legal, devidamente registrado na Junta
Comercial.
8.5.3.2.3 No caso de empregado da empresa, através da apresentação da Carteira de
Trabalho e Previdência Social – CTPS comprovando o vínculo empregatício do
profissional na empresa licitante.
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Rubrica
8.5.3.2.4 No caso de profissionais que detenham vínculo através de Contrato de
Prestação de Serviços, a comprovação do vínculo do profissional de
engenharia e arquitetura com a empresa se dará através da apresentação do
Instrumento Particular de Prestação de Serviços celebrado entre o profissional
e a empresa proponente com as firmas reconhecidas em Cartório, ou
carimbado/registrado pelo CREA.
8.5.3.3
O(s) profissional (is) citados no subitem 8.5.3 deverá (ão) possuir registro no
CREA, dentro do seu prazo de validade.
8.5.4
A licitante deverá apresentar declaração, devidamente assinada pelo
representante legal da empresa, sob as penalidades cabíveis, conforme Anexo
IX-c, que disponibilizará qualitativa e quantitativamente os profissionais com as
habilitações exigidas no Anexo II-d deste Edital.
8.5.5
A licitante deverá apresentar Declaração de Conhecimento/Vistoria (Anexo IXa) devidamente assinada pelo representante legal da empresa e por
profissionais habilitados perante o CONFEA, sob as penalidades cabíveis, que
a mesma tem conhecimento de todos os equipamentos (todas as marcas e
modelos de equipamentos instalados) e das instalações das unidades
contempladas, bem como das condições atuais dos mesmos e dos serviços a
serem orçados/executados, sendo obrigatória à licitante a vistoria das unidades
contempladas no presente certame, de modo que possa ser verificada alguma
informação julgada relevante para a perfeita execução do contrato. A não
apresentação desta Declaração de Conhecimento/Vistoria, que é obrigatória,
acarretará a inabilitação da licitante.
8.5.5.1
Para efetuar a vistoria, a licitante deverá agendar previamente a data e horário
da vistoria com a GILOG/BR Matriz, por meio dos telefones (61) 3206-6034
ou 3206-9395, ou por email: [email protected], com Debora ou
Gleice.
8.5.5.1.1 A vistoria poderá ser feita por turmas, de acordo com a conveniência da
GILOG/BR, e na oportunidade as licitantes receberão o protocolo do “Anexo
IX-a” devidamente assinado pelo empregado CAIXA responsável.
8.5.5.2
A CAIXA se reserva o direito de não autorizar vistorias sem agendamento,
caso o representante da licitante compareça em horário impróprio ou diverso
daquele que fora agendado.
8.5.5.3
A vistoria será acompanhada por representante designado pela GILOGBR Matriz. Cabe ao empregado simplesmente encaminhar o representante da
licitante aos locais de instalação dos equipamentos. As dúvidas técnicas serão
esclarecidas conforme prevê o item 21.11 do presente Edital;
8.5.5.4
Tendo em vista a relevância dos serviços a serem contratados, a licitante
que não realizar vistoria terá sua proposta comercial desclassificada.
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8.6
O cumprimento do disposto no inciso XXXIII do art. 7º da Constituição Federal
será suprido pela declaração da licitante de que não possui em seu quadro
permanente menor de 18 anos de idade em trabalho noturno, perigoso ou
insalubre, nem menor de 16 anos de idade em qualquer trabalho, salvo na
condição de aprendiz, a partir dos 14 anos.
8.6.1
Tal declaração deverá ser firmada eletronicamente pela licitante por meio de
preenchimento do Termo de Responsabilidade, quando do seu
credenciamento, na forma do item 3.1.4.
8.7
Encerrada a etapa de lances, a documentação a seguir relacionada deverá ser
encaminhada por email (digitalizada e em formato compactado “zip”; “rar” – até
3MB por email), no prazo de até duas (duas) horas a contar da solicitação do
Pregoeiro, ou entregar cópias impressas pessoalmente na GILOG/BR, caso
haja possibilidade:
8.7.1
Para licitante credenciada e cadastrada em cada nível do SICAF:
a) Documentação mencionada nos itens 8.1.2, se for o caso; 8.3.4 (CNDT);
8.3.5 se for o caso; 8.4.3.4 se for o caso; 8.5.1; 8.5.2; 8.5.3; 8.5.4; 8.5.5 e
8.5.6;
b) Declaração mencionada no item 2.3.2, se for o caso.
8.7.2
Para licitante NÃO credenciada e NÃO cadastrada em cada nível do SICAF:
a) Documentação mencionada nos subitens dos itens 8.2; 8.3.1; 8.3.2; 8.3.3;
8.3.4; 8.3.5 se for o caso; 8.4.1; 8.4.3.4; 8.5.1; 8.5.2; 8.5.3; 8.5.4; 8.5.5 e
8.5.6;
b) Declaração mencionada no item 2.3.2, se for o caso.
8.7.3
A solicitação do Pregoeiro será encaminhada ao licitante por e-Mail, no qual
constará o número do fax para o envio dos documentos.
8.8
Os originais dos documentos exigidos neste edital e encaminhados de acordo
com os itens 6.4.1 e 8.7, a Proposta Comercial e as Planilhas de Composição
de Preços adequadas à negociação realizada, se houver, as declarações
exigidas e o Termo de Compromisso constante do Anexo XII, tudo
devidamente preenchido e assinado por quem de direito, deverão ser
entregues ao Pregoeiro, no endereço da GILOG/BR sito à SEPN 512 Edifício
José Alencar, 4º Andar, Ala Sul; Bairro: Asa Norte; Brasília-DF; CEP 70.760500, no prazo de até 3 (três) dias úteis depois de lançada a ATA da Sessão
Pública no Sistema da CAIXA, podendo ser apresentados no original, ou por
cópia autenticada por tabelião, ou publicação em órgão da imprensa oficial, ou
cópia acompanhada do original para conferência pelo Pregoeiro.
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Rubrica
9
DAS PLANILHAS DE COMPOSIÇÃO DE PREÇOS
9.1
A licitante que ofertar o menor preço deverá obrigatoriamente apresentar, na
forma do item 6.4.1, como condição para classificação, além da Proposta
Comercial adequada ao preço do lance vencedor, as Planilhas de Composição
de Preços, conforme modelos dos Anexos V, V-a, V-b, V-c, V-d, V-e e V-f, e
a(s) Convenção (ões) Coletiva(s) ou Acordo(s) Coletivo(s) referida(s) no
subitem 6.4.1.1 do edital, tudo devidamente preenchido e assinado por quem
de direito.
9.1.1
As planilhas constantes das abas do Anexo V (V-a...., V-b, V-c, V-d, V-e, V-f,
V-g e V-h) devem espelhar o preço ofertado, correspondente ao da planilha
Total do Anexo V, sendo que serão solicitadas apenas à empresa que ofertar o
menor preço, conforme item 6.4 deste edital.
9.1.2
Para cada tipo de profissional da equipe mínima de manutenção deverá ser
preenchida uma planilha específica do Anexo V-a.
9.1.3
Quando do preenchimento das Planilhas a licitante deverá considerar todo o
escopo do contrato para as três unidades relacionadas, não devendo se ater
apenas aos equipamentos listados nos Anexos III-a, III-b, III-c, III-d, III-e, III-f e
III-g.
9.2
A licitante deverá efetuar as alterações que julgar necessárias, de vez que as
Planilhas serão utilizadas para subsidiar o julgamento quanto à aceitabilidade
da proposta, bem como para demonstrar possíveis variações de
custos/insumos no curso da execução contratual, quando de eventuais
repactuações ou reequilíbrios de preços, sendo de exclusiva responsabilidade
de a licitante dimensionar e equacionar os componentes do preço ofertado,
observadas as disposições dos itens 5.3.2.19 ao 5.3.2.23;
9.3
Não é admitida a inclusão da “reserva técnica” como item da remuneração da
mão-de-obra, ou a qualquer título, sem a indicação prévia e expressa dos
custos correspondentes que serão cobertos por esse item.
9.4
Os custos com supervisão e fiscalização devem ser englobados nas despesas
administrativas, não sendo permitida a sua inclusão em outro item das
planilhas.
9.5
Na análise das Planilhas de composição de preços os itens em branco, com
valor zero ou valores irrisórios e/ou incompatíveis com as práticas de mercado
serão desconsiderados como elementos de formação dos custos, observado o
disposto nos itens 5.3.2.19 ao 5.3.2.23 e, como conseqüência, não caberá
negociação futura envolvendo tais itens; os efeitos financeiros negativos
decorrentes dessa desconsideração terão que ser absorvidos pelos demais
itens das Planilhas, desde que não se configure a corrosão da exeqüibilidade
da proposta, não podendo a empresa alegar posteriormente desconhecimento
de fatos existentes quando da elaboração da proposta ou erros no
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
preenchimento das planilhas como fundamento para solicitar a repactuação ou
reequilíbrio econômico-financeiro da proposta/contrato.
9.6
O pregoeiro poderá convocar a licitante para apresentar Nota Explicativa,
detalhando a forma como foram calculados os custos, de forma a comprovar
sua exeqüibilidade, cuja aceitação ficará condicionada à análise pelo pregoeiro
e Equipe de Apoio, sobre a qual decidirá motivadamente.
9.6.1
Uma vez aceita a Nota Explicativa pelo pregoeiro, a licitante assume inteira
responsabilidade pelos itens de composição do preço e seus valores, para
todos os efeitos, não podendo alegar provisão deficitária ou omissão, com
vistas à repactuação ou reeqüilíbrio econômico-financeiro, caso seja
contratada.
10
DO JULGAMENTO DA HABILITAÇÃO
10.1
Encerrada a fase de julgamento e classificação das propostas, o Pregoeiro
verificará, caso a licitante vencedora seja uma MPE e tenha utilizado o direito
de preferência previsto no item 7.10.1, se o somatório de ordens bancárias
recebidas pela empresa, relativas ao seu último exercício, já é suficiente para
extrapolar o faturamento máximo permitido como condição para o benefício
concedido à MPE, conforme previsto no Art. 3º da LC 123/2006.
10.1.1
A referida verificação será feita mediante consulta ao Portal da Transparência,
no endereço eletrônico www.portaldatransparencia.gov.br.
10.1.2
Sendo constatada a extrapolação do faturamento máximo permitido, a MPE
será inabilitada, sendo examinadas as ofertas subseqüentes, na ordem de
classificação, conforme item 7.17.
10.2
Prosseguindo, o Pregoeiro efetuará a consulta ‘on line’ ao SICAF, para
verificação da situação da licitante credenciada e cadastrada em cada nível do
Sistema, se for o caso, ocasião que será impressa e rubricada pelo Pregoeiro a
Declaração de “Situação do Fornecedor”.
10.2.1
Nesse mesmo ato o Pregoeiro verificará o atendimento das condições de
habilitação da licitante vencedora, mediante a análise da documentação
encaminhada na forma do item 8.7.
10.3
É assegurado à licitante que esteja com algum documento vencido no SICAF o
direito de encaminhá-lo atualizado, juntamente com a documentação na forma
do item 8.7.
10.4
Será assegurado à MPE que apresentar alguma restrição na sua
documentação fiscal, o prazo de 2 (dois) dias úteis para a necessária
regularização, prorrogável por igual período, a pedido da interessada e a
critério do pregoeiro.
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
10.4.1
A contagem do prazo acima será iniciada a partir do momento em que o
proponente for declarado vencedor do certame, mediante comunicação
eletrônica a todos os participantes.
10.4.2
Nessa circunstância, considerando a necessidade de comprovação da
regularidade fiscal no prazo legal, a declaração do vencedor será feita em
caráter provisório, após verificação da documentação de habilitação.
10.4.3
A não-regularização da documentação fiscal da MPE no prazo previsto no item
10.4, implicará a decadência do direito à contratação, sem prejuízo das
sanções cabíveis, sendo facultado à CAIXA convocar os licitantes
remanescentes, na ordem de classificação, ou revogar a licitação.
10.5
A fim de verificar se existe restrição da licitante ao direito de participar em
licitações ou celebrar contratos com a Administração Pública, serão efetuadas
as seguintes consultas, sem prejuízo de verificação dessa restrição por outros
meios:
- ao CEIS - Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas, no
endereço eletrônico do Portal de Transparência do Governo;
- CNCIA – Cadastro Nacional de Condenados por Ato de Improbidade
Administrativa, nos termos da Lei nº 8.429/92, constante no endereço
eletrônico do CNJ – Conselho Nacional de Justiça – www.cnj.jus.br/, em
“Sistemas”, no item “CONSULTAS PÚBLICAS – Cadastro Nacional de
Condenações Cíveis por ato de Improbidade Administrativa” e “Consulta
Requerido / Condenação”, selecionar esfera “TODOS(AS)”;
- SICOW – Sistema interno da CAIXA, que permite verificar se há
impedimento de o interessado licitar e contratar com esta Empresa Pública.
10.6
Constatado o atendimento pleno às exigências editalícias, será declarado o
vencedor da licitação, iniciando-se a contagem do prazo para a intenção de
recursos.
10.7
Não será habilitada a empresa que:
10.7.1
esteja com algum documento vencido no SICAF, caso não tenha sido exercida
a faculdade prevista no item 10.3 e ressalvada a possibilidade de regularização
da documentação fiscal da MPE, na forma do item 10.4;
10.7.2
não comprove a regularidade da documentação habilitatória por ocasião de
sua verificação, ressalvado o tratamento diferenciado quanto à regularidade
fiscal da MPE, na forma do item 10.4.
10.7.3
esteja com o direito de licitar e contratar com a CAIXA suspenso, ou impedida
de licitar e contratar com a União ou tenha sido declarada inidônea para licitar
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
ou contratar com a Administração Pública, no âmbito Federal, Estadual,
Municipal ou do Distrito Federal;
10.7.4
deixe de apresentar a documentação solicitada, apresente-a incompleta ou em
desacordo com as disposições deste Edital;
10.8
Se a licitante desatender às exigências do item 8 ou se enquadrar nas
hipóteses do item 10.7, será inabilitada e o Pregoeiro examinará as condições
de habilitação das demais proponentes, na ordem de classificação e assim
sucessivamente, até que uma licitante atenda plenamente às exigências do
Edital.
10.9
No julgamento da habilitação, o Pregoeiro poderá sanar erros ou falhas que
não alterem a substância dos documentos habilitatórios e sua validade jurídica,
mediante despacho fundamentado, registrado em ata e acessível a todos os
participantes, atribuindo-lhes validade e eficácia para fins de habilitação.
11
DOS RECURSOS
11.1
Atendidas plenamente todas as condições do edital, e após a divulgação da(s)
licitante(s) vencedora(s) deste PREGÃO ELETRÔNICO, qualquer licitante
poderá manifestar motivadamente a intenção de recorrer, desde que
devidamente registrada a síntese de suas razões no formulário eletrônico
disponibilizado no endereço www.caixa.gov.br, no quadro “SOBRE A CAIXA”,
localizado no canto inferior esquerdo, clicar em “Compras CAIXA”, no quadro
“Compras da CAIXA”, escolher a opção “Pregão Eletrônico”, no link
“Intenções/Recursos”, escolher a “Abrangência (OK)”, selecionar este
Pregão Eletrônico, em seguida clicar em “Recursos” e “Novo Recurso”, no
prazo de até 30 (trinta) minutos a partir da comunicação pelo sistema.
11.1.1
À recorrente que tiver sua manifestação de intenção de recurso aceita pelo
Pregoeiro será concedido o prazo de 3 (três) dias úteis para apresentar razões
de recurso, facultando-se às demais licitantes a oportunidade de apresentar
contrarrazões em igual número de dias, que começarão a correr do término do
prazo da recorrente, sendo-lhes assegurada vista imediata dos elementos
indispensáveis à defesa dos seus interesses.
11.1.2
Os recursos e contrarrazões somente poderão ser encaminhados por meio
eletrônico, no endereço citado no item 11.1.
11.1.3
Os recursos e contrarrazões redigidos pelas licitantes deverão ser copiados e
colados no campo específico do endereço www.caixa.gov.br, no quadro
“SOBRE A CAIXA”, localizado no canto inferior esquerdo, clicar em
“Compras CAIXA”, no quadro “Compras da CAIXA”, escolher a opção
“Pregão Eletrônico”, no link “Intenções/Recursos”, escolher a
“Abrangência (OK)”, selecionar este Pregão Eletrônico, clicar em “Razões ou
Contra Razões”, em seguida em “Novo Recurso ou Empresa Recorrente” e
“Registrar Contra Razão” - de acordo com as orientações previstas no site.
34/490
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
11.2
A falta de manifestação motivada da licitante, no prazo estabelecido no item
11.1, importará a decadência do direito de recurso, ficando o pregoeiro
autorizado a adjudicar o objeto à licitante declarada vencedora.
11.3
Qualquer recurso contra decisão do Pregoeiro não terá efeito suspensivo,
salvo nos casos de habilitação ou inabilitação do licitante ou julgamento das
propostas, podendo a autoridade competente, motivadamente e presente as
razões de interesse público, atribuir ao recurso interposto eficácia suspensiva.
11.4
O acolhimento de recurso importará na invalidação apenas dos atos
insuscetíveis de aproveitamento.
11.5
Decidido(s) o(s) recurso(s), e constatada a regularidade dos atos
procedimentais, a autoridade competente adjudicará o objeto à licitante
vencedora.
11.6
A decisão em grau de recurso será definitiva e dela dar-se-á conhecimento aos
interessados, por meio de comunicação por e-mail.
12
DA HOMOLOGAÇÃO E CONTRATAÇÃO
12.1
À vista do relatório do Pregoeiro, o resultado da licitação será submetido à
consideração da autoridade competente da CAIXA, para fins de homologação.
12.2
A contratação formalizar-se-á mediante a assinatura de instrumento particular,
observadas as cláusulas e condições deste Edital e da proposta vencedora,
conforme a minuta do Contrato que integra este Edital (Anexo VII).
12.3
Fica impedida de ser contratada para a execução de serviço objeto desta
licitação a licitante que se enquadre em qualquer das situações mencionadas
no item 2.4.4.
12.4
A licitante que for declarada vencedora da licitação e que não for cadastrada
no SICAF deverá providenciar o cadastramento e habilitação no referido
sistema, nos níveis I, II, III, IV e VI, como condição para assinatura do contrato.
12.5
No ato da assinatura do instrumento contratual, a licitante vencedora
deverá apresentar as seguintes Declarações:
- Vedação ao Nepotismo, que consta anexada ao final da minuta de Contrato
(Anexo VII);
- Compromisso de contratação de empresas autorizadas por fabricantes,
conforme modelo do ANEXO IX-d.
12.6
A assinatura do contrato pela adjudicatária dar-se-á no prazo de até 05 (cinco)
dias úteis a contar da data de sua convocação pela CAIXA.
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
12.6.1
A convocação será encaminhada ao licitante vencedor por e-mail, no endereço
cadastrado no site da CAIXA na forma do item 3.
12.6.2
A recusa injustificada da adjudicatária em assinar o contrato dentro do prazo
estabelecido caracterizará o descumprimento total da obrigação assumida,
sujeitando-a às penalidades previstas no item 17 deste Edital.
12.7
Quando o convocado não assinar o contrato no prazo e condições
estabelecidas, sem prejuízo da aplicação das sanções cabíveis, a CAIXA
poderá convocar as licitantes remanescentes, respeitada a ordem de
classificação, observadas as preferências previstas neste Edital, para depois
de comprovados os requisitos habilitatórios negociar os preços e se acordado,
tomar os demais procedimentos para contratação.
12.8
Poderá a licitante ser desclassificada até a contratação, se a CAIXA tiver
conhecimento de fato ou circunstância superveniente que desabone sua
regularidade fiscal, trabalhista, jurídica, qualificação técnica e/ou econômicofinanceira.
12.8.1
Neste caso, será efetuada a convocação das licitantes remanescentes, na
ordem de classificação, em conformidade com o disposto no item 12.7.
13
DAS CONDIÇÕES CONTRATUAIS
13.1
O contrato a ser firmado, cuja minuta (Anexo VII) integra o presente edital para
todos os fins e efeitos de direito, regulamentará as condições de sua execução,
bem como os direitos, obrigações e responsabilidades das partes, tudo em
conformidade com os termos desta licitação e da proposta vencedora,
sujeitando-se aos preceitos de direito público e aplicando-se, supletivamente,
os princípios da teoria geral dos contratos e as disposições de direito privado.
14
DA VIGÊNCIA DA CONTRATAÇÃO
14.1
O contrato terá duração de 20 (vinte) meses contados a contar da data de sua
assinatura, podendo ser prorrogado, a critério da CAIXA e com a concordância
da CONTRATADA, por período igual ou inferior, até o limite permitido na Lei
8.666/93.
15
DA GARANTIA CONTRATUAL
15.1
O vencedor da licitação prestará garantia de execução do contrato, equivalente
a 5%(cinco por cento) do valor total do contrato.
15.2
A garantia deverá ser prestada em uma das modalidades abaixo, devendo o
respectivo comprovante ser apresentado à CAIXA, como condição para
assinatura do contrato:
36/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
154.2.1 Caução em dinheiro ou em títulos da dívida pública:
14.2.1.1 A caução em títulos da dívida pública consiste na entrega à Administração de
título da dívida pública, que fica sob a tutela e guarda desta, vinculado,
exclusivamente, a este contrato, não podendo ser utilizada para nenhum outro
fim.
14.2.1.1.1 Os títulos da dívida pública devem ter sido emitidos sob a forma escritural,
mediante registro em sistema centralizado de liquidação e de custódia
autorizado pelo Banco Central do Brasil e avaliados pelos seus valores
econômicos, conforme definido pelo Ministério da Fazenda.
15.2.1.2 A caução em dinheiro consiste em depósito em conta bancária remunerada
específica, com o fim especial de se garantir o integral cumprimento do
contrato, devendo ser efetuado em uma Agência da CAIXA, utilizando-se a
operação 008, tendo como beneficiário a CAIXA;
15.2.1.2.1 Sobre a caução prestada em dinheiro incide, tão-somente, a atualização
correspondente ao índice de variação do rendimento da caderneta de
poupança para o 1º dia de cada mês, excluídos os juros, calculada
proporcionalmente, quando for o caso, a contar da data do depósito, até o seu
efetivo levantamento.
15.2.2
O Seguro-garantia é um tipo de seguro com o objetivo de garantir o fiel
cumprimento das obrigações contratuais estipuladas, conforme descrito na
apólice.
15.2.2.1 A apólice do seguro-garantia deve conter o prazo de validade, correspondente
ao período de vigência do contrato, acrescido de mais 30 (trinta) dias, devendo
ser tempestivamente renovado, se estendida ou prorrogada a vigência do
contrato, sempre se mantendo os 30 dias após a última data de vencimento do
contrato;
15.2.2.2 O seguro deve efetuar a cobertura de todo o prazo contratual, contemplando a
cobertura dos riscos de inadimplemento pela contratada dos encargos
tributários, trabalhistas e sociais e ressarcimento das multas impostas à
contratada, até o limite da garantia;
15.2.2.2.1Não será aceita a apólice de seguro que contenha ressalvas quanto à
cobertura dos riscos mencionados;
15.2.2.3 A apólice de seguro deve vir acompanhada de cópia das condições gerais,
particulares e/ou especiais convencionais e demais documentos que a
integram;
15.2.2.4 A Seguradora, ao emitir a apólice, obriga-se a arcar com eventuais prejuízos
que possam ser impostos à CAIXA em decorrência da má execução do
contrato.
37/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
15.2.3
Fls.
Rubrica
A Fiança bancária consiste na prestação de garantia, mediante a expedição
da respectiva carta, emitida por instituição financeira idônea, devidamente
autorizada a funcionar no Brasil, que, em nome da contratada, garante a plena
execução do contrato e responde diretamente por eventuais danos que
possam ser causados na execução contratual.
15.2.3.1 Somente é aceita Fiança Bancária na via original e que apresente todos os
requisitos a seguir:
a) Registro no Cartório de Títulos e Documentos, conforme exigido no art. 129
da Lei 6015/73 (Lei de Registros Públicos);
b) Cláusula estabelecendo prazo de validade, que deverá corresponder ao
período de vigência do contrato, acrescido de mais 30 dias, devendo ser
tempestivamente renovada se estendida ou prorrogada essa vigência, sempre
se mantendo os 30 dias após a última data de vencimento do contrato;
c) Expressa afirmação do fiador de que, como devedor solidário, fará o
pagamento à CAIXA, independentemente de interpelação judicial, caso o
afiançado não cumpra suas obrigações;
d) Cláusula de renúncia expressa do fiador ao benefício de ordem e aos direitos
previstos nos artigos 827, 835 e 838 da Lei nº 10.406/2002 - Novo Código Civil;
e) Cláusula que assegure a atualização do valor afiançado, de acordo com a
atualização do valor contratual, previsto no item 15.6 deste Edital;
f) Cláusula com a eleição de foro da Justiça Federal, para dirimir questões entre
fiadora e credora referentes à fiança bancária;
g) Declaração da instituição financeira de que a carta fiança é concedida em
conformidade com o disposto no art. 34 da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de
1964, nos termos do art. 2º da Resolução CMN nº 2.325, de 1996, do Conselho
Monetário Nacional;
h) O subscritor da carta de fiança bancária deverá comprovar poderes para
atendimento às exigências contidas nas alíneas “c”, “d”, “f” e “g” acima.
15.3
A não apresentação do comprovante da garantia no ato da assinatura do
contrato configura a recusa em assinar o contrato, caracterizando
descumprimento total da obrigação assumida, sujeitando a licitante às sanções
administrativas cabíveis.
15.4
A garantia poderá ser liberada após o perfeito cumprimento do contrato, no
prazo de até 30 (trinta) dias, contados após a data do vencimento do contrato,
desde que cumpridos todos os seus termos, cláusulas e condições.
38/490
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
15.5
A perda da garantia em favor da CAIXA, por inadimplemento das obrigações
contratuais, far-se-á de pleno direito, independentemente de qualquer
procedimento judicial e sem prejuízo das demais sanções previstas no
contrato.
15.6
A garantia deverá ser integralizada, num prazo máximo de 10 (dez) dias,
sempre que dela forem deduzidos quaisquer valores, ou quando houver
alteração contratual que implique aumento do valor contratado, de modo que
corresponda a 5% (cinco por cento) do valor global contratado.
15.7
A qualquer tempo, mediante prévia solicitação à CAIXA, com as devidas
justificativas, poderá ser admitida a substituição da garantia, observadas as
modalidades previstas neste Edital.
16
DA FORMA DE PAGAMENTO
16.1
A CAIXA, após a execução dos serviços e o exato cumprimento das
obrigações assumidas, efetuará o pagamento à contratada, de acordo com as
condições estabelecidas na minuta de contrato (Anexo VII).
17
DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS
17.1
Ficará impedida de licitar e contratar com a União, pelo prazo de até 5 (cinco)
anos, a licitante que incorrer em alguma das seguintes hipóteses:
-
17.1.1
17.2
deixar de entregar a documentação exigida para o certame;
apresentar documentação falsa;
ensejar o retardamento da execução do objeto;
não mantiver a proposta;
falhar ou fraudar na execução do contrato;
comportar-se de modo inidôneo;
fizer declaração falsa ou cometer fraude fiscal;
convocada dentro do prazo de validade de sua proposta se recusar
injustificadamente a assinar o contrato ou não apresentar situação regular
no ato da assinatura do contrato
A penalidade de impedimento de licitar e contratar com a União, aplicada pela
competente autoridade da CAIXA, após a instrução do respectivo processo,
no qual fica garantido o direito prévio da citação e da ampla defesa da
licitante, será registrada no SICAF.
Pela inexecução total ou parcial do contrato objeto desta licitação e/ou pelo
atraso injustificado na sua execução, garantida a prévia defesa, a
CONTRATADA ficará sujeita às seguintes sanções, nos termos estabelecidos
na minuta de contrato (Anexo VII):
I. advertência;
39/490
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Fls.
Rubrica
II. multa;
III. suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de
contratar com a CAIXA, pelo prazo de até 2 (dois) anos;
IV. impedimento de licitar e contratar com a União pelo prazo de até 05 (cinco)
anos;
V. declaração de inidoneidade.
18
DOS ILÍCITOS PENAIS
18.1
As infrações penais tipificadas na Lei 8.666/93 serão objeto de processo
judicial na forma legalmente prevista, sem prejuízo das demais cominações
aplicáveis.
19
DOS RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS
19.1
As despesas decorrentes da contratação correrão à conta da dotação
orçamentária prevista no item de acompanhamento nº 5303-02/5303-54, no
compromisso registrado no SIPLO sob o nº 0382/2014-BR.
20
DO ADIAMENTO,
LICITAÇÃO
20.1
A CAIXA poderá revogar a presente licitação por razões de interesse público
decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, pertinente e
suficiente para justificar tal conduta, ou anulá-la por ilegalidade, de ofício ou
por provocação de terceiros, mediante parecer escrito e devidamente
fundamentado, bem como adiá-la ou prorrogar o prazo para recebimento das
propostas, sem que caiba às licitantes quaisquer reclamações ou direitos a
indenização ou reembolso.
20.2
A anulação do procedimento licitatório induz à do contrato, e em decorrência
dessa anulação as licitantes não terão direito à indenização, ressalvado o
direito do contratado de boa-fé de ser ressarcido pelos encargos que tiver
suportado no cumprimento do contrato.
21
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
21.1
A participação na presente licitação implica a concordância, por parte da
licitante, com todos os termos e condições deste Edital e Anexos.
21.2
As licitantes arcarão com todos os custos decorrentes da elaboração e
apresentação de suas propostas e lances.
REVOGAÇÃO
40/490
OU
ANULAÇÃO
DA
PRESENTE
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Fls.
Rubrica
21.3
Os documentos exigidos neste Edital poderão ser apresentados no original, por
cópia autenticada por tabelião, ou publicação em órgão da imprensa oficial, ou
cópia acompanhada do original para conferência pelo Pregoeiro.
21.4
Não serão aceitos protocolos de entrega ou solicitação de documentos, em
substituição aos documentos requeridos no presente Edital e seus Anexos.
21.5
Somente serão aceitos as propostas e os lances encaminhados pelo sistema
eletrônico, conforme informação no preâmbulo deste Edital.
21.6
Na contagem dos prazos estabelecidos neste Edital excluir-se-á o dia do início
e incluir-se-á o do vencimento, exceto quando explicitamente disposto em
contrário.
21.7
Só se iniciam e vencem os prazos, incluindo horário, referidos neste Edital, em
dia de expediente na CAIXA, na localidade na qual se sedia a unidade
promotora do certame – GILOG/BR, em Brasília-DF.
21.8
É facultada ao Pregoeiro ou à autoridade superior da CAIXA, em qualquer fase
da licitação, a promoção de diligência, destinada a esclarecer ou complementar
a instrução do processo licitatório, vedada a inclusão posterior de documento
ou informação que deveria constar originalmente da proposta.
21.9
Ao final da sessão, o sistema eletrônico divulgará ata circunstanciada, na qual
constará a indicação do lance vencedor, a classificação dos lances
apresentados e demais informações relativas à sessão pública do pregão.
21.10
Eventuais retificações do Edital serão disponibilizadas no endereço
www.caixa.gov.br, no quadro “SOBRE A CAIXA”, localizado no canto inferior
esquerdo, clicar em “Compras CAIXA”, no quadro “Compras da CAIXA”,
escolher a opção “Pregão Eletrônico”, no link “Editais”, selecionar a
“Abrangência
(OK)”,
clicar
no
link
“Edital”,
na
coluna
“Credenciamento/Impugnação” referente a este Pregão Eletrônico, em
seguida “Visualizar Retificação do Edital”.
21.10.1 No caso de retificação do Edital que não implique em sua republicação, o
credenciamento e as propostas porventura encaminhadas continuam válidos.
21.10.2 Havendo republicação do edital, as propostas porventura encaminhadas serão
canceladas, permanecendo válido apenas o credenciamento da(s) licitante(s).
21.11
Os esclarecimentos acerca desta licitação serão disponibilizados no endereço
eletrônico www.caixa.gov.br, no quadro “SOBRE A CAIXA”, localizado no
canto inferior esquerdo, clicar em “Compras CAIXA”, no quadro “Compras
da CAIXA”, escolher a opção “Pregão Eletrônico”, no link “Editais, escolher
a “Abrangência (OK)”, clicar no ícone “?”, na coluna “FAQ”, referente a este
Pregão Eletrônico, e em seguida “PERGUNTAR”.
41/490
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
21.12
O sistema disponibilizará campo próprio para troca de mensagens entre o
pregoeiro e as licitantes, no endereço eletrônico mencionado no item 21.11, na
opção FAQ (Ícone “?”).
21.13
É de responsabilidade da licitante o acompanhamento do processo pelo site da
CAIXA, no endereço www.caixa.gov.br, até a data de realização da sessão
pública.
21.14
A CONTRATADA somente poderá subcontratar outra empresa para
atendimento parcial do contrato, em relação à mão-de-obra
especializada/autorizada pelos fabricantes dos equipamentos, com a
anuência prévia e por escrito da CAIXA, limitada a subcontratação aos serviços
de manutenção preventiva/corretiva para os seguintes equipamentos (visando
manter a garantia ofertada pelo fabricante):
- NO-BREAK;
- DETECÇÃO/ALARME DE INCÊNDIO;
- GRUPO MOTOR GERADOR;
- EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO;
- AUTOMAÇÃO PREDIAL;
- SISTEMAS DE CONTROLE DE ACESSO E DETECÇÃO/ALARME DE
INCÊNDIO.
21.14.1 Para análise da empresa para a qual eventualmente for proposta a
subcontratação relacionada acima, será exigida, anteriormente à manifestação
da CAIXA, a regularidade fiscal, trabalhista e jurídica, bem como a qualificação
técnica para os serviços subcontratados, nos mesmos limites exigidos da
licitante no item que trata de habilitação.
21.14.2 No caso de subcontratação de outra empresa, a CONTRATADA não transferirá
suas obrigações e responsabilidades, permanecendo, perante a CAIXA, com
total responsabilidade contratual.
22
DO FORO
22.1
Para dirimir as questões oriundas desta licitação e do futuro contrato será
competente a Seção Judiciária da Justiça Federal no Distrito Federal na cidade
de Brasília.
Brasília, 13 de agosto de 2014
______________________
Saulo Glauber Silva Sousa
Pregoeiro
42/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
ANEXO I
TERMO DE REFERÊNCIA
1
OBJETO
Prestação de serviços contínuos de operação e manutenção predial preventiva e corretiva, com
reposição e substituição de materiais, peças e equipamentos e execução de pequenos serviços (PS)
nas instalações dos edifícios Matriz I e Anexo, Matriz II e Matriz III da CAIXA, na cidade de
Brasília-DF, os quais deverão observar os padrões de qualidade exigíveis, em conformidade com as
disposições do Edital e seus Anexos, que o integram e complementam.
2
2.1
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
A presente especificação define técnicas e rotinas, constantes nos ANEXOS IV Processo de
Atendimento, IV-a Processo de Atendimento Manutenção Corretiva, IV-b Processo de
Atendimento Pequenos Serviços, IV-c PMOC Civil e Elétrica, IV-d PMOC AC Central e IV-e
PMOC AC unitário, a serem seguidas pela CONTRATADA, em estrita concordância e
obediência às Normas Brasileiras (NR e NBR) e Internacionais pertinentes em vigor, bem
como legislação municipal, estadual e federal, com o objetivo de permitir o perfeito
funcionamento das instalações e de forma a garantir a operação ininterrupta das Unidades da
CAIXA objeto deste Contrato.
2.2 A CONTRATADA deverá disponibilizar, conforme procedimentos e responsabilidades estabelecidos
no Contrato e em seus anexos, mão-de-obra, peças, equipamentos, ferramentas, instrumentos e
materiais de consumo necessários à execução dos serviços técnicos no cumprimento do Contrato.
2.3 A CONTRATADA deverá obedecer às instruções e às particularidades do manual específico de cada
equipamento instalado e às técnicas recomendadas pelo fabricante, pela aplicação das normas
técnicas brasileiras vigentes e, na ausência destas normas, pela aplicação das normas internacionais
cabíveis.
2.4 A CONTRATADA deverá apresentar em até 30 dias da assinatura do contrato, para aprovação da
CAIXA, proposta de padrão dos PNO - Plano de Operação Normal das instalações, com rotinas e
procedimentos e POC - Plano de Operação Contingencial das instalações.
2.5 A CONTRATADA deverá apor e manter em bom estado, sobre cada equipamento, instruções
padronizadas impressas e plastificadas relativas à sua correta operação, riscos potenciais a pessoas
e instalações e data da última manutenção.
2.6 A CONTRATADA deverá sempre manter atualizados os PNOs e POCs.
2.7 A CONTRATADA deverá executar serviços de infraestrutura (instalação e manutenção) quando for
necessária a montagem de postos de atendimento temporário, eventos, treinamentos externos e
caminhão da sorte, inclusive à noite e em finais de semana, limitados aos quantitativos do Anexo
V-d Pequenos Serviços (PS).
2.8 Os serviços de manutenção preventiva, corretiva e de adequação emergenciais ou não que se fizerem
necessários e que irão interferir no funcionamento normal da(s) Unidade(s) deverão ser executados
fora do seu horário de expediente, sem ônus adicional à CAIXA.
43/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
2.9 Quando houver necessidade de indisponibilização de equipamentos ou sua retirada das unidades da
CAIXA, a CONTRATADA deverá providenciar imediatamente a substituição temporária por outro
equivalente, a fim de permitir a normalidade do funcionamento das unidades e a manutenção dos
níveis originais de redundância de equipamentos e instalações, sem ônus adicional à CAIXA.
2.9.1
Para o atendimento do disposto no item 2.9, a CONTRATADA deverá realizar a locação do
equipamento equivalente caso não o possua para substituição imediata, sem ônus adicional à
CAIXA.
2.10
A CONTRATADA deverá apresentar histórico de cada instalação, sempre que houver troca de
peças/equipamentos, nele incluídas todas as substituições havidas, no prazo de 05 (cinco) dias úteis.
2.11
Todas as obras civis decorrentes de danos ocasionados pela inexecução ou execução indevida
dos serviços, independentemente de área de interferência ou quantitativos, ficarão inteiramente a
cargo da CONTRATADA, incluindo disponibilização de mão-de-obra e todos os demais insumos
(materiais, serviços e componentes) necessários à sua execução.
2.12
A CONTRATADA deverá executar ensaios, testes e demais provas exigidas por normas técnicas
oficiais para a boa execução do objeto do Contrato conforme dispõe o Artigo 75 da Lei 8.666/93.
2.13
A CONTRATADA deverá dispor de software gerenciador capacitado a fornecer dados on-line, via
Internet, em meio digital e impressos (relatórios), abrangendo, no mínimo, as seguintes
funcionalidades:
2.13.1
Integração total com o sistema de supervisão e controle predial (BMS), de forma a se
comunicar em tempo real com o banco de dados e interface do sistema,
2.13.1.1
A marca e modelo do software e dos componentes do sistema de supervisão e controle
predial serão informados na ocasião da assinatura do contrato.
2.13.2
Sistema de gerenciamento de chamados, capaz de efetuar troca de dados através de e-mail
protocolado, conforme layout a ser fornecido pela CAIXA;
2.13.3 Histórico de intervenção por equipamento ou instalação e peças substituídas;
2.13.4 Cadastro de peças e controle de estoque;
2.13.5 Cadastro de equipamentos e instalações;
2.13.6 Tabela de preços e serviços de adequação;
2.13.7 Demonstrativo por equipamento, por modalidade de chamado, por Unidade CAIXA e por período;
2.13.8 Relatórios mensais (mantenedora, mapeamento elétrico e fabricantes/autorizadas);
2.13.9 Programação de manutenção preventiva por instalação;
2.13.10 Última versão do Plano de Operação Normal (PNO) e do Plano de Operação Contingencial
(POC);
2.13.11 Armazenamento de as-built;
2.13.12 Listagem de funcionários;
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
2.13.13 Cálculo automatizado do Índice de Conformidade da Manutenção – ICM e emissão de relatórios,
conforme metodologia descrita nos Anexos VIII, VIII-a, VIII-b, VIII-c e VIII-d;
2.14
A CAIXA se reserva o direito de efetuar alteração no layout do e-mail protocolado a qualquer
tempo, mediante prévia comunicação à CONTRATADA.
2.15
O software deverá ser de uso exclusivo da CAIXA e coberto de todo sigilo, sendo expressamente
proibida a utilização de sua customização para outras empresas e/ou divulgação de dados sem
autorização por escrito da CAIXA.
2.16
O software deverá ser provido de recursos de segurança (senha, antivírus, firewall, etc.).
2.17
Ao final do Contrato toda a documentação produzida e banco de dados deverão ser inteira e
incondicionalmente cedidos à CAIXA.
2.18
Ao término do Contrato, será feita vistoria em conjunto com engenheiro designado pela CAIXA,
com assinatura pelas partes, de termo conjunto de entrega das instalações, no prazo máximo de 30
(trinta) dias.
3
EQUIPE TÉCNICA E QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL
3.1 A CONTRATADA deverá executar os serviços com equipe técnica cuja qualificação
profissional e quantidade de componentes não poderão ser inferiores às discriminadas
no Anexo II-d Equipe Técnica.
3.1.1
A CONTRATADA deverá promover o treinamento da equipe técnica residente no
edifício da CAIXA, para a operação diária e conhecimento de todos os elementos
técnicos das instalações, alertando-os sobre os riscos de panes e acidentes em
atuações fora das sequências recomendadas, no prazo máximo de 30 (trinta) dias
após a assinatura do Contrato, sem ônus para a CAIXA, devendo ser informado
no 2º relatório de manutenção os nomes e respectivos RG dos empregados que
receberam tal treinamento.
3.1.1.1 Este treinamento deverá ser realizado novamente para cada novo profissional
que eventualmente venha a integrar equipe técnica.
3.2 A manutenção preventiva e corretiva e serviços de:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Grupos geradores;
Nobreaks;
Chave de transferência automática;
Chillers;
Ar condicionado de precisão;
Ar condicionado tipo VRF;
Sistema de detecção, alarme e combate a incêndio;
Automação predial;
Sistema de sonorização;
Sistema de supervisão e controle predial (BMS);
Plataforma elevatória;
Deverão ser realizadas por profissionais e empresas credenciados/autorizados
pelos respectivos fabricantes, conforme relação de equipamentos contida na
planilha Anexo V–g situada dentro do Anexo 05 Manutenção Especializada e no
Anexo IX-d – Compromisso de Contratação.
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
3.2.1
Fls.
Rubrica
As manutenções citadas no item 3.2 deverão ser realizadas mensalmente, sem
prejuízo do disposto nas rotinas elencadas nos Anexos IV, IV-a, IV-b, IV-c, IV-d e
IV-e.
3.3 A marca e o modelo dos equipamentos que demandam manutenção especializada e que
não estiverem especificadas na planilha Anexo V-g – situada dentro do Anexo 05
Manutenção Especializada e/ou Anexo IX-d – Compromisso de Contratação, serão
informadas à CONTRATADA na ocasião da assinatura do contrato.
3.3.1
Para
o(s)
caso(s)
em
que
a
CONTRATADA
não
possui
credenciamento/autorização do(s) fabricante(s), deverá ser realizada a
subcontratação, com a apresentação de termo de compromisso conforme Anexo
IX-d Compromisso de Contratação.
3.3.2
Para o(s) caso(s) em que a CONTRATADA possui credenciamento/autorização
do(s) fabricante(s), deverá(ão) ser apresentado(s) o(s) respectivo(s)
comprovante(s), no(s) qual(is) deverá(ão) constar o(s) nome(s) do(s)
respectivo(s) profissional(is) treinado(s).
3.4 As manutenções preventivas e corretivas dos equipamentos que possuírem garantia do
fabricante ainda vigente, deverão ser realizadas exclusivamente pelo fabricante do
respectivo equipamento.
3.4.1
4
Mesmo durante a vigência da garantia dos equipamentos, a responsabilidade
pela manutenção e operação dos equipamentos em questão será da
CONTRATADA, a qual responderá pelo contato com o fabricante e pelo
reestabelecimento da operação normal do equipamento, independentemente da
posição do fabricante quanto a inclusão ou não do reparo na cobertura da
garantia contratual, sem ônus adicional à CAIXA.
ETAPAS DO CONTRATO
4.1 Deverão ser observados os prazos iniciais descritos no presente contrato e resumidos na
tabela abaixo:
Atividade
Prazo
Entrega das propostas de PNO/POC
30 dias a contar da assinatura do contrato
Realização de treinamento para operação do sistema BMS
30 dias a contar da assinatura do contrato
Realização de treinamento da equipe técnica residente para a
operação diária e conhecimento de todos os elementos técnicos
das instalações.
30 dias a contar da assinatura do contrato
Levantamento técnico completo das instalações
60 dias a contar do início da 2ª etapa do contrato
Entrega de projeto as-built completo
60 dias a contar do início da 2ª etapa do contrato
5
EQUIPAMENTOS, FERRAMENTAS E INSTRUMENTOS
5.1 A CONTRATADA deverá utilizar equipamentos, ferramentas e instrumentos adequados,
necessários e suficientes à boa execução dos serviços sob sua responsabilidade, conforme
especificado no Anexo II-e Equipamentos, Ferramentas e Instrumentos.
6
PROCESSO DE ATENDIMENTO
46/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
6.1 A CONTRATADA deverá realizar o atendimento aos chamados de manutenção corretiva e
serviços de adequação conforme estabelecido no Anexo IV - Processo de Atendimento, no Anexo
IV-a Processo de Atendimento Manutenção Corretiva e no Anexo IV-b Processo de Atendimento
Pequenos Serviços (PS).
7
SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA
7.1 A CONTRATADA deverá executar os serviços de manutenção preventiva conforme plano
básico e rotinas contidas nos IV-c PMOC Civil e Elétrica, IV-d PMOC AC Central e IV-e
PMOC AC unitário, a fim de manter as instalações prediais em bom estado de conservação
e funcionamento.
7.2 As manutenções de caráter preventivo nos ambientes não críticos poderão ser feitas em
qualquer horário desde que não ocorram em locais que interfiram na rotina ou ambiente de
trabalho dos funcionários e prestadores de serviço, existentes nas edificações. Para o caso
de interferência, as manutenções deverão ser feitas entre as 18h00min e as 08h00min do
dia seguinte. O mesmo ocorre para as manutenções de caráter corretivo, entretanto estas
poderão ocorrer mesmo com interferência no ambiente de trabalho, desde que seja com a
finalidade de eliminar possíveis desconfortos e previamente autorizada pela área gestora
do contrato.
7.3 Serviços de manutenção preventiva e corretiva nos ambientes críticos ou que possam
interferir no funcionamento de qualquer equipamento crítico, que só podem ser executados
em dias não úteis, bem como em horários noturno e de madrugada, também deverão ser
previstos no preço global apresentado, não cabendo solicitação posterior de aditivos por
horas extras, adicional noturno, adicional por periculosidade, ou quaisquer outros insumos
ou encargos trabalhistas.
7.4 As condições enunciadas acima não impedem a ocorrência de novas situações que exijam
o atendimento fora do horário de funcionamento das unidades.
7.5 As manutenções preventivas e corretivas nos ambientes críticos ou que possam interferir
no funcionamento de qualquer equipamento crítico deverão, obrigatoriamente, serem
acompanhadas por Engenheiro residente e/ou encarregado de manutenção, sem ônus
adicional à CAIXA.
7.5.1
Sempre que solicitado pela CAIXA, as atividades descritas acima deverão ser
acompanhadas pelo Engenheiro Eletricista – Gerente de Manutenção, sem ônus adicional
à CAIXA.
7.6 A CONTRATADA deverá executar os serviços de manutenção preventiva conforme plano básico
e rotinas contidas nos Anexo IV-c, IV-d e IV-e podendo sofrer alterações por recomendações dos
fabricantes e ratificados pela CAIXA, a fim de manter as instalações prediais em bom estado de
conservação e funcionamento.
7.7 A Contratada deverá obedecer aos seguintes prazos mínimos e máximos entre duas
manutenções preventivas:
7.7.1
Manutenções quinzenais: mínimo de 12 e máximo de 18 dias;
7.7.2
Manutenções mensais: mínimo de 25 e máximo de 35 dias;
7.7.3
Manutenções bimestrais: mínimo de 55 e máximo de 65 dias;
7.7.4
Manutenções trimestrais: mínimo de 80 e máximo de 100 dias;
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
7.7.5
Fls.
Rubrica
Manutenções semestrais: mínimo de 170 e máximo de 190 dias;
7.8 A CONTRATADA assumirá os serviços no estado em que se encontram os equipamentos e
instalações, sendo que na primeira manutenção preventiva deverão ser levantados todas
as não conformidades existentes, se houver.
8
7.8.1
Estes defeitos deverão ser corrigidos no primeiro bimestre da 2ª etapa do Contrato, sem
prejuízo das rotinas de manutenção preventiva e sem ônus adicional para a CAIXA, sendo
admissível a prorrogação deste prazo somente através de comunicação antecipada e
justificada, técnica e formalmente, com as razões que fundamentem a impossibilidade de
cumprimento do prazo.
7.8.2
Caso haja aceitação da prorrogação do prazo pelos Gestores Técnico e Administrativo,
deverá ser informada a nova data de previsão do atendimento.
SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO CORRETIVA
a) A CONTRATADA deverá executar as manutenções corretivas, nos prazos previstos no
processo de Atendimento (Anexo IV-a Processo de Atendimento de Manutenção
Corretiva), a fim de restabelecer o funcionamento das instalações abrangidas pelo
Contrato.
9
RELATÓRIOS E DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
b) A CONTRATADA deverá realizar os serviços de operação (normal e contingencial) e de
manutenção (preventiva e corretiva) mediante procedimentos padronizados,
documentados e divulgados aos profissionais da equipe técnica.
c) A CONTRATADA deverá elaborar e entregar à CAIXA os relatórios técnicos de manutenção,
com os conteúdos e formatos e nos prazos definidos nos Anexos X, X-a, X-b, X-c e
X-d, além dos especificados nos outros Anexos.
d) Os formatos previstos nos Anexos X, X-a, X-b, X-c e X-d poderão ser alterados a critério da
CAIXA.
e) Num prazo de até 60 dias após o início da 2ª etapa do Contrato, deverá a CONTRATADA
efetuar e entregar para a CAIXA, através de 1 via em CD e 2 vias em papel,
levantamento técnico completo das instalações, cujos custos deverão estar previstos
no preço global ofertado, elaborando:
Relatório técnico da situação de cada componente, apontando as condições de operação e de
manutenção, bem como eventuais irregularidades, inadequabilidades, fragilidades e
necessidades de intervenção técnica, sem prejuízo das obrigações contratuais;
PNO - Plano Normal de Operação das instalações, com rotinas e procedimentos;
POC - Plano de Operação Contingencial das instalações, onde deverão estar previstas
possíveis falhas ou defeitos em componentes vitais (quadros elétricos, nobreaks,
geradores, equipamentos de climatização e ventilação mecânica e outros detectados
pela CONTRATADA) e os procedimentos a serem adotados.
f)
Num prazo de até 60 dias após a assinatura do contrato, deverá a CONTRATADA efetuar e
entregar para a CAIXA, através de 1 via em CD e 2 vias em papel, projeto “as-built”
completo das instalações civis, instalações mecânicas, leiautes, sistemas de
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
supervisão e controle predial (sistema de prevenção e combate a incêndio e
automação predial) e instalações lógicas e elétricas, inclusive com intertravamentos
e seletividade de atuação das proteções elétricas.
10 REGULAMENTAÇÃO SOBRE MATERIAIS, PEÇAS E SERVIÇOS
g) As reposições e substituições dos materiais e peças das instalações e equipamentos
abrangidos pelo Contrato, bem como a mão-de-obra e demais insumos necessários,
decorrentes de manutenção preventiva e/ou corretiva, são de responsabilidade da
CONTRATADA, não constituindo ônus adicional para a CAIXA.
h) Todos os serviços deverão ser executados de forma a atender às especificações contidas
nos Anexos II-a Especificações Técnicas Civil e Elétrica, II-b Especificações
Técnicas Climatização e II-c Especificações Técnicas Qualidade do Ar Interior.
i)
Todas as peças a serem utilizadas serão originais e obedecerão rigorosamente às
especificações técnicas e recomendações do fabricante ou da CAIXA, contidas nos
Anexos II-a Especificações Técnicas Civil e Elétrica e II-b Especificações Técnicas
Climatização.
j)
Todos os materiais aplicados serão de qualidade igual ou superior ao existente nas
instalações a serem manutenidas.
k) A CONTRATADA deverá criar um sistema eficiente de guarda e conservação de peças e
materiais necessários à formação de estoque suficiente para atendimentos de
emergência às Unidades CAIXA e o cumprimento dos prazos.
l)
A disponibilização dos insumos necessários à realização da manutenção preventiva e
corretiva das instalações e equipamentos previstos no Contrato a cargo da
CONTRATADA abrangerá também o acondicionamento, transporte e demais
procedimentos relacionados com a colocação e/ou disponibilização no local.
m) Os materiais e peças utilizados pela CONTRATADA nas instalações e equipamentos da
CAIXA deverão ser obrigatoriamente novos, e quando aplicável, com prazo de
garantia do fabricante em vigência.
n) Todo material e peça de reposição utilizado pela CONTRATADA na forma deste Edital
deverá guardar absoluta equivalência quanto às especificações e qualidade em
relação ao que foi substituído.
o) Será de responsabilidade da CONTRATADA a destinação ecologicamente correta de todos
os resíduos, entulhos, materiais e peças descartados resultantes das intervenções
objeto deste Contrato, devendo ser apresentada à CAIXA mensalmente, planilha
contendo os quantitativos descartados, conforme Anexo IX-b Modelo – Declaração
de Destinação de Resíduos.
Os materiais e peças removidos/desinstalados são de propriedade da CAIXA e só deverão ser
descartados pela CONTRATADA após a autorização da CAIXA.
p) A CONTRATADA deverá apresentar Certificado de Registro no Cadastro Técnico Federal do
IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis,
na categoria de usuários de SDO – Substância que destroem a Camada de Ozônio,
do Protocolo de Montreal, e prestar, nas datas e periodicidades exigidas pela
referida entidade, informações sobre o tipo e a quantidade de refrigerante utilizada
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
em todos os sistemas de condicionamento de ar da CAIXA sob a sua
responsabilidade.
q) A CONTRATADA deverá observar as diretrizes contidas na Resolução nº 362/2005 do
Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA para o recolhimento, coleta e
destinação final de óleo lubrificante e óleo diesel usado ou contaminado, de modo
que tais atividades não afetem negativamente o meio ambiente.
Todas as eventuais sanções infringidas por órgãos ambientais à CAIXA decorrentes do
descumprimento do disposto no item 11.11 serão de responsabilidade da
CONTRATADA.
11 ESTOQUE MÍNIMO DE MATERIAIS E PEÇAS PARA ATENDIMENTO DA MOVIMENTAÇÃO INICIAL
DE EQUIPAMENTOS
r) A CONTRATADA deverá manter um estoque mínimo de materiais e peças de forma a
realizar o atendimento imediato às demandas de implantação de circuitos para
ativação de novos equipamentos de TI.
s) O estoque mínimo necessário está descrito e quantificado nos itens 294 a 311 do Anexo V-c
Planilha de Composição de Custos: Materiais e Peças.
t)
A CONTRATADA deverá atender de forma imediata a todos os chamados emitidos pela
GILOG/BR para passagem de cabos, conectorização de plugues e tomadas e
ativação de circuitos nas áreas de produção.
u) A falta de materiais e peças para realização dos serviços supracitados não será aceita como
justificativa para a impossibilidade de ativação imediata de circuitos nas áreas de
produção.
v) A não ativação de equipamentos de TI no prazo máximo de 48 horas da abertura do
chamado pela CAIXA por falta de material em estoque, equipamentos, instrumentos
pessoal, ou qualquer outro motivo não justificável tecnicamente, será tratada como
indisponibilidade de suprimento de energia elétrica, a qual será apurada e implicará
em sanção conforme descrito nos respectivos Anexos.
12 OPERAÇÃO DO SISTEMA DE SUPERVISÃO E CONTROLE PREDIAL (BUILDING MANAGEMENT
SYSTEM – BMS)
w) A CONTRATADA deverá operar, supervisionar, controlar, manter operacional, gerenciar,
comunicar ocorrências e alarmes e monitorar as telas do sistema de supervisão e
controle predial. Deverá realizar as seguintes atividades:
Operar, supervisionar, controlar, manter operacional, gerenciar, comunicar ocorrências e
alarmes em tempo real referentes às variáveis relativas aos sistemas de ar
condicionado e ventilação mecânica, incluindo as informações oriundas dos
sensores de temperatura, vazão e pressão em dutos, temperatura e fluxo de água
gelada.
Informar imediatamente à equipe técnica a ocorrência de alarme em qualquer ponto das
instalações, principalmente o Gerente de Manutenção ou em horários noturnos o
Engenheiro Eletricista responsável.
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Realizar alteração de setpoints e parâmetros de operação necessários ao perfeito
funcionamento das instalações e equipamentos, desde que a respectiva modificação
seja submetida à aprovação da CAIXA.
Realizar a compatibilização do sistema e das telas do supervisório com os equipamentos e
sensores já instalados e com os que serão acrescentados em futuras instalações,
principalmente no que tange ao posicionamento e identificação.
13 PRINCIPAIS ITENS DA MANUTENÇÃO PREDIAL
x) Os serviços objeto deste CONTRATO deverão envolver TODOS os componentes
integrantes e acessórios das instalações das Unidades da CAIXA, excetuados os
itens descritos abaixo, que são mantidos por outras empresas contratadas pela
CAIXA:
i)
Equipamentos de informática, excetuados os relacionados aos sistemas de
supervisão e controle predial (infraestrutura de CFTV, controle de acesso, detecção
e alarme de incêndio e automação predial);
ii)
Ativos de TI;
iii)
PABX e demais equipamentos de telefonia;
iv)
Células, portas e blindagens da Sala-Cofre;
y) A reposição do banco de baterias para no-break com até 5 kVA de capacidade nominal está
inclusa no contrato e a sua substituição deverá ser feita no máximo a cada 03 anos.
i)
Neste caso, a mão-de-obra e insumos necessários para a substituição das baterias e
o recolhimento e destinação ecologicamente correta das peças substituídas,
correrão por conta da CONTRATADA, sem ônus adicional para a CAIXA.
z) Sem prejuízo dos demais, relacionamos os itens de maior relevância de cada sistema.
aa) INSTALAÇÕES CIVIS
Elementos estruturais
Fundações
Pilares
Vigas
Lajes
Muros
Contenções
Rampas
Escadas
Elementos de Apoio
Elementos de cobertura
Estrutura
Telhado
Coberturas em vidro
Coberturas em policarbonato
51/490
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Coberturas Termoacústicas
Impermeabilização
Calhas, rufos e cumeeiras
Grades, grelhas, correntes, ralos e condutores
Elementos de fechamento ou vedação e complementos
Alvenaria
Painéis
Concreto
Divisórias
Gesso
Tijolo de vidro
Tijolo aparente
Pedras
Vidro
Carenagens
Ferragens
Grades
Guarda-corpos
Acessórios
Pisos e complementos
Cerâmicos
Mármores e granitos
Cimentado
Madeira
Carpetes
Emborrachados
Vinílicos
Monolíticos
Fitas antiderrapantes
Juntas
Rodapés
Peitoris
Soleiras
Pisos elevados
Placa metálica e enchimento com concreto
PVC reforçado
Metálico tipo gradeado
Pavimentação externa
Cerâmico
Blocos de concreto
Monolítico
Cimentado
Paralelepípedos
Asfalto
52/490
Fls.
Rubrica
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Concreto
Pedras
Revestimento externo
Comum
Texturas
Vernizes
Cerâmico
Pastilhas de vidro
Pedras
Metálicos
Revestimento Interno
Comum
Texturas
Cerâmico
Mármores e Granitos
Laminados Melamínicos
Pastilhas de vidro
Pedras
Metálicos
Madeira
Isolante térmico
Isolante acústico
Forro
Estrutura
Forro de gesso
Forro de gesso acartonado
Forro de fibra mineral
Forro Isoterm
Forro colmeia
Forro metálico
Forro de madeira
Forro de PVC
Alçapões
Pintura Interna
Comum
Segurança
Decorativa
Piso
Pintura Externa
Comum
Segurança
Antipichação
Decorativa
53/490
Fls.
Rubrica
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Piso
Muretas
Pinturas Especiais
Tubulações
Equipamentos
Estacionamento
Esquadrias
Grades
Janelas, portas e portões
Puxadores
Acessórios
Esquadrias e acessórios
Esquadrias de alumínio
Esquadrias de ferro
Esquadrias de madeira
Janelas
Portas
Portas corta-fogo
Portas acústicas
Portões
Fechaduras, dobradiças e ferragens em geral
Molas de piso
Molas aéreas
Puxadores
Vidros
Brises
Grades
Persianas
Corrimãos
bb) INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
Instalações prediais de água fria
Hidrômetro
Reservatórios
Bóias e controladores de nível
Bombas hidráulicas
Válvulas e caixas de descarga
Registros, torneiras e metais sanitários
Tanques e louças em geral
Acessórios de banheiros para portadores de necessidades especiais
Tubulações (tubos, conexões, fixações e acessórios)
Ralos e aparelhos sanitários
Válvulas reguladoras de pressão
Tanques hidropneumáticos e acessórios
Instalações prediais de esgoto sanitário
54/490
Fls.
Rubrica
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Poço de recalque
Tubulações (tubos, conexões, fixações e acessórios)
Ralos e aparelhos sanitários
Fossas sépticas
Caixas coletoras e caixas de gordura
Instalações prediais de águas pluviais
Poço de recalque
Tubulações (tubos, conexões, fixações e acessórios)
Ralos e grelhas
Caixas de inspeção e caixas de areia
cc) INSTALAÇÕES DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS
i)
ii)
iii)
iv)
v)
vi)
vii)
Extintores
Hidrantes completos e Sprinklers
Mangueiras
Bombas hidráulicas
Válvulas
Equipamentos de medição
Tubulações (tubos, conexões, fixações e acessórios)
dd) COMUNICAÇÃO VISUAL
Sinalização interna
Totens e painéis
Adesivos e películas
Placas
Placas de mesa
Sinalização de piso
Sinalização de carenagens
Sinalização externa
Totens e painéis
Adesivos e películas
Bandeiras
ee) GERAL
Furações
Fixações
Montagem e desmontagem de mobiliários
Armários de banheiro
Armários de copa
Armários embutidos de escritório
Armários técnicos (shafts)
Bancadas
Cancelas, catracas, torniquetes e cavaletes
55/490
Fls.
Rubrica
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Solos permeáveis
Árvores e demais tipos de vegetação
Purificadores de água / bebedouros
Cafeteiras
Micro-ondas
Suportes diversos
ff) INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Instalações elétricas
Entradas de Energia
Ramais de Entrada
Medição
Transformadores
Disjuntores
Chaves seccionadoras
Chaves reversoras
Contatoras e relés
Barramentos e Conectores
Sistema de Aterramento
Para-raios
Bancos de Capacitores
Capacitores Individuais Acionados Por Intertravamento
Capacitores Controlados Por Dispositivos Automáticos
Dispositivos de Proteção contra Surtos
Dispositivos Diferenciais Residuais
Fusíveis
Isoladores, espaçadores e demais acessórios
Quadros elétricos
Quadros Gerais de Distribuição
Quadros de Força e Luz
Quadros de Força de Emergência
Quadros de Energia Ininterrupta
Quadros de Energia Estabilizada
Quadros de Automação e Controle
Quadros de Força de Ar-Condicionado, Ventilação e Exaustão
Quadros de Força de Bombas Hidráulicas
Quadros de Transferência Automática
Identificação e proteção de quadros
Identificação de circuitos e rede
Sistemas de iluminação
Luminárias para Lâmpadas Fluorescentes
Luminárias para lâmpadas led
Outros Tipos de Aparelhos de Iluminação
Sistemas de Comando e Dispositivos de Controle
Iluminação de Emergência
56/490
Fls.
Rubrica
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Iluminação de Alerta e Sinalização
Iluminação de Fachada
Lâmpadas led
Lâmpadas Fluorescentes Tubulares
Lâmpadas Fluorescentes Compactas
Lâmpadas Fluorescentes Eletrônicas
Lâmpadas Incandescentes Comuns e Mistas
Lâmpadas Halógenas
Lâmpadas Tipo Dicróica
Lâmpadas de Vapor Metálico
Lâmpadas de Vapor de Mercúrio
Lâmpadas Tipo Spot
Lâmpadas LED
Soquetes e Bocais
Reatores Diversos
Interruptores e botoeiras
Dispositivos temporizadores
Sensores de presença
Postes e acessórios de iluminação
Pontos de força
Tomadas e plugues de Uso Comum
Tomadas e plugues para Equipamentos Especiais
Tomadas e plugues de Uso Industrial
Tomadas e plugues em Equipamentos Tipo Rack
Tomadas e plugues de Energia Estabilizada ou Ininterrupta
Tomadas para Uso Externo
Réguas de tomadas
Máquinas elétricas
Conjuntos Tipo Motobombas de Recalque
Conjuntos Motobombas de Drenagem
Sistemas e dispositivos de proteção
Protetores Contra Surtos para Redes Elétricas
gg) SPDA
Captores
Pontaletes e Isoladores
Condutores de Gaiolas e de Descida
Hastes e Cabos Enterrados
Conectores e Terminais de Medição
Malhas de aterramento
Terminais de Aterramento Principal
Barramentos de Equipotencialização Funcional
Soldas exotérmicas
hh) SISTEMAS DE ENERGIA ESTABILIZADA OU ININTERRUPTA
57/490
Fls.
Rubrica
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
No Breaks
Baterias
Gabinetes
Short-Breaks Uso Geral
Estabilizadores de Tensão
Chaves Estáticas
ii) GERADORES DE ENERGIA
Geradores de energia
Unidades de Supervisão de Corrente Alternada
Unidades de Supervisão de Corrente Contínua
Moto-bombas
Tanques de diesel
Tubulações e acessórios
jj) SISTEMAS DE TELEFONIA E LÓGICA
Entradas Telefônicas
Quadros Gerais de Telefonia
Quadros Parciais de Telefonia
Sistemas Primários de Distribuição
Sistemas Secundários de Distribuição
Redes Tipo backbone de Dados
Redes Horizontais de Dados
Racks de Sistemas de Cabeamento Estruturado
Testes e Certificações de Redes
Identificação dos pontos
Cabos e Fios Telefônicos Internos e Externos
Cabos UTP, STP, FTP, FSTP e conectores
Patch panels
Patch cords
Cabos Coaxiais
Cabos ópticos e conectores
Cordões ópticos LC/LC
Cordões ópticos LC/SC
Cordões ópticos tipo fanout
Distribuidores Internos Ópticos (DIO)
Cabos Polarizados
Protetores Contra Surtos para Telefonia
Remanejamentos de pontos/ZDA´s/AT´s;
Instalação de pontos novos UTP categoria 6ª;
Limpeza dos racks das MDA´s;
Certificação de portas, sempre que houverem dúvidas da qualidade do sinal transpassado;
Re-identificação de cabos/pontos, sempre que necessário;
Conectorização de portas e cabos MPO e/ou LC;
Atualização de as-built.
kk) CONDUTOS E CONDUTORES
Cabos nus
58/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Barramentos blindados (busways)
Cabos e Fios Elétricos de BT e MT com Isolação
Elementos de identificação (anilhas e etiquetas)
Eletrodutos, Leitos, Calhas e Perfis Metálicos
Eletrodutos e Canaletas em Plástico
Eletrodutos flexíveis
Caixas de Embutir e Sobrepor Metálicas
Caixas de Embutir e Sobrepor em Plástico
Caixas especiais para entrepiso e entreforro
Terminais de BT
Bornes e trilhos
Acessórios de suporte e fixação
ll) SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO PREDIAL
Servidores de automação predial com monitor de vídeo
Estações de automação predial com monitor de vídeo
Software de automação predial
Unidades de controle e unidades gerenciadoras
Atuadores eletrônicos para válvulas e dampers
Sensores de temperatura, umidade, pressão, vazão e nível
Pressostatos, termostatos e chaves de fluxo
Detectores de líquidos
Fontes de alimentação para automação predial
Ativos de redes de comunicação de automação predial
Cabeamento de redes de comunicação de automação predial
Cabeamento de alimentação e instrumentação de automação predial
Protetores Contra Surtos para automação predial
Controladores gerenciadores de rede
mm)
SISTEMAS DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
Centrais de incêndio convencionais
Centrais de incêndio gerenciáveis
Módulos de comando de incêndio
Módulos de isolação de incêndio
Detectores ópticos
Detectores termo-velocimétricos
Acionadores manuais
Painéis repetidores de incêndio
Sinalizadores audiovisuais de incêndio
Detectores precoces de incêndio por aspiração
Fontes de alimentação para detecção e alarme de incêndio
Ativos de redes de detecção e alarme de incêndio
Cabeamento de redes de detecção e alarme de incêndio
Cabeamento de alimentação de detecção e alarme de incêndio
Protetores Contra Surtos para detecção e alarme de incêndio
Fontes de alimentação
Multidetectores de fumaça e temperatura
Acionadores manuais
Isoladores de linha
Indicadores visuais
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Rubrica
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Chaves de bloqueio e descarga de gás
Sirenes
Eletrodutos e fiações
Cilindros de gás FM-200
CLPs de comando dos cilindros
Válvulas
Bicos dispersores
Indicadores de nível
Extintores manuais
Hidrantes
Mangueiras
Bombas elétricas
Tanque de pressão
Sprinklers
Sinalizações de segurança
nn) SISTEMAS DE SEGURANÇA
DVRs
Matrizes comutadoras de vídeo e teclados (joysticks)
Câmeras e lentes de vídeo
Caixas, postes e acessórios
Time-lapses, videocassetes e multiplexadores
Monitores de vídeo
Servidores de controle de acesso com monitor de vídeo
Estações de cadastramento biométrico
Software de controle de acesso
Estações cliente de controle de acesso com monitor e câmera
Estações cliente de monitoração de CFTV
Unidades de controle, unidades gerenciadoras e unidades de interface
Componentes para controle de acesso em cancela
Componentes para controle de acesso em catraca
Componentes para controle de acesso em torniquete
Componentes para controle de acesso em porta
Componentes para controle de acesso biométrico em porta
Sensores perimetrais de intrusão (receptores e transmissores)
Fontes de alimentação para CFTV e controle de acesso
Ativos de redes de CFTV e controle de acesso
Cabeamento de redes de comunicação de CFTV e controle de acesso
Cabeamento de alimentação e instrumentação de CFTV e controle de acesso
Protetores Contra Surtos para CFTV e controle de acesso
oo) SISTEMAS DE VENTILAÇÃO, EXAUSTÃO E CLIMATIZAÇÃO
Chillers com condensador a ar
Moto-bombas para sistemas de climatização
Tubulações, isolamento, conexões e instrumentos para água gelada
Caixas de compensação de rede hidráulica e conexões
Tubulações de drenagem de água condensada
Tubulações e conexões de cobre e isolamento para fluido refrigerante
Fancoils de conforto e fancoletes
Fancoils para renovação de ar
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Rubrica
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Fancoils de precisão
Controles remotos para equipamentos de climatização
Tratamento de água para sistemas de climatização
Balanceamento das redes de dutos de ar
Balanceamento das redes hidráulicas
Ventiladores e exautores
Redes de dutos e acessórios
Aparelhos tipo Split
Ar condicionado de janela
Multi-splits
Self containeds
Rooftops
Cassets
Entre outros
pp) SISTEMAS PARA TRANSPORTE VERTICAL
Plataforma elevatória
14 SERVIÇOS DE ADEQUAÇÃO
A CONTRATADA deverá executar os serviços de adequação citados no Anexo IV-b
Processo de Atendimento Serviços de Adequação, respeitando as
especificações técnicas contidas no Anexo II-a Especificações Técnicas Civil e
Elétrica e II-b Especificações Técnicas Climatização, sem prejuízo das demais
orientações e padrões definidos pela CAIXA.
Qualquer dúvida deverá ser esclarecida junto à GILOG.
Qualquer serviço de adequação só poderá ser executado quando solicitado por chamado e com
prévia aprovação e autorização da GILOG.
qq) Os serviços somente serão contados uma vez por objeto, não sendo considerados os
reparos e correções em serviços executados inadequadamente.
rr) Os serviços de adequação que eventualmente venham a ser realizados com material
fornecido pela CAIXA e fazendo-se uso da equipe residente deverão ser
executados pela CONTRATADA sem ônus à CAIXA.
Caberá exclusivamente à CAIXA decidir pela utilização de materiais por ela fornecidos.
ss) Os serviços de remoção que não necessitem de materiais e que possam ser
realizados fazendo-se uso da equipe residente deverão ser executados pela
CONTRATADA sem ônus à CAIXA.
tt) A realização de serviços de verificação in loco, medição de grandezas físicas, testes
de funcionamento, ensaios, conferências e demais ações correlatas não
constituem serviços de adequação e deverão ser executados pela
CONTRATADA sem ônus à CAIXA.
15 ESPECIFICAÇÕES DOS SERVIÇOS DE ADEQUAÇÃO
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
uu) Neste item estão discriminados os Serviços de Adequação para atendimento da
dinâmica funcional da CAIXA.
vv) Ponto Elétrico Novo 10A a 20A - Execução
Instalação completa do ponto, desde o quadro elétrico até o ponto de utilização, no padrão das
instalações existentes e com as especificações requeridas em função da finalidade
do ponto, incluindo o fornecimento de disjuntor, cabos (não halogenados e com
baixa emissão de gases tóxicos), condutos, caixa, tomada ou borneira e acessórios
necessários e a execução da identificação, devendo ser observado o balanceamento
das cargas do quadro elétrico. Execução conforme orientações contidas no Anexo IIa Especificações Técnicas de Materiais e Serviços e nas normas técnicas
pertinentes.
ww)
Ponto Elétrico Novo 25A a 40A - Execução
Instalação completa do ponto, desde o quadro elétrico até o ponto de utilização, no padrão das
instalações existentes e com as especificações requeridas em função da finalidade
do ponto, incluindo o fornecimento de disjuntor, cabos (não halogenados e com
baixa emissão de gases tóxicos), condutos, caixa, tomada ou borneira e acessórios
necessários e a execução da identificação, devendo ser observado o balanceamento
das cargas do quadro elétrico. Execução conforme orientações contidas no Anexo IIa Especificações Técnicas de Materiais e Serviços e nas normas técnicas
pertinentes.
xx) Ponto Elétrico Novo 50A a 63A - Execução
Instalação completa do ponto, desde o quadro elétrico até o ponto de utilização, no padrão das
instalações existentes e com as especificações requeridas em função da finalidade
do ponto, incluindo o fornecimento de disjuntor, cabos (não halogenados e com
baixa emissão de gases tóxicos), condutos, caixa, tomada ou borneira e acessórios
necessários e a execução da identificação, devendo ser observado o balanceamento
das cargas do quadro elétrico. Execução conforme orientações contidas no Anexo IIa Especificações Técnicas de Materiais e Serviços e nas normas técnicas
pertinentes.
yy) Ponto Elétrico – Remanejamento
Remanejamento do ponto, incluindo desativação e fechamento, com espelho cego, do ponto
existente e a reinstalação completa do ponto, desde o quadro elétrico até o ponto de
utilização, no padrão das instalações existentes e com as especificações requeridas
em função da finalidade do ponto, incluindo o fornecimento de cabos (não
halogenados e com baixa emissão de gases tóxicos), condutos e acessórios
necessários e a execução da identificação, devendo ser observado o balanceamento
das cargas do quadro elétrico. Execução conforme orientações contidas no Anexo IIa Especificações Técnicas de Materiais e Serviços e nas normas técnicas
pertinentes.
zz) Ponto Lógico Novo Categoria 5e - Execução
Instalação completa do ponto lógico, desde o patch panel até a tomada respectiva solicitada, no
padrão das instalações existentes, incluindo o fornecimento de cabos (LSZH),
inclusive patch cord e patch cable, conectores e acessórios necessários e a
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
execução da identificação e certificação, não sendo permitida emenda nos cabos
lógicos. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes.
aaa)
Ponto Lógico Novo Categoria 6 – Execução
Instalação completa do ponto lógico, desde o patch panel até a tomada respectiva solicitada, no
padrão das instalações existentes, incluindo o fornecimento de cabos (LSZH),
inclusive patch cord e patch cable, conectores e acessórios necessários e a
execução da identificação e certificação, não sendo permitida emenda nos cabos
lógicos. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes.
bbb)
Ponto Lógico Novo Categoria 6a – Execução
Instalação completa do ponto lógico, desde o patch panel até a tomada respectiva solicitada, no
padrão das instalações existentes, incluindo o fornecimento de cabos (LSZH),
inclusive patch cord e patch cable, conectores e acessórios necessários e a
execução da identificação e certificação, não sendo permitida emenda nos cabos
lógicos. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes.
ccc)
Ponto Lógico – Remanejamento
Remanejamento do ponto, incluindo desativação do ponto existente e a instalação completa do
novo ponto lógico, desde o patch panel até a tomada respectiva solicitada, no padrão
das instalações físicas da unidade, incluindo o fornecimento de cabos (LSZH),
conectores e acessórios necessários e a execução de identificação e certificação
não sendo permitida emenda nos cabos lógicos. Execução conforme orientações
contidas no Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços e Normas
Técnicas pertinentes.
ddd)
Ponto Lógico Óptico Novo – Execução
Instalação completa do ponto lógico, desde o DIO até o ponto de utilização, incluindo o
fornecimento e instalação do cabo (LSZH), do(s) cordão(ões) óptico(s) e dos
conectores, decapagem e clivagem, conectorização e/ou fusão, contemplando todos
os insumos necessários. Execução conforme Normas Técnicas pertinentes. Com
certificação.
eee)
Conexão de Fibra Óptica - Execução
Execução de conexão de fibra óptica por conectorização ou fusão, incluindo a decapagem e
clivagem, conectorização e/ou fusão e o fornecimento de conectores e acessórios
necessários e a execução de identificação e certificação. Execução conforme
normas técnicas pertinentes.
fff) Ponto Telefônico Novo – Execução
Instalação completa do ponto telefônico, desde o quadro de entrada até a tomada respectiva
solicitada, no padrão das instalações físicas da unidade, incluindo os cabos,
contemplando todos os insumos necessários, não sendo permitida emenda nos
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
cabos. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes. Com certificação.
ggg)
Ponto Telefônico – Remanejamento
Remanejamento do ponto, incluindo desativação do ponto existente e a instalação completa do
novo ponto telefônico, desde o quadro de entrada até a tomada respectiva solicitada,
no padrão das instalações físicas da unidade, contemplando todos os insumos
necessários, não sendo permitida emenda nos cabos. Execução conforme
orientações contidas no Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços
e Normas Técnicas pertinentes. Com certificação.
hhh)
Ponto de CFTV Novo – Execução
Instalação da infraestrutura completa do ponto de CFTV, inclusive tubulações, se for o caso,
desde o equipamento multiplexador ou equivalente até o ponto de instalação da
câmera, incluindo os insumos necessários. Execução conforme orientações contidas
no Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas
pertinentes.
iii) Ponto de CFTV – Remanejamento
Remanejamento do ponto de CFTV, incluindo a desativação do ponto existente e a instalação da
infraestrutura completa do ponto de CFTV, inclusive tubulações, se for o caso, desde
o equipamento multiplexador ou equivalente até o ponto de instalação da câmera,
incluindo os insumos necessários. Execução conforme orientações contidas no
Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas
pertinentes.
jjj) Ponto de Alarme Novo – Execução
Instalação da infraestrutura completa do ponto de alarme, inclusive tubulações, se for o caso,
desde a central de alarme até o ponto de instalação do sensor, incluindo os insumos
necessários. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes.
kkk)
Ponto de Alarme – Remanejamento
Remanejamento do ponto de alarme, incluindo a desativação do ponto existente e a instalação
da infraestrutura completa do ponto de alarme, inclusive tubulações, se for o caso,
desde a central de alarme até o ponto de instalação do sensor, incluindo os insumos
necessários. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes.
lll) Ponto de Controle de Acesso Novo – Execução
Instalação completa do ponto, desde a controladora até o ponto de controle de acesso, no
padrão das instalações existentes e com as especificações requeridas em função da
finalidade do ponto, incluindo o fornecimento de módulo controlador e de interface,
cabos de alimentação e sinal e condutos, leitoras de cartão, botões de abertura e/ou
emergência, fecho eletromagnético, sensor de porta e acessórios necessários e a
execução da identificação e do cadastramento e ativação em software. Execução
conforme normas técnicas pertinentes.
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
mmm)
Fls.
Rubrica
Ponto de Controle de Acesso – Remanejamento
Remanejamento do ponto, incluindo a desativação e fechamentos, com espelhos cegos, do
ponto existente e a reinstalação completa do ponto, desde a controladora até o ponto
de controle de acesso, no padrão das instalações existentes e com as
especificações requeridas em função da finalidade do ponto, incluindo o
fornecimento de cabos de alimentação e sinal, condutos e acessórios necessários e
a execução da identificação e do recadastramento e reativação em software.
Execução conforme normas técnicas pertinentes.
nnn)
Ponto de Detecção de Incêndio Novo – Execução
Instalação completa do ponto, desde a central de incêndio até o detector, no padrão das
instalações existentes e com as especificações requeridas em função da finalidade
do ponto, incluindo o fornecimento de cabos e condutos, detector, base e acessórios
necessários e a execução da identificação e do cadastramento e ativação na central
de incêndio. Execução conforme normas técnicas pertinentes.
ooo)
Ponto de Detecção de incêndio – Remanejamento
Remanejamento do ponto, incluindo a desativação do ponto existente e a reinstalação completa
do ponto, desde a central de incêndio até o detector, no padrão das instalações
existentes e com as especificações requeridas em função da finalidade do ponto,
incluindo o fornecimento de cabos e condutos e acessórios necessários e a
execução da identificação e do recadastramento e reativação na central de incêndio.
Execução conforme normas técnicas pertinentes.
ppp)
Luminária Nova - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de luminária completa, incluindo calhas, lâmpadas, soquetes,
reatores e demais componentes, incluindo todos os materiais, mão de obra e
insumos necessários. Verificar padrão existente ou padrão CAIXA se for o caso.
Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações Técnicas de
Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes.
qqq)
Luminária – Remanejamento
Remanejamento de luminária, incluindo todos os materiais, mão de obra e insumos necessários.
Inclui recomposição do local anterior. Execução conforme orientações contidas no
Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas
pertinentes.
rrr) Luminária de Emergência Nova - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de luminária de emergência completa, incluindo todos os materiais,
mão de obra e insumos necessários. Verificar padrão existente ou padrão CAIXA se
for o caso. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes.
sss)
Luminária de Emergência – Remanejamento
Remanejamento de luminária de emergência, incluindo todos os materiais, mão de obra e
insumos necessários. Inclui recomposição do local anterior. Execução conforme
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
orientações contidas no Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços
e Normas Técnicas pertinentes.
ttt) Tomada Elétrica - Fornecimento e Instalação
Substituição das tomadas existentes por novas tomadas no novo padrão estabelecido pela NBR
14136, incluindo adaptador e ligação dos equipamentos ao novo padrão.
uuu)
Sensor de Presença - Fornecimento e Instalação
Instalação de sensor de presença com infraestrutura completa, inclusive tubulações, se for o
caso, incluindo os insumos necessários. Execução conforme orientações contidas no
Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas
pertinentes.
vvv)
Refletor com Sensor para Iluminação Externa - Fornecimento e Instalação
Instalação de refletor para iluminação externa, com infraestrutura completa, inclusive tubulações,
se for o caso, incluindo os insumos necessários. Inclui refletor completo, com sensor
integrado. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes.
www)
Controle Remoto - Fornecimento e Configuração
Fornecimento de controle remoto para portão automatizado, incluindo sua configuração.
xxx)
Ponto para TV de LCD
Instalação completa do ponto de TV, desde a CPU até o local definido para a instalação da TV,
incluindo os cabos de áudio e vídeo e todos os demais insumos necessários.
Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações Técnicas de
Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes.
yyy)
Patch Panel Categoria 5e com 24 portas - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de patch panel em rack de 19” conforme padrão estabelecido pela
CAIXA.
zzz)
Patch Panel Categoria 5e com 48 portas - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de patch panel em rack de 19” conforme padrão estabelecido pela
CAIXA.
aaaa)
Patch Panel Categoria 6 com 24 portas - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de patch panel em rack de 19” conforme padrão estabelecido pela
CAIXA.
bbbb)
Patch Panel Categoria 6 com 48 portas - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de patch panel em rack de 19” conforme padrão estabelecido pela
CAIXA.
cccc)
Patch Panel Categoria 6a com 24 portas - Fornecimento e Instalação
66/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Fornecimento e instalação de patch panel em rack de 19” conforme padrão estabelecido pela
CAIXA.
dddd)
Patch Panel Categoria 6a com 48 portas - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de patch panel em rack de 19” conforme padrão estabelecido pela
CAIXA.
eeee)
Patch Cord Categoria 5e (até 3 m) – Fornecimento
Fornecimento de patch cord (LSZH) com comprimento e cor definidos pela CAIXA, conforme a
aplicação. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes. Inclui certificação.
ffff) Patch Cord Categoria 5e (acima de 3 m) – Fornecimento
Fornecimento de patch cord (LSZH) com comprimento e cor definidos pela CAIXA, conforme a
aplicação. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes. Inclui certificação.
gggg)
Patch Cord Categoria 6 (até 3 m) – Fornecimento
Fornecimento de patch cord (LSZH) com comprimento e cor definidos pela CAIXA, conforme a
aplicação. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes. Inclui certificação.
hhhh)
Patch Cord Categoria 6 (acima de 3 m) – Fornecimento
Fornecimento de patch cord (LSZH) com comprimento e cor definidos pela CAIXA, conforme a
aplicação. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes. Inclui certificação.
iiii) Patch Cord Categoria 6a (até 3 m) – Fornecimento
Fornecimento de patch cord (LSZH) com comprimento e cor definidos pela CAIXA, conforme a
aplicação. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes. Inclui certificação.
jjjj) Patch Cord Categoria 6a (acima de 3 m) – Fornecimento
Fornecimento de patch cord (LSZH) com comprimento e cor definidos pela CAIXA, conforme a
aplicação. Execução conforme orientações contidas no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e Normas Técnicas pertinentes. Inclui certificação.
kkkk)
Cordão Óptico LC/LC – Fornecimento
Fornecimento de cordão óptico (LSZH) com comprimento e cor definidos pela CAIXA,
confeccionados em fábrica nos tamanhos exigidos para cada ligação
llll) Cordão Óptico LC/SC – Fornecimento
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Fornecimento de cordão óptico (LSZH) com comprimento e cor definidos pela CAIXA,
confeccionados em fábrica nos tamanhos exigidos para cada ligação
mmmm)
Cordão Óptico MPO/LC (Fanout) – Fornecimento
Fornecimento de cordão óptico (LSZH) com comprimento e cor definidos pela CAIXA,
confeccionados em fábrica nos tamanhos exigidos para cada ligação
nnnn)
Organizador de Cabos para Rack 19" - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de organizador de cabos em rack 19”.
oooo)
Distribuidor Interno Óptico – Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação completa de Distribuidor Interno Óptico (DIO) em rack 19”,
contemplando todos os insumos necessários.
pppp)
Rack de Telecomunicações 19" 22U - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de rack fechado de telecomunicações 19" 22U com porta, chave,
bandejas fixas e ventiladores e em conformidade com o Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços e normas técnicas pertinentes.
qqqq)
Rack de Telecomunicações 19" 36U - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de rack fechado de telecomunicações 19" 36U com porta, chave,
bandejas fixas e móveis e ventiladores e em conformidade com o Anexo II-a
Especificações Técnicas de Materiais e Serviços e normas técnicas pertinentes.
rrrr)
Rack de Telecomunicações 19" 44U - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de rack fechado de telecomunicações 19" 44U com porta, chave,
bandejas fixas e móveis e ventiladores e em conformidade com o Anexo II-a
Especificações Técnicas de Materiais e Serviços e normas técnicas pertinentes.
ssss)
Alvenaria – Demolição
Demolição de estruturas de alvenaria com remoção de entulho. Inclui recomposição de bordas,
se for o caso.
tttt) Alvenaria – Execução
Execução de alvenaria com tijolo cerâmico furado 10 x 20 x 20 cm assentados com argamassa
pronta para alvenaria.
uuuu)
Concreto – Demolição
Demolição de elementos em concreto armado com remoção de entulho e recomposição de
bordas se for o caso.
vvvv)
Concreto – Execução
Execução de concreto estrutural virado em obra, consistência para vibração, brita 1 e 2, fck 20,0
MPa.
68/490
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
wwww)
Fls.
Rubrica
Piso Cerâmico – Demolição
Demolição de piso cerâmico com remoção de entulho.
xxxx)
Piso Cerâmico – Execução
Execução de piso cerâmico conforme padrão estabelecido no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais.
yyyy)
Revestimento Cerâmico – Demolição
Demolição de revestimento cerâmico com remoção de entulho.
zzzz)
Revestimento Cerâmico – Execução
Execução de revestimento cerâmico conforme padrão estabelecido no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços.
aaaaa)
Revestimento com Argamassa – Demolição
Demolição de revestimento com remoção de entulho.
bbbbb)
Revestimento com Argamassa – Execução
Execução de revestimento com argamassa, incluindo emboço e reboco.
ccccc)
Divisória em Laminado Melamínico - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de divisórias, conforme padrão estabelecido no Anexo II-a
Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
ddddd)
Divisória Acústica em Laminado Melamínico - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de divisórias acústicas que atendam aos parâmetros de nível máximo
de ruído (40 dB) e tempo de reverberação (0,40 s), incluindo fita para vedação
acústica, na selagem contínua em ambos os lados da parede, em todas as
envoltórias, inclusive em juntas de controle e expansão e demais insumos
necessários.
eeeee)
Divisória em Laminado Melamínico – Remanejamento
Remanejamento de divisórias, convencionais
remontagem e insumos necessários.
fffff)
ou
acústicas,
incluindo
desmontagem,
Porta para Divisória em Laminado Melamínico - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de porta completa para divisória, incluindo fechadura completa no
padrão definido no Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços,
batente, dobradiças e demais insumos necessários.
ggggg)
Porta Acústica para Divisória em Laminado Melamínico - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de porta acústica que assegure, quando fechada, redução sonora de
20 dB ou superior, incluindo fechadura completa no padrão definido no Anexo II-a
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Especificações Técnicas de Materiais e Serviços, batente, dobradiças, acessórios de
vedação e demais insumos necessários.
hhhhh)
Porta para Divisória em Laminado Melamínico – Remanejamento
Remanejamento de porta de divisória, convencional ou acústica, incluindo insumos necessários.
iiiii) Divisória de Gesso Acartonado - Fornecimento e Instalação
Execução de divisória em gesso cartonado tipo drywall, incluindo todos os insumos necessários.
jjjjj) Porta para Divisória de Gesso Acartonado - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de porta completa, incluindo fechadura completa no padrão definido
no Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços, batente, dobradiças
e demais insumos necessários.
kkkkk)
Forro de Gesso - Fornecimento e Instalação
Execução de forro de gesso, incluindo estrutura, conforme padrão definido no Anexo II-a
Especificações Técnicas de Materiais e Serviços, incluindo todos os insumos
necessários.
lllll) Forro em Fibra Mineral - Fornecimento e Instalação
Execução de forro em fibra mineral, incluindo estrutura, conforme padrão definido no Anexo II-a
Especificações Técnicas de Materiais e Serviços, incluindo ferragens, fixações e
todos os demais insumos necessários.
mmmmm) Forro em Fibra Mineral – Remanejamento
Remanejamento de forro em fibra mineral, incluindo todos os insumos necessários e
recomposição do local anterior.
nnnnn)
Mola Aérea - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de mola aérea conforme padrão definido no Anexo II-a
Especificações Técnicas de Materiais e Serviços, incluindo todos os insumos
necessários.
ooooo)
Mola Aérea – Remanejamento
Remanejamento de mola aérea, incluindo todos os insumos necessários e recuperação do local
anterior.
ppppp)
Pintura Interna
Pintura de paredes internas com tinta látex acrílica, incluindo emassamento, lixamento,
aplicação de selador acrílico e demais insumos necessários. Execução conforme
Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
qqqqq)
Pintura Externa
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Pintura de paredes externas com tinta látex acrílica, incluindo emassamento, lixamento,
aplicação de selador acrílico e demais insumos necessários. Execução conforme
Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
rrrrr)
Pintura Antipichação
Pintura antipichação com aplicação de verniz poliuretano alifático monocomponente. Execução
conforme Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
sssss)
Pintura para Demarcação de Estacionamento (larg. 10,0 cm)
Pintura de faixas de demarcação para estacionamento com 10,0 cm de largura e utilização de
tinta acrílica para piso, incluindo todos os insumos necessários. Execução conforme
Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
ttttt)
Pintura de Piso
Pintura com tinta acrílica para piso, incluindo preparação da superfície e todos os insumos
necessários. Execução conforme Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e
Serviços.
uuuuu)
Pintura em Superfície Metálica
Pintura com esmalte sintético, incluindo lixamento, fundo preparador tipo zarcão e demais
insumos necessários. Execução conforme Anexo II-a Especificações Técnicas de
Materiais e Serviços.
vvvvv)
Pintura em Superfície de Madeira
Pintura com esmalte sintético, incluindo lixamento, fundo preparador nivelador para madeira e
demais insumos necessários. Execução conforme Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços.
wwwww)
Impermeabilização
Impermeabilização de superfícies com papel Kraft betumado duplo para proteção mecânica e
manta impermeabilizante a base de asfalto modificado, 3,0 mm, tipo Torodim
alumínio Viapol ou equivalente. Inclui todos os insumos necessários. Execução
conforme Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
xxxxx)
Piso Elevado Melamínico - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de piso elevado em aço e concreto celular com revestimento em
laminado melamínico, incluindo pedestais, longarinas e todos os insumos
necessários. Execução conforme Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e
Serviços.
yyyyy)
Piso Elevado Melamínico – Remanejamento
Remanejamento de piso elevado em aço e concreto celular com revestimento melamínico,
incluindo todos os insumos necessários e recomposição da área anterior.
zzzzz)
Piso Elevado Melamínico – Recorte
71/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Recorte em piso elevado melamínico, incluindo fornecimento e instalação de moldura e todos os
insumos necessários.
aaaaaa)
Piso Elevado em Carpete - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de piso elevado em aço e concreto celular com revestimento em
carpete, incluindo pedestais, longarinas e todos os insumos necessários. Execução
conforme Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
bbbbbb)
Piso Elevado em Carpete – Remanejamento
Remanejamento de piso elevado em aço e concreto celular com revestimento em carpete,
incluindo todos os insumos necessários e recomposição da área anterior.
cccccc)
Ponto Hidráulico (Água Fria) – Execução
Instalação completa do ponto hidráulico, desde o ramal de tubulação adequado até o ponto de
torneira ou registro, no padrão das instalações da unidade, incluindo todos os
insumos necessários. Observar orientações do Anexo II-a Especificações Técnicas
de Materiais e Serviços.
dddddd)
Ponto Hidráulico (Água Fria) – Remanejamento
Remanejamento do ponto hidráulico incluindo a desativação do ponto existente e a instalação
completa do ponto hidráulico, desde o ramal de tubulação adequado até o ponto de
torneira ou registro, no padrão das instalações da unidade, incluindo todos os
insumos necessários. Observar orientações do Anexo II-a Especificações Técnicas
de Materiais e Serviços.
eeeeee)
Torneira Automática - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de torneira economizadora de água, automática, incluindo todos os
insumos necessários. Observar orientações do Anexo II-a Especificações Técnicas
de Materiais e Serviços.
ffffff)
Ponto Sanitário (Esgoto) – Execução
Instalação completa do ponto sanitário, desde a peça sanitária até o ramal de tubulação
adequado, no padrão das instalações da unidade, incluindo todos os insumos
necessários. Observar orientações do Anexo II-a Especificações Técnicas de
Materiais e Serviços.
gggggg)
Ponto Sanitário (Esgoto) – Remanejamento
Remanejamento do ponto sanitário incluindo a desativação do ponto existente e a instalação
completa do novo ponto sanitário, desde o ramal de tubulação adequado até o ponto
de torneira ou registro, no padrão das instalações da unidade, incluindo todos os
insumos necessários. Observar orientações do Anexo II-a Especificações Técnicas
de Materiais e Serviços.
hhhhhh)
Ponto Sanitário (Esgoto a vácuo) – Execução
72/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Instalação completa do ponto sanitário, desde a peça sanitária até o ramal de tubulação
adequado, no padrão das instalações da unidade, incluindo todos os insumos
necessários.
iiiiii)
Ponto Sanitário (Esgoto a vácuo) – Remanejamento
Remanejamento do ponto sanitário incluindo a desativação do ponto existente e a instalação
completa do novo ponto sanitário, desde o ramal de tubulação adequado até o ponto
de torneira ou registro, no padrão das instalações da unidade, incluindo todos os
insumos necessários.
jjjjjj)
Ducha Higiênica - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de ducha higiênica, incluindo todos os insumos necessários, no
padrão das instalações da unidade. Observar orientações do Anexo II-a
Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
kkkkkk)
Bancada de Granito - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de bancada em granito polido, no padrão definido pelo Anexo II-a
Especificações Técnicas de Materiais e Serviços ou no padrão das instalações
existentes, se for o caso, incluindo todos os insumos necessários.
llllll)
Calhas - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de calhas em chapa galvanizada num 24, L = 33,0 cm, incluindo toda
a estrutura necessária, elementos de fixação e demais insumos necessários,
respeitadas as características do imóvel e dos elementos existentes e as orientações
do Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
mmmmmm)
Rufo - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de rufos em chapa galvanizada num 24, L = 33,0 cm, incluindo toda a
estrutura necessária, elementos de fixação e demais insumos necessários,
respeitadas as características do imóvel e dos elementos existentes e as orientações
do Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
nnnnnn)
Condutor Pluvial - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de condutores pluviais em chapa galvanizada num 24, incluindo toda
a estrutura necessária, elementos de fixação e demais insumos necessários,
respeitadas as características do imóvel e dos elementos existentes e as orientações
do Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
oooooo)
Telhado - Estrutura de madeira para telha ondulada de fibrocimento
Execução de estrutura de madeira para cobertura em telha de fibrocimento, em madeira de 1ª
qualidade, incluindo todos os insumos necessários.
pppppp)
Telhado - Cobertura com telha ondulada de fibrocimento
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Execução de cobertura em telha de fibrocimento espessura 6,0 mm, 2,44 x 1,10 m, incluindo
telhas, fixações e todos os insumos necessários. Observar orientações do Anexo II-a
Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
qqqqqq)
Telhado - Estrutura metálica para telha termoacústica
Execução de estrutura metálica para cobertura em telha termoacústica, incluindo todos os
insumos necessários.
rrrrrr)
Telhado - Cobertura com telha termoacústica
Execução de cobertura em telha termoacústica, incluindo telhas, fixações e todos os insumos
necessários.
ssssss)
Grade de Proteção - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de grades de proteção, no padrão estabelecido pela CAIXA, incluindo
fixação, pintura e todos os demais insumos necessários. Observar orientações do
Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
tttttt)
Tela Ondulada (Artística) - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de tela ondulada, no padrão estabelecido pela CAIXA, incluindo
fixação, pintura e todos os demais insumos necessários. Observar orientações do
Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
uuuuuu)
Corrimão - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de corrimãos, no padrão estabelecido pela CAIXA, incluindo fixação,
pintura e todos os demais insumos necessários. Observar orientações do Anexo II-a
Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
vvvvvv)
Protetor Para Estacionamento (Bate-Rodas) - Fornecimento e Instalação
“Fornecimento e instalação de protetores para estacionamento tipo bate-rodas, confeccionados
em tubos de aço galvanizado 2”, incluindo curvas, fixação, pintura e demais insumos
necessários.
wwwwww) Extintor de Incêndio de água pressurizada 10,0 l
Fornecimento de extintor de incêndio com carga de água pressurizada, capacidade 10,0 litros,
incluindo fixação de suporte e demais insumos necessários.
xxxxxx)
Extintor de Incêndio de água pressurizada 75,0 l
Fornecimento de extintor de incêndio com carga de água pressurizada, capacidade 75,0 litros,
incluindo fixação de suporte e demais insumos necessários.
74/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
yyyyyy)
Fls.
Rubrica
Extintor de Incêndio CO2 6,0 kg - Fornecimento e Instalação
Fornecimento de extintor de incêndio com carga de gás carbônico (CO2), capacidade 6,0 kg,
incluindo fixação de suporte e demais insumos necessários.
zzzzzz)
Extintor de Incêndio CO2 50,0 kg - Fornecimento e Instalação
Fornecimento de extintor de incêndio com carga de gás carbônico (CO2), capacidade 50,0 kg,
incluindo fixação de suporte e demais insumos necessários.
aaaaaaa) Extintor de Incêndio de pó químico 6,0 kg - Fornecimento e Instalação
Fornecimento de extintor de incêndio com carga de pó químico seco (PQS), capacidade 6,0 kg,
incluindo fixação de suporte e demais insumos necessários.
bbbbbbb) Chave de engate rápido – Fornecimento
Fornecimento de chave dupla para conexões, tipo storz, em latão, com engate rápido 1"1/2 x 2
1/2".
ccccccc)
Esguicho com engate rápido
Fornecimento de esguicho em latão, jato solido para instalação predial de combate a incêndio,
com engate rápido 2 1/2" x 16 mm.
ddddddd) Mangueira para Incêndio – Fornecimento
Fornecimento de mangueira de incêndio, capa poliéster, tubo de borracha sintética ABNT tipo 1
completa com engate rápido e anéis d = 1 1/2 l = 15m.
eeeeeee) Sinalização de Emergência/incêndio - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de sinalização de emergência no padrão estabelecido pela IT nº 20
do Corpo de Bombeiros de SP ou do Corpo de Bombeiros local.
fffffff)
Sinalização Interna - Adesivo - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de adesivos para sinalização interna, conforme padronização da
CAIXA.
ggggggg) Sinalização Interna - placa de porta/parede - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de placas de porta ou parede, no padrão estabelecido pela CAIXA,
incluindo fixação e todos os insumos necessários.
hhhhhhh) Sinalização Interna - placas de mesa - Fornecimento e Instalação
Fornecimento de placas de mesa, no padrão estabelecido pela CAIXA, incluindo adesivos e
demais insumos necessários.
iiiiiii)
Fita Adesiva para Demarcação de Piso - Fornecimento e Instalação
75/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Fornecimento e instalação de fita adesiva para demarcação de piso, largura 50,0 mm, na cor
estabelecida pela CAIXA.
jjjjjjj)
Fita Antiderrapante - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de fita adesiva antiderrapante, conforme padrão estabelecido pela
CAIXA.
kkkkkkk)
Remanejamento de Mobiliário
Remanejamento de mobiliário, incluindo desmontagens, transporte local e montagens, quando
for necessário, incluindo insumos necessários.
lllllll)
Fixação de Mobiliário
Fixação de mobiliários conforme demanda da CAIXA, incluindo parafusos, buchas e demais
insumos necessários.
mmmmmmm) Fixação de Objetos
Fixação de quadros, relógios, porta cartazes e demais objetos, conforme demanda da CAIXA,
incluindo parafusos, buchas e demais insumos necessários.
nnnnnnn) Fixação de Equipamento
Fixação de equipamentos com parafusos chumbadores tipo parabolt, incluindo todos os insumos
necessários.
ooooooo) Remoção da Fixação de Equipamento com Recuperação do Local
Remoção da fixação de equipamentos, incluindo demolição de piso, remoção de entulho,
recomposição do local com reinstalação de piso no padrão existente e demais
insumos necessários.
ppppppp) Porta Copo - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de porta copos para copos descartáveis de tamanho estabelecido
pela CAIXA, incluindo parafusos, buchas e demais insumos necessários.
qqqqqqq) Persianas - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de persiana no padrão estabelecido pela CAIXA, incluindo todos os
acessórios e insumos necessários. Observar orientações do Anexo II-a
Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
rrrrrrr)
Persianas – Remanejamento
Remanejamento de persianas, incluindo todos os insumos necessários e recuperação completa
do local anterior.
sssssss)
Vidros e Esquadrias (Temperado 10,0 mm) - Fornecimento e Instalação
76/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Fornecimento e instalação de vidro temperado 10,0 mm, incluindo esquadrias, suporte e
fixações. Observar orientações do Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e
Serviços.
ttttttt)
Vidro Liso Comum 5,0 mm
Fornecimento e instalação de vidro liso comum, espessura 5,0 mm ou conforme padrão
existente no local, incluindo todos os insumos necessários.
uuuuuuu) Película de Proteção Solar - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de película de proteção contra raios solares, tipo Insulfilm ou
equivalente, conforme padrão estabelecido no Anexo II-a Especificações Técnicas
de Materiais e Serviços.
vvvvvvv)
Película Jateada - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de película jateada, em áreas completas ou em faixas, conforme
padrão estabelecido no Anexo II-a Especificações Técnicas de Materiais e Serviços.
wwwwwww)
Película Transparente - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de película transparente, em áreas completas ou em faixas, conforme
demanda da CAIXA e obedecido o padrão estabelecido no Anexo II-a Especificações
Técnicas de Materiais e Serviços.
xxxxxxx)
Puxador Padrão - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de puxador em aço inox para porta de vidro, conforme padrão CAIXA,
incluindo o par de puxadores, fixação e demais insumos necessários.
yyyyyyy)
Passa-Objeto - Fornecimento e Instalação
Fornecimento e instalação de passa-objeto no padrão estabelecido pela CAIXA, incluindo todos
os insumos necessários.
zzzzzzz)
Mini-split até 5 TR – Instalação
Instalação do equipamento de ar-condicionado tipo mini-split com capacidade até 5 TR,
incluindo o fornecimento e instalação de tubulação, isolamento e cabos elétricos
necessários, seguindo as especificações do Anexo II-d Caderno de Diretrizes
Técnicas de Ar Condicionado e Ventilação.
aaaaaaaa) Mini-split até 5 TR - Remanejamento
Remanejamento do equipamento de ar-condicionado tipo mini-split com capacidade até 5 TR,
incluindo o fornecimento e instalação de tubulação, isolamento e cabos elétricos
necessários, seguindo as especificações do Anexo II-d Caderno de Diretrizes
Técnicas de Ar Condicionado e Ventilação.
bbbbbbbb) Difusor de Ar – Fornecimento e Instalação
77/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Fornecimento e instalação de difusor/grelha para insuflamento ou retorno de ar, incluindo
serviços de adequação da rede de dutos, recortes e recomposição de forro e o
fornecimento e instalação do duto flexível e demais acessórios, seguindo o padrão
existente.
cccccccc) Difusor de Ar – Remanejamento
Remanejamento de difusor/grelha para insuflamento ou retorno de ar, incluindo recortes e
recomposição de forro e o fornecimento e instalação do duto flexível e demais
acessórios, seguindo o padrão existente.
dddddddd) Fancoil compacto - Instalação
Instalação de equipamento de ar-condicionado tipo fancoil compacto com capacidade de até 7
kW, incluindo o fornecimento e instalação de tubulação, isolamento e cabos elétricos
necessários.
eeeeeeee) Fancoil compacto - Remanejamento
Remanejamento do equipamento de ar-condicionado tipo fancoil compacto com capacidade de
até 7 kW, incluindo o fornecimento e instalação de tubulação, isolamento e cabos
elétricos necessários.
16 LISTA DE ABREVIATURAS
•
PMOC: Plano de Manutenção, Operação e Controle de Sistemas Prediais
•
PNO: Plano de Operação Normal
•
POC: Plano de Operação Contingencial
•
ICM: Índice de Conformidade da Manutenção
•
BMS: Building Management System (Sistema de Supervisão e Controle Predial)
17 LISTA DE ANEXOS
•
Anexo I: Projeto Básico
•
Anexo II-a: Especificações Técnicas de Materiais e Serviços – Civil e Elétrica
•
Anexo II-b: Especificações Técnicas de Materiais e Serviços – Ar Condicionado e Ventilação
•
Anexo II-c: Especificações e Orientações Técnicas para Manutenção da Boa Qualidade do Ar
Interior
•
Anexo II-d: Equipe Técnica e Qualificação Profissional
•
Anexo II-e: Especificação de Equipamentos, Ferramentas e Instrumentos
•
Anexo III-a: Quadro de Áreas MTZ I, II e III
•
Anexo III-b: Sistemas elétricos MTZ I, II e III
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
•
Anexo III-c: Sistemas hidráulicos MTZ I, II e III
•
Anexo III-d: Sistemas mecânicos MTZ I, II e III
•
Anexo III-e: Sistemas de irrigação MTZ I, II e III
•
Anexo III-f: Sistemas de controle de acesso MTZ I, II e III
•
Anexo III-g: Sistema de exaustão MTZ I, II e III
•
Anexo IV: Processo de Atendimento
•
Anexo IV-a: Processo de Atendimento de Manutenção Corretiva
•
Anexo IV-b: Processo de Atendimento dos Pequenos Serviços
•
Anexo IV-c: PMOC Modalidades Civil e Elétrica
•
Anexo IV-d: PMOC Ar condicionado central
•
Anexo IV-e: PMOC Ar condicionado unitário
•
Anexo V: Planilha de Preços Totais
•
Anexo V-a: Planilha de Composição de Custos: Mão de Obra
•
Anexo V-b: Planilha resumo de mão-de-obra
•
Anexo V-c: Planilha de Composição de Custos: peças e materiais
•
Anexo V-d: Planilha de Composição de Custos: Pequenos serviços
•
Anexo V-e: Cálculo do BDI
•
Anexo V-f: Planilha de composição dos encargos sociais
•
Anexo V-g: Manutenção especializada
•
Anexo V-h: Planilha de custos totais
•
Anexo VI: Modelo de Proposta Comercial
•
Anexo VII: Minuta de Contrato
•
Anexo VIII: Metodologia de Cálculo do ICM
•
Anexo VIII-a: Formulário de Vistoria – área meio
•
Anexo VIII-b: Formulário de Vistoria – ambiente crítico
•
Anexo VIII-c: Formulário de Vistoria – equipamentos, ferramentas e instrumentos
•
Anexo VIII-d: Formulário de Vistoria – climatização
•
Anexo IX-a: Modelo de Declaração de Vistoria
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Fls.
Rubrica
•
Anexo IX-b: Destinação Ambientalmente Correta de Resíduos em Geral
•
Anexo IX-c: Modelo de Declaração de Disponibilização
•
Anexo IX-d: Compromisso de Contratação de Empresas Autorizadas por Fabricantes
•
Anexo X: Relatórios Técnicos de Manutenção
•
Anexo X-a: Relatório de Manutenção Preventiva
•
Anexo X-b: Relatório de Manutenção Corretiva
•
Anexo X-c: Relatório de Serviços de Adequação
•
Anexo X-d: Relatório de Ocorrência
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Fls.
Rubrica
ANEXO II-A
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS CIVIL E ELÉTRICA
INTRODUÇÃO
O objetivo deste Manual é apresentar as especificações de materiais e serviços que deverão ser obedecidas pelas
empresas contratadas para executar a manutenção predial dos imóveis ocupados pelas unidades da CAIXA.
As orientações apresentadas obedecem às diretrizes básicas estabelecidas para a execução de obras nas construções,
reformas e adequações de unidades próprias, locados ou em processo de locação/construção pela CAIXA em todo o
território nacional.
Este Manual deverá ser consultado para questões voltadas à padronização das instalações da CAIXA. Nas situações
em que a simples consulta a este Manual não for suficiente para esclarecer as duvidas existentes, poderá ser feita
consulta ao Engenheiro ou Arquiteto da GILOG.
Os edifícios com características de tombamento deverão possuir projetos específicos, com a prévia aprovação por
parte da CAIXA e dos órgãos oficiais de governo de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Casos específicos, unidades que fujam às características principais descritas neste Manual ou demandas eventuais
estratégicas não padronizadas serão tratadas individualmente através de discussões junto à GILOG.
É importante ressaltar que os todos os serviços de manutenção predial nas instalações da CAIXA devem sempre
respeitar os padrões estabelecidos pela empresa e as características originais pré-existentes.
ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E SERVIÇOS
A qualidade dos materiais aplicados é fundamental para a durabilidade das instalações no decorrer da utilização do
prédio. Deve-se priorizar a utilização de materiais substituíveis e facilmente encontrados no mercado e que possuam
certificado de garantia fornecido pelo fabricante. O desenvolvimento e acompanhamento de um programa de
manutenções preventivas são essenciais para a boa conservação das unidades.
Outro aspecto a ser observado é o potencial poluidor do material, passando pelo seu ciclo de fabricação, e
considerando-se ainda seu descarte. Materiais de maior reciclabilidade devem ter preferência em relação aos demais.
A utilização de especificação de fabricantes com processos de fabricação limpos e ambientalmente sustentáveis
deverá ser incentivada.
INSTALAÇÕES CIVIS
Nesta seção são apresentadas diretrizes para especificações técnicas de materiais e serviços freqüentemente aplicados
nas instalações civis.
1.1
ESTRUTURA
A execução das fundações, pilares, vigas e lajes e demais elementos estruturais, deverão obedecer às normas vigentes,
principalmente NBR 6118 – Projeto e Execução de Obras de Concreto Armado, NBR 6119 – Cálculo e Execução de
Lajes Mistas e NBR 6122 - Projeto e Execução de Fundações.
A manutenção da estrutura deverá zelar para que todas as peças permaneçam intactas e com completa funcionalidade.
Especial atenção deverá ser dispensada aos danos acidentais e à ação de agentes naturais.
1.2
COBERTURA
Em qualquer situação, não serão admitidos dispositivos com a presença de qualquer tipo de amianto em sua
composição.
1.2.1
EDIFÍCIOS NOVOS
A edificação deverá ser coberta com laje de concreto e telhado. Excepcionalmente, desde que aprovado pela RESEG
local, poderá ser aceito telhado sem laje, devendo, entretanto, ser utilizada telha com tratamento térmico e acústico.
A cobertura deverá apresentar passarelas com distanciamentos regulares entre si, de maneira a possibilitar o acesso de
pessoas para limpeza e manutenção, tanto dos dispositivos do telhado quanto dos equipamentos de climatização,
quando for o caso. Deverá ainda ser previsto acesso específico para a parte inferior do telhado.
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Fls.
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Escadas externas do tipo marinheiro deverão apresentar guarda-corpo quando vencerem desníveis a partir de 2,0
metros.
Para os casos em que o grau de deterioração exija a troca total da coberta, deverão ser utilizadas as mesmas telhas
acima.
O telhado deverá estar encoberto de forma a não ficar visível pelos transeuntes.
A telha deverá ser em alumínio ou aço galvanizado pré-pintada em branco na face superior, com espessura mínima de
0,50 mm.
A parte interna da telha termoacústica deverá conter materiais com características refratárias, tais como poliuretanos,
poliestireno/EPS ou lã de rocha; com espessura mínima de 30 (trinta) mm.
Referência:
• Isotelha – Isoeste;
•
1.2.2
Termoroof Termozip – Dânica.
REFORMAS
Coberturas alvos de reforma total deverão receber os mesmos dispositivos descritos acima para novos edifícios
(passarelas, estruturas adicionais para equipamentos etc.).
Nos telhados onde não há transmissão direta de calor da cobertura para áreas climatizadas, onde essa transmissão é
minimizada de alguma outra forma (lajes em concreto, pré-existência de mantas, ventilação cruzada, etc.), ou onde o
último pavimento não seja climatizado, se restringindo a área de serviços ou manutenção, não há necessidade de
isolamento térmico, e poderão ser utilizadas telhas de fibrocimento, sem amianto.
Referência:
• Telha Ondulada sem amianto, com tecnologia CRFS (cimento reforçado com fios sintéticos) –
Brasilit;
•
Termoroof Termozip – Dânica.
Especificações:
• A espessura mínima da telha deve ser 6,0 mm e as demais especificações devem ser as
apresentadas abaixo.
•
Inclinação ideal: α = 15º ou 26,8%.
•
Inclinação mínima: α = 10º ou 17,6%.
•
Recobrimento lateral mínimo: ¼ de onda.
•
Recobrimento longitudinal mínimo: 200,0 mm.
•
Figura 1: Inclinação e recobrimento de coberturas
Figura 1: Inclinação e recobrimento de coberturas
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Fls.
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Para a reforma, deverão ser observados, entre outros, os seguintes aspectos:
• Verificação da estrutura de sustentação e recuperação das peças defeituosas se for o caso, inclusive
quando metálicas;
•
Substituição das telhas defeituosas (metálicas, inclusive), respeitando-se o transpasse exigido;
•
Vedação dos parafusos e outros dispositivos de fixação;
•
Verificação do transpasse e declividade adequados à utilização do tipo de telhado;
•
Verificação de suportes de equipamentos, assim como ocorrência de vibrações transmitidas à
estrutura e/ou alvenaria;
•
Verificação das condições dos dispositivos expostos às intempéries, tais como calhas, rufos,
algerozes etc.;
•
Verificação e correção de possíveis pontos de infiltração em outros locais, etc.
Aquelas coberturas com histórico de transbordamentos deverão receber especial atenção, verificando-se inclusive o
dimensionamento e declividade dos dispositivos hidráulicos – canaletas, tubos de descida, etc. – que poderão ser
ampliados nestas situações.
Os locais que apresentarem maior acúmulo de detritos deverão ser analisados mais detalhadamente sob o ponto de
vista dos dispositivos de filtragem de águas pluviais. Telhados com grandes áreas poderão receber rebaixos com
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Fls.
Rubrica
posterior aplicação de grelhas de maior área de forma a melhorar a captação e garantir seu transporte seguro através
dos tubos de descida, sem gerar entupimentos.
1.2.3
MANUTENÇÃO
Nos reparos realizados no processo de manutenção da cobertura, as telhas substituídas devem ter as mesmas
características das remanescentes, evitando problemas de encaixe das ondulações.
1.3
PAREDES E DIVISÓRIAS
Poderão ser utilizados diferentes tipos de materiais de acordo com a necessidade de cada ambiente.
1.3.1
PAREDES DE CONCRETO ARMADO
Utilizadas em caixa forte, em unidades com Penhor e Centralizadoras de Guarda de Garantias Pignoratícias –
CEGAP, quando a utilização de caixa forte rearmável ou cofre de passagem protegido por parede de alvenaria não for
aprovada pela Representação de Segurança local – RESEG.
Deverá possuir as características de resistência apropriadas à aplicação a que se destina, sendo necessários cálculos
estruturais específicos para cada situação.
1.3.2
ALVENARIA DE TIJOLO MACIÇO OU BLOCO CERÂMICO
As peças utilizadas deverão ser de boa qualidade.
Os tijolos maciços devem seguir as orientações da NBR 7170 – Tijolo maciço cerâmico para alvenaria.
Os blocos cerâmicos devem seguir as orientações da NBR 7171 – Bloco cerâmico para alvenaria.
A execução da alvenaria deverá seguir as orientações da NBR 8545 – Execução de alvenaria sem função estrutural de
tijolos e blocos cerâmicos.
O armazenamento e o transporte dos tijolos e blocos serão executados de modo a evitar lascas, quebras, umidade,
substâncias nocivas e outros danos.
As juntas terão espessura máxima de 12 mm. A colocação dos tijolos deverá ser sempre tipo “mata junta” e deverão
ser obedecidas as dimensões de projeto.
A utilização desta forma de vedação é recomendada para as paredes perimetrais da edificação, circulações externas,
caixas de escada, fossos de elevador, salas de cofre, sanitários, copas e casas de máquinas.
1.3.3
ALVENARIA DE BLOCO VAZADO DE CONCRETO SIMPLES
As peças utilizadas deverão ser de boa qualidade.
Os blocos de concreto devem seguir as orientações da NBR 7173 – Blocos vazados de concreto simples para
alvenaria sem função estrutural.
O armazenamento e o transporte dos blocos serão executados de modo a evitar lascas, quebras, umidade, substâncias
nocivas e outros danos.
A utilização desta forma de vedação é recomendada para as paredes perimetrais da edificação, circulações externas,
caixas de escada, fossos de elevador, salas de cofre, sanitários, copas e casas de máquinas.
1.3.4
DIVISÓRIAS EM GESSO
Deverão ser utilizadas em ambientes internos de agências e áreas meio passíveis de alteração de layout, bem como no
fechamento, acima das carenagens, no ambiente de Auto Atendimento de forma a isolar o corredor de abastecimento.
As paredes deste tipo devem ser em gesso acartonado, tipo drywall, estruturado, com fixações, reforços, e
acabamentos de acordo com as instruções de instalações dos fabricantes. Devem ser e observadas as normas NBR
14715 – Chapas em gesso acartonado – Requisitos e NBR 14717 – Chapas de gesso acartonado – Determinação das
características.
Quando houver possibilidade de ocorrência de umidade no ambiente, devem ser utilizadas placas resistentes à
umidade (RU).
Deverá ser utilizada massa específica para juntas, que impeçam o aparecimento de trincas e permita acabamento
uniforme e pintura.
A execução das paredes em gesso acartonado deverá ser feita em conjunto com as instalações
elétricas/hidrossanitárias, prevendo-se reforços da estrutura metálica para instalação de quadros, bancadas e outros
elementos. A espessura da parede deverá ser compatível com a instalação desses quadros, os quais deverão ser
totalmente embutidos. Em qualquer situação, a espessura não será inferior a 9,0 cm.
1.3.5
DIVISÓRIAS REVESTIDAS COM LAMINADO MELAMÍNICO
Deverão ser utilizadas em ambientes internos passíveis de alteração de layout, tais como: salas de arquivo, salas de
reuniões, almoxarifados, separação de corredores etc.
Não é permitida a utilização de divisórias piso-teto para delimitar áreas de trabalho.
Somente serão utilizadas quando aprovadas pelo Corpo de Bombeiros local.
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Fls.
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Painéis em miolo colméia, espessura 35,0 mm, painéis de dupla face, modulação eixo a eixo de 1220,0 mm, requadro
em chapa isolante de fibra de madeira, revestimento em chapa de madeira prensada com 3,0 mm de espessura com
acabamento em laminado melamínico de baixa pressão prensado a quente na chapa, tornando-se um só corpo, tipo BP
Plus na cor Cristal. Poderão ser de piso a teto, painel-vidro-painel ou painel-vidro.
Estrutura em perfis de alumínio anodizado natural fosqueado, podendo os montantes/travessas e rodapés serem
duplos ou simples, de acordo com o padrão a ser instalado.
1.3.6
DIVISÓRIAS PARA SANITÁRIOS
Painel e portas em laminado fenólico melamínico estrutural tipo TS, texturizado, dupla face, espessura mínima 10
mm. Estrutura em perfis de alumínio, liga 6063, têmpera T-6C, anodizado, cor natural fosqueado. Dobradiças
automáticas reforçadas (03 unidades por porta), com duplo apoio para o pino de aço inox articulado sobre buchas de
nylon grafitado, com ângulo de permanência de 300 graus.
Os painéis das divisórias poderão se apresentar, alternativamente, em granito ou mármore. Neste caso, deverão
possuir espessura de 2,0 cm e cor cinza médio na mesma tonalidade do piso e ser do mesmo tipo utilizado nas
bancadas.
1.4
PISOS
1.4.1
PISO CERÂMICO
Em toda a área da CAIXA será feito contrapiso em concreto, e regularização com de massa de cimento e areia traço
1:3, que deverá ser totalmente desempenada, e nivelada para receber piso final e com inclinação não superior a 0,3%
(para facilitar lavagem/limpeza) sempre voltada para a direção das portas externas.
Para as áreas internas deverá ser colocado piso cerâmico com dimensões de 40,0 x 40,0 cm e com classificação de
Abrasão PEI 5 sobre cimentado de regularização
Referência:
•
Linha HERCULES GRAY ou CONCORD GR, CECRISA, cor Cinza
•
Linha URBANUS GRAY, ELIANE
•
Linha LASER CINZA, ref. 18.256, PORTOBELLO
A execução dos serviços deverá ser feita por mão de obra experiente e especializada na colocação deste tipo de piso.
Para fins de reposição futura, mantendo uniformidade do piso instalado, deverá ser mantido reserva no imóvel de piso
cerâmico na proporção de 10,0 % e granito na proporção de 5,0 % do total instalado.
A colagem do piso deverá ser feita com a utilização de Argamassas Colantes (argamassas de referência: CeramicolaPF-ACII, Ligamax, Argamassa Super Liga, ou equivalente) apropriadas para as condições de uso do piso, seguindo
obrigatoriamente as recomendações de assentamento do fabricante do piso empregado. As juntas de piso serão
alinhadas nos dois sentidos, com espessura de 5 mm.
Se necessário, em função das características geométricas, de isolação ou ainda de outros fatores peculiares do local,
deverão ser previstas juntas de dilatação do piso, conforme recomendações do fabricante do piso.
O rejuntamento do piso deverá ser feito com a utilização de argamassas pré-fabricadas, específicas para tal finalidade,
na cor e tonalidade do piso empregado (Cor – Cinza médio).
Referência:
• JuntaLarga-AB, JuntaPlus Larga, Rejunte L-Flex, Portocol L Flex ou equivalente)
Sob as portas internas e externas serão colocadas soleiras de granito cinza andorinha polido, espessura 2,0 cm, na
mesma largura da parede.
Serão assentados rodapés de 7,0 cm de largura por 2,0 cm de espessura em granito cinza andorinha em toda área de
piso cerâmico.
Na entrada principal deverá ser prevista inclinação suficiente no passeio, com desnível não superior a 2,0 cm no
encontro com a soleira da porta, de modo a permitir o acesso facilitado para pessoas portadoras de deficiência
locomotora.
Junto também a entrada principal, a soleira deverá ser instalada com ressalta de 1,0 cm com relação ao piso interno da
loja, para colocação de capacho de 12,0 mm linha Nomad da 3M de acordo com as dimensões e modelo padronizado
pela CAIXA.
Nos sanitários, copa e depósito, poderá ser utilizado piso com revestimento cerâmico antiderrapante 40,0 x 40,0 cm
PEI IV, padrão na cor cinza médio.
1.4.2
GRANITO
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Fls.
Rubrica
Os granitos poderão ser aplicados internamente em áreas de circulação de edifícios administrativos, halls de
elevadores, halls de entrada e áreas afins. Seu uso é admitido nas áreas de sanitários e copa, bem como em agências.
Quando utilizados, deverão ser da cor cinza médio ou outra tonalidade próxima disponível na região, sendo admitidas
pequenas variações com tendência para a tonalidade azulada. Deverão ser seguidas as dimensões, formas e padrões
definidos no projeto de arquitetura.
Quando em escadas, a borda dos degraus deverá receber acabamento flameado ou apicoado para evitar
escorregamentos.
O serviço deverá ser executado por mão de obra especializada; peças rachadas, emendadas, com retoques visíveis de
massa ou com veios que comprometam seu aspecto e estabilidade não poderão ser assentadas.
Amostras deverão ser previamente submetidas à aprovação da Fiscalização.
Deverá ser feito estudo de distribuição das peças de forma a garantir uma superfície uniformemente mesclada, sem
discrepâncias acentuadas.
O assentamento das placas de granito deverá ser alinhado e as juntas deverão apresentar dimensão máxima de 1,5 (um
e meio) mm.
O piso de granito a ser utilizado deverá ter tratamento antiderrapante com coeficiente de atrito maior ou igual a 0,40.
Deverão ser assentados rodapés de granito de 7 cm de altura em todo o perímetro da área de assentamento.
1.4.3
PORCELANATO
Os pisos em porcelanato poderão ser utilizados em todos os ambientes internos da agência, exceto área de caixas, sala
técnica (onde deverá ser utilizado piso elevado em aço e concreto celular), e casa de máquinas (cimentado
impermeabilizado pintado em epóxi).
Poderão também ser aplicados internamente em áreas de circulação de edifícios administrativos, halls de elevadores,
halls de entrada e áreas afins. Seu uso também será admitido nas áreas de sanitários e copa.
Os pisos deverão ser na cor cinza médio a claro, sem desenhos, sendo permitidas pequenas variações com tendência
para a tonalidade azulada.
Deverão ser assentados rodapés da mesma linha do material do piso, em todo o perímetro da área de assentamento.
Referências:
• Eliane
o Cor Platina NA/40, 40x40cm
o Cor Alumínio Prisma NA/40, 40x40cm
•
Portobello
o Cor Trani Natural, 45x45cm
1.4.4
PISO ELEVADO EM AÇO E CONCRETO CELULAR
Nos ambientes internos às baterias de caixa e atendimento com guichê alto e sala técnica deverão ser instalados piso
elevado em placas com enchimento em concreto celular e revestimento em laminado melamínico, montado em
longarinas e telescópicos metálicos. Em áreas com previsão de instalação de equipamentos de Tecnologia da
Informação/Tecnologia da Comunicação, o piso elevado não deverá apresentar longarinas.
Especificações:
• Estrutura composta de malha de longarinas em aço estampadas bicromatizado, montadas no
sistema de encaixe, com filamento de borracha/equivalente para evitar trepidações.
•
Suportes de Apoio telescópicos com regulagem de altura e desnível, formado por uma haste
rosqueada.
•
Placas Removíveis em aço, preenchidas internamente com material mineral, concreto celular, nas
dimensões aproximadas de 600 x 600 mm.
•
Revestimento das Placas em laminado fenólico melamínico, texturizado na cor cód. PP 45 - cinza
polar “PERSTORP” ou equivalente.
•
As bordas das áreas elevadas deverão ser arrematadas em madeira compensada de 18 mm de
espessura e 50 mm de altura, revestida externamente em laminado melamínico texturizado na
mesma cor.
•
Nos degraus utilizar o mesmo revestimento da placa do piso elevado, sendo o degrau com o piso na
cor cinza polar e o espelho na cor cinza polar.
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Fls.
Rubrica
•
Altura na área de guichês e balcões (lado funcionário): 280 mm (com acabamento);
•
Piso fornecido e instalado deverá possuir resistência mínima a uma sobrecarga de 400 kg/m2, sem
a apresentação de deformações e flexões aos esforços.
Após a montagem/instalação o piso deverá apresentar-se totalmente nivelado e não deverá apresentar nenhuma folga
entre as placas.
Deverá ser fornecida garantia de 05 (cinco) anos e o atestado de responsabilidade técnica pela instalação.
Deverão ser especificados, quando da aquisição destes pisos, suportes adicionais com extremidade esférica, com
perfeito encaixe às reentrâncias existentes na face inferior das placas. Estes suportes removíveis servirão de reforço
em locais com grande tráfego de pessoas ou concentração de cargas. Permitem ainda flexibilidade no uso do piso,
uma vez que podem ser facilmente remanejados para outros locais com sobrecargas pontuais. Prever também o
fornecimento de ventosas para retirada de placas e acesso às instalações do entrepiso.
A opção da utilização deste tipo de piso deverá levar em conta a capacidade de sobrecarga da laje onde será
implantada. A sobrecarga gerada por esse piso varia entre 40 e 50 kg/m².
O piso elevado em placas e estrutura em aço deverá apresentar malha de aterramento adequada. A altura livre inferior
não será menor do que 8,0 cm para passagem de infra-estrutura elétrico-eletrônica/eletrônica/telefônica. As salas
técnicas de TI/TC deverão apresentar altura livre inferior ao piso elevado não menor do que 15,0 cm. Casos
específicos onde houver insuflamento de ar condicionado pelo piso necessitarão de maior altura livre, e serão
analisados caso a caso.
Referência:
• Piso AG modelo 01057, ou superior.
1.4.5
•
Tate modelo CC1250, ou superior.
•
Falco, Piso SOLIDFEEL.
PISO ELEVADO EM PVC REFORÇADO
Essa opção de piso transmite menor sobrecarga à estrutura (próximo a 12 kg/m²), e somente deverá ser utilizado em
edificações com limitações de pé-direito e capacidade estrutural, ou na impossibilidade de utilização do piso anterior.
Deverá apresentar estrutura e placas em PVC, com resistência mínima distribuída de 1.200 kg/m².
Para o caso de utilização de piso integrado a soluções lógicas e elétricas proprietárias (malha de piso), deverão ser
atendidas as condições de garantia dos produtos, em especial das instalações. Neste caso, o fornecedor deverá
comprovar a existência, na localidade de instalação, de equipe habilitada a treinar e certificar empresas mantenedoras
com contrato com a CAIXA, durante o período de garantia das instalações lógicas e elétricas, que não deverá ser
inferior a 15 anos.
Nas reformas ou adequações de ambientes para posterior utilização de piso elevado em PVC, com demolição de piso
cerâmico existente, haverá necessidade de regularização com perfeito nivelamento.
Referência:
• Remaster, piso Wirefloor.
1.4.6
CARPETE
Nos edifícios administrativos deverá ser utilizado o carpete nas áreas de trabalho, em auditórios e salas de reunião, e
aplicado conforme especificações do fabricante. Nas agências seu uso é vetado.
A fim de formar uma barreira contra a sujeira e proteger o carpete, deverá ser especificado capacho nas entradas, da
mesma linha e cor do carpete utilizado internamente. Na inexistência de capacho da mesma linha, procurar fazer uma
especificação harmoniosa.
Deverão ser assentados rodapés em madeira emassada e pintada, da mesma cor da parede, em todo o perímetro da
área de assentamento, com 07 cm de altura.
Especificações:
• Carpete Modular em placas quadradas com efeito randômico.
•
Tráfego Comercial Pesado ou Extra-Pesado.
•
Tons de cinza médio ao grafite, podendo apresentar tonalidade mesclada com fundo azulado.
•
Todas as placas terão lado com mesma dimensão, que deverá estar compreendida entre 45,0 e 60,0
cm. A altura mínima do carpete, com a base, não será inferior a 7,0 mm.
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1.5
Fls.
Rubrica
•
Construção do fio Bouclé. Tipo de fibra 100% nylon 6.6. Peso mínimo de 600 g/m². Altura do pêlo
mínima de 3 mm.
•
Método de tingimento 100% solution dye.
•
Propagação de chama Máximo Classe “C”, segundo NBR 9442.
•
Densidade de fumaça (Dm) Menor ou igual a 450, segundo ASTM E-662.
•
Geração estática de eletricidade menor que 3,5 kV a 20% de umidade relativa, durante toda a vida
útil do carpete.
•
Proteção antimicrobial por toda a vida do útil produto (AATCC 174 Part II – American Association
of Textile Chemists and Colorists) – Redução mínima de 95%.
•
Proteção antifungos AATCC 174 Part III, sem crescimento.
•
Proteção antimanchas AATCC 175 – 1991 – resultado maior ou igual a 8.0 on the Red Stain Scale.
Descoloração AATCC 16E – 4.0 após 60 horas.
•
Estabilidade dimensional menor ou igual a 0,2%.
•
Gauga mínima de 31,5/10 cm (1/10).
•
Adesivo especial inodoro e antialérgico, preferencialmente à base de água, com característica que
permita a retirada e posterior recolocação da placa.
•
Base acolchoada com isolamento acústico (Next Step, Confort Plus, ou equivalente),
preferencialmente livre de PVC.
•
Garantia mínima de 15 anos.
PAVIMENTAÇÃO EXTERNA
Calçadas, passeios e vias exclusivas de pedestres lindeiras as unidades da caixa devem ter piso com superfície
regular, firme, estável e antiderrapante sob qualquer condição, que não provoque trepidação em cadeiras de rodas ou
carrinhos de bebês.
Podem receber várias alternativas de piso, desde que respeitadas as questões relativas à segurança, acessibilidade, e
que não apresentem tonalidades muito destoantes da edificação e urbanização local.
A inclinação transversal de calçadas, passeios e vias exclusivas de pedestres não deve ser superior a 3%. Eventuais
ajustes de soleira devem ser executados sempre dentro dos lotes.
A inclinação longitudinal de calçadas, passeios e vias exclusivas de pedestres deve sempre acompanhar a inclinação
das vias lindeiras, o máximo recomendável de 8,33 % (1:12).
O percurso entre a vaga para veículos reservada a pessoa portadora de deficiência e a área de embarque e
desembarque e o acesso principal da unidade da caixa comporá rota acessível.
Calçadas, passeios e vias exclusivas de pedestres que tenham inclinação superior a 8,33 % (1:12) não podem compor
rotas acessíveis.
Calçadas, passeios e vias exclusivas de pedestres devem incorporar faixa livre com largura mínima admissível de 1,20
m, ou conforme legislação específica local, e altura livre de 2,10 m.
As faixas livres devem ser completamente desobstruídas e isentas de interferências, tais como vegetação, mobiliário
urbano equipamentos de infra-estrutura urbana aflorados (postes, armários de equipamentos, e outros), orlas de
árvores e jardineiras, rebaixamentos para acesso de veículos, bem como qualquer outro tipo de interferência ou
obstáculo que reduza a largura da faixa livre. Eventuais obstáculos aéreos, tais como marquises, faixas e placas de
identificação, toldos, luminosos, vegetação e outros, devem se localizar a uma altura superior a 2,10 m.
Nas calçadas, em toda a rota acessível, deverá ser aplicado piso tátil, com as especificações abaixo.
• Placas de concreto 250,0 x 250,0 mm, peso por m²=76,0 kg, coeficiente de atrito dinâmico a seco =
0,89/molhado = 0,73, absorção máx. de água = 6,0 %.
Referência:
•
Resistência à flexão (tração) = 5,0 MPa, desgaste por abrasão em mm por 1.000 ml = 3,00 ml,
resistência à compressão por punção = 35,0 MPa.
•
Tecnogran. ref. línea podotátil 25-7864-11340 (alerta) 25-7864-11350 (direcional) cor azul ou
equivalente.
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Fls.
Rubrica
A aplicação dever• ser feita sobre lastro de concreto, ou piso compactado, protegido com camada de pó de brita
conforme condições locais existentes, com argamassa de cimento e areia 1:3.
Prever juntas de 1,0 a 2,0 mm entre as placas. Antes da aplicação, o piso existente dever• ser removido, nas
dimensões (largura e comprimento) da trilha, executando um rebaixo de 6,0 cm.
Para a área do estacionamento deverá ser respeitado o mesmo padrão adotado para calçadas.
Estacionamentos externos poderão apresentar piso em blocos de concreto (bloquetes) ou em concreto desempenado.
Referências:
• Concreto estampado cor natural ou grafite.
•
Ladrilho hidráulico, 40x40x3,5cm, ref. TECNOGRAN, mod. ROMA, ou equivalente, na cor cinza
(0405).
•
Bloco de concreto intertravado , ref. Paver – pavimento semi-rígido, intertravado com blocos prémoldados de concreto dimensões de 10x20cm e espessura 8cm, resistência de no mínimo 35MPA –
cor cinza, ou equivalente.
•
Lajotas intertravadas intercaladas com grama, fabricação BLOKRET, modelo Roma Garden,
dimensões 13,4x20,1x5,0cm (piso) e 10,0x4,0x3,0cm (trava), resistência de 30mpa, cor natural, ou
equivalente.
Deverá ser executado rebaixo nas calçadas adjacentes às edificações da CAIXA somente junto às vagas demarcadas
para pessoas com deficiência, para idosos e locais de embarque e desembarque localizadas no meio fio. Os rebaixos
devem atender às normas da NBR9050.
1.6
CIMENTADO DESEMPENADO
Esse revestimento poderá ser utilizado em pisos externos ou internos, de serviço, tais como garagens,
estacionamentos, calçadas, coberturas, etc.
Deverão ser respeitadas as técnicas construtivas adequadas, tais como preparo do solo, aplicação de juntas
corretamente dimensionadas, proteção das juntas (“mastiques”, cantoneiras), cura adequada, etc.
Deverá ser executado rodapé em argamassa de cimento e agregados minerais, com 10,0 cm de altura, na cor natural,
inclusive 3 polimentos, sendo os cantos salientes boleados. Aplicar em todas as paredes dos ambientes com piso
cimentado.
1.7
FORROS
1.7.1
RECOMENDAÇÕES GERAIS DE INSTALAÇÃO
A instalação do forro deverá ser feita obrigatoriamente por profissionais habilitados, seguindo rigorosamente as
recomendações do fabricante do produto utilizado, bem como das normas técnicas aplicáveis, em especial sua fixação
à estrutura da edificação e aplicação de conjuntos luminárias/lâmpadas/reatores.
A fixação das luminárias deverá ser feita independente do forro, porém na mesma modulação das placas do forro,
utilizando os perfis do forro como acabamento e não como apoio. As disposições das luminárias deverão ser feitas de
acordo com projeto luminotécnico. Inclui-se neste item a execução de todos os recortes para embutimento das
luminárias e dos difusores do ar condicionado.
O forro deverá resultar plano e nivelado. Os perfis deverão estar perfeitamente alinhados.
Deverá ser prevista paginação de forro para que se evitem interferências indesejáveis com eventuais instalações
existentes no entreforro, tais como: instalações elétricas, de iluminação, de ar condicionado, de incêndio, etc.
As casas de máquinas obrigatoriamente não apresentarão qualquer tipo de forro.
Da mesma forma, áreas de serviços (depósitos, arquivos, etc.) sem grandes necessidades de infra-estruturas de
elétrica, iluminação, lógica ou ar condicionado, poderão ser dispensados da instalação do forro.
A carga referente ao forro deverá ser prevista no dimensionamento da estrutura que o suportará.
Sempre que possível, obedecer à cota para pé direito (piso/forro) mínimo de 3,00m (para a altura da edificação deverá
ser levado em consideração o código de posturas municipais).
Caso não seja possível a implantação de laje de teto de concreto, excepcionalmente, desde que aprovada pela CAIXA,
poderá ser aceito telhado sem laje de concreto, devendo, entretanto, ser utilizada telha de cobertura com camada de
isolamento térmico e acústico e as placas de forro deverão ser instaladas com grampos de fixação previstos pelo
fabricante em estrutura metálica auxiliar.
1.7.2
FORRO EM FIBRA MINERAL
A utilização desse tipo de forro será em locais com postos de trabalho de Agências, principalmente nas áreas de
público, e Áreas Meio, bem como áreas técnicas de servidores (Salas de TI e TC). Seu uso também será admitido em
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Fls.
Rubrica
áreas de serviço, desde que garantida a compatibilidade técnica de resistência à umidade e verificada a relação
custo/benefício.
Pela facilidade de substituição de placas, acessibilidade das instalações do entreforro e conforto acústico, a opção de
utilização desse tipo de forro deverá ser priorizada em relação aos demais forros.
A instalação deste tipo de forro deverá atender a todos os critérios definidos pelo fabricante, em especial sua fixação à
estrutura da edificação e aplicação de conjuntos luminárias/ lâmpadas/reatores.
A fixação das luminárias deverá ser feita independente do forro, porém na mesma modulação das placas do forro,
utilizando os perfis do forro como acabamento e não como apoio. A disposição das luminárias deverá ser feita de
acordo com projeto luminotécnico. Inclui-se neste item a execução de todos os recortes para embutimento das
luminárias e dos difusores do ar condicionado.
O forro deverá resultar plano e nivelado. Os perfis deverão estar perfeitamente alinhados.
Especificação:
• Placas de fibra mineral:
•
Referência:
1.7.3
o
resistência mínima à umidade 90% (referência RH 90, no mínimo),
o
coeficiente mínimo de absorção sonora NRC = 0.55
o
coeficiente de isolamento acústico CAC mínimo 35
o
alta refletância a luz (mínimo de LR = 0,81)
o
resistente ao fogo (Classe A, distribuição da chama inferior a 25)
o
pré-pintado com pintura vinílica à base de látex na cor branca.
Dimensões aproximadas:
o
largura 625, comprimento: 1250 mm
o
espessura. 16 mm. Bordas lay in.
•
Porta-painel em perfis tipo Javelin lay in, (“T” invertido), aparente, de aço, montados em grelha,
com pintura à base de poliéster, na cor branca
•
Fixador em tirantes metálicos com reguladores de nível, fixados à estrutura por pinos.
•
Forro Armstrong linha Georgian Minaboard e linha Fine Fissured, Placo Fine Fissured ou
tecnicamente equivalente.
FORRO DE GESSO ACARTONADO REMOVÍVEL REVESTIDO
Quando comprovada a impossibilidade de instalação do forro em fibra mineral, poderá ser utilizado o forro de gesso
acartonado removível revestido em locais com postos de trabalho de Agências e Áreas Meio, bem como áreas
técnicas de servidores (Salas de TI e TC). Quando utilizado o forro de gesso acartonado removível nessas áreas,
deverá estar necessariamente associado a outros revestimentos/acabamentos que garantam melhor absorção acústica.
Seu uso também será admitido em áreas de serviço, desde que garantidas a compatibilidade técnica de resistência à
umidade e relação custo/benefício.
Pela facilidade de substituição de placas e acessibilidade das instalações do entreforro, a opção de utilização desse
tipo de forro deverá ser priorizada em relação ao forro de gesso acartonado estruturado e forro de gesso em placas.
Especificação: placa de gesso acartonado, revestida a quente por película de PVC rígido ou revestimento vinílico
padrão liso na face aparente, contornando as bordas laterais longitudinais até o início da face posterior do painel cor
branca, dimensões 625x1250mm, espessura de 9,5mm, resistência mínima a umidade 90% (referência RH 90, no
mínimo), coeficiente de isolamento acústico CAC mínimo 35, alta refletância a luz (mínimo de 80%), resistente ao
fogo (Classe A). Assentado sobre perfil “T” clicado de alumínio ou aço galvanizado com pintura eletrostática.
Fixador em tirantes metálicos com reguladores de nível.
Referência:
• Knauf Techniforro, Placo Gyprex Liso GLI-R02 ou tecnicamente equivalente.
1.7.4
FORRO EM GESSO ACARTONADO MONOLÍTICO
90/490
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Fls.
Rubrica
O forro de gesso acartonado monolítico do tipo estruturado deverá ser usado em áreas de serviço, depósitos, arquivos,
etc. Deverão ser previstos alçapões em locais estratégicos para acesso aos sistemas elétricos, de segurança e de
climatização.
Quando comprovada a inviabilidade de instalação do forro mineral e forro de gesso acartonado removível, poderá ser
utilizado como alternativa em edifícios administrativos e agências. Quando utilizado o forro de gesso acartonado
monolítico nessas áreas, deverá estar necessariamente associado a outros revestimentos/acabamentos que garantam
melhor absorção acústica.
Deverão ser previstos alçapões de visitas no forro para acesso as caixas de inspeção da rede de dutos de ar
condicionado e de instalações elétricas, telecomunicações e CFTV/alarme, quando for o caso.
Especificações: gesso acartonado monolíticos do tipo estruturado, espessura 12,5 mm, com canaletas espaçadas a
cada 60 cm e fixado à laje por tirantes com utilização de pendural regulador de nível, espaçadas na direção da
canaleta a cada 100 cm, e na direção perpendicular às canaletas, a cada 60 cm, e utilização de tabicas e cantoneiras.
Referência:
• Gypsum, Placo, Knauf, ou tecnicamente equivalente.
1.7.5
FORRO DE GESSO EM PLACAS
Quando esgotadas as possibilidades técnicas de instalação das alternativas de forro, estando a solicitação devidamente
justificada e autorizada pelos profissionais da REGIONAL DE SUSTENTAÇÃO AO NEGÓCIO – RSN
LOGÍSTICA, poderá ser utilizado o forro de gesso em placas.
O forro de gesso deverá ter placas planas com textura lisa, sem defeitos dimensionais (largura, comprimento e
espessura), desvios de esquadro, trincas, empenamento e ondulações de superfície, encaixes danificados ou defeitos
visuais sistemáticos e estarem perfeitamente secas.
Não poderão ser encunhadas nas paredes laterais, prevendo-se folgas em todo o contorno para movimentação, e juntas
de dilatação intermediárias espaçadas entre si a cada 6 m, arrematadas por mata juntas (perfis de alumínio ou aço
galvanizado, de seção T ou L).
Sustentação com arames galvanizados a serem chumbados no centro das placas e na laje por pinos de aço cravados a
pistola, e por buchas estruturadas com sisal envolvido por gesso.
As emendas entre placas deverão ser preenchidas com gesso, com acabamento perfeito.
O forro deverá resultar plano, nivelado, poderá ser aceita ondulação máxima de 1 mm, a cada 2 m, fazendo-se a
conferencia com régua de alumínio.
O forro deverá ter as devidas adaptações para permitir a instalação de luminárias de embutir e difusores de
refrigeração. Junto aos recortes é obrigatória a fixação de tirantes, nos quatro lados.
1.8
REVESTIMENTOS
1.8.1
PREPARAÇÃO DA BASE
Todas as paredes e elementos estruturais, caso não haja indicação em contrário, receberão chapisco com argamassa de
cimento e areia grossa. A aplicação do chapisco deverá ser iniciada sempre que possível imediatamente após a
execução da alvenaria. Os revestimentos subseqüentes ao chapisco somente serão iniciados após a completa secagem
deste.
O emboço será aplicado em todas as superfícies internas e externas chapiscadas, caso não haja indicação em
contrário.
O emboço de superfícies internas será executado com argamassa pronta ou de cimento, cal e areia, e acabamento
acamurçado. Sua espessura não deve ultrapassar a 20 mm.
Deverá ser previsto aditivo impermeabilizante para aplicação em áreas externas ou que tenham contato com umidade.
A execução deste revestimento merecerá cuidados especiais quanto ao alinhamento e prumo, sendo vetada a correção
de qualquer imperfeição de alvenaria neste sentido, com o uso de argamassa.
O reboco será aplicado sobre o emboço, após a completa pega deste, em todas as superfícies internas e externas
chapiscadas, com exceção das paredes que receberão revestimento cerâmico. O reboco será constituído por argamassa
de cimento, cal e areia fina peneirada, sarrafeado com régua de alumínio, desempenado e camurçado.
Sua espessura não deve ultrapassar a 5 mm, de modo que, com os 20 mm do emboço, o revestimento de argamassa
não ultrapasse 25 mm.
1.8.2
REVESTIMENTOS INTERNOS
Os revestimentos internos variam conforme os diversos ambientes encontrados nas unidades da CAIXA.
1.8.2.1
REVESTIMENTOS CERÂMICOS
Todos os revestimentos cerâmicos deverão ser executados por profissional experiente e utilizar argamassas próprias
para uso externo e rejuntes, do mesmo material, cor e fabricante da cerâmica.
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Poderão ser utilizadas cerâmicas próprias para área interna, com dimensões máximas de 10x10cm, nas cores cinza ou
branco.
Referências:
• Eliane
o Arquitetural, 10x10 cm, cores Neve/1 e Mesh, Cinza Claro/1 e Mesh, Cinza
Médio/1 e Mesh.
o Camburi, 10x10 cm, cores White/1 e Mesh, Ice/1 e Mesh, Gray/1 e Mesh.
•
Portobello
o Arquiteto Design, 9,5x9,5 cm, nas cores Alumínio, Cinza Claro ou Neve
o Arquiteto Design, na cor Neve, nos tamanhos 1,5x9,5, 3,5x9,5, 3,5x3,5, 7,5x5,
5x15 cm
o Coleção Colors, nas cores Oceano (98173), Pistache (98176), Branco
(98172) e Metal 998183).
•
Portinari
o Coleção Design Color, cores Quarter Branco Matte e Cinza Matte
Eventuais cantos vivos em paredes e pilares deverão ser guarnecidos através de cantoneiras de alumínio, na cor
natural, devidamente dimensionadas e aplicadas.
Quando necessário, os cortes e os furos das cerâmicas só poderão ser feitos com equipamentos próprios para essa
finalidade, não se admitindo o processo manual. Estes deverão ser preenchidos com o mesmo material utilizado para
o rejuntamento.
Quando não especificado de forma diversa as juntas serão corridas e rigorosamente alinhadas em nível e prumo e de
espessura uniforme.
A espessura das juntas será de 2,0 mm para cerâmicas até 20x20 cm. Para peças acima desta medida serão feitas
juntas de 3,0 mm ou conforme recomendação do fabricante.
Será exigido o uso de espaçadores no momento da colocação, para dar uniformidade ao conjunto e perfeito
acabamento.
1.8.2.2
PEDRAS
Os revestimentos em pedras (granito ou mármore) poderão ser aplicados internamente em halls de entrada de
edifícios administrativos, halls de elevadores, sanitários e pilares livres.
As pedras deverão ser nas cores cinza, cinza azulado ou branco acinzentado, com acabamento polido; e ter 2,0 cm de
espessura.
Para pilares, sugerimos a paginação abaixo, com assentamento da pedra em placas de mesma altura, com
espaçamento de 2,0 cm entre elas, conforme o detalhe abaixo.
Referência:
• Mármore branco especial, tipo exportação. Para granito, ver referências do item 6.3.2.
1.8.2.3
LAMINADO MELAMÍNICO
Será utilizado para revestir esquadrias em madeira, inclusive marcos e alizares e outras partes visíveis; e paredes das
salas técnicas dos edifícios administrativos. O acabamento do laminado será feito com rebaixo apenas referente à sua
largura próxima ao limite da superfície da placa (bordas), conferindo aparência contínua, sem juntas, entre as placas.
Não deverão ser utilizadas bordas superpostas às placas.
Referência:
• Laminado fenólico melamínico, cor cinza polar, código PP-45, “PERSTORP”.
1.8.2.4
DEPÓSITO DE MATERIAL DE LIMPEZA (DML)
As paredes do depósito terão revestimento em azulejo branco 15,0 x15,0 cm Extra, acabamento acetinado, com
colocação tipo junta prumo até a altura de 2,00 m. Os rejuntes de 3,0 mm serão feitos com cimento branco. Deverão
ser rigorosamente observados os prumos do revestimento e o alinhamento das juntas. Acima da faixa de azulejos será
fixada faixa em mármore branco, espessura de 2,0 cm e largura de 10,0 cm. O restante será pintado com tinta acrílica
na cor branco gelo.
1.8.2.5
SANITÁRIOS E COPA
92/490
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
As paredes das Instalações Sanitárias terão revestimento cerâmico liso 20,0 x 20,0 cm PEI III, cor branca. A aplicação
deverá ser feita com colocação tipo junta prumo até a altura de 2,00 m. Os rejuntes de 3,0 mm serão feitos com
cimento branco. Deverão ser rigorosamente observados os prumos do revestimento e o alinhamento das juntas. Acima
da faixa de azulejos será fixada faixa em mármore branco, espessura de 2,0 cm e largura de 10,0 cm. O restante será
pintado com tinta acrílica na cor branco gelo.
Referência:
• Portinari
o White Plain Lux e White Plain Matte, nos tamanhos 20x30, 25x40 ou 33x66
cm.
o Vision White Bold, 33x66 cm.
•
Cecrisa
o Village White 20x30 cm.
•
Portobello
o White Chic, 30x60 ou 30x90 cm.
o White Home, cor Cetim Ice, 30x40 cm.
o White Home, cor Cetim Bianco, nos tamanhos 30x30, 30x40, 30x60, 30x90,
45x45 ou 20x25 cm.
o White Home, cor Antártida, nos tamanhos 30x40, 30x60, 30x90 ou 20x25 cm.
o White Home, cores Idea Bianco e Idea Ice, 30x60 cm.
o White Home, cor Portillo White, 40x40 cm.
•
Eliane
o Diamante Branco AC, nos tamanhos 44x88 ou 44x44 cm.
o Diamante Fendi AC, nos tamanhos 32,5x57 ou 33,5x58 cm.
ou cinza claro, nas paredes até o teto.
Poderá ser utilizada cerâmica retificada nos sanitários e copas.
Referência:
• Portinari
o White Plain Lux e White Plain Matte, no tamanho 33x66 cm.
o Vision White, 33x66 cm.
1.8.2.6
BANCADAS
As bancadas deverão ser em granito na tonalidade cinza médio ou branco acinzentado ou em mármore branco
especial, tipo exportação, com espessura de 2,0 cm, nas dimensões e detalhes indicados em projeto. Deverá ser
previsto acabamento lateral (testeira ou frontão) do mesmo material, com altura de 10,0 cm possuindo,
obrigatoriamente, ressalto para evitar que a água escorra para fora da mesma. Deverá também ser prevista rodabanca
do mesmo material, com altura de 10,0 cm. As bancadas deverão ser engastadas nas paredes e apoiadas sobre
suportes metálicos. A variedade do material da bancada obrigatoriamente será a mesma do piso, quando este for de
pedra.
1.8.3
REVESTIMENTOS EXTERNOS
Pela diversidade de imóveis locados pela CAIXA em todo o país, poderão existir os mais diversos revestimentos
externos, o que inviabiliza a padronização das fachadas, em função do tipo de material utilizado. A CAIXA adota
uma padronização de cores para as fachadas, que deverão ser neutras e claras, para que não tirem o destaque da
sinalização externa. A escala de cores sugerida vai do branco ao cinza médio, no máximo.
Além de haver interferência com o projeto arquitetônico do imóvel e com as características do entorno urbano, existe
a possibilidade de compartilhamento de edifícios com outros locatários, que nesses casos exige um maior cuidado
com o projeto de sinalização externa.
Embora a CAIXA admita um uso amplo de materiais, privilegia-se os materiais laváveis, de fácil manutenção, como
granitos, pastilhas, cerâmicas. Em locais com histórico de ocorrência de pichação, deve ser prevista proteção contra
pichação, adequada ao revestimento utilizado.
1.8.3.1
REVESTIMENTOS CERÂMICOS
93/490
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Todos os revestimentos cerâmicos deverão ser executados por profissional experiente e utilizar argamassas próprias
para uso externo e rejuntes, do mesmo material, cor e fabricante da cerâmica.
Poderão ser utilizadas cerâmicas próprias para área externa, com dimensões máximas de 10x10cm, nas cores cinza ou
branco.
Referências:
• Eliane
o Arquitetural, 10x10 cm, cores Neve/1 e Mesh, Cinza Claro/1 e Mesh, Cinza
Médio/1 e Mesh.
o Camburi, 10x10 cm, cores White/1 e Mesh, Ice/1 e Mesh, Gray/1 e Mesh.
•
Portobello
o Arquiteto Design, 9,5x9,5 cm, nas cores Alumínio, Cinza Claro ou Neve
o Arquiteto Design, na cor Neve, nos tamanhos 1,5x9,5, 3,5x9,5, 3,5x3,5, 7,5x5,
5x15 cm
o Coleção Colors, nas cores Oceano (98173), Pistache (98176), Branco
(98172) e Metal 998183).
•
Portinari
o Coleção Design Color, cores Quarter Branco Matte e Cinza Matte
Eventuais cantos vivos em paredes e pilares deverão ser guarnecidos através de cantoneiras de alumínio, na cor
natural, devidamente dimensionadas e aplicadas.
Quando necessário, os cortes e os furos das cerâmicas só poderão ser feitos com equipamentos próprios para essa
finalidade, não se admitindo o processo manual. Estes deverão ser preenchidos com o mesmo material utilizado para
o rejuntamento.
Quando não especificado de forma diversa as juntas serão corridas e rigorosamente alinhadas em nível e prumo e de
espessura uniforme.
A espessura das juntas será de 2,0 mm para cerâmicas até 20x20 cm. Para peças acima desta medida serão feitas
juntas de 3,0 mm ou conforme recomendação do fabricante.
Será exigido o uso de espaçadores no momento da colocação, para dar uniformidade ao conjunto e perfeito
acabamento.
1.8.3.2
GRANITO
Nas fachadas poderão ser utilizados granitos nas cores cinza, cinza azulado ou branco acinzentado. No caso da
utilização dos granitos mais claros (mais porosos) deverá ser tomado um cuidado especial para proteção contra
pichações. Sua execução deverá seguir fielmente o projeto arquitetônico.
Há quatro tipos de acabamentos possíveis: levigado, lustrado, apicoado e flameado.
Para a aplicação em fachadas, deve-se escolher os granitos de menor porosidade, com granulação mais compacta. É
sempre seguro utilizar granitos escuros, nos quais, mesmo que haja infiltração, a mancha não aparece. É fundamental
que seja feita uma boa vedação nas juntas, entre uma placa e outra.
Não é recomendável lavar o granito com água, pois ela pode entrar por entre as placas e manchá-las ou com
detergentes, cujos componentes químicos podem corroer alguns minerais. Sua limpeza é simples e, em geral, não há
necessidade de mais do que um pano úmido.
Em novas unidades ou em reformas de fachadas com utilização de granito em grandes áreas, deverá ser utilizado
sistema de fixação que permita ventilação da fachada. Esse sistema mantém separação física entre as peças e a
superfície da fachada, permitindo melhor isolamento térmico. Os elementos metálicos de sustentação deverão ser
adequadamente dimensionados e serem compostos de metais inoxidáveis. Os edifícios com esse tipo de revestimento
deverão ser regularmente vistoriados para verificação da condição de fixação das pedras.
Em pequenas áreas, o granito deverá ser assentado com a utilização de cimento-cola, produto industrializado e
comprado pronto. Para alturas acima de 5 m recomenda-se o grampeamento das pedras, além do assentamento.
Especificação:
• Granito nacional, com 2cm de espessura, nas seguintes tonalidades:
•
Cinzas: Cinza-prata do Ceará, Andorinha, Corumbá, Mauá.
•
Brancos: Ceará, Dallas, Fortaleza, Itaunas, Marfim, Minas, Paris, Siena, Polar.
•
Outros: Arabesco, Acqualux.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Tendo em vista que o granito é um material natural, sujeito a alterações de cores e de denominações diversas, deverá
ser evitado o uso de granitos com tonalidades bege ou que puxem para o avermelhado. Deverá ser apresentada
amostra do material par aprovação prévia da fiscalização CAIXA.
1.8.3.3
PASTILHAS
As fachadas poderão receber revestimento em pastilhas próprias para área externa, nas tonalidades de cinza ou
branco.
As pastilhas deverão ser aplicadas obedecendo rigorosamente as recomendações do fabricante, definindo a correta
geometria e aprumos dos panos de revestimento. As pastilhas deverão ser assentadas com argamassa colante, sobre
emboço aprumado. Os rejuntes deverão ser feitos com material do mesmo fabricante e cor das pastilhas.
A construtora deverá apresentar amostras do material para aprovação prévia da fiscalização CAIXA.
Referências:
• Atlas
o Revenda 5x5 cm nas cores Maresias (SG8440), Camburi (SG8450), Branco
(B2140), Pacoti (SG8481), Egeu (M6321/0) e Ártico (M6249/0).
o Revenda 2,5x2,5 cm nas cores Camburi (SG8450) e Branco (B2140).
o Bijou Fosca 1,5x1,5 cm nas cores Copaíba (UG214), Murici (UG224) e Tapiriri
(UG281).
o Bijou 1,5x3 cm nas cores Branco (B2140) e Ártico (M6249/0).
•
Jatobá
o Linha Decoração 5x5 cm na cor Branco Alaska (JD4100).
o Linha Natural 5x5 cm nas cores Branco Gelo (JN6100), Super Branco
(JN6001) e Cinza Prata (JN6602).
o Linha Natural 2,5x5 cm na cor Super Branco (JN6001).
o Linha Natural 2,5x2,5 cm nas cores Super Branco (JN6001) e Branco Gelo
(JN6100).
o Linha Design 5x5 cm nas cores Branco Aspen (JC1100), Branco Atenas
(JR3100), Branco Everest Acetinado (JA2100) e Cinza Bach (JC1608).
o Linha Design 2,5x5 cm na cor Branco Aspen (JC1100).
o Linha Design 4x4 cm nas cores Branco Aspen (JC1100) e Branco Everest
Acetinado (JA2100).
o Linha Design 2,5x2,5 cm nas cores Branco Aspen (JC1100) e Branco Everest
Acetinado (JA2100).
o Linha Colors 2x2 cm nas cores Super Branco (JN6001), Branco Gelo
(JN6100) e Cinza Prata (JN6602).
•
Portobello
o Prisma Bianco, 7,5 x 7,5 cm.
o Drop Cristal
•
Portinari
o Coleção Design Color, cores Branco e Cinza Lux
1.9
IMPERMEABILIZAÇÃO
1.9.1
PROCEDIMENTOS GERAIS – COBERTURAS
As lajes de cobertura deverão ser impermeabilizadas em toda sua extensão quando não forem cobertas com telhado.
Deve-se dedicar especial atenção aos detalhamentos de tubulações e demais perfurações, calhas, juntas e rebaixos,
onde deverão ser utilizadas as técnicas adequadas de maneira a garantir a efetiva proteção contra umidade.
As superfícies deverão estar suficientemente limpas e secas, de acordo com a necessidade do sistema de
impermeabilização a ser empregado. O substrato a ser impermeabilizado não deve apresentar cantos e arestas vivos,
os quais devem ser arredondados com raio compatível com o sistema de impermeabilização adotado.
As coberturas que possuírem telhado necessitarão de proteção impermeabilizante apenas nas áreas e dispositivos
descobertos, salvo onde houver previsão de instalação de equipamentos elétrico-eletrônicos, tais como salas técnicas
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de no-break e de equipamentos de TI e TC, locais que deverão receber impermeabilização mesmo que cobertos por
telhados.
Toda impermeabilização deverá, necessariamente, possuir camada de proteção mecânica posterior, de forma a manter
as características impermeabilizantes pelo tempo máximo possível. A garantia mínima do serviço de
impermeabilização deverá ser de 5 (cinco) anos com fornecimento de ART. A proteção poderá ser feita através de
camada separadora (filme de polietileno ou papel Kraft), sobre a qual será aplicada a argamassa com espessura de 3,0
cm.
Poderão ser utilizadas mantas asfálticas geotêxteis ou mantas aluminizadas. Em qualquer caso, todas as
especificações do fabricante deverão ser seguidas. Algumas soluções de mantas estruturadas poderão dispensar a
aplicação de camada de proteção mecânica, desde que não haja trânsito intenso de pessoas.
Para maior durabilidade da impermeabilização, deverá haver gestão da GILOG de vinculação sobre a utilização da
cobertura, principalmente com relação a instalações posteriores de antenas, ou outras perfurações realizadas por
prestadores de serviços ou empreiteiros. Salienta-se que a perfuração do local impermeabilizado poderá levar à perda
da garantia do serviço.
Os serviços de impermeabilização deverão ser testados quando de sua entrega, através da aplicação de prova de carga
com lâmina d’água com duração mínima de 72 horas.
1.9.2
COTAS INFERIORES
Atentar para impermeabilização em paredes com cota inferior à cota do terreno, como subsolos, muros de arrimo ou
similares. Para estes locais serão utilizadas obrigatoriamente mantas asfálticas externamente à parede, de maneira que
a impermeabilização sofra pressão positiva da água de percolação porventura existente. Todas as recomendações do
fabricante deverão ser seguidas.
A fim de evitar infiltração, as argamassas e concretos utilizados nesses locais também deverão receber
impermeabilização adicional através de aditivos cristalizantes.
Salienta-se que a recuperação da impermeabilização em cotas inferiores (subsolos), pela própria natureza e
localização, sempre se mostrará tecnicamente mais difícil do que as demais, motivo pelo qual se destaca a
importância de adequada execução quando da construção da edificação.
Aqueles edifícios com ocorrência de lençol freático em nível superior ao nível do piso de subsolo e que sofram
infiltrações deverão receber, caso ainda não o tenha, sistema de drenagem, captação e bombeamento do excesso de
água.
Ocorrências de fenômenos em locais específicos, como eflorescências e umidades em paredes isoladas, por exemplo,
serão tratados de maneira pontual de acordo com as necessidades verificadas, pois poderão estar relacionadas a outras
patologias da edificação, tais como rompimento de tubulações internas ou externas, transbordamento de reservatórios
internos ou externas, etc.
1.10
PINTURA
1.10.1
PINTURA INTERNA
Todas as superfícies a serem pintadas deverão estar completamente secas e limpas, retocadas e preparadas para o tipo
específico de pintura. As paredes deverão ser emassadas com massa corrida e o lixamento só deverá ser feito após
secagem da massa.
Cada demão de tinta só será aplicada quando a precedente estiver completamente seca. Serão aplicadas duas demãos
de tinta sobre as superfícies.
Os materiais da preparação (selador, massa corrida) devem ser da mesma linha da tinta utilizada, a fim de garantir um
melhor acabamento.
Deverá utilizar tinta acrílica, sempre na cor branca.
Referências:
• Sherwin Williams
o Duraplast Acrílico – 31 Branco ou 57 Gelo
o Aquacryl Tinta Acrílica – Acetinado – 00 Branco, 18 Branco Gelo ou 95
Bianco Sereno
o Novacor Parede Acrílico Sem Cheiro – Acetinado – 31 Branco, 57 Gelo ou 95
Bianco Sereno
o Metalatex Requinte Super Lavável - 00 Branco, 18 Branco Gelo ou 95 Bianco
Sereno
•
Coral
o Decora Acabamento Acetinado, cores branco ou branco gelo
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o Coralmur cor branco ou branco gelo
•
Suvinil
o Suvinil acrílico Premium, acabamento semibrilho, cores branco neve, branco
gelo e polar.
o Suvinil Fachada, cor branco.
o Suvinil Exteriores, cor branco neve.
Referências extras:
• Suvinil
o Suvinil Limpa Fácil, cor Branco.
o Metalatex Eco Acrílico, acabamento semibrilho, cor Branco 00.
A tinta látex, à base de PVA, deverá ser aplicada nas lajes e forros de gesso que ficarão aparentes.
Os tetos em forro de gesso comum receberão 01 (uma) demão de selador, 02 (duas) demãos de massa PVA,
lixamento e 02 (duas) demãos de tinta.
Os tetos em forro de gesso acartonado receberão 02 (duas) demãos de massa PVA, lixamento e 02 (duas) demãos de
tinta.
Os tetos de lajes existentes serão lixados, para remover a pintura existente, e receberão 01 (uma) demão de selador e
02 (duas) demãos de tinta.
Os tetos em lajes de concreto serão regularizados com gesso, lixados e pintados com 02 (duas) demãos de tinta.
Em todos os casos acima, a quantidade de demãos indicada é a mínima. Aplicar quantas forem necessárias para o
perfeito recobrimento das superfícies e obedecer às instruções de aplicação do fabricante.
Referências:
• Sherwin Williams
o Aquacryl Tinta Látex, cor Branco 31.
•
Suvinil
o Suvinil Látex PVA, cor Branco Neve.
•
Coral
o Coralmur, cor Branco.
1.10.2
PINTURA EXTERNA
Todas as superfícies a serem pintadas deverão estar completamente secas e limpas, retocadas e preparadas para o tipo
específico de pintura. As paredes deverão ser emassadas com massa acrílica e o lixamento só deverá ser feito após
secagem da massa.
Preferencialmente deverá ser aplicado fundo base selante antes da aplicação das demãos de tinta. Cada demão de tinta
só será aplicada quando a precedente estiver completamente seca. Serão aplicadas duas demãos de tinta sobre as
superfícies.
Os materiais da preparação (selador, massa acrílica) devem ser da mesma linha da tinta utilizada, a fim de garantir um
melhor acabamento.
Deverá utilizar tinta acrílica, com escala de cores sugerida do branco ao cinza médio.
As paredes deverão receber 01 (uma) demão de selador, 02 (duas) demãos de massa acrílica, lixamento com lixa para
massa, e 02 (duas) demãos de tinta. A quantidade de demãos indicada é a mínima. Aplicar quantas forem necessárias
para o perfeito recobrimento das superfícies e obedecer às instruções de aplicação do fabricante.
Em qualquer situação, deverão receber um tratamento antipichação, que consiste na aplicação de um selador e um
verniz monocomponente, que após a cura formará uma película lisa, altamente aderente e de elevada estabilidade
química que impedirá a impregnação de tintas de pichação.
Referência:
• Selador Nitoprimer AW - Anchortec/Fosroc.
•
Verniz: Graffitiguard - Anchortec/Fosroc.
•
Verniz antipichação: Ref. Esmalte PU Anti-Pichação, Tintas Coral, Poliuretano acrílico alifático na
Cor Branca ou equivalente.
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Sobre a pintura acrílica curada deverá ser aplicada uma demão de selador e após 24H deverá ser aplicada a primeira
de duas demãos do verniz antipichação. O intervalo entre as demãos varia entre 3 e 6 horas. Deverão ser seguidas
todas as recomendações do fabricante.
Referências:
• Sherwin Williams
o Duraplast Acrílico – 31 Branco ou 57 Gelo
o Aquacryl Tinta Acrílica – Acetinado – 00 Branco, 18 Branco Gelo ou 95
Bianco Sereno
o Novacor Parede Acrílico Sem Cheiro – Acetinado – 31 Branco, 57 Gelo ou 95
Bianco Sereno
o Metalatex Requinte Super Lavável - 00 Branco, 18 Branco Gelo ou 95 Bianco
Sereno
•
Coral
o Decora Acabamento Acetinado, cores branco ou branco gelo
o Coralmur cor branco ou branco gelo
•
Suvinil
o Suvinil acrílico Premium, acabamento semibrilho, cores branco neve, branco
gelo e polar.
o Suvinil Fachada, cor branco.
o Suvinil Exteriores, cor branco neve.
1.10.3
TRATAMENTO DE SUPERFÍCIE EM CONCRETO APARENTE
Aqueles edifícios com revestimento em concreto aparente que apresentarem aspecto sujo ou desbotado deverão
receber soluções específicas para recuperação e tratamento das superfícies em concreto aparente.
Poderá ser realizada limpeza superficial abrasiva ou aplicação de solvente não corrosivo, de maneira a remover a
camada desgastada ou suja.
Pintura externa com tintas coloridas não deverá ser utilizada, uma vez que normalmente não são obtidos bons
resultados.
Eventuais fissuras existentes deverão ser calafetadas adequadamente, utilizando-se material de tonalidade próxima à
superfície considerada, com posterior aplicação de película de proteção, que podem ser:
• Pinturas hidrofugantes;
•
Pinturas impermeabilizantes base resinas acrílicas, pintura ou verniz;
•
Pinturas impermeabilizantes base epóxi, poliuretano alifático;
•
Pinturas impermeabilizantes base sistemas duplos.
Os materiais utilizados devem obedecer ao disposto na NBR 5.846 – Vernizes e Resinas. Os trabalhos deverão ser
executados rigorosamente de acordo com os detalhes da especificação e das recomendações do fabricante dos
produtos.
A escolha da pintura deve ser realizada em função do aspecto final, isto é, o acabamento desejado, assim como da
vida útil esperada para o sistema utilizado; estes dados são apresentados na Tabela 1.
Tabela 1 - Características dos sistemas de pinturas para proteção da superfície
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Durabilidade
Fraca (6 meses)
Boa (48 a 60 meses)
Muito boa (> 84 meses)
Excelente (> 120 meses)
1.10.4
* Pintura impermeabilizante sistema duplo A: primer
hidrofugante (1ª demão) + acabamento verniz acrílico (2ª e 3ª
demãos)
** Pintura impermeabilizante Sistema duplo B: primer epóxi
(1ª demão) + acabamento verniz poliuretano (2ª e 3ª demãos)
PELÍCULAS DE PROTEÇÃO
Vernizes e hidrofugantes, ambos possuem suas vantagens e desvantagens para garantir a proteção superficial do
concreto aparente. A escolha correta depende do tipo de aplicação. Os vernizes formam filme contínuo e são mais
eficientes na proteção de agentes agressivos. Já os hidrofugantes são capazes de penetrar alguns milímetros nos poros
do concreto, impedindo a penetração de água e de substâncias agressivas nela dissolvidas. Em relação ao verniz, o
hidrofugante permite a circulação de vapor d'água e com isso reduz a formação de bolhas e bolor. Vernizes foscos,
apesar de serem mais caros, têm a vantagem sobre os brilhantes, pois não alteram o aspecto original do concreto e não
evidenciam as imperfeições do material bruto.
1.10.5
DEMARCAÇÃO DE VAGAS DE ESTACIONAMENTO
A demarcação das vagas deverá ser executada com tinta amarela a base de borracha clorada, sendo prevista a
demarcação da vaga e sinalização exclusiva para portadores de deficiência.
1.10.6
PINTURA DE VAGAS PARA DEFICIENTES FÍSICOS
As demarcações das vagas reservadas deverão ser executadas com tinta acrílica com diluição por diluente,
refletorização por pré mistura com adição de 200 a 250 g de microesferas de vidro tipo IB (Premix), NBR 6831, para
cada litro de tinta, ou por aspersão com 250g de microesferas de vidro tipo II (Dorn-op) para cada metro quadrado. O
símbolo internacional do acesso é feito em pictograma branco sobre o fundo azul (Ref. Munsell 10B5/10 ou Pantone
2925 C) seguindo as dimensões prescritas na NBR 9050.
1.10.7
PINTURA EM MADEIRA
As portas de madeira que não forem revestidas em laminado melamínico, inclusive marcos e alizares, serão lixadas
com lixa para madeira e, posteriormente, receberão massa a óleo, lixamento, selador e pintura esmalte sintético
acetinado nas cores branco ou cinza claro.
Referências:
• Sherwin Williams
o Metalatex Esmalte Sintético Acetinado, cores Branco 00, Gelo 01 e Platina
02.
o Novacor Esmalte Sintético Acetinado, cores Branco 00, Platina 02 e Branco
Gelo 018.
•
Suvinil
o Esmalte Sintético Acetinado, cores branco, gelo ou platina.
•
Coral
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o Coralit Esmalte Sintético Acetinado, cores branco 001, branco gelo 002 ou
platina 016.
1.10.8
PINTURA EM METAL
Elementos em ferro receberão aplicação de zarcão antes da pintura final.
Elementos em aço galvanizado serão lixados para melhor fixação da tinta e receberão proteção anticorrosiva
apropriada ao produto para aço ou ferro, e pintados com tinta esmalte sintético acetinado nas tonalidades de cinza,
com número de demãos que se tornem necessárias à sua homogeneidade.
Referências:
• Suvinil
o Esmalte Sintético Acetinado, cor platina.
•
Coral
o Coralit Esmalte Sintético Acetinado, cores Platina 016, Cinza médio 014,
Cinza escuro 019 e Alumínio.
1.10.9
PINTURA EM TUBULAÇÕES APARENTES
Tubulações e dutos aparentes em áreas de trabalho, onde existentes, deverão ser pintados na cor branca, exceto
tubulações de água para combate a incêndio, que deverão permanecer na cor vermelha.
A pintura de eletrodutos metálicos aparentes de pequeno diâmetro que apresentarem cor alumínio não é necessária.
Nas áreas internas para passagem de tubulação (shafts, garagens, entreforros, etc.), as tubulações deverão apresentar
as cores estabelecidas pela norma NBR 6.493 – Emprego de Cores para Identificação de Tubulações.
Cores:
• Laranja: água quente.
•
Amarelo: gás.
•
Branco: ar comprimido.
•
Cinza Escuro: eletricidade.
•
Marrom: águas pluviais.
•
Preto: esgoto.
•
Verde: água fria, exceto a destinada a combater incêndios.
•
Vermelho: água e outras substâncias destinadas a combater incêndio.
Sempre que necessário, devem ser apostas faixas de indicações que facilitem a identificação do conteúdo. A
disposição das faixas de identificação deve ser tal que torne possível a identificação da tubulação, sem, para isto ser
necessário ao observador percorrê-la.
A tubulação de água potável deve ser diferenciada, de forma inconfundível, com a letra P, em branco, sobre a pintura
geral de identificação em verde, colocada tantas vezes quantas forem necessárias, segundo o critério adotado no
parágrafo acima.
Quando houver água salgada e doce, devem ser colocadas as letras S ou D, respectivamente, como na forma prevista
para a letra P, acima.
Junto à faixa de identificação, podem constar, se necessário, para efeito de informação mais pormenorizada, o sentido
em que se desloca o fluido, e constantes físicas que interessem do ponto de vista da segurança da operação.
1.10.10
PINTURA AUTOMOTIVA
Deverá ser aplicada em elementos metálicos, como corrimãos e guarda-corpos externos e internos.
As peças sofrerão um processo de esmerilhamento e lixamento para retirada das imperfeições. Após isso, será feita
limpeza com produto decapante e fosfatizante. O processo de pintura se inicia com produto anticorrosivo, em seguida
receberá pintura final na cor especificada.
Chapas galvanizadas deverão sofrer processo de fosqueamento e regularização de superfície por máquinas de
lixamento do tipo hockite pneumática. Em seguida será feita correção nas imperfeições das peças com aplicação de
massa poliéster e posterior limpeza com um produto desengordurante.
Todas as peças metálicas receberão tratamento anticorrosivo, aplicação de uma primeira camada de fundo wash
primer (uma demão com 10 a 15 micra no máximo), uma camada de primer (aplicar 2 demãos -1 demão = 2 passadas,
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com 40 micras) e pintura final nas cores especificadas. A pintura automotiva será feita por meio de processo
pneumático com pistolas de alta pressão. Após a secagem, aplicar o verniz em 2 demãos (1 demão = 2 passadas).
Todo o processo de pintura deverá ser realizado em estufas independentes para cada tipo de tinta aplicada, as quais
deverão ter também um aquecimento próprio e um sistema de exaustão para evitar resíduos no ar.
Pintura de acabamento: Base Poliéster - aplicar 2 demãos (1 demão = 2 passadas), diluída conforme a especificação
do fabricante.
Especificação:
• Tinta automotiva nas cores cinza ou prata.
•
1.11
Fabricantes nacionais: Glasurit, Brasilux, Lazzuril, Wanda.
PORTAS
Todas as portas, inclusive de elevadores e plataformas, deverão ter vão livre mínimo de 0,80m e altura mínima de
2,10 m, independente do tipo de abertura. Em portas de duas ou mais folhas, pelo menos uma delas deve ter vão livre
de 0,80 m. As dimensões deverão seguir o especificado na NBR 9050.
As ferragens serão de alumínio ou cromadas, sendo colocadas 03 dobradiças por porta e fechadura/maçaneta tipo
alavanca em alumínio.
Em portas de correr, a instalação de trilhos será preferencialmente na sua parte superior, podendo ser na parte inferior
desde que os trilhos ou guias (inferiores) sejam nivelados com a superfície do piso, e o vão resultante não ultrapasse a
dimensão máxima de 15,0 mm. As ferragens, trilho superior e guia de piso, todos compatíveis com o sistema, serão
em ferro ou alumínio e latão cromado, fechadura tipo bico de papagaio com acabamento cromado.
As portas do tipo vaivém devem ter visor com largura mínima de 0,20 m, tendo sua face inferior situada entre 0,40 m
e 0,90 m do piso, e a face superior no mínimo a 1,50 m do piso. O visor deve estar localizado entre o eixo vertical
central da porta e o lado oposto às dobradiças da porta.
1.11.1
PORTA PRINCIPAL
O acesso principal será constituído por 02 (duas) portas em vidro temperado incolor de 10,0 mm, duas folhas com 75
cm.
Deverá ser previsto terceira porta para acesso ao Auto Atendimento com uma folha de 90 cm, sendo aberta através de
fechadura eletromagnética, com acionamento por botoeira (horário programado por timer) mais fechadura tetra pelo
lado interno.
Observar vão inferior suficiente para não impactar na trilha tátil (Piso tátil emborrachado (alerta ou direcional) de
sobrepor com dimensões de 25,0 x 25,0 x 0,5 cm).
Prever puxadores padrão CAIXA para todas as portas, molas hidráulicas embutidas no piso (ref. Dorma ou
equivalente) e todos os demais conjuntos de ferragens conforme projeto a ser apresentado pela CAIXA.
1.11.2
PORTA PARA DIVISÓRIA
As portas deverão possuir as mesmas características dos painéis, porém o requadro deverá ser de madeira maciça
submetida a tratamento antifungos e térmitas na serraria. Caso necessário, poderão apresentar grelhas específicas para
fins de sistema de climatização. Poderá ser utilizada porta de divisória com balcão, como opção para ambientes que
necessitem de atendimento rápido (exemplo: almoxarifado).
As ferragens serão cromadas, sendo colocadas 03 dobradiças por porta, tipo LA FONTE Ref. 485 (4 x 3 1/2”) ou
equivalente e fechadura com maçaneta tipo alavanca – LA FONTE - Alumínio, Ref. 602 ou equivalente.
1.11.3
PORTA COMUM
Todas as portas em madeira serão semi-ocas, encabeçadas de acordo com as dimensões e locais indicados em projeto.
Deverão ser em madeira de lei, tipo Ipê ou Mogno, bem seca, sem nós ou fendas, isenta de carunchos ou brocas. Os
batentes (marcos), e guarnições (alizares), não poderão apresentar empenamentos, deslocamentos, rachaduras, lascas,
desigualdades na madeira ou outros defeitos.
Seu revestimento será em laminado fenólico melamínico de alta pressão ou pintura, conforme especificações
constantes do item 8.7.
As guarnições serão lisas, com largura mínima de 7,0 cm. As portas de madeira pintadas receberão selador, massa a
óleo, lixamento e posterior pintura em esmalte sintético.
O marco deverá ser assentado observados os prumos e os alizares serão de 7,0 cm lisos, sem detalhes ou
arredondamentos.
A porta, o marco e alizares receberão 1 ou 2 demãos de selador, conforme a necessidade, massa a óleo, lixamento e
posterior pintura esmalte sintético acetinado Suvinil ou equivalente na cor Branco Gelo (F164).
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As ferragens serão cromadas, sendo colocadas 03 dobradiças por porta, tipo LA FONTE Ref. 485 (4 x 3 1/2”) ou
equivalente e fechadura com maçaneta tipo alavanca – LA FONTE - Alumínio, Ref. 602 ou equivalente.
1.11.4
PORTA PARA SANITÁRIOS ADAPTADOS
As portas de sanitários adaptados deverão ser instaladas com vão inferior suficiente para não impactar na trilha tátil
(Piso tátil emborrachado (alerta ou direcional) de sobrepor com dimensões de 25 x 25 x 0,5 cm).
As portas dos sanitários acessíveis terão em sua parte inferior, em ambos os lados, proteção contra choques
mecânicos, em chapa de aço inoxidável escovado espessura de 0,79mm, nas dimensões de 0,40m de altura e largura
da porta. Devem possuir puxador horizontal instalado a 10 cm da face onde se encontra a dobradiça e com
comprimento igual à metade da largura da porta.
1.11.5
PORTA PARA BOXES SANITÁRIOS
As portas dos boxes dos vasos sanitários serão executadas em compensado de 2,5cm revestido de laminado
texturizado cor: PP-92 da PERSTORP (branco ou gelo) ou equivalente, com tarjeta livre/ocupado.
Deverão ser instaladas à distância mínima de 180 mm do piso.
1.11.6
PORTA PARA CASA DE MÁQUINAS
Na Casa de Máquinas será instalada porta de acesso, sempre que possível com 02 (duas) folhas. É preferível que seja
tipo corta fogo, obrigatoriamente com abertura para fora, contendo borracha (gaxeta) em todo seu perímetro;
estanque, ser de material incombustível. O vão livre da porta deve ter largura e altura míninas, respectivamente, de
0,70 m e 2,0 m. As portas de acesso à casa de polias devem ter uma largura mínima de 0,7 m e uma altura mínima de
1,6 m e não devem abrir-se para dentro do recinto. As portas e as portinholas devem ser providas de trava com chave
permitindo o fechamento autônomo e travamento sem o uso da chave. O destravamento pelo lado do pavimento será
apenas por chave diferente de qualquer outra existente no edifício e poderá ser a mesma que abre as portas de
pavimento. Portas de inspeção e emergência devem poder ser abertas a partir do interior da caixa sem chave mesmo
estando travadas.
1.12
JANELAS
As esquadrias das janelas deverão ser com perfis em alumínio anodizado natural e vidro liso de 5,0 mm, devendo as
janelas dos fundos receber grades em ferro redondo maciço e tela metálica, pintadas com esmalte sintético na cor
branco gelo. Deverão permitir abertura para ventilação natural.
Proteção de janelas de banheiros, copas, áreas de serviço e jardins internos e abertura para aparelhos de ar
condicionado com grades e com telas metálicas chumbadas a estrutura do prédio, de forma a impedir a passagem de
pessoas ou objetos para o seu interior.
1.13
ESQUADRIAS AUTO-ATENDIMENTO
O fechamento interno do auto-atendimento não poderá interromper o forro, e será em vidro temperado incolor de 10,0
mm de espessura, ou em vidro laminado de 8,0 mm (4,0 mm + 4,0 mm), com as devidas ferragens de sustentação
fixadas na estrutura da edificação, em alumínio anodizado natural fosco.
Da mesma forma deverão ser instaladas porta de emergência em vidro temperado ou laminado nas dimensões de 0,90
x 2,10 m, observando instalação com vão inferior suficiente para não impactar na trilha tátil (Piso tátil emborrachado
(alerta ou direcional) de sobrepor com dimensões de 25,0 x 25,0 x 0,5 cm) e estrutura de reforço para instalação de
controles de acesso.
1.13.1
ESQUADRIAS METÁLICAS
Para o caso de reforma, as esquadrias deverão ser revisadas, recuperadas, eliminando-se os pontos de corrosão,
lixadas, desengraxadas, recebendo pintura de fundo anticorrosivo.
Para a instalação de novas esquadrias metálicas, estas deverão ser em alumínio anodizado natural. O alumínio puro
será do tipo H - metalúrgico - e obedecerá ao disposto na P-NB-167/ABNT e na DIN-1712. A terminologia será
regida pela TB-57/ABNT.
As ligas de alumínio - considerados os requisitos de aspecto decorativo, inércia química ou resistência à corrosão e
resistência mecânica - serão selecionadas em total conformidade com o especificado nos projetos de arquitetura.
As serralharias de alumínio serão confeccionadas com perfis fabricados com liga de alumínio que apresentem as
seguintes características:
• Limite de resistência à tração: 120 a 154 MPa
•
Limite de escoamento: 63 a 119 MPa
•
Alongamento (50 mm): 18% a 10%
102/490
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•
Fls.
Rubrica
Dureza (brinell) - 500/10: 48 a 68.
Todo material a ser empregado nas esquadrias de alumínio deverá estar de acordo com os respectivos desenhos e
detalhes de projeto, sem defeito de fabricação ou falhas de laminação. Eventuais frestas entre contra-marcos e
alvenaria serão combatidas através da aplicação de silicone, quando da montagem da esquadria.
Cada folha ou módulo deve ser operado com um único movimento, quando disponíveis para operação pelo
empregado, utilizando apenas uma das mãos, com deslocamento horizontal máximo de 0,50 m.
1.13.2
ESQUADRIAS EXCLUSIVAS DE AGÊNCIAS
As portas de acesso e as portas de emergência serão em vidro temperado de 10,0 mm de espessura, ou em vidro
laminado de espessura 8mm.
1.13.2.1
Acesso principal
O acesso principal da unidade não deve conter desníveis maiores que 5mm, caso contrário deverão ser tratados como
rampas ou plataformas elevatórias.
As esquadrias da fachada serão em vidro temperado incolor de 10 mm de espessura ou em vidro laminado de 8,0 mm
(4,0 mm + 4,0 mm), com as devidas ferragens de sustentação fixadas na estrutura do conjunto a ser incluído na
entrada, formado por pórtico e subpórtico em chapa de aço galvanizada com acabamento em pintura automotiva,
conforme projeto a ser apresentado pela CAIXA.
Deverá ser instalado subpórtico metálico padrão CAIXA, em forma de “U” invertido, conforme Manual de
Sinalização Externa FAIXA AZUL.
O acesso principal será constituído por 03 (três) portas em vidro temperado incolor de 10,0 mm, min.0,85 m de
largura e 2,10 m de altura.
Quando o acesso principal for feito por porta de duas folhas, deverá ser prevista terceira porta para acesso ao Auto
Atendimento instalada em subpórtico composto por peça em chapa de aço dobrada 1020 SAE com espessura de 1,5
mm, com 336 mm de largura (vista frontal), 80 mm de profundidade e altura variável. Porta de vidro temperado 10,0
mm de 0,90 m de largura e 2,10 m de altura, sendo aberta através de fechadura eletromagnética.
Os subpórticos deverão ser instalados após a soleira de granito, devendo, após isto, ficar devidamente preparado para
instalação das portas de vidro temperado e demais elementos de fechamento.
Prever puxadores padrão CAIXA para todas as portas, molas hidráulicas embutidas no piso e todos os demais
conjuntos de ferragens conforme projeto a ser apresentado pela CAIXA. A mola da porta do Auto Atendimento não
deverá travar a 90°.
1.13.2.2
Esquadria interna ao auto-atendimento
O fechamento interno do Auto Atendimento não poderá interromper o forro, e será em vidro temperado incolor de
10,0 mm de espessura, ou em vidro laminado de 8,0 mm (4,0 mm + 4,0 mm), com as devidas ferragens de
sustentação fixadas na estrutura da edificação, em alumínio anodizado natural fosco, de forma que garanta a rigidez
do conjunto.
Nesta esquadria deverá ser previsto o espaço necessário à instalação da porta giratória sem que haja interferências ao
funcionamento desta.
Da mesma forma deverá ser instalada porta de emergência (porta principal auxiliar) em vidro temperado ou laminado
nas dimensões de 1,20 x 2,10 m em perfil de alumínio 3”x6”, fixada no piso/teto.
A instalação dos painéis retráteis será efetuada na sua parte superior, com trilhos tipo Stanley. Os vãos resultantes não
poderão ultrapassar a dimensão máxima de 15,0 mm.
Todo o fechamento deverá ser realizado rigorosamente de acordo com o layout fornecido pela CAIXA, inclusive com
os fechamentos em painéis retráteis para divisão de ambientes.
Em corredor de abastecimento voltado para fachada em vidro, utilizar película opaca ou pintura na parte interna, na
cor gelo. Como reforço interno, desde que seja determinado pela área de Segurança Empresarial da CAIXA, uma das
opções abaixo:
Aplicação de película de alta resistência a impactos, padrão 3M Scotchshield Ultra 600, ou tecnicamente equivalente,
formada por 42 camadas de poliéster entrelaçadas ou produto tecnicamente equivalente;
Instalação de vidros temperados laminados, com estrutura total de 12,0 mm (vidro temperado + PVB + vidro
temperado), quando a relação custo x benefício justificar.
1.13.3
CORRIMÃO E GUARDA-CORPO
Deverão atender à NBR 9050 e NBR 14718.
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Fls.
Rubrica
Os corrimãos e guarda corpos externos deverão possuir o anel para orientação de deficientes visuais (conforme NBR
9050) em aço inox, soldado ao tubo do corrimão, evitando retirada por vândalos e utilização dos corrimãos e guarda
corpos por skatistas.
Os corrimãos devem ser instalados em ambos os lados das rampas e escadas. Serão executados em aço inox com
acabamento escovado ou liso, com Ø 1 ½” (38 mm), espessura da parede do tubo e=2,25 mm.
Para rampas e, opcionalmente, para escadas, os corrimãos laterais serão duplos, instalados a duas alturas: 0,92 m e
0,70 m do piso, medidas da geratriz superior.
Os guarda-corpos serão em tubo de aço inoxidável escovado ou liso, com Ø = 2’’. O fechamento do guarda-corpo
será em vidro temperado ou laminado 8mm incolor ou barras circulares verticais Ø = 1/2” com espaçamento máximo
de 11cm entre cada uma, em aço inox escovado ou liso, fixadas ao guarda-corpo por solda. A altura mínima do
guarda-corpo será de 1,10 m.
Apenas em corrimão ou guarda-corpo existente será admitida a aplicação de pintura automotiva nas especificações
constantes do item 8.5.
Por razões de segurança e conforme padrão ambiental vigente, as agências bancárias deverão apresentar vidros
transparentes nas fachadas. A utilização de grades em esquadrias de fachada ou do auto-atendimento não é permitida.
Observar o disposto na NB-226/ABNT.
1.14
ENVIDRAÇAMENTO
Os caixilhos metálicos destinados a envidraçamento, obedecerão às disposições construtivas integradas na NB226/ABNT.
O assentamento das chapas de vidro será efetuado com o emprego dos seguintes dispositivos, buscando a maior
estanqueidade acústica possível:
• Baguetes, confeccionadas com o mesmo material do caixilho, associadas com calafetador de base
de elastômero, de preferência silicone, que apresente aderência com vidro e a liga metálica.
•
Gaxetas de compressão, em perfil rígido de elastômero, de preferência neoprene, dotadas de tiras
de enchimento.
As gaxetas de compressão apresentarão as seguintes características:
• Dureza da gaveta, ao durômetro tipo A:75  5 pontos (ASTM-C-542).
•
Dureza da tira de enchimento, ao durômetro tipo A:80  5 pontos (ASTM-C-542).
•
Pressão de vedação: 0,71 kgf/cm2, no mínimo (ASTM-C-542).
Nas esquadrias de fachada deverá ser considerada a possibilidade de aproveitamento de luz natural. Para melhorar as
condições de aproveitamento de energia luminosa externa, deverá ser verificada a possibilidade de instalação de
brises ou anteparos de forma a permitir a entrada de luz sem, entretanto, gerar incidência de luz direta ou
ofuscamento, causando desconforto visual. Esses anteparos deverão ser em alumínio ou em aço com acabamento em
pintura epóxi-pó e permitir facilidade de manutenção.
Nas janelas de banheiros, copas, áreas de serviço, jardins internos e abertura para aparelhos de ar condicionado,
instalar grades com moldura chumbada à alvenaria em barra chata 1 ¼” x 1/4”, tratada com primer anticorrosivo e
posteriormente pintada em esmalte acetinado cor cinza platina; barras verticais e horizontais redondas 7/8”, com o
mesmo acabamento das molduras; o espaçamento do gradil será 10x20 cm e sobre o gradil soldar tela ondulada
galvanizada fio nº 12 malha ¾”.
As grades não podem interferir no funcionamento da janela da unidade e devem possuir afastamento suficiente para
que se permita a abertura completa das mesmas. As janelas não devem ser fixas ou travadas, para garantir a
ventilação dos ambientes.
Deverão ser verificadas as legislações vigentes nos diferentes municípios, quando houver alteração da fachada. Para
aplicação correta de diferentes dispositivos e materiais, deverão ser obedecidas as orientações do fabricante e posturas
locais.
Para imóveis que possuírem portas externas além daquelas existentes na fachada principal (alguns edifícios
administrativos), o material a ser utilizado será chapa dupla de aço com espessura de 3,0 mm, devidamente
estruturado, com duas fechaduras tipo tetra.
1.15
VIDROS E PELÍCULAS
1.15.1
CRISTAL COMUM
Utilizados nas esquadrias de vidro internas de pequenas dimensões, tais como banheiros, copas, circulações, depósito
de material de limpeza etc. Serão utilizados vidros lisos e transparentes de 4,0 a 6,0 mm. Sua espessura será adequada
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Fls.
Rubrica
ao tipo da instalação, considerando área de aberturas, distâncias verticais das aberturas em relação ao piso, vibrações,
ventos, tipo de esquadria. Especificamente nos banheiros, os vidros deverão ser translúcidos.
Os vidros serão de preferência, fornecidos nas dimensões respectivas, procurando-se, sempre que possível, evitar o
corte no local da construção.
As bordas de cortes serão esmerilhadas de forma a se apresentarem lisas e sem irregularidades, sendo
terminantemente vedado o emprego de chapas de vidro que apresentem arestas estilhaçadas.
1.15.2
VIDRO TEMPERADO
Os vidros temperados fixos serão de 8,0 mm, no mínimo. A utilização de vidro temperado em painéis móveis deverá
ser evitada. Caso, em virtude de disponibilidade de fornecedores ou manutenção das características originais da
edificação, se decida por sua utilização neste tipo de painel, sua espessura não deverá ser inferior a 10,0 mm.
Atenção especial deverá ser dispensada ao projeto arquitetônico quando da utilização desse tipo de vidro, uma vez
que ele não permite adequações posteriores à sua produção (cortes ou furações).
1.15.3
VIDRO LAMINADO
Grandes extensões de fachadas em vidro (agências, auto-atendimento, edifícios administrativos) deverão receber
vidro laminado com espessura não inferior a 8,0 mm. Em virtude de maior segurança no caso de quebra, sua
utilização é recomendada em painéis móveis, inclusive portas de vidro. Também apresenta a possibilidade de
reaproveitamento de painéis, impossível no caso de uso do vidro temperado.
1.15.4
VIDROS DE SEGURANÇA
Alternativamente, em unidades com histórico de arrombamento indicadas pela representação local da área de
Segurança Empresarial da CAIXA, poderão ser utilizados vidros de segurança, compostos de:
Vidro reforçado pela aplicação de película de alta resistência a impactos, padrão 3M Scotchshield Ultra 600, ou
tecnicamente equivalente, formada por 42 camadas de poliéster entrelaçadas ou produto tecnicamente equivalente;
Instalação de vidros temperados laminados, com estrutura total de 12,0 mm (vidro temperado + PVB + vidro
temperado), quando a relação custo x benefício justificar.
1.15.5
VIDROS ESPECIAIS
Para as fachadas de edifícios administrativos poderão ser utilizados vidros especiais, que utilizem recursos de redução
de transmissão térmica para o interior da edificação. Esses tipos de vidro se apresentam, muitas vezes, como solução
integrada entre vidro e caixilharia. Os processos de elevação de desempenho destes vidros não poderão ser realizadas
no local da instalação. Assim, a aplicação de óxidos, sais, películas filtrantes ou reflexivas, composição de vidros
duplos colados, ou outros processos, deverá ser de fábrica.
O fornecedor deverá apresentar documentação ou teste realizado que comprove o desempenho esperado pelo vidro
especial, assim como certificado de garantia do produto, com duração da vida útil prevista.
Para fins de referência, os vidros térmicos com melhor desempenho apresentam os seguintes índices:
• Transmissão Luminosa Direta (TL) de 50%;
1.15.6
•
Refletividade Luminosa Externa (Re): menor que 25%;
•
Refletividade Luminosa Interna (Ri): menor que 15%;
•
Absorção de Energia pelo vidro (AE): menor que 70%;
•
Coeficiente de Transmissão de Energia (Uv): menor que 6,3 W/m².BC.
PELÍCULAS
Apenas nos casos em que haja parecer favorável do corpo técnico da CAIXA e anuência da representação de
Segurança Empresarial, poderá ser aplicada película para proteção contra incidência de raios solares nos vidros das
fachadas de agências em que esteja instalado o Auto Atendimento.
As películas não poderão ser totalmente refletivas (espelhadas) nem impedir a visão do ambiente de Auto
Atendimento, em qualquer horário do dia ou da noite.
Caso seja instalada em mais de uma agência, recomendamos instalar em uma unidade, solicitar parecer da
representação local de Segurança Empresarial e somente após manifestação favorável daquela área proceder à
instalação nas demais unidades solicitantes.
Especificações:
Película para proteção solar, cor grafite, luz visível transmitida 38%, energia solar rejeitada 44%, luz visível refletida
8%, rejeição de raio ultravioleta 99%. Utilizar películas cujas especificações se aproximem o máximo possível das
características citadas.
Referências:
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1.16
Fls.
Rubrica
•
LLumar mundi filmes ATR-35CHRSRHPR (luz visível transmitida 38%, energia solar rejeitada
44%, luz visível refletida 8%, rejeição de raio ultravioleta 99%).
•
BEAKAERT Solar Gard Architectural
•
Stainless Steel 30 (luz visível transmitida 34%, energia solar rejeitada 54%, luz visível refletida
17%, rejeição de raio ultravioleta 98%) e Silver 35 - (luz visível transmitida 34%, energia solar
rejeitada 64%, luz visível refletida 37%, rejeição de raio ultravioleta 98%).
•
PANORAMA
•
Slate 30 (luz visível transmitida 30%, energia solar rejeitada 63%, luz visível refletida 24%,
rejeição de raio ultravioleta 99%) e Sterling 40 - (luz visível transmitida 41%, energia solar
rejeitada 63%, luz visível refletida 33%, rejeição de raio ultravioleta 99%).
PERSIANAS
No Auto Atendimento, só será permitida a instalação de persianas depois de esgotadas todas as demais alternativas
técnicas e mediante autorização formal da representação local da Segurança Empresarial da CAIXA.
1.16.1
PERSIANAS HORIZONTAIS
Especificações:
• Material: Alumínio
1.16.2
•
Cor: Prata fosco
•
Largura: 25,0 mm
•
Sobreposição entre as lâminas: 5,0 mm
•
Lâminas com efeito mola
•
Trilho superior, dimensões: 25 x 25 mm
•
Trilho inferior, dimensões: 22,0 mm de largura por 9mm de altura
•
Altura máxima da persiana recolhida: 3,5% da altura da persiana quando aberta (não contar trilhos)
PERSIANAS VERTICAIS
Especificações:
• Material: Alumínio ou PVC
Referências:
1.17
•
Cores: Prata fosco ou cinza claro
•
Largura: 89,0 mm
•
Sobreposição entre as lâminas: 13,5 a 18,5 mm
•
Trilho superior.: Alumínio
•
Acabamento inferior: Corrente metálica
•
Controle: Por corda e corrente
•
Persiana horizontal – Luxaflex Original ou Trilho Suisso Metalet 25 (alumínio)
•
Persiana Vertical - Luxaflex Ágata (PVC) ou Alumínio
PASSA-OBJETOS
Com relação às especificações, o Passa-Objetos deverá ser totalmente confeccionado em acrílico virgem, incolor e
transparente, com espessura de 6mm, com o fundo com revestimento almofadado impermeável, de acordo com o
detalhamento anexo.
A abertura padrão dos vidros é de 40,0 cm x 30,0 cm e deve estar situada a 120cm do piso.
Caso os vidros já estejam colocados e possuam abertura com dimensões diferentes, poderão ser aceitos desde que
estas sejam compatíveis com as medidas do Passa-Objetos.
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Fls.
Rubrica
Não deverá em nenhuma hipótese ser tentado o aumento das dimensões dos cortes, ou a perfuração dos vidros para a
passagem dos parafusos de fixação. Nestes casos, os vidros deverão ser substituídos.
Deverão ser utilizados os recursos orçamentários existentes na filial na rubrica de RAC, para recursos inexistentes,
solicitar à GEINF orçamento.
Figura 2: Detalhamento do passa-objeto
dobradiças em acrílico
trinco
trinco
portinhola 340 X 150
abertura no vidro 40 X 30
revestimento
almofadado impermeável
projeção da caixa
402 X 486
CORTE
VISTA FRONTAL
VISTA LATERAL
VIDRO
PASSA OBJETOS
O PASSA OBJETOS SERÁ TODO CONFECCIONADO
EM ACRÍLICO VIRGEM, INCOLOR E TRANSPARENTE,
COM ESPESSURA DE 6 mm.
PLANTA
1.18
EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS E ACESSÓRIOS
Os metais sanitários utilizados nas instalações hidráulicas das unidades da CAIXA deverão ser de 1ª linha, com
acabamento cromado brilhante, inclusive em todos os sifões e engates metálicos. Todas as louças, igualmente de 1ª
linha, devem ser de cor branca.
Deverão ser previstos armários sob as bancadas em aglomerado revestido externamente em laminado na cor branco e
internamente laminado brilhante na cor branco brilhante. Os armários deverão ser instalados em cota 10,0 cm superior
ao piso, no mínimo.
1.18.1
TORNEIRAS
Deverão ser previstas a instalação de torneiras economizadoras de água em todos os projetos de construção ou
reforma de agências e área meio. Estas poderão ser de funcionamento hidromecânico ou por sensor de presença
(eletrônico). A regulagem das torneiras automáticas deverá prever tempo máximo de abertura de 7 segundos. Seja
qual for o modelo utilizado, é imprescindível que sejam certificadas pelo INMETRO.
Adicionalmente, para controlar a dispersão do jato, reduzindo a vazão e consumo, deverão ser previstos arejadores
(peneiras) nas extremidades das torneiras.
Os comandos das torneiras deverão estar no máximo a 0,50 m da face frontal do lavatório.
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Fls.
Rubrica
Para o caso de unidades CAIXA já existentes, deverá ser estudada a possibilidade de substituição das torneiras
instaladas, em especial, quando estas apresentarem histórico de vazamentos. Todas as torneiras em final de vida útil
deverão ser substituídas por modelos economizadores de água.
Referências:
• torneira Docol linha Pressmatic Benefit Chrome, (00185106);
•
1.18.2
torneira com sensor eletrônico Deca Decalux (1180 C), Docol Docoltronic.
MICTÓRIOS
Os mictórios serão em louça branca com sifão integrado, ajustados na altura conforme indicado na NBR 9050. Todo
banheiro masculino deverá dispor de ao menos um mictório.
Para os sistemas de descarga de mictórios, os economizadores de água, disponíveis no mercado variam de acordo
com o funcionamento podendo ser utilizados os seguintes:
válvula por acionamento hidromecânico: vazão em torno de 6l/min., com regulagem do tempo máximo de abertura de
8,0 segundos;
válvula de acionamento por sensor de presença: a descarga é realizada automaticamente, durante 5,0 a 10,0 segundos,
após cerca de 5,0 segundos da detecção do usuário.
É imprescindível a certificação pelo INMETRO.
Referências:
• mictório com sifão integrado, Ref. DECA. M712;
1.18.3
•
mictório com sifão integrado, Ref. Celite 08280.
•
acionamento por válvula para mictório Ref. Docol - linha Pressmatic Mictório inox 00168304; Ref.
DECA - linha Decamatic para Mictório 2570c.
BACIAS SANITÁRIAS
As bacias sanitárias deverão apresentar volume de sifonagem de 6,0 litros. As válvulas e dispositivos de descarga
deverão ser regulados de forma a permitir vazão não superior ao volume de sifonagem, com tolerância de 10,0 % para
mais.
Novas unidades ou unidades reformadas poderão receber os seguintes sistemas de descarga:
Bacia com caixa acoplada de 6 litros: deverão ser utilizadas no lugar das bacias tradicionais associadas às válvulas de
descarga intermitente.
Bacia e válvula restritora de vazão: trata-se de válvula instalada internamente à parede que restringe a vazão de
acionamento da bacia sanitária. A regulagem a ser utilizada não deverá ser superior a 6,0 litros.
Bacia com duplo fluxo de vazão: constituem-se em sistemas com válvula de descarga com duas teclas de
acionamento, uma de fluxo parcial (normalmente de 3,0 litros para resíduos líquidos) e outra de fluxo total
(normalmente de 6,0 litros para resíduos sólidos).
Sistemas antigos deverão ser substituídos pelas opções acima ao final de sua vida útil ou quando apresentarem
histórico de vazamentos.
Deverão ser instaladas duchas higiênicas em todos os Box de sanitários.
Deverá ser instalado torneira de serviço com ralo em todos os banheiros para facilitar futuras lavagens.
Referências:
• Bacia suspensa – Ref. DECA - linha Nuova P132, cor branco gelo;
1.18.4
•
Bacia convencional Ref. DECA - linha Conforto P51, cor branca (específica para Portadores de
Necessidades Especiais);
•
Bacia sanitária convencional monobloco, cor branco, Ref. Hervy - Linha Silent, Ref. Ideal Standard
- Linha Plaza, Ref. DECA Ravena.
•
Assento para bacia compatível ao modelo da bacia, Ref. Hervy Silent Laqueado, Ref. Ideal
Standard Plaza Laqueado, Ref. Deca Ravena Almofadado.
•
Assento para bacia compatível ao modelo da bacia Ref. DECA – Conforto AP52, cor branca;
•
Assento sanitário alto, Ref. DECA - Linha Conforto 2360 EBR, Sit-IV, Mil Assentos com altura
sob medida, específico para Portadores de Necessidades Especiais.
VÁLVULAS REGULADORAS DE VAZÃO
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Fls.
Rubrica
Estas válvulas operam por meio de uma perda de carga localizada no sistema, resultando em redução de vazão. De
fácil instalação, esse tipo de dispositivo poderá ser utilizado alternativamente ou em conjunto com as torneiras
automáticas. Os sistemas disponíveis no mercado são do tipo “pastilha”, para vazões pré-determinadas de 0,10 l/seg.,
0,13 l/seg., 0,17 l/seg. e 0,20 l/seg. e pressões hidráulicas acima de 100,0 KPa. Para a instalação junto ao ponto de
água de torneiras de lavatório, cozinha e mictórios podem ser do tipo “engate”, flexível ou rígido.
1.18.5
ACESSÓRIOS PARA SANITÁRIOS
Os acessórios para sanitários tais como saboneteiras, toalheiros e porta objetos são de instalação obrigatória e devem
ter sua área de utilização dentro da faixa de alcance confortável, definida no Manual de Acessibilidade vigente.
São obrigatórios cabides em todos os box sanitários.
Cabide metálico tipo gancho acabamento cromado Ref. DECA - linha Izy 2060C37, Docol - linha Docol Luxo Single
00158206 ou equivalente.
1.18.5.1
ESPELHOS
Espelho para o sanitário deve ser em cristal nacional, com 6 mm de espessura mínima, altura de 1,00 m, comprimento
na mesma extensão da bancada, com bordas lapidadas, pintura protetora, tipo automotiva, aplicada no verso à pistola
e pinos de fixação em aço inoxidável, sem perfuração da peça.
O espelho deverá ser fixado sobre base de compensado 6,0 mm antes de ser instalado nas paredes
Nos sanitários adaptados aos portadores de necessidades especiais serão instalados espelhos inclinados em 10° em
relação ao plano vertical, a altura da borda inferior de no máximo 0,90 m e a da borda superior de no mínimo 1,80 m
do piso acabado.
Os espelhos serão do tipo cristal 5,0 mm Ref. Blindex ou equivalente fixados com parafusos Ref. Finasson ou
equivalente, com 10° de inclinação em relação ao plano vertical, com dimensão de 0,50 x 0,90 m, instalados acima do
lavatório.
1.18.5.2
PAPELEIRAS E SABONETEIRAS
Será instalado dispensador de plástico ABS na cor branca para toalha de papel interfolhada (largura 25,0 cm,
profundidade 8,5 cm, altura 35,0 cm) Ref. Kimberley-Clark - linha Lalekla ref. 30180225, Ref. Columbus PT-1000
ou equivalente.
Saboneteira spray de plástico ABS na cor branca (largura 13,5 cm, profundidade 14,0 cm, altura 37,0 cm) Ref.
Kimberley-Clark – linha Lalekla 30152702, Ref. Columbus SG-4000 ou equivalente.
Tanto o dispensador para toalha quanto a saboneteira, devem estar dentro da faixa de alcance situada entre 80,0 cm e
120,0 cm.
Será instalado dispensador para papel higiênico em plástico ABS na cor branca com visor de nível de reabastecimento
(largura 26,5 cm, profundidade 13,0 cm, altura 27,0 cm) Ref. Kimberley-Clark - linha Lalekla 30175768, Ref.
Columbus PH-3000 ou equivalente, este deve estar alinhado com a borda frontal da bacia e o acesso ao papel deve
estar entre 1,00 m e 1,20 m do piso acabado.
1.18.5.3
CABIDE
Será instalado cabide junto ao boxe do chuveiro, quando houver, a uma altura entre 0,80 m e 1,20 m do piso acabado.
Não instalar atrás da porta e não deverá criar saliências pontiagudas.
Cabide metálico tipo gancho acabamento cromado Ref. DECA - linha Izy 2060C37, Docol - linha Docol Luxo Single
00158206 ou equivalente.
1.18.5.4
PORTA OBJETOS
Será instalado porta objetos junto ao lavatório, a uma altura entre 0,80 e 1,20 m, com profundidade máxima de 0,25
m, em local que não interfira nas áreas de transferência e manobra e na utilização das barras de apoio.
Porta objetos com prateleira em vidro comum 10,0 mm (9,5 cm x 50,0 cm) e apoio metálico cromado Ref. DECA linha Izy 2030C37 ou equivalente, Ref. Docol - linha Docol Luxo 00219806, fab. Docol ou equivalente.
1.18.6
RESERVATÓRIOS
Os reservatórios superiores e inferiores deverão ser adequadamente impermeabilizados e permitir o acesso fácil e
seguro para inspeção e limpeza periódicas. Deverão apresentar vedação adequada para que não se permita a
contaminação da água por quaisquer vetores (insetos e animais).
Em imóveis nos quais a CAIXA não seja a única ocupante, deverá ser previsto, sempre que possível, reservatório
exclusivo para a CAIXA, independente do reservatório principal da edificação e que contenha a reserva mínima para
prevenção de combate a incêndio.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
As edificações que abriguem unidades CAIXA deverão possuir reservatórios segmentados de maneira a se permitir
limpezas e lavagens sem a paralisação do fornecimento de água.
Novas unidades deverão apresentar solução voltada para a captação de águas pluviais. Nesse sentido, para essas
edificações torna-se necessário, no mínimo, um reservatório inferior extra, para deposição e tratamento mínimo da
água captada, que será usada rega de jardins e/ou lavagem de pisos externos.
1.18.7
HIDRÔMETROS
Nos imóveis em que a CAIXA não seja a única ocupante, também deverá ser previsto, sempre que possível, a
instalação de hidrômetro exclusivo para a medição da água proveniente da concessionária consumida pela unidade.
1.18.8
BOMBAS HIDRÁULICAS
Estas deverão ser dimensionadas quando ocorrerem as seguintes situações:
• Quando a pressão da rede pública for insuficiente para elevar a água até o reservatório superior;
•
Quando necessária a captação e disposição de águas pluviais e/ou esgoto situados em nível inferior
à rede de coleta pública.
Salienta-se que, mesmo em unidades onde a pressão da rede pública for suficiente, deverá ser prevista bomba de
recalque para garantia do fornecimento de água da unidade.
Pelo maior grau de desgaste e dificuldade de manutenção, os projetos deverão ser desenvolvidos no sentido de se
evitar a necessidade de instalação de bombas de recalque de esgoto, utilizando-se, na medida do possível, os desníveis
entre o ponto de saída de esgoto e o ponto de captação da rede pública.
Em qualquer situação, e para se permitir rodízio de equipamentos e conseqüente maior confiabilidade, deverão ser
previstas bombas reservas com funcionamento intertravado, tanto para água limpa quanto para esgoto.
1.18.9
TUBULAÇÕES (TUBOS, CONEXÕES, FIXAÇÕES E ACESSÓRIOS)
Será utilizada, preferencialmente, tubulação de PVC. Nas edificações antigas com sistemas hidrossanitários em
tubulação metálica, com vida útil ultrapassada, estas deverão ser substituídas por PVC de alta resistência.
As tubulações das instalações de agências e áreas meio não deverão ser acessíveis ou controladas a partir de áreas
ocupadas por outros inquilinos ou proprietários.
Tubulações de esgoto: serão em PVC tipo ponta e bolsa com virola e /ou quando indicado em projeto, em PVC série
“R” reforçada, de 1ª qualidade. Os tubos deverão ser assentados com as bolsas voltadas para jusante.
As caixas de inspeção e de passagem (existentes ou novas) serão feitas com alvenaria de tijolos maciços, assentes
com argamassa resistente, revestidas internamente com “cimento liso”, não podendo haver formação de depósitos nos
seus fundos. Deverão ser tampadas de concreto armado ou de chapa de ferro, nestes casos protegidas com pintura
anticorrosiva , perfeitamente vedadas no caso das de esgoto sanitário, mas facilmente removíveis, quando necessário,
sempre no nível do piso acabado.
As tampas devem estar absolutamente niveladas com o piso onde se encontram e as frestas devem possuir dimensão
máxima de 15,0 mm, devem estar firmes, estáveis e antiderrapantes sob qualquer condição e a eventual superfície não
pode ser similar à dos pisos táteis alerta ou direcionais.
As grelhas deverão ser instaladas fora da rota acessível e na impossibilidade devem ter, no sentido transversal ao
movimento, dimensão máxima de 15,0 mm.
1.18.9.1
ÁGUA FRIA
Serão em PVC de acordo com o projeto, soldável ou roscável, de 1ª qualidade. Os tubos deverão ser cortados sempre
em seção reta com as arestas lixadas e limpas. As roscas deverão ser envolvidas com fitas de vedação para rosca.
1.18.9.2
ESGOTO
Tubulações e conexões de esgoto serão em PVC tipo ponta e bolsa com virola e/ou quando indicado em projeto, em
PVC série “R” reforçada, qualidade TIGRE ou equivalente, sendo perfeitamente vedadas. Os tubos de ponta e bolsa
serão assentes com as bolsas voltadas para jusante, isto é, em sentido oposto do escoamento.
Todas as mudanças de direção deverão ser executadas por conexões e não por curvas que forcem a tubulação.
Também não se admite aquecimento do material para encaixe de conexões.
1.18.10
FOSSAS SÉPTICAS
Para as unidades da CAIXA situadas em locais não servidos por rede de esgoto, deverá ser projetado sistema de
tratamento de efluentes domésticos constituído por no mínimo fossa séptica e sumidouro dimensionados de acordo
com a NBR 7229 (Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos).
A localização será aquela que menos impacte o funcionamento da unidade CAIXA, devendo-se considerar ainda o
acesso de equipamentos devido às necessidades de limpeza periódicas.
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1.19
Fls.
Rubrica
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
Haverá particular atenção para o cumprimento das exigências de proteger as partes móveis dos equipamentos e de
evitar que as ferramentas manuais sejam abandonadas sobre passagens, escadas, andaimes e superfícies de trabalho,
bem como para o respeito ao dispositivo que proíbe a ligação de mais de uma ferramenta elétrica na mesma tomada
de corrente.
Serão de uso obrigatório os equipamentos relacionados no quadro a seguir, obedecido ao disposto nas Normas
Regulamentadoras NR 6 - Equipamento de Proteção Individual - EPI e NR 1 - Disposições Gerais.
Tabela 2 – Equipamentos de Proteção Individual
PROTEÇÃO
EQUIPAMENTO
Capacete de segurança
TIPO DE RISCO
Queda ou projeção de objetos, impactos contra
estruturas e outros
Capacete especial
Equipamentos ou circuitos elétricos
Protetor facial
Projeção de fragmentos, respingos de líquidos e
radiações nocivas
CABEÇA
Óculos de segurança Ferimentos nos olhos
contra impacto
Óculos de segurança Irritação nos olhos e lesões decorrentes da ação
contra radiação
de radiações
Óculos de segurança Irritação nos olhos e lesões decorrentes da ação
contra respingos
de líquidos agressivos
Luvas e mangas de Contato com substâncias corrosivas ou tóxicas,
MÃOS
E proteção (couro, lona materiais abrasivos ou cortantes, equipamentos
plastificada, borracha ou energizados, materiais aquecidos ou radiações
BRAÇOS
neoprene)
perigosas
Botas de borracha (PVC) Locais molhados, lamacentos ou em presença de
substâncias tóxicas
PÉS E PERNAS
Calçados de couro
Lesão do pé
INTEGRAL
Cinto de segurança
Queda com diferença de nível
Protetores auriculares
Nível de ruído superior ao estabelecido na NR-5
AUDITIVA
– Atividades e Operações Insalubres
Respirador contra poeira Trabalhos com produção de poeira
Máscara para jato de Trabalhos de limpeza por abrasão através de
RESPIRATÓRIA areia
jatos de areia
Respirador e máscara de Poluentes atmosféricos em concentrações
filtro químico
prejudiciais à saúde
Avental de raspa
Trabalhos de soldagem e corte a quente e de
TRONCO
dobragem e armação de ferros
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Fls.
Rubrica
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Nesta seção são apresentadas diretrizes para especificações técnicas de Materiais, Dispositivos e Equipamentos
freqüentemente aplicados nas instalações elétricas.
1.20
QUADROS ELÉTRICOS
1.20.1
QUADROS GERAIS
Os quadros QGBT e QGE deverão ser de construção adequada para instalação abrigada, completamente fechados em
todos os lados por chapa metálica, exceto nas aberturas de ventilação e janelas de inspeção. As aberturas de
ventilação deverão ser protegidas por grades metálicas à prova de corrosão e eficientes para proteger os equipamentos
contra a entrada de insetos e roedores.
Os quadros deverão ter grau de proteção compatível com o seu local de instalação ou com o tipo de equipamento
alimentado, conforme a norma NBR 6146 da ABNT. O grau de proteção mínimo aceitável é IP 54.
Os quadros deverão ser especificados segundo os seguintes critérios:
• Tensão nominal.
•
Classe de isolamento.
•
Freqüência nominal.
•
Corrente nominal do barramento.
•
Nível de isolamento nominal.
•
Tensão suportável a 60 Hz, 1 minuto.
•
Corrente de curto-circuito nominal simétrica.
•
Circuito de comando.
•
Grau de proteção.
Os barramentos blindados (“busbar trunking systems ou busways”) deverão atender à IEC 439-2 e à NF C 63-010.
O acesso às partes internas dos quadros deverá ser feito através de portas frontais ou traseiras, com abertura mínima
de 90º, de modo a permitir a manutenção dos barramentos ou eventual remoção dos componentes.
No caso de painéis auto-sustentados ou cabines, os quadros deverão ser protegidos e fabricados de modo a ser
possível sua ampliação pela simples adição de outros painéis idênticos nas extremidades, e de tal modo que não
permita, em caso de incêndio, que as chamas se propaguem aos quadros adjacentes e aos outros compartimentos do
próprio quadro.
Os quadros deverão apresentar, construtivamente, o maior grau possível de segurança para o pessoal da manutenção.
Todas as partes vivas deverão ficar completamente protegidas por chapas metálicas, de modo a não poderem ser
tocadas quando energizadas.
Os quadros deverão ser subdivididos em compartimentos independentes e completamente isolados uns dos outros,
cada um dotado de portas contendo os equipamentos para cada ramal de alimentação.
As entradas e saídas dos cabos de força deverão ser feitas pela parte inferior ou superior dos quadros. Para tanto,
deverão ser previstas, nestas partes, chapas de aço dotadas de guarnição de borracha sintética, presas à estrutura dos
quadros por meio de parafusos, de modo a permitir a sua retirada na obra para a execução dos furos necessários para a
conexão de eletrodutos ou prensa cabos.
Deverão ser previstos conectores e todos os acessórios de fixação para os cabos de entrada e saída previstos para o
quadro.
As entradas e saídas dos cabos de controle deverão ser feitas, também, pela parte superior ou inferior dos quadros,
que deverão estar providos de blocos terminais, prevendo-se cerca de 20% de terminais de reserva.
Todos os cabos de controle deverão caminhar internamente ao quadro em canaleta previstas para tal finalidade.
As ligações internas dos quadros deverão ser claramente identificadas com anilhas plásticas ou luvas em cada
extremidade, com as mesmas designações dos bornes terminais.
As ligações entre quadros deverão ser realizadas por meio de réguas terminais, clara e igualmente identificadas, a fim
de eliminar a possibilidade de erro quando da ligação na obra. Não deverá ser ligado mais que um condutor em cada
ponto de ligação do borne.
Os quadros e todos os dispositivos neles montados deverão possuir placas de identificação com as mesmas
designações dos desenhos, de modo a permitir fácil identificação.
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Fls.
Rubrica
As chaves seccionadoras, se existirem, deverão ser fixadas pela base.
A porta do compartimento, onde estiver instalada a chave seccionadora deverá possuir um sistema que impeça a sua
abertura quando a chave estiver na posição fechada.
As placas de identificação deverão ser de plástico ou acrílico, de cor preta com legendas na cor branca. A gravação
deverá ser em baixo relevo, em língua portuguesa seguindo a nomenclatura adotada em projeto.
A fixação das placas de identificação dos quadros deverá ser efetuada com rebites de plástico.
Todas as partes iguais dos quadros deverão ser intercambiáveis.
As estruturas metálicas deverão ser do tipo autoportante, perfeitamente rígidas e previstas para permitir ampliações
fáceis. Deverão ser construídas com perfis de aço e fechadas com chapas de aço de 2,0 mm (nº 14 MSG) de espessura
(no mínimo), assim como as paredes divisórias de cada compartimento ou de quadros imediatamente adjacentes.
As bases dos quadros deverão ser providas de perfis "U", com furos adequados para os chumbadores a serem
embutidos no concreto das obras civis.
Os barramentos deverão ser construídos de barras de cobre eletrolítico com grau de pureza mínimo de 99,9%,
adequadamente fixados para resistir aos esforços eletrodinâmicos das máximas correntes de curto-circuito
especificadas.
Os barramentos, bem como os diversos elementos de ligação aos equipamentos primários, juntas e derivações
deverão ser completamente isoladas eletricamente, para classe de 600 V, com material adequado tipo epóxi, material
termo-retrátil ou equivalente.
As emendas e derivações deverão apresentar o mesmo nível de isolamento do barramento.
O material isolante a ser utilizado deverá ter propriedades elétricas e mecânicas comprovadamente satisfatórias,
deverá ser não propagador de chamas, de baixa toxidade, resistente a formação de depósitos de carbono quando
exposto à descarga elétrica, e adequado às condições ambientais da instalação.
Os barramentos deverão ser identificados através de cores, conforme recomendações da Norma NBR 6808 da ABNT.
O projeto, construção e os materiais dos barramentos, conexões e isolamento deverão levar em conta as contrações e
expansões dos materiais devido às variações de temperatura dos diversos elementos, condutores ou não da corrente
elétrica e dos isolantes.
Deverá ser prevista uma barra de cobre eletrolítico, contínua, ao longo de cada conjunto de quadros, de seção
transversal mínima especificada, para permitir o aterramento dos quadros. Esta barra deverá ser provida de conectores
adequados, tipo alta pressão, aparafusados, próprios para cabos de cobre nu, para sua conexão à malha de
aterramento.
Nos casos onde o dimensionamento dos componentes do QGBT e/ou QGE permita a utilização de quadros de menor
porte, poderão ser adotadas as diretrizes constantes do item 5.1.2 deste Manual.
1.20.2
QUADROS DE DISTRIBUIÇÃO E QUADROS TERMINAIS
Os quadros e painéis deverão ser projetados, construídos e ensaiados de acordo com as prescrições da Norma NBR
6808 da ABNT e nos pontos omissos conforme Normas NEMA.
Os quadros deverão ser especificados segundo os seguintes critérios:
• Tensão nominal.
•
Classe de isolamento.
•
Freqüência nominal.
•
Corrente nominal do barramento.
•
Nível de isolamento nominal.
•
Tensão suportável a 60 Hz, 1 minuto.
•
Corrente de curto-circuito nominal simétrica.
•
Circuito de comando.
•
Grau de proteção.
Os quadros deverão ser do tipo de fixação em parede (aparente, embutida ou semi-embutida), com porta frontal,
sendo os componentes internos montados em chassis ou chapas de montagem fixadas na parte traseira do painel e
fechados por meio de espelho frontal interno metálico ou acrílico transparente de espessura mínima de 8 mm.
Para cada fase deverá existir barramento de cobre eletrolítico com grau de pureza mínimo de 99,9%, sem emenda,
fixado na chapa, com isolação e diversos pontos de fixação através de parafusos bicromatizados, com arruelas de
pressão.
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Fls.
Rubrica
Os disjuntores de proteção dos circuitos deverão ser termomagnéticos, dimensionados pela carga de cada um deles,
devendo ser previstos, no mínimo, 20,0% de espaços livres no quadro de circuitos como reservas para expansão
futura.
Os módulos para disjuntores não utilizados deverão ser vedados com tampa plástica apropriada.
A distribuição dos componentes deverá ser equilibrada, com os condutores seguindo um trajeto organizado, unidos
com braçadeiras plásticas.
Todos os condutores deverão ser identificados em sua origem, junto aos barramentos, disjuntores e conectores, com
marcadores especiais.
O acesso ao acionamento dos disjuntores, chaves de comando, etc. deverá ser possível pela frente do quadro após a
abertura da porta.
As entradas e saídas dos cabos de alimentação deverão ser possíveis tanto pela parte inferior como superior dos
quadros. Para tanto, deverão ser previstas, nestas partes, chapas de aço dotadas de guarnições de borracha sintética,
presas à estrutura por meio de parafusos, de modo a permitir sua retirada para a execução dos furos necessários para a
conexão de eletrodutos.
As ligações internas dos quadros deverão ser claramente identificadas com anilhas plásticas ou luvas em cada
extremidade, com as mesmas designações dos bornes terminais. Os cabos deverão correr em canaletas especialmente
previstas para este fim.
As ligações entre quadros deverão ser clara e igualmente identificadas, a fim de eliminar a possibilidade de erro
quando da ligação em campo. Deverão ser previstos em cada quadro 20,0% de bornes adicionais de reserva.
A fiação de controle deverá ser executada com cabos de cobre trançados com seção não inferior a 2,5 mm2.
Os quadros e todos os dispositivos neles montados deverão possuir placas de identificação com as mesmas
designações dos desenhos.
Estes quadros deverão ser construídos em chapa de aço, espessura mínima de 1,9 mm (14 USG), pintura em epóxi,
com tratamento antiferrugem, em processo eletrostático, tinta vinílica, com espelho articulado e porta com dobradiças
embutidas e trinco.
Todas as partes não pintadas deverão sofrer processo de bicromatização.
Os disjuntores, geral e de circuitos terminais, deverão ser fixados por meio de trilhos ou garras de fixação.
Os circuitos deverão ser identificados através de etiquetas indeléveis, de plástico ou acrílico, de cor preta, com
legendas na cor branca, fixadas no espelho frontal interno.
Para o neutro e terra deverão existir barras de cobre isoladas da estrutura do quadro, com identificação e diversos
pontos de fixação através de parafusos bicromatizados, com arruelas de pressão.
Todas as partes iguais dos quadros deverão ser intercambiáveis.
Os barramentos deverão ser construídos de barras de cobre eletrolítico com grau de pureza mínimo de 99,9%,
adequadamente fixados para resistir aos esforços eletrodinâmicos das máximas correntes de curto-circuito
especificadas.
Os barramentos, bem como os diversos elementos de ligação aos equipamentos primários, juntas e derivações
deverão ser completamente isoladas eletricamente, para classe de 600 V, com material adequado tipo epóxi, material
termo-retrátil ou equivalente.
As emendas e derivações deverão apresentar o mesmo nível de isolamento do barramento.
O material isolante a ser utilizado deverá ter propriedades elétricas e mecânicas comprovadamente satisfatórias,
deverá ser não propagador de chamas, de baixa toxidade, resistente a formação de depósitos de carbono quando
exposto à descarga elétrica, e adequado às condições ambientais da instalação.
Os barramentos deverão ser identificados através de cores, conforme recomendações da Norma NBR 6808 da ABNT.
O projeto, construção e os materiais dos barramentos, conexões e isolamento deverão levar em conta as contrações e
expansões dos materiais devido às variações de temperatura dos diversos elementos, condutores ou não da corrente
elétrica e dos isolantes.
Deverá ser prevista uma barra de cobre eletrolítico, contínua, ao longo de cada conjunto de quadros, de seção
transversal mínima especificada, para permitir o aterramento dos quadros. Esta barra deverá ser provida de conectores
adequados, tipo alta pressão, aparafusados, próprios para cabos de cobre nu, para sua conexão à malha de
aterramento.
Deve ser previsto espaço reserva nos quadros para montagem futura de dispositivos de automação e comandos.
1.21
DISJUNTORES
Todos os disjuntores deverão ser projetados, construídos e ensaiados conforme prescrições das normas aplicáveis da
ABNT NBR 5290 e NBR 5283 ou das normas internacionais ANSI e IEC aplicáveis.
1.21.1
DISJUNTORES EM CAIXA MOLDADA
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Fls.
Rubrica
Esses disjuntores poderão ser montados em gavetas extraíveis, com conexão aos barramentos por meio de plug-in, ou
serem de montagem fixa.
1.21.1.1
Características Nominais:
•
Tensão Nominal.
•
Tensão de Isolamento.
•
Freqüência Nominal de 60 Hz.
•
Corrente Nominal.
•
Capacidade de interrupção em curto-circuito.
•
Contatos Auxiliares.
Os disjuntores deverão ser fornecidos, se for o caso, com contatos auxiliares para sinalização local ou remota de
"aberto", "fechado" e de "proteção atuada" e trips ajustáveis para coordenação da seletividade de proteção.
1.21.2
DISJUNTORES PARA CIRCUITOS TERMINAIS E MINIDISJUNTORES
Deverão conter disparadores térmicos e disparadores magnéticos.
Deverão possuir características modulares – montagem em trilho padrão DIN.
O disparo comandado pela bobina eletromagnética deverá se dar entre 5 e 10 vezes In (corrente nominal) – classe C
segundo a IEC 60898.
1.21.2.1
1.22
Características Nominais:
•
Tensão Nominal.
•
Tensão de Isolamento.
•
Freqüência Nominal de 60 Hz.
•
Corrente Nominal.
•
Capacidade de interrupção em curto-circuito de no mínimo 10 kA.
•
Disjuntores de Média Tensão
•
Os disjuntores de média tensão deverão ser constituídos de isolamento a seco.
CHAVES SECCIONADORAS E REVERSORAS
As chaves seccionadoras e reversoras deverão ser projetadas, construídas e ensaiadas conforme as prescrições das
Normas ABNT NBR 5381, NBR 5355, IEC 947-3 e VDE-0660.
As chaves seccionadoras e reversoras deverão ser previstas para operação sob carga e previstas para montagem nos
compartimentos dos quadros.
Os contatos deverão ser de cobre prateado ou material equivalente, do tipo alta pressão, projetados de forma a
suportar os efeitos térmicos e eletrodinâmicos decorrentes das correntes de curto-circuito a que estará sujeito o
barramento principal.
Cada chave seccionadora deverá ser equipada com contatos auxiliares, em quantidade suficiente para atender os
esquemas de comando e sinalização, sendo que deverão ser previstas, no mínimo, com um contato auxiliar "NA" e
um "NF".
Deverão ser dotadas de intertravamento, de maneira que só possa ser operada com a porta do compartimento fechado,
e só seja possível abrir a porta do compartimento com a chave na posição aberta. O acionamento das chaves
seccionadoras deverá ser manual, através de manopla rotativa acionável externamente ao compartimento.
1.22.1
Características Nominais:
•
Tensão nominal.
•
Tensão de isolamento.
•
Freqüência nominal de 60 Hz.
•
Corrente nominal.
•
Capacidade suportável em curto-circuito.
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1.23
Fls.
Rubrica
TRANSFORMADORES
Os transformadores deverão ser projetados, construídos e ensaiados de acordo com as prescrições NBR 10295 das
Normas ABNT, exceto quando especificado de outra forma.
Os transformadores serão trifásicos e com as seguintes especificações:
• Potência Nominal.
•
Tensão nominal (do enrolamento primário e do enrolamento secundário).
•
Nível de tensão de isolamento.
•
Tensão suportável, a 60 Hz, durante um minuto.
•
Freqüência de 60 Hz.
•
Grupo de Ligação.
•
Tensão de curto-circuito referida à potência nominal, 60 Hz.
•
Nível de ruído máximo.
O núcleo dos transformadores deverá ser construído com chapas silicosas do tipo ANSI M5 laminadas a frio e de
cristais orientados, ou conforme normas internacionais equivalentes.
As estruturas de fixação do núcleo deverão permitir o transporte seguro dos transformadores sem que haja
afrouxamento do núcleo e garantir uma elevada resistência mecânica em funcionamento normal e em condições de
curto-circuito, reduzindo ao mínimo as vibrações.
Deverá ser prevista a conexão rígida do núcleo à terra, a fim de evitar o acúmulo de cargas eletrostáticas.
Os enrolamentos deverão ser construídos com cobre ou alumínio de elevada pureza e convenientemente isolados, com
material isolante de classe térmica "B" ou "F", de características adequadas e encapsulados solidamente.
Os cilindros de encapsulamento dos enrolamentos deverão ser executados em fibras de vidro e resina à base de
silicone ou epóxi, com calços de esteatite ou material equivalente, para assegurar uma elevada robustez mecânica.
Deverão ser previstos canais de ventilação entre o núcleo e o enrolamento secundário e também entre este e o
enrolamento primário.
A parte ativa do transformador deverá ser abrigada no interior de invólucro de proteção metálico apropriado,
constituído por chapas de aço soldadas e aparafusadas, provido de meios adequados de ventilação e que assegurem a
refrigeração conveniente do transformador em quaisquer condições de operação constantes em normas, sem
ultrapassar os limites de temperatura prescritos. O grau de proteção mínimo do invólucro deverá ser IP 54.
O invólucro de proteção deverá ter dois terminais, diagonalmente opostos, para aterramento, acompanhados de
conector apropriado para ligação a cabo de cobre nu.
Os terminais de saída dos enrolamentos primário e secundário (e do neutro) dos transformadores deverão ser
devidamente identificados e acompanhados, cada um, de seu respectivo conector.
Para subestações abrigadas nos imóveis utilizados pela CAIXA deverá ser especificado o uso de transformadores com
isolamento a seco, de forma a tornar a manutenção menos onerosa e mais fácil.
Para subestações em postes serão utilizados transformadores a óleo sendo que o isolante deverá ser do tipo mineral.
1.24
CABOS
Deverão ser utilizados condutores de cobre eletrolítico, grau de pureza de 99,99% e têmpera mole.
1.24.1
CABOS DE POTÊNCIA DE MÉDIA TENSÃO
Serão destinados às instalações elétricas de circuitos principais, alimentadores e prumadas, com classe de isolamento
acima de 1 kV.
Para tubulações subterrâneas deverão ser do tipo seco e com isolamento, atendendo à norma NBR 7288.
Deverão possuir duplo isolamento em EPR/XLPE, com características especiais para não propagação de chamas,
emissão de gases tóxicos, isento de chumbo e de metais pesados e auto-extinção do fogo, bem como certificado de
conformidade emitido pelo INMETRO, atendendo a Norma NBR 6148.
A identificação deverá ser feita com uso de fitas adesivas coloridas junto aos seus terminais obedecendo à
padronização de cores estabelecidas pela Concessionária local.
1.24.2
CABOS DE POTÊNCIA DE BAIXA TENSÃO
Serão destinados às instalações elétricas de força, iluminação e equipamentos em geral, com tensões de até 1 kV.
Os condutores deverão ser cabos flexíveis com seção nominal mínima de 2,5 mm2.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Não será permitida a utilização de fio rígido.
Deverão possuir isolamento em PVC ou EPR/XLPE, com características especiais para não propagação de chamas
(BWF), auto-extinção do fogo, isento de chumbo e de metais pesados e com certificado de conformidade emitido pelo
INMETRO, atendendo a Norma NBR 6148.
Deverão ser utilizados condutores obedecendo ao seguinte padrão de cores (NBR 5410):
• elétrica geral: fase (preto), neutro (branco), terra (verde ou verde-amarelo).
•
1.24.3
elétrica estabilizada: fase (vermelho), neutro (azul-claro), terra (verde ou verde-amarelo).
CONDUTOR NEUTRO
O condutor Neutro, se existir, deverá possuir a mesma seção do condutor fase nos seguintes casos:
• Em circuitos monofásicos a 2 e 3 condutores e bifásicos a 3 condutores, qualquer que seja a seção.
•
Em circuitos trifásicos, quando a seção do condutor fase for inferior ou igual a 25,0 mm2.
•
Em circuitos trifásicos quando for prevista a presença de harmônicas, qualquer que seja a seção.
•
Em circuito trifásico com neutro ou em circuito com duas fases e neutro, a taxa de terceira
harmônica for superior a 33,0% pode ser necessário condutor neutro superior à dos condutores fase.
O condutor neutro não poderá ser comum a mais de um circuito.
1.24.4
MATERIAIS DE EMENDAS E DE INTERLIGAÇÕES DE CONDUTORES
As emendas deverão ser executadas por meio de conectores apropriados e isolados com fitas de autofusão.
1.25
As interligações de cabos a disjuntores, tomadas elétricas, barramentos, etc., serão
através de terminais do tipo olhal, garfo ou pino.
1.26
CONDUTOS OU LINHAS ELÉTRICAS
1.26.1
ELETRODUTOS E DUTOS DE PISO
Serão utilizados eletrodutos obedecendo à norma NBR 6150 para eletrodutos de PVC, rígidos e a norma NBR 5624
para eletrodutos de ferro galvanizado ou esmaltado, de acordo com os seguintes critérios:
• montagens aparentes ou internas em piso ou forros falsos: eletrodutos de ferro galvanizado ou de
ferro esmaltado pintados (classe leve I);
•
montagem aparente em áreas externas: eletrodutos de ferro galvanizado;
•
montagens embutidas em piso, lajes ou alvenaria: eletrodutos em PVC rígidos, rosqueáveis ou
eletrodutos em ferro esmaltado pintados (classe leve I);
•
malhas de piso: poderão ser utilizados eletrodutos de seção não-circular (“dutos de piso”), desde
que haja contrapiso suficiente (mínimo de 7,0 cm). Serão compostos sistemas de canaletas
retangulares em chapa de aço galvanizada, com caixas de passagem e de saída integrando os
sistemas de tendas elétricas, telefonia, rede elétrica estabilizada e rede lógica.
Poderão ser utilizados eletrodutos ferromagnéticos flexíveis em instalações internas não embutidas, para derivações
das instalações aparentes, nos entreforros para interligação de caixas e conduletes, ou, ainda, para circuitos de
equipamentos de informática sob piso elevado.
As luvas e curvas deverão ser do mesmo material do eletroduto ou duto de piso correspondente, com utilização de
conjuntos cilíndricos de 2” em latão polido com tampas rosqueáveis ou caixas combinadas com tampa articulada de
mesmo material dos dutos, com proteção para saída de cabos para instalação de tomadas.
As conexões terminais em eletrodutos ferromagnéticos flexíveis deverão ser feitas com conectores giratórios em latão
ou alumínio fundido.
As curvas feitas diretamente nos eletrodutos não deverão reduzir significativamente seu diâmetro interno.
Em juntas de dilatação, os eletrodutos rígidos deverão ser seccionados, devendo ser mantidas as características
necessárias à sua utilização; em eletrodutos metálicos a continuidade elétrica deverá ser sempre mantida.
As terminações dos eletrodutos deverão ser providas de buchas e arruelas de bitolas compatíveis e nos dutos de
flanges de mesmas dimensões.
1.26.2
CAIXAS DE PASSAGEM
As caixas de passagens poderão ser instaladas:
117/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.26.3
Fls.
Rubrica
•
Embutidas em piso: deverão ser utilizadas em alumínio fundido, preferencialmente com altura de
65,0 mm, com tampa de latão e sobretampa de latão do tipo roscável.
•
Aparentes: caixas em alumínio, seguindo o tipo de eletroduto utilizado.
•
Em entreforros: caixas do tipo condulete em PVC ou em alumínio, seguindo o tipo de eletroduto
utilizado.
CANALETAS E PERFILADOS
Os materiais utilizados deverão ser livres de halogênios, antichama e com baixa emissão de fumaça e gases tóxicos.
Os acessórios, tais como, derivações, curvas e outros deverão ser de mesmas dimensões e materiais do conjunto.
1.26.4
MOLDURAS
Suas ranhuras deverão possuir dimensões tais que os cabos ou condutores possam alojar-se facilmente. Em cada
ranhura somente poderão ser acondicionados condutores ou cabos de um mesmo circuito.
1.27
TOMADAS ELÉTRICAS DE USO GERAL E DE USO ESPECÍFICO
Para instalações de uso geral e equipamentos específicos, em piso e alvenaria, devem ser utilizadas tomadas elétricas
polarizadas compatíveis com pinos dos tipos 2P + T, 3P + T e 4P + T, na cor preta, conforme norma ABNT NBR
14136.
Para instalações com energia estabilizada (estabilizador) devem ser adotadas tomadas 2P + T (NBR 14136) na cor
vermelha.
Para instalações com energia ininterrupta (no break) devem ser adotadas tomadas 2P + T (NBR 14136) na cor branca.
Para as tomadas de energia comum deverão ser adotadas tomadas 2P + T (NBR 14136) na cor preta.
Tomadas de uso específico (“cargas específicas”) deverão ser dimensionadas para o valor da carga do equipamento.
Todas as tomadas elétricas deverão possuir certificação de conformidade emitida pelo INMETRO.
As tomadas para instalação externa deverão possuir características construtivas que permitam sua exposição ao
tempo.
Todas as tomadas novas ou substituídas pelo novo padrão NBR 14136 devem ser
acompanhadas de adaptador, aprovado pelo INMETRO, para ligação dos aparelhos e
equipamentos da CAIXA.
1.28
BANCOS DE CAPACITORES
Nos casos onde o fator de potência da instalação esteja inferior a 0,92, é necessária sua correção. Caso seja um fator
de potência indutivo, a correção deverá ser feita pela instalação de bancos de capacitores. Na possibilidade do fator de
potência ficar inferior a 0,92 capacitivo no Horário Capacitivo (Reservado, definido pela concessionária), deverá ser
previsto mecanismo de automação.
Os equipamentos de manobra dos bancos de capacitores deverão ser dimensionados considerando-se a corrente
nominal e de energização dos capacitores (ressalta-se que a corrente de energização poderá atingir 180 vezes a
corrente nominal, enquanto a que corrente de regime poderá atingir 1,3 vezes a corrente nominal).
As proteções dos capacitores podem ser compostas por fusíveis ou por disjuntores termomagnéticos de caixa moldada
aplicados os fatores de correção adequados.
Os capacitores deverão ser instalados em local ventilado, com temperatura entre +5ºC e +45ºC e umidade relativa
inferior a 85% (sem condensação), mantendo distanciamento mínimo de 50 mm entre unidades e outros
equipamentos.
Os capacitores a serem utilizados para compensação do fator de potência deverão suportar temperaturas entre +5 e
+45ºC e umidade relativa inferior a 85% (sem condensação).
Os bancos automáticos deverão ser dimensionados para um tempo de acionamento dos capacitores de no mínimo 1
minuto. O dimensionamento deverá considerar os fatores de correção para os condutores e equipamentos de manobra
(NBR 5410).
Os capacitores deverão ser fabricados com dielétrico sólido e possuir resistores de descarga.
1.28.1
CAPACITORES INSTALADOS JUNTO A MOTORES
Para motores com partida direta, instalar o capacitor entre o contator principal e o relé térmico.
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
No caso de motores com partida por chave estrela–triângulo, instalar o capacitor após o contator principal do motor,
sem necessidade de contator adicional para a manobra do capacitor.
No caso de motores com partida por chave compensadora, o capacitor deverá ser acionado por contator tripolar,
juntamente com o contator principal da compensadora.
1.28.2
CAPACITORES INSTALADOS JUNTO A CENTROS DE CARGA
Os alimentadores do centro de carga deverão ter capacidade de condução de corrente para alimentar tanto as cargas
conectadas quanto os capacitores. As proteções também deverão ser dimensionadas com os fatores de correção
adequados, como temperatura, agrupamento e maneira de instalar.
1.28.3
CAPACITORES INSTALADOS EM BANCOS AUTOMÁTICOS
Os bancos automáticos deverão ser dimensionados para um tempo de acionamento dos capacitores de no mínimo 1
minuto; utilizar os demais fatores de correção para os condutores e equipamentos de manobra.
1.28.4
CAPACITORES
HARMÔNICOS
INSTALADOS
EM
CIRCUITOS
COM
PRESENÇA
DE
Aplicações de capacitores nestes circuitos requerem especial atenção devido a problemas de ressonância e
sobretensões, causando não só danos aos capacitores, mas também a outros equipamentos eletroeletrônicos da
instalação.
O adequado dimensionamento do sistema, associando levantamento de campo, projeto e
implantação, não só corrige o fator de potência, mas reduz as distorções harmônicas no
sistema, mantendo os níveis dentro dos valores internacionalmente adotados.
1.29
EQUIPOTENCIALIZAÇÃO
Próximo ao ponto de entrada de energia da instalação (entrada do serviço da concessionária) da edificação deve ser
previsto barramento de equipotencial principal (BEP), no qual devem ser interligados todos os elementos das
instalações, tais como, sistemas de proteção contra descargas atmosféricas – SPDA, condutor neutro da alimentação
elétrica, condutores de proteção das linhas de energia e sinal que entrem ou saem da edificação, condutor de proteção
interno, condutores de proteção provenientes de outros eletrodos de aterramento, tubulações metálicas de água, gás,
combustível, esgoto, blindagens, armações, coberturas e chapas metálicas, armadura das estruturas da edificação, etc.
Dependendo do caso devem ser ainda previstas equipotencializações suplementares na forma prevista em norma em
especial para assegurar proteção contra choques elétricos.
Na hipótese de existência ou previsão de aterramento funcional destinado a equipamentos de tecnologia de
informação (ETI) este deve ser interligado ao BEP através de condutor de baixa impedância.
O projeto deverá adotar o padrão de aterramento TN-S e observar as restrições da concessionária de fornecimento de
energia elétrica local aplicáveis ao caso da unidade (globalmente o esquema é TN-C-S se considerado o neutro da
concessionária aterrado junto a entrada e interligado diretamente ao BEP).
Tal sistema obriga o uso de tomadas tripolares (fase/terra/neutro) com ligação à terra das partes metálicas acessíveis
dos equipamentos por elas alimentados, que não sejam construídos com dupla isolação.
1.30
SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS – SPDA
O projeto deverá obedecer às condições da NBR 5419, complementadas com as restrições das leis federais, estaduais
e municipais aplicáveis ao local da edificação.
No caso onde existam pára-raios radioativos, deve ser obrigatoriamente prevista sua desinstalação, com especial
atenção às condições para sua embalagem e destinação final junto ao órgão governamental competente.
O projeto deverá incluir a preparação de uma pasta, a ser mantida em poder dos responsáveis pelo SPDA, que agrupe
a Documentação Técnica exigida pelo item específico da NBR 5419. Esta pasta deverá ser complementada, no
decorrer do tempo, com os dados relativos às inspeções de instalação e de manutenção periódica.
O sistema de eletrodos de aterramento deverá ser projetado de modo a garantir valor máximo da resistência de terra
do sistema igual a 5 (cinco) ohms, no ponto comum de aterramento dos sistemas de SPDA e das instalações
funcionais. No caso de não ser possível atingir este valor sem recurso a meios químicos de correção de resistividade
do solo, o fato deverá ser comunicado à fiscalização da Caixa.
O número de hastes de aterramento deverá ser igual ao número de condutores de descida e, no mínimo, igual a duas
hastes. Todas as hastes e condutores de descida deverão ser interligados por meio de um anel de ligação equipotencial
disposto ao longo do perímetro da edificação. O condutor do anel deverá ser de cobre, com seção mínima de 25 mm2.
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
As ligações entre hastes, condutores de descida e anel de ligação equipotencial deverão ser feitas por solda
exotérmica e dotadas de caixas de inspeção, para verificação periódica.
Deverá ser usada a proteção por Gaiola de Faraday sempre que o enquadramento em relação ao nível de proteção
requerido pela norma assim o exigir.
Em se tratando de novas edificações poderá ser adotado o SPDA incorporado à estrutura da construção (com o
emprego de RE-Bar).
Deverão ser calculados os potenciais de passo, de toque e de transferência, quando aplicável.
1.31
DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS (DPS)
Deverão ser instalados Dispositivos de Supressão de Surtos - DPS, nos quadros gerais, quadros de distribuição de
circuitos e quadros terminais com circuitos sujeitos a sobretensões decorrentes de descargas atmosféricas ou de
manobras, tais como: quadros de equipamentos de conversão e condicionamento de energia, quadros que alimentam
circuitos externos à edificação, quadros de telefonia e de outros equipamentos sensíveis.
As características destes supressores deverão ser coordenadas ao longo de toda a instalação, de modo a garantir a
melhor proteção compatível com as solicitações locais. O máximo nível de tensão da proteção contra surtos deverá
ser instalado junto ao ponto comum de aterramento, logo após o sistema de medição da entrada. Deverá ser proposto,
pelo projetista, um programa de verificação periódica do estado dos supressores instalados compatível com o nível
ceráunico do local da edificação e a natureza do equipamento protegido.
Deverão ser previstas no projeto as maneiras de interligação da malha de terra através de condutores e cordoalhas
para estruturas metálicas, carcaças de equipamentos e outros elementos condutores (piso elevado, tubulações
metálicas, grades metálicas, carenagens de equipamentos de auto-atendimento etc.).
1.32
DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO A CORRENTE DIFERENCIAL-RESIDUAL (DR)
Devem ser utilizados dispositivos diferenciais residuais (DR) em circuitos dos quadros de distribuição de eletricidade
que alimentam tomadas de banheiros, copas, cozinhas, área de serviço e áreas externas à edificação ou tomadas que
alimentam cargas utilizadas externamente.
A coordenação entre diferentes dispositivos de proteção e seletividade de atuação deverá ser assegurada
adequadamente em projeto.
1.33
CONDICIONADORES DE ENERGIA
Os equipamentos de condicionamento de energia usados para alimentar diversas cargas (centralizados e de potência
maior que 3,0 kVA) deverão ser alojados em sala apropriada, com os objetivos de aumento da segurança (tanto dos
usuários quanto dos equipamentos) e isolação de fonte de ruído e de calor.
Estabilizadores e UPS não deverão alimentar cargas como motores, equipamentos de ar condicionado, elevadores,
iluminação de trabalho e equipamentos de copa e cozinha, bem como impressoras a laser e copiadoras.
O dimensionamento de UPS e estabilizadores de tensão deverá atender à demanda das cargas a serem supridas,
evitando o dimensionamento pela potência de pico da carga.
Usualmente, pode-se utilizar o fator de utilização de 0,7 para o dimensionamento destes equipamentos. Deste modo,
considerando a reserva para ampliação definida acima, a potência do equipamento deverá ser de até 84,0% do
somatório das potências (em VA) das cargas a ser alimentadas.
Deverão ser alimentadas pelo sistema No-Break de Segurança (NBS) – da Sala segura as seguintes cargas e na
seguinte proporção:
DISPOSITIVO
PROPORÇÃO
CFTV
100 %
Alarme
100 %
Controle de acesso
100 %
Dispositivos de advertência e coerção
100 %
Iluminação de segurança
100 %
Deverão ser alimentadas pelo sistema No-Break, da sala técnica (sala servidor) no mínimo, as seguintes cargas e na
seguinte proporção:
DISPOSITIVO
PROPORÇÃO
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Servidor (es)
100 %
Rack de lógica
100 %
Terminais de auto-atendimento
30 %
Terminais da bateria de caixas
50 %
Terminais de Atendimento/Estação trabalho
10%
Terminais do RETPV
50%
Computador do Gerente Geral
100 %
Rubrica
Nas unidades aonde não houver No-Break de Segurança deverão ser alimentadas pelo sistema No-Break, da sala
técnica (sala servidor) no mínimo, as seguintes cargas e na seguinte proporção:
DISPOSITIVO
Botoeira de acesso ao AA
Servidor (es)
CFTV
Rack de lógica
Terminais de Auto-Atendimento
Terminais da bateria de caixas
Terminais de Atendimento
Terminais do RETPV
PROPORÇÃO
100,0 %
100,0 %
100,0 %
100,0 %
30,0 %
50,0 %
10,0 %
50,0 %
A carga remanescente deste cálculo (70,0 % dos Terminais de Auto Atendimento, 50,0 % dos Terminais de Caixa,
90,0 % dos Terminais de Atendimento, 50,0 % dos Terminais da RETPV, 100,0 % do PABX/Central Telefônica e o
Circuito de alimentação da PDM) deverá ser direcionada para o estabilizador.
Não deverão ser alimentados pelo sistema no-break da sala técnica/estabilizador:
• Impressoras com tecnologia de impressão laser
•
Calculadoras e máquinas de escrever
•
Sistema de iluminação de emergência
•
PABX e Central Telefônica
•
Fechadura de retardo do cofre
•
Fechaduras eletrônicas tipo passa-cartão
•
Aparelhos de TV e vídeo cassete
•
Utensílios elétricos de copa
•
Dispensadores de folhas de cheque com tecnologia de impressão laser
•
Máquinas contadoras de numerário ou moedas
•
Máquinas Xerox
•
Impressoras de senha.
Para a determinação das potências nominais dos sistemas no-break poderá ser utilizada a seguinte fórmula:
P = (NT X PME) / FR , onde:
P = Potência nominal do sistema no-break em kVA.
NT = Quantidade total de equipamentos/terminais bancários a serem alimentados (rack, servidores, cash-dispenser,
estações financeiras e operacionais, impressoras inkjet, etc.).
PME = Potência demandada média = 0,300 kVA, onde se considera uma média ponderada de 300,0 VA/equipamento,
observada a atual distribuição de equipamentos numa agência bancária.
FR = Fator de Reserva = 0,70, onde se considera previsão de ampliação de carga e folga para que o sistema não opere
a 100,0 % da potência nominal.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.33.1
NO BREAK ACIMA DE 10 KVA
1.33.1.1
Tecnologia
1.33.1.2
1.33.1.4
1.33.1.5
1.33.1.6
Sistema eletrônico e estático com duplo conversor com tecnologia de base PWM, em alta
frequência, igual ou superior a 20,0 kHz, on-line
•
Não utilizar processo de estabilização por núcleo saturado;
•
A carga deverá ser continuamente alimentada pelo conjunto retificador - inversor;
Tensão de Operação
1.33.1.8
Operar em bivoltagem na entrada e na saída;
Baterias
•
Possuir baterias incorporadas ou em gabinete(s) metálico(s) que combinem com o módulo do nobreak;
•
As baterias deverão ser seladas, para funcionamento estacionário, com princípio de funcionamento
através da recombinação de gases, absolutamente livres de manutenção e emanação de gases;
Recarga
•
Possuir recarga automática para todo o conjunto de baterias, mesmo com o no-break desligado;
•
Possibilitar energizar o no-break sem energia elétrica na rede: o equipamento deverá ter partida
manual em qualquer condição, ou seja, sem bateria ou sem rede. Deverá ter ainda partida
automática após a exaustão das baterias se a rede de alimentação voltar;
By-pass
•
Possuir by-pass de transferência automático estabilizado caso seja necessário, assumindo no
mínimo 100,0% da carga;
•
O by-pass automático deve atuar através de chave estática e transferir automaticamente a rede para
a saída sem interrupção, em caso de sobrecarga, sobretemperatura ou falha no funcionamento do
no-break;
•
Regularizada a anomalia que levou o by-pass automático a atuar, a transferência Rede/No-Break
deverá ser automática e com tempo de transferência inferior a 4,0 ms.
Sistema de movimentação
•
1.33.1.7
Rubrica
•
•
1.33.1.3
Fls.
Possuir rodízios com rodas de borracha para movimentação, em equipamentos acima de 10,0 Kg,
com travas de segurança;
Interferência eletromagnética
•
Possibilitar sua instalação próxima (pelo menos 1m) de equipamentos de informática (CPU,
Modens, hubs, etc.), sem apresentar interferência magnética, com baixa dissipação térmica;
•
Possuir transformador isolador com blindagem eletrostática;
Características de Entrada
•
Configuração: Trifásica (3F + N + T)
•
Tensão de entrada: 220 Vff ou 380 Vff;
•
Tolerância mínima de tensão de alimentação: - 15,0% a + 10,0%, sem descarga das baterias;
•
Frequência: 60 Hz;
•
Tolerância mínima de frequência de alimentação: +/- 5%;
•
Temperatura ambiente: até 40,0º C;
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.33.1.9
•
Umidade: até 95,0%;
•
Fator de Potência: Mínimo 0,92.
Fls.
Rubrica
Características de Saída
•
Potência de saída: 10 KVA ou mais, de acordo com o projeto;
•
Configuração: Trifásica (3F,N);
•
Tensão de saída: de acordo com o projeto;
•
Tolerância máxima de tensão de saída: +/- 2,0%;
•
Frequência: 60 Hz;
•
Tolerância máxima de frequência de saída: +/- 0,5 %;
•
Regulação estática máxima de tensão de saída: 2% estabilizada;
•
Regulação dinâmica máxima de tensão de saída para degrau de carga de 100,0%: 5,0%;
•
Distorção harmônica total máxima: 5,0% (DHT);
•
Forma de onda: senoidal, fator de crista 3 : 1;
•
Tempo máximo de transição rede/ bateria: nulo;
•
Rendimento: acima de 92,0% a plena carga;
•
Capacidade de sobrecarga mínima: 150% da plena carga por 30 seg. e 125,0% da plena carga por
10 min.;
•
Autonomia mínima das baterias: 30 min.;
•
Tempo de recarga: menor que 10 horas para 90,0%
•
Nível de ruído: menor ou igual a 55 dB (A) a um metro de qualquer das faces do equipamento.
1.33.1.10 Sistema de Proteção
•
Possuir proteção de entrada através de disjuntor;
•
Possuir proteção das baterias através de disjuntor ou fusível;
•
Possuir proteção do inversor através de disjuntor ou fusível;
•
Possuir proteção por sensoreamento eletrônico para atuar em:
•
sobre e subtensão na entrada;
•
falta de fase na entrada;
•
tensão mínima de bateria;
•
limitação de descarga de baterias;
•
limitação de corrente de recarga de baterias;
•
carga de equalização automática;
•
curto-circuito na saída;
•
sobre e subtensão de saída
•
by-pass automático.
1.33.1.11 Sistema de Monitorização
•
Possuir indicação de status através de painel ou display (LCD ou LED) para:
•
Entrada Normal - para tensão de entrada entre -15,0% a +10,0% da tensão nominal;
123/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
•
Bateria carregada;
•
Bateria em descarga;
•
Bateria baixa - indicação de fim de carga com antecedência mínima de 5 min.;
•
Saída normal - para tensão de saída entre +/- 2,0%;
•
Operação via by-pass
•
Soar o alarme sonoro para:
•
Rede ausente;
•
Fim de carga das baterias com antecedência mínima de 5 min.;
•
Defeito no inversor;
•
Possuir tecla de silenciador de alarme sonoro;
•
Possuir display de cristal líquido com buffer para:
•
Medição em tempo real de tensões e correntes de entrada, saída e baterias, potências de entrada e
saída.
•
Registro de pelo menos os últimos 300 eventos com data, horário e tipo de evento.
•
Possuir hardware (inclusive cabo 5,0 m) e software a ser instalado em microcomputador da CAIXA
com software de rede Windows NT, permitindo, pelo menos:
•
registro dos últimos 100 eventos
•
shutdown do sistema/ servidor alimentado
•
monitoração remota através de protocolo SNMP
Possuir porta manuais interno ao Gabinete;
1.33.2
NO BREAK ABAIXO DE 10 KVA
1.33.2.1
Tecnologia
•
Sistema eletrônico e estático com duplo conversor com tecnologia de base PWM em alta
frequência , igual a 20,0 kHz, on-line, microprocessado.
•
Não utilizar processo de estabilização por núcleo saturado.
•
Operar em bivoltagem monofásica na entrada e na saída
•
Possuir baterias incorporadas em módulos que combinam com o módulo do No-Break.
•
Baterias seladas, para funcionamento estacionário, com princípio de funcionamento através de
recombinação de gases, absolutamente livres de manutenção e emanação de gases.
•
Possuir recarga automática para todo o conjunto de baterias, mesmo com o No-Break desligado.
•
Possibilitar energizar o No-Break sem energia elétrica na rede: o equipamento deve ter partida
manual em qualquer condição, ou seja, sem bateria ou sem rede. Ter ainda partida automática
quando após a exaustão das baterias a rede de alimentação voltar.
•
Possuir By-Pass de transferência automático.
•
O By-Pass automático atua através de chave estática e transfere automaticamente a rede para a
saída em caso de sobrecarga ou falha no funcionamento do No-Break.
•
Possuir rodízios para movimentação.
•
Possibilitar a instalação próximo (pelo menos 1 metro) a equipamentos de informática (CPU ou
periféricos), sem apresentar interferência magnética, com baixa dissipação térmica.
•
Possuir Transformador Isolador com blindagem eletrostática.
124/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.33.2.2
1.33.2.3
1.33.2.4
Rubrica
Configuração de Entrada:
•
Tensão de Entrada: 110 ou 220 V
•
Tolerância mínima de tensão de alimentação: - 15,0% a + 15,0%
•
Frequência: 60 Hz.
•
Tolerância mínima de frequência de alimentação: +/- 5,0%.
•
Temperatura ambiente: até 40,0º C
•
Umidade: até 95,0% sem condensação;
•
Fator de Potência de entrada: > = 0,90
Configuração de Saída:
•
Potência de saída: até 10 KVA
•
Tensão de Saída: 110 ou 220 V, monofásico (F,N,T)
•
Tolerância máxima de tensão de saída: +/- 2,0%.
•
Frequência: 60 Hz.
•
Tolerância máxima de frequência de saída: +/- 0,5%.
•
Regulação estática máxima de tensão de saída: +/- 2,0% estabilizada.
•
Regulação dinâmica máxima de tensão de saída para degrau de carga de 100,0% : 5,0%
•
Distorção harmônica máxima: menor 3,0% total.
•
Forma de onda: senoidal (3:1)
•
Tempo máximo de transição rede/bateria e resposta: nulo
•
Rendimento: acima de 85,0% a plena carga.
•
Capacidade de sobrecarga: 100,0% da plena carga por 15 min.
•
Autonomia mínima das baterias: 30 minutos à plena carga.
•
Nível de ruído: menor que 55 dB (A) a um metro do equipamento.
•
Fator de Potência de saída: 0.7 (MÍNIMO)
Sistema de Proteção:
•
Possuir proteção de entrada através de disjuntor.
•
Possuir proteção das baterias através de disjuntor.
•
Possuir proteção por sensoreamento eletrônico para atuar em:
o
o
o
o
o
o
o
o
1.33.2.5
Fls.
Sobre e subtensão na entrada;
Tensão mínima de bateria;
Limitação de descarga de bateria;
Limitação de corrente de recarga de baterias;
Carga de equalização automática;
Curto circuito na saída;
Sobre e subtensão de saída;
By-pass automático e manual;
Sistema de Monitorização:
•
Possuir indicação de status através de painel ou para:
•
Entrada normal - para tensão dentro da especificada.
125/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
•
Bateria descarregada.
•
Bateria em descarga.
•
Bateria baixa - indicação de fim de carga com antecedência mínima de 5 min.
•
Saída Normal - para tensão dentro da especificada.
•
Operação via By-Pass.
•
Alarme sonoro para:
Rubrica
o Rede ausente.
o Fim de carga das baterias com antecedência mínima de 5 minutos.
o Defeito do inversor.
•
Possuir tecla de silenciador de alarme sonoro (reset)
•
Possuir interface de comunicação com o usuário e com o sistema através de conexão RS 232:
capacidade de instalação de programas de supervisão / monitoramento através de meio magnético
para Sistema Operacional WINDOWS 95/98; WINDOWS XP:
1.33.3
ESTABILIZADOR DE TENSÃO
1.33.3.1
Tecnologia
1.33.3.2
1.33.3.3
•
Estabilizador eletrônico de tensão, tiristorizado, linear, microprocessado, que opere em tensão
bivolt na entrada e saída;
•
Possuir chave liga-desliga;
•
Possibilitar sua instalação próxima a equipamentos de informática (CPU e/ou periféricos), sem
apresentar interferência magnética, com baixa dissipação térmica de calor;
•
Possuir by-pass de transferência automática e manual, assumindo no mínimo 100,0% de carga;
•
Possuir transformador isolador, com blindagem eletrostática;
•
Possuir rodízios para movimentação, com travas;
•
Possuir estabilização independente nas fases ;
•
Possuir filtro de redução harmônica.
Configuração de entrada
•
Tensão de entrada: 110 ou 220 Volts;
•
Tolerância mínima de tensão de alimentação: -20,0% a + 15,0%;
•
Faixa de frequência de alimentação: 55 a 65 Hz;
•
Temperatura ambiente: até 40,0ºC;
•
Umidade: até 95,0%;
•
Fator de potência: independente do fator de potência de carga;
Configuração de Saída:
•
Potência de saída: XXX KVA;
•
Tensão de saída: 110 ou 220 VCA;
•
Tolerância máxima de tensão de saída: +/- 2,0%;
•
Frequência de saída: 60 Hz;
•
Regulação estática máxima de tensão de saída: 2,0% estabilizada;
•
Regulação dinâmica máxima de tensão de saída para degrau de carga de 100,0% : 5,0%;
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1.33.3.4
1.33.3.5
Fls.
Rubrica
•
Distorção de saída: não introduzir qualquer tipo de deformação na forma de onda senoidal;
•
Tempo máximo resposta: 16,6 ms, na pior situação de trabalho;
•
Rendimento: maior ou igual a 95,0%;
•
Capacidade de sobrecarga máxima: 100,0% da plena carga por 15 mim;
•
Nível de ruído: menor ou igual a 55 dB (A) a um metro do equipamento.
Sistema de proteção:
•
Possuir proteção de entrada através de disjuntor;
•
Possuir proteção por sensoreamento eletrônico contra sobretensão e subtensão na entrada e saída, e
curto-circuito na saída;
•
Possuir supressor de transitório de tensão.
Sistema de monitorização
Possuir indicação de status através de painel para:
• Entrada normal – para tensão de entrada entre – 20,0% a + 15,0% da tensão nominal;
1.33.3.6
•
Saída normal – para tensão de saída entre +/ -2,0%;
•
Operação em by-pass;
•
Medição digital de tensão, corrente, frequência na entrada e saída.
Elementos de entrada e saída
•
1.34
Apresentar para alimentação e saída terminais para conexões necessárias.
GERAÇÃO DE EMERGÊNCIA
A geração de emergência deverá suprir as cargas consideradas essenciais na instalação. Como exemplo dessas cargas
tem-se: elevador, sistemas de segurança, iluminação de emergência, bombas de recalque e cargas essenciais de
informática, que são as cargas que compõem a demanda de potência para o dimensionamento do grupo motorgerador.
A autonomia do grupo gerador deverá ser, no mínimo, de oito horas operando a plena carga.
O grupo motor-gerador deve ser instalado em local de fácil acesso para manutenção, observando ainda aspectos de
segurança e redução de impactos ambientes, especialmente quanto a isolamento acústico e escape de gases.
O sistema componente do grupo motor-gerador deve disponibilizar interfaces para supervisionamento e controle por
processo de automação predial.
Os materiais para as instalações obedecerão, além das normas citadas, ao disposto nos normativos da CAIXA,
inclusive as restrições temporárias ou permanentes, bem como às posturas municipais, estaduais e federais de cada
localidade.
Deve-se atentar para as legislações federais que tratam do controle de poluição do ar.
Só serão aceitos os materiais e equipamentos que estamparem a identificação do fabricante, bem como modelo, tipo,
classe, e outras informações pertinentes em locais de fácil visualização.
Os equipamentos fornecidos deverão possuir as capacidades e potências especificadas pela CAIXA, quando operando
nas condições previstas nos projetos específicos.
1.35
LUMINOTÉCNICA
A satisfação do usuário deverá ser atendida através da adequação do sistema de iluminação às tarefas desenvolvidas
nos ambientes. Desta forma, o projeto luminotécnico e a escolha das tecnologias empregadas deverão considerar:
• Nível de iluminância adequado ao ambiente;
•
Uniformidade de iluminância;
•
Reprodução de cores;
•
Temperatura de cor correlata; e
•
Limitação de ofuscamentos.
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Fls.
Rubrica
•
Visando o uso racional de energia, o projeto do sistema de iluminação deverá considerar:
•
Equipamentos eficientes energeticamente;
•
Segmentação de circuitos;
•
Aproveitamento da iluminação natural, quando disponível; e
•
Manutenção dos equipamentos.
Deverão ser adotados os critérios técnicos deste Manual, como diretrizes e elementos de decisão na escolha e
dimensionamento de soluções para elaboração de projetos luminotécnicos.
1.35.1
CARACTERÍSTICAS GERAIS
Em todos os locais de trabalho deve haver iluminação adequada, natural ou artificial, geral e suplementar, apropriada
à natureza da atividade.
A iluminação geral deve ser uniformemente distribuída e difusa.
A iluminação geral ou suplementar deve ser projetada e instalada de forma a evitar ofuscamentos, reflexos
incômodos, sombras e contrastes excessivos.
Em casos especiais deverá ser estudada iluminação localizada a ser incorporada em mobiliário, como por exemplo,
em estações de trabalho para penhor, e iluminação suplementar em casos de obstruções físicas, tais como dutos
aparentes de ar condicionado (giroval ou retangulares) ou outros elementos arquitetônicos (vigas, sancas, e outros.)
que prejudiquem a distribuição uniforme da iluminação geral.
1.35.2
NÍVEL DE ILUMINÂNCIA ADEQUADO
O nível de iluminância constitui um critério quantitativo, devendo ser atendido conforme as prescrições da NBR
5413, sob risco de prejudicar o conforto humano, a produtividade e a segurança.
A NBR 5413 estabelece níveis de iluminância mínimos, médios e máximos para os principais tipos de atividade por
ambiente e estabelece critérios para escolha do nível adequado.
Os níveis médios de iluminância dos ambientes não deverão ser inferiores aos níveis de iluminância mínimos, nem
superiores aos níveis de iluminância máximos recomendados.
A Tabela 1 apresenta iluminâncias mínimas, médias e máximas para ambientes típicos da CAIXA.
Tabela 3 - Requisitos luminotécnicos para os ambientes típicos da CAIXA
Mín.
Médio
Max
TIPO DE ATIVIDADE
(lux)
(lux)
(lux)
Áreas de Atendimento de Público
300
500
750
Áreas meio, ambientes de escritório
300
500
750
Ambientes de digitação, CPD e telemarketing
300
500
750
Portarias e áreas de recepção
100
150
200
Áreas Isoladas de Uso Exclusivo para Reunião
150
200
300
IRC
(%)
≥ 85
≥ 85
≥ 85
≥ 85
≥ 85
Salas de conferência
150
200
300
≥ 85
Auditórios - Tribuna
300
500
750
≥ 85
Auditórios - Platéia
150
200
300
≥ 85
Hall de circulação e caixas de escada
Arquivos
Sala Técnica
Corredores de Manutenção – Auto Atendimento
75
200
200
200
100
300
300
300
≥ 85
≥ 85
≥ 85
≥ 85
Estações de trabalho de Penhor (Iluminação local)
1500
2000
150
150
500
500
500
300
0
200
≥ 85
4000
4000
4000
4000
4000
2700
4000
2700
4000
2700
4000
4000
4000
4000
4000
2700
4000
4000
300
500
≥ 85
4000
200
300
≥ 85
4000
Instalações Sanitárias
100
Instalações Sanitárias – Iluminação suplementar
200
para espelhos
Áreas de copa
150
128/490
≥ 95
TCC (K)
a
a
a
a
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Áreas de depósito e material de limpeza
Casa de Máquinas – Ar Condicionado
Casa de Máquinas – Elevadores e Bombas
Salas de controle (quadro distribuidor) e salas
grandes de controle centralizado
Áreas de garagem e estacionamentos internos
Áreas de estacionamentos externos
Fls.
Rubrica
100
300
200
150
500
300
200
750
500
≥ 85
≥ 85
≥ 85
4000
4000
4000
300
500
750
≥ 85
4000
100
100
150
150
200
200
≥ 85
≥ 20
4000
≥2000
De acordo com a NBR 5413, o valor mais baixo, das três iluminâncias, pode ser usado quando:
a) refletâncias ou contrastes são relativamente altos;
b) a velocidade e/ou precisão não são importantes;
c) a tarefa é executada ocasionalmente.
Nenhuma das situações acima é verificada nos ambientes da CAIXA, portanto, o valor estabelecido é o da
iluminância média.
A iluminância deve ser medida no campo de trabalho. Quando este não for definido, e a atividade for desenvolvida
predominantemente em plano horizontal, entende-se como tal o nível referente a um plano horizontal a 0,75 m do
piso;
No caso de ser necessário elevar a iluminância em um limitado campo de trabalho, pode-se usar iluminação
suplementar localizada, isto é destinada a assegurar uma maior iluminância em locais ou pontos específicos, como por
exemplo, estações de trabalho para penhor. Neste caso, a iluminação local deverá ser controlada separadamente da
iluminação geral.
A iluminância no restante do ambiente não deve ser inferior a 1/10 da adotada para o campo de trabalho, mesmo que
haja recomendação para valor menor;
A iluminância em qualquer ponto do campo de trabalho não deve ser inferior a 70% da iluminância média.
Para iluminação externa de fachadas, deverão ser adotados os níveis médios de iluminância da Tabela 2.
Tabela 4 - Requisitos luminotécnicos para iluminação de fachadas
Entorno
Refletância das superfícies
Claro
Escuro
a serem iluminadas (%)
Nível de Iluminância (lux)
70-85
150
50
45-70
200
100
20-45
300
150
10-20
500
200
1.35.3
IRC (%)
TCC (K)
≥ 20
≥2000
LIMITAÇÃO DE OFUSCAMENTO
O controle do ofuscamento é fundamental para se obter um bom desempenho visual. O ofuscamento é sentido se as
lâmpadas, luminárias, janelas ou outras superfícies são claras demais quando comparadas à luminosidade geral do
interior, gerando desconfortos visuais: distrações, perturbações, reduções de contrastes na tarefa visual e perdas de
detalhe.
O ofuscamento pode ser denominado desconfortável, quando causa sensações desconfortáveis aos usuários, podendo
propiciar sensações de fadiga e dor de cabeça. E pode ser perturbador quando dificulta a visão dos objetos. Ele
também poderá ser direto ou reflexivo (para definições formais ver NBR 5461/TB 23).
A limitação do ofuscamento deverá ser atendida pela limitação da luminância de luminárias e janelas. Soluções de
correção de ofuscamento que dependam de modificações arquitetônicas deverão ser tratadas em projetos específicos
de arquitetura. O ofuscamento decorrente das luminárias deverá ser limitado através:
• Da escolha de luminárias com curvas de luminâncias adequadas, ao tipo de tarefa a ser realizada;
•
Da utilização de luminárias com aletas duplo-parabólicas em áreas que requeiram maiores
controles de ofuscamento, devido ao uso predominante de microcomputadores. Observa-se que a
CAIXA restringe o uso de tais luminárias apenas para áreas onde a altura da luminária ao plano de
trabalho seja inferior a 2,00 m;
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Fls.
Rubrica
•
Da utilização de superfícies não reflexivas, como vidros e outras superfícies brilhantes ou polidas;
•
Da utilização de fundos de tela de terminais de vídeo (ou monitores) claros. Programas com fundos
escuros possibilitam maior ocorrência de ofuscamento indireto;
•
Do posicionamento adequado da luminária, evitando-se prejudicar as atividades dos usuários.
Recomenda-se que, quando possível, as luminárias sejam instaladas paralelamente às estações de
trabalho.
Para análise de ofuscamentos provenientes de luminárias deve-se utilizar o Diagrama de Luminância específico da
luminária a ser analisada (Figura 1). Este diagrama define curvas limites de luminância para ângulos críticos de
observação, compreendidos entre 45º e 85º (curvas a, b, c, d, e, f, g, h), e as curvas de luminância da dada luminária
(curvas coloridas).
Figura 3 - Exemplo de Diagrama de luminância
A
lumi
nária
gara
ntirá
conf
orto
visu
al quando as suas curvas de luminância se encontrarem sempre à esquerda da curva limite de luminância
correspondente à classe de qualidade do local e à iluminância projetada.
As classes de qualidade das luminárias são definidas em função das diferentes necessidades de controle de
ofuscamento para cada atividade e ambiente, sendo assim definidas:
• A: qualidade muita elevada;
•
B: qualidade elevada;
•
C: qualidade média;
•
D: qualidade baixa;
•
E: qualidade muito baixa;
No diagrama da Figura 1 verifica-se que a luminária atende a Classe A/500, isto é, é adequada a ambientes de
exigência de conforto muito elevado para níveis de até 500,0 lux.
O ofuscamento decorrente das janelas poderá ser limitado através:
• Do uso de elementos de proteção externos, como brises, ou internos como persianas e películas
reflexivas, quando a luminância do céu for superior a 2000 cd/m2, correspondente a 10.000 lux sob
céu encoberto;
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•
1.35.4
Fls.
Rubrica
Do posicionamento das estações de trabalho de modo que as janelas causadoras de ofuscamento
não entrem no campo visual normal dos ocupantes
UNIFORMIDADE
A uniformidade está relacionada à variação de luminâncias no ambiente. Tarefas onde o usuário necessita visualizar
áreas bem e mal iluminadas alternadamente podem se tornar cansativas. Além disso, pontos com luminâncias muito
superiores em relação ao resto do ambiente (luz proveniente de “spots”, por exemplo) podem distrair o usuário,
diminuindo a sua capacidade de concentração no trabalho.
O desempenho da tarefa visual aumenta com o aumento do contraste, que é uma avaliação relativa da diferença de
luminâncias entre duas partes que podem estar no campo visual vistas simultânea ou sucessivamente. Por exemplo, o
contraste de luminâncias entre o objeto observado e seu entorno imediato. A percepção da luminância e da cor
depende da adaptação do olho, expectativa e experiência passada.
Para se obter um ambiente confortável, recomenda-se respeitar as relações indicadas na tabela 5.
Tabela 5 - Relações máximas de luminância recomendadas
Entre a tarefa visual propriamente dita e o campo visual central
Entre a tarefa visual e seu entorno imediato
Entre a fonte de luz e o fundo sobre o qual se destaca
Entre dois pontos quaisquer do campo visual
3:1
10:1
20:1
40:1
Acentuadas diferenças entre as luminâncias de diferentes planos causam fadiga visual, devido ao excessivo trabalho
de acomodação da vista, ao passar por variações bruscas de sensações de claridade. Para evitar esse desconforto,
recomenda-se:
• Que as luminâncias de piso, parede e teto se harmonizem numa proporção aproximada de 1:2:3;
1.35.5
•
Considerar as refletâncias de teto, paredes e piso como 70,0%, 50,0% e 20,0% respectivamente, em
ambientes que seguirem o padrão ambiental da CAIXA: teto na cor branca e paredes na cor branca
gelo (referência de cor F164 Suvinil). Em situações onde não forem respeitadas estas definições,
devem ser observadas as refletâncias de cada superfície em particular.
•
Que a luminância de uma mesa de trabalho não seja inferior a 1/3 da luminância do objeto
observado sobre ela;
•
Que seja adotada iluminação fluorescente com mesmo tipo de luminária, lâmpadas e reatores para
iluminação em ambiente de trabalho.
REPRODUÇÃO DE COR
A cor de um objeto é determinada pela reflexão de parte do espectro de luz que incide sobre ele. Isso significa que
uma boa reprodução de cor está diretamente ligada à qualidade da luz incidente, ou seja, à equilibrada distribuição das
ondas constituintes do seu espectro.
O índice de reprodução de cores (IRC) exprime a capacidade da fonte luminosa de fazer um objeto iluminado exibir
suas cores “verdadeiras”. Seu valor está numa escala que varia de 0 a 100. Quanto maior o valor de IRC, melhor deve
ser a reprodução das cores dos objetos em relação à fonte de referência (luz do dia, por exemplo).
Os Índices de Reprodução de Cor das fontes luminosas deverão estar de acordo com o tipo de ambiente, conforme
Tabela 1. De acordo com o uso do ambiente estipula-se:
• Ambientes internos: IRC>85,0 (Exemplo: todas as áreas internas, isto é, área de atendimento ao
público, área de auto-atendimento, área de retaguarda e outras);
1.35.6
•
Ambientes externos com importância visual: IRC>80,0 (Exemplo: fachada);
•
Ambientes externos sem importância visual: IRC>20,0 (Exemplo: estacionamentos).
TEMPERATURA DE COR
A temperatura de cor indica a cor aparente de uma fonte de luz. Esta tonalidade é classificada através da Temperatura
de Cor Correlata (TCC), corresponde à temperatura na escala Kelvin (K) de um corpo negro que irradia luz de
espectro semelhante. Quanto maior a TCC, mais azulada a luz, enquanto que quanto menor a TCC, esta é mais
avermelhada.
Quanto à temperatura de cor, recomenda-se:
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1.35.7
Fls.
Rubrica
•
Uso de lâmpadas com tonalidade de cor próxima a 4000 K para ambientes internos
•
Uso de lâmpadas com tonalidade de cor entre 2000K a 6000 K para ambientes externos
•
Não misturar lâmpadas com diferentes temperaturas de cores na mesma luminária ou ambiente,
exceto em casos particulares para aplicações específicas, como iluminação localizada de área de
trabalho de penhor e valorização de fachadas em áreas externas.
UTILIZAÇÃO DA ILUMINAÇÃO NATURAL
A iluminação natural deve ser aproveitada sempre que possível, de modo que a iluminação artificial seja suplementar
à natural. Geralmente pode haver aproveitamento da iluminação natural lateral nas áreas periféricas próximas às
janelas não obstruídas, a profundidades de até duas vezes a altura do piso a janela. Entretanto, a utilização da luz
natural deverá ser analisada criteriosamente considerando:
• Aspectos arquitetônicos (posição, forma, dimensão das aberturas);
•
Aspectos térmicos (ganho e perda de calor);
•
Aspectos locais (clima, insolação, entorno).
Para o melhor aproveitamento da iluminação natural deve-se adotar:
• Proteção das estações de trabalho da radiação direta do sol, através de usos de dispositivos externos
ou internos. Deve ser considerada apenas a contribuição da luz difusa
1.35.8
•
Segmentação dos circuitos conforme item 3.1.8;
•
Adoção de controle conforme item 3.1.9;
SEGMENTAÇÃO DE CIRCUITOS
Deverão ser consideradas como diretrizes obrigatórias de projeto:
• Instalação de comandos de controle em todos os ambientes: interruptores individuais para salas
isoladas ou instalados em quadros de interruptores para ambientes panorâmicos;
1.35.9
•
Segmentação de circuitos por quadrantes de forma a possibilitar a criação de pequenas zonas, com
padrões de ocupação semelhantes (atividade, horário de utilização, nível de contribuição de
iluminação natural) e com o acendimento de número reduzido de luminárias;
•
Em ambientes com elevada disponibilidade de iluminação natural, os circuitos de alimentação
devem ser paralelos ao sentido das janelas do ambiente, de modo que durante o dia, as luminárias
próximas às janelas possam ficar desligadas, utilizando-se a luz natural.
SISTEMAS DE CONTROLE
A aplicação de controles na iluminação pode economizar energia e reduzir o pico de demanda em escritórios e outras
instalações. Esse tipo de controle economiza energia enquanto fornece comodidade e melhoria na iluminação do
ambiente. Existem diversos tipos de controles. A escolha do tipo deverá estar baseada no padrão de uso da iluminação
e no tipo de ambiente, conforme recomendações a seguir e resumidas na tabela 6.
1.35.9.1
Interruptores manuais
Os interruptores manuais deverão ser adotados em todos os ambientes que não possuírem outro sistema de controle.
Os interruptores deverão ser localizados em locais de fácil acesso aos funcionários em áreas de trabalho e áreas de
manutenção e em locais de fácil acesso ao pessoal da manutenção e difícil acesso ao público nas áreas de agência.
Deverão ser adotados lembretes junto aos interruptores para que as luzes sejam desligadas quando os ambientes forem
desocupados.
1.35.9.2
Quadros de Interruptores
Em áreas de público de agências e em áreas meio deverão ser preferencialmente utilizados quadros para abrigo dos
interruptores.
Tabela 6 - Recomendação para aplicação de controles de iluminação
Aplicações típicas dos controles de iluminação
Tipo de controle
Recomendado para
Exemplos de ambientes
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Fls.
Rubrica
Tabela 6 - Recomendação para aplicação de controles de iluminação
Aplicações típicas dos controles de iluminação
Tipo de controle
Recomendado para
Exemplos de ambientes
Salas de reunião, instalações
Interruptor manual
Salas de trabalho e manutenção
sanitárias, copas, depósitos,
arquivos.
Quadro
de Áreas de público de agências, áreas Áreas de Atendimento de
interruptores
com requisitos de segurança.
Público, áreas meio.
Instalações sanitárias, copa,
Áreas de uso ocasional. Excluem-se depósitos
de
material
de
com
requisitos
de limpeza, almoxarifado e corredor
Sensor de presença ambientes
segurança.
de
manutenção
do
autoatendimento.
Áreas cuja utilização da iluminação se
faz necessária anterior a abertura
e/ou posterior ao fechamento da Áreas de auto-atendimento,
Interruptor
unidade e outras áreas que permitam letreiros,
fachada,
áreas
programável
a temporização conforme situações externas, garagens.
locais, Excluem-se ambientes com
requisitos de segurança.
Salas onde diferentes níveis de
Salas
de
conferências
e
Dimerização manual iluminação
são
requeridos
em
auditórios
diferentes horários
Edifícios Sedes com áreas de elevado
Sensor de luz natural
Corredores
e
ambientes
potencial de aproveitamento da
dimerização
próximos às janelas
iluminação natural
1.35.9.3
Sensores de presença
Os sensores de presença terão uso restrito a áreas de uso ocasional, tais como instalações sanitárias, copa, depósitos
de material de limpeza, áreas de circulação, almoxarifado e corredor de manutenção do auto-atendimento. Não devem
ser utilizados para comando de iluminação de trabalho e áreas com requisitos de segurança, tais como iluminação em
áreas de cofre ou tesouraria.
A utilização de sensores de presença deverá ser analisada caso a caso, considerando:
• Ajuste do tempo de retardo do sensor conforme características de ocupação do ambiente. Os
sensores de presença deverão ter tempo de retardo ajustável de 15 segundos a 30 minutos;
•
Sensores de presença não são apropriados para lâmpadas de descarga de alta pressão, pois estas
requerem um tempo de espera antes de serem religadas;
•
O acendimento excessivo de lâmpadas fluorescentes pode reduzir significantemente a vida útil das
mesmas. O uso de sensores de presença com lâmpadas fluorescentes deverá ser configurado de
modo que não haja uma quantidade excessiva de acendimentos durante o dia;
•
A utilização de reatores eletrônicos de partida rápida (proibindo a utilização de reatores de partida
instantânea ou eletromagnéticos).
Existem atualmente no mercado três tipos de sensores de presença: infravermelho, ultra-sônico e infravermelho +
ultra-sônico (dual).
1.35.9.3.1 Sensores de infravermelho
Sensores de infravermelho detectam mudanças na temperatura do ambiente e funcionam muito bem quando o seu
campo de ação consegue cobrir todo o recinto.
Estes sensores devem possuir filtro de luz para reduzir possibilidades de falsas detecções relacionadas à alteração de
temperatura causada pela radiação solar.
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Fls.
Rubrica
Em áreas com potencial para aproveitamento da iluminação natural recomenda-se uso de sensores infravermelhos
com fotocélula ajustável, com a função de medir o nível de iluminação natural. Desta forma, estes sensores deverão
ser ajustados para ligar a iluminação apenas quando não existir luz externa suficiente e houver presença humana.
1.35.9.3.2 Sensores ultra-sônicos
Sensores ultra-sônicos usam ondas sonoras de freqüências superiores ao espectro de freqüências audíveis (25 kHz40kHz), para detectar o movimento.
Não são recomendados em áreas com fluxo excessivo de ar, provocados por ar condicionado, ventilador e calefação e
áreas com carpetes e materiais antiacústicos, uma vez que estes podem absorver as ondas sonoras e reduzir a área de
cobertura.
Os sensores ultra-sônicos são recomendados para áreas com obstruções, como divisórias, pois não necessitam ter
“visão direta” da área de cobertura,sendo recomendados para áreas de instalações sanitárias, por exemplo.
1.35.9.3.3 Sensores com tecnologia dual
Sensores com tecnologia dual utilizam ambos os métodos acima, aumentando a sensibilidade e precisão de
funcionamento e a flexibilidade de uso. Geralmente, são programados para acender a iluminação quando as duas
tecnologias detectam presença simultaneamente, mantendo-a acesa desde que uma tecnologia continue detectando e
apagando-a quando as duas tecnologias deixam de detectar presença.
Por possuir mais recursos, podem ser usados em ambientes em geral.
1.35.9.4
Interruptores programáveis
Os interruptores programáveis terão uso restrito a áreas cuja utilização da iluminação se faz necessária anterior a
abertura e/ou posterior ao fechamento da unidade, tais como áreas de auto-atendimento, iluminação de letreiros e
fachada e outras áreas que permitam a temporização conforme situações locais, como áreas externas e garagens.
Excluem-se ambientes com requisitos de segurança, tais como: portarias, escadas, circulações, casa de máquinas,
áreas de cabines de energia e outras.
Em áreas de auto-atendimento, o acionamento pode controlar tanto a iluminação geral como a iluminação localizada
no console da carenagem dos equipamentos.
O interruptor programável consiste em um controle para o acionamento automático do sistema de iluminação em
horários pré-determinados do dia. A programação do horário pode ser realizada com um simples temporizador (tipo
timer) ou controles computadorizados mais sofisticados. Este último deverá ser utilizado quando a unidade possuir
sistemas de iluminação incorporados a sistemas de automação predial, controlados por softwares de supervisão.
1.35.9.5
Dimerização manual
A dimerização manual é recomendada para salas onde diferentes níveis de iluminação são requeridos em diferentes
horários, tais como, salas de conferências e auditórios. Os dimerizadores podem ser montados na parede ou, por
conveniência, ser acionados por controle remoto. Deverão ser observados os tipos de lâmpadas e reatores apropriados
para esta funcionalidade.
1.35.9.6
Dimerização automática com luz natural
Os sistemas de dimerização automática com luz natural terão uso em áreas de elevado potencial de aproveitamento da
iluminação natural, tais como ambientes próximos às janelas e átrios.
A dimerização automática usa um sensor de luminosidade para medir a quantidade de iluminação de um espaço.
Utilizam-se reatores eletrônicos dimerizáveis, cujas saídas de luz são reguladas para manter o nível desejado de
iluminação. A dimerização automática, para atingir o correto nível de iluminação de tarefa é freqüentemente bem
efetiva, porém muitas vezes inviável economicamente devido ao elevado custo do sistema. Desta forma, a utilização
de tal sistema deverá ser condicionada a aprovação da CAIXA, após estudo específico de viabilidade técnica e
econômica da solução.
A calibração inicial dos sensores e controles é crítica para que haja uma dimerização efetiva. Sensores de iluminação
natural mal calibrados podem resultar em uma baixa ou quase nula economia de energia, além de perturbar os
usuários.
1.35.9.7
Recomendações para instalação e manutenção de comandos automáticos
A instalação e manutenção de comandos automáticos deverão considerar as seguintes recomendações:
O posicionamento dos sensores de presença e luminosidade deve considerar a localização de entradas e mobília e o
ângulo de varredura do sensor. Os sensores de presença devem ser capazes de monitorar (sentir) todos os ocupantes
para evitar que as luzes sejam desligadas enquanto o lugar estiver ocupado.
Os sensores de presença não devem se localizar próximos a áreas de passagem de pessoas, pois poderão gerar
acionamentos falsos.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Deverão ser seguidas as recomendações dos fabricantes de sensores de luminosidade para determinação do melhor
local para sua instalação.
A escolha de sensores de luminosidade deverá considerar o fato de poderem ser calibrados rapidamente e facilmente.
O ajuste do nível de dimerização deve ser facilmente acessível para o instalador e proporcionar uma faixa aceitável de
dimerização.
O instalador deverá programar os temporizadores (timers eletrônicos) dos interruptores programáveis conforme
horários de acionamento especificados pela CAIXA.
Os ambientes que possuírem controles do sistema de iluminação através de sensores de presença, interruptores
programáveis e dimerização automática com luz natural deverão apresentar, em local de fácil visualização, indicação
da presença de comandos automáticos de iluminação aos ocupantes.
A equipe de manutenção deve saber como controlar as luzes, no caso de falha do sistema.
A equipe de manutenção deve manter os controles de iluminação sempre ajustados e calibrados, para alcançar e
manter a economia de energia desejada. Sensores de presença calibrados com uma sensibilidade muito alta podem
falhar no propósito de economizar energia, mas sensores de presença com uma sensibilidade muito baixa ou com um
tempo de espera muito curto podem incomodar os ocupantes e reduzir significativamente a vida das lâmpadas.
Igualmente, controles de iluminação natural ajustados de maneira imprópria podem dimerizar demasiadamente a luz,
não satisfazendo as necessidades dos ocupantes e da tarefa. Nestes casos, é comum os ocupantes anularem o sistema,
obstruindo o sensor, por exemplo.
1.35.10
FATOR DE DEPRECIAÇÃO OU FATOR DE PERDAS LUMINOSAS
A iluminância resultante de um sistema de iluminação diminui progressivamente durante o seu uso, devido ao
acúmulo de poeira e sujeira nas lâmpadas e luminárias, ao decréscimo do fluxo luminoso das lâmpadas e à
depreciação das superfícies dos ambientes.
A depreciação (perda de rendimento) causada pela sujeira depositada nas superfícies de controle de luz é influenciada
pelo ângulo de inclinação, acabamento e temperatura da superfície, pela ventilação ou pela maneira como a luminária
é protegida contra a poeira.
Para reduzir a depreciação do fluxo luminoso deve ser feita uma manutenção periódica dos sistemas através da
limpeza de lâmpadas e luminárias e troca de equipamentos (lâmpadas e reatores) após o término da vida útil .
No cálculo luminotécnico a depreciação do fluxo luminoso é considerada, através do fator de depreciação (Fd) ou
fator de perda luminosa (FPL).
O fator de depreciação é definido como a razão da iluminância média no plano de trabalho após certo período de uso,
pela iluminância média obtida sob as mesmas condições da instalação nova. O fator de depreciação total considera:
• Depreciação da luminária por sujeira;
•
Depreciação da lâmpada por sujeira e características específicas de qualidade e tipo de fósforo;
•
Depreciação das superfícies do ambiente;
•
Condições de operação, como variação de tensão elétrica, temperatura do bulbo da lâmpada;
•
Fator de Fluxo Luminoso do reator;
•
Outros.
A manutenção e limpeza são importantes requisitos no projeto luminotécnico, pois a depreciação de luminárias e
lâmpadas depende da freqüência de limpeza e do grau de sujeira do local.
Recomenda-se a adoção dos fatores de depreciação, correspondentes a periodicidade de manutenção de 12 meses.
1.35.11
Índices de Eficiência Energética por Tipo de Atividades
Pode-se verificar se um sistema de iluminação está adequado aos requisitos de eficiência energética se a carga
instalada do sistema não ultrapassar os valores de densidade de potência estabelecidos pela norma
ANSI/ASHRAE/IESNA – Standard 90.1-2007. Esta norma americana limita densidades de potência para os sistemas
de iluminação (em W/m2) segundo os tipos de ambiente.
Estes valores devem ser usados apenas com caráter orientativo, sendo que prevalecem as demais diretrizes para o
dimensionamento do projeto.
A máxima potência instalada total recomendada para o sistema de iluminação da edificação será o somatório da
multiplicação da densidade de potência permitida para cada ambiente pela área bruta do respectivo ambiente a ser
iluminado.
1.36
LUMINÁRIAS
135/490
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Fls.
Rubrica
As luminárias deverão atender simultaneamente requisitos de eficiência energética e controle de ofuscamento,
conforme tipo de ambiente, sendo padronizado:
• Uso de luminárias com aletas duplo parabólicas apenas para áreas com necessidade de controle de
ofuscamento rigoroso, definidas por ambientes com distâncias entre a luminária e o plano de
trabalho inferiores a 2,0 m e em locais adjacentes a estes, para manter a uniformidade da solução.
Tais luminárias deverão ter uso restrito devido a sua menor eficiência energética (menor
rendimento).
•
Uso de luminárias com aletas planas para áreas de trabalho com necessidade de controle de
ofuscamento, áreas com uso de microcomputadores em geral, tais como áreas meio, áreas de
atendimento de público, CPD, telemarketing e outros. Tais luminárias possuem maior eficiência
energética, porém propiciam controle de ofuscamento menos rigoroso. São recomendadas em
situações onde predominam as disposições em linhas contínuas.
•
Uso de luminárias reflexivas abertas (sem aletas) para áreas sem necessidade de controle de
ofuscamento; tais como circulações independentes, instalações sanitárias, copas, arquivos e outros.
•
Uso de luminárias com aletas duplo parabólicas ou planas nas áreas de auto-atendimento, seguindo
padronização dos ambientes adjacentes da agência. Admitem-se luminárias abertas conforme as
condições ambientais locais, a serem observada pelo projetista.
•
Uso de luminárias tipo calha chanfrada simples de sobrepor, podendo também ser adotadas outras
luminárias abertas de alto rendimento para áreas de garagem interna.
•
Uso de luminárias fechadas do tipo arandelas para áreas de manutenção e casa de máquinas.
•
Uso de luminárias para iluminação localizada a ser incorporada em mobiliário em estações de
trabalho para penhor.
•
Uso de luminárias para iluminação suplementar, a ser definida pelo projetista, em casos de
obstruções físicas, tais como dutos aparentes de ar condicionado ou outros elementos arquitetônicos
que prejudiquem a distribuição uniforme da iluminação geral. Recomendam-se luminárias para
lâmpadas fluorescentes (tubulares ou compactas). Podem ser do tipo arandelas ou plafonier de
sobrepor.
Nas especificações de luminárias embutidas, deverá ser observada, em projeto, a compatibilização da luminária com o
tipo de forro da instalação, seja em gesso, modulado, tipo pacote ou em réguas, ou colméia.
Todas as luminárias deverão estar de acordo com os requisitos prescritos das Normas Técnicas: NBR IEC 60598-1,
NBR IEC 60598-2-1, NBR IEC60598-2-19 e NBR 13299, quando e onde forem aplicáveis.
As luminárias deverão ser padronizadas conforme tipo do ambiente e deverão atender aos critérios mínimos
especificados.
1.36.1
ÁREA COM CONTROLE RIGOROSO DE OFUSCAMENTO
Luminárias para áreas com necessidade de controle de ofuscamento rigoroso: áreas com alturas entre luminária e
plano de trabalho inferiores a 2,0 m.
Luminárias para 2 lâmpadas fluorescentes tubulares T5
• Montagem: Embutir ou sobrepor;
•
Corpo: Chapa de aço tratado com pintura eletrostática branca;
•
Conjunto óptico: Refletor parabólico em alumínio anodizado brilhante de alta pureza (≥99,85%) e
aletas duplo-parabólicas em alumínio anodizado brilhante de alta pureza (≥99,85%);
•
Porta-lâmpada: Corpo em policarbonato, contatos em bronze fosforoso, de engate rápido do tipo
antivibratório;
•
Controle de ofuscamento: Classe A/1000;
•
Manutenção: Aletas duplo-parabólicas basculantes e acesso ao reator por cima do conjunto ótico
em luminárias embutidas ou na cabeceira lateral em luminárias de sobrepor;
•
Fiação: Cabo de seção transversal de no mínimo 1,5 mm2;
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•
1.36.2
Fls.
Rubrica
Rendimento: Superior ou igual a 65,0%.
ÁREA COM TRABALHO CONTINUO COM COMPUTADORES
Luminárias para áreas de trabalho contínuo com uso de microcomputadores, tais como CPD, telemarketing, áreas
meio, entre outras.
Luminárias para 2 lâmpadas fluorescentes tubulares T5
• Montagem: Embutir ou sobrepor;
1.36.3
•
Corpo: Chapa de aço tratado com pintura eletrostática branca;
•
Conjunto óptico: Refletor parabólico em alumínio anodizado brilhante de alta pureza (≥99,85%) e
aletas planas em chapa de aço tratado com pintura eletrostática branca;
•
Porta-lâmpada: Corpo em policarbonato, contatos em bronze fosforoso, de engate rápido do tipo
antivibratório;
•
Controle de ofuscamento: Classe A/500;
•
Manutenção: Aletas planas basculantes e acesso ao reator por cima do conjunto ótico em
luminárias embutidas ou na cabeceira lateral em luminárias de sobrepor;
•
Fiação: Cabo de seção transversal de no mínimo 1,5 mm2;
•
Rendimento: Superior ou igual a 75,0%.
ÁREA COM PÉ DIREITO ACIMA DE 4,0 m
Luminárias para áreas de trabalho contínuo com pé-direito acima de 4,0 m
1.36.3.1
1.36.3.2
Luminárias para 2 lâmpadas fluorescentes tubulares T5 com elevado pacote de
luz.
•
Montagem: Embutir ou sobrepor;
•
Corpo: Chapa de aço tratado com pintura eletrostática branca;
•
Conjunto óptico: Refletor parabólico em alumínio anodizado brilhante de alta pureza (≥99,85%) e
aletas planas em chapa de aço tratado com pintura eletrostática branca;
•
Porta-lâmpada: Corpo em policarbonato, contatos em bronze fosforoso, de engate rápido do tipo
antivibratório;
•
Controle de ofuscamento: Classe A/500;
•
Manutenção: Aletas planas basculantes e acesso ao reator por cima do conjunto ótico ou na
cabeceira lateral;
•
Fiação: Cabo de seção transversal de no mínimo 1,5 mm2;
•
Rendimento: Superior ou igual a 75,0%.
Luminárias para 2 lâmpadas fluorescentes tubulares T5
•
Montagem: Pendente;
•
Corpo: Chapa de aço tratado com pintura eletrostática branca;
•
Conjunto óptico: Refletor parabólico em alumínio anodizado brilhante de alta pureza (≥99,85%) e
aletas planas em chapa de aço tratado com pintura eletrostática branca;
•
Porta-lâmpada: Corpo em policarbonato, contatos em bronze fosforoso, de engate rápido do tipo
antivibratório;
•
Controle de ofuscamento: Classe A/500;
•
Manutenção: Aletas planas basculantes e acesso ao reator por cima do conjunto ótico ou na
cabeceira lateral;
•
Acessórios: Disponibilidade de acessórios de ligação para montagem de luminárias em linha;
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1.36.4
•
Fiação: Cabo de seção transversal de no mínimo 1,5 mm2;
•
Rendimento: Superior ou igual a 75,0%.
Fls.
Rubrica
ÁREA DE CIRCULAÇÃO
Luminárias para ambientes de circulações independentes, halls, recepção, áreas de escada, copa e instalações
sanitárias.
1.36.4.1
1.36.4.2
1.36.5
Luminárias cilíndricas para 1 ou 2 lâmpadas fluorescentes compactas
•
Montagem: Embutir ou sobrepor;
•
Corpo: Chapa de aço com pintura eletrostática branca;
•
Conjunto óptico: Refletor em alumínio anodizado brilhante de alta pureza;
•
Porta-lâmpada: Corpo em policarbonato, contatos em bronze fosforoso;
•
Controle de ofuscamento: Classe C/500;
•
Manutenção: Reator fixado sobre a luminária ou apoiado sobre o forro (embutidas) ou reator
alojado no corpo da luminária de sobrepor;
•
Fiação: Cabo de seção transversal de no mínimo 1,5 mm2;
•
Rendimento: Superior a 55,0%.
Luminárias para 2 lâmpadas fluorescentes tubulares T5
•
Montagem: Embutir ou sobrepor;
•
Corpo: Chapa de aço com pintura eletrostática branca;
•
Conjunto óptico: Refletor parabólico em alumínio anodizado brilhante de alta pureza;
•
Porta-lâmpada: em corpo em policarbonato, contatos em bronze fosforoso, de engate rápido do tipo
antivibratório;
•
Controle de ofuscamento: Classe C/500;
•
Manutenção: Acesso ao reator por cima do conjunto ótico em luminárias embutidas ou na cabeceira
lateral em luminárias de sobrepor;
•
Fiação: Cabo de seção transversal de no mínimo 1,5 mm2;
•
Rendimento: Superior a 80,0%.
ÁREAS DE MANUTENÇÃO E GARAGENS
Luminárias para garagens e áreas de manutenção como depósitos de material de limpeza e lixo.
1.36.5.1
Luminárias tipo calha chanfrada simples para 2 lâmpadas fluorescentes
tubulares T5
•
Montagem: Sobrepor;
•
Corpo: Chapa de aço com pintura eletrostática branca;
•
Conjunto óptico: ausente;
•
Porta-lâmpada: Em corpo em policarbonato, contatos em bronze fosforoso, de engate rápido do tipo
antivibratório;
•
Controle de ofuscamento: ausente;
•
Manutenção: Reator alojado dentro do corpo da luminária,
•
Fiação: Cabo de seção transversal de no mínimo 1,5 mm2;
•
Rendimento: Superior a 85,0%
138/490
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.36.5.2
Fls.
Rubrica
Luminárias para 2 lâmpadas fluorescentes tubulares T5
Montagem: Sobrepor;
• Corpo: Chapa de aço com pintura eletrostática branca;
1.36.6
•
Conjunto óptico: Refletor em alumínio anodizado brilhante de alta pureza ou refletor em chapa de
aço com pintura eletrostática branca;
•
Porta-lâmpada: Em corpo em policarbonato, contatos em bronze fosforoso, de engate rápido do tipo
antivibratório;
•
Controle de ofuscamento: Classe C/500;
•
Manutenção: Acesso ao reator por cima do conjunto ótico ou na cabeceira lateral
•
Fiação: Cabo de seção transversal de no mínimo 1,5 mm2;
•
Rendimento: Superior a 80,0%.
ÁREA COM UMIDADE
Luminárias para áreas de manutenção e casas de máquinas com atmosferas que contenham umidade, poeira, gases ou
vapores.
1.36.6.1
1.36.7
Luminárias blindadas para lâmpadas fluorescentes compactas eletrônicas ou
incandescentes.
•
Montagem: Sobrepor, pendente ou arandela;
•
Corpo: Em alumínio fundido com pintura epóxi ou em policarbonato opaco;
•
Conjunto óptico: Difusor em vidro transparente resistente a choques mecânicos ou acrílico
transparente;
•
Porta-lâmpada: Para base E27, tipo antivibratória;
•
Controle de ofuscamento: ausente;
•
Fiação: Cabo de seção transversal de no mínimo 1,5 mm2;
•
Grau de proteção: ≥ IP54.
ILUMINAÇÃO SUPLEMENTAR
Luminárias para iluminação suplementar em estações de trabalho de penhor (requisitos para projeto de luminária
específica);
• Montagem: Luminária fixada em mobiliário das estações de trabalho de penhor com articulações
móveis, foco dirigível e com acionamento individual;
1.36.8
•
Corpo: Alumínio injetado ou outro material a ser definido, cor a ser definida;
•
Conjunto óptico: Refletor em alumínio anodizado para lâmpada halógena bipino. Estudar
possibilidade de possuir dois conjuntos refletor/lâmpada com acionamentos independentes.
•
Porta-lâmpada: Para base GY6,35, tipo antivibratória;
•
Manutenção: Acesso aos transformadores na base da luminária ou incorporado à estação de
trabalho de penhor;
•
Fiação: Cabo de seção transversal de no mínimo 1,5 mm2;
ÁREA EXTERNA
Luminárias para áreas externas, fachadas (front-light) e sinalização externa
Deverão ser a prova de tempo, conforme grau de proteção IP estabelecido, acionadas por dispositivos temporizados e
serem aterradas.
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1.36.8.1
1.36.8.2
1.36.8.3
1.36.8.4
Fls.
Rubrica
Luminária para iluminação pública / poste para lâmpada do tipo vapor metálico
ou vapor de sódio de alta pressão.
•
Corpo: Em alumínio injetado com pintura epóxi;
•
Conjunto óptico: Refletor em alumínio anodizado brilhante de alta pureza e/ou alumínio martelado
e difusor em vidro plano temperado transparente ou policarbonato com proteção contra radiação
ultravioleta;
•
Porta-lâmpada: Corpo em porcelana reforçada, com contatos em bronze fosforoso e com mola de
segurança antivibratória;
•
Manutenção: Acesso ao equipamento auxiliar (reator, ignitor e capacitor) pela base da luminária.
Difusor e tampa de acesso ao alojamento do equipamento devem ser basculantes;
•
Fiação: Cabo flexível de seção transversal de no mínimo 2,5 mm2, isolação em PVC, sobrecapa de
fibra de vidro junto ao porta-lâmpada;
•
Grau de proteção: ≥IP54 para o alojamento da lâmpada e IP33 para o alojamento do equipamento
auxiliar;
•
Todos os materiais ferrosos deverão ser zincados a quente.
Projetores de longo alcance para lâmpada tipo vapor metálico ou vapor de
sódio a alta pressão.
•
Corpo: Em alumínio silício fundido ou injetado com área para dissipação do calor e pintura epóxi;
•
Conjunto óptico: Refletor em alumínio anodizado brilhante de alta pureza e/ou alumínio martelado
e difusor em vidro plano temperado transparente;
•
Porta-lâmpada: Corpo em porcelana reforçada, com contatos em bronze fosforoso e com mola de
segurança antivibratória;
•
Manutenção: Acesso ao equipamento auxiliar (reator, ignitor e capacitor) através de
compartimentos isolados ou pela parte frontal do projetor;
•
Fiação: Cabo de seção transversal de no mínimo 2,5 mm2, isolação em PVC, sobrecapa de fibra de
vidro e prensa cabo na entrada;
•
Grau de proteção: IP 65.
Projetores para lâmpada halógena palito
•
Corpo: Em alumínio silício fundido ou injetado com área para dissipação do calor e pintura epóxi;
•
Conjunto óptico: Refletor em alumínio anodizado brilhante de alta pureza e/ou alumínio martelado
e difusor em vidro plano temperado transparente;
•
Porta-lâmpada: Para base R7s, tipo antivibratória;
•
Fiação: Cabo de seção transversal de no mínimo 2,5 mm2, isolação em PVC, sobrecapa de fibra de
vidro e prensa cabo na entrada;
•
Grau de proteção: IP 65.
Aparelhos de sinalização para luzes de obstáculos em pontos elevados
•
Corpo: Liga de alumínio fundido com pintura epóxi;
•
Conjunto óptico: Lente ótica macrolon vermelha rosqueada ao corpo com junta vedadora;
•
Fonte de luz: lâmpada de xenônio, com intensidade luminosa maior ou igual a 400 cd alimentada
em 12 V ou lâmpada a LED com intensidade luminosa igual a 400 cd alimentada em 12V.
•
Acionamento: Automático através de fotocélula;
•
Requisito: Deve atender as exigências do Departamento de Aviação Civil.
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•
1.36.8.5
1.36.9
Fls.
Rubrica
Recomendação: Pode ser estudada viabilidade de uso de energia solar, através de placa solar e
bateria.
Aparelhos de sinalização para entradas e saídas de estacionamentos
•
Corpo: Estrutura plástica preta ou alumínio anodizado com pintura na cor preta;
•
Conjunto óptico: Lente ótica vermelha e âmbar com tratamento UV;
•
Fonte de luz: Duas lâmpadas a LED piscantes;
•
Placa de sinalização: Em PVC com a mensagem “Atenção veículos” ou “Cuidado veículos”
•
Alimentação: 220 V
ROTA DE FUGA
Luminárias e dispositivos para iluminação de emergência para balizamentos de rota de fuga e iluminação do ambiente
Deverão atender os requisitos prescritos da NBR 10898 e normas específicas desses equipamentos:
• Resistência ao calor: Devem funcionar por no mínimo 1h à temperatura de 70,0°C.
1.36.9.1
1.36.9.2
•
Controle de ofuscamento: Os pontos não devem ser resplandecentes, seja diretamente ou por
iluminação refletida.
•
Proteção quanto a fumaça: Não deve ser permitida a entrada de fumaça em luminárias fechadas
com anteparos.
•
Material: Deve impedir a propagação de chama. Todas as partes metálicas, em particular
condutores e contatos elétricos devem ser protegidos contra corrosão.
•
Grau de proteção: IP 20 para áreas onde não seja previsto combate a incêndio com água e IP 23 ou
IP 40 para áreas onde seja previsto combate a incêndio com água ou em instalações sem proteção
contra tempo.
•
Fixação: Deve ser rígida, de forma a impedir queda acidental, remoção sem auxílio de ferramenta e
que não possa ser facilmente avariada ou posta fora de serviço.
Blocos autônomos para aclaramento
•
Montagem: Sobrepor com alimentação através de tomada;
•
Aplicação: Sistema de iluminação permanente ou não permanente. No sistema permanente os
reatores deverão ser eletrônicos;
•
Corpo: Em poliestireno de alto impacto na cor branca;
•
Conjunto óptico: Difusor em acrílico prismático;
•
Fonte de luz: 1 ou 2 lâmpadas fluorescentes compactas de 8 W, 9 W, 11 W;
•
Bateria: Selada de Níquel Cádmio, livre de manutenção com sistema de proteção contra descarga
rápida e excessiva;
•
Tempo de recarga (após descarga máxima): ≤24 horas;
•
Sinalização: Indicador de presença e condição do fusível de rede através de LED;
•
Autonomia: Superior a 1 hora, com perda inferior a 10,0% de sua luminosidade inicial;
•
Garantia: 2 anos de uso com perda de capacidade máxima de 10,0%. Esta garantia deve incluir a
variação da capacidade da bateria de acumuladores elétricos com a temperatura no local de
instalação.
Módulos autônomos
•
Aplicação: Sistema de iluminação permanente;
•
Corpo: Em alumínio com conectores alojados em circuito impresso;
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.36.9.3
Fls.
Rubrica
•
Bateria: Selada ou níquel-cádmio, livre de manutenção com sistema de proteção contra descarga
rápida e excessiva;
•
Tempo de recarga (após descarga máxima): ≤24 horas;
•
Sinalização: Indicador de presença e condição do fusível de rede através de LED;
•
Autonomia: Superior a 1 hora, com perda inferior a 50,0% da luminosidade do sistema normal;
•
Garantia: 2 anos.
Centrais para iluminação de emergência
•
Aplicação: Sistema de iluminação não permanente;
•
Corpo: Caixa em ferro tratado, com pintura eletrostática epóxi;
•
Bateria: Chumbo-ácido livre de manutenção, com sistema de proteção contra descarga rápida e
excessiva;
•
Tensão de entrada: 127 ou 220 VAC;
•
Tensão de saída: 24 ou 108 VDC;
•
Potência de saída: maior ou igual a 1000 W;
•
Tensão de entrada: 110 ou 220 V com chave de seleção interna;
•
Tempo de recarga (após descarga máxima): ≤24 horas;
•
Sinalização: Indicador da condição da bateria (carga / flutuação ou uso) através de LED;
•
Autonomia: Superior a 1 hora em carga plena;
•
Garantia: 2 anos.
1.37
LÂMPADAS
1.37.1
REQUISITOS PARA LÂMPADAS FLUORESCENTES
Deverão ser utilizados sistemas de iluminação com lâmpadas de bulbo modelo T5 com 28 W de potência. Será
recomendado uso de lâmpadas de menores potências (14 W) em ambientes pequenos ou quando o projetista julgar
adequado em função da manutenção da uniformidade do sistema de iluminação.
Em instalações existentes, onde são utilizadas lâmpadas de bulbo modelo T8 com 16 W ou 32 W, deverão ser
instaladas peças de mesmas características das originais.
Lâmpadas fluorescentes compactas poderão ser utilizadas exclusivamente em áreas de instalações sanitárias,
depósitos de material de limpeza, casa de máquinas, halls, circulações independentes, recepção e áreas de escada.
Todas as lâmpadas deverão estar de acordo com os requisitos prescritos das Normas Técnicas: NBR IEC 60901, NBR
IEC 60081, NBR 14538 e NBR 14539.
As lâmpadas deverão apresentar, no mínimo, as seguintes marcações legíveis no bulbo: potência nominal (W),
designação da cor, nome do fabricante ou marca registrada e modelo.
As lâmpadas deverão atender aos critérios mínimos especificados.
1.37.2
LÂMPADAS FLUORESCENTES TUBULARES
1.37.2.1
Lâmpadas fluorescentes tubulares T5
•
Temperatura de cor: 4000 K;
•
Índice de reprodução de cores (IRC): ≥ 85;
•
Vida nominal mínima: 16.000 horas;
•
Potências recomendadas: 14 W, 28 W e 54 W.
Tabela 7 – Lâmpadas fluorescentes tubulares T5
Potência Fluxo luminoso mínimo (lm)
Eficiência mínima (lm/W)
14W
1.350
96
142/490
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
28W
54W
1.37.2.2
2.900
5.000
Fls.
Rubrica
104
93
Lâmpadas fluorescentes tubulares T8
•
Temperatura de cor: 4000 K;
•
Índice de reprodução de cores (IRC): ≥ 85;
•
Vida nominal mínima: 15.000 horas;
•
Potências recomendadas: 16 W e 32 W.
Tabela 7 – Lâmpadas fluorescentes tubulares T5
Potência Fluxo luminoso mínimo (lm)
Eficiência mínima (lm/W)
16W
1.200
75
32W
2.700
84
1.37.2.3
Lâmpada fluorescente compacta com reator não integrado à base
•
Temperatura de cor: 4000 K;
•
Índice de reprodução de cores (IRC): ≥ 85;
•
Vida nominal mínima: 8.000 horas;
•
Deve possuir base com 4 pinos para ser utilizado com reatores eletrônicos;
•
Podem ser do tipo: simples, dupla e tripla, longa e “flat”.
•
Recomendação de uso:
o Utilizar lâmpadas simples para ambientes com níveis de iluminância inferiores
a 300 lux e altura de instalação inferior a 3,0 m;
o Utilizar lâmpadas duplas para ambientes com níveis de iluminância superiores
a 300 lux e altura de instalação superior a 3,0 m;
o Utilizar lâmpadas triplas para ambientes com níveis de iluminância superiores
a 300 lux, altura de instalação superior a 3,0 m e com longos períodos de
acendimento;
o Potências recomendadas: 9 W, 11 W, 18 W, 26 W, 28 W, 36 W, 42 W ou 55
W.
Tabela 8 – Lâmpadas fluorescentes compactas
Potência Tipo
Fluxo luminoso mínimo (lm)
9W
Simples
600
11W
Simples
900
18W
Dupla
1200
26W
Dupla
1800
28w
Tripla
2400
42W
Tripla
3200
36W
Flat
2800
36W
Longa
2900
55W
Longa
4800
1.37.3
LÂMPADAS DE DESCARGA A ALTA PRESSÃO
1.37.3.1
Lâmpadas de vapor de sódio alta pressão
•
Temperatura de cor: 2000 K;
143/490
Eficiência mínima (lm/W)
67
82
67
69
75
76
78
81
87
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Índice de reprodução de cores (IRC): ≥ 20;
•
Vida nominal mínima: 18.000 horas para 70 W e 24.000 horas para as demais;
•
Podem ser : com bulbo elipsoidal ou tubular;
•
Dar preferência para lâmpadas com bulbo tubular, por possuir maior eficiência luminosa;
•
Utilizar reator eletromagnético com alto fator de potência e com certificação de Desempenho, Selo
Procel Inmetro.;
•
Recomendação de uso: Áreas externas;
•
Potências recomendadas: 70 W, 150 W, 250 W e 400 W.
Eficiência mínima (lm/W)
80
93
97
100
108
118
120
Lâmpadas de multivapores metálicos
•
Temperatura de cor: 3000 K a 4000 K;
•
Índice de reprodução de cores (IRC):  85;
•
Vida nominal mínima: 10.000 horas;
•
Podem ser do tipo: bipino, bilateral, tubular, elipsoidal e refletora;
•
Dar preferência para lâmpadas com tubo de descarga cerâmico, por possuir maior eficiência
luminosa;
•
Devem ser utilizadas com luminárias fechadas com vidro;
•
Recomendação de uso: Áreas com altura de instalação superior a 4,0 m;
•
Potências recomendadas: 70 W e 150 W.
Tabela 10 – Lâmpadas de multivapores metálicos
Potência Tipo
Fluxo luminoso mínimo (lm)
70W
Bipino
6.600
70W
Bilateral
6.300
150W
Bipino
14.000
150W
Bilateral
13.500
1.37.4
Rubrica
•
Tabela 9 – Lâmpadas de vapor de sódio alta pressão
Potência Tipo
Fluxo luminoso mínimo (lm)
70W
Elipsoidal
5.600
150W
Elipsoidal
14.000
150W
Tubular
14.500
250W
Elipsoidal
25.000
250W
Tubular
27.000
400W
Elipsoidal
47.000
400W
Tubular
48.000
1.37.3.2
Fls.
Eficiência mínima (lm/W)
94
90
93
90
LÂMPADAS HALÓGENAS
•
Temperatura de cor: 3000 K;
•
Índice de reprodução de cores (IRC): 100;
•
Vida nominal mínima: 2.000 horas;
•
Podem ser do tipo: bipino, bilateral (palito ou lapiseira), com refletor de alumínio facetado (AR),
com refletor dicróico (dicróica) ou refletora (PAR);
144/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
•
Recomenda-se uso de modelos de lâmpadas bipino e dicróica para baixa tensão, pois estas possuem
maior eficácia luminosa que as mesmas lâmpadas em tensão de rede.
•
Recomendação de uso: lâmpadas bipino para aplicação em luminárias das estações de trabalho de
penhor e lâmpadas bilateral (palito) para aplicação em projetores externos para iluminação de
fachada, tipo “front light”
•
Potências recomendadas: 50 W (bipino) e 150 W (palito)
Tabela 11 – Lâmpadas halógenas
Potência Tipo
20W
50W
100W
150W
200W
300W
500W
1.38
Bipino / baixa tensão
Bipino / baixa tensão
Palito / tensão de rede
Palito / tensão de rede
Palito / tensão de rede
Palito / tensão de rede
Palito / tensão de rede
Fluxo
(lm)
320
930
1650
2100
3500
4800
9500
luminoso
mínimo
Eficiência mínima (lm/W)
16
19
17
14
18
16
19
REATORES
Todos os reatores deverão estar de acordo com os requisitos prescritos das Normas Técnicas: NBR 14417, NBR
14418, NBR 5114/EB 187 e NBR 5172/MB 1105.
Os reatores deverão apresentar, no mínimo, as seguintes marcações legíveis no rótulo: tipo de lâmpada, potência do
conjunto lâmpada(s) +reator (W), corrente (A), fator de potência, distorção harmônica, fator de fluxo luminoso, nome
do fabricante ou marca registrada e modelo.
Deverão ser apresentados certificados sobre o desempenho e garantia mínima de 03 anos, quando o projeto prever o
fornecimento de lotes com 100 ou mais reatores, abaixo disto deverá ser observada a garantia mínima de 02 anos.
Deverão apresentar Selo Procel Inmetro de Desempenho, quando existente para o tipo de reator.
Os reatores deverão atender aos critérios mínimos especificados.
1.38.1
REATORES PARA LÂMPADAS FLUORESCENTES TUBULARES
Devem atender às prescrições de segurança e desempenho, discriminadas pelas normas NBR 14417 e NBR 14418,
respectivamente.
Todos os reatores para lâmpadas fluorescentes tubulares deverão ser eletrônicos e atender os seguintes requisitos:
• Tensão de alimentação: 220 V ou 127 V- com tolerância para segurança de  10,0% e com
tolerância para desempenho de +6,0%/-8,0%. Reatores dimerizáveis deverão ser alimentados em
220 V;
•
Freqüência de alimentação: 60 Hz;
•
Freqüência de operação: 20 kHz a 50 kHz;
•
Partida: Instantânea ou rápida. Dar preferência a reatores de partida rápida ou programada (partida
< 2 s) em ambientes onde as lâmpadas são ligadas e desligadas freqüentemente (mais de 3 vezes ao
dia);
•
Fator de potência: FP  0,95;
•
Distorção harmônica: DHT < 10,0%;
•
Fator de fluxo luminoso: FLL  0,90;
•
Fator de crista da corrente: FCC< 1,7;
•
Vida útil mínima: 50.000 horas;
•
Proteção contra surtos de tensão e sobretensão;
145/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
•
Esquema de ligação para reatores duplos: em paralelo. Os reatores deverão ser capazes de
funcionar com somente 1 lâmpada instalada;
•
Garantia mínima de 2 anos.
Para a escolha de reatores para lâmpadas fluorescentes tubulares, a eficiência energética pode ser ponderada pelo
Fator de Eficácia do Reator (FER) que considera o fator de fluxo luminoso (FLL) em função da potência consumida.
Recomenda-se:
• Para reatores 1x14 W: FER≥ 5,42;
•
Para reatores 2x14 W: FER≥ 2,70;
•
Para reatores 1x28 W: FER≥ 2,78;
•
Para reatores 2x28 W: FER≥ 1,42;
•
Para reatores 1x14 W: FER≥ 5,55;
•
Para reatores 2x14 W: FER≥ 2,94;
•
Para reatores 1x28 W: FER≥ 2,94;
•
Para reatores 2x28 W: FER≥ 1,49;
•
Para reatores 1x54 W: FER≥ 1,64;
•
Para reatores 2x54 W: FER≥ 0,83.
OBSERVAÇÃO: Se o FER não for especificado nos catálogos dos fabricantes, este deve ser informado ou então
requisitado. O FER pode também ser calculado dividindo-se o fator de reator (FR) pela potência de entrada em watts
e multiplicando-se por 100.
1.38.2
REATORES PARA LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS COM REATOR
NÃO INTEGRADO À BASE
Todos os reatores para lâmpadas fluorescentes compactas deverão ser eletrônicos e atender os seguintes requisitos:
• Tensão de alimentação: 220 V - com tolerância para segurança de  10% e com tolerância para
desempenho de +6,0%/-8,0%;
•
Freqüência de alimentação: 60 Hz;
•
Freqüência de operação: 20 kHz a 50 kHz;
•
Partida: Rápida (< 2 s);
•
Fator de potência: FP  0,50
•
Distorção harmônica: DHT < 20,0%;
•
Fator de fluxo luminoso: FLL  0,90;
•
Fator de crista da corrente: FCC< 1,7;
•
Vida útil mínima: 50.000 horas;
•
Proteção contra surtos de tensão e sobretensão;
•
Esquema de ligação para reatores duplos: série ou paralelo;
•
Garantia mínima de 2 anos.
1.38.3
REATORES PARA LÂMPADAS A DESCARGA A ALTA PRESSÃO
1.38.3.1
Reatores para lâmpadas a vapor de sódio a alta pressão
Devem atender às prescrições pertinentes da NBR 13593 e ser fornecido por organismo com qualidade lastreada ao
sistema ISO 9000.
Todos os reatores (eletrônicos ou eletromagnéticos) para lâmpadas a vapor de sódio a alta pressão deverão atender
aos seguintes requisitos:
146/490
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•
Tensão de alimentação: 220 V;
•
Freqüência de alimentação: 60 Hz;
•
Fator de potência: FP  0,92;
•
Vida útil mínima: 50.000 horas;
•
Garantia mínima de 3 anos;
Fls.
Rubrica
Todos os reatores eletromagnéticos deverão possuir capacitor para correção do fator de potência e ignitor específico
de acordo com a potência da lâmpada.
1.38.3.2
Reatores para lâmpadas de multivapores metálicos
Devem atender às prescrições pertinentes da NBR 14305 e ser fornecido por organismo com qualidade lastreada ao
sistema ISO 9000.
Todos os reatores para lâmpadas de multivapores metálicos deverão ser eletrônicos, preferencialmente, ou
eletromagnéticos e atender aos seguintes requisitos:
• Tensão de alimentação: 220 V;
•
Freqüência de alimentação: 60 Hz;
•
Fator de potência: FP  0,92;
•
Vida útil mínima: 50.000 horas;
•
Garantia mínima de 3 anos;
Todos os reatores eletromagnéticos deverão possuir capacitor para correção do fator de potência e ignitor específico
de acordo com a potência nominal da lâmpada.
1.39
ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
A iluminação de emergência na CAIXA deve ser classificada segundo duas funções:
• Iluminação de Emergência para Evacuação de Público
•
1.39.1
Iluminação de Emergência para Continuidade de Trabalho
ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA EVACUAÇÃO DE PÚBLICO
O sistema de iluminação de emergência para evacuação de público deve ser caracterizado por sistemas com fonte de
geração alternativa, sendo empregados preferencialmente blocos autônomos e admitindo-se ainda o uso de
dispositivos do tipo módulo autônomo ou central de iluminação de emergência.
1.39.1.1
Iluminação de ambiente
Será obrigatória em todas as áreas de circulação vertical e horizontal que consistam em rotas de saída para o exterior,
e áreas mais críticas ou de alto risco de acidentes, com uso de blocos ou módulos autônomos ou centrais de
iluminação de emergência, a saber:
• Saída de uma sala iluminada para um corredor ou escada;
•
Corredor em rampa com inclinação maior que 5,0%;
•
Saída de uma área bem iluminada para uma área de menor iluminação para permitir a adaptação da
visão humana;
•
Ambientes com desvios, especialmente quando possuem máquinas de grande porte. Como
exemplo: subestações, galerias subterrâneas, geradores de emergência, estacionamentos
subterrâneos, casas de bombas de incêndio, áreas de controle de entrada de energia elétrica e seus
acessos;
•
Escadas exteriores quando a iluminação da rua não for suficiente para evitar acidentes;
•
Áreas com obstáculos fixos ou móveis, quando possam impedir a movimentação livre e o abandono
do local com segurança e em conseqüência possam causar acidentes graves.
•
Áreas com dispositivos de segurança que impeçam ou diminuam o movimento de evacuação das
pessoas, como relógios de ponto com guias, guias de controle de acesso, catracas, portas giratórias,
147/490
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Fls.
Rubrica
e outras. Locais estratégicos, dentro da Unidade, em especial no ambiente de auto-atendimento,
espaço destinado a clientes, áreas de cofres e outros.
O projeto deverá garantir os seguintes níveis mínimos de iluminância no piso, para corredores com acabamento claro
e piso com boa reflexão de luz:
• 5,0 lux em locais com desnível: escadas ou passagens com obstáculos;
•
3,0 lux em locais planos: corredores, halls e locais de refúgio.
Deverá permitir o reconhecimento e não deixar sombras em obstáculos que possam dificultar a circulação, como
degraus das escadas, grades, saídas, mudanças de direção, e outros, através de aclaramento do ambiente ou por
sinalização luminosa.
Deverá ser garantido um tempo máximo de interrupção de 12,0 s para comutação entre fontes alternativas.
1.39.1.2
Iluminação por sinalização para evacuação de público
A iluminação de sinalização deverá assinalar, com uso de blocos autônomos, todas as mudanças de direção,
obstáculos, saídas, escadas e outras necessidades pertinentes e não deve ficar obstruída por anteparos ou arranjos
decorativos.
O fluxo luminoso do ponto de luz, exclusivamente de iluminação de sinalização, deverá ser no mínimo igual a 30,0
lm.
A função da sinalização deverá ser assegurada por textos escritos e/ou símbolos gráficos, reflexivos ou luminosotransparentes. A iluminação poderá ser externa, por reflexão na superfície da inscrição, ou na forma translúcida.
• Os textos deverão ser escritos em português com letra tipo Universal 65, conforme recomendado na
NBR 14100.
•
Caso seja necessário acrescentar textos em outro idioma, estes deverão atender as características do
item anterior.
•
No caso de símbolos e textos apostos à luminária, o fundo deverá ser na cor branca reflectante,
refletindo a luz da fonte, ou transparente, e os símbolos gráficos ou textos deverão ser na cor verde
ou vermelha, com letras reflectantes. Como opção, poderão ser utilizados o fundo vermelho ou
verde e as letras brancas.
•
No caso de símbolos/textos não apostos à luminária, o fundo deverá ser na cor branca e os
símbolos/textos na cor verde ou vermelha.
•
As tonalidades da cor verde ou vermelha devem seguir a NBR 7195. Exceções quando utilizadas
pinturas de alta reflexão ou pinturas luminescentes que não correspondam às tonalidades da NBR
7195.
•
O contraste das inscrições, nas indicações das saídas, deverá ser adequado, para ser legível à
distância prevista do ponto instalado, apenas com a iluminação de emergência acesa, inclusive
prevendo-se fumaça nas áreas. Em caso de dúvida, devem ser feitos testes correspondentes.
•
O material empregado para a sinalização e sua fixação deverá ser tal que não possa ser facilmente
danificado. Deverá ser previsto que a fixação dos elementos para sinalização, como a interligação
elétrica, suporte um jato de água sem desprendimento parcial ou total.
Os aparelhos autoluminescentes não deverão emitir qualquer radiação ionizante.
1.39.2
ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA CONTINUIDADE DE TRABALHO
O sistema de iluminação de emergência para continuidade de trabalho deverá ser caracterizado por sistemas
alimentados com fonte de geração alternativa por grupo motor-gerador em Edifícios Sedes ou módulos autônomos em
edifícios menores. Em edifícios onde a alimentação da iluminação para continuidade de trabalho for através de
geradores, a iluminação de emergência se fará sem necessidade de instalação de dispositivos do tipo módulos
autônomos.
Nos locais onde, pela natureza do trabalho, não possa haver interrupção da iluminação, o nível de iluminância do
sistema não deverá ser inferior a 70% ao nível da iluminação normal.
Áreas de CPD, telemarketing, digitação, central de guarda de valores e tesouraria deverão possuir iluminação de
emergência para continuidade do trabalho em 100% de suas luminárias, considerando caso típico de edificação dotada
de grupo motor-gerador.
1.40
CABEAMENTO ESTRUTURADO
148/490
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Uma rede local possui dois componentes: o passivo e o ativo. O componente passivo é representado pelo conjunto de
elementos responsáveis pelo transporte dos dados através de um meio físico e é composto pelos cabos, acessórios de
cabeamento e tubulações. O componente ativo, por sua vez, compreende os dispositivos eletrônicos, suas tecnologias
e a topologia envolvida na transmissão de dados entre as estações.
O componente passivo, neste trabalho, será baseado no modelo de cabeamento estruturado desenvolvido pela
EIA/TIA 568-A e ISO 11801, padrão adotado nas redes da CAIXA.
Um sistema de cabeamento estruturado consiste de um conjunto de produtos de conectividade empregado de acordo
com regras específicas de engenharia cujas características principais são: Arquitetura aberta, meios de transmissão e
disposição físicas padronizados, aderência a padrões nacionais e internacionais, projeto e instalação sistematizados.
Esse sistema integra diversos meios de transmissão (cabos metálicos, fibra óptica, rádio, etc.) que suportam múltiplas
aplicações incluindo voz, vídeo, dados, sinalização e controle. O conjunto de especificações garante uma implantação
modular com capacidade de expansão programada. Os produtos utilizados asseguram conectividade máxima para os
dispositivos existentes e preparam a infra-estrutura para as tecnologias emergentes. A topologia empregada facilita os
diagnósticos e manutenções.
Para que o projeto de rede estruturada seja feito de uma maneira fácil e lógica, sugere-se seguir a seqüência abaixo:
a) Projeto do cabeamento interno secundário (rede interna secundária);
b) Projeto do cabeamento interno primário (backbone interno);
c) Projeto do cabeamento de interligação;
d) Detalhes construtivos;
e) Simbologia, notas e identificação do cabeamento.
A seqüência de atividades acima para a elaboração de projetos é genérica e se aplica a qualquer tipo de edificação.
A CAIXA sugere que seja utilizado o conceito centralizado com cabos ópticos ou cabos UTP. Este conceito constituise em centralizar os equipamentos ativos da rede do prédio ou conjunto de prédios anexos em uma única Sala
Técnica, sendo este o ponto de origem de todas as fibras ópticas ou cabos UTP que terão como destino as salas
técnicas dos andares sem passarem por equipamentos ativos intermediários.
Devem ser previstas sobras técnicas de cabos nos racks de Telecomunicações fixados obedecendo-se o raio de
curvatura mínimo aceito pelo cabo óptico em parede, no entreforro ou no entrepiso.
1.40.1
REDE SECUNDÁRIA
Entende-se por rede interna secundária o trecho da rede compreendido entre o ponto de rede instalado na Área de
Trabalho e o dispositivo de conexão instalado no rack de Telecomunicações do andar.
O cabeamento da rede secundária adota a topologia estrela, com centro localizado no rack de Telecomunicações do
andar.
Para cada estação de trabalho deve ser previsto no mínimo dois Pontos de Telecomunicações.
Mesmo sendo dois pontos com aplicação diferentes (dados ou voz), eles podem compartilhar uma mesma caixa e o
mesmo espelho na Área de Trabalho, desde que devidamente sinalizados.
A escolha dos cabos deve ser em função dos serviços e demandas futuras. A CAIXA adota como configurações
mínimas as seguintes especificações:
a) No caso de Agências, PAB e PAE:
o
Cabeamento UTP de quatro pares, categoria 5e.
b) No caso de prédios administrativos
o
Cabeamento UTP de quatro pares, de categoria 6.
O comprimento máximo admitido para o cabeamento metálico é de 100,0 m onde o comprimento máximo do cabo,
contando desde o dispositivo de terminação do cabeamento secundário, instalado no Rack de Telecomunicações até o
Ponto de rede instalado na Área de Trabalho, deve ser de 90,0 m.
Admite-se ainda um comprimento extra de 10,0 m de cabo na rede secundária, usados da seguinte forma:
a) 7,0 m são utilizados no rack de Telecomunicações do andar como cordão de conexão entre blocos
da rede secundária com a primária, e entre esta com os equipamentos ativos.
b) 3,0 m são reservados para conectar o equipamento usuário ao Ponto de Telecomunicações instalado
na Área de Trabalho.
As tomadas de telecomunicações devem ser identificadas de acordo com o cabo que as alimentam.
149/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.40.2
Fls.
Rubrica
IDENTIFICAÇÃO
A identificação dos componentes de uma rede local na CAIXA é obrigatória tanto para os componentes passivos
como para os ativos. A seguir, é descrito o padrão de identificação adotado para os componentes passivos nas redes
da CAIXA.
Tomada Lógica – Identificação do ponto através de etiqueta adesiva apropriada, com impressão permanente, fixada
na parte frontal do espelho, conforme padronização adotada pela CAIXA, observada a correspondência das portas do
patch panel;
Cabos de Manobra (patch cables) - Identificação de cada cabo, através de etiqueta adesiva apropriada, com impressão
permanente, em ambas as extremidades;
Cabeamento Horizontal – As terminações (área de trabalho e gabinete/rack) de cada lance do cabo horizontal deverão
ser identificadas de forma única, por meio de etiqueta apropriada, de impressão permanente, ou através de anilhas
plásticas.
Nas redes da CAIXA adotamos o seguinte padrão de identificação que contém quatro caracteres alfanuméricos a
saber:
• YXXX onde: Y = L para rede local de dados e T para rede de telefonia;
•
XXX = número seqüencial crescente numérico na rede de 001 à 999
Estas informações deverão ser mostradas em projeto na planta de telecomunicações e nas cabos, patch panels.
O cordão de conexão e fio jumper fazem parte da rede secundária, porém não são mostrados em projeto de planta.
Eles aparecem normalmente nos detalhes dos racks de Telecomunicações.
1.40.3
INFRA-ESTRUTURA PARA INSTALAÇÕES
Basicamente os cabos lógicos devem ser encaminhados dentro de eletrodutos de ferro galvanizado ou eletrodutos
metálicos flexíveis.
Os eletrodutos metálicos deverão ser conectados a uma malha de terra no mínimo a cada 50 (cinqüenta) metros.
Deverá ser mantida a continuidade elétrica dos eletrodutos.
Quanto houver pontos de descontinuidade em eletroduto metálicos os mesmos deverão ser interligados através de
condutor de cobre com seção mínima de 10 mm².
Poderão ser usados eletrodutos de seção retangular (eletrocalhas) para atender caminhos por onde passará grande
quantidade de cabos. Nesse caso deverão ser empregadas calhas feitas com chapa de espessura mínima de 2,11 mm
(#14 BWG) e acabamento em aço galvanizado e fechadas com tampa removível.
Os caminhos utilizados pelo cabeamento primário e secundário deverão ser isentos de fontes de interferência
eletromagnética e de fontes de interferência de rádio freqüência.
Quando houver perfeito isolamento do caminho lógico de fontes de interferência (eletromagnética e rádio freqüência)
e livre de risco de danos mecânicos, poderão ser usados eletrodutos de PVC (cloreto de polivinila) rígido.
Também no caso de eletrodutos enterrados deverão ser empregado preferencialmente os de PVC rígido.
A distância mínima entre os caminhos do cabeamento lógico e os caminhos da rede elétrica é mostrada abaixo:
Tabela 12 – Distancia mínima entre caminhos de cabeamento lógico
Condição
Separação mínima (mm)
<2 kVA
2 a 5 kVA
Instalação elétrica em tubulação não metálica ou
equipamentos elétricos próximos a caminhos lógicos não 127
metálicos ou abertos.
Instalação elétrica em tubulação não metálica ou
equipamento elétrico próximo a caminhos lógicos 64
metálicos e aterrados.
Instalação elétrica em tubulação metálica fechada e
aterrada próxima a caminhos lógicos metálicos fechados e aterrados.
> 5 kVA
305
610
152
305
76
152
Os caminhos lógicos não poderão ser compartilhados por fios e cabos da rede elétrica.
Os eletrodutos deverão ter ocupação máxima inicial de um terço de sua seção transversal como mostrado abaixo,
podendo chegar a cinqüenta por cento da área da seção transversal para atender expansões futuras.
A ocupação máxima de eletrodutos para cabo UTP 100 Ohms Cat 5e é especificada conforme a tabela a seguir:
Tabela 13 – Ocupação de eletrodutos de lógica
150/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Tamanho nominal interno (mm)
20
25
32
40
50
65
80
100
Fls.
Rubrica
Número de cabos UTP
4
7
11
14
23
37
53
92
O cumprimento máximo de um lance retilíneo de um caminho lógico deverá ser de 15,0 m.
No caso de cabeamento primário interligando dois edifícios de um mesmo sistema de cabeamento estruturado o
comprimento máximo será de 50m. Neste caso as caixas de passagem a cada cinqüenta metros terão no mínimo as
seguintes dimensões 80,0 x 80,0 x 100,0 cm (largura, comprimento e profundidade).
Um caminho lógico poderá ter no máximo duas curvas de 90º. Um lance com uma curva de 90º terá comprimento
máximo de nove metros. Para cada curva de 90º o diâmetro do eletroduto deverá subir uma bitola. Por exemplo, seja
um lance cujo eletroduto necessário devido ao número de cabos é o de 20,0 mm, caso exista uma curva de 90º no
mesmo o eletroduto empregado deverá ser o de 25,0 mm, no caso de duas curvas deverá ser usado o eletroduto de
32,0 mm.
Deverá ser usada sempre curva de raio longo. Não se deve terminar uma curva acoplada diretamente a uma caixa de
passagem.
As caixas de passagem em trecho retilíneo deverão ter no mínimo comprimento na direção de puxamento dos cabos
de dez vezes o diâmetro nominal do eletroduto de maior seção transversal que atinge a caixa.
As caixas de passagem construídas no piso poderão ser feitas em alvenaria de tijolo maciço, internamente rebocadas e
com tampa de ferro fundido. Poderão ser utilizadas caixas metálicas em alumínio ou em ferro galvanizado, conforme
o caso.
1.40.4
REDE INTERNA PRIMÁRIA (BACKBONE INTERNO)
Entende-se como rede interna primária ou backbone interno a rede que serve para interconectar o Distribuidor Geral
de Telecomunicações com os Distribuidores Intermediários e/ou Distribuidor Secundário da edificação.
Podem ser identificados os seguintes elementos que compõem a rede:
a) Identificação dos cabos
b) Dispositivo de conexões (Blocos ou Painéis)
c) Sumário dos Pontos de Telecomunicações em cada pavimento
d) Interconexão entre os racks de telecomunicações nos diversos pavimentos da edificação.
e) Comprimento de lance (CL) dos cabos
f)
Cabos e barra de aterramento
O backbone também tem topologia estrela em que o ponto central pode ser a sala do distribuidor geral ou a Sala
Técnica.
Os cabos utilizados na rede primária são os abaixo descritos:
a. Cabo UTP 100 ohms
b.
Cabo STP 150 ohms
c.
Cabo de fibra óptica (multimodo)
d.
Cabo de fibra óptica (monomodo)
e.
A definição do tipo de cabo a ser usado em um backbone depende de alguns aspectos:
f.
Flexibilidade com relação aos serviços a serem suportados
g.
Vida útil que se espera da rede
h.
Dimensões do local
i.
População usuária
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Fls.
Rubrica
Portanto podem-se utilizar diferentes tipos de cabos em uma mesma rede que, podem até mesmo terminar em um
mesmo rack de Telecomunicações. A definição sobre que cabo utilizar no backbone da rede de Telecom deverá ser
especificada previamente pela área de Tecnologia da CAIXA.
Como em rede estruturada os limites de distâncias são importantes para um bom funcionamento, é indicado situar o
Distribuidor Geral de Telecomunicações no centro da área a ser atendida.
1.41
SALA TÉCNICA
A Sala Técnica é o espaço destinado a abrigar equipamentos de telecomunicações e rede, bem como dispositivos de
interconexão e deve ser projetada conforme ANSI/TIA/EIA-569.
A função da Sala Técnica é análoga a da sala de telecomunicações, diferindo na quantidade e complexidade dos
equipamentos instalados. Portanto, pode cumprir algumas ou todas as funções de um rack de telecomunicação.
Oferece um ambiente controlado para armazenar equipamentos de telecomunicações, "hardware" de conexão,
facilidades de aterramento e aparatos para proteção onde for aplicável.
Pode conter as interconexões principais, intermediárias e horizontais para as partes de um edifício.
Freqüentemente contêm computadores ou terminais auxiliares.
Uma sala técnica atende a uma área coberta no pavimento o equivalente a um círculo de raio de noventa metros, isto
é, a sala técnica (geralmente pequena) é o centro de uma estrela cujos braços podem atingir até noventa metros, salvo
exceções.
Não poderá ser projetada próxima a fontes de interferência eletromagnética (transformadores, motores, etc.).
Exemplificando, uma Sala Técnica para atender uma área de até 1000,0 m² (100 pontos de rede e 100 pontos de
telefonia) poderá ser implementada através da utilização de um rack de aço com largura mínima 800,0 mm,
profundidade mínima de 600,0 mm e altura mínima de 1900,0 mm, dotado de estrutura interna para montagem de
equipamentos. Recomenda-se a utilização de racks ("racks") padrão 19" que possuem grande variedade de
fornecedores e possibilitam montagens organizadas, seguras e de boa aparência. Dependendo da quantidade de
equipamentos e pontos de rede poderá ser usado um número maior de racks.
No caso de assumir funções de uma sala ou rack de telecomunicações deverá atender as normas da concessionária de
telecomunicações local para recebimento e distribuição dos cabos de telefonia.
Deverá possuir linha telefônica direta e outra com um ramal do PABX a fim de facilitar intervenções técnicas.
Deverá possuir tomadas elétricas de serviço para uso da manutenção e outros serviços.
1.41.1
Dimensionamento da área da sala técnica.
No caso de disponibilidade de espaço e grande quantidade de equipamentos e/ou pontos de rede a sala técnica poderá
ser dimensionada de acordo com a tabela abaixo, que é também usada para dimensionamento da sala de
telecomunicações.
Tabela 14 – Dimensões de salas técnicas
Área servida (m²)
Sala Técnica - comprimento x largura = área (m²)
1000
3,00 x 3,40 = 10,20
800
3,00 x 2,80 = 8,40
500
3,00 x 2,20 = 6,60
No caso das Agências, toma-se como parâmetro, área entre 8,0 e 12,0 m2, com largura mínima de 2,0 m.
1.41.2
Localização
A sala técnica está colocada de forma que visitantes não tenham conhecimento de sua existência.
A sala deve estar localizada, preferencialmente, junto e/ou próximo à RETPV, com controle de acesso e restrito
somente aos funcionários.
1.41.3
Aspectos gerais de construção da sala técnica
Os requisitos apresentados a seguir configuram as necessidades mínimas de componentes de piso, forro, iluminação,
ar condicionado das salas técnicas e maiores detalhamentos devem ser obtidos nos cadernos de diretrizes técnicas
específicos, quais sejam, os cadernos de arquitetura e engenharia civil, Climatização, luminotécnica e elétrica:
• Piso: a Sala Técnica deverá ser utilizado piso elevado com revestimento melamínico, a fim de
facilitar a interligação dos vários componentes da sala.
•
Paredes: deverão ser constituídas por divisórias, alvenarias com pintura acrílica, padrão da
Agência. Deve ainda prever a instalação de forro de fibra mineral modulado, com perfilados de aço
galvanizado tipo “T”, ou em gesso em placas ou acartonado, mantendo o padrão utilizado na
agência.
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Fls.
Rubrica
•
Janelas: Deve-se evitar a utilização de janelas externas, por questões de segurança e controle de
entrada de raios solares, que contribuem para o aquecimento do ambiente. Caso contenha, as
janelas para a sala técnica deverão ser inacessíveis pelo lado externo.
•
Iluminação: A iluminação deverá ser com índice de 500lx, luminárias de embutir 2 x 28 W e
lâmpadas fluorescentes do tipo trifósforo e de mesmo padrão utilizado na agência, com comando
por interruptor na própria sala.
•
Iluminação de Emergência: O referido ambiente, conta também, com dois blocos de iluminação
de emergência com circuito elétrico independente.
•
Climatização: Deverá possuir climatização do sistema central e sistema autônomo, com base em
equipamento tipo split ou similar, intertravado ao sistema central com possibilidade de
funcionamento 24 horas e também deverá possuir drenagem para água de condensação do sistema e
isolamento térmico para evitar condensação externa nos dutos.
•
Higrometria: É recomendado para a sala técnica um ambiente com umidade relativa de 40,0% a
50,0%, admitindo-se uma umidade relativa máxima de 60,0%.
•
Contaminação Atmosférica: O ambiente da sala técnica deverá ser livre de impurezas do ar,
incluindo poeira, fumaça, gases e produtos químicos.
•
Limpeza da Sala: A limpeza regular é vital para o funcionamento confiável e eficiente dos
equipamentos ali instalados.
O uso de exaustores, com o intuito de economia de energia e custos operacionais, poderá ser aplicado, desde que a
temperatura e umidade relativa da sala técnica sejam adequada aos níveis recomendados, após o estudo pela
engenharia responsável desta área.
1.41.4
Disposição dos elementos no Rack de Telecomunicações
O rack é um elemento utilizado em montagens de redes, cabeamento estruturado e telefonia. Nele são instalados os
equipamentos ativos e passivos de uma rede.
Os equipamentos mais comumente instalados em rack/gabinete são: roteadores, switchs, hubs, patch panels, modems,
servidores, monitores, teclados, bandejas de distribuição de fibras ópticas e blocos de conexão para telefonia.
Os rack/gabinete utilizados nas redes da CAIXA seguem o padrão de 19” e a altura é dimensionada de acordo com o
tamanho da rede.
Eventualmente para algumas unidades com redes locais menores são instalados gabinete de parede (Bracket).
1.41.5
Montagem do Rack
Para facilitar a administração dos elementos no rack/gabinete detalhamos a seguir as recomendações que devem ser
seguidas em sua montagem, especialmente no que se refere a disposição dos equipamentos, bem como os padrões que
devem ser seguidos.
1.41.6
Disposição dos Elementos Ativos de Rede
Os equipamentos como Modem, Roteador, Switch e Hub devem ser colocados nas posições superiores do
rack/gabinete, devendo ser obedecida a ordem de cima para baixo, em primeiro o roteador, seguidos pelos modems,
switch e por último o hub.
Em seguida é fixada a régua de alimentação elétrica no rack/gabinete, a qual acaba sendo instalada entre os
equipamentos e os patch panels.
E finalmente são instalados os patch panels, primeiramente os da rede local e por último os de telefonia.
Os modems deverão ser disponibilizados em bandejas que permita perfeita disposição e ventilação.
Todos os switch, hubs e o roteador deverão ser fixados ao rack, através de dispositivos de fixação próprios que
acompanham os mesmos.
Entre o roteador e o primeiro hub/switch deverá ficar espaço equivalente à 1u (3,6cm) no mínimo, podendo ser
instalado guia de cabos entre eles.
Caso as dimensões físicas do rack permitam, deverá haver guias para passagem de cabos (organizador) entre cada
hub/switch e, em sobrando espaço, deixar 2u entre a última guia e o primeiro patch panel.
1.41.7
Codificação de Cores na Capa Externa dos Patch Cables
Adotamos codificação de cores na capa externa prevendo uma diferenciação visual nos Patch Cables (Cabos de
manobra) para as várias funções/conexões existentes:
• Vermelho – Utilizado para conectar servidores;
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1.41.8
•
Amarelo – Utilizado para conectar roteadores, switch e hub;
•
Azul – Utilizado para conectar estações e impressoras;
•
Verde – Utilizado para conectar equipamentos da telefonia.
Fls.
Rubrica
Identificação dos Patch Cables Usados na Montagem do Rack
A identificação dos Patch Cable (Cabos de manobra) deve ser realizada em ambas as extremidades e seqüencial por
tipo de cor conforme descrito a seguir:
1.41.8.1
1.41.8.2
1.41.8.3
Cabo Vermelho:
•
L001 – Servidor da rede bancária;
•
L002 – Servidor da rede de escritório;
•
L003 – Servidor da rede de penhor.
Cabo Amarelo:
•
L001 – Roteador Fast Ethernet 0/1 rede bancária;
•
L002 – Roteador Fast Ethernet 1/1 rede escritório;
•
L003 - Primeiro hub/switch da rede bancária;
•
L004 – Segundo hub/switch da rede bancária;
•
L005 – Caso não haja mais hub/switch na rede bancária o cabo passa a ser usado pela rede de
escritório. A numeração segue seqüencialmente para a quantidade de equipamentos que se faça
necessário conectar;
Cabo Azul:
•
1.41.8.4
LXXX - Conforme já descrito anteriormente é utilizado na conexão das estações e impressoras, a
numeração é seqüencial e crescente, devendo ser confeccionado e identificado na mesma
quantidade dos pontos que foram instalados no patch panel;
Cabo Verde:
•
TXXX – Utilizado para conectar os equipamentos da telefonia e a exemplo da identificação do
cabo azul, é seqüencial e crescente, devendo ser confeccionado e identificado na mesma quantidade
dos pontos de telefonia que foram instalados no patch panel correspondente.
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1.41.9
Fls.
Rubrica
Rack/Gabinete Padrão
Na parte superior deverá ser fixado o ROTEADOR,
parafusado nas laterais ao rack e com espaço para
ventilação.
Em uma bandeja própria são instalados os modens
de LPCD e Dial-Backup.
Na seqüência, deverão ser instalados os switch/hub
e as respectivas guias.
Régua de tomadas
Patch panels - Telefonia
1.41.10
Conectorização
Na rede de topologia em estrela o cabo mais comumente utilizado é o par trançado, com conector RJ 45 nas pontas
dos cabos e nas placas de comunicação.
Nas placas de comunicação e tomadas os conectores são do tipo “fêmea” enquanto nas extremidades dos cabos, são
do tipo “macho”.
Figura 4 - Conector Macho RJ 45
Figura 5 - Conector fêmea RJ 45
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Fls.
Rubrica
A norma de cabeamento prevê duas possibilidades de conectorização, no que se refere à disposição dos pares nos
conectores padrão RJ 45. Estes padrões, denominados 568A e 568B, podem ser utilizados indistintamente,
observando-se apenas que, ao optar por uma configuração, a conectorização em todos os dispositivos (Patch Panel, RJ
45 macho e fêmea) deverá ser feitas da mesma forma.
O padrão utilizado nas redes da CAIXA tanto para dados como para telefonia é o 568A, ilustrado nas figuras abaixo:
Figura 6 – Padrão de cabeamento lógico
1.41.11
Terminação dos painéis e pontos de telecomunicações :
Nos cabos de par trançado, o padrão de codificação de cores dos pares e os pinos dos conectores RJ 45 8 vias adotado
é o T568A conforme indica a tabela.
Tabela 15 – Codificação de cabeamento lógico
Codificação de pares conforme T568A
Pino do conector RJ 45
Cor da capa do fio
Par da T568A
1
Branco/verde
3
2
Verde
3
3
Branco/laranja
2
4
Azul
1
5
Branco/azul
1
6
Laranja
2
7
Branco/marrom
4
8
Marrom
4
Figura 7 – Ferramentas
Outros sistemas existentes podem requerer ferramentas ou dispositivos proprietários que devem ser adquiridos em
conjunto com os produtos.
Para a retirada da capa externa dos cabos UTP existem ferramentas especiais (stripping tools) que possuem a abertura
específica para o diâmetro dos cabos que mantém a capa dos pares internos preservados.
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Fls.
Rubrica
Na terminação dos cabos, para assegurar o desempenho de transmissão, deve-se manter o cabo com os pares
trançados. Assegure-se de que não mais de 13,0 mm dos pares sejam destrançados nos pontos de terminação (painel
de conexão e tomada de parede). Deve-se preservar o passo da trança idêntico ao do fabricante para manter as
características originais e, dessa forma, manter sua compatibilidade elétrica que assegure o desempenho requerido.
Figura 8 – Cabeamento
1.41.12
Certificação
Depois de concluída a passagem e instalação dos cabos (conectorização), o meio de transmissão deverá ser
certificado, isto é, emitir um relatório contendo uma seqüência padronizada de testes que garanta o desempenho do
sistema para transmissão em determinadas velocidades.
O conjunto de testes necessários para a certificação do cabeamento e seus acessórios (painéis, tomadas, cordões, etc.)
é feito por equipamentos de testes específicos (hand-held certification tools, cable tests ou cable analizer) para
determinar as características elétricas do meio físico; os parâmetros coletados são processados e permitem aferir a
qualidade da instalação e o desempenho assegurado, mantendo um registro da situação inicial do meio de
transmissão.
As normas definem uma série de parâmetros para o cabeamento, tais como: atenuação, comprimento real,
mapeamento dos fios, paradiafonia, nível de ruído, que necessariamente devem estar dentro de uma faixa de valores
pré-definidos. A verificação desses valores é questão fundamental em um cabeamento, e deve ser feito com
equipamentos especiais. É a garantia da instalação dentro dos padrões.
Na certificação, o cabeamento deve ser analisado por equipamento de medição que atenda o nível de precisão II, para
cada canal, certificando as seguintes propriedades: metragem, mapa de fiação (wire-map), atenuação, NEXT,
PSNEXT, ELFEXT, PSELFEXT, perda de retorno (RL), ACR e PSACR.
Todos os itens devem atender às exigências estabelecidas pela EIA/TIA para categoria 5e, padrão T568A. Os
segmentos de testes devem incluir cabos de ligação (patch cord) e painéis de passagem (patch panels), desde o
conector RJ 45 do painel até o conector RJ 45 da estação.
Deverá ser entregue relatório em meio magnético (disquete ou CD) e em papel encadernado contendo o resultado
detalhado de todos os testes
1.41.13
MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
Todos os acessórios para conectividade da rede deverão estar de acordo com as normas de Cabeamento Estruturado
TIA/EIA/568,569,606, além de apresentar compatibilidade entre si (instalação, encaixe etc.), padronização de cores,
materiais e fabricantes
1.42
CABOS
1.42.1
Cabeamento utilizado em novas unidades área meio.
Aplicação: Tráfego de dados, voz e imagens.
Em obras de construção e/ou reforma completa das instalações de unidades área meio, deverá ser utilizado cabo UTP
04 pares CAT 6. As características dos cabos devem atender as prescrições a seguir:
• Cabo par trançado sem blindagem (UTP) CAT 6;
•
Deverá possuir 04 pares trançados de fios UTP, formados por condutores de cobre sólido, com
classificação de cores padrão TIA/EIA 568A;
•
Possuir bitola do condutor 24 AWG;
•
Possuir requisitos físicos e elétricos de acordo com a norma para cabos UTP, TIA/EIA 568A e
ISO/IEC 11801;
•
Deverá ter capacidade para tráfego de redes locais GigaLan Ethernet (1Gbps);
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1.42.2
Fls.
•
Possuir impedância de 100 ± 15 ohms, de 1 a 350 MHz;
•
Suportar freqüência de até 350 MHz ou superior.
•
Possuir certificação da ANATEL – Agencia Nacional de Telecomunicações.
Rubrica
Cabeamento utilizado nos pontos de venda (PAB, Agências).
Aplicação: Tráfego de dados, voz e imagens.
Em obras de construção e/ou reforma das instalações de agências deverá ser utilizado no mínimo cabo UTP 04 pares
CAT 5e. As características dos cabos devem atender as prescrições a seguir:
• Cabo par trançado sem blindagem (UTP) CAT 5e;
1.42.3
•
Deverá possuir 04 pares trançados de fios UTP, formados por condutores de cobre sólido, com
classificação de cores padrão TIA/EIA 568A;
•
Possuir bitola do condutor 24 AWG;
•
Possuir requisitos físicos e elétricos de acordo com a norma para cabos UTP, TIA/EIA 568A e
ISO/IEC 11801;
•
Deverá ter capacidade para tráfego de redes locais FastLan Ethernet (1Gbps);
•
Possuir impedância de 100 ± 15 ohms, de 1 a 350 MHz;
•
Suportar freqüência de até 350 MHz ou superior.
•
Possuir certificação da ANATEL – Agencia Nacional de Telecomunicações.
Patch Cord para dados (RJ 45 – RJ 45)
Aplicação: Para manobras efetuadas entre os Patch Panels e os equipamentos ativos da rede.
Características Obrigatórias:
• Deverá possuir 04 pares de fios UTP, extraflexível, CAT 5e ou CAT 6, formados por condutores de
cobre sólido, com classificação de cores padrão TIA/EIA 568A;
1.42.4
•
Possuir bitola do condutor 24 ou 23 AWG;
•
Possuir 2 (dois) conectores RJ 45 machos, um em cada extremidade;
•
Possuir padrão de pinagem T568A;
•
Possuir comprimento de 2,5 m;
•
Possuir requisitos físicos e elétricos de acordo com a norma para cabos UTP, TIA/EIA 568A e
ISO/IEC 11801;
•
Possuir requisitos adicionais que atendam às especificações propostas pela TIA/EIA para CAT 5e
ou CAT 6;
•
Deverá ter capacidade para tráfego de redes locais Fast Ethernet (100 Mbps);
•
Possuir impedância de 100 ± 15 ohms, de 1 a 350 MHz;
•
Suportar freqüência de até 350 MHz ou superior;
•
Ser fornecido nas cores azul (dados) e verde (voz).
Cabo para CFTV
Cabos coaxiais RG 59 para CFTV deverão ter blindagem de cobre nu (Cobertura de 90-95%) condutor singelo em
aço cobreado, isolamento em polietileno sólido, 75 Ohms, 67pF/m, com duplo condutor de cobre incorporado,
envoltos em capa PVC branca, conectorizados nas extremidades com conector fêmea tipo BNC de rosca.
1.42.5
Patch Cable
Aplicação: Para manobras efetuadas entre a estação de trabalho e a tomada da área de trabalho.
Características Obrigatórias:
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1.42.6
Fls.
Rubrica
•
Deverá possuir 04 pares de fios UTP, extraflexível, CAT 5e ou CAT 6, formados por condutores de
cobre sólido, com classificação de cores padrão TIA/EIA 568A;
•
Possuir bitola do condutor 24 ou 23 AWG;
•
Possuir 2 (dois) conectores RJ 45 machos, um em cada extremidade, com respectivas capas
termoplásticas (da mesma cor do cabo) que dificultam a desconexão acidental da estação;
•
Padrão de pinagem T568A;.
•
Comprimento de 2,5 m;
•
Possuir requisitos físicos e elétricos de acordo com a norma para cabos UTP, TIA/EIA 568A e
ISO/IEC 11801;
•
Possuir requisitos adicionais que atendam às especificações propostas pela TIA/EIA para CAT 5e
ou CAT 6;
•
Deverá ter capacidade para tráfego de redes locais Fast Ethernet (100 Mbps);
•
Possuir impedância de 100 ± 15 ohms a 350 MHz;
•
Suportar freqüência de até 350 MHz ou superior;
•
Ser fornecido nas cores azul (dados) e verde (voz).
Conector RJ45 fêmea
Aplicação: Ponto de acesso na área de trabalho para tomadas de serviços em sistemas estruturados de cabeamento.
Para instalação em espelhos planos ou angulares e tomadas de sobrepor ou piso.
Características Obrigatórias:
• Conector RJ 45 fêmea CAT 5e ou CAT 6;
1.42.7
•
Possuir padrão de pinagem T568A e T568B (8 pinos), identificado por etiquetas coloridas nos
terminais de conexão;
•
Possuir requisitos físicos e elétricos da norma para cabos UTP, TIA/EIA 568A;
•
Possuir requisitos adicionais que atendam às especificações propostas pela TIA/EIA para CAT 5e;
•
Possuir corpo em termoplástico de alto impacto não propagante à chama (requisitos de
flamabilidade UL 94 V-0);
•
Possuir as vias de contato em cobre-berílio com camada de ouro de no mínimo 50 µm micropolegadas;
•
Suportar freqüência de até 350 MHz;
•
Possibilitar o uso de ícone de identificação para codificação por cores;
•
Fornecido na cor bege.
Espelho plano para conector RJ45
Aplicação: Instalação em caixas de embutir ou sobrepor padrão 4x2” em área de trabalho, para acomodação de
conectores para acesso aos serviços de telecomunicações.
Características Obrigatórias:
• Espelho plano;
•
Ser adaptável em caixa de sobrepor simples 4x2”;
•
Deverá permitir a acomodação de 04 conectores RJ 45;
•
Material em termoplástico de alto impacto não propagante à chama (requisitos de flamabilidade);
•
Possuir espaço para etiquetas de identificação;
•
Deverá ser fornecido com etiquetas de identificação e parafusos para fixação;
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•
1.42.8
Fls.
Rubrica
Ser fornecido na cor bege.
Patch Panel de 24 posições CAT 5e ou CAT 6;
Aplicação: Gerenciamento e administração de serviços a serem disponibilizados às áreas de trabalho. Para instalação
no rack de telecomunicações como componente do “Cross-Connection”.
Características Obrigatórias:
• Possuir 24 portas do tipo RJ 45 fêmea de 8 pinos CAT 5e ou CAT 6;
1.42.9
•
Largura padrão 19” conforme requisitos da Norma EIA-310D;
•
Atender requisitos da UL 94 V-0 (flamabilidade);
•
Ser produzido em chapa de alumínio;
•
Partes plásticas fabricadas em termoplástico de alto impacto;
•
Possuir requisitos físicos e elétricos da norma para cabos UTP, TIA/EIA 568A;
•
Possuir requisitos adicionais que atendam às especificações propostas pela TIA/EIA para CAT 6;
•
Possuir contatos dos RJ 45 fêmeas em cobre-berílio com no mínimo 50 µm micro polegadas de
ouro;
•
Fácil identificação traseira dos conectores modulares RJ 45 através de números e setas;
•
Possuir suporte traseiro para abraçadeiras possibilitando a amarração dos cabos;
•
Deverá ser fornecido com os acessórios para montagem (parafusos, arruelas etc.);
•
Deve possuir performance testada a até 350 MHz;
•
Possibilitar o uso de ícone de identificação para codificação por cores;
•
Ser fornecido na cor Preta.
Organizador Horizontal de cabos
Aplicação: Acomodação e organização de patch cables na parte frontal de racks ou brackets de 19”.
Características Obrigatórias:
• Organizador Horizontal de Cabos com fechamento;
1.42.10
•
Produto construído em chapa de aço;
•
Pintura em epóxi de alta resistência a riscos;
•
Ocupação de 1U de altura;
•
Largura padrão de 19” conforme requisitos da norma EIA-310D;
•
Ser fornecido na cor Preta.
Abraçadeira para cabos
Aplicação: Organização do cabeamento.
Características Obrigatórias:
• Abraçadeira em tecido com velcro;
1.42.11
•
Reutilizável;
•
Fornecido na cor Preta.
Rack Fechado de 44 Us
Aplicação: Instalação dos patch panels, equipamentos etc.
Características Obrigatórias:
• Rack fechado de 44 Us;
•
Ser composto por 04 colunas, base e teto em chapa de aço;
160/490
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.42.12
Fls.
Rubrica
•
Estrutura básica soldada com colunas, teto base e pés reguláveis;
•
Possuir plano de fixação 19" móvel;
•
Possuir ventilação forçada de teto com no mínimo dois ventiladores;
•
Porta frontal em aço acrílico fumê;
•
Permitir a retirada das estruturas laterais, facilitando o acoplamento de outros módulos;
•
Ser fornecido com Kit de montagem e fixação necessários;
•
Ser fornecido em estrutura: grafite e fechamentos: Bege
•
Ser fornecido com 04 Organizadores Verticais produzidos em chapa de aço (frente e fundo);
•
Possuir régua de alimentação 2P + T com no mínimo 06 tomadas.
Ícones de Identificação
Aplicação: Plaquetas coloridas de identificação, encaixadas na parte frontal do conector RJ 45 fêmea ou dos “patchpanels”. Servem para codificar a função de cada conector fêmea (telefonia, dados e imagem), permitindo a adequação
do sistema de cabeamento à norma ANSI/TIA/EIA 606.
Características Obrigatórias:
• Permitir o uso em tomadas;
•
Permitir o uso em Patch Panel;
•
Ser fornecido nas cores azul (para dados) e verde (para voz).
NORMAS TÉCNICAS
As Normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas deverão ser atendidas em todos os procedimentos,
no que couber.
A Tabela 16 apresenta a relação mínima, sem prejuízo das demais, das Normas Técnicas relacionadas à instalação e
manutenção de unidades da CAIXA.
Normas internacionais poderão ser seguidas para materiais ou equipamentos quando estes não possuírem normas
nacionais, ou quando forem complementares às normas nacionais existentes.
Deverão ser atendidas as Normas e Especificações das concessionárias de distribuição de energia elétrica para
consumidores individuais em BT e MT (Cabinas Primárias) e consumidores coletivos, que atendem as instalações da
CAIXA.
As questões relativas à contratação de energia são regidas por resoluções da ANEEL (www.aneel.gov.br). Estas
resoluções são atualizadas sempre que a Agência considera necessário e estão disponíveis para consulta no endereço
eletrônico acima.
Os casos omissos nas normas ABNT deverão ser cobertos pelo IEC - International Eletrotechnical Comission ou
pelas normas:
• NEC - National Eletrical Code;
•
IES - Ilumminating Engineering Society;
•
ANSI - American National Standards Institute
Tabela 16 – Principais Normas Técnicas
Guia para instalação e operação de capacitores de potência.
NBR 5060:1977
Esta Norma fixa as condições exigíveis de caráter geral para a instalação e a operação de
capacitores de potência em sistemas de potência.
Reatores para lâmpadas fluorescentes tubulares – Especificação.
NBR 5114:1998
Esta Norma estabelece requisitos para reatores para lâmpadas fluorescentes, de maneira a
assegurar o desempenho correto das lâmpadas fluorescentes, de acordo com a ABNT NBR
IEC 81.
Relé fotoelétrico e tomada para iluminação - Especificação e método de ensaio
NBR 5123:1998
161/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 5117:2007
NBR 5172:1998
NBR 5282:1998
NBR 5356:2007
NBR 5356:2007
NBR 5356:2007
NBR 5356:2007
NBR 5356:2007
NBR 5382:1985
NBR 5410:2008
NBR 5413:1991
NBR 5416:1997
Fls.
Rubrica
Esta Norma fixa os requisitos mínimos exigidos e os ensaios para relés fotoelétricos
intercambiáveis e suas tomadas e alças, destinados ao comando de iluminação, em circuitos de
corrente alternada e freqüência de 60hz, para uso externo.
Máquina elétrica girante - Máquina síncrona - Especificação
Esta Norma estabelece os requisitos básicos a serem atendidos pelas máquinas síncronas.
Reatores para lâmpadas fluorescentes - Ensaios
Esta Norma prescreve o método pelo qual devem ser ensaiados os reatores para lâmpadas
fluorescentes, especificados na ABNT NBR 5114.
Capacitores de potência em derivação para sistema de tensão nominal acima de 1 000 V.
Especificação.
Esta Norma fixa as condições relativas às características técnicas e regras de segurança, bem
como prescreve os métodos de ensaio, das unidades capacitivas e bancos de capacitores.
Transformadores de Potência. Parte 1: Generalidades.
Esta parte da ABNT NBR 5356, em conjunto com as ABNT NBR 5356-2, 3, 4 e 5, aplica-se a
transformadores trifásicos e monofásicos (inclusive autotransformadores), excetuando-se
certas categorias de pequenos transformadores e transformadores especiais.
Transformadores de Potência. Parte 2: Aquecimento.
Esta parte da ABNT NBR 5356 classifica os transformadores em função de seus métodos de
resfriamento, define os limites de elevação de temperatura e apresenta em detalhes os métodos
de ensaios para a medição da elevação de temperatura.
Transformadores de Potência. Parte 3: Níveis de isolamento, ensaios dielétricos e
espaçamentos externos em ar.
Esta parte da ABNT NBR 5356 é aplicável a transformadores imersos em óleo (inclusive
autotransformadores), trifásicos ou monofásicos, excetuando-se certos transformadores
pequenos e especiais, como definido na ABNT NBR 5356-1.
Transformadores de Potência. Parte 4: Guia para ensaio de impulso atmosférico e de manobra
para transformadores e reatores.
Esta parte da ABNT NBR 5356 fornece orientação e comentários explicativos sobre os
procedimentos existentes de ensaio de tensão suportável nominal de impulso atmosférico e de
manobra, em transformadores e reatores para sistemas de transmissão e distribuição de energia
elétrica, suplementando as disposições das normas tipo especificação e método de ensaio
pertinentes. As diferenças entre os procedimentos aplicáveis a transformadores e reatores são
indicadas quando for o caso.
Transformadores de Potência. Parte 5: Capacidade de resistir a curtos-circuitos.
Esta parte da ABNT NBR 5356 especifica a capacidade de transformadores trifásicos e
monofásicos (inclusive autotransformadores) de resistir a curtos-circuitos, excetuando-se
certas categorias de pequenos transformadores e transformadores especiais, tais como: a)
transformadores monofásicos de potência nominal inferior a 1 kVA e transformadores
trifásicos de potência nominal inferior a 5 kVA; b) transformadores para instrumentos; c)
transformadores para conversores estáticos; d) transformadores de tração montados sobre
componentes rolante; e) transformadores de partida; f) transformadores de ensaio; g)
transformadores de solda.
Verificação de iluminância de interiores
Esta Norma fixa o modo pelo qual se faz a verificação da iluminância de interiores de áreas
retangulares, através da iluminância média sobre um plano horizontal, proveniente da
iluminação geral.
Instalações elétricas de baixa tensão
Esta Norma estabelece as condições a que devem satisfazer as instalações elétricas de baixa
tensão, a fim de garantir a segurança de pessoas e animais, o funcionamento adequado da
instalação e a conservação dos bens.
Iluminância de interiores
Esta Norma estabelece os valores de iluminâncias médias mínimas em serviço para iluminação
artificial em interiores, onde se realizem atividades de comércio, indústria, ensino, esporte e
outras.
Aplicação de cargas em transformadores de potência – Procedimento
162/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 5419:2005
NBR 5426:1989
NBR 5431:2008
NBR 5440:1999
NBR 5444:1989
NBR 5444:1989
NBR 5456:1987
NBR 5457:1980
NBR 5458:1986
NBR 5459:1987
NBR 5460:1992
NBR 5461:1991
Fls.
Rubrica
Esta Norma fornece os procedimentos para a aplicação de cargas em transformadores e
autotransformadores de potência, fabricados e ensaiados de acordo com a ABNT NBR 5356, e
imersos em líquido isolante, com dois ou mais enrolamentos, trifásicos ou bancos com
unidades monofásicas. Os procedimentos a serem seguidos dependem do controle, disponível
ao usuário, das condições operacionais e se baseiam no envelhecimento da isolação dos
enrolamentos. Para isto, a Norma estabelece dois procedimentos. Caso não sejam disponíveis
dados de manutenção e operativos, deve-se utilizar o Procedimento 1, descrito na seção 5
desta Norma que contempla transformadores com potência até 100 MVA. Caso estes dados
sejam disponíveis, deve-se utilizar o Procedimento 2, descrito na seção 6, que não tem
limitação de potência.
Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas
Esta Norma fixa as condições de projeto, instalação e manutenção de sistemas de proteção
contra descargas atmosféricas (SPDA), para proteger as edificações e estruturas definidas em
1.2 contra a incidência direta dos raios. A proteção se aplica também contra a incidência direta
dos raios sobre os equipamentos e pessoas que se encontrem no interior destas edificações e
estruturas ou no interior da proteção impostas pelo SPDA instalado.
Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos
Esta Norma estabelece planos de amostragem e procedimentos para inspeção por atributos.
Quando especificada pelo responsável, esta Norma deve ser citada nos contratos, instruções ou
outros documentos, e as determinações estabelecidas devem ser obedecidas.
Caixas e invólucros para acessórios elétricos para instalações elétricas fixas domésticas e
análogas - Dimensões
Esta Norma estabelece as dimensões das caixas e invólucros para acessórios elétricos com
tensão nominal não superior a 1 000 V c.a. e 1 500 V c.c., destinados a instalações elétricas
fixas domésticas e análogas.
Transformadores para redes aéreas de distribuição – Padronização
Esta Norma estabelece a padronização das características elétricas e mecânicas dos
transformadores aplicadas em redes aéreas de distribuição, de acordo com a ABNT NBR
5434, nas tensões primárias até 36,2 kV e nas tensões secundárias usuais dos transformadores
monofásicos e trifásicos, com enrolamento de cobre ou alumínio, imerso em óleo mineral
isolante com resfriamento natural.
Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais
Esta Norma estabelece os símbolos gráficos referentes às instalações elétricas prediais.
Símbolos gráficos para instalações elétricas prediais
Esta Norma estabelece os símbolos gráficos referentes às instalações elétricas prediais.
Eletricidade geral
Esta Norma define termos de matemática, aplicados ao estudo dos campos e de circuitos,
termos de física geral (não elétricos) e de química, relacionados com o estudo de fenômenos
eletromagnéticos, termos fundamentais de eletricidade, magnetismo e eletromagnetismo,
termos fundamentais sobre ondas, termos gerais de tecnologia elétrica.
Eletrotécnica e eletrônica - Máquinas girantes
Esta Norma define termos relacionados com máquinas elétricas girantes, que funcionam por
indução eletromagnética.
Transformador de potência
Esta Norma define termos relacionados com transformadores de potência.
Manobra e proteção de circuitos
Esta Norma define termos relacionados com a manobra e a proteção de circuitos elétricos, por
meio de dispositivos adequados e destinados a essa finalidade.
Sistemas elétricos de potência
Esta Norma define termos relacionados com sistemas elétricos de potência, explorados por
concessionários de serviços públicos de energia elétrica.
Iluminação.
163/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 5463:1992
NBR 5464:1981
NBR 5467:1981
NBR 5469:1986
NBR 5471:1986
NBR 5472:1986
NBR 5474:1986
NBR 5475:1986
NBR 5580:2007
NBR 5590:2008
NBR 5597:2006
NBR 5598:2009
NBR 5624:1993
NBR 5626:1998
Fls.
Rubrica
Esta Norma define termos relacionados com radiações, grandezas, unidades, visão, reprodução
das cores, colorimetria, emissão, propriedades ópticas dos materiais, medições radiométricas,
fotométricas, colorimétricas, detectores físicos, efeitos actínicos da radiação óptica, fontes de
luz, componentes de lâmpadas e dispositivos auxiliares, luminotécnica, iluminação diurna,
luminárias e seus componentes, sinalização visual e suas aplicações.
Tarifas e mercado de energia elétrica
Esta Norma define termos relacionados com a exploração de comercial de sistemas elétricos,
por concessionários.
Eletrotécnica e eletrônica - Interferências eletromagnéticas
Esta Norma define termos relacionados com interferências eletromagnéticas de qualquer tipo
ou origem.
Eletrotécnica e eletrônica - Controles elétricos
Esta Norma define termos relacionados com o controle de sistemas e equipamentos elétricos.
Capacitores
Esta Norma define termos relacionados com capacitores, de qualquer tipo, destinados a
introduzir capacitância em circuitos elétricos.
Condutores elétricos
Esta Norma define os termos relacionados a condutores elétricos em geral.
Isoladores e buchas para eletrotécnica
Esta Norma define termos relacionados com isoladores para sistemas de potência e com
buchas para equipamentos elétricos, não sendo necessariamente aplicável a isoladores e
buchas destinados a outras finalidades.
Conector elétrico
Esta Norma define termos relacionados com conectores elétricos, de qualquer tipo, destinados
a fazer ligações elétricas de condutores.
Reatores elétricos de potência
Esta Norma define termos relacionados com reatores de potência para sistemas elétricos,
quando a tipos e características de funcionamento, sendo necessariamente aplicáveis a reatores
destinados a outras finalidades.
Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluidos. Especificação.
Esta Norma estabelece os requisitos exigíveis para fabricação e fornecimento de tubos de açocarbono, com ou sem solda longitudinal, com ou sem revestimento protetor de zinco, para
condução de água, gás, vapor e outros fluidos não- corrosivos.
Tubos de aço-carbono com ou sem solda longitudinal, pretos ou galvanizados. Especificação.
Esta Norma fixa os requisitos exigíveis para fabricação e fornecimento de tubos de açocarbono, com ou sem solda longitudinal, pretos ou galvanizados, para condução de fluidos não
corrosivos sob pressão e aplicações mecânicas, sendo também aceitável para uso comum em
linhas de vapor, água, gás e ar comprimido.
Eletroduto de aço-carbono e acessórios, com revestimento protetor e rosca NPT - Requisitos.
Esta Norma estabelece os requisitos exigíveis para fabricação e fornecimento de eletrodutos de
aço-carbono, fabricados de tubos com ou sem solda longitudinal, com revestimento protetor,
utilizados para proteção de condutores elétricos, cabos de comunicação, transmissão de dados
e similares e seus acessórios (luvas, curvas e niples).
Eletroduto de aço-carbono e acessórios, com revestimento protetor e rosca BSP - Requisitos.
Esta Norma estabelece os requisitos exigíveis para fabricação e fornecimento de eletrodutos de
aço-carbono, fabricados de tubos com ou sem solda longitudinal e seus acessórios (luvas,
curvas e niples). Com revestimento protetor, utilizados para proteção de condutores elétricos,
cabos de comunicação, transmissão de dados e similares.
Eletroduto rígido de aço-carbono, com costura, com revestimento protetor e rosca ABNT NBR
8133.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para encomenda, fabricação e fornecimento de
eletrodutos rígidos de aço-carbono, com rosca ABNT NBR 8133, fabricados de tubos com
costura, com revestimento protetor, que têm a finalidade de proteger os condutores elétricos.
Instalação predial de água fria.
Esta Norma estabelece exigências e recomendações relativas ao projeto, execução e
manutenção da instalação predial de água fria.
164/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 5645:1990
NBR 5648:1999
NBR 5649:2006
NBR 5650:2006
NBR 5667:2006
NBR 5674:1999
NBR 5680:1977
NBR 5683:1999
NBR 5685:1999
NBR 5687:1999
NBR 5688:1999
NBR 5732:1991
NBR 5733:1991
NBR 5735:1991
NBR 5737:1992
NBR 5736:1999
Fls.
Rubrica
Tubo cerâmico para canalizações.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para aceitação e/ou recebimento de tubos cerâmicos
empregados na canalização de águas pluviais, de esgotos sanitários e de despejos industriais,
que operam sob a ação da gravidade e, normalmente, sob pressão atmosférica.
Sistemas prediais de água fria. Tubos e conexões de PVC. Requisitos.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para tubos e conexões de PVC 6,3, com juntas
soldáveis, a serem empregados na execução de sistemas prediais de água fria, com pressão de
serviço de 750 kPa à temperatura de 20° C, sendo 500 kPa de pressão estática disponível
máxima e 250 kPa de sobrepressão máxima.
Reservatório de fibrocimento para água potável. Requisitos.
Esta Norma fixa os requisitos exigíveis para aceitação e recebimento de reservatórios de
fibrocimento para água potável.
Reservatório de fibrocimento para água potável. Verificação da estanqueidade e determinação
dos volumes útil e efetivo.
Esta Norma prescreve o método para verificação da estanqueidade e para determinação dos
volumes útil e efetivo dos reservatórios de fibrocimento para água potável.
Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil.
Esta parte da ABNT NBR 5667 fixa os requisitos mínimos para fabricação, inspeção e
recebimento de hidrantes de coluna urbanos de incêndio, de ferro fundido dúctil, pára serem
empregados em redes de abastecimento público de água.
Manutenção de edificações. Procedimento.
Esta Norma fixa os procedimentos de orientação para organização de um sistema de
manutenção de edificações.
Dimensões de tubos de PVC rígido.
Esta Norma padroniza diâmetros externos, comprimentos e respectivas tolerâncias, e fixa
séries de tubos de PVC (cloreto de polivinila) rígido, de seção circular, fabricados por
extrusão, que devem ser obedecidos em todas as normas tipo especificação pertinentes.
Tubos de PVC. Verificação da resistência à pressão hidrostática interna.
Esta Norma prescreve o método para a verificação da resistência dos tubos de PVC à pressão
hidrostática interna.
Tubos e conexões de PVC. Verificação do desempenho de junta elástica.
Esta Norma prescreve os métodos de verificação do desempenho de juntas elásticas do tipo
ponta e bolsa com anel de borracha de tubos e conexões de PVC.
Tubos de PVC. Verificação da estabilidade dimensional.
Esta Norma prescreve o método de verificação da estabilidade dimensional dos tubo de PVC,
sendo aplicável a todos os tubos de PVC, qualquer que seja a finalidade de uso.
Sistemas prediais de água pluvial e de esgoto sanitário e ventilação. Tubos e conexões de
PVC, do tipo DN. Requisitos.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para tubos e conexões de PVC - série normal, com
juntas soldáveis ou soldáveis/elásticas, a serem empregados em sistemas prediais de esgoto
sanitário e ventilação, que funcionam pela ação de gravidade, com razão livre e classe de
temperatura CT 45°C.
Cimento Portland comum.
Esta Norma fixa as condições exigíveis no recebimento dos cimentos Portland comuns (CPI e
CPI-S), de classes 25,32 e 40.
Cimento Portland de alta resistência inicial.
Esta Norma fixa as condições exigíveis no recebimento do cimento Portland de alta resistência
inicial (CP V - ARI).
Cimento Portland de alto-forno.
Esta Norma fixa as condições exigíveis no recebimento do cimento Portland de alto-forno (CP
III), de classes 25, 32 e 40.
Cimento Portland resistentes a sulfatos.
Esta Norma fixa as condições exigíveis no recebimento dos cimentos Portland resistentes a
sulfatos.
Cimento Portland pozolânico.
165/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 5738:2003
NBR 5739:2007
NBR 5846:1976
NBR 6118:2007
NBR 6120:2000
NBR 6122:1996
NBR 6123:1990
NBR 6125:1992
NBR 6135:1992
NBR 6136:2007
NBR 6137:1980
NBR 6251:2006
NBR 6323:2007
NBR 6453:2003
NBR 6460:1983
NBR 6483:1999
NBR 6484:2001
Fls.
Rubrica
Esta Norma fixa as condições exigíveis no recebimento do cimento Portland pozolânico (CP
IV, de classe 25 e 32).
Concreto. Procedimento para moldagem e cura de corpos de prova.
Esta Norma prescreve o procedimento para moldagem e cura de corpos-de-prova de concreto.
Concreto. Ensaios de compressão de corpos de prova cilíndricos.
Esta norma prescreve um método de ensaio pelo qual devem ser ensaiados à compressão os
corpos-de-prova cilíndricos de concreto, moldados conforme a ABNT NBR 5738 e extraídos
conforme a ABNT NBR 7680.
Vernizes e resinas.
Esta Norma tem por objetivo, estabelecer de maneira sucinta a explicação específica no campo
de Vernizes e Resinas, a fim de facilitar o entendimento da matéria aos não relacionados com
o campo.
Projeto de estruturas de concreto. Procedimento.
Esta norma fixa os requisitos básicos exigíveis para projeto de estruturas de concreto simples,
armado e protendido, excluídas aquelas em que se empregam concreto leve, pesado ou outros
especiais.
Cargas para o cálculo de estruturas de edificações.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para determinação dos valores das cargas que devem
ser consideradas no projeto de estrutura de edificações, qualquer que seja sua classe e destino,
salvo os casos previstos em normas especiais.
Projeto e execução de fundações.
Esta Norma fixa as condições básicas a serem observadas no projeto e execução de fundações
de edifícios, pontes e demais estruturas.
Forças devidas ao vento em edificações.
Esta Norma fixa as condições exigíveis na consideração das forças devidas à ação estática e
dinâmica do vento, para efeitos de cálculo de edificações.
Chuveiros automáticos para extinção de incêndio.
Esta Norma prescreve o método pelo qual devem ser executados os ensaios previstos na
ABNT NBR 6135.
Chuveiros automáticos para extinção de incêndio. Especificação.
Esta Norma fixa as condições técnicas mínimas a que devem satisfazer os chuveiros
automáticos para extinção de incêndio.
Blocos vazados de concreto simples para alvenaria. Requisitos.
Esta Norma estabelece os requisitos para o recebimento de blocos vazados de concreto
simples, destinados à execução de alvenaria com ou sem função estrutural.
Pisos para revestimento de pavimentos.
Esta Norma classifica os pisos para revestimento de pavimentos.
Cabos de potência com isolação extrudada para tensões de 1kV a 35 kV - Requisitos
construtivos
Esta Norma padroniza a construção dos cabos de potência, unipolares, multipolares ou
multiplexados, para instalações fixas, com isolação extrudada dos tipos designados na tabela 1
e com cobertura dos tipos designados na tabela 2, para tensões nominais de 1 kV a 35 kV.
Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido - Especificação
Esta Norma especifica os requisitos exigíveis para galvanização de produtos de aço ou ferro
fundido, revestidos de zinco, por imersão a quente, pelo processo não contínuo.
Cal virgem para construção civil. Requisitos.
Esta Norma especifica os requisitos exigíveis no recebimento da cal virgem a ser empregada
na construção civil.
Tijolo maciço cerâmico para alvenaria. Verificação da resistência à compressão.
Esta Norma prescreve o método para verificação da resistência à compressão em tijolos
maciços cerâmicos para alvenaria, especificado na ABNTNBR7170.
Conexões de PVC. Verificação do comportamento ao achatamento.
Esta Norma prescreve o método para verificação das condições de processamento das
conexões de PVC moldadas por injeção, através do seu comportamento ao achatamento.
Sondagem de simples reconhecimentos com SPT. Método de ensaio.
166/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 6485:2000
NBR 6486:2000
NBR 6487:2000
NBR 6489:1984
NBR 6492:1994
NBR 6493:1994
NBR 6497:1983
NBR 6509:1986
NBR 6524:1998
NBR 6689:1981
NBR 6813:1981
NBR 6936:1992
Fls.
Rubrica
Esta Norma prescreve o método de execução de sondagens de simples reconhecimento de
solos, com SPT, cujas finalidades, para aplicações em Engenharia Civil.
Caixilho para edificação. Janela, fachada-cortina e porta externa. Verificação da penetração de
ar.
Esta Norma prescreve o método para verificar a resistência à penetração de ar em caixilhos janela, fachada-cortina e porta externa - em edificações, quando é aplicada na face externa do
corpo-de-prova uma pressão estática maior que a pressão na face interna, de acordo com a
ABNT NBR 10821.
Caixilho para edificação. Janela, fachada-cortina e porta externa. Verificação da estanqueidade
à água.
Esta Norma prescreve o método para verificar a resistência à penetração de água em caixilhos
- janela, fachada-cortina e porta externa - em edificações, quando uma vazão de água é
aplicada na face externa do corpo-de-prova, simultaneamente à aplicação de uma pressão
estática nesta mesma face, maior que a pressão de face interna, de acordo com a ABNT NBR
10821.
Caixilho para edificação. Janela, fachada-cortina e porta externa. Verificação do
comportamento quando submetido a cargas uniformemente distribuídas.
Esta Norma prescreve o método para verificar o comportamento de caixilhos - janelas,
fachadas-cortina e porta externa - em edificações, quando submetidos a cargas uniformemente
distribuídas, sendo as cargas aplicadas por meio de uma diferença de pressão estática entre a
face interna do corpo-de-prova.
Prova de carga direta sobre terreno de fundação.
Esta Norma fixa as condições gerais a satisfazer nas provas de carga sobre terreno, para fins
de fundações por sapatas rasas, assim como as informações que devem constar no registro da
mesma.
Representação de projetos de arquitetura.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para representação gráfica de projetos de arquitetura,
visando à sua boa compreensão.
Emprego de cores para identificação de tubulações.
Esta norma fixa as condições exigíveis para o emprego de cores na identificação de tubulações
para a canalização de fluidos e material fragmentado ou condutores elétricos, com a finalidade
de facilitar a identificação e evitar acidentes.
Levantamento geotécnico.
Esta Norma fixa as condições gerais a serem obedecidas no "Levantamento geotécnico" para
fins de projeto de obras de engenharia.
Instrumentos elétricos e eletrônicos de medição
Esta Norma define termos relacionados com instrumentos elétricos e eletrônicos de medição,
tal como definidos em 3.2.3 e 3.2.4 respectivamente, quanto às suas características gerais de
construção, de funcionamento e de utilização, e incluindo também os tipos básicos desses
instrumentos.
Fios e cabos de cobre duro e meio duro com ou sem cobertura protetora para instalações
aéreas - Especificação
Esta Norma fixa as condições exigíveis para aceitação e/ou recebimento de fios e cabos de
cobre duro e meio duro, de seção circular, com ou sem cobertura protetora, utilizados em
instalações aéreas.
Requisitos gerais para condutos de instalações elétricas prediais
Esta Norma fixa os requisitos gerais a que devem satisfazer os condutos a serem usados em
instalações elétricas prediais nos casos previstos na ABNT NBR 5410.
Fios e cabos elétricos - Ensaio de resistência de isolamento
Esta Norma prescreve o método de execução do ensaio de resistência de isolamento em fios e
cabos elétricos.
Técnicas de ensaios elétricos de alta-tensão
167/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 6937:1981
NBR 7037:1993
NBR 7170:1983
NBR 7175:2003
NBR 7190:1997
NBR 7191:1982
NBR 7195:1995
NBR 7196:1983
NBR 7198:1993
NBR 7199:1989
NBR 7211:2009
NBR 7215:1997
NBR 7229:1997
NBR 7231:1999
Fls.
Rubrica
Esta Norma tem por objetivo definir os termos para as aplicações gerais e específicas, fixar
requisitos gerais sobre os objetos sob ensaio e procedimentos de ensaio, prescrever os métodos
para geração e medição das tensões e correntes de ensaio, prescrever os procedimentos de
ensaio e prescrever os métodos para avaliação de resultados de ensaio e estabelecer critérios
para aceitação ou rejeição.
Técnicas de ensaios elétricos de alta tensão - Dispositivos de medição
Esta Norma fixa as condições exigíveis aos dispositivos e aos sistemas utilizados para
medição de tensões e correntes durante os ensaios dielétricos com tensão contínua, tensão
alternada, tensão de impulso atmosférico e tensão de impulso de manobra e para ensaios com
altas correntes de impulso.
Recebimento, instalação e manutenção de transformadores de potência em óleo isolante
mineral.
Esta Norma fixa as condições exigíveis que o transformador deve apresentar após a sua
entrega á responsabilidade do comprador, para recebimento, instalação e manutenção.
Tijolo maciço cerâmico para alvenaria.
Esta Norma fixa as condições exigíveis no recebimento de tijolos maciços cerâmicos
destinados a obras de alvenaria, com ou sem revestimento.
Cal hidratada para argamassas. Requisitos.
Esta Norma especifica os requisitos exigíveis no recebimento da cal hidratada a ser empregada
em argamassas para a construção civil.
Projeto de estruturas de madeira.
Esta Norma fixa as condições gerais que devem ser seguidas no projeto, na execução e no
controle das estruturas correntes de madeira, tais como pontes, pontilhões, coberturas, pisos e
cimbres. Além das regras desta Norma, devem ser obedecidas as de outras normas especiais e
a exigências peculiares a cada caso particular.
Execução de desenhos para obras de concreto simples ou armado.
Esta Norma fixa as condições especiais que devem ser observadas na execução de desenho
técnicos para obras de concreto simples ou armado, As condições gerais e os significados
nesta Norma, são os fixados pela ABNTNBR 5984.
Cores para segurança.
Esta Norma fixa as cores que devem ser usadas para prevenção de acidentes, empregadas para
identificar e advertir contra riscos.
Folha de telha ondulada de fibrocimento.
Esta Norma fixa as condições exigíveis nos projetos e execuções de coberturas e fechamentos
laterais com telhas onduladas de fibrocimento especificadas na ABNTNBR7581.
Projeto e execução de instalações prediais de água quente.
Esta Norma fixa as exigências técnicas mínimas quanto à higiene, à segurança, à economia e
ao conforto dos usuários, pelas quais devem ser projetadas e executadas as instalações prediais
de água quente.
Projeto, execução e aplicação de vidros na construção civil.
Esta Norma fixa as condições que devem ser obedecidas no projeto de envidraçamento em
construção civil.
Agregados para concreto. Especificação.
Esta Norma especifica os requisitos exigíveis para recepção e produção dos agregados miúdos
e graúdos destinados à produção de concretos de cimento Portland.
Cimento Portland. Determinação da resistência à compressão.
Esta Norma especifica o método de determinação da resistência à compressão de cimento
Portland.
Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para projeto, construção e operação de sistemas de
tanques sépticos, incluindo tratamento e disposição de afluentes e lodo sedimentado. Tem por
objetivo preservar a saúde pública e ambiental, a higiene, o conforto e a segurança dos
habitantes de áreas servidas por estes sistemas.
Conexões de PVC. Verificação do comportamento ao calor.
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 7285:2001
NBR 7286:2001
NBR 7287:2009
NBR 7288:1994
NBR 7362:2007
NBR 7367:1988
NBR 7480:2007
NBR 7675:2005
NBR 7678:1983
NBR 7680:2007
NBR 7808:1983
NBR 7863:1983
Fls.
Rubrica
Esta Norma prescreve o método para verificação do comportamento ao calor aplicável às
conexões de PVC moldadas por injeção, utilizadas na condução de água (fria ou quente) sob
pressão, de esgoto e ventilação ou para águas pluviais.
Cabos de potência com isolação extrudada de polietileno termofixo (XLPE) para tensão de
0,6/1 kV - Sem cobertura - Especificação
Esta Norma fixa as condições exigíveis na aceitação e/ou recebimento de cabos de potência,
de um condutor ou multiplexados, isolados com polietileno termofixo (XLPE), sem cobertura.
Cabos de potência com isolação extrudada de borracha etilenopropileno (EPR) para tensões de
1 kV a 35 kV - Requisitos de desempenho
Esta Norma fixa as condições exigíveis para cabos de potência, unipolares, multipolares ou
multiplexados, para instalações fixas, isolados com borracha etilenopropileno (EPR), com
cobertura.
Cabos de potência com isolação sólida extrudada de polietileno reticulado (XLPE) para
tensões de isolamento de 1 kV a 35 kV - Requisitos de desempenho
Esta Norma especifica os requisitos mínimos exigíveis para cabos de potência, unipolares,
multipolares ou multiplexados, para instalações fixas, isolados com polietileno reticulado
(XLPE), com cobertura.
Cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila (PVC) ou polietileno
(PE) para tensões de 1 kV a 6 kV
Esta Norma fixa as condições exigíveis para a qualificação e para a aceitação e/ou
recebimento de cabos de potência unipolares, multipolares ou multiplexados, para instalações
fixas, isoladas com cloreto de polivinila (PVC) ou polietileno (PE), com cobertura.
Sistemas enterrados para condução de esgoto.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para tubos de poli (cloreto de vinila) (PVC) com junta
elástica, destinados a rede coletora e ramais prediais enterrados para a condução de esgoto
sanitário e despejos industriais, cuja temperatura do fluido não exceda 40ºC. Os requisitos
específicos para os diversos tipos de tubos de PVC são estabelecidos nas ABNT NBR 7362-2,
ABNT NBR 7362-3 e ABNT NBR 7362-4.
Projeto e assentamento de tubulações de PVC rígido para sistemas de esgoto sanitário.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para projeto e assentamento de tubulações de esgoto
sanitário com tubos e conexões de PVC rígido com junta elástica, conforme as ABNT NBR
7362, ABNT NBR 10569 e ABNT NBR 10570.
Aço destinado a armaduras para estruturas de concreto armado. Especificação.
Esta Norma estabelece os requisitos exigidos para encomenda, fabricação e fornecimento de
barras e fios de aço destinados a armaduras para estruturas de concreto armado, com ou sem
revestimento superficial.
Tubos e conexões de ferro dúctil e acessórios para sistemas de adução e distribuição de água.
Requisitos.
Esta Norma especifica os requisitos, exames e métodos de ensaio aplicáveis para fabricação,
recebimento e aplicação de tubos, conexões e acessórios de ferro fundido dúctil e suas juntas
para a construção de canalizações que: a) são operadas com ou sem pressurização; b) são
instaladas enterradas ou aéreas; c) transportam água.
Segurança na execução de obras e serviços de construção.
Esta Norma fixa as condições de segurança e higiene em obras e serviços de construção e os
procedimentos e medidas, de caráter individual e coletivo, para manutenção dessas condições
na execução de tarefas específicas.
Concreto. Extração, preparo e ensaio de testemunhos de concreto.
Esta Norma estabelece os requisitos exigíveis para extração, preparo e ensaio de testemunhos
cilíndricos e prismáticos de concreto simples, armado e protendido.
Símbolos gráficos para projetos de estruturas.
Esta Norma estabelece os símbolos destinados a representar os termos e as grandezas
utilizadas em projetos de estruturas.
Aparelhos de conexão (junção e/ou derivação) para instalações elétricas, domésticas e
similares
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 7864:1983
NBR 7869:1983
NBR 7872:1983
NBR 7873:1983
NBR 8036:1983
NBR 8041:1983
NBR 8044:1983
NBR 8133:1983
NBR 8147:1983
NBR 8153:1983
NBR 8160:1999
NBR 8161:1983
NBR 8194:2005
NBR 8214:1983
NBR 8302:1994
Fls.
Rubrica
Esta Norma fixa as condições exigidas para a aceitação de dispositivos de conexão destinados
a estabelecer a junção permanente, a derivação, ou as duas ligações conjuntamente, usando-se
condutores de cobre em instalações internas.
Aparelhos de conexão para instalações elétricas, domésticas e similares - Proteção contra
choques elétricos
Esta Norma prescreve o método de ensaio de proteção contra choques elétricos para aparelhos
de conexão destinados a atender as condições da ABNTNBR7863.
Aparelhos de conexão para instalações elétricas, domésticas e similares - Resistência ao calor
Esta Norma prescreve o método de ensaio de resistência ao calor para aparelhos de conexão
destinados a atender as condições da ABNTNBR7863. A conformidade é verificada pelos
ensaios de 5.1 e 5.2.
Aparelhos de conexão para instalações elétricas, domésticas e similares fixas - Resistência
mecânica - Caso particular - Conexão sem parafuso
Esta Norma prescreve o método de ensaio de resistência mecânica para aparelhos de conexão,
destinados a atender as condições da ABNTNBR7871.
Aparelhos de conexão para instalações elétricas, domésticas e similares fixas - Aquecimento e
comportamento elétrico - Conexões sem parafuso
Esta Norma prescreve o método de ensaio de aquecimento e comportamento elétrico para
aparelhos de conexão, destinadas a atender as condições da ABNTNBR7871.
Programação de sondagens de simples reconhecimento do solo para fundações de edifícios.
Esta Norma fixa as condições exigíveis na programação das sondagens de simples
reconhecimento dos solos destinada à elaboração de projetos geotécnicos para construção de
edifícios. Esta programação abrange o número, a localização e a profundidade das sondagens.
Tijolo maciço cerâmico para alvenaria. Forma e dimensões.
Esta Norma padroniza as dimensões de tijolos maciços cerâmicos a serem utilizados em
alvenaria, com e sem revestimento.
Projeto geotécnico.
Esta Norma fixa as condições exigíveis a serem observadas nos estudos a serviços necessários
ao desenvolvimento de projetos geotécnicos, em especial daqueles integrantes de projeto de
obras de engenharia civil em que a interação estrutura-terreno (ou geometria-terreno) seja
relevante no desempenho das referidas obras.
Rosca para tubos onde a vedação não é feita pela rosca - Designação, dimensões e tolerâncias
Esta Norma padroniza as designações, dimensões e tolerâncias das roscas paralelas em tubos,
onde a vedação não é efetuada pela rosca.
Conversores estáticos monofásicos de potência para tração elétrica
Esta Norma fixa as condições exigíveis relativas a conversores destinados a fornecer energia
aos sistemas de acionamento dos veículos dotados de tração elétrica; as mesmas condições são
aplicáveis a conversores que alimentam os serviços auxiliares destes mesmos veículos.
Guia de aplicação de transformadores de potência
Esta Norma tem por finalidade auxiliar na determinação e escolha das características dos
transformadores abrangidos pela ABNTNBR5356.
Sistemas prediais de esgoto sanitário. Projeto e execução.
Esta Norma estabelece as exigências e recomendações relativas ao projeto, execução, ensaio e
manutenção dos sistemas prediais, de esgoto sanitário, para atenderem às exigências mínimas
quanto á higiene, segurança e conforto dos usuários, tendo em vista a qualidade destes
sistemas.
Tubos e conexões de ferro fundido para esgoto e ventilação. Formatos e dimensões.
Esta Norma padroniza formatos, dimensões e características exigíveis no recebimento de tubos
de ponta e conexões de ferro fundido, usados em instalações prediais para esgoto e ventilação.
Hidrômetro para água fria até 15,0 m3/h da vazão nominal. Padronização.
Esta Norma padroniza a numeração e as dimensões dos hidrômetros para água fria até
15,0m³/h de vazão nominal e suas conexões.
Assentamento de azulejos.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para a execução, fiscalização e recebimento de
revestimento de paredes internas e externas com azulejos.
Luvas sem rosca e terminais sem rosca interna para eletrodutos
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 8545:1984
NBR 8661:1997
NBR 8662:1984
NBR 8681:2004
NBR 8800:2008
NBR 8922:1985
NBR 8953:1992
NBR 9050:2005
NBR 9051:1985
NBR 9053:1999
NBR 9062:2006
NBR 9077:2001
NBR 9114:1985
Fls.
Rubrica
Esta Norma fixa as condições exigíveis para encomenda, fabricação e fornecimento de luvas
sem rosca e terminais sem rosca interna, utilizados como elementos de acoplamento nos
eletrodutos das instalações elétricas, usadas em instalações residenciais, comerciais,
industriais, usinas, subestações e outras, de alta-tensão e baixa-tensão.
Execução de alvenaria sem função estrutural de tijolos e blocos cerâmicos.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para execução e fiscalização de alvenaria sem função
estrutural de componentes cerâmicos.
Cabos de formato plano com isolação extrudada de cloreto de polivinila (PVC) para tensão até
750V - Especificação
Esta Norma fixa as condições exigíveis na qualificação, aceitação e/ou recebimento de cabos
elétricos, tipo BWF, de formato plano, com condutores de cobre, isolados e cobertos com
cloreto de polivinila (PVC), para tensões de isolamento até 750 V.
Identificação por cores de condutores de condutores elétricos nus e isolados
Esta Norma fixa as condições exigíveis para a escolha de certas cores e de uma dupla
combinação de cores, usadas para identificação de condutores elétricos nus ou isolados com a
finalidade de estabelecer um sistema geral de código de cores, aumentando conseqüentemente
a segurança.
Ações e segurança nas estruturas. Procedimento.
Esta Norma fixa os requisitos exigíveis na verificação da segurança das estruturas usuais da
construção civil e estabelece as definições e os critérios de quantificação das ações e das
resistências a serem consideradas no projeto das estruturas de edificações, quaisquer que
sejam sua classe e destino, salvo os casos previstos em Normas Brasileiras específicas.
Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto em edifícios.
Esta Norma, com base no método dos estados-limites, estabelece os requisitos básicos que
devem ser obedecidos no projeto à temperatura ambiente de estruturas de aço e de estruturas
mistas de aço e concreto de edificações.
Fontes estabilizadas de alimentação corrente contínua
Esta Norma define termos relacionados com fontes estabilizadas de alimentação, que
fornecem potência em corrente contínua a partir de uma fonte de corrente alternada ou
contínua, para as seguintes aplicações.
Concreto para fins estruturais. Classificação por grupos de resistência.
Esta Norma se aplica a concretos leves, normais ou pesados, misturados em canteiro de obra e
dosados em central, no próprio local da obra ou fora dela, utilizados em elementos de concreto
simples, armado ou pretendido, bem como em elementos armados com perfis rígidos de aço.
Acessibilidade a edificações, espaços, mobiliários e equipamentos urbanos.
Esta Norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto,
construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos
às condições de acessibilidade.
Anel de borracha para tubulações de PVC rígido coletores de esgoto sanitário.
Esta Norma fixa as condições exigíveis no recebimento de anéis de borracha do tipo toroidal,
destinados à execução de juntas elásticas de tubulações de PVC rígido para esgoto sanitário.
Tubos de PVC. Determinação da classe de rigidez.
Esta Norma prescreve o método para determinação da classe de rigidez e da resistência ao
achatamento de tubos de PVC.
Projeto e execução de estruturas de concreto pré-moldado.
Esta Norma estabelece os requisitos exigíveis para o projeto, execução e controle de estruturas
pré-moldadas de concreto armado ou pretendido, excluídas aquelas em que se empreguem
concreto leve ou outros especiais.
Saídas de emergência em edifícios.
Esta Norma fixa as condições exigíveis que as edificações devem possuir.
Condutores isolados flexíveis para ligações internas com isolação sólida extrudada de
borracha etilenopropileno (EPR) para 130°C e tensões até 750 V
Esta Norma fixa as condições exigíveis na aceitação e/ou recebimento de condutores isolados
flexíveis com condutor de cobre e isolação com composto de borracha etilenopropileno (EPR),
sem cobertura, para tensões de isolamento até 750 V.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 9117:2006
NBR 9256:1986
NBR 9283:1986
NBR 9284:1986
NBR 9313:1986
NBR 9326:1986
NBR 9441:1998
NBR 9442:1988
NBR 9511:1997
NBR 9513:1986
NBR 9574:2008
NBR 9575:2003
NBR 9648:1986
Fls.
Rubrica
Condutores flexíveis ou não, isolados com policloreto de vinila (PVC/EB), para 105° C e
tensões até 750 V, usados em ligações internas de aparelhos elétricos
Esta Norma fixa as condições exigíveis na aceitação e/ou recebimento de condutores isolados,
flexíveis ou não, com condutor de cobre e isolação com policloreto de vinila (PVC/EB), sem
cobertura, para tensões de isolamento até 750 V.
Montagem de tubos e conexões galvanizados para instalações prediais de água fria.
Esta Norma fixa as condições exigíveis quanto à montagem de tubos e conexões galvanizados
aplicáveis em instalações prediais de água fria em termos de higiene, segurança, conforto,
durabilidade, manutenção e estanqueidade.
Mobiliário urbano.
Esta Norma classifica o mobiliário urbano, por categorias e subcategorias, segundo sua função
predominante.
Equipamento urbano.
Esta Norma classifica o equipamento urbano, por categorias e subcategorias, segundo sua
função predominante.
Conectores para cabos de potência isoladores para tensões até 35k V - Condutores de cobre ou
alumínio
Esta Norma fixa as condições exigíveis dos conectores utilizados nas emendas e terminais
para cabos de potência isolados para tensões até 35 kV, com condutores de cobre ou alumínio
e seções nominais não inferiores a 10 mm².
Conectores para cabos de potência - Ensaios de ciclos térmicos e curtos-circuitos
Esta Norma prescreve o método de ensaio de ciclos térmicos e curtos-circuitos e se aplica a
todos os conectores de emenda de derivação e de terminal, destinados a cabos de potência de
linhas aéreas ou subterrâneas com condutores de cobre ou alumínio, para circuitos de geração,
transmissão, distribuição e utilização de energia elétrica.
Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para elaboração de projetos, execução de instalação,
operação e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio.
Materiais de construção – determinação do índice de propagação superficial de chama pelo
método dom painel radiante.
Esta norma prescreve o método para determinar o índice de propagação superficial de chama
em materiais de construção.
Cabos elétricos - Raios mínimos de curvatura para instalação e diâmetros mínimos de núcleos
de carretéis para acondicionamento
Esta Norma padroniza os raios mínimos de curvatura admissíveis na instalação de cabos
elétricos e os diâmetros mínimos de núcleos de carretéis a serem observados no seu
acondicionamento.
Emendas para cabos de potência isolados para tensões até 750 V.
Esta Norma fixa as condições exigíveis das emendas utilizadas em cabos de potência isolados
para tensões até 750 V, com condutores de cobre ou alumínio, para uso interno ou externo.
Execução de impermeabilização.
Esta Norma estabelece as exigências e recomendações relativas à execução de
impermeabilização para que sejam atendidas as condições mínimas de proteção da construção
contra a passagem de fluidos, bem como a salubridade, segurança e conforto do usuário, de
forma a ser garantida a estanqueidade das partes construtivas que a requeiram, atendendo a
ABNT NBR 9575.
Impermeabilização. Seleção e projeto.
Esta Norma estabelece as exigências e recomendações relativas à seleção e projeto de
impermeabilização, para que sejam atendidas as condições mínimas de proteção da construção
contra a passagem de fluidos, bem como a salubridade, segurança e conforto do usuário, de
forma a ser garantida a estanqueidade das partes construtivas que a requeiram.
Estudo de concepção de sistemas de esgoto sanitário.
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 9649:1986
NBR 9814:1987
NBR 10067:1995
NBR 10126:1987
NBR 10281:2003
NBR 10295:1988
NBR 10351:1988
NBR 10569:2002
NBR 10820:1989
NBR 10821:2001
NBR 10829:1989
NBR 10830:1989
NBR 10831:1989
NBR 10844:1989
NBR 10897:2008
Fls.
Rubrica
Esta Norma fixa as condições exigíveis no estudo de concepção de sistemas de esgoto
sanitário do tipo separador, com amplitude suficiente para permitir o desenvolvimento do
projeto de todas ou qualquer das partes que constituem, observada a regulamentação
específica das entidades responsáveis pelo planejamento e desenvolvimento do sistema de
esgoto sanitário.
Projeto de redes coletoras de esgoto sanitário.
Esta Norma fixa as condições exigíveis na elaboração de projeto hidráulico-sanitário de redes
coletoras de esgoto sanitário, funcionando em lâmina livre, observada a regulamentação
específica das entidades responsáveis pelo planejamento e desenvolvimento do sistema de
esgoto sanitário.
Execução de rede coletora de esgoto sanitário.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para a construção de rede coletora de esgoto sanitário
com tubos pré-fabricados, de seção circular.
Princípios gerais de representação em desenho técnico.
Esta Norma fixa a forma de representação aplicada em desenho técnico.
Cotagem em desenho técnico.
Esta Norma fixa os princípios gerais de cotagem a serem aplicados em todos os desenhos
técnicos.
Torneira de pressão. Requisitos e métodos de ensaio.
Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis das torneiras com mecanismo tipo pressão,
utilizadas em ramais prediais e em instalações hidráulicas prediais, de acordo com a ABNT
NBR 5626.
Transformadores de potência secos.
Esta Norma fixa as condições exigíveis aplicadas a transformadores de potência secos, com
tensão máxima do equipamento igual ou inferior a 36,2 kV.
Conexões injetadas de PVC rígido com junta elástica para redes e adutoras de água.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para a aceitação e recebimento de conexões de PVC
rígido, moldadas por injeção, com junta elástica, para serem utilizadas na execução de redes e
adutoras de água, com tubos de PVC rígido, conforme a ABNT NBR 5647, nos diâmetros
nominais DN 50, 75 e 100.
Conexões de PVC rígido com junta elástica, para coletor de esgoto sanitário. Tipos e
dimensões.
Esta Norma padroniza os tipos de conexões de policloreto de vinila (PVC rígido) nãoplastificado, com junta elástica, destinadas à execução de redes coletoras enterradas para
condução de esgoto sanitário em tubos, conforme a ABNT NBR 7362
Caixilho para edificação. Janela. Terminologia.
Esta Norma define os termos empregados na classificação de caixilhos - janelas - de uso em
edificações e na nomenclatura de suas partes.
Caixilhos para edificações. Janelas. Especificações.
Esta Norma fixa as condições exigíveis de desempenho de caixilhos para edificações para uso
residencial e comercial.
Caixilhos para edificações. Janelas. Medição da atenuação acústica.
Esta Norma prescreve o método de medição de campo de isolamento sonoro de caixilhos,
janelas de fachada em edificações ou isolamento sonoro entre um recinto e o meio externo,
proporcionado por um vedo de fachada, ou seja, um ou mais caixilhos.
Caixilho para edificação. Acústica dos edifícios.
Esta Norma define os termos mais comuns empregados em acústica de edificação de usos
residencial e comercial.
Projeto e utilização de caixilhos para edificações de uso residencial e comercial. Janelas.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para projeto e utilização de caixilhos - janelas - para
edificações de usos residencial e comercial.
Instalações prediais de águas pluviais
Esta Norma fixa as exigências necessárias aos projetos das instalações de drenagem de águas
pluviais, visando a garantir níveis aceitáveis de funcionalidade, segurança, higiene, conforto,
durabilidade e economia.
Sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos. Requisitos.
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 10898:1999
NBR 11003:1990
NBR 11173:1990
NBR 11301:1990
NBR 11388:1993
NBR 11467:1990
NBR 11468:1990
NBR 11578:1997
NBR 11702:1992
NBR 11720:2007
NBR 11742:2003
NBR 11801:1992
NBR 11802:1991
NBR 11836:1992
NBR 11861:1998
Fls.
Rubrica
Esta Norma estabelece os requisitos mínimos para o projeto e a instalação de sistemas de
proteção contra incêndio por chuveiros automáticos, incluindo as características de suprimento
de água, seleção de chuveiros automáticos, conexões, tubos, válvulas e todos os materiais e
acessórios envolvidos em instalações prediais.
Sistema de iluminação de emergência.
Esta Norma fixa as características mínimas exigíveis para as funções que se destina o sistema
de iluminação de emergência a ser instalado em edificações, ou em outras áreas fechadas sem
iluminação natural.
Tintas. Determinação da aderência.
Esta Norma prescreve os métodos para a determinação da aderência em tintas, pelo método A,
corte em X e pelo método B, corte em grade.
Projeto e execução de argamassa armada.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para o projeto, execução e controle de peças e obras de
argamassa armada, excluídas aquelas em que se empregue argamassa leve ou outras especiais.
Cálculo da capacidade de condução de corrente de cabos isolados em regime permanente
(fator de carga 100%).
Esta Norma fixa as condições exigíveis para o cálculo da capacidade de condução de corrente
de cabos isolados em regime permanente, em todas as tensões alternadas, em tensões
contínuas até 5kV, diretamente enterrados, em dutos, em canaletas ou em tubos de aço, bem
como instalados ao ar.
Sistemas de pintura para equipamentos e instalações de subestações elétricas.
Esta Norma fixa as condições exigíveis aos diversos esquemas de revestimentos por pintura
aplicados em superfícies metálicas de equipamentos e instalações de subestações elétricas.
Símbolos gráficos para uso em equipamentos.
Esta Norma estabelece os símbolos gráficos a serem usados em equipamentos ou partes de
equipamento para orientar o seu manuseio e operação, podendo, também, ser representados
em plantas, mapas, diagramas e documentos similares. Estes símbolos são apresentados de
modo uniforme quanto à forma, significação e aplicação, ao fornecerem instruções de
proibição, advertência e regras de comportamento e seus limites.
Conversor a semicondutores - Conversor autocomutado.
Esta Norma fixa as características exigíveis para conversores a semicondutores
autocomutados, aos quais se aplicam também às prescrições da IEC146, desde que as mesmas
não estejam em contradição com as prescrições desta Norma.
Cimento Portland composto.
Esta Norma fixa as condições exigíveis no recebimento dos cimentos Portland composto (CP
II-E, CPII-Z| e CP II-F), de classes 25, 32 e 40.
Tintas para edificações não industriais. Classificação.
Esta Norma classifica os tipos de produtos empregados nas pinturas de edificações não
industriais.
Conexões para união de tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar. Requisitos.
Esta Norma especifica os requisitos para as conexões de cobre e ligas de cobre usadas na
união, por soldagem ou por brasagem capilar, de tubos de cobre sem costura fabricados de
acordo com a ABNT NBR 13206.
Porta corta-fogo para saída de emergência.
Esta Norma fixa as condições exigíveis de construção, instalação e funcionamento de porta
corta-fogo do tipo de abrir com eixo vertical, para saída de emergência.
Argamassa de alta resistência mecânica para pisos.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para a argamassa de alta resistência mecânica.
Pisos elevados.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para os pisos elevados, com placas removíveis e
intercambiáveis no que se refere à sua adequação para o uso.
Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio.
Esta Norma fixa as condições técnicas mínimas, métodos de ensaios e critérios de
comportamento exigíveis a detectores automáticos de fumaça do tipo pontual.
Mangueira de incêndio. Requisitos e métodos de ensaio.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 12087:1991
NBR 12088:1991
NBR 12089:1991
NBR 12118:2007
NBR 12142:1991
NBR 12170:1992
NBR 12212:2006
NBR 12260:1990
NBR 12483:1992
NBR 12554:1992
NBR 12609:2009
NBR 12654:2000
NBR 12655:2006
NBR 12693:1993
NBR 12722:1992
NBR 12779:2009
Fls.
Rubrica
Esta Norma estabelece as condições mínimas exigíveis para mangueiras de incêndio de
diâmetros nominais de 40 mm e 65 mm e comprimento de 15 m.
Chuveiros elétricos - Determinação da potência elétrica.
Esta Norma prescreve o método para determinação da potência elétrica, referida à tensão
nominal, em chuveiros elétricos utilizados em edificações.
Chuveiros elétricos - Determinação da pressão mínima de funcionamento.
Esta Norma prescreve o método para determinação da pressão mínima de funcionamento de
chuveiros elétricos, utilizados em edificações, na vazão de 0,05 L/s; e o método para
determinação do incremento máximo de temperatura para a maior potência disponível no
chuveiro.
Chuveiros elétricos - Determinação do consumo de energia elétrica.
Esta Norma prescreve o método para determinação do consumo de energia, na tensão nominal,
de chuveiros elétricos utilizados em edificações.
Blocos vazados de concreto simples para alvenaria. Método de ensaio.
esta Norma especifica os métodos de ensaio para análise dimensional e determinação da
absorção de água, da área líquida, da resistência à compressão e da retração por secagem, em
blocos vazados de concreto simples para alvenaria.
Concreto. Determinação da resistência à tração na flexão em corpos de prova prismáticos.
Esta Norma prescreve o método para determinar a resistência à tração na flexão de concreto
usando corpo-de-prova prismático, moldado e curado conforme a MB-2, que recebe
carregamento nos terços do vão.
Potabilidade da água aplicável em sistema de impermeabilização.
Esta Norma prescreve o método para análises físicas organolépticas e químicas de água
potável em contato com sistema de impermeabilização.
Poço tubular. Projeto de poço tubular para captação de água subterrânea.
Esta Norma fixa os requisitos exigíveis para elaboração de projeto de poço tubular para
captação de água subterrânea.
Execução de piso com argamassa de alta resistência mecânica.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para a execução de pisos, com argamassa de alta
resistência mecânica.
Chuveiros elétricos.
Esta Norma padroniza os chuveiros elétricos que são utilizados em edificações, cujas
instalações elétricas de baixa tensão e hidráulicas de água fria e quente tenham sido projetadas
e executadas, respectivamente, conforme as ABNT NBR 5410, ABNT NBR 7198 e ABNT
NBR 8840.
Tintas para edificações não industriais. Terminologia.
Esta Norma define os termos aplicáveis a tintas para edificações não industriais.
Alumínio e suas ligas. Tratamento de superfície. Anodização para fins arquitetônicos.
Requisitos.
Esta Norma especifica os requisitos da anodização para fins arquitetônicos de produtos de
alumínio e suas ligas.
Controle tecnológico de materiais componentes do concreto.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para realização do controle tecnológico dos materiais
componentes do concreto.
Concreto de cimento Portland. Preparo, controle e recebimento. Procedimento.
Esta Norma é aplicável a concreto de cimento Portland para estruturas moldadas na obra,
estruturas pré-moldadas e componentes estruturais pré-fabricados para edificações e estruturas
de engenharia.
Sistemas de proteção por extintores de incêndio.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para projeto e instalação de sistemas de proteção por
extintores portáteis e/ou sobre rodas.
Discriminação de serviços para construção de edifícios.
Esta Norma discrimina os serviços técnicos necessários à elaboração de planejamento,
projetos, fiscalização e condução das construções, destinados especialmente às edificações de
propriedade pública ou privada, residenciais, comerciais, industriais ou agrícolas.
Mangueira de incêndio. Inspeção, manutenção e cuidados.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 12892:2009
NBR 12989:1993
NBR 13057:1994
NBR 13248:2000
NBR 13300:1995
NBR 13301:1995
NBR 13570:1996
NBR 13593:2003
NBR 13604:1996
NBR 13714:2000
NBR 14039:2005
NBR 14081:2004
NBR 14082:2004
Fls.
Rubrica
Esta Norma fixa os requisitos mínimos exigíveis quanto à inspeção, manutenção e cuidados
necessários para manter a mangueira de incêndio aprovada para uso.
Elevadores unifamiliares ou de uso restrito à pessoa com mobilidade reduzida. Requisitos de
segurança para construção e instalação.
Esta Norma especifica requisitos de segurança para construção e instalação de elevadores
unifamiliares novos, instalados permanentemente, servindo pavimentos definidos, tendo carro
projetado para o transporte de pessoas e objetos, e movendo-se entre guias inclinadas no
máximo 15º com a vertical.
Cimento Portland branco.
Esta Norma fixa as condições exigíveis paras o recebimento dos cimentos Portland brancos.
Eletroduto rígido de aço-carbono, com costura, zincado eletroliticamente e com rosca NBR
8133
Esta Norma fixa as condições exigíveis para encomenda, fabricação e fornecimento de
eletrodutos rígidos de aço-carbono, com rosca ABNT NBR 8133, fabricados de tubos com
costura, com revestimento protetor externo que tem a finalidade de proteger os condutores
elétricos.
Cabos de potência e controle e condutores isolados sem cobertura, com isolação extrudada e
com baixa emissão de fumaça para tensões até 1 kV - Requisitos de desempenho
Esta Norma fixa as condições exigíveis para condutores isolados e cabos unipolares,
multipolares ou multiplexados para instalações fixas, isolados com composto extrudado
polimérico, com ou sem cobertura.
Redes telefônicas internas em prédios
Esta Norma relaciona e define os termos que devem ser utilizados nas atividades de projeto e
execução de redes telefônicas internas, compreendendo a parte das tubulações e da rede de
cabos e fios telefônicos.
Redes telefônicas internas em prédios
Esta Norma estabelece os símbolos gráficos a serem usados em projetos de redes telefônicas
internas em prédios.
Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos específicos
Esta Norma fixa os requisitos específicos exigíveis as instalações elétricas em locais de
afluência de público, a fim de garantir o seu funcionamento adequado, a segurança de pessoas
e de animais domésticos e a conservação dos bens.
Reator e ignitor para lâmpada a vapor de sódio a alta pressão - Especificação e ensaios
Esta Norma fixa os requisitos mínimos exigíveis para os reatores e ignitores para lâmpadas a
vapor de sódio a alta pressão, de maneira a assegurar o desempenho correto das lâmpadas, e o
método pelo qual devem ser ensaiados.
Filtros e tubos de revestimento em PVC para poços tubulares profundos.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para os filtros e tubos de revestimento fabricados em
poli (cloreto de vinila) (PVC) a serem empregados em poços tubulares profundos para
captação de água subterrânea.
Sistemas de hidrantes e mangotinhos para combate a incêndio.
Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis para dimensionamento, instalação,
manutenção, aceitação e manuseio, bem como as características, dos componentes de sistemas
de hidrantes e de mangotinhos para uso exclusivo de combate a incêndio.
Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV
Esta Norma estabelece um sistema para o projeto e execução de instalações elétricas de média
tensão, com tensão nominal de 1,0 kV a 36,2 kV, à freqüência industrial, de modo a garantir
segurança e continuidade de serviço.
Argamassa colante industrializada para assentamento de placas cerâmicas. Requisitos.
Esta Norma fixa os requisitos exigíveis para argamassas colantes industrializados destinadas
ao assentamento de placas cerâmicas pelo método de camada fina.
Argamassa colante industrializada para assentamento de placas cerâmicas. Execução do
substrato padrão e aplicação de argamassa para ensaio.
Esta Norma fixa os procedimentos para execução e caracterização do substrato-padrão e para
aplicação da argamassa colante industrializada para os ensaios de tempo em aberto, resistência
de aderência à tração e deslizamento.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 14100:1998
NBR 14136:2008
NBR 14262:1999
NBR 14264:1999
NBR 14276:2006
NBR 14305:1999
NBR 14306:1999
NBR 14349:1999
NBR 14373:2006
NBR 14390:2001
NBR 14417:1999
NBR 14418:1999
Fls.
Rubrica
Proteção contra incêndio – símbolos gráficos para projeto.
Esta Norma estabelece símbolos para serem utilizados nos projetos de proteção contra
incêndio nas áreas de arquitetura, engenharia, construção e áreas correlatas, para prover
detalhes sobre os equipamentos de proteção contra incêndio, combate ao fogo e meios de fuga
em desenhos para projeto, construção, reforma ou certificação (aprovação).
Plugues e tomadas para uso doméstico e análogo até 20 A/250 V em corrente alternada Padronização
Esta Norma fixa as dimensões de plugues e tomadas de características nominais até 20 A/250
V em corrente alternada, para uso doméstico e análogo, para a ligação a sistemas de
distribuição com tensões nominais compreendidas entre 100 V e 250 V em corrente alternada.
Tubos de PVC. Verificação da resistência ao impacto.
Estas Norma prescreve o método de verificação da resistência ao impacto de tubos de PVC.
Conexões de PVC. Verificação dimensional.
Esta Norma prescreve o método para verificação das conexões de PVC.
Brigada de incêndio. Requisitos.
Esta Norma estabelece os requisitos mínimos para a composição, formação, implantação e
reciclagem de brigadas de incêndio, preparando-as para atuar na prevenção e no combate ao
princípio de incêndio, abandono de área e primeiros-socorros, visando, em caso de sinistro,
proteger a vida e o patrimônio, reduzir as conseqüências sociais do sinistro e os danos aos
meio ambiente.
Reator e ignitor para lâmpada e vapor metálico (halogenetos) - Requisitos e ensaios
Esta Norma tem por objetivo fixa as condições mínimas exigíveis que os reatores e ignitores
para lâmpadas a vapor metálico (halogenetos), conhecidas como multivapores metálicos
(MVM), devem obedecer e o método pelo qual devem ser ensaiados, de maneira a assegurar o
correto desempenho das lâmpadas.
Proteção elétrica e compatibilidade eletromagnética em redes internas de telecomunicações em
edificações – Projeto
Esta Norma fixa as condições exigíveis ao projeto e à instalação de sistemas de proteção
elétrica e compatibilidade eletromagnética em redes internas de telecomunicações, em
edificações atendidas por cabos telefônicos ou fios telefônicos externos.
União para mangueira de incêndio. Requisitos e métodos de ensaio.
Esta Norma fixa os requisitos mínimos exigíveis e estabelece os métodos de ensaio para
uniões tipo engate rápido de empatação interna, nos diâmetros nominais de 40 mm e 65 mm,
utilizadas em mangueira de incêndio.
Estabilizadores de tensão de corrente alternada - Potência até 3 kVA/3 kW
Esta Norma fixa os requisitos mínimos exigíveis de desempenho e segurança para
estabilizadores de tensão monofásica ou bifásica, com saída de tensão alternada, com tensão
nominal até 250 V em potências de até 3 kVA/3 kW, destinados a equipamentos eletrônicos,
de informática e de telecomunicações.
Misturadores para lavatórios. Requisitos e métodos de ensaio.
Esta Norma estabelece os requisitos relativos ao projeto, fabricação e desempenho, bem como
os métodos de ensaio dos misturadores de lavatório destinados a instalações hidráulicas
prediais de água quente e fria, com a função de permitir abertura, fechamento e mistura da
água para uso geral. Estes misturadores são instalados em bancadas que contêm cubas e louças
sanitárias ou diretamente em lavatórios.
Reatores eletrônicos alimentados em correntes alternada para lâmpadas fluorescentes tubulares
- Prescrições gerais e de segurança
Esta Norma especifica as prescrições gerais e de segurança para reatores eletrônicos
alimentados em corrente alternada com tensões até 1 000 V a 50 Hz ou 60 Hz, com
freqüências de funcionamento diferentes da freqüência de alimentação, para utilização com
lâmpada fluorescentes tubulares, como especificadas nas ABNT NBR IEC 60081 e ABNT
NBR IEC 60901, e com outras lâmpadas fluorescentes tubulares projetadas para operação em
alta freqüência.
Reatores eletrônicos alimentados em corrente alternada para lâmpadas fluorescentes tubulares
- Prescrições de desempenho
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 14433:2000
NBR 14538:2000
NBR 14539:2000
NBR 14565:2007
NBR 14566:2004
NBR 14589:2000
NBR 14645:2001
NBR 14664:2001
NBR 14703:2005
NBR 14715:2001
NBR 14716:2001
NBR 14717:2001
NBR 14771:2007
NBR 14772:2006
Fls.
Rubrica
Esta Norma especifica as prescrições de desempenho para reatores eletrônicos alimentados em
corrente alternada com tensões até 1 000 V a 50 Hz ou 60 Hz, com freqüências de
funcionamento diferentes da freqüência de alimentação, para utilização com lâmpadas
fluorescentes tubulares, como especificado nas NBR IEC 60081 e NBR IEC 60901, ou com
outras lâmpadas fluorescentes tubulares projetadas para operação em alta freqüência.
Conectores montados em cordões ou cabos de fibras ópticas e adaptadores - Especificação
Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis para conectores montados em cordões ou
cabos de fibras ópticas e adaptadores.
Lâmpada fluorescente com reator integrado à base para iluminação geral - Requisitos de
segurança
Esta Norma especifica os requisitos de segurança e intercambiabilidade, juntamente com os
métodos de ensaio e condições requeridas para demonstrar a conformidade de lâmpadas
fluorescente tubulares, com dispositivos integrados à base para controlar o acendimento e o
funcionamento estável, (lâmpadas com reator integrado), destinadas ao uso domésticos e
iluminação geral similar.
Lâmpada fluorescente com reator integrado à base para iluminação geral - Requisitos de
desempenho
Esta Norma especifica os requisitos de desempenho, juntamente com os métodos de ensaio e
as condições requeridas para demonstrar a conformidade de lâmpadas fluorescente tubulares,
com dispositivos integrados à base para controlar o acendimento e o funcionamento estável
(lâmpadas com reator integrado), destinadas ao uso doméstico e iluminação geral similar.
Cabeamento de telecomunicações para edifícios comerciais
Esta Norma especifica em cabeamento genérico para uso nas dependências de um único ou um
conjunto de edifícios em um campus. Ela cobre os cabeamentos metálico e óptico.
Cabo óptico dielétrico para aplicação subterrânea em duto e aérea espinado
Esta Norma especifica os requisitos mínimos exigíveis na fabricação dos cabos ópticos
dielétricos, para aplicação subterrânea em duto e aérea espinados.
Cabo óptico com proteção metálica para instalações subterrâneas - Determinação da
capacidade de drenagem de corrente - Método de ensaio
Esta Norma prescreve o método de ensaio para determinação da capacidade de drenagem de
corrente do cabo óptico com proteção metálica para instalações subterrâneas.
Elaboração do “como construído” (as built) para edificações.
Esta parte da ABNTNBR14645 fixa as condições exigíveis para a execução de levantamento
topográfico planialtimétrico e cadastral de imóvel urbanizado com área até 25 000m², para fins
de estudos, projetos e edificação.
Grupos geradores - Requisitos gerais para telecomunicações
Esta Norma estabelece os requisitos mínimos a que devem satisfazer os grupos motores
geradores (GMG) para telecomunicações.
Cabo de telemática de 100 ohms para redes internas estruturadas – Especificação
Esta Norma especifica os requisitos mínimos exigíveis para fabricação dos cabos de telemática
com impedância de 100 Ohms.
Chapas em gesso acartonado. Requisitos.
Esta Norma especifica os requisitos para as chapas de gesso acartonado destinadas à execução
de paredes, forros e revestimentos internos.
Chapas em gesso acartonado. Verificação das características geométricas.
Esta Norma estabelece os métodos para verificação das características geométricas das chapas
de gesso acartonado especificada na ABNT NBR 14715, destinadas à execução de paredes,
forros e revestimentos internos.
Chapas de gesso acartonado. Determinação das características físicas.
Esta Norma estabelece os métodos para determinação das características físicas das chapas de
gesso acartonado especificadas na ANBT NBR 14715, destinadas à execução de paredes,
forros e revestimentos internos.
Cabo óptico interno - Especificação
Esta Norma especifica os requisitos mínimos exigíveis para a fabricação dos cabos ópticos
internos.
Cabo óptico de terminação - Especificação
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 14773:2009
NBR 14859:2002
NBR 14880:2002
NBR 14931:2004
NBR 14940:2003
NBR 14942:2003
NBR 14943:2003
NBR 15077:2004
NBR 15078:2004
NBR 15079:2008
Fls.
Rubrica
Esta Norma especifica os requisitos mínimos exigíveis para a fabricação dos cabos ópticos de
terminação.
Cabo óptico dielétrico protegido contra ataque de roedores para aplicação em linhas de dutos Especificação
Esta Norma estabelece os requisitos mínimos exigíveis para a fabricação de cabos ópticos
dielétricos protegidos contra o ataque de roedores. Estes cabos são indicados
preferencialmente para instalação subterrânea aplicada em linhas de dutos e em instalações
aéreas, espinados junto ao mensageiro. Alternativamente, podem ser aplicados em instalações
internas, onde não se exija muita flexibilidade, mas seja importante a proteção contra ataques
de roedores, como por exemplo, em túneis. Neste caso, os cabos ópticos devem possuir
comportamento frente à chama com grau de proteção mínimo COG.
Laje pré-fabricada. Requisitos.
Esta parte da ABNT NBR 14859 fixa os requisitos para o recebimento e utilização de
componentes de lajes pré-fabricadas (vigotas, elementos de enchimento e demais
complementos adicionados na obra) a serem empregados na execução de estruturas laminares
nervuradas unidirecionais, para qualquer tipo de edificação, de acordo com as ABNT NBR
6118, ABNT NBR 7197 e ABNT NBR 9062.
Saídas de emergência em edifícios. Escadas de segurança. Controle de fumaça e
pressurização.
Esta Norma especifica uma metodologia para manter livres da fumaça, através da
pressurização, as escadas de segurança que se constituem na porção vertical da rota de fuga
dos edifícios, estabelecendo conceitos de aplicação, princípios gerais de funcionamento e
parâmetros básicos para o desenvolvimento do projeto.
Execução de estruturas de concreto. Procedimento.
Esta Norma estabelece os requisitos gerais para a execução de estruturas de concreto. Em
particular, esta Norma define requisitos detalhados para a execução de obras de concreto,
cujos projetos foram elaborados de acordo com a ABNT NBR 6118.
Tintas para construção civil. Método para avaliação de desempenho de tintas para edificações
não industriais. Determinação da resistência à abrasão úmida.
Esta Norma prescreve o método para determinação da resistência à abrasão úmida em película
seca de tinta, visando avaliar o desempenho de tintas para construção civil, classificadas
conforme ABNT NBR 11702.
Tintas para construção civil. Método para avaliação de desempenho de tintas para edificações
não industriais. Determinação do poder de cobertura de tinta seca.
Esta Norma prescreve o método para determinação do poder de cobertura de uma película seca
de tinta, visando avaliar o desempenho de tinta para construção civil, classificadas conforme
ABNT NBR 11702.
Tintas para construção civil. Método para avaliação de desempenho de tintas para edificações
não industriais. Determinação do poder de cobertura de tinta úmida.
Esta Norma prescreve o método para determinação do poder de cobertura de uma película
úmida de tinta, visando avaliar o desempenho de tintas para construção civil, classificadas
conforme ABNT NBR 11702.
Tintas para construção civil. Método para avaliação de desempenho de tintas para edificações
não industriais. Determinação da cor e da diferença de cor por medida instrumental.
Esta Norma estabelece o método para determinação da cor ou da diferença de cor entre
superfícies pintadas, não fluorescentes, através da medida instrumental, visando avaliar o
desempenho de tintas para construção civil, classificadas conforme ABNT NBR 11702.
Tintas para construção civil. Método para avaliação de desempenho de tintas para edificações
não industriais. Determinação da resistência à abrasão úmida sem pasta abrasiva.
Esta Norma estabelece o método para determinação da resistência à abrasão úmida sem pasta
abrasiva de película seca de tinta, visando avaliar o desempenho de tintas para construção
civil, classificadas conforme ABNT NBR 11702.
Tintas para construção civil. Especificação dos requisitos mínimos de desempenho de tintas
para edificações não industriais. Tinta látex econômica nas cores claras.
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR 15097:2004
NBR 15098:2004
NBR 15200:2004
NBR 15250:2005
NBR 15270:2005
NBR 15299:2005
NBR 15345:2006
NBR 15465:2008
NBR 15491:2007
NBR 15655:2009
NBR 15701:2009
Fls.
Rubrica
Esta Norma estabelece os requisitos mínimos para as tintas látex foscas nas cores claras,
quando utilizadas como acabamento de edificações não industriais. Esta Norma estabelece
também os requisitos mínimos para o menor nível de desempenho de uma tinta látex e tinta
látex econômica, quando utilizada como acabamento de edificações não industriais,
independentemente do tipo de acabamento proporcionado.
Aparelho sanitário de material cerâmico. Requisitos e métodos de ensaio.
Esta Norma fixa os requisitos mínimos para os aparelhos sanitários fabricados em material
cerâmico com acabamento esmaltado.
Aparelho sanitário de material cerâmico. Procedimentos para instalação.
Esta Norma fixa os requisitos para as instalações de aparelhos sanitários de material cerâmico
conforme ABNT NBR 15097
Projeto de estruturas de concreto em situação de incêndio.
Esta Norma estabelece os critérios de projeto de estruturas de concreto em situação de
incêndio e a forma de demonstrar o seu atendimento.
Acessibilidade em caixa de auto-atendimento bancário.
Esta Norma fixa os critérios e parâmetros técnicos de acessibilidade a serem observados
quando do projeto, construção, instalação e localização de equipamentos destinados à
prestação de informações e serviços de auto-atendimento bancário.
Componentes cerâmicos. Parte 1: Blocos cerâmicos para alvenaria de vedação. Terminologia e
requisitos.
Esta parte da ABNT NBR 15270 define os termos e fixa os requisitos dimensionais, físicos e
mecânicos exigíveis no recebimento de blocos cerâmicos de vedação a serem utilizados em
obras de alvenaria de vedação, com ou sem revestimento.
Tintas para construção civil. Especificação dos requisitos mínimos de desempenho de tintas
para edificações não industriais. Determinação de brilho.
Esta Norma estabelece o método para determinação de brilho em películas de tinta ou verniz,
visando avaliar o desempenho de tintas e vernizes para construção civil, classificados
conforme ABNT NBR 11702, com base na medida fotoelétrica da reflexão da luz incidente
nos ângulos de 20º, 60º e 85º diretamente nas superfícies das películas.
Instalação predial de tubos e conexões de cobre e ligas de cobre. Procedimento.
Esta Norma estabelece os requisitos mínimos de montagem e instalação de tubos de cobre e
conexões de cobre e ligas de cobre usados para condução de água fria, água quente, gases
combustíveis, gases refrigerantes, gases medicinais e outro fluidos, em instalações
residenciais, comerciais, industriais, hospitalares, de combate a incêndio, bem como para
outras aplicações compatíveis, em termos de segurança, durabilidade, manutenção e
estanqueidade.
Sistemas de eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa tensão - Requisitos de
desempenho
Esta Norma fixa os requisitos de desempenho para eletrodutos plásticos rígidos (até DN 110)
ou flexíveis (até DN 40), de seção circular, podendo estes estar embutidos, enterrados ou
aparentes, a serem empregados em instalações elétricas de edificações alimentadas sob uma
tensão nominal igual ou inferior a 1 000 V em corrente alternada, com freqüências inferiores a
400 Hz, ou a 1 500 V em corrente contínua. Os eletrodutos objetos desta Norma também
devem ser utilizados em linhas de sinal (telefonia, TV a cabo etc.).
Caixa de descarga para limpeza de bacias sanitárias. Requisitos e métodos de ensaio.
Esta Norma estabelece as condições a que devem atender as caixas de descarga destinadas a
limpeza de bacias sanitárias fabricadas de material cerâmico.
Plataformas de elevação motorizadas para pessoas com mobilidade reduzida. Requisitos para
segurança, dimensões e operação funcional. Parte 1: plataformas de elevação vertical (ISSO
9386-1, MOD).
Esta Norma especifica os requisitos de segurança, dimensões e operação funcional para
plataformas de elevação vertical motorizadas, instaladas permanentemente e planejadas para o
uso por pessoas com mobilidade reduzida quando em pé ou sentadas em cadeira de rodas, com
ou sem assistência.
Conduletes metálicos roscados e não roscados para sistemas de eletrodutos
180/490
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR IEC 60034:2009
NBR IEC 60081:1997
NBR IEC 60255:2007
NBR IEC 60269:2003
NBR IEC 60269:2003
NBR IEC 60269:2003
NBR IEC 60269:2003
NBR IEC 60357:1997
NBR IEC 60439:2004
NBR IEC 60529:2009
Fls.
Rubrica
Esta Norma especifica as características construtivas e os requisitos de desempenho dos
conduletes metálicos roscados e não roscados para sistemas de eletrodutos utilizados em
instalações aparentes abrigadas e ao tempo, acoplados aos eletrodutos especificados nas
ABNT NBR 5597, ABNT NBR 5598, ABNT NBR 5624, ABNT NBR 13057 e ABNT NBR
15465.
Máquinas elétricas girantes
Esta Norma se aplica à classificação de graus de proteção providos por invólucros de
máquinas elétricas girantes. Ela define os requisitos para invólucros de proteção que são,
em todos os aspectos, adequados para aplicação pretendida e a qual, do ponto de vista de
materiais e mão-de-obra, assegura que as propriedades definidas nesta Norma são
mantidas sob condições normais de utilização.
Lâmpadas fluorescentes tubulares para iluminação geral
Estabelece requisitos para lâmpadas fluorescentes tubulares para iluminação geral.
Relés elétricos
Esta Norma é aplicável a relés elétricos de medição dependentes de um tempo
especificado, que protegem equipamentos do termoelétrico pela medição da corrente
circulante no equipamento protegido.
Dispositivos fusíveis de baixa tensão. Parte 1: Requisitos gerais.
Esta Norma fixa as condições exigíveis para dispositivos fusíveis limitadores de corrente,
com capacidade de interrupção não inferior a 6 kA, destinados à proteção de circuitos de
potência c.a., cuja tensão nominal não exceda 1 000 V, ou de circuitos CC, cuja tensão
nominal não ultrapasse 1 500 V.
Dispositivos fusíveis de baixa tensão. Parte 2: Requisitos adicionais para dispositivofusível para uso por pessoas autorizadas (dispositivos fusíveis principalmente para
aplicação industrial).
Estes requisitos adicionais são aplicáveis a dispositivos fusíveis para uso por pessoas
autorizadas.
Dispositivos fusíveis de baixa tensão. Parte 3: Requisitos suplementares para uso por
pessoas não qualificadas (principalmente para aplicações domésticas e similares).
Estes requisitos são aplicáveis aos dispositivos fusíveis do tipo "gG", usados por pessoas
não qualificadas para aplicações domésticas e similares com corrente nominal até 100 A
inclusive e tensão nominal até 500 Vc.a. inclusive. Requisitos específicos suplementares
são dados na ABNT NBR IEC 60269-3-1: Dispositivos fusíveis de baixa tensão - Parte 31 - Requisitos suplementares para os dispositivos fusíveis destinados a serem utilizados
por pessoas não qualificadas. Exemplos de dispositivos fusíveis, são descritos nas partes
pertinentes da ABNT NBR IEC 60269-3-1 e para os fusíveis destinado a serem utilizados
principalmente nos plugues.
Dispositivos fusíveis de baixa tensão. Parte 3.1: Requisitos suplementares para
dispositivos fusíveis para uso por pessoas não qualificadas (dispositivos fusíveis para uso
principalmente doméstico e similares) - Seções I a IV.
Os requisitos adicionais seguintes aplicam-se aos dispositivos fusíveis tipo D. Estes
dispositivos fusíveis têm correntes nominais inferiores ou iguais a 100 A e tensões
nominais inferiores ou iguais a 500 V c.a. e 500 V c.c.
Lâmpadas halógenas (exceto lâmpadas para veículos automotivos)
Esta Norma especifica dimensões e características das lâmpadas halógenas.
Conjuntos de manobra e controle de baixa tensão
Esta Norma fornece requisitos adicionais para quadros de distribuição (QD), seus
invólucros, com ensaio de tipo totalmente testados (TTA) fixos, contendo dispositivos de
proteção e que são destinados a serem utilizados para uso interno, para uso em aplicações
domésticas ou em outros locais onde pessoas não qualificadas têm acesso à sua utilização.
Os dispositivos de controle e/ou sinalização também podem ser incluídos. Eles são
destinados a ser usados em c.a., com uma tensão nominal fase-terra que não exceda 300 V.
Os circuitos de saída contêm os dispositivos de proteção contra curtos-circuitos, cada um
com uma corrente nominal que não exceda 125 A, com uma corrente total de entrada que
não exceda 250 A.
Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP)
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR IEC 60598:1999
NBR IEC 60598:1999
NBR IEC 60598:1999
NBR IEC 60662:1997
NBR IEC 60669:2005
NBR IEC 60669:2005
NBR IEC 60669:2005
NBR IEC 60669:2005
NBR IEC 60884:2005
NBR IEC 60901:1997
Fls.
Rubrica
Esta Norma é aplicada para a classificação dos graus de proteção providos aos invólucros
dos equipamentos elétricos com tensão nominal não superior a 72,5 kV.
Luminárias
Esta Norma, constituindo a Parte 1 da ABNT NBR IEC 60598, especifica os requisitos
gerais para a classificação e marcação de luminárias, bem como para sua construção
mecânica e elétrica, juntamente com os ensaios correspondentes. Esta Norma (Parte 1) é
aplicável a luminárias para uso com fontes elétricas de luz com tensões de alimentação
não superiores a 1 000 V. Seções adicionais serão acrescentadas sempre e quando for
constatada esta necessidade.
Luminárias
Este capítulo da Parte 2 da ABNT NBR IEC 60598 especifica os requisitos para
luminárias fixas para uso em iluminação geral, com lâmpadas com filamento de
tungstênio, fluorescentes tubulares e outras lâmpadas a descarga, em tensões de
alimentação iguais ou inferiores a 1 0000 V. Ele deve ser usado em conjunto com aquelas
seções da Parte 1 às quais se faz referência.
Luminárias
Este capítulo da Parte 2 da NBR IEC 60598 especifica os requisitos de segurança para
luminárias de ar-condicionado, para emprego com duto de ventilação ou espaço ventilado
(plenum), a serem utilizadas com lâmpadas fluorescentes tubulares, em tensões de
alimentação iguais ou inferiores a 1 000 V. Ele deve ser usado em conjunto com aquelas
seções da Parte 1 às quais se faz referência.
Lâmpadas a vapor de sódio a alta pressão
Esta Norma especifica as características das lâmpadas a vapor de sódio a alta pressão,
necessárias para assegurar intercambiabilidade e segurança, assim como procedimentos e
condições de ensaio. As recomendações se aplicam somente aos ensaios de tipo.
Interruptores para instalação elétricas fixas domésticas e análogas. Parte 1: Requisitos
gerais.
Esta Norma aplica-se somente aos interruptores para corrente alternada, operados
manualmente, para uso geral, de tensão nominal não ultrapassando 440 V e de corrente
nominal não ultrapassando 63 A, destinados às instalações elétricas fixas domésticas e
análogas, sejam interiores ou exteriores.
Interruptores para instalação elétricas fixas domésticas e análogas. Parte : Requisitos
particulares.
Esta Norma se aplica a interruptores eletrônicos e a elementos eletrônicos periféricos
associados para instalações elétricas domésticas e instalações elétricas fixas e análogas,
sejam interiores ou exteriores.
Interruptores para instalação elétricas fixas domésticas e análogas. Parte : Requisitos
particulares.
Esta Norma é aplicável aos interruptores de comando à distância (chamados de
telerruptores).
Interruptores para instalação elétricas fixas domésticas e análogas. Parte 2.3: Requisitos
particulares.
Esta Norma é aplicável aos interruptores temporizados (chamados aqui de "minuterias")
de tensão nominal que não ultrapasse 440 V e de corrente nominal que não ultrapasse 63
A, destinados às instalações elétricas fixas, domésticas e análogas, sejam interiores ou
exteriores, comandados manualmente e/ou à distância, e que são providos de um
dispositivo de temporização mecânico, térmico, pneumático, hidráulico ou elétrico, ou de
um dispositivo que utilize quaisquer combinações destes.
Plugues e tomadas para uso doméstico e análogo
Esta Norma fixa as condições exigíveis para plugues e tomadas fixas ou móveis
exclusivamente para corrente alternada, com ou sem contato terra, de tensão nominal
superior a 50 V mas não excedendo 440 V e de corrente nominal igual ou inferior a 32 A,
destinadas a uso doméstico e análogo, no interior ou no exterior de edifícios
Lâmpadas fluorescentes de base única - Prescrições de desempenho
Esta Norma especifica os requisitos de desempenho para lâmpadas fluorescentes de base
única para serviços gerais de iluminação.
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
NBR IEC 60947:1998
NBR IEC 61058:2004
NBR IEC 61167:1997
NBR IEC 61195:1998
NBR IEC 61199:1998
NBR NM 207:1999
NBR NM 243:2009
NBR NM 247:2002
NBR NM 267:2002
NBR NM 280:2003
NBR NM 313:2007
NBR NM 60898:2004
Fls.
Rubrica
Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão
Esta Norma se aplica a disjuntores cujos contatos principais são previstos para serem
conectados a circuitos com tensão nominal não superior a 1 000 V c.a. ou 1 500 V c.c.;
contém também requisitos adicionais para disjuntores com fusíveis incorporados.
Interruptores para aparelhos
Esta Norma aplica-se aos interruptores (mecânicos ou eletrônicos) para aparelhos
acionados pela mão, pé ou por outra atividade humana, para fazer funcionar ou comandar
aparelhos elétricos e outros equipamentos para uso doméstico e análogo, cuja tensão
nominal não ultrapasse 440 V e a corrente nominal não ultrapasse 63 A.
Lâmpadas a vapor metálico (halogenetos)
Esta Norma especifica os métodos de ensaio que devem ser usados para a determinação
das características das lâmpadas a vapor metálico, de uma ou duas extremidades, para
funcionamento em circuitos de alimentação em c.a., de freqüência 50 Hz ou 69 Hz, e com
reatores satisfazendo aos requisitos da IEC 60923.
Lâmpadas fluorescentes de duas bases - Especificações de segurança
Esta Norma especifica os requisitos de segurança para as lâmpadas fluorescentes de duas
bases, para uso em iluminação geral, compreendendo todos os grupos que possuem bases
Fa6, Fa8, G5, G13 e R17d.
Lâmpadas fluorescentes de base única - Especificações de segurança
Esta Norma especifica os requisitos de segurança para as lâmpadas fluorescentes de base
única, para uso em iluminação geral, compreendendo todos os grupos que utilizam bases
2G7, 2GX7, GR8, G10q, GX10q, GY10q, 2G11, G23, GX23, G24, GX32 e 2G13.
Elevadores elétricos de passageiros. Requisitos de segurança para construção e instalação.
Esta Norma especifica as regras de segurança para a construção e instalação de elevadores
elétricos novos instalados permanentemente servindo pavimentos definidos, tendo carro
projetado para o transporte de pessoas e objetos, suspenso por cabos e movendo-se entre
guias inclinadas no máximo 15° com a vertical.
Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) ou isolados com composto termofixo
elastomérico, para tensões nominais até 450/750 V, inclusive – Inspeção e recebimento.
Esta Norma estabelece os critérios para a realização de ensaios de inspeção e/ou
recebimento de cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) ou com compostos
termofixos elastoméricos, para tensões até 450/750 V, inclusive.
Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750 V,
inclusive.
Esta Norma detalha as especificações particulares para condutores isolados com
policloreto de vinila (PVC), sem cobertura, para instalações fixas e para tensões nominais
até 450/750 V, inclusive.
Elevadores hidráulicos de passageiros. Requisitos de segurança para construção e
instalação.
O objetivo desta Norma é definir regras de segurança relativas a elevadores de
passageiros, com vistas a proteger as pessoas e objetos contra os riscos de acidentes
relacionados com as operações pela usuário, de manutenção e de emergência de
elevadores.
Condutores de cabos isolados (IEC 60228, MOD).
Esta Norma especifica as seções nominais padronizadas de 0,5 mm² a 2 000 mm², bem
como o número e diâmetros dos fios e valores de resistência elétrica para condutores de
cabos elétricos e cordões flexíveis, isolados.
Elevadores de passageiros - Requisitos de segurança para construção e instalação Requisitos particulares para a acessibilidade das pessoas, incluindo pessoas com
deficiência.
Esta Norma MERCOSUL especifica os requisitos para o acesso e uso seguros e
independentes de elevadores por pessoa, incluindo pessoas com as deficiências
mencionadas na Tabela B. 1 do Anexo B.
Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares (IEC
60898:1995, MOD)
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Esta Norma fixa as condições exigíveis a disjuntores com interrupção no ar de corrente
alternada em 50 ou 60 Hz tendo um tensão nominal até 440 V (entre fases), uma corrente
nominal até 125 A e uma capacidade de curto-circuito nominal até 25 000 A.
ANSI/ASHRAE/IESNA – Standard 90.1:2001 - Energy standard for buildings except low-rise residential buildings.
ANSI/TIA/EIA 568: 2005 - Commercial Building Telecommunications Cabling Standards Set- Part 1: General
Requirements, Part 2: Balanced Twisted-Pair Cabling Components, And Part 3: Optical Fiber Cabling Components
Standard (Includes Addendums: B.1-1,2,3,4,5, B.2-1,2,3,4,5,6,11 and B.
ANSI/TIA/EIA 569: 2005 - Commercial Building Standard for Telecommunication Pathways and Spaces.
Telecommunications Distribution Methods Manual Volumes I e II – 1995.
BICSI
Cabinets, Racks, Panels and Associated Equipaments.
EIA 310-D
Plataformas elevadoras motorizadas para pessoas com mobilidade reduzida. Regras de segurança,
ISO 9386:2000
dimensões e funcionamento.
Fiber Optic Graphic Symbols.
TIA/EIA 587
TIA/EIA TSB 67 Transmission Performance Specification for Field Testing of Unshielded Twisted-Pair Cabling
Systems.
TIA/EIA TSB 72 Centralized Optical Fiber Cabling Guidelines.
TIA/EIA TSB 75 Additional Horizontal Cabling Practices for Open Offices.
NORMAS DO MINISTÉRIO DO TRABALHO
As Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho tratam de orientações mínimas a serem
consideradas em procedimentos que envolvam a saúde e segurança do trabalhador. Destacam-se as seguintes:
NR 1
NR 3
NR 4
NR 5
NR 6
NR 8
NR 9
NR 10
NR 12
NR 15
NR 16
NR 17
NR 18
NR 23
NR 24
NR 26
NR 28
5
Disposições Gerais.
Embargo ou interdição.
Serviços especializados em Eng. de Segurança e em Medicina no Trabalho.
Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
Equipamentos de proteção individual – EPI.
Edificações.
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA.
Segurança em instalações e serviços em eletricidade.
Máquinas e Equipamentos.
Atividades e Operações Insalubres.
Atividades e Operações Perigosas.
Ergonomia.
Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção.
Proteção contra incêndio.
Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho.
Sinalização de segurança.
Fiscalização e Penalidades.
LEGISLAÇÃO
Resolução Conama 307 – Gestão dos resíduos da Construção Civil;
Resolução CMN 2.878/01 (atualizada pela CMN 2.892/01) - Acessibilidade;
Instrução Normativa nº. 01 - IPHAN - Dispõe sobre a acessibilidade aos bens culturais imóveis
acautelados em nível federal, e outras categorias;
Lei 7.405/85 - Torna obrigatória a colocação do “Símbolo Internacional de Acesso” em todos os
locais e serviços que permitam sua utilização por pessoas portadoras de deficiência;
Lei 8.160/91 - Dispõe sobre a caracterização de símbolo que permita a identificação de
pessoas portadoras de deficiência auditiva;
Lei 9.055/95 – Disciplina a extração, industrialização, utilização, comercialização e transporte
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
do asbesto/amianto e dos produtos que os contenham;
Lei 10.741/03 – Estatuto do idoso;
Lei 10.048/00 - Dá prioridade de atendimento a pessoas que especifica;
Lei 10.098/00 – Normas e critérios básicos para promoção de acessibilidade das pessoas
portadoras de deficiências ou com mobilidade reduzida;
Lei 11.126/05 – Possibilidade de portador de deficiência visual permanecer em ambientes de
uso coletivo acompanhado de cão-guia;
Decreto Federal 2.350/97 – Regulamenta a Lei 9.055.
Decreto 3.956/01 - Promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as
Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência;
Decreto Federal 5.296/04 – Regulamenta as Leis 10.048/2000 e 10.098/2000;
Decreto Legislativo 186/08 - Aprova o texto da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com
Deficiência e de seu Protocolo Facultativo.
GLOSSÁRIO
Área de
(ATR)
trabalho Área interna de uma edificação que possui Pontos de Telecomunicações
e energia elétrica onde estão conectados os equipamentos dos usuários.
É a área de piso efetivamente utilizada como escritório em uma
Área
útil
de edificação. Nota: Áreas como banheiros, escadas, corredores, hall de
escritório
circulação, etc., não são computadas como áreas de piso útil de
escritório.
Baixa Tensão
Instalações cuja tensão nominal é de até 1000 V, CA ou até 1500 V, CC.
Conjunto de capacitores de potência, estruturas de suporte e os
Banco
de
necessários dispositivos de manobra, controle e proteção, montados de
Capacitores
modo a constituir um equipamento completo.
Conjunto de barras de material condutor (geralmente em cobre
Barramento
eletrolítico) de mesma tensão nominal, com seus suportes e acessórios,
utilizados como condutores e/ou distribuidores de energia elétrica.
Equipamento acumulador de energia elétrica, transformada através de
Baterias
reações químicas.
Configuração de cabeamento da Área de Trabalho ao dispositivo de
Cabeamento
conexão centralizado, usando a passagem de cabos contínuos (modelo
centralizado
direto), ou dispositivos de interconexão intermediários ou emendas nos
Rack de Telecomunicações.
Cabeamento
Instalação de cabos seguindo o conceito de redes estruturadas.
estruturado
Cabo
de
fibra Cabo composto por uma ou mais fibras ópticas internas.
óptica
Cabo que interliga o Distribuidor Geral de Telecomunicações (DGT) aos
Cabo
de
distribuidores intermediários (DI) de edificações independentes que fazem
interligação externa
parte do mesmo sistema (campus).
Cabo
de Cabo que interliga o Ponto de Terminação de Rede (PTR) ao Distribuidor
interligação interna Geral de Telecomunicações de uma edificação.
Cabo primário de Cabo que interliga o Distribuidor Geral de Telecomunicações aos
primeiro nível
Distribuidores Secundários (DS), ou Distribuidores Intermediários.
Cabo primário de Cabo que interliga o Distribuidor Intermediário ao Distribuidor Secundário.
segundo nível
Cabo secundário
Cabo que interliga os Distribuidores Secundários à Área de Trabalho.
Caixa utilizada para a passagem e/ou ligação de condutores entre si e/ou
Caixa de Derivação
dispositivos nela instalados.
Campus
Área que contém um ou mais edifícios em um mesmo terreno.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Capacitor
Carga
Categoria 5e
Categoria 6
Choque Elétrico
Circuito Elétrico
Circuito
Monofásico
Circuito Polifásico
Circuito Terminal
Comprimento
do
lance de cabo (CL)
Condulete
Conduto Elétrico
Condutor Elétrico
Fls.
Rubrica
É constituído por um equipamento que tem a propriedade de armazenar
energia quando submetido a um campo elétrico.
Equipamento elétrico absorve potência.
Componentes usados para transmissão de sinais até 100 MHz.
Componentes usados para transmissão de sinais até 250 MHz.
O efeito pato-fisiológico que resulta da passagem de uma corrente
elétrica através do corpo de uma pessoa ou de um animal.
Conjunto de corpos ou meios no qual pode haver corrente.
Circuito alimentado através de apenas uma fase e neutro.
Circuito alimentado através de 2 ou mais fases e neutro.
Circuito ligado diretamente a equipamentos de utilização e/ou tomadas de
corrente.
Comprimento de cabo correspondente a distância entre dois pontos de
conexão.
Caixa de derivação para linhas aparentes dotada de tampa própria.
Canalização destinada a conter condutores elétricos. Podem ser de vários
tipos: eletrodutos, calhas, molduras, canaletas, bandejas, escadas para
cabos, poços e galerias.
Produto metálico utilizado para transportar energia elétrica ou transmitir
sinais elétricos.
Dispositivo usado para estabelecer a terminação mecânica de cabos,
permitindo o acesso dos terminais à rede.
Dispositivo que possibilita a conexão óptica, terminando duas fibras
ópticas e que encaixa em um adaptador óptico (soquete).
Dispositivo que possibilita a conexão óptica, terminando duas fibras
ópticas e que encaixa em um adaptador óptico (soquete).
Conexão por deslocamento da isolação do condutor.
Conector modular 8
vias (CM8V)
Conector
óptico
(plugue)
Conector
óptico
(plugue)
Conexão de engate
rápido (CER)
Consumo
Energia elétrica consumida em um período de tempo determinado.
Dispositivos de manobra (mecânico) de operação não manual
(geralmente eletromagnéticas) que tem uma única posição de repouso e
Contator
é capaz de estabelecer, conduzir e interromper correntes em condições
normais de circuito, inclusive sobrecargas.
Cordão formado de um cabo flexível com conectores nas pontas, com a
Cordão de conexão finalidade de interligar os dispositivos de conexão entre si e / ou a
equipamentos.
Cordão
óptico Cabo óptico que contem apenas uma fibra óptica interna, contendo as
monofibra
de seguintes partes: capa ou revestimento plástico, elemento de proteção
manobra
mecânica e fibra ótica.
Corrente Elétrica
Passagem de carga elétrica devido à diferença de potencial.
Também conhecido como amianto branco, trata-se de mineral fibroso,
não combustível, isolante térmico, resistente a ataque de microrganismos
Crisotila
e com alta resistência mecânica. É a única variedade do amianto
permitida pela legislação brasileira.
Curto-Circuito
Ligação intencional ou acidental entre dois ou mais pontos de um circuito.
Média das potências instantâneas solicitadas pela unidade consumidora,
Demanda
integralizada em intervalos de 15 minutos.
Dimerização de acordo com a disponibilidade de luz natural empregando
Dimerização
com
sensores que detectam os níveis de luz ambiente e permitem aos
luz do dia
reatores dimerizar as lâmpadas.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Dispositivo de manobra (mecânica) e de proteção, capaz de estabelecer,
conduzir e interromper correntes em condições normais do circuito, assim
Disjuntor
com estabelecer, conduzir por tempo especificado e interromper correntes
em condições anormais especificadas do circuito, tais como curto-circuito.
Display
Peça promocional destinada a expor uma mensagem e/ou produtos.
Dispositivos
de Dispositivo que provê terminações mecânicas entre os meios de
conexão
transmissão.
Dispositivos
de Dispositivo cuja função é fornecer proteção contra surtos, sobrecorrentes
proteção elétrica
e / ou sobretensões.
A distorção harmônica total (DHT) mede o grau de distorção da forma de
Distorção
onda da corrente em relação a um sinal senoidal puro, é expressa em
harmônica total
porcentagem.
Distribuidor Geral Distribuidor que interliga todos os cabos primários de primeiro nível.
de
Telecomunicações
(DGT)
Distribuidor Geral Rack de emendas e conexões ópticas, para fixação em paredes, que
Óptico (DGO) de permite interligar o cabo de fibra óptica da CAIXA com os cordões ópticos
parede
monofibras de manobra.
Rack de emendas e conexões ópticas, para fixação em racks de 19
Distribuidor Geral
polegadas, que permite interligar o cabo de fibra óptica da CAIXA com os
Óptico para Rack
cordões ópticos monofibras de manobra do usuário.
Distribuidor
Distribuidor que interliga cabos primários de primeiro nível e cabos
intermediário (DI)
primários de segundo nível.
Distribuidor
Distribuidor que interliga cabos primários de primeiro ou segundo nível e
secundário (DS)
cabos secundários.
O conceito de ecoeficiência envolve a definição de indicadores capazes
de medir o desenvolvimento de um empreendimento, de maneira
ambientalmente sustentável, de modo a atender as necessidades
Ecoeficiência
humanas e promover a qualidade de vida, enquanto reduz
progressivamente os impactos ambientas e a intensidade de consumo de
recursos naturais considerando a capacidade ambiental do planeta.
Eficiência luminosa é definida como a relação entre o fluxo luminoso total
emitido por uma fonte e a potência por ela absorvida. As eficiências
Eficiência luminosa luminosas variam conforme o tipo de lâmpada, sendo que as
incandescentes são as menos eficientes (10 a 15 lm/W) e as lâmpadas de
sódio as mais eficientes. (80 a 140 lm/W). Unidade lúmen / watt (lm/W).
São aqueles que, em condições ambientes normais (atmosfera,
Elementos
temperatura e umidade), reagem violentamente com o oxigênio do ar ou
pirofóricos
com a umidade existente, gerando calor, gases inflamáveis e fogo.
Junção entre duas fibras ópticas podendo ser de dois tipos: emenda
Emenda óptica
mecânica e emenda por fusão.
Processo para emendar fibras ópticas onde as fibras ópticas são apenas
Emenda
óptica encostadas uma na outra sem serem fundidas. Este tipo de emenda é
mecânica
conseguido através de dispositivos que são encaixados nas fibras ópticas
e depois encaixados entre si mecanicamente.
Processo para emendar fibras ópticas onde as fibras ópticas são fundidas
Emenda óptica por
uma na outra. Este tipo de emenda é conseguido através da utilização da
fusão
máquina de emenda óptica por fusão.
Energia elétrica, consumida por um equipamento, que é transformada em
Energia Ativa
trabalho ou calor.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Energia Reativa
Espelho
Falta Elétrica
Fator de crista da
corrente
Fator de eficácia do
reator
Fator de
luminosas
perdas
Fator de Potência
Fator de reator ou
fator
de
fluxo
luminoso
Fluxo luminoso
Fusíveis
Geradores Elétricos
Horário de Ponta
Iluminação
emergência
Iluminação
escape
(balizamento
rotas de fuga)
Iluminação
segurança
Iluminação
permanente
de
de
Fls.
Rubrica
Energia elétrica consumida por um equipamento, necessária para sua
própria magnetização.
Peça que serve de tampa para caixas elétricas.
Contato ou arco acidental entre partes sob potenciais diferentes e/ou de
uma ou mais dessas partes para a terra.
Fator de crista da corrente (FCC) é a razão entre o valor de pico e o valor
eficaz da corrente de descarga na lâmpada, com tensão senoidal de valor
eficaz nominal.
O fator de eficácia do reator (FER) é a razão do fator do reator (FR) pela
potência da entrada; ele mede a eficiência do conjunto lâmpada/reator em
relação a outros sistemas usando o mesmo número e tipo de lâmpadas.
Razão da iluminância média no plano de trabalho após certo tempo de
utilização de uma instalação de iluminação, para a iluminância média
obtida nas mesmas condições para a instalação considerada como nova
(depois de decorridas 100 horas da instalação, no caso de lâmpadas
fluorescentes e HID). As perdas luminosas consideram a acumulação de
poeira nas luminárias e nas superfícies do compartimento, e a
depreciação das lâmpadas.
Relação entre a energia ativa e a aparente (ou total) consumida por uma
instalação.
O fator de reator (FR), também chamado de fator de fluxo luminoso, é a
razão do fluxo luminoso emitido por uma lâmpada de referência,
funcionando com reator comercial, para o fluxo luminoso emitido pela
mesma lâmpada quando funcionando com o reator de referência.
O fluxo luminoso é a quantidade total de luz emitida por uma fonte em sua
tensão nominal de funcionamento. Unidade lúmen (lm).
Dispositivos de proteção que, pela fusão de uma parte especialmente
projetada, abre o circuito no qual se acha inserido e interrompe a
corrente, quando esta excede o valor especificado durante um tempo
especificado.
Equipamentos que transformam a energia mecânica, térmica ou outra em
energia elétrica.
Horário de maior consumo de energia do sistema elétrico nacional,
composto por 3 horas consecutivas entre 1700 e 2200 horas, exceto aos
sábados e domingos.
Iluminação destinada a ser utilizada nos casos de falha da iluminação
normal.
Parte da iluminação de emergência destinada a assegurar que um
caminho de escape seja efetivamente identificado e utilizado.
de
de Parte da iluminação de emergência destinada a assegurar a segurança
de pessoas envolvidas em processo potencialmente perigoso.
Aquela onde, nas instalações de iluminação de emergência, as lâmpadas
não de iluminação de emergência não são alimentadas pela rede elétrica da
concessionária e, só em caso de falta da fonte normal, são alimentadas
automaticamente pela fonte de alimentação de energia alternativa.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Aquela onde, nas instalações de iluminação de emergência, as lâmpadas
de iluminação de emergência são alimentadas pela rede elétrica da
Iluminação
concessionária, sendo comutadas automaticamente para a fonte de
permanente
alimentação de energia alternativa, em caso de falta e/ou falha da fonte
normal.
A iluminância (E) é definida como o limite da razão do fluxo luminoso
recebido pela superfície, no ponto considerado, pela área da superfície
quando esta tende para o zero É o fluxo luminoso incidente por unidade
de área iluminada. Unidade lux (lx) ou lm/m2. A definição de lux, unidade
brasileira de iluminância é a “iluminância de uma superfície plana de área
Iluminância
igual a 1,0 m2, que recebe, na direção perpendicular, um fluxo luminoso
igual a 1,0 lm, uniformemente distribuído”. Como o fluxo luminoso de uma
fonte geralmente não possui distribuição espacial uniforme, a iluminância
difere conforme o ponto de uma determinada área. Desta forma, utiliza-se
a iluminância média (Em) tanto para se caracterizar uma superfície
quanto nas normas de iluminância de interiores.
Índice de reprodução de cor é a medida de correspondência entre a cor
percebida de um objeto ou superfície quando iluminado por uma fonte de
Índice
de referência e sua aparência diante da fonte de luz de interesse. Lâmpadas
reprodução de cor com IRC de 100,0% apresentam as cores com a fidelidade e precisão da
luz natural, enquanto que quanto mais baixo este índice, mais deficiente
será a reprodução de cores.
Conjunto de componentes elétricos associados com características
Instalação Elétrica
coordenadas entre si, construído para uma finalidade determinada.
Intensidade luminosa é o fluxo luminoso emitido numa determinada
Intensidade
direção e em um ângulo sólido que tende para zero. Unidade candela
luminosa
(cd).
Chave capaz de estabelecer, conduzir e interromper correntes sob
Interruptor
condições normais do circuito, que podem incluir sobrecargas de
funcionamento especificadas.
Luminância (L) é a razão entre intensidade luminosa de uma fonte de luz
primária ou refletida por uma superfície iluminada (fonte secundária)
Luminância
dentro de um ângulo sólido definido, pela área aparente da fonte.
Unidade cd/m2.
Radiação eletromagnética capaz de estimular a retina do olho humano,
produzindo sensações visuais. A radiação visível ocupa uma pequena
Luz
parte do espectro das ondas eletromagnéticas, compreendido
aproximadamente entre os comprimentos de 380 nm a 760 nm (1
nanômetro = 10-9 m).
Mudança na configuração elétrica do circuito feito manual ou
Manobra
automaticamente por dispositivo adequado e destinado a essa finalidade.
Instalações cuja tensão nominal é maior que 1000 V, CA ou maior que
Média Tensão
1500 V, CC.
Meio
de Meio físico utilizado para o transporte de sinais de telecomunicações.
transmissão
Equipamento dotado de bateria, que se destina a suprir falhas na
alimentação pela rede elétrica, mantendo o fornecimento de eletricidade
No break
por determinado período de tempo e evitando interrupção no
funcionamento dos aparelhos a ele conectados.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Condição de visão na qual há desconforto ou redução da capacidade de
Ofuscamento
distinguir detalhes ou objetos, devidos a uma distribuição desfavorável
das luminárias, ou a contraste excessivo.
Ofuscamento
Ofuscamento que causa desconforto visual, sem necessariamente
desconfortável
enfraquecer a visão dos objetos.
Ofuscamento causado por objetos autoluminosos situados no campo
Ofuscamento direto
visual, particularmente por aqueles situados próximo do eixo de visão.
Ofuscamento
Ofuscamento que enfraquece a visão dos objetos, sem necessariamente
perturbador
causar desconforto visual.
Ofuscamento causado por reflexões, particularmente quando as imagens
Ofuscamento
refletidas aparecem na mesma direção ou numa direção próxima do
reflexivo
objeto observado.
Peças publicitárias de uso externo de grandes proporções e visualização
Outdoors
à distância.
Tem por objetivo criar um caminho para escoar uma descarga
Pára-Raios
atmosférica, pelo menor percurso possível, para a terra, sem passar junto
às partes não condutoras (concreto, madeira, alvenaria, etc.).
Documento ainda sem padrão definido onde se destacam os estudos
para realização de intervenções variadas em unidades da CAIXA. Esse
Plano de ação
plano deve considerar prazos, remanejamentos, instalações e
desinstalações de unidades, autorizações de acesso, entre outros, e deve
ser ratificado pelas unidades envolvidas na obra.
Ponto
de Dispositivo onde estão terminadas as facilidades de telecomunicações
telecomunicações que atendem aos equipamentos de uma Área de Trabalho.
(PT)
Ponto de conexão física a rede de telecomunicações pública, que se
Ponto
de
localiza na propriedade imóvel do usuário e que atende as especificações
Terminação
de
técnicas necessárias para permitir por seu intermédio o acesso individual
Rede (PTR)
a serviços de telecomunicações públicas.
Local no cabeamento secundário, onde poderá ocorrer mudança no tipo
Ponto de transição de cabo, ou seja, um cabo redondo é conectado a um cabo chato, com o
de cabos (PTC)
objetivo de facilitar sua instalação em ambientes que exijam a instalação
de cabo chato.
Portador
de Pessoas com deficiência física permanente ou temporária, idosas,
necessidades
obesas, gestantes e outras com mobilidade reduzida.
especiais (PNE)
Plano de prevenção contra riscos ambientais programa de prevenção de
responsabilidade dos empregadores visando, através de ações de
antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ambientais
PPRA
no trabalho, a proteção da saúde e integridade física destes. É parte
integrante de conjunto mais amplo de iniciativas no campo da
preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, e deve estar
articulado com o Plano de saúde ocupacional (PCMSO).
Ação automática provocada por dispositivos sensíveis a determinadas
condições anormais que ocorrem no circuito no sentido de evitar danos às
Proteção
pessoas e aos animais e/ou evitar ou limitar danos a um sistema ou
equipamento elétrico.
Quadro
de Alimentados a partir do QGBT ou QDF, atendem as cargas de iluminação.
Distribuição de Luz
(QDL)
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Fls.
Rubrica
Quadro Geral de
Baixa Tensão –
QGBT
Quadro Geral de
Emergência – QGE
Quadros
Distribuição
É alimentado a partir da entrada de energia da concessionária,
diretamente ou via subestação abaixadora, derivando deste os ramais de
alimentação para os demais quadros.
É alimentado a partir do QGBT e do grupo motor-gerador. A partir dele
são distribuídos os circuitos de alimentação de emergência.
Equipamento elétrico destinado a receber energia elétrica de uma ou
de mais alimentações e a distribuí-la a um ou mais circuitos, podendo
também desempenhar funções de proteção, seccionamento, controle e/ou
medição.
de Alimentados a partir do QGBT ou de QDF, atendem tomadas de uso geral
de e específicas.
Quadros
Distribuição
Cargas (QDC)
Quadros
de
Distribuição
de
Emergência (QDE)
Quadros
de
Distribuição
de
Energia
Estabilizada (QEE)
ou
Ininterrupta
(QNB)
Alimentados a partir do QGE, atendem as cargas essenciais.
Alimentados a partir do QGBT, QDF ou QGE, interligado a um
estabilizador ou UPS (no-break), atendem a tomadas de cargas
destinadas a equipamentos de informática e/ou outras cargas sensíveis.
Alimentados a partir do QGBT, atendem a pontos de força para ligação de
de
equipamentos (por exemplo: QFAC – Quadro de Força de Ar
de
Condicionado, QFEL – Quadro de Força para Elevador, etc.) e/ou outros
quadros.
Armário, normalmente segmentado em duas sessões através de uma
Rack
prateleira divisória fixa, com duas gavetas na parte superior e uma
prateleira regulável na parte inferior.
Rack
de É o espaço destinado a transição entre o caminho primário e o
telecomunicações secundário, com conexão cruzada, podendo abrigar equipamento ativo.
(AT)
Rede projetada de modo a prover uma infraestrutura que permita
evolução e flexibilidade para os serviços de telecomunicações sejam de
Rede
Interna
voz, dados, imagens, sonorização, controle de iluminação, sensores de
Estruturada
fumaça, controle de acesso, sistema de segurança, controles ambientais
(ar condicionado e ventilação) e outros.
Refletância é definida como a razão do fluxo luminoso ou radiante
Refletância
refletido pelo fluxo incidente.
Dispositivo elétrico destinado a produzir modificações súbitas e
predeterminadas em um ou mais circuitos de saída, quando certas
Relé
condições são satisfeitas nos seus parâmetros de entrada que controlam
o dispositivo.
Espaço destinado a receber o cabo de entrada da CAIXA onde são
Sala de entrada de
ligados as facilidades da rede primária intra e inter edifícios, podendo
telecomunicações
também acomodar equipamentos eletrônicos com alguma função de
(SET)
telecomunicações.
É o espaço necessário para equipamentos de telecomunicações, sendo
Sala
de freqüentemente salas com finalidades especiais. Nota: A Sala Técnica é
equipamento (SEQ) conectada à facilidade da rede primária e a rede de entrada da prestadora
de telefonia e internet.
Quadros
Distribuição
Força (QDF)
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Sistema
campus É a interligação entre diferentes prédios da instalação.
(SC)
Sistema
de Sistema composto por hastes e condutores elétricos que permitem escoar
Aterramento
para terra correntes de defeito, fuga e descargas atmosféricas.
Circuito ou conjunto de circuitos elétricos constituídos para atingir um
Sistema elétrico
determinado objetivo.
Parte da carga existente num circuito ou equipamento que excede à plena
Sobrecarga
carga.
Sobrecorrente
Corrente que excede a um valor nominal.
São chuveiros automáticos para compor um sistema de combate a
incêndio geralmente comandado por uma válvula de governo e alarme,
que em situação normal funciona como uma válvula de retenção, onde a
Sprinklers
partir do acionamento de um ou mais bicos de sprinklers libera-se o fluxo
de água para o abastecimento da rede e, ao mesmo tempo, um fluxo de
água é derivado para um motor de alarme hidráulico que acusa o
princípio de incêndio por meio de um sinal sonoro.
STP
(shielded Par trançado blindado.
twisted pair)
Instalação elétrica destinada à manobra, transformação e/ou outra forma
Subestação
de conversão de energia elétrica.
Trata-se do atendimento de necessidades no fornecimento de recursos
naturais, recursos energéticos ou de matérias-primas nas instalações
Sustentabilidade
prediais, de forma a se eliminar desperdícios e mitigar o consumo
ambiental
desnecessário desses recursos. O desenvolvimento sustentável é aquele
que satisfaz as necessidades presentes sem comprometer a capacidade
de gerações futuras de suprir suas próprias necessidades.
Abreviatura de Tecnologia da Comunicação. Neste caderno, o termo “TC”
está relacionado às necessidades técnicas e ambientais dos ambientes
TC
que abrigarão equipamentos tecnológicos e computacionais para suporte
técnico à comunicação de voz e dados.
Temperatura de cor é a grandeza que expressa a aparência de cor da luz,
correspondendo à temperatura na escala Kelvin (K) de um corpo negro
que irradia luz de espectro semelhante. Quanto mais alta a temperatura
de cor, mais branca (depois azul, violeta) é a cor da luz, enquanto que
Temperatura de cor quanto mais baixa a temperatura de cor mais amarelada é a sua cor.
correlata
Unidade Kelvin (K). A luz "quente", de aparência amarelada, tem baixa
temperatura de cor (não superior a 3000 K). A luz "fria" de aparência azul
violeta tem temperatura de cor superior a 6000 K. A luz branca natural
emitida pelo sol em céu aberto ao meio dia tem temperatura de cor
correspondente a 5800 K.
Tensão Elétrica
Diferença de potencial entre dois pontos de um circuito elétrico.
Tensão padronizada de toda ou uma parte da rede elétrica ou de
Tensão Nominal
equipamentos.
Abreviatura de Tecnologia da Informação. É utilizado para designar o
conjunto de recursos tecnológicos e computacionais dedicados ao
armazenamento, processamento e comunicação da informação, e à
maneira como esses recursos estão organizados num sistema capaz de
TI
executar um conjunto de tarefas. Neste caderno, o termo “TI” está
relacionado às necessidades técnicas e ambientais dos ambientes que
abrigarão
equipamentos
tecnológicos
e
computacionais
de
processamento de dados.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Dispositivo elétrico com contatos ligados permanentemente a uma fonte
Tomada de Energia de energia elétrica, destinada a alimentar um equipamento através de
uma tomada.
Transformadores
Equipamentos elevadores/abaixadores de tensão elétrica.
Par trançado não blindado, em configuração que atenua ou auxilia no
UTP
(Unshielded cancelamento de ruído em circuitos balanceados. Um cabo de par
Twisted Pair)
trançado não blindado contem usualmente 4 pares de fios conformados
em um único cabo.
Vida
(de
uma Tempo durante o qual a lâmpada funciona até se tornar inútil, ou ser
lâmpada)
considerada inútil de acordo com critérios especificados.
Vida declarada pelo fabricante, determinada por meio de ensaios de vida
Vida nominal
em lâmpadas do mesmo tipo, de acordo com a norma pertinente.
Vinculação
Ligação elétrica rígida e permanente entre as partes metálicas.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
ANEXO II-B
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE MATERIAIS E SERVIÇOS
AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO
INTRODUÇÃO
Este material visa estabelecer padrões técnicos de procedimentos relativos aos serviços, materiais e equipamentos,
contendo diretrizes técnicas mínimas a serem observadas a partir da fase preliminar do projeto, aquisição, instalação,
operação e manutenção dos sistemas de climatização e ventilação, visando à aplicação em todas as unidades
patrimoniais da CAIXA, de modo a proporcionar conforto térmico aos empregados, fornecedores e clientes, por meio
de temperatura controlada, umidade relativa, filtragem e movimentação do ar dos ambientes internos de forma
adequada, resfriamento de equipamentos sensíveis ao calor e umidade, com foco ainda na eficiência energética,
melhoria da qualidade do ar de interiores e segurança aos usuários do imóvel e aos encarregados de operação e
manutenção, com atendimento às normas técnicas e cumprimento das legislações pertinentes.
REFERÊNCIAS NORMATIVAS
Este manual faz referências às normas técnicas e legislações relacionadas a seguir, devendo ser observadas as edições
atualmente em vigência ou aquelas que venham a substituí-las.
1.43
Normas Técnicas ABNT
AR CONDICIONADO
NBR
5858
Condicionador de ar doméstico - Especificação
NBR
5882
Condicionadores de ar domésticos - Determinação das características
NBR
16.401
Instalações de ar-condicionado para conforto – Sistemas Centrais e Unitários
Parte 1
Projetos das instalações;
Parte 2
Parâmetros de conforto térmico;
Parte 3
Qualidade do ar interior.
NBR
6675
Instalação de condicionadores de ar de uso doméstico (tipo monobloco ou
modular)
NBR
7256
Tratamento de ar em unidades médico-assistenciais
NBR
9327
Condicionadores de ar domésticos - Ensaios de segurança elétrica
NBR
10080
Instalações de ar condicionado para sala de computadores
NBR
10085
Medição de temperatura em condicionamento de ar
NBR
13971
NBR
14679
EB
269
MB
476
Sistemas de refrigeração, condicionamento de ar e ventilação - Manutenção
programada
Sistemas de condicionamento de ar e ventilação - Execução de serviços de
higienização
Unidade compacta ou divisível de condicionamento de ar Self-Contained tipo
industrial ou comercial.
Unidade compacta ou divisível de condicionamento de ar Self-Contained tipo
industrial ou comercial.
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
MB
3341
Condicionador de ar doméstico - Determinação do coeficiente de eficiência
energética
NBR
11752
Isolamento Térmico - Poliestireno
NBR
13598
Vasos de Pressão para Refrigeração
RELATÓRIO TÉCNICO
NBR
10719
Apresentação de relatórios técnico-científicos
NBR
10151
Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade Procedimentos
NBR
10152
Níveis de ruído para conforto acústico
NBR
12179
Tratamento acústico em recintos fechados
ACÚSTICA
VENTILAÇÃO
NBR
Saídas de emergência em edifícios - Escadas de segurança - Controle de
fumaça por pressurização
14880
BOMBAS HIDRÁULICAS
NBR
7879/83
Bombas Hidráulicas - Classes
CONFIABILIDADE E MANTENABILIDADE
NBR
5462/1994
Confiabilidade e Mantenabilidade
SEGURANÇA
NBR-NM
13852
ISO
Distâncias de Segurança para Impedir o Acesso a Zonas de Perigo pelos
Membros Superiores
NBR
Cores para Segurança
7195
ELÉTRICA – ATENDIMENTO AR CONDICIONADO
NBR
5410/2005
Instalações Elétricas de Baixa Tensão
NBR
6146/80
Invólucro de Equipamentos Elétricos - Proteção
NBR
7034/81
Materiais Isolantes Elétricos - Classificação
1.44
NORMAS TÉCNICAS INTERNACIONAIS
ASHRAE 55
Thermal Environmental Conditions for Human Occupancy (Condições Ambientais para
Ocupação Humana - Conforto térmico).
ASHRAE 62.1
Ventilação para Qualidade do Ar de Interiores. (Ventilation for Acceptable Indoor Air
Quality)
ASHRAE 90.1
Padrão Energético para Prédios, Exceto Residenciais.
ASHRAE 34
ARI 210/240
Designação de Número e Classificação de Segurança dos Refrigerantes.
Equipamento Unitário de Ar Condicionado (pequeno porte – até 5TR) e Bomba de
Calor.
ARI 340/360
Equipamento Unitário Comercial e Industrial de Ar Condicionado (acima de 5TR) e
Bomba de Calor.
195/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
ARI 370
Fls.
Rubrica
Índice de Ruído de Grandes Equipamentos Externos de Refrigeração e Ar
Condicionado.
ARI 550/590
ASME.B.31
ASTM
Unidade de Resfriamento de Água com Ciclo de Compressão de Vapor.
Código Geral sobre Tubulações Industriais.
Especificações de Materiais para Tubos, Válvulas, Conexões, Parafusos, Juntas,
Materiais de Isolamento, Tintas, Eletrodos, etc.
ANSI
Especificações de Tipos, Dimensões, Classes de Pressão Nominal, Materiais de
Construção, Processos de Fabricação sobre Tubos, Válvulas e Conexões.
Estas normas poderão ser complementadas por uma ou mais regulamentações dos seguintes
órgão ou associações internacionais:
ASHRAE
American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Engineers
ARI
Air Conditioning and Refrigerating Institute
SMACNA
Sheet Metal and Air Conditioning Contractor’s National Association.
ASME
American Society of Mechanical Engineers
ASTM
American Society for testing and Materials
ANSI
American National Standard Institute
1.45
LEGISLAÇÕES PERTINENTES
Este manual faz referências a legislações relacionadas a seguir, devendo ser observadas as
edições atualmente em vigência ou aquelas que venham a substituí-las.
•
PORTARIA 3.214/1978 - MINISTÉRIO DO TRABALHO
•
NORMAS REGULAMENTADORAS – NR
o NR 1 - Disposições Gerais
o NR 2 - Inspeção Prévia
o NR 3 - Embargo ou Interdição
o NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA
o NR 6 - Equipamento de Proteção Individual - EPI
o NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional
o NR 8 - Edificações
o NR 9 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
196/490
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
o NR 10 - Instalações e Serviços em Eletricidade
o NR 11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais
o NR 12 - Máquinas e Equipamentos
o NR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressão
o NR 15 - Atividades e Operações Insalubres
o NR 16 - Atividades e Operações Perigosas
o NR 17 - Ergonomia
o NR 23 - Proteção Contra Incêndios
o NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho
o NR 26 - Sinalização de Segurança
o NR 28 - Fiscalização e Penalidades
1.46
1.47
1.48
LEGISLAÇÕES BRASILEIRAS REFERENTES À QUALIDADE DO AR DE
INTERIORES
•
Portaria Ministério da Saúde 3.523/1998 – Regulamento Técnico
•
Resolução ANVISA 09/2003 – Orientações Técnicas
•
Lei Federal 6.437/1977 – Infração Sanitária
•
Lei Estadual 4.192/2003: Obrigatoriedade de Limpeza Anual dos Dutos de Ar
Condicionado dos Prédios Públicos e Comerciais do estado do Rio de Janeiro.
•
Decisão Plenária CONFEA 0293/2003: Definição de Profissionais Responsáveis
Técnicos pela Avaliação e Controle da Qualidade do Ar de Ambientes
Climatizados.
LEGISLAÇÕES BRASILEIRAS REFERENTES À EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
•
Lei Federal 10.295/2001 – Política Nacional de Conservação e Uso Racional de
Energia
•
Portaria Interministerial 364/2007 – Ministérios de Minas e Energia, Ciência e
Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: Regulamentação
Específica, Índices Mínimos de Eficiência Energética de Condicionadores de Ar.
•
Portaria INMETRO 14/2006: Regulamentação de Avaliação de Conformidade de
Condicionadores de Ar de Uso Doméstico e Etiquetagem Compulsória.
LEGISLAÇÕES BRASILEIRAS E INTERNACIONAIS REFERENTES AO MEIO
AMBIENTE
•
Protocolo de Montreal – Dispõe sobre substâncias que agridem a camada de
ozônio.
197/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
•
Protocolo de Kioto – Dispõe sobre substâncias que contribuem com o efeito
estufa.
•
Resolução CONAMA nº 267/2000 – Restrição de Uso, Fabricação e Importação
de Fluidos Refrigerantes tipo CFC.
•
Resolução CONAMA 340/2003 – Utilização de Cilindros de Gases que Destroem
a Camada de Ozônio.
•
Lei 9.605/1998 - Lei de Crimes Ambientais
•
Decreto 3.179/1999 – Especificações de Sanções Aplicáveis às Condutas a
Atividades Lesivas ao Meio Ambiente.
198/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
PROJETO
1.49
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Os projetos de instalações de sistemas de ar condicionado e ventilação deverão obedecer às normas e especificações
da ABNT, assim como às diretrizes e recomendações constantes deste Manual e às exigências legais e
regulamentações estaduais ou municipais específicas, quando for o caso.
A ABNT NBR 16.401 é a principal norma técnica para orientação aos projetistas, sendo a base para este capítulo do
presente Manual, no tocante ao conforto térmico.
Deverá ser compatibilizado com os projetos de arquitetura, engenharia elétrica, a exemplo da iluminação, eletrodutos,
eletrocalhas, prumadas, etc. e Engenharia Civil, tais como as tubulações hidráulicas diversas, estruturas e vãos da
edificação.
Os casos omissos nas normas ABNT deverão ser cobertos por outras internacionais pertinentes, quando aplicáveis,
dos seguintes órgãos e associações:
•
ANSI – American National Standards Institute;
•
ARI – Air Conditioning and Refrigeration Institute;
•
ASHRAE – American Society of Heating, Refrigeration and Air Conditioning
Engineers;
•
ASTM – American Society for Testing and Materials;
•
DIN – Deutsch Industrie Normen;
•
SMACNA – Sheet Metal and Air Conditioning Contractors National Association.
Este Manual classifica os sistemas de climatização de acordo com a sua capacidade frigorífica total:
•
Pequeno porte: até 50TR;
•
Médio porte: acima de 50TR até 100TR;
•
Grande porte: acima de 100TR.
Em consonância com a definição proposta pela norma ABNT 16.401, fica estabelecido que sistemas de arcondicionado central sejam aqueles que utilizam central de água gelada - Chiller, ou uma central Multi-Split com
tecnologia VRV – Vazão de Refrigerante Variável.
Para instalações de grande porte, com capacidade frigorífica superior a 100 TR, devem ser utilizados sistemas de arcondicionado central preferencialmente o constituído de água gelada, sendo que qualquer outra alternativa proposta
para a configuração da instalação deve ser devidamente justificada, assim como ter a anuência da engenharia da
CAIXA.
Para uma capacidade frigorífica de 50 TR a até 100 TR pode ser utilizado um sistema central ou do tipo unitário, de
acordo com a definição da ABNT 16.401 – Parte 1, desde que este seja complementado com rede de dutos e casa de
máquinas para mistura de ar de retorno e externo, cuja definição da melhor opção dependerá de análise dos aspectos
arquitetônicos da edificação, espaços externos seguros e disponíveis, tipo da vizinhança e outros fatores que possam
fornecer subsídios para uma configuração mais adequada.
As instalações de pequeno porte devem ser constituídas por sistemas unitários com rede de dutos e casa de máquinas
para mistura do ar de retorno e exterior.
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Proc. 7066.01.3137.0/2014
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Para os ambientes que não possuem postos de trabalho é admitido o uso de condicionadores individuais, como os
Minisplits e aparelhos de janela (ACJ), observando a razão de calor sensível (RCS) dos referidos condicionadores em
relação ao perfil da carga térmica do ambiente a ser atendido.
Para sistemas de grande porte o projeto deve ser dividido em pelo menos três etapas, para fins de entrega para análise
técnica por parte da engenharia da CAIXA:
•
Estudos Preliminares;
•
Anteprojeto;
•
Projeto Básico.
O mesmo procedimento pode ser aplicado para projetos de médio porte a critério do gestor técnico da CAIXA,
O projeto deverá ser elaborado por profissional de engenharia mecânica, ou outra titulação equivalente reconhecida
pelo CONFEA, devendo estar legalmente habilitado junto ao CREA.
Deverá emitir a ART correspondente, com comprovação do respectivo pagamento, e apresentar certidões registradas
pelo CREA que assegurem a sua capacitação técnica.
Quando solicitado, a empresa responsável deverá fornecer à CAIXA os dados e informações relativas ao projeto e que
são necessários como subsídios para elaboração dos outros projetos.
O projetista deverá identificar as necessidades e/ou exigências da instalação, considerando os parâmetros para cálculo
da carga térmica, as características arquitetônicas do imóvel e o grau de confiabilidade de operação oferecido para o
sistema.
No caso de imóvel existente, será responsabilidade do projetista realizar vistoria e levantar junto à CAIXA todos os
dados necessários à elaboração dos projetos, inclusive medidas, dimensões e quantitativos.
Sempre que o projetista utilizar parâmetros diferentes daqueles definidos pelas normas técnicas e regulamentações
pertinentes deverão ser apresentadas, por escrito, as devidas justificativas, com indicação das vantagens que possam
ser atingidas com a alternativa adotada, desde que assegurada ainda a total segurança às instalações e aos seus
usuários.
Projetos de médio e grande porte deverão ser precedidos de reunião técnica de início de projeto, com a participação
da engenharia da CAIXA.
1.50
APRESENTAÇÃO DO PROJETO
O projeto será composto de:
•
Representação gráfica;
•
Memorial descritivo e especificações técnicas;
•
Memória de cálculo da carga térmica e dos dimensionamentos das instalações
hidráulicas e frigoríficas;
•
Planilhas orçamentárias e de cronograma físico-financeiro.
Todos os referidos documentos técnicos deverão conter a assinatura do profissional autor do projeto, sob carimbo,
contendo nome legível e o número do registro no CREA de vinculação.
1.50.1
Representação Gráfica
A representação gráfica será feita por meio de desenho de plantas, cortes, elevações e outros detalhamentos que
permitam a análise e compreensão de todo o projeto de climatização.
200/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Deverá ser utilizada em escala 1:50, salvo casos especiais, com todas as dimensões, quantidade de cortes suficiente
para o devido entendimento e visualização das instalações, leiaute das casas de máquinas e detalhamentos gerais em
escala maior (1:20), desenho com as instalações típicas, vista isométrica das tubulações, desenhos com
encaminhamentos de drenos e alimentação elétrica, diagramas unifilares dos quadros elétricos de força e comando,
diagramas de sistema de automação, legendas numeradas com descrições dos equipamentos e componentes da
instalação, quadros de dimensões e simbologias e outras visualizações necessárias para o perfeito entendimento do
projeto, para fins de sua análise técnica pela área técnica da CAIXA, levantamento de custos pelas empresas
proponentes e para a execução da obra respectiva.
Os desenhos deverão ser impressos e entregues em meio digital em formato DWG, compatível com a versão do
software AutoCAD a adotada pela CAIXA.
Os desenhos deverão ser identificados com carimbo padronizado, que deverá conter:
•
Logomarca do Escritório de Engenharia (e dados completos do mesmo);
•
Logomarca da CAIXA;
•
Identificação da unidade da CAIXA à qual o projeto se refere;
•
Identificação do arquivo (conforme nomenclatura adotada pela CAIXA);
•
Título do desenho;
•
Número do desenho;
•
Número e data da revisão;
•
Seqüencial de numeração de plantas;
•
Nome dos profissionais responsáveis;
•
Campo de assinatura do RT/registro no CREA;
•
Data de emissão;
•
Escalas utilizadas;
•
Desenho de referência.
Os desenhos deverão seguir as penas e cores padronizadas, conforme Minuta de Contrato de Prestação de Serviços de
Engenharia e Arquitetura da CAIXA.
As simbologias adotadas, que devem seguir as normas específicas da ABNT, deverão constar em legenda específica
nos desenhos.
O projeto elétrico de infra-estrutura da instalação deverá indicar as localizações dos quadros de alimentação e
comando, desenhos com vista interna, bem como o encaminhamento dos condutores, com apresentação em prancha
exclusiva.
201/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.50.1.1
Fls.
Rubrica
Diagrama Unifilar
Esse diagrama indicará a distribuição dos circuitos elétricos de alimentação dos equipamentos a partir dos pontos de
força disponibilizados, contendo os seguintes dispositivos:
•
Disjuntores de proteção;
•
Condutores e eletrodutos com respectivas bitolas;
•
Barramentos e demais elementos necessários ao perfeito funcionamento do
sistema, conforme as especificações adotadas.
Deverá ser apresentada uma tabela com a relação de cargas e circuitos:
Potência (W)
Corrente (A)
Tensão (V)
Fases
Bitola cabos (mm²)
Circuito 1
Circuito 2...
1.50.1.2
Diagrama de Força e Comando
Deve ser apresentado para instalações como as de bombas centrífugas e Fan-Coils.
Os diagramas dos circuitos de comando deverão discriminar todos os elementos necessários (botoeiras, sinaleiras,
fusíveis, contatoras, relés, etc.).
1.50.1.3
Planta e Cortes Transversais e Longitudinais
Esses desenhos apresentarão a disposição/distribuição dos equipamentos, rede de dutos e insuflação, retorno e
descarga, localização dos quadros elétricos, pontos de água e dreno, tubulações hidráulicas e de refrigeração,
mecanismos de distribuição e controle de vazão, sensores, e demais detalhes construtivos necessários ao perfeito
funcionamento do sistema.
As plantas deverão apresentar obrigatoriamente a orientação geográfica e altitude da edificação sob projeto.
1.50.1.4
Isométrico da Rede Hidráulica e Frigorífica
Esses desenhos apresentarão a disposição das tubulações hidráulicas – inclusive com indicação
do sentido do fluxo - e redes frigoríficas, com indicação de bitolas e componentes do conjunto,
bem como detalhes e indicação de quantitativos e tipos de válvula e acessórios para os
equipamentos dos sistemas.
1.50.2
Parte Descritiva
Deverá ser composta de especificações técnicas dos equipamentos e de outros materiais relevantes, com indicação dos
critérios de seleção, memorial descritivo das instalações, apresentação das normas técnicas aplicáveis, bem como as
memórias de cálculo da carga térmica, do dimensionamento das redes hidráulicas, de dutos, drenos e de interligação e
alimentação elétrica do quadro de distribuição até os equipamentos.
1.50.2.1
Memória de Cálculo
Devem apresentar de forma clara e organizada, os cálculos abaixo:
•
Carga térmica;
•
Dimensionamento de dutos e elementos de distribuição de ar;
•
Dimensionamento de redes hidráulicas;
•
Dimensionamento de tubulações frigoríficas;
•
Dimensionamento de bombas;
202/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.50.2.2
Fls.
•
Cargas elétricas individuais e globais dos equipamentos;
•
Seleção dos equipamentos e materiais.
Rubrica
Memorial Descritivo
Deve apresentar as características principais do sistema adotado, indicação de desenhos anexos, bases de cálculo,
especificações dos equipamentos, materiais e acessórios, escopo de fornecimento, condições de garantia, start-up,
manutenção e demais recomendações para a execução da instalação.
Para sua elaboração deverão ser observadas também as especificações prescritas pelos fabricantes ou julgadas
essenciais para a execução do projeto.
Deverá ainda fazer parte do referido projeto o disposto no 0
1.50.2.3
Planilha Orçamentária
As planilhas com estimativa de custos deverão relacionar detalhadamente todos os serviços e materiais necessários à
instalação pretendida, tendo como base a planilha padronizada pela caixa, contendo:
•
Descrição de cada item e sua respectiva quantidade;
•
Custo unitário do material;
•
Custo unitário da mão-de-obra;
•
Custo do item do material;
•
Custo do item da mão-de-obra;
•
Custo total do item.
O Erro! Fonte de referência não encontrada. e o Erro! Fonte de referência não encontrada. apresentam modelos
de planilhas orçamentárias para sistemas de climatização.
1.50.2.4
Cronograma de Execução
Será obrigatória apresentação de cronograma com previsão das etapas de execução, devidamente compatibilizados
com os demais projetos envolvidos, se for o caso (arquitetura, hidráulica, elétrica, luminotécnica, etc.).
1.51
DIRETRIZES DE PROJETO
1.51.1
Sistemas de Grande Porte
1.51.1.1
Equipamentos
Preferencialmente central de água gelada (chillers), com condensação a ar, previsto para operar com gradiente de
temperatura da água gelada selecionada de forma a otimizar o desempenho e o custo do sistema, visto que valores
tradicionalmente usados (5,5º C) nem sempre resultam na melhor solução e não devem ser adotados sem análise
prévia.
Os compressores deverão ser do tipo parafuso ou scroll, a depender da capacidade frigorífica prevista para o sistema,
estando proibido uso dos compressores alternativos, tanto os semi-herméticos como os herméticos.
O chiller deve ser provido de controles micro processados e utilizar obrigatoriamente um refrigerante HFC, com
preferência para o R-134a, sendo vedado o uso de qualquer CFC, HCFC ou amônia.
As bombas de água gelada deverão possuir etiqueta de eficiência do INMETRO e divididas em primárias (vazão de
água constante nos chillers) e secundárias (vazão variável, de acordo com a demanda térmica nos Fan-Coils), sendo
que para esta última, a classe de isolamento deverá ser “F” (155 °C), em função da variação mínima de sua rotação.
203/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Os Fan-Coils deverão ser equipados com motores de alto rendimento e grau de proteção IP 55, gabinetes rechapeados
com isolante térmico entre as chapas, dotados de válvulas de duas vias e sensores de pressão na sua tubulação de água
gelada, para fins de controle da demanda térmica momentânea.
Os filtros de ar devem ser constituídos de fibra sintética e tratamento microbiocida, fornecidos preferencialmente em
rolo, com certificado ou etiqueta do fabricante para confirmação da classe de filtragem, segundo a NBR 16.401/2008,
evitando os modelos com molduras de papelão para assegurar a redução de área de frestas.
Devem ser utilizados também pré-filtros, laváveis, com a função de prolongar a vida útil dos filtros principais, em
função destes serem normalmente descartáveis.
A classificação dos filtros de ar deve ser classe F5, para ambientes de escritórios, classe G4, para agências bancárias e
pré-filtro G1 (de acordo com a ABNT NBR 16.401/2008) na entrada do trocador de calor da unidade condicionadora
interna, sendo que na impossibilidade do pré-filtro no condicionador o mesmo deve ser usado nos vãos de ar de
retorno;
Válvulas de duas vias e sensores de pressão instalados na tubulação de água gelada, sendo estes conectados a
variadores de freqüência para alteração da rotação das bombas de água gelada, de acordo com demanda da carga
térmica momentânea.
Deverá ser evitada a instalação dos equipamentos muito próximos às paredes, de forma a permitir a adequada
manutenção e limpeza.
Condensadores de sistemas localizados em regiões litorâneas devem vir de fábrica, revestidos com verniz específico
para proteção contra corrosão galvânica, referências “gold-fin, blue-fin, yellow fin, etc.”.
Equipamentos que operam em horários com baixa temperatura do ar na região, como os períodos noturnos, devem ter
os seus condensadores sempre providos de controladores de condensação (pressão ou temperatura).
Os condicionadores unitários deverão vir de fábrica com os seguintes componentes:
•
Bandejas do condensado em poliestireno de alto impacto ou aço inoxidável com
perfeito escoamento do condensado para o dreno;
•
Motores com grau de proteção IP 55 e banco de capacitores para fator de
potência igual ou acima de 0,95, salvo se este já estiver previsto em projeto para
a sua instalação na rede de alimentação elétrica;
•
Pressostatos limite de baixa pressão e relês de seqüência de fase, para
compressores scroll;
•
Demais componentes de proteção, tais como pressostatos de alta e baixa
pressão miniaturizados, disjuntores, relês, termostato interno;
•
Visores de líquido com indicador de umidade, filtros secadores, válvulas de
serviço e bloqueio na entrada e saída dos compressores e linha de líquido;
•
Filtros classe F5, para escritórios, e classe G4 para agências bancárias, com préfiltro G1 na entrada dos Fan-Coils (de acordo com a ABNT NBR 16.401/2008).
Na impossibilidade de realizar a pré-filtragem no condicionador, os filtros deverão
ser previsto nos vãos de retorno da casa de máquinas.
•
Isolamento termo-acústico em espuma elastomérica, referência Armacell ou
equivalente de qualidade igual ou superior, sempre que estiver exposto na
204/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
superfície interna, sendo que poderá ser fornecido em lã-de-vidro, espuma de
poliuretano ou similar desde que o gabinete seja em chapa dupla, com o material
isolante sem contato direto com o ar.
•
Facilidade de abertura dos gabinetes para a limpeza interna dos mesmos,
inclusive das volutas.
Todos os equipamentos deverão ser identificados em sua parte frontal com plaquetas de acrílico na cor preta com
letras brancas, firmemente aderidas, ou placas de alumínio com as letras e números em baixo relevo, fixadas com
parafusos ou rebites, contendo, no mínimo, os seguintes dados:
Marca
Modelo
N.º de Série
Data Fabricação
Capacidade
O termostato de cada condicionador deverá ser fornecido somente na escala em °C (graus centígrados) e ter o seu
sensor instalado nos respectivos vãos de retorno e não na entrada do trocador de calor ou ambiente, salvo em casos
especiais, a ser avaliado por engenheiro mecânico da CAIXA.
1.51.1.2
Parte Elétrica
O projeto deve contemplar especificações técnicas dos disjuntores, cabos, eletrodutos e quadros, a partir do ponto
disponibilizado na casa de máquinas;
Todas as massas metálicas deverão ser aterradas, tais como gabinetes, carcaças de motores e tubulações.
A potência total prevista dos equipamentos deve ser informada ao projetista de instalações elétricas para
dimensionamento dos pontos de força necessários, a partir da entrada de energia do imóvel.
A interligação dos eletrodutos de aço galvanizado aos condicionadores e/ou condensadores deverá ser efetuada por
meio de conexões flexíveis.
205/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.51.1.3
Fls.
Rubrica
Regulamentação para Etiquetagem do Nível de Eficiência Energética – Procel
Edifica
O projeto deverá atender às exigências contidas no documento acima, sempre em sua última versão em vigência, de
modo a contemplar todos os requisitos ali contidos, objetivando a sua classificação no nível “A” de eficiência
energética.
Além dos itens ora relacionados e à luz da regulamentação mencionada, deverão ser previstos também a automação,
vazão de ar variável, recuperadores de calor, sensores de CO2 com atuadores de dampers nas tomadas de ar externo,
ciclo economizador por controle entálpico, sendo que, para a adoção principalmente deste último item, há que se
elaborar um estudo de viabilidade técnica e econômica e ser incorporado na instalação sempre que o custo-benefício
se mostrar favorável à edificação.
O Erro! Fonte de referência não encontrada. apresenta um Check-List para análise de projeto de climatização de
grande porte com a utilização de água gelada.
1.51.2
Sistemas de Médio Porte
Deverá seguir as orientações acima quando se optar por utilizar central de água gelada ou atender às previstas para os
sistemas de pequeno porte, quando a alternativa escolhida for por condicionadores de expansão direta.
1.51.3
Sistemas de Pequeno Porte
Deverão ser usados preferencialmente condicionadores do tipo Split-system, também conhecido como splitão; ou
Self-Contained com condensadores remotos, devendo ter como fluido refrigerante um HFC, preferencialmente o
R410a ou o R407c, além de outros alternativos equivalentes que venham a ser disponibilizados no mercado, desde
que não estejam contidos na relação do Protocolo de Montreal. Deve ser evitado o uso de Self-Contained com
condensador incorporado.
Ambas as opções acima devem ser dotadas de rede de dutos para insuflação e retorno, se houver possibilidade para
este, assim como de casa de máquinas para os condicionadores, com tomada de ar exterior e espaço suficiente para a
manutenção em todo o perímetro do condicionador.
Os condicionadores com capacidade frigorífica superior a 7,5 TR devem obrigatoriamente possuir pelo menos dois
compressores e circuitos totalmente independentes.
Sendo o imóvel locado e/ou com indisponibilidade comprovada de área para casa de máquinas, bem como pé-direito
baixo o suficiente para inviabilizar a instalação de dutos, poderão ser utilizados os condicionadores do tipo minisplit,
instalados preferencialmente sob o teto, desde que sejam previstas caixas ventiladoras, dotadas de filtro classe G4 e
registro para controle da vazão, além de pontos de exfiltração, quando se fizerem necessários para a saída do ar
excedente.
Condicionadores Roof-Tops, tipo integral ou Split, também poderão ser utilizados, desde que asseguradas às
condições do subitem anterior.
Os condensadores deverão sempre ser resfriados a ar e em caso de localização em regiões litorâneas devem vir de
fábrica, revestidos com resina específica para proteção contra corrosão galvânica, referências “gold-fin, blue-fin,
yellow fin, etc.”.
Equipamentos que operam em horários com baixa temperatura do ar na região, como os períodos noturnos, devem ter
os seus condensadores sempre providos de controladores de condensação (pressão ou temperatura).
Para fins de atendimento à Regulamentação para Etiquetagem do Nível de Eficiência Energética de Edifícios
Comerciais, todos os condensadores, inclusive os dos aparelhos de janela, devem ser projetados para estarem
sombreados permanentemente e com ventilação adequada para não interferir em sua eficiência, sendo que os
sombreamentos por meio de árvores ou prédios vizinhos não validam a condição acima requerida.
206/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Os compressores deverão ser herméticos, tipo scroll, sendo proibido o uso de compressores semi-herméticos ou
alternativos. Condicionadores de pequeno porte tais como ACJ e Minisplits, poderão utilizar compressores rotativos.
Os condicionadores não deverão ser instalados rente às paredes, objetivando permitir limpeza dos gabinetes em todos
os lados e acesso aos ventiladores pela parte traseira;
Os condicionadores tipo Self-Contained, Roof-Top ou Split (splitão) deverão conter, preferencialmente de fábrica, os
seguintes componentes:
•
Bandejas do evaporador em poliestireno de alto impacto ou aço inoxidável com
perfeito escoamento do condensado para o dreno;
•
Banco de capacitores para um fator de potência igual ou acima de 0,95, salvo se
já previsto em projeto para a rede de alimentação elétrica;
•
Pressostatos-limite de baixa pressão e relês de seqüência de fase;
•
Demais proteções como pressostatos de alta e baixa pressão miniaturizados,
disjuntores, relês, termostato interno, etc.;
•
Visores de líquido com indicador de umidade, filtros secadores, válvulas de
serviço e bloqueio na entrada e saída dos compressores e linha de líquido, salvo
para condicionadores portáteis inferior a 5TR;
•
Isolamento termo-acústico em espuma elastomérica, referência Armacell ou
equivalente de qualidade igual ou superior, sempre que estiver exposto na
superfície interna, sendo que poderá ser fornecido em lã-de-vidro, espuma de
poliuretano ou similar somente no caso de o gabinete ser rechapeado.
•
Portas de inspeção nos gabinetes para viabilizar a limpeza interna dos mesmos,
inclusive das volutas;
•
Todos os equipamentos deverão ser identificados em sua parte frontal com
plaquetas de acrílico na cor preta com letras brancas, firmemente aderidas,
contendo os dados apresentados na Tabela 1:
•
Os filtros de ar devem ser constituídos de fibra sintética e tratamento
microbiocida, fornecidos preferencialmente em rolo, com certificado ou etiqueta
do fabricante para confirmação da classe de filtragem, segundo a NBR
16.401/2008, evitando os modelos com molduras de papelão para assegurar a
redução de área de frestas.
Tabela 1
Número
Modelo
Nº. de Série
Capacidade (TR)
•
Devem ser utilizados também pré-filtros, laváveis, com a função de prolongar a
vida útil dos filtros principais, em função destes serem normalmente descartáveis.
207/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
•
Fls.
Rubrica
A classificação dos filtros de ar deve ser classe F5, para ambientes de
escritórios, classe G4, para agências bancárias e pré-filtro G1 (de acordo com a
ABNT NBR 16.401/2008) na entrada do trocador de calor da unidade
condicionadora interna, sendo que na impossibilidade do pré-filtro no
condicionador o mesmo deve ser usado nos vãos de ar de retorno;
A classificação de filtragem acima não pode ser adotada para os Minisplits e ACJ, em função das características
construtivas próprias desses equipamentos, porém, deve-se prever o mais eficiente disponível no mercado, assim
como uma melhor filtragem na tomada de ar externo, quando for o caso.
O termostato de cada condicionador deve possuir escala em °C e ser instalado no respectivo vão de retorno e não na
entrada do trocador de calor ou ambiente, salvo no caso dos Minisplits ou em situações especiais, a ser avaliado pelo
corpo técnico da CAIXA.
1.51.3.1
Parte Elétrica
O projeto deve contemplar especificações técnicas dos disjuntores, cabos, eletrodutos e quadros, a partir do ponto
disponibilizado na casa de máquinas, quando for o caso, ou próximo aos condicionadores.
Todas as massas metálicas deverão ser aterradas, tais como gabinetes, carcaças de motores e tubulações.
A potência total prevista dos equipamentos deve ser informada ao projetista de instalações elétricas para
dimensionamento dos pontos de força necessários, a partir da entrada de energia do imóvel.
A interligação dos eletrodutos de aço galvanizado aos condicionadores e/ou condensadores deverá ser efetuada por
meio de conexões flexíveis.
1.51.3.2
Casa de Máquinas
Deverá ter espaço suficiente para a adequada manutenção a todos os componentes internos dos condicionadores,
assim como atender aos requisitos contidos no ANEXO P1.
A estanqueidade deve ser prevista por meio do uso de porta maciça, sempre com abertura para fora e contendo gaxeta
de borracha em todo o perímetro, com esquadrias das janelas aparafusadas, se construídas em alumínio, ou soldadas,
se fabricadas em metalon, com aplicação de silicone entre esses pontos, evitando a abertura de basculantes, etc.,
devendo as demais frestas (tomadas de ar externo, vãos de passagem de eletrodutos, tubulações frigoríficas e água
gelada) ser vedadas com espuma de poliuretano.
A tomada de ar exterior deve ter filtro classe mínima G4 e os vãos de retorno do ar às casas de máquinas, no caso de
entre forro com função de pleno, devem ser dotados de filtro classe mínima G1, segundo NBR 16.401/2008.
208/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.52
CONDIÇÕES DE PROJETO
1.52.1
Temperatura e Umidade Relativa
Fls.
Rubrica
Nos ambientes condicionados para conforto térmico, nas condições de verão e inverno, a temperatura de bulbo seco,
umidade relativa e velocidade do ar deverão estar de acordo com os limites estabelecidos pela NBR 16.401.
Nos ambientes condicionados para equipamentos TI e TC, a temperatura de bulbo seco e umidade relativa de projeto
serão definidas de acordo com os dados fornecidos pelo fabricante dos equipamentos de maior criticidade, ou seja,
com maior sensibilidade ao calor, em um mesmo recinto. A falta dessas informações sobre a temperatura e umidade
relativa levará à utilização da norma NBR 10080 e Normativo Interno TE 078.
1.52.2
Taxa de Renovação de Ar
A taxa de ar exterior deve ser de 27 m³/h por pessoa, respeitando ainda a taxa máxima de CO2 permitida, que é de
1.000 ppm, em conformidade com a atual Resolução ANVISA 09/2003 e Portaria 3.523/98.
Para os projetos iniciados a partir de 04 de setembro de 2008, a taxa de ar exterior deverá obedecer à norma da ABNT
NBR 16.401/2008, desde que a acima citada Resolução ANVISA já tenha sido revisada para fins de compatibilização
de parâmetros com a norma técnica referenciada.
1.52.3
Velocidade do Ar
Não poderá ser superior a 0,20 m/s para o verão e 0,15 m/s para o inverno, desde que seja prevista distribuição de ar
convencional (insuflação pela parte superior do ambiente e com grau de turbulência entre 30% a 50%).
Não poderá ser superior a 0,25 m/s, para o verão e 0,20 m/s, para o inverno, quando a distribuição do ar ocorrer pelo
piso (sistema de fluxo de deslocamento, com grau de turbulência inferior a 10%). A medição da velocidade deve ser a
1,50 m do piso.
1.52.4
Níveis de Ruído Decorrentes da Operação do Sistema de Ar Condicionado.
O nível de ruído máximo nos ambientes internos da edificação deverá estar de acordo com a ABNT NBR 10152,
sendo que para salas de reuniões e outros ambientes crítico os níveis de ruído e os critérios acústicos devem ser
definidos por profissional de acústica.
Os níveis de ruído máximos na vizinhança da edificação devem atender aos limites constantes da ABNT NBR 10151.
1.52.5
Cálculo de Carga Térmica e Dimensionamento de Equipamentos
No cálculo da carga térmica de resfriamento (e de aquecimento, quando aplicável) deverão ser utilizadas
metodologias consistentes com as recomendações nacionais e internacionais correlatas, a exemplo daquelas propostas
pela ASHRAE.
No cálculo de carga térmica não deve ser considerado fator de segurança.
As informações constantes da ABNT NBR 16.401, sobretudo no item 7.1 e todos os seus subitens, deverão ser
rigorosamente obedecidos no desenvolvimento dos projetos.
209/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.52.6
Fls.
Rubrica
Análise de Viabilidade Técnica de Sistemas de Ventilação
No desenvolvimento de projetos de climatização deverão ser efetuados estudos de viabilidade para a instalação de
exaustores, de modo a retirar a carga térmica do ambiente com o menor custo de instalação e operacional. Isto se
aplica principalmente em ambientes especiais do tipo salas técnicas e corredores de auto-atendimento.
1.52.7
Disposições Gerais
Os ambientes de unidades atendidas com sistema central, cujo uso extrapola o horário normal de expediente, tais
como áreas de retaguarda, salas de reunião e treinamento devem ser providos de condicionadores individuais
suplementares, de modo a permitir o atendimento da climatização apenas local, evitando a subutilização do sistema
maior.
Deverão ser previstos equipamentos de reserva em áreas estratégicas, tais como CPD e salas de No-Break e salas
técnicas. A condição de reserva somente deve existir no modo de rotatividade entre os equipamentos com
periodicidade previamente estabelecida para a operação.
Nos casos de climatização de ambientes com equipamentos de TC e TI, materiais específicos e alguns tipos de obras
de arte deverão ser previstos mecanismos automáticos de controle de umidade e aquecimento.
Nos eventuais casos de projeto da rede de água de condensação, em sua parte mais baixa, deverá ser previsto um
registro para purga de desconcentração para eliminação periódica do excesso de carbonatos, silicatos, dentre outras
impurezas que comprometem a troca térmica nos condensadores.
Ambientes que necessitam de climatização durante todo o período noturno, como é o caso das salas técnicas, e
possuem condicionadores com condensação a ar, devem possuir controle de pressão de descarga, tendo em vista as
baixas temperaturas neste período em várias partes do país, que potencializa o sub-resfriamento, interferindo no
funcionamento do condicionador.
Os materiais e equipamentos para as instalações deverão ser sempre novos e obedecer, além das normas citadas, ao
disposto nos normativos da CAIXA, inclusive as restrições temporárias ou permanentes, bem como às posturas
municipais, estaduais e federais de cada localidade.
Só serão aceitos os materiais e equipamentos que estamparem a identificação do fabricante, bem como modelo, tipo,
classe e outras informações pertinentes em locais de fácil visualização.
Os equipamentos fornecidos deverão possuir as capacidades frigoríficas e potências especificadas pela CAIXA,
quando operando nas condições previstas nos projetos específicos.
Salvo disposição em contrário, os equipamentos e seus componentes do sistema deverão ter garantia mínima de 01
ano, sendo que para os respectivos compressores o período deverá ser pelo menos 03 anos, o qual será contado a
partir do recebimento provisório da obra.
Poderão ser utilizadas marcas e modelos preferencialmente de fabricação nacional e que atendam às prescrições deste
Manual e critérios mínimos de qualidade definidos pela CAIXA para os seus projetos.
Equipamentos importados somente poderão ser fornecidos quando possuírem representante ou distribuidor autorizado
no Brasil, e quando esteja assegurada a disponibilidade de peças de reposição, assistência técnica e garantia pelo
período mínimo de 5 anos.
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1.53
CONDICIONADORES DE AR E APLICAÇÕES
1.53.1
Unidades Condicionadoras Tipo JANELA (ACJ)
Fls.
Rubrica
Poderão ser utilizados nas seguintes condições:
•
Unidades da CAIXA pertencentes a terceiros, cuja divisão interna não seja
compartimentada (divisórias piso/teto, por exemplo);
•
Quando não for imprescindível regime de operação contínua e sensores de
controle (umidade, aquecimento, por exemplo);
•
Sem comprometimento visual e de segurança da fachada;
•
Instalação em salas técnicas e salas de retaguarda;
•
Instalação em áreas que tenham ocupação diferenciada da agência;
•
Como back-up em áreas críticas;
Os circuitos elétricos e disjuntores de proteção deverão ser independentes por aparelho, com condutores terra de
mesma bitola dos condutores fase, com tomadas de 3 pinos.
Na instalação de ACJ deverão ser observados os seguintes aspectos:
•
Será dada preferência para instalação em paredes, em função de menor nível de
transmissão de vibrações;
•
As recomendações de fabricantes com relação a afastamentos mínimos de
paredes, tetos e outros obstáculos que venham a interferir no fluxo normal de ar
do aparelho;
•
Altura mínima da base do ACJ em relação ao piso de 1,80 m;
•
Garantir uma vedação adequada do vão existente entre o aparelho e a abertura
para sua colocação;
•
As estruturas de sustentação, fixação e fechamento do vão devem preservar a
segurança ao imóvel;
•
Em casos de localização de aparelhos instalados em esquadrias metálicas, o
suporte deverá ser independente das mesmas, fixado em elementos estruturais e
apoiado em calços de borracha, de forma a proporcionar o adequado isolamento
das esquadrias circunvizinhas quanto à transmissão de ruídos;
•
Instalar os aparelhos de modo a evitar a exposição direta à condição de maior
incidência solar; na impossibilidade, prever proteção contra a radiação solar;
•
Posicionar os aparelhos de forma a se obter uma adequada distribuição de ar no
ambiente;
•
Quando em paredes, os caixilhos serão em madeira certificada, ou em caixas de
concreto pré-moldado com dimensões e aberturas compatíveis àquelas do
aparelho a ser instalado, de modo a permitir a captação do ar externo para o
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Fls.
Rubrica
condensador e evitar frestas, prevendo ainda moldura de acabamento de 50 mm
em madeira certificada, na cor natural ou dos elementos já existentes no
ambiente.
•
Prever calços de borracha para amortecer vibrações do aparelho para a sua
estrutura de sustentação.
Deverão ser respeitadas todas as instruções e recomendações dos fabricantes dos aparelhos.
Os gabinetes e respectivos suportes deverão ser instalados com inclinação para o lado exterior do recinto
condicionado, a fim de permitir o escoamento da água condensada, a qual deverá ser canalizada e drenada por
intermédio de tubos e conectores de PVC rígidos de ¾” de diâmetro ou mangueira plástica flexível e transparente
(cristal) de mesma dimensão. A inclinação a ser adotada será a indicada no manual de instruções do fabricante e na
falta desta informação, adotar um caimento de 10 mm para o lado externo.
Se necessário, os aparelhos serão apoiados externamente por suportes tipo “mão francesa” (mínimo de 2), executados
em cantoneiras de ferro, com dimensões mínimas recomendadas de 1” x 1” x 3/16”, pintados com 2 demãos de tinta
de acabamento na cor da esquadria ou da parede da instalação, após preparação da superfície e aplicação de primer
anticorrosivo.
O gabinete do aparelho será fixado ao marco ou moldura com parafusos, para impedir sua remoção pelo lado externo.
Se o aparelho se localizar em local que demande segurança patrimonial (tesouraria, grandes pagamentos, etc.), os
suportes serão guarnecidos de grades e reforço de chumbamento.
A fresta entre o gabinete e a moldura do vão aberto deverá ser total e perfeitamente vedada com espuma.
1.53.2
Unidades Condicionadoras Tipo MINISPLIT
Para uso em ambientes onde não há postos de trabalho, quando não seja fisicamente possível a previsão de casa de
máquinas.
Deverá ser prevista ventilação para renovação de ar, com filtro e registro para controle da vazão.
Deve-se ater para os níveis de ruído gerados, em relação à vizinhança.
As unidades evaporadoras devem ser localizadas estrategicamente de modo a proporcionar uma uniforme distribuição
de ar insuflado em todo o recinto para o qual o condicionador for tecnicamente projetado.
A localização das unidades deve ser planejada para evitar eventuais interferências com quaisquer tipos de instalações
já existentes (ou projetadas), tais como instalação elétrica, equipamentos, mobiliários, canalizações de água, esgoto,
etc.
As unidades condensadoras serão instaladas em locais externos abertos, secos, com boas condições de ventilação e
sombreamento, onde, por segurança, não haja circulação constante de pessoas, sem obstáculos que possam causar
curto-circuito de ar quente e com espaço suficiente para manutenção, montagem e desmontagem das tubulações e
limpeza.
Serão observadas ainda as recomendações dos fabricantes no que diz respeito às distâncias horizontal, vertical e total
com relação às respectivas unidades condicionadoras.
Não podem ser instaladas próximas às fontes de calor ou vapores, exaustores ou gases inflamáveis.
Não é permitida a instalação diretamente em marquise, devendo ser instalados em base estruturalmente resistente ao
peso da unidade em operação e executada em nível.
A base poderá ser do tipo dormente, com dimensões (comprimento e largura) compatíveis com o equipamento e
altura mínima de 15 cm, ou executada em concreto, respeitada a mesma altura mínima de 15 cm.
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Fls.
Rubrica
A melhor posição da unidade deve observar a direção dos ventos dominantes na região, evitando colocá-la em sentido
contrário aos mesmos, e atender aos afastamentos mínimos necessários de captação e descarga de ar, conforme
recomendações dos fabricantes.
As interligações frigoríficas entre as unidades evaporadoras e condensadoras deverão ser executadas conforme as
recomendações do fabricante e as especificações constantes deste manual, conforme ANEXO P2.
A ligação de cada unidade interna à linha de drenagem será executada em tubos e conexões de PVC rígido ou
mangueira plástica flexível e transparente (cristal) de ¾” de diâmetro, formando um sifão com fecho hídrico e
assegurando o caimento necessário para o adequado escoamento. A inclinação a ser adotada será a indicada no
manual de instruções do fabricante e na falta desta informação, adotar um caimento de 10 mm para o lado externo.
A ligação ao circuito frigorífico deverá ser executada com conexões padronizadas, fabricadas por processo industrial,
não se admitindo a utilização de peças improvisadas no local da obra.
1.53.3
Unidades Condicionadoras Tipo SPLIT ou SPLITÃO
São condicionadores divididos (Split), sendo a opção preferencial da CAIXA dentre os demais condicionadores de
expansão direta (troca de calor do ar diretamente com o refrigerante).
Empregados em instalações de médio e pequeno porte, para uso em imóveis com casa de máquinas e devem
obrigatoriamente ter a distribuição do ar frio através de rede de dutos.
As unidades condensadoras remotas deverão ser instaladas em local adequado, precavendo-se quanto à possibilidade
de curto-circuito de ar quente e protegidas contra incidência solar direta.
As Unidades evaporadoras serão instaladas obrigatoriamente em casas de máquinas, localizadas estrategicamente de
modo a proporcionar uma uniforme distribuição de ar insuflado, através de sua rede de dutos, em todo o recinto para
o qual o condicionador for tecnicamente projetado. A localização das unidades, rede de dutos e tubulações deve ser
planejada para evitar eventuais interferências com qualquer tipo de instalações já existentes (ou projetadas), tais como
instalação elétrica, canalizações de água, esgoto, etc.
As unidades condensadoras serão instaladas em locais externos abertos, secos, com boas condições de ventilação e
sombreamento, onde, por segurança, não haja circulação constante de pessoas, sem obstáculos que possam causar
curto-circuito de ar quente e com espaço suficiente para manutenção, montagem e desmontagem das tubulações e
limpeza.
Serão observadas ainda as recomendações dos fabricantes no que diz respeito às distâncias horizontal, vertical e total
com relação às respectivas unidades condicionadoras.
Não podem ser instaladas próximas às fontes de calor ou vapores, exaustores ou gases inflamáveis.
Não é permitida a instalação diretamente em marquise, devendo ser instalados em base estruturalmente resistente ao
peso da unidade em operação e executada em nível.
A base poderá ser do tipo dormente, com dimensões (comprimento e largura) compatíveis com o equipamento e
altura mínima de 15 cm, ou executada em concreto, respeitada a mesma altura mínima de 15 cm.
A melhor posição da unidade deve observar a direção dos ventos dominantes na região, evitando colocá-la em sentido
contrário aos mesmos, e atender aos afastamentos mínimos necessários de captação e descarga de ar, conforme
recomendações dos fabricantes.
As interligações frigoríficas entre as unidades evaporadoras e condensadoras deverão ser executadas conforme as
recomendações do fabricante e as especificações constantes deste manual, conforme ANEXO P2.
A ligação de cada unidade interna à linha de drenagem será executada em tubos e conexões de PVC rígido de ¾” de
diâmetro, formando um sifão com fecho hídrico e assegurando o caimento necessário para o adequado escoamento. A
inclinação a ser adotada será a indicada no manual de instruções do fabricante e na falta desta informação, adotar um
caimento de 10 mm para o lado externo.
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Fls.
Rubrica
A ligação ao circuito frigorífico deverá ser executada com conexões padronizadas, fabricadas por processo industrial,
não se admitindo a utilização de peças improvisadas no local da obra.
1.53.4
Unidades Condicionadoras Tipo SELF-CONTAINED
Como alternativa aos Splits/Splitões, poderão ser utilizados os condicionadores em referência, desde que com
condensação remota a ar, evitando o uso de condensadores integrados ao gabinete principal.
Os condensadores remotos constituem-se apenas de gabinete, ventilador e o trocador de calor, sendo o compressor
localizado na unidade interna, evaporadora, diferenciando das unidades condensadoras, que além dos componentes
acima citados, possuem também em seu interior o compressor.
Para o condensador remoto faz-se necessária a observância de disponibilidade de área para a sua locação, tal qual se
aplica às unidades condensadoras.
Os condensadores remotos serão instalados em locais externos abertos, secos, com boas condições de ventilação e
sombreamento, onde, por segurança, não haja circulação constante de pessoas, sem obstáculos que possam causar
curto-circuito de ar quente e com espaço suficiente para manutenção, montagem e desmontagem das tubulações e
limpeza.
Serão observadas ainda as recomendações dos fabricantes no que diz respeito às distâncias horizontal, vertical e total
com relação às respectivas unidades condicionadoras.
Não podem ser instaladas próximas às fontes de calor ou vapores, exaustores ou gases inflamáveis.
Não é permitida a instalação diretamente em marquise, devendo ser instalados em base estruturalmente resistente ao
peso da unidade em operação e executada em nível.
A base poderá ser do tipo dormente, com dimensões (comprimento e largura) compatíveis com o equipamento e
altura mínima de 15 cm, ou executada em concreto, respeitada a mesma altura mínima de 15 cm.
A melhor posição da unidade deve observar a direção dos ventos dominantes na região, evitando colocá-la em sentido
contrário aos mesmos, e atender aos afastamentos mínimos necessários de captação e descarga de ar, conforme
recomendações dos fabricantes.
As interligações frigoríficas entre as unidades evaporadoras e condensadoras deverão ser executadas conforme as
recomendações do fabricante e as especificações constantes deste manual, conforme ANEXO P2.
A ligação de cada unidade à linha de drenagem será executada em tubos e conexões de PVC rígido de ¾” de
diâmetro, formando um sifão com fecho hídrico e assegurando o caimento necessário para o adequado escoamento. A
inclinação a ser adotada será a indicada no manual de instruções do fabricante e na falta desta informação, adotar um
caimento de 10 mm para o lado externo.
A ligação ao circuito frigorífico deverá ser executada com conexões padronizadas, fabricadas por processo industrial,
não se admitindo a utilização de peças improvisadas no local da obra.
1.53.5
Unidades Condicionadoras Tipo ROOF-TOP
Unidades semelhantes aos condicionadores tipo Self-Contained, para instalação em coberturas ou paredes externas,
com aplicação nos casos em que não for fisicamente possível a previsão de casa de máquinas.
Também possui alternativa de configuração com condensador separado do restante do gabinete da unidade
evaporadora.
1.53.6
Unidades Resfriadoras de Líquido (CHILLERS)
Compõem os sistemas de expansão indireta e são utilizadas preferencialmente em sistemas de grande porte e
alternativamente nos de médio porte.
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Fls.
Rubrica
O tipo de condensação deve ser a ar, sendo que eventual escolha pelo tipo de condensação a água deve ser
obrigatoriamente discutida com a engenharia mecânica da CAIXA para análise técnica, que decidirá pela aceitação ou
não da proposta.
Serão instaladas em áreas externas, suficientemente ventiladas para dissipar livremente o calor gerado pelos
equipamentos, observando as legislações locais com relação à sua interferência visual no conjunto arquitetônico do
prédio.
Itens principais a serem considerados para elaboração do projeto: interferências, níveis de ruído, capacidade de carga
da estrutura de sustentação, transporte vertical e horizontal, carga elétrica disponível no imóvel e na rede de
distribuição de concessionária, prumadas de tubulações hidráulicas.
A denominação de chiller decorre do uso de compressores do tipo scroll, parafuso e alternativo, sendo que este último
não é mais aceito na CAIXA.
Quando o compressor é do tipo centrífugo, normalmente usadas para grandes capacidades frigoríficas e
predominantemente com condensação a água, o chiller é denominado de centrífuga.
Poderá ser necessário tratamento acústico, a fim de garantir os níveis de ruído máximos previstos na norma ABNT
NBR 10.151 ou em legislações municipais, adotando-se a exigência mais restritiva.
O referido tratamento acústico, isoladamente ou em conjunto, pode ser efetuado das seguintes formas:
•
Cilindros nas descargas dos ventiladores, com dupla chapa, sendo a interna
perfurada e miolo absorvedor acústico;
•
Cobertor acústico nos compressores;
•
Paredes em alvenaria vazadas, com material absorvente acústico na parte
interna.
A base deverá ser estruturalmente resistente ao peso da unidade em operação, assentada em piso suficientemente
resistente e perfeitamente nivelada e alisada (nível de precisão de bolha de ar).
Serão posicionadas, a partir do projeto, respeitadas as distâncias mínimas e arranjos previstos nos catálogos dos
fabricantes e prevendo os seguintes espaços:
•
Para montagem e desmontagem das tubulações (água fria, gelada e
refrigerante);
•
Lateral, para limpeza interna (varetamento) dos trocadores de calor;
•
Frontal, para livre acesso aos componentes da unidade.
Quando a base estiver sobre o solo, isolada da estrutura do prédio, será armada com altura determinada pelas suas
dimensões e peso, sendo este 1,5 vezes o peso de todo o equipamento.
No caso de base sobre a laje, quando a vibração não é diretamente transmitida ao solo, deverá ser calculada a massa
da inércia necessária a base, além dos isoladores de vibração (máquina/base e base/laje). Será conferido, por
segurança, o posicionamento final com relação à resistência do conjunto (base + equipamento) pelos elementos
estruturais disponíveis (vigas, pilares)
A unidade resfriadora de líquido do tipo chiller será assentada sobre amortecedores metálicos de baixa freqüência (15
Hz ou menos), dimensionados pelos fabricantes dos isoladores, especificados neste manual e apoiados/fixados na
base correspondente.
A unidade resfriadora de líquido do tipo centrífuga será assentada sobre amortecedores de baixa freqüência (15 a 30
Hz), dimensionados pelos fabricantes dos isoladores especificados neste manual.
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1.53.7
Fls.
Rubrica
Unidades Condicionadoras Tipo FAN-COILS
Utilizadas em conjunto com as unidades resfriadoras de líquido, responsáveis pela troca de calor da água gelada,
proveniente do chiller, com o ar dos ambientes atendidos.
Compostas de gabinete, serpentina com aletas para troca de calor, filtros de ar e ventilador.
Os filtros de ar devem ser constituídos de fibra sintética e tratamento microbiocida, fornecidos preferencialmente em
rolo, com certificado ou etiqueta do fabricante para confirmação da classe de filtragem, segundo a NBR 16.401/2008,
evitando os modelos com molduras de papelão para assegurar a redução de área de frestas.
Devem ser utilizados também pré-filtros, laváveis, com a função de prolongar a vida útil dos filtros principais, em
função de serem estes normalmente descartáveis.
Devem possuir motor de alto rendimento e grau de proteção IP 55.
Devem possuir gabinete rechapeado, preferencialmente, e em caso de isolamento aparente, este deve ser do tipo
espuma elastomérica, referência Armacell.
1.53.8
Equipamentos e Sistemas Complementares
1.53.8.1
Torres de Arrefecimento
Compreendem as unidades de tiragem mecânica de ar, forçada ou por indução, com fluxo do ar externo em
contracorrente, devendo ser fabricada em fibra de vidro, em detrimento às de construção metálicas.
Utilizados em sistemas com condensação a água, apenas quando condensação a ar não é fisicamente possível ou
tecnicamente adequada.
Devem ser previstas as soluções técnicas para os seguintes aspectos:
•
Níveis de ruído inferiores aos estabelecidos pela legislação local e, se
necessário, prever atenuadores acústicos na descarga dos ventiladores e
paredes vazadas e revestidas com material de características de absorção
acústica.
•
Facilidade de acesso, escadas e passarelas com guarda-corpo, material
antiderrapante nos pisos;
•
Projeto hidráulico deverá prever, de acordo com a solução adotada,
funcionamento independente de torres;
•
Serão instaladas em locais abertos, com boa circulação de ar, tais como
coberturas ou áreas externas, sem obstáculos que possam prejudicar o seu
sistema de ventilação;
•
O projeto deverá levar em conta a direção predominante dos ventos com vistas a
evitar possíveis curtos–circuitos no equipamento;
•
Em caso de utilização de mais de uma torre operando em paralelo para o mesmo
sistema, serão instaladas em bacia única ou próxima, de tal forma que seja
possível a interligação de suas bacias;
•
Em se tratando de torres multicelulares, será previsto um dispositivo que impeça
o curto-circuito de ar no caso da paralisação de um dos ventiladores;
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Fls.
Rubrica
•
Um filtro de tela metálica será instalado na saída para a sucção da bomba e um
termostato atuando sobre os ventiladores controlará a temperatura da água na
bacia. Serão instalados ainda controles de nível superior e inferior da bacia da
torre e pontos de medição de temperatura na entrada e na saída da torre;
•
Deverá ser instalado sistema de tratamento físico-químico de água automático
com bomba dosadora.
Serão instaladas ao ar livre, sem obstáculos que possam vir a prejudicar seu sistema de ventilação, bem como distante
das tomadas de ar exterior, conforme definição da ABNT NBR 16.401/2008 – Parte 3.
Deve ser evitado que o ar aspirado apresente contaminação ou influência de outros equipamentos, capazes de alterar
as condições de temperatura, umidade relativa ou pureza do ar, para as quais o ventilador foi projetado.
A base deverá ser estruturalmente resistente ao peso da unidade em operação e executada em nível.
Quando instalada na cobertura do prédio, deverá haver parecer de cálculo estrutural, em função do seu peso.
Ao posicionar a unidade em sentido favorável a direção dos ventos dominantes na região, evitando colocá-la em
sentido desfavorável, em especial no caso de tiragem forçada, atendendo, tanto quanto possível, aos afastamentos
mínimos necessários de captação e descarga do ar recomendados pelo fabricante.
Os motores elétricos e ventiladores das torres deverão ser montados sobre amortecedores de vibração para isolamento
e atenuação acústica, conforme especificado neste manual.
As ligações das tubulações hidráulicas às torres ocorrerão por meio de juntas de expansão (mangotes), cuidando-se
para que entre as conexões da torre e as tubulações haja um perfeito alinhamento.
Na eventualidade de torre de resfriamento localizada em nível mais baixo que o condicionador, deverá ser instalada,
além da válvula de retenção da descarga da bomba de recirculação de água de condensação, uma válvula motorizada
de duas vias, normalmente fechada, na conexão da linha de retorno para a torre, de modo a permitir a passagem de
água somente com a bomba em funcionamento.
Quando for prevista a utilização de mais de uma torre para o mesmo sistema, deverão ser efetuadas interligações de
equalização entre as bacias das mesmas, para garantir o balanceamento do nível de água em todas as unidades, bem
como deverá ser instalada válvula globo na entrada de cada torre.
A caixa d’água de reposição deve estar em nível superior ao da bacia, sendo dimensionada pelo consumo operacional
máximo.
As linhas de drenagem serão executadas em tubos, conexões e demais materiais da mesma especificação que os
utilizados nas linhas de condensação, devendo ser instalado um ralo de drenagem e um ponto de água independente,
com torneira, para manutenção.
As aberturas onde estão localizados os ventiladores axiais deverão ser guarnecidas de peças de proteção, em tela de
arame galvanizado.
Para os ventiladores centrífugos, o conjunto polia-correias deverá ser protegido.
Na bacia coletora de água da torre, deverá ser instalado um filtro de tela, em aço inoxidável com característica antivórtice, para impedir, além da penetração de corpos estranhos na linha de sucção da bomba, o aprisionamento e
sucção do ar.
Torres com tiragem de ar por indução deverão ser providas de escadas de acesso ao topo do difusor, confeccionada de
perfilados de aço zincado.
As torres de fibra de vidro deverão ser protegidas por um extintor de incêndio (CO2, 6 kg), instalado bem próximo, e
por uma placa de advertência sobre a inflamabilidade dos plásticos puros.
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Fls.
Rubrica
Os eliminadores de gotas deverão ser instalados de modo a direcionar o fluxo de ar no sentido contrário à captação.
A torre deverá ser dotada de recipiente, interligado à bacia, para instalação dos sensores de nível.
1.53.8.2
Bombas de Água de Condensação e Água Gelada
Compreendem as bombas hidráulicas de fluxo radial, horizontais de entrada axial.
Devem possuir etiqueta de eficiência energética, emitida pelo INMETRO.
Poderá ser do tipo monobloco para pequeno e médio porte e do tipo base-luva para as demais, devendo ser utilizado
para vedação selo mecânico em detrimento de gaxeta.
Bombas de água gelada equipadas com variadores de freqüência devem possuir classe de isolamento "F” para
suportar rotações mínimas do motor/ventoinha.
Deverão ser sempre previstas bombas de reserva com operação independente.
Serão instaladas em áreas acessíveis, secas, bem iluminadas e ventiladas, o mais próximo possível aos equipamentos,
tanques e barriletes de alimentação de líquido, e em nível inferior a estes para que operem com a sucção “afogada”.
Deverão estar assentadas em base flutuantes, de modo a evitar transmissão de vibrações para as tubulações e para a
estrutura do prédio.
A base deverá ser estruturalmente resistente ao peso da unidade em operação e executada em nível. Quando instalada
em laje descoberta, dever-se-á atentar para os aspectos relacionados à impermeabilização da mesma.
Devem ser observados as distâncias mínimas e arranjos previstos nos catálogos dos fabricantes, com espaço suficiente
para montagem e desmontagem das unidades e tubulações.
Os amortecedores de vibrações deverão seguir as recomendações do fabricante do equipamento escolhido. Os calços
de borracha sintética serão fornecidos nas medidas mínimas de 100 x 100 x 25mm.
Ligações às tubulações hidráulicas:
As linhas de sucção e recalque serão interligadas à bomba por meio de juntas de expansão, cuidando-se para que entre
as conexões da bomba e a tubulação haja um perfeito alinhamento. Referidas tubulações devem ser rosqueadas para
diâmetro de até 2 ½” e flangeadas a partir de 3”. Deverão ter seus próprios suportes de sustentação para não transmitir
esforços à unidade de recirculação.
Ligações às linhas de drenagem:
Serão executadas em tubos, conexões e demais materiais da mesma especificação que os utilizados nas linhas
hidráulicas do sistema. Junto à bomba deverá ser instalado um ralo de drenagem.
Disposições construtivas:
As válvulas instaladas na tubulação de sucção e recalque deverão ser montadas com a haste em posição horizontal ou
vertical para baixo, para que não ocorra formação de bolsa de ar.
Para instalação de bombas em paralelo, cada qual deverá ter sua própria tubulação de sucção, e a linha de recalque,
em sendo única, deverá permitir que, por meio da operação de válvulas, uma bomba possa ser usada
independentemente das outras.
As tubulações deverão ser montadas e interligadas de tal modo que seu peso, tensões térmicas e outros esforços não
atuem diretamente sobre as bombas.
Objetivando evitar a entrada de corpos estranhos no interior da bomba, as tampas que protegem os bocais de sucção e
descarga só deverão ser retiradas por ocasião da montagem das tubulações.
1.53.9
Sistemas Suplementares
1.53.9.1
Sistemas de Termoacumulação
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Fls.
Rubrica
Sistema de armazenamento de fluido a baixa temperatura, para utilização em instalações de ar condicionado central
com carga térmica muito variável, concentrada em curtos períodos de tempo e com picos nos períodos de ponta de
tarifação de energia elétrica. O armazenamento de frio é feito nos horários de menor demanda, sendo estocado em
tanques de gelo ou água gelada, isolados termicamente.
Os sistemas de termoacumulação podem ser classificados de acordo com o tipo de fluido utilizado e o modo de
acumulação térmica empregada no sistema, conforme descrito a seguir. A substância ou fluido de armazenagem
utilizado pode ser água gelada, gelo ou algum material que sofra mudança de fase no processo.
A implantação desses sistemas, bem como o tipo depende de estudos de viabilidade econômica de implantação,
analisada a respectiva relação custo-benefício, e da disponibilidade de espaço físico para sua instalação.
1.53.9.2
•
Termoacumulação com Água Gelada: Este sistema utiliza a capacidade
térmica sensível de água para armazenamento do frio. Entende-se por
capacidade térmica sensível a quantidade de calor trocada em uma mudança de
temperatura sofrida por uma determinada massa de água. A água gelada na
maioria das vezes é gerada e estocada a temperaturas entre 4 e 5,5ºC,
compatíveis com características construtivas da maioria dos resfriadores de
líquido existentes no mercado.
•
Termoacumulação com Gelo: Neste tipo de sistema, utiliza-se a capacidade
térmica de absorção de calor no gelo, durante processo de fusão. O gelo é
armazenado a cerca de − 4 ºC durante os períodos de baixa carga térmica dos
ambientes climatizados.
Sistema de Cogeração
Recomenda-se a implantação deste sistema em situações especiais, nas quais utiliza o calor residual de um processo
de produção de energia elétrica ou biomassa para a produção de calor; deve ser precedida de um estudo de viabilidade
técnico-econômica (pay-back) em função dos altos custos e complexidade envolvidos, tanto no seu projeto como na
sua instalação e operação, onde o conhecimento detalhado das demandas de água gelada e energia elétrica e seus
custos devem ser considerados.
O chiller de absorção é o tipo de resfriador de líquido utilizado no processo de cogeração, sendo alimentado com
vapor e/ou água quente, provenientes inicialmente do calor gerado no processo de produção de energia elétrica, por
meio de motores de combustão, turbinas a gás ou a vapor de uma usina termelétrica.
Quando não se utiliza a cogeração acima, ou em conjunto com aquele sistema, estes chillers podem ser do tipo
“queima direta”, com a utilização direta do calor de uma chama, tendo como combustível, normal e
preferencialmente, o gás natural.
Utiliza-se normalmente solução de brometo de lítio como principal substância para absorção da água e formação de
baixas pressões, necessárias à sua refrigeração.
1.53.9.3
Sistemas de insuflação com Volume de Ar Variável
Os sistemas de insuflação com volume de ar variável são recomendados em ambientes que têm uma variação
significativa do perfil de carga térmica ao longo do dia. O sistema consiste de caixas VAV com dampers motorizados
e ventiladores com controle de rotação que regularão a vazão de ar insuflado em função do sensoriamento da
temperatura de bulbo seco do ar ambiente, para acompanhar a variação da carga térmica. Além disso, recomenda-se
que sejam incorporados, ao sistema de controle, sensores de CO2 para garantir que condições mínimas de qualidade
de ar sejam mantidas.
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Fls.
Rubrica
Este sistema de controle da distribuição de ar terá a sua eficácia aumentada se acoplado a um sistema global de
automação e controle do sistema de condicionamento, onde são monitoradas as temperaturas dos diversos ambientes,
bem como o controle de acionamento dos ventiladores.
1.54
SISTEMAS DE VENTILAÇÃO MECÂNICA
Pode ser utilizada sob a forma de insuflação ou exaustão, a depender da aplicação demandada, no mesmo imóvel ou
onde há não sistema de climatização.
Tem a finalidade de retirar substâncias indesejáveis presentes no ar, insuflar ar externo para renovação e reduzir o
calor de ambientes que não dispõem de climatização.
Deverão ter sua ventilação mecânica assegurada, sempre que não for possível a ventilação natural, os seguintes
ambientes:
•
Copas e cozinhas;
•
Banheiros, vestiários, lavatórios e instalações sanitárias;
•
Arquivos e almoxarifados;
•
Garagens.
Deverão receber ventilação mecânica os ambientes abaixo desprovidos de climatização ou com a opção de instalação
de ambos, sendo a operação alternada de acordo com as os níveis operacionais de temperatura e umidade relativa:
•
Salas de baterias e No-Breaks;
•
Salas técnicas de servidores;
•
Corredores de abastecimento dos caixas do auto-atendimento;
Deverão ser providos de ventilação mecânica os ambientes:
•
Casas de máquinas de grupos moto-geradores (GMG), na descarga/exaustão do
ar quente dos seus radiadores.
•
Ar de renovação para sistemas de climatização (buster) para tomadas de ar
exterior distantes das respectivas casas de máquinas;
•
Pressurização de escadas de incêndio, nos estados da federação onde se faz tal
exigência legal.
•
Casas de máquinas de elevadores;
Para sistemas de exaustão mecânica, as taxas mínimas de renovação são as que se seguem:
•
Copas: quinze renovações/hora;
•
Cozinhas: sessenta renovações/hora.
•
Banheiros, lavatórios, instalações sanitárias que atendam a ambientes dotados
de sistemas de ar condicionado central: sete renovações e meia/hora;
•
Banheiros, lavatórios, instalações sanitárias que atendam a ambientes
desprovidos de sistemas de ar condicionado central: quinze renovações/hora;
•
Depósitos e arquivos sem permanência de pessoas: seis renovações/hora;
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Fls.
Rubrica
•
Garagens, salas de baterias e máquinas de equipamentos (vide itens
específicos);
•
Ilhas de Impressão: quinze renovações/hora (para retirada do ozônio, o qual é
produzido pelas máquinas foto copiadoras).
Em todos os casos, deverão ser asseguradas aberturas para descarga e/ou admissão de ar.
As taxas de renovação definidas têm por objetivo garantir a higiene dos recintos, não sendo destinadas a garantir
conforto térmico para os ocupantes dos mesmos;
Para as salas de baterias, deverá ser adotada uma taxa de dez renovações por hora ou o previsto em norma específica
da ABNT, sendo utilizado o maior valor entre os dois.
Quando for previsto sistema de ventilação mecânica para atender às casas de máquinas de equipamentos (elevadores,
grupos geradores, etc.), este deverá ser calculado de acordo com parâmetros fornecidos pelo fabricante dos
equipamentos.
Compartimentos não previstos nesta seção do manual (salas de pintura, escadas de incêndio pressurizadas, depósitos
de inflamáveis/combustíveis, etc.), e que possuam sistema de ventilação mecânica, deverão atender às taxas de
renovação especificadas nas normas utilizadas nos projetos específicos.
Em casos específicos, poderá ser adotado tratamento acústico que atenue a transmissão de sons ou ruídos através de
dutos ou poços.
As casas de máquinas devem permitir o fácil acesso por parte comum do prédio, sendo admitida a utilização de
escadas de marinheiro, dotadas de corrimão na parte superior, desde que bem dimensionadas; sua localização deve
permitir fácil manutenção preventiva e corretiva de seus equipamentos e devem ser dotadas de iluminação elétrica
adequada.
As casas de máquinas de ventilação mecânica deverão ser dimensionadas de forma que os equipamentos fiquem
afastados das paredes, garantindo os espaços mínimos necessários à manutenção adequada dos equipamentos.
As aberturas dos dutos verticais, no nível do piso das casas de máquinas, deverão ter proteção contra queda de
pessoas, composta de grades com espaçamento entre barras de quinze centímetros e com resistência adequada ao fim
a que se destinam.
Casas de máquinas situadas em coberturas de edificações, não poderão exceder a altura total de dois metros, podendo
ter a mesma altura da casa de máquinas dos elevadores quando o conjunto for reunido de forma harmoniosa em um
único bloco.
Não será permitida a utilização das casas de máquinas de bombas de incêndio e de elevadores para passagem de
dutos, nem a instalação de qualquer outro equipamento/acessório que não aqueles a que se destinam esses ambientes.
Em certas aplicações, deverão ser previstos atenuadores de ruído, para garantia de nível de ruído em conformidade
com as normas ABNT NBR 10.151 e 10.152, bem como dampers corta-fogo para não contribuição da movimentação
do ar a um eventual incêndio.
1.54.1
Equipamentos
Os ventiladores deverão ser do tipo centrífugo, providos de venezianas automáticas, rotores balanceados e mancais de
rolamento do tipo selado com lubrificação permanente. A velocidade máxima de descarga admissível é de 8 m/s.
Será permitido o emprego de ventiladores do tipo axial, em sistemas de ventilação mecânica, exceto nos sistemas
centrais de exaustão mecânica para banheiros, lavatórios e instalações sanitárias ou onde não houver exigência de
rede de dutos, face à pressão estática requerida nesse caso.
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Fls.
Rubrica
A utilização de plenum é permitida para sistemas de insuflação mecânica, desde que assegurada a estanqueidade do
mesmo, e é vedado seu uso para exaustão mecânica, devendo, neste caso, ser utilizados dutos de seções adequadas.
Denomina-se plenum uma câmara de distribuição ou captação de ar na qual a velocidade média do mesmo é
substancialmente menor que a dos condutos a ela ligados e inferiores a 100 m/min.
As instalações de exaustão mecânica para sala de No-Breaks deverão empregar ventiladores exclusivos, redundantes
quando não houver também atendimento por climatização, com vazão de ar calculada de modo suficiente para o
adequado arrefecimento dos equipamentos, de acordo com as especificações dos fabricantes.
É vedada a utilização de dutos horizontais ou verticais em alvenaria. Será permitida a utilização de dutos horizontais
ou verticais, quando confeccionados com placas de concreto, PVC ou materiais pré-fabricados que assegurem a
estanqueidade necessária ao processo.
Deverá ser prevista proteção mecânica para os dutos instalados em ambientes, cuja utilização possa causar danos a
estes, por qualquer motivo.
A relação entre as dimensões dos dutos (razão de aspecto) não poderá ser superior a 1:8, e a dimensão mínima de
qualquer de seus lados não poderá ser inferior a dez centímetros.
Os dispositivos de captação (grelhas e venezianas) devem ser dotados, preferencialmente, de registros que permitam a
regulagem da vazão, acionados por parafusos que possam ser lacrados após o balanceamento geral do sistema.
O sistema será considerado funcionando de forma adequada quando, no dispositivo de captação ou insuflação mais
desfavoravelmente disposto, em relação ao ventilador ou ao dispositivo mecânico do movimento de ar, o valor da
vazão de ar, medido pelos métodos convencionais, não for inferior a 90% do valor assumido na memória de cálculo
do projeto.
1.54.2
Exaustão Mecânica para Banheiros, Lavatórios e Instalações Sanitárias
Em instalações de exaustão mecânica do tipo central, o encaminhamento e a extensão das redes de dutos deverão ser
projetados de forma a acarretar uma perda de carga que não conduza a pressões estáticas superiores a 25 mmCA.
As velocidades anemométricas máximas nos dutos deverão ser:
•
Para dutos executados em chapas galvanizadas ou PVC: 400 m/min;
•
Para dutos executados com outros materiais pré-fabricados (placas ou tubos de
fibrocimento, etc.): 250 m/min;
As velocidades máximas de face (anemométricas) permissíveis serão as seguintes:
•
Captação de ar nos recintos: 4m/s;
•
Admissão de ar nos recintos: 2m/s.
As áreas livres dos dispositivos de captação e admissão de ar nos recintos não poderão ser inferiores a sessenta e
cinco por cento das suas áreas de face.
1.54.3
Ventilação para Garagens
As garagens devem ser projetadas de forma a garantir, quer por meio de ventilação natural, quer por ventilação
mecânica a higidez de seus ocupantes temporários (motoristas e seus acompanhantes) ou permanentes (porteiros,
vigias, manobristas), em nível suportável dos resíduos das descargas de gases dos automóveis.
Para as garagens comerciais, entende-se como garantindo a ventilação natural:
•
A existência de vãos de ventilação com área igual ou superior a seis por cento da área
total do piso;
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•
Fls.
Rubrica
A existência de vãos de ventilação com área igual ou superior a três por cento da área
total do piso, desde que distribuídas em faces opostas, garantindo uma ventilação
cruzada, aceitando uma variação máxima de dez por cento nesta distribuição (quarenta e
cinco por cento a cinqüenta e cinco por cento em uma das faces).
Não satisfeitas estas condições, é exigível ventilação mecânica como se não existisse ventilação natural.
Os vãos de ventilação devem ser entendidos como garantindo uma abertura efetiva livre, sem vidros e esquadrias,
aceitando-se, contudo, telas, grades ou equivalentes para proteção.
As áreas dos vãos de ventilação em cada pavimento serão consideradas até o limite das áreas das projeções
horizontais dos respectivos prismas de ventilação
O acesso às garagens é considerado como vão de ventilação natural desde que as esquadrias destes acessos garantam
sessenta e cinco por cento da área livre aberta.
1.55
REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AR
1.55.1
Definição
É o conjunto de dutos, bocas de ar, registros e demais acessórios que conduzem o ar, condicionado ou não, por meio
da distribuição ou captação em ambientes confinados ou abertos.
Será procedida de acordo com as especificações do projeto e deste manual em conformidade com o disposto nas
normas da ABNT e recomendações da SMACNA (Sheet Metal and Air Conditioning Contractors National
Association), em especial como contido nos itens a seguir:
Os dutos serão fornecidos conforme este manual.
Os dispositivos de insuflação e retorno, como grelhas, difusores e venezianas, serão fabricadas industrialmente,
conforme este manual.
Acessórios são elementos destinados a possibilitar a deflexão, separação, regulagem, captação, equalização e retenção
do ar conduzido pela rede, conforme este manual.
1.55.2
Fabricação e montagem dos elementos da rede
Deverá ser executada por mão-de-obra especializada e com prática em dutos, equipada com máquinas e ferramental
necessários, adequados e em bom estado. Todos os serviços deverão ser desenvolvidos com observância, durante todo
o tempo, dos aspectos de ordem e limpeza.
As junções ou uniões dos dutos deverão ser perfeitamente vedadas com silicone de modo a se obter a estanqueidade
necessária.
Para atenuar a perda de carga, todas as curvas e joelhos deverão ser providos de veias. O fluxo de ar dos troncos para
as derivações e a distribuição de ar pelos diversos ramais poderá ser controlado por registros, exceto os do tipo
Splitter, segundo a NBR 16.401.
As descargas de ar dos condicionadores e climatizadores serão providas de venezianas de sobrepressão, sempre que
mais de um deles alimentar o mesmo duto principal de descarga.
Em todos os colarinhos de alimentação das bocas insufladoras serão colocados captores ou equalizadores de ar, ou
ambos.
Os dutos de tomada e descarga de ar serão guarnecidos com tela e malha metálica fina na extremidade livre, que
receberá proteção contra a ação dos ventos e chuva.
1.55.3
Fixação e acabamento da rede
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Fls.
Rubrica
A rede deverá ter fixação própria à estrutura, independentemente das sustentações dos forros-falsos, aparelhos de
iluminação ou outros, por meio de suportes e chumbadores, observando o espaçamento máximo de 1,50m entre os
suportes e acessórios de fixação.
As cantoneiras e barras de sustentação e fixação da rede serão de aço SAE 1020, com proteção anticorrosiva.
Todos os componentes em que a proteção anticorrosiva tenha sido afetada na execução da montagem e fixação
(junções, tirantes, parafusos, etc.) deverão receber aplicação completa e adequada de tratamento anticorrosivo.
A superfície interna dos dutos metálicos expostos a ambientes particularmente agressivos, tais como sala de
revelação, câmaras escuras dos laboratórios fotográficos, salas de baterias, etc., deverá receber proteção adicional por
meio de pintura anticorrosiva.
As interligações entre os dutos e as unidades condicionadoras, climatizadoras, exaustores, etc., serão efetuadas por
meio de conexões flexíveis, a fim de serem amortecidas as vibrações.
1.55.4
Isolamento térmico
Sempre que a rede de distribuição de ar atravessar recintos não condicionados, estiver em contato com outras fontes
de calor ou houver o contato com o meio externo, deverá ser isolada termicamente e, quando necessário, dotada de
proteção mecânica.
O material isolante dos dutos será de alta resistência térmica, firme e uniformemente colado, de modo a evitar a
formação de bolsa de ar entre a chapa do duto e o material isolante.
1.55.5
Portas de inspeção
Para obter limpezas periódicas, deverão ser confeccionados e instalados portas de inspeção nos ramais principais e
secundários, de acordo com o projeto específico.
1.55.6
Redes de Dutos
A rede de dutos deverá ser projetada de forma a permitir a máxima flexibilidade em relação a possíveis alterações de
layout, mediante emprego dos seguintes mecanismos:
•
Dampers;
•
Difusores com registros;
•
Grelhas com registros;
•
Dutos flexíveis nos ramais próximos ao local de uso;
•
Captores na rede secundária de dutos flexíveis.
Nas edificações que apresentam variação expressiva de carga térmica em áreas especificas, deverá ser adotado
damper ou caixa motorizada para controle de temperatura do ar por vazão variável (VAV).
A rede de dutos deverá ser preferencialmente embutida. Quando aparente, será do tipo de seção circular ou de seção
oval.
Deverão ser instaladas nos trechos necessários portas de inspeção com a devida vedação para garantia da
estanqueidade, em quantidade suficiente, prevista em projeto, visando o acesso para inspeção e limpeza interna.
Para redes de dutos com 02 (dois) ou mais condicionadores operando na mesma distribuição, prever dampers ou
venezianas de sobrepressão junto ao início da insuflação.
O dimensionamento dos dutos deverá levar em conta as velocidades do ar recomendadas na NBR 16.401, que prevê
velocidades máximas de 6,5 m/s (dutos principais); 4,5 m/s (ramais horizontais) e 3,5 m/s (ramais verticais).
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Fls.
Rubrica
Deverão ser previstos meios de atenuação de ruído no retorno do ar. É proibido pela CAIXA o uso de materiais
porosos como revestimento interior dos dutos para atenuação acústica.
Os dutos, quando metálicos, serão construídos com chapas de aço galvanizado. Em instalações embutidas poderão ser
utilizados dutos flexíveis, quando respeitadas as demais recomendações anteriores.
A rede de dutos deverá ser preferencialmente embutida, na possibilidade de uso de entre forros com altura livre
suficiente, em chapas de aço galvanizado ou outros materiais não metálicos já usuais no mercado.
Quando utilizados dutos aparentes deverão ser preferencialmente em formato oval e espiralados, respeitando a relação
entre a altura e largura e evitando interferências com o nível de iluminamento existente no local.
A cor dos dutos aparentes deverá ser definida pelo projeto de Arquitetura.
Os dutos fabricados em lãs minerais ou fibras sintéticas podem ser utilizados, desde que observadas as exigências a
seguir:
•
Sejam revestidos obrigatoriamente nas faces interna e externa com filme de
alumínio ou outro material de baixa rugosidade, não poroso e não fibroso, de
modo a evitar absorção de poeiras e arraste de suas fibras ao ambiente
climatizado;
•
Usados somente nas áreas internas, salvo casos especiais, por não resistirem à
ação de intempéries;
•
Atendam às necessidades de pressão e velocidade para o escoamento do ar;
•
Respeitadas as distâncias máximas entre suportes, conforme orientação do seu
fabricante, para impedir a deflexão das paredes do duto;
•
Não haja necessidade de o duto possuir resistência mecânica significativa.
O ar de retorno deverá ser conduzido até as casas de máquinas correspondentes através de rede de dutos, sempre que
houver possibilidade para tal, o que dependerá do espaço disponível no entre forro.
Independentemente da alternativa de condução desse ar, devem ser previstas no forro, grelhas com registro,
distribuídas no perímetro do ambiente e ao longo de toda a área climatizada, evitando sua captação concentrada em
um só local e fora do alcance dos jatos de ar insuflados, reduzindo o curto-circuito de ar frio.
Não poderá haver revestimento acústico no interior da rede de dutos, devendo ser prevista outras soluções para a
atenuação do ruído.
Para a inspeção e limpeza interna dos dutos, deverão ser instaladas portas de inspeção ao longo da rede, nos trechos
necessários e em quantidade suficiente, com a devida vedação para garantia da estanqueidade.
A junção dos dutos de chapa de aço galvanizado deverá ser preferencialmente flangeada, ao invés do uso de chavetas.
Nos ramais terminais, compreendidos entre o ramal principal ou secundário até as bocas de ar (grelhas e difusores de
insuflação) deverão ser usados dutos flexíveis, com pequena folga em seu comprimento, com vistas a permitir
mudança de posição do componente insuflador, caso seja, posteriormente, necessária a alteração do leiaute e, ainda,
desde que o tipo de forro previsto ou existente permita tal flexibilização.
Deverão ser revestidos interna e externamente para evitar arrastes de fibras e não deverão conter revestimentos
perfurados para atenuação acústica, salvo casos especiais, a serem analisados pela Engenharia da CAIXA, em função
da possibilidade de acúmulo de poeira, com prejuízo à qualidade do ar interior.
1.55.7
Controle das vazões de ar
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Fls.
Rubrica
Todos os difusores, grelhas de retorno e insuflação, tomadas de ar externo e vãos de retorno devem possuir registros.
Os condicionadores que utilizarem a mesma caixa plenum para descarga do ar frio aos ambientes devem ser dotados
de dampers de sobrepressão eliminando possibilidade de curto-circuito de ar frio, em caso de parada da ventilação de
um deles.
1.56
REDES HIDRÁULICAS
Deverão ser utilizados os seguintes elementos para a ligação hidráulica dos equipamentos:
1.56.1
1.56.2
1.56.3
Condicionadores e Resfriadores (Por Ciclo)
•
Válvulas para operações na entrada e saída, sendo do tipo gaveta para até Ø2 ½
“ e tipo borboleta para Ø3” e superior.
•
Manômetro na entrada e saída, com glicerina;
•
Válvula de ajuste na saída (automática e borboleta);
•
Termômetro na entrada e saída;
•
Purga de ar na saída da água;
•
Ponto para dreno;
•
Chave de fluxo de água na saída;
•
Filtro “Y” na entrada de água gelada para resfriadores;
•
Conexão que possibilite a desmontagem da rede para manutenção;
•
Amortecedores de vibração quando aplicável (mangotes).
Fan-Coil
•
Registros para operações na entrada e saída (válvula gaveta);
•
Válvula de ajuste na saída (válvula de balanceamento automática);
•
Pontos para manômetro e termômetros;
•
Drenos com sifão, para escoamento do condensado;
•
Válvula de 2 vias;
•
Filtro “Y” na entrada.
Torres de Resfriamento
•
Registros para operações na entrada e saída (válvula gaveta);
•
Amortecedores de vibração (mangotes);
•
Filtro “Y” na saída;
•
Enchimento rápido;
•
Termômetros na entrada e saída;
•
Dreno, ladrão e alimentação via chave–bóia.
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1.56.4
Fls.
Rubrica
Bombas
•
Registros para operações na entrada e saída (válvula gaveta);
•
Válvulas para regulagem da vazão de água – balanceamento hidráulico
(válvula globo ou equivalente);
•
Válvula de retenção na descarga;
•
Pontos para manômetro;
•
Conexões flexíveis para amortização das vibrações e que possibilitem a sua
remoção.
Além dos elementos necessários para ligação aos equipamentos, devem ser previstos também purgadores de ar nos
pontos altos da rede, sensores de pressão, válvulas equalizadoras de pressão, isolamento térmico confeccionado em
espuma elastomérica e chapa lisa de alumínio para proteção mecânica do isolante e contra os raios solares.
1.57
SISTEMA DE AUTOMAÇÃO E CONTROLE
A aplicação de sistemas de automação e controle deve ter como principal objetivo a racionalização da utilização dos
recursos necessários à operação dos sistemas, principalmente nos aspectos relacionados à otimização do consumo
energético da instalação.
As aplicações destes projetos devem proporcionar todas as vantagens no sentido de obter-se o perfeito funcionamento
do sistema de HVAC, de forma que seja assegurado o retorno esperado para o investimento.
Cada projeto deverá descrever detalhadamente os materiais e equipamentos a serem instalados, bem como os serviços
a serem executados.
1.57.1
1.57.2
Materiais e equipamentos básicos:
•
Equipamentos de campo ou periféricos, que são equipamentos posicionados em
pontos específicos do sistema, onde se desejam medição e/ou atuação em
relação às grandezas controladas. São: sensores de temperatura, atuadores,
válvulas de controle, válvulas de balanceamento dinâmico, pressostatos para
água, pressostatos diferenciais para ar, transdutores de pressão, etc;
•
Controladores microprocessados para aplicações específicas em HVAC,
autônomos, com display, porta de comunicação com protocolo aberto,
padronizado pela ASHRAE BACNET MS/TP ou MODBUS;
•
Caixas metálicas para abrigar os controladores e gerenciador de rede;
•
Gerenciador de rede com serviços WEB;
•
Cabeamento e infra-estrutura elétrica necessária à ligação dos pontos de
controle.
Serviços:
•
Mão de obra para montagem das caixas metálicas de abrigo dos controladores e
gerenciador;
•
Serviços de engenharia para programação dos controladores;
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Fls.
Rubrica
•
Serviços de engenharia para elaboração de telas gráficas do sistema de
supervisão;
•
Serviços de engenharia para serviços de testes e comissionamento em campo
dos loops de controle;
•
Treinamento de pessoal de manutenção e operação;
•
Projeto revisado As-Built;
•
Manual do sistema de automação e controle;
•
Planilha com as identificações dos pontos de rede BACNET MS/TP;
•
Catálogos dos equipamentos instalados, em língua portuguesa;
•
Operação assistida juntamente com técnico da CAIXA por um período mínimo de
48 horas.
Deverá ser apresentada uma planilha com a listagem dos pontos de controle analógicos e digitais com suas
respectivas funções, assim como, o descritivo detalhado da lógica de programação estabelecida para a operação do
sistema.
1.57.3
Sistemas Automatizados de HVAC
São passíveis de automação, as instalações de grande porte (acima de 100 TR).
Sistemas de automação para controle de sistemas de expansão direta deverão ser aplicados, preferencialmente, em
instalações na qual a utilização de programação horária apresente benefícios que justifiquem sua implantação.
Todos os controladores deverão possuir protocolo aberto de comunicação, padronizado para automação predial
BACNET-MS/TP (Building Automation and Control Networks – Master Slave / Token Passing), visando sempre
possibilitar a liberdade de escolha e futura ampliação do sistema de automação.
Sistemas de automação para sistemas de expansão indireta (água gelada) deverão apresentar elementos de
monitoramento e controle que permitam a operação local e remota, bem como, a análise por meio de registros,
relatórios e gráficos.
Os resfriadores de líquido (chillers) deverão ser microprocessados, com painel de acesso local e porta de
comunicação com protocolo padronizado pela ASHRAE BACNET MS/TP, promovendo a integração com o sistema
de automação e controle;
As bombas e Fan-Coils deverão possuir sensores e elementos de controle que indiquem status de operação e demais
parâmetros considerados necessários à avaliação operacional;
O controlador da central de água gelada deverá ser do tipo microprocessado, possuir blocos com funções específicas
em HVAC, tecnologia de controle digital direto (DDC) e deverá obedecer ao agrupamento e a quantidade dos pontos
de entradas e saídas conforme informações contidas na planilha de pontos especificados. Deverá ainda garantir as
seguintes características básicas:
•
Armazenar toda a programação com o equipamento desenergizado;
•
Possuir display incorporado para visualização e gerenciamento de parâmetros. O
display deverá ser amigável e, preferencialmente, em língua portuguesa.
•
Armazenar no mínimo os 20 últimos alarmes e evidenciar no display a existência
de qualquer alarme ativo.
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Fls.
Rubrica
•
Possuir gerenciamento de senhas para evitar o acesso de pessoas não
autorizadas.
•
Possuir relógio em tempo real para execução de tarefas como programação
horária e registro de horas nos eventos de alarmes;
•
Em casos específicos, o controlador deverá possibilitar expansão de pontos
possibilitando dessa forma, facilitar a ampliação dos pontos de controle /
aumento de equipamentos de HVAC a serem controlados com baixo custo no
sistema de automação;
•
Ser de fabricação de uma empresa conceituada e tradicional no mercado
nacional, visando minimizar eventuais problemas com peças de reposição e
assistência técnica.
Os controladores de temperatura para os Fan-Coils deverão ser microprocessados, possuir o loop de controle PI
(Proporcional Integral) embarcado para controle da válvula de água gelada, tecnologia de controle digital direto
(DDC) e obedecer ao agrupamento e a quantidade dos pontos de entradas e saídas especificados. Deverão conter as
seguintes características mínimas:
•
Armazenar toda a programação com o equipamento desenergizado;
•
Permitir a instalação de elemento sensor de temperatura (incorporado no
controlador ou remoto);
•
Possuir display incorporado no equipamento para visualização e gerenciamento
de parâmetros;
•
Possuir protocolo aberto e padronizado para automação predial BACNET-MS/TP.
•
Ser de fabricação de uma empresa conceituada e tradicional no mercado
nacional, visando minimizar eventuais problemas com peças de reposição e
assistência técnica.
Gerenciador de rede com serviços web deverá possuir tecnologia com facilidades WEB, também deverá possuir
capacidade de supervisionar e gerenciar os controladores em sua rede de comunicação.
Deverá possuir uma ou mais portas de comunicação RS-485 com protocolo BACNET MS/TP para comunicação com
os controladores de campo, portas para conexão ethernet com protocolo BACNET IP para supervisão local e remota e
uma porta RS-232 para manutenção do sistema de automação.
Através de sua porta ethernet o gerenciador permitirá a supervisão, operação e gerenciamento do sistema de
automação, o sistema deverá ser monitorado por um navegador WEB (como Internet Explorer, Firefox entre outros).
O sistema de automação deverá permitir o acesso local ou remoto de um ou mais usuários simultaneamente
conectados para supervisão e gerenciamento da climatização da loja.
O gerenciador de rede também deverá ter as seguintes funções:
•
Armazenamento de telas gráficas com interface amigável;
•
Gerenciamento de senha de acesso;
•
Históricos de alarmes e eventos;
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Fls.
Rubrica
•
Programação horária para partida e parada dos equipamentos com calendário
semanal e dias especiais (feriados, finais de semana, etc.);
•
Controle de demanda de energia elétrica embarcada (implantação futura);
•
Gráfico de tendência das variáveis dos processos;
•
Facilidade de integração futura de equipamentos com outros protocolos de
comunicação como MODBUS RTU, N2 Open, LONWORKS entre outros;
•
Envio de alarmes via e-mail ou SMS.
•
Funções de monitoramento e gerenciamento pela rede local ou distância (WEB);
Os quadros metálicos abrigarão os controladores e seus acessórios; sendo assim, deverão ser projetados e construídos
para aplicações de baixa tensão. Seguem abaixo suas características básicas:
•
Caixa – monobloco em chapa de aço de 14 msg (2,0 mm) de espessura, com
pintura eletrostática texturizada de cor cinza (ral 7032) ou (munsel n6,5);
•
Porta – em chapa de aço 14 msg (2,0 mm) de espessura com pintura
eletrostática texturizada de cor cinza (ral 7032) ou (munsel n6,5). Abertura de
120°, borracha de vedação, perfil vertical perfurad o, parafuso para aterramento e
fecho do tipo fenda de zamak cromado com lingüeta;
•
Placa de montagem – em chapa de aço 16 msg (1,5 mm) de espessura. Pintura
eletrostática texturizada laranja (ral 2003). Parafuso para aterramento;
•
Proteção – IP54.
Os quadros deverão abrigar, além do controlador, régua de bornes, bornes porta fusíveis para proteção da alimentação
de entrada, bornes porta fusíveis para proteção do secundário de transformadores e/ou saídas de fontes de
alimentação, transformadores e/ou fontes de alimentação e acopladores a relês, tomadas para serviço, entre outros
acessórios.
As válvulas de controle para climatizadores do tipo Fan-Coil deverão ser do tipo esfera em corpo em bronze com
disco de caracterização de igual percentagem. Deverá ser montada em fábrica (para evitar erros de montagem em
campo) e possuir esfera e haste de bronze cromado. A atuação se dará por meio de motores elétricos com força
compatível para proporcionar pressão de close-off mínima estabelecida no projeto da rede hidráulica. Ação de
controle do tipo proporcional, com sinal de retroalimentação (feedback) de posição da válvula. O atuador deverá
possuir, preferencialmente, embreagem eletromagnética para evitar travamento e possível queima do motor de passo.
Deverá ser instalada válvula de regulagem de fluxo (limitadora de vazão) com compensação automática de pressão.
Esta deverá ser fornecida ajustada de fábrica para o valor definido e a classe de pressão deverá ser condizente com o
projeto da rede hidráulica. A vazão definida como limite deverá ser garantida por um dispositivo que elimine a
possibilidade de ajuste no campo, de forma a evitar interferências de pessoas não autorizadas. Caso necessário as
válvulas poderão ser dotadas de pontos para medição de pressão.
1.57.4
Lógica de Controle para Centrais de Água Gelada:
Inicia-se a partida da central de água quando satisfeitas as condições abaixo:
•
Partida de qualquer condicionador de ar;
•
Estado em condição normal (acima do crítico) do tanque de expansão;
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•
Sem falhas nas bombas primárias;
•
Sem falhas nas bombas secundárias;
•
Sem falhas no(s) chiller(s) e;
•
Programação horária dentro do horário determinado;
•
Bomba primária em automático;
•
Bomba secundária em automático.
Fls.
Rubrica
Com a confirmação das condições acima, após 15 segundos será ligada uma bomba primária, e 15 segundos depois
será ligada uma bomba secundária. Com a confirmação da existência de fluxo através dos pressostatos das bombas,
será temporizado aproximadamente 60 segundos onde deverá ser habilitado o funcionamento do chiller.
Nos casos de existência de anel secundário de água gelada, as bombas secundárias deverão ter uma freqüência
mínima pré-ajustada e modulando a rotação da bomba conforme a pressão absoluta do anel secundário, visando
manter uma pressão constante de acordo com o set-point de trabalho desejado.
As bombas e o(s) chiller(s) deverão respeitar os seguintes loops:
1.57.5
•
Gerenciamento de horas trabalhadas de forma a manter as horas equalizadas;
•
Partida de equipamento reserva em caso de falha do equipamento operante e de
acordo com a programação estabelecida para o rodízio de funcionamento;
•
Lógica de falha das bombas por meio de comando, estado de funcionamento e
temporização;
•
Em caso de falha de qualquer bomba, o controlador deverá imediatamente
desligar o chiller, que deverá entrar em operação somente após a confirmação de
funcionamento da bomba reserva.
Lógica de Controle dos Condicionadores de Ar
Inicia-se a partida do condicionador de ar quando serão satisfeitas as condições abaixo:
•
Sem falhas no condicionador de ar;
•
Programação horária dentro do horário determinado;
•
Condicionador de ar em automático.
Confirmadas as condições acima, após 5 segundos será ligado o ventilador do condicionador de ar. Confirmado o
funcionamento do ventilador, inicia-se o loop de controle da válvula de água gelada por temperatura de retorno.
É fundamental a integração da automação do ar condicionado com os sistemas de controle de operação
microprocessados embutidos em chillers e outros equipamentos da instalação, assim como com os demais sistemas de
automação predial.
1.58
PROJETOS ESPECIAIS DE CLIMATIZAÇÃO
Além dos projetos relativos ao conforto térmico para os usuários, alguns ambientes específicos necessitam de
climatização para controle de temperatura e umidade relativa do ar interno:
1.58.1
Ambientes Seguros e Salas-cofre
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Fls.
Rubrica
O ambiente seguro deverá ser climatizado por condicionadores de precisão, assim denominados pelo mercado por
operarem com alta vazão de ar de insuflação, fator de calor sensível igual ou superior a 90%, controle preciso de
umidade relativa e temperatura do ar, assim como altíssima confiabilidade e disponibilidade (24h/dia x 365 dias/ano).
Deverá atender à citada norma ABNT NBR 10.080/87 – Instalação de Ar Condicionado para Salas de Computadores.
A eficiência dos filtros deverá ser classe F5, segundo ABNT - NBR 16.401/2008, sendo que para salas de controle
com equipamentos eletrônicos sensíveis deverá ser exigido o conjunto (G3 + F6).
O refrigerante deverá ser um HFC, preferencialmente o R410a para os sistemas de expansão direta e o R134a para os
de expansão indireta (água gelada).
A climatização desses ambientes deverá ser completamente independente de outros sistemas de climatização do
imóvel.
A climatização segregada prevenirá que contaminação ou subprodutos de um incêndio (fumaça, gases corrosivos,
calor) possam penetrar no ambiente crítico pelo sistema de climatização.
A insuflação deverá ocorrer diretamente por baixo do piso técnico com retorno ao condicionador pelo próprio
ambiente.
Não será permitida a utilização de dampers e/ou climatizadores externos à sala.
O sistema deve ser modular com redundância, na configuração padrão (2+1) – dois operantes para um reserva - por
meio de unidades completamente independentes, inclusive circuito de alimentação elétrica e insuflação/retorno.
A sala segura deverá estar equipada, pelo menos, com um equipamento principal e um reserva, de mesma capacidade
frigorífica.
Qualquer um dos equipamentos de climatização deverá ter a capacidade de suportar carga de calor sensível
(dissipação dos equipamentos de TI e TC), mantendo a temperatura em (22 + 2) graus Celsius e (50 + 5) % de
umidade relativa a uma vazão mínima de 1.000 m³/hora/TR, medida com os filtros instalados.
A redundância de operação deverá permitir que manutenções preventivas ou corretivas possam ser realizadas sem o
comprometimento do atendimento da climatização.
As unidades deverão possuir controles microprocessados autônomos incorporados na própria máquina, interligados
em rede, devendo ser mantido pelo menos uma das unidades em stand-by, alternando sua operação em períodos
programáveis (por ex.: a cada 7 dias) e sempre que algum alarme requerer.
Estas unidades deverão possuir sistema para controle de desumidificação e umidificação do ar climatizado.
•
Para o processo de desumidificação, deverão ser previstas condições de duplo
set-point, de modo que se possa reduzir a temperatura do ar até o seu ponto de
orvalho, promovendo a condensação parcial do vapor de água contido no ar,
assim como dispositivo para reaquecimento desse ar para insuflação nos
parâmetros estabelecidos no projeto na descarga, sendo preferencialmente por
meio de by-pass de gás quente na descarga do compressor, em detrimento à
opção de resistências elétricas.
•
Para o processo de umidificação, quando demandado pelo umidostato, deverá
ser prevista rede hidráulica de água potável para a alimentação do sistema,
composta de tubulações, filtros, reservatório exclusivo, registros para
manutenção e drenos dimensionados para atendimento de maior vazão de água
condensada.
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Fls.
Rubrica
Esta tubulação deverá ser pintada com tinta esmalte sintético, na cor padronizada pela ABNT para água limpa.
Todas as interligações entre unidades evaporadoras e condensadoras (rede frigorígena) deverão ser feitas por meio de
tubos de cobre rígidos.
Esta rede frigorígena deverá ser totalmente revestida com isolantes térmicos à base de espuma elastomérica com
espessura mínima de 19 mm para isolação total e barreira de vapor, incluindo revestimento em alumínio ou outro
material resistente para proteção mecânica e contra a radiação solar, nos trechos expostos ao tempo.
As tubulações de drenagem deverão ser isoladas termicamente com espuma elastomérica.
A carga térmica a ser retirada varia de acordo com os tipos de equipamentos e a sua densidade no local será
informada
As unidades condensadoras deverão resfriar o refrigerante com o ar externo (condensação a ar) e ser instaladas em
local seguro contra vandalismo, assim como para evitar curto-circuito de ar quente e locais que possam permitir
interferências negativas junto às edificações vizinhas (ruído, vibrações, calor, etc.).
Deverão possuir controle de condensação para funcionamento em períodos frios e noturnos.
Deverão possuir condições seguras para manutenção e limpeza periódicas.
A base deverá ser dimensionada para suportar o peso e utilizar calços de Neoprene para redução de vibrações do
conjunto.
As aletas de alumínio das unidades condensadoras deverão utilizar como revestimento um produto contra corrosão
galvânica (ex.: gold-fin, yellow-fin, blue-fin), em todas as instalações localizadas em regiões litorâneas.
Os sensores de temperatura e umidade dos termostatos e umidostatos, respectivamente, devem utilizar componentes
que permitam a utilização em distâncias variáveis em relação ao equipamento sem que haja perda da precisão (ex.
PT1000);
A indicação da temperatura deverá utilizar escala em ºC (graus Celsius).
Deverá haver obrigatoriamente:
Sistema de detecção de água no piso e alarme de falha do sistema de desumidificação, interligados com o sistema de
detecção precoce de incêndio.
Medidores de temperatura e umidade, parametrizáveis com alarme conectado ao sistema de detecção de alarme e
incêndio.
Toda a documentação fornecida em língua portuguesa (manuais de instalação, operação e manutenção, certificados de
garantia, etc.).
Os equipamentos devem ter fator de potência igual ou superior a 0,95.
O isolamento termo-acústico interno dos gabinetes das unidades internas (evaporadoras) não deve ser fabricado com
materiais que permitam o arraste de suas fibras (lã de vidro, lã de rocha, etc.).
Deverá ser previsto treinamento dos usuários para perfeita operação do sistema, inclusive do painel microprocessado.
Os equipamentos deverão possuir garantia de 12 meses, contados a partir do start-up da máquina, sendo que para os
compressores a garantia deverá ser de 36 meses.
O start-up (partida inicial) dos equipamentos deverá estar incluso no valor proposto e será realizado em dia a ser
definido pela CAIXA.
O painel elétrico deverá possuir entrada separada por módulo, chave seletora geral para operação de emergência
(Comando Manual) e interligação entre os módulos.
Os compressores devem ser do tipo SCROLL, protegidos por relés de seqüência de fase e de sobrecarga.
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Fls.
Rubrica
Os ventiladores dos condensadores devem ser do tipo axial, podendo ser usados os centrífugos, quando houver
necessidade de dutos para mudança de direcionamento ou condução do ar da descarga.
O piso do ambiente climatizado deverá receber isolamento térmico, em função da baixa temperatura de insuflação
que percorre o seu entrepiso e, ainda, dependendo das condições climáticas de temperatura e umidade relativa da
região, independente de haver ou não climatização no pavimento superior a laje correspondente também poderá
necessitar de isolamento térmico.
1.58.2
Salas Técnicas, No-Breaks e de Auto-atendimento
Por ser um ambiente com alta taxa de calor sensível, dissipado por seus equipamentos, diferencia-se do restante das
áreas climatizadas da unidade e assim deve ser tratado no cálculo da carga térmica e vazão de ar de insuflação.
Com a função de atender este ambiente fora do expediente interno e externo da unidade, incluindo fins-de-semana e
feriados, deverá ser previsto condicionador individual específico para funcionamento complementar e/ou como backup, podendo ser minisplit ou aparelho de janela, de acordo com as condições arquitetônicas da sala.
O cálculo da carga térmica deverá levar em consideração o seu perfil (em muitos casos somente há calor sensível) e
eventual necessidade de temperatura abaixo da faixa de conforto.
É recomendável o intertravamento elétrico para assegurar o funcionamento contínuo do ar condicionado pelo
aparelho individual e pelo sistema central, se for o caso.
A instalação de exaustores para a retirada de calor deverá ser a primeira alternativa para análise, com a finalidade
precípua de redução dos custos operacionais (energia e manutenção), desde que atenda às condições ambientais de
temperatura e umidade relativa estabelecidas para os equipamentos alocados em seu interior, não sendo permitida a
captação do ar externo, mas tão-somente através do interior do imóvel.
De forma a assegurar o pleno atendimento das condições ambientais, juntamente com o sistema de exaustão poderá
ser especificada climatização com equipamentos unitários, intertravados eletricamente, na seguinte configuração de
funcionamento:
•
Temperatura e umidade relativa dentro da faixa operacional: somente a
exaustão;
•
Temperatura e/ou umidade acima da faixa operacional: a exaustão desliga e
automaticamente liga a climatização, via termostato ou umidostato.
A descarga do ar quente, por sua vez, deverá obrigatoriamente ser efetuada para o exterior.
1.58.3
Ambientes de Exposição Cultural (CAIXA CULTURAL)
Ambientes dessa natureza necessitam de controle rigoroso da temperatura e umidade relativa do ar, inclusive os
depósitos das obras de arte, pois normalmente também abrigam esses objetos em determinados períodos dos eventos.
Sendo assim, há que se prever em projeto, além do termostato, também um umidostato para controle da umidade e,
em decorrência, formas de reaquecimento do ar, no caso de desumidificação e reservatório de água limpa e respectiva
infra-estrutura necessária para a sua alimentação, tais como caixa d’água exclusiva, drenos exclusivos, válvulas, bóias
e filtros, para a aplicação no processo de umidificação do ar.
Também é necessária a existência de condicionadores em situação de back-up, de modo a assegurar a não interrupção
do funcionamento do sistema de climatização.
Outros locais característicos dessa unidade CAIXA são os auditórios, teatros, salas de ensaio, dentre outros, que não
requerem redundância, porém uma garantia de um baixo nível de ruído, segundo a classificação constante da norma
ABNT NBR 10.152, cuja estanqueidade e revestimentos acústicos para isolação e absorção acústica se fazem
necessários, além, ainda do tratamento adequado de renovação de ar em função do maior adensamento de pessoas.
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Fls.
Rubrica
Os dados de temperatura e umidade relativa do ar para Ambientes de Arte, estabelecidos pela antiga norma brasileira
ABNT – NBR 6401/1980 – Condições Internas para Verão, são:
•
Museus e galerias de arte: 21 ºC a 23 ºC e 50% a 55%.
Como a nova norma NBR 16.401/2008 sequer cita os intervalos acima, optamos em continuar adotando esses
mesmos parâmetros para projeto, salvo disposição contrária em nova norma técnica específica.
Entretanto, tão importante quanto garantir as condições climáticas é assegurar que estas não sofrerão variações
bruscas ao longo do tempo, o que dependerá de um contrato de manutenção vigente e de boa qualidade técnica, além
de sistema redundante para os ambientes específicos de exposição de obras de arte.
É importante salientar ainda que seja previstos em projeto componente nos condicionadores com a função de
assegurar a faixa de temperatura requerida, por meio de termostatos, assim como a da umidade relativa, pelos
umidostatos e umidificadores de ar, instalados internamente.
A classe mínima de filtragem nos condicionadores, segundo a tabela 5 da NBR 16.401-3, deverá ser:
1.59
•
G3 + F8, para biblioteca, museus – exposição de obras sensíveis.
•
F5, para teatro, cinema, auditório e sala de aula.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA REGISTRO DE PREÇOS
O ANEXO R1 apresenta modelo de termo de referência com especificações técnicas para condicionadores portáteis
tipo Minisplit, para licitações cuja modalidade é o registro de preço.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
1.60
UNIDADES CONDICIONADORAS TIPO JANELA (ACJ)
Deverão ser dotadas dos seguintes elementos mínimos:
•
Gabinete metálico com proteção contra corrosão e pintura de acabamento, ou
gabinete em plástico ABS de alto impacto, próprios para instalação ao tempo;
•
Painel frontal com dispositivos de insuflação de ar com aletas reguláveis;
•
Chave seletora com as posições desligado, ventilação e refrigeração;
•
Filtro de ar removível e lavável;
•
Termostato para regulagem da temperatura ambiente;
•
Sistema para entrada de ar externo.
Quando especificado pela CAIXA, os aparelhos serão dotados da válvula reversora para operar em ciclo reverso,
permitindo o aquecimento do espaço condicionado.
Os aparelhos deverão ser dotados de compressor rotativo;
Os aparelhos deverão apresentar nível de ruído compatível com as Normas ABNT 10.151 e 10.152, bem como a NR
17 – Ergonomia/Condições Ambientais.
O cabo de ligação à tomada deverá ter opção de saída para ambos os lados;
Tensão de acordo com o fornecimento de energia da região.
Os aparelhos deverão possuir o selo PROCEL de consumo de energia, o que corresponde à classificação na categoria
“A”.
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1.61
Fls.
Rubrica
UNIDADES CONDICIONADORAS TIPO MINISPLIT
O minisplit é constituído de duas partes: a interna (unidade evaporadora) e a externa (unidade condensadora), quando
na condição de apenas resfriamento.
O gabinete da unidade evaporadora será metálico com proteção contra corrosão e pintura de acabamento, ou em
plástico ABS de alto impacto. Deverá ser revestido internamente com isolamento termoacústico que permita a sua
limpeza, tal como a espuma elastomérica, não sendo aceitos lã de vidro ou outros materiais porosos. Deverá ser
fornecido com dispositivos de insuflação de ar com aletas reguláveis e filtro de ar removível, preferencialmente classe
de filtragem G3, para atendimento à Portaria do Ministério da Saúde.
Os principais tipos de unidades evaporadoras podem ser instaladas da seguinte forma:
1.61.1
•
Aparente em parede (hi-wall);
•
Aparente sob o teto (underceiling ou piso-teto);
•
Embutida no entreforro (cassete), com área de insuflação aparente, faceando o
forro;
•
Embutida normalmente em entre forro (built-in), para uso com dutos.
Unidade Condensadora
O gabinete da unidade condensadora será metálico com proteção contra corrosão e pintura de acabamento, ou
gabinete em plástico ABS de alto impacto, próprios para instalação ao tempo.
Em regiões litorâneas as aletas deverão ser de cobre ou alumínio revestido com produto para proteção contra corrosão
galvânica.
Deverão ser previstos dispositivos para controle de condensação quando houver utilização do condicionador em
períodos de baixa temperatura externa.
1.61.2
Circuito Frigorífico
Deverá ser confeccionado em tubos de cobre sem costura, e ser fornecido com carga completa de refrigerante.
Os aparelhos deverão ser dotados de compressores scroll ou rotativo.
1.61.3
Aquecimento
Quando especificado pela CAIXA, os aparelhos serão dotados da válvula reversora para operar em ciclo reverso,
permitindo o aquecimento do espaço condicionado.
Os aparelhos deverão apresentar nível de ruído compatíveis com as Normas ABNT 10.151 e 10.152, bem como a NR
17 - Ergonomia.
1.61.4
Eficiência
Os aparelhos deverão possuir o selo PROCEL de consumo de energia, com classificação na categoria “A”.
1.62
UNIDADES CONDICIONADORAS TIPO SPLIT OU SPLITÃO
1.62.1
Gabinete
Será constituído por uma estrutura metálica, com painéis e perfis de chapa de aço galvanizado, protegidos contra a
corrosão por processo de fosfatização, e com pintura eletrostática em tinta esmalte sobre primer anticorrosivo. Os
painéis deverão ser removíveis para permitir fácil acesso ao interior da máquina. O gabinete da unidade condensadora
deverá receber acabamento adequado para instalação ao tempo. O gabinete do evaporador será revestido internamente
com isolamento termoacústico, não sendo aceita lã de vidro.
1.62.2
Evaporador
236/490
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Fls.
Rubrica
Será composto por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio,
fixadas aos tubos por expansão mecânica, de forma a obter-se um perfeito contato. Deverá ser previamente testado
contra vazamentos a uma pressão de 450 psi (3,0 MPa) e ser equipado com distribuidor e coletores de fluido
refrigerante. A bandeja de condensado deverá ser fabricada em poliestireno de alto impacto.
Não será aceito isolamento termoacústico em lã de vidro ou materiais similares porosos na região do evaporador,
salvo se houver rechapeamento (material isolante entre as chapas).
1.62.3
Condensador
Será composto por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio,
fixadas aos tubos por expansão mecânica, de forma a obter-se um perfeito contato. Deverá ser previamente testado
contra vazamentos a uma pressão de 450 psi (3,0 MPa). Será dotado de sub-resfriador integral que assegure um subresfriamento adequado.
Em regiões litorâneas as aletas deverão ser de cobre ou alumínio revestido com produto para proteção contra corrosão
galvânica.
1.62.4
Ventiladores
Os ventiladores serão do tipo centrífugo, de dupla aspiração, com pás voltadas para frente (sirocco), confeccionados
em aço galvanizado, com rotores balanceados estática e dinamicamente. Serão acionados por motores elétricos de
indução, trifásicos, 4 pólos, alto rendimento, transmissão por meio de polias e correias em “V”. Deverão operar sobre
mancais de rolamento auto-alinhantes, autolubrificados e blindados. A polia motora do ventilador do evaporador será
regulável, para permitir ajuste de vazão.
Nas situações em que não seja exigida pressão estática disponível, o ventilador do condensador poderá ser do tipo
axial, acoplado diretamente ao motor elétrico.
1.62.5
Compressores
Serão do tipo scroll, instalados sobre isoladores de vibração;
Serão acionados por motores elétricos trifásicos, protegidos internamente contra sobrecargas e adequados para tolerar
uma variação de tensão de até 10% do valor nominal, e desbalanceamento máximo de corrente entre fases de 2%;
Os motores serão refrigerados pelo fluxo de sucção de refrigerante;
Quando recomendado pelo fabricante, os compressores deverão ser dotados de aquecedores de cárter;
Os compressores deverão receber garantia mínima de 3 anos do fabricante.
1.62.6
Circuito Frigorífico
Será confeccionado em tubos de cobre sem costura, e fornecido com carga completa de refrigerante. Cada circuito
deverá apresentar, no mínimo, os componentes relacionados a seguir, instalados pelo fabricante:
•
Válvula de expansão termostática com equalização externa;
•
Filtro secador com conexões rosqueadas (cartuchos selados);
•
Visor de líquido com indicador de umidade em local de fácil visualização;
•
Isolamento térmico de borracha elastomérica na linha de sucção, conforme
ANEXO P2 deste manual;
•
Válvulas de serviços capazes de interromper o fluxo de refrigerante e permitir a
leitura de pressão, recolhimento e carga de gás, instaladas nas linhas de sucção
e descarga do compressor;
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.62.7
Fls.
Rubrica
•
Válvula de serviço ou registro instalado na linha de líquido a montante e a jusante
do filtro secador;
•
Tanque de líquido;
•
Válvula solenóide na linha de líquido;
•
Pressostato de alta com transdutor de pressão;
•
Pressostato de baixa com transdutor de pressão;
•
Registro a jusante do condensador;
•
Acima de 7,5 TR a unidade deverá possuir 2 circuitos/compressores
independentes.
Filtros de Ar
O condicionador deverá contar com um pré-filtro classe G1, do tipo permanente e lavável, e filtro principal instalado
dentro do gabinete a montante da serpentina evaporadora. O filtro principal deverá ter eficiência compatível com a
classe G4 ou F5 da NBR -16.401 da ABNT, conforme a aplicação - para escritório ou agência bancária - e ter
característica de microbiocida. Para aplicações especiais, outras exigências poderão ser definidas pela CAIXA.
Caso não seja possível a instalação do filtro classe G1 no equipamento, este poderá ser instalado nos vãos de retorno.
1.62.8
Sistema de Aquecimento
Para situações específicas, o condicionador deverá contar com este sub-sistema, dotado de resistências elétricas onde
não houver alternativas operacionalmente mais econômicas, que servirá para reaquecer o ar desumidificado nas
serpentinas a temperaturas muito baixas, quando se deseja reduzir a umidade do ar, além de condicionar o ar em
regiões muito frias. Caberá ao projetista definir o melhor tipo de conjunto a ser utilizado, considerando aspectos
técnico-econômicos, e justificar esta escolha à CAIXA.
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1.62.9
Fls.
Rubrica
Sistema de Controle de Umidade
Será utilizado apenas em ambientes críticos, que exijam tal controle. Será composto por um recipiente confeccionado
com chapa de aço galvanizado protegido contra corrosão, com resistência de aquecimento imersa. O recipiente será
dotado de válvula de bronze, comandada por bóia de aço inoxidável ou cobre, que controlará o nível de água, alem de
ladrão e dreno. O controle do funcionamento da resistência será por meio de sensor de umidade instalado no ambiente
condicionado. Como proteção, será instalado um sensor de nível de água que deverá desligar a resistência quando a
água atingir um nível mínimo fixado. O sistema de controle de umidade só será instalado quando especificado pela
CAIXA.
1.62.10
Quadro Elétrico
Será montado no interior do gabinete do condicionador, devendo ser possível acessá-lo sem interrupção do
funcionamento da máquina. Abrigará todos os elementos de operação e controle da unidade, contendo no mínimo os
seguintes elementos, dimensionados conforme a NB-3/90 – Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410):
•
Fusíveis Diazed para cada motor elétrico;
•
Fusíveis para o circuito de comando;
•
Chave contatora e relé térmico de sobrecarga para cada motor elétrico;
•
Relé temporizador para partida seqüencial (unidade com 2 compressores);
•
Fusíveis para o circuito e chave contadora para cada estágio de aquecimento, ou
resistência de controle de umidade, se instalados;
•
Relés auxiliares para intertravamento;
•
Relé para seqüência de fases;
•
Opção para remoção do Q.E. para comando a distância.
No caso de instalação de sistema de aquecimento e/ou de controle de umidade, os componentes de comando, força e
sinalização deverão ser instalados em quadro elétrico independente.
1.62.11
Painel de Comando
Deverá ser instalado em local de fácil acesso, contendo todos os dispositivos de acionamento da máquina
perfeitamente identificados, bem como lâmpadas piloto ou leds para sinalização do estado operacional da maquina.
Em unidades dotadas de sistema com aquecimento, o painel deverá conter ainda uma chave seletora para refrigeração
ou calefação.
1.62.12
Intertravamentos
O circuito de comando da unidade deverá atender às seguintes condições de seqüência operacional:
•
Impedir a partida dos compressores quando as chaves contatoras de
ventiladores não estiverem energizadas;
•
Impedir a partida simultânea de 2 compressores (em unidades com mais de 1
compressor);
•
Impedir o funcionamento simultâneo dos sistemas de refrigeração e aquecimento
em um mesmo condicionador;
239/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
•
1.62.13
Fls.
Rubrica
Impedir o funcionamento das resistências de aquecimento na falta de ventilação
no evaporador, ou no caso de elevação excessiva da temperatura superficial das
resistências de aquecimento.
Fator de Potência
O equipamento será fornecido com o fator de potência maior ou igual a 0,95. Incluir banco de capacitores junto ao
quadro de AC, com possibilidade de desligamento quando o equipamento não estiver em operação.
1.62.14
Eficiência
O equipamento deve atender às eficiências mínimas, tanto em plena carga (COP) quanto em cargas parciais (IPLV),
exigidas pela Norma ASHRAE 90.1.
1.63
UNIDADES CONDICIONADORAS TIPO ROOF-TOP
1.63.1
Gabinete
Será constituído por uma estrutura metálica com painéis de chapa de aço galvanizado, protegidos contra a corrosão
por processo de fosfatização, com pintura eletrostática em tinta esmalte sobre primer anticorrosivo. Os painéis serão
removíveis para permitir fácil acesso ao interior da máquina e construídos com chapas de bitola adequada à boa
rigidez do conjunto. O gabinete será revestido internamente com isolamento termoacústico que permita a sua limpeza,
tal como a espuma elastomérica. Será provido de bandeja coletora de condensado com caimento para o lado da
drenagem.
1.63.2
Evaporador
Será constituído por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio,
fixadas aos tubos por expansão mecânica, de forma a obter-se um perfeito contato. Deverá ser previamente testado
contra vazamentos a uma pressão de 450 psi (3,0 MPa) e ser equipado com distribuidor e coletores de fluido
refrigerante.
Não será aceito isolamento termoacústico em lã de vidro ou materiais similares porosos na região do evaporador,
salvo se houver rechapeamento (material isolante entre as chapas).
1.63.3
Condensador a Ar
Será constituído por uma serpentina confeccionada com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio,
fixadas aos tubos por expansão mecânica, de forma a obter-se um perfeito contato. Deverá ser previamente testado
contra vazamentos a uma pressão de 450 psi (3,0 MPa). Será dotado de sub-resfriador integral que assegure um subresfriamento adequado.
Será dada preferência à utilização de condensador remoto, que deverá possuir gabinete próprio, construído em chapas
e perfis de aço com acabamento similar ao da unidade evaporadora. O isolamento termoacústico poderá ser de lã de
vidro, lã de rocha, espumas, ou qualquer outro elemento para uma boa eficiência termoacústica.
Em regiões litorâneas, as aletas deverão ser de cobre ou de alumínio revestido com produto para proteção galvânica.
240/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.63.4
Fls.
Rubrica
Condensador a Água
Será preferencialmente do tipo shell and tube, confeccionado com carcaça de aço-carbono com tampas removíveis de
ferro fundido. Os tubos serão de cobre com aletamento integral, expandidos mecanicamente nos espelhos de aço. Será
dotado de válvula de segurança e de sub-resfriador integral que assegure o sub-resfriamento adequado. O
condensador deverá permitir a conexão da tubulação hidráulica no lado que for indicado no projeto.
1.63.5
Ventiladores
Os ventiladores serão do tipo centrífugo, de dupla aspiração, com pás voltadas para frente (sirocco), confeccionados
em aço galvanizado, com rotores balanceados estática e dinamicamente. Serão acionados por motores elétricos de
indução, trifásicos, 4 pólos, alto rendimento, transmissão por meio de polias e correias em “V”. Deverão operar sobre
mancais de rolamento auto-alinhantes, autolubrificados e blindados. A polia motora do ventilador do evaporador será
regulável, para permitir ajuste de vazão.
No caso de unidades com condensador remoto em que não seja exigida pressão estática disponível, o ventilador do
condensador deverá ser do tipo axial, acoplado diretamente ao motor elétrico.
Deverão ser utilizados dois ventiladores por evaporador
1.63.6
Compressores
Serão do tipo scroll, instalados sobre isoladores de vibração;
Serão acionados por motores elétricos trifásicos, protegidos internamente contra sobrecargas e adequados para tolerar
uma variação de tensão de até 10% do valor nominal;
Os motores serão refrigerados pelo fluxo de sucção de refrigerante;
Quando recomendado pelo fabricante, os compressores serão dotados de aquecedores de cárter;
Os compressores deverão ter garantia mínima de 3 anos do fabricante.
1.63.7
Circuito de Refrigeração
Será confeccionado com tubos de cobre sem costura, com carga completa de refrigerante, exceto nos equipamentos
com condensadores remotos. Cada circuito deverá apresentar os componentes relacionados a seguir:
•
Válvula de expansão termostática com equalização externa;
•
Filtro secador com conexões rosqueadas (cartuchos selados);
•
Visor de líquido com indicador de umidade em local de fácil visualização;
•
Isolamento térmico de borracha elastomérica na linha de sucção;
•
Válvulas de serviço capazes de interromper o fluxo de refrigerante e permitir a
leitura de pressão, recolhimento e carga de gás, instaladas nas linhas de sucção
e descarga do compressor;
•
Válvula de serviço ou registro instalado na linha de líquido a montante e a jusante
de filtro secador;
•
Tanque de líquido;
•
Válvula solenóide na linha de líquido (para sistemas com condensação remota);
•
Pressostato de alta com transdutor de pressão;
•
Pressostato de baixa com transdutor de pressão;
241/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
•
Fls.
Rubrica
Acima de 7,5 TR, a unidade deverá possuir 2 circuitos independentes.
Todos os componentes citados serão exigidos, devendo a sua instalação ser efetuada em fábrica.
1.63.8
Filtros de Ar
O condicionador deverá contar com um pré-filtro classe G4, do tipo permanente e lavável, e o filtro principal
instalado dentro do gabinete e a montante da serpentina evaporadora. O filtro principal deverá ter eficiência
compatível com a classe F5 da NBR-16.401 da ABNT (Instalações centrais de ar condicionado para conforto –
parâmetros básicos de projeto) e ser microbiocida. Para aplicações especiais, outras exigências poderão ser definidas
pela CAIXA.
Caso não seja possível a instalação do filtro classe G1 no equipamento, este poderá ser instalado nos vãos de retorno.
1.63.9
Sistema de Aquecimento
O condicionador deverá contar com este sub-sistema, dotado de resistências elétricas onde não houver alternativas
operacionalmente mais econômicas, que servirá para reaquecer o ar desumidificado nas serpentinas a temperaturas
muito baixas, além de condicionar o ar em regiões muito frias. Caberá ao projetista definir o melhor tipo de sistema a
ser utilizado, considerando aspectos técnico-econômicos, e justificar esta escolha à CAIXA.
1.63.10
Sistema de Controle de Umidade
Será utilizado apenas em ambientes críticos, que exijam tal controle. Será composto por um recipiente confeccionado
com chapa de aço galvanizado protegido contra corrosão, com resistência de aquecimento imersa. O recipiente será
dotado de válvula de bronze, comandada por bóia de aço inoxidável ou cobre, que controlará o nível de água, além de
ladrão e dreno. O controle do funcionamento da resistência será por meio de sensor de umidade instalado no ambiente
condicionado. Como proteção, será instalado um sensor de nível de água que deverá desligar a resistência quando a
água atingir um nível mínimo fixado. O sistema de controle de umidade só será instalado quando especificado pela
CAIXA.
1.63.11
Quadro Elétrico
Será montado no interior do gabinete do condicionador. Devendo o acesso a ele ser possível sem interrupção do
funcionamento da máquina. Abrigará todos os elementos de operação e controle da unidade, contendo no mínimo os
seguintes elementos, dimensionados conforme a NB-3/90 - Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410):
•
Fusíveis Diazed para cada motor elétrico;
•
Fusíveis para o circuito de comando;
•
Chave contatora e relé térmico de sobrecarga para cada motor elétrico;
•
Relé temporizador para partida seqüencial (unidades com 2 compressores);
•
Fusíveis e chave contatora para cada estágio de aquecimento, ou resistência de
controle de umidade, se instalados;
•
Relé de seqüência de fases;
•
Relés auxiliares para intertravamento.
No caso de instalação de sistema de aquecimento e/ou de controle de umidade, os componentes de comando, força e
sinalização deverão ser instalados em quadro elétrico independente.
1.63.12
Painel de Controle
Deverá ser instalado em local de fácil acesso, contendo todos os dispositivos de acionamento da máquina
perfeitamente identificados, bem como lâmpadas piloto ou leds para sinalização do estado operacional da máquina.
242/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Em unidades dotadas de sistema de aquecimento, o painel deverá conter ainda uma chave seletora para refrigeração
ou calefação.
1.63.13
Intertravamentos
O circuito de comando da unidade deverá atender às seguintes condições de seqüência operacional:
1.63.14
•
impedir a partida dos compressores quando as chaves contatoras de ventiladores
e bombas não estiverem energizadas;
•
impedir a partida simultânea de 2 ou mais compressores (relé temporizador);
•
impedir o funcionamento simultâneo dos sistemas de refrigeração e aquecimento
em um mesmo condicionador;
•
impedir o funcionamento das resistências de aquecimento na falta de ventilação
no evaporador, ou no caso de elevação excessiva da temperatura superficial das
resistências de aquecimento.
Fator de Potência
O equipamento será fornecido com o fator de potência maior ou igual a 0,95. Incluir banco de capacitores junto ao
quadro de AC, com possibilidade de desligamento quando o equipamento não estiver operando.
1.63.15
Eficiência
O equipamento deve atender às eficiências mínimas, tanto em plena carga (COP) quanto em cargas parciais (IPLV),
exigidas pela Norma ASHRAE 90.1/2001.
1.64
UNIDADES RESFRIADORAS DE LÍQUIDO (CHILLERS)
1.64.1
Chiller com Condensação a Ar
O grupo resfriador será montado sobre estrutura confeccionada com perfis laminados de aço, dimensionados para
suportar o peso e vibrações do conjunto. Caso estes sejam fornecidos em gabinetes metálicos, os mesmos deverão ser
confeccionados com chapas de aço fosfatizadas e acabamento em pintura eletrostática, sendo os painéis removíveis
para permitir o acesso às partes internas da máquina. Os condensadores poderão ser instalados remotamente.
A disposição da estrutura deverá permitir a fácil remoção dos compressores. Todos os componentes metálicos da
estrutura serão soldados eletricamente, com os pontos de solda completamente limpos de rebarbas, pingos ou bolhas.
A pintura de acabamento será à base de esmalte sintético, aplicada sobre fundo antioxidante de cromato de zinco. Os
compressores serão fixados à base por meio de calços antivibratórios.
O evaporador será do tipo shell and tube, com carcaça em aço-carbono e tampas de ferro fundido ou aço, com
conexões flangeadas e tubos de cobre sem costura com aletamento integral, expandidos mecanicamente contra os
espelhos. Será dotado de defletores internos e suportes intermediários para evitar movimentos relativos dos tubos.
Será projetado e testado conforme as especificações da ASME para vasos de pressão sem combustão, sendo os testes
efetuados a pressões compatíveis com as condições operacionais do equipamento. Será revestido externamente com
material isolante térmico, com proteção mecânica externa.
O condensador será em serpentina de tubos de cobre sem costura, com aletas integrais de alumínio, fixadas aos tubos
por expansão mecânica, devendo ser dimensionado para proporcionar um adequado sub-resfriamento do refrigerante.
Em regiões litorâneas as aletas deverão ser de cobre ou de alumínio revestido com produto para proteção galvânica.
Os compressores poderão ser do tipo parafuso ou scroll, de acionamento direto, com carcaça estanque às pressões de
operação. A carcaça deverá ser testada contra vazamentos a uma pressão de 450 psi (3,0 MPa). Quando recomendado
pelo fabricante, os compressores serão dotados de aquecedores de cárter. Utilizarão motores elétricos de indução, 4
pólos, alto rendimento, com rotor gaiola e enrolamentos resfriados pelo gás refrigerante de sucção. Os motores
243/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
deverão ser adequados para suportar variações de tensão de mais ou menos 10% da tensão nominal. Os enrolamentos
dos motores serão protegidos contra superaquecimento por sensores internos. A partida de motores elétricos deverá
ser com corrente inicial reduzida, utilizando-se sistemas como chave estrela-triângulo ou chave compensadora
automática. No caso de compressor scroll deverá haver relé de seqüência e inversão de fase, bem como pressostato de
baixa pressão, e deverá ser proposta uma quantidade mínima de compressores por resfriador que permita uma
adequada operação em cargas parciais. Havendo equipamentos com diferentes tipos de compressores disponíveis para
uma dada aplicação, deverá ser feita uma análise técnico-econômica para a escolha mais adequada, privilegiando a
solução com o menor consumo de energia.
Circuito frigorífico deverá apresentar os seguintes acessórios, instalados pelo fabricante:
•
Filtro secador com conexões rosqueáveis e miolo removível;
•
Visor de líquido com indicador de umidade em local de fácil visualização;
•
Válvula de expansão eletrônica ou termostática;
•
Pressostatos de alta e baixa, com rearme manual na alta;
•
Válvula de serviço nas linhas de líquido, sucção e descarga dos compressores;
•
Manômetro para leitura das pressões de sucção e descarga.
O esquema elétrico e o circuito de controle deverão prever os seguintes elementos:
•
Fusíveis, chave contatara e relé térmico de sobrecarga para cada motor elétrico;
•
Fusíveis para o circuito de comando;
•
Relé temporizador para máquinas com mais de 1 compressor;
•
Termostato para controle da temperatura de água;
•
Termostato anticongelamento;
•
Proteção contra
compressores;
•
Painel com circuito de controle microprocessado.
superaquecimento
do
enrolamento
dos
motores
dos
O equipamento será fornecido com o fator de potência maior ou igual a 0,95. Incluir banco de capacitores junto ao
quadro de AC, com possibilidade de desligamento quando o equipamento não estiver operando.
O equipamento deve atender às eficiências mínimas, tanto em plena carga (COP) quanto em cargas parciais (IPLV),
exigidas pela Norma ASHRAE 90.1, em sua última versão.
1.64.2
Chiller com Condensação a Água
1.64.2.1
Estrutura
O grupo resfriador será montado sobre estrutura confeccionada com perfis laminados de aço, dimensionados para
suportar o peso e vibrações do conjunto. Caso estes sejam fornecidos em gabinetes metálicos, os mesmos deverão ser
confeccionados com chapas de aço fosfatizadas e acabamento em pintura eletrostática, sendo os painéis removíveis
para permitir o acesso às partes internas da máquina. Os condensadores poderão ser instalados remotamente.
A disposição da estrutura deverá permitir a fácil remoção dos compressores. Todos os componentes metálicos da
estrutura serão soldados eletricamente, com os pontos de solda completamente limpos de rebarbas, pingos ou bolhas.
A pintura de acabamento será à base de esmalte sintético, aplicada sobre fundo antioxidante de cromato de zinco. Os
compressores serão fixados à base por meio de calços antivibratórios.
244/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.64.2.2
Fls.
Rubrica
Compressores
Serão do tipo parafuso ou scroll, de acionamento direto, com carcaça estanque às pressões de operação. A carcaça
deverá ser testada contra vazamentos a uma pressão de 450 psi (3,0 MPa). Quando recomendado pelo fabricante, os
compressores serão dotados de aquecedores de cárter. Utilizarão motores elétricos de indução, 4 pólos, alto
rendimento, com rotor gaiola e enrolamentos resfriados pelo gás refrigerante de sucção. Os motores deverão ser
adequados para suportar variações de tensão de mais ou menos 10% da tensão nominal. Os enrolamentos dos motores
serão protegidos contra superaquecimento por sensores internos. A partida de motores elétricos deverá ser com
corrente inicial reduzida, utilizando-se sistemas como chave estrela-triângulo ou chave compensadora automática. No
caso de compressor scroll deverá haver relé de seqüência e inversão de fase, bem como pressostato de baixa pressão,
e deverá ser proposta uma quantidade mínima de compressores por resfriador que permita uma adequada operação em
cargas parciais. Havendo equipamentos com diferentes tipos de compressor disponíveis para uma dada aplicação,
deverá ser feita uma análise técnico-econômica para a escolha mais adequada, privilegiando a solução com o menor
consumo de energia.
1.64.2.3
Trocadores de Calor
Serão do tipo shell and tube, com carcaça confeccionada com aço-carbono e tampas de ferro fundido ou aço, com
conexões flangeadas e tubos de cobre sem costura com aletamento integral, expandidos mecanicamente contra os
espelhos. Serão dotados de defletores internos e suportes intermediários para evitar movimentos relativos dos tubos.
Os trocadores serão projetados e testados conforme as especificações da ASME para vasos de pressão sem
combustão, sendo os testes efetuados a pressões compatíveis com as condições operacionais do equipamento. O
condensador deverá ser dimensionado para propiciar o adequado sub-resfriamento e atuar como reservatório de
refrigerante líquido. O condensador será dotado de válvula de segurança. O evaporador será revestido externamente
com material isolante térmico, com proteção mecânica externa.
1.64.2.4
Circuito Frigorífico
Será confeccionado com tubos de cobre sem costura, sendo um circuito para cada compressor ou, no máximo, 2
compressores operando em paralelo. O controle do fluxo de refrigerante será por meio de válvula de expansão
eletrônica ou termostática. Poderá ser utilizada válvula piloto comandando a válvula principal em circuitos de grande
porte. Cada circuito operará independentemente e contará com os seguintes acessórios, instalados pelo fabricante:
1.64.2.5
•
Filtro secador rosqueável, com elementos filtrantes recambiáveis;
•
Visor de líquido com indicador de umidade em local de fácil visualização;
•
Isolamento térmico com borracha elastomérica na linha de sucção;
•
Válvulas de serviço capazes de interromper o fluxo de refrigerante e dotadas de
conexão para leitura de pressão, recolhimento e carga de refrigerante, instaladas
na sucção e descarga dos compressores e na linha de líquido, a montante do
filtro secador;
•
Conexão flexível na descarga dos compressores (mufla);
•
Pressostato de alta e baixa pressão, com rearme manual na alta;
•
Registros na tubulação de comunicação com manômetros e pressostatos, para
permitir a substituição destes componentes sem perda de refrigerante;
•
Tubulação de equalização de nível de óleo, interligando o cárter de
compressores que trabalham em paralelo.
Quadro Elétrico / Proteções
245/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Todos os componentes elétricos de proteção e controle do funcionamento de máquina ficarão abrigados em um
quadro, montado junto ao grupo resfriador, construído em chapas de aço galvanizado tratadas contra corrosão e com
pintura de acabamento. O quadro será dotado de portas com trinco e terá ventilação adequada para a dissipação de
calor de seus componentes. Conterá os seguintes componentes mínimos, dimensionados conforme a NB-3/90 Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410):
1.64.2.6
•
Fusíveis, chaves contatoras e relé térmico de sobrecarga para cada compressor;
•
Fusíveis para o circuito de comando;
•
Barramento de força;
•
Relés temporizadores
compressores;
•
Relés auxiliares para interligação ao sistema de circulação / resfriamento da água
de condensação;
•
Termostato anticongelamento do evaporador;
•
Termostato de múltiplos estágios para controle da temperatura da água gelada;
•
Deverá ter grau de proteção IP-54 devendo ser totalmente estanque quando
fechado.
anti-reciclagem
e
para
partida
seqüencial
dos
Painel de operação e controle
Será instalado junto ao quadro elétrico, com visor de cristal líquido, com possibilidade de ajuste de set-point e
histerese, devendo conter os seguintes instrumentos mínimos, claramente identificáveis:
•
Chave partida / parada de cada compressor;
•
Lâmpada piloto indicando o funcionamento de cada compressor;
•
Lâmpada de alarme indicando que proteção atuou em caso de desarme
automático dos compressores;
•
Chave para comutação manual da seqüência de partida dos compressores;
•
Manômetros para leitura de pressão de sucção e pressão de descarga de cada
circuito;
•
Manômetros para leitura de pressão de óleo em cada compressor;
•
Sensor de temperatura externa;
O equipamento deve atender às eficiências mínimas, tanto em plena carga (COP) quanto em cargas parciais (IPLV),
exigidas pela Norma ASHRAE 90.1.
1.64.2.7
Resfriadoras do tipo Centrífuga
Por serem de aplicação restrita a instalações de grande porte, as resfriadoras que operem com este tipo de compressor
terão as suas características definidas pela CAIXA para cada projeto específico.
1.64.2.8
Resfriadoras por Absorção
246/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Unidades resfriadoras tipo chiller que utilizam ciclo de refrigeração por absorção em lugar do ciclo por compressão
de vapor. Podem ser de queima direta/indireta ou de aproveitamento/recuperação de rejeitos térmicos em sistemas de
cogeração.
Sua utilização só se justifica economicamente para aplicações em cogeração ou onde há infra-estrutura pronta de
disponibilização de gás natural, e por isso as resfriadoras que operem com este tipo de ciclo de refrigeração terão as
suas características definidas pela CAIXA para cada projeto específico.
1.65
UNIDADES CONDICIONADORAS TIPO FAN-COILS
1.65.1
Fan-Coil do tipo Console ou Fancolete
É assim denominado o Fan-Coil para pequenos ambientes, com capacidade entre 0,5 e 3 TR. Será constituído por
gabinete de chapa de aço galvanizado protegido contra corrosão, dotado de serpentina confeccionada com tubos de
cobre com aletas integrais de alumínio, ventilador centrífugo de pás voltadas para frente, acionado por motor elétrico
trifásico, com grau de proteção IP55, de alto rendimento, com no mínimo 3 velocidades. Deverá ser dotado de filtro
microbiocida com eficiência compatível com a classe F5 da NBR 16.401 (Instalações centrais de ar condicionado
para conforto – parâmetros básicos de projeto). As unidades para instalação no ambiente deverão possuir grelha de
insuflação direcional, e painel de comando incorporado ao gabinete, contendo no mínimo chave para as posições
ligado/desligado, controle da velocidade do ventilador e regulagem de temperatura por meio do termostato. Para
aplicações especiais, outras exigências poderão ser definidas pela CAIXA.
247/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.65.2
Fan-Coil de Linha Comercial
1.65.2.1
Gabinete
Fls.
Rubrica
Será constituído por uma estrutura metálica em perfis de alumínio, com painéis de chapa de aço galvanizado,
protegidos contra a corrosão por processo de fosfatização, com pintura eletrostática em tinta esmalte sobre primer
anticorrosivo.
Os painéis serão removíveis para permitir fácil acesso ao interior da máquina. O gabinete será revestido internamente
com isolamento termoacústico em espuma elastomérica. O isolamento poderá também ser rechapeado, sendo que
neste caso o recheio poderá ser qualquer tipo de isolamento, a critério do fabricante. Será provido de bandeja coletora
de condensado com caimento para o lado da drenagem.
No caso de climatizadores com insuflação direta, sem rede de dutos, o gabinete será dotado de caixa plenum com as
mesmas características construtivas, a qual possuirá grelha de insuflação com deflexão vertical e horizontal
ajustáveis.
Quando especificado pela CAIXA, o gabinete deverá possuir espaço disponível para instalação de serpentina
adicional para reaquecimento ou calefação, resistências elétricas e sistema de controle de umidade.
1.65.2.2
Serpentina
Será utilizada serpentina de alta eficiência, própria para trabalhar com água gelada ou quente. Será confeccionada
com tubos de cobre sem costura e aletas integrais de alumínio, fixadas aos tubos por expansão mecânica, de forma a
obter-se um perfeito contato.
Será dotada de coletores em tubos de cobre soldados nos tubos da serpentina e suspiro de ar com plug rosqueado.
Deverá ser previamente testada contra vazamentos a uma pressão de 200 psi.
1.65.2.3
Ventiladores
Os ventiladores serão do tipo centrífugo, de dupla aspiração, com pás voltadas para frente (sirocco), confeccionados
em aço galvanizado, com rotores balanceados estática e dinamicamente. Serão acionados por motores elétricos de
indução, trifásicos, 4 pólos, grau de proteção IP 55, de alto rendimento, transmissão por meio de polias e correias em
“V”, totalmente fechado, classe B, fator de serviço 1,15 e tensão de acordo com a região. Deverão operar sobre
mancais de rolamento auto-alinhantes, autolubrificados e blindados. A polia motora do ventilador do evaporador será
regulável, para permitir ajuste de vazão.
1.65.2.4
Filtros de Ar
O condicionador deverá contar com um pré-filtro classe G1, do tipo permanente e lavável, e o filtro principal
instalado dentro do gabinete e a montante da serpentina evaporadora. O filtro principal deverá ter eficiência
compatível com a classe F5 da NBR-16.401 (Instalações centrais de ar condicionado para conforto – parâmetros
básicos de projeto) e ser microbiocida. Para aplicações especiais, outras exigências poderão ser definidas pela
CAIXA.
Caso não seja possível a instalação do filtro classe G1 no equipamento, este poderá ser instalado nos vãos de retorno.
248/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.65.2.5
Fls.
Rubrica
Sistema de Aquecimento
Para situações específicas, o condicionador deverá contar com este subsistema, dotado de resistências elétricas onde
não houver alternativas operacionalmente mais econômicas, que servirá para reaquecer o ar desumidificado nas
serpentinas a temperaturas muito baixas, quando se deseja reduzir a umidade do ar, além de condicionar o ar em
regiões muito frias. Caberá ao projetista definir o melhor tipo de conjunto a ser utilizado, considerando aspectos
técnico-econômicos, e justificar esta escolha à CAIXA.
1.65.2.6
Sistema de Controle de Umidade
Será utilizado apenas em ambientes críticos, que exijam tal controle. Será composto por um recipiente confeccionado
com chapa de aço galvanizado protegido contra corrosão, com resistência de aquecimento imersa. O recipiente será
dotado de válvula de bronze, comandada por bóia de aço inoxidável ou cobre, que controlará o nível de água, além de
ladrão e dreno. O controle do funcionamento da resistência será por meio de sensor de umidade instalado no ambiente
condicionado. Como proteção, será instalado um sensor de baixo nível de água que deverá desligar a resistência
quando a água atingir um nível mínimo fixado. O sistema de controle de umidade só será instalado quando
especificado pela CAIXA.
Deverá abrigar todos os dispositivos de comando e proteção do equipamento, podendo ser instalado incorporado ao
gabinete ou externamente. Conterá os seguintes elementos mínimos, dimensionados conforme a NB-3/90 Instalações elétricas de baixa tensão (NBR 5.410), com os comandos perfeitamente identificados:
•
Fusíveis para o circuito de comando e para os circuitos de força de motores e
resistências;
•
Chave contatora para as resistências, se instaladas;
•
Lâmpadas de sinalização.
1.66
TORRE DE RESFRIAMENTO
1.66.1
Sistema
Serão utilizadas torres de contracorrente paralela, com circulação do ar forçada ou induzida. Outras configurações
somente serão aceitas quando especificadas pela CAIXA.
1.66.2
Carcaça
Serão aceitas torres de resfriamento construídas com chapas de fibra de vidro (Fiberglass, PRFV - plástico reforçado
de fibra de vidro) autoportante. Para aplicações especiais, poderá ser solicitado o fornecimento de torres de fibra de
vidro não inflamável, conforme ASTM D-635.
1.66.3
Enchimento
Será constituído por placas onduladas de PVC auto-extinguível, próprias para resistir a temperaturas de até 55°C e
inertes a ataques biológicos. Serão sustentadas por estruturas de chapa de fibra de vidro. Os suportes serão
dimensionados de forma que o conjunto de placas fique perfeitamente nivelado e sem deflexões perceptíveis.
Alternativamente, será aceito enchimento de grades trapezoidais de polipropileno.
249/490
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1.66.4
Fls.
Rubrica
Eliminadores de Gotas
Será constituído por um sistema de chicanas, construído em PVC rígido ou poliestireno, de modo a criar mudanças na
direção do fluxo de ar e limitar a perda por arraste ao máximo de 0,1% de vazão de água circulante.
1.66.5
Sistema de Distribuição de Água
A distribuição de água será feita através de bacia ou calha de distribuição confeccionada em poliéster-fiberglass,
polipropileno. Poderá ser também através de bicos pulverizadores, confeccionados em bronze, latão ou material
plástico não corrosível.
1.66.6
Ventiladores
Os ventiladores centrífugos serão construídos em chapas de aço galvanizado ou PRFV (plástico reforçado em fibra de
vidro), de dupla aspiração, pás voltadas para frente (sirocco), balanceadas estática e dinamicamente, operando sobre
mancais de rolamento do tipo blindado, acionados por polias e correias.
Os ventiladores axiais serão construídos com pás múltiplas de polipropileno ou poliuretano, de perfil aerodinâmico,
com passo regulável, e cubos em poliamida, ferro fundido ou aço revestido. Deverão ser utilizados preferencialmente
motores de baixa rotação, acionando diretamente os ventiladores. O uso de redutores com engrenagens ou através de
polias e correias ficará limitado a casos especiais, definidos pela CAIXA.
1.66.7
Motores Elétricos
Serão de indução, trifásicos, de alto rendimento, rotor do tipo gaiola, próprios para trabalho ao tempo, com proteção
IP-55 e isolamento classe 8, e rotação conforme a aplicação. Onde as condições locais exigirem, poderão ser
especificados motores com índice de proteção superior.
1.66.8
Demais Elementos
As torres serão fornecidas completas, incorporando ainda os seguintes elementos:
•
Bacia de água fria, construída em material similar ao da carcaça;
•
Tomadas de ar protegidas por venezianas de fibra de vidro;
•
Controle do nível de água na bacia através de válvula de bronze, acionada por
bóia plástica ou de aço inoxidável, com altura ajustável;
•
Conexões flangeadas para entrada e saída de água;
•
Conexões para enchimento rápido, ladrão com dispositivo anti-respingo, e dreno;
•
Porta de inspeção estanque que permita acesso à bacia e ao enchimento da
torre;
•
Filtro tipo tela na saída da água fria;
•
Parafusos (utilizados nas torres) de latão naval, aço inoxidável ou nylon;
•
Controle da capacidade por meio da operação liga/desliga dos ventiladores e/ou
motores de 2 velocidades, comandado por termostato com sensor imerso na
bacia da torre;
•
Válvulas de controle para evitar circulação de água por torres inoperantes.
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.67
BOMBAS CENTRÍFUGAS
1.67.1
Forma Construtiva
Fls.
Rubrica
Serão utilizadas bombas centrífugas de um estágio, construção horizontal, sucção e descarga no topo da linha de
centro do rotor. O sistema de montagem deverá ser back pull out onde a desmontagem da bomba pode ser feita sem
mexer na tubulação.
As bombas poderão ser do tipo monobloco ou conjunto moto-bomba, com eixo apoiado sobre mancais de rolamento
com lubrificação a graxa e acoplamento por luva elástica.
O acoplamento deverá possuir flexibilidade angular e axial suficientes para não induzir esforços sobre os mancais, e
dimensionamento conforme potência do motor e rotação.
O sistema de vedação será ser por meio de selo mecânico, conforme definido no projeto.
1.67.2
Materiais de Fabricação
O rotor e a carcaça serão construídos em ferro fundido ou bronze, com eixo em aço-carbono. Para aplicações
especiais, poderão ser especificados pela CAIXA outros materiais, como ferro fundido nodular ou aço inoxidável.
1.67.3
Motores Elétricos
Serão de indução, trifásicos, rotor do tipo gaiola, 4 pólos, de alto rendimento, próprios para trabalho ao tempo, com
proteção IP 54 e isolamento classe B. Onde as condições locais exigirem, poderão ser especificados motores com
índice de proteção superior, ou motores de 2 pólos.
Os casos especiais, onde for necessário alterar a rotação, serão definidos pela Engenharia da CAIXA.
1.68
REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE AR
1.68.1
Dutos
1.68.1.1
Dutos de chapa de aço e não metálicos
Confeccionados em chapas de aço galvanizado ou constituídos de materiais não metálicos, podendo ser utilizados em
instalação aparente devendo possuir as faces vincadas em “X”, para melhor acabamento, no caso do metálico.
As chapas utilizadas para construção dos tubos deverão ter a bitola de acordo com a NBR-16.401 - Instalações
Centrais de Ar Condicionado para Conforto - Parâmetros Básicos de Projeto.
1.68.1.2
Dutos pré-fabricados
Serão confeccionados em chapas de aço galvanizado com as mesmas características dos dutos convencionais.
Poderão ser utilizados dutos de seção circular ou ovalizada, de acordo com o projeto.
Os dutos serão de fabricação industrial, produzidos por processo contínuo com costura helicoidal. Os dutos ovais
terão a sua forma obtida por processo de expansão mecânica. Todos os acessórios utilizados, tais como curvas,
derivações, reduções, encaixes, etc. deverão ser fornecidos pelo fabricante dos dutos. Onde as condições exigirem,
poderão ser utilizados dutos tipo sanduíche, formado por 2 tubos superpostos com uma manta de material termoisolante intercalada. Dutos de outros materiais poderão ser aceitos a critério da Engenharia da CAIXA.
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1.68.1.3
Fls.
Rubrica
Dutos flexíveis
Serão utilizados em ramais secundários, dutos de retorno e outras aplicações, conforme projeto. São formados por
espirais de alumínio perfilado e devem possuir flexibilidade com raio de curvatura igual a 1,5 vez o diâmetro
nominal. Para aplicações especiais, poderão ser especificados dutos tipo sanduíche, com manta de lã de vidro
intercalada entre dois tubos superpostos. Dutos de outros materiais poderão ser aceitos a critério da Engenharia da
CAIXA.
1.68.2
Dispositivos de Insuflação e Retorno
1.68.2.1
Qualidade
Serão admitidos os dispositivos fabricados por empresas especializadas, que publiquem catálogos com dados técnicos
do desempenho deles. Não serão aceitos difusores, grelhas e acessórios de fabricação artesanal.
1.68.2.2
Difusores e Grelhas de Insuflação
Serão fabricados em perfis de alumínio extrudado e anodizados. Poderão ser totalmente construídos em chapa de aço,
quando especificado pela CAIXA. As grelhas de insuflação serão de dupla deflexão, sendo as aletas ajustáveis
individualmente. Deverão obrigatoriamente ser dotados de registros
Sempre que instalados em dutos de seção constante ou para insuflação em salas individualizadas, os difusores e
grelhas serão dotados de registros de aletas convergentes para regulagem de vazão com acionamento pela parte
frontal.
Em aplicações especiais poderão ainda ser especificados registros tipo captor ou tipo borboleta. Os difusores lineares
de corpo esbelto serão dotados de registro tipo guilhotina e lâminas-guia do jato de ar.
1.68.2.3
Difusores do tipo Light Troffer
São difusores para uso acoplado a luminárias, em instalação invisível. Serão construídos em chapa de aço
galvanizado, com 1 ou 2 saídas de insuflação, com controle de direcionamento e vazão de ar por meio de dispositivo
instalado nas aberturas. A previsão de sua instalação somente será aceita se houver condições de conter registro para
controle da vazão de ar.
1.68.2.4
Grelhas de Retorno
Serão construídas em alumínio extrudado ou chapa estampada, conforme especificado, e dotadas de moldura e
contramoldura, com aletas horizontais fixas. Quando solicitado, serão fornecidos com aletas indevassáveis.
1.68.2.5
Registros
Todos os acessórios de insuflação e retorno do ar deverão conter registros, que são utilizados como elementos de
regulagem de vazão de ar em dutos ou vãos (registro de volume), ou para dividir o fluxo de ar em derivações (registro
divisório ou splitter). Serão construídos em chapa de aço galvanizado bitola # 16, com aletas apoiadas em eixos com
mancais reforçados em náilon e moldura externa. Não deverão possuir aletas com mais de 30 cm de largura ou 120
cm de comprimento. Para vãos maiores serão utilizadas combinações com diversas aletas. O acionamento será
efetuado mediante alavanca externa, dotada de dispositivo de fixação e indicação do sentido de abertura. Os registros
para modulação de vazão devem ser do tipo de lâminas opostas.
1.68.2.6
Tomada de Ar Exterior
Serão fabricadas em alumínio extrudado, com acabamento anodizado e dotadas de veneziana externa, tela
galvanizada, filtro de ar removível e lavável, classe G4, no mínimo, e de registro para regulagem de vazão.
As suas dimensões e área útil deverão ser adequadas para uma vazão de 27m³/h/pessoa de ar externo.
1.68.2.7
Damper de Sobrepressão
Dispositivo que abre por sobrepressão e fecha por gravidade. Formado por uma moldura em chapa de aço ou perfis de
alumínio, lâminas de alumínio com juntas de espuma, eixos em latão e buchas em plástico.
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Fls.
Rubrica
A utilização desse dispositivo é obrigatória nos casos de 2 ou mais condicionadores interligados a uma mesma caixa
plenum.
1.68.2.8
Damper Corta-Fogo tipo Aleta
Constituído por uma aleta tipo sanduíche, com miolo e fibra mineral testada a prova de fogo, revestida com chapa de
aço em ambas as faces. A carcaça e dispositivos de acionamento são construídos em aço galvanizado.
Terá fechamento por meio de mola liberada por intermédio de plug fusível em temperatura acima de 70ºC. Para
aplicações especiais poderão ser utilizados outros tipos de acionamento como fusível elétrico, pistão pneumático,
servomotor, etc.
1.68.2.9
Damper Corta-Fogo tipo Cortina
Constituído por uma cortina de lâminas articuladas de aço galvanizado que, quando na posição aberta, formam um
conjunto compacto preso por elo fusível em temperaturas acima de 70ºC. O fechamento é por gravidade quando
utilizado na posição vertical para fluxo de ar horizontal, ou por mola quando utilizado na posição horizontal. O sensor
deverá ser posicionado junto ao damper.
1.69
TUBULAÇÕES PARA REFRIGERAÇÃO
1.69.1
Tubos
Serão utilizados tubos de cobre extrudados e trefilados, sem costura, em cobre desoxidado recozido. Serão fabricados
e fornecidos de acordo com as normas a seguir relacionadas:
1.69.2
•
NBR-5020 - Tubo de cobre e de ligas de cobre, sem costura - Requisitos gerais;
•
NBR-5029 - Tubo de cobre e suas ligas, sem costura, para condensadores,
evaporadores e trocadores de calor;
•
NBR-7541 - Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado.
Conexões
Serão forjadas, de fabricação industrial, fornecidas de acordo com a norma EB 366/77 - Conexões para unir tubos de
cobre por soldagem ou brasagem capilar.
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1.70
TUBULAÇÕES HIDRÁULICAS
1.70.1
Tubos
Fls.
Rubrica
Serão produzidos por laminação, sem costura, em aço-carbono, galvanizados ou não (conforme especificado),
fabricados e fornecidos conforme as normas a seguir relacionadas:
•
DIN 2440 (classe média);
•
NBR-5580 - Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns
na condução de fluidos (classe média);
•
ASTM-A-53 e 106 (classe mínima Schedule 40);
•
NBR-5590 - Tubos de aço-carbono com requisitos de qualidade para condução
de fluidos (classe reforçada).
Para diâmetros até 2½” (inclusive), os tubos deverão ser galvanizados e com conexões rosqueadas; para diâmetros
acima de 3” (inclusive), deverão ser em aço preto com conexões soldadas ou flangeadas; e para diâmetros acima de
12” (inclusive), serão aceitos tubos com costura, respeitadas as demais exigências mencionadas.
1.70.2
Conexões
Deverão ser de fabricação industrial, para os sistemas a serem aplicados.
As conexões rosqueadas serão produzidas em ferro maleável conforme a norma ASTM-A-197, zincadas, e deverão
suportar pressões máximas de trabalho conforme as normas DIN-2950/ISO-R49 e NBR-6943 (classe 10) ou ANSI-B16.3 e NBR-6925 (classe 20) .
Para solda de topo, as conexões serão produzidas em aço-carbono conforme a norma ASTM-A-234 - Extremidades
com chanfros para solda, fornecidas conforme dimensões padronizadas nas normas ANSI-B-16 e ABNT PB-157171.
1.70.3
Flanges
Serão de fabricação industrial, classificação “geralmente forjados ou fundidos” conforme disposto na NBR-9530 Flanges metálicos para tubulações, nos tipos relacionados a seguir.
Os flanges rosqueados serão em ferro maleável, conforme a norma ASTM-A-197, zincados, fornecidos de acordo
com a padronização ANSI-B-16.5 (classes 150 e 300) e ABNT PB-16/65 - Flanges com ferro maleável, com rosca.
Os flanges com pescoço serão forjados em aço-carbono conforme a norma ASTM A-181 (grau 1).
Os flanges cegos serão forjados em aço-carbono conforme a norma ASTM-A-181 (grau 1) e fornecidos de acordo
com a padronização ANSI-B-16.5 (classes 150 e 300).
1.70.4
Válvulas
Serão do tipo conceituado na NBR-10385 - Válvulas, fornecidas conforme descrito nos itens a seguir;
Nos diâmetros de ½” até 2½” (inclusive), para pressão até 0,7 MPa, deverão ter o corpo e castelo em bronze ASTMB-61, classe 125, haste não ascendente, castelo rosqueado, internos de bronze, extremidades para rosca BSP.
Nos diâmetros acima de 3” (inclusive), para pressão até 0,7 MPa, deverão ter o corpo e o castelo em ferro fundido
ASTM-A-126-GR, haste não ascendente, castelo aparafusado, internos de bronze, classe 125, extremidades com
flange de face lisa ANSI-B-16.1
Nos diâmetros de ½” até 1½” (inclusive), para pressão superior a 0,7 MPa, deverão ter o corpo e castelo em aço
forjado ASTM-A-105, classe 300, haste ascendente/rosca externa, castelo ligado por união, internos em aço
inoxidável, extremidades flangeadas (face de ressalto) ANS-B-16.5.
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Fls.
Rubrica
Nos diâmetros acima de 2” (inclusive), para pressão superior a 0,7 MPa, deverão ter corpo e castelo em aço fundido
ASTM-A-216, classe 300, haste ascendente/rosca externa, castelo aparafusado (junta confinada), internos em aço
inoxidável, extremidades flangeadas (face de ressalto) ANSI-B-16.5 ou para solda de topo ANSl-B-16.25.
1.71
ACESSÓRIOS
1.71.1
Amortecedores de Vibração
São elementos constituídos de fole de aço inoxidável com terminais soldados e conexões flangeadas. São utilizados
para eliminar a transmissão de vibrações às tubulações ligadas a bombas ou motores. Para pequenos diâmetros, ou
quando solicitado, serão fornecidos com tensores externos.
1.71.2
Juntas de expansão axiais
As de aço inoxidável são similares aos amortecedores de vibração, sendo porém o conjunto guiado internamente por
um cano rígido soldado num dos terminais. Além do amortecimento de vibrações, apresentam maior capacidade de
absorver dilatações axiais provocadas por variações de temperatura.
As juntas de borracha são construídas com elemento flexível de borracha sintética, com reforços internos de aço e tela
de material sintético, fixado a flanges de ferro fundido. Absorvem movimentos axiais, laterais e angulares, além de
amortecer vibrações mecânicas.
1.71.3
Juntas Dresser
Consistem em um cilindro, intermediário, dois flanges de aperto com parafusos de aço-carbono e anéis de vedação
elásticos em neoprene. São elementos de rápida e fácil união para tubos, com boa estanqueidade e absorção de
movimentos e vibrações.
1.71.4
Filtros “Y”
São acessórios constituídos por um corpo fundido em aço ou ferro, em formato de Y com elemento filtrante
removível fabricado em aço inoxidável perfurado. São utilizados para reter impurezas eventualmente existentes no
interior na tubulação.
1.71.5
Filtros Temporários
São filtros fabricados em chapa de aço-carbono com perfurações. São instalados entre par de flanges utilizados de
forma temporária para proteger equipamentos, sendo removidos após a partida das unidades.
1.71.6
Purgadores de Ar
Classe 150 psi, com rosca BSP. Serão utilizados em locais onde a rede hidráulica apresente configuração que
possibilite o aprisionamento de bolsões de ar.
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1.71.7
Fls.
Rubrica
Vedantes
São elementos usados para melhorar a estanqueidade em conexões rosqueadas de tubulações. São os seguintes os
tipos de vedantes:
1.71.8
•
Cânhamo (sisal-estopa) com zarcão;
•
Fita Vedadora de PTFE (teflon, fluon, etc.).
Acessórios para fixação de tubulações e equipamentos
O sistema de fixação a pólvora consiste na utilização de uma ferramenta especial (pistola), a qual aproveita a energia
gerada pela deflagração de cartuchos com pólvora (finca-pinos) para impulsionar o elemento de fixação (pino). Serão
utilizados pinos roscados de aço com acabamento zincado.
Chumbadores de expansão são elementos de fixação que, após introduzidos em furo efetuado no local de instalação,
são fixados pela expansão de uma peça cilíndrica (jaqueta ou presilha). A expansão é provocada pela ação de uma
peça cônica, tracionada pelo parafuso quando do aperto da porca. São fabricados em aço com acabamento zincado.
Podem ser utilizados chumbadores com parafuso, com prisioneiro de rosca externa ou autoperfurantes com rosca
interna, conforme a aplicação.
1.71.9
Instrumentos
Os manômetros e manovacuômetros serão do tipo bourdon, com caixa em aço estampado e tubo em latão repuxado,
soquete de latão laminado, dial em alumínio fosco protegido por vidro de 2 mm. com ponteiro balanceado pintado de
preto. Terão diâmetro mínimo de 100 mm e precisão mínima de 2%. As escalas de pressão serão selecionadas
conforme a aplicação, e deverão ser sempre preenchidas com glicerina.
Os termômetros serão do tipo capela com caixa em alumínio anodizado com formato em “V”, que protege o vidro
com graduações numéricas em graus centígrados gravadas em preto. O elemento sensor será mercúrio, com haste de
imersão em latão. O capilar será de vidro com baixo coeficiente de dilatação. A escala será selecionada conforme a
aplicação.
Isoladores de Vibração
Os calços serão constituídos por elastômero clorado com alta resiliência e baixa histerese.
Os amortecedores metálicos serão constituídos de elementos elásticos formados por almofadas resilientes montadas
em peças metálicas, ou constituídas por fio de aço especial, laminado, enrolado e prensado. O tipo de amortecedor
será escolhido conforme a aplicação.
1.72
ISOLAMENTO TÉRMICO
1.72.1
Dutos de Ar Condicionado
1.72.1.1
Materiais
Placas de poliestireno expandido auto-extinguível com espessura mínima de 20 mm e densidade de 20 kg/m³;
Placas de espuma rígida e poliestireno extrudada com película, com espessura de 25 mm e densidade de 32 kg/m³;
Mantas de lã-de-vidro devidamente revestidas para evitar arraste de fibras.
Adesivos
Para poliestireno, deverá usar cola à base de borracha sintética e resina.
1.72.2
Tubulações para Água Gelada
1.72.2.1
Material
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Fls.
Rubrica
Isolamento flexível em espuma elastomérica com estrutura celular fechada e espessura suficiente para evitar
condensação superficial.
1.72.2.2
Proteção mecânica
Chapa de alumínio lisa, com espessura adequada para a proteção mecânica do isolamento térmico e tubulação.
1.72.3
Tubulações para Refrigeração (Conforme ANEXO P2)
1.72.3.1
Linha de sucção
Isolamento flexível em espuma elastomérica com estrutura celular fechada, em toda a sua extensão.
1.72.3.2
Linha de líquido
Isolamento flexível em espuma elastomérica com estrutura celular fechada, somente onde há contato direto com os
raios solares.
1.72.3.3
Linha de descarga
Isolamento flexível em espuma elastomérica com estrutura celular fechada, somente nos trechos onde possa haver
contato humano.
1.73
DISPOSITIVOS DE CONTROLE
Os dispositivos de controle poderão ser do tipo mecânico, eletro-mecânico ou eletrônico, sendo a aplicação de cada
tipo definida para cada projeto. Os controladores pneumáticos, por serem de aplicação específica, somente serão
utilizados quando assim determinar a CAIXA.
A ação do controlador sobre o elemento final de controle poderá ser do tipo liga/desliga (on/off) ou gradual. Os
controladores de ação gradual poderão ser do tipo proporcional (P), proporcional-integral (PI), ou proporcionalintegral-derivativo (PID), conforme definido em projeto.
1.73.1
Termostatos
Os termostatos são os componentes que controlam o funcionamento dos condicionadores, em decorrência da
temperatura exigida para os ambientes condicionados, sendo normalmente abrigados por uma caixa plástica ou
metálica, com acabamento compatível para instalação aparente, onde obrigatoriamente os valores devem estar na
escala °C (graus Celsius).
Os termostatos serão utilizados para o controle do funcionamento de compressores em unidades tipo Self-Contained
ou Split, devendo atuar em dois estágios, um para cada compressor, quando for o caso. O elemento sensor será um
diafragma duplo com enchimento de gás ou vapor, ou termistor no caso de termostato eletrônico, instalado no vão de
retorno das casas de máquinas, salvo casos específicos. O contato será do tipo SPDT. O diferencial será fixo, sendo
de no máximo 2°C entre estágios, e de 1°C em cada estágio. Deverá possuir botão de ajuste do set-point com escala
de temperaturas em graus Celsius.
Os termostatos de ação gradual serão utilizados para o controle de válvulas ou dampers, geralmente em instalações
com Fan-Coils. Serão do tipo eletrônico, com sensor tipo termistor, sendo o sinal de saída uma tensão DC variável,
instalado no vão de retorno das casas de máquinas, salvo casos específicos. A ação deverá ser direta e inversa, para
permitir a atuação do atuador em 2 sentidos (abrir/fechar). O ajuste de temperatura deverá ser por meio de
potenciômetro interno com escala de temperaturas em graus Celsius.
Para outras aplicações, tais como controle de temperatura da água ou do ar em dutos, tubulações, etc., serão utilizados
termostatos com sensor remoto.
Será dada preferência para a utilização de termostatos eletrônicos com possibilidade de interligação a sistemas de
automação predial e que incorporem sensores de CO2 e atuação sobre registros de tomada de ar externo.
1.73.2
Umidostatos
257/490
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Fls.
Rubrica
São dispositivos para controle da umidade relativa de um ambiente, normalmente utilizados em salas de
equipamentos onde esta variável precisa situar-se dentro de parâmetros predeterminados. O elemento sensor será um
capacitor de capacitância variável. A faixa de operação será no mínimo de 20 a 80%, com precisão de 2%. Poderão
ser do tipo liga/desliga ou gradual, conforme projeto.
1.73.3
Atuadores
São dispositivos constituídos por um motor de corrente contínua, um circuito e um conjunto de engrenagens,
utilizados para o acionamento de válvulas, dampers etc. Podem ser de ação liga/desliga ou gradual, conforme a
aplicação. Para o acionamento de válvulas de 2 e 3 vias em Fan-Coils, serão sempre de ação gradual. Os componentes
do atuador serão montados em uma caixa fechada, metálica ou plástica. O ângulo de trabalho devera ser de no
mínimo 90°, com possibilidade de ajuste. O torque do motor deverá ser compatível com o esforço requerido no
acionamento.
1.73.4
Chaves de Fluxo ou Fluxostatos (Flow-Switch)
São dispositivos que monitoram a vazão de um fluido (água ou ar), enviando um sinal de presença de escoamento.
São compostas por uma palheta que fica imersa no escoamento e por um microinterruptor com contatos SFDT. Para a
instalação em tubulação de água, deverão possuir conexão com rosca BSP e palheta de material não corrosivo, com
dimensões de acordo com a tubulação. Deverão possuir parafuso para ajuste de sensibilidade.
1.73.5
Válvulas Pressostáticas /Termostáticas
São dispositivos que controlam a vazão de um fluido (refrigerante, água, ar) a partir da
informação de um sensor de pressão e/ou temperatura. São utilizados em sistemas com
condensação a água ou ar, regulando a vazão no condensador em função da pressão de
condensação ou temperatura do ar de descarga. Devem possuir parafuso externo para ajuste
fino da vazão.
1.73.6
Termostatos e Controladores para Sistemas Microprocessados
São dispositivos de controle eletrônico que asseguram uma atuação mais precisa dos equipamentos, com função de
racionalizar o consumo de energia e controlar com maior precisão a temperatura ambiente, controlar o nível de
manutenção e outros.
Especificações Orientativas para Execução de Obras de Infra-Estrutura do Sistema de Ar Condicionado
1.74
DISPOSIÇÕES GERAIS
A execução das instalações deverá atender ao contido nas especificações de projetos e tecnologia de materiais e
equipamentos integrantes deste manual, às prescrições dos fabricantes dos materiais e equipamentos, bem como às
especificações e detalhamentos dos projetos específicos.
1.74.1
Deverão ser atendidas as seguintes disposições
Execução dos serviços por pessoal credenciado pelo fabricante das unidades condicionadoras e/ou resfriadoras
selecionadas a serem fornecidas e instaladas.
Fornecimento de todos os materiais e equipamentos, mão-de-obra e supervisão técnica habilitada, em nível de
engenharia, necessários à instalação, colocação em funcionamento e regulagem dos equipamentos.
Fornecimento dos detalhes dos serviços que, embora eventualmente executados por terceiros, sejam pertinentes à
instalação.
Transporte horizontal e vertical, dentro e fora da obra, de todos os componentes das instalações.
Fornecimento dos equipamentos embalados de fábrica, sobre base especial para transporte (compatível com o peso e
o volume da carga), conforme especificações de projeto, novos e em perfeitas condições.
258/490
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Localização final dos equipamentos, procurando facilitar a eventual necessidade de transporte (entrada e saída) de
cada unidade e observando também os afastamentos periféricos mínimos recomendados pelos fabricantes para fins de
manutenção.
Todas as precauções e medidas de segurança visando a proteção material e operacional dos equipamentos, no seu
fornecimento, durante a instalação e até a entrega definitiva do sistema.
Nos casos de equipamentos de grandes dimensões, fornecimento de escadas e passadiços permanentes que permitam
acesso fácil e seguro aos postos em que haja tarefa a executar.
Atendimento à FISCALIZAÇÃO quando necessária vistoria dos equipamentos fornecidos, bem como providências a
seu cargo, ensaios de funcionamento, com o objetivo de se aferir o atendimento às especificações. Igual procedimento
deverá ser dispensado aos serviços executados “em campo” pelo instalador, tais como confecção de rede de dutos,
tubulações de cobre, malha hidráulica, etc.
Treinamento operacional de pessoal definido pela CAIXA, quando se tratar, sobretudo, de Centrais de Água Gelada.
Nos casos previstos, os condicionadores não devem ser remetidos à obra sem prévia fiscalização em fábrica por
engenheiro mecânico representante da CAIXA.
1.75
PROJETO DE EXECUÇÃO
O INSTALADOR deverá submeter, à prévia anuência da CAIXA, o projeto executivo da instalação, incluindo as
alterações porventura necessárias, bem como os detalhes construtivos do sistema, definindo:
•
Marcas, modelos, materiais e suas características técnicas, dimensões e pesos;
•
Dimensões e localização das bases dos equipamentos;
•
Encaminhamento e sustentação das redes de distribuição de ar, rede hidráulica,
circuito frigorífico remoto e rede elétrica;
•
Detalhes de aberturas para passagem de dutos, tubulações, ar de retorno, ar de
renovação e outros;
•
Detalhes de fechamento de sistemas zoneados, ambientes não condicionados,
recintos com odores/ gases/ gorduras, e outros;
•
Detalhes de montagem de grelhas, bocas de ar, venezianas e outros;
•
Posicionamento dos sensores de temperatura e umidade do ar;
•
Diagramas de força e esquemas de comando e sinalização, com discriminação
dos materiais, modelos, capacidades e características elétricas (potência, tensão,
amperagem).
A aposição ou não do “de acordo”, com ou sem ressalvas, no projeto de execução, após a apreciação do mesmo por
parte da CAIXA, não eximirá o INSTALADOR de suas responsabilidades técnicas e civis, nem tampouco alterará sua
obrigação quanto ao fornecimento dos equipamentos e materiais e quanto à execução de todos os serviços da
instalação completa.
O INSTALADOR deverá fornecer ao final da obra o as-built, que deverá ser aprovado pela CAIXA, mediante a sua
assinatura sob carimbo.
1.75.1
Redes Frigoríficas
1.75.1.1
Definição
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
É o conjunto de tubos, conexões e demais acessórios necessários e suficientes à circulação e controle de fluido
refrigerante entre os componentes de um mesmo ciclo.
1.75.1.2
Concepção das Linhas
Deverão atender ao projeto, às normas da ABNT, às instruções do fabricante e, em especial, as recomendações
descritas a seguir.
A linha de interligação entre os componentes do ciclo deverá ser a mais curta possível, devendo ser minimizado o
número de curvas do circuito.
Quando, por falta de opções, o projeto indicar instalação de unidade externa em poços de ventilação ou locais
“apertados” entre paredes, deverá ser maximizado o aproveitamento do ar disponível, por ocasião da montagem.
A linha de descarga do compressor será provida de sifão, de modo a evitar o retomo do condensado para o mesmo
após sua parada e prevenir a acumulação do óleo dentro da tubulação de descarga.
Deverá ser observada a correta inclinação das linhas na execução dos trechos horizontais evitando-se o emprego de
linhas embutidas.
1.75.1.3
Seleção dos Materiais das Linhas
Será procedida de acordo com as especificações do projeto e deste manual, em conformidade com as normas da
ABNT e, em especial, com o contido nos itens a seguir.
As conexões deverão ser compatíveis com os elementos a serem unidos (espessura, solda, especificação de pressão),
não se admitindo o uso de conexões fabricadas artesanalmente na obra.
As linhas deverão ser providas de elementos destinados a compensar efeitos físicos indesejáveis ao normal
funcionamento do sistema, decorrentes, dentre outras causas, da distância e/ou altura entre as unidades a interligar
(dilatação, vibração, fuga de óleo, retorno de líquido, umidade, etc.).
1.75.1.4
Junção dos Tubos, Conexões e Acessórios
As junções serão executadas por soldagem ou brasagem capilar, à base de prata (mínimo 15%) ou fósforo-cobre.
Deverá ser utilizada mão-de-obra especializada e com prática em tubulações de cobre munida de todo ferramental
necessário, adequado e em bom estado. Os serviços serão desenvolvidos com observância, durante todo o tempo, dos
aspectos de ordem e limpeza.
Os tubos deverão ser do mesmo diâmetro nominal dos elementos conectados, estar limpos e conexões igualmente
deverão estar limpas e isentas de cavidades, fendas e poros. A montagem dos acessórios deverá ser perfeitamente
executada, sem amassamento ou ovalizações.
A brasagem dos elementos deverá ser executada com fluxo de gás inerte (nitrogênio) por dentro dos mesmos,
evitando a formação de resíduos de oxidação (carepa) ou outras impurezas no circuito frigorífico.
Se não previsto no projeto de execução das linhas, não serão aceitas emendas de solda nas tubulações, nem conexões
desnecessárias, as quais aumentam a perda de carga no dispositivo.
É indispensável o procedimento de limpeza interna em toda a linha após as operações de solda, cuidando-se para que
não restem entupimentos parciais ou totais internamente nos tubos e conexões, bem como removendo-se impurezas,
fuligem e carepas de solda eventualmente restantes. A limpeza deve ser feita com material compatível com as
regulamentações ambientais e as recomendações dos fabricantes dos equipamentos, como por exemplo o R-141b,
substituto do R-11, na função de detergente.
Estando totalmente concluídas e limpas as linhas, deverá se proceder a pressurização das mesmas para detecção e
eliminação de eventuais vazamentos.
Antes da interligação das unidades que compõem o sistema, deverá ser procedida a perfeita evacuação (250 a 500
μmHg) das linhas com bomba de vácuo de alto rendimento aferida com vacuômetro.
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1.75.1.5
Fls.
Rubrica
Fixação e Apoio das Linhas
Nos trechos horizontais, as linhas serão suportadas por meio de apoios tipo “mão-francesa” singelos ou tipo “luvaguia”.
Nos trechos verticais, principalmente quando relativamente longos, serão aplicadas ancoragens tipo “luva-ponto-fixo”
(luva extra-linha, ou seja, não componente, soldada ao tubo). Os trechos longos serão compensados com juntas de
expansão (tipo fole). Neste caso, posicionam-se os apoios a partir dos parâmetros de dilatação característicos dos
componentes da linha e curva de pressão versus reação da junta (de expansão). Poderão também ser acrescidos, se
necessários, apoios tipo “luva-guia”.
Os referidos suportes deverão ser chumbados de modo firme nas posições calculadas para apoio. Na definição desses
pontos, terá importância a perfeita flexibilidade da linha para a movimentação devido à expansão térmica.
1.75.1.6
Isolamento Térmico
Deverá ser executado isolamento térmico nas linhas de sucção e de líquidos com espuma de borracha elastomérica.
A linha de descarga, quando sujeita a contatos acidentais ou submetida a temperaturas inadequadas ao rendimento do
sistema, será isolada como a linha de líquido.
Deverão ser deixadas folgas entre as calhas, a cada determinado trecho, de modo a formarem-se juntas de expansão,
as quais deverão ser preenchidas com massa isolante macia e elástica.
O isolamento só poderá ser aplicado após a pressurização das linhas e eliminação de eventuais vazamentos.
Interligações pré-fabricadas
Em unidades divididas até 30.000 Btu/h, será admitido o emprego de tubulações pré-fabricadas flexíveis com
isolamento térmico e carga de gás.
A instalação das linhas deverá seguir as recomendações do fabricante do equipamento, no que tange a bitolas,
fixações e conexões.
Informações complementares sobre os circuitos frigorígenos poderão ser obtidos no ANEXO P2.
1.75.2
Interligações Hidráulicas
1.75.2.1
Definição
É o conjunto de tubos, conexões e demais acessórios que compõem a rede de recirculação e controle de água, com
reposição entre componentes de um sistema aberto, semi-aberto ou fechado.
Detalhamento executivo do traçado e fixação das linhas
Deverá atender ao projeto, às normas da ABNT, ASTM, ANSI e DIN, às instruções dos fabricantes e, em especial, às
recomendações relacionadas a seguir.
1.75.2.2
Traçado
A linha de interligação entre os componentes do sistema deverá ser, sem prejuízo da qualidade técnica, a mais curta
possível.
Deverão ser previstas facilidade e acessibilidade para montagem, desmontagem, operação e manutenção
(espaçamento, acesso, posicionamento e segurança), com os equipamentos livres e com espaço para movimentação.
Os locais inseguros deverão ser providos de proteções ou plataformas de operação.
Alinhamento, nivelamento e prumo deverão estar corretos. Os desnivelamentos, quando tecnicamente necessários,
serão submetidos à aprovação da FISCALIZAÇÃO.
As derivações dos ramais aos troncos deverão ser feitas a 45° não se admitindo sangrias perpendiculares.
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Fls.
Rubrica
Nas deflexões das tubulações serão utilizadas conexões de fabricação industrial. Nas tubulações de sucção ou
recalque só será permitido o uso de curvas longas ou deflexões a 90º, não se tolerando o emprego de joelhos,
objetivando a redução de perdas.
Deverá ser dada preferência à colocação de derivações, válvulas, purgadores e cargas concentradas próximas aos
suportes. Na composição dos elementos da rede hidráulica deverá ser atentado para a compatibilização das
extremidades dos mesmos.
Deverá ser considerado o atendimento aos seguintes fatores:
1.75.2.3
•
Flexibilidade para atender às variações de temperatura do fluido;
•
Livre circulação para homens e máquinas (linhas aéreas ou junto às paredes);
•
Necessidade de drenagem ou purga de ar (ou outros gases);
•
Singularidade (não introduzir elementos, ou substituir/compor por outros que
aumentem desnecessariamente a perda de carga);
•
Posicionamento correto, livre e acessível dos equipamentos de inspeção e
manobra;
•
Elementos de inspeção, medição, controle e segurança corretos e visivelmente
posicionados;
•
Folgabilidade boa e suportação amortecida nas travessias de paredes e pisos;
•
Espaçamentos necessários aos isolamentos térmicos e pinturas.
Fixação
Os suportes deverão estar firmemente chumbados nos pontos de apoio. Os espaçamentos entre suportes serão
dimensionados de forma a não permitir deformações ou flexões das linhas, podendo o INSTALADOR adotar os
valores máximos constantes do ANEXO P2.
Os espaçamentos entre guias, apoios e ancoragens, no caso de juntas de dilatação, e a resistência longitudinal das
ancoragens deverão ser dimensionados a partir dos parâmetros de dilatação característicos dos componentes da linha
e curva de pressão “versus” reação da junta de expansão.
Os espaçamentos entre linhas e paredes (ou elementos do prédio) deverão ser otimizados de modo a possibilitarem
isolamento térmico, manutenção e pintura das linhas sem espaço excessivo que sobrecarregue os suportes, ou
comprometa a estética do conjunto.
Deverá ser prevista a instalação de suportes o mais próximos possível dos equipamentos, para não sobrecarregá-los
com esforços, bem como prever condições para o perfeito alinhamento/nível por ocasião da montagem.
A fixação de suportes (ancoragem, braço, guia, pendural) deverá ser prevista em elementos estruturais do prédio,
evitando ao máximo fazê-la em alvenaria. No caso de rede hidráulica de grande porte, deverá ser verificado se é
admissível o acréscimo de carga à estrutura do prédio.
Deverão ser utilizados os suportes indicados no ANEXO P2. Configurações diferentes das indicadas e que atendam às
prescrições contidas neste procedimento, mesmo que consideradas tecnicamente mais apropriadas, só poderão ser
adotadas sob aprovação formal da CAIXA.
Deverá ser prevista a introdução de juntas elásticas de neoprene e cambotas de madeira entre a linha e os elementos
de fixação, bem como amortecimento de parte das linhas na ocorrência de fenômenos físicos (impactos de partida e
parada, golpes de aríete e aceleração de líquidos).
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Fls.
Rubrica
Na definição do projeto dos suportes terão ainda os seguintes fatores:
1.75.2.4
•
Flexibilidade para a movimentação, devido à expansão térmica;
•
Resistência ao peso próprio da linha (tubo + fluido contido + isolamento + outras
cargas);
•
Possibilidade de ajustagem, isto é, colocação de suportes sem introdução de
esforços inadequados na linha;
•
Impossibilidade de apoio ou sustentação de uma linha em outra.
Seleção dos Materiais das Linhas
Será procedida de acordo com as especificações do projeto e deste manual, em conformidade com as normas da
ABNT, ASTM, DIN e, em especial, com o especificado a seguir.
Os tubos são destinados à condução de fluidos. As conexões deverão ser compatíveis com os elementos a serem
unidos (espessura, solda ou rosca, classe de pressão).
Os flanges serão compatíveis com os elementos a serem acoplados ou fechados (rosca, solda, classe de pressão). O
par flangeado será do tipo com ressalto (raised face) e será fixado por meio de parafusos, arruelas e porcas
padronizadas pela ABNT.
A vedação do conjunto se dará por junta padronizada pela ABNT, dura e resistente o suficiente para resistir aos
esforços exercidos pelos elementos de fixação, e deformável e elástica o suficiente para perfeita acomodação às
superfícies ou flanges. Será admitido o faceamento dos tipos plano (flat face) ou para junta do anel (ring type joint),
caso incompatíveis os flanges a unir, por força do selecionamento de válvulas ou acessórios.
As válvulas, dispositivos de ação sobre o fluxo do fluido (bloqueio, regulagem e controle), deverão ser compatíveis
com os elementos aos quais serão interligados (material, diâmetro, normas, rosca, flange, solda, classe de pressão).
As linhas deverão ser providas de elementos destinados a compensar efeitos físicos indesejáveis ao normal e durável
funcionamento do sistema, decorrentes, entre outros, da distância e/ou altura entre os componentes do sistema a
interligar, bem como provenientes de condições internas e externas ao sistema (dilatação, vibração, golpe de aríete,
cavitação, bolhas de ar, refluxo de líquido, entupimentos, etc.). Todos os acessórios deverão ser compatíveis com os
elementos aos quais serão interligados (normas, material, diâmetro, rosca, classe de pressão).
1.75.2.5
Observações
Todos os materiais fornecidos para as instalações hidráulicas deverão conter identificação indelével, com, no mínimo,
a marca do fabricante colocada ao lado do número da especificação técnica a que obedece. Não será admitido o uso
de conexões ou elementos fabricados artesanalmente.
De um modo geral, a classe das conexões e de outros dispositivos e elementos será determinada pela associação da
pressão e temperatura máxima de serviço, em função de suas dimensões e dos materiais de que foram produzidas.
1.75.2.6
Montagem
Deverá ser executada com mão-de-obra especializada e com prática em tubulações hidráulicas, munida de todo o
ferramental necessário, adequado e em bom estado. Os serviços serão desenvolvidos com observância, durante todo o
tempo, dos aspectos de ordem e limpeza. Além disso, os tubos e peças deverão ser cuidadosamente limpos antes de
montados, e se cuidará para que não caiam ou restem corpos estranhos dentro da linha.
A linha deverá apresentar bom aspecto de acabamento, com os trechos verticais no prumo e os horizontais em nível, a
menos que tecnicamente necessária a inclinação.
Deverá ser evitado aperto excessivo, desalinhamentos em geral, erros de ajuste e outros fatores que possam deixar a
tubulação sob tensão de montagem.
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Fls.
Rubrica
As entradas de todas as máquinas e componentes que necessitem de limpeza ou conserto freqüente deverão ser
providas de válvulas. Igualmente devem ser instalados flanges ou uniões nos troncos, bem como em todos os
elementos que possam exigir desmontagem. Nos pontos mais baixos, as linhas deverão ser providas de válvulas para
drenagem (limpeza, manutenção e conserto).
Os pontos de passagem das linhas através de elementos estruturais do prédio deverão ser lacrados e tomados com
tacos ou buchas antes da concretagem, com folgas suficientes para as dilatações e contratações para que não venham
a ocorrer infiltrações em paredes ou tetos.
1.75.2.7
Métodos
Ligações dos componentes
Para a ligação dos tubos, conexões, válvulas e acessórios serão utilizados roscas, uniões, flanges e soldas, de acordo
com o previsto nos projetos e normas. Para a estanqueidade dessas ligações serão aplicadas vedações.
1.75.2.8
Roscas
Deverão ser executadas roscas conforme normas e procedimentos a seguir, bem como as prescrições dos fabricantes
das conexões e acessórios a serem montados, de forma a se obterem rosqueamentos firmes, bem acabados e
estanques.
Serão executadas em tubos de diâmetros até 2 ½” (inclusive), com extremidades esquadradas a 90°, sem rebarbas, por
meio de tarraxas apropriadas para tubos, e protegidas por material anticorrosivo em toda a região cuja galvanização
foi rompida pelo processo de execução da rosca.
Para serviços de classe 10 (1 MPa), serão utilizadas roscas BSP (Whitworth-Gas) em conformidade com normas ISOR.7, PB-14/83 - Rosca para tubos onde a vedação é feita pela rosca-designação, dimensões e tolerâncias (NBR-6414)
e DIN-2999 (rosca interna paralela e rosca externa cônica).
Para serviços de Classe 20 (2 MPA), serão utilizadas roscas NPT em conformidade com norma ANSI/ASA-B.2.1
(rosca interna e externa cônicas).
Não devem ser aplicadas roscas com filetes quebrados, amassados, oxidados ou sujos, nem aquelas onde houve
diminuição demasiada das paredes do tubo. Não serão aceitos, também, enroscamentos onde houve aperto excessivo
para vedação.
1.75.2.9
Uniões
Serão executadas como os demais enroscamentos, atentando-se para o perfeito alinhamento dos tubos a unir, de modo
a evitar tensões de montagem e dificuldades de manutenção. Deve ser verificado, antes do fechamento do conjunto, se
o assento e o anel de bronze estão limpos e sem rebarbas.
1.75.2.10 Flanges
União executada de forma semelhante à de outras conexões, atentando-se para os assentos da junta quanto a sujeiras,
rebarbas, etc., procedendo-se ao encaixe correto da junta no flange com rebaixo, parafusos no flange com ressalto,
enroscando as porcas após a colocação das arruelas, apertando-as com chave, ajustando o conjunto com o aperto
progressivo e alternado dos parafusos.
1.75.2.11 Soldas
Serão executadas entre 2 peças metálicas, de modo que a fusão produzida forme com elas uma massa homogênea,
com resistência pelo menos equivalente à das próprias peças. O tipo a ser utilizado é a de tipo butt-welding; será
aplicada em tubulações com diâmetro acima de 3” (inclusive).
Deverão ser previamente definidas as técnicas e procedimentos de solda, bem como os soldadores e operadores de
máquina de soldagem mais adequados aos materiais e condições de serviço, em consonância com as prescrições e
qualificação da norma MB-262/62 - Qualificação de processos de soldagem, de soldadores e de operadores.
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Fls.
Rubrica
Os artífices mencionados, durante a execução dos serviços, deverão estar completamente protegidos pelos
Equipamentos de Proteção Individual específicos e outros recomendados pelas Normas de Segurança, de modo a se
prevenir e evitar os perigos inerentes a este tipo de trabalho.
Os tubos e demais acessórios a serem soldados deverão ter as extremidades previamente preparadas com chanfros
retos duplos em “V”, ângulo incluso de 75º, e raiz de solda dimensionada em função do tubo (espessura, diâmetro).
Para as características dos materiais e serviços definidos neste Procedimento, a espessura mínima de fresta será de
3mm e desalinhamento máximo entre as peças a soldar será de 1,6 mm, conforme preceituado na norma ANSI/ASAB.16.25.
Os acessórios (conexões) deverão ser fabricados industrialmente em aço-carbono ASTM-A-234, nas espessuras,
chanfros e resistência dos correspondentes tubos aos quais serão soldados, e nas dimensões padronizadas pela norma
ANSI / ASA-B.16.9.
Serão utilizados eletrodos adequados aos materiais, posição das soldas, tipo de equipamento de soldagem, da junta,
etc. atendendo às normas da ABNT, em especial às EB-79/62 - Eletrodos para soldagem elétrica de aços-carbono e
dos aços-liga e CB-178/88 - Eletrodos revestidos de aço-carbono para a soldagem a arco elétrico (NBR-10614), e
preferencialmente o tipo fortemente revestido.
Nos ponteamentos prévios das peças a serem soldadas, se os mesmos vierem a ser incorporados à solda, deverão ser
tomados todos os cuidados, no que diz respeito ao procedimento, eletrodo e soldados aqui especificados. Não se
admitirá, também, execução de soldas sob ação de agentes contaminantes (chuva, ventania, etc.).
Especial atenção e cuidado deverão ser tomados com relação à execução do primeiro cordão de solda na raiz, de
modo a evitar defeitos de penetração, fusão, ajuste e suas conseqüências.
Não serão aceitas soldas com cordões irregulares, excesso ou falta de solda, desnível das bordas, cavidades, falta de
penetração, inclusão de escória, fissuras, mordeduras, bolhas de gás, “pegamento” e outros defeitos de execução não
condizentes com a qualificação exigida para os profissionais executores.
Serão realizados inspeção visual dos serviços de solda, eventuais testes de ruptura e esmerilhamento (se necessário) e
teste hidrostático das linhas executadas. Caso detectadas imperfeições que denotem desqualificação dos artífices
executores dos serviços, serão exigidas do CONSTRUTOR, às suas expensas, outras inspeções usuais, em ordem
crescente da confiabilidade. Constatado o não atendimento às presentes prescrições, por parte do CONSTRUTOR, a
FISCALIZAÇÃO exigirá o refazimento total dos serviços, sem prejuízo dos materiais e sem ônus para a CAIXA.
1.75.2.12 Vedantes
Aplicados para unir e vedar dois elementos providos ou não de movimento relativo, atenderão às recomendações dos
fabricantes dos elementos vedantes e às normas da ABNT, principalmente as relacionadas a seguir:
•
NB-188/70 - Seleção, dimensionamento e montagem de juntas não metálicas em
flanges de tubos;
•
TB-40/70 - Materiais de vedação;
•
TB-60/69 - Terminologia e classificação de juntas e materiais para juntas material de vedação.
Os vedantes serão selecionados em função do fluido a ser conduzido, da facilidade de aplicação e do material do tubo,
de acordo com a E-IAC.18. - Seu dimensionamento será baseado nas normas referidas e na experiência adquirida com
o emprego de materiais nas condições de cada caso.
Será empregada toda a técnica necessária de montagem e aplicação do vedante adequado para obter-se uma instalação
segura, de boa estanqueidade dos circuitos hidráulicos, eficiente e confiável. Nas aplicações deverão ser observados
os seguintes procedimentos:
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Fls.
Rubrica
•
Peças que não estejam nas condições padrão de norma serão rejeitadas;
•
Limpeza ou lavagem apropriada das peças;
•
Aplicação dos elementos vedantes selecionados;
•
As voltas prescritas pelas normas e fabricantes deverão ser apertadas com
chaves apropriadas;
•
A aplicação dos vedantes sobre roscas internas das válvulas e acessórios deverá
ser evitada, para que eventuais transbordamentos de material vedante não
venham a obstruir as mesmas.
1.75.2.13 Sustentação
Para a fixação dos suportes e apoios, onde serão montadas as linhas, serão utilizados chumbadores, engates,
perfilados e tubulações.
Deverão ser executados todos os chumbadores necessários à perfeita fixação dos suportes e apoios das linhas,
suficientemente resistentes para sustentá-las, e aos seus esforços. Serão peças de aço embutidas no concreto dos
elementos estruturais do prédio. Respeitando o projeto e as normas da ABNT, deverão ser utilizados os tipos
relacionados nos itens a seguir.
Os chumbadores serão engastados no concreto por elementos de diversas formas, conforme padronizado pela norma
PB-177/82 - Chumbadores - dimensões e características mecânicas (NBR-10091).
Chumbadores de expansão são elementos penetrantes fixados no concreto por meio de expansão mecânica
progressiva interna (tipos UR, parabolt, bolsen, auto-perfurante, etc), conforme E-IAC.26.
Pinos de sustentação são elementos fixados à pólvora, conforme especificado neste manual. Nesta modalidade deverá
ser dispensada máxima atenção no que se refere ao manuseio da ferramenta de deflagração do fincapinos e à
segurança de pessoas localizadas no raio de ação da mesma. Deverá ser providenciada a evacuação das pessoas
situadas no pavimento ou atrás das paredes adjacentes a local onde estiver sendo executado o serviço, e para onde
será apontada a ferramenta.
As porcas dos chumbadores serão aproximadas e ajustadas até que todas as partes fiquem em estreito contato, e só
então serão apertadas.
1.75.2.14 Isolamento térmico
Todas as tubulações, conexões, flanges, válvulas e acessórios por onde são conduzidos fluidos gelados deverão ser
muito bem isolados, de modo que não haja perdas não desprezíveis de refrigeração, onerando a operação do sistema e
tornando-o menos eficiente. Tal isolamento só deverá ser aplicado após o teste e a pintura das linhas.
Nas superfícies de conformação não regular, os serviços de isolamento deverão ser executados com o máximo de
cuidado e esmero, de modo que não restem pontos fracos por onde possa penetrar a umidade, devendo ser adotados os
seguintes procedimentos:
Aplicação de argamassa isolante, armada com tela de arame, envolvendo todo o componente;
Aplicação de pedaços de calha pré-moldada, amarrados com arame e recobertos com argamassa isolante armada com
tela de arame.
Deverão ser deixadas folgas entre as calhas, a cada determinado trecho, de modo a formarem-se juntas de expansão,
as quais deverão ser preenchidas com massa isolante macia e elástica.
No ponto mais baixo da prumada deverá ser soldado anel de chapa ao tubo para sustentação do isolamento térmico.
1.75.3
Interligações Elétricas
266/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
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Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.75.3.1
Fls.
Rubrica
Definição
É o conjunto de quadros, dutos, conexões, caixas de passagem e demais acessórias destinados ao encaminhamento
dos condutores que estabelecerão as interligações dos circuitos elétricos de força, comando e sinalização dos
equipamentos que compõem os sistemas de ar condicionado, ventilação e aquecimento.
Execução das linhas
Deverão ser executadas de acordo com o projeto, sob estrita observância às normas da ABNT, notadamente a NB3/90 - Instalações elétricas de baixa tensão (NBR-5410), ao regulamento da concessionária de energia elétrica local,
às recomendações dos fabricantes dos equipamentos, às disposições contidas neste manual no que couber, e em
especial, ao seguinte.
A energia elétrica de alimentação dos equipamentos deverá ser de boa qualidade, estável e atender aos seguintes
requisitos:
•
Variação da tensão: não superior a 10%;
•
Desbalanceamento de tensão entre fases: não superior a 2%;
•
Desbalanceamento de corrente entre fases, a plena carga: não superior a 10%.
Sempre que possível, o encaminhamento das linhas deverão ser por meio de dutos aéreos metálicos junto às paredes,
de modo a permitir plenas condições de acesso para manutenção ou movimentação dos equipamentos e demais
componentes.
Seleção dos materiais das linhas
Será procedida de acordo com as especificações do projeto e deste manual, em conformidade com as normas da
ABNT e, em especial, com o disposto nos itens a seguir.
1.75.3.2
Eletrodutos
Destinados à enfiação dos condutores elétricos, deverão ser do tipo rígido e pesado, sendo metálico galvanizado nas
instalações aparentes e de PVC rosqueável quando embutidos em alvenaria ou concreto, com diâmetro mínimo de ¾”.
As ligações finais entre os eletrodutos rígidos e os equipamentos deverão ser executadas em eletrodutos metálicos
tipo (Seal Tube), com conectores apropriados de aço galvanizado e box de alumínio de liga resistente.
Os circuitos de Comando e Força deverão usar eletrodutos distintos.
As caixas de passagem deverão ser em alumínio fundido em liga resistente, à prova de tempo.
1.75.3.3
Quadros elétricos
Abrigarão componentes destinados ao comando, proteção e sinalização dos circuitos elétricos dos equipamentos.
Serão constituídos de gabinete metálico, do tipo armário, com grau de proteção IP 54, abertura total da porta a 180º,
barramento de distribuição em barras de cobre eletrolítico, inclusive terra, contendo todos os componentes
especificados no projeto e mais botoeiras de comando, lâmpadas de status, etiquetas de identificação em acrílico,
estojo para desenhos, etc.
1.75.3.4
Condutores
Serão de cobre eletrolítico, sendo que os fios e cabos terão isolamento termoplástico (cloreto de polivinila - PVC).
1.75.3.5
Elementos de ligação
Deverão ser utilizados como acessórios necessários à montagem, fixação e acabamento das linhas os seguintes
elementos: luvas, boxes, terminais, buchas, arruelas, braçadeiras, isoladores, suportes, parafusos, chumbadores.
1.75.3.6
Proteção e Segurança
267/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Quadro elétrico de comando das máquinas de ar condicionado deverá conter todos os elementos de intertravamento
do sistema, só permitindo a operação dos compressores após a entrada em operação do sistema de condensação
(bombas /torres e ventiladores dos condensadores).
Todas as carcaças de máquinas e motores, equipamentos, quadros elétricos e dutos de distribuição de ar deverão ser
perfeitamente aterrados.
1.75.4
Controles Automáticos
1.75.4.1
Definição
É o conjunto de sensores e atuadores que, interligados numa seqüência lógica, permitem que a instalação opere nas
condições projetadas. Serão fornecidos conforme o projeto e especificações deste manual.
1.75.4.2
Classificação
Nas instalações serão utilizados os sistemas eletromecânicos ou pneumáticos de controle automático. Os controles
deverão ser instalados segundo uma seqüência apropriada para manter o sistema operando nos parâmetros
estabelecidos no projeto.
1.75.4.3
Localização
Os sensores de temperatura, quando instalados nos ambientes, deverão ficar situados a uma altura de 1,50 a 2,00 m do
piso, em local que seja representativo do espaço a ser controlado, e onde possam ser prontamente afetados pelas
variações de temperatura média do ambiente.
Local escolhido deverá estar protegido de fontes de calor, da radiação solar ou de golpes de ar provenientes da
abertura de portas ou janelas.
Os termostatos de retorno deverão ser instalados no ponto de entrada do ar na casa de máquinas (vão de retorno),
atentando-se para a facilidade de acesso à regulagem.
As chaves de fluxo de água deverão ser instaladas num trecho horizontal da tubulação onde não haja derivações. Seja
observada antes e depois da chave de fluxo uma distância de, no mínimo, 5 vezes o diâmetro da linha, para os
cotovelos, orifícios ou válvulas.
1.75.4.4
Ligações
INSTALADOR deverá fornecer todos os materiais e executar as regulagens e interligações entre os sensores e
respectivos controladores, de forma a garantir, tanto o controle completamente automático das variáveis controladas
(temperatura, umidade, etc.), quanto o funcionamento eficiente das unidades condicionadoras e resfriadoras.
Quando não indicado no projeto, a bitola mínima para os cabos elétricos de interligação entre os sensores e atuadores
deverá ser de 1,5 mm2, devendo ser utilizados eletrodutos independentes para a passagem dos cabos. Quando a
alimentação for a corrente contínua, deverá ser mantido distanciamento mínimo de 75 mm das linhas em corrente
alternada.
1.75.5
Pintura
1.75.5.1
Aplicação
Serão aplicadas as tintas definidas no projeto, devendo ser utilizadas exclusivamente aquelas já preparadas de fábrica
e entregues com sua embalagem original intacta. Serão aplicadas às superfícies metálicas da instalação (dutos,
tubulações, bases, suportes, etc.)
1.75.5.2
Cores
Atenderão às padronizações da norma NB-54/80 - Emprego de cores fundamentais para tubulações industriais (NBR6493), em especial o contido na Tabela 2:
Tabela 2
Cor
Utilização
268/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Cor
Alumínio
Amarelo
Azul
Cinza escuro
Preto
Verde claro
Verde escuro
Fls.
Rubrica
Utilização
Gases liquefeitos
Gases não liquefeitos
Ar comprimido
Eletrodutos
Óleo combustível
Água industrial
Água potável
Os dutos aparentes, não isolados termicamente, receberão pintura de acabamento na cor definida nas especificações
do projeto.
1.75.5.3
Execução
Será executada conforme as normas da ABNT e as prescrições do fabricante da tinta. O processo de pintura será
executado em 3 etapas seqüenciais, quais sejam, preparo da superfície, aplicação de fundo (primer) e aplicação da
tinta de acabamento, conforme descrito a seguir.
A preparação da superfície será feita por intermédio de limpeza mecânica ou manual (escovas de aço, lixas, jatos de
areia, etc.), e desengraxamento por imersão ou por vapores de solventes.
A aplicação de fundo (primer) deverá ser de alta aderência, composto de resinas especiais (alquídica, vinílica ou
epóxi), com pigmentos de zinco (ativos ou não) inibidores de corrosão, do tipo galvite.
Finalizando, deverão ser dadas, pelo menos, 3 demãos de tinta para serem atingidos a espessura e acabamentos
necessários.
Os trabalhos de pintura em locais não convenientemente abrigados requerem procedimento de proteção contra poeira
até que as tintas sequem inteiramente e serão suspensas em tempo de umidade elevada.
Serão adotadas precauções especiais no sentido de evitar salpicaduras de tinta em superfícies não destinadas à pintura
(tijolo e concreto aparente, mármore, vidros, ferragens de esquadrias, etc.).
1.75.5.4
Medidas de segurança
Deverão ser adotadas medidas preventivas sempre que houver risco de explosão, por meio de ventilação adequada,
eliminando-se fontes de ignição, centelhas ou superfícies quentes, e conservando ao alcance extintor de incêndio (pó
químico ou CO2).
Deverão ser adotadas medidas de proteção sempre que houver riscos à saúde, por meio de ventilação suficiente no
ambiente e utilização de equipamentos de proteção individual adequados (máscaras, luvas, roupas especiais, etc.).
1.75.6
Testes e Ajustes
1.75.6.1
Preparação e limpeza
Concluídos os serviços de instalação das unidades e respectivas interligações, proceder, antes da partida inicial das
mesmas, ao especificado nos itens a seguir.
Todas as unidades e linhas de interligações com os respectivos componentes deverão ser submetidos a cuidadosa e
completa limpeza.
As unidades e peças eventualmente danificadas durante a execução da obra deverão ser perfeitamente reparadas,
retocadas ou mesmo substituídas a critério da FISCALIZAÇÃO.
Nas linhas hidráulicas deverá ser circulada água para a retirada de quaisquer impurezas oriundas do processo de
montagem. Os filtros de linha deverão ser limpos. O processo deverá ser repetido até que toda a água do sistema se
apresente limpa.
269/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Antes da limpeza, deverão ser retirados provisoriamente das linhas hidráulicas todos os componentes que possam ser
prejudicados por detritos diversos (ferrugem, salpico de solda, pontas de eletrodutos, rebarbas, restos de vedação,
etc.).
A rede de distribuição de ar deverá ser limpa internamente, com os ambientes desocupados. A limpeza deverá ser
feita com recirculação de ar e limpeza repetida de filtros de ar, com acionamento das resistências elétricas de
aquecimento, visando eliminação de odores.
Se esta limpeza não for satisfatória, deverá ser efetuada por firmas especializadas.
1.75.6.2
Verificação, Ensaios e Testes
Estando preparada e limpa a instalação, serão procedidas pelo INSTALADOR as verificações finais, partida, testes e
ajustes necessários, em especial, os relacionados a seguir.
As redes de distribuição de ar e água deverão ser ajustadas nas vazões de projeto; efetuar-se-á o balanceamento dessas
vazões pelos diversos ramais e bocais.
Deverá ser executado o balanceamento dinâmico de cada circuito frigorígeno das unidades, com elaboração de
Relatórios de Partida (check-list) onde deverão estar registradas todas as características dos equipamentos, condições
ambientais internas e externas e medições de todos os parâmetros operacionais dos mesmos.
Todos os dispositivos de acionamento e operação das unidades e demais componentes da instalação deverão ser
ajustados conforme projeto e recomendações dos fabricantes.
Como condição prévia e indispensável ao recebimento da instalação, a FISCALIZAÇÃO procederá a uma cuidadosa
verificação do equipamento fornecido e realizará rigorosos ensaios de funcionamento. Com o objetivo de constatar se
foram efetiva e exatamente fornecidos todos os itens das especificações. Nessa ocasião, o INSTALADOR deverá
portar todo o ferramental e instrumental necessários, devidamente aferidos.
1.76
RECEBIMENTOS
1.76.1
Recebimento Provisório
Cumpridas todas as etapas contratadas e estando a instalação em pleno funcionamento, será formalizado o
Recebimento Provisório da Obra, em documento de 3 vias. A partir dessa data se passará a contar o prazo de garantia
dos materiais, equipamentos e serviços fornecidos, desde que entregue diretamente à FISCALIZAÇAO a
documentação técnica da obra relacionada a seguir, conforme disposto também no Erro! Fonte de referência não
encontrada..
Originais do projeto de execução atualizado, contendo todas as eventuais modificações ocorridas durante a obra (as
built).
Certificado de garantia do INSTALADOR de que todos os materiais e mão-de-obra empregados são de primeira
qualidade, bem assim compromisso de correção de todos os defeitos não provenientes do uso normal da instalação e
dos equipamentos, os quais porventura sobrevenham durante o prazo de 1 ano a contar da data do Recebimento
Provisório.
Caderno de elementos técnicos fornecidos pelo INSTALADOR, em 2 vias, contendo:
•
Manual de operação e manutenção da instalação, catálogos técnicos e cópias
dos relatórios de partida dos equipamentos;
•
Jogo de desenhos contendo todos os diagramas elétricos de força e comando
dos equipamentos e controles;
•
Certificados de garantia dos fabricantes dos equipamentos da obra, em via
original, emitidos expressamente em nome da CAIXA.
270/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Toda a documentação deverá estar redigida na língua portuguesa.
1.76.2
Recebimento Definitivo
O termo de recebimento definitivo da instalação contratada será lavrado em até 90 dias após o Recebimento
Provisório referido no item anterior, também em 3 vias, e desde que tenham sido regularizadas todas as pendências
apontadas pela FISCALIZAÇAO em razão de defeitos ou imperfeições verificados em qualquer elemento das obras e
serviços contratados, bem como tenham sido solucionadas todas as reclamações porventura feitas quanto à falta de
pagamento a empregados, fornecedores de materiais e prestadores de serviços usados na instalação. Modelo para o
referido documento encontra-se disposto no Erro! Fonte de referência não encontrada..
QUALIDADE DO AR INTERIOR – IAQ
1.77
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Com o objetivo de proporcionar um ambiente interno climatizado saudável, a CAIXA estabelece diretrizes técnicas
de materiais e serviços a partir da elaboração do projeto de climatização até a operação do sistema e a sua
manutenção.
A Portaria 3523/98:
•
Obriga a existência de manutenção regular para ambientes com capacidade
frigorífica acima de 5 TR e com Responsável Técnico;
•
Estabelece o uso do PMOC – Plano de Manutenção, Operação e Controle.
•
Não cumprimento - penalidades previstas na Lei de Infração Sanitária (original
6437/77):
o Intervenção do estabelecimento;
o Multa de até R$ 200.000,00 (1998), dobrando em caso de reincidência.
A Resolução RE 09/2003 – ANVISA:
•
Orientação técnica, que complementa e detalha os procedimentos da Portaria;
•
Estabelece análise físico-química e microbiológica do ar e número mínimo de
amostras por área;
•
Descreve as possíveis fontes poluentes nos ambientes climatizados:
o Biológicos (fungos e bactérias);
o Químicos (CO2, O3 e outros);
Padrões referenciais estabelecidos pela Resolução:
•
Valor máximo de contaminação por fungos (ufc – unidades formadoras de
colônia):
o absoluto: 750 ufc/m3
o relativo: ar interno < 1,5 ar externo
•
Inaceitável:
o Presença de fungos patogênicos e bactérias (Legionella)
271/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
•
Fls.
Rubrica
Valores máximos para contaminação química:
o 1.000 ppm de CO2
o 80 mg/m³ de aerodispersóides (poeira em suspensão)
•
Faixa recomendável da temperatura interna:
o Verão: 23 °C – 26 °C e UR 40% - 65%
o Inverno: 20 °C – 22 °C e UR 35% - 65%
•
Taxa mínima de renovação de ar:
o 27 m³/h/pessoa (para área escritórios)
o 17 m³/h/pessoa (para área de público - alta rotatividade)
1.78
DEFINIÇÕES E PROCEDIMENTOS
O Caderno de Orientações Técnicas e seus anexos tem por finalidade principal, orientar quanto aos procedimentos
necessários a ser adotados na avaliação da qualidade do ar de ambientes interiores climatizados.
1.78.1
Definição das Fontes de Contaminação
•
Primária: casas de máquinas e condicionadores;
•
Secundária: dutos de insuflação e bocas de ar;
•
Terciária: ambientes climatizados.
1.78.2
Procedimentos Necessários
1.78.2.1
Fonte Primária:
1.78.2.2
•
Limpeza ou troca dos filtros de ar com freqüência;
•
Limpeza das casas de máquinas e condicionadores;
•
Não usar material acústico nas paredes (Sonex tradicional, lã-de-vidro);
•
Não usar a casa de máquinas para depósito/almoxarifado;
•
Prever boa iluminação;
•
Eliminar retenção de água (bandejas e pisos);
Fonte Secundária:
•
1.78.2.3
1.78.3
Não usar materiais acústicos no interior dos dutos (Ex: Bidim);
Fonte Terciária:
•
Evitar vasos de plantas naturais/terra exposta;
•
Proibir o fumo nos ambientes;
•
Evitar limpeza de carpetes com vassouras/ar condicionado ligado.
Outras Considerações:
•
Contratação desvinculada dos serviços de manutenção;
272/490
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PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.78.4
1.79
Fls.
Rubrica
•
Período previsto: a cada 6 meses;
•
Fornecimento de laudo técnico, constando as medições e recomendações para
regularização;
•
Regularização, exceto limpeza interna de dutos: a cargo da mantenedora do
sistema de climatização;
•
Se comprovada a necessidade de limpeza de dutos, por meio de avaliação
objetiva (pesquisa da fonte poluente e análise laboratorial) a contratação será
realizada à parte (fora dos contratos de qualidade do ar e também de
manutenção).
Edital Específico:
•
Abrange várias superintendências regionais (SRs), em vista dos serviços serem
semestrais.
•
Em conformidade com RE09/2003 e Portaria 3.523/1998
•
Análise microbiológica e físico-química do ar dos sistemas
•
Outros serviços relacionados à IAQ (medições, inspeções visuais, auditorias).
ORIENTAÇÕES DE PROJETO
Para assegurar condições adequadas de qualidade do ar dos ambientes climatizados a partir do projeto, as principais
diretrizes técnicas são:
•
Casa de máquinas com paredes e pisos lisos e claros, boa iluminação, pontos de
água e tomada elétrica para propiciar todas as condições para uma manutenção
e limpeza adequadas;
•
Vetado o uso de isolamento acústico comum que permita a absorção de poeiras,
tais como espumas, lã-de-vidro, poliestireno extrudado, sendo recomendado o
uso de espumas especiais com filme plástico (para revestimento de casa de
máquinas)
O interior dos dutos não poderá receber material acústico, referência Bidim, pela sua capacidade de absorver também
poeira e umidade.
O revestimento termoacústico interno do gabinete dos condicionadores, na parte por onde percorre o ar que atenderá
aos ambientes climatizados, também não poderá receber os materiais acima elencados, sendo recomendada espuma
elastomérica.
273/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Conforme Portaria 3.523/98, as casas de máquinas não podem ser utilizadas para outros fins, tais como guarda de
materiais diversos, pois deve ser exclusiva para a mistura do ar para atendimento aos ambientes climatizados. Para
garantia dessa condição, a CAIXA desenvolveu a sinalização interna para afixação em cada porta das casas de
máquinas, conforme modelo abaixo:
Sinalização Interna: placa obrigatória para afixação nas portas das casas de máquinas
A SUSTENTABILIDADE APLICADA NA ENGENHARIA DE AR-CONDICIONADO
1.80
CONSIDERAÇÕES GERAIS
Os sistemas de ar-condicionado são vinculados às questões ambientais pelos fatores de consumo de energia e água e
os fluidos refrigerantes utilizados para o processo de retirada de calor, quando se pretende resfriamento ou
fornecimento de calor, no caso de aquecimento.
São os maiores consumidores de energia elétrica de um prédio, representando entre 50% a 60% do total das cargas
elétricas instaladas.
São responsáveis ainda por um elevado consumo de água, em função da solução adotada para a configuração do
sistema, no caso, com condensação a água, o que pode resultar anualmente em uma perda de cerca de 700 litros de
água limpa para cada m² da edificação.
Deve ser levado em conta ainda o consumo de energia resultante do tratamento físico-químico da água e o seu
bombeamento até o reservatório de um prédio.
Os tipos de fluidos refrigerantes normalmente utilizados pelo mercado podem ter um grau de influência maior ou
menor no que diz respeito à destruição da camada de ozônio e à contribuição do efeito estufa.
Desse modo, as orientações técnicas necessárias para melhorar a eficiência energética, evitar o consumo de água e os
tipos de refrigerantes que agridem a camada de ozônio estão contidas nas Diretrizes Técnicas de Projetos de
Climatização - DTPC.
274/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
1.80.1
Fls.
Rubrica
Redução do Consumo de Energia Elétrica
Os padrões técnicos para aplicação nas instalações atuais e futuras, anexos, assim como o edital de manutenção
vigente, estabelecem diretrizes com o objetivo de se alcançar economia com a energia elétrica.
Cabe destacar a exigência do uso de compressores rotativos, para aparelhos menores, e scroll e parafuso, para
condicionadores de maior porte, sendo proibidos os compressores alternativos.
Para sistemas centrais, é obrigatória a adesão à Regulamentação de Eficiência Energética para Etiquetagem, de modo
a se alcançar a classificação “A”, assim definida no referido documento.
Para o sistema de registro de preços, uma das especificações dos condicionadores tipo Minisplit é feita à exigência de
ser provido de selo Procel (classificação “A”).
Procedimentos gerais para racionalização do uso de energia elétrica em sistemas de ar condicionado encontram-se
relacionados neste capítulo, classificados de acordo com os prazos necessários para implantação das medidas.
1.80.2
Eliminação do Consumo de Água
Os projetos de climatização, salvo casos específicos, devem prever sempre sistemas configurados com condensação a
ar.
Os sistemas existentes com condensação a água deverão ser substituídos gradativamente por sistemas com
condensação a ar.
Um sistema de climatização com condensação a água perde para a atmosfera cerca de 1% do seu volume circulante,
por hora, o que representa cerca de 5 litros/hora/TR (toneladas de refrigeração; capacidade frigorífica unitária de um
condicionador).
Em valores absolutos, tomando como exemplo um sistema de porte médio de 100 TR, em funcionamento por 10
horas/dia, é previsto um gasto médio diário de aproximadamente 5.000 litros de água, tratada e bombeada desde o seu
manancial, o que equivale a cerca de 100.000 litros por mês.
1.80.3
Eliminação de Gases Refrigerantes Tipo SDO
É proibido o uso de refrigerantes SDO – Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio (CFCs e HCFCs) em
projetos novos de grande porte, sendo aceitos somente aqueles à base de HFC – Hidro-Flúor-Carbono, livres de cloro
na sua fórmula, por ser o elemento químico responsável pelo ataque à camada de ozônio.
O uso do HCFC (R-22) - que é também um SDO, mas significativamente com menor poder de destruição da camada,
ainda é aceito atualmente para sistemas menores de expansão direta (Selfs, Splits, Minisplits, ACJs), porém com
restrições, em função de indisponibilidade no mercado de HFCs para todos os tipos e capacidades desses
condicionadores.
As orientações no edital/contrato de manutenção para o recolhimento dos refrigerantes, ao invés de lançá-los na
atmosfera, assim como a não utilização de CFCs (R-11) para limpeza dos circuitos frigoríficos devem ser
prontamente atendidas.
Deve ser ressaltado que os HFCs não atacam a camada de ozônio, no entanto, contribuem negativamente e da mesma
forma que os demais refrigerantes halogenados para o denominado efeito estufa, donde se conclui que este
refrigerante ainda não é o ideal com relação ao aspecto ecológico.
Programa de Racionalização do uso de Energia Elétrica
275/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Relação de consumo entre os motores de condicionador típico com condensação a ar.
1.81
PROCEDIMENTOS GERAIS
INSTALAÇÕES DA CAIXA
1.81.1
Ações Imediatas
PARA
IMPLANTAÇÃO
DE
AÇÕES
NAS
Estabelecimento de horário de funcionamento da climatização para as agências de meia hora antes do expediente
externo e uma hora após o seu término e das 9h até 17h30 para as unidades da área meio.
É admitido o uso apenas da ventilação do equipamento antes e depois dos horários acima estabelecidos, devendo usála durante o expediente sempre que possível.
Conscientização dos usuários quanto a serem mantidas fechadas as portas e janelas que dêem para áreas externas ou
não climatizadas.
Ajuste dos termostatos para garantir uma temperatura dos ambientes climatizados em 24°C, no mínimo, sendo que
nos ambientes de auto-atendimento esta temperatura poderá estar entre 26°C e 27°C e não há necessidade de tomada
de ar exterior.
Desligar os condicionadores que atendem ambientes de uso esporádico como arquivos, almoxarifados, salas de
reunião, etc.
Não manter climatizados ambientes como copa e corredor.
Retirar móveis e outros objetos que possam impedir a circulação do ar de insuflação e retorno ao equipamento.
No inverno, em regiões com baixas temperaturas, evitar o uso do ar condicionado, promovendo a abertura das janelas
para ventilação natural.
1.81.2
Ações no Curto Prazo (até 6 meses)
Contratação de manutenção periódica e regular para o ar-condicionado, de acordo com os padrões estabelecidos pela
CAIXA, de modo a garantir:
•
As condições termodinâmicas dentro dos parâmetros ideais estabelecidos pelo
fabricante;
276/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
•
A correção imediata de vazamentos de refrigerante nos circuitos;
•
A limpeza mensal dos filtros de ar;
•
A limpeza periódica das serpentinas evaporadoras e condensadoras;
•
O ajuste da tensão ou troca das correias, sendo a do tipo dentada mais eficiente;
•
O controle periódico das vazões de ar exterior, devendo ser ajustada para cerca
de 27m³/h/pessoa;
•
A eliminação de infiltrações indevidas de ar nas casas de máquinas, advindas de
frestas nas esquadrias (portas e janelas), tomadas de ar exterior, furos em lajes e
paredes para eletrodutos e tubos de cobre, etc., bem como nos equipamentos;
•
A redução de perdas de ar insuflado através da rede de dutos de distribuição,
sobretudo no entreforro.
•
O perfeito isolamento térmico das tubulações frigoríficas (linhas de sucção e
líquido - esta última somente quando em contato direto com o sol), rede de dutos
de insuflação, quando não aparentes, interior dos gabinetes dos condicionadores,
tubulações de água gelada e demais componentes, cujas superfícies não devem
receber calor.
•
Tratamento químico preventivo e corretivo, quando necessário, da água de
condensação, ou varetamento, minimizando a formação de incrustações no
interior dos tubos dos condensadores.
•
A regulagem correta dos termostatos das torres no patamar estabelecido pelo
fabricante.
Além da rotina normal de manutenção, as mantenedoras deverão efetuar mensalmente inspeção e registrar as
ocorrências de irregularidades, em todos os aspectos relacionados ao controle do consumo aqui abordados (portas e
janelas abertas, obstruções, etc.) e outros peculiares de cada unidade CAIXA.
A referida contratação de manutenção ocorre por meio de edital específico, o qual, em seu Anexo I – Termo de
Referência, apresenta as principais exigências:
•
Que a mantenedora tenha cadastro técnico no IBAMA, para fins de levantamento
por aquele órgão da quantidade de refrigerante utilizada;
•
Que a limpeza interna das tubulações frigoríficas não sejam realizadas com o
CFC-11, grande destruidor da camada de ozônio, mas sim por meio do HCFC
121b;
Instalação de películas refletoras de proteção solar em todos os vidros das esquadrias que recebem diretamente a luz
do sol, salvo aqueles ambientes vetados pela Segurança da CAIXA, como é o caso do auto-atendimento.
Instalação de persianas verticais nos moldes acima citados.
1.81.3
Ações no Médio Prazo (até 12 meses)
277/490
Proc. 7066.01.3137.0/2014
PREGÃO ELETRÔNICO Nº. 132/7066-2014 – GILOG/BR
Manutenção Predial Matriz I, II e III
Fls.
Rubrica
Dotar todos os condicionadores de unidades de médio/grande porte (acima de 30 TR) com termostatos eletrônicos
programáveis, cujas funções principais são a de otimizar o funcionamento daquele equipamento e controlar o período
de funcionamento diário preestabelecido.
Instalação de sensores de CO2 para o seu monitoramento no interior do ambiente climatizado, a serem interligados
posteriormente aos registros da tomada de ar exterior para o controle da sua vazão (entrada de ar quente).
Substituição de compressores alternativos por scroll, quando possível, nos condicionadores tipo Self-Contained e
Splits, sempre que o primeiro apresentar danos elétricos ou mecânicos irreversíveis.
1.81.4
Ações de Longo Prazo (após 12 meses)
Interligar o sistema de climatização aos demais sistemas do prédio, visando a implantação de automação predial nas
unidades apropriadas.
Os sistemas antigos de expansão indireta (água gelada) deverão ser modernizados, procedendo à substituição dos
principais componentes elencados abaixo:
•
Centrais de água gelada com compressores alternativos e válvulas de expansão
termostática convencional para uma configuração de compressores rotativos
(parafuso) e válvulas eletrônicas.
•
Circuito único de água gelada e válvulas de 3 vias por circuito primário e
secundário e válvulas de 2 vias, permitindo assim a instalação de inversores de
freqüência nas bombas.
•
Quadros de controle
microprocessados.
eletromecânico
por
eletrônico,
com
controles
Na concepção dos projetos arquitetônicos, no que se refere ao ganho indesejado de calor para o interior dos prédios,
são recomendadas as orientações abaixo:
•
Nas lajes de cobertura utilizar material isolante térmico com cerca de 25 mm de
espessura, fabricado em poliestireno extrudado com boa resistência à água e
mecânica.
•
No caso de edificação nova deve ser observada a melhor orientação solar para
as fachadas, evitando-se a leste-oeste, de modo a minimizar o efeito da radiação
solar no interior dos ambientes.
•
A cor da pintura externa das paredes deve ser sempre na tonalidade branca.
•
Reduzir a área de janelas envidraçadas, inclusive nos espaços reservados às
casas de máquinas.
•
Prever brises, preferencialmente móveis, nas fachadas que recebem insolação.
Na concepção de projetos de climatização, prever os seguintes elementos/configurações, que apresentam melhor
desempenho:
Para os Selfs e Splits especificar sempre compressores rotativos (scroll), sendo proibidos os do tipo alternativo.
Os Selfs com condensador remoto devem ser preferidos, ao contrário do tipo incorporado.
Para uma carga térmica acima de 15 TR optar pelo sistema unitário, ao invés de condicionadores individuais.
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Quando viável, optar por condicionadores de maior capacidade, embora sempre com dois circuitos, ao invés de um
maior número de equipamentos com menor potência frigorífica.
Os condensadores remotos com ventiladores do tipo axial devem ser preferidos, quando comparados com os
centrífugos, salvo se houver necessidade de desvio da descarga do ar quente.
Preferir a instalação de condensadores em locais que possam viabilizar a sua proteção de incidência direta dos raios
solares.
Além do atendimento por meio da climatização principal, ambientes como os de Retaguarda, Salas Técnicas e de
Auto-atendimento, cujas características de funcionamento extrapolam a do expediente normal da agência ou
escritório, devem possuir condicionadores individuais para uso após o desligamento do sistema principal.
Em projetos de centrais de água gelada, utilizar as características técnicas constantes das Diretrizes Técnicas de
Projeto, já que um dos focos principais é a maior eficiência energética.
No cálculo da carga térmica efetuado criteriosamente não considerar fator de segurança e a demanda de pico para
dimensionamento do sistema.
Utilizar ventiladores com motor de alto rendimento.
Prever isolamento térmico de boa qualidade para os circuitos da linha de sucção, em toda a sua extensão, e aplicação
nas linhas de líquido somente nos locais de incidência direta dos raios solares.
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GLOSSÁRIO
Termo
Atuador
do
Capacidade
Descrição
Controle
de Dispositivo que responde a variações na pressão de sucção e desloca um fluido
sob pressão para um cilindro de deslocamento linear que carrega ou descarrega os
cilindros do compressor.
Bobina de Contator
A parte de um contator magnético que quando energizada magnetiza um
eletroímã provocando o fechamento de seus contatos.
Bomba de Vácuo
Bomba destinada a produzir vácuo em um sistema fechado.
BTU – Unidade de Calor Inglesa A quantidade de calor requerida para elevar de um grau Fahrenheit a temperatura
de uma libra de água em sua máxima densidade.
(British Termal Unit)
Bulbo Remoto
Ampola metálica que se comunica através de um tubo capilar a um dispositivo a
que se queira transmitir um sinal de temperatura traduzido em pressão.
By-Pass
Qualquer desvio existente como caminho opcional para a passagem de um fluido
em um sistema de condutores.
Cabeçote de Cilindro
A parte superior ou tampa do cilindro.
Capacitor
condensador elétrico usado em alguns motores elétricos de potência fracionária
de HP para aumentar o conjugado de partida. Usado também para correção de
fator de potência.
Uma quantidade de fluido a ser introduzida em um sistema fechado, como o
refrigerante em um sistema de refrigeração, ou o óleo no cárter de um
compressor.
A quantidade total de refrigerante requerida por um sistema para correta
operação.
A quantidade de gás introduzida no sistema para teste de vazamento.
Carga
Carga de Operação
Carga de Teste
Casco e Tubo (shell and tube)
Termo usado para designar um condensador a água construído com um feixe de
tubos envolvidos por uma carcaça.
Celsius ou Centígrada
Escala de temperatura onde 0 (zero) graus representa o ponto de congelamento da
água e 100 graus seu ponto de ebulição.
Chave Magnética
Dispositivo eletromecânico usado geralmente para conectar ou desconectar
equipamentos elétricos, quando em carga, da sua linha de alimentação. Constituise de um grupo de contatos que são abertos ou fechados pela ação de uma bobina
eletromagnética contra a ação de uma mola, que retoma o conjunto a posição
original quando a bobina é desenergizada.
Chave elétrica destinada a isolar parte do sistema quando necessário. Dotada de
fusíveis para proteção do equipamento.
Chave Seccionadora
Ciclo
Seqüência de operações ou funções.
Ciclo, Controle
Seqüência de operações automatizadas com o fim de manter determinadas
condições em todos os tempos.
Ciclo de Refrigeração
Conjunto repetitivo de transformações pelas quais passa um refrigerante para se
obter a refrigeração.
Cilindro
Câmara em um compressor alternativo onde o pistão é impelido pelo virabrequim
para comprimir o gás refrigerante.
Cilindro Hidráulico
Parte do mecanismo que é usado no atuador de controle de capacidade dos
compressores Trane.
Circuito Elétrico de Controle
Diagrama elétrico mostrando como os vários componentes do controle são
conectados para uma operação adequada.
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Termo
Descrição
Circuito de Refrigeração
Curso seguido pelo refrigerante ao passar pelo evaporador, compressor,
condensador e de volta ao evaporador.
Cogeração (Sistema de)
Sistema que produz energia elétrica e térmica a partir de um combustível (gás
natural, óleo Diesel, etc.). Esta energia térmica pode ser aproveitada como
insumo energético para instalações de ar condicionado central com unidades
resfriadoras de líquido por absorção.
Dispositivo para distribuir o gás de sucção igualmente de uma linha de sucção
comum, para vários compressores em paralelo.
Coletor de Sucção
Máquina projetada para bombear gás de uma região de baixa pressão para uma
região de alta pressão.
Compressor
Compressor
Recíproco
ou Compressor que imprime movimento e pressão a um gás por meio de cilindros de
movimento alternativo. É uma máquina de deslocamento positivo.
Alternativo
Compressor Centrífugo
Compressor que imprime movimento e pressão a um gás por meio de rotores de
alta velocidade. Não é máquina de deslocamento positivo.
Compressor Hermético
Compressor alternativo e respectivo motor acoplados dentro de uma carcaça de
aço soldada.
Compressor Semi-Hermético
Compressor e respectivo motor acoplados dentro de uma carcaça fundida em uma
só peça. Essa carcaça dispõe de várias aberturas aparafusadas permitindo o acesso
às partes internas do compressor.
Compressor Rotativo
Compressor que imprime movimento e pressão a um gás por meio de um
impulsor rotativo.
Passar do estado gasoso para o líquido.
Condensar
Trocador de calor para remover calor de um gás refrigerante, por meio de troca
térmica com o ar externo. Pode ser incorporado numa única unidade com o resto
do sistema (condensador incorporado) ou montado remotamente (condensador
remoto).
Condensador projetado para remover calor de um gás, utilizando o efeito de
evaporação de água.
Condensador Resfriado a Ar
Condensador Evaporativo
Condensador Resfriado a Água
Condensador projetado para remover calor de um gás, transferindo-o para a água
que flui pelo condensador.
Conjugado de Partida
O torque desenvolvido por um motor na partida.
Contato Auxiliar
Contato auxiliar de que são dotadas as chaves magnéticas (contatores),
destinando-se a fazer os intertravamentos de diversos componentes de um circuito
elétrico. Podem abrir (normalmente fechado) ou fechar (normalmente aberto)
quando a bobina do contator é acionada.
of Índice para avaliação do desempenho de sistemas de refrigeração e ar
condicionado, definido pela capacidade de refrigeração em kW dividida pelo
consumo de energia em kW.
Peso por unidade de volume de uma substância.
COP
(Coefficient
Performance)
Densidade
Gás saindo do compressor.
Descarga de Gás
Deslocamento
Compressor
Desumidificador
de
um Volume arrastado pelos pistões ou rotores de um compressor alternativo ou
centrífugo. Usualmente medido em metros cúbicos (m3) a um definido número de
rotações por minuto.
Dispositivo contendo substância higroscópica com fim de remover umidade.
EER (Energy Efficiency Ratio)
Índice para avaliação do desempenho de sistemas de refrigeração e ar
condicionado, definido pela capacidade de refrigeração em TR (toneladas de
refrigeração) dividida pelo consumo de energia em kW.
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Termo
Descrição
Eficiência Global
A razão obtida dividindo-se a potência teórica requerida pela potência efetiva
requerida.
Palhetas fixas com o fim de reter pequenas gotas de água contidas na corrente de
ar.
Tubo entre duas ou mais partes de equipamentos com o fim de manter iguais as
pressões entre elas.
Eliminador de Gotas
Equalizador
Evaporação
Processo de conversão de líquido em vapor.
Evaporador
Dispositivo no qual um refrigerante é evaporado pela absorção de calor do meio
circundante.
Evaporador no qual o meio é resfriado pelo contato direto com o evaporador.
Evaporador, Expansão Direta
Evaporador, Expansão Seca
Evaporador projetado para evaporar o refrigerante tão rapidamente quanto seja
alimentado pela válvula de expansão.
Evaporador, Inundado
Evaporador projetado para conter uma quantidade definida de refrigerante líquido
a qualquer tempo.
Fahrenheit
Escala de temperatura onde 32 graus e 212 graus são, respectivamente, os pontos
de congelamento e de ebulição da água sob condições atmosféricas padrão.
Geralmente usada com outras unidades do sistema inglês. Para converter para
graus Celsius utilizar a seguinte fórmula:
TºC =
5
( TºF − 32 )
9
Fluido
Fator que determina perdas na transferência de calor, devidas ao depósito de
substâncias estranhas nas paredes do tubo de condensadores ou resfriadores no
lado da água.
Qualquer dispositivo utilizado para remover pós e/ou outros aerossóis do ar.
Filtro de Óleo - Dispositivo para retenção de partículas sólidas em suspensão no
óleo.
Toda substância que, em seu estado normal, é líquido ou gás.
Fusível
Dispositivo de segurança com liga metálica de baixo ponto de fusão.
Gás
Uma das fases de uma substância pura.
Gás Não Condensável
Gás combinado com refrigerante e que não pode ser condensado a temperaturas
próximas à de condensação do refrigerante.
Indicador de Nível
Dispositivo montado em um recipiente para indicar o nível interno.
Linha de Descarga
Linha de gás refrigerante que vai desde a descarga do compressor até o
condensador, usualmente também chamada linha de gás quente, em função da sua
alta temperatura, além de alta pressão.
Linha de Líquido
Tubulação que conduz o refrigerante na fase líquida e a alta pressão da saída do
condensador até a entrada da válvula de expansão.
Linha de Sucção
Tubulação que conduz o vapor de refrigerante à baixa pressão e a temperatura de
saída válvula de expansão para o compressor.
Linha Equalizadora
Tubo que equaliza a pressão de gás ou óleo entre duas ou mais partes do
equipamento.
Dispositivo usado para medir pressões.
Fator de Incrustação
Filtro de Ar
Manômetro
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Termo
Descrição
Manifold
Dispositivo utilizado em procedimentos de balanceamento termodinâmico dos
circuitos frigoríficos, composto de dois manômetros, sendo um para a pressão de
descarga e outro para a de sucção do compressor, duas válvulas de bloqueio e três
conexões para mangueiras incorporadas em uma única peça.
Manômetro Diferencial
Dispositivo usado para medir duas pressões em relação à atmosférica, uma acima
desta e outra abaixo.
Manômetro de Óleo
Dispositivo mecânico para mostrar a pressão do óleo desenvolvido pela bomba do
compressor.
Método usado para controlar a capacidade de um compressor interrompendo o
funcionamento normal da válvula de sucção. Usualmente ativado por um
dispositivo controlado eletricamente ou por pressão de óleo.
Modulação de Capacidade
Mudança de Estado
Mudança das características físicas de uma substância. Por exemplo, mudança de
estado líquido para sólido sob congelamento.
Pressão Absoluta
Pressão medida a partir do vácuo absoluto.
Pressão Atmosférica
Pressão exercida pelo ar atmosférico num dado local.
Pressão de Descarga
Pressão contra a qual o compressor tem que impelir o gás.
Pressão de Condensação
Pressão em que o refrigerante muda do estado gasoso para líquido.
Pressão de Óleo
Diferença de pressão entre a entrada e a saída da bomba de óleo.
Pressão Estática
Pressão devida ao peso de uma coluna fluida.
Pressão Manométrica
Pressão medida a partir da pressão atmosférica.
Pressão de Sucção
Pressão em que o gás entra no compressor.
Pressostato
Dispositivo de proteção instalado no circuito frigorífico que controla a pressão, de
acordo com a regulagem estabelecida.
Pressostato Duplo
Controlador de pressão consistindo de dois sensores conectados a dois atuadores
de pressão que operam um único microinterruptor do circuito de controle.
Quando aplicado ao controle de um compressor um sensor atua na pressão de
sucção e outro na pressão de descarga.
Pressostato de Óleo
Dispositivo eletromecânico para desligar o compressor em caso de falta ou baixa
pressão do óleo.
Purga
Processo de evacuação de gases não condensáveis de um circuito frigorífico para
a atmosfera.
Aparelho que consta de uma esfera e um orifício. A pressão de um lado pode
fazer a esfera fechar o orifício e parar o fluxo. A pressão atuante no outro lado
pode fazer a esfera retroceder e restabelecer o fluxo.
Purgadores
Refrigerante
Registro de Ar
Substância com propriedades físico-químicas adequadas para o processo de
refrigeração, por meio da sua evaporação em condições de baixa temperatura e
pressão.
Os refrigerantes mais usados atualmente na CAIXA são:
• HCFC: hidro-cloro-flúor-carbono (R-22);
• HFC: hidro-flúor-carbono (R-134a; R407c, R410a).
Os CFC: cloro-flúor-carbono (R-11; R-12) têm o seu uso terminantemente
proibido na CAIXA, em atendimento ao contido no Protocolo de Montreal e
Resolução CONAMA 267/2000.
Dispositivo com o fim de controlar o fluxo de ar.
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Termo
Descrição
Relê de Anti-Reciclagem
Dispositivo eletromecânico que evita a partida do compressor em períodos
inferiores a um intervalo de tempo regulável neste dispositivo. Com isto limita-se
o número máximo de partidas que o equipamento pode dar em um mesmo dia.
Relê de Controle
Dispositivo semelhante à chave magnética porém utilizado apenas em circuitos
elétricos de baixa tensão.
Relê de Sobrecarga
Dispositivo eletromecânico para desligar a chave elétrica que comanda um
determinado motor quando este está submetido a condições de sobrecarga.
Relê de Tempo
Dispositivo que é ativado depois de um determinado tempo em que recebeu o
impulso elétrico.
Passagem de refrigerante líqui