EDITAL - Banco do Brasil

EDITAL - Banco do Brasil
BANCO DO BRASIL S.A
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA
BRASÍLIA (DF)
EDITAL
CONCORRÊNCIA 2011/30764
(7418)
OBJETO:A presente licitação tem por objeto a Contratação de serviços técnicos
especializados de arquitetura e engenharia para ambientes de datacenters,
compreendendo a elaboração de estudos preliminares, estudo de
viabilidade, anteprojeto, projeto básico, projeto executivo, caderno de
encargos, especificações, orçamento detalhado de materiais e serviços,
logística de execução, assessoria técnica e cronograma físico-financeiro
para os sites de TI do Banco do Brasil S.A. relacionados no Anexo 11,
incluindo o fornecimento de toda mão-de-obra, material, ferramental,
equipamentos, enfim, todo o necessário para o desenvolvimento dos
serviços especificados neste Edital e seus anexos.
IMPORTANTE:
• Retirada do Edital
Data limite: 16/02/2011
Hora: das 09h às 17h
Fax: (61) 3104-0247
• Formalização de consultas:
Data limite: 13/02/2011
Hora: das 09h às 17h
Fax: (61) 3104-0247
• Recebimento e abertura dos envelopes DOCUMENTOS, PROPOSTAS TÉCNICA E COMERCIAL
consultar item 4 do Edital
• Custo de reprodução:
R$ 5,00 (cinco reais) ou 01 (um) CD-R gravável.
Minuta13921-julho/2010
ÍNDICE
1.
EDITAL:
SEÇÃO I
ITEM
1.
2.
3.
4.
ASSUNTO
OBJETO
ITEM ORÇAMENTÁRIO
RETIRADA DO EDITAL/FORMALIZAÇÃO DE CONSULTAS
PRAZO PARA RECEBIMENTO E ABERTURA DOS ENVELOPES DOCUMENTOS,
PROPOSTA TÉCNICA E PROPOSTA COMERCIAL
EMPRESAS PARTICIPANTES
PRAZO DE VALIDADE DAS PROPOSTAS E DA CONCLUSÃO DO OBJETO DA
LICITAÇÃO
CRONOGRAMA DOS SERVIÇOS
PRAZO PARA A FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO
ARMAZENAMENTO E ACONDICIONAMENTO DE BENS
5.
6.
7.
8.
9.
SEÇÃO II
ITEM
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
2.
ASSUNTO
IMPEDIMENTOS À PARTICIPAÇÃO
CONDIÇÕES PARA HABILITAÇÃO
CONDIÇÕES PARA ELABORAÇÃO DAS PROPOSTAS
FASE DE HABILITAÇÃO E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
CRITÉRIOS PARA JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
IMPUGNAÇÃO AO EDITAL E RECURSOS
SANÇÕES ADMINISTRATIVAS
FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO
GARANTIAS
DISPOSIÇÕES FINAIS
ANEXOS AO EDITAL:
ANEXO 01: Descrição do objeto da contratação.
ANEXO 02: Relação de documentos para habilitação, linhas de fornecimento do SICAF e outras
condições para habilitação.
ANEXO 03: Caderno de Encargos – Parte IV – Especificações de Serviços
ANEXO 04: Caderno Geral de Encargos (CGE) – Disponível em CD.
ANEXO 05 Planilha de Quantitativos e Preços Estimados do Banco - Disponível em CD.
ANEXO 06 Orçamento Detalhado – resumo.
ANEXO 07 Minuta de Declaração de inexistência de empregados menores no quadro da empresa – a
ser apresentada pelo CONCORRENTE.
ANEXO 08 Minuta de Procuração – a ser apresentada pelo CONCORRENTE.
ANEXO 09 Minuta de Contrato.
ANEXO 10 Minuta de Declaração de Microempresa e Empresa de Pequeno Porte.
ANEXO 11 Listagem das dependências que definem a execução dos serviços.
ANEXO 12 Roteiro para apresentação da proposta técnica, Atributos da proposta técnica, Quadro
Resumo e Critérios de Julgamento.
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CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
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C O N C O R R Ê N C I A Nº 2011/30764 (7418)
SEÇÃO I
O BANCO DO BRASIL S.A., por intermédio do CSL – Centro de Serviços de Logística Brasília
(DF), torna público a realização de processo licitatório, na forma abaixo, do tipo Técnica e
Preço, de acordo com a Lei 8.666/93, de 21.06.93 e atualizações posteriores, a Lei
Complementar nº 123, de 14.12.2006, o Decreto nº 6.204, de 05.09.2007, o Regulamento de
Licitações do Banco do Brasil, publicado no D.O.U. em 24.06.96 e os termos deste Edital, cuja
minuta-padrão foi aprovada pela Nota Jurídica DIJUR–COPUR/ADLIC n.º 25.917, de
14.04.2010 e a minuta específica pela Nota Jurídica DIJUR–COPUR/ADLIC n.º 40073 de
08.11.2011.
1.
OBJETO
1.1. A presente licitação tem por objeto a contratação de serviços técnicos especializados de
arquitetura e engenharia para ambientes de datacenters, compreendendo a elaboração
de estudos preliminares, estudo de viabilidade, anteprojeto, projeto básico, projeto
executivo, caderno de encargos, especificações, orçamento detalhado de materiais e
serviços, logística de execução, assessoria técnica e cronograma físico-financeiro para
os sites de TI do Banco do Brasil S.A relacionados no ANEXO 11, incluindo o
fornecimento de toda mão-de-obra, material, ferramental, equipamentos, enfim, todo o
necessário para o desenvolvimento dos serviços especificados neste Edital e seus
anexos.
1.2
Localização dos Serviços:
A listagem das dependências que definem a região de execução dos serviços é
apresentada no Anexo 11.
2.
ITEM ORÇAMENTÁRIO
ORFIX 2012 – Investimentos:
35.01.71BR Conservação predial - Rede de Atendimento
3.
3.1.
RETIRADA DO EDITAL
O edital poderá ser retirado em um dos endereços abaixo:
a) Internet - por meio de download, no
Portal do Banco do Brasil:
http://www.bb.com.br, Outros Sites – Compras, Contratações e Venda de Imóveis –
Compras e Contratações – Avisos e Editais; ou
b) Local Físico - Centro de Serviços de Logística Brasília (DF) – SCS, Quadra 01,
Bloco “F”, 3º andar, Ed. Camargo Corrêa, Brasília (DF), CEP 70.397-900.
Data/hora - até 16/02/2012 das 09 às 17 horas;
Obs.: os anexos ou documentos referentes ao presente edital não estarão
disponíveis no endereço eletrônico constante do item 3.1 “a”, tais documentos
deverão ser retirados no endereço constante do item 3.1 “b”.
3.2.
Verificação Preliminar:
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3.2.1 Compete ao CONCORRENTE fazer prévio estudo de todos os detalhes,
documentação e especificações disponíveis neste Edital e seus anexos, ficando a
critério do CONCORRENTE vistoriar o(s) local(is) onde os serviços serão
prestados (ver Anexo 11). As visitas serão agendadas pelo telefone, até o limite
de 5 (cinco) dias corridos antes da data prevista para abertura da licitação:
3.2.1.1 No Rio de Janeiro, Edifício CARJ e Edifício São Cristóvão:
Alane Galli – Telefone (21) 3803-5201;
Jorge Couto – Telefones (21) 3808-4600/4644 e (21) 7839-9807;
Ligia – Telefone (21) 3808-4634.
3.2.1.2 Em São Paulo:
Edifício Verbo Divino:
Normando Mendes ou Maria Tereza – Telefone (11) 5180-2874;
Edifício Marambaia:
Álvaro Metello – Telefones (11) 3534-6101 e (11) 3534.6082
3.2.2 Dos resultados dessa verificação preliminar, deverá o CONCORRENTE dar
imediata comunicação escrita ao Banco, na forma prevista no item 3.3, apontando
discrepâncias, omissões ou erros que tenha observado, inclusive sobre qualquer
transgressão a normas técnicas, regulamentos ou posturas de leis em vigor, de
forma a serem sanados os aspectos considerados relevantes pela Comissão de
Licitação e que possam trazer embaraços ao julgamento das propostas e ao
perfeito desenvolvimento do serviço.
3.2.3 Fica estabelecido que as discrepâncias, omissões ou falhas apontadas
posteriormente durante a execução dos serviços não poderão ser consideradas
pela Contratada para justificar eventual pedido de serviço extraordinário.
FORMALIZAÇÃO DE CONSULTAS
3.3
4.
As dúvidas decorrentes da interpretação deste Edital poderão ser esclarecidas, desde
que encaminhadas ao Centro de Serviços de Logística Brasília (DF), localizado no SCS,
Quadra 01, Bloco “F”, 3º andar, Ed. Camargo Corrêa, Brasília (DF), CEP 70.397-900,
até às 17 horas do dia 13/02/2011.
PRAZO PARA RECEBIMENTO E ABERTURA DOS ENVELOPES DOCUMENTOS,
PROPOSTA TÉCNICA E PROPOSTA COMERCIAL
- Recebimento
4.1
Os envelopes lacrados contendo, respectivamente, documentação de habilitação,
proposta técnica e proposta comercial deverão ser identificados com os termos abaixo e
entregues ao Centro de Serviços de Logística Brasília (DF), localizado no SCS, Quadra
01, Bloco “F”, 3º andar, Ed. Camargo Corrêa, Brasília (DF), CEP 70.397-900 até às 17
horas do dia 16/02/2012, pessoalmente, ou por via postal, com AR (Aviso de
Recebimento) ou, ainda, poderão ser entregues, pessoalmente, à Comissão de Licitação
no dia/horário e local previstos para abertura dos envelopes DOCUMENTOS - item 4.2
desta Seção.
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IDENTIFICAÇÃO DO CONCORRENTE (INFORMAR CNPJ)
ENVELOPE Nº 1 DOCUMENTOS
CONCORRÊNCIA Nº 2011/30764 (7418)
BANCO DO BRASIL S.A. – Centro de Serviços de Logística – Brasília (DF) – a/c LICIT 1
ENDEREÇO: SCS, Quadra 01, Bl. “F”, 3º andar, Ed. Camargo Corrêa
Brasília (DF), CEP: 70.397-900
DATA/HORA DA CONCORRÊNCIA: 17/02/2012, às 09h30min.
OPÇÃO DE HABILITAÇÃO: (informar se será junto ao Banco ou por meio do SICAF,
conforme item 11.2, da Seção II, deste Edital).
IDENTIFICAÇÃO DO CONCORRENTE (INFORMAR CNPJ)
ENVELOPE Nº 2 – PROPOSTA TÉCNICA
CONCORRÊNCIA Nº 2011/30764 (7418)
BANCO DO BRASIL S.A. – Centro de Serviços de Logística – Brasília (DF) – a/c LICIT 1
ENDEREÇO: SCS, Quadra 01, Bl. “F”, 3º andar, Ed. Camargo Corrêa
Brasília (DF), CEP: 70.397-900
DATA/HORA DA CONCORRÊNCIA: 17/02/2012, às 09h30min.
IDENTIFICAÇÃO DO CONCORRENTE (INFORMAR CNPJ)
ENVELOPE Nº 3 – PROPOSTA COMERCIAL
CONCORRÊNCIA Nº 2011/30764 (7418)
BANCO DO BRASIL S.A. – Centro de Serviços de Logística – Brasília (DF) – a/c LICIT 1
ENDEREÇO: SCS, Quadra 01, Bl. “F”, 3º andar, Ed. Camargo Corrêa
Brasília (DF), CEP: 70.397-900
DATA/HORA DA CONCORRÊNCIA: 17/02/2012, às 09h30min.
4.1.1. A Comissão de Licitação não se responsabiliza por envelope que não for entregue
pessoalmente.
- Abertura
4.2. Os envelopes DOCUMENTOS serão abertos no local, data e hora descritos a seguir:
LOCAL-SCS, Quadra 01, Bloco F, 13º andar, Ed. Camargo Corrêa, Brasília (DF),
CEP:70.397-900
DATA/HORA: 17/02/2012, às 09h30min.
4.3. Para a abertura dos envelopes PROPOSTA serão observados os procedimentos
descritos no item 13, da Seção II, deste Edital.
4.4. Salvo disposição expressa em contrário, ocorrendo decretação de feriado ou qualquer
outro fato superveniente que impeça a realização do certame na data marcada, todas as
datas constantes deste edital serão transferidas, automaticamente, para o primeiro dia útil
- de expediente normal no Banco do Brasil S.A., subsequente aos ora fixados.
4.5. O documento necessário para a representação do CONCORRENTE na sessão de
abertura, na forma exigida no item 19.2, da Seção II, deste Edital, deverá ser entregue à
Comissão de Licitação, APARTADO DOS ENVELOPES.
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5.
EMPRESAS PARTICIPANTES
5.1
Poderão habilitar-se à presente licitação, isoladamente ou em consórcio, empresas do
RAMO DA ENGENHARIA E ARQUITETURA que atenderem a TODAS as exigências
contidas neste EDITAL e seus anexos.
6.
PRAZO DE VALIDADE DAS PROPOSTAS E DA CONCLUSÃO DO OBJETO DA
LICITAÇÃO
6.1. As propostas deverão ter prazo de validade de no mínimo 60 (sessenta) dias, a contar da
data de abertura dos envelopes “DOCUMENTOS”.
6.2. O CONCORRENTE deverá confirmar os prazos máximos abaixo discriminados, para a
conclusão dos serviços do objeto da licitação.
Conclusão da FASE 1 – até 150 dias da data de assinatura do contrato.
Conclusão da FASE 2 – até 450 dias da data de assinatura do contrato.
7.
CRONOGRAMA DOS SERVIÇOS
7.1
Dará ensejo à rescisão do contrato o atraso em relação ao prazo em vigor superior a 50%
(cinquenta por cento) do prazo global estabelecido para cada serviço autorizado, sem
prejuízo à aplicação das demais penalidades previstas na minuta de contrato, Anexo 09.
8.
PRAZO PARA A FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO
8.1
O CONCORRENTE VENCEDOR será convocado para assinar o contrato no prazo de 05
(cinco) dias úteis, contados a partir da convocação. Este prazo poderá ser prorrogado
uma vez, por igual período, quando solicitado pelo CONCORRENTE VENCEDOR,
durante o seu transcurso e desde que ocorra motivo justificável, cuja aceitação está sob
livre juízo do BANCO.
9.
ARMAZENAMENTO E ACONDICIONAMENTO DE BENS
9.1
Não se aplica para os serviços objeto desta licitação.
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SEÇÃO II
10.
IMPEDIMENTOS À PARTICIPAÇÃO
10.1 Estarão impedidos de participar de qualquer fase deste processo licitatório interessados
que se enquadrem em uma ou mais das situações a seguir:
10.1.1 estejam cumprindo a penalidade de suspensão temporária imposta pelo Banco;
ou, ainda, penalidade imposta por qualquer órgão da Administração Pública
motivada pelas hipóteses previstas no artigo 88 da Lei 8.666/93;
10.1.2. sejam declarados inidôneos em qualquer esfera de Governo;
10.1.3. empresas que, a qualquer tempo, possuam restrições quanto à capacidade
técnica ou operativa, personalidade e capacidade jurídica, idoneidade financeira e
regularidade fiscal;
10.1.4 tenham funcionário ou membro da Administração do Banco do Brasil S.A., como
dirigente, acionista detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito
a voto ou controlador ou responsável técnico, salvo os casos de empresa sob
controle do próprio Banco;
10.1.5 funcionário do Banco ou membro de sua Administração;
10.1.6 estejam sob falência, concordata , recuperação judicial ou extrajudicial, dissolução
ou liquidação;
11.
CONDIÇÕES PARA HABILITAÇÃO
11.1 A fase de habilitação consiste na comprovação da habilitação jurídica, regularidade fiscal,
qualificação técnica e econômico-financeira do CONCORRENTE.
11.2 A critério do CONCORRENTE a habilitação jurídica, a regularidade fiscal e a qualificação
econômico-financeira poderão ser feitas diretamente no Banco, ou, alternativamente, por
intermédio do SISTEMA DE CADASTRAMENTO UNIFICADO DE FORNECEDORES –
SICAF, registro cadastral oficial do Poder Executivo Federal.
11.3 A regularidade da habilitação parcial do CONCORRENTE registrado no SICAF será
confirmada por meio de consulta “on-line” ao Sistema, no ato de abertura dos envelopes
DOCUMENTOS.
11.4 Os documentos necessários para habilitação parcial no SICAF estão previstos no Manual
do SICAF, que contempla, também, os procedimentos e instruções de preenchimento dos
formulários necessários para registro.
11.5 As orientações detalhadas para apresentação de documentos relativas à fase de
habilitação constam do Anexo 2 deste Edital.
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CONDIÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DAS PROPOSTAS
- Proposta Comercial
12.1
As propostas deverão ser apresentadas com a identificação do CONCORRENTE,
redigidas com clareza, sem emendas, rasuras, acréscimos ou entrelinhas, devidamente
datadas, assinadas na última folha e rubricadas nas demais pelo responsável ou
procurador do CONCORRENTE devidamente credenciado, devendo delas constar os
seguintes itens:
12.1.1 VALIDADE DA PROPOSTA, no prazo indicado no item 6.1, da Seção I, deste
Edital;
12.1.2 DECLARAÇÃO DE PREÇO em moeda corrente no País, em algarismo e por
extenso, pela qual o CONCORRENTE compromete-se a executar inteiramente
os serviços, de acordo com o preconizado no presente Edital e na
documentação fornecida pelo Banco. Na hipótese de divergência entre o valor
grafado em algarismo e por extenso, prevalecerá este último;
12.1.3 CONFIRMAÇÃO DO PRAZO DE CONCLUSÃO DE TODOS OS SERVIÇOS,
conforme área de intervenção indicada no item 6.2, da Seção I, deste Edital;
12.2
Deverão ser anexados à proposta, necessariamente, os seguintes documentos:
12.2.1 ORÇAMENTO DETALHADO de todos os serviços a seu cargo, de acordo com a
ordem e a disposição dos capítulos do Caderno de Encargos – Parte IV ou
Especificações de Serviços, consignando quantitativos, preços unitários e totais
de cada item, evitando-se a cotação de preços por “verba”;
12.2.2 ORÇAMENTO DETALHADO-RESUMO – preenchido em 01 (uma) via com os
valores expressos em moeda corrente no País;
12.3
Para cumprimento às determinações dos artigos 13 e 14 da Lei n.º 5.194, de
24/12/1966, bem como do artigo 1º, inciso IV, da Resolução CONFEA n.° 282, de
24/08/1983, nos orçamentos DETALHADO E DETALHADO-RESUMO é obrigatória a
assinatura de profissional habilitado, além da menção explícita ao título
profissional e ao número da carteira profissional de quem os subscrever.
12.4
Em se tratando de microempresa ou empresa de pequeno porte, nos termos da Lei
Complementar nº 123, de 14.12.2006 e para que essas possam usufruir do tratamento
diferenciado previsto no capítulo V da referida Lei e do Decreto nº 6.204, de 05.09.2007,
é necessário que na identificação da mesma conste as expressões “Microempresa” ou
“Empresa de Pequeno Porte” ou suas respectivas abreviações, “ME” ou “EPP”, a sua
firma ou denominação, conforme o caso e que apresentem declaração constante do
Anexo 10, documento imprescindível para habilitação.
12.4.1 A declaração referida no item anterior servirá como comprovação do
enquadramento do CONCORRENTE como microempresa ou empresa de
pequeno porte, conforme o caso, as quais declararão, sob as penas da lei, que
cumprem os requisitos legais para a qualificação como “Microempresa” ou
“Empresa de Pequeno Porte”, estando aptas a usufruir do tratamento favorecido
estabelecido nos arts. 42 e 43 e 47 a 49 da Lei Complementar nº 123/2006 e no
Decreto nº 6.204/2007.
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Critério para elaboração da proposta comercial:
12.5.1 O valor global da proposta não poderá ser superior ao do orçamento estimado
elaborado pelo Banco do Brasil S.A. (Anexo 05);
12.5.2 O valor da proposta do CONCORRENTE, em cada fase e para cada edificação,
não poderá exceder os valores previstos no orçamento estimado pelo Banco do
Brasil S.A.
12.5.3 Os quantitativos previstos no orçamento estimado pelo Banco do Brasil S.A. não
poderão ser alterados pelo CONCORRENTE.
12.6
Critérios de Medição
12.6.1 O critério a ser utilizado será totalmente baseado em serviços reais, nos
quantitativos efetivamente executados, não sendo levados em consideração
descontos, acréscimos, perdas e outros elementos similares, que deverão ser
considerados na composição de custos dos serviços.
12.6.2 Não será utilizado, em nenhuma hipótese, o sistema de Medição de Praxe de
quaisquer fontes ou publicações especializadas.
12.6.3 Quebras, desperdícios, aquisição ou aluguel de equipamentos para execução de
serviços, aquisições de miudezas, preparos diversos, testes, tecnologias de
execução e outros elementos auxiliares, horários especiais de trabalho e outros
itens similares são considerados como elementos constituintes da composição
de custos a serem propostos pelos CONCORRENTES.
- Proposta Técnica
12.7
As propostas deverão ser apresentadas com a identificação do CONCORRENTE,
redigidas com clareza, sem emendas, rasuras, acréscimos ou entrelinhas, devidamente
datadas, assinadas na última folha e rubricadas nas demais pelo responsável ou
procurador do CONCORRENTE devidamente credenciado, devendo delas constar os
seguintes itens:
12.7.1 ANEXO 12 – PARTE II – ATRIBUTOS DA PROPOSTA TÉCNICA, preenchido
conforme orientação expressa no próprio documento e no ANEXO 12 – PARTE
I;
12.7.2 ANEXO 12 – PARTE III – QUADRO RESUMO, preenchido conforme orientação
expressa no próprio documento;
12.7.3 Documentos exigidos no ANEXO 12 – PARTE I necessários para comprovar o
atendimento dos atributos definidos no ANEXO 12 – PARTE II.
13.
FASE DE HABILITAÇÃO E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
13.1 A Comissão de Licitação receberá os envelopes no local, dia e horário previstos no item
4.2, da Seção I, deste Edital.
13.2 Após o encerramento do prazo para recebimento dos envelopes, o que será declarado
pela Comissão de Licitação na sessão de abertura dos envelopes DOCUMENTOS,
nenhum outro envelope ou documento será recebido, dando-se início à abertura dos
mesmos em duas fases: fase de habilitação e fase de julgamento.
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13.3 De todas as reuniões públicas, a Comissão de Licitação lavrará ata circunstanciada, a ser
assinada pelos membros da Comissão e pelos representantes dos CONCORRENTES
presentes a sessão ou por aqueles nomeados na forma do item 13.4, a seguir.
13.4 Havendo acordo, e mediante lavratura em ata, os CONCORRENTES presentes poderão
nomear apenas alguns entre eles para rubricar os documentos apresentados, seja na
fase de habilitação, seja na de julgamento de propostas.
- Fase de Habilitação
13.5 A fase de habilitação consiste na verificação de regularidade da situação do
CONCORRENTE na forma do Anexo 02:
13.5.1
habilitação junto ao BANCO: abertura dos envelopes DOCUMENTOS,
conferência e exame da documentação neles contida;
13.5.2
habilitação junto ao SICAF: verificação habilitação parcial e da linha de
fornecimento dos CONCORRENTES no SICAF e também na abertura dos
envelopes DOCUMENTOS, conferência e exame da documentação neles
contida.
13.6 Será efetuada consulta “on-line” no SICAF para comprovar a habilitação parcial dos
CONCORRENTES que optaram pela habilitação por meio do referido Sistema e o
registro simultâneo em todas as linhas de fornecimento relacionadas no item 2.1.2, do
Anexo 02 do Edital. Nesta ocasião serão impressas as respectivas declarações de
“Situação do Prestador” e “Serviço do prestador”, sendo as mesmas assinadas pelos
membros da Comissão de Licitação e pelos representantes dos CONCORRENTES
presentes, ou por aqueles nomeados na forma do item 13.4, desta Seção.
13.7 Dependerá de consulta junto à SLTI (Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação,
vinculada ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão) a habilitação dos
CONCORRENTES que, embora não habilitados parcialmente no SICAF ou com
documentação vencida, apresentarem, na sessão de abertura dos envelopes
DOCUMENTOS, cópia do formulário “Recibo de Solicitação de Serviço”, protocolado no
prazo regulamentar.
13.7.1
Sobre o documento do SICAF, o Recibo de Solicitação de Serviço deverá estar
com os campos relativos à documentação complementar exigida para habilitação
parcial ou atualização de documentos de habilitação parcial preenchidos,
conforme o caso.
13.8 Em seguida, dar-se-á início à abertura dos envelopes DOCUMENTOS tanto dos
CONCORRENTES habilitados parcialmente no SICAF como daqueles que optaram pela
habilitação diretamente junto ao Banco. Os documentos serão conferidos e analisados
pela Comissão de Licitação.
13.9 Todos os documentos de habilitação serão rubricados pelos membros da Comissão de
Licitação, por todos os representantes dos CONCORRENTES presentes ou por aqueles
nomeados na forma do item 13.4, desta Seção II.
13.10 Se assim o permitirem as circunstâncias, a Comissão de Licitação efetuará a conferência
e o exame dos documentos de habilitação na própria reunião de abertura. Caso contrário,
o fará em sessão reservada.
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13.11 Quando a documentação for analisada na própria reunião e estando presentes todos os
representantes dos CONCORRENTES, a Comissão divulgará o resultado da habilitação,
e:
13.11.1 havendo desistência de todos os CONCORRENTES da intenção de interpor
recurso, mediante manifestação formal de todos, registrada em ata, será dada
continuidade à reunião, com a abertura dos envelopes PROPOSTA TÉCNICA
e PROPOSTA COMERCIAL; ou
13.11.2 não havendo desistência de todos os CONCORRENTES da intenção de
interpor recurso, a Comissão de Licitação divulgará, na própria reunião, a data
da abertura dos envelopes PROPOSTA TÉCNICA e PROPOSTA
COMERCIAL, abrindo-se o prazo de 5 (cinco) dias úteis para interposição de
recurso, contado a partir do primeiro dia útil subseqüente àquele em que se
realizou a reunião.
13.12 Na hipótese de não estarem presentes à reunião de abertura dos envelopes
DOCUMENTOS todos os representantes dos CONCORRENTES, ou de a documentação
ser analisada em sessão reservada, o resultado da fase de habilitação e a data da
abertura dos envelopes PROPOSTA TÉCNICA e PROPOSTA COMERCIAL serão
divulgados no Diário Oficial da União, abrindo-se o prazo de 5 (cinco) dias úteis para
interposição de recursos, contado a partir do primeiro dia útil subsequente ao da
publicação.
13.13 Caso não se proceda na mesma sessão à abertura dos envelopes PROPOSTA
TÉCNICA e PROPOSTA COMERCIAL, estes serão rubricados pelos membros da
Comissão de Licitação e pelos representantes dos CONCORRENTES que assim o
desejarem, para posterior guarda em local seguro, de forma a garantir a sua
inviolabilidade.
13.14 Serão inabilitados os CONCORRENTES que:
13.14.1 não possuam patrimônio líquido mínimo na forma estabelecida no Anexo 02,
deste Edital;
13.14.2 apresentarem qualquer documento com data de validade vencida, inclusive
aqueles relacionados no SICAF;
13.14.3 não apresentarem quaisquer dos documentos exigidos no Anexo 02, deste
Edital, ou os apresentarem com adulteração, falsificação, emenda, rasura ou
vencidos;
13.14.4 não atenderem a todas as exigências deste Edital;
13.14.5 não estiverem habilitados parcialmente no SICAF ou não apresentarem a
documentação para habilitação junto ao Banco, conforme a opção de
habilitação, na forma do Anexo 02.
13.15 A inabilitação será justificada pela Comissão de Licitação e impedirá o CONCORRENTE
de participar das fases posteriores.
13.16 Os envelopes PROPOSTA TÉCNICA e PROPOSTA COMERCIAL dos
CONCORRENTES inabilitados estarão disponíveis para devolução no prazo de 60 dias a
contar da publicação no D.O.U do julgamento da licitação, após o que serão destruídos.
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13.17 Após a fase de habilitação, não cabe desistência da proposta, salvo por motivo justo
decorrente de fato superveniente e aceito pela Comissão de Licitação.
- Fase de Julgamento
13.18 Não tendo sido interposto recurso ou tendo havido desistência deste ou, ainda, tendo
sido julgados os recursos interpostos, dar-se-á início à fase de julgamento, com a
abertura dos envelopes PROPOSTA TÉCNICA dos CONCORRENTES habilitados.
13.19 Abertos os envelopes PROPOSTA TÉCNICA, todas as propostas e respectivos anexos
serão rubricados pelos membros da Comissão de Licitação e pelos representantes dos
CONCORRENTES presentes, ou por aqueles nomeados na forma do item 13.4 desta
Seção, após o que a Comissão de Licitação declarará encerrada a reunião, informando
que as propostas serão analisadas posteriormente.
13.20 Na apreciação das propostas técnicas, serão observados os critérios de classificação e
julgamento previstos no item 14, desta Seção.
13.21 O resultado será divulgado no Diário Oficial da União, abrindo-se o prazo de 5 (cinco)
dias úteis para interposição de recursos, a contar do primeiro dia útil subsequente ao da
publicação.
13.22 Não tendo sido interposto recurso ou tendo havido desistência deste ou, ainda, tendo
sido julgados os recursos interpostos, dar-se-á início à abertura dos envelopes
PROPOSTA COMERCIAL dos CONCORRENTES habilitados.
13.23 Abertos os envelopes PROPOSTA COMERCIAL, todas as propostas e respectivos
anexos serão rubricados pelos membros da Comissão de Licitação e pelos
representantes dos CONCORRENTES presentes, ou por aqueles nomeados na forma do
item 13.4 desta Seção, após o que a Comissão de Licitação declarará encerrada a
reunião, informando que as propostas serão analisadas posteriormente.
13.24 Na apreciação das propostas comerciais, serão observados os critérios de classificação
e julgamento previstos no item 14, desta Seção.
13.25 O resultado será divulgado no Diário Oficial da União, abrindo-se o prazo de 5 (cinco)
dias úteis para interposição de recursos, a contar do primeiro dia útil subsequente ao da
publicação.
13.26 Não tendo sido interposto recurso, ou tendo havido desistência deste, ou, ainda, tendo
sido julgados os recursos interpostos, o objeto da licitação será adjudicado ao
CONCORRENTE VENCEDOR, o qual será convocado para assinar o contrato.
13.27 Ultrapassada a fase de habilitação e abertos os envelopes PROPOSTA TÉCNICA, não
mais caberá desclassificar CONCORRENTES por motivos relacionados com a
habilitação, salvo em razão de fatos supervenientes ou só conhecidos após o julgamento.
14.
CRITÉRIOS PARA JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
14.1 Serão desclassificadas as propostas que:
14.1.1 não atenderem às exigências contidas neste Edital ou impuserem condições;
14.1.2 apresentarem preço global superior ao do orçamento estimado elaborado pelo
Banco do Brasil S.A.;
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14.1.3 apresentarem preços, por edificação em cada fase, superiores aos indicados no
orçamento estimado do Banco do Brasil S.A.;
14.1.4 apresentarem alterações nos quantitativos de edificações definidos no
orçamento estimado pelo Banco do Brasil S.A.;
14.1.5 apresentarem preço global manifestamente inexequível, assim consideradas as
propostas cujos valores sejam inferiores a 70% (setenta por cento) do menor dos
valores a seguir, e que não venham a ter demonstrada sua viabilidade através
de documentação que comprove que os custos são coerentes com os de
mercado ou não se referirem a materiais de propriedade do próprio
CONCORRENTE, para os quais ele renuncie a parcela ou à totalidade da
remuneração:
a) média aritmética dos valores das propostas superiores a 50% (cinqüenta por
cento) do orçado estimado pelo Banco; ou
b) do valor orçado pelo Banco.
14.1.5.1 será exigida para assinatura do contrato a prestação de garantia
adicional quando o valor da proposta do CONCORRENTE
VENCEDOR for inferior a 80% (oitenta por cento) do menor valor a
que se referem os itens “14.1.5-a” e “14.1.5-b”. O valor da garantia
adicional corresponderá à diferença entre o menor valor a que se
referem os itens “14.1.5-a” e “14.1.5-b” e o valor da proposta do
CONCORRENTE VENCEDOR.
14.1.5.2 A Comissão de Licitação poderá promover diligências junto aos
CONCORRENTES que tiverem suas propostas enquadradas nos
termos do item 14.1.5 para verificar a exequibilidade dos preços
apresentados.
14.2 Serão também desclassificadas as propostas que apresentarem em sua composição de
preços valores de mão-de-obra que estejam inferiores aos pisos salariais normativos da
categoria correspondente, fixados por Dissídio Coletivo, Acordos ou Convenções
Coletivas de Trabalho.
14.3 Não se considerará qualquer cláusula ou condições especiais no corpo da proposta,
oferta de vantagem não prevista neste Edital, nem preço ou vantagem baseados nas
ofertas dos demais CONCORRENTES.
14.4 Não serão aceitas propostas que apresentarem irregularidades ou contiverem rasuras,
borrões, emendas ou entrelinhas que comprometam seu conteúdo;
14.5 Poderão ser admitidas, a critério da Comissão de Licitação, alterações formais destinadas
a sanar evidentes erros que não impliquem alteração do conteúdo da proposta;
14.6 Demais critérios de julgamento e metodologia de cálculo das notas das propostas
constam do ANEXO 12 – PARTE IV – Critérios de Julgamento.
14.7 Caso todos os CONCORRENTES sejam inabilitados ou todas as propostas
desclassificadas, o Banco poderá fixar aos participantes o prazo de 8 (oito) dias úteis para
apresentação de nova documentação ou de novas propostas, excluídas as causas da
inabilitação ou desclassificação. Todos os CONCORRENTES serão comunicados,
formalmente, do dia, hora e local da abertura dos novos envelopes. Neste caso, o prazo
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de validade das propostas será contado da nova data de abertura dos envelopes
PROPOSTA.
15.
IMPUGNAÇÃO AO EDITAL E RECURSOS
15.1 As impugnações ao Edital e os recursos contra as decisões referentes ao processo
deverão ser formalizados e protocolados junto à dependência do Banco indicada no item
3.3 - Seção I deste Edital e seu processamento se dará por intermédio da Comissão de
Licitação.
15.2 Recebido, o recurso será comunicado aos demais CONCORRENTES, que poderão
impugná-lo, no prazo de 5 (cinco) dias úteis. Findo esse prazo, a Comissão de Licitação
poderá reconsiderar sua decisão ou encaminhar o recurso, devidamente informado, ao
Gerente de Área, para a decisão final.
15.3 O prazo para interposição de recurso será contado a partir do primeiro dia útil
subsequente ao da intimação do ato.
15.4 Com a divulgação do resultado - de habilitação ou de julgamento - estará
automaticamente franqueada vista dos autos do processo aos interessados, durante o
prazo previsto para a interposição de recursos e/ou impugnações aos recursos, e no
horário fixado para o atendimento ao público - item 3.3 - Seção I.
15.5 Os recursos das decisões referentes à fase de habilitação e à de julgamento de
propostas terão efeito suspensivo, podendo o Banco do Brasil S.A., motivadamente e se
de seu interesse, atribuir efeito suspensivo aos recursos interpostos contra outras
decisões.
15.6 As questões relativas à habilitação preliminar dos participantes no SICAF deverão ser
dirimidas diretamente pelo interessado junto à respectiva Unidade Cadastradora e não
terão efeito suspensivo, nos termos do artigo 109, I, d, da Lei 8.666/93 e parágrafo 2º do
mesmo artigo.
15.7 Decairá do direito de impugnar os termos do presente Edital aquele que venha a apontar,
fora do prazo legal, falhas ou irregularidades que o viciariam, hipótese em que tal
comunicação não terá efeito de recurso.
15.8 Não serão conhecidas as impugnações e os recursos apresentados fora do prazo legal
e/ou subscritos por representante não habilitado legalmente ou não identificado no
processo para responder pelo participante.
16.
SANÇÕES ADMINISTRATIVAS
16.1 As seguintes sanções poderão ser aplicadas aos participantes e à CONTRATADA,
conforme o caso, sem prejuízo da reparação dos danos causados ao Banco pelo infrator:
16.1.1 advertência;
16.1.2 multa;
16.1.3 suspensão temporária do direito de licitar e contratar com o Banco e suas
subsidiárias, por período não superior a 2 (dois) anos;
16.1.4 declaração de inidoneidade para licitar e contratar com a Administração Pública
enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja
promovida a reabilitação perante a própria autoridade que aplicou a penalidade.
16.2 Nenhuma sanção será aplicada sem o devido processo administrativo.
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16.3 A aplicação das penalidades ocorrerá após defesa prévia do interessado, no prazo de 5
(cinco) dias úteis a contar da intimação do ato.
16.4 No caso de aplicação de advertência, multa e suspensão temporária, caberá
apresentação de recurso no prazo de 5 (cinco) dias úteis a contar da intimação do ato.
16.5 Nos prazos de defesa prévia e recurso será aberta vista do processo aos interessados.
16.6 ADVERTÊNCIA
16.6.1 A advertência poderá ser aplicada quando ocorrer:
a) descumprimento das obrigações editalícias ou contratuais que não acarretem
prejuízos para o Banco;
b) execução insatisfatória ou pequenos transtornos ao desenvolvimento dos
serviços, desde que sua gravidade não recomende a aplicação da suspensão
temporária ou declaração de inidoneidade.
16.7 MULTA
16.7.1 A multa poderá ser aplicada nos percentuais e condições indicados no contrato.
16.7.2 A multa poderá ser aplicada cumulativamente com as demais sanções, não terá
caráter compensatório, e a sua cobrança não isentará a CONTRATADA da
obrigação de indenizar eventuais perdas e danos.
16.7.3 A multa aplicada à CONTRATADA e os prejuízos por ela causados ao Banco
serão deduzidos de qualquer crédito a ela devido, cobrados diretamente ou
judicialmente.
16.8 SUSPENSÃO TEMPORÁRIA
16.8.1 A suspensão temporária poderá ser aplicada quando ocorrer:
a) apresentação de documentos falsos ou falsificados;
b) retirada da proposta, após a fase de habilitação, sem que a Comissão de
Licitação tenha aceito as justificativas apresentadas;
c) recusa injustificada em assinar o contrato, dentro dos prazos estabelecidos
pelo Banco;
d) reincidência de execução insatisfatória dos serviços contratados;
e) atraso, injustificado, na execução/conclusão dos serviços, contrariando o
disposto no contrato;
f) reincidência na aplicação das penalidades de advertência ou multa;
g) irregularidades que ensejem a frustração da licitação ou a rescisão contratual;
h) ações com intuito de tumultuar licitações ou prejudicar a execução do contrato;
i) prática de atos ilícitos, demonstrando não possuir idoneidade para licitar e
contratar com o Banco;
j) condenação definitiva por praticar fraude fiscal no recolhimento de quaisquer
tributos.
16.9 DECLARAÇÃO DE INIDONEIDADE PARA LICITAR E CONTRATAR COM A
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
16.9.1 A declaração de inidoneidade poderá ser proposta ao Ministro da Fazenda
quando constatada a má-fé, ação maliciosa e premeditada em prejuízo do Banco,
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evidência de atuação com interesses escusos ou reincidência de faltas que
acarretem prejuízo ao Banco ou aplicações sucessivas de outras penalidades.
17.
FORMALIZAÇÃO DO CONTRATO
17.1 Após o julgamento da proposta, a homologação do resultado pela autoridade competente
e a adjudicação do objeto, o BANCO DO BRASIL S.A. e o CONCORRENTE VENCEDOR
poderão firmar contrato específico visando a execução do objeto desta licitação nos
termos da minuta de Contrato que integra este Edital.
17.1.1 a existência do contrato não obriga o BANCO DO BRASIL S.A. a solicitar serviços
unicamente por esse meio, facultando-se a realização de licitação específica para
o serviço pretendido.
17.2 O CONCORRENTE VENCEDOR se compromete a guardar sigilo absoluto sobre as
informações a que venha a ter acesso e sobre as atividades decorrentes da execução
dos serviços.
17.3 O CONCORRENTE VENCEDOR será convocado no prazo estabelecido no item 8.1, da
Seção I, deste Edital, para a formalização do contrato.
17.4 A assinatura do contrato estará condicionado:
17.4.1
à comprovação da regularidade do CONCORRENTE VENCEDOR junto ao
SICAF ou junto ao Banco;
17.4.1.1 Na hipótese de um consórcio ser declarado CONCORRENTE
VENCEDOR, deverá promover, obrigatoriamente, antes da celebração
do contrato, a constituição e o registro do consórcio, nos mesmos
termos do compromisso público ou particular de constituição do
consórcio, apresentado por ocasião da habilitação, Anexo 02.
17.4.2
à apresentação do documento de procuração devidamente reconhecido em
cartório, que habilite o seu representante a assinar o contrato em nome da
empresa;
17.4.3
à comprovação da qualificação técnica exigida no Anexo 02.
17.5 A recusa injustificada do CONCORRENTE VENCEDOR em assinar o Contrato dentro do
prazo estabelecido caracterizará o descumprimento total das obrigações assumidas,
reservando-se ao BANCO o direito de, independente de qualquer aviso ou notificação,
realizar nova licitação ou convocar os participantes remanescentes, respeitada a ordem
de classificação, prevalecendo, neste caso, as mesmas condições da proposta do
primeiro classificado, inclusive quanto ao preço.
17.6 Os participantes remanescentes convocados na forma do item 17.5, que não
concordarem em assinar o Contrato, não estarão sujeitos às penalidades mencionadas
no item 16.
17.7 Caso o CONCORRENTE VENCEDOR seja Microempresa ou Empresa de Pequeno
Porte, constituída na forma da Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006 e do Decreto nº
6.204, de 05.09.2007, a comprovação da regularidade fiscal será condição
indispensável para a assinatura do contrato, sem prejuízo das disposições previstas nos
itens acima.
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17.7.1
Havendo alguma restrição na regularidade fiscal, será assegurado prazo de 02
(dois) dias úteis, cujo termo inicial corresponderá ao momento em que a
Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte for declarada a vencedora do
certame, prorrogáveis por igual período, para a regularização da documentação,
pagamento ou parcelamento do débito e emissão de certidões negativas ou
positivas, com efeito de certidão negativa.
Obs.:
a) a declaração do vencedor de que trata este subitem acontecerá
em momento posterior ao julgamento das propostas; e
b) a prorrogação do prazo previsto neste subitem será sempre
concedida pelo Banco, quanto requerida pelo CONCORRENTE, a
não ser que exista urgência na contratação, devidamente justificada.
17.7.2
A não regularização da documentação no prazo acima estipulado, implicará na
decadência do direito à contratação pela Microempresa ou Empresa de Pequeno
Porte, sem prejuízo das sanções previstas no item 16, sendo facultado ao
BANCO convocar os CONCORRENTES remanescentes, na ordem de
classificação, para a assinatura do contrato, ou revogar a licitação.
17.8
No caso de serviços a ser realizado fora da jurisdição do participante, a assinatura do
Contrato fica condicionada à comprovação de visto pelo CREA jurisdicionante do local
de execução do serviço.
17.9
A rescisão do contrato poderá ocorrer nas seguintes hipóteses:
17.9.1 administrativamente, a qualquer tempo, por ato unilateral e escrito do
CONTRATANTE, além dos casos enumerados nos incisos I a XII e XVI a XVIII
do art. 78 da Lei nº 8.666/93, nas seguintes situações:
a)
abandono do serviço, assim considerada, para os efeitos contratuais, a
paralisação imotivada dos serviços por mais de 10 (dez) dias corridos;
b)
atraso no prazo previsto para execução do serviço superior ao percentual
previsto no item 7.1, da Seção I, deste Edital;
c)
colocação de empecilhos à realização, pela FISCALIZAÇÃO, de vistorias
aos serviços contratados; e/ou
d)
cometimento reiterado de faltas na execução dos serviços.
17.9.2 amigavelmente, formalizada em autorização escrita e fundamentada do
CONTRATANTE, mediante aviso prévio, por escrito, de 30 (trinta) dias ou de
prazo menor a ser negociado pelas partes à época da rescisão; e
17.9.3 judicialmente, nos termos da legislação.
17.10 Os casos de rescisão contratual serão formalmente motivados nos autos do processo,
assegurado o contraditório e a ampla defesa.
17.11 O pagamento dos serviços contratados será efetuado após o recebimento e aceite do
serviço executado para cada edificação ao final da respectiva fase.
17.11.1 os prazos serão expressos em dias corridos, a contar da data do início dos
serviços;
17.12 As condições de faturamento e pagamento, bem como outras relativas à contratação
dos serviços, constam da minuta de Contrato que integra este Edital.
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18.
18.1
Pág. 18
GARANTIAS
A Contratada se obriga a manter, durante toda a vigência do contrato, garantia no valor
equivalente a 5% (cinco por cento) do preço global contratado, devendo apresentar ao
CONTRATANTE, conforme previsão contratual (Anexo 09), o comprovante de uma das
modalidades a seguir:
18.1.1 fiança bancária;
18.1.2 seguro-garantia; ou
18.1.3 caução em dinheiro.
18.2 Em caso de fiança bancária, deverão constar no instrumento, os seguintes requisitos:
18.2.1 prazo de validade correspondente ao período de vigência do contrato;
18.2.2 expressa afirmação do fiador de que, como devedor solidário e principal do
pagador, fará o pagamento ao Banco do Brasil S.A., independentemente de
interpelação judicial, caso o afiançado não cumpra suas obrigações;
18.2.3 expressa renúncia do fiador ao benefício de ordem e aos direitos previstos nos
artigos 827 e 838 do Código Civil; e
18.2.4 cláusula que assegure a atualização do valor afiançado.
18.3 Não será aceita fiança bancária que não atenda aos requisitos estabelecidos no item
anterior.
18.4 Em se tratando de seguro-garantia:
18.4.1 a apólice deverá indicar o CONTRATANTE como beneficiário; e
18.4.2 não será aceita apólice que contenha cláusulas contrárias aos interesses do
Banco.
18.5 O valor em dinheiro depositado em caução será administrado pelo BANCO DO BRASIL
S.A., por meio de aplicações financeiras, de comum acordo com a CONTRATADA, que
terá acesso aos extratos de simples verificação da conta de caução.
18.6 Tratando-se de caução em dinheiro, no caso de prestação da garantia adicional prevista
no item 14.1.5.1 deste Edital, exigida também conforme previsão contratual, o
CONCORRENTE VENCEDOR depositará o valor correspondente em dinheiro, aplicandose o disposto no item anterior.
18.7 Utilizada a garantia, a CONTRATADA fica obrigada a integralizá-la no prazo de 5 (cinco)
dias úteis contado da data em que for notificada formalmente pelo CONTRATANTE.
18.8
O valor da garantia principal e, se for o caso, da garantia adicional prevista no item
14.1.5.1 deste Edital, somente poderá ser disponibilizado à CONTRATADA quando da
rescisão ou do encerramento do contrato, desde que não possua obrigação ou dívida
inadimplida com o CONTRATANTE e mediante expressa autorização deste.
18.9
O Banco poderá utilizar a garantia contratual, a qualquer momento, para se ressarcir
das despesas decorrentes de quaisquer obrigações inadimplidas da CONTRATADA.
18.10 Caso ocorra a renovação do contrato, a garantia nas modalidades de seguro garantia,
de fiança bancária ou da caução em dinheiro prevista no item 18.5 deverá ter sua data
de vencimento revalidada para a nova data contratual prevista.
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18.11 Toda e qualquer garantia a ser apresentada responderá pelo cumprimento das
obrigações da contratada eventualmente inadimplidas na vigência do contrato e da
garantia, e não serão aceitas se o garantidor limitar o exercício do direito de execução
ou cobrança ao prazo de vigência da garantia.
19.
DISPOSIÇÕES FINAIS
19.1 Considerando que o BANCO DO BRASIL S.A. está submetido às leis orçamentárias
federais (LDO-LOA), ficam as partes cientes de que a execução do(s) projeto(s) ao abrigo
deste Edital estará condicionado às respectivas aprovações orçamentárias.
19.2. Considerar-se-á legítimo representante do participante, na sessão de abertura desta
licitação e nas demais ocasiões relativas a este processo, aquele que detiver amplos
poderes para tomar quaisquer decisões relativamente a todas as fases, inclusive
renúncia de interposição de recursos, devendo, para tanto, apresentar documento de
identidade com fé pública, observando-se as seguintes situações:
19.2.1 quando tratar-se de representante designado pelo participante no próprio SICAF,
por intermédio do formulário “Dados do Representante”, será efetuada consulta
“on-line” ao aludido Sistema, de onde será impresso o comprovante e juntado ao
processo;
19.2.2 caso o representante do participante seja pessoa diferente das indicadas no
SICAF, deverá ser apresentado também um dos seguintes documentos:
•
instrumento particular de procuração, assinado pelo outorgante, com firma
reconhecida em Cartório, conforme modelo constante do Anexo 08, deste
Edital, acompanhada de comprovação da capacidade de o signatário
nomear procurador, mediante apresentação de cópia do estatuto ou contrato
social em vigor, e, quando se tratar de sociedade anônima, da ata de
nomeação do signatário;
•
instrumento público de procuração contemplando os mesmos poderes
relacionados na minuta constante do modelo do Anexo 08, deste Edital; ou
•
documento de constituição da empresa, quando se tratar de sócio.
19.3. A não apresentação ou incorreção do documento de credenciamento impedirá o
representante de se manifestar nas sessões e responder pela firma.
19.4. Nas fases do procedimento licitatório, será admitido apenas um representante por
participante.
19.5. A presente licitação não importa necessariamente em contratação, podendo o BANCO
DO BRASIL S.A. revogá-la ou anulá-la, no todo ou em parte, bem como prorrogar, a
qualquer tempo, os prazos para recebimento dos envelopes ou para sua abertura.
19.6
O participante é responsável pela fidelidade e legitimidade das informações prestadas e
dos documentos apresentados em qualquer fase da licitação. A falsidade de qualquer
documento apresentado ou a inverdade das informações nele contidas implicará a
imediata desclassificação do participante que o tiver apresentado, ou, caso tenha sido o
vencedor, o cancelamento do contrato, sem prejuízo das demais sanções cabíveis.
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19.7
É facultada à Comissão de Licitação ou à autoridade a ela superior, em qualquer fase
da licitação, a promoção de diligência destinada a esclarecer ou complementar a
instrução do processo.
19.8
Os participantes intimados para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais deverão
responder, por escrito, no prazo determinado pela Comissão, sob pena de
inabilitação/desclassificação. Todas as comunicações deverão ser feitas por escrito.
19.9
A critério da Comissão de Licitação, até a divulgação do resultado final do certame,
poderá ser realizada vistoria às instalações do participante e aos serviços por ele
realizados, com vistas à verificação da qualidade dos serviços e à comprovação da
veracidade das informações atestadas em consonância com os itens 1.1.10 e 1.1.12.4
do Anexo 02 deste Edital.
19.10 Todas as condições deste Edital e seus respectivos anexos farão parte do Contrato,
independentemente de transcrição.
19.11 Todas as decisões referentes a este processo licitatório serão comunicadas aos
participantes mediante intimação, a qual poderá se dar nas próprias reuniões - se
presentes todos os participantes - ou por qualquer meio de comunicação que comprove
o recebimento, ou, ainda, mediante publicação no Diário Oficial da União.
19.12 Durante as sessões públicas deste processo licitatório, os casos não previstos neste
Edital serão decididos pela Comissão de Licitação.
19.13 As empresas consorciadas respondem solidariamente por todas as obrigações do
consórcio na fase de habilitação e durante a vigência do contrato.
19.14 A participação na presente licitação implica aceitação em todos os termos deste Edital.
19.15 O foro designado para julgamento de quaisquer questões judiciais resultantes deste
Edital será o do local da realização do certame.
Brasília (DF), 23 de dezembro de 2011.
BANCO DO BRASIL S.A
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA BRASÍLIA (DF)
CNPJ: 00.000.000/5844-01
__________________________________
Leandra Luzia Rodrigues Medeiros
Presidente da Comissão de Licitação
___________________________________
Letícia Maria Cunha Sant´Anna
Relatora da Comissão de Licitação
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ANEXO 01
========================================================================
DESCRIÇÃO DO SERVIÇO OBJETO DA CONTRATAÇÃO
========================================================================
1.
ESPECIFICAÇÃO DO OBJETO:
1.1. Contratação de serviços técnicos especializados de arquitetura e engenharia para
ambientes de datacenters, compreendendo a elaboração de estudos preliminares, estudo
de viabilidade, anteprojeto, projeto básico, projeto executivo, caderno de encargos,
especificações, orçamento detalhado de materiais e serviços, logística de execução,
assessoria técnica e cronograma físico-financeiro para os sites de TI do Banco do Brasil
S.A relacionados no Anexo 11, incluindo o fornecimento de toda mão-de-obra, material,
ferramental, equipamentos, enfim, todo o necessário para o desenvolvimento dos
serviços especificados neste Edital e seus anexos.
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ANEXO 02
========================================================================
DOCUMENTOS PARA HABILITAÇÃO
========================================================================
A critério do CONCORRENTE, a habilitação poderá ser feita junto ao Banco, ou por meio
do SICAF.
1.
HABILITAÇÃO JUNTO AO BANCO
1.1 Para a habilitação junto ao Banco, o CONCORRENTE, inclusive as empresas que
constituírem consórcio, deverão apresentar os seguintes documentos:
Habilitação Jurídica:
1.1.1
registro comercial, no caso de empresa individual, ato constitutivo, estatuto ou
contrato social em vigor, em se tratando de sociedades empresarias e
sociedades simples, devidamente registrado, e, no caso de sociedades por
ações, acompanhado de documentos de eleição de seus administradores, e,
no caso de sociedades simples, acompanhada de prova de nomeação da
diretoria em exercício;
1.1.1.1 Os documentos mencionados acima deverão estar acompanhados de
todas as suas alterações ou da respectiva consolidação e deles
deverá constar, entre os objetivos sociais, a execução de atividades
da mesma natureza ou compatível com objeto desta licitação;
1.1.2
inscrição do ato constitutivo, no caso de sociedades civis, acompanhada de
prova de nomeação da diretoria em exercício;
1.1.3
decreto de autorização, em se tratando de empresa ou sociedade estrangeira
em funcionamento no País, expedido pelo órgão competente, quando a
atividade assim o exigir.
Nota:
Empresas em consórcio deverão apresentar os documentos
mencionados no itens 1.1.1 a 1.1.3, anteriores, referentes a cada
consorciada.
Regularidade Fiscal:
1.1.4
prova de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica do Ministério da
Fazenda – CNPJ/MF;
1.1.5
prova de inscrição no cadastro de contribuintes estadual ou municipal, se
houver, relativo ao domicílio ou sede do CONCORRENTE, pertinente a seu
ramo de atividade e compatível com o objeto contratual;
1.1.6
prova de regularidade com a Fazenda Federal, Estadual e Municipal do
domicílio ou sede do CONCORRENTE, compreendendo a Certidão de
Quitação de Tributos e a Certidão Quanto à Dívida Ativa – ou outras
equivalentes na forma da lei – expedidas, em cada esfera de governo, pelo
Órgão competente;
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1.1.7
prova de regularidade perante o Instituto Nacional de Seguro Social – INSS,
mediante apresentação da CND – Certidão Negativa de Débito e prova de
regularidade de débitos trabalhistas, mediante a apresentação de CNDT, a
partir de janeiro de 2012, nos termos dos artigos 2º e 3º da Lei 12.440/2011.
1.1.8
prova de regularidade perante o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço –
FGTS, mediante apresentação do CRF – Certificado de Regularidade de
Fundo de Garantia, fornecido pela Caixa Econômica Federal.
Nota:
Empresas em consórcio deverão apresentar os documentos
mencionados no itens 1.1.4 a 1.1.8, anteriores, referentes a cada
consorciada.
Qualificação Técnica:
1.1.9
Certidão de Registro no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e
Agronomia (CREA) competente da região a que estiver vinculado o
CONCORRENTE, que comprove atividade relacionada com o objeto da
licitação;
1.1.10 Declaração de que, na data da contratação, haverá, em seu quadro de
pessoal, profissional(is) de nível superior detentor(es) de Acervo Técnico - CAT
por execução de projeto de construção ou reforma de áreas de missão crítica,
assim definidas aquelas edificações projetadas para operação ininterrupta,
mesmo durante procedimentos de manutenção, em condições de falha de
equipamentos e na condição de falta de fornecimento de energia elétrica pela
concessionária, dispondo de alto grau de disponibilidade, tais como
datacenters, UTI hospitalares, call centers, laboratórios de alta tecnologia,
instalações militares, centros de gerenciamento de redes, torres de tráfego
aéreo e similares. As parcelas de maior relevância são as seguintes:
1.1.10.1 Elaboração de projetos executivos de engenharia e arquitetura para
áreas de missão crítica, envolvendo o desenvolvimento de projetos
executivos completos de arquitetura, instalações elétricas e lógicas,
instalações mecânicas e de condicionamento de ar, prevenção e
combate a incêndio.
1.1.11 A comprovação da qualificação técnica do profissional exigida no item anterior
dar-se-á pela apresentação, na data da contratação, de:
1.1.11.1 cópia autenticada da Carteira Profissional de Trabalho (CTPS)
assinada pelo CONCORRENTE ou da Ficha de Registro de
Empregados (FRE), devidamente autenticada pela Delegacia
Regional do Trabalho, que demonstrem o vínculo empregatício do(s)
profissional(ais) indicado(s);
a) será admitida, ainda, a comprovação do vínculo profissional por
meio de contrato de prestação de serviços, celebrado de acordo
com a legislação civil comum, cuja duração seja, no mínimo,
suficiente para a execução do objeto licitado;
b) quando se tratar de dirigente ou sócio da empresa
CONCORRENTE tal comprovação será feita por meio do ato
constitutivo da mesma e Certidão do CREA ou Conselho Profissional
competente, devidamente atualizada;
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c) o(s) profissional(is) indicado(s) será(ão) o(s) responsável(is) pela
prestação do serviço objeto desta licitação, compondo a respectiva
equipe técnica. A substituição desse(s) profissional(is) só será
admitida, em qualquer tempo, por outro(s) que detenha(m) as mesmas
qualificações aqui exigidas e por motivos relevantes, justificáveis pelo
CONCORRENTE e aceitos pelo Banco.
d) a não comprovação pelo CONCORRENTE vencedor, na data da
contratação, de que possui em seu quadro de pessoal profissional(is)
que atenda(m) plenamente aos requisitos de habilitação exigidos no
item 1.1.10.1, ensejará a sua desclassificação, sem prejuizo da
aplicação das sanções legais previstas.
1.1.11.2 currículo do(s) profissional(is) de nível superior objeto da declaração
exigida no item 1.1.10 e respectivo atestado(s) fornecido(s) por
pessoas jurídicas de direito público ou privado, que comprovem a
execução de serviço semelhante ao descrito na parcela de maior
relevância, acompanhado(s) das respectiva(s) Certidão(ões) de
Acervo Técnico – C.A.T., emitida(s) pelo CREA, desde que atendam
as exigências de cada tipo de serviço, conforme definido no item
1.1.10 retro, admitindo-se a Certidão de Acervo Técnico de serviço
específico, expedida pelo CREA. A substituição de quaisquer dos
profissionais só será admitida, em qualquer tempo, por outro(s) que
detenha(m) as mesmas qualificações aqui exigidas e por motivos
relevantes, justificáveis pelo CONCORRENTE, sob avaliação do
Banco;
1.1.12 Apresentação, na data da habilitação, dos documentos a seguir relacionados:
1.1.12.1 comprovação, por meio de certidão e/ou atestado, fornecido(s) por
pessoa(s) jurídica(s) de direito público ou privado, devidamente
certificado pelo CREA, de que a Empresa CONCORRENTE elaborou
pelo menos um projeto executivo de cada uma das modalidades
constantes do item 1.1.10.1 para áreas de missão crítica.
1.1.12.2 comprovação, por meio de certidão e/ou atestado, fornecido(s) por
pessoa(s) jurídica(s) de direito público ou privado, devidamente
certificado pelo CREA, de que a Empresa CONCORRENTE executa ou
executou projetos simultâneos de engenharia e/ou arquitetura em
imóveis, tendo em vista a previsão de simultaneidade disposta no
parágrafo sétimo da cláusula sétima da minuta de contrato. Serão
considerados simultâneos os serviços cujo prazo de execução for
coincidente em pelo menos 20 (vinte) dias;
1.1.12.3 declaração individual, assinada por cada profissional apresentado para
atendimento ao disposto no item 1.1.10, aceitando participar
efetivamente dos serviços objeto da licitação, inclusive como
responsável(is) técnico(s), caso o CONCORRENTE seja declarado
vencedor do certame.
1.1.12.4 declaração formal de que disponibilizará estrutura operacional
(pessoal e material) adequada ao perfeito cumprimento do objeto da
licitação.
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Nota: No caso de empresas em consórcio, os documentos mencionados nos
itens 1.1.9 a 1.1.12, anteriores, poderão ser apresentados por qualquer
consorciada.
Qualificação Econômico-Financeira:
1.1.13 Certidão negativa de pedido de falência ou concordata expedida pelo
distribuidor da sede do CONCORRENTE que esteja dentro do prazo de
validade expresso na própria certidão. Caso as certidões sejam apresentadas
sem indicação do prazo de validade, serão consideradas válidas, para este
certame, aquelas emitidas há no máximo 90 (noventa) dias da data estipulada
para a abertura dos envelopes DOCUMENTOS;
1.1.13.1 para as praças onde houver mais de um cartório distribuidor, deverão
ser apresentadas tantas certidões quantos forem os cartórios, cada
uma emitida por um distribuidor;
1.1.14 Balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício social, já
exigíveis e apresentados na forma da legislação em vigor, acompanhado do
demonstrativo das contas de lucros e prejuízos que comprovem possuir o
CONCORRENTE boa situação financeira;
1.1.14.1 no caso de Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte, a
apresentação dessa documentação servirá também para a
comprovação de enquadramento nessa condição, de acordo com o
Art. 3º da Lei Complementar nº 123, de 14.12.2006.
1.1.15 A comprovação da boa situação financeira do CONCORRENTE será baseada
na obtenção de índices de Liquidez Geral (LG), Solvência Geral (SG) e
Liquidez Corrente (LC) resultantes da aplicação das fórmulas abaixo, devendo
a empresa apresentar resultado maior do que 1 (um) em todos os índices aqui
mencionados:
LG = Ativo Circulante + Realizável a Longo Prazo
Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo
SG = Ativo Total
Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo
LC = Ativo Circulante
Passivo Circulante
1.1.16 As empresas que apresentarem qualquer dos índices relativos à boa situação
financeira igual ou menor que 1,00 (um) deverão comprovar possuir patrimônio
líquido igual ou superior a R$ 170.000,00 (cento e setenta mil reais). A
comprovação será feita mediante apresentação do balanço patrimonial e
demonstrações contábeis do último exercício social, já exigíveis e
apresentados na forma da legislação em vigor. A exigência visa demonstrar a
capacidade financeira da Concorrente diante da complexidade e valores
envolvidos na prestação dos serviços.
Nota: Empresas em consórcio:
I. Deverão apresentar os documentos mencionados nos itens 1.1.13 e
1.1.14, anteriores, referentes a cada consorciada.
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II. Para a comprovação da boa situação financeira, item 1.1.15, no cálculo
de todos os índices mencionados, cada empresa consorciada deverá
apresentar resultado maior do que 1 (um).
III. Para comprovação do patrimônio líquido exigido no item 1.1.16, admitirse-á o somatório do patrimônio líquido de cada empresa consorciada, na
proporção de sua respectiva participação no consórcio.
2.
HABILITAÇÃO POR MEIO DO SICAF
2.1
O CONCORRENTE que optar pela habilitação por meio do SICAF, registro cadastral
oficial do Poder Executivo Federal, nos termos da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 5,
de 21.07.1995, do extinto Ministério de Administração e Reforma do Estado – MARE
e Decreto nº 3.722, 09.01.2001, deverá atender às seguintes exigências:
2.1.1
satisfazer os requisitos relativos à fase inicial de habilitação preliminar (Art.
22, Parágrafo 1º da Lei 8.666/93) que se processará junto ao SICAF, na forma
de habilitação parcial ;
2.1.2 estar registrado no SICAF, simultaneamente, nas seguintes linhas de
fornecimento:
078 - Estudos e Projetos de Arquitetura;
213 - Estudos e Projetos de Instalação Elétrica (Estudos e Projetos);
507 - Estudos e Projetos de Sistemas de Refrigeração (Estudos e Projetos);
809 - Consultoria / Assessoria - Engenharia
2.1.3
apresentar, no SICAF, todos os índices relativos à situação financeira maiores
que 1,0 (um);
2.1.3.1 As empresas que apresentarem, no SICAF, qualquer dos índices
relativos à boa situação financeira igual ou menor que 1,0 (um)
deverão comprovar possuir patrimônio líquido igual ou superior a R$
170.000,00 (cento e setenta mil reais). A comprovação será feita
mediante apresentação do balanço patrimonial e demonstrações
contábeis do último exercício social, já exigíveis e apresentados na
forma da legislação em vigor.
2.1.4 apresentar a documentação relacionada nos itens 1.1.9 a 1.1.12.4
(qualificação técnica) deste Anexo;
2.1.5
a comprovação da HABILITAÇÃO JURÍDICA, da REGULARIDADE FISCAL e
da QUALIFICAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA se fará mediante consulta
“on-line” ao Sistema SICAF, por ocasião da abertura dos envelopes
“DOCUMENTOS”;
2.1.6
os interessados em participar da presente licitação, que não estejam
habilitados parcialmente no SICAF, poderão habilitar-se em qualquer
“Unidade Cadastradora” do Sistema. A relação das unidades cadastradoras
poderá ser obtida, via internet, no endereço http://www.comprasnet.gov.br;
2.1.7
na hipótese de o CONCORRENTE ter providenciado o seu Cadastramento no
SICAF, no prazo máximo de até o quarto dia útil anterior à realização do
certame, estando ainda pendente de análise e decisão quanto à regularidade
das exigências de cadastro, deverá ser apresentado, à “Comissão de
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Licitação”, na Sessão de Abertura dos envelopes “DOCUMENTOS”, sob pena
de inabilitação, o “Recibo de Solicitação de Serviço”.
Nota: Empresas em consórcio:
I.
II.
III.
IV.
3.
as exigências constantes do item 2.1.1, anterior, deverão ser cumpridas
por todas as consorciadas;
as exigências constantes do item 2.1.2, anterior, poderão ser cumpridas
por qualquer das consorciadas;
para a comprovação da boa situação financeira, item 2.1.3, no cálculo de
todos os índices mencionados, cada empresa consorciada deverá
apresentar resultado maior do que 1(um);
para comprovação do patrimônio líquido, exigido no item 2.1.3.1, admitirse-á o somatório do patrimônio líquido de cada empresa consorciada, na
proporção de sua respectiva participação no consórcio.
DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
3.1 Em qualquer situação (habilitação por Sicaf ou junto ao BANCO) apresentar os
seguintes documentos complementares, inclusive as empresas que constituírem
consórcio:
3.1.1 Prova de inexistência de débitos inadimplidos perante a Justiça do Trabalho,
mediante a apresentação de Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas – CNDT,
nos termos do Título VII – A da Consolidação das Leis do Trabalho.
3.1.2 O CONCORRENTE deverá comprovar Patrimônio Líquido igual ou superior a R$
170.000,00 (cento e setenta mil reais), por balanço patrimonial e
demonstrações contábeis do último exercício social, conforme art. 31, inc. I, da
Lei nº 8.666/93;
3.1.3 Declaração indicando a forma escolhida para habilitação, dentre as duas opções
estipuladas no item 11.2, ou seja, habilitação pela apresentação da
documentação junto ao Banco ou por meio do SICAF;
3.1.4 Declaração de inexistência em seu quadro, de funcionário de qualquer Centro de
Serviços de Logística – CSL ou da Dinop, como dirigente, acionista detentor de
mais de 5% (cinco por cento) do capital com direito a voto ou controlador,
responsável técnico, representante comercial ou procurador, salvo os casos de
empresa sob controle do próprio Banco;
3.1.5 Declaração de que tomou conhecimento de todas as informações e das
condições para o cumprimento das obrigações do objeto desta licitação;
3.1.6 Declaração quanto à existência ou inexistência, em seu quadro, de cônjuges,
inclusive companheiros(as), parentes até 2º grau (filhos, netos, irmãos, pais,
avós), pais adotivos, padrastos, enteados, cunhados, sogros, genros, noras ou
de outras pessoas que mantenham vínculos de natureza técnica, comercial,
econômica ou financeira com funcionários do CSL responsável pela licitação. Em
caso de existência, deverá ser indicado o nome do funcionário;
3.1.7 Declaração de que não existe em seu quadro, funcionários menores de 18
(dezoito) anos efetuando trabalho noturno, perigoso ou insalubre ou ainda,
empregado com idade inferior a 16 (dezesseis) anos efetuando qualquer
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trabalho, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 (quatorze) anos,
conforme minuta constante do Anexo 07.
3.1.8 No caso de Microempresas-ME e Empresas de Pequeno Porte-EPP, declaração
de enquadramento nessas situações, conforme minuta constante do Anexo 10.
Nota: Empresas em consórcio:
I.
II.
III.
para comprovação do patrimônio líquido exigido no item 3.1.1, anterior,
admitir-se-á o somatório do patrimônio líquido de cada empresa
consorciada, na proporção de sua respectiva participação no consórcio;
a DECLARAÇÃO DE OPÇÃO mencionada no item 3.1.2, anterior, deverá
ser apresentada por cada consorciada, podendo ser assinada pelo
Representante Legal da empresa consorciada ou pelo Representante
Legal da empresa líder;
os documentos mencionados nos itens 3.1.3 a 3.1.7, anteriores, deverão
ser apresentados por todas as consorciadas.
4.
Os documentos exigidos neste Edital deverão ser apresentados no original, em cópia
autenticada por cartório, ou por publicação em órgão da imprensa oficial. A autenticação
poderá ser feita, ainda, mediante cotejo da cópia com o original, pelos membros da
Comissão de Licitação.
5.
Os documentos exigidos para habilitação deverão estar com prazo de validade em vigor
na data marcada para a abertura dos envelopes DOCUMENTOS. Caso os documentos
relacionados nos itens 1.1.4 a 1.1.8 deste Anexo sejam apresentados sem indicação de
prazo de validade, serão considerados, para o certame, válidos por 90 (noventa) dias a
partir da data de sua emissão.
6.
Os CONCORRENTES que alegarem estar desobrigados da apresentação de qualquer
um dos documentos exigidos na fase habilitatória deverão comprovar esta condição por
meio de certificado expedido por órgão competente ou legislação em vigor,
apresentados na forma indicada no item 4 anterior.
7.
O documento necessário para representação do CONCORRENTE na sessão de
abertura, na forma exigida no item 19.2, da Seção II, deste Edital, deverá ser entregue
à Comissão de Licitação APARTADO DOS ENVELOPES.
REGULARIDADE FISCAL - OBSERVAÇÕES APLICÁVEIS ÀS MICRO E PEQUENAS
EMPRESAS, NA FORMA DA LEI COMPLEMENTAR Nº 123, DE 14.12.2006 E DO DECRETO
Nº 6.204, DE 05.09.2007:
8.
Havendo alguma restrição na comprovação da regularidade fiscal, será assegurado
prazo de 2 (dois) dias úteis, cujo termo inicial corresponderá ao momento em que o
CONCORRENTE (ME ou EPP) for declarado o vencedor do certame, prorrogáveis por
igual período, para a regularização da documentação, pagamento ou parcelamento do
débito, e emissão de eventuais certidões negativas ou positivas com efeito de certidão
negativa;
a)
a declaração do vencedor de que trata a alínea anterior acontecerá no momento
posterior ao julgamento das propostas;
b)
a prorrogação do prazo previsto na alínea “a” será sempre concedida pelo Banco,
quanto requerida pelo CONCORRENTE, a não ser que exista urgência na
contratação na contratação, devidamente justificada;
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9.
A não regularização da documentação, no prazo previsto na alínea anterior, implicará
decadência do direito à contratação, sem prejuízo das sanções previstas no art. 81, da
Lei nº 8.666, de 21.06.1993, sendo facultado ao BANCO convocar os
CONCORRENTES remanescentes, na ordem de classificação, para a assinatura do
contrato, ou revogar a licitação; e
10.
A regularidade fiscal é condição indispensável para a assinatura do Contrato.
11.
Empresas em consórcio deverão apresentar, ainda, os seguintes documentos:
I
comprovação do compromisso público ou particular de constituição de consórcio,
subscrito pelos consorciadas;
II
termo de responsabilidade solidária dos integrantes do consórcio, pelos atos a
serem praticados na fase de licitação e na execução do contrato;
III
indicação da empresa responsável pelo consórcio (empresa líder) que deverá
atender às condições de liderança, obrigatoriamente fixadas no edital. No caso
de haver consórcio de empresas brasileiras e estrangeiras a liderança caberá,
obrigatoriamente, à empresa brasileira.
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ANEXO 03
================================================================================
CADERNO DE ENCARGOS – PARTE IV – ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS
OBJETIVO: Estabelecer critérios e condicionantes para a elaboração de anteprojetos, projetos
básicos e projetos executivos multidisciplinares e seus anexos para construção e reforma de
áreas para abrigar Datacenters, com características similares a ambientes classificados como
padrão Tier 3 da Ansi/Tia 942, nos Edificios elencados abaixo:
1) EDIFÍCIO CARJ – Centro Administrativo do Rio de Janeiro
Rua Barão de São Francisco, 177, Andaraí – Rio de Janeiro (RJ)
2) EDIFÍCIO VERBO DIVINO
Rua Verbo Divino, 1830, São Paulo (SP)
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3) EDIFÍCIO MARAMBAIA
Rua Marambaia, 435, São Paulo (SP)
4) EDIFÍCIO SÃO CRISTÓVÃO
Rua Figueira de Melo, 413, São Cristóvão – Rio de Janeiro ((RJ)
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VERIFICAÇÃO PRELIMINAR E CARACTERIZAÇÃO DOS SERVIÇOS
1.1. Compete à CONTRATADA levantar a documentação técnica necessária para
desenvolvimento dos estudos e projetos.
1.2. A CONTRATADA, antes de iniciar os projetos, deverá vistoriar todos os prédios objeto
desse contrato, executando todos os levantamentos necessários ao desenvolvimento de
seus trabalhos, de modo a não incorrer em omissões que jamais poderão ser alegadas
em favor de eventuais pretensões de acréscimo de preços e área. Para vistoriar qualquer
um dos prédios que será objeto da elaboração dos projetos, a CONTRATADA deverá
contatar antecipadamente a equipe técnica local do BB, nas localidades do RJ e SP e a
Administração dos Edificios para agendar data e horário para as vistorias.
1.3. Para efeito de interpretação de divergências, em qualquer caso ou hipótese, fica
estabelecido que:
1.3.1
Em caso de divergência entre o desenho de leiaute disponibilizado pelo Banco e
a situação atual do imóvel será considerada a situação existente.
1.4. É encargo da contratada executar os serviços previstos neste Edital e seus anexos,
incluindo os itens abaixo:
1.4.1
Caberá a contratada a vistoria e levantamento técnico das instalações e
documentação existente, inclusive a emissão de laudos, quando necessários, a
fim de subsidiar o desenvolvimento das soluções e projetos indicados neste
Edital;
1.4.2
Vistoria dos Sites localizados no Ed.Carj (RJ), Ed.São Cristóvão (RJ), Ed.Verbo
Divino (SP), Ed.Rua Marambaia (SP) e Sala Cofre Vila Maria (SP), em conjunto
com as equipes técnicas locais do BB, dos Estados do RJ e SP, indicadas pela
Equipe Técnica de Brasilia;
1.4.3
Inventário dos equipamentos de TI existentes nas áreas previstas para as
intervenções, para premitir o desenvolvimento de um plano de logística de obra;
1.4.4
Inventário dos equipamentos e sistemas de facilities prediais existentes em cada
Edificio.
Documentação fotográfica das instalações existentes e situação atual dos
prédios das dependências contempladas;
1.4.5
1.4.6
Reuniões com os representantes do Banco. A primeira reunião ocorrerá logo
após a assinatura do contrato, para apresentação das equipes técnicas locais do
Rio de Janeiro e São Paulo. As demais reuniões, denominadas reuniões de
ponto de controle, ocorrerão depois da reunião de apresentação, em intervalos
de 20 dias, em Brasilia, ao longo da vigência do contrato. Quando necessário, as
reuniões poderão ser realizadas em São Paulo e/ou no Rio de Janeiro;
1.4.7
Desenvolvimento de desenhos contendo a situação atual de leiaute das
dependências, com cotas básicas, descrição dos materiais aplicados, indicação
de orientação solar e quadro de áreas, diagramas unifilares, plantas, projetos,
capacidades, potencias, idade dos sistemas, estado da infraestrutura atual,
capacidades utilizadas por cada sistema predial, e por que área/órgão/setor da
edificação, bem como outros elementos ou informações solicitadas pelo Banco;
1.4.8
Apresentação dos estudos de viabilidade, de anteprojetos e projetos básicos, na
fase 1 e desenvolvimento dos projetos executivos, na fase 2;
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1.4.8.1 Consideram-se especialidades a serem desenvolvidas os projetos de
arquitetura, paisagismo, acessibilidade, coberturas, projeto elétrico,
projeto de CFTV, Controle de acesso, supervisão e controle predial,
cabeamento estruturado, telefonia, alarme patrimonial, luminotécnico,
hidrossanitário, águas pluviais, condicionamento de ar, civis, estrutural,
contenção, impermeabilização, comunicação visual interna e externa,
sistemas de prevenção e combate a incêndio, elevação e transporte,
elétrico e mecânico de portões e acessos, acústica, ambientais,
armazenamento e distribuição de diesel, geração de energia, além de
laudos técnicos, orçamentos, memorial descritivo, especificação técnica
de materiais e serviços.
1.5.
1.4.9
Aprovação dos projetos nos órgãos públicos e concessionárias locais, tais como
Prefeituras, Bombeiros, IPHAN ou órgãos regionais de patrimônio, Vigilância
Sanitária, condomínios, concessionárias de telefonia, de energia, de água,
órgãos ambientais, CREA, entre outros. Caberá a contratada o pagamento das
taxas e emolumentos necessários.
1.4.10
Elaboração de maquete eletrônica;
1.4.11
Elaboração de laudos ou pareceres técnicos dentro das especialidades de
arquitetura, engenharia civil, engenharia elétrica e mecânica;
1.4.12
Especificação de Serviços, no padrão adotado pelo BB (CGE4), quantitativo de
materiais e orçamento detalhado discriminando preços (unitário e total) de
material e mão-de-obra, de forma a permitir a realização de licitação para as
obras de reforma necessárias, para cada Site (um conjunto por Site). A
Contratada deverá obter o Caderno Geral de Encargos do BB junto ao Centro de
Logistica Contratante – disponibilizado no CD do Licitante;
1.4.13
Recolhimento e pagamento das Anotações de responsabilidade técnica (ART)
por especialidade, inclusive do orçamentista;
Os serviços objeto deste contrato serão desenvolvidos em até duas fases:
1.5.1.
A primeira fase envolve: vistorias aos ambientes, levantamento de todas as
necessidades, inventario, preenchimento das tabelas 8,9,10 e 11 da Ansi/Tia
942, reuniões com o Banco (pontos de controle), visitas aos locais, avaliação
sobre reaproveitamento ou não da infra estrutura existente, desenvolvimento de
estudos preliminares, elaboração de orçamento estimado, logística básica de
execução dos serviços, análise de relação custo x benefício, projetos básicos e
especificações básicas da infra predial e seus equipamentos, obtenção dos
padrões de projeto adotados pelo BB, calculo do PUE e DCiE, e demais
atividades relacionadas neste Edital. Nesta fase, deverão ser apresentadas pelo
menos duas alternativas técnicas conceituais que serão avaliadas pelo
Contratante. Desta avaliação, o Banco poderá optar pelo desenvolvimento de
uma delas, solicitar a apresentação de uma terceira alternativa ou decidir pela
inviabilidade de continuidade parcial ou total dos serviços. Na hipótese de
não continuidade total ou parcial dos serviços, a Contratada será
remunerada pelos serviços prestados na primeira etapa, não sendo devida
a remuneração referente a execução da segunda etapa.
1.5.2.
A segunda fase envolve: desenvolvimento de todos os projetos executivos para
implementação da solução técnica aprovada pelo Banco, reuniões com o Banco
(pontos de controle), aprovação dos projetos nos órgãos e entidades públicas
(municipais, estaduais e federais), e concessionárias locais, especificações
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técnicas, orçamento detalhado, logística de execução dos serviços e
movimentação dos equipamentos de TI em operação, demais documentos
necessários para a licitação das obras individualmente.
1.5.3.
A definição das proposições técnicas para a elaboração dos projetos devem
contemplar, no mínimo, os seguintes critérios:
1.5.3.1
1.5.3.2
1.5.3.3
1.5.3.4
1.5.3.5
1.5.3.6
1.5.3.7
1.5.3.8
1.5.3.9
1.6.
Boa relação custo-benefício;
Atendimento a normatização e legislação vigentes;
Soluções tecnológicas atuais e de baixo impacto ambiental;
Durabilidade;
Modularidade;
Escalabilidade dos materiais utilizados;
Compatibilização com instalações existentes, entre outras
orientações constantes do Edital e seus Anexos;
Redundâncias;
Eficiencia energética;
O cronograma dos serviços obedecerá os seguintes prazos de entrega:
•
Conclusão da FASE 1 – até 150 dias da data de assinatura do contrato.
•
Conclusão da FASE 2 – até 450 dias da data de assinatura do contrato.
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2. ORIENTAÇÕES GERAIS
2.1. Para todos os projetos a CONTRATADA deverá entregar:
2.1.1 Toda a documentação referente aos projetos deverá ser entregue impressa e/ou
plotada, em duas vias, em mídia digital (CD ou DVD), em duas vias, em arquivos
editáveis, passando, após recebimento e aceite do objeto contratado, os projetos
e todas as informações inclusas neste, serem de propriedade exclusiva do
Contratante.
2.2. Os projetos devem contemplar, alem das orientações constantes no Edital e seus
Anexos, identificação de instalações, soluções de redundâncias e de emergência,
especificações técnicas de materiais e serviços com no mínimo a indicação de 3
fornecedores/fabricantes.
2.3. Os projetos de arquitetura, alem das orientações constantes no Edital e seus Anexos,
devem apresentar:
2.3.1 Leiaute do data Center, constanto corredor quente, corredor frio, área de
entrada, área de distribuição principal, área de distribuição horizontal, área de
equipamentos de TI (identificados com base nos iventarios realizados),
mapeamento do piso elevado, mapeamento das eletrocalhas, area para
crescimento futuro do data center, área de facilities prediais, área de NOC
(Network Operation Center) ou (sala CGS) e demais compartimentações
necessárias;
2.3.2 Posição de paredes, suas características construtivas e seus revestimentos
(acústicos, anti-chama e outros), portas internas e externas, piso elevado, radapiso de acabamento, forro, luminárias, lajes, elementos estruturais e de reforço
estrutural, elementos de fixação, etc.
2.3.3 Utilização de materiais quanto a suas classificações em relação ao fogo,
capacidade corta-fogo, resistência ao fogo, combustíveis, etc.
2.3.4 Soluções contra infiltrações e inundações d’água oriundas das áreas contíguas
ao Data Center.
2.3.5 Vulnerabilidades em
eletromagnéticos, etc,
relação
a
umidade,
fumaça,
vibrações,
campos
2.3.6 Paredes e portas a prova de impactos e arrombamentos,
2.3.7 Materiais incombustíveis,
2.3.8 Sinalização, compartimentações, corredores, acessos principais e alternativos,
com previsão de circulação de pessoas (inclusive PNE - portadores de
necessidades especiais) e quipamentos (de TI, de Facilities prediais, carga e
descarga), etc.
2.4. Todos os desenhos deverão seguir rigorosamente a formatação e padrão do Banco do
Brasil, detalhados adiante, em tópico específico.
2.5. Os blocos, cotas, texto, selo (carimbo) e demais componentes não poderão ser
explodidos (função explode do AutoCAD).
2.6. Os blocos deverão estar desenhados originalmente no “layer 0”, pois assim assumirão o
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“layer” escolhido no desenho.
2.7. Não serão aceitos arquivos cujo programa utilizado para desenho não seja compatível
com o AutoCAD ou que na exportação gere algum erro no qual não seja possível abrir,
visualizar, salvar como ou alterar o arquivo na versão 2000 do AutoCAD.
2.8. Para todos os demais documentos e formulários a CONTRATADA deverá entregar uma
cópia impressa e assinada e uma cópia em meio digital.
2.9. Os arquivos de texto em meio digital deverão estar em formato compatível para
visualização no formato .doc.
2.10. Os arquivos de planilhas em meio digital deverão estar em formato compatível para
visualização no formato .xls.
2.11. Nas reuniões deverão estar presentes todos os profissionais responsáveis por suas
respectivas áreas e que efetivamente participem no desenvolvimento dos projetos da
CONTRATADA objeto da reunião. O Responsável Técnico da CONTRATADA, indicado
para a habilitação técnica, assumirá as responsabilidades legais pela execução/direção
dos serviços e cuidará para a perfeita execução e completo acabamento da mesma,
responsabilizando-se por toda assistência técnico administrativa necessária ao
conveniente andamento dos trabalhos.
2.12. Para as reuniões a CONTRATADA deverá preparar o material e levar os projetos
impressos podendo ser no formato A3 ou superior, desde que seja legível o entendimento
do mesmo. No caso de fotos a CONTRATADA poderá optar por levar as mesmas em
meio impresso ou em equipamento próprio, que possua tela de no mínimo 10”, para que
seja possível a sua visualização. A Contratada será responsável pela elaboração de ATA
das reuniões, remessa da mesma a todos os participantes para considerações e
aprovação da mesma e demais orientações contidas no item 4, abaixo.
2.13. Para efeitos de cumprimento do prazo as entregas serão consideradas apenas se não
tiverem erros ou omissões, devendo constar todos os itens do cronograma.
2.14. Serão considerados erros, conforme citado no item anterior, os projetos que estiverem
em desacordo com as Leis, Normas Técnicas vigentes, Plano Diretor da cidade, Leis
específicas para Bancos da cidade da dependência, Código Brasileiro de Trânsito,
vigilância sanitária, entre outros.
2.15. Também serão considerados erros:
2.15.1 Os ambientes planejados de forma que fique inviável a sua utilização ou
execução;
2.15.2 Supressão de itens móveis, equipamentos, elementos estruturais, mobiliário
urbano, entre outros, sem que haja uma previsão de alteração, relocalização,
substituição, adequação estrutural ou outra orientação de destino por parte da
fiscalização;
2.15.3 Omissão de serviços na Especificação e/ou Orçamento que forem necessários à
perfeita execução da obra;
2.15.4 Divergência na compatibilização dos projetos arquitetônico e complementares;
2.15.5 Divergência nos padrões de desenhos técnicos do Banco, tais como “layers”,
versão do arquivo digital, entre outros;
2.15.6 Divergência de itens constante no projeto, especificações e orçamentos.
2.15.7 Divergência entre o levantamento e a situação real da dependência;
2.15.8 Divergência para maior ou menor na quantificação do orçamento.
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2.16. Quando por parte da Fiscalização do Banco do Brasil (representada pela equipe técnica
matricial de Brasília e/ou pela equipe técnica local do RJ e SP), forem constatados erros
no trabalho, a CONTRATADA terá 02 (dois) dias úteis para comparecer na sede da Área
de Engenharia do CSL local (RJ ou SP), ou na sede da Equipe técnica matricial em
Brasilia, responsáveis pelos projetos, a fim de receber as orientações para as correções.
Após a reunião, a CONTRATANTE definirá o prazo de até 05 (cinco) dias úteis para
entregar o trabalho corrigido sendo que o prazo firmado não será considerado como
prorrogação. Neste caso, ficará caracterizado atraso no cumprimento do cronograma de
entrega do projeto desde que vencido o prazo pactuado originalmente, sendo passível de
aplicação das sanções previstas no contrato.
2.17. A etapa será considerada concluída apenas quando os erros forem corrigidos.
2.18. Todas as entregas das correções deverão ocorrer do mesmo modo da primeira entrega,
ou seja, todos os projetos, documentos e planilhas deverão ser entregues em meio digital
e com uma cópia plotada e/ou impressa assinada pelo responsável, conforme
configurações já mencionadas em item específico. Apenas será dispensada a entrega
das fotos referente ao levantamento.
2.19. Em momento algum será devido à CONTRATADA o custo correspondente ao
deslocamento necessário para realização de reunião de qualquer tipo junto a Área de
Engenharia responsável pelo projeto.
2.20. Caberá à CONTRATADA, além do lançamento, cálculo, dimensionamento das
instalações e projetos, fornecerá à CONTRATANTE os seguintes elementos, entre outros
elencados neste Edital:
2.20.1
2.20.2
2.20.3
2.20.4
2.20.5
2.20.6
Memoriais descritivos, justificativo e de cálculo, com planilhas previstas em
normas.
Especificações e quantitativos de todos os materiais, peças e serviços a serem
empregados, alem de catálogos de fabricantes e fornecedores.
Cronogramas descritivo e físico-financeiro de execução da obra.
Projetos aprovados junto aos órgãos competentes e concessionárias
jurisdicionante, após análise e aceitação dos mesmos pela CONTRATANTE. O
pagamento de taxas para aprovação dos projetos ficará a cargo do
CONTRATADO .
Orçamento detalhado no padrão BB e toda documentação comprobatória de sua
consulta de preços ao mercado, obtida junto aos fornecedores, fabricantes,
instaladores, profissionais, custos da mão de obra e outros.
Recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), junto ao CREA
jurisdicionante, pago pela CONTRATADA. A ART dos projetos complementares
deverá estar vinculada à ART do profissional responsável pelo projeto
arquitetônico. Em campo específico da ART deverá ser indicado o número do
contrato e demais informações deverão ser fiéis ao disposto no mesmo.
2.21. Caberá à CONTRATADA prestar assistência técnica à CONTRATANTE, através de
sugestões e respostas a consultas nos assuntos referentes aos serviços prestados.
2.22. Esta assistência técnica será prestada desde a primeira reunião de projetistas até o
término da obra, seja na fase de projeto, de licitação ou execução da mesma, estando
este serviço incluído no valor pago pela execução do projeto executivo.
2.23. Caberá à CONTRATADA visitar o local do empreendimento, ocasião em que serão
pesquisadas todas as informações pertinentes aos projetos.
2.24. A CONTRATADA deverá ter um coordenador de projetos, que sem restringir-se às
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reuniões previstas, deverá comparecer ao Setor de Engenharia local (RJ e ou SP) e ao
Setor da equipe técnica de Brasilia, sempre que solicitado, sem custos adicionais.
2.25. Caberá à equipe técnica de Brasília em conjunto com as equipes técnicas locais do RJ e
SP, responsáveis pelos projetos, em comum acordo com a CONTRATADA, a decisão
sobre quaisquer modificações de projeto.
2.26. A CONTRATADA executará as correções solicitadas pelas equipes técnicas do Banco,
responsáveis pelos projetos, quando os serviços estiverem incompletos, em desacordo
com as condições fixadas neste Edital, em desacordo com os padrões de projetos do
Banco, em desacordo com o Caderno Geral de encargos do Banco ou a pedido do
Banco, sem ônus para a CONTRATANTE.
2.27. Nos projetos solicitados a CONTRATADA deverá observar como parte integrante do
contrato o atendimento às normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas,
às Normas do Corpo de Bombeiros, às Normas Regulamentadoras do Ministério do
Trabalho e Emprego, à legislação em vigor, às Normas Internas do Banco do Brasil (INs),
ao Carderno de Encargos Geral do BB, e às determinações normativas relacionadas nos
Anexos do Edital, alem das relacionadas abaixo, onde aplicáveis:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
ANSI/TIA/EIA 568B - Commercial Building Telecommunications Cabling Standard;
ANSI/TIA/EIA-569-A - Commercial Building Standard for Telecommunications
Pathways and Spaces;
ANSI/TIA/EIA-606 - Administration Standard for the Telecommunications
Infrastructure Commercial;
ANSI/TIA/EIA-607 - Commercial Building Grounding and Bonding Requirements for
Telecommunications;
ANSI/TIA/EIA 862 - Building Automation Systems Cabling Standard for Commercial
Buildings;
ANSI/TIA/EIA 942 - Telecommunications Infrastructure Standard for Data Centers;
IEEE 802 - IEEE Standard for Local and Metropolitan Area Networks;
NBR 11515 - Critérios de segurança física relativa ao armazenamento de dados;
NBR 11836 - Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio;
NBR 14565 - Procedimento básico para elaboração de projetos de cabeamento de
telecomunicações para rede interna estruturada;
NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão;
NBR 5419 - Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas;
NBR 9441 - Execução de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio;
NBR 10080 - Instalações de ar condicionado para sala de Computadores;
NBR 10085 - Medição de temperatura em condicionamento de ar;
NBR 6401 - Instalações de ar condicionado para conforto;
NBR ISO/IEC 27002 - Tecnologia da Informação - Código de prática para a gestão
da segurança da informação;
NFPA 2001 -Standard on Clean Agent Fire Extinguishing Systems;
NFPA 72 - National fire prevention code;
SHRAE TC9.9 – 2011 Thermo Guide Lines for Data Processing Environments –
Expanded Data Center – Classes and Usage Guidance;
PUE e DCiE de acordo com Green Grid.
Recomendações dos fabricantes quanto à instalação de seus equipamentos.
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PREMISSAS BÁSICAS DE PROJETO PARA OS AMBIENTES DE TI
3.1. Observar as recomendações da ANSI/TIA 942, para construção e reforma de áreas para
abrigar Datacenters, com características similares a ambientes classificados como
padrão Tier 3 da supracitada norma.
3.2. Densidade de refrigeração de 0,28TRs/m², utilizando equipamentos de precisão e
solução específica para racks com elevada dissipação térmica;
3.3. Carga elétrica de 1Kw/m²;
3.4. Sobrecarga de laje de 1.200 Kg/m² (área de produção de TI);
3.5. Redundância e alta disponibilidade para cargas críticas.
3.6. Área útil de piso elevado para TI de 150 a 1.000m², aproximadamente, em função do
edifício. As áreas definitivas serão consolidadas nas reuniões de ponto de controle,
em função dos levantamentos de campo, inventários e demais orientações
contidas neste Edital;
EDIFÍCIO CARJ – Centro Administrativo do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro (RJ)
Área útil estimada para equipamentos de TI – 500m², sem considerar áreas necessárias para
infraestrutura de apoio. Previsão de área destacada na planta esquemática:
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EDIFÍCIO VERBO DIVINO – São Paulo (SP)
Área útil estimada para equipamentos de TI – 500m², sem considerar áreas necessárias para
infraestrutura de apoio. Previsão de área destacada na planta esquemática:
EDIFÍCIO MARAMBAIA – São Paulo (SP)
Área útil estimada para equipamentos de TI – 150m², sem considerar áreas necessárias para
infraestrutura de apoio. Previsão de área destacada na planta esquemática:
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EDIFÍCIO SÃO CRISTÓVÃO – Rio de Janeiro (RJ)
Área útil estimada para equipamentos de TI – 500 A 1.000m², sem considerar áreas
necessárias para infraestrutura de apoio. Para o edifício São Cristóvão, além da criação de
área específica para equipamentos de TI, será encargo da Contratada, o
desenvolvimento dos projetos técnicos necessários para a reforma total do edifício,
inclusive áreas para escritório. O edifício encontra-se desocupado, possui 4.908m² de área
construída distribuídas em 4 (quatro) pavimentos mais uma cobertura.
Previsão de área útil para equipamentos de TI destacada na planta esquemática:
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4. PREMISSAS COMPLEMENTARES
PREMISSAS COMPLEMENTARES A SEREM OBSERVADAS
OS
PROJETOS
DEVEM
APRESENTAR
SOLUÇÕES
DE
ALTA
CONFIABILIDADE, NÍVEL ADEQUADO DE REDUNDÂNCIA E TOLERÂNCIA A
FALHAS DOS SISTEMAS PARA GARANTIR ELEVADA DISPONIBILIDADE E
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM CONSONÂNCIA COM A IN324 (TRANSCRITA
ABAIXO), E DEMAIS ORIENTAÇÕES DA ANSI/TIA 942 (RESUMO ABAIXO),
PARA QUE OS AMBIENTES DE TI TENHAM CLASSIFICAÇÃO TIPO TIER 3.
Obs.1: A Contratada deve atualizar as recomendações técnicas resumidas abaixo,
tomando como base a versão mais nova da Ansi/Tia 942 oficialmente publicada na data da
execução dos serviços contratados. Cópia da Ansi/Tia 942 atualizada deverá ser anexada
aos projetos básicos previstos para a fase 1.
Obs.2: A contratada deverá obter junto às equipes dos CSL SP e RJ, os padrões de
projetos adotados pelo Banco, o Caderno Geral de Encargos do BB, os padrões de
Caderno de Encargos Parte 4 (específicos para obras), os padrões de orçamentação de
projetos e obras adotados pelo Banco, para sua aplicação na elaboração dos trabalhos
previstos para fase 1 e 2.
I- IN 324 – Instruções Normativas Internas - Ambientes de missão Crítica de TI
Os projetos executivos para cada ambiente de TI devem contemplar:
● Subestação de entrada de energia;
● Sistemas de distribuição elétrica, instalações elétricas prediais, Instalações elétricas
especiais para data centers, distribuição no entrepiso do data center;
• Luminotécnico para ambientes internos e externos com possibilidade de utilização de
tecnologia LED
● Sistemas de Telecomunicações, cabeamento ótico, cabeamento estruturado, distribuição
de telefonia, distribuição no entrepiso do data center;
● Sistema de proteção contra descargas atmosféricas;
● Sistema de aterramento;
● Sistema de alimentação elétrica de emergência - grupo gerador e chave de
transferência com by-pass de manutenção;
● Sistema de energia ininterrupta – UPS – redundantes, com baterias seladas - Densidade
de carga elétrica de 1.0KW/m2, no mínimo.
● Sistema de comutação eletrônica - chave estática;
● Sistema de distribuição elétrica de cargas críticas – PDU / PDR gerenciável;
● Sistema de condicionamento de ar de precisão para ambientes de Data Centers,
Sistema de condicionamento de ar predial, Sistemas de exaustão, tomada de ar, filtragem
especial para áreas críticas;
● Sistema de condicionamento de ar de precisão para racks de alta densidade de carga;
● Sistema de detecção e combate contra incêndio, sinalização de escape, rota de fuga ,
iluminação de emergência (predial e para os ambientes de data center), rede "dry pipe",
sistema de proteção passiva contra incêndio e demais orientações da Ansi/TIA 942;
● Sistema complementar de detecção por aspiração precoce e combate contra incêndio
por gás inerte;
● Sistema de CFTV e controle de acesso.
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● Sistema de supervisão, controle e automação da infraestrutura predial;
● Projeto de arquitetura, paisagismo, projeto de arquitetura específico para ambientes de
data center, leiaute dos racks em corredores quente e frio, dimensionamento das salas de
controle, monitoração e operação do data center (sala CGS), dimensionamento de áreas
para escritório, salas de reunião, ambientes diversos (copa, sanitários, ambientes QVT,
etc), fachada, sinalização interna e externa, mobiliário padrão BB, cobertura, telhados,
acessibilidade, guaritas, ambientes para facilities prediais,pisos, revestimentos, etc;
● Projetos civis, reforços estruturais, de contenção de barrancos, paredes, telhados,
coberturas, calhas pluviais, espaços como docas, quarentenas, remoção de paredes, lajes,
elementos estruturais, fachada, escadas, escada de incêndio, reservatórios de água, de
diesel e outros. Projeto de revestimentos, alvenarias, paredes, divisórias, portas especiais
corta-fogo, grades, janelas, ferragens diversas, portões motorizados, portas de segurança,
área de carga e descarga , portas de rolar, rampas, caixa de elevador, demolições,
cisternas, rebaixamento de lençol freático, impermeabilizações, muro de contenção,
drenos, estacionamento, caixa d’agua superior, reserva técnica de incêndio, pavimentação
de ruas de circulação interna, calçadas, piso elevado para ambientes de TI. Carga pontual
de no mínimo 1.200Kg/m2;
•
Impermeabilização;
● Projeto das instalações hidráulicas e hidrossanitárias prediais e especificas para
ambientes de data centers conforme Ansi/Tia 942;
● Projetos de elevação e transporte , Projeto especiais para ambientes de data center
docas, quarentena , acesso de equipamentos de TI, talha de içamento, alçapões móveis
para içamento de carga;
•
Projeto logístico que preveja a criação de áreas provisórias para viabilizar a reforma
e revitalização dos Sites, movimentação dos equipamentos de TI para as áreas
provisórias, planejamento e definição de cada etapa das obras de reformas (por onde
iniciar, por onde seguir o desenvolvimento da obra, por onde terminar, prazo para cada
etapa, custos, cronograma físico financeiro, etc), movimentação de equipamentos de
facilities predial, e todas as demais etapas necessárias ao processo de revitalização dos
Sites indicados;
•
Orçamentação da revitalização de cada site, com apresentação de documentação
comprobatória de consulta a fornecedores, fabricantes, instaladores, empreiteiros,
profissionais diversos, custos de impostos, importações, mão de obra e demais insumos
necessários ao processo de revitalização de cada site e tudo o mais que for necessário
para comprovar os custos de cada reforma e gerar documentação para fins internos;
● Projetos especiais que se fizerem necessários, demais orientações da equipe técnica do
Banco , alem das seguintes recomendações;
1. Os sistemas e equipamentos projetados para infraestrutura elétrica devem ser
instalados em ambientes técnicos distintos, para não consumirem área útil dos ambientes
de missão crítica;
2. O site de TI deve ser alimentado por duas linhas da concessionária de energia local
conforme classificação da Ansi/Tia 942 para Tier 3;
3. O Site de TI deve ter duas abordagem pelas concessionárias de telefonia e
comunicação de dados conforme classificação da Ansi/Tia 942 para Tier 3.
4.Os painéis de distribuição de energia (PDU's e PDR´s), devem ser do tipo gerenciáveis,
que permitam o monitoramento de todos os circuitos elétricos individualmente e do "status"
de cada um dos disjuntores instalados;
5.O sistema de supervisão, controle e automação da infraestrutura deve ser em protocolo
aberto, modular, expansível e flexível, com suporte para integração com sistemas
supervisórios, porventura existentes na edificação;
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6. Os sistemas e equipamentos projetados para condicionamento de ar devem ser
instalados em ambientes técnicos distintos, para não consumir área útil dos ambientes de
missão crítica;
7. As soluções de condicionamento de ar de precisão devem ser dotadas de controle de
temperatura e umidade, observando os princípios da eficiência energética;
8. Quando houver a previsão de utilização de racks de equipamentos de alta densidade de
carga, tipo "blades" e outros, que gerem elevada dissipação térmica localizada, adotar
solução complementar de condicionamento de ar de precisão de alta densidade, com
características de flexibilidade e modularidade, capazes de atender à dinâmica de
movimentação, substituição e ampliação desses tipos de racks de equipamentos de TI;
9. Observar os diagramas de princípios abaixo para o dimensionamento das redundâncias
dos sistemas de infraestrutura predial para os ambientes de TI. Formas e princípios
energeticamente mais eficientes deverão ser apresentados a equipe técnica do Banco. O
PUE e o DCiE deverão ser calculados e apresentados para cada solução proposta.
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II - ANSI/TIA 942 – Normas de Infraestrutura para Data Centers - aplicáveis
para Tier 3
Requisitos mínimos a serem observados para a infraestrutura de datacenters. Observar
também os padrões de projeto constantes do Caderno Geral do BB e das IN's (Instruções
Normativas Internas), onde aplicáveis - Adquirir o Caderno Geral de encargos do Banco
conforme orientação constante do presente Edital. Obter junto às equipes técnicas do BB
as instruções normativas e demais padrões para o desenvolvimento dos projetos
multidisciplinares.
REFERENCIAS NORMATIVAS - 1.1 A 1.2 da Ansi/Tia 942
● Referencias Normativas – conforme item 1.2 da Ansi/Tia 942.
DEFINIÇÕES E TERMOS - 2.0 da Ansi/Tia 942
•
Definição de termos como área de distribuição de zona e outros - conforme item 2.1
a 2.2 da Ansi/Tia 942.
VISÃO GERAL DO PROJETO DO DATA CENTER- 3.0 da Ansi/Tia 942
● Visão Geral do Projeto – conforme item 3 da Ansi/Tia 942.
● Relação de áreas do data center e outras áreas do edifício: item 3.2 da Ansi/Tia 942.
1) Laje de piso que suporte sobrecargas de no mínimo 1.200Kg/m2 (área de
produção de TI);
1.1) Piso elevado que suporte sobrecargas pontuais de 1.200Kg/m2 no mínimo, cargas
rolantes, intertravamentos entre apoios, etc;
1.2) Elevador de carga para no mínimo 2.000 kg, portas de acesso com vão livre de 1,20m
e altura livre de 2,40m. As soluções para cada site deverão ser discutidas com a equipe
técnica Matricial do BB;
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2) Dentro da área dedicada ao Data Center, prever os seguintes espaços:
2.1) Área para produção (equipamentos de TI - Informática), de 150m2 a 1.000m2 de piso
elevado, conforme sugerido para cada Site. Estas áreas deverão ser confrontadas com as
necessidades reais de cada Site, tomando-se como base o inventario dos equipamentos
de TI que serão movimentados para cada área e a taxa de crescimento prevista para os
próximos 10 anos;
2.2) Área para ambientes técnicos destinados aos FCPs, PDRs,PDUs, Trafos, Cilindros de
gás inerte, tubulações, busways, e outros equipamentos necessários;
2.3) Área para centro de operações (NOC , Sala CGS);
2.4) Área para escritórios para equipe de apoio, terceirizados e outros;
2.5) Área para sala de telecomunicações que atendem ao data center;
2.6) Área para armazenamento, quarentena e plataformas de carga;
2.7) Área para sala de entrada, recepção, controle, triagem, controle de acesso e eclusas;
2.8) Áreas especificas para os equipamentos elétricos e mecânicos (facilities) do data
center, com entrada de medição 1 e 2, subestação, grupos geradores, sistema de lavagem
dos gases dos geradores (preciptadores hidrodinâmicos), UPSs, sala de baterias, CAGs,
tanques de óleo diesel, cilindros de CO2, centrais de alarme e monitoramento,sala do
sistema de supervisão predial, sala do CFTV, Duto-vias, Shafts , sala de exaustores e
TAE, outros espaços necessários;
2.9) Área para sala de entrada primaria e acesso pelos provedores , Área para sala de
entrada secundária e acesso pelos provedores, entrada das teles 1 e 2 , área para DG de
telefonia , distribuição do backbone, sala dos equipamentos de transmissão, áreas de
telecomunicações conforme item 5 da Ansi/Tia 942( sala de entrada, área de distribuição
principal – MDA; área de distribuição horizontal – HDA; área de distribuição de zonas –
ZDA; área de distribuição de equipamentos – EDA , cross conect, entre outros espaços
necessários;
2.10) Demais orientações da equipe técnica do Banco.
3) Dentro da área da edificação, prever os seguintes espaços:
3.1) Área de escritório geral;
3.2) Salas TC para atendimento às áreas fora do data center;
3.3) Áreas para facilities destinados às demais áreas da edificação
3.4) Áreas para ambiência, recepção, controle de acesso , triagem, terceirizados , copa,
cozinha, espaço QVT, sala de reunião, sanitários, vestiários, depósitos, entre outros;
3.5) Acessibilidade de carga e descarga especifica para equipamentos de TI; elevadores
de carga, plataforma de elevação, guincho, talha e outros;
3.6) Demais áreas definidas pelos padrões de arquitetura do BB e sua equipe técnica.
INFRAESTRUTURA DO SISTEMA DE CABEAMENTO DO DATACENTER - 4.0
•
Conforme item 4.0 da Ansi/Tia 942. Para o cabeamento horizontal, no mínimo
categoria 6.
ÁREAS E TOPOLOGIAS DO DATACENTER - 5.0
•
Conforme itens 5.1 a 5.11 da Ansi/Tia 942 e demais orientações da equipe técnica
Matricial do BB.
● O data center deve ser localizado longe de interferências eletromagnéticas, não deve ter
janelas exteriores – 5.3.2 da Ansi/Tia 942.
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● O acesso ao data center deve ser monitorado por CFTV, controle de acesso(leitora de
cartão, sistema biométrico e portas eclusas) – 5.3.3 da Ansi/Tia 942.
PROJETO ARQUITETÔNICO – 5.3.4 da Ansi/Tia 942.
● Local e Tamanho: Livre de interferências eletromagnéticas e janelas para o exterior, área
útil de produção de no mínimo 150m2 a 1.000m2 (conforme o caso), sala de
armazenamento, sala para abertura de embalagens e sala para testes de novos
equipamentos. Considerar a sobrecarga nos pisos das salas de baterias, UPS,
transformadores. Projetar os reforços estruturais necessários, promover isolação térmica,
acústica e de vibrações de maquinas rotativas. Observar demais diretrizes do Anexo E e F
da Norma;
● Altura do Teto: mínima de 2,60m do piso acabado até qualquer obstáculo (sprinklers,
luminárias, câmeras , eletrodutos, eletrocalhas, rede de dutos de AC. O Piso elevado deve
ter altura de no mínimo 60cm. Observar demais diretrizes do item 5.3.4.3;
● Tratamento: Os pisos, paredes e tetos devem ser selados, pintados ou construídos de
material que reduzam poeira, os pisos devem ter propriedades anti-estáticas e demais
diretrizes do item 5.3.4.4;
● Iluminação: no mínimo 500lux, setorizada, com acionamento automático por sensor e
monitorada pelo sistema de controle e automação predial. A iluminação de emergência
deve ser projetada de acordo com normas especificas e recomendações do CBM e COSIP
local;
● Portas: de no mínimo 1m de largura e 2,13 de altura, com propriedades de resistência ao
fogo, anti-chama, corta-fogo, com controle de acesso controlando abertura e fechamento
por eletroímã na parte superior, barra anti-panico, e demais diretrizes do CBM, COSIP,
Controle de acesso, segurança física (espessura da porta, peso, composição metálica) ,
conforme item 5.3.4.6;
● Carga do Piso da área de produção de TI: de pelo menos 1.200Kg/m2, prevendo reforço
estrutural onde necessário, considerando não só o ambiente de produção, mas também o
trajeto por onde os equipamentos de peso elevada irão trafegar, o elevador de carga (que
deverá ser compatível com o transporte de equipamentos pesados) etc;
● Sinalização: De acordo com o projeto de segurança, recomendações do CBM, COSCIP,
rotas de fuga, sinalização de emergência;
● Leiaute: Deve-se levar em conta a distribuição dos racks de TI observando a filosofia de
corredor quente e corredor frio;
● Demais orientações e padrões de arquitetura definidos pela equipe técnica do BB.
PROJETO AMBIENTAL – 5.3.5 da Ansi/Tia 942.
● Contaminantes: O Data center deve estar protegido de contaminantes, fuligens, poeiras,
odores, cheiros, fumaças externas – 5.3.5.1;
● HVAC e Parâmetros operacionais: O data center deve ter sistema de HVAC
(aquecimento, ventilação e condicionamento de ar) exclusivo, com controle de umidade e
temperatura, através de sistemas de precisão, que mantenham a temperatura de bulbo
seco entre 20ºC a 25ºC, umidade relativa entre 40% a 55%, com taxa de alteração máxima
de 5ºC por hora, com redundância, operação contínua (24x7x365), assistido por Grupo
Gerador de emergência. O Sistema deve ser monitorado e operado pelo sistema de
controle e supervisão predial, conforme 5.3.5.2 e 5.3.5.3;
● Baterias: Nas salas de baterias deve haver sistema de ventilação e refrigeração
adequados - 5.3.5.4;
● Vibração: Os sistemas projetados devem possuir soluções anti-vibratórias de modo que
as mesmas não afetem o funcionamento da sala de produção do data center . O
Engenheiro projetista estrutural deve ser consultado – 5.3.5.5;
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● Sistema de lavagem dos gases dos geradores, dos gases das salas de baterias, dos
gases de cozinha , copas e demais ambientes potencialmente poluentes, de acordo dom a
legislação ambiental local;
● Containers para sanitários, escritório de obra, deposito e outros, a serem instalados em
local indicado pela equipe técnica do BB e pela administração predial local, sendo de
responsabilidade do Banco fornecer próximo aos containers, um ponto de energia, de água
e esgoto, ficando por conta da contratada para a execução das obras a distribuição elétrica
e hidráulica dentro dos containers, assim como o descarte apropriado de lixo e entulhos.
PROJETO ELETRICO – 5.3.6 da Ansi/Tia 942.
● Energia: Prever tomadas de uso geral para ferramentas, equipamentos de limpeza –
5.3.6.1;
● Energia de Emergência: Prever grupos geradores especiais para cargas eletrônicas –
5.3.6.2;
● Aterramento: O sistema de aterramento de telecomunicações deve ser disponível.
Observar normas pertinentes – NBR5410 – 5.3.6.3;
● Proteção contra incêndio – Os sistemas de proteção passiva e ativa contra incêndio e
extintores de incêndio devem estar de acordo com a NFPA 75e demais Normas e
procedimentos pertinentes (CBM, COSCIP, NBR);
● Infiltração de água – Onde houver risco de entrada de água, adotar soluções que
mitiguem os riscos. Evitar tubulações no interior do Data Center e instalação de caixas
d'água na laje de teto, torres de arrefecimento e ou outras fontes geradoras de água 5.3.7. Prever o desenvolvimento de projeto de impermeabilização de lajes de teto, cortinas
de concreto, paredes, muros de arrimo, calhas coletoras;
● Prever banco de carga resistiva para teste dos grupos geradores.
REQUISITOS DA SALA DE ENTRADA (Provedores de acesso e de serviços) – 5.4 da
Ansi/Tia 942
Geral - sala dedicada às instalações dos provedores de acesso e de serviços e interface
com o sistema de cabeamento do data Center;
Local - que garanta os comprimentos máximos do circuito do ponto de demarcação do(s)
provedor(es) de acesso para o equipamento não sejam superados, incluindo no
comprimento a rota total do(s) cabos, seus patch cords, conforme 5.4.2;
● A(s) sala(s) de entrada deve(m) estar localizada(s) fora da área da sala de informática
para evitar o acesso por terceiros à sala de informática. Prever controle de acesso
biométrico e portas eclusas;
● Quantidade - pode-se necessitar de salas de entrada múltiplas conforme a necessidade;
● Acesso - controlado pelo proprietário do datacenter conforme 5.4.4;
● Roteamento - evitar a interferência com fluxo de ar, tubulações e outros cabos;
● Terminal de Entrada do edifício - conforme itens 5.4.7, 5.4.8, 5.4.9, 5.4.10, Anexo C e
demais orientações da Ansi/Tia 942. Observar as recomendações das companhias de
telecomunicação local e demais orientações da equipe técnica de TI do BB. Os projetos
devem ser aprovados junto aos órgãos municipal, estadual e federal conforme a
necessidade.
REQUISITOS DA ÁREA DE DISTRIBUIÇÃO PRINCIPAL – 5.5 da Ansi/Tia 942
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● A MDA é o espaço onde está localizado o ponto de distribuição para o sistema de
cabeamento estruturado no datacenter, conforme itens 5.5.1 , 5.5.2, 5.5.3 da Ansi/Tia 942
e demais orientações da equipe técnica do Banco. Considerar área especifica para o
cross-connect, contígua ao(s) ambiente(s) de produção de TI. O projeto deve prever
distribuição ótica, racks, conexões ,extensões óticas, de modo a dar ao sistema
flexibilidade, escalabilidade e redundância.
REQUISITOS DA ÁREA DE DISTRIBUIÇÃO HORIZONTAL – 5.6 da Ansi/Tia 942
● A HDA é o espaço que suporta o cabeamento para as áreas de distribuição do
equipamento. Devem estar localizadas de forma a evitar exceder os comprimentos
máximos de backbone da MDA e as distancias máximas para cada tipo de mídia, conforme
itens 5.6.1, 5.6.2, 5.6.3 da Ansi/Tia 942 e demais orientações da equipe técnica do Banco.
REQUISITOS DA ÁREA DE DISTRIBUIÇÃO DE ZONA - 5.7 da Ansi/Tia 942
● Deve ser dimensionada para evitar congestionamento de cabos, não deve ser utilizada
conexão cruzada e não deve existir equipamentos ativos, conforme item 5.7 da Ansi/Tia
942 e demais orientações da equipe técnica do Banco.
REQUISITOS DA ÁREA DE DISTRIBUIÇÃO DE EQUIPAMENTO - 5.8 da Ansi/Tia 942
● São espaços alocados para o equipamento terminal no piso elevado dos ambientes de
produção, montados em gabinetes ou racks. Cada gabinete ou rack deve ser provido de
suficientes réguas de tomadas de energia e hardware de conexão para minimizar patch
cords e extensões de energia. A conexão das réguas de tomadas com os circuitos
alimentadores deverá ser efetuada através de tomadas stecks fechadas, blindadas e
travadas. Os projetos elétricos e lógicos devem prever solução de eletrocalhas, leitos e
outros que viabilizem a distribuição de cabos elétricos e lógicos que sobrem e descem dos
racks de TI, de modo que os mesmos não fiquem soltos, pendurados, desarrumados no
interior do entrepiso.
REQUISITOS DA SALA DE TELECOMUNICAÇÕES - 5.9 da Ansi/Tia 942
● Espaço que suporta o cabeamento para as áreas fora da sala de informática. Observar o
caderno geral de encargos do BB e demais instruções normativas internas para o
desenvolvimento dos projetos de cabeamento para as salas de telecomunicações. Obter
os padrões de projeto junto a equipe técnica do BB.
ÁREAS DE SUPORTE DO DATACENTER - 5.10 da Ansi/Tia 942
● São espaços fora da sala de informática, que incluem o centro de operações, escritórios
do pessoal de apoio, salas de segurança, salas de equipamentos elétricos e mecânicos,
sala de armazenamento, quarentena, áreas de suporte de equipamentos, plataformas de
carga entre outros que se façam necessários, devendo ter ponto de telefone e conexão de
dados com o sistema de gerenciamento da instalação. Observar o Caderno de Encargos
do BB (CGE-BB) e demais instruções normativas internas relativas aos padrões de
projetos para o desenvolvimento dos projetos multidisciplinares.
RACKS E GABINETES - 5.11 da Ansi/Tia 942
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● Prever a organização em corredores quentes e frios, observando a distribuição elétrica e
lógica no entre-piso, o dimensionamento de painéis cegos nos espaços não utilizados nos
racks de TI existentes e o dimensionamento de placas perfuradas de piso elevado
necessárias ao perfeito condicionamento do ambiente de forma eficiente. Atentar para as
recomendações inerentes aos cortes no piso elevado necessários a passagem de cabos
de energia e de lógica. Prever na subidas e descidas de cabos para os racks de TI, um
sistema de leito, eletrocalha que vide organizar a subida e descida de cabos, com a sua
devida amarração/fixação para evitar desorganizações, emaranhados de cabos, conforme
itens 5.11.1 a 5.11.8. Observar a necessidade de condicionamento complementar para
racks com grandes cargas térmicas. Os plugs dos blocos de tomadas dos circuitos
alimentadores e das réguas de tomadas dos racks de TI devem ser do tipo com trava para
evitar desconexão. Prever o retrofit de todos os plugs que estejam fora do padrão
recomendado pela Ansi/Tia 942. Considerar no dimensionamento das lajes e piso elevado
a tendência da verticalização dos datacenter, com a utilização cada vez mais frequente de
cargas concentradas de alto peso, o que vai influenciar também no dimensionamento de
elevadores de carga, plataformas de elevação, reforço estrutural, etc.
SISTEMA DE CABEAMENTO DO DATA CENTER - 6.0 da Ansi/Tia 942
● O Sistema de cabeamento do data center (DC), é uma infraestrutura de cabeamento que
irá suportar um ambiente de multi-produto, multi-fornecedor, multimídias, etc. O Projeto do
cabeamento deve levar em consideração que o seu dimensionamento deve atender as
tendências tecnológicas para um período mínimo de 10 anos, permitindo o trafego de
diversas mídias, como voz, dados, imagens, vídeos, redes de dados diversas (WAN, LAN,
SAN e outras), blades(KVM), Voip, sistemas de automação e supervisão predial, etc.O
cabeamento deve ser instalado em uma topologia estrela, topologias de cabeamento
redundante, distâncias de cabeamento de backbone e demais orientações dos itens 6.1 a
6.6 da Ansi/Tia 942. Observar o CGE-BB, instruções normativas internas relativas aos
padrões de projetos e demais orientações da equipe técnica de TI do BB para o
desenvolvimento dos projetos multidisciplinares.
CANALETAS DE CABEAMENTO DE DATA CENTER - 7.0 da Ansi/Tia 942
● As canaletas de cabeamento devem seguir as especificações da Ansi/Tia 569 alem da
Ansi/Tia 942 itens 7.1 a 7.6, observando a necessidade de separação horizontal e vertical
do cabeamento de telecomunicações dos cabos de energia, separação do cabeamento de
fibra, bandejamento para os cabos lógicos e de energia com profundidades máximas
especificadas na norma, sistema de fixação próprio que não comprometa a estrutura do
piso elevado, coordenação das rotas de bandeja de cabos, dimensionamento de piso
elevado que suporte sobrecargas de no mínimo 1.200Kg/m2, certificados e apropriados
para datacenters, instalação de molduras de acabamento nos locais onde houver cortes
para passagens de cabos e outros elementos da infraestrutura, instalação de acabamento
piso-parede, tipo roda-piso, instalação de placas de piso perfuradas em fábrica para as
vazões exigidas pelo projeto de condicionamento de ar.
REDUNDÂNCIAS DE DATACENTER - 8.0 da Ansi/Tia 942
●Observar o Anexo G alem dos itens 8.1 a 8.7 da Ansi/Tia 942 para o padrão Tier 3, alem
das orientações da equipe técnica do BB. Prever no projeto backbone ótico redundante,
cabeamento horizontal redundante, sistema de gerenciamento do cabeamento (com
fornecimento de software, terminais de acesso, servidores e demais acessórios), caminhos
separados e distintos, canaletas, dutos, eletrodutos protegidos, identificados. Observar a
distancia entre as salas de entrada, a necessidade de estarem em diferentes zonas de
proteção contra incêndio, serem atendidas por unidades de distribuição de energia
diferentes e serem atendidas por diferentes equipamentos de ar condicionado. O
cabeamento a ser projetado deve suportar a evolução tecnológica dos equipamentos
de TI para os próximos 10 anos.
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●No caso particular do Prédio de São Cristóvão, será necessário discutir com a equipe
técnica do Banco a questão da interligação por fibras óticas entre os prédios S.Cristóvão,
Sedan e CARJ.
ANEXO A - CONSIDERAÇÕES DE PROJETO DE CABEAMENTO
● O cabeamento de par trançado deve ser no mínimo categoria 6, o cabeamento ótico
deve utilizar fibras óticas otimizadas para aplicações em 10Gb/s no mínimo, observando os
itens A.1 a A.8 do Anexo A e demais orientações da equipe técnica do Banco observando
que o cabeamento deve suportar evolução tecnológica dos equipamentos de TI para os
próximos 10 anos. O Projeto de cabeamento deve considerar o sistema de voz, PABX e o
sistema de dados, prever o dimensionamento de racks de espelhamento , patch coords,
extensões ótica (certificados), entre outros.
ANEXO B - ADMINISTRAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DE TELECOMUNICAÇÕES
●Os projetos devem estar em consonância com a ANSI/TIA/EIA-606-1-A e com as
exceções observadas na Ansi/Tia 942, observando os itens B.1 a B.5 do Anexo B e demais
orientações da equipe técnica do Banco. Os projetos devem prever a identificação da
planta nas coordenadas x e y, a rotulagem dos racks de TI, a identificação dos painéis de
ligação, a identificação das portas dos painéis de ligação, identificação da conectividade, a
rotulagem dos cabos, patch cords, extensões óticas, rotulagem dos painéis de ligação
modular, o roteamento e identificação das canaletas, leitos e eletrocalhas do cabeamento
lógico e elétrico também. Esse roteamento deverá constar do sistema de gerenciamento
do cabeamento.
ANEXO C - PROVEDOR(ES) DE ACESSO - LINKS COM AS TELES - DEMARCAÇÃO
DE ÁREAS
● Dentro do escopo de projeto do cabeamento, caberá ao projetista contratado interagir
com a equipe técnica do BB a fim de obter os requisitos dos provedores, dos links, das
necessidades de canais e interligações entre edifícios do BB (S.Cristóvão, Sedan e CARJ),
a fim de que no projeto de cabeamento sejam previstas as infraestruturas necessarias para
os ambientes dos provedores e demais áreas correlatas do Data center.
ANEXO D - PLANOS DE COORDENAÇÃO
● No desenvolvimento dos projetos multidisciplinares, coordenar e compatibilizar os
projetos entre si, conforme item D.1 do Anexo D e demais orientações da equipe técnica
do BB, de modo a compatibilizar luminárias, sprinklers, bandejas, eletrocalhas, leitos,
dutos, tubulações diversas, corredores quente e frio, entre outros, dentro e fora dos
ambientes críticos de TI.
ANEXO E - ESPAÇO NO DATA CENTER
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● Considerar para o desenvolvimento dos projetos executivos multidisciplinares que as
áreas de TI indicadas para os Sites são orientativas/sugestivas. Podem ser maior ou
menor que o indicado e podem ser locadas em posições diferentes das sugeridas,
principalmente em função de reformas, mudanças de leiaute ocorridas nas edificações ao
longo do tempo e ou orientações da equipe técnica do Banco. Ao vistoriar os espaços
sugeridos, os projetistas devem levar em consideração a possibilidade de criação das
áreas de TI em outros espaços da edificação vistoriada, que sejam melhor e tecnicamente
recomendado para as mesmas (tomando como base as orientações da Ansi/Tia942). O
data center deve ter sala de armazenamento, sala para abertura das embalagens e para
testes dos equipamentos, antes de levá-los para a sala dos computadores, levando-se em
consideração a necessidade de especificar e projetar elevadores de carga, docas para
carga e descarga, elementos para içamento de equipamentos, plataformas elevatórias,
pisos de alta resistência, sinalização das rotas por onde transitarão os equipamentos,
espaços para facilities prediais, dentre outras recomendações da equipe técnica do Banco.
Para a realização do inventário, levantamentos necessários , interagir com as equipes de
TI e de Engenharia das localidades (RJ e SP), indicadas pela equipe técnica do BB.
INVENTÁRIO (FACILITIES E TI ) - LEVANTAMENTO DE CAMPO
● Inventariar os equipamentos da infraestrutura predial (facilities) dos seguintes locais:
Ed.Carj - Andaraí; Complexo Verbo Divino; Ed.Rua Marambaia; Sala Cofre Vila Maria.
Identificar os equipamentos, os sistemas prediais, as potencias de cada equipamento e
sistema, data de fabricação, estado de conservação em que se encontram, equipamentos
e sistemas exclusivos para atendimento às áreas criticas de TI, capacidade utilizada pelos
mesmos para suprimento às cargas criticas de TI, filosofia de funcionamento dos sistemas,
redundâncias existentes, quais equipamentos e sistemas atendem as áreas comuns,
registrar o estado de forros, paredes, áreas externas, janelas, piso elevado, lajes,
impermeabilizações, infiltrações e outros aspectos, em especial os que estejam fora dos
padrões recomendados pela Ansi/Tia 942 para o padrão Tier3. Fotografar tudo,
confeccionar relatório fotográfico, elaborar projetos básicos, elaborar diagrama de blocos,
unifilar e o que mais for necessário para demonstrar o(s) sistemas prediais existentes na
edificações e como as áreas de TI são supridas e outras informações mais solicitadas pelo
BB. Apresentar o material elaborado nas reuniões de ponto de controle com as equipes
técnicas do BB etc. Caberá a contratada interagir com as equipes locais do BB, tanto da
Engenharia como da área de TI, para vistoriar os locais, realizar os inventários
necessários, obter todos os arquivos dos projetos prediais necessários ao desenvolvimento
dos trabalhos - fase 1 e 2.
● Inventariar os equipamentos de TI dos seguintes locais: Ed.Carj - Andaraí; Complexo
Verbo Divino; Ed.Rua Marambaia. Identificar os equipamentos, suas dimensões, peso, sua
função, fabricante, características elétricas, lógicas e de dissipação térmica entre outras .
Como PA Contratada deverá , dentro do escopo contratado, projetar áreas alternativas nos
edifícios para que os equipamentos de TI que estejam nas áreas que serão revitalizadas,
parte integrante do objeto contratado, sejam migrados para essas áreas e viabilizem a
execução das reformas nas áreas indicadas. Estas áreas alternativas devem ser
projetadas e construídas dentro de um padrão que confira confiabiliade de sua
infraestrutura predial provisoria, redundâncias adequadas e sistemas tolerantes a falhas
que garantam a disponibilidade dos serviços de TI dos sites indicados neste Edital e
Anexos. Incluir no plano logístico toda essa movimentação de equipamentos de TI para as
áreas alternativas, a criação das infraestruturas necessárias e tudo o mais que for
necessário às reformas indicadas.
ANEXO F - ESCOLHA DO LOCAL
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● Observar os itens F.1 a F.7 do Anexo F, o Anexo G e demais orientações da equipe
técnica do Banco. Os projetos multidisciplinares desenvolvidos devem estar de acordo com
as normas técnicas, com os códigos aplicáveis (nacionais, estatais e municipais), com as
normas e padrões de acessibilidade, com as leis e regulamentos ambientais (utilização do
solo, armazenamento de combustíveis, geração de sons, emissões de gases,
hidrocarbonetos e poluentes) e com os demais requisitos legais aplicáveis. Deve ser
considerada a necessidade de acesso redundante ao edifício, de entradas separadas. As
paredes externas devem ser construídas de concreto ou tijolos, principalmente nas áreas
sujeitas a incêndios, sujeitas a ação de terceiros que fragilizem a segurança. No caso de
haver três ou mais andares, a construção deverá ser de acordo com o código internacional
de construção, o pé direito deve levar em conta o piso elevado da área de produção de TI,
deve-se levar em conta a necessidade de reforço estrutural considerando uma sobrecarga
de 1.200kg/m2 para a laje, deve ser considerado a necessidade de reforço para as lajes de
piso das salas de baterias, UPSs, CAGs, transformadores, geradores, elevadores de carga
a carga e outros equipamentos. Deve-se prever nos projetos, solução para isolamento de
vibrações de maquinas e de calor. Deve ter espaço para estacionamento, deve considerar
a existência de saídas estratégicas, deve haver espaços suficientes para todos os
equipamentos mecânicos e elétricos de apoio e, no desenvolvimento dos projetos, levar
em consideração a logística de instalação desses equipamentos nas áreas separadas para
os mesmos. O edifício deve ter pátio de carga e descarga. A sala de produção de TI (sala
dos computadores), deve estar localizada distante de fontes de EMI, RFI,
Transformadores, etc. Deve estar localizada acima dos níveis de enchentes e não deve ter
janelas para o exterior. Obter junto as equipes técnicas do Banco nas localidades do RJ e
SP os manuais internos dos padrões de arquitetura, sinalização interna e externa,
acessibilidade e outros, necessários para auxiliar na elaboração dos projetos
multidisciplinares, onde aplicáveis.
● A escolha do local da(s) subestação(ões), deve levar em conta as recomendações da
concessionária local. Os projetos elétricos devem ser aprovados junto à concessionária e
deve prever as redundâncias necessárias e recomendadas para o padrão Tier 3. Deve-se
preferir a alimentação subterrânea para minimizar a exposição a relâmpagos, arvores,
acidentes de transito e vandalismos.
● A escolha do local para instalação dos equipamentos mecânicos, elétricos, containers e
outros, deve levar em conta a necessidade de atenuação de ruídos, recomendados pelos
órgãos nacionais, estaduais, municipais e demais entidades locais, por conta da
proximidade com edifícios residências vizinhos, cabendo aos projetistas indicarem
soluções de engenharia compatíveis, aprovadas perante os órgãos fiscalizadores.
● O Edifício deve possuir pelo menos duas salas com entrada para fibra ótica com rotas
diferentes. Observar orientações pertinentes da equipe técnica de TI do BB e demais
recomendações citadas anteriormente sobre o tema e as constantes do item F.5 do Anexo
F.
● O edifício e suas áreas internas e externas devem ser monitoradas por CFTV e
possuírem controle de acesso, leitoras de cartão, guaritas de segurança, portões
automáticos, cancelas elevatórias, catracas, portas-eclusas, controle de acesso biométrico
entre outros requisitos de segurança recomendados. Os projetos de CFTV e CA devem
contemplar sala para central de monitoramento de vídeo, acesso remoto das imagens via
web, e demais orientações da equipe técnica do Banco. Para o desenvolvimento dos
projetos obter junto a equipe técnica do Banco os manuais internos dos padrões de CFTV
e CA a serem projetados para as edificações do Banco.
ANEXO G - CLASIFICAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DO DC
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● Para o desenvolvimento dos projetos multidisciplinares e definição das redundâncias,
observar as recomendações do Anexo G para um padrão Tier 3, os diagramas de
princípios relacionados anteriormente e demais orientações da equipe técnica do Banco. O
DC de ser atendido por pelo menos dois provedores/Teles de acesso, ter duas salas de
entrada em lados opostos do DC, backbone redundantes, cabeamento redundante.
● A estrutura do edifício deve ser de aço ou concreto. Os pisos para áreas de UPS,
Baterias, produção de TI e outras devem ser avaliadas, prevendo modificações estruturais,
reforços para aumentar a capacidade de carga do sistema de piso. O projetista deverá
obter junto a equipe técnica do Banco, ainda na 1a. fase, quando da realização dos
levantamentos de campo, as plantas, projetos e demais informações, que possibilitem
determinar a sobrecarga atual das lajes de cada site vistoriado (dos 4 Sites). Alem dessa
providencia, prever no escopo a prospecção das lajes, os testes de carga e emissão de
laudo técnico que ateste a sobrecarga atual das mesmas. Com base nos resultados e
laudos obtidos, desenvolver cálculos estruturais e projeto especifico para reforço das lajes
para suportar as sobrecargas necessárias a cada ambiente (sala de computadores, sala de
baterias, geradores, CAG, UPSs, percursos entre a descarga, elevador de carga e sala de
computadores, entre outros). Discutir com a equipe técnica Matricial do BB e definir com a
mesma e com sua aprovação os pontos de prospecção, testes, formas de execução, entre
outras providencias. Havendo os projetos estruturais das edificações que viabilizem a
obtenção das sobrecargas atuais das lajes, a prospeção, testes e laudos não serão
executados e os valores previstos para os mesmos serão apropriados.
● Todas as perfurações, aberturas de passagens de cabos, dutos e outros, nas paredes,
tetos e pisos da as de computadores (produção de TI), necessitam de vedação apropriada
a cada tipo de elemento transpassante. Prever no escopo dos projetos multidisciplinares a
elaboração de projeto de proteção passiva contra incêndio que especifique vedações e
demais elementos de proteção passiva para a edificação e para os sistemas de facilities
dedicados aos ambientes de TI.
● Um sistema de teto(pintura, selagem, reboco, forro, revestimento, etc), deve ser
projetado de modo que não solte pó, poeiras, placas, pedaços, sobre os equipamentos de
TI dos ambientes de produção. A solução idealizada, projetada pela equipe multidisciplinar
deve ser discutida e aprovada pela equipe de técnicos do BB.
● O entre-piso dos ambientes de produção de TI deve ser revestido com aplicação de
epóxi branco neve ou outro tipo de revestimento mais apropriado , que não solte pó,
pedaços, quando da aplicação de cabos e outros elementos da infraestrutura sobre o piso
elevado e conseqüentemente prejudique os equipamentos de TI dos ambientes de
produção. A solução idealizada, projetada pela equipe multidisciplinar deve ser discutida e
aprovada pela equipe de técnicos do BB.
● Em locais estratégicos do piso elevado da sala de computadores, prever a instalação de
placas de piso transparente, apropriada em dimensão e suporte de carga, em especial nas
áreas onde passam o cabeamento ótico, estruturado e elétrico. Os locais devem ser
definidos e ajustados com a equipe técnica do Banco.
● Os projetos multidisciplinares devem prever o dimensionamento de uma centro de
operações de rede, capaz de abrigar um número mínimo de workstations, que será
posteriormente definida pelo(a) Arquiteto(a), integrante da equipe técnica do Banco.
● Os projetos multidisciplinares devem prever o dimensionamento de áreas para terceiros,
contratados, mantenedores e funcionários do BB. Para o dimensionamento dessas áreas,
obter junto a equipe técnica do BB os manuais e padrões de arquitetura e demais
orientações de projetos necessárias (número de pessoas por área, tipo/padrão de
mobiliário a utilizar, necessidade de ambientes como sala de reunião, copa, sanitários, e
outros).
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● Os projetos multidisciplinares devem prever proteções específicas contra eventos físicos,
intencionais ou acidentais, naturais ou causados por erro humano, que possam ocasionar
falhas no data center. A sala de computadores não deve ter janelas nas paredes externas.
A área de produção deve ser estanque, delimitada por material que ofereça proteção
contra radiações eletromagnéticas e contra propagação de fogo, ter o acesso controlado
por leitor biométrico, sistema de aterramento equipotencial, aterramento das massas e
estruturas metálicas, supressão de surtos entre outras recomendações previstas na
Ansi/Tia 942 e demais normas pertinentes.
● As linhas de abastecimento de energia (linha 1 e 2), para o padrão Tier 3 devem ser
subterrâneas. Os quadros de entrada de energia e de distribuição devem ser projetados
para expansão futura, prevendo disjuntores removíveis, acionamento motorizado local e
remoto, recursos de intertravamento, recursos de interligação entre quadros via disjuntor
de TIE, flexibilidade de comutação para permitir total sustentabilidade, prever sistema de
aterramento, equipotencial, supressores de surtos em cada nível do sistema de
distribuição, banco de carga para testes com grupos geradores, chaves de transferência
automáticas, sistema de supervisão e controle predial, entre outras recomendações da
equipe técnica do Banco.
● O sistema de geração de emergência deve ser capaz de fornecer energia de qualidade
para o Data Center . Deve ser observada a questão do ruído e outros regulamentos
ambientais do local da instalação. Observar o diagrama de principio relacionado
anteriormente, dimensionando sistemas exclusivos para as cargas de TI, para o sistema de
Ar condicionado e para o restante da edificação, com as redundâncias necessárias
conforme item G.5.1.2 do Anexo G da Ansi/Tia 942 e demais orientações da equipe técnica
do BB.
● O Sistema de energia ininterrupta deve ser dimensionado de acordo com o item G.5 do
Anexo G da Ansi/Tia 942, levando-se em conta a densidade de potência sugestiva de
1.0Kw/m2 para as áreas de TI indicadas neste Cardeno de Encargos (CGE), para os sites
do RJ e SP. As área são orientativas (150m2 a 1.000m2). Podem ser estabelecidas em
outra posição, dentro da edificação. Todas essas questões deverão se discutidas com a
equipe técnica do Banco ao longo das reuniões previstas. O dimensionamento dos
sistemas deve considerar suas redundâncias e uma formação capaz de alimentar cargas
de TI dual-power e single-power. O sistema deve conter STS (chave estática), PDR's
(painel de distribuição remoto), PDU's (painel de distribuição de energia), Transformadores
tipo K20 e outros elementos que se façam necessários, de acordo com o Anexo G. Devese prever uma margem de crescimento da necessidade de energia futura de no mínimo
30%. O Sistema deve ser modular e capaz de assimilar a taxa de crescimento supracitada.
A solução deverá ser discutida com a equipe técnica do Banco. Devem ser dimensionados
bancos de baterias composto por baterias do tipo VRLA composto por monoblocos de
2.0Vpe, com autonomia mínima de 30minutos e redundantes, considerando para o seu
dimensionamento o fator de envelhecimento recomendado em norma. As salas de baterias
devem ser condicionadas com sistema de condicionamento de precisão, devem ser
dotadas de sistema de detecção e combate a incêndio, terem suas lajes preparadas e
reforçadas para o peso do banco de baterias, entre outros requisitos. As soluções de
projeto deverão ser discutidas com a equipe técnica do Banco. Os ambientes fora da área
de produção de TI do data center, tais como sala de controle do sistema (CGS), ambiente
de funcionários e outros, deverão ser supridos por sistema UPS distinto, separado do
sistema que supre a área critica de produção de TI.
•
O aspecto de modularidade deve ser considerado em todos os sistemas da
infraestrutura predial de modo a comportar crescimento futuro.
•
A infraestrutura de aterramento do Data Center (DC), deve considerar os aspectos
da equipotencialidade, conexões, aterramento dos racks de TI, sistema de proteção contra
raios, entre outras recomendações da NBR, IEEE e Anexo G da ANSI/TIA 942.
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•
Deve ser projetado um sistema de gerenciamento do edifício (BMS), para monitorar
e controlar a operação dos sistemas da infraestrutura predial, com protocolo aberto,
interoperabilidade, modularidade, intercomunicabilidade entre todos os sistemas, que
permita o acesso via Web, comunicação remota, replicação das informações na sala de
controle do sistema (sala CGS) em tela de LCD.
•
Observar o item G.5.2.3 do Anexo G da Ansi/Tia 942 para o padrão Tier 3
relativamente as redundâncias, as linhas de alimentação da concessionária de energia, o
dimensionamento mínimo para o armazenamento de diesel para os grupos geradores, a
instalação de supressores de surto, ao monitoramento contínuo da energia e demais
equipamentos da infraestrutura predial, através de BMS e servidores redundantes e
demais orientações da equipe Técnica do Banco
•
Para o desenvolvimento dos projetos dos sistemas mecânicos observar alem do
item G.6 do Anexo G da Ansi/Tia 942, a ASHRAE TC9.9 - 2011 - Thermal GuideLines For
Data Processing Environments - Expanded Data Center - Classes and Usage Guidance.
Coordenar o projeto do sistema de refrigeração e planta do piso (leiaute do equipamentos
de TI), dentro da filosofia corredor quente e frio, de maneira que o fluxo de ar se mova em
direção paralela à fila de racks. Onde existir perigo de vazamento projetar sistema de
detecção de vazamentos. Nenhuma tubulação de água ou esgoto deve ser roteada através
do Data Center. Prever reposição de água para o HVAC. Prever reposição de água para
torres de arrefecimento, inclusive em situações de contingencia.
•
O projeto de detecção e combate contra incêndio deve englobar a proteção ativa e
passiva, alem de considerar os fatores de risco categorizados nas 4 áreas descritas no
item G.6.1.10 a G.6.1.13 do Anexo G da Ansi/Tia 942 e demais orientações da equipe
técnica do Banco e Códigos de segurança contra incêndio das autoridades municipais,
estaduais e federais, de cada localidade onde encontra-se os Sites de TI.
•
O projeto do sistema de HVAC deve prever múltiplas unidades de ar-condicionado
com capacidade combinada de resfriamento para manter a temperatura e a umidade
relativa nas condições adequadas, com unidades redundantes suficientes para permitir
uma falha, sem que haja o comprometimento dos serviços de processamento e
teletransmissão de dados do Data center.
TABELA 8, 9, 10 E 11 - CLASSIFICAÇÃO DO TIER - PREENCHIMENTO
•
Parte integrante do escopo dos serviços, a contratada deverá preencher as tabelas
8,9,10 e 11 da Ansi/Tia 942, para cada proposição apresentada pela mesma para a
1a.fase do processo, informando quais itens da tabela são indicados pela Ansi/Tia 942
para o padrão tier 3 e quais desses itens foram contemplados, atendidos em relação as
proposições apresentadas. O por que do não atendimento, a possibilidade de atender com
a utilização de normas técnicas nacionais e internacionais mais apropriadas as condições
brasileiras, acrescentando informações técnicas, sugestões, indicações, custos estimados
para subsidiar tomada de decisão estratégica por parte da equipe técnica do Banco.
Importante constar nesse preenchimento, em que parte dos projetos multidisciplinares
estão previstos o atendimento de cada item constante das tabelas. Acrescentar ao
preenchimento proposto, assinatura e carimbo com crea dos profissionais
multidisciplinares, relatórios fotográficos, informações técnicas acerca do tema, solicitações
outras da equipe técnica do Banco. Para a proposição 1, preencher as tabelas conforme
sugerido acima. Para a proposição 2, idem. Cada uma com suas particularidades relativas
a solução proposta. Após a escolha da proposição final pela equipe técnica do Banco,
agregar o preenchimento das tabelas, ao memorial descritivo dos projetos executivos
desenvolvidos. Durante as reuniões técnicas, periódicas, com a equipe contratada e
equipe do Banco, cada item das tabelas deverão ser discutidos, avaliados com vistas ao
consenso e direcionamento dos trabalhos para a busca de soluções técnicas adequadas e
economicamente viáveis.
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● Para cada proposição apresentada na fase 1, calcular o PUE e o DCiE , de acordo com a
metodologia do Green Grid, e apresentar a equipe técnica do BB. Agregar a memória de
calculo do PUE e DCiE no memorial descritivo dos projetos multidisciplinares.
ANEXO H - LEIAUTE DE DATA CENTER / ANEXO I - BIBLIOGRAFIA E REFERENCIAS
•
O leiaute dos data centers devem indicar a posição dos racks de TI (inventariados),
previsão futura de crescimento, corredores quente e frio, áreas diversas indicadas na
Ansi/Tia 942, áreas periféricas, MDA, HDA e outras (facilities, sala de terceiros, sala NOC
operação e controle do sistema, etc). Deve prever cortes necessários, que indiquem altura
do piso elevado, entre forro e outras referencias.
•
Para o desenvolvimento dos projetos adotar normas nacionais, internacionais,
melhores praticas de projetos para data center entre outras referencias bibliográficas
indicada na Ansi/Tia 942. O memorial deve descrever a solução técnica adotada, a filosofia
do(s) projeto(s), os benefícios em adotar tal solução técnica, a eficiência energética dos
sistemas projetados, as normas técnicas adotadas e demais informações correlatas aos
projetos desenvolvidos.
REUNIÕES COM REPRESENTANTES DO BANCO
•
Ao longo do desenvolvimento dos trabalhos, fase 1 e 2 , deverão ser realizadas
reuniões periódicas, a cada 20 dias. O cronograma de datas e a definição dos locais das
reuniões deverão ser discutidos e aprovados com a equipe técnica do Banco. A primeira
reunião com a Empresa Contrada e a equipe técnica do Banco ocorrerá em São Paulo (
Ed.Verbo Divino) e no Rio de Janeiro (Ed.CARJ), ocasiões em que serão apresentadas à
Contratada, as equipes do Banco, residentes nas localidades do Rio de Janeiro e São
Paulo (Equipe do CSL Engenharia e Equipe da DITEC/DAT - Tecnologia da Informação),
as quais viabilizarão o acesso da Contratada aos edifícios . As demais reuniões ocorrerão
a cada 20 dias, serão realizadas em Brasília, no Complexo Central de Tecnologia, com a
presença da equipe técnica matricial do Banco e todos os representantes da contratada,
cada um em sua área de formação, necessária ao desenvolvimento de todos os projetos. A
contratada indicará um de seus representantes para coordenar a reunião e redigir ATA da
mesma, onde constará todos os tópicos discutidos, os participantes presentes, o local,
data, horário de início e termino, deliberações acerca de cada assunto, etc. Encaminhará a
ATA da Reunião a todos os participantes para considerações e aprovação final. Todos os
recursos necessários a realização das reuniões ficarão a cargo da contratada (plantas,
catálogos, impressos, planilhas, diagramas, apresentações em power point, apresentação
de maquetes eletrônicas, recursos de mídia e outros). A critério do Banco, as reuniões
poderão ser realizadas nos locais dos Sites (São Paulo e Rio de Janeiro), e serão
previamente ajustadas com a Contratada.
PLANO LOGISTICO - CONSIDERAÇÕES
•
O plano logístico deve indicar por onde iniciar a obra, que caminho deve ser
seguido para o seu pleno desenvolvimento, deve prever o moving dos equipamentos de TI
para áreas alternativas, a criação dessas áreas alternativas, entre outras providencias
necessárias para a perfeita condução das reformas, sem que haja a interrupção das áreas
criticas de TI que estiverem em produção. O Plano deverá ser discutido exaustivamente
com as equipes do Banco e ser aprovado pela mesma.
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•
Obter junto as equipes locais do BB o regulamento interno de cada edifício, onde
conste as regras de acesso a cada edificação, data e horário para carga e descarga de
material, horários para execução de obras, espaços para montagem de barracão de obra
ou montagem de containers para ao mesmo fim, horários para execução de reforma em
ambientes críticos, regras a serem seguidas quanto a questão de acesso, forma de
comportamento das equipes contratadas para execução das obras, demais regras
condominiais relativas a barulho, poeira, odores, vibrações, entre outras. O regulamento
deverá fazer parte do CGE elaborado pela contratada com vistas a orientar aos futuros
executantes das reformas as regras de acesso aos ambientes críticos de TI e às demais
áreas comuns das edificações. Solicitar as equipes locais do BB as Instruções Normativa
internas inerentes ao assunto. Discutir o tema com as equipes técnicas do BB de forma a
aprimorar o que for necessário em função das particularidades de cada site de TI.
•
A Contratada deverá propor soluções compatíveis com os projetos de reforma e
refrofit em curso para as demais áreas das edificações do RJ e SP, de modo que não haja
retrabalhos futuros ou inviabilização tanto da reforma geral da edificação quanto da
implementação de uma das proposições técnicas apresentada pela contratada.
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1.
TIPO: Levantamento Técnico - Check-list
1.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
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1.1.1 Documento de verificação, compatível com visualização e manipulação em fomato .doc,
composto pelo Check-list de entrevista com o administrador e roteiro da primeira vistoria a
ser preenchida durante o levantamento realizado em cada dependência.
1.1.2 Este documento deve ser entregue em uma via impressa e em arquivo digital,
individualizados por dependência, nomeado conforme o padrão abaixo:
PPPP-SB - Levantamento Técnico – MMMAAAA.doc onde:
PPPP
SB
PREFIXO da dependência, sem o dígito verificador
•
4 caracteres
Código SB–Subordinação – PAA, PAB e PAE (Dependência = “00”)
•
2 caracteres
MMM
MÊS - data do levantamento
•
3 caracteres
AAAA
ANO - data do levantamento
•
4 caracteres
PPPP-SB – Roteiro Vistoria – MMMAAAA.doc onde:
PPPP
SB
PREFIXO da dependência, sem o dígito verificador
•
4 caracteres
Código SB–Subordinação – PAA, PAB e PAE (Dependência = “00”)
•
2 caracteres
MMM
MÊS - data do levantamento
•
3 caracteres
AAAA
ANO - data do levantamento
•
4 caracteres
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2.
2.1.
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TIPO: Levantamento Técnico – Fotografias
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
2.1.1 Tipo: Fotografias coloridas – em arquivos digitais no formato “*.jpg”. Os arquivos deverão
ser nomeados conforme o padrão especificado abaixo.
2.1.2 Tamanho: 800 x 600 pixels.
2.1.3 Resolução: Entre 96 dpi (mínima) e 150 dpi (máxima).
2.1.4 Quantidade: No mínimo 3 por ambiente, fachada ou elemento externo. As fotos deverão ser
em quantidade suficiente para cobrir todos os ambientes da dependência, contemplando
todas as panorâmicas dos mesmos e elementos/situações significativas, documentando e
ilustrando todas as verificações efetuadas e materiais empregados.
2.1.5 Ambientes: Todos os ambientes internos, externos, fachadas, elementos de sinalização
externa, jardins e cobertura. Deverá ser documentada a configuração geral dos espaços,
mobiliário e materiais de acabamento.
2.1.6 Padrão de Nome: Os arquivos serão nomeados conforme abaixo.
PPPP-SB-OOOOOOOOO...-NN-MMMAAAA onde:
PPPP
SB
OOOO...
NN
PREFIXO da dependência, sem o dígito verificador
•
4 caracteres
Código SB–Subordinação – PAA, PAB e PAE (Dependência = “00”)
•
2 caracteres
OBJETO – Nome do ambiente ou objeto da fotografia
•
3 a 20 caracteres
NÚMERO da foto – sequencial dentro do mesmo objeto
•
2 caracteres
MMM
MÊS - data da fotografia
•
3 caracteres
AAAA
ANO - data da fotografia
•
4 caracteres
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3.
TIPO: Levantamento Técnico - Mobiliário e equipamentos
3.1.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
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3.1.1 Documento de verificação, em formado MS-Excel - Versão 97 (xls), com a relação e
quantitativos do mobiliário e equipamentos existentes a ser preenchido durante o
levantamento realizado na vistoria em cada dependência.
3.1.2 O documento deverá conter uma foto do item com a indicação do estado de conservação e
possibilidade de reaproveitamento de cada equipamento existente na dependência.
3.1.3 No caso de integração de dependências deverá ser previsto um documento para cada
unidade.
3.1.4 Este documento deve ser entregue em uma via impressa e em arquivo digital,
individualizados por dependência, nomeado conforme o padrão abaixo:
PPPP-SB – Mobiliário Existente – MMMAAAA onde:
PPPP
SB
PREFIXO da dependência, sem o dígito verificador
•
4 caracteres
Código SB–Subordinação – PAA, PAB e PAE (Dependência = “00”)
•
2 caracteres
MMM
MÊS - data do levantamento
•
3 caracteres
AAAA
ANO - data do levantamento
•
4 caracteres
4
TIPO: Planta de Leiaute atual da dependência
4.1
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
4.1.1 Em arquivos digitais em formato AutoCAD 2000 “*.dwg”. Deverá ser entregue uma cópia
impressa e assinada de cada prancha.
4.1.2 Todos os desenhos deverão seguir rigorosamente a formatação e o padrão do Banco do
Brasil, detalhados em tópico específico.
4.1.3 Além dos arquivos digitais deverá ser fornecida uma via impressa de cada prancha ou
documento desenvolvido.
4.1.4 No caso de relocalização será necessário entregar apenas a situação existente do imóvel
destino, incluindo acabamentos, entre outros itens, conforme especificado mais adiante.
4.1.5 No caso de ampliação a situação atual será considerada no imóvel no qual será ampliado e
a planta deverá ser entregue atualizada inclusive com mobiliários, equipamentos e
acabamentos conforme especificado mais adiante.
4.2
COMPONENTES:
4.2.1 Planta de leiaute, em pranchas nos formatos A1 ou A0, em escala 1:50. Deverão
contemplar todos os ambientes da dependência e conter:
• cotas básicas e cotas de nível dos ambientes;
• representação do mobiliário e equipamentos existentes;
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• materiais de acabamento de todos os ambientes conforme padrão BB descrito adiante;
• indicação da orientação solar;
• quadro de áreas, conforme descrito adiante, neste capítulo.
5
TIPO: Projeto de Arquitetura
5.1
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
5.1.1 Em arquivos digitais em formato AutoCAD 2000 “*.dwg”.
5.1.2 Todos os desenhos deverão seguir rigorosamente a formatação e padrão do Banco do
Brasil, detalhados em tópico específico.
5.1.3 Além dos arquivos digitais deverá ser fornecida uma via impressa e assinada de cada
desenho ou documento desenvolvido.
5.2
COMPONENTES:
5.2.1 Estudo preliminar:
5.2.2 O estudo preliminar deverá conter a verificação das medidas conferidas na vistoria
(levantamento) análise da viabilidade técnica da proposta de leiaute básico, relatório
fotográfico.
5.2.3 Itens que deverão compor a planta de estudo de viabilidade:
•
informações dos acabamentos conforme padrões do Banco;
•
cotas básicas necessárias para o bom entendimento da proposta;
•
indicação das áreas dos ambientes;
•
indicação da cota de nível em todos os ambientes e em todos os desníveis.
5.2.4 Desenhos apresentados em pranchas nos formatos A1 ou A0, em escala 1:50, de acordo
com os referidos padrões de desenho técnico do Banco do Brasil.
5.2.5 Deverão ser apresentadas, no mínimo, as plantas baixas necessárias ao total entendimento
da proposta, contemplando as intervenções de arquitetura e os elementos necessários para
caracterização das rotas acessíveis e de fuga, de forma a atender aos normativos abaixo:
•
•
•
•
•
•
Banco do Brasil - Norma de Acessibilidade nas Edificações;
Norma Brasileira ABNT NBR 9050 – Acessibilidade a edificações, mobiliário,
espaços e equipamentos urbanos;
Norma Brasileira ABNT NBR 9077 – Saídas de Emergência em edifícios;
Decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004;
Plano Diretor e Código de Obras do município;
Demais leis pertinentes.
5.2.6 Projeto executivo e detalhamento
Deverá possuir todas as informações necessárias à perfeita execução da obra e será
apresentado em pranchas nos formatos A1 ou A0, de acordo com os padrões de desenho
técnico do Banco do Brasil. Poderá haver variação para menor na escala de 1:50 para os
detalhes. Será obrigatória a apresentação das seguintes pranchas de todos os pavimentos:
•
•
•
Implantação/Situação, com o indicativo da orientação solar (incluindo jardins,
estacionamentos, recuos, etc);
Cobertura/Caixa d’água;
Situação atual;
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•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Pág. 63
Reforma a ser realizada (Planta executiva com os itens “a demolir” e itens “a
executar”);
Mínimo 02 (dois) cortes;
Fachadas (todas as fachadas);
Todas as vistas do projeto;
Todas as paginações de divisórias;
Planta de paginação de forros e luminárias (contendo as bocas de insuflamento do
ar condicionado);
Planta de pisos (contendo inclusive os pisos referentes à acessibilidade);
Tabela de áreas de limpeza (áreas ocupadas, área externa, área envidraçada
interna e externa, área de estacionamento, área desocupada);
Quadro de áreas (conforme especificação mais adiante);
Tabela de esquadrias (portas internas e externas, janelas, etc);
Situação Final (leiaute): planta de leiaute da situação após a reforma contendo o
mobiliário, equipamentos, sinalização interna, indicação dos ambientes;
Sinalização Interna (que deverá estar na planta de leiaute);
Sinalização Externa (que deverá estar na planta de fachadas);
Detalhes dos sanitários (vista de todas as paredes com as alturas de fixação de
todos os equipamentos/louças/metais), paginação do piso (considerar tratamento
para impermeabilização), planta de forro (locação das luminárias), detalhe
executivo de bancada, rodapé, divisória dos boxes, etc;
Detalhamento em imagens 3D, quando exigido na solicitação;
Detalhes executivos necessários à compreensão e execução da proposta, tais
como esquadrias, grades, estrutura de apoio do letreiro, sanitários, escadas,
corrimãos, guardacorpo, copa, depósito de materiais de limpeza, persianas,
rebaixos em gesso, painéis retráteis, mobiliário, adaptações de acessibilidade e
outros;
Planta específica de paisagismo, quando for o caso, conforme especificado mais
adiante;
Detalhes diversos necessários para a execução da obra conforme exigência da
CONTRATANTE.
6
TIPO: Projeto Paisagístico
6.1
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
6.1.1 Deverá possuir todas as informações necessárias a sua perfeita execução e será
apresentado em pranchas nos formatos A1 ou A0, de acordo com os padrões de desenho
técnico do Banco do Brasil detalhado em tópico específico. Poderá haver variação para
menor na escala de 1:50 para os detalhes. Será obrigatória a apresentação das seguintes
pranchas:
•
•
•
Planta Baixa geral (implantação), com indicação das áreas verdes a serem
detalhadas;
Planta baixa específica das áreas verdes com o detalhamento das espécies,
quantidades, tamanhos para compra, espaçamentos da plantação, elementos do
canteiro e/ou jardim tais como muretas, grelhas, cercas, limitadores e demais
detalhes que se mostrarem necessários;
Legenda/Tabela com resumo das espécies e quantidades utilizadas.
6.1.2 No projeto e nas especificações constarão, obrigatoriamente, indicações sobre:
•
•
•
•
Espécies de vegetais selecionadas (nomenclatura botânica seguida da
denominação popular);
Descrição da composição do solo (terra vegetal e adubo orgânico e mineral) de
plantio, sua espessura e outras características (quantidade por muda – litros, kg,
etc.ou m² em caso de forração ou grama);
Definição do sistema de drenagem do solo e das áreas de ajardinamento;
Quantidade de cada espécie a plantar, bem como as respectivas localizações;
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•
•
•
•
•
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Elementos do canteiro e/ou jardim tais como muretas, grelhas, cercas, limitadores;
Impermeabilização de floreiras;
Definição do porte das mudas;
Definição de todas as espécies vegetais que serão mantidas;
Especificação de aspersores automáticos com o mínimo de interferência visual.
6.1.3 O projeto paisagístico deverá ser efetuado considerando plantas e flores de fácil
manutenção, resistentes e que sejam facilmente encontradas no mercado, com preços
acessíveis.
6.1.4 Deverá ser fornecido pela CONTRATADA o Manual de conservação do jardim com a
descrição de todas as espécies, incluindo adubo, poda e irrigação.
7
TIPO: QUADRO DE ÁREAS
a) ÁREA TOTAL DE CONSTRUÇÃO (AC)
I
- área do subsolo;
II
- área do 1º pavimento;
III
- área do 2º pavimento;
IV
- área do 3º pavimento etc.;
V
- área de edículas;
VI
- área de cobertura (reservatórios, casa de máquinas, etc);
VII
- área total;
b) ÁREA CONSTRUÍDA EXPURGADA (ACE) - expurgar da área total de construção (AC), as áreas de:
I
- subestação;
II
- reservatório;
III
- grupo gerador;
IV
- estacionamento coberto;
c) ÁREA DE LIMPEZA (AL):
I
- áreas ocupadas;
II
- área externa;
III
- área envidraçada interna;
IV
- área envidraçada externa;
V
- área de estacionamento;
VI
- área de jardim;
VII
- área desocupada.
8
TIPO: Planilha de Mobiliário padrão para compra
8.1
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
8.1.1 Planilha em formado MS-Excel - Versão 97 (.xls), com a relação e quantitativos do
mobiliário a ser solicitado para compra a ser preenchida quando da conclusão do projeto
executivo.
8.1.2 O documento deverá levar em consideração o levantamento do mobiliário existente, padrão
passível de aproveitamento e orientação da fiscalização.
8.1.3 Este documento deve ser entregue em uma via impressa assinada e em arquivo digital,
individualizados por dependência, nomeado conforme o padrão abaixo:
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PPPP-SB – Mobiliário – MMMAAAA onde:
PPPP
SB
PREFIXO da dependência, sem o dígito verificador
•
4 caracteres
Código SB–Subordinação – PAA, PAB e PAE (Dependência = “00”)
•
2 caracteres
MMM
MÊS - data do preenchimento
•
3 caracteres
AAAA
ANO - data do preenchimento
•
4 caracteres
9
TIPO: Chek-list de conferência de Projeto
9.1
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
a)
b)
Planilha em formado MS-Excel - Versão 97 (.xls), com o Check-list da conferência do
projeto executivo composto pelo documento “Check-list Conferência de Projeto.xls” a ser
preenchida quando da conclusão do projeto executivo.
Este documento deve ser entregue em uma via impressa assinada e em arquivo digital,
individualizados por dependência, nomeado conforme o padrão abaixo:
PPPP-SB – Check-list Conferência – MMMAAAA onde:
PPPP
SB
10
PREFIXO da dependência, sem o dígito verificador
•
4 caracteres
Código SB–Subordinação – PAA, PAB e PAE (Dependência = “00”)
•
2 caracteres
MMM
MÊS - data da conferência
•
3 caracteres
AAAA
ANO - data da conferência
•
4 caracteres
TIPO: Consulta de legislação municipal
10.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
10.1.1 Consulta prévia da existência de legislação específica para Bancos, entre outras, na
prefeitura local da cidade, tais como: lei de fila, lei de bebedouros públicos, sanitários
públicos, cadeiras, vaga de idoso, guardavolume, sinalização, padronização de calçadas,
piso tátil para calçadas e áreas externas, entre outras.
10.1.2 A CONTRATADA, quando da vistoria na cidade, deverá protocolar na prefeitura local
pedido, da relação das leis pertinentes.
10.1.3 A CONTRATADA deverá entregar cópia do protocolo na prefeitura com previsão de data
de retorno e após o retorno deverá apresentar o documento com as respectivas leis.
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10.1.4 Caso a prefeitura não possua leis específicas, solicitar para que a mesma ratifique
formalmente.
10.1.5 A documentação deve servir de base para a CONTRATADA na elaboração dos projetos e
a mesma deverá respeitar todas as leis constantes para a verificação da viabilidade da
proposta.
10.2 COMPONENTES:
10.2.1
Cópia do protocolo da prefeitura e original da resposta da prefeitura.
10.2.2
Não serão aceitos documentos via fax ou scaner para fins de entrega final, ressalvandose, entretanto, que os mesmos poderão ser encaminhados provisoriamente, nestas
condições, quando se fizer necessário dar ciência à fiscalização e para obter agilidade de
análise do processo.
11 TIPO: Aprovação de projeto legal na prefeitura
11.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
11.1.1 A CONTRATADA deverá solicitar aprovação do projeto na prefeitura local para fins de
atendimento do Plano Diretor, Código de Obras e demais leis pertinentes.
11.1.2 O projeto deverá estar em acordo com o exigido pela Prefeitura, se necessário a
CONTRATADA deverá elaborar planta específica para a aprovação (Projeto Legal) com os
itens exigidos pelo órgão.
11.1.3 Caso a Prefeitura local dispense a aprovação, a CONTRATADA deverá entregar
documento oficial que comprove a dispensa.
11.1.4 Atentar, especialmente, para os casos de intervenções nas calçadas, estacionamentos,
sinalização, elementos de fachadas, ampliação de área e construção.
11.2. COMPONENTES:
11.2.1 Cópia do protocolo da prefeitura e original da resposta da prefeitura.
11.2.2 Não serão aceitos documentos via fax ou scaner para fins de entrega final.
12 TIPO: Aprovação de projeto nos demais órgãos
12.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
12.1.1 Caso a CONTRATADA verifique mediante consulta nos demais Órgãos Competentes, tais
como: IPHAN, Vigilância Sanitária, companhia elétrica (aumento de carga), entre outros, a
necessidade de aprovação do projeto, a mesma deverá providenciá-la.
12.1.2 Para efeitos deste item a CONTRATADA deverá atentar para as seguintes situações:
• Edificações com características que podem ser considerados como Patrimônio Histórico;
• Edificações situadas em centros tombados como patrimônio histórico independente da
sua linguagem;
• Edificações que após a intervenção poderão ficar com características muito diferentes do
seu entorno;
• Edificações situadas em terreno de marinha, caso fique próximo ao mar (30 a 50
metros);
• Edificações situadas em praias na qual a vigilância sanitária possa exigir a aprovação do
sistema de esgoto sanitário.
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TIPO: Coordenação dos Projetos Complementares
13.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
13.1.1 O coordenador dos projetos deverá orientar todos os projetistas quanto à correta
configuração de padrões de “layers”, escalas, selos, folhas, versão dos arquivos, entre
outros e garantir a compatibilidade entre todos os projetos.
13.1.2 Cabe à CONTRATADA orientar todos os projetistas a entregarem seus trabalhos em
conformidade com o presente Caderno de Encargos e adotando os padrões do Banco do
Brasil. As partes correspondentes a cada especialidade deverão ser formatadas de modo
que seja possível uni-las pela CONTRATADA em uma única especificação e orçamento,
individualizados por dependência.
14. TIPO: Projeto Estrutural
14.1. Premissas para a elaboração do projeto
14.1.1 Economicidade por meio de soluções racionais.
14.1.2 Flexibilidade e funcionalidade dos espaços, bem como simplicidade nas soluções
adotadas.
14.1.3 Especificação de materiais de boa qualidade, de forma a garantir durabilidade e que
possibilitem a competição no mercado.
14.1.4 Utilização de equipamentos e técnicas que obedeçam às normas ambientais aplicáveis.
14.1.5 O projeto de estrutura deverá obedecer às normas da Associação Brasileira de Normas
Técnicas - ABNT, códigos, leis, decretos, portarias e normas federais e distritais,
instruções e resoluções dos órgãos do sistema CREA/CONFEA e outras disposições
legais vigentes.
14.1.6 Os projetos deverão detalhar em nível executivo todas as descrições e informações
indispensáveis à correta e completa execução da obra.
14.1.7 O projeto de estrutura deverá garantir a prefeita compatibilidade com os projetos de
arquitetura, climatização e de instalações no que envolver aspectos estéticos e funcionais,
facilidade de manutenção e controle de todo o sistema.
14.1.8 Nos projetos deverão ser especificados materiais que estejam disponíveis no mercado
nacional.
14.1.9 Em caso de reforço estrutural, evidenciado no cálculo em função da proposta
arquitetônica, a CONTRATADA deverá projetar, detalhar e especificar o reforço com o uso
das mais variadas técnicas (adição de armadura e concreto, aplicação de chapas e perfis
metálicos, utilização de compósitos de fibras de carbono, etc) a fim de garantir que a
edificação atenda às novas exigências funcionais decorrentes do novo tipo de
carregamento, observando-se as particularidades para prédios com atividade bancária e
normas técnicas vigentes.
14.1.10 Em caso de rompimento de viga baldrame, prevista no estudo arquitetônico, devido à
execução de rampas de acesso (atendimento à NBR 9050) a CONTRATADA deverá
apresentar laudo estrutural que ateste e comprove a viabilidade de execução do referido
serviço. Neste caso, deverá apresentar também o respectivo projeto/detalhe estrutural de
rebaixamento da viga baldrame, com indicação dos níveis e das características do
concreto, adesivos estruturais, ferragens adicionais e demais aspectos técnicos que se
fizerem necessários para a perfeita execução do serviço no local.
14.1.11 Quando do projeto estrutural de construção de prédios com subsolo ou dependências
ocupando pavimentos distintos do térreo, a laje deverá ser em concreto armado (maciça
ou mista) com capacidade portante de 500kg/m2.
14.1.12 O dimensionamento da laje ou contrapiso deverá considerar o premissa de 1.200 Kg/m².
14.1.13 Com relação à laje de cobertura ou de forro o projeto estrutural deverá prever os
acréscimos de cargas provenientes da fixação dos dutos do ar condicionado, forro e
infraestrutura em geral.
14.1.14 Em se tratando de intervenção estrutural em edificação existente, a CONTRATADA
deverá providenciar a verificação da sobrecarga máxima da estrutura atual.
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14.2 Terminologia
Para efeitos das diretrizes relacionadas acima serão adotadas as definições constantes nas
Normas Técnicas da ABNT.
14.3 Normas Técnicas
Os projetos deverão atender todas as normas técnicas, em sua última versão, ressaltandose as seguintes:
NBR 6118 / 2007 - Projeto de Estruturas de Concreto
NBR 14931 / 2004 - Execução de Estruturas de Concreto
NBR 6122 / 1996 - Projeto e Execução de Fundações
NBR 9062 / 2006 - Projeto e Execução de Estruturas de Concreto Pré-moldado
NBR 7190 / 1997 - Projetos de Estruturas de Madeira
NBR 8800 / 2008 - Projeto de Estruturas de Aço e de Estruturas Mistas de Aço e
Concreto em Edifícios
NBR 6120 / 2000 - Cargas para o cálculo de estruturas de edificações
NBR 6123 / 1990 - Forças devidas ao vento em edificações
NBR 8681 / 2003 - Ações e segurança nas estruturas
NBR14859 / 2002 - Laje pré-fabricada
NBR10067 / 1995 - Princípios Gerais de Representação em Desenho Técnico
NBR 5629/ 2006 - Execução de tirantes ancorados no terreno
NBR 8044 / 1983 - Projeto geotécnico
NBR 8036 / 1983 - Programação de Sondagens de simples reconhecimento dos solos
para fundações de edifícios.
14.4 Projeto de fundações
14.4.1 O projeto de fundações, quando necessário, deverá obedecer às normas técnicas e
documentos legais vigentes, em especial:
NBR 5629 - Estruturas ancoradas no terreno - Ancoragens injetadas no terreno
Procedimento.
NBR 6121 - Prova de carga a compressão em estacas verticais -Procedimento.
NBR 6122 - Projeto e execução de fundações - Procedimento.
NBR 6489 - Prova de carga direta sobre o terreno de fundações -Procedimento.
NBR 6502 - Rochas e solos -Terminologia.
NBR 8036 - Programação de sondagens de simples reconhecimento dos solos para
fundações de edifícios.
NBR 6484 - Sondagens de simples reconhecimento com SPT - Método de ensaio.
NBR 10067 - Princípios gerais de representação em desenho técnico.
14.4.2 Investigações Geológicas:
Para elaboração do Projeto Estrutural será necessário, além do Projeto Arquitetônico, o
Laudo de Sondagem. Esse documento, detalhadamente confeccionado por empresas
especialistas em sondagens, apresenta o perfil do solo abaixo do nível zero, ou seja, com
todos os tipos de camadas de solos e suas respectivas resistências à compressão. A
adoção do tipo de fundação será consubstanciada através de Laudo de Sondagem
Geológica, a ser fornecido pela CONTRATADA junto com o projeto.
14.4.3 Diretrizes gerais:
• Esforços na fundação
Deverão constar em prancha os esforços resultantes nas fundações, compostos a partir
das cargas de serviço, cargas acidentais, variação de pressões eventuais tais como
aterro, reaterros, escavações e variações de nível d’água, etc.
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• Construções Vizinhas
Na análise de fundações, deverá ser verificada a estabilidade das construções vizinhas,
no seu aspecto de segurança, em função das condições de execução das fundações.
• Lastro de concreto armado sobre brita
O projeto deverá prever, sob todos os elementos de fundação diretamente apoiados no
terreno, uma camada de concreto magro de regularização de espessura não inferior a 05
(cinco) centímetros sobre leito de brita de espessura não inferior a 03 (três) centímetros.
• Fundações diretas
Deverá ser indicada a taxa admissível do terreno considerada para o cálculo das
fundações diretas.
• Profundidade de assentamento
A base da fundação deverá ser assente a uma profundidade tal que garanta que o solo
de apoio não fique sujeito à ação de agentes atmosféricos e fluxos d’água. Além disso,
salvo quando a fundação for assente em rocha, tal profundidade não poderá ser inferior
a 1,50 metros, sendo obrigatoriamente registrada em prancha.
• Fundações profundas
Verificadas as condições de solo e de carregamento, serão adotadas preferencialmente:
estacas pré-moldadas de concreto armado, estacas moldadas “in loco” e estacas
metálicas. Em hipótese alguma serão aceitas estacas de madeira.
• Estacas Pré-moldadas de concreto
Para profundidades estimadas de cravação superior a 10 metros o diâmetro mínimo da
estaca será de 20 centímetros ou seção quadrada mínima de 18x18 cm. Para estacas
inferiores a esta profundidade, poderão ser aceitos diâmetro mínimo de 18 cm ou seção
mínima de 16x16 cm.
• Proteção das fundações
Em casos de solos agressivos ou lençol freático superficial, o projeto deverá prever
proteção adequada dos elementos de fundação, indicando nas plantas de formas o
material de proteção apropriado e demais condições e demais condições requeridas.
• Fundações Mistas
Em função dos esforços e em casos de terrenos que exijam fundações profundas e
diretas, deverão ser previstas juntas de separação, na infra e superestrutura, de modo a
evitar-se recalques diferenciais.
14.4.4 Para calcular os esforços nas fundações, além dos fornecidos pelo projeto da estrutura,
dever-se-á levar em conta as variações de pressões decorrentes da execução eventual de
aterros, reaterros, escavações e variações do nível d’água, bem como os diferentes
carregamentos durante as fases de execução dos serviços e obras.
14.4.5 A solução adotada para as fundações deverá dar especial atenção para o nível d'água do
terreno, devidamente compatibilizada com os pavimentos subsolo e semi enterrado da
edificação.
14.4.6 Será vedada qualquer redução de cargas em decorrência de efeito de subpressão.
14.4.7 As escavações necessárias à execução das fundações, bem como as que se destinam as
obras permanentes, deverão ser analisadas quanto à estabilidade dos seus taludes.
14.4.8 Para fins de projeto, os resultados das investigações geológico-geotécnicas deverão ser
analisados com o intuito de definir as características de resistência de cada uma das
camadas de solo intervenientes na fundação.
14.4.9 Deverá ser solicitada a execução de investigações geotécnicas adicionais sempre que, em
qualquer etapa de elaboração do projeto, forem constatadas divergências ou incoerências
entre os dados disponíveis, de tal forma que as dúvidas fiquem completamente
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esclarecidas.
14.4.10 Quando da realização de sondagens geotécnicas, deverão ser entregues à
CONTRATANTE cópia dos relatórios com o perfil estratigráfico de cada furo, assim como
as plantas de locação dos pontos de sondagem realizados.
14.4.11 Na análise das fundações, deverá ser verificada a estabilidade das construções vizinhas,
no seu aspecto de segurança, em função das condições de execução das fundações.
14.4.12 No projeto deverá ser indicado e especificado o controle tecnológico do concreto, a ser
realizado durante a execução da obra, para que seja garantida a resistência necessária
aos componentes estruturais.
14.4.13
Estudo Preliminar - consiste na apresentação dos seguintes produtos:
• Concepção das fundações, comparando as diversas soluções alternativas. Os
parâmetros e critérios de comparação devem ter por objetivo selecionar a melhor
solução para a CONTRATANTE, considerando os aspectos de economia, facilidades de
execução, recursos disponíveis, segurança e outros fatores específicos.
• Planta, em escala adequada, apresentando a solução a ser adotada com indicação das
características principais das fundações.
• Estudo comparativo das opções de fundações, incluindo o eventual programa de
investigações geotécnicas adicionais.
14.4.14 Projeto Executivo - consiste na definição, dimensionamento completo e representação de
todos os componentes da solução aprovada no Estudo Preliminar. Deverão ser
apresentados, no mínimo, os seguintes produtos:
• Descrição das soluções, justificativas técnicas dos dimensionamentos, tensões e cargas
admissíveis, cálculo estimativo dos recalques totais, diferenciais e distorções angulares e
comparação com os valores admissíveis, considerações sobre o comportamento das
fundações ao longo do tempo e eventuais riscos de danos em edificações vizinhas,
metodologia executiva sucinta, características e disponibilidade dos equipamentos a
serem utilizados.
• Nome de todas as peças estruturais.
• Dimensionamento de todas as peças.
• Indicação das cargas e momentos nas fundações.
• Indicação do fck do concreto.
• Indicações de níveis.
• Indicação do sistema construtivo dos elementos de fundação.
• Armação de todas as peças estruturais.
• Plantas de locação e cargas da fundação (pilares e fundações).
• Plantas de formas, cortes e armação das fundações e das vigas de fundação, em escala
adequada.
• Plantas de detalhamentos.
• Quadro geral constando profundidade estimada de cravação com quantitativos por seção
de estaca adotada, em se tratando de fundações profundas.
14.4.15 A Planta de Locação deverá ser em escala adequada, preferencialmente 1:50, e
apresentar as distâncias entre eixos dos pilares, a partir de um ponto de referência bem
definido, além de cotas necessárias para o correto posicionamento dos elementos
estruturais. Devem ser indicadas as cargas atuantes em cada pilar e a identificação dos
pilares com sua respectiva seção transversal, seguindo a mesma numeração do projeto da
superestrutura. Opcionalmente pode-se utilizar a mesma planta para os desenhos de
locação dos pilares e da fundação.
14.4.16 Na Planta de Formas, deverão constar o tipo de fôrma, as dimensões dos elementos de
fundação, em planta e em corte, e cotas de assentamento em relação ao sistema de
referência. Os desenhos deverão conter todas as notas explicativas necessárias à correta
execução das fundações.
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14.4.17
Pág. 71
Na Planta de Armação, deverão ser apresentadas as seções longitudinais e transversais,
mostrando a quantidade, o diâmetro, a posição, os espaçamentos e os comprimentos de
todas as armaduras longitudinais e transversais dos elementos de fundação. Deverão
ser indicadas, também, as ferragens de arranque dos pilares. Caso se faça necessário o
detalhe de armaduras em mais de uma prancha, cada uma das pranchas deverá possuir
um quadro de ferro e um quadro resumo de consumo de materiais (aço, concreto e
forma).
O detalhe da armadura deve conter, no mínimo, as seguintes indicações:
•
•
•
•
•
•
•
Número da posição.
Quantidade de barras.
Diâmetro da barra.
Espaçamento das barras, quando necessário.
Comprimento total da barra.
Trechos retos e dobras com cotas.
Emendas e transpasses.
Cada prancha de armação dos elementos estruturais deverá conter o Quadro de Ferros
respectivo, contendo no mínimo:
•
•
•
•
•
•
Tipo de aço (CA50, CA60).
Posição (numeração da ferragem).
Diâmetro da armadura (em mm).
Quantidade de barras de mesma posição.
Comprimento unitário da barra (em cm).
Comprimento total das barras de mesma posição, em cm (comprimento unitário da
barra x quantidade de barras de mesma posição).
c) Comprimento total (em m) por diâmetro de barra.
• Massa (em kg) das barras de mesmo diâmetro, considerando perdas.
• Massa total (em kg) por tipo de aço, considerando perdas.
14.4.18
O projeto de fundações em estacas ou tubulões deve conter as convenções com relação
às dimensões e às diversas capacidades de carga, cujos valores devem estar explícitos
no projeto.
14.4.19
Deverão ser detalhados os principais aspectos da solução adotada no projeto de
fundações, apresentando e justificando os procedimentos adotados, as considerações
relativas à escolha do tipo de fundação (justificando com base nas investigações,
estudos geotécnicos e disponibilidade dos equipamentos a serem utilizados),
considerações sobre o dimensionamento e comportamento das fundações ao longo do
tempo e eventuais riscos de danos em edificações vizinhas, as hipóteses de
carregamento e suas respectivas combinações, a escolha das armaduras, a resistência
característica do concreto considerado.
14.4.20
O projeto executivo de fundações deverá estar harmonizado com os demais projetos.
Deverá ser apresentada a ART do Engenheiro responsável pelo projeto.
14.5 Projeto de estrutura de concreto armado
14.5.1
O projeto da estrutura em concreto deverá obedecer às normas técnicas e documentos
legais vigentes, em especial:
14.5.2
NBR 6118 - Projeto de Estruturas de Concreto - Procedimento.
NBR 14931 - Execução de Estruturas de Concreto
NBR 6120 - Cargas para cálculo de estruturas de edificações - Procedimento.
NBR 6123 - Forças devidas ao vento em edificações - Procedimento.
NBR 10067 - Princípios gerais de representação em desenho técnico.
Diretrizes gerais:
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14.5.3
Pág. 72
•
Critérios de projeto
A concepção da estrutura, além de ser compatível com a arquitetura e demais
instalações propostas, região da obra, características do terreno e tempo fixado para
a construção, deverá ainda adequar-se à eventual flexibilidade de ocupação e
possibilidade de expansões.
•
Ações (cargas)
O autor deverá considerar as ações previstas nas normas, permanentes e
acidentais, bem como, quando para estruturas específicas, as ações de terra,
líquidos e gases, carregamentos móveis, temperatura, protensão e outras
probabilidades de ocorrências.
•
Concreto
A resistência característica mínima seguirá rigorosamente o preconizado na NBR 6118.
•
Lajes
No detalhamento das lajes, sejam elas maciças, nervuradas ou treliçadas, deverão
constar as indicações das cargas, especificações das armaduras, detalhes
complementares e consumo do aço e concreto.
•
Vigas
Não serão aceitas, em hipótese alguma, vigas com largura inferior a 12 centímetros.
•
Pilares
Não serão aceitos pilares com seção inferior a 19 centímetros, exceção aos pilares
com seção composta e aos casos excepcionais apontados em norma, com
majoração dos coeficientes adicionais, respeitando o limite mínimo de 12
centímetros.
•
Juntas de dilatação
O projetista deverá projetar juntas de dilatação e de retração nos casos previstos em
norma, bem como em situações por condições especiais da edificação.
Formas:
As formas poderão ser executadas em madeira (tábua serrada ou chapa de
compensado), e deverão ser estanques, lisas, solidamente estruturadas e apoiadas,
sendo especificadas em memorial descritivo.
•
Espaçadores
Deverão ser utilizados, obrigatoriamente, espaçadores de concreto, entre a
armadura e as formas, sendo especificados em memorial descritivo.
•
Cimbramento e descimbramento
Os detalhamentos e espaçamentos de escoramento e o prazo de descimbramento
deverão constar em projeto específico e/ou em memorial descritivo.
•
Furos, aberturas e nichos
As formas de passagem, nichos para chumbadores e os espaços para juntas de
dilatação serão construídos com material tipo isopor ou material similar.
•
Juntas de concretagem
As juntas de concretagem seguirão um plano de concretagem orientado pelo
projetista, respeitando as seções de resistência estrutural, as regiões de ancoragem
e as condições de aderência.
•
Aditivos
O projetista especificará em memorial descritivo, a possibilidade de serem utilizados
plastificadores com ação retardadora do tempo de pega e/ou aceleradores de pega.
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•
Controle do concreto
O projetista especificará em memorial descritivo, as exigências do controle de
produção, ensaios de recebimento, bem como outros ensaios de resistência do
concreto fresco e endurecido.
•
Memorial descritivo
O projetista especificará em memorial descritivo, todas as exigências gerais e
específicas, inserindo as informações mínimas correlacionadas a todas as etapas
para execução correta da obra.
•
Memória de Cálculo
Quando julgar necessário o Setor de Engenharia responsável pelo projeto
resguarda-se no direito de exigir a memória de cálculo com o intuito de comprovação
dos resultados dos dimensionamentos.
•
Estruturas de Concreto Pré-moldado
O projeto executivo de estrutura de concreto pré-moldado, seja para infra,
superestrutura ou cobertura deverá conter todos os elementos gráficos, como,
desenhos e especificações, incluindo detalhes dos elementos, além de orientações
sobre o transporte e montagem das peças.
14.5.4
A CONTRATADA deverá estudar as alternativas para que não haja interferências no
projeto arquitetônico e que não venha a ser inviabilizada, quer técnica, quer econômica,
quer estaticamente, por fatores estruturais.
14.5.5
A CONTRATADA deverá fornecer o posicionamento e dimensões das peças estruturais
que vierem a servir de condicionante no projeto de arquitetura.
14.5.6
A CONTRATADA deverá inteirar-se do projeto como um todo, estendendo a análise aos
desenhos e especificações, retirando os subsídios para os cálculos definitivos, que
sejam condicionantes na escolha e dimensionamento do esquema estrutural.
14.5.7 A CONTRATADA deverá conhecer as características do local da obra no tocante a:
•
•
•
•
•
•
•
14.5.8
Tipo e custo da mão-de-obra disponível.
Tipo e custo dos materiais disponíveis.
Disponibilidade de equipamentos.
Grau de conhecimento e uso de técnicas construtivas.
Agressividade do meio ambiente.
Posturas legais relativas à aprovação de desenhos e memoriais.
Condições relativas às microáreas, como: vias de acesso, dimensões do canteiro,
topografia e subsolo.
Como subsídio para o projeto geotécnico de fundações, deverá o autor do projeto de
estrutura elaborar os seguintes documentos:
14.5.8.1
Locação dos
amarrados no terreno:
•
14.5.9
pontos de carga na fundação, convenientemente
Tabela vetorial com as cargas em cada ponto de apoio, subdividindo-as em
permanentes e acidental, indicando, quando for o caso, as várias hipóteses de
carregamento.
O autor do projeto deverá considerar as ações previstas nas Normas NBR 6120 e NBR
7197, no que for aplicável à obra ou elemento estrutural objeto do projeto, sendo obtidos
os esforços solicitantes pela combinação mais desfavorável para o elemento ou seção
estudada. Tais combinações de carregamento deverão estar de acordo com a NBR 6118
atual.
14.5.10 Na combinação das ações, serão considerados os efeitos máximo e mínimo, sobre uma
seção ou elemento estrutural, provenientes de ações acidentais, aplicadas sobre o
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próprio elemento em estudo ou sobre outros que, dada a continuidade da estrutura, a
eles possam transmitir esses efeitos.
14.5.11 O autor do projeto deverá considerar o caso particular de ações de naturezas diferentes,
em que a combinação mais desfavorável poderá ocorrer através da adoção de
coeficientes de majoração distintos, para cada tipo de ação aplicada ao elemento
estrutural.
14.5.12 Atenção especial será dada à aplicação de cargas ou coações devidas a:
•
•
•
•
•
•
•
Processo executivo previsto.
Esforços transitórios externos.
Transporte eventual de elementos estruturais.
Impactos e carregamentos dinâmicos.
Deformações próprias dos materiais.
Efeitos de temperatura.
Vento.
14.5.13 O projeto deverá especificar a resistência característica mínima do concreto, necessária
para atender a todas as fases de solicitação nas idades previstas para a sua ocorrência.
14.5.14 Os efeitos de variação de temperatura, sazonal ou diária, deverão ser minimizados
através da previsão de juntas de dilatação na estrutura, computados também os efeitos
da retração do concreto.
14.5.15 O projeto deverá considerar, sempre que forem desfavoráveis, os efeitos da fluência e
retração do concreto.
14.5.16 O projeto deverá prever as características de resistência e de retração das argamassas
de regularização e de enchimento de nichos e caixas de chumbadores e embutidos.
14.5.17 O projeto deverá ser desenvolvido como função dos estados limites últimos e de
utilização de acordo com os critérios de segurança, princípios, disposições e limitações
estabelecidas nas Normas NBR 6118 e NBR 7197.
14.5.18 Os critérios de projeto visando assegurar a vida útil deverão ser determinados a partir do
conhecimento das condições ambientais, de exposição, de serviço e de carregamento,
além das expectativas da CONTRATANTE, considerando o porte e a importância da
estrutura.
14.5.19 As medidas mínimas de inspeção, monitoramento e manutenção preventiva, necessárias
para assegurar a vida útil da estrutura deverão fazer parte integrante do projeto.
14.5.20 Em todos os casos o autor do projeto deverá prever um recalque diferencial entre as
fundações interligadas que, considerado com as demais solicitações, deverá ser
resistido pela estrutura de travamento.
14.5.21 As barras de aço para concreto armado deverão satisfazer às prescrições da Norma
NBR 6118 e disposições da EB-3.
14.5.22 No projeto deverá ser indicado e especificado o controle tecnológico do concreto, a ser
realizado durante a execução da obra, para que seja garantida a resistência necessária
aos componentes estruturais.
14.5.23 Estudo Preliminar - consiste na apresentação dos seguintes produtos:
• Levantamento e verificação da sobrecarga máxima da estrutura atual em se tratando de
intervenção em edificação existente.
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• Concepção da estrutura, comparando as diversas soluções alternativas para o
lançamento estrutural. Os parâmetros e critérios de comparação devem ter por objetivo
selecionar a melhor solução para a CONTRATANTE, considerando os aspectos de
economia, facilidades de manutenção, facilidades de execução, recursos disponíveis,
segurança, funcionalidade e adequação da estrutura ao uso e outros fatores específicos.
• Apresentação do lançamento estrutural com prédimensionamento através de planta de
formas de todos os pavimentos e de pelo menos dois cortes (transversal/longitudinal)
nos quais estejam representadas as áreas de escadas e elevadores.
• Nomenclatura de todas as peças estruturais.
• Indicação das peças estruturais que porventura vierem a condicionar o Projeto Básico de
arquitetura ou os de instalações, apresentando solução estrutural para cada caso.
14.5.24 Projeto Executivo - consiste na definição, dimensionamento completo e representação
de todos os componentes da solução aprovada no Estudo Preliminar. Deverão ser
apresentados, no mínimo, os seguintes produtos:
• Planta de locação e cargas dos pilares.
• Compatibilização de eixos e níveis com o Projeto de Arquitetura.
• Plantas de formas de todos os pavimentos, incluindo dimensões, locações, cotas, níveis
e contraflechas.
• Descrição das soluções, justificativas técnicas dos dimensionamentos, consumo de
concreto por pavimento, previsão de consumo de aço por pavimento, consumo de
formas por pavimento e a seqüência executiva obrigatória, se for requerida pelo
esquema estrutural.
• Identificação e solução de todas as interferências entre o projeto de estrutura e os
projetos de arquitetura e de instalações.
• Plantas de armação.
• Plantas de cortes e plantas de detalhes necessários ao correto entendimento da
estrutura.
• Detalhes de juntas, impermeabilizações, nichos, orifícios e embutidos.
• Indicação, por parcelas, do carregamento permanente considerado em cada laje, com
exceção do peso próprio.
• Indicação da resistência características do concreto.
• Indicação do esquema executivo obrigatório quando assim o sugerir o esquema
estrutural.
• Indicação das contra flechas.
• Cotas de todas as dimensões necessárias à execução da estrutura.
• Numeração de todos os elementos estruturais.
• Indicação da seção transversal das vigas e pilares.
• Quando houver mudança de seção transversal do pilar em determinado pavimento
deverão ser indicadas as duas seções junto ao nome do pilar, a que morre e a que
continua.
• Indicação de aberturas e rebaixos de lajes.
• Indicação se as vigas forem invertidas.
• Indicação de valor e localização da contraflecha em vigas e lajes.
• Indicação do quantitativo de escoramento necessário para execução.
• Convenção de pilares indicando os pilares que nascem, continuam e morrem nos
pavimentos.
• No caso de lajes nervuradas, indicação do sentido de armação das nervuras, o detalhe
da laje, informando a sua altura, a largura das nervuras, a distância entre eixos das
nervuras, a espessura da capa de concreto e características do elemento de
enchimento.
• No caso de lajes cogumelo, posição e dimensões dos capitéis.
• Cortes, no mínimo nas duas direções principais da planta baixa e em regiões específicas
(escadas, caixas d'água).
Deverão conter desenhos de armações com, no mínimo, os seguintes elementos:
• Detalhamento, em escala apropriada, de todas as peças do esquema estrutural.
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• Especificação do tipo de aço.
• Tabela e resumo de armação por folha de desenho.
• Seção longitudinal de todas as peças, mostrando a posição, a quantidade, o diâmetro e
o comprimento de todas as armaduras longitudinais, em escala adequada.
• Seções transversais de todas as peças, mostrando a disposição das armaduras
longitudinais e transversais (estribos) e as distâncias entre as camadas das armaduras
longitudinais, em escala 1:20 ou 1:25.
• Detalhe em escala adequada das armaduras para as lajes cogumelo, inclusive para os
capitéis.
• Quando o detalhe das armaduras exigir comprimento das barras superiores ao existente
no mercado (12m), deverão ser detalhados os tipos de emendas.
• No caso de aberturas e furos em elementos estruturais, deverão ser apresentados os
detalhes das armaduras de reforço.
• Nas lajes nervuradas deve ser indicado, juntamente com as armaduras, o
posicionamento dos moldes e das zonas maciças.
Deverá conter o consumo de materiais (volume de concreto, área de forma e quadro de
ferros) e resistência característica à compressão do concreto - fck.
O detalhe da armadura deve conter, no mínimo, as seguintes indicações:
• Número da posição.
• Quantidade de barras.
• Diâmetro da barra.
• Espaçamento das barras, quando necessário.
• Comprimento total da barra.
• Trechos retos e dobras com cotas.
Cada prancha de armação dos elementos estruturais deverá conter o respectivo Quadro de
Ferros, especificando no mínimo:
•
•
•
•
•
•
Tipo de aço (CA50, CA60).
Posição (numeração da ferragem).
Diâmetro da armadura (em mm).
Quantidade de barras de mesma posição.
Comprimento unitário da barra (em cm).
Comprimento total das barras de mesma posição, em cm (comprimento unitário da barra
x quantidade de barras de mesma posição).
• Comprimento total (em m) por diâmetro de barra.
• Massa (em kg) das barras de mesmo diâmetro, considerando Perdas.
• Massa total (em kg) por tipo de aço, considerando perdas.
As notas explicativas deverão conter, no mínimo, as seguintes informações:
•
•
•
•
•
Unidade das medidas utilizadas nos desenhos.
Classe do concreto.
Cobrimento da armadura.
Indicar as sobrecargas utilizadas no cálculo.
Outras informações necessárias à total compreensão do projeto.
14.5.25 Nos casos em que a ordem de retirada dos escoramentos seja capaz de introduzir
solicitações importantes para a estabilidade da edificação não consideradas em projeto,
deverá vir acompanhado ao projeto estrutural um plano de retirada dos escoramentos.
14.5.26 Quando necessário, deverá ser apresentado o plano de concretagem. As interrupções
deverão garantir as características de segurança e estética da estrutura.
14.5.27 Deverão ser detalhados, no mínimo, os principais aspectos da solução adotada no
projeto estrutural, apresentando e justificando os procedimentos adotados, todos os
carregamentos previstos e suas respectivas combinações para os estados limites
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últimos e de utilização, a escolha dos materiais, as resistências características, as
considerações relativas à ação do vento, variação de temperatura, deformação lenta e
retração, choques, vibrações, esforços repetidos, esforços provenientes do processo
construtivo, limitações das deformações excessivas, verificação da estabilidade global
da estrutura e o tipo da análise estrutural adotada.
14.5.28 O Projeto Executivo de superestrutura em concreto deverá estar harmonizado com os
demais projetos. Deverá ser apresentada a ART do Engenheiro responsável em
conjunto com cópia do projeto com previsão das cargas para o local.
14.6 Projeto para estruturas de Contenção de Terra
14.6.1
O projeto de contenção deve ser desenvolvido por engenheiro projetista geotécnico
conhecedor de cálculos de estabilidade de maciços de terra, considerando os seguintes
quesitos:
• Arquitetura (leiaute da obra) indicando as dimensões, tais como extensão e cotas de
escavações e/ou de implantação da construção, que eventualmente poderão exigir
tratamentos de contenção;
• Tipo de terreno a ser contido. É necessário, portanto, uma campanha de
investigação geotécnica adequada, por ser esse o procedimento para se obter os
parâmetros do maciço, que nortearão os cálculos. É importante nessa investigação
se detectar a presença ou não do lençol freático, bem como a cota do nível d'água;
• Possibilidade ou não de circulação de pessoas, veículos ou cargas nas imediações
do topo da contenção;
• Existência ou não de construções nas circunvizinhanças do topo da contenção, bem
como identificação do tipo de fundação das mesmas;
• Existência ou não de interferências enterradas, tipo tubulações de concessionárias
públicas (água, eletricidade, telefonia etc.), posicionamento das fundações das
construções vizinhas, galerias etc.
14.6.2
Os esforços nas paredes de contenção deverão ser calculados levando em conta as
variações dos empuxos decorrentes de oscilações do nível d’água, bem como os
diferentes carregamentos durante as fases de execução dos serviços e obras.
14.6.3
A estrutura de contenção deverá ser verificada quanto ao grau de segurança à
estabilidade ao tombamento, escorregamento, ruptura de fundo e ruptura global.
14.6.4
Para fins de projeto, os resultados das investigações geológico-geotécnicas deverão ser
analisados a fim de definir as características geomecânicas das camadas de solo
intervenientes no dimensionamento da estrutura da contenção.
14.6.5
Sempre que necessário, deverá ser solicitada a execução de investigações geotécnicas
adicionais, de modo a melhor caracterizar o maciço de terra.
14.6.6
Na análise da estrutura de contenção, deverá ser verificada a estabilidade das
construções vizinhas, no seu aspecto de segurança, em função das condições de
execução da estrutura de contenção.
14.6.7
No projeto deverá ser indicado e especificado o controle tecnológico do concreto, a ser
realizado durante a execução da obra, para que seja garantida a resistência necessária
aos componentes estruturais.
14.6.8
Estudo Preliminar – consiste na apresentação dos seguintes produtos:
•
Concepção da estrutura de contenção do maciço de terra, comparando as diversas
soluções alternativas. Os parâmetros e critérios de comparação devem ter por
objetivo selecionar a melhor solução para a CONTRATANTE, considerando os
aspectos de economia, facilidades de execução, recursos disponíveis, segurança e
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outros fatores específicos.
1 O desenho esquemático da solução a ser adotada, com indicação das
características principais do sistema.
• Relatório justificativo, incluindo o eventual programa de investigações geotécnicas
adicionais.
14.6.9
Projeto Executivo - consiste na definição, dimensionamento completo e representação
de todos os componentes da solução aprovada no Estudo Preliminar. O projeto
executivo de estrutura de contenção de terra ou muros de arrimo deverá conter todos os
elementos gráficos necessários à perfeita execução da estrutura de contenção do
maciço de terra, com desenhos e especificações, incluindo detalhes dos elementos de
drenagem profunda e superficial, além de orientações sobre proteção provisória.
Deverão ser apresentados, no mínimo, os seguintes produtos:
•
•
•
•
•
Plantas de formas, cortes e armação dos componentes do sistema.
Considerações sobre os riscos de danos em estruturas vizinhas.
Planta de locação dos componentes do sistema, com todas as dimensões, locações,
níveis e detalhes dos elementos de contenção, como muros, tirantes, cortinas,
estacas-pranchas e armaduras.
Vistas frontais, seções-tipo, plantas de formas, cortes e armação da estrutura de
contenção.
Plantas de detalhamentos.
14.6.10 O projeto executivo de contenção de maciços de terra deverá estar harmonizado com os
demais projetos.
14.6.11 Todos os detalhes que interfiram com outros sistemas deverão ser elaborados em
conjunto, de forma a estarem perfeitamente harmonizados entre si.
14.6.12 Obrigatoriamente será apresentada memória de cálculo com o intuito de comprovação
dos resultados de dimensionamentos e a ART do Engenheiro responsável pelo projeto.
14.7 Projeto de estrutura metálica
14.7.1
O projeto em estrutura metálica deverá obedecer às normas técnicas e documentos
legais vigentes, em especial:
NBR 8800 - Projeto e Execução de Estruturas de Aço de Edifícios (método dos
estados limites)
NBR 14323 - Dimensionamento de Estruturas de Aço de Edifícios em Situação de
Incêndio
NBR 14432 - Exigências de Resistência ao Fogo de Elementos Construtivos de
Edificações – Procedimento
NBR 14762 - Dimensionamento de Estruturas de Aço Constituídas por Perfis
Formados a Frio – Procedimento
NBR 5884 - Perfil I Estrutural de Aço Soldado por Arco Elétrico - Requisitos gerais
NBR 6120 - Cargas para o Cálculo de Estruturas de Edificações
NBR 6355 - Perfis Estruturais de Aço Formados a Frio – Padronização
NBR 6362 - Perfis de Aço Laminados a Quente, Soldados e Formados a Frio
NBR 6123 - Força devido ao vento em edificações - Procedimento.
NBR 5000 - Chapas grossas de aço de baixa liga e alta resistência mecânica
NBR 5004 - Chapas finas de aço de baixa liga e alta resistência mecânica.
NBR 5008 - Chapas grossas e bobinas grossas, de aço de baixa liga, resistentes à
corrosão atmosférica, para uso estrutural.
NBR 5920 - Chapas finas a frio e bobinas finas a frio, de aço de baixa liga, resistente
à corrosão atmosférica, para uso estrutural - Requisitos.
NBR 5921 - Chapas finas a quente e bobinas finas a quente, de aço de baixa liga,
resistentes à corrosão atmosférica, para uso estrutural - Requisitos.
NBR 6648 - Chapas grossas de açocarbono para uso estrutural.
NBR 6649 - Chapas fina a frio de aço carbono para uso estrutural.
NBR 6650 - Chapas finas a quente de açocarbono para uso estrutural.
NBR 7007 - Açoscarbono e microligados para uso estrutural.
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14.7.2
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NBR 8261 - Perfil tubular, de açocarbono, formado a frio, com e sem costura, de
seção circular, quadrada ou retangular para uso estrutural.
NBR 8681 - Ações de segurança nas estruturas - Procedimento.
NBR 15279 - Perfil I estrutural de aço eletrosoldado - Requisitos gerais.
O projeto deve ter uma concepção estrutural clara, oferecendo o perfeito entendimento
de como a estrutura funciona, para que se possam validar os resultados obtidos,
qualquer que seja o processo de cálculo utilizado. A concepção deverá considerar os
seguintes itens:
• limitações impostas pelo projeto arquitetônico;
• adequação do sistema estrutural escolhido para os carregamentos previstos para o
funcionamento da dependência bancária (esforços devidos à fixação de dutos de ar
condicionado, placas de forro, eletrocalhas/leitos com cabeamento, etc);
• análise da interface entre a estrutura e projetos hidráulicos, elétricos e de ar
condicionado;
• adequação da interface da vedação interna e externa com a estrutura;
• facilidade de fabricação e montagem.
14.7.3
Na elaboração de um projeto executivo de estrutura metálica, seja para infra,
superestrutura ou cobertura deverão ser apresentados, no mínimo, os seguintes
elementos:
• definição das ações a serem aplicadas na estrutura, seus coeficientes de segurança e
as combinações de carga que serão analisados;
• indicações explicitas das cargas admitidas nas diversas fases da execução e
utilização da estrutura;
• efeito do vento (determinação dos fatores S1, S2 e S3 que iram compor a Velocidade
característica, bem como, os fatores de forma, que vão indicar no final qual a pressão
do vento na estrutura);
• indicação dos tipos de aço com seus limites de escoamento e ruptura mínimos;
• indicação e detalhe dos tipos de parafusos, conectores, eletrodos, chumbadores,
perfis e contraventamentos;
• orientações sobre a fabricação, transporte e montagem.
14.7.4
Deverá ser apresentado um documento com citações das especificações e critérios
adotados no projeto, tais como:
•
•
•
•
•
•
•
tipos de aço;
tipos de parafusos;
tipos de solda;
classe de agressividade ambiental;
cargas adotadas;
proteção contra corrosão (fundo e pintura específica);
deslocamentos previstos, etc.
14.7.5
Quando julgar necessário a sede do Setor de Engenharia responsável pelo projeto
resguarda-se no direito de exigir a memória de cálculo com o intuito de comprovação
dos resultados dos dimensionamentos.
14.7.6
Deverá ser apresentada a ART do Engenheiro responsável em conjunto com cópia do
projeto com previsão das cargas para o local.
14.8 Projeto de estrutura de madeira
14.8.1
O projeto de estrutura em madeira será aceito excepcionalmente quando exigido pelo
projeto arquitetônico e deverá obedecer às normas técnicas e documentos legais
vigentes, em especial:
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14.8.2
NBR 7190 - Projeto de Estruturas de Madeira
Na elaboração de um projeto executivo de estrutura de madeira, deverão ser
apresentados, no mínimo, os seguintes produtos:
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
14.8.3
Pág. 80
Características da cobertura – área a ser coberta, detalhes arquitetônicos, etc.
Descrição do arranjo global tridimensional da estrutura.
Tipo de madeira disponível, tipo de telha, mão-de-obra.
Descrição de tratamentos preservativos.
Distância entre tesouras.
Detalhamento de calhas e condutores.
Inclinação do telhado.
Classe de resistência da madeira.
Catálogo do fabricante de telhas para conhecer as características específicas da telha
a ser utilizada.
Definição geométrica da estrutura.
Cálculo do peso próprio (madeiramento, telhas e ferragens).
Cargas devidas ao vento.
Sobrecargas.
Cálculo dos esforços.
Dimensionamento para o estado limite último e estado limite de utilização.
Contraventamentos.
Detalhes construtivos das emendas, uniões, ligações, entalhes e encaixes.
Orientações sobre a montagem (plano de execução).
Deverão ser apresentados os orçamentos detalhados e a ART do Engenheiro
responsável pelo projeto.
14.9 Projeto estrutural para instalação de elevador
14.9.1
No caso de elaboração de projeto estrutural para viabilizar a instalação de elevador de
passageiros e de carga, como é o caso do Ed.São Cristóvão, em prédio existente, a
CONTRATADA deverá considerar as seguintes premissas para o desenvolvimento dos
trabalhos:
• inspeção no local da estrutura existente após verificação da localização do elevador
indicada no projeto arquitetônico, considerando, em alguns casos, a indisponibilidade
do projeto da estrutura já construída;
• prever a participação de empresas de ensaios e pesquisas para a confirmação “in
loco” das reais características da estrutura;
• avaliação estrutural para determinar as condições de funcionamento e de capacidade
resistente de uma estrutura existente;
• análise/cálculo/projeto/detalhamento dos componentes estruturais necessários para
viabilizar a instalação do elevador a partir da definição, pela CONTRATANTE, do
modelo a ser utilizado (hidráulico ou eletromecânico);
• adequações na estrutura existente para atendimento à NBR 13994 – Elevadores para
transporte de pessoa portadora de deficiência.
14.9.2
Para atendimento ao projeto do sistema de elevação e transporte a CONTRATADA
deverá considerar no projeto estrutural os seguintes itens:
•
•
•
•
•
•
dimensões da caixa do elevador;
dimensões solicitadas para o poço do elevador;
cargas permanentes e acidentais;
vigas de amarração para fixação dos trilhos guia;
viga intermediária para sustentação da porta do elevador;
ganchos (quantidade, localização e carga indicados pelo fabricante) na laje teto da
caixa do elevador para içamento dos equipamentos;
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• furos/recortes em elementos estruturais para instalação de equipamentos e
passagem de cabos de comando;
• dimensionamento da laje do fundo do poço;
• outras exigências constantes no projeto do sistema de elevação e transporte.
14.9.3
Deverá ser apresentada a ART do Engenheiro responsável pelo projeto.
14.10 Considerações Gerais:
14.10.1 A memória ou roteiro de cálculo deverá ser obrigatoriamente entregue anexa ao
memorial descritivo citando os processos e critérios adotados, referindo-se às normas
técnicas e ao estabelecido nestas instruções. Detalhará todos os cálculos
explicitamente, quando solicitado pela sede do Setor de Engenharia responsável pelo
projeto.
14.10.2 A apresentação gráfica dos projetos deverá ser desenvolvida em softwares, aplicativos
das áreas de engenharia e arquitetura, compatível com AutoCAD 2000, entregues uma
cópia em CD e uma cópia impressa. As folhas serão numeradas, tituladas, datadas, com
identificação do autor do projeto e de acordo com o modelo do selo desta Instrução.
14.10.3 Os memoriais, relação e quantitativos de materiais e memórias de cálculo deverão ser
apresentados impressos em papel A-4 (relação e quantitativos – também junto à
prancha de projeto, quando o volume assim o permitir) com suas folhas numeradas,
tituladas, rubricadas, datadas e assinadas pelo responsável técnico. Estes serão
entregues também em arquivo com extensão do tipo “doc”, compatível com “Word 97”.
14.10.4 O formulário da ART será preenchido pelo Responsável Técnico do serviço, sem
rasuras, manuscrito em letra de forma ou por intermédio de sistema informatizado, com
cópias, rigorosamente de acordo com as instruções que determinam o manual técnico
de preenchimento de ART, estabelecido pelo CREA. A ART do projeto estrutural será
elaborada conforme a especificidade do projeto (área, volume, comprimento linear, etc).
15
TIPO: Projeto de instalação de sistemas preventivos contra incêndio
15.1
O projeto de prevenção e combate a incêndio deverá prever a proteção ativa e passiva
contra incêndios e obedecer às normas técnicas e documentos legais vigentes, em especial:
NBR 6135 - Chuveiros automáticos para extinção de incêndio.
NBR 9077 - Saídas de emergência em edifícios.
NBR 9441 - Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio.
NBR 10067 - Princípios gerais de representação em desenho técnico.
NBR 10897 - Proteção contra incêndio por chuveiro automático.
NBR 11742 - Porta cortafogo para saídas de emergência.
NBR 12693 - Sistema de proteção por extintores de incêndio.
NBR 13434 - Sinalização de segurança contra incêndio e pânico
NBR 13714 - Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate à incêndio.
NR 23 - Proteção contra incêndios.
NR 26 - Sinalização de segurança.
NSCI 2000 – Normas de Segurança e Combate à Incêndio;
Ansi/Tia 942 – Infraestrutura para Datacenter;
COSCIP – Código de Segurança contra incêndio e Pânico de cada localidade;
15.2
Deverão ser atendidos, igualmente, aos códigos e posturas do Corpo de Bombeiros e
demais órgãos oficiais competentes que jurisdicionem a localidade onde será executada a
obra e ao projeto respectivo, desde que não sejam conflitantes com as normas da ABNT.
15.3
Deve-se providenciar ART específica junto ao CREA com detalhamento descritivo das
atribuições técnicas por profissional, segundo exigências do Corpo de Bombeiros e do CREA
jurisdicionante.
15.4
Estudo Preliminar - consiste na apresentação dos seguintes produtos conforme exigido em
Norma ou Legislação específica:
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CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
•
•
•
15.5
Planta geral de cada nível da edificação contendo a demonstração das áreas de risco,
tipo e quantidade de detectores por área de risco, localização dos alarmes manuais,
do painel central e dos eventuais repetidores, a abrangência dos ramais e o
caminhamento preferencial da rede de dutos e fios.
Planta geral para cada nível da construção, inclusive nível da rua e das coberturas,
com indicação dos componentes dos sistemas, como tubulações horizontais e
verticais, locação dos hidrantes internos e externos, blocos autônomos, chuveiros
automáticos (sprinkler), válvula de retenção e alarme, extintores, bombas,
reservatórios, registros de bloqueio e de recalque, válvulas de retenção e outros.
Sistema de detecção precoce, combate por gás inerte, dmensionamento de rede dry
pipe para data centers, vedação de shafts com materiais ignifugos.
Projeto Executivo - consiste na definição e representação das instalações aprovadas no
Estudo Preliminar, localização precisa dos componentes, dimensionamento e características
técnicas dos equipamentos do sistema, bem como as indicações necessárias à execução
das instalações. Deverão ser apresentados, no mínimo, os seguintes produtos gráficos:
•
•
•
•
•
•
•
15.6
Pág. 82
Planta de situação com indicação das canalizações externas, inclusive redes
existentes das Concessionárias Locais e outras de interesse.
Planta geral para cada nível da edificação contendo indicação das tubulações,
comprimentos, vazões, pressões nos pontos de interesse, cotas de elevação,
registros, válvulas, extintores, especificações dos materiais básicos e outros.
Representação isométrica dos sistemas de hidrantes, chuveiros automáticos
(sprinkler), com indicação de diâmetros, comprimentos dos tubos e das mangueiras,
vazões nos pontos principais, cotas de elevação e outros.
Desenhos esquemáticos referentes à sala de bombas, reservatórios e abrigos.
Planta de todas as áreas que possuam instalações de detecção e alarme de incêndio
contendo a caracterização precisa dos componentes indicados no estudo preliminar
quanto ao posicionamento, tipo de equipamento, comprimentos e demais
características.
Cortes gerais para indicar o posicionamento de componentes.
Leiaute do painel central.
Projeto de detecção e alarme de incêndio
15.6.1
Deve-se adotar sistema de distribuição dos diversos tipos de detectores e alarmes de
Incêndio para todos os ambientes, e central de detecção endereçável para toda a
edificação além de Deteção por aspiração precoce e combate por gás inerte para os
ambientes críticos de TI.
15.6.2
O projeto deverá conter:
•
•
•
15.6.3
distribuição dos diversos tipos de detectores, acionadores manuais e alarmes
(sonoros, audiovisuais e de hidrantes) de incêndio para todos os ambientes (exceto
escadas e antecâmaras) e central de detecção endereçável para toda a edificação;
esquema vertical; detalhes gerais e memoriais descritivos;
diagrama de blocos do sistema; e indicação de dimensão e quantidade de todos os
cabeamentos e fiações.
Deverá especificar e detalhar, em sua totalidade, os equipamentos e sistemas de
prevenção e combate, contemplando os seguintes itens:
•
•
•
Projeto executivo completo com detecção endereçável inteligente em todos os
ambientes, exceto banheiros e escadas.
Projeto de todo o cabeamento e fiação com cálculo de todos os laços tanto para os
detectores endereçáveis, como para os acionadores e sirenes endereçáveis.
Planta de todas as áreas que possuam instalação de detecção e alarme de incêndio,
onde esteja perfeitamente caracterizado e localizado todo tipo de detectores, rede de
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dutos, rede de fios, indicação dos ramais, locação dos alarmes manuais, painel
central e painéis repetidores.
Cortes gerais para indicar o posicionamento dos componentes.
Detecção, acionadores manuais e alarme de incêndio.
Alarme de funcionamento das bombas do sistema de hidrantes.
Esquema vertical.
Detalhes gerais.
Diagrama de blocos do sistema.
Leiaute do painel central e dos painéis repetidores.
Detalhes de instalação dos detectores.
Detalhe de instalação dos painéis.
Diagrama de interligação entre todos os equipamentos aplicáveis.
Esquema elétrico da fonte de alimentação.
Lista detalhada de equipamentos e materiais da instalação e respectivas garantias.
Quadro resumo da instalação, conforme item 5.1.6 e Tabelas 2 e 3, DOC B da Norma
NBR 9441.
Cálculo da bateria para a corrente máxima exigida e com autonomia para garantir
tempo de abandono, conforme item 5.1.6. e/f da Norma NBR 9441.
Memorial técnico de cálculo do sistema inteligente de detecção endereçável e alarme
de incêndio.
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
15.6.4
15.7
Pág. 83
Todos os detalhes que interfiram com outros sistemas deverão ser elaborados em
conjunto, de forma a ficarem perfeitamente harmonizados entre si.
Projeto de hidrantes e extintores
15.7.1
Deverá especificar e detalhar, quando aplicável, os equipamentos e sistemas de
prevenção e combate, contemplando os seguintes itens:
•
•
•
•
•
•
•
Planta de locação dos hidrantes e extintores.
Casa de bombas e barriletes da rede de hidrantes, com detalhamentos.
Rede interna de hidrantes.
Distribuição de extintores (indicando suas categorias de extinção) e hidrantes.
Esquema vertical geral.
Legendas completas, com as informações de especificações de todos os elementos
e materiais utilizados no sistema, incluindo seus quantitativos por pranchas.
Memoriais de cálculo e descritivos dos sistemas de pressurização usados, caderno
de especificações e relação completa de materiais.
15.7.2
Para os extintores deverão ser determinados a quantidade, tipos e capacidades dos
extintores portáteis de acordo com os tipos de riscos e classes de incêndio previstos e
definidas as suas localizações em planta.
15.7.3
A tubulação do sistema de combate a incêndio através de hidrantes e linhas de
mangueira deverá ser projetada a partir do reservatório superior, passando em todos os
pavimentos, através das caixas internas, prolongando até o passeio público, nos locais
onde serão instalados os hidrantes. Na saída dos reservatórios, essa tubulação deverá
ser provida de registros de controle, válvula de retenção e elementos de automação, no
caso de necessidade de "bombas de incêndio".
15.7.4
Os abrigos de hidrantes devem ser perfeitamente visíveis, pintados, numerados,
sinalizados e acessíveis. Observar normas especificas e melhores praticas para o
dimensionamento de hidrantes para atendimento às áreas de produção de TI, sem
que os mesmos fiquem dentro da área. Para as áreas de produção prever a rede
seca, acionada pré-action.
15.7.5
A reserva técnica de incêndio deverá ser prevista para dar o primeiro combate ao foco
do incêndio, para extingui-lo, ou então, controlá-lo, até a chegada do Corpo de
Bombeiros.
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15.7.6
15.7.7
15.8
Pág. 84
Todas as canalizações dos reservatórios devem ser independentes e convenientemente
dimensionadas.
Deverá haver pelo menos um dispositivo de recalque, para hidrantes, na calçada em
frente à edificação para suprimento da canalização por viaturas-tanque do Corpo de
Bombeiros.
Projeto de chuveiros automáticos (SPRINKLER)
15.8.1
Deverá especificar e detalhar, quando aplicável, os equipamentos e sistemas de
prevenção e combate, contemplando os seguintes itens:
•
•
•
•
•
•
•
15.9
Planta de locação dos pontos de chuveiro automático (sprinkler).
Casa de bombas e barriletes da rede de chuveiros automáticos, com
detalhamentos.
Rede interna de chuveiros automáticos.
Distribuição de chuveiros automáticos, sistema de dreno e sistema de válvula de
governo completo (incluindo gongo). Rede seca para áreas de produção de TI.
Esquema vertical geral.
Legendas completas, com as informações de especificações de todos os elementos
e materiais utilizados no sistema, incluindo seus quantitativos por pranchas.
Memoriais de cálculo e descritivos dos sistemas de pressurização usados, caderno
de especificações e relação completa de materiais.
Projeto de sinalização de segurança contra incêndio
15.9.1
Deverá especificar e detalhar, em sua totalidade, os equipamentos e sistemas de
prevenção e combate, contemplando os seguintes itens:
•
•
•
•
•
•
15.10
Planta de situação/locação.
Legendas completas, com as informações de especificações de todos os
elementos e materiais utilizados no sistema, incluindo seus quantitativos por
pranchas.
Memorial descritivo do sistema (especificações técnicas).
Toda a sinalização de emergência e de abandono de local, com indicação da
rota de fuga.
Detalhes de todos os dispositivos, suportes e acessórios.
Locação dos blocos autônomos, sinalização de rota de fuga, roteamento da
rota de fuga nas áreas de produção de TI.
Sistema de proteção contra descargas atmosféricas
15.10.1
Normas:
Para os serviços de instalação, devem ser seguidas as normas e determinações abaixo,
nas suas últimas revisões em vigor:
ABNT NBR 5419 - Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas
ABNT NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão
ABNT NBR 13571 - Haste de aterramento aço-cobreada e acessórios
15.10.2
15.10.3
15.10.4
Com relação aos materiais e equipamentos a serem fornecidos na obra, os projetistas
devem observar se são aceitos habitualmente pelo Banco ou se possuem certificados de
homologação emitidos por entidades idôneas (INMETRO, UNICAMP etc.).
Antes de concluir a especificação o projetista deve apresentar amostras ou catálogos
dos materiais e equipamentos, onde serão avaliados, em conjunto com a Fiscalização,
aspectos de funcionalidade, desempenho e aparência.
Deverá ser entregue o Memorial de Cálculo junto com o projeto de SPDA, que deve
incluir o dimensionamento de aterramento, sistema de equipotencial, instalação
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Pág. 85
de DSP e outros, inclusive para as áreas criticas de TI (aterramento de piso
elevado, quadros, tubulações metálicas, racks e outros).
15.11
Projeto de instalações hidrossanitárias
15.11.1 Os projetos de instalações hidrossanitárias deverão obedecer às normas técnicas e
documentos legais vigentes, em especial:
NBR 5626 - Instalações prediais de água fria - Procedimento.
NBR 5648 - Tubo de PVC rígido para instalações prediais de água fria -Especificação.
NBR 5651 - Recebimento de instalações prediais de água fria - Especificação.
NBR 5657 - Verificação da estanqueidade à pressão interna de instalações prediais de
água fria - Método de ensaio.
NBR 5658 - Determinação das condições de funcionamento das peças de utilização de
uma instalação predial de água fria - Método de ensaio.
NBR 5688 - Tubo e conexões de PVC rígido para esgoto predial e ventilação Especificação.
NBR 7229 - Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos.
NBR 7362 - Tubo de PVC rígido com junta elástica, coletor de esgoto -Especificação.
NBR 8160 - Instalações prediais de esgotos sanitários.
NBR 10067 - Princípios gerais de representação em desenho técnico.
Normas Regulamentadoras do Capítulo V - Título II, da CLT, relativas à Segurança e
Medicina do Trabalho: NR 24 - Condições sanitárias e de conforto nos locais de
trabalho.
Códigos e posturas dos órgãos oficiais competentes que jurisdicionem a localidade onde
será executada a obra referente respectivo projeto.
15.11.2 Obter, quando for o caso, junto à Concessionária Local, a localização do ponto de
fornecimento de água no terreno onde será implantada a edificação e, a localização,
diâmetro, cota e disponibilidade da rede coletora pública ou de outros prováveis e
possíveis receptores de esgotos sanitários.
15.11.3 Adotar os seguintes critérios de projeto:
•
Utilização de soluções com custos de manutenção e operação compatíveis com o custo
de instalação do sistema.
•
Preservação rigorosa da qualidade da água fornecida pela Concessionária Local.
•
Utilização de dispositivos que diminuam o consumo de água, como caixas acopladas de
acionamento seletivo, torneiras de fechamento automático e outras soluções.
•
Permitir o rápido escoamento dos despejos.
•
Impedir a passagem de gases, animais e insetos ao interior da edificação, a formação de
depósitos de gases no interior das tubulações e a contaminação da água para consumo.
•
Não interligar o sistema de esgotos sanitários com outros sistemas.
•
Prever coletor para a conexão das instalações de esgotos sanitários da edificação ao
sistema público de coleta de esgotos sanitários.
•
No caso de prédio de dependência não dotado de restaurante, o consumo diário será
calculado na base de 50 litros por ocupante e o número total de ocupantes será obtido
do projeto de arquitetura, acrescentando-se 20 por cento por conta de terceiros que
prestam serviços de apoio. Nos demais casos, a determinação do consumo ficará a
cargo do projetista em conjunto com profissional do Banco.
•
Deverá ser previsto sistema de extravasor (ladrão) e dispositivo para limpeza dos
reservatórios inferior e superior. As tubulações de limpeza deverão ser munidas de
registro de bloqueio (gaveta).
•
Os vasos sanitários deverão ser dotados de caixa acoplada (com as duas opções de
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fluxo de água - 3 litros e 6 litros), e os mictórios sempre dotados de registros, acionados
por botão de pressão.
•
Deverão ser previstas torneiras de lavagem em sanitários, recintos de copa e áreas
livres internas. As torneiras de jardim serão instaladas e abastecidas diretamente do
ramal de entrada, dotadas de registros independentes.
•
Deverão ser previstas torneiras de lavagem nas casas de máquinas de ar condicionado
e em recintos de grupo gerador.
•
Nos recintos de copa e cozinha deverá ser previsto um ponto de utilização para filtro.
•
As definições de projetos buscarão sempre soluções econômicas, sem prejuízo da
qualidade e da facilidade de manutenção.
•
Os procedimentos do Programa de Racionalização de Água deverão ser observados nas
obras de reforma do sistema hidrossanitário ou em novas instalações com a utilização
de bacias sanitárias com caixa de descarga acoplada, sempre que possível.
•
Os tubos de queda que recebam descargas de pias de cozinha ou de despejo deverão
ter diâmetro nominal igual ou superior a DN-75.
•
Áreas sujeitas à lavagem, tais como casas de máquinas de ar condicionado, abrigos de
grupos geradores e rebaixos para capachos, terão ralos simples ou sifonados, não
ligados à rede de esgotos.
•
Observar a Ansi/TIA 942 e demais normas pertinentes e melhores praticas para
ambientes de TI, no sentido de evitar a passagem de tubulações de águas e esgoto
dentro das áreas de produção de TI.
•
Os materiais (tubos, conexões e válvulas) a serem empregados em cada gênero de
instalação seguirão sempre as recomendações da ABNT e dos fabricantes.
•
Procedimentos recomendados por normas estrangeiras poderão ser adotados, mediante
justificativa e com prévia aprovação do setor de Engenharia responsável pelo projeto.
15.11.4 Apresentar memória de cálculo, contemplando o cálculo dos vários elementos do projeto,
tais como: barriletes, colunas de água, recalque, cálculo do consumo diário, cálculo do
volume dos reservatórios, verificação da pressão no ponto mais desfavorável e outros.
15.11.5 Apresentar as principais justificativas para a escolha das soluções adotadas, referentes à
concepção do projeto, definição de todos os elementos que compõem o projeto das
instalações prediais de água fria, levando em conta os parâmetros de cálculo como:
número de pessoas atendidas, cotas “per capita”, especificações de todos os materiais
(aquisição e aplicação) e serviços (normas de execução).
15.11.6 O projeto deverá estar em perfeita compatibilidade e harmonizado com os demais
projetos de construção do prédio (arquitetura, estrutura, instalações elétricas, de
incêndio, de climatização etc.). Deverá, também, ser atendida a postura municipal.
15.11.7 Estudo Preliminar – consiste na apresentação dos seguintes produtos:
•
Levantamento das instalações existentes (tipo e estado de conservação dos materiais,
diâmetro dos tubos, existência de vigas/pilares que impeçam a instalação da tubulação
projetada, etc.).
•
Levantamento das informações necessárias ao desenvolvimento do projeto, tais como:
rede de abastecimento de água no local, rede de esgoto do local, etc.
•
Planta de situação da edificação, ao nível da rua, em escala adequada, com o traçado
do alimentador e das tubulações externas.
•
Planta geral de cada nível da edificação, em escala adequada, contendo o
caminhamento das tubulações, horizontal e vertical, e a localização dos elementos
componentes do sistema como: alimentador, reservatórios, instalações elevatórias,
pontos de consumo, aparelhos sanitários, ralos, tubos de ventilação, caixas coletoras,
sifonadas, de inspeção e de separação e outros.
•
Esquema vertical da instalação.
15.11.8
Projeto Executivo - consiste na definição e representação das instalações aprovadas no
Estudo Preliminar, localização precisa dos componentes, dimensionamento completo e
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características técnicas dos equipamentos do sistema, bem como as indicações
necessárias à execução das instalações. Deverão ser apresentados, no mínimo, os
seguintes produtos gráficos:
•
Planta de situação/locação, indicando o ramal de entrada da rede hidráulica com detalhe
do hidrômetro da Concessionária Local de todas as instalações.
•
Planta de cada nível da edificação, contendo indicação das tubulações quanto a
comprimentos, material, diâmetro e elevação, quer horizontais ou verticais, localização
precisa dos aparelhos sanitários e pontos de consumo, reservatórios, poços, bombas,
ralos e caixas sifonadas, peças e caixas de inspeção, tubos de ventilação, caixas
coletoras e instalações de bombeamento, se houver, caixas separadoras e outros.
•
Desenho da instalação de água fria em representação através de perspectiva isométrica,
referente aos grupos de sanitários e à rede geral.
•
Indicação de diâmetro e comprimentos dos tubos, vazões, pressões nos pontos
principais ou críticos, cotas, conexões, registros, válvulas, ramais, coletores e
subcoletores e outros elementos.
•
Plantas baixas de todos os pavimentos e cobertura na escala 1:50.
•
Distribuição da
dependências.
•
Plantas dos conjuntos de sanitários ou ambientes com consumo de água e
detalhamento das instalações.
•
Detalhes de todos os furos necessários nos elementos de estrutura (mediante consulta
prévia ao projetista estrutural) e de todas as peças a serem embutidas ou fixadas na
estrutura, para passagem e suporte da instalação.
•
Planta de situação/locação contendo ramal de entrada com detalhe do hidrômetro da
Concessionária Local.
•
Distribuição da
dependências.
•
Sistema de bombeamento.
rede
rede
interna:
interna:
banheiros,
banheiros,
áreas
áreas
públicas,
públicas,
garagem
garagem
e
e
demais
demais
•
Vistas, barriletes e detalhes gerais na escala 1:20.
•
Perspectivas isométricas, cotadas, com identificação de peças, conexões e aparelhos,
na escala 1:20.
•
Esquema vertical.
•
Planta de situação/locação com coletores sanitários e rede de águas pluviais, ambas da
Concessionária Local.
•
Distribuição da rede interna: banheiros, copas, cozinhas, garagem e demais
dependências.
•
Detalhes de tubulações sanitárias na escala 1:20.
•
Prever tê de inspeção em todo o “pé de coluna” ou mudança de direção vertical para
horizontal.
•
Prever ventilação para todos desconectores (aparelhos com fechos hídricos).
•
Detalhes gerais, ventilação de ramais e colunas.
•
Esquema vertical.
•
Detalhes, em planta, na escala 1:20;
•
Planta de situação e de cada nível da edificação, conforme Projeto Básico, com a
indicação de cortes e detalhes.
•
Plantas dos conjuntos de sanitários ou ambientes com despejos de água,
preferencialmente em escala 1:20, com o detalhamento das instalações.
•
Detalhes de todas as caixas, peças de inspeção, instalações de bombeamento,
montagem de equipamentos e outros que se fizerem necessários.
•
Memorial descritivo e lista detalhada de materiais e equipamentos, com seus respectivos
quantitativos.
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15.11.9
Os desenhos serão executados segundo os Padrões de Apresentação de projetos do
Banco do Brasil, constante no Capítulo FORMATAÇÃO DOS DESENHOS, especificado
adiante.
15.11.10
Serão elucidativos de tal forma que permitam a execução sem consultas freqüentes aos
memoriais descritivos.
15.11.11
Os quadros de convenções de símbolos gráficos, notas e legendas serão executados de
acordo com as exigências da ABNT e deverão ser inseridos nas primeiras pranchas dos
respectivos projetos.
16 Projeto de instalações de águas pluviais
16.1
O projeto de águas pluviais deverá obedecer às normas técnicas e documentos legais
vigentes, em especial:
NBR 5680 - Tubo de PVC rígido, dimensões - Padronização.
NBR 9794 - Tubo de concreto armado de seção circular para águas pluviais Especificação.
NBR 10067 - Princípios gerais de representação em desenho técnico.
NBR 10843 - Tubos de PVC rígido para Instalações prediais de águas pluviais Especificação.
NBR 10844 - Instalações prediais de águas pluviais.
NBR 15527 - Água de chuva: Aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para fins
não potáveis.
16.2
Adotar, sempre que possível, os seguintes critérios de projeto:
•
Garantir, de forma homogênea, a coleta de águas pluviais, acumuladas ou não, de todas
as áreas atingidas pelas chuvas.
•
Conduzir as águas pluviais coletadas para fora dos limites da propriedade até um
sistema público ou qualquer local legalmente permitido.
•
Não interligar o sistema de drenagem de águas pluviais com outros sistemas.
•
Permitir a limpeza e desobstrução de qualquer trecho da instalação, sem que seja
necessário danificar ou destruir parte das instalações.
•
Observar a Ansi/TIA 942 e demais normas pertinentes e melhores praticas para
ambientes de TI, no sentido de evitar a passagem de tubulações de águas e esgoto
dentro das áreas de produção de TI.
16.3
O projeto deverá estar de acordo com os novos conceitos de uso racional de água,
priorizando a captação e reutilização de água da chuva. Sempre que possível e com
anuência da CONTRATANTE deverá ser prevista a instalação de caixa d'água específica
para o armazenamento de águas pluviais, sistema de tratamento adequado e a reutilização
em irrigação de jardins, lavação de pisos externos e nos vasos sanitários.
16.4
O sistema de aproveitamento de águas pluviais, nos casos em for implementado, deve
prever: área de contribuição (ou captação), calhas e coletores (verticais e horizontais),
dispositivos de descarte de sólidos (como folhas, gravetos e detritos), dispositivos de desvio
de água das primeiras chuvas, reservatórios (inferior e superior), filtros, entre outros.
16.5
O projeto de águas pluviais deve apresentar posições, tipos e dimensões das tubulações
verticais, horizontais, desvios, caixas, dispositivos de inspeção, ralos e ligações aos
coletores públicos, necessários à instalação do sistema de captação, drenagem e
esgotamento das águas pluviais do prédio e da área livre do terreno.
16.6
Os tubos de queda devem ser os mais verticais possíveis empregando-se sempre curvas de
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raio longo nas mudanças de direção, com diâmetro sempre superior ou igual a qualquer
canalização a eles ligada e tê de inspeção.
16.7
O comprimento máximo dos subcoletores deverá ser de 15 m, espaçando-se caixas ou
peças de inspeção para permitir desobstruções. O diâmetro mínimo do subcoletor e do
coletor predial deverá ser de 100 mm.
16.8
Mudanças de direção no coletor predial devem ser feitas mediante caixas de inspeção.
16.9
Estudo Preliminar – consiste na apresentação dos seguintes produtos:
16.10
•
Planta de situação/locação com a rede de águas pluviais.
•
Planta de situação da edificação, ao nível da rua, em escala adequada, com os traçados
dos ramais coletores externos e caracterização de elementos como caixas de inspeção,
caixas de areia, drenos, caixas coletoras, instalações de bombeamento e outras.
•
Planta geral de cobertura e demais níveis da edificação, onde constem áreas de
contribuição, em escala adequada, contendo os caimentos e pontos baixos das
superfícies, pontos e elementos de coleta, como calhas, canaletas, descidas, ralos,
receptáculos e outros e localização de condutores verticais e horizontais.
•
Esquema vertical da instalação.
Projeto Executivo - consiste na definição e representação das instalações aprovadas no
Estudo Preliminar, localização precisa dos componentes, dimensionamento completo e
características técnicas dos equipamentos do sistema, bem como as indicações necessárias
à execução das instalações. Deverão ser apresentados, no mínimo, os seguintes produtos
gráficos:
•
Planta de situação ao nível da rua indicando a localização de todas as redes e ramais
externos, inclusive redes da Concessionária Local, posicionamento de todos os
elementos de coleta e características das respectivas áreas de contribuição, com
dimensões, limites, cotas, inclinação, sentido de escoamento, permeabilidade e outros.
•
Planta da cobertura e demais níveis da edificação, onde constem áreas de contribuição
contendo a localização de todos os componentes descritos no estudo preliminar e
dimensões, declividades, materiais, e demais características de condutores, calhas,
rufos e canaletas.
•
Esquema vertical da instalação.
•
Detalhes gerais.
•
Cortes, indicando posicionamento definitivo dos condutores verticais.
•
Desenhos em escalas adequadas das instalações de bombeamento, drenos e caixas de
inspeção, de areia e coletora, com indicação dos detalhes.
•
Desenhos, em escala adequada, de todas as ampliações ou detalhes, de caixas de
inspeção, canaletas, ralos, sala de bombas, caixas coletoras, montagem de
equipamentos, suportes, fixações e outros.
•
Desenho do esquema geral da instalação
•
Impermeabilização de lajes, vedação de esquadrias, calhas, telhados.
16.11
Os desenhos serão executados segundo os Padrões de Apresentação de projetos do Banco
do Brasil, constante no Capítulo FORMATAÇÃO DOS DESENHOS, especificado adiante.
16.12
Serão elucidativos de tal forma que permitam a execução sem consultas freqüentes aos
memoriais descritivos.
16.13
A forma de numeração das pranchas de desenho constará de dois números separados por
barra inclinada, onde o primeiro deles indicará a ordem seqüencial da prancha e o seguinte,
o número total de pranchas.
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Pág. 90
Os quadros de convenções de símbolos gráficos, notas e legendas serão executados de
acordo com as exigências da ABNT e deverão ser inseridos nas primeiras pranchas dos
respectivos projetos.
17 TIPO: Projeto de instalações elétricas, mecânicas, telecomunicações e
informática
17.1
Para os serviços de instalação, devem ser seguidas as normas e determinações abaixo, nas
suas últimas revisões em vigor:
17.2
ABNT-NBR 5410: Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
ABNT-NBR 5413: Iluminação de Interiores;
ABNT-NBR 6808: Conjuntos de Manobra e Controle em Baixa Tensão;
ABNT-NBR 10898: Sistema de iluminação de emergência.
ABNT-NBR 14565: Cabeamento de telecomunicações para edifícios comerciais
ABNT-NBR 13300: Redes telefônicas internas em prédios
ABNT-NBR 14306: Proteção elétrica e compatibilidade eletromagnética em redes
internas de telecomunicações em edificações – Projeto
ABNT-NBR 13726: Redes telefônicas internas em prédios - Tubulação de entrada
telefônica – Projeto
ABNT-NBR13727: Redes telefônicas internas em prédios - Plantas/partes componentes
de projeto de tubulação telefônica
Normas da concessionária de energia elétrica, última revisão em vigor
Ansi/Tia 942 – Infraestrutura para DataCenters, UP Time Institute, Green Grid
CADERNO GERAL DE ENCARGOS DO BANCO DO BRASIL.
CONDIÇÕES GERAIS:
17.2.1
17.2.2
17.2.3
17.2.4
O projetista, caso necessário, deverá proceder ao estudo de viabilidade da rede elétrica
junto à concessionária de energia. O projetista obterá da concessionária informação
quanto a necessidade de troca do transformador, alimentadores, TCs, TPs, informando o
custo detalhado na planilha e descrevendo no Caderno de Encargos. Para os sites de
TI, observar as redundâncias indicadas na Ansi/Tia 942 e demais orientações
constantes do Edital e seus Anexos.
Cabe ao projetista fazer um levantamento dos equipamentos necessários para a
implementação do projeto, relacionando aqueles que serão reaproveitados, os
fornecidos na obra.
Nas especificações deve constar qual a logística para execução dos serviços,
inclusive os remanejamento dos equipamentos de TI para evitar a paralisação não
programada dos equipamentos de TI.
Deverão ser elaboradas tantas pranchas quanto necessárias para a total clareza do
projeto, permitindo a compreensão e execução de todos os itens da especificação. No
mínimo as seguintes pranchas deverão ser elaboradas, para cada pavimento:
•
•
•
•
•
Iluminação interna e externa contendo a posição das luminárias, observando a
posição das placas de forro, grelhas de ar condicionado etc. Também deve estar
indicada a tubulação a ser executada e a fiação nela contida (escala 1:50);
Rede elétrica “suja”, com tubulação, fiação etc. (escala 1:50);
Lógica, telefonia e rede elétrica “limpa” com o número de cada ponto de rede.
Também deve estar indicada a tubulação a ser executada e a fiação nela contida
(escala 1:50);
Detalhe do quadro de telefonia, indicando número de blocos, cabos etc. (escala 1:10
ou menor);
Detalhe da implementação da tubulação, tomadas, fixação de calhas, eletrodutos
etc.;
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•
•
•
•
•
17.2.5
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Diagramas dos quadros elétricos, com disjuntores, contactoras, timers, DPSs,
interruptores de corrente residual; bem como quadros de comando de iluminação.
Os diagramas devem possuir detalhamento suficiente para a perfeita compreensão
da interligação dos diversos componentes;
Sistema de CFTV digital indicando as câmeras, distancia focal das lentes, tipo de
íris, número da câmera, tubulação a ser executada e a fiação nela contida etc.
(escala 1:50). Devem também ser desenhados os ângulos de cobertura de cada
câmera. Esta prancha deverá ser vistada pelo setor de segurança do Banco;
Sistema de Controle de acesso, portas eclusas – Anexo 03 – item 4.
Sistema de monitoração e alarmes indicando todos os componentes que o compõe,
contendo a tubulação a ser executada e a fiação nela contida (escala 1:50).
Sistema de backbone ótico, crossconect, cabeamento horizontal Cat.6
Todas as pranchas devem adotar a padronização prevista no item correspondente da
presente especificação (APRESENTAÇÂO DOS SERVIÇOS E PROJETOS).
18 TIPO: Projeto de instalações de ar condicionado
18.1
Para os serviços de instalação, devem ser seguidas as normas e determinações abaixo, nas
suas últimas revisões em vigor:
NBR 16401 - Instalações Centrais de Ar Condicionado para Conforto - Parâmetros
Básicos de Projeto Procedimento;
NBR 10080 - Instalações de Ar Condicionado para Sala de Computadores Procedimento;
NBR 5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão Procedimento;
NBR 6493 - Emprego de Cores para Identificação de Tubulações.
CADERNO GERAL DE ENCARGOS DO BANCO DO BRASIL
Ansi/Tia 942 – Infraestrutura para Datacenters.
ASHRAE TC9.9 – 2011 THERMO GUIDE LINES FOR DATA PROCESSING
ENVIRONMENTS – EXPANDED DATA CENTER – CLASSES AND USAGE
GUIDANCE.
PUE e DCiE de acordo com Green Grid.
18.2
Para atender as situações não previstas em normativos nacionais, poderão ser utilizadas as
orientações contidas em normas estrangeiras de organizações com reconhecida
capacidade, tais como:
18.3
American National Standard Institute - ANSI;
Air Conditioning and Refrigeration Institute - ARI;
American Society of Heating, Refrigerating and Air Conditioning Engineers- ASHRAE;
American Society for Testing and Materials - ASTM;
Deutsch Industrie Normen - DIN;
National Electrical Manufacturers Association - NEMA;
National Fire Protection Association - NFPA;
Sheet Metal and Air Conditioning Contractors National Association - SMACNA.
CONSIDERAÇÕES GERAIS:
18.3.1 Os projetos elaborados de acordo com esta especificação possuirão nível de execução,
ao invés de serem projetos orientativos. Para os ambientes de missão critica de TI,
datacenters, observar o Anexo 03.
18.3.2 Os projetos aqui referidos deverão manter perfeito entrosamento com os demais projetos
da edificação, de forma a evitarem-se interferências na fase de obra.
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18.3.3 O projetista terá que refazer, total ou parcial, os serviços considerados pelo Banco como
incompletos ou em desacordo com as condições fixadas nesta norma ou através de
reuniões com os demais projetistas.
18.3.4 Deverá ser atentado para o integral cumprimento das instruções, com especial ênfase
para a padronização de equipamentos.
18.4
DESENHOS:
18.4.1 Os desenhos deverão ser executados de acordo com os padrões estabelecidos e
fornecidos pelo Banco do Brasil.
18.4.2 Os desenhos deverão ser elucidativos, de tal forma que permitam a execução sem
consultas freqüentes ao memorial descritivo, devendo constar nos mesmos:
•
•
•
•
•
•
Plantas baixas e cortes gerais (tantos quantos forem necessários), na escala 1
por 50;
Cortes nas casas de máquinas (no mínimo dois) e detalhes na escala de 1 por
20;
Isométricos;
Fluxograma do sistema;
Detalhes típicos;
Esquemas elétricos da instalação, com unifilar de força e comando, contendo
proteções e intertravamentos.
18.4.3 Não se admitirá rede de dutos na forma unifilar.
18.5
MEMORIAL DESCRITIVO, QUANTITATIVO DE MATERIAIS E ORÇAMENTO ESTIMADO:
18.5.1 O memorial descritivo conterá especificações técnicas impressas em papel tamanho A4.
Deverá ser seguido o padrão de formatação de texto a ser fornecido pelo o Arquiteto
contratado, que coordenará todos os projetos.
18.5.2 Na parte descritiva constará a relação de serviços complementares a cargo do
instalador, bem como aqueles a cargo de terceiros.
18.5.3 O projetista fornecerá, ainda, listagem discriminada e precisa dos quantitativos de
materiais utilizados, bem como o orçamento estimado.
18.6
ASSISTÊNCIA TÉCNICA:
18.6.1 Competirá, ainda, ao projetista:
•
Responder consultas do Setor de Engenharia responsável pelo projeto acerca de
assuntos de sua responsabilidade;
• Manter os contatos necessários com os projetistas de arquitetura, estrutura,
instalações elétricas e hidrossanitárias, cientificando ao Setor de Engenharia
responsável pelo projeto com a devida antecedência sobre quaisquer alterações que
se tornem imprescindíveis;
• Prestar assessoria para solucionar eventuais problemas encontrados durante a
execução da obra.
18.7
ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA:
18.7.1 O autor do projeto providenciará a anotação de responsabilidade técnica junto ao CREA,
fornecendo três vias ao Banco. Pago pela contratada.
18.8
ESCOLHA DO SISTEMA:
18.8.1 O sistema a ser adotado deverá ser submetido à aprovação prévia do Banco na fase de
estudo preliminar.
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18.8.2 A solução de projeto deverá priorizar a aplicação de equipamentos de precisão, aliado
ao tratamento pontual das cargas com grande dissipação térmica como as racks de
equipamentos de TI.
18.8.3 O sistema de ar condicionado será interligado ao sistema de detecção e combate a
incêndio, em especial, o sistema de deteção por aspiração precoce o qual deverá
levar em conta o arraste do ar no entrepiso , no entreforro e no próprio ambiente
de missão critica de TI.
18.9
VENTILAÇÃO MECÂNICA:
18.9.1 Na impossibilidade, poderá ser utilizada ventilação mecânica geral diluidora ou local
exaustora. A natureza dos agentes poluidores determinará o sistema de ventilação
mecânica a ser adotado. Alem da ventilação, prever o projeto e dimensionamento
de sistemas de lavagens de gases poluentes emanados dos grupos geradores,
exaustores de cozinhas e outras fontes poluidoras.
18.10
ELEMENTOS GENÉRICOS – ZONEAMENTO:
18.10.1 Além das observações constantes na NBR 6401, o zoneamento deverá buscar a
economia e redução da demanda de energia elétrica.
18.11
ELEMENTOS GENÉRICOS - CASAS DE MÁQUINAS:
18.11.1 As portas de acesso de casas de máquinas permitirão a passagem dos equipamentos,
sendo constituídas de duas folhas de, no mínimo, 60 cm de largura, observando-se o
sentido de abertura para fora.
18.11.2 Deve ser prevista, ainda, iluminação adequada, ponto de água (torneira com
extremidade para adaptar mangueira) e ralo sifonado independente.
18.11.3 As casas de máquinas possuirão dimensões de forma a abrigar os equipamentos
previstos em seu interior, observadas as dimensões dos mesmos, acrescidos dos
respectivos espaços para manutenção e operação exigidos pelos fabricantes.
18.12
ELEMENTOS GENÉRICOS - TOMADAS DE AR EXTERIOR:
18.12.1 Deverão ser observadas as recomendações da portaria nº 3253/GM, de 28.08.98, do
Ministério da Saúde. Para os ambientes de produção de TI, prever dampers
motorizados, compatíveis com o sistema de detecção contra incêndio.
18.13
ELEMENTOS GENÉRICOS - TUBULAÇÃO E ACESSÓRIOS:
18.13.1 Os tubos (condensação e água gelada) serão de aço-carbono, sem costura,
galvanizados com extremidades rosqueadas (BSP) para diâmetros até 2 1/2 polegadas,
e pretos com extremidades chanfradas para diâmetros maiores, de acordo com as
especificações ASTM-A-53 Gr. A, ASTM-A-120 (espessura de parede schedule 40) ou
DIN 2440.
18.13.2 Para interligação a elementos de controle serão utilizados tubos flexíveis de polietileno,
conforme ASTM-D-1248, auto-extinguíveis.
18.13.3 Para condução de gases refrigerantes halogenados, os tubos serão de cobre, de acordo
com as especificações ASTM-B-88, com espessura de parede do tipo "L",
preferencialmente.
18.13.4 As válvulas de diâmetro até 2 1/2 polegadas serão de bronze, conforme especificações
ASTM-B-62, extremidades rosqueadas (BSP). Acima deste diâmetro, o corpo será de
ferro fundido, ASTM-A-126, extremidades flangeadas (face lisa) e internos em bronze.
18.13.5 Serão adotados eliminadores de ar quando da existência de (looping) na tubulação.
18.13.6 Serão previstos amortecedores de vibração nas interligações de bombas, torres e
resfriadores de líquido com a tubulação.
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18.14
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ELEMENTOS GENÉRICOS – UMIDICAÇÃO E REAQUECIMENTO:
18.14.1 Deverão ser previstos componentes que permitam o controle da umidade e temperatura
dos ambientes projetados.
18.15
ELEMENTOS GENÉRICOS - QUADROS ELÉTRICOS E INTERLIGAÇÕES:
18.15.1 Atender às prescrições contidas na NBR 5410.
18.15.2 Para interligação dos pontos de força aos equipamentos (encargo do instalador) será
previsto um quadro elétrico no interior das casas de máquinas, dotado internamente de
seccionamento geral com proteção, bem como dispositivos para seccionamento e
proteção dos circuitos parciais, interligados através de barramentos de cobre. Cada
condicionador existente na casa de máquinas será alimentado por um circuito parcial.
18.15.3 Será previsto um eletroduto independente para passagem da fiação de intertravamento
do sistema (torres, bombas, condensadores remotos ou outros).
18.15.4 No tocante aos quadros elétricos de comando e proteção de torres, bombas e unidades
resfriadoras de líquido, caberá ao projetista de ar condicionado fornecer o diagrama de
comando e força, contendo a lógica e seqüência de funcionamento das proteções e
intertravamentos do sistema, bem como instrumentos fixos de leitura porventura
requeridos.
18.16
ELEMENTOS GENÉRICOS – ATERRAMENTO:
18.16.1 Serão aterrados as carcaças das máquinas, equipamentos, quadros elétricos e dutos de
distribuição de ar.
18.17
ELEMENTOS ESPECÍFICOS:
18.17.1 Serão indicados no projeto os seguintes dados:
Pressões:
I - pressão barométrica (atmosférica) correspondente à altitude do local da instalação;
II - pressão estática e altura manométrica.
Temperaturas:
I - ar interno e externo (BS/BU);
II - ar, entrada e saída da serpentina (BS/BU);
III - água de condensação, entrada e saída da torre;
IV - água gelada, entrada e aída da unidade resfriadora de líquido;
V - água quente, entrada e saída do aquecedor.
Vazões de Ar:
I - das serpentinas (evaporadores) condensadores;
II - das torres;
III - dos dutos e difusores;
IV - das tomadas de ar exterior.
Vazões de Água:
I - do evaporador (unidades resfriadoras de líquido);
II - das serpentinas dos climatizadores;
III - das bombas (condensação e água gelada);
IV - dos condensadores (unidade resfriadora de líquido e unidade de expansão
direta);
V - das torres.
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Diversos:
I - taxa de ocupação;
II - taxa de iluminação;
III - taxa de renovação de ar exterior e infiltração;
IV - rotação de ventiladores;
V – umidade aceitável para os ambientes
18.17.2 Quadro Resumo - O projetista fornecerá quadro resumo dos cálculos de carga térmica,
discriminando, por ambiente:
I - calor sensível (interno e externo);
II - calor latente (interno e externo);
III - calor total;
IV - vazões de ar exterior;
V - vazões de insuflamento.
18.17.3 Características dos Equipamentos:
I - Para cada equipamento previsto no projeto, constará, no mínimo, o tipo, modelo,
capacidade nominal, identificação da unidade de acordo com o fluxograma do
sistema, fabricante, tensão, número de fases, freqüência e potência, não excluindo
similares de outros fabricantes, desde que atendendo aos demais elementos
específicos do projeto.
18.17.4 Serão apresentados pelo projetista os seguintes elementos, dentre outros:
19.18.4.1 Delineamento do projeto em todos os pavimentos;
19.18.4.2 Cargas térmicas;
19.18.4.3 Vazões:
I - água;
II - ar de insuflamento e retorno;
III - ar exterior (observando parâmetros da portaria n. 3523/GM, de 28.08.98,
do Ministério da Saúde);
19.18.4.4 Rede de dutos (unifilar);
19.18.4.5 Previsão de pontos de forca;
19.18.4.6 Ralos;
19.18.4.7 Prumadas de circulação de água;
19.18.4.8 Soluções adotadas;
19.18.4.9 Proposições de melhorias ou aperfeiçoamento.
18.18
SISTEMA – ACESSÓRIOS:
18.18.1 Prever, no mínimo, os seguintes acessórios para o sistema:
a) Ponto de 1/2 polegada para instalação de manômetro na tubulação de água,à
entrada e à saída do equipamento;
b) Ponto de 1/2 polegada para instalação de termômetro na tubulação de água, à
entrada e à saída do equipamento;
c) Ponto de 1/2 polegada para instalação de medidor de vazão na tubulação de água, à
saída do equipamento;
d) Isolamento térmico nas linhas de refrigerante líquido, expostas à insolação direta ou
passando por locais com temperatura elevada (condensadores remotos);
e) Filtro "Y" na tubulação de sucção de bombas, com elemento filtrante em chapa de
aço inox perfurada, sendo:
I - diâmetros de 3/4 polegada a 1 1/2 polegadas - furos de 0,8 mm (mesh 20);
II - diâmetros de 2 polegadas a 10 polegadas - furos de 1,2 mm (mesh 16).
f) Caso o sistema não disponha do NPSH, a localização do filtro "Y" deverá ser na
descarga da bomba;
g) Válvula globo na tubulação de água, à saída dos equipamentos, para diâmetros até
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4 polegadas;
h) Válvula gaveta na tubulação de água, à entrada e à saída dos equipamentos, para
diâmetros até 4 polegadas;
i) Para diâmetros acima de 4 polegadas, utilizar válvula borboleta do tipo (wafer) com
trava de encaixe para fixação em posições intermediárias.
18.19
SISTEMA - PROTEÇÕES E INTERTRAVAMENTOS:
18.19.1 Prever, no mínimo, as seguintes proteções para o sistema:
a) Sensor de nível, para bacia da torre, tanque de expansão e recipiente contendo água
para umidificação;
b) Chave de fluxo de água de condensação, gelada e aquecimento, à saída dos
equipamentos;
c) No caso de unidades condicionadoras de expansão direta, prever apenas uma chave de
fluxo, na descarga geral, junto às bombas;
d) Chave de fluxo de ar em dutos com resistências elétricas;
e) Termostato limite de segurança em dutos com resistências elétricas;
f) Sensor de temperatura, instalado na bacia ou na tubulação de saída da torre, de simples
ou múltiplos estágios;
g) Será impedido o funcionamento:
- Das bombas de água de condensação, no caso de nível baixo de água na bacia da
torre;
- Das bombas de água gelada, no caso de nível baixo de água no tanque de expansão;
- Das resistências de imersão, no caso de nível baixo de água para umidificação;
- Das resistências de aquecimento e reaquecimento (instaladas em dutos), quando
ocorrer:
I - não funcionamento do motor evaporador e serpentina;
II - falta de fluxo de ar;
III - atuação do termostato limite de segurança.
- Das unidades resfriadoras de líquido, na falta de:
I - funcionamento das bombas de água de condensação;
II - fluxo de água de condensação;
III - funcionamento das bombas de água gelada;
IV - fluxo de água gelada.
- Dos compressores das unidades condicionadoras de expansão direta, na falta de:
I - funcionamento das bombas de água de condensação;
II - fluxo de água de condensação.
18.20
SISTEMA – CONTROLES:
18.20.1 Deverá ser adotado, preferencialmente, controles elétricos ou eletrônicos.
18.20.2 Com relação à forma de atuação, serão do tipo "on-off" ou proporcionais.
18.20.3 Os controles proporcionais serão controles proporcionais + integrais ou proporcionais +
integrais + derivativos, considerando-se critérios de precisão e controle de energia.
18.20.4 Os sensores serão instalados, preferencialmente, nos ambientes.
18.21
EQUIPAMENTOS - TORRES DE ARREFECIMENTO:
18.21.1 O projeto e localização levarão em conta a direção predominante dos ventos, a isolação
de vibrações para a estrutura do edifício, bem como a interferência com o ambiente
externo.
18.21.2 Indicar, ainda, a localização e diâmetro do ponto de água (válvula gaveta) e drenos (ralo)
para operacionalização das torres, prevendo, inclusive, estrutura para acesso aos
motores e ventiladores.
18.21.3 Serão fornecidas com filtro de tela de aço inoxidável na saída para sucção das bombas.
18.22
EQUIPAMENTOS – BOMBAS:
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18.22.1 O conjunto moto-bomba será montado sobre base rígida com tratamento anti-vibratório.
18.22.2 O motor elétrico será, no máximo, para 1800 rpm.
18.22.3 Será prevista a instalação de bomba reserva.
18.22.4 Caso o porte do sistema justifique, prever conversores estáticos de freqüência para
variar a rotação dos motores das bombas, de acordo com a oscilação de carga térmica.
18.23
EQUIPAMENTOS – CONDENSADORES:
18.23.1 Serão aceitos condensadores a ar ou água, sendo, neste caso, o do tipo "casco e tubo",
com válvula de alívio ou plug fusível contra pressões excessivas no casco.
18.23.2 Para instalações sujeitas a grandes variações de temperatura externa, deverá ser
previsto dispositivo para regulagem de vazão do agente de condensação.
18.23.3 Os condensadores a ar instalados em regiões marítimas ou industriais serão do tipo com
aletas em cobre ou com aletas em alumínio, protegidas por sistema anti-corrosivo
aplicado em fabrica.
18.24
EQUIPAMENTOS - UNIDADE RESFRIADORA DE LÍQUIDO:
18.24.1 Possuirão circuitos frigorígenos independentes, modulação de capacidade, termostato
de anticongelamento, partida seqüencial, dispositivo de antireciclagem e válvula
solenóide "pump down".
19 TIPO: Projeto de instalações de transporte vertical
19.1
DEFINIÇÃO:
19.1.1 Para efeito desta especificação, são considerados equipamentos de transporte vertical
os elevadores de passageiros e as plataformas de elevação.
19.2
PROJETO:
19.2.1 O projeto, aqui considerado apenas como “especificação” (memorial descritivo) e
“orçamento” (quantitativo de materiais e valores), possuirá nível de execução, ao invés de
ser projeto orientativo.
19.2.2 O projeto deverá manter perfeito entrosamento com os demais projetos da edificação, de
forma a evitarem-se interferências na fase de obra.
19.2.3 O projetista terá que refazer, total ou parcial, os serviços considerados pelo Setor de
Engenharia responsável pelo projeto como incompletos ou em desacordo com as
condições fixadas nesta norma ou através de reuniões com os demais projetistas.
19.2.4 Deverá ser dada especial atenção para o integral cumprimento das instruções, com
especial ênfase para a padronização de equipamentos.
19.2.5 O memorial descritivo conterá especificações técnicas impressas em papel tamanho A4.
Deverá ser seguido o padrão de formatação de texto a ser fornecido pelo Arquiteto
contratado, que coordenará todos os projetos.
19.2.6 Na parte descritiva constará a relação de serviços complementares a cargo do instalador,
bem como aqueles a cargo de terceiros.
19.2.7 O projetista fornecerá, ainda, listagem discriminada e precisa dos quantitativos de
materiais utilizados, bem como valores de material e mão de obra, elaborados em planilha
excel, também em folhas de formato A-4.
19.2.8 O projetista deverá informar no corpo da especificação que a caixa (estrutura) que dará
suporte à instalação do sistema de elevação e transporte será executada por empresa da
área civil (construtora) vencedora de processo licitatório específico e que obedecerá ao
projeto estrutural, elaborado por projetista de estruturas.
19.2.9 O projetista deverá anexar ao projeto do sistema de elevação e transporte os desenhos do
projeto estrutural, de forma que a fornecedora/instaladora do elevador possa tomar ciência
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das características da estrutura, bem como conhecer em detalhes a caixa corrida para a
sua instalação.
19.3
ASSISTÊNCIA TÉCNICA:
19.3.1 Competirá, ainda, ao projetista:
•
•
•
19.4
ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA – ART:
19.4.1
19.5
O sistema adotado (elevador de passageiros e/ou plataforma de elevação) e suas
características técnicas deverão ser submetidos previamente à aprovação do Banco na
fase dos estudos preliminares.
NORMAS:
19.6.1
19.6.2
19.6.3
19.6.4
19.6.5
19.7
O autor do projeto providenciará a anotação de responsabilidade técnica junto ao CREA,
fornecendo duas vias ao Setor de Engenharia responsável pelo projeto.
ESCOLHA DO SISTEMA:
19.5.1
19.6
Responder consultas do Setor de Engenharia responsável pelo projeto acerca de
assuntos de sua responsabilidade;
Manter os contatos necessários com os demais projetistas (arquitetura, estrutura,
instalações elétricas, de ar condicionado e hidrossanitárias), cientificando ao Setor
de Engenharia responsável pelo projeto com a devida antecedência sobre quaisquer
alterações que se tornem imprescindíveis;
Prestar assessoria para solucionar eventuais problemas encontrados durante a fase
de licitação para a contratação das obras de reforma e durante a execução da obra,
sem ônus para o Contratante.
NBR NM 207 – Elevadores elétricos de passageiros – Requisitos de segurança para
construção e instalação;
NBR NM 313 – Elevadores de passageiros – Requisitos de segurança para construção e
instalação – Requisitos particulares para acessibilidade de pessoas, incluindo pessoas
com deficiência;
NBR 15.655-1 - Plataformas de elevação motorizadas para pessoas com mobilidade
reduzida – Requisitos para segurança, dimensões e operação funcional – Parte 1:
Plataforma de elevação vertical (ISSO 9386-1, MOD);
NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão;
CADERNO GERAL DE ENCARGOS DO BANCO DO BRASIL – Capítulos E-ITV.01 e P25.ITV.01.
CONSIDERAÇÕES GERAIS:
19.7.1
19.7.2
19.7.3
A instalação de elevadores de passageiros e de plataformas de elevação obedecerão ao
disposto nas normas da ABNT, às exigências da E-ITV.01, do CADERNO GERAL DE
ENCARGOS do Banco do Brasil e às prescrições legais exigíveis pelos órgãos locais.
As características de acionamento, velocidade, número de paradas, número de cabinas
e capacidade de carga, definidas pelo Setor de Engenharia responsável pelo projeto não
poderão ser modificadas sem expressa autorização daquele Setor.
O projeto (especificação) deverá conter determinação ao instalador de que o mesmo
deverá atender às disposições relacionadas a seguir:
•
Fornecimento de todos os materiais, equipamentos, mão-de-obra e supervisão
técnica necessárias à instalação bem como colocação em funcionamento e
regulagem dos equipamentos;
•
Fornecimento dos detalhes de serviços que, embora eventualmente executados por
terceiros, sejam pertinentes à instalação;
•
Deslocamento horizontal e vertical, dentro e fora da obra, de todos os componentes
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das instalações;
19.8
•
Fornecimento dos equipamentos embalados de fábrica, sobre base especial para
transporte (compatível como peso e o volume da carga), conforme especificações de
projeto e E-ITV.01 correspondente, novos e em perfeitas condições;
•
Localização final dos equipamentos, procurando facilitar a eventual necessidade de
transporte (entrada e saída) de cada unidade e observando, também, os
afastamentos periféricos mínimos recomendados pelos fabricantes para fins de
manutenção;
•
Todas as precauções e medidas de segurança visando a proteção material e
operacional dos equipamentos, desde seu fornecimento, durante a instalação e até a
entrega definitiva do sistema;
•
Atendimento à FISCALIZAÇÃO quando necessária vistoria dos equipamentos
fornecidos, bem como providência a seu cargo, ensaios de funcionamento com o
objetivo de se aferir o atendimento às especificações. Igual procedimento deverá ser
dispensado aos serviços executados "em campo” pelo instalador, tais como
montagem de guias, contrapesos, quadros, polias, tubulações e interligações
elétricas, etc;
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:
19.8.1
ELEVADORES DE PASSAGEIROS E DE CARGA
19.8.1.1
Os elevadores serão fornecidos completos, incluindo todos os elementos a
acessórios exigidos nas NBR NM 207 e NBR NM 313. Para os elevadores
de carga, alem das orientações aqui relacionadas, adotar as orientações
do Anexo03 – item 4
19.8.1.2 O acionamento dos elevadores será por corrente alternada, com controle
eletrônico de velocidade – tecnologia de controle da variação de tensão e
freqüência – VVVF.
19.8.1.3 As máquinas e equipamentos terão fator de potência >= 0,92.
19.8.1.4 Os quadros de comandos deverão ser eletrônicos e com tecnologia atual, da
última geração existente no mercado.
19.8.1.5 O sistema de controle deverá ser de alta performance, que utiliza a tecnologia
de controle de variação de tensão e freqüência – VVVF, que integra e controla
automaticamente todos os elementos de operação.
19.8.1.6 O sistema de controle deverá incluir os últimos avanços tecnológicos em
controle por microprocessadores e circuitos de estado sólido, coordenando as
operações de tráfego do elevador.
19.8.1.7 O sistema de controle deverá conter, no mínimo, também: proteção contra
inversão de fases; relé térmico; ajuste automático de tempos de operação de
portas; sistema de proteção contra sobrecarga no motor do operador de
portas; e sistema de retorno automático.
19.8.1.8 O nivelamento da cabina em relação ao pavimento será automático e não
deverá exceder a 10 mm, com carga total.
19.8.1.9 As portas de pavimento e de cabina serão do tipo corrediça horizontal, com
abertura lateral (definida no projeto).
19.8.1.10 A porta de cabina será acionada por um operador elétrico, sendo que tanto a
abertura quanto o fechamento serão automáticos. A porta de pavimento será
aberta e fechada simultaneamente com a da cabina.
19.8.1.11 Os dispositivos de operação e sinalização instalados nos elevadores deverão
atender à padronização da ABNT. Serão exigidos, no mínimo os seguintes
dispositivos:
•
•
•
•
•
•
botoeira de pavimento em cada parada – conforme item 5.4.1 da Norma
NBR NM 313;
botoeira de cabina – conforme item 5.4.2 da Norma NBR NM 313;
sinalização de pavimento – conforme item 5.4.3 da NBR NM 313;
sinalização de cabina – conforme item 5.4.4 da NBR NM 313;
dispositivos de alarme – conforme item 5.4.4.3 da NBR NM 313;
intercomunicador de emergência (interfone) entre a cabina e portaria;
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•
Pág. 100
iluminação de emergência no interior da cabina.
19.8.1.12 A instalação de transporte vertical será dotada de sistema de emergência que
possibilite o tráfego automático do carro ao pavimento térreo, sem paradas, só
permitindo nova operação através de comando manual exclusivo (clave
bombeiro).
19.8.2
CAIXA / POÇO:
a) São os recintos destinados a abrigar os equipamentos componentes dos sistemas da
instalação de transporte vertical.
b) A caixa e o poço terão as dimensões especificadas no projeto arquitetônico, devendo
ser observadas todas as recomendações das normas NBR NM 207, especialmente
no que se refere a acessos, materiais, iluminação, ventilação, isolamento térmico,
resistência ao fogo. resistência mecânica e propriedades dos pisos.
c) A ventilação da caixa será objeto de especial atenção, adotando-se o sistema de
ventilação natural cruzada ou ventilação mecânica, de modo a assegurar que a
temperatura se mantenha inferior a 40°C. As abertur as para ventilação da caixa serão
executadas na sua parte superior (de forma cruzada), devendo o INSTALADOR
orientar-se pelas exigências do fornecedor do equipamento a ser instalado. No caso
de ventilação mecânica, a abertura de tomada de ar deverá ser dotada de filtros de
ar.
d) O equipamento será instalado somente quando concluídos os serviços de concreto e
alvenaria revestida da caixa.
e) A localização definitiva das luminárias da caixa e do poço só será definida junto ao
FISCAL da obra, quando da conclusão da instalação de todo o sistema, a fim de que
se busque o melhor posicionamento possível para iluminação dos equipamentos e
quadros instalados e seus acessos de manutenção.
19.8.3
INSONORIZAÇÃO E ISOLAMENTO DE VIBRAÇÕES:
19.8.3.1 O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.3.1.1 Caberá ao instalador prever e tomar as precauções e medidas
necessárias para absorção ou isolamento de ruídos incômodos e para
amortecimento de vibrações infra-sonoras nocivas, originadas pelo
funcionamento de instalações e equipamentos montados;
19.8.3.1.2 Deverão serão objeto de particular estudo e eficaz correção as seguintes
fontes eventuais de produção e transmissão à distância da vibração,
ruídos aéreos ou de impactos:
•
caixas de elevadores;
•
carro;
•
contrapeso; e
•
guias.
19.8.3.1.3 O instalador deverá apresentar especificações detalhadas do tipo de
isolamento a ser por ele executado nos locais referidos no item
precedente, bem como em todos os demais locais que exijam tratamento
e cuidados análogos, atentando às normas pertinentes.
19.8.3.1.4 Qualquer que seja o tipo de isolamento antivibrátil ou anti-ruído a ser
adotado pelo instalador, sua execução só poderá ocorrer após a
aprovação do Fiscal da obra.
19.8.4
PROJETO DE EXECUÇÃO:
19.8.4.1
19.8.4.2
O projeto (especificação) deverá registrar que:
O instalador deverá apresentar previamente ao fiscal da obra, o projeto executivo
de todo o sistema de transporte vertical, integrado, sem interferências com os
demais sistemas do prédio, definindo:
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•
•
•
•
•
•
19.8.4.3
19.8.5
Pág. 101
marcas, modelos, materiais e suas características técnicas, dimensões e
pesos;
dimensionamento localização das bases dos equipamentos;
encaminhamento e sustentação das guias, contrapeso, polias,
tubulações de força e comando (chamada, seleção, despacho), etc.;
detalhes de aberturas para passagem dos elementos referidos no item
anterior, montagem dos amortecedores ou outros;
detalhes de montagem e posicionamento de marcos, batentes, caixas de
botoeiras, ganchos, soleiras, etc.;
diagrama de forças e esquemas de comando e sinalização, com
discriminação dos materiais, modelos e capacidade;
A aposição ou não do "de acordo", com ou sem ressalvas, no projeto de
execução, após a apreciação do mesmo por parte do Fiscal da obra, não eximirá
o instalador de suas responsabilidades técnicas e civis, nem tampouco alterará
sua obrigação de cumprimento, na íntegra, do previsto no contrato quanto ao
fornecimento dos equipamentos e materiais e quanto à execução de todos os
serviços da instalação completa.
SERVIÇOS COMPLEMENTARES:
19.8.5.1 O Projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.5.1.1
Caberão, ainda, ao instalador os seguintes
complementares de instalação de elevadores:
serviços
• instalação de força e luz para alimentação da instalação até os
pontos indicados no desenho do projeto;
• preparo dos passadiços, de acordo com regulamentos locais e
projeto estrutural;
• preparo e acabamento das paredes para frentes e entradas;
• construção de apoios necessários para a fixação dos grampos
das guias das cabinas e contrapesos;
• execução de todos os revestimentos, pinturas e retoques nas
torres, poços e passadiços;
• execução dos trabalhos de alvenaria e quaisquer alterações que
sejam necessárias nos andares e paredes;
• obtenção das licenças das autoridades competentes, para
funcionamento dos elevadores;
• execução dos batentes e guarnições das portas dos pavimentos;
19.8.6
CERTIFICADO DE APROVAÇÃO E DE GARANTIA:
19.8.6.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.6.1.1 O instalador fornecerá ao fiscal da obra o "Certificado de Aprovação da
Instalação", expedido pelo órgão oficial especializado que jurisdicione a
localidade em que se situe a obra em apreço.
19.8.6.1.2 O instalador também fornecerá ao Fiscal da obra, um "Certificado de
Garantia" de que todos os materiais e mão-de-obra empregados são de
primeira qualidade, bem como compromisso de correção de todos os
defeitos não decorrentes do uso normal da instalação e dos
equipamentos que porventura sobrevenham durante o prazo de 01 (um)
ano, a contar da data do recebimento provisório, conforme Edital de
Licitação.
19.8.7
MANUTENÇÃO GRATUITA:
19.8.7.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
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19.8.7.1.1
Pág. 102
Juntamente com o(s) certificado(s) referido(s) no item precedente, o
instalador apresentará um "Compromisso de Manutenção Gratuita",
pelo qual se obrigará a prestar, através da contratante da instalação de
elevadores e durante o prazo de 03 (três) anos, a contar do
recebimento provisório, a seguinte assistência:
• exames periódicos da instalação, por técnico habilitado,
prevendo-se o mínimo de 1 visita mensal;
• ajustes e regulagens porventura necessários;
• lubrificação e limpeza;
• fornecimento e colocação de peças e acessórios para manter o
equipamento em perfeitas condições de operação;
• atendimento de chamadas requeridas em razão de defeitos ou
embaraços ocorridos na instalação.
19.8.8 PROTEÇÃO, VERIFICAÇÃO, ENSAIOS E PROVAS:
19.8.8.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.8.1.1 Desde o inicio do fornecimento, durante a montagem do equipamento e
instalação, até a sua entrega definitiva, serão tomadas toda as
precauções e medidas aconselháveis para proteção de seus diversos
elementos e órgãos.
19.8.8.1.2 Os equipamentos serão submetidos à cuidadosa limpeza de todos os
elementos, com repolimento das peças e órgãos que careçam desse
repasse.
19.8.8.1.3 O Fiscal da obra poderá exigir a realização de todos os ensaios previstos
nas normas pertinentes.
19.8.9 ELEMENTOS GENÉRICOS - PORTAS DE PAVIMENTO:
19.8.9.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.9.1.1 As portas de pavimento serão confeccionadas em estrutura metálica e
revestidas em aço inoxidável escovado.
19.8.9.1.2 As portas de pavimento deverão possuir um sistema de proteção
eletrônico, que atua de modo a iniciar automaticamente a reabertura da
porta caso ela bata (ou esteja na iminência de bater) contra uma pessoa
que esteja na entrada durante o movimento de fechamento. Esse
sistema de proteção caracteriza-se por duas “réguas de segurança”,
emissora/receptora de uma cortina (malha) de feixes infravermelhos. Se
um feixe for interrompido, o sistema reabre a porta instantaneamente.
Este dispositivo de proteção poderá ser o da porta da cabina, desde que
este comande as duas portas ao mesmo tempo.
19.8.9.1.3 Cada porta de pavimento deverá ser provida de um dispositivo elétrico
para confirmar a posição fechada, de acordo com o estabelecido no item
14.1.2 da NBR NM 207, de modo que estejam garantidas as condições
de proteção contra acidentes com o usuário.
19.8.9.1.4 Em cada pavimento deverá ser instalada uma placa face que comportará
os botões de chamada (botoeiras de pavimento). As placas faces terão
tamanhos adequados às quantidades de componentes à elas previstas,
e serão fabricadas em aço inoxidável escovado. A placa face, bem como
os botões de chamada, deverão ser construídos atendendo por completo
o que determina a NBR NM 313.
19.8.9.1.5 Em todos os pavimentos o sistema de tipo botão de pressão deverá
atender aos requisitos estabelecidos na Tabela 2 para “botoeiras de
pavimento”, da NBR NM 313.
19.8.9.1.6 Deverá ser implementado, em todos os pavimentos, um sistema, que
informe, através de um sinal audível (gongo eletrônico) a chegada da
cabina, conforme determina o item 5.4.3 da NBR NM 313.
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19.8.10 ELEMENTOS GENÉRICOS – CABINA:
19.8.10.1 O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.10.1.1
19.8.10.1.2
19.8.10.1.3
19.8.10.1.4
19.8.10.1.5
19.8.10.1.6
19.8.10.1.7
19.8.10.1.8
19.8.10.1.9
A cabina será construída através de estrutura metálica e
revestida em aço inoxidável escovado.
A cabina deverá dispor de iluminação elétrica permanente,
assegurando uma intensidade de pelo menos 50 lux ao nível do
piso e nos dispositivos de controle, conforme item 8.16, da NBR
NM 207.
Deverá ser instalada uma fonte de emergência, automaticamente
recarregável, a qual deve ser capaz de alimentar pelo menos
duas lâmpadas de igual potência por uma hora, no mínimo, de
forma a assegurar um iluminamento mínimo de 02 lux, medido
em qualquer ponto da botoeira da cabina. Estas lâmpadas
devem ser ativadas imediatamente e automaticamente por falha
do fornecimento normal de energia.
Deverão ser instalados, no interior da cabina, corrimãos,
localizados nos painéis laterais e no de fundo, devendo atender
aos requisitos do item 5.3.2.1, da NBR NM 313.
Deverá ser instalado no interior da cabina um espelho de parede
com dimensões que permitam ao usuário de cadeira de rodas
observar obstáculos, quando mover-se para trás ao sair do
elevador. Deverão ser adotadas medidas para evitar criação de
confusão óptica para usuários deficientes visuais.
A cabina deverá dispor de ventilador, conforme item 8.15, da
NBR NM 207.
A cabina deverá dispor de rodapés e de piso em “granito”.
Deverá ser previsto para o elevador, “célula de carga”, de modo
a garantir a segurança do equipamento quando com excesso de
peso.
Deverão ser previstos no topo da cabina, além da Caixa de
Inspeção, equipamentos e comandos para uso da equipe de
manutenção, conforme estabelecido no item 8.14, da NBR NM
207 (dispositivos de controle, dispositivos de parada, e tomada
elétrica).
19.8.11 ELEMENTOS GENÉRICOS – PORTA DE CABINA:
19.8.11.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.11.1.1
19.8.11.1.2
A porta de cabina será confeccionada em estrutura metálica e
revestida em aço inoxidável escovado.
A porta de cabina deverá possuir um sistema de proteção
eletrônico, que atua de modo a iniciar automaticamente a
reabertura da porta caso ela bata (ou esteja na iminência de
bater) contra uma pessoa que esteja na entrada durante o
movimento de fechamento. Esse sistema de proteção
caracteriza-se
por
duas
“réguas
de
segurança”,
emissora/receptora de uma cortina (malha) de feixes
infravermelhos. Se um feixe for interrompido, o sistema reabre a
porta instantaneamente. Este dispositivo de proteção poderá ser
o da porta de pavimento, desde que este comande as duas
portas ao mesmo tempo.
19.8.12 ELEMENTOS GENÉRICOS – PAINEL DE OPERAÇÃO DE CABINA:
19.8.12.1 O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.12.1.1
Na cabina deverá ser instalado um painel em aço inoxidável (placa
face), em tamanho integral, do piso ao teto, que acomodará a placa
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19.8.12.1.2
19.8.12.1.3
19.8.12.1.4
19.8.12.1.5
19.8.12.1.6
19.8.12.1.7
19.8.12.1.8
Pág. 104
face em aço inoxidável com acabamento escovado.
A placa face conterá os diversos botões de acionamento e
segurança, e terá tamanho adequado à quantidade de componentes
a ela prevista.
Os botões usados para operação do elevador deverão atender aos
requisitos do item 5.4.1 e 5.4.2, da NBR NM 313.
Um indicador de posição deverá ser instalado na cabina, dentro ou
acima da botoeira. As características desse indicador devem atender
o que determina o item 5.4.3 da NBR NM 313.
Um indicador de movimento (scroll), também deverá ser instalado.
Esses indicadores deverão ser luminosos e digitais. Esses
indicadores indicam o sentido do elevador durante o percurso.
Deverá ser instalado sistema digital de comunicação no interior da
cabina, de modo a informar a posição da mesma, quando a cabina
pára. O sinal audível deverá ter um nível sonoro que atenda ao
estabelecido pelo item 5.4.4.2, da NBR NM 313.
Deverá ser instalado no interior da cabina, um intercomunicador vivavoz.
Deverá ser instalado um dispositivo de alarme, conforme item 5.4.4.3
da NBR NM 313.
19.8.13 ELEMENTOS GENÉRICOS – MÁQUINAS/MOTORES:
19.8.13.1 O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.13.1.1
19.8.13.1.2
A máquina de tração será VVVF atuando com motor de corrente
alternada ACVF.
O motor de tração deverá operar em corrente alternada e possuir
controle de variação de freqüência (motor ACVF).
19.8.14 ELEMENTOS GENÉRICOS – OPERADORES DE PORTAS:
a) O projeto (especificação) deverá registrar que os operadores de portas e seus
mecanismos atuarão em freqüência variável e permitir a abertura e fechamento
das portas de forma rápida, silenciosa e segura.
19.8.15 ELEMENTOS GENÉRICOS – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E DE CONTROLE
ELETRÔNICO
19.8.15.1 O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.15.1.1
19.8.15.1.2
19.8.16
O controle eletrônico do elevador deverá ser um sistema de alta
“performance”, que utilize tecnologia de controle de variação de
tensão e freqüência, que integre e controle automaticamente todos os
elementos de operação; O sistema de controle, deverá incluir
tecnologia mais avançada em controle por microprocessadores e
circuitos de estado sólido, coordenando as operações de cada
elevador, eliminando movimentos perdidos, acelerando o atendimento
à chamadas e aumentando efetivamente a capacidade de transporte
durante o seu funcionamento.
Todo o cabeamento elétrico (fiação) deverá atender ao estabelecido
no item 13 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, da norma NBR NM 207.
ELEMENTOS GENÉRICOS – PROTEÇÕES
19.8.16.1
O sistema de controle eletrônico do elevador deverá ser protegido contra
falhas elétricas, devendo conter, no mínimo, proteção contra inversão de
fases, relé térmico, ajuste automático de tempos de operação de portas,
sistema de proteção contra sobrecarga no motor do operador de portas e
sistema de retorno automático.
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19.8.16.2
19.8.16.3
19.8.17
O motor deverá ser protegido contra sobrecargas e curto-circuito, conforme
determina o item 13.3 da norma NBR NM 207.
Todos os dispositivos e sistemas de proteção a serem implementados
deverão atender aos requisitos do item 14 PROTEÇÃO CONTRA FALHAS
ELÉTRICAS, CONTROLES, PRIORIDADES, da norma NBR NM 207.
ELEMENTOS GENÉRICOS – ACESSIBILIDADE:
19.8.17.1
19.8.18
Pág. 105
O projeto (especificação) deverá registrar que o elevador deverá
ser completamente adequado à norma NBR NM 313, que trata
dos requisitos particulares para acessibilidade em elevadores
elétricos.
PLATAFORMA DE ELEVAÇÃO:
19.8.18.1
19.8.18.2
19.8.18.3
19.8.18.4
19.8.18.5
19.8.18.6
19.8.18.7
19.8.18.8
19.8.18.9
19.8.18.10
19.8.18.11
19.8.18.12
19.8.18.13
19.8.18.14
São consideradas plataformas de elevação, os equipamentos destinados ao
transporte de pessoas portadoras de necessidades especiais, construídas em
conformidade com a norma ABNT NBR 15655-1/09 - Plataformas de elevação
motorizadas para pessoas com mobilidade reduzida – Requisitos para
segurança, dimensões e operação funcional – Parte 1: Plataformas de
elevação vertical (ISO 9386-1, MOD).
As Plataformas de elevação são dispositivos (equipamentos) permanentemente
instalados para servir níveis fixos de pavimentos, compreendendo uma
plataforma guiada cujas dimensões e forma de construção que permitem o
acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais, com ou sem cadeira
de rodas.
As Plataformas de elevação serão fornecidas completas, incluindo todos os
elementos e acessórios exigidos na NBR 15655-1/09 – Plataformas de
elevação motorizadas para pessoas com mobilidade reduzida – Requisitos
para segurança, dimensões e operação funcional – Parte 1: Plataforma de
elevação vertical (ISSO 9386-1, MOD).
Os componentes das plataformas de elevação devem ser de construção
adequada tanto mecânica como eletricamente, usando materiais livres de
defeitos óbvios e que sejam de resistência e qualidade adequadas.
Deve ser levada em conta, também, a necessidade de proteção contra os
efeitos de corrosão.
A propagação de ruídos e vibrações para quaisquer paredes das redondezas e
outras estruturas de sustentação deve ser minimizada.
As plataformas de elevação devem ser projetadas, construídas e instaladas de
forma que os acessos aos componentes que exijam inspeção periódica,
ensaio, manutenção ou reparo, sejam fáceis.
Os materiais usados na construção da plataforma de elevação não podem
favorecer a combustão nem devem ser perigosos através de sua natureza
tóxica e quantidade de gás e fumaça que podem ser gerados em uma situação
de incêndio. Componentes plásticos e isolação de fiação elétrica devem ser
retardantes à chama e auto-extingüíveis.
A velocidade nominal da plataforma de elevação na direção do percurso deve
ser menor ou igual a 0,15 m/s (09 m/min).
As plataformas de elevação de percurso vertical deverão ser utilizadas para
vencer desníveis de até 2,00 metros, com percurso aberto e fechamento lateral
de cabina de 1,10 metros, a partir do piso da plataforma. Nos casos em que o
percurso estiver próximo a elementos de risco, como vigas, a cabina deverá ser
fechada.
Para vencer percursos de até 9,00 metros, deverá ser utilizada cabina fechada.
A carga nominal deve ser não inferior a 250 kg. O projeto da plataforma deve
ser baseado em uma carga não inferior a 210 kg/m2 da área livre do piso.
O coeficiente de segurança para todas as partes do equipamento deve ser
maior ou igual a 1,6, com base na resistência à deformação e na máxima carga
dinâmica.
A plataforma de elevação deverá ser projetada de modo a incorporar proteção
para minimizar o risco nas seguintes situações de perigo:
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Pág. 106
corte, esmagamento, aprisionamento ou escoriação;
emaranhamento;
queda ou tropeço;
choque físico e impacto;
choque elétrico;
fogo, atribuível ao uso da plataforma de elevação.
19.8.18.15 Os componentes elétricos e mecânicos devem ser protegidos contra os
efeitos prejudiciais e perigosos de influências externas encontradas na área
de instalação prevista, por exemplo:
• entrada de água e corpos sólidos;
• defeitos da umidade, temperatura, corrosão, poluição atmosférica,
radiação solar, etc.;
• ações da fauna e flora.
19.8.18.16 Componentes (por exemplo: engrenagens e unidade de acionamento)
devem ser protegidos até onde possível para impedir riscos de danos físicos
a pessoas. Onde necessário, as proteções devem ser de material não
perfurado. Os painéis de acesso devem ser fixados por meios que exijam o
uso de uma ferramenta ou chave para a sua retirada.
19.8.18.17 As plataformas de elevação devem dispor de informações, avisos e
instruções de operação, afixados em locais visíveis e de fácil compreensão,
atendendo ao especificado no item 13, da NBR 15655-1.
19.8.18.18 Na plataforma devem estar disponíveis as informações mínimas indicadas
abaixo:
• carga nominal, em quilogramas, e o número máximo de pessoas que
podem ser transportados;
• nome do fabricante, número de série e ano de fabricação/instalação;
• função de todos os dispositivos;
• símbolo internacional de acesso; e
• demais informações nas áreas da máquina e nos acessos.
19.8.19 PROJETO DE EXECUÇÃO:
19.8.19.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.19.1.1
19.8.19.1.1.1
19.8.19.1.1.2
19.8.19.1.1.3
19.8.19.1.1.4
19.8.19.1.1.5
19.8.19.1.1.6
19.8.19.2
instalador apresentará previamente ao Fiscal da obra o projeto
executivo de todo o sistema de transporte vertical, integrado,
sem interferências com os demais sistemas do prédio, definindo:
marcas, modelos, materiais e suas características técnicas,
dimensões e pesos;
dimensionamento localização das bases dos equipamentos;
encaminhamento e sustentação das guias, contrapeso, polias,
tubulações de força e comando (chamada, seleção, despacho),
etc.;
detalhes de aberturas para passagem dos elementos referidos
no item anterior, montagem dos amortecedores ou outros;
detalhes de montagem e posicionamento de marcos, batentes,
caixas de botoeiras, ganchos, soleiras, etc.;
diagrama de forças e esquemas de comando e sinalização, com
discriminação dos materiais, modelos e capacidade
A aposição ou não do "de acordo", com ou sem ressalvas, no projeto de
execução, após a apreciação do mesmo por parte do Fiscal da obra, não
eximirá o instalador de suas responsabilidades técnicas e civis, nem
tampouco alterará sua obrigação de cumprimento, na íntegra, do previsto no
contrato quanto ao fornecimento dos equipamentos e materiais e quanto à
execução de todos os serviços da instalação completa.
19.8.20 SERVIÇOS COMPLEMENTARES:
19.8.20.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
Minuta13921-julho/2010
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA – BRASÍLIA (DF)
CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
19.8.20.2
Pág. 107
Caberão, ainda, ao instalador os seguintes serviços complementares de
instalação de elevadores:
• instalação de força e luz para alimentação da instalação até os pontos
indicados no desenho do projeto;
• preparo dos passadiços, de acordo com regulamentos locais e projeto
estrutural;
• preparo e acabamento das paredes para frentes e entradas;
• construção de apoios necessários para a fixação dos grampos das guias;
• execução de todos os revestimentos, pinturas e retoques na alvenaria
envolvida;
• execução dos trabalhos de alvenaria e quaisquer alterações que sejam
necessárias nos pavimentos e paredes;
• obtenção das licenças das autoridades competentes, para
funcionamento das plataformas de elevação.
19.8.21 CERTIFICADO DE APROVAÇÃO E DE GARANTIA
19.8.21.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.21.1.1 O instalador fornecerá ao fiscal da obra o "Certificado de Aprovação da
Instalação", expedido pelo órgão oficial especializado que jurisdicione a
localidade em que se situe a obra em apreço.
19.8.21.1.2 O instalador também fornecerá ao Fiscal da obra um "Certificado de
Garantia" de que todos os materiais e mão-de-obra empregados são de
primeira qualidade, bem como compromisso de correção de todos os
defeitos não decorrentes do uso normal da instalação e dos
equipamentos que porventura sobrevenham durante o prazo de 01
(um) ano, a contar da data do recebimento provisório, conforme Edital
de Licitação.
19.8.22 MANUTENÇÃO GRATUITA
19.8.22.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.22.1.1
Juntamente com o(s) certificado(s) referido(s) no item
precedente, o instalador apresentará ao Fiscal da obra um
"Compromisso de Manutenção Gratuita", pelo qual se obrigará a
prestar, através da contratante da instalação de elevadores e
durante o prazo de 01 (um) ano, a contar do recebimento
provisório, a seguinte assistência:
•
exames periódicos da instalação, por técnico habilitado,
prevendo-se o mínimo de 1 visita mensal;
•
ajustes e regulagens porventura necessários;
•
lubrificação e limpeza;
•
fornecimento e colocação de peças e acessórios para
manter o equipamento em perfeitas condições de operação;
e
•
atendimento de chamadas requeridas em razão de defeitos
ou embaraços ocorridos na instalação.
19.8.23 ENSAIO, INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO:
19.8.23.1
19.8.23.2
19.8.23.3
O projeto (especificação) deverá registrar que:
Imediatamente após o término da instalação e antes da colocação em
operação, a plataforma de elevação deve ser sujeita à inspeção e ensaios
completos, por pessoa qualificada, que seguirá as determinações do DOC
B, da NBR 15655-1/09.
A plataforma de elevação deve ser sujeita a ensaios elétricos e mecânicos,
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CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA – BRASÍLIA (DF)
CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
19.8.23.4
Pág. 108
conforme determinação dos itens 11.1.3 e 11.1.4 da NBR 15655-1/09.
Deverão ser disponibilizados, juntamente com a entrega da plataforma de
elevação, o manual de operação, ensaios e manutenção.
19.8.24 ELEMENTOS GENÉRICOS - DISPOSITIVOS OPERACIONAIS
19.8.24.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.24.1.1
19.8.24.1.2
19.8.24.1.3
Dispositivos operacionais (botões de acionamento) devem ser
providos em cada acesso (pavimento) e na cabina da plataforma.
Os dispositivos operacionais usados para controlar o movimento da
plataforma devem depender de pressão contínua.
A plataforma de elevação deverá conter dispositivo de operação do
alarme de emergência. Este deverá estar conectado a um sistema
de alarme audível e reconhecível.
19.8.25 ELEMENTOS GENÉRICOS - COMPONENTES MECÂNICOS
19.8.25.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.25.1.1
19.8.25.1.2
19.8.25.1.3
19.8.25.1.4
19.8.25.1.5
19.8.25.1.6
Caso a plataforma de elevação necessite de inspeção e
manutenção por debaixo da mesma, seu acesso deve ser garantido
com segurança e, se necessário, essa garantia deve ser obtida por
meio de um dispositivo de bloqueio mecânico.
As aberturas dando acesso à plataforma devem ser providas de
porta de pavimento.
Rampas devem existir em todas as bordas de acesso à plataforma,
que possuam degrau com altura maior que 15 mm. A construção
dessas rampas deve atender ao que determina o item 9.1.2.9 da
NBR 15655-1/09.
Quando vidro é usado para a construção do fechamento da caixa,
portas corrediças horizontais ou portas de eixo vertical, devem ser
atendidas as condições determinadas nas Tabelas 2, 3 ou 4, da
NBR 15655-1/09.
De modo a impedir o rolamento de uma cadeira de rodas para
fora, a plataforma deverá conter, no lado do pavimento mais baixo,
uma proteção mecânica (abas) conforme determinações do item
10.2.3.1, da NBR 15655-1/09.
A plataforma de elevação deverá, também, dispor de barreira(s) que
impeçam o rolamento de cadeira de rodas quando em movimento.
Sua construção deverá atender aos requisitos do item 10.2.3.3, da
NBR 15655-1/09.
19.8.26 CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS - ACESSOS
19.8.26.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.26.1.1
19.8.26.1.2
19.8.26.1.3
19.8.26.1.4
19.8.26.1.5
Os acessos à plataforma devem dispor de portas, de largura livre
mínima de 900 mm.
A distância horizontal entre bordas da plataforma e o fechamento ou
entre plataforma e soleira do pavimento não pode exceder 20 mm.
A plataforma poderá ter suas portas dispostas no sentido oposto
(180°) ou adjacente (90°); Obs: A posição das porta s será definida
seguindo o projeto arquitetônico/executivo.
No caso de plataforma com portas adjacentes, as dimensões
internas mínimas deverão ser de 1.100 x 1.400 mm.
No caso de plataforma com portas opostas, as dimensões internas
mínimas deverão ser de 900 x 1.400 mm.
19.8.27 CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS - SISTEMA DE ACIONAMENTO
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CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
19.8.27.1
Pág. 109
O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.27.1.1
19.8.27.1.2
19.8.27.1.3
19.8.27.1.4
A plataforma de elevação deverá ter seu sistema de acionamento
atendido por porca e fuso.
O fuso acionador deve ser construído em metal com adequada
resistência ao impacto e ao desgaste.
A porca acionadora deve ser construída em metal compatível com o
do fuso, de modo a garantir condição idêntica quanto ao desgaste e
resistência ao impacto.
Em acionadores por porca e fuso irreversíveis, uma porca de
segurança deverá ser utilizada no lugar do freio de segurança e
esta, deverá possuir um coeficiente de segurança equivalente ao da
porca acionadora.
19.8.28 CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS – INSTALAÇÃO ELÉTRICA
19.8.28.1
O projeto (especificação) deverá registrar que:
19.8.28.1.1
19.8.28.1.2
19.8.28.1.3
19.8.28.1.4
A plataforma de elevação deverá ter sua respectiva instalação
elétrica em conformidade com as exigências das normas IEC
60204-1, IEC 60335-1 e NBR 5410.
A tensão de operação da unidade acionadora da plataforma de
elevação deve ser de 220 ou 110 Volts, 60 Hertz, monofásico em
função da tensão padrão no local de instalação.
As máquinas e equipamentos terão fator de potência >= 0,92.
O projeto elétrico da plataforma de elevação deverá conter
dispositivos de proteção contra as falhas elétrica abaixo descritas:
•
•
•
•
•
•
•
•
19.8.28.1.5
A plataforma de elevação deverá dispor de componentes conforme
abaixo:
•
•
•
•
•
•
19.8.28.1.6
19.8.28.1.7
19.8.28.1.8
19.8.28.1.9
ausência de tensão;
queda de tensão;
inversão de fase;
falha na isolação entre um circuito elétrico e superfícies
metálicas ou terra;
curto-circuito ou circuito em aberto, mudança de valor ou função
em um componente elétrico, tal como, por exemplo, resistor,
capacitor, transistor ou lâmpada;
na tração ou atração incompleta da armadura móvel de um
contator ou relé;
não separação da armadura móvel de um contator ou relé;
não abertura ou não fechamento de um contato.
dispositivo de segurança para travamento de porta;
dispositivo de parada de emergência;
interruptores operados por bordas ou superfícies sensíveis;
limitador de percurso final;
dispositivo de confirmação de barreira travada;
interruptor de falha do acionador porca/fuso.
O motor de acionamento deve ser protegido contra sobrecarga e
correntes potencialmente danosas, por meio de um dispositivo
adequado que desconecte automaticamente a alimentação.
A área nominal da seção transversal de todos os condutores deve
ser adequada à faixa de intensidade de corrente (de projeto).
Nenhum condutor deve ter área menor que 0,5 mm². Os condutores
do circuito de segurança e potência não podem ter área menor que
0,75 mm².
Qualquer condutor de aterramento não pode ser menor do que o
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Pág. 110
maior condutor de alimentação.
19.8.28.1.10 Todo material metálico exposto, que não condutores, passível de se
tornar eletricamente carregado, deve ser aterrado.
19.8.28.1.11 Todos os circuitos elétricos devem ser protegidos pelo uso de um
dispositivo de corrente residual (DR), cuja corrente máxima nominal
de acionamento deve ser de 30 mA.
20
TIPO: Caderno de Encargos / Especificações dos Serviços
20.1
CARACTERÍSTICAS:
20.1.1 Especificações de todos os serviços a serem executados na obra de reforma de cada
dependência. Sua apresentação deverá obedecer ao padrão do “Caderno de Encargos –
Parte IV” do Banco do Brasil.
20.1.2 Será fornecido, pelo Setor de Engenharia responsável pelo projeto, modelo padrão de
especificações (adaptado às características regionais de cada CSL ou Plataforma de
Engenharia) no qual a CONTRATADA, sob orientação da Fiscalização, irá subtrair os
itens não utilizados, acrescentar itens necessários, conforme necessidades de cada
dependência, e editar o documento de forma que reflita fielmente a obra a ser executada
e de forma a permitir a licitação para obra.
20.1.3 Todos os materiais e serviços deverão ser devidamente especificados no memorial
descritivo, estipulando-se as condições mínimas aceitáveis de qualidade, indicando-se
tipos, modelos, sem definição de marcas (conforme determina Decreto de Licitações e
Contratos 8.666/93), e demais características técnicas, sendo escolhidos, de
preferência, dentre os que não forem de fabricação exclusiva.
20.1.4 Os Materiais de acabamentos deverão ser escolhidos juntamente com o Fiscal do
projeto (Arquiteto responsável) e poderá ser diferente para cada dependência.
20.1.5 Será de responsabilidade da CONTRATADA verificar se os materiais escolhidos para a
dependência possuem fornecimento regular no mercado e se o fabricante não retirou o
produto de linha de fabricação.
20.1.6 Caso o material escolhido estiver fora de linha de fabricação ou apresentar dificuldade
de fornecimento, caberá a CONTRATADA, sob a orientação da Fiscalização, buscar no
mercado e com fabricantes material semelhante para substituição.
20.1.7 A especificação deverá ser única por dependência e deverá englobar todos os serviços
tais como: civil, elétrica, arquitetura, CFTV, Ar Condicionado, etc.
20.2
COMPONENTES:
20.2.1 Documento de texto no formato MS-WORD – versão 97 (*.doc) conforme padronização
do Banco do Brasil.
20.2.2 Este documento deve ser entregue em uma via impressa/assinada e em arquivo digital
distinto, um para cada dependência, nomeado conforme o padrão abaixo:
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Pág. 111
PPPP-SB – Especificação - MMMAAAA
onde:
PPPP
SB
PREFIXO da dependência, sem o dígito verificador
•
4 caracteres
Código SB–Subordinação – PAA, PAB e PAE (Dependência = “00”)
•
2 caracteres
MMM
MÊS – data da especificação
•
3 caracteres
AAAA
ANO – data da especificação
•
4 caracteres
21 TIPO: Quantitativo de Materiais, Orçamento e Cronogramas
21.1
CARACTERÍSTICAS:
21.1.1
Define-se como orçamento, para fins da presente instrução, o documento onde se
registram as operações de cálculo para fornecimento de materiais e execução de
serviços, que melhor traduza determinados projetos e especificações.
21.1.2 Deverá ser observada a norma NBR 12721 - Avaliação de Custos Unitários e Preparo de
Orçamento de Construção para Incorporação de Edifício em Condomínio, da ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas.
21.1.3 O orçamento será detalhado, montado a partir dos projetos executivos, detalhamentos
complementares, especificações precisas, composições de custo específicas, coleta
individual de preços de insumos em fonte consagrada e específica (fornecedores no
atacado e fabricantes) de forma a permitir a licitação para a obra.
21.1.4 Nos orçamentos dos serviços não será admitida a utilização de unidades de medida
imprecisas tais como "verbas", "eventuais" ou similares para valoração dos itens
orçamentários. As unidades de medida utilizadas deverão explicitar, mesmo que
rudimentarmente, o racional do orçamentista para inferir as quantidades estimadas para
as obras a serem orçadas.
21.1.5 A CONTRATADA deverá apresentar o orçamento que contemple todos os serviços,
inclusive os referentes a instalações elétricas, estruturais, hidráulicas, sanitárias, de ar
condicionado e outros, discriminadamente, em itens específicos do orçamento,
numerados conforme sequência do Caderno Geral de Encargos. O orçamento global
deverá constituir-se de peça única visando facilitar a análise de sua curva “ABC”.
21.1.6 A curva “ABC” com os itens do orçamento que montam 70% do valor total da obra e a
Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) quitada junto ao CREA local, para o(s)
profissional(is) técnico(s) responsáveis pelo trabalho deverá(ão) vir anexa(s) ao
Orçamento Detalhado.
21.1.7 A CONTRATANTE, por meio do Setor de Engenharia responsável pelo projeto,
fornecerá as composições e os insumos existentes no sistema de orçamentação do
Banco (SISORCE), adaptado às características regionais de cada CSL ou Plataforma de
Engenharia, em arquivo no formato MS- Excel - padrão 97 (*.xls).
21.1.8 As composições e/ou insumos orçados devem apresentar a mesma descrição do
serviço, de forma literal, em correspondência com o sistema de orçamentação do Banco
(SISORCE), a cada linha do orçamento.
21.1.9 Os insumos não constantes do SISORCE devem ser orçados, com no mínimo 03 (três)
fornecedores e as informações lançadas no formulário “modelo_composição_insumo.xls”
a ser fornecido à CONTRATADA. Deverá ser feita análise dos preços cotados e
descartados valores discrepantes, mantendo o mínimo de 03 (três) cotações.
21.1.10 As composições orçadas e não constantes do SISORCE devem ser montadas de acordo
com o formulário “modelo_composição_insumo.xls”.
21.1.11 Na descrição dos serviços (Nome da composição) deverão constar as características
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CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
21.1.12
21.1.13
21.1.14
21.1.15
21.1.16
21.1.17
21.2
Pág. 112
técnicas (materiais, dimensões, etc...), indicando-se tipos, modelos, sem definição de
marcas (conforme determina Decreto de Licitações e Contratos 8.666/93).
Os critérios adotados para a montagem das composições devem ser os mesmos da
planilha que apresenta as composições com os preços unitários, ou na sua falta, os
critérios adotados pela SINAPI (CEF) ou TCPO/PINI.
Somente há necessidade de cotar os insumos ainda não constantes do banco de dados
do SISORCE.
Eventuais discrepâncias significativas entre os preços utilizados no orçamento que será
apresentado, portanto de mercado, e os preços constantes do banco de dados do
SISORCE, devem ser comunicados ao Setor de Engenharia responsável pelo projeto,
formalmente, para análise e correção se for o caso.
Na entrega do projeto, todas as linhas do orçamento que não possuírem o código do
SISORCE devem possuir a respectiva composição e/ou insumo acompanhando a
planilha.
Caso a dependência apresente mais de um pavimento, a Fiscalização, a seu critério,
poderá solicitar que seja feito um orçamento distinto para cada pavimento e outro que
engloba itens comuns e a soma dos pavimentos. Neste caso, a planilha continuará
sendo apenas um arquivo com mais de uma planilha.
A CONTRATADA deverá apresentar cronograma descritivo e físico-financeiro de
execução da obra. Deverá, ainda, atentar para que a seqüência dos serviços seja
planejada segundo uma logística própria para evitar a paralisação não programada dos
equipamentos de TI,
sem prejuízo do andamento normal das atividades da
dependência, considerando que a mesma permanecerá em funcionamento.
COMPONENTES:
21.2.1
21.2.2
Planilha no formato MS-EXCEL – versão 97 (*.xls) conforme padrão do Banco do Brasil.
Este documento deve ser entregue em uma via impressa/assinada e em arquivo digital
distinto, um para cada dependência, nomeado conforme o padrão abaixo
PPPP-SB – Orçamento - MMMAAAA
onde:
PPPP
SB
PREFIXO da dependência, sem o dígito verificador
•
4 caracteres
Código SB–Subordinação – PAA, PAB e PAE (Dependência = “00”)
•
2 caracteres
MMM
MÊS - data do orçamento
•
3 caracteres
AAAA
ANO - data do orçamento
•
4 caracteres
22 TIPO: Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)
22.1
22.2
22.3
22.4
O formulário da ART será preenchido pelo Responsável Técnico do serviço, sem rasuras,
manuscrito em letra de forma ou por intermédio de sistema informatizado, com cópias,
rigorosamente de acordo com as instruções que determinam o manual técnico de
preenchimento de ART, estabelecido pelo CREA/CONFEA.
A ART dos projetos complementares deverá estar vinculada à ART do profissional
responsável pelo projeto arquitetônico.
No campo “Resumo do contrato” deverá constar, entre outras informações que o
profissional emitente considere relevante, o nº do contrato e o respectivo objeto.
As datas de início e fim dos serviços devem estar de acordo com o prazo estabelecido em
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CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
22.5
Pág. 113
contrato.
Também deverá ser observado o disposto na RESOLUÇÃO Nº 1.025, DE 30 DE
OUTUBRO DE 2009, do CONFEA, em especial o artigo 28, o qual transcrevemos a seguir:
Art. 28. A ART relativa à execução de obra ou prestação de serviço deve ser registrada
antes do início da respectiva atividade técnica, de acordo com as informações constantes do
contrato firmado entre as partes.
§ 1º No caso de obras públicas, a ART pode ser registrada em até dez dias após a liberação
da ordem de serviço ou após a assinatura do contrato ou de documento equivalente, desde
que não esteja caracterizado o início da atividade.
§ 2º É vedado o registro da ART relativa à execução de obra ou à prestação de serviço
concluído, cuja atividade técnica tenha sido iniciada após a data de entrada em vigor desta
resolução.
23 NORMAS
Conforme Caderno Geral de Encargos do Banco do Brasil, e mais o adiante especificado a título
de complementação.
23.1
FORMATO DAS FOLHAS DOS DESENHOS
23.1.1
23.1.2
23.2
FORMATO
DIMENSÕES EXTERNAS
A0-encolhido
1054 x 841 mm
A1
841 x 594 mm
A1-estendido
950 x 594 mm
A2
594 x 420 mm
A3
420 x 297 mm
A4
210 x 297 mm
Os carimbos das folhas serão fornecidos pelo Banco através de arquivo digital em
formato AutoCAD (*.dwg).
ESCALAS DOS DESENHOS
23.2.1
Todos os desenhos devem ser executados considerando que uma unidade no desenho
corresponde a 1 metro no mundo real.
23.2.2
Os desenhos devem ser impressos utilizando-se das escalas usuais de Arquitetura e
Engenharia, a saber:
1:1
1:10
1:75
1:500
23.3
Os formatos de folhas devem ater-se às seguintes dimensões:
1:2
1:12,5
1:100
1:750
1:2,5
1:20
1:125
1:1000
1:5
1:25
1:200
1:2000
1:7,5
1:50
1:250
ESTILOS DOS DESENHOS
23.3.1
As entidades criadas terão tipo de linha e cor "bylayer".
23.3.2
Os blocos de mobiliário e cotas não devem ser explodidos.
23.3.3
Os blocos deverão estar desenhados no “layer 0” para poder assumir o layer escolhido
em desenho.
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Pág. 114
23.3.4
Os estilos de texto devem utilizar-se de fontes padrão do AutoCAD ou do Windows.
Preferencialmente utilizar a fonte "Arial" do Windows.
23.3.5
Os textos devem ser criados com alturas de letras tais que, quando impressas,
obedeçam aos valores abaixo, em mm:
Espessura
1.0
1.5
2.0
2.5
3.0
23.3.6
Régua do normógrafo
40
60
80
100
120
Espessura
3.5
4.5
5.0
6.0
7.5
Régua do normógrafo
140
175
200
240
290
Será fornecido à CONTRATADA, arquivo de modelo para o AutoCAD com os padrões
definidos nesta seção.
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23.4
Pág. 115
CONFIGURAÇÃO DOS LAYERS
ESQUEMA GERAL DOS LAYERS
GRUPO
Arquitetura
(01)
LAYERS
A1
01
COR TELA
(tipo linha)
1/red
A1
02
2/yellow
7
0,2
A1
03
3/green
7
0,3
A1
04
4/cyan
7
0,4
A1
05
5/blue
7
0,5
A1
06
6/magenta
7
0,6
A1
07
7/white
7
0,7
A1
DEMOL
40(hidden)
40
0,1
A1
A1
MOBI
PROJ
2/yellow
1(hidden2)
7
7
0,2
0,1
100
0,1
7 ou 1/red
253
7
7
0,1
0,2
0,2
0,1
A1
Arquitetura
(02)
Simbologia(01)
Simbologia(02)
COR
PLOTAGEM
7
ESP
mm
0,1
A2
A2
A2
A2
CONST 100/green
RUIR
COTA 8 e 9*/cinza
HACHU 253/cinza
SANIT
2/yellow
TXT01
1/red
A2
TXT02
2/yellow
7
0,2
A2
TXT03
3/green
7
0,3
A2
TXT04
4/cyan
7
0,4
A2
TXT05
5/blue
7
0,5
A2
TXT06
6/magenta
7
0,6
A2
TXT07
7/white
7
0,7
S1
SIMBF
1/red
7
0,1
S1
SIMBG
6/magenta
7
0,6
S2
MARGF
1/red
7
0,1
S2
MARG
G
7/white
7
0,7
ASSUNTO
Elementos de desenho
impressos com esp. 0,1mm
Elementos de desenho
impressos com esp. 0,2mm
Elementos de desenho
impressos com esp. 0,3mm
Elementos de desenho
impressos com esp. 0,4mm
Elementos de desenho
impressos com esp. 0,5mm
Elementos de desenho
impressos com esp. 0,6mm
Elementos de desenho
impressos com esp. 0,7mm
Elementos a serem
demolidos ou removidos
Mobiliário
Elementos ocultos na vista
atual – em projeção
Hachura dos elementos a
construir ou executar
Cotas
Hachuras
Peças sanitárias
Textos com espessura
0,1mm
Textos com espessura
0,2mm
Textos com espessura
0,3mm
Textos com espessura
0,4mm
Textos com espessura
0,5mm
Textos com espessura
0,6mm
Textos com espessura
0,7mm
Símbolos com esp. 0,1mm
Ex:
Legenda; blocos; pessoas,
etc.
Símbolos com esp. 0,6mm
Ex:
Ind. Norte; símb. de corte;
etc.
Margens e carimbos – esp.
0,1
Margens e carimbos – esp.
0,7
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Pág. 116
Observações:
I)
II)
23.5
No layer A2cota as linhas terão cor 8 e os números cor 9, de modo a propiciar que tanto as
linhas de cota como os números possam ser impressos em cor diferente da dos demais
elementos do desenho. Tal configuração visa também possibilitar uma maior clareza visual na
tela de trabalho.
O tipo de linha padrão é o “continuous”, Os Layers com linha diferenciada terão o respectivo
tipo de linha identificado entre parênteses.
PADRÃO PARA COMPOSIÇÃO DE NOMES DOS ARQUIVOS DE PROJETOS:
23.5.1
FORMA DO NOME
PPPP – SB - TT(TT) – NN - DD(DD) – PP – MMMAAAA
____________ ______ _____________ ________ _____________ _____ _________________
- Dependência - SB
- Projeto
- Prancha - Desenho
- Pav. - Data do projeto
Onde:
PPPP
SB
TT(TT)
PREFIXO da dependência, sem o dígito verificador
•
4 caracteres
Código SB–Subordinação – PAA, PAB e PAE (Dependência = “00”)
•
2 caracteres
TIPO de projeto; conforme convenção abaixo
•
2 a 4 caracteres
NN
NÚMERO da prancha – sequencial constante no “carimbo” ou “selo”
•
2 caracteres
PP
PAVIMENTO – número do pavimento, conforme convenção abaixo
•
2 caracteres
DD(DD)
DESCRIÇÃO do conteúdo da prancha
•
2 a 4 caracteres, conforme convenção abaixo
MMM
MÊS - data do projeto consta no “carimbo” ou “selo” da prancha
•
3 caracteres
AAAA
ANO - data do projeto consta no “carimbo” ou “selo” da prancha
•
4 caracteres
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23.6
Pág. 117
CONVENÇÕES
23.6.1
Tipos de Projetos:
AC
Ar Condicionado (climatização / ventilação mecânica)
AL
Alarme
ARQ
Arquitetônico
CFTV
Circuito Fechado de TV
ELET
Elétrico (grupo gerador / subestação, força )
ESTR
Estrutural
HIDR
Hidráulico (água / pluvial / esgoto)
INC
Prevenção e Combate a Incêndio (hidrantes / extintores)
PAIS
Paisagismo
RL
Rede Local (rede lógica / dados)
SIN
Sinalização Visual (comunicação visual / sinalização interna / externa)
SPDA
Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (pára-raios)
TEL
Telefonia
TOPO
Levantamento Topográfico (sondagem / altimétrico / planimétrico)
DIV
Diversos – Muitos projetos na mesma prancha ou não identificados.
OBS:
Em alguns casos existem 02 (dois) ou mais projetos afins na mesma prancha, como
Telefonia e Alarme, Arquitetônico e Paisagismo ou CFTV e Alarme, por exemplo.
Nesses casos indicar os 02 (dois) tipos: TEL_AL, ARQ_PAIS ou CFTV_AL.
Quando forem muitos ou não identificados, usar DIV.
23.6.2
Pavimentos:
S1
Subsolo 1
S2
Subsolo 2
ES
Estacionamento
S3
Subsolo 3
GA
Garagem
...
01
COB
G1,G2...
Térreo, 1º Pavimento ou Único
Cobertura
Garagem 1, Garagem 2...
MZ
Mezanino
02
2º Pavimento
SL
Sobreloja
03
3º Pavimento
SO
Sótão
TI
Tipo
...
DV
23.6.3
Diversos – cortes, elevações ou mais de 01 pav. na mesma prancha
Descrição do conteúdo da prancha:
ALT
Altimétrico - Topográfico
LAY
Leiaute
COB
Cobertura
LUM
Luminárias - Planta
COR
Corte
MOB
Mobiliário
DET
Detalhes
ORC
Orçamento
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DIA
Diagramas
PERF
Perfis do Terreno
ELEV
Elevações
PERS
Perspectivas
ESC
Escadas
PIS
Piso - Planta
ESP
Especificações
PLNI
Planimétrico - Topográfico
ESQ
Esquadrias
QDF
Quadros de Força
SIN
Sinalização
PLAN
Planta - Executivo
EXI
Existente - Planta
SIT
Situação
FOR
Forro – Planta
TC
Sala de TeleComunicações
IMP
Implantação
TES
Tesouraria / Casa-Forte
ISC
Instalações Sanitárias / Copa
TOM
Tomadas
ISO
Isométricas de hidráulica
DIV
Diversos - Mais de um tipo de desenho na mesma prancha
OUTR
Outros - Tipos não contemplados na lista acima
23.6.4
Meses para composição da data:
JAN
Janeiro
JUL
Julho
FEV
Fevereiro
AGO
Agosto
MAR
Março
SET
Setembro
ABR
Abril
OUT
Outubro
MAI
Maio
NOV
Novembro
JUN
Junho
DEZ
Dezembro
23.7
EXEMPLOS:
•
1519-00-ARQ-03-PLAN-01-OUT2003
1519
00
ARQ
03
PLAN
01
OUT2003
•
1869-00-ELET-04-TOM-MZ-ABR1999
1869
00
ELET
04
TOM
MZ
ABR1999
•
Dependência Champagnat
SB: Dependência autônoma (00)
Projeto Arquitetônico
Prancha: Número 03
Desenho: Planta Executivo
Pavimento: Primeiro (Térreo)
Data - Outubro de 2003.
Dependência Comendador Araújo
SB: Dependência autônoma (00)
Projeto Arquitetônico
Prancha: Número 04
Desenho: Tomadas
Pavimento: Mezanino
Data - Abril de 1999.
0009-00-CFTV-01-PLAN-02-SET2001
0009
00
CFTV
Dependência Praça Tiradentes
SB: Dependência autônoma (00)
Projeto Arquitetônico
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01
PLAN
02
SET2001
•
Prancha: Número 01
Desenho: Planta Executivo
Pavimento: Segundo
Data - Setembro de 2001.
0259-03-RL-01-PLAN-01-MAR2002
0259
03
RL
01
PLAN
01
MAR2002
•
Pág. 119
Dependência Paranaguá
SB: PAB Junta de Conciliação e Julgamento (03)
Projeto de Rede Local
Prancha: Número 01
Desenho: Planta Executivo
Pavimento: Primeiro (ou térreo, ou único)
Data – Março de 2002.
1433-24-ELET-02-LUM-05-AGO2004
1433
24
ELET
02
LUM
05
AGO2004
Dependência Rua Mateus Leme
SB: PAB Edifício Delta (24)
Projeto Elétrico
Prancha: Número 02
Desenho: Planta de Luminárias
Pavimento: Quinto
Data – Agosto de 2004.
24 TIPO: Reuniões
24.1
CARACTERÍSTICAS: Reuniões periódicas com todos os profissionais envolvidos na sede do
Setor de Engenharia do Banco do Brasil responsável pelo projeto.
24.1.1 As reuniões ocorrerão no início e na entrega final de cada FASE e também a cada
intervalo de 20 (vinte) dias, seguindo a sequência indicada no Anexo 03. Os custos
relacionados às reuniões, tais como deslocamentos, estadas (se houver), alimentação,
entre outros, estão incluídos no valor da contratação, discriminados no orçamento da
Contratada.
24.1.2 Deverão estar presentes às reuniões todos os profissionais responsáveis pelos projetos
tais como: arquiteto, Eng Civil, Eng Eletricista, Eng. Mecânico, etc.
24.1.3 A reunião deverá ser confirmada e agendada com no mínimo 48 horas de antecedência
com a Fiscalização do Banco.
24.1.4 Caso a CONTRATADA apresente projetos com erros, conforme já mencionado em
capítulo específico, a mesma deverá comparecer no prazo de 48 horas na sede do Setor
de Engenharia no Rio de Janeiro ou São Paulo e Na Sede da equipe técnica Matricial em
Brasilia responsáveis pelos projetos para que se possa repassar para as mesmas as
correções a serem efetuadas. Para essas reuniões não haverá acréscimo nos honorários
ou custos adicionais para o Contratante.
24.1.5 Para as reuniões, a CONTRATADA deverá preparar o material e levar os projetos
impressos podendo ser no formato A3 ou superior, desde que seja legível o entendimento
do mesmo. No caso de fotos, a CONTRATADA poderá optar por levar as mesmas em
meio impresso ou em equipamento próprio (que possua tela de no mínimo 10”) para que
seja possível a sua visualização.
24.1.6 A CONTRATADA deverá elaborar atas das Reuniões, as quais deverão ser repassadas
para todos os presentes da mesma.
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RECOMENDAÇÕES GERAIS
ARQUITETURA E ELEMENTOS DE URBANISMO ARQUITETURA
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 – Especificação
Apêndice
2
–
Eliminação
de
Barreiras
Arquitetônicas para Deficientes Físicos
Apêndice 3 – Organização e Dimensionamento de
Espaços Internos - Leiaute
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
projetos de Arquitetura.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas as
seguintes definições:
2.1 Levantamento de dados
Conjunto de observações e informações relativos ao
terreno onde se pretende implantar a obra, incluindo
registros cadastrais, leis e códigos municipais,
estaduais e federais, serviços públicos, vizinhanças e
condições
ambientais,
bem
como
programas
orçamentários de suporte do empreendimento.
2.2 Programa de Necessidades
Determinação da entidade a ser instalada na
edificação, de sua estrutura organizacional, de seus
usuários, equipamentos e fluxos de funcionamento, e
relação dos espaços necessários para a realização das
atividades pertinentes à sua estrutura organizacional,
seus leiautes, respectivos dimensionamento e
características.
2.3 Partido arquitetônico
Intenção formal de configuração e resolução da
edificação
a
ser
executada,
baseada
em
condicionantes e determinantes obtidos pela análise
dos dados e do programa de intervenção pretendido.
São fatores condicionantes e determinantes, entre
outros, o contexto onde a obra está inserida, a
legislação regulamentadora, a complexidade e o rigor
do programa de necessidades, a representatividade a
ser atendida, a disponibilidade financeira, os meios
construtivos disponíveis, os sistemas de modulação e
padronização da construção existentes.
3.1.2 Conhecer a área onde será implantada a
edificação, sua natureza e características, incluindo os
seguintes aspectos:
observar a forma, configuração física, topografia e
drenagem natural;
2.4 Atividade
Função a ser desenvolvida na edificação para
realização dos objetivos da entidade.
2.5 Espaço
Ambiente onde serão realizadas as atividades
previstas para a edificação. Compõe-se de pessoas,
equipamentos e materiais utilizados.
2.6 Usuário
Pessoa que trabalha ou é atendida no espaço da
edificação.
2.7 Equipamento
Elemento necessário ao efetivo exercício das
atividades previstas para a edificação, como
máquinas e mobiliário.
2.8 Leiaute
Distribuição
física
dos
equipamentos
num
determinado espaço da edificação, dispostos de
modo a permitir aos usuários efetivos o fluxo de
funcionamento das atividades e o manuseio dos
materiais pertinentes.
2.9 Esta Prática adota a terminologia da NBR 13532 Elaboração de Projetos de Edificações – Arquitetura,
no que diz respeito:
à edificação: ambientes exteriores ou externos e
interiores;
aos elementos da edificação: fundações,
estruturas, coberturas, forros, vedos verticais,
como:fachadas, proteções, esquadrias, divisórias,
muros, paredes, portas
e guarda corpos,
revestimentos
e
acabamentos
(exteriores
e
interiores), impermeabilizações, equipamento para
comunicação visual, mobiliário (livres e incorporados,
exteriores e interiores, incluindo elementos de
paisagismo) e vegetação;
às instalações prediais e seus componentes
construtivos: elétricas, mecânicas, hidráulicas e
sanitárias,
equipamentos
de
iluminação
e
equipamentos sanitários.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser obedecidas as seguintes condições
gerais:
3.1 Levantamento de Dados e Programa de
Necessidades
3.1.1 Obter dados relativos ao planejamento urbano e
territorial da área onde será implantada a edificação,
sua formação e tendências de desenvolvimento,
verificando a existência ou não de projetos de
urbanização e desapropriação por parte do poder
público local.
fim de poder aferir características de cada espaço
com relação à área requerida, ao conforto ambiental
necessário e outros fatores.
3.1.7 Obter informações quanto aos equipamentos
necessários, atuais e futuros, para realização das
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verificar a interferência com o meio ambiente e as
normas federais existentes;
verificar as normas legais existentes para taxas de
ocupação, coeficiente de aproveitamento, recuos,
gabaritos, e outros;
obter dados com relação ao subsolo e ao histórico
de inundações (ou marés), efetuando, se necessários,
estudos hidrológicos, a fim de determinar áreas com
maior viabilidade para a implantação;
tomar conhecimento do ambiente em geral:
altitude, direção do norte verdadeiro (geográfico) e,
se necessárias, a latitude e radiação solar, para
estudos de geometria de insolação e determinação das
cargas térmicas incidentes sobre a edificação;
temperatura e umidade relativa do ar, ventos,
chuvas e, se necessária, a nebulosidade, para estudos
de adequação da edificação ao clima;
direção dos ventos predominantes.
tomar conhecimento dos níveis de iluminação
exterior, dos solstícios de verão e inverno, para
dimensionamento dos sistemas de iluminação natural;
tomar conhecimento dos níveis e fontes de ruídos
nas proximidades do local, se perceptíveis, para
determinar soluções acústicas;
obter dados referentes à poluição do ar do ambiente
externo, quando o problema se apresentar, para
determinar soluções necessárias;
observar o extrato vegetal e possíveis áreas a
serem preservadas.
3.1.3 Observar os sistemas de utilidades e serviços
existentes e necessários ao empreendimento, como
energia elétrica, água, esgoto, telefonia, lixo e outros, e
sua capacidade, para posterior levantamento cadastral
e utilização pelos projetos especializados.
3.1.4 Observar os serviços locais de transporte,
comunicação, comércio, polícia, bombeiros, saúde,
habitação, atividades sócio-culturais e esportivas em
geral, que possam apoiar o empreendimento.
3.1.5 Obter informações com relação às atividades
principais, de apoio e de serviços da edificação, atuais
e futuros, e seus fluxos operacionais, de materiais e
serviços, afim de permitir a análise de suas interações
e sua composição em espaços. Determinar suas
características e seus agentes, principalmente aqueles
que poderão causar danos, como radiação,
magnetismo, infecções biológicas, alterações químicas
e outras.
3.1.6 Obter informações com relação ao elemento
humano que ocupará a edificação, trabalhando ou
sendo atendido, nos seus aspectos qualitativos e
quantitativos, atuais e futuros, a
várias atividades programadas para a edificação.
3.2 Partido Arquitetônico
3.2.1 Apreender o objetivo da edificação e as atitudes
e aspirações do Contratante com relação ao
empreendimento, o plano de desenvolvimento em
que se insere, os incentivos e as restrições
pertinentes.
3.2.2 Conhecer a área de influência do
empreendimento (local, regional ou nacional),
relacionada à população e região a serem atendidas.
3.2.3 Conhecer os materiais de construção e técnicas
construtivas condizentes com a região.
3.2.4 Determinar o tipo de construção e o método
construtivo adequado aos materiais e à condição
climática da região, elegendo uma modulação e uma
padronização de acordo com
aquelas características.
4.4 Materiais e Técnicas Construtivas
4.4.1 A evolução tecnológica dos materiais deverá ser
considerada para garantir melhor qualidade e
desempenho nos serviços e produtos de uma
edificação. Além disso, também será levada em conta a
possibilidade de substituição de serviços artesanais por
elementos industrializados para reduzir prazos e custos
de construção.
4.4.2 Não será admitida a especificação de materiais
bem como assegurar as condições de higiene
compatíveis com o ambiente.
4.4.8 Revestimentos, Acabamentos e Arremates
Os revestimentos, acabamentos e arremates
deverão:
apresentar resultados visuais, externos e internos,
compatíveis com os objetivos e a representatividade
da edificação;
assegurar desempenho adequado ao tipo de
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 Implantação
4.1.1 Verificar se a atividade prevista para a
edificação depende de licenciamento de órgão
estadual ou federal, principalmente quanto à
elaboração de Estudo de Impacto Ambiental - EIA e
Relatório de Impacto Ambiental - RIMA, de
conformidade com a Resolução N.º 1 do Conama
(Conselho Nacional do Meio Ambiente). O
licenciamento prévio poderá impor condições e limites
a serem obedecidos na elaboração do projeto
executivo que, uma vez concluído, será apresentado
para a obtenção de Licença Ambiental de Instalação LAI. Como exemplo podem ser mencionados os
empreendimentos que envolvem áreas acima de 100
ha ou áreas consideradas de relevante interesse
ambiental, a critério dos órgãos que integram o
SISNAMA.
4.1.2 O projeto deverá obedecer uma relação entre
área construída e a área total, de conformidade com a
taxa de ocupação e o coeficiente de aproveitamento
previstos para a zona de uso onde se situa o terreno
de implantação. Se estas taxas e coeficientes não
forem estabelecidos pelas posturas municipais,
deverão ser definidos pelo autor do projeto, de forma
a garantir uma área livre compatível com o uso da
edificação.
4.1.3 A edificação deverá ser localizada de modo a
respeitar os recuos mínimos exigidos pela postura
local entre o prédio e as ruas e os limites do terreno,
assim como as distâncias
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por marcas comerciais, de conformidade com a
legislação em vigor. Este cuidado na especificação
leva, também à necessidade de impor uma
padronização dos componentes, principalmente em
obras destinadas ao mesmo fim.
4.4.3 A inclusão de elementos padronizados no projeto,
além de melhorar cada vez mais a qualidade da
construção pela repetição das operações, proporciona
um suporte ideal para a manutenção da edificação ou
elemento urbano, racionalizando estoques e facilitando
o manuseio e troca de componentes.
4.4.4 A escolha dos materiais e técnicas construtivas
deverá levar em consideração:
a representatividade da edificação;
técnica construtiva adequada à indústria , materiais
e mão de obra locais;
condições econômicas da região;
características funcionais da edificação;
desempenho térmico e acústico;
facilidade de execução, de conservação e
manutenção dos materiais escolhidos;
disponibilidade financeira;
possibilidade de padronização e modulação dos
componentes;
estanqueidade com relação à chuvas, ventos,
insolação e agentes agressivos;
resistência ao fogo;
segurança.
4.4.5 Coberturas
As coberturas deverão obedecer às inclinações
recomendadas pelos fabricantes para os diferentes
tipos de materiais de telhados. As calhas deverão,
preferencialmente, ser dispostas externamente à
projeção da edificação e providas de extravasores de
segurança.
4.4.6 Forros
Os forros, quando necessários, deverão proporcionar,
sobretudo, a melhoria do desempenho térmico e
acústico do ambiente.
4.4.7 Vedos
Os vedos deverão ser providos de resistência
mecânica e resistência à agentes naturais, químicos,
físicos e biológicos,
Pág. 122
utilização do ambiente ( molhado, abrasivo, ácido, e
outros).
Os arremates devem compatibilizar materiais
diferentes que não podem ser ligados diretamente
sem interferir no desempenho do sistema, bem como
permitir acomodações para as diferenças de dilatação
dos materiais.
4.4.9 Impermeabilizações ou Revestimentos
Impermeabilizantes
O sistema de impermeabilização, se necessário,
deverá
ser adequado a cada caso particular, como cobertura,
respaldo dos baldrames, reservatórios de água e
outros e será escolhido em função de:
forma da estrutura;
movimentação;
temperatura e umidade relativa do local;
efeito arquitetônico;
utilização da superfície (passagens, terraços e
outras).
Cada solução em particular deverá levar em conta as
propriedades dos componentes e do sistema, como
impermeabilidade, resiliência (resistência ao choque),
vida útil, resistência mecânica e isolação térmica.
4.4.10 Equipamentos
A escolha de equipamentos fixos ou móveis, quando
não definidos no programa de necessidades, deverá
considerar:
a avaliação das necessidades em função das
atividades de cada ambiente (segurança, higiene,
comunicação e funções especiais como laboratórios e
outros) e do tipo de usuário;
a simplicidade e eficiência na sua montagem e
manutenção.
Os equipamentos necessários ao desenvolvimento de
atividades específicas, como laboratórios e outras
implicarão a execução de projetos específicos.
4.5 Condições Peculiares
O projetista deverá manter com o Contratante uma
relação de constante aferição das propostas e
alternativas conquistadas.
Nos casos em que o projeto da edificação se revestir
de uma característica peculiar, o projetista deverá
pesquisar
soluções alternativas e apresentá-las em relatórios
justificativos, com prós e contras, para melhor análise Deverão estar graficamente representados:
do Contratante, podendo inclusive alterar ou criar um discriminação em plantas, cortes e fachadas, em
novo padrão de componente ou técnica construtiva.
escalas não menores que 1:100, de todos os
pavimentos da edificação e seus espaços, com
5. ETAPAS DE PROJETO
As atividades técnicas de elaboração de projetos de indicação dos materiais de construção, acabamentos
edificações deverão ser conduzidas em etapas e dimensões, principalmente de escadas, sanitários e
sucessivas pelo Contratante e pelo autor do projeto, locais especiais;
locação da edificação ou conjunto de edificações e
sendo, no mínimo, as seguintes :
Levantamento de Dados - o Caderno de Encargos seus acessos de pedestres e veículos;
deverá definir quais os itens fornecidos pelo definição de todo o espaço externo e seu
tratamento:
Contratante;
Programa de Necessidades - a ser fornecido no muros, rampas, escadas, estacionamentos, calçadas
e outros, sempre com as dimensões e locações
Caderno de Encargos;
relativas;
Estudo de Viabilidade;
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Estudo Preliminar;
Anteprojeto;
Projeto Legal;
Projeto Básico;
Projeto Executivo.
5.1 Estudo de Viabilidade
Consiste na elaboração de análises e avaliações para
seleção e recomendação de alternativas de concepção
da edificação, seus elementos, instalações e
componentes.
5.2 Estudo Preliminar
Consiste na definição gráfica da implantação e do
partido arquitetônico através de plantas, cortes e
fachadas em escala livre, compreendendo:
a implantação da edificação ou conjunto de
edificações e seu relacionamento com o local
escolhido, acessos, estacionamentos e outros,
inclusive expansões possíveis;
a explicitação do sistema construtivo e dos
materiais empregados;
os esquemas de zoneamento do conjunto de
atividades, as circulações e organização volumétrica;
o número de edificações, suas destinações e
locações aproximadas;
o número de pavimentos;
os esquemas de infra-estrutura de serviços;
o atendimento ao Caderno de Encargos, normas e
condições da legislação e dos índices de ocupação do
solo. O conceito será desenvolvido a partir da análise e
consolidação do Programa de Necessidades e deverá
caracterizar o organograma de espaços, atividades e
fluxograma operacional. Deverá ser apresentado o
relatório técnico justificativo.
5.3 Anteprojeto
Esta etapa consiste na elaboração e representação
técnica da solução apresentada e aprovada no Estudo
Preliminar. Apresentará a concepção da estrutura, das
instalações em geral, e de todos os componentes do
projeto arquitetônicos.
Pág. 123
indicação do movimento de terra, com
demonstração de áreas de corte e aterro;
demonstrativo de compatibilidade dos Projetos
Complementares, dos quais ele será a base;
relatório técnico.
5.4 Projeto Legal
Esta etapa consiste na representação do conjunto de
informações técnicas necessárias à análise e
aprovação, pelas autoridades competentes, da
concepção da edificação, dos seus elementos e
instalações, com base nas exigências legais
(municipais, estaduais e federais) e à obtenção do
alvará ou das licenças e demais documentos
indispensáveis para as atividades da construção.
Deverão ser graficamente representadas as plantas,
cortes e fachadas em escala não inferior a 1:100, com
todas as descrições e justificativas de acordo com
cada uma das apresentações nas concessionárias de
serviços, corpo de bombeiros e demais órgãos do
poder público local.
5.5 Projeto Básico
Esta etapa destina-se à representação do conjunto de
informações técnicas necessárias para a execução da
obra, num detalhamento suficiente para o perfeito
entendimento dos serviços e materiais a serem
empregados no objeto de uma licitação, em todas
suas atividades técnicas. O Projeto Básico deverá
demonstrar e assegurar a Viabilidade técnica e o
adequado tratamento do impacto Ambiental do
empreendimento e possibilitar a avaliação do custo
da obra e a definição dos métodos de execução. O
Projeto Básico conterá os mesmos elementos
gráficos do anteprojeto, bem como os itens descritos
da Lei de Licitações e Contratos, com especial
atenção para o fornecimento do orçamento detalhado
da construção dos serviços e obras, fundamentado
em quantitativos de serviços e fornecimentos
perfeitamente especificados, e indicações
necessárias à fixação dos prazos de execução.
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5.6 Projeto Executivo
Esta etapa consiste na representação completa do
projeto de Arquitetura, que deverá conter, de forma
clara e precisa, todos os detalhes construtivos e
indicações necessárias à perfeita interpretação dos
elementos para a execução dos serviços e obras,
incluindo o orçamento detalhado, fundamentado em
quantitativos
de
serviços
e
fornecimentos
perfeitamente
especificados,
e
indicações
necessárias à fixação dos prazos de execução. O
Projeto Executivo deverá estar representado
graficamente por desenhos de plantas, cortes,
fachadas e ampliações de áreas molhadas ou
especiais, em escala conveniente, e em tamanho de
papel que permita fácil manuseio na obra. Os
detalhes de elementos da edificação e de seus
componentes construtivos poderão ser apresentados
em cadernos anexos onde conste sua representação
gráfica, de conformidade com a Norma NBR 6492 –
Representação
de
Projetos
de
Arquitetura,
especificações, critérios de execução, recebimento e
medição, que poderão ser padrões. Deverão estar
graficamente representados:
a) a implantação do edifício, onde constem:
a orientação da planta com a indicação do Norte
verdadeiro ou magnético e as geratrizes da
implantação;
a representação do terreno, com as características
planialtimétricas, compreendendo medidas e ângulos
dos lados e curvas de nível, e localização de árvores,
postes, hidrantes e outros elementos construídos,
existentes;
as áreas de corte e aterro, com a localização e
indicação da inclinação de taludes e arrimos;
os RN do levantamento topográfico;
os eixos das paredes externas das edificações,
cotados em relação a referência preestabelecida e
bem identificada;
as cotas de nível do terrapleno das edificações e
dos pontos significativos das áreas externas
(calçadas, acessos, patamares, rampas e outros);
a localização dos elementos externos ,
construídos, como estacionamentos, construções
auxiliares e outros.
b) o edifício, compreendendo:
plantas de todos os pavimentos, com destino e
medidas internas de todos os compartimentos,
espessura de paredes, material e tipo de
acabamento, e indicações de cortes, elevações,
ampliações e detalhes;
dimensões e cotas relativas de todas as aberturas,
vãos de portas e janelas, altura dos peitorais e
sentido de abertura;
Pág. 124
escoamento das águas, a posição das calhas,
condutores e beirais, reservatórios, “domus”, rufos e
demais
e
elementos,
inclusive
tipo
de
impermeabilização, juntas de dilatação, aberturas e
equipamentos, sempre com indicação de material e
demais informações necessárias;
todas as elevações indicando aberturas e materiais
de acabamento;
cortes das edificações onde fique demonstrado o pé
direito dos compartimentos, alturas das paredes e
barras impermeáveis, altura de platibandas, cotas de
nível de escadas e patamares, cotas de piso acabado,
tudo sempre com indicação clara dos respectivos
materiais de execução e acabamento;
impermeabilização de paredes e outros elementos
de proteção contra a umidade;
ampliações, se for o caso, de áreas molhadas ou
especiais, com indicação de equipamentos e aparelhos
hidráulicosanitários,
indicando seu tipo e detalhes necessários;
esquadrias, o material componente, o tipo de vidro,
fechaduras, fechos, dobradiças, o acabamento e o
movimento das peças, sejam horizontais ou verticais;
todos os detalhes que se fizerem necessários para
a perfeita compreensão da obra a executar, como
coberturas, peças de concreto aparente, escadas,
bancadas, balcões e outros planos de trabalho,
armários, divisórias, equipamentos de segurança e
todos os arremates necessários.
c) deverão ser apresentados ainda, o relatório técnico e
os memoriais justificativos.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de Arquitetura deverão também atender às
seguintes Normas e Práticas Complementares:
Práticas de Projeto, Construção e Manutenção de
Edifícios Públicos Federais;
Normas da ABNT e do INMETRO:
NBR 6492 - Representação de Projetos de Arquitetura
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
NBR 13532 - Elaboração de Projetos de Edificações Arquitetura
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
Ansi/Tia 942 – Infraestrutura para Data Centers –
projetos de arquitetura para ambientes críticos de
TI.
Anexo 03 – Item 04
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APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
Especificações técnicas de materiais, equipamentos e
serviços referentes ao projeto de Arquitetura.
2. ESPECIFICAÇÕES
As especificações deverão atender às Normas
Brasileiras aplicáveis. Para a perfeita identificação
dos materiais, equipamentos e serviços previstos no
projeto, as especificações deverão identificar as
características
necessárias
e suficientes
ao
desempenho requerido. Estas características deverão
ser comprovadas na execução da obra. As
especificações deverão conter, basicamente , as
características
abaixo
discriminadas,
quando
procedentes.
2.1 Generalidades
Para a discriminação do desempenho dos materiais,
equipamentos, serviços ou outro componente,
deverão ser definidas as seguintes características:
do componente:
- nomenclatura;
- material básico ;
- forma, dimensões e tolerâncias;
- funcionamento;
- acabamento superficial;
- padrão final referido à um desempenho técnico.
do serviço:
- materiais;
- modo de preparo;
- acabamento superficial;
- padrão final referido a um desempenho técnico.
do material:
- aspecto;
- textura;
- dureza;
- resistência mecânica;
- resistência ao fogo;
- porosidade;
- aspecto e desempenho final.
2.5 Revestimentos, Acabamentos e Arremates
2.5.1 De paredes, tetos e pisos
- local da aplicação;
- tipo;
- solicitação de uso;
- preparo da base;
- características do material e serviços a executar;
- características dos arremates;
- aspecto e desempenho final.
2.5.2 Pinturas
- local da aplicação;
- indicação da superfície onde será aplicada e qual
- absorção de água e impermeabilidade;
- padrão final referido a um desempenho técnico.
2.2 Coberturas
- local da aplicação;
- tipo de telha;
- inclinação;
- fixação e características de montagem;
- tipo de calha;
- localização e detalhe das descidas de água pluvial;
- características dos materiais componentes e peças
complementares como rufos e outros acessórios;
- aspecto e desempenho final.
2.3 Forros
- local da aplicação;
- tipo de forro;
- fixação e características de montagem;
- características dos acessórios;
- interferências com equipamentos de iluminação, dutos
de ventilação e outros;
- aspecto e desempenho final.
2.4 Vedos
2.4.1 Paredes
- local da aplicação;
- tipo e dimensões dos materiais componentes;
- solicitação de uso;
- detalhes de arremates;
- aspecto e desempenho final.
2.4.2 Esquadrias (portas, janelas, “brises”)
- local da aplicação;
- tipo e funcionamento;
- solicitação de uso;
- características dos materiais componentes;
- tipo das ferragens;
- detalhes de arremates ( pingadeiras, soleiras)
- características do serviço a executar;
- aspecto e desempenho final.
2.4.3 Vidros e plásticos
- local da aplicação;
- tipo;
- cor e transparência;
- características dos materiais e serviços a executar;
- indicação da superfície;
- tipo e características dos materiais a serem utilizados;
- características do serviço a executar (preparo da
superfície, aplicação e arremates);
- aspecto e desempenho final;
2.5.4 Arremates
- local da aplicação;
- tipo do arremate;
- características do material e dos serviços a executar;
- aspecto e desempenho final.
2.6 Equipamentos e Acessórios
- local da aplicação;
- solicitação de uso;
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o preparo da base;
- características das tintas de fundo e acabamento;
- método de aplicação;
- aspecto e desempenho final.
2.5.3 Impermeabilizações
- local da aplicação;
Pág. 126
- características dos materiais componentes;
- características de montagem e seqüência de
operações;
- características de fixação quando houver;
- podem ser mencionados modelo e linha de pelo menos
3 (três) fabricantes de referência;
- aspecto e desempenho final.
APÊNDICE 2
ELIMINAÇÃO DE BARREIRRAS ARQUITETÔNICAS PARA
DEFICIENTES FÍSICOS
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Condições Gerais
1. OBJETIVO
Estabelecer diretrizes gerais para a elaboração de
Projetos de Eliminação de Barreiras Arquitetônicas
Para Deficientes Físicos.
2. CONDIÇÕES GERAIS
Os projetos deverão atender à Norma Brasileira
NBR-9050-Acessibilidade de pessoas portadoras de
deficiências a edificações, espaço, mobiliário e
equipamento urbanos. Neste apêndice são
destacados pontos básicos para os projetos:
As dependências que demandem acentuado
contato
com
o
público
deverão
estar,
preferencialmente, localizadas no térreo da
edificação.
Os pisos, principalmente nas áreas de maior
circulação de público, deverão ser antiderrapantes,
principalmente quando se tratar de rampas ou áreas
molhadas.
Todas as aberturas de passagem deverão ser
dimensionadas com largura mínima de 80 cm. Os
corredores deverão ter largura mínima de 120 cm,
sendo que a rotação de uma cadeira de rodas exige
l=150 cm.
A altura máxima para a manipulação de
dispositivos é de 135 cm, sendo 120 cm a altura
confortável. As maçanetas a ser especificadas
serão preferencialmente, de tipo alavanca.
Deverá ser previsto trecho em rampa sempre
que a
diferença de nível da soleira for superior a 1,5 cm,
ou em pelo menos uma da entradas, quando o
térreo estiver
acentuadamente acima do nível da calçada.
As rampas deverão ter inclinação máxima de 12,5%,
para h=18 cm, até 5% para h=150cm, largura não inferior
a 120 cm, corrimão a 92 cm do piso e barra ou elemento
sólido a 15 cm do piso.
Deverá ser previsto pelo menos um sanitário com
facilidade para deficientes por piso.
Em todo edifício de mais de um andar deverá estar
previsto rampa ou elevador.
As especificações concernentes à elevadores de
passageiros determinarão que os botões de chamada e
comando tenham opção de leitura braile e estejam a, no
máximo, 135 cm do piso, as cabinas deverão ter
corrimãos, e dimensões de 110 cm por 140 cm.
Os sistemas de alarme de incêndio deverão possuir
dispositivos
de
sinalização
sonoroluminosa
adequadamente localizados no edifício e o mecanismo
de alarme ser de fácil ativação e estar a, no máximo, 135
cm do piso.
Projetos de auditórios devem prever local destinado a
cadeiras de rodas , inclusive, quando for o caso, dotado
de equipamentos de tradução simultânea, sem prejuízo
das condições de visibilidade e locomoção.
Os refeitórios e salas de leitura deverão ser
projetados de maneira a permitir o acesso, circulação e
manobra de cadeira de rodas, bem como possuir mesas
apropriadas aos usuários desses aparelhos.
No ”hall” da edificação, quando houver telefones
públicos, pelo menos um deles deverá ser acessível à
pessoa em cadeira de rodas.
Todo elemento em suspenso sobre o piso deverá ter
altura superior a 210 cm ou ter na sua projeção neste
piso degrau ou elemento que permita a percepção por
deficientes visuais.
Os balcões e áreas de atendimento deverão ter
h=70/80 cm.
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APÊNDICE 3
ORGANIZAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DE ESPAÇOS
INTERNOS – LEIAUTE
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a definição,
organização e dimensionamento de espaços
internos visando o suporte para a elaboração de
projetos de construção, complementação, reforma
ou ampliação de uma edificação ou conjunto de
edificações.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Programa de Necessidades
Conjunto de características e condições necessárias
ao desenvolvimento das atividades dos usuários da
edificação que, adequadamente consideradas,
definem e originam a proposição para o
empreendimento a ser realizado.
2.2 Atividades
Funções a serem desenvolvidas na edificação para
a
realização dos objetivos da entidade.
2.3 Espaço
Ambiente aonde são realizadas as atividades
previstas.
Os espaços são compostos de pessoas,
equipamentos e material a ser utilizado.
2.4 Equipamentos
Elementos necessários ao exercício efetivo das
atividades previstas para a edificação, como
máquinas e mobiliário.
2.5 Leiaute
Distribuição
física
dos
equipamentos
num
determinado espaço, dispostos de modo a permitir
aos seus usuários efetivar o fluxo de funcionamento
das atividades e o manuseio dos materiais
pertinentes.
3. CONDIÇÕES GERAIS
3.1 A elaboração do programa de necessidades terá
por base a determinação da entidade a ser instalada
na edificação e a sua estrutura organizacional, seus
usuários, equipamentos e fluxos de funcionamento
e a relação e o dimensionamento dos espaços
necessários para a realização das atividades
previstas.
necessidade de alta potência instalada.
3.9 A constância de uso de espaços repetitivos e o
zoneamento da edificação com tipologia de espaços
e características comuns, deverão conduzir à
possibilidade de elaboração de uma padronização
de tipos de espaço, e também de uma padronização
3.2 A organização e o dimensionamento dos leiautes de
uma determinada estrutura administrativa e de serviços
serão realizados a partir da listagem dos espaços e de
suas características qualitativas e quantitativas, de modo
a propiciar a tomada de decisões para a reforma de uma
edificação ou, no caso de novos empreendimentos, para
o
agenciamento
do
terreno
da
implantação,
dimensionamento e setorização do partido arquitetônico.
3.3 O programa de necessidades conterá, além das
diretrizes para a implantação da edificação ou conjunto
de edifícios no terreno, a relação e características
construtivas e operacionais das atividades: seus
espaços, interrelacionamentos e leiautes.
3.4 Para o dimensionamento dos leiautes deverão ser
levantados todos os participantes da atividade ou
espaço, seus procedimentos padrão e os equipamentos
necessários. Estes elementos serão dispostos sobre
uma malha modular dimensional, adotando os
espaçamentos entre os equipamentos de modo a
permitirem a operacionalização dos fluxos levantados.
3.5 Para a obtenção de melhores resultados, a malha
modular será um quadriculado múltiplo de um módulo
base compatível com a tipologia da construção
pretendida.
3.6 Os leiautes elaborados com tais procedimentos
poderão ser utilizados para atividades iguais ou de
mesmas características de outros empreendimentos,
conduzindo à consolidação de leiautes-padrão.
3.7 Os leiautes-padrão utilizados para o programa de
uma edificação, que poderão ser incorporados às
normas de determinados órgãos ou setores da
Administração, deverão então ser dispostos ao longo de
um bloco construtivo, observando-se, sempre, uma boa
relação de profundidade entre o corredor e as janelas.
3.8 De preferência, num mesmo bloco construtivo,
deverão ser agrupados os leiautes que apresentarem as
mesmas características construtivas primárias, ou seja,
aquelas que interferirem com a estrutura da edificação.
As características secundárias, apostas e que poderão
ser modificadas posteriormente, serão consideradas na
fase de detalhamento do projetos. São características
primárias:
pé-direito;
sobrecarga admissível;
iluminação e ventilação natural ou artificial;
formas especiais, piso inclinado, ausência de
colunas;
manuseio de material perigoso;
modelos construtivos recomendados deverão integrar o
Caderno de Encargos para a contratação do projeto da
edificação.
3.11 Os leiautes-padrão adotados pelos órgãos setoriais
ou
seccionais
abrangidos
pelo
SISG
serão
periodicamente compilados, avaliados e publicados pela
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de blocos ou modelos construtivos.
Administração, com vistas à difusão da experiência e
3.10 Todos os leiautes dimensionados assim como inovações tecnológicas adquiridas ao longo do tempo.
os
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ARQUITETURA E ELEMENTOS DE URBANISMO INTERIORES
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 - Especificação
2.7 Equipamentos Especiais
Equipamentos de uso restrito, quer por exigirem
cuidados
especiais,
quer
por
apresentarem
características particulares de representatividade, nem
sempre produzidos em série, como aparelhos
eletrônicos, mobiliário especial e outros.
2.8 Programa de Necessidades
Relação das características de uso dos espaços,
necessários à realização das atividades previstas.
2.9 Fluxograma Operacional
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração Representação gráfica da seqüência de operações
necessárias à realização das diversas funções e
de
atividades previstas.
projetos de Interiores.
2. TERMINOLOGIA
3. CONDIÇÕES GERAIS
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Interiores
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a execução e instalação de componentes
de ambientação, de modo a implementar e qualificar
os espaços arquitetônicos da edificação.
2.2 Ambientação
Dotar os espaços interiores da edificação dos
elementos necessários à realização das atividades
programadas, visando sua completa adequação ao
uso a que se destina.
2.3 Revestimentos
Elementos que cobrem uma superfície, a ela
Incorporados após sua execução.
2.4 Aplicações
Elementos apostos a uma superfície, como: painéis
fotográficos, de avisos, placas de comunicação e
sinalização, quadros, objetos de arte e outros.
2.5 Equipamentos
Elementos necessários ao exercício efetivo das
atividades programadas.
2.6 Equipamentos de Massa
Equipamentos
de uso
geral,
normalmente
produzidos
em série, como mesas, cadeiras, armários e outros.
Deverão ser observadas as seguintes condições gerais:
3.1 Integrar o projeto de interiores com o de arquitetura,
harmonizando seus objetivos, funções e formas de
utilização dos espaços do edifício.
3.2 Conhecer o objetivo do edifício, sua finalidade e as
atitudes e aspirações governamentais com relação ao
empreendimento, relacionadas à população e à região
que serão atendidas.
3.3 Conhecer o objetivo de cada espaço, sua
representatividade em função de sua finalidade, uso e
atividade, e seu relacionamento com os demais espaços.
3.4 Obter informações com relação às funções principais,
de apoio de serviços do edifício e seus fluxos
operacionais, de materiais e serviços, de maneira a
permitir o estudo da integração dos diversos espaços e a
aferição do programa de necessidades.
3.5 Obter informações com relação ao elemento humano
que ocupará o edifício, trabalhando ou sendo atendido,
nos seus aspectos qualitativos e quantitativos (com a
necessária projeção de demanda).
3.6 Obter informações quanto aos equipamentos
necessários às várias atividades programadas.
3.7 Determinar os tipos de equipamentos cujo
dimensionamento seja o mais adequado para o uso e
cujos materiais componentes sejam adequados às
condições climáticas locais, sempre em conformidade
com as suas especificações.
3.8 Determinar os tipos de materiais a ser usados
de acordo com a atividade do ambiente e com as
condições climáticas locais.
3.9 Conhecer, se já estiver construída, a área
edificada de que trata o projeto, nos seguintes
aspectos:
configuração física do edifício;
ambiente em geral no que se refere a:
- adequação da arquitetura ao clima;
- insolação e cargas térmicas incidentes sobre a
edificação, verificando a necessidade de correções
térmicas pelo projeto de interiores;
- níveis de iluminação exterior, para verificação dos
sistemas de iluminação natural;
- níveis e fontes de ruído relativas ao local, para
edificação ou se estão providas de circulação vertical
compatível com o fluxo de pessoas e materiais.
4.3 O projeto de interiores deverá levar em conta o
condicionamento acústico, o condicionamento térmico
natural ou artificial, a iluminação natural e a ventilação
natural do local, complementando, se necessário, o
projeto de arquitetura.
4.4 Escolha de materiais
A escolha dos materiais deverá levar em conta
condições ambientais, de manutenção e de conservação,
considerando:
técnicas construtivas adequadas à indústria, materiais
e mão-de-obra locais;
aproveitamento dos materiais em suas dimensões de
fabricação;
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verificar a necessidade de correções acústicas no
projeto de interiores.
3.10 Elaborar o projeto de interiores de modo a
estar inteiramente harmonizado com o projeto de
arquitetura. Para tal, obter os elementos desse
projeto que digam respeito não só aos leiautes dos
espaços da edificação, como aos materiais a serem
empregados.
3.11 Adotar, sempre que possível, os seguintes
critérios de projeto:
garantir o conforto e bem-estar em cada um dos
ambientes considerados e no conjunto da
edificação;
adequar o projeto, quanto a materiais e
equipamentos, ao grau de representatividade do
espaço, definido pelo programa e aprovado pelo
Contratante;
adotar, preferencialmente, equipamentos de
massa;
adotar, no que couber, a Prática de Projeto –
Arquitetura
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
Específicas:
4.1
Relação
entre
áreas
ocupadas
por
equipamentos e área livre para circulação:
o projeto deverá manter uma distribuição
racional dos equipamentos em cada ambiente;
o projeto deverá manter uma relação compatível
entre a área ocupada por equipamentos e a área
livre para circulação, de forma a garantir o uso
eficiente dos espaços sem criar transtornos
funcionais.
4.2 O projeto de interiores deverá considerar para
acessos e corredores, no mínimo, o seguinte:
análise dos fluxos dominantes;
reconhecimento
das
dependências
que
demandam acentuado contato com o público e
necessitam local para espera;
se as dependências que demandam acentuado
contato com público estão localizadas no pavimento
térreo da
resultado visual harmonioso, quer quanto ao
conjunto de equipamentos, que devem guardar
entre si um mesmo aspecto (linha de produtos),
quer quanto ao objeto isolado;
simplicidade e eficiência na sua montagem e no
seu uso;
tratando-se de objetos que entrem em contato
direto com o corpo humano, escolha criteriosa dos
materiais, bem como de dimensões ergonômicas, a
fim de proporcionar uma sensação de conforto em
bem-estar ao usuário;
quando não forem encontrados no mercado, ou
quando forem necessários para o desenvolvimento
de atividades especiais, como as exercidas em
laboratórios,
cozinhas
e
lavanderias,
os
equipamentos exigirão projeto específico.
4.4.3.2 Para Paredes Divisórias
Pág. 130
condições econômicas da região;
características funcionais e de representatividade dos
espaços da edificação;
exigências humanas relativas ao uso dos materiais;
condições climáticas locais e exigências humanas
relativas ao conforto térmico, acústico e à iluminação
natural;
facilidade de conservação e manutenção dos
materiais escolhidos.
4.4.1 Revestimentos (Paredes, Forros, Pisos, Painéis
e outros)
A escolha dos tipos de revestimento deverá atender a:
resistência a agentes agressivos;
desempenho acústico, térmico e de iluminação
natural ou artificial;
resistência ao fogo;
resultados visuais (cor, textura e conjunto);
desempenho adequado ao tipo de utilização do
ambiente: molhado, abrasivo, ácido e outros;
economia quanto ao custo adicional e manutenção.
4.4.2 Aplicações e colagens(Painéis Fotográficos, de
Avisos, Placas de Comunicação e Sinalização,
Quadros, Objetos de Arte e Outros)
A escolha das aplicações deverá atender a:
durabilidade do material empregado;
desempenho adequado ao tipo de utilização no
ambiente;
harmonia visual e estética.
4.4.3 Equipamentos
A escolha dos equipamentos, fixos ou móveis, deverá
levar em consideração:
4.4.3.1 Para equipamento em geral:
as necessidades em função das atividades de cada
espaço (uso, segurança, higiene, comunicação, funções
especiais, como de laboratório, cozinha e outras);
aspectos econômicos quanto aos custos iniciais e de
manutenção;
por ambiente;
escalas de cores;
catálogos de linhas comerciais;
relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Estudo Preliminar deverá estar adequado ao projeto
de arquitetura e demais sistemas.
5.2 Projeto Básico
Consiste na definição, dimensionamento e representação
de todos os seus componentes. O Projeto Básico conterá
os itens descritos na lei de Licitações e Contratos, com
especial atenção para o fornecimento do orçamento
detalhado de execução do sistema, fundamentado em
quantitativos de serviço e fornecimentos perfeitamente
especificados, e as indicações necessárias à fixação dos
prazos de execução Deverão estar representados os
seguintes produtos gráficos:
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a planta geral de todos os pavimentos, cotada, na
escala adequada (mínimo 1:100), apresentando todos os
ambientes com suas funções definidas, a disposição de
todos os equipamentos necessários para as atividades a
serem exercidas e a discriminação das especificações
dos revestimentos e das aplicações propostas;
cortes elucidativos dos ambientes, cotados, na escala
adequada, para melhor compreender as alturas
resultantes, em função da escala humana;
catálogos à disposição do mercado para ilustração
daproposta e, eventualmente, amostras;
desenhos específicos em forma de apresentação
livre, quando for o caso, para melhor compreensão da
proposta;
orçamento detalhado dos componentes baseado em
quantitativos de materiais e fornecimento;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
Deverá ser verificado o atendimento aos objetivos
propostos, compatibilizando e fornecendo informações
para os projetos das áreas especializadas de Arquitetura,
Instalações Elétricas e outros.
5.3 Projeto Executivo
O Projeto Executivo deverá conter de forma clara e
precisa todos os detalhes executivos e indicações
necessárias à perfeita e inequívoca execução dos
elementos propostos. Do Projeto Executivo deverão
constar:
as plantas de todos os pavimentos, conforme o
Projeto
Básico, com todas as cotas necessárias para perfeita
locação do equipamento;
cortes elucidativos com as mesmas características;
desenhos com detalhes executivos de cada elemento
e, se for o caso, o modo de fixação, em escalas
5. ETAPAS DE PROJETO
convenientes;
5.1 Estudo Preliminar
A partir dos dados obtidos, conforme descrito em informações Complementares como catálogos,
Condições gerais, e da classificação de cada amostras, modelos ou quaisquer outras referências a
espaço em relação à representatividade e atividade padrão executivo;
nele realizada, serão desenvolvidas alternativas de
arranjos de equipamentos. A alternativa escolhida,
que será a mais vantajosa para a edificação,
atendendo economicamente os objetivos propostos,
constituir-se-á
no
estudo
preliminar
que,
graficamente, deverá conter:
plantas de todos os níveis da edificação, em
escala
adequada, com o arranjo dos mobiliários e
equipamentos
A escolha do tipo de paredes divisórias deverá
assegurar as condições mínimas que atendam a:
resistência mecânica;
resistência a agentes químicos, físicos,
biológicos e
outros;
resistência ao fogo;
desempenho térmico, acústico e iluminação
natural, de acordo com as atividades exercidas no
espaço;
condições de higiene compatíveis com o
ambiente;
resultados visuais (cor, textura e conjunto);
segurança;
estanqueidade quando for o caso;
economia quanto ao custo inicial e de
manutenção.
4.4.4 Condições Especiais
O projeto de Interiores deve levar em consideração
o elemento humano que utilizará a edificação,
prevendo, para tanto, medidas de conforto,
segurança, informação e funcionalidade. Há que
considerar, entretanto, o caso em que o
Atendimento ao elemento humano é função
principal da edificação. Se a população apresenta
uma característica especial, deve o projeto cuidar
do atendimento especial necessário. Este é o caso
de hospitais, creches, asilos para pessoas idosas,
unidades de ensino especial e outros. De maneira
geral, o Autor do Projeto deve, portanto, considerar
condições especiais para idosos, crianças,
deficientes físicos e outros, atendendo às normas
próprias para tais casos.
planilhas de quantificação e orçamento;
NBR 6492 - Representação de Projetos de Arquitetura
relatório técnico, conforme Prática Geral de NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Projeto.
Desenho Técnico
NBR 13532 - Elaboração de Projetos de Edificações 6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de Interiores deverão atender também Arquitetura
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
às
Federais,
seguintes Normas e Práticas Complementares:
Práticas de Projeto, Construção e Manutenção Estaduais e Municipais, inclusive de concessionárias de
serviços públicos.
de Edifícios Públicos Federais;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
Normas da ABNT e do INMETRO:
CREACONFEA
Minuta13921-julho/2010
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA – BRASÍLIA (DF)
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APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de
Especificações técnicas de materiais, equipamentos
e serviços referentes ao projeto de Interiores.
2. ESPECIFICAÇÕES
As especificações deverão atender às Normas
Brasileiras aplicáveis. Para a perfeita identificação
dos materiais, equipamentos e serviços previstos no
projeto, as especificações deverão identificar as
características necessárias e suficientes ao
desempenho requerido. Estas características
deverão ser comprovadas na execução da obra. As
especificações deverão conter, basicamente , as
características abaixo discriminadas, quando
procedentes.
2.1 Generalidades
Para a discriminação do desempenho dos materiais,
Equipamentos, serviços ou outro componente,
deverão ser definidas as seguintes características:
do componente:
- nomenclatura;
- material básico ;
- forma, dimensões e tolerâncias;
- funcionamento;
- acabamento superficial;
- padrão final referido à um desempenho técnico.
do serviço:
- materiais;
- modo de preparo;
- acabamento superficial;
- padrão final referido a um desempenho técnico.
do material:
- aspecto;
- textura;
- dureza
- resistência mecânica;
- resistência ao fogo;
- porosidade;
- absorção de água e impermeabilidade;
- padrão final referido a um desempenho técnico.
2.2 Revestimentos, Acabamentos e Arremates
2.2.1 De paredes, tetos e pisos
- local da aplicação;
- tipo;
- solicitação de uso;
- preparo da base;
- características dos materiais e serviços a executar;
- características dos arremates;
- aspecto e desempenho final.
2.2.2 Pinturas
- local da aplicação;
- indicação da superfície onde será aplicada e qual o
preparo
da base;
- características das tintas de fundo e acabamento;
- método de aplicação;
- aspecto e desempenho final.
2.2.4 Arremates
- local da aplicação;
- tipo do arremate;
- características do material e dos serviços a executar;
- aspecto e desempenho final.
2.3 Equipamentos e Acessórios
- local da aplicação;
- solicitação de uso;
- características dos materiais componentes;
- características de montagem e seqüência de
operações;
- características de fixação quando houver;
- podem ser mencionados modelo e linha de pelo menos
3 (três) fabricantes de referência;
- aspecto e desempenho final.
2.4 Aplicações e Colagens
- local da aplicação;
- solicitação de uso;
- características dos materiais componentes;
- aspectos dimensionais de relevância;
- características de montagem e seqüência de
operações;
- características de fixação;
- aspecto e desempenho final.
2.5 Para objetos de arte, as especificações poderão ser
elaboradas pelo Autor do Projeto em conjunto com o
contratante.
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ARQUITETURA E ELEMENTOS DE URBANISMO COMUNICAÇÃO
VISUAL
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 – Especificação
2.5 Pictogramas
Representação gráfica de funções, atividades, serviços e
normas de segurança e emergência. Usa-se como
comunicação universal e imediata de fácil percepção à
distância e alta legibilidade.
2.6 Signo Direcional
Símbolo gráfico utilizado para indicar direção.
2.7 Código Cromático
Sistema de cores com significado pré estabelecido.
2.8 Mapa Índice
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração Quadro e mapas indicadores que informam a ocupação
de edificação por pavimento ou a distribuição das
de
atividades no pavimento, destinando-se a auxiliar o
projetos de Comunicação Visual.
usuário na sua localização e orientação na edificação.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta prática são adotadas 2.9 Suporte de Informação
Veículo utilizado para fixação de mensagens do sistema
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Comunicação Visual ou de comunicação adotado: placas, postes, paredes, pisos
e outros.
Programação Visual
Conjunto de elementos gráficos que visa organizar e
disciplinar a execução de sistemas de comunicação
visual, de modo a orientar o usuário no espaço
arquitetônico da edificação ou conjunto de
edificações.
2.2 Sistema de Comunicação Visual (Informação)
Conjunto de mensagens visuais organizado
segundo
uma linguagem gráfica programada para fornecer
informações sobre as funções ,atividades e normas
de segurança desenvolvidas na edificação.
2.3 Elementos Básicos dos Sistemas de
Informação
Elementos do sistema que, usados em conjunto ou
separadamente, compõem as mensagens a ser
transmitidas. Esses elementos são:
alfabeto padrão;
pictogramas;
signos direcionais;
código cromático;
mapas-índice;
suporte da informação.
2.4 Alfabeto Padrão
Alfabeto cujas características de desenho permitem
boa visibilidade a curta, média e longa distância,
utilizado para a normalização de todas as
mensagens escritas do sistema de informação.
3. CONDIÇÕES GERAIS
3.6 Consultar as posturas municipais e normas de
cada área específica, para a sinalização de
regulamentação, como: normas internacionais para
cor em tubulação de utilidades, normas de
sinalização e segurança de incêndio e outras.
3.7 Determinar os recursos materiais mais
adequados para a execução do sistema informativo
a ser implantado.
3.8 Planejar o sistema informativo de modo a estar,
- custo;
- aspecto visual final (estética).
4.2 Sinalização interna
fornecer elementos para orientação do usuário no
edifício, de modo a:
- fornecer informações necessárias à compreensão do
edifício como um todo;
- verificar a necessidade de quadro geral de informações
que identifique andares, departamentos, salas e outros
Deverão ser observadas as seguintes condições gerais:
3.1 Integrar o projeto de comunicação visual com o de
arquitetura compatibilizando seus objetivos, funções, e
formas de utilização dos espaços da edificação, a fim de
assegurar uma contribuição efetiva para sua implantação
e ambientação.
3.2 Conhecer a finalidade da edificação no sentido de
obter informações com relação às atividades principais,
de apoio e serviço, atuais e futuras, e seus fluxos
operacionais.
3.3 Obter informações com relação ao elemento humano
que deverá ocupar a edificação, trabalhando ou sendo
atendido.
3.4 Obter informações sobre os equipamentos
existentes, atuais e futuros, e sua relação com as
atividades da edificação.
3.5 A partir de dados obtidos, definir um sistema
baseado nas necessidades de informações a ser
transmitidas ao usuário do edifício, através de
mensagens visuais, cuja codificação seja adequada às
funções do edifício e ao repertório do usuário.
O sistema informativo a ser adotado deverá abordar,
entre outros, os aspectos sde orientação, identificação e
regulamentação, inclusive viária, incluindo sinalização
especial para deficientes físicos. O suporte do sistema
poderá ser tanto horizontal, no piso, quanto vertical.
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sempre que possível, integrado ao projeto de
arquitetura. Para tal, obter elementos desse projeto
no que diz respeito à configuração da edificação e
materiais a ser empregados.
3.9 Adotar, sempre que possível, os seguintes
critérios de projeto:
codificação das mensagens visuais através de
uma
linguagem gráfica única;
racionalização das informações indispensáveis
‘a orientação do usuário no edifício;
definição de um sistema adequado pelo qual
serão transmitidas as mensagens visuais (suportes
da informação);
adotar, no que couber, a Prática de Projeto de
Arquitetura.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 Sinalização Externa
identificar os edifícios e seus acessos:
- identificar cada edifício e o conjunto de edifícios;
- identificar os acessos de pedestres e de veículos;
- identificar as entradas de serviço;
- identificar os acessos públicos e privativos de
funcionários.
regulamentar a circulação de veículos;
verificar que as condições de leitura e
visibilidade de textos e símbolos atendam às
necessidades de pedestres e veículos:
- considerar a necessidade de iluminação artificial
para os elementos externos de sinalização de
pedestres no caso de utilização noturna;
para
sinalização
de
veículos
utilizar
preferencialmente material reflexivo.
levar em consideração na escolha dos materiais
a ser utilizados:
- técnica construtiva adequada à indústria, materiais
e mão-de-obra locais;
- aproveitamento dos materiais em suas dimensões
de fabricação;
- resistência dos materiais em função de sua
exposição às intempéries;
- facilidade de conservação, manutenção e
reposição em função dos materiais escolhidos;
Pág. 134
(mapas-índice);
- orientar o usuário no percurso, desde a entrada do
edifício até o local desejado;
- sinalizar, através de signos direcionais, os pontos de
decisão do usuário (cruzamentos de corredores, outros)
- identificar cada ponto de interesse no edifício;
- verificar a necessidade de numeração de pavimentos e
de salas, identificação de equipamentos de segurança,
saídas de emergência e outros;
- fazer com que as condições de leitura e visibilidade das
mensagens
sejam
facilitadas
pelo
correto
posicionamento e dimensionamento de textos e
símbolos, verificando também se a iluminação normal do
edifício atende às necessidades dos elementos de
sinalização.
a escolha de materiais a serem utilizados deverá
levar em consideração os mesmos critérios enunciados
para sinalização externa;
é conveniente que tanto o sistema de informação
como o material utilizado em seus elementos sejam
flexíveis e estudados de modo a permitir modificações e
ampliações
em função de normais mudanças de setores,
remanejamentos de salas e outros.
4.3 Uso da Cor na Arquitetura como Elemento de
Sinalização
Como elemento de sinalização, paralelamente à
mensagem codificada, a cor também pode fornecer ao
usuário um sistema de identificação e orientação. Usada
como elemento conotativo, a cor pode relacionar
atividades e setores afins de um edifício ou conjunto de
edifícios.
4.4 Elementos Visuais Ligados a Arquitetura
O uso de elementos visuais que denotem atividades
exercidas em certos espaços arquitetônicos internos ou
externos, ou que proporcionem ambientação para
equipamentos ou objetos no sentido de integrá-los à obra
de arquitetura, apesar de não estar ligado diretamente ao
projeto de sinalização, em alguns casos torna-se
indispensável. Dentre esses elementos são destacados:
painéis, murais;
definição de cor de mobiliário;
revestimentos
ou
elemento
escultórico
característicos.
5. ETAPAS DE PROJETO
As atividades técnicas de elaboração dos projetos de
comunicação visual deverão ser conduzidas em etapas
sucessivas pelo contratante e pelo autor do projeto,
sendo, no mínimo, as seguintes:
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do sistema, consolidando as
alternativas de sua estruturação a partir do
conhecimento do espaço a ser orientado, e de seus
objetivos. A opção a ser implantada deverá ser a
mais harmônica e econômica para o melhor uso da
edificação. Nesta etapa serão apresentados
graficamente, planta de locação, externa e interna,
dos elementos de sinalização e desenhos destes
elementos, em escala livre e que contenham
definição da linguagem gráfica a ser utilizada nas
5.3 Projeto Executivo
Deverá ser desenvolvido nesta fase o Projeto Executivo
completo, complementando o Projeto Básico e contendo,
de forma clara e precisa, todos os detalhes e indicações
necessárias à perfeita e inequívoca execução dos
elementos de sinalização. Do Projeto Executivo deverá
constar:
plantas de implantação em escala 1:500 para um
conjunto de edifícios, a escala 1:200 para um edifício,
com a locação e identificação final dos elementos
externos de sinalização;
planta do pavimento com locação exata dos
elementos de sinalização, escala 1:100 ou1:50;
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mensagens visuais, nos seguintes aspectos:
alfabeto padrão;
pictogramas;
signos direcionais;
código cromático;
função, tipo e qualidade de elementos visuais a
ser
utilizados;
conformação geométrica e locação aproximada
desses elementos.
Deverá ser apresentado, também, o relatório
justificativo, contendo a estimativa de custos,
conforme Prática Geral de Projeto. O Estudo
Preliminar deverá estar adequado ao projeto de
arquitetura e demais sistemas.
5.2 Projeto Básico
Consiste na definição, dimensionamento e
representação de todos seus componentes, após a
aprovação do Estudo Preliminar. O Projeto Básico
conterá os itens descritos na lei de Licitações e
Contratos, com especial atenção para o
fornecimento do orçamento detalhado de execução
do sistema, fundamentado em quantitativos de
serviço
e
fornecimentos
perfeitamente
especificados, e as indicações necessárias à
fixação dos prazos de execução. A apresentação
gráfica dar-se-á através de:
plantas de implantação, em escala 1:500, para
um conjunto de edifícios, e 1:200 para um edifício,
com a locação dos elementos do sistema;
plantas dos pavimentos dos edifícios em escala
1:100 e 1:50, com a locação dos elementos de
comunicação;
desenhos de todos os elementos do sistema em
escala mínima 1:50, com a definição e dimensões
dos elementos visuais a ser utilizados, inclusive de
materiais;
detalhes de montagem e fixação, inclusive de
necessidades elétricas;
orçamento detalhado dos componentes baseado
em quantitativos de materiais e fornecimento;
relatório técnico, conforme Prática Geral de
Projeto.
Deverá ser verificado o atendimento aos objetivos
propostos,
compatibilizando
e
fornecendo
informações para os projetos das áreas
especializadas de Arquitetura, Instalações Elétricas
e outros.
Pág. 135
elevações indicando a altura dos elementos;
desenho detalhado de cada elemento indicando, se
for o caso, o modo de fixação, em escalas convenientes,
assim como as relações com elementos elétricos ou de
outros sistemas, se houver;
desenho do alfabeto a ser utilizado, indicando com
clareza suas características gráficas e critérios de
alinhamento e espaçamento de letras1:1;
desenho de todos os símbolos, pictogramas e signos
direcionais utilizados , em escala 1:1,
desenhos contendo a diagramação de associações
de mensagens, escritas com signos direcionais,
mensagens
escritas com pictogramas, pictogramas com signos
direcionais, e outras;
memorial descritivo, especificações e relatório
técnico, que inclua o manual de utilização do sistema
proposto;
as planilhas de quantificação e orçamento detalhado;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de Comunicação Visual deverão atender
também
as
seguintes
Normas
e
Práticas
Complementares:
Práticas de Projeto, Construção e Manutenção de
Edifícios Públicos Federais;
Normas da ABNT e do INMETRO:
NBR 6492 - Representação de Projetos de Arquitetura
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
NBR 13532- Elaboração de Projetos de Edificações Arquitetura.
Norma das Secretarias de Saúde e Engenharia
Sanitária;
Normas de Segurança e de Proteção e Combate a
Incêndios e de Emergência;
Normas do Ministério do Trabalho;
Normas do DNER;
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
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APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de
especificações técnicas de materiais, equipamentos
e serviços referentes ao projeto de Comunicação
Visual.
2. ESPECIFICAÇÕES
As especificações deverão atender às Normas
Brasileiras aplicáveis. Para a perfeita identificação
dos materiais, equipamentos e serviços previstos no
projeto, as especificações deverão identificar as
características necessárias e suficientes ao
desempenho requerido. Estas características
deverão ser comprovadas na execução da obra. As
especificações deverão conter, basicamente , as
características abaixo discriminadas, quando
procedentes.
2.1 Generalidades
Para a discriminação do desempenho dos materiais,
equipamentos, serviços ou outro componente,
deverão ser definidas as seguintes características:
do componente:
- nomenclatura;
- material básico ;
- forma, dimensões e tolerâncias;
- funcionamento;
- acabamento superficial;
- padrão final referido à um desempenho técnico.
do serviço:
- materiais;
- modo de preparo;
- acabamento superficial;
- padrão final referido a um desempenho técnico.
do material:
- aspecto;
- textura;
- dureza
- resistência mecânica;
- resistência ao fogo;
- porosidade;
- absorção de água e impermeabilidade;
- padrão final referido a um desempenho técnico.
2.2 Revestimentos, Acabamentos e Arremates
2.2.1 De paredes, tetos e pisos
- local da aplicação;
- tipo;
- solicitação de uso;
- preparo da base;
- características dos materiais e serviços a executar;
- características dos arremates;
- aspecto e desempenho final.
2.2.2 Pinturas
- local da aplicação;
- indicação da superfície onde será aplicada e qual o
preparo
da base;
- características das tintas de fundo e acabamento;
- método de aplicação;
- aspecto e desempenho final.
2.2.3 Arremates
- local da aplicação;
- tipo do arremate;
- características do material e dos serviços a executar;
- aspecto e desempenho final.
2.3 Equipamentos e Acessórios
- local da aplicação;
- solicitação de uso;
- características dos materiais componentes;
- características de montagem e seqüência de
operações;
- características de fixação quando houver;
- podem ser mencionados modelo e linha de pelo menos
3 (três) fabricantes de referência;
- aspecto e desempenho final.
2.4 Aplicações e colagens
- local da aplicação;
- solicitação de uso;
- características dos materiais componentes;
- aspectos dimensionais de relevância;
- características de montagem e seqüência de
operações;
- características de fixação;
- aspecto e desempenho final.
2.5 Para objetos de arte, as especificações poderão ser
elaboradas pelo Autor do Projeto em conjunto com o
Contratante.
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ARQUITETURA E ELEMENTOS DE URBANISMO PAISAGISMO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 – Especificação
2.7 Divisórias de Canteiro
Muretas de pouca altura, destinadas a impedir a invasão
da vegetação dos canteiros para outras áreas.
2.8 Caixas de Árvore
Canteiros de dimensão reduzida, usualmente contidos no
interior de áreas pavimentadas, destinados a assegurar
água e aeração à árvore.
2.9 Pisos
Superfícies pavimentadas para trânsito de pessoas e
veículos, inclusive de serviços, ou de proteção da
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração edificação.
3. CONDIÇÕES GERAIS
de
projetos de Paisagismo.
Deverão ser observadas as seguintes condições gerais:
3.1 Integrar o projeto de paisagismo com o de
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática são adotadas arquitetura, compatibilizando seus objetivos, funções e
formas de utilização com os da edificação a fim de
as seguintes definições:
assegurar uma contribuição efetiva para sua
2.1 Projeto de Paisagismo
Conjunto de elementos construídos ou naturais que implantação, acessos, ambientação e conforto.
visa organizar e disciplinar o uso dos espaços 3.2 Identificar as atividades internas e externas da
externos, e a recomposição da paisagem, de modo edificação, e o elemento humano participante, visando
a integrá-la com o edifício, ou com o conjunto de realizar um ambiente confortável para os usuários.
edifícios, protegendo e conservando o solo 3.3 Analisar o terreno quanto a seus aspectos
naturalmente e contribuindo para o conforto fisiográficos, solos, águas superficiais, topografia, clima,
orientação solar, microclima e linhas de escoamento de
ambiental.
águas pluviais.
2.2 Paisagem
Entorno imediato, área de influência e domínio 3.4 Explorar as potencialidades da área de projeto,
verificando a vegetação existente, suas características e
visual
porte, a fim de delimitar as áreas a serem preservadas,
próximo da edificação.
quer pelo porte, quer por se tratar de vegetação
2.3 Vegetação Autóctone
autóctone ou em regime de proteção, ou outra razão.
Vegetação original e característica de uma região.
3.5 Demarcar espécies isoladas, arbóreas ou arbustivas,
2.4 Vegetação Existente
Vegetação autóctone ou não que se encontre na preservando-as, desde que compatíveis com os projetos
de arquitetura.
área de projeto.
3.6 Demarcar, sempre que houver, outros elementos
2.5 Estrato Vegetal
Porção de uma comunidade vegetal em naturais significativos do terreno, cuja presença possa
condicionar ou integrar o projeto paisagístico.
determinado
3.7 Analisar as características naturais da paisagem,
limite de altura (arbóreo, arbustivo, herbáceo)
identificando seus aspectos de significado cultural,
2.6 Erosão Pluvial
Desgaste do solo provocado pela ação das águas estético e científico, a fim de respeitar e valorizar esses
pluviais, seja pelo impacto da chuva, seja pelo seus atributos.
3.8 Avaliar as características físico-químicas do solo na
escoamento das águas correntes.
área de projeto. Quando necessário, devida às
condições
excepcionais de sua formação ou localização,
proceder a análises de laboratório.
3.9 Prever o aproveitamento, sempre que possível,
da terra orgânica superficial existente no local do
projeto, caso haja trabalhos de terraplanagem.
3.10 Levantar os materiais locais disponíveis para
obras externas à edificação.
3.11 Obter dados sobre os possíveis fornecedores
das espécies vegetais: viveiros, hortos florestais,
parques nacionais, estaduais, municipais ou outros.
Verificar sua distância, as condições de transporte,
tipo, porte e quantidade disponível de mudas.
3.12 Caso haja necessidade, levantar os possíveis
equipamentos, o mobiliário externo, os pisos, elementos
de vedação e outros;
considerar
a
necessidade
de
projetos
Complementares de iluminação, drenagem, e irrigação.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
facilitar a orientação dos usuários do edifício,
ressaltando os acessos de pedestres e veículos e as
áreas de serviços e equipamentos auxiliares;
dispor as áreas de lazer, descanso, jogos e outras
eventualmente necessárias, de forma a integrar-se com
as atividades internas e externas previstas.
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fornecedores da terra orgânica e adubos, orgânicos
ou químicos.
3.13 Adotar, sempre que possível, os seguintes
critérios de projeto:
utilizar elementos constituintes da vegetação
autóctone, por se adaptarem às condições
ecológicas regionais, por sua adequação às
características visuais da paisagem e mesmo pela
maior facilidade de obtenção, com conseqüente
diminuição dos custos de implantação e
conservação;
preservar e enfatizar a topografia natural do
terreno, tirando partido de suas características. No
caso em que houver necessidade de movimento de
terra, adotar medidas de proteção em relação à
vegetação existente, evitando o aterro ou desaterro
de seus troncos;
proteger a área do projeto contra a erosão
pluvial através de estudo do terreno, mantendo ou
refazendo as linhas naturais de escoamento de
águas, protegendo essas linhas por meio de
vegetação ou pavimentação e fixando o solo
desprotegido, de forma geral por meio de plantio ou
impermeabilização;
proteger, em especial, áreas de corte e aterro
através do plantio de espécies com características
adequadas para essa finalidade;
racionalizar a escolha da vegetação, através da
adoção preferencial de espécies perenes, que não
exijam cuidados excessivos:
combinar correta e harmoniosamente os
elementos dos diversos estratos vegetais quanto a
suas exigências específicas (profundidade do solo,
quantidade de luz, água, vento);
procurar a concisão dos meios de expressão,
evitando a variedade excessiva de elementos
vegetais;
na escolha e locação da vegetação, respeitar
sempre o porte médio das espécies adultas,
estabelecendo o espaçamento adequado; evitar,
assim, as podas deformantes ou mesmo a
necessidade de corte das árvores que ponham em
risco a segurança da construção, quando em
crescimento;
racionalizar a especificação dos elementos
construídos, adotando, de preferência, materiais
regionais, assegurando mão-de-obra para sua
execução, padronizando os
definir os maciços de vegetação e os demais
elementos constantes do projeto de acordo com os
requisitos ambientais das diversas áreas internas e
externas, contribuindo para o conforto dos usuários:
controle de luz, sombreamento, barreira de vento,
umidificação do ar, barreira de som e outros;
definir as soluções sempre em conformidade com a
utilização da área pelos usuários, respeitando eventuais
condições particulares de doentes, deficientes, crianças,
idosos e outros.;
evitar, de maneira geral, a utilização de espécies
agressivas, com espinhos venenosos ou com frutos
volumosos e pesados, em áreas de afluxo ou
permanência de público, seja de criança ou adultos;
definir a estratégia de proteção e recuperação vegetal
em taludes, quando previstas obras de corte e aterro.
relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto. O Estudo Preliminar deverá estar adequado
ao projeto de arquitetura e demais sistemas,
indicando necessidades de drenagem, iluminação e
irrigação.
5.2 Projeto Básico
Consiste
na
definição,
dimensionamento,
quantificação e representação de todos os seus
elementos. O Projeto Básico conterá os itens
descritos na lei de Licitações e Contratos, com
especial atenção para o fornecimento do orçamento
Nesta etapa serão executadas plantas e, se necessário,
cortes do terreno em escalas não menores que 1:100,
desenhos de todos os detalhes construtivos em escalas
adequadas à sua perfeita interpretação, plantas parciais
de locação de equipamentos e revestimentos do solo,
quer sejam construídos, quer sejam vegetais. O Projeto
Executivo deverá conter:
plano global de zoneamento paisagístico, indicando:
- todos os elementos constantes do projeto básico
devidamente conferidos e verificadas as suas
interferências;
5. ETAPAS DE PROJETO
5.1 Estudo Preliminar
Para a concepção do sistema deverão ser obtidas todas
as informações sobre o programa de necessidades às
quais o projeto deverá responder, quer estejam
expressas no projeto de arquitetura, quer sejam
necessidades a ser definidas pelo Contratante. Deverão
também, ser identificados e analisados todos os
elementos descritos nas condições gerais desta Prática.
A concepção eleita deverá resultar do cotejo de
alternativas de solução, adotando-se a mais vantajosa
para a edificação, considerando parâmetros técnicos de
economia e redução do impacto ambiental. Deverão
estar representados os seguintes produtos gráficos:
plantas e, se necessários, cortes do terreno objeto do
projeto, em escala livre; deverão ser graficamente
representadas as áreas edificadas, áreas pavimentadas
e ajardinadas, locação de equipamentos fixos de apoio,
lazer e recreação, tais como bancos, “play-grounds”,
jogos, bebedouros e outros, com a indicação das áreas
de vegetação a ser preservadas, e a organização
volumétrica vegetal. As plantas deverão conter as
necessidades de movimento de terra ou eventuais
acertos no terreno;
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detalhado de execução do sistema, fundamentado
em quantitativos de serviço e fornecimentos
perfeitamente especificados, e as indicações
necessárias à fixação dos prazos de execução.
Deverão estar representados os seguintes produtos
gráficos:
plantas e, se necessários, corte dos terrenos em
escalas
não menores que 1:500
a indicação das edificações e seus acessos de
pedestres de veículos, devidamente cotados;
a definição de todo o espaço externo e seu
tratamento:
caminhos, canteiros e divisórias de canteiros, e
outros elementos, sempre com suas dimensões
respectivas e elementos para locação;
indicação dos movimentos de terra, com
demonstração de áreas de corte e aterro;
representação da conformação final do terreno,
com indicação das curvas de nível e dos pontos
baixos para coleta de águas pluviais;
localização de todos os equipamentos fixos de
apoio;
localização das áreas gramadas, canteiros de
ervas, arbustos e vegetação de porte, como
árvores, arvoretas e palmeiras;
localização de floreiras e jardins internos à
edificação ou sobre terraços, com as características
da vegetação;
previsão de redes e pontos de consumo
necessários ao desenvolvimento de projetos de
hidráulica, de irrigação e drenagem, de eletricidade,
de sonorização, de pavimentação e outros, definido
o caminhamento das redes de forma a evitar
interferências com os canteiros previstos ou
existentes;
relatório , com especificações das necessidades
de correção química e orgânica do solo.
orçamento
detalhado
dos
elementos
e
componentes
baseado
em
quantitavos
e
fornecimento;
relatório técnico, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Projeto Básico deverá estar adequado aos
projetos das áreas especializadas de Arquitetura,
Instalações Hidráulicas, Elétricas e outros.
5.3 Projeto Executivo
O Projeto Executivo deverá conter de forma clara e
precisa todos os detalhes executivos e indicações
necessárias ‘a perfeita e inequívoca execução dos
elementos propostos.
Pág. 139
- representação, por código, de toda vegetação
representada em planta, identificando-a na mesma folha
de desenho e apresentando seu nome científico e
popular;
- espaçamento de mudas.
nas plantas setoriais ou parciais, locação e cotas
relativas
dos canteiros de ervas. Quando se referir às áreas mais
próximas da edificação, usar de preferência os mesmos
eixos do projeto de arquitetura;
representação de todas floreiras e jardineiras internas
à
edificação com as mesmas identificações requeridas
para áreas externas.;
locação, dimensionamento e detalhamento dos
elementos específicos, como espelhos de água, lagos,
muros, cercas, divisórias de canteiro, bancos, lixeiras,
placas, postes, escadas, rampas, pisos e outros;
detalhes de elementos construídos em escala
compatível com a topografia do terreno;
esquemas gerais de iluminação, irrigação e
drenagem, tanto externos quanto internos, harmonizados
com os projetos especializados dessas áreas;
relatório descritivo da correção do solo (aragem,
adubação ).
planilhas de quantificação e orçamento;
relatório técnico conforme Prática Geral de Projeto.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
O projeto de Paisagismo deverá atender também às
seguintes Normas e Práticas Complementares:
Práticas de Projeto, Construção e Manutenção de
Edifícios Públicos Federais;
Normas da ABNT e do INMETRO:
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico NBR 13532 - Elaboração de Projetos
de Edificações - Arquitetura
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais, Estaduais e Municipais ;
Normas, leis, decretos ou recomendações referentes
à proteção do meio-ambiente e de preservação do
patrimônio natural;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
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APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de
Especificações técnicas de materiais, equipamentos
e serviços referentes ao projeto de Paisagismo.
2. ESPECIFICAÇÕES
As especificações deverão atender às Normas
Brasileiras aplicáveis. Para a perfeita identificação
dos materiais, equipamentos e serviços previstos no
projeto, as Especificações deverão identificar as
características necessárias e suficientes ao
desempenho requerido. Estas características
deverão ser comprovadas na execução da obra. As
especificações deverão conter, basicamente , as
Características abaixo discriminadas, quando
procedentes.
2.1 Generalidades
Para a discriminação do desempenho dos materiais,
Equipamentos, serviços ou outro componente,
deverão ser definidas as seguintes características:
do componente:
- nomenclatura;
- material básico ;
- forma, dimensões e tolerâncias;
- funcionamento;
- acabamento superficial;
- padrão final referido à um desempenho técnico;
do serviço:
- materiais;
- modo de preparo;
- acabamento superficial;
- padrão final referido a um desempenho técnico;
do material:
- aspecto;
- textura;
- dureza;
- resistência mecânica;
- resistência ao fogo;
- porosidade;
cada espécie, de nome científico e popular;
- indicação de altura mínima para árvores, arvoretas
e arbustos;
- indicação de densidade por área para as espécies
herbáceas;
- exigências quanto ao estado fitosanitário das
espécies vegetais;
- exigências e características de fornecimento, tais
como estado das raízes, acondicionamento, tipo de
transporte e tipo de drenagem;
- processo de plantio;
- indicação, desde que possível, da época
- absorção de água e impermeabilidade;
- padrão final referido a um desempenho técnico.
2.2 Assentamento de Pisos
- local da aplicação;
- solicitação de uso;
- tipos de materiais, indicando sempre que possível a sua
procedência;
- forma, dimensão, cor e demais características físicas
dos elementos especificados, referidos a um padrão;
- normas a serem respeitadas quanto à qualidade ou
estado dos materiais, principalmente quando a
especificação recair em materiais usados;
- forma de aplicação e composição geométrica;
- acabamento, arremates e aspecto final;
- dados referentes a serviços complementares de
drenagem, iluminação, irrigação e outros.
2.3 Obras civis (Muros, Divisórias de Canteiro,
Floreiras, Tanques, Bancos, Equipamentos e Outros)
- locação;
- solicitação de uso;
- tipos de materiais constituintes e sua procedência;
- forma, dimensão, cor e demais características físicas
dos materiais especificados;
- qualidade ou estado dos materiais;
- forma de aplicação e montagem;
- acabamentos, arremates e aspecto final;
- dados referentes a serviços Complementares de
impermeabilização, drenagem, irrigação e outros.
2.4 Preparo do Solo para Plantio
- terra de plantio: características físicas e espessura
mínima conforme o local;
- corretivos e adubos químicos e orgânicos a serem
incorporados à terra de plantio;
- especificação dos implementos necessários à execução
dos serviços;
- especificação dos procedimentos necessários ao
preparo do solo para plantio: limpeza, destorroamento,
acerto da superfície, locação, dimensionamento das
covas, para árvores e arbustos, forma de incorporação
de adubos e outros.
2.5 Plantio
- classificação das espécies vegetais por extratos –
vegetação arbórea, arbustiva e herbácea, através de
indicação, para
prazo - controle químico - poderão ter reflexos negativos
no decorrer do tempo, pelo acúmulo de materiais
indesejáveis na planta ou solo;
- estabelecer uma vistoria periódica para controle de
praga e doenças;
- indicação de processos de manutenção necessários até
a pega das mudas: irrigação com indicação do prazo
necessário e periodicidade, em função da pega das
mudas, adubação de cobertura, conforme especificação
por tipo de planta, podas, reposições ou correção de
falhas.
2.6 Outros
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climaticamente mais favorável ao plantio;
indicação
de
medidas
de
proteção
complementares, tais como colocação de tutores,
proteção dos troncos por engradado, palha ou
outros, e irrigação até a pega;
- indicar o trato fitosanitário de controle de insetos,
fungos, vírus e outros, por processos biológicos,
físicos ou químicos. A especificação neste sentido
deve ser criteriosa, tendo em vista que os processos
mais eficazes a curto
Pág. 141
As especificações de materiais e serviços de elementos
Referentes à irrigação, escoamento e drenagem de
águas pluviais, iluminação e outros, deverão estar
contidas nos respectivos projetos especializados, e
serem elaboradas com a orientação do Autor do Projeto
de Paisagismo, tendo em vista o desempenho requerido.
Quando o projeto de Paisagismo, por determinação do
contratante, necessitar Apresentar tais elementos, as
especificações
deverão
seguir
as
práticas
correspondentes.
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ARQUITETURA E ELEMENTOS DE URBANISMO
SISTEMA VIÁRIO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de
projetos de Sistema Viário.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Sistema Viário
Via ou conjunto de vias e estacionamentos
Complementares da edificação ou conjunto de
edificações, destinado à circulação de veículos e
pedestres.
2.2 Projeto de Sistema Viário ou Geométrico
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais e
desenhos, que visa definir e disciplinar a execução
de sistemas viários.
2.3 Via Interna
Ligação que permite a circulação de veículos no
interior de uma área considerada.
2.4 Via de Acesso
Conexão do sistema viário interno com o sistema
viário principal ou circunvizinho.
2.5 Estacionamento
Área do sistema viário interno destinada a alojar
veículos dentro da área considerada.
2.6 Seção-Tipo
Seção transversal de vias ou estacionamentos,
contendo a largura, declividade transversal, posição
de passeios, canteiros centrais e outros elementos
necessários à perfeita definição de sua geometria.
2.7 Greide ou Alinhamento Vertical
Posição da plataforma das vias em relação ao
terreno original, terraplenado ou não. Normalmente
é representado pelas cotas dos eixos das vias ao
longo de um estaqueamento
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 Determinar o alinhamento horizontal das vias, a
partir das diretrizes gerais do traçado do sistema
viário, locação definitiva das edificações, raios de
giros dos veículos, locação dos acessos dos
veículos às edificações, redes de infra-estrutura e
e composto por trechos retos, ou sejam, tangentes
verticais, e trechos de concordância, ou sejam, curvas
verticais.
2.8 Estaqueamento ou Alinhamento Horizontal
Posicionamento, em planta, dos eixos das vias
compostos por trechos retos, ou seja, tangentes
horizontais concordadas por curvas de determinados
raios horizontais. No total, a extensão de vias
normalmente é subdividida em módulos iguais,
denominados estacas.
2.9 Pontos Característicos
Pontos notáveis de um alinhamento horizontal, como
pontos de começo de curva circular (PCs), pontos de
intersecção das tangentes horizontais (PIs), pontos de
término de curva circular (PTs). Para o alinhamento
vertical é usual definirem-se pontos de começo de curva
vertical (PCVs), pontos de intersecção de tangentes
verticais (PIVs) e pontos de término de curva vertical
(PTVs). Também devem ser diferenciados dos demais os
pontos onde se iniciam, onde se cruzam e onde
terminam as vias.
2.10 Seções Transversais
Resultado da aplicação da seção-tipo, estaca a estaca
do alinhamento horizontal, indicando a posição da
plataforma para o greide definitivo, em relação ao
terreno.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições gerais:
3.1 Obter as plantas dos projetos de arquitetura,
terraplenagem e paisagismo, com as indicações precisas
da locação das edificações, das cotas de soleiras, portas
e demais elementos que sejam necessários para perfeita
compatibilização do projeto de sistema viário.
3.2 Obter o levantamento topográfico da área,
especificado e executado de conformidade com a Prática
de Serviços Topográficos.
3.3 Conhecer os tipos de veículos que circularão na
área, bem como o volume esperado do tráfego e
quantidade de veículos a estacionar.
3.4 Verificar as normas e exigências locais quanto ao
traçado da via de acesso.
3.5 Elaborar o projeto de sistema viário em concordância
com os projetos de terraplenagem, pavimentação,
comunicação visual, águas pluviais e drenagem e
demais redes de infra-estrutura, de maneira a
harmonizá-los entre si.
planta geral do terreno de implantação, em escala
adequada, com a conformação e localização dos
componentes do sistema viário;
plantas, perfis e seções transversais em escalas
adequadas, com indicação da posição e dimensões das
vias, canteiros e estacionamentos;
relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto.
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outros, providenciando o cálculo analítico dos
elementos significativos do sistema viário, a fim de
possibilitar a sua locação no terreno. Deverão ser
calculados, no mesmo sistema de coordenadas do
levantamento topográfico, os seguintes elementos:
as coordenadas e estacas dos pontos
característicos do alinhamento horizontal;
as coordenadas e estacas de outros pontos
notáveis, necessários à perfeita identificação no
terreno, dos locais de possíveis interferências,
cruzamentos de vias e outros;
as coordenadas, de estaca em estaca, de todo o
alinhamento horizontal.
A geometria final dos encaixes das vias de acessos
no sistema viário existente deve ser definida com
todo o rigor que o levantamento topográfico permitir.
4.2 Estabelecer os greides das vias, a partir dos
cortes transversais e cotas de piso acabado das
edificações, posição e cota de acessos de veículos
nas edificações, tubulações, redes de serviço,
projeto de terraplenagem e de outros elementos,
determinando suas cotas obrigatórias e curvas de
concordância e dando atenção especial à
compatibilização das exigências geométricas com
as necessidades de drenagem superficial. Deverão
ficar perfeitamente definidas:
as cotas e estacas dos pontos notáveis do
alinhamento vertical;
as declividades longitudinais das vias;
as cotas, de estaca em estaca, do alinhamento
vertical;
outras cotas e respectivas estacas que possam
esclarecer e definir pontos do projeto.
5. ETAPAS DE PROJETO
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do Sistema Viário,
Consolidando definições preliminares quanto à
localização, características técnicas, em planta e
perfis, e prédimensionamento dos componentes
principais, como vias internas, vias de acesso e
estacionamentos. A concepção eleita deverá
resultar do cotejo de alternativas de solução,
adotando-se a mais vantajosa para a edificação,
considerando parâmetros técnicos, econômicos e
ambientais.
Deverão estar graficamente representados:
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos geométricos de Sistema Viário deverão
também atender às seguintes Normas e Práticas
Complementares:
Práticas de Projeto, Construção e Manutenção
de Edifícios Públicos Federais:
Normas da ABNT e do INMETRO: NBR 10067 Princípios Gerais de Representação em Desenho
Técnico
Pág. 143
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com os
projetos de arquitetura, terraplenagem, pavimentação,
paisagismo, drenagem de águas pluviais, redes de
infraestrutura e demais projetos.
5.2 Projeto Básico
Consiste no dimensionamento da solução aprovada no
Estudo Preliminar, inclusive definição de curvas,
tangentes e demais elementos do alinhamento horizontal
e greide do traçado geométrico, abrangendo canteiros,
vias e estacionamentos do sistema viário. Deverão estar
graficamente representados:
plantas em escala 1:500 e 1:1.000, podendo,
excepcionalmente, ser utilizada a escala 1:2.000, quando
se tratar de áreas extensas, com indicação da posição e
largura das vias, posição e concepção de acessos de
veículos a edificações, acessos ao sistema viário
principal, rampas e raios de curvas horizontais, posição e
dimensionamento de estacionamentos;
perfis em escala horizontal H = 1:500 e vertical V =
1:50, H = 1:1.000 e V = 1:1.000, e excepcionalmente H =
1:2.000 e V = 1:200, com indicação de todos os greides,
tampas e raios de curvatura vertical;
seções do tipo e detalhes em escalas adequadas;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Terraplenagem, Pavimentação,
Paisagismo, Drenagem de Águas Pluviais, Redes de
Infraestrutura e demais projetos.
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
apresentando o detalhamento das soluções do sistema
viário complementar da edificação. Deverão ser
apresentados os seguintes produtos gráficos:
plantas em escala 1:250, 1:500 e excepcionalmente
1:1.000, com a definição analítica de todos os elementos
significativos do sistema viário;
perfis em escalas H = 1:250 e V = 1:25, H = 1:500 e V
= 1:50 e excepcionalmente H = 1:1.000 e V = 1:100,
contendo também a definição analítica dos elementos
significativos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
Todos os detalhes que interfiram com outros sistemas
deverão ser elaborados em conjunto, de forma a estarem
perfeitamente harmonizados entre si.
Norma de Projeto Geométrico de Vias Urbanas do
DNER
Normas Estrangeiras
“A Policy on Geometric Design of Urban Highway” American
Association
of
State
Highway
and
Transportation Officials”
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
Concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
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ARQUITETURA E ELEMENTOS DE URBANISMO
PAVIMENTAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 - Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de
projetos de Pavimentação.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Pavimentação
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a execução das camadas do pavimento,
de modo a garantir a circulação segura e confortável
dos veículos.
2.2 Pavimento
Estrutura constituída por diversas camadas
superpostas, construída sobre o subleito, destinada
a resistir simultaneamente aos esforços horizontais
e verticais a que estará submetida, bem como
melhorar as condições de conforto e segurança do
tráfego de veículos.
2.3 Pavimento Flexível
Pavimento em que as deformações, até um certo
limite, não o levam à ruptura, constituído
principalmente por materiais betuminosos. Poderá
ser composto por diversas camadas, como subleito,
reforço do subleito, sub-base, base e revestimento.
2.4 Subleito
Camada compreendida entre a superfície da
plataforma de terraplenagem e a superfície paralela,
situada no limite da zona de influência das pressões
aplicadas na superfície do pavimento. Na prática,
poderá ser considerada com 1,0 m de profundidade.
2.5 Reforço do Subleito
Camada do pavimento requerida por imposição
técnico-econômica, situada imediatamente acima do
subleito.
2.13
Pintura
de
Impermeabilização
ou
Imprimadura Impermeabilizante
Aplicação de material betuminoso sobre a superfície
da base, antes da execução do revestimento
betuminoso, a fim de aumentar a coesão da
superfície da base pela penetração deste material,
promover condições de aderência entre o
revestimento e a base, bem como impermeabilizar a
última camada.
2.14 Pavimento Rígido
Pavimento pouco deformável, constituído pelas
Será constituído basicamente por material de
empréstimo ou jazida.
2.6 Sub-Base - Pavimento Flexível
Camada do pavimento requerida por imposição Técnicoeconômica, situada entre a base e o subleito ou reforço
do subleito. Poderá ser constituída por materiais
granulares graúdos, como pedregulhos, cascalhos,
produtos de britagem que, embora selecionados, não
atendem a todos as requisitos necessários à constituição
de
base
do
pavimento;
solos
estabilizados
mecanicamente com cimento, cal, ou simplesmente por
material selecionado de empréstimo ou jazida.
2.7 Base
Camada do pavimento, situada logo acima da sub-base.
Poderá ser constituída por materiais granulares, como
pedregulhos, cascalhos e produtos de britagem,
estabilizados com a adição de cimento ou material
betuminoso quando necessário; solos estabilizados
mecanicamente mediante mistura com produtos de
britagem, cimento, cal ou materiais betuminosos.
2.8 Revestimento ou Capa de Rolamento
Camada do pavimento, situada sobre a base, formando a
superfície de rolamento de veículos. Poderá ser
constituído por tratamento superficial, “binder” e concreto
asfáltico, ou somente por concreto asfáltico.
2.9 Tratamento Superficial
Revestimento de baixo custo, constituído por camada de
agregado aplicada sobre ligante betuminoso. Poderá
poderá ser constituído por aplicação simples, dupla, tripla
e, eventualmente, por maior número.
2.10 Concreto Asfáltico
Revestimento nobre constituído por mistura íntima de
Agregados com material betuminoso de características
rigorosamente controladas.
2.11 “Binder”
Camada do pavimento, situada entre a base e a capa de
rolamento, utilizada nos casos em que a espessura
Requerida para o revestimento seja elevada.
2.12 Pintura de Ligação ou Imprimadura Ligante
Aplicação de material betuminoso sobre a superfície da
base ou revestimento betuminoso, antes da execução de
nova camada betuminosa, a fim de promover a
aderência com a camada subjacente.
3.3 Conhecer as características climáticas da região de
implantação da obra, as variações máximas e mínimas
de temperatura e os índices pluviométricos médios.
3.4 Conhecer o tipo e as características do tráfego ou
carregamento a que será submetido o pavimento, bem
como o crescimento ou sua variação futura.
3.5 Conhecer as características dos solos do local e da
região da obra e verificar a necessidade da realização de
sondagens e ensaios geotécnicos complementares.
3.6 Obter dados sobre o conceito utilizado no projeto
arquitetônico do empreendimento, no que concerne às
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camadas de subleito, reforço do subleito, sub-base
e placas de concreto
2.15 Sub-Base - Pavimento Rígido
Camada do pavimento, situada imediatamente
abaixo das placas de concreto. Poderá ser
constituída por materiais britados “in natura”, solocimento ou materiais britados, estabilizados com
cimento, asfalto ou cal, no caso de solos, ou ainda
mediante mistura com outros materiais.
2.16 Placas de Concreto
Placas de concreto simples, armado ou protendido,
Interligadas por juntas longitudinais e transversais.
As juntas longitudinais têm por função combater as
tensões geradas por variações de temperatura e
umidade. As juntas transversais combatem a
fissuração gerada pela retração do concreto.
2.17 Pavimento Semi-Flexível (Articulado)
Pavimentos constituídos por paralelepípedos ou
blocos de concreto pré-moldados. Poderão ser
assentes sobre camadas de base, sub-base, reforço
do subleito e subleito.
2.18 Drenagem do Pavimento
Sistema de drenagem constituído por base ou
subbase permeáveis e drenos de captação com
características adequadas, destinado à condução
das águas infiltradas em trincas, bordos ou através
das camadas de revestimento e subleito.
2.19 Bombeamento
Erosão interna ou carreamento de partículas de solo
causado pela expulsão da água acumulada sob as
placas de concreto na passagem repetida de
veículos, originando vazios sob o pavimento.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições
gerais:
3.1 Integrar o projeto de pavimentação com os
projetos de arquitetura, terraplenagem, sistema
viário, drenagem e demais projetos de redes
externas.
3.2 Conhecer os materiais disponíveis na região da
obra, que poderão ser utilizados na pavimentação.
a camada de reforço do subleito deverá possuir
características de suporte superiores às do subleito;
a camada de sub-base deverá possuir
características de suporte superiores às do reforço
do subleito;
a camada de base deverá ser constituída por
materiais de qualidade e de alta resistência, a fim de
suportar a alta concentração de tensões geradas
sob a superfície do pavimento. O valor mínimo para
o CBR desta camada deverá ser, preferencialmente,
superior a 100%. Para baixos volumes de tráfego,
desde que justificada a dificuldade de obtenção de
materiais adequados, poderão ser utilizados
materiais com características inferiores.
4.8 Prever a estabilização da camada de base com
material betuminoso (base flexível), cimento ou cal
(base rígida), quando economicamente justificável,
Pág. 145
atitudes e aspirações do Contratante com relação ao
padrão do empreendimento e dos serviços a serem
prestados.
3.7 Adotar, sempre que possível, os seguintes critérios
de projeto:
compatibilização com os diversos projetos envolvidos;
utilização de materiais e métodos construtivos
compatíveis com as características regionais e demais
partes da obra;
facilidade de manutenção e possibilidade de
expansão de áreas pavimentadas;
padrão de qualidade e vida útil desejada.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 Programar a realização de estudos geotécnicos que
forneçam os dados necessários ao dimensionamento,
em função do método adotado.
4.2 Proceder à análise qualitativa e quantitativa, dos
dados
fornecidos pelos estudos geotécnicos, a fim de
selecionar os materiais a serem utilizados nas camadas
estruturais do pavimento.
4.3 Efetuar a divisão da área ou trecho a ser
pavimentado em subtrechos característicos quando for o
caso, a partir da análise estatística dos resultados dos
ensaios executados para a determinação das condições
de compactação e capacidade de suporte do subleito.
4.4 Realizar estudos técnico-econômicos visando o
máximo aproveitamento dos materiais disponíveis na
área,
compatibilizando o projeto de terraplenagem quanto às
espessuras e demais características geométricas e
geotécnicas
necessárias
à
camada
final
de
terraplenagem.
4.5 Determinar o tipo e as características do tráfego ou
carregamento a que será submetido o pavimento, bem
como o seu crescimento ou variação futura.
4.6 Escolher o método para dimensionamento que
melhor se adapte às condições do projeto e do local.
4.7 Considerar, para as camadas constituintes do
pavimento, as seguintes condições:
demais sistemas.
5.2 Projeto Básico
Consiste no dimensionamento da solução aprovada no
Estudo Preliminar, baseada nos estudos e pesquisas
programadas na etapa anterior, de forma a permitir a
previsão dos custos de execução com o grau de precisão
acordado com o Contratante. O Projeto Básico conterá
os itens descritos da Lei de Licitações e Contratos, com
especial atenção para o fornecimento do orçamento
detalhado da execução da estrutura do pavimento,
fundamentado em quantitativos de serviços e
fornecimentos perfeitamente especificados, e as
indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução. Serão apresentados os seguintes produtos
gráficos:
planta geral, preferencialmente na escala 1:500, com
indicação das áreas a serem pavimentadas e tipos de
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Pág. 146
em função da redução da espessura desta camada.
4.9 Misturas de solo-agregado poderão ser
utilizadas para a camada de base, desde que sejam
técnica e economicamente justificadas em função
da disponibilidade de materiais e do tipo e
características da obra.
4.10 Estudar a granulometria dos materiais a serem
utilizados nas camadas de base e sub-base, tendo
em vista as condições de permeabilidade
(drenagem) e estabilidade (suporte) requeridas.
4.11 Escolher o tipo de revestimento em função do
volume de tráfego previsto e das características da
via. No caso de pequenos volumes, deverão ser
utilizados,
preferencialmente,
tratamentos
superficiais. No caso de grandes volumes,
recomenda-se o emprego de concreto asfáltico.
4.12 Para pavimentos rígidos, a camada de subbase deverá apresentar uniformidade em suas
características de suporte e granulometria
adequada, a fim de evitar o efeito de bombeamento
sob a ação de cargas repetidas.
estruturas adotadas;
desenhos de seções transversais típicas de
pavimentação, em tangente e trechos em curva,
indicando as espessuras e características das diversas
camadas;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
O Projeto Básico será harmonizado com os projetos de
Arquitetura, Terraplenagem, Paisagismo, Sistema Viário
e demais projetos.
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
apresentando o detalhamento das soluções para a
execução do pavimento. Conterá de forma clara e
precisa todos os detalhes construtivos necessários à
perfeita execução da estrutura do pavimento. Serão
apresentados os seguintes produtos gráficos:
desenhos de seções transversais típicas de
pavimentação, em tangente e em curva, incluindo os
detalhes do sistema de drenagem do pavimento, bem
como sarjetas, banquetas, tubos e drenos, inclinações de
taludes e demais indicações necessárias;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
5. ETAPAS DE PROJETO
Todos os detalhes que interfiram com outros sistemas
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção da estrutura do pavimento, deverão ser elaborados em conjunto, de forma a estarem
comparando as diversas soluções alternativas. Os perfeitamente harmonizados entre si.
parâmetros e critérios de comparação devem ter por 6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
objetivo selecionar a melhor solução para o Os projetos de Pavimentação deverão também atender
Contratante, considerando os aspectos de às seguintes Normas e Práticas Complementares:
economia, facilidades de execução, recursos Práticas de Projeto, Construção e Manutenção de
disponíveis, segurança e outros fatores específicos. Edifícios Públicos Federais;
Nesta etapa serão delineadas todos os serviços Normas da ABNT e do INMETRO: NBR 10067 necessários à execução do pavimento, em Princípios Gerais de Representação em Desenho
atendimento às normas e ao Caderno de Encargos. Técnico
Serão apresentados os seguintes produtos gráficos: Norma de Projeto de Pavimentação do DNER
desenho esquemático da solução a ser adotada, Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
com indicação das dimensões básicas e Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
características principais das camadas;
concessionárias de serviços públicos;
relatório justificativo, conforme Prática Geral de Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
Projeto, incluindo o programa de ensaios e CREACONFEA.
pesquisas
geotécnicas
necessárias
ao
desenvolvimento do projeto. O Estudo Preliminar
será harmonizado com os projetos de arquitetura,
paisagismo, terraplenagem, sistema viário e
APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de Especificações de materiais, equipamentos e
serviços referentes ao projeto de Pavimentação.
2. ESPECIFICAÇÕES
Para a perfeita identificação dos materiais,
Equipamentos e serviços previstos no projeto, as
Especificações
deverão
discriminar
as
características necessárias e suficientes ao
- grau de compactação.
Para material betuminoso:
- tipo de material betuminoso;
- temperatura de aplicação;
- teor de material betuminoso;
- teor de melhorador de adesividade sempre que
necessário.
Para cimento ou cal, para melhoria das características
de
resistência de solos para camadas de base e/ou subbase:
- teor e tipo de cimento ou cal;
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desempenho requerido. As especificações deverão
conter, basicamente, as características abaixo
discriminadas, quando procedentes.
2.1 Materiais do Subleito
- profundidade e escarificação, sempre que
necessária;
- energia de compactação;
- desvio de umidade admissível em relação à
umidade ótima na energia especificada;
- grau de compactação.
2.2 Materiais para Reforço do Subleito
- limites de consistência;
- distribuição granulométrica;
- energia de compactação;
- desvio de umidade admissível em relação à
umidade ótima na energia especificada;
- grau de compactação;
- índice de suporte Califórnia - CBR e expansão.
2.3 Material para Base e/ou Sub-base
- limites de consistência, quando necessário;
- distribuição granulométrica;
- resistência ao desgaste por abrasão;
- teor de substâncias nocivas e impurezas;
- durabilidade;
- índice de forma;
- índice de suporte Califórnia - CBR;
- expansão;
- energia de compactação;
- desvio de umidade admissível em relação à
umidade ótima na energia especificada;
- resistência à compressão simples.
2.4 Materiais para Camada de Revestimento Flexível
2.4.1 Agregados
- distribuição granulométrica;
- resistência ao desgaste por abrasão;
- teor de substâncias nocivas e impurezas;
- durabilidade;
- índice de forma.
2.4.2 Material Betuminoso
- tipo;
- teor;
- características da mistura: porcentagem de vazios,
relação betume-vazios, estabilidade mínima e fluência,
sempre que necessário.
2.4.3 Blocos de Concreto
- dimensões;
- resistência à compressão simples.
2.4.4 Paralelepípedos
- dimensões;
- tipo.
2.5 Materiais para Execução de Placas de Concreto
2.5.1 Cimento
- tipo;
- consumo mínimo.
2.5.2 Agregados
- tipo;
- distribuição granulométrica.
2.5.3 Água
- qualidade.
2.5.4 Aço para Armaduras
- categoria;
- diâmetro;
- dimensões.
2.5.5 Material Impermeabilizante
- tipo.
2.5.6 Materiais para Enchimento e Calafetação de
Juntas
- tipo;
- dimensões;
- características físicas.
2.5.7 Material para Cura do Concreto
- tipo;
- características de absorção;
- peso mínimo por m2.
2.5.8 Concreto
- resistência à compressão simples mínima aos 28 dias;
- resistência à tração na flexão aos 28 dias;
- método para dosagem.
2.5.9
Para
Paralelepípedos Rejuntados
com
Argamassa de Cimento
- características do cimento, conforme item 2.5.1
anterior;
- características dos agregados, conforme item 2.5.2
anterior;
- características da água, conforme item 2.5.3 anterior;
- características dos paralelepípedos, conforme item
2.4.4 anterior.
Instalações Hidráulicas e Sanitárias
Água Fria
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
2.6 Instalação Hidropneumática
Conjunto de tubulações, equipamentos e dispositivos
destinados a manter sob pressão a rede de distribuição,
a partir de reservatórios hidropneumáticos, promovendo
distribuição contínua em condições ideais de pressão e
vazão.
2.7 Estação Redutora de Pressão
Conjunto de equipamentos e dispositivos destinados a
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Apêndice 1 - Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de projetos de Instalações de Água Fria.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Instalação de Água Fria
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a Instalação de sistemas de recebimento,
alimentação, reservação e distribuição de água fria
nas edificações.
2.2 Reservatório
Depósito de água destinado a compensar
diferenças entre vazões de abastecimento e
consumo e proporcionar distribuição contínua sob
pressões adequadas, inclusive durante períodos de
paralisação do abastecimento.
2.3 Alimentador
Tubulação destinada a conduzir água fria desde a
rede da concessionária local até a primeira
derivação ou válvula do flutuador do reservatório.
2.4 Rede de Distribuição
Conjunto de tubulações e dispositivos destinados a
conduzir e distribuir água fria, desde a primeira
derivação do alimentador ou reservatório até os
pontos de utilização, geralmente constituída por
barriletes, colunas de distribuição, ramais e subramais.
2.5 Instalação Elevatória
Conjunto
de
tubulações,
equipamentos
e
dispositivos destinados a elevar a água para um
reservatório superior, aumentando as características
dinâmicas (pressão e vazão) de escoamento na
rede.
reduzir e manter a jusante uma pressão dinâmica
preestabelecida, qualquer que seja a pressão dinâmica a
montante.
2.8 Distribuição Direta
Alimentação da rede de distribuição realizada
diretamente da rede de abastecimento público.
2.9 Distribuição Indireta
Alimentação da rede de distribuição realizada através de
reservatório próprio, por gravidade ou através de
instalação hidropneumática.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições gerais:
3.1 Obter os projetos de Arquitetura, Estrutura e
Instalações, a fim de integrar e harmonizar o projeto de
Água Fria com os demais sistemas.
3.2 Obter junto às concessionárias locais, desenhos
cadastrais e/ou de projeto das redes públicas de água
potável da região onde será implantada a edificação.
3.3 Obter informações quanto às características do
fornecimento e qualidade da água, bem como quanto à
disponibilidade de vazão e pressão na rede da
concessionária, considerando as condições atuais e
futuras.
3.4 Obter desenhos de levantamentos planialtimétricos,
plantas de situação e, quando necessário, as
informações geotécnicas da área do projeto.
3.5 Conhecer o tipo e o número de usuários e de
eventuais equipamentos, necessidades de demanda,
bem como os turnos de trabalho e períodos de utilização
dos pontos de consumo e dos equipamentos. Considerar
as demandas de ampliações futuras.
3.6 Obter o arranjo geral dos equipamentos, com
definições dos pontos de demanda e distribuições.
3.7 Determinar a quantidade de água para consumo
diário e o volume de reservação de acordo com as
recomendações
do item 4.4.6 da Norma NBR 5626, exigências da
concessionária local e legislação regional. Em caso
de omissão ou falta destas, estimar os quantitativos
em função dos valores médios regionais ou
correlacionar
com
localidades
semelhantes.
Considerar no volume total de armazenamento a
reserva de água para combate a incêndio.
3.8 Conceber o sistema de recebimento de água,
considerando o consumo de água necessário para
um determinado período, comparando-o com as
características da rede da concessionária local e,
em caso de inexistência ou insuficiência desta,
prever outros sistemas de abastecimento ou de
complementação,
observando
os
aspectos
técnicoeconômicos.
3.9 Admitir que as edificações construídas em
zonas servidas por sistema de abastecimento
público de água deverão ligar-se obrigatoriamente a
este, respeitando as exigências da concessionária
local.
3.10 Adotar, sempre que possível, os seguintes
critérios de projeto:
utilização de soluções com custos de
manutenção e operação compatíveis com o custo
4.1.2 O alimentador será dimensionado a partir da
pressão e vazão disponíveis na rede, de modo a atender
à demanda necessária à reservação e ao consumo nos
pontos de distribuição direta.
4.2 Reservatórios
4.2.1 Os reservatórios quanto à sua posição e finalidade
serão classificados em:
reservatório inferior;
reservatório superior;
reservatório intermediário.
4.2.2 O reservatório inferior será utilizado com a
finalidade de reservar um volume parcial de água
necessário ao consumo, quando não houver pressão
contínua e suficiente para alimentação direta do
reservatório superior. No caso da adoção de instalação
hidropneumática, poderá ser utilizado somente o
reservatório inferior, que deverá ter capacidade para o
volume total de reservação previsto.
4.2.3 O reservatório superior será utilizado com a
finalidade de proporcionar pressões adequadas à rede
de distribuição e complementar o volume necessário de
reservação de água, tendo sua capacidade mínima
definida pelo item 4.4.6 da Norma NBR 5626 e por
legislação regional. No caso de haver somente
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de instalação do sistema;
preservação rigorosa da qualidade da água
fornecida pela concessionária local;
utilização de dispositivos que provoquem menor
consumo de água, como caixas ou bacias
acopladas em vez de válvulas de descarga para
bacias sanitárias, torneiras de fechamento
automático e outras soluções;
sempre que possível, as tubulações não deverão
ser embutidas nas alvenarias. Recomenda-se que
as tubulações principais sejam aparentes,
localizadas em “shafts”, poços ou dutos de
tubulações, de modo a facilitar os serviços de
manutenção.
3.11 Deverão ser elaborados projetos especiais nos
seguintes casos:
instalações para uso de água potável para fins
industriais (resfriamento, água gelada etc.);
piscinas e tanques de salto;
sistemas ornamentais (espelhos de água, fontes
luminosas, cascatas artificiais, cortinas de água
etc.);
poços profundos e captação superficial de água
para abastecimento;
estações de tratamento de água.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
Específicas:
4.1 Alimentação
4.1.1 A ligação à rede pública será escolhida de
modo a proporcionar o menor trajeto possível do
alimentador, respeitando-se as exigências da
concessionária local.
reservatório superior, este terá capacidade para o
volume total de reservação previsto.
4.2.4 Os reservatórios intermediários serão utilizados
quando a pressão estática na rede de distribuição
ultrapassar o limite recomendado pelo item 4.4.21 da
Norma NBR 5626.
4.2.5 A forma dos reservatórios deverá proporcionar
máxima economia global em termos de fundação,
estrutura, utilização da área, operação e sua
conservação, interligação com o sistema de distribuição
e estar harmonizado com o projeto de arquitetura.
4.2.6 No projeto dos reservatórios deverão ser
observadas as seguintes condições:
a tubulação de entrada e de saída de água somente
poderá ser única quando devidamente justificada e em
casos especiais de reservatórios elevados (chamados de
sobra ou de jusante);
prever dispositivo limitador do nível de água máximo,
de maneira a impedir a perda de água por
extravasamento;
permitir fácil acesso a seu interior para serviços de
limpeza e conservação;
impedir o acesso ao seu interior de elementos que
possam poluir ou contaminar as águas;
prever extravasor dimensionado para possibilitar a
descarga da vazão máxima que alimenta o reservatório;
prever tubulação de limpeza situada abaixo do nível
de água mínimo (saída de água para distribuição ou
incêndio);
não conectar a tubulação de limpeza e extravasão
diretamente com a rede de esgotos, de águas pluviais ou
qualquer outra fonte de possível contaminação;
projetar a entrada e saída de água do
reservatório de modo a proporcionar circulação
adequada, garantindo a renovação do seu volume
total e assegurando a potabilidade da água;
prever, sempre que possível, duas células para
possibilitar a manutenção sem interromper o
fornecimento;
prever um espaço livre acima do nível máximo
de água, adequado para a ventilação do
reservatório e colocação dos dispositivos hidráulicos
e elétricos.
4.2.7 A cobertura dos reservatórios será opaca e
contínua, de modo a não permitir a entrada de luz
natural no seu interior de forma permanente.
4.2.8 Os reservatórios que não sejam de fabricação
em série terão inclinação na superfície da laje do
fundo, na direção da tubulação de limpeza.
4.2.9 Nos reservatórios inferiores que não
apresentem possibilidade de instalação de
tubulação de limpeza por gravidade, poderá ser
adotada instalação elevatória, desde que haja um
ramal especial para esta finalidade na tubulação de
recalque.
4.2.10
Nos
reservatórios
com
instalações
elevatórias, serão previstos poços de sucção para
as bombas. Neste caso, o volume útil a ser
nas saídas de reservatórios, exceto no extravasor;
nas colunas de distribuições;
nos ramais de grupos de aparelhos e pontos de
consumo;
antes de cada válvula de descarga;
antes de pontos de consumo específicos, tais como
bebedouros, filtros, mictórios e outros;
noutros
casos
especiais
(seccionamentos,
isolamentos e outros).
4.3.4 Toda a instalação de água fria será projetada de
modo a que as pressões estáticas e dinâmicas, bem
como as subpressões, se situem dentro dos limites
estabelecidos
pelas
normas,
regulamentações,
características e necessidades dos equipamentos e
materiais das tubulações que forem especificados no
projeto de edificação.
4.3.5 No caso de necessidade de redução de pressão na
rede de distribuição, em edifícios altos, a prioridade
quanto ao sistema a ser adotado será a seguinte:
reservatório intermediário;
estação redutora, colocada acima do pavimento mais
alto a ser abastecido, com pressão reduzida;
estação redutora, colocada em nível inferior, com
distribuição ascendente.
4.3.6 Para cada estação redutora serão instaladas pelo
menos 2 (duas) válvulas redutoras, sendo uma de
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considerado
para
a
reservação
será
o
compreendido entre os níveis de água máximo e o
nível determinado pela altura da lâmina de água
situada acima do bocal de sucção, necessária à não
formação de vórtice.
4.2.11 Poderão ser utilizados reservatórios préfabricados ou de fabricação normalizada, desde que
satisfaçam às exigências desta Prática e do item
4.5.6 da Norma NBR 5626.
4.2.12 Na impossibilidade da utilização de
reservatório superior, de forma a garantir o
abastecimento contínuo em condições ideais de
pressão e vazão, sugere-se a utilização de
instalação hidropneumática.
4.3 Rede de Distribuição
A rede de distribuição deverá atender às seguintes
condições:
4.3.1 Todas as tubulações da instalação de água
fria serão dimensionadas para funcionar como
condutos forçados,
definindo-se, para cada trecho, os parâmetros
hidráulicos do escoamento (diâmetro, vazão,
velocidade e perda de carga).
4.3.2 Na determinação das vazões máximas para
dimensionamento dos diversos trechos da rede de
água fria, durante o seu uso normal, será verificada
a possibilidade de uso simultâneo dos pontos de
consumo (aparelhos, equipamentos e outros).
4.3.3 Prever registros para bloqueio de fluxos
d’água nos seguintes pontos:
junto a aparelhos e dispositivos sujeitos a
manutenção ou substituição como hidrômetros,
torneiras de bóia, válvulas redutoras de pressão,
bombas e outros;
reserva, “by-pass” e sistema de drenagem. A estação
redutora será instalada em caixa ou sala, localizada em
área comum, de fácil acesso pelo pessoal autorizado.
4.3.7 Os trechos horizontais longos das tubulações
possuirão inclinação no sentido de favorecer o
encaminhamento de ar para pontos altos.
4.3.8 Em pontos altos da rede de distribuição, quando da
existência de sifões invertidos, serão colocados
dispositivos para eliminação de ar.
4.3.9 Não serão permitidas tubulações solidárias a
estruturas de concreto, exceto nas passagens das
paredes e lajes dos reservatórios.
4.3.10 As passagens através de uma estrutura serão
projetadas de modo a permitir a montagem e
desmontagem das tubulações em qualquer ocasião, sem
que seja necessário danificar esta estrutura.
4.3.11 A localização das tubulações será independente
das estruturas e alvenarias, prevendo espaços livres
verticais e horizontais para a sua passagem, com
abertura para inspeções e substituições, podendo ser
empregados forros ou paredes falsas para escondê-las.
4.3.12 Para as tubulações enterradas, o Autor do Projeto
deverá verificar sua resistência quanto às cargas
externas permanentes e eventuais a que estarão
expostas e, se necessário, projetar reforços para garantir
que as tubulações não sejam danificadas.
4.3.13 Os suportes para as tubulações suspensas
serão posicionados e dimensionados de modo a
não permitir a sua deformação física. Para as
tubulações de cobre deverão ser previstos
isolamentos entre a tubulação e os suportes para se
evitar a corrosão galvânica.
4.3.14 Deverão ser verificadas as dilatações
térmicas das tubulações de PVC quando embutidas
em alvenarias que recebem a incidência de raios
solares com muita intensidade.
4.3.15 Nas juntas estruturais, as tubulações deverão
ser
projetadas
para
absorver
eventuais
deformações.
4.3.16 Quando forem utilizados aparelhos que
poderão provocar retrossonagem, a rede de
distribuição deverá ter um dispositivo apropriado do
tipo quebrador de vácuo.
4.4 Instalações Elevatórias
As instalações elevatórias deverão atender às
Seguintes condições:
4.4.1 Prever pelo menos dois conjuntos motobombas, sendo um de reserva.
4.4.2 Prever abrigos para sua instalação, que
deverão atender aos seguintes requisitos:
facilidade de acesso para as operações de
4.4.8 Recomenda-se o uso de dispositivo de alarme para
o caso de falhas na instalação.
4.4.9 Prever medidas para manter os ruídos e vibrações
dentro de limites aceitáveis, específicos para cada caso,
por meio de bases, juntas elásticas, braçadeiras e
outros.
4.5 Condições Complementares
4.5.1 Em caso de necessidade de blocos de ancoragem
para tubulações e peças, estes não poderão envolver as
juntas de tubulações.
4.5.2 Os pontos de utilização instalados em áreas
externas serão localizados de modo que possam ser
facilmente usados e sejam devidamente protegidos da
ação predatória de terceiros.
4.5.3 Nos trechos de tubulação sujeitos a variação de
temperatura, o autor do projeto deverá verificar a
necessidade de dispositivos de expansão, devido às
diferentes dilatações dos diversos materiais usados e,
caso seja necessário, indicar o dispositivo a ser
empregado.
4.5.4 Prever a possibilidade de desmontagem dos
equipamentos e dispositivos, para reparos ou
substituições, sem que seja necessário danificar ou
destruir parte das instalações.
4.5.5 Quando forem previstas aberturas ou peças
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comando de registros e de conservação;
ventilação adequada;
iluminação adequada para reparos e inspeções;
proteção contra enxurradas ou enchentes;
drenagem da água de respingos das bombas ou
águas de limpeza;
dimensões adequadas para operação, inspeções
e reparos.
4.4.3 A instalação elevatória deverá ter comando
manual e automático.
4.4.4 O conjunto elevatório possuirá características
tais que atendam às condições previstas de altura
de sucção absoluta (NPSH), vazão, altura de
recalque e tempo de funcionamento determinados.
4.4.5 A altura estática de sucção será de
preferência negativa, ou seja, as bombas devem
estar afogadas.
4.4.6 Prever, para o diâmetro da tubulação de
sucção, um diâmetro nominal superior ao da
tubulação de recalque, mantendo o coeficiente de
segurança entre o NPSH disponível do sistema e o
NPSH requerido da bomba. Os valores das
velocidades de sucção e de recalque devem ser
fixados em função dos diâmetros e das descargas.
4.4.7 Serão instalados na linha de recalque, na
saída das bombas, uma válvula de retenção e um
registro de bloqueio, para cada unidade de recalque
em separado. Recomenda-se a instalação de
manômetro na linha de recalque.
embutidas em qualquer elemento de estrutura, o autor do
projeto de estruturas será cientificado para efeito de
verificação e inclusão no desenho de fôrmas.
4.5.6 Os mictórios químicos somente serão utilizados em
sanitários coletivos, desde que se tenha garantia de
fornecimento contínuo, em quantidade e qualidade, dos
produtos químicos necessários à sua limpeza e
manutenção. Quando forem utilizados estes tipos de
mictórios, prever no projeto das instalações hidrosanitárias a possibilidade de conversão destes aparelhos
para o tipo convencional.
5. ETAPAS DE PROJETO
A apresentação gráfica do projeto de Instalações de
Água Fria deverá, preferencialmente, estar incorporada a
uma apresentação global dos projetos de instalações
hidráulicas e sanitárias. Quando necessário e justificável,
ou quando solicitada pelo Contratante, poderá ser feita
apresentação em separado.
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do sistema de água fria, a partir
do conhecimento das características arquitetônicas e de
uso da edificação, consolidando definições preliminares
quanto à localização e características técnicas dos
pontos de consumo, demanda de água fria, e prédimensionamento dos componentes principais, como
alimentadores, reservatórios, instalações de recalque,
prumadas e tubulações. A concepção eleita deverá
resultar do cotejo de alternativas de solução, adotandose a mais vantajosa para a
edificação, considerando parâmetros técnicos,
econômicos e de segurança. Nesta etapa serão
delineadas todas as instalações necessárias ao uso
da edificação, em atendimento ao Caderno de
Encargos, normas e condições da legislação,
obedecidas as diretrizes de economia de energia e
de redução de eventual impacto ambiental. Deverão
ser apresentados os seguintes produtos gráficos:
planta de situação da edificação, ao nível da rua,
em escala adequada, com o traçado do alimentador
e das tubulações externas;
planta geral de cada nível da edificação, em
escala adequada, contendo o caminhamento das
tubulações, horizontal e vertical, e a localização dos
elementos componentes do sistema como:
alimentador, reservatórios, instalações elevatórias,
pontos de consumo e outros;
representação isométrica esquemática da
instalação;
relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com
os projetos de Arquitetura, Estrutura e demais
sistemas, considerando a necessidade de acesso
para a inspeção e manutenção das instalações.
5.2 Projeto Básico
Consiste na definição, dimensionamento e
representação do sistema de água fria aprovado no
estudo preliminar, incluindo o recebimento de água,
localização
precisa
dos
componentes,
quantitativos e especificações técnicas de materiais,
serviços e equipamentos;
orçamento detalhado das instalações, baseado em
quantitativos de materiais e fornecimentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e Instalações,
observando a não interferência entre elementos dos
diversos sistemas e considerando as facilidades de
acesso para inspeção e manutenção das instalações
hidráulicas de água fria.
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
apresentando o detalhamento das soluções de
instalação, conexão, suporte e fixação de todos os
componentes do sistema de água fria a ser implantado,
incluindo os embutidos, furos e rasgos a serem previstos
na estrutura da edificação. Deverão ser apresentados os
seguintes produtos gráficos:
planta de situação e de cada nível da edificação,
conforme Projeto Básico, com a indicação de
ampliações, cortes e detalhes;
plantas dos conjuntos de sanitários ou ambientes
com consumo de água, preferencialmente em escala
1:20, com o detalhamento das instalações;
isométrico dos sanitários e da rede geral;
detalhes de todos os furos necessários nos
elementos de estrutura e de todas as peças a serem
embutidas ou fixadas nas estruturas de concreto ou
metálicas, para passagem e suporte da instalação;
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características técnicas dos equipamentos do
sistema, demanda de água fria, bem como as
indicações necessárias à execução das instalações.
O Projeto Básico conterá os itens descritos da Lei
de Licitações e Contratos, com especial atenção
para o fornecimento do orçamento detalhado da
execução das instalações, fundamentado em
quantitativos
de
serviços
e
fornecimentos
perfeitamente especificados, e as indicações
necessárias à fixação dos prazos de execução.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
planta de situação ao nível da rua, em escala
mínima de 1:500, indicando a localização de todas
as tubulações externas e as redes existentes das
concessionárias e demais equipamentos como
cavalete para hidrômetro e outros;
planta
de
cada
nível
da
edificação,
preferencialmente em escala 1:50, contendo
indicação das tubulações quanto a comprimentos,
material, diâmetro e elevação, quer horizontais ou
verticais, localização precisa dos aparelhos
sanitários e pontos de consumo, reservatórios,
poços, bombas, equipamentos como instalações
hidropneumáticas, estação redutora de pressão e
outros;
desenho da instalação de água fria em
representação isométrica, referente aos grupos de
sanitários e à rede geral, com indicação de diâmetro
e comprimentos dos tubos, vazões, pressões nos
pontos principais ou críticos, cotas, conexões,
registros, válvulas e outros elementos;
lista detalhada de materiais e equipamentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
Todos os detalhes que interfiram com outros sistemas
deverão ser elaborados em conjunto, de forma a estarem
perfeitamente harmonizados entre si.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de Instalações Hidráulicas de Água Fria
deverão também atender às seguintes Normas e
Práticas Complementares:
Normas da ABNT e do INMETRO: NBR 5580 - Tubos
de Aço Carbono para Rosca Whitworth Gás, para Uso
Comum na Condução de Fluídos
NBR 5626 - Instalações Prediais de Água Fria –
Procedimento
NBR 5648 - Tubo de PVC rígido para instalações
prediais de Água Fria - Especificação
NBR 5651 - Recebimento de Instalações Prediais de
Água Fria - Especificação
NBR 5657 - Verificação da Estanqueidade à Pressão
Interna de Instalações Prediais de Água Fria - Método de
Ensaio
NBR 5658 - Determinação das Condições de
Funcionamento das Peças de Utilização de uma
Instalação Predial de Água Fria - Método de Ensaio
NBR 9256 - Montagem de Tubos e Conexões
Galvanizadas para Instalações Prediais de Água
Fria
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação
em Desenho Técnico
Normas Regulamentadoras do Capítulo V Título II, da
CLT, relativas à Segurança e Medicina do Trabalho:
NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais
de Trabalho
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais,
Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
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APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de especificações técnicas de materiais, serviços e
equipamentos referentes ao projeto de Instalações
Hidráulicas de Água Fria.
2. ESPECIFICAÇÕES
Para a perfeita identificação dos materiais,
equipamentos e serviços previstos no projeto, as
especificações
deverão
discriminar
as
características necessárias e suficientes ao
desempenho requerido. As especificações deverão
conter, basicamente, as características abaixo
discriminadas, quando procedentes.
2.1 Tubos
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material e tipo construtivo;
- classe ou espessura da parede;
- acabamento;
- tipo de extremidade;
- diâmetro nominal ();
- comprimento específico ou médio.
2.2 Suportes
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material;
- dimensões;
- acabamento;
- características das fixações.
2.3 Conexões
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material e tipo construtivo;
- classe ou espessura da parede;
- acabamento;
- tipo de extremidade;
- diâmetro nominal ().
2.4 Válvulas e Registros
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material básico do corpo e mecanismo interno;
- tipos de haste, castelo, tampa, disco e outros;
- classe;
- tipo de extremidade;
- acabamento;
- elementos componentes;
- condições especiais necessárias.
2.5 Bombas Hidráulicas e Acionadores
2.5.1 Bombas Hidráulicas
- local;
- finalidade;
- características do líquido e finalidade;
- tipo de bomba;
- vazão;
- altura manométrica, de sucção, de recalque e total;
- NPSH (Net Positive Suction Head) - disponível;
- material básico (carcaça, rotor, eixo).
2.5.2 Acionadores
- local;
- finalidade;
- tipo;
- alimentação;
- proteção e isolamento.
2.6 Aparelhos Sanitários
- local;
- finalidade;
- tipo de aparelho e classificação;
- dimensões e forma;
- material e tipo construtivo;
- acabamento;
- condições especiais necessárias;
- elementos componentes.
2.7 Acessórios Sanitários (Torneiras, Tubos de
Ligação, Aparelho Misturador e Outros)
- local;
- finalidade;
- tipo;
- tipo;
- material e tipo de fabricação;
- dimensões físicas e forma;
- dimensões físicas e forma;
- faixa de operação e tolerâncias;
- tipo de acabamento;
- tipo de acabamento;
- elementos componentes do acessório;
- elementos componentes;
- condições especiais necessárias.
- condições especiais necessárias.
2.8 Instrumentação (Manômetro, Medidor de 2.9 Tanque de Pressão
Nível e Outros)
- local;
- local;
- finalidade;
- finalidade;
- tipo;
- tipo;
- material;
- dimensões físicas e forma;
- pressão de serviço;
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- faixa de operação e tolerâncias;
- tipo de acabamento;
- elementos componentes;
- condições especiais necessárias.
2.9 Tanque de Pressão
- local;
- finalidade;
Pág. 154
- capacidade;
- acabamento;
- elementos componentes;
- condições especiais necessárias.
2.10 Pintura
- local;
- finalidade;
- classificação das tintas a serem usadas quanto às
superfícies a serem pintadas;
- cores de identificação das tubulações pintadas;
- espessura de película e características da aplicação.
2.11 Proteção contra Corrosão
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características.
INSTALAÇÕES HIDRAÚLICAS E SANITÁRIAS
ESGOTOS SANITÁRIOS
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 - Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de projetos de Instalações de Esgotos Sanitários.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Instalação de Esgotos Sanitários
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a instalação de sistemas de coleta,
condução e afastamento dos despejos de esgotos
sanitários das edificações.
2.2 Despejos
Refugos líquidos das edificações, excluídas as
águas pluviais.
2.3 Aparelho Sanitário
Aparelho ligado à instalação da edificação e
destinado ao uso de água para fins higiênicos ou a
receber dejetos e águas servidas.
2.4 Ralo
Caixa provida de grelha na parte superior, destinada
a receber despejos de águas de chuveiros ou de
lavagem de piso.
2.5 Sifão
Desconector ou fecho hídrico destinado a vedar a
fuga de gases da rede de esgotos sanitários.
2.6 Caixa Sifonada
Caixa provida de fecho hídrico, destinada a receber
efluentes da instalação secundária de esgotos.
2.7 Ramal de Descarga
Tubulação que recebe diretamente efluentes de
Aparelhos sanitários.
2.8 Ramal de Esgoto
Tubulação que recebe efluentes de ramais de descarga.
2.9 Tubo de Queda
Tubulação vertical que recebe efluentes de subcoletores,
ramais de esgoto e ramais de descarga.
2.10 Subcoletor
Tubulação que recebe efluentes de um ou mais tubos de
queda ou ramais de esgoto.
2.11 Coletor Predial
Trecho de tubulação compreendido entre a última
Inserção de subcoletor, ramal de esgoto ou de descarga
e o coletor público ou sistema particular.
2.12 Tubo Ventilador
Tubo destinado a possibilitar a circulação de ar da
atmosfera para a instalação de esgoto e vice-versa, ou a
circulação de ar no interior da instalação com a finalidade
de proteger o fecho hídrico dos desconectores de ruptura
por aspiração ou compressão e encaminhar os gases
emanados do coletor público para a atmosfera.
2.13 Caixa de Inspeção
Caixa destinada a permitir a inspeção, limpeza e
desobstrução das tubulações.
2.14 Peça de Inspeção
Dispositivo para inspeção, limpeza e desobstrução das
tubulações.
2.15 Caixa Coletora
Caixa destinada a coletar despejos de águas servidas,
situada em nível inferior à rede coletora pública ou a
outros receptores de esgotos, cujo esgotamento exige
bombeamento.
2.16 Instalação de Bombeamento
Conjunto de tubulações, equipamentos e dispositivos
Destinados a elevar os efluentes reunidos em uma caixa
Coletora.
2.17 Caixa Retentora
Dispositivo projetado e instalado para separar e reter
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substâncias indesejáveis às redes de esgoto sanitário.
2.18 Tubulação Primária
Tubulação à qual têm acesso gases provenientes
do coletor público ou dos dispositivos de tratamento.
2.19 Tubulação Secundária
Tubulação protegida por desconector, contra o
acesso de gases das tubulações primárias.
2.20 Tubulação de Recalque
Tubulação que recebe esgoto diretamente de
dispositivos de elevação mecânica.
2.21 Fecho Hídrico
Camada líquida que, em um desconector, veda a
passagem de gases.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições
gerais:
3.1 Obter os projetos de arquitetura, estrutura e
instalações, a fim de integrar e harmonizar o projeto
de esgotos sanitários com os demais sistemas.
3.2 Conhecer o tipo e número de usuários e de
eventuais
equipamentos,
necessidades
de
demanda, bem como turnos de trabalho e períodos
de utilização dos equipamentos. Considerar as
demandas de ampliações futuras.
3.3 Obter o arranjo geral dos equipamentos com
definição dos pontos de contribuições.
3.4
Obter
desenhos
de
levantamentos
planialtimétricos, planta de situação e, quando
necessário, informações geotécnicas.
3.5 Obter informações sobre a localização,
diâmetro, cota e disponibilidade da rede coletora
pública ou de outros prováveis e possíveis
receptores de esgotos sanitários.
3.6 Adotar os seguintes critérios de projeto:
permitir o rápido escoamento dos despejos;
facilitar os serviços de desobstrução e limpeza
sem que seja necessário danificar ou destruir parte
das instalações, alvenarias e/ou estruturas;
impedir a passagem de gases, animais e insetos
ao interior da edificação;
impedir a formação de depósitos de gases no
interior das tubulações;
impedir a contaminação da água para consumo;
não interligar o sistema de esgotos sanitários
com outros sistemas;
prever coletor para a conexão das instalações de
esgotos sanitários da edificação ao sistema público
de coleta de esgotos sanitários, ou a eventual
sistema particular, de conformidade com a Norma
NBR 7229;
sempre que possível, as tubulações não deverão ser
embutidas nas alvenarias. Recomenda-se que as
tubulações principais sejam aparentes, localizadas em
“shafts”, poços ou dutos de tubulações, de modo a
facilitar os serviços de manutenção.
3.7 Deverão ser elaborados projetos especiais nos
seguintes casos:
estação de tratamento de esgoto (exceto fossas
sépticas, caixas separadoras e sumidouros);
infra-estrutura relativa ao saneamento da área de
implantação da edificação ou conjunto de edificações.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser obedecidas as seguintes condições
específicas:
4.1 A determinação da contribuição de despejos e o
dimensionamento da tubulação, trecho por trecho,
deverão obedecer ao estipulado na Norma NBR 8160.
4.2 Afastamento de Despejos.
4.2.1 Se houver rede pública de esgotos sanitários, em
condições de atendimento, as instalações de esgoto das
edificações deverão ligar-se obrigatoriamente a ela,
respeitando as exigências da concessionária.
4.2.2 No caso da rede pública ser constituída por um
sistema unitário de esgotamento, recebendo esgotos e
águas pluviais, a ligação da instalação de esgotos
sanitários a essa rede será feita independentemente da
ligação de águas pluviais.
4.2.3 Nas zonas desprovidas de rede pública de esgotos
sanitários, os resíduos líquidos, sólidos ou em qualquer
estado de agregação da matéria, provenientes de
edificações, somente podem ser despejados em águas
interiores ou costeiras, superficiais ou subterrâneas,
após receberem tratamento que proporcionem a redução
dos índices poluidores aos valores compatíveis com os
corpos receptores, respeitada a legislação de proteção
do meio ambiente.
4.2.4 No caso de lançamento dos esgotos sanitários em
sistema receptor que não seja público, por inexistência
deste, prever a possibilidade da futura ligação do coletor
ao sistema público.
4.2.5 Admite-se o uso de instalações de tratamento
constituídas por fossas sépticas e filtros biológicos em
zonas desprovidas da rede de esgotos sanitários, desde
que estes sejam projetados e executados em
conformidade com a Norma NBR 7229.
4.3 Condução
4.3.1 A condução dos esgotos sanitários à rede pública
ou ao sistema receptor será feita, sempre que possível,
por gravidade.
4.3.2 No caso em que os esgotos não puderem ser
escoados por gravidade, estes serão encaminhados
a uma caixa coletora e então bombeados,
obedecendo às seguintes condições:
a caixa coletora será independente da caixa de
drenagem de águas pluviais;
instalar dispositivo de retenção de matéria
4.4.2 Evitar, sempre que possível, a ligação dos ramais
de descarga de aparelhos em desvios de tubos de
queda; neste caso, os ramais possuirão coluna
totalmente separada ou interligada abaixo do desvio.
4.4.3 Todos os ramais de descarga, se forem tubulações
primárias, começarão em um sifão.
4.4.4 Os tanques e máquinas de lavagem de roupas e de
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sólida, grade ou cesto, na entrada da caixa coletora;
a caixa coletora possuirá fechamento hermético
quando se localizar em ambiente confinado;
prover a caixa coletora de instalações de
bombeamento, de pelo menos 2 (duas) unidades,
sendo uma de reserva;
as bombas serão de tipo apropriado para
esgotos, de eixo vertical ou submersível, providas
de válvula de retenção própria para cada unidade e
de registros de fechamento e, de preferência,
acionadas por motor elétrico;
o comando das bombas será automático e
deverá situar-se dentro do poço, em ponto onde a
contribuição de entrada não provoque turbulência
no nível de água, acarretando acionamentos
indevidos;
o volume da caixa, bem como as características
das bombas deverão ser projetados para atender as
vazões de contribuições e desnível a vencer;
deverá ser prevista fonte de alimentação
alternativa, além da fonte pública para as bombas,
quando a situação assim exigir;
recomenda-se a previsão de alarme, para acusar
falhas no funcionamento do sistema;
a tubulação de recalque será ligada à rede geral
de esgotos sanitários, em ponto próprio para
receber a descarga na vazão e pressão
determinadas, por meio de caixa de inspeção
especial ou por meio de junção de 45º, instalada em
tubulação horizontal aparente com a derivação
dirigida para cima.
4.3.3 As mudanças de níveis nas tubulações
horizontais serão feitas através de conexão em 90º.
4.3.4 Prever peças adequadas de inspeção das
tubulações aparentes ou embutidas, para fins de
desobstrução, pelo menos nos seguintes lugares:
nos pés dos tubos de queda;
nos ramais de esgoto e sub-ramais em trecho
reto, a cada 15,00 m no máximo;
antes das mudanças de nível ou de direção,
quando não houver aparelho sanitário ou outra
inspeção a montante situada em distância
adequada.
4.3.5 As caixas de inspeção, coletoras e outras
serão localizadas, de preferência, em áreas não
edificadas e não deverão possuir reentrâncias ou
cantos que possam servir para acúmulo ou
deposição de materiais.
4.4 Coleta
4.4.1 Aparelhos sanitários e ralos não serão
conectados diretamente em subcoletores que
recebem despejos com detergentes, os quais
possuirão ramais independentes para evitar o
retorno de espumas.
pratos serão obrigatoriamente ligados à rede de esgotos
através de fecho hídrico próprio, não sendo permitido o
encaminhamento dos despejos às caixas sifonadas
(ralos do piso).
4.4.5 Os ramais de descarga de máquinas de lavagem
de pratos serão projetados em material resistente a
temperaturas altas.
4.5 Condições Complementares
4.5.1 O sistema de ventilação referente à instalação
predial de esgotos sanitários obedecerá rigorosamente à
Norma NBR 8160.
4.5.2 É vedada a instalação de tubulação de esgoto em
locais que possam apresentar risco de contaminação da
água potável.
4.5.3 Verificar se eventuais despejos industriais podem
trazer problemas às instalações prediais de esgotos
sanitários; em caso positivo, o sistema deverá ser
estudado independentemente.
4.5.4 Os ralos sifonados suscetíveis de pouco uso
receberão, pelo menos, um ramal de descarga de
lavatório ou bebedouro, com a finalidade de manter e
renovar a água do respectivo fecho hídrico.
4.5.5 Quando forem previstas aberturas ou peças
embutidas em qualquer elemento de estrutura, o autor do
projeto de estruturas será cientificado para efeito de
verificação e inclusão no desenho de fôrmas.
4.5.6 Os suportes para as tubulações suspensas serão
posicionados e dimensionados de modo a não permitir a
deformação física destas.
4.5.7 As tubulações devem ser instaladas de maneira tal
que não sofram danos, causados pela movimentação da
estrutura do prédio ou por outras solicitações mecânicas.
4.5.8 O autor do projeto deverá verificar as resistências
das tubulações enterradas quanto a cargas externas,
permanentes e eventuais, a que estarão expostas e, se
necessário, projetar reforços para garantir que as
tubulações não sejam danificadas.
4.5.9 Os mictórios químicos somente serão utilizados em
sanitários coletivos, desde que haja garantia de
fornecimento contínuo, em quantidade e qualidade, dos
produtos químicos necessários a sua limpeza e
manutenção. Quando forem utilizados estes tipos de
mictórios, prever no projeto das instalações de esgotos
sanitários a possibilidade de conversão destes aparelhos
para o tipo convencional.
5. ETAPAS DE PROJETO
A apresentação gráfica do projeto de Instalações de
Esgotos Sanitários deverá, preferencialmente, estar
incorporada a uma apresentação global dos projetos
de Instalações Hidráulicas e Sanitárias. Quando
fornecimento do orçamento detalhado da execução das
instalações, fundamentado em quantitativos de serviços
e fornecimentos perfeitamente especificados, e as
indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução.
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necessário e justificável, ou quando solicitado pelo
Contratante, poderá ser feita apresentação em
separado.
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do sistema de Esgotos
Sanitários, a partir do conhecimento das
características arquitetônicas e de uso da
edificação, consolidando definições preliminares
quanto à localização e características técnicas dos
pontos de coleta, demanda de esgotos, e
prédimensionamento dos componentes principais,
como caixas de coleta e inspeção, instalações de
recalque, prumadas e tubulações. A concepção
eleita deverá resultar do cotejo de alternativas de
solução, adotando-se a mais vantajosa para a
edificação, considerando parâmetros técnicos,
econômicos e ambientais.
Nesta etapa serão delineadas todas as instalações
necessárias ao uso da edificação, em atendimento
ao Caderno de Encargos, normas e condições da
legislação, obedecidas as diretrizes de economia de
energia e de redução de eventual impacto
ambiental.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
planta de situação da edificação, ao nível da rua,
em escala adequada, com os traçados das
tubulações externas;
planta geral de cada nível da edificação, em
escala adequada, contendo o caminhamento das
tubulações e a localização dos demais elementos
componentes do sistema, tais como aparelhos
sanitários, ralos, tubos de ventilação, caixas
coletoras, sifonadas, de inspeção e de separação e
outros;
representação isométrica esquemática da
instalação;
relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com
os projetos de Arquitetura, Estrutura e demais
sistemas, considerando a necessidade de acesso
para inspeção e manutenção das instalações.
5.2 Projeto Básico
Consiste na definição, dimensionamento e
representação do sistema de Esgotos Sanitários
aprovado no Estudo Preliminar, incluindo o
afastamento dos esgotos sanitários, localização
precisa dos componentes, características técnicas
dos equipamentos do sistema, demandas, bem
como as indicações necessárias à execução das
instalações. O Projeto Básico conterá os itens
descritos da Lei de Licitações e Contratos, com
especial atenção para o
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
planta de situação ao nível da rua, em escala mínima
de 1:500, indicando a localização de todas as tubulações
externas e as redes existentes das concessionárias e
demais equipamentos de interesse;
planta de cada nível da edificação, preferencialmente
em escala 1:50, contendo indicação das tubulações
quanto a comprimentos, material, diâmetro e elevação,
localização precisa dos aparelhos sanitários, ralos e
caixas sifonadas, peças e caixas de inspeção, tubos de
ventilação, caixas coletoras e instalações de
bombeamento, se houver, caixas separadoras e outros;
desenhos da instalação de esgoto sanitário em
representação isométrica referentes à rede geral, com
indicação de diâmetro e comprimento dos tubos, ramais,
coletores e subcoletores;
quantitativos e especificações técnicas de materiais,
serviços e equipamentos;
orçamento detalhado das instalações, baseado em
quantitativos de materiais e fornecimentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e Instalações,
observando a não interferência entre elementos dos
diversos sistemas e considerando as facilidades de
acesso para inspeção e manutenção das instalações
hidráulicas de esgotos sanitários.
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
apresentando o detalhamento das soluções de
instalação, conexão, suporte e fixação de todos os
componentes do sistema de esgotos sanitários a ser
implantado, incluindo os embutidos, furos e rasgos a
serem previstos na estrutura da edificação.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
planta de situação e de cada nível da edificação,
conforme Projeto Básico, com a indicação de cortes e
detalhes;
plantas dos conjuntos de sanitários ou ambientes
com
despejos de água, preferencialmente em escala 1:20,
com o detalhamento das instalações;
detalhes de todas as caixas, peças de inspeção,
instalações
de
bombeamento,
montagem
de
equipamentos e outros que se fizerem necessários;
detalhes de todos os furos necessários nos
elementos de estrutura e de todas as peças a serem
embutidas ou fixadas nas estruturas de concreto ou
metálicas, para passagem e suporte da instalação;
lista detalhada de materiais e equipamentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
Todos os detalhes que interfiram com outros
sistemas deverão ser elaborados em conjunto, de
forma a ficarem perfeitamente harmonizados entre
si.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Rosca para Tubulações – Padronização
NBR 7229 - Projeto, Construção e Operação de
Sistemas de Tanques Sépticos
NBR 7362 - Tubo de PVC Rígido com Junta Elástica,
Coletor de Esgoto - Especificação
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CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
Os projetos de Instalações Hidráulicas de Esgotos
Sanitários deverão também atender às seguintes
Normas e Práticas Complementares:
Normas da ABNT e do INMETRO: NBR 5580 Tubos de Aço Carbono para Rosca Whitworth
Gás para Usos Comuns na Condução de Fluídos –
Especificação
NBR 5645 - Tubo cerâmico para Canalizações –
Especificações
NBR 5688 - Tubo e Conexões de PVC Rígido para
Esgoto Predial e Ventilação - Especificação
NBR 6943 - Conexões de Ferro Fundido, Maleável,
com
Pág. 158
NBR 8160 - Instalações Prediais de Esgotos Sanitários
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
NBR 8161 - Tubos e Conexões de Ferro Fundido, para
Esgoto e Ventilação - Padronização
Normas Regulamentadoras do Capítulo V, Título II,
da CLT, relativas à Segurança e Medicina do Trabalho:
NR 24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais
de Trabalho
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de especificações técnicas de materiais, serviços e
equipamentos referentes ao projeto de Instalações
Hidráulicas de Esgotos Sanitários.
2. ESPECIFICAÇÕES
Para a perfeita identificação dos materiais,
equipamentos e serviços previstos no projeto, as
especificações
deverão
discriminar
as
características necessárias e suficientes ao
desempenho requerido.
As especificações deverão conter, basicamente, as
características abaixo discriminadas, quando
procedentes.
2.1 Tubos
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material e tipo construtivo;
- classe ou espessura da parede;
- acabamento;
- tipo de extremidade;
- diâmetro nominal ();
- comprimento específico ou médio.
2.2 Suportes
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material;
- dimensões;
- acabamento;
- características das fixações.
2.3 Conexões
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material e tipo construtivo;
- classe ou espessura da parede;
- tipo de extremidade;
- diâmetro nominal ().
2.4 Válvulas e Registros
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material básico do corpo e mecanismo interno;
- tipos de haste, castelo, tampa, disco e outros;
- classe;
- tipo de extremidade;
- acabamento;
- elementos componentes;
- condições especiais necessárias.
2.5 Bombas Hidráulicas e Acionadores
2.5.1 Bombas Hidráulicas
- local;
- finalidade;
- tipo de bomba;
- vazão;
- altura manométrica, de sucção, de recalque e total;
- NPSH (Net Positive Suction Head) disponível;
- material básico (carcaça, rotor, eixo, gaxeta, selo).
2.5.2 Acionadores
- local;
- finalidade;
- tipo;
- alimentação;
- proteção e isolamento.
2.6 Aparelhos Sanitários
- local;
- finalidade;
- tipo de aparelho e classificação;
- dimensões e forma;
- material e tipo construtivo;
- acabamento;
- condições especiais necessárias;
- elementos componentes.
2.7 Acessórios (Caixa Sifonada, Ralos, Grelhas e
Outros)
- local;
- finalidade;
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- acabamento;
- tipo;
- material e tipo de fabricação;
- dimensões físicas e forma;
- tipo de acabamento;
- elementos componentes do acessório;
- condições especiais necessárias.
2.8 Instrumentação
- local;
- finalidade;
- tipo;
- dimensões físicas e forma;
- faixa de operação e tolerâncias;
- tipo de acabamento;
- elementos componentes;
- condições especiais necessárias.
2.9 Fossas Sépticas, Sumidouros e Filtros
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material construtivo;
- dimensões físicas e forma;
- elementos componentes e acessórios.
2.10 Pintura
- local;
- finalidade;
- classificação das tintas a serem usadas quanto às
superfícies a serem pintadas;
- cores de identificação das tubulações pintadas;
- espessura da película e características da aplicação.
INSTALAÇÕES HIDRAÚLICAS E SANITÁRIAS
DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 - Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de projetos de instalações de Drenagem de Águas
Pluviais.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Instalação de Drenagem de Águas
Pluviais
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a Instalação de sistemas de captação,
condução e afastamento das águas pluviais de
superfície e de infiltração das edificações.
2.2 Intensidade Pluviométrica
Relação entre a altura pluviométrica precipitada
num intervalo de tempo e este mesmo intervalo.
2.3 Duração de Precipitação
Intervalo de tempo de referência para a
determinação de intensidades pluviométricas.
2.4 Período de Retorno
Número médio de anos em que a intensidade de
precipitação de uma determinada duração será
igualada ou ultrapassada apenas uma vez.
2.5 Calha
Canal que recolhe a água de coberturas, terraços e
Similares e a conduz a um ponto de destino.
2.6 Condutor Horizontal
2.7 Condutor Vertical
Tubulação vertical destinada a recolher águas de calhas,
coberturas e similares e conduzi-las até a parte inferior
da edificação.
2.8 Rufo
Arremate que cobre a junção de componentes da
edificação, como paredes e coberturas, e que evita a
penetração de águas pluviais nas construções.
2.9 Canaleta
Elemento destinado a captar e conduzir as águas
pluviais, em escoamento livre, até o ponto de destino.
2.10 Caixa de Inspeção
Caixa destinada a permitir a inspeção e manutenção de
condutores horizontais.
2.11 Caixa Coletora
Caixa para águas pluviais situada em nível inferior ao do
coletor público e esgotada através de bombeamento.
2.12 Ralo
Caixa provida de grelha na parte superior, destinada a
receber águas pluviais.
2.13 Ralo Hemisférico
Ralo cuja grelha tem forma hemisférica, utilizado em
locais com possibilidade de entupimentos freqüentes.
2.14 Caixa Sifonada
Caixa de inspeção provida de fecho hídrico para vedar a
passagem de gases.
2.15 Caixa de Areia
Caixa destinada à decantação do material sólido em
suspensão.
2.16 Dreno
Elemento destinado a receber e conduzir águas pluviais
de drenagem subsuperficial ou de infiltração.
2.17 Instalação de Bombeamento
Conjunto de tubulações, equipamentos e dispositivos
destinados a elevar águas pluviais para um ponto de
cota mais elevada.
2.18 Receptáculo
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Canal ou tubulação horizontal destinado a recolher Elemento situado no piso destinado a receber águas
e conduzir águas pluviais até locais de deságüe de pluviais das coberturas, em queda livre.
domínio público.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições
gerais:
3.1 Obter os projetos de arquitetura, estrutura e
instalações, a fim de integrar e harmonizar o projeto
de drenagem com os demais sistemas.
3.2 Obter, junto às concessionárias locais,
desenhos cadastrais e/ou de projeto das redes
públicas de drenagem de águas pluviais da região
onde deverá ser implantada a edificação.
3.3
Obter
desenhos
de
levantamentos
planialtimétricos e da plantas de situação, bem
como, quando necessário, as informações
geotécnicas da área do projeto.
3.4 Identificar e classificar as águas pluviais em:
águas pluviais referentes às edificações e
provenientes de coberturas, terraços, marquises e
outros;
águas pluviais externas, provenientes de áreas
impermeáveis descobertas como pátios, quintais,
ruas, estacionamentos e outros;
águas pluviais de infiltração, provenientes de
superfícies receptoras permeáveis como jardins,
áreas não pavimentadas e outras.
3.5 Conhecer e delimitar as áreas de contribuição
que receberão as chuvas e que terão que ser
drenadas, por canalização ou por infiltração.
Considerar as áreas de contribuição de ampliações
futuras e as áreas externas que possam contribuir
para a área do projeto.
3.6 Definir os pontos prováveis de lançamento das
águas pluviais, em função do levantamento
planialtimétrico da área e dos desenhos cadastrais
da rede pública de drenagem de águas pluviais.
3.7 Definir as vazões de projeto que serão utilizadas
para o dimensionamento da instalação de águas
pluviais e drenagem, determinando:
a intensidade pluviométrica, a partir da fixação
da duração da precipitação e do período de retorno
adequados para a região;
a vazão do projeto para cada área de
contribuição.
3.8 Adotar, sempre que possível, os seguintes
critérios de projeto:
garantir, de forma homogênea, a coleta de
águas pluviais, acumuladas ou não, de todas as
áreas atingidas pelas chuvas;
conduzir as águas pluviais coletadas para fora
dos limites da propriedade até um sistema público
ou qualquer local legalmente permitido;
não interligar o sistema de drenagem de águas
pluviais com outros sistemas;
permitir a limpeza e desobstrução de qualquer
trecho da
instalação, sem que seja necessário danificar ou destruir
parte das instalações.
3.9 Deverão ser elaborados projetos especiais nos
seguintes casos:
infra-estrutura da área de implantação da edificação
ou
conjunto de edificações;
rebaixamento do lençol d’água subterrâneo.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 Determinação da Vazão
4.1.1 Para a determinação da intensidade pluviométrica,
deverá ser utilizada a tabela da norma NBR 10844,
Sistema de Recalque, respeitando as exigências dos
órgãos locais. Para locais sem estudos pluviométricos,
esta determinação deverá ter correlação com dados dos
postos mais próximos que tenham regime meteorológico
semelhante ao do local em questão.
4.1.2 O valor do período de retorno a ser adotado
dependerá de análise econômica e de segurança, em
consonância com as características da área a ser
drenada.
4.2 Afastamento de Águas Pluviais
4.2.1 A partir do limite da propriedade onde serão
previstas uma ou mais caixas de inspeção finais na rede
interna, as águas pluviais serão lançadas de acordo com
os métodos estabelecidos pelo órgão competente, por
um dos seguintes meios:
descarga no meio-fio da rua, por tubo ou canaleta
instalada sob a calçada;
ligação direta à boca-de-lobo, bueiro ou poço-devisita;
qualquer outro local legalmente permitido.
O projeto das instalações de águas pluviais e drenagem
incluirá os trechos situados além da divisa de forma
indicativa, exceto quando estes estiverem fora do escopo
dos serviços.
4.2.2 No caso da rede pública constituir um sistema
unitário de esgotamento, recebendo esgotos e águas
pluviais, a ligação da instalação de águas pluviais a essa
rede terá que ser feita independentemente da ligação
dos esgotos. Neste caso, deverá haver um sifão ou uma
caixa sifonada no trecho final do condutor de águas
pluviais, para vedar o acesso dos gases da rede pública
ao interior do sistema.
4.3 Áreas de Contribuição
4.3.1 Em todos os pontos baixos das superfícies
impermeáveis que recebam chuva será obrigatória a
existência de pontos de coleta.
4.3.2 Todas as superfícies impermeáveis horizontais
(lajes de cobertura, pátios, quintais e outros) deverão ter
declividade
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que garanta o escoamento das águas pluviais até
atingir os pontos de coleta, evitando o
empoçamento.
4.3.3 No caso em que o projeto arquitetônico previr
caimento livre das águas pluviais de coberturas
planas ou inclinadas sem condutores verticais,
deverão ser previstos elementos no piso para
impedir empoçamentos e/ou erosão dos locais que
circundam a edificação, como receptáculos,
canaletas, drenos e outros.
4.3.4 Admite-se a drenagem de áreas reduzidas
como coberturas de caixas de águas elevadas,
poços de escadas e elevadores, balcões, jardineiras
e outras por meio de buzinotes, desde que sua
descarga não prejudique a circulação de pessoas
ou acarrete outros efeitos indesejáveis.
4.3.5 As edificações situadas nas divisas ou
alinhamentos de rua deverão ser providas de calhas
e condutores verticais para escoamento das águas
pluviais, quando a inclinação dos telhados orientar
as águas para esta divisa.
4.3.6 Para a drenagem de áreas permeáveis, nas
quais a infiltração das águas pluviais poderia ser
prejudicial à edificação, ou onde o afastamento das
águas superficiais deverá ser acelerado, serão
previstos drenos para absorção da água, de tipo e
dimensões adequadas, e seu encaminhamento à
rede geral ou a outros pontos de lançamento
possíveis.
4.3.7 Os taludes de corte ou aterro deverão
apresentar elementos de proteção à erosão.
4.3.8 Quando existirem áreas de drenagem abaixo
do nível da ligação na rede pública, as águas
pluviais nelas acumuladas, provenientes de pátios
baixos, rampas de acesso do subsolo, poços de
ventilação e outros, deverão ser encaminhadas a
uma ou mais caixas coletoras de águas pluviais.
4.3.9 As caixas coletoras mencionadas deverão
atender às seguintes condições:
ser independentes de caixas coletoras de
esgotos;
ser providas de instalações de bombeamento
compostas cada uma de, pelo menos, 2 (duas)
unidades, sendo uma de reserva;
as bombas deverão ser de construção
apropriada para água suja, de tipo vertical ou
submersível, providas de válvula de retenção e de
registros de fechamento, em separado para cada
unidade; de preferência, serão acionadas por motor
elétrico;
o comando das bombas de águas pluviais será
automático;
recomenda-se a previsão de alarme, para acusar
falhas no funcionamento do sistema;
admite-se o lançamento à caixa coletora de
águas pluviais, em ligação direta, das águas
provenientes de extravasores e canalizações de
limpeza de reservatórios de água potável
enterrados;
a canalização de recalque deverá ser ligada à
rede geral de águas pluviais, em ponto próprio para
receber a descarga
Pág. 161
na vazão e pressão determinadas por meio de caixa de
inspeção especial ou por meio de junção de 45º,
instalada em condutor horizontal aparente, com a
derivação dirigida para cima.
4.4 Coleta e Condução de Águas Pluviais
Os elementos para coleta e condução de águas pluviais
deverão atender às seguintes condições:
4.4.1 Coberturas Horizontais de Laje
será dada preferência a soluções com desvio das
águas pluviais e calhas coletoras;
nas saídas laterais das águas pluviais, devem ser
instaladas grelhas planas, colocadas oblíqua ou
verticalmente;
no dimensionamento dos bocais de saída das águas
pluviais, deverão ser consideradas as formulações de
escoamento adequadas.
4.4.2 Calhas e Rufos
a conexão da calha ao condutor de saída será
preferencialmente na sua parte inferior, por meio de funil
ou caixa especial;
nas saídas verticais, deverão ser previstos ralos
hemisféricos e nas saídas horizontais grelhas planas,
para evitar obstruções;
as calhas deverão ser acessíveis ao pessoal de
manutenção, em todos os pontos das linhas, para fins de
limpeza e manutenção.
4.4.3 Condutores Verticais
junto à extremidade inferior dos condutores verticais,
deverão ser previstas caixas de captação visitáveis;
deverão ser previstas peças de inspeção próximas e
a montante das curvas de desvio, inclusive no pé da
coluna, mesmo quando houver caixa de captação logo
após a curva de saída;
os condutores deverão ser colocados externamente
ao
edifício somente quando for previsto pelo projeto
arquitetônico.
4.4.4 Condutores Horizontais
a declividade mínima dos condutores deverá estar de
conformidade com o item 5.7.1 da norma NBR 10844;
as declividades máximas dos condutores não
deverão ultrapassar valores que causem velocidades
excessivas de escoamento a fim de evitar a erosão do
tubo;
a ligação de condutores verticais a tubos horizontais
aparentes será feita por meio de curva de raio longo e
junção de 45 graus, colocada, sempre que possível, com
a derivação em posição horizontal.
4.5 Condições Complementares
4.5.1 Quando forem previstas aberturas ou peças
embutidas em qualquer elemento de estrutura, o autor do
projeto de estruturas será cientificado para efeito de
verificação e inclusão no desenho de fôrmas.
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4.5.2 O autor do projeto deverá verificar as
resistências das tubulações enterradas quanto às
cargas externas, permanentes e eventuais, a que
estarão expostas, e, se necessário, projetar reforços
para garantir que as tubulações não sejam
danificadas.
4.5.3 Os suportes para as canalizações suspensas
deverão ser posicionados e dimensionados de
modo a não permitir sua deformação física.
5. ETAPAS DE PROJETO
A apresentação gráfica do projeto de Instalações de
Drenagem
de
Águas
Pluviais
deverá,
preferencialmente, estar incorporada a uma
apresentação global dos projetos de instalações
hidráulicas e sanitárias. Quando necessário e
justificável, ou quando solicitado pelo Contratante,
poderá ser feita apresentação em separado.
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do sistema de Drenagem de
Águas Pluviais, a partir do conhecimento das
características arquitetônicas e de uso da
edificação, consolidando definições preliminares
quanto à localização e características técnicas dos
pontos de coleta, demanda de águas pluviais, e prédimensionamento dos componentes principais,
como caixas de coleta e inspeção, instalações de
recalque, prumadas e tubulações. A concepção
eleita deverá resultar do cotejo de alternativas de
solução, adotando-se a mais vantajosa para a
Edificação, considerando parâmetros técnicos,
econômicos e ambientais.
Nesta etapa serão delineadas todas as instalações
necessárias ao uso da edificação, em atendimento
ao Caderno de Encargos, normas e condições da
legislação, obedecidas as diretrizes de economia de
energia e de redução de eventual impacto
ambiental.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
planta de situação da edificação, ao nível da rua,
em escala adequada, com os traçados dos ramais
coletores externos e caracterização de elementos
como caixas de inspeção, caixas de areia, drenos,
caixas coletoras, instalações de bombeamento e
outras;
planta geral de cobertura e demais níveis da
edificação, onde constem áreas de contribuição, em
escala adequada, contendo os caimentos e pontos
baixos das superfícies, pontos e elementos de
coleta, como calhas, canaletas, receptáculos e
outros e localização de condutores verticais e
horizontais;
esquema isométrico da instalação;
relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com
os projetos de Arquitetura, Estrutura e demais
sistemas, considerando a necessidade de acesso
para inspeção e manutenção das instalações.
Pág. 162
5.2 Projeto Básico
Consiste na definição, dimensionamento e representação
do sistema de Drenagem de Águas Pluviais aprovado no
Estudo Preliminar, incluindo o afastamento das águas
pluviais, localização precisa dos componentes,
características técnicas dos equipamentos do sistema,
demandas, bem como as indicações necessárias à
execução das instalações.
O Projeto Básico conterá os itens descritos da Lei de
Licitações e Contratos, com especial atenção para o
fornecimento do orçamento detalhado da execução das
instalações, fundamentado em quantitativos de serviços
e fornecimentos perfeitamente especificados, e as
indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
planta de situação ao nível da rua, em escala mínima
de 1:500, indicando a localização de todas as redes e
ramais externos, inclusive redes da concessionária,
posicionamento de todos os elementos de coleta e
características das respectivas áreas de contribuição,
com dimensões, limites, cotas, inclinação, sentido de
escoamento, permeabilidade e outros;
planta da cobertura e demais níveis da edificação,
onde constem áreas de contribuição, preferencialmente
em escala 1:50, contendo a localização de todos os
componentes descritos no estudo preliminar e
dimensões,
declividades,
materiais
e
demais
características de condutores, calhas, rufos e canaletas;
cortes, preferencialmente em escala 1:50, indicando o
posicionamento dos condutores verticais;
desenhos em escalas adequadas, onde constem o
posicionamento, dimensões físicas e características de
instalações de bombeamento, drenos e caixas de
inspeção, de areia e coletora;
isométrico da instalação;
quantitativos e especificações técnicas de materiais,
serviços e equipamentos;
orçamento detalhado das instalações, baseado em
quantitativos de materiais e fornecimentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e Instalações,
observando a não interferência entre elementos dos
diversos sistemas e considerando as facilidades de
acesso para inspeção e manutenção das instalações
hidráulicas de drenagem de águas pluviais.
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
apresentando o detalhamento das soluções de
instalação, conexão, suporte e fixação de todos os
componentes do sistema de Drenagem de Águas
Pluviais a ser implantado, incluindo os embutidos, furos e
rasgos a serem previstos na estrutura da edificação.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos Normas da ABNT e do INMETRO:
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gráficos:
planta de situação, conforme projeto básico, com
indicação das áreas a serem ampliadas ou
detalhadas;
cortes, indicando posicionamento definitivo dos
condutores verticais;
desenhos
em
escalas
adequadas
das
instalações de bombeamento, drenos e caixas de
inspeção, de areia e coletora, com indicação dos
detalhes;
desenhos, em escala adequada, de todas as
ampliações ou detalhes, de caixas de inspeção,
canaletas, ralos, sala de bombas, caixas coletoras,
montagem de equipamentos, suportes, fixações e
outros;
desenho do esquema geral da instalação;
lista detalhada de materiais e equipamentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de
Projeto.
Todos os detalhes que interfiram com outros
sistemas deverão ser elaborados em conjunto, de
forma a ficarem perfeitamente harmonizados entre
si.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de Instalações Hidráulicas de
Drenagem de Águas Pluviais deverão também
atender às seguintes Normas e Práticas
Complementares:
Pág. 163
NBR 5580 - Tubo de Aço Carbono para Rosca Whitworth
Gás para Usos Comuns na Condução de Fluídos Especificação
NBR 5645 - Tubo Cerâmico para Canalizações Especificação
NBR 5680 - Tubo de PVC Rígido, Dimensões Padronização
NBR 8056 - Tubo Coletor de Fibrocimento para Esgoto
Sanitário - Especificação
NBR 8161 - Tubos e Conexões de Ferro Fundido para
Esgoto e Ventilação - Padronização
NBR 9793 - Tubo de Concreto Simples de Seção
Circular para Águas Pluviais - Especificação
NBR 9794 - Tubo de Concreto Armado de Seção Circular
para Águas Pluviais - Especificação
NBR 9814 - Execução de Rede Coletora de Esgoto
Sanitário - Procedimento
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
NBR 10843 - Tubos de PVC Rígido para Instalações
Prediais de Águas Pluviais - Especificação
NBR 10844 - Instalações Prediais de Águas Pluviais
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de especificações de materiais, equipamentos e
serviços referentes ao projeto de Instalações
Hidráulicas de Drenagem de Águas Pluviais.
2. ESPECIFICAÇÕES
Para a perfeita identificação dos materiais,
equipamentos e serviços previstos no projeto, as
especificações
deverão
discriminar
as
características necessárias e suficientes ao
desempenho requerido.
As especificações deverão conter, basicamente, as
características abaixo discriminadas, quando
procedentes.
2.1 Tubos
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material e tipo construtivo;
- classe ou espessura da parede;
- acabamento;
- tipos de extremidades;
- diâmetro nominal ();
- tipo de extremidade;
- diâmetro nominal ().
2.4 Válvulas e Registros
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material básico do corpo e mecanismo interno;
- tipos de haste, castelo, tampa, disco e outros;
- classe;
- tipos de extremidades;
- acabamento;
- elementos componentes;
- condições especiais necessárias.
2.5 Bombas Hidráulicas e Acionadores
2.5.1 Bombas hidráulicas
- local;
- finalidade;
- tipo de bomba;
- vazão;
- altura manométrica, de sucção, de recalque e total;
- NPSH (Net Positive Suction Head) disponível;
- material básico (carcaça, rotor, eixo, gaxeta, selo).
2.5.2 Acionadores
- local;
- finalidade;
- tipo;
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- comprimento específico ou médio.
2.2 Suportes
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material;
- dimensões;
- acabamento;
- características das fixações.
2.3 Conexões
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material e tipo construtivo;
- classe ou espessura da parede;
- acabamento;
Pág. 164
- alimentação;
- proteção e isolamento.
2.6 Calhas
- local;
- finalidade;
- dimensões físicas;
- forma;
- material;
- características físicas;
- elementos acessórios.
2.7 Acessórios (Grelhas, Grades e Outros)
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material e tipo construtivo;
- condições especiais necessárias.
2.9 Pintura
- dimensões físicas e forma;
- tipo de acabamento;
- local;
- elementos componentes do acessório;
- finalidade;
- condições especiais necessárias.
- classificação das tintas a serem usadas quanto às
2.8 Instrumentação (Manômetro, Medidor de superfícies a serem pintadas;
Nível e Outros)
- cores de identificação das tubulações pintadas;
- local;
- espessura da película e características da aplicação.
2.10 Proteção contra Corrosão
- finalidade;
- tipo;
- local;
- dimensões físicas e forma;
- finalidade;
- faixa de operação e tolerâncias;
- tipo;
- tipo de acabamento;
- características.
- elementos componentes;
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRÔNICAS
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PARA DATA CENTERS
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4 Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 – Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de projetos de Instalações Elétricas.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Instalações Elétricas
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a instalação de sistemas de recebimento,
distribuição e utilização de sistemas elétricos de
edificações.
2.2 Entrada
Parte da instalação compreendida entre o ponto de
Expressa em termos de impedância, de corrente ou de
Potência ativa, reativa ou aparente.
2.7 Carga de um Sistema Elétrico
Potência absorvida ou fornecida em um dado instante
pelo sistema.
2.8 Subestação
Conjunto de equipamentos elétricos, incluindo local e
edificação que os abriga, destinado a medir e controlar a
energia elétrica ou transformar as suas características.
2.9 Instalação de Terra
Conjunto de elementos condutivos de aterramento como
hastes, fitas, placas e outros, ligados entre si.
2.10 Terra de Proteção
Ligação que tem por finalidade limitar tensões para a
Terra, de equipamentos normalmente sem tensões,
como carcaças metálicas, tanques de transformadores,
comando de disjuntores e outros, que poderiam ficar sob
tensão em decorrência de um defeito elétrico.
2.11 Terra de Funcionamento
Ligação para a terra de um ponto determinado de circuito
elétrico, como de transformadores, motores, pára-raios e
outros, que têm por finalidade permitir o desempenho
normal e seguro do circuito elétrico.
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CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
Pág. 165
entrega da energia elétrica e o equipamento de
medição, incluindo o disjuntor geral de proteção.
2.3 Ponto de Entrega
Ponto de junção entre as linhas da concessionária
de energia elétrica e a instalação da edificação.
2.4 Aparelho Elétrico
Equipamento ou componente que, para a realização
de sua função, utiliza a energia elétrica que lhe é
fornecida.
2.5 Dispositivo Elétrico
Equipamento ou componente que dá passagem à
corrente elétrica, sem praticamente consumir a
energia elétrica.
2.6 Carga
Conjunto dos valores que caracterizam as
solicitações impostas por um sistema ou
equipamento elétrico a ele ligado a outro sistema ou
equipamento elétrico. A carga pode ser
2.12 Eletrodo de Terra
Corpo metálico ou conjunto de corpos metálicos
colocados em contato elétrico com o solo e utilizados
para dispersar para a terra as correntes elétricas. Pode
ser constituído por um só elemento, denominado haste
de terra ou por mais elementos ligados condutivamente
entre si, denominados malha de terra.
2.13 Elemento de Captação
Parte metálica destinada a receber diretamente as
descargas atmosféricas.
2.14 Condutor de Descida
Condutor que liga o elemento de captação ao eletrodo de
terra.
2.15 Condutor Equipotencial
Condutor que liga à barra de terra todas as partes
metálicas dos equipamentos não-elétricos.
2.16 Barra de Terra
Ponto de junção e seccionamento entre o condutor
de descida ou de proteção e o condutor de terra, no
qual podem ser executadas as eventuais medições
e verificações.
2.17 Terminal de Terra
Terminal previsto no equipamento elétrico para
ligação do condutor de proteção ou do condutor
equipotencial.
2.18 Resistência de Aterramento (Rt)
Quociente entre a diferença do potencial do eletrodo
de terra e de um ponto de referência no solo,
suficientemente afastado, pela intensidade de
corrente dispersada por esse eletrodo.
2.19 Tensão de Aterramento (Vt)
Elevação do potencial de terra, igual ao produto da
resistência da terra (Rt) da instalação elétrica
considerada, pela corrente de defeito (It) que a
instalação de terra deve dispersar.
2.20 Tensão de Contato (Vc)
Diferença de potencial, que pode aparecer entre um
elemento metálico não energizado tocado pela mão
de um indivíduo, e seus pés, distando 1 metro
desse elemento, durante a ocorrência de um curtocircuito, provocando a circulação de uma corrente
pelo seu corpo, da mão aos pés.
2.21 Tensão de Passo (Vp)
Parte da tensão de aterramento, que pode aparecer
entre os pés de um indivíduo, afastados de 1 m,
durante a ocorrência de um curto-circuito,
provocando a circulação de uma corrente pelo seu
corpo, de um pé ao outro.
2.22 Resistividade do Solo ()
Expressa a resistência de um corpo de solo de um
metro de comprimento e de seção 1m².
2.23 Corrente de Defeito para Terra
A máxima corrente que a instalação de terra pode
dispersar, sendo calculada pelos sistemas
ordinários de cálculo, considerando a contribuição
das máquinas elétricas.
2.24 Tempo de Eliminação do Defeito para Terra
2.27 Esta Prática adota a terminologia estabelecida pelas
Normas NBR 5419 e NBR 5473.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições gerais:
3.1 Obter os projetos de arquitetura, estrutura e
instalações a fim de integrar e harmonizar o projeto de
instalações elétricas com os demais sistemas.
3.2 Obter junto à concessionária informações quanto à
disponibilidade e características da energia elétrica no
local da edificação, bem como todos os regulamentos,
requisitos e padrões exigidos para as instalações
elétricas.
3.3 Obter informações com relação às atividades e tipo
de utilização dos espaços da edificação, bem como
conhecer a localização e características dos aparelhos
elétricos.
3.4 Definir claramente os níveis de tensão a serem
adotados,
visando
a
intercambiabilidade
dos
componentes, padronização de materiais e, segurança e
confiabilidade na operação e manutenção das
instalações elétricas.
3.5 Considerar no desenvolvimento do projeto a
determinação dos seguintes sistemas e conceitos
geralmente presentes na edificação:
entrada e medição de energia;
distribuição em média-tensão;
distribuição em baixa tensão;
distribuição em tensão estabilizada;
iluminação e tomadas;
aterramento;
proteção contra choques elétricos;
proteção contra descargas elétricas atmosféricas;
proteção contra sobretensões;
fontes de emergência;
fator de potência da carga instalada;
fator de demanda e fator de carga.
3.6 Adotar, sempre que possível os seguintes critérios de
projeto:
utilização de soluções de custos de manutenção e
operação compatíveis com o custo de instalação do
sistema;
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Tempo máximo entre os prováveis tempos de
intervenção dos dispositivos de proteção, em
relação às suas características de intervenção.
2.25 Alimentador
Condutor que conduz energia elétrica do
equipamento de entrada aos quadros de distribuição
dos circuitos terminais que alimentam as diversas
cargas.
2.26 Sistema de Proteção Contra as Descargas
Atmosféricas - SPDA
utilização de soluções que visem à segurança contra
incêndio e proteção de pessoas e da instalação;
previsão de reserva de capacidade para futuro
aumento de utilização da eletricidade;
flexibilidade da instalação, admitindo mudança de
características e localização de aparelhos elétricos;
simplicidade da instalação e facilidade de montagem
sem prejuízo da qualidade;
facilidade de acesso para manutenção e previsão de
espaço para expansões dos sistemas;
padronização da instalação, materiais e
equipamentos visando facilidades na montagem,
manutenção e estoque de peças de reposição;
especificação
de
materiais,
serviços
e
equipamentos que possibilitem a competição de
mercado.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 Entrada e Medição de Energia
4.1.1 Considerar que o projeto de entrada, medição
e proteção deve atender ao nível de tensão de
fornecimento de energia, bem como aos requisitos e
padrões exigidos pela empresa concessionária de
energia elétrica local.
4.1.2 Os conjuntos moto-bombas de incêndio para
as redes de hidrantes e “sprinklers” deverão receber
alimentação
elétrica
através
de
circuito
independente, derivado antes da Proteção Geral e
após a medição de energia. Se necessário, deverá
ser prevista entrada independente para alimentação
do conjunto moto-bomba de incêndio.
4.1.3 Dimensionar os condutores de entrada,
observando as exigências da concessionária de
energia elétrica e levando em consideração a carga
atual e futura na determinação da capacidade de
corrente, devendo ser também consideradas a
queda de tensão e a capacidade de suportar os
efeitos térmicos e dinâmicos da corrente de curtocircuito, até sua eliminação pela intervenção dos
dispositivos de proteção.
4.1.4 Prover os condutores de entrada de
dispositivos que permitam seu desligamento da
fonte de energia elétrica em local acessível. Sua
capacidade deverá ser adequada à corrente de
plena carga e será compatível com a corrente de
curtocircuito.
4.1.5 Se a entrada for derivada de um sistema com
neutro aterrado, considerar que o condutor neutro
aterrado deverá ser instalado até o equipamento de
entrada, mesmo que não seja necessário para a
alimentação das cargas.
4.1.6 Considerar que a rede de entrada em média
tensão deverá ser, obrigatoriamente, subterrânea
quando o posto de entrada for cubículo blindado.
Caso a construção seja em alvenaria, a rede de
entrada poderá ser tanto subterrânea como aérea,
de acordo com as normas da concessionária local.
4.1.7 Se projetados cabos unipolares nos ramais de
4.2.2 Subestações
4.2.2.1 Situar as subestações de transformação, tanto
quanto possível, próximas aos centros de carga.
4.2.2.2 Localizar as subestações de modo a proporcionar
facilidade de acesso para pessoas autorizadas e para
entrada ou remoção de equipamentos elétricos.
4.2.2.3 Considerar que as subestações situadas no
interior da edificação devem ficar encerradas em
compartimentos exclusivos, com proteção contra
contatos acidentais, condições próprias de ventilação e
proteção
contra
penetração
de
animais
no
compartimento.
4.2.2.4 Prever proteção à volta das subestações
externas, tanto de instalação aberta como em cubículo
blindados, instalados ao nível do solo. Se a proteção for
uma cerca metálica, deverá ser ligada à terra.
4.2.2.5 Prever sistemas de drenagem e proteção contra
infiltração de água nas subestações instaladas abaixo do
nível do solo.
4.2.2.6 Impedir a passagem de outras tubulações não
relacionadas com o sistema elétrico no compartimento
da subestação.
4.2.2.7 O acesso aos recintos das subestações será feito
através de porta, abrindo para fora, com dimensões
mínimas de 0,80 m x 1,80 m, provida de fechadura com
abertura por chave do lado externo e permitindo livre
abertura do lado interno. Junto à porta, em lugar visível,
deverá ser prevista uma placa de advertência de perigo
de morte e proibição de entrada a pessoas não
autorizadas, conforme a Norma NBR 5414.
4.2.2.8 Considerar que o arranjo físico dos equipamentos
deverá atender à funcionalidade, à facilidade de
operação e de manutenção, bem como permitir eventual
crescimento futuro de carga.
4.2.2.9 Adotar, no mínimo, os valores indicados nas
tabelas do capítulo 5 da Norma NBR 5414 para os
afastamentos dos condutores entre si e entre anteparos,
paredes de proteção, balaustradas etc.
4.2.2.10 Considerar que todos os equipamentos
operando em baixa tensão deverão ser instalados
separadamente, a fim de permitir acesso com segurança,
sem necessidade de interrupção dos circuitos de altatensão.
4.2.3 Transformadores
4.2.3.1 Obedecer às potências e níveis de isolamento
padronizados pela Norma NBR 5356.
4.2.3.2 Considerar que os transformadores instalados no
interior da edificação deverão ser a seco com
encapsulamento em resina, ou imersos em líquido
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entrada, recomenda-se prever um cabo adicional isolante não inflamável e não tóxico. Quando instalados
para reserva.
externamente ao prédio, quer em
4.2 Instalações Elétricas em Média Tensão
4.2.1 Introdução
Considerar que o projeto de instalação em média
tensão (de 0,6 a 15 kV) deverá ser elaborado em
observância às exigências de Norma NBR 5414. As
prescrições referidas na Norma NBR 5414
constituem-se em recomendações mínimas a serem
obedecidas.
local descoberto, quer abrigados em edificação
própria, poderão ser imersos em óleo mineral. Neste
caso, deverá haver barreiras de separação de
material incombustível e meios para drenagem do
líquido isolante.
4.2.3.3 Evitar excessivos níveis de curto-circuito no
lado de baixa tensão no caso de ligação de vários
transformadores em paralelo.
4.2.3.4 O nível de ruído dos transformadores em
zona residencial deverá ser compatível com o
especificado na Norma NBR5356.
4.2.4 Linhas de Distribuição
4.2.4.1 Considerar que as instalações de linhas de
média tensão deverão ser executadas com cabos
isolados, tipo seco, com isolamento de PVC, de
borracha etileno-propileno (EPR) ou de polietileno
reticulado. O nível de isolamento dos condutores
deverá ser adequado à tensão de serviço e à
condição de ligação do neutro (aterrado ou isolado).
4.2.4.2 Escolher a seção do condutor conforme a
capacidade de condução da corrente, queda de
tensão admissível e a capacidade de suportar
corrente de curtocircuito indicada pelo fabricante.
Na determinação da capacidade de corrente do
condutor instalado devem ser considerados os
fatores
de correção
de temperatura,
de
agrupamento de cabos, de profundidade, no caso
de instalação subterrânea, e de agrupamento de
dutos; no caso de mais de um duto por linha,
considerar as recomendações da Norma NBR 5414
e de fornecedores.
4.2.4.3 No dimensionamento da seção dos
condutores, adotar como limites de queda de tensão
entre a origem da instalação e o ponto de utilização,
os valores normalizados no item 6.2.6 da Norma
NBR 5410.
4.2.4.4 Recomenda-se, para as áreas externas e
instalações de cabos subterrâneos, que a instalação
seja através de linhas de dutos.
4.2.4.5 Dispor os dutos com declividade para
escoamento de água e com poços de inspeção,
distanciados entre si não mais que 60 m, conforme
recomendação da Norma NBR 5414.
4.2.4.6 Evitar curvaturas dos cabos com raio menor
que o indicado pelo fabricante, ou na ausência
dessa informação, menor que 20 vezes o diâmetro
do cabo.
4.2.5 Proteção
4.2.5.1 Considerar no projeto das proteções a
disjuntor automático com relê de sobrecorrente, para
linhas com carga superior a 225 kVA;
chave fusível no lado primário e disjuntor com relê de
sobrecorrente no lado secundário, para transformador
trifásico ou banco de transformadores com potência
nominal não superior a 225 kVA, ou para transformador
monofásico ou conjunto de transformadores com
potência nominal não superior a 112,5 kVA;
disjuntor com relê de sobrecorrente no lado primário e
no lado secundário, para transformador trifásico ou
banco com potência nominal superior a 225 kVA, ou para
transformador monofásico com potência nominal superior
a 112,5 kVA.
4.2.5.3 No caso de instalação de mais de um
transformador, poderá ser admitida a proteção por
chaves fusíveis desde que seja usado disjuntor geral
com relês de sobrecorrente na linha de alimentação
primária.
4.2.5.4 No caso de existir transformadores ligados em
paralelo, as chaves e os disjuntores deverão ser
intertravados de modo a assegurar a operação de
abertura do disjuntor de baixa tensão em primeiro lugar
e, em último, da chave. Na operação de fechamento, a
sequência deverá ser inversa, conforme recomendação
da Norma NBR 5414, item 7.2.2.3.2.
4.2.5.5 As chaves que não sejam adequadas para
manobra com carga deverão possuir placa de
advertência colocada em lugar visível com os dizeres:
“não manobrar esta chave com carga”, de conformidade
com a Norma NBR 5414, item 7.1.4.
4.2.5.6 Escolher os pára-raios de acordo com a tensão
do sistema e a condição de ligação do neutro, conforme
Norma NBR 5414, itens 7.3.1.1 e 7.3.2.1.
4.2.5.7 Manter independentes das demais ligações à
terra os condutores de terra dos pára-raios.
4.2.6 Aterramento
4.2.6.1 Todas as partes metálicas existentes nas
subestações, não destinadas a conduzirem corrente
elétrica, deverão ser conectadas à malha de
aterramento.
4.2.6.2 No interior da subestação deverá ser prevista
uma barra de terra, em cobre, fixada à parede a 0,30 m
do piso, que estará conectada à malha de aterramento, e
a partir da qual serão derivados os condutores de
aterramento da subestação.
4.2.6.3 Efetuar por meio de terminais conectores de
aperto ou a compressão as conexões entre a parte
aterrada dos equipamentos, estruturas e ferragens e o
condutor de ligação à terra, e a barra de terra.
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seletividade e a confiabilidade.
4.2.5.2 Atender às recomendações da Norma NBR
5414 para proteção dos sistemas de média tensão,
prevendo, no mínimo, os seguintes dispositivos:
chaves fusível, para linhas com carga não
superior a 225 kVA;
4.2.6.4 Fixar com solda exotérmica as conexões dos
condutores de ligação à terra com os condutores de
aterramento principal ou com os eletrodos, de instalação
enterrada, com exceção das conexões localizadas em
caixas de inspeção, que deverão ser realizadas com
conectores de aperto ou a compressão.
4.3 Instalações Elétricas em Baixa Tensão
4.3.1 Introdução
4.3.1.1 Considerar que o projeto de instalações em
baixa tensão (igual ou inferior a 1 kV), deve ser
elaborado observando-se as exigências da Norma
NBR 5410.
4.3.1.2 A concepção do sistema elétrico em baixa
tensão sempre que possível deverá atender a
requisitos de padronização, intercambiabilidade,
redução de itens para manutenção e, otimização de
custos de implantação e de reposição de
componentes.
4.3.1.3 Os níveis de tensão adotados deverão
sempre ser compatíveis com a importância e
características técnicas das cargas.
4.3.2 Quadros de Distribuição
4.3.2.1 Introdução
Na configuração do sistema elétrico estabelecer
níveis de proteção e seccionamento dos circuitos,
principiando-se sempre de quadros principais de
distribuição geral e derivando-se para quadros de
distribuição secundários e, sempre que possível,
próximos aos respectivos centros de carga, ou seja,
uma posição cujos circuitos de saída não excedam
40 m. Centralizar os dispositivos de proteção dos
circuitos alimentadores de iluminação e força em
quadros de distribuição.
Todos os condutores vivos de alimentação de um
circuito, devem ser seccionados, podendo ser
utilizado disjuntores ou seccionadores sob carga
com ou sem fusíveis. Demais recomendações sobre
seccionamento observar item 5.6 da Norma NBR
5410. Seccionadores sob carga, sem fusíveis,
podem ser usados desde que exista proteção a
montante. Projetar os quadros para uso em recintos
de acesso geral. Recomenda-se proteção contra
contatos involuntários com partes sob tensão.
Deverá constar nos quadros a indicação das
seguintes características principais, marcadas de
forma indelével:
tensão de alimentação;
corrente nominal;
corrente de curto-circuito;
número de fases;
identificação do quadro.
Os quadros devem ser instalados em local de fácil
acesso para operação e manutenção. Prever, pelo
menos, um quadro de distribuição para iluminação e
aparelhos em cada pavimento da edificação.
Em edificações residenciais e de escritórios, prever, no
mínimo, um quadro de distribuição em cada unidade
autônoma.
4.3.2.2 Características Construtivas
Devem ser obedecidas as prescrições do item 6.5.7 da
Norma NBR 5410 e as seguintes:
Os quadros serão de material incombustível e resistente
à umidade. O grau de proteção do invólucro será
adequado às condições do ambiente no local da
instalação.
Prever espaço suficiente no interior do quadro para
permitir a curvatura dos condutores de maior seção, de
entrada ou de saída do quadro, com raio de curvatura
não inferior ao valor mínimo recomendado pelo
fabricante.
Prever tampas com rasgos para os compartimentos dos
disjuntores, deixando aparentes somente as alavancas
de operação.
Prever disjuntores de reserva, e espaços vazios para
futura colocação de disjuntores na proporção de um para
cada cinco disjuntores ativos.
Identificar todos os circuitos de forma indelével, por meio
de plaquetas ou por outro processo.
Os barramentos serão de cobre, rigidamente fixados e
identificados.
Entre qualquer parte viva e a porta ou tampa, prever
espaçamento mínimo não inferior a 25 mm, exceto se a
espessura da chapa for igual ou maior que 2,6 mm ou se
for revestida com material isolante; neste caso o
espaçamento não deve ser inferior a 13 mm.
Prever, em todos os quadros, barra de aterramento,
independente da barra do neutro.
A corrente nominal do barramento do quadro de
distribuição não será inferior à capacidade mínima do
alimentador necessário à alimentação das cargas,
considerando-se as cargas inicialmente instaladas e as
estimadas para instalação futura. Dimensionar os
barramentos para suportar os efeitos dinâmicos e
térmicos da corrente de curto-circuito.
Dimensionar todos os dispositivos de proteção de Condutores em paralelo podem ser usados, desde que
acordo com as condições de carga e coordená-los sejam atendidas as condições do item 6.2.4.7 da Norma
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com a seção dos condutores. Os disjuntores terão
capacidade de ruptura não inferior ao valor da
corrente de curto-circuito trifásico simétrico eficaz,
no quadro.
4.3.2.3 Quadro de Distribuição para Iluminação
O número total de disjuntores de proteção dos
circuitos, derivados do quadro de distribuição para
iluminação, não deve ultrapassar 42, contando-se
cada disjuntor bipolar como dois unipolares e cada
disjuntor tripolar como três unipolares.
Distribuir as cargas dos circuitos entre as barras de
fase de modo a proporcionar balanceamento entre
as fases. A chave geral poderá ser disjuntor ou
seccionador sob carga. Disjuntores que não
possuam características de compensação de
temperatura, deverão, quando instalados em
Quadros Elétricos com vários disjuntores, terem sua
capacidade contínua de corrente reduzida a 80% da
nominal ou a uma porcentagem determinada em
curvas de variação de capacidade de corrente em
função da temperatura ambiente, do respectivo
disjuntor.
Prever, pelo menos, um quadro de distribuição para
iluminação e aparelhos em cada pavimento da
edificação. Em edificações residenciais e de
escritórios, prever, no mínimo, um quadro de
distribuição em cada unidade autônoma.
4.3.3 Linhas Elétricas
4.3.3.1 Introdução
Na definição dos componentes e formas de
instalação das linhas elétricas, deverão ser
obedecidas as prescrições fundamentais contidas
no item 6.2 da Norma NBR 5410, sendo necessária
observância quanto as proteções contra:
contatos diretos e indiretos;
efeitos térmicos;
sobrecorrentes;
sobretensões.
As linhas elétricas deverão evitar riscos nos pontos
não eletrificados da edificação e serão de fácil
acesso. A especificação técnica deve apresentar
características adequadas ao local onde estão
instaladas.
Dimensionar os alimentadores, de modo a transmitir
Potência suficiente aos circuitos alimentados, bem
como para atender a futuros aumentos de carga.
Considerar os fatores de demanda adequados,
aplicados à potência total instalada, para estimativa
da potência demandada no alimentador.
Pág. 169
NBR 5410. Poderão ser utilizados condutores de cobre
ou de alumínio, sendo que, o uso de condutores de
alumínio só é admitido nas condições estabelecidas nos
itens 6.2.2.3.1 a 6.2.2.3.3 da Norma NBR 5410. Os
condutores a serem empregados deverão possuir tensão
nominal não superior a 0,6/1,0 kV. Dimensionar o
condutor neutro, considerando a maior carga ligada entre
neutro e fase, de conformidade com os itens 6.2.5.2 e
6.2.5.3 da Norma NBR 5410. Dimensionar o condutor
neutro dos alimentadores que alimentam circuitos de
lâmpadas de carga, para corrente igual à da fase.
Quando da utilização de condutores em paralelo em
vários eletrodutos, cada eletroduto deverá conter 1
condutor de cada fase distinta mais o condutor neutro.
No dimensionamento das linhas elétricas deverão ser
calculadas as seções pelos critérios de ampacidade,
queda de tensão e curto-circuito, aplicando-se os fatores
de agrupamento e temperatura apresentados no item
6.2.4 da Norma NBR 5410, e limitando-se a queda de
tensão aos valores estipulados no item 6.2.6.1 da
mesma Norma. Das seções encontradas, adotar aquela
cujo valor for a maior. Após definida a seção do
condutor, através dos critérios determinados no item
anterior desta prática, deverão ser efetuados os cálculos
de coordenação entre condutor e dispositivo de proteção.
As condições a serem satisfeitas estão prescritas no item
5.3 da Norma NBR 5410, ou sejam, proteções contra
sobrecargas, curto-circuitos, sobre-tensões e quedas e
falta de tensão.
4.3.4 Condições Gerais de Instalação
4.3.4.1 Deverão ser atendidas as prescrições
estabelecidas nos itens 6.2.8, 6.2.9 e 6.2.10 da Norma
NBR 5410.
4.3.4.2 Não será aceita a utilização de eletrodutos de
bitola menor do que 13 mm.
4.3.4.3 As linhas elétricas poderão ser instaladas em,
eletrodutos, bandejas, escadas para cabos, calhas,
espaços de construção e poços, canaletas, e demais
prescrições do item 6.2.10 da Norma NBR 5410.
4.3.4.4 Adotando-se a maneira de instalar mais
adequada, os procedimentos para projeto devem
respeitar o especificado no item 6.2.10 da Norma NBR
5410.
4.3.4.5 Poderão ser instalados, a título de previsão de
reserva, eletrodutos com bitolas superiores às
necessárias para as bitolas iniciais dos condutores, ou
eletrodutos vazios.
4.3.5 Sistemas de Iluminação e Tomadas
O tipo de iluminação, deverá ser harmonizado com o
4.3.5.1 Introdução
projeto urbanístico, de paisagismo e de comunicação
O projeto de iluminação deverá abranger, onde visual. Deverão ser atendidos os requisitos da Norma
NBR 5101 no projeto de iluminação de vias de acesso.
cabível, os seguintes sistemas:
4.3.5.4 Tomadas
iluminação geral de interiores;
iluminação geral externa;
As tomadas de uso geral deverão possuir circuitos
iluminação específica;
independentes dos de iluminação, a fim de possibilitar
iluminação de emergência;
uma alternativa de uso da energia elétrica, em caso de
manutenção nas luminárias ou tomadas. Tomadas de
iluminação de vigia;
sinalização e luz de obstáculo.
uso específico tais como para torneiras elétricas,
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O sistema de iluminação geral proporcionará nível
de iluminância razoavelmente uniforme e adequado
ao tipo de ocupação do local e à severidade das
tarefas visuais previstas.
Prever, onde necessária, iluminação específica,
entendendo-se, como tal, iluminação suplementar
de pequenas áreas atendidas pela iluminação geral,
ou iluminação própria de áreas não servidas pela
iluminação geral. Como exemplo de iluminação
específica podem ser mencionados locais especiais
de trabalho, iluminação de fachadas e iluminação
decorativa. Nos edifícios de uso coletivo para
indicação de saídas, escadas e corredores, prever
sistemas de iluminação de emergência para manter
um nível mínimo de iluminância, nos casos de falta
de suprimento de energia elétrica no sistema geral.
O sistema de iluminação de vigia fornecerá um nível
de iluminância suficiente para a circulação de
pessoal de vigilância, podendo ou não ser separado
do sistema de iluminação geral. Deverá ser dada
preferência, tanto quanto possível, ao emprego de
luz fluorescente. O projeto de iluminação atenderá
ao nível de iluminância necessário, e determinará o
tipo de iluminação, número de lâmpadas por
luminária, número e tipos de luminárias, detalhes de
montagem, localização das luminárias, caixas de
passagem e interruptores, caminhamento dos
condutores e tipo para sua instalação. Na seleção
dos tipos de lâmpadas, reatores e luminárias, adotar
aquelas cujas características proporcionem um
maior rendimento, implicando em economia no uso
da energia elétrica.
4.3.5.2 Iluminação Geral de Interiores
Para a determinação dos níveis de iluminância,
Deverão ser adotadas as recomendações previstas
na Norma NBR 5413. A disposição e tipos de
luminárias deverão ser definidos em conjunto com o
arquiteto, visando harmonização com o projeto
arquitetônico.
4.3.5.3 Iluminação Geral Externa
A iluminação geral externa atenderá às áreas tais
Como pátios, vias de acesso, jardins, e outros.
chuveiros, aparelhos de ar condicionado, bem como para
aparelhos automáticos tais como aquecedores de água,
máquinas de lavar residenciais e similares, serão
alimentadas através de circuitos individuais.
Na determinação da potência, deverão ser previstos os
valores mínimos recomendados no item 4.2.1.2 da
Norma NBR 5410, em que são estipulados valores
mínimos para potência de iluminação, tomadas de uso
geral e tomadas de uso específico. Dispor, da forma
mais uniforme possível, as tomadas de uso geral nas
paredes, nos rodapés ou no piso, observadas as
eventuais particularidades decorrentes das condições
construtivas no local e da ocupação a que se destinam.
4.3.5.5 Condições Gerais de Instalação
Os circuitos de iluminação serão derivados dos quadros
de distribuição ou de subdistribuição de luz. Os circuitos
deverão ser dimensionados conforme seção 4.3.3 desta
Prática. Prever, sempre que possível, uma capacidade
de reserva de 20% de corrente nominal do circuito. Os
condutores dos circuitos terminais serão de cobre, com
isolamento em PVC, classe de tensão mínima 750 V,
com características antichama. A instalação em
interiores deverá utilizar eletrodutos rígidos embutidos,
podendo ser utilizados nas áreas de serviço. Em áreas
externas, quando a instalação for subterrânea, prever
eletrodutos de material resistente à corrosão, e a
esforços mecânicos, conforme item 6.2.10.6 da Norma
NBR 5410.
Todas as luminárias e tomadas deverão ser aterradas.
Nas salas o comando das luminárias será através de
interruptores, o qual deverá interromper todas as fases.
Em áreas gerais, as luminárias poderão ser comandadas
diretamente dos disjuntores.
4.3.6 Sistema de Força
4.3.6.1 O sistema de força abrange a alimentação,
comando e supervisão de cargas motrizes, tais
como, motobombas, elevadores, ar condicionado,
ventilação, e outros semelhantes.
4.3.6.2 A instalação de motores deve seguir as
prescrições do item 6.5.3 da Norma NBR 5410, e as
recomendações desta prática, onde aplicáveis.
4.3.6.3 A alimentação elétrica de motores deverá
originar-se no quadro principal de distribuição geral
e, próximo ao centro de cargas deverão ser
previstos quadros de força independentes dos
quadros de iluminação.
4.3.6.4 No dimensionamento da instalação de
motores, evitar perturbações nas linhas elétricas,
motivadas por queda de tensão elevada. Consultar
limitações impostas pelas concessionárias locais,
quanto aos limites de queda de tensão e, limitações
para a partida direta de motores.
4.3.7.7 Considerar que, qualquer que seja o sistema da
instalação fixa TN-C ou TN-S, os cabos flexíveis usados
como ligações móveis devem possuir um condutor de
proteção distinto do condutor neutro, ligado ao terminal
de terra da tomada de corrente. A ligação deste condutor
PE ao neutro deve ser efetuada dentro da instalação fixa.
4.3.7.8 Em locais onde exista risco de incêndio, as
determinações do item 5.8.2 da Norma NBR 5410 devem
ser obedecidas.
4.3.7.9 Para quaisquer obras civis de grande porte que
disponham de subestações unitárias alimentando tanto
equipamentos trifásicos pesados como ar condicionado
central e elevadores, considerar que, para atender à
exigência do item anterior, o condutor de proteção
deverá ser derivado dos subquadros de distribuição,
caracterizando assim um sistema TN.C.S.
4.3.7.10 Prever para a instalação de terra, em
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4.3.6.5 Os limites de queda de tensão devem
respeitar os valores do item 6.2.6.1 da Norma NBR
5410.
4.3.6.6 Quando necessário, utilizar dispositivos de
partida que limitem a corrente absorvida durante a
partida.
4.3.6.7 Deverão ser previstas proteções contra
sobrecargas, curto-circuitos, subtensões e falta de
fase.
4.3.6.8 As carcaças dos motores devem ser
aterradas, através de conexão com a barra de terra
do respectivo Quadro de Força.
4.3.7 Sistema de Aterramento
4.3.7.1 O sistema de aterramento deverá ser
concebido, observando-se os esquemas de
aterramento prescritos nos itens 4.2.2.2 e 6.4 da
Norma NBR 5410.
4.3.7.2 A eficácia dos aterramentos deve satisfazer
às necessidades de segurança e funcionais da
instalação elétrica e dos equipamentos associados.
4.3.7.3 O projeto de aterramento deverá considerar
o possível aumento da resistência dos eletrodos de
aterramento devido à corrosão.
4.3.7.4 Propiciar segurança ao ser humano, através
do controle dos potenciais e da ligação à malha de
aterramento de todas as partes metálicas não
energizadas.
4.3.7.5 Possibilitar o escoamento para a terra das
correntes resultantes do rompimento de isolação,
devido a curto-circuito ou quanto a descargas
atmosféricas e sobretensões de manobras.
4.3.7.6
Adotar
o
sistema
TN
conforme
recomendação da Norma NBR 5410 para o
seccionamento automático da alimentação de um
aparelho ou equipamento, após a ocorrência de
uma falta de energia, visando impedir a
permanência da tensão de contato por um período
de tempo que resulte perigoso para as pessoas.
coordenação com os dispositivos de proteção, o limite
das “tensões de contato” e de “passo” a valores não
perigosos à segurança de serem humanos. Para isso
será necessário atender às tensões máximas
admissíveis a seguir indicadas:
Instalações de BT (1000 V.C.A.):
Nas instalações onde todas as terras estiverem
interligadas entre si, as tensões de contato e de passo
máximas admissíveis em função dos tempos de
intervenção das proteções serão as estabelecidas pela
Norma NBR 5410.
Nas tabelas 19 e 20 do item 5.1.3 da Norma NBR
5410 define-se o tempo de duração máxima, para cada
valor de tensão de contato, em que o dispositivo de
proteção deve interromper a alimentação do circuito.
Instalações de M T (1.000 V.C.A 34,5 kV.C.A.):
As tensões admitidas são:
50 V - se não for prevista a eliminação rápida do
defeito para terra;
75V - se não for prevista a eliminação do defeito para
a
terra dentro de 1 (um) segundo.
Instalações de A T (34,5 kV.C.A.)
As tensões admitidas são:
100V - quando não for prevista a eliminação rápida
do defeito para a terra;
125V - quando for prevista a eliminação do defeito
para a terra dentro de 1 (um) segundo;
250V - quando for prevista a eliminação do defeito
para a terra dentro de 0,5 segundo.
4.3.7.11 Desenvolver o estudo da resistividade dos solos
em relação aos sistemas de aterramento, adotando-se o
método dos “quatro pontos” ou “método do Prof. F.
Wenner” para obtenção dos valores.
4.3.7.12 Desenvolver o estudo da resistividade do
subsolo (2) para que, em conjunto com a resistividade
do solo (1) seja avaliado qual o melhor sistema de terra
a ser utilizado, conforme recomendações do item
4.3.7.13 desta Prática.
4.3.7.13 Recomenda-se que na escolha do sistema
de aterramento sejam levados em consideração os
problemas de corrosão que possa sofrer. A escolha
entre uma malha ou sistema de hastes é função
direta da relação existente entre 1 e 2 .
4.3.7.14 Para 1/2 ligeiramente superior a 1 (um)
recomenda-se o sistema de hastes interligadas
entre si; para 1/ 2 1 é recomendado utilizar
um sistema de cabos mais horizontais conectados à
malha, podendo ser complementada por hastes
situadas na periferia para limitar o valor de tensão
de passo.
4.3.7.15 Prever, de um modo geral, que a
subestações serão interligadas ao sistema geral de
terra somente quando não for difícil limitar a tensão
de contato e a tensão de passo, para evitar a
transferência de valores elevados destas ao
restante do sistema.
4.3.7.16 Como bitola mínima dos cabos de cobre
que constituem um sistema de aterramento para
4.3.7.24 Os equipamentos de BT serão conectados aos
sistemas de terra com um elemento condutivo,
dimensionado de acordo com o item 4.3.7.22.
4.3.7.25 Os quadros serão sempre providos de terminal
de terra.
4.3.7.26 Os aparelhos de iluminação serão aterrados,
utilizando para esta finalidade o condutor terra com
seção idêntica à do condutor de fase.
4.3.7.27 Todas as estruturas metálicas fora do solo serão
interligadas de maneira a garantir a equipotencialidade
entre si. Assim, todas as partes metálicas serão
interligadas através das tubulações ou de elementos
condutivos equipotenciais ligados ao sistema geral de
terra.
4.3.7.28 Todas as estruturas metálicas serão interligadas
entre si e aterradas.
4.3.7.29 As estruturas metálicas enterradas, que não
forem aterradas ao sistema geral, ficarão distanciadas do
aterramento geral de pelo menos 6 m.
4.3.7.30 As instalações de terra poderão ser constituídas
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resistir a esforços mecânicos, recomenda-se o cabo
de 70 mm².
4.3.7.17 A malha principal de aterramento e as
interligações serão de cabo de cobre bitola mínima
de 70 mm², enterrrado a uma profundidade mínima
de 600 mm abaixo do nível do solo. As derivações
da malha podem ser de bitola menor, mas não
Inferior a 10 mm².
4.3.7.18 Considerar que a Norma NBR 5410
recomenda que, sempre que possível, os diversos
elementos de eletrodo de aterramento sejam
cravados a uma profundidade tal que atinjam
terrenos permanentemente úmidos, desde que
atendida a recomendação do item 4.3.7.17 desta
Prática.
4.3.7.19 Proteger apropriadamente todos os
edifícios e estruturas sujeitos a descargas
atmosféricas. Considera-se que a proteção é eficaz
quando o valor final da resistência de aterramento
não exceder os seguintes valores:
10 ohms para pequenas construções;
5 ohms para médias e grandes construções.
4.3.7.20 Para a proteção contra os contatos
acidentais das instalações elétricas internas, prever
que todas as estruturas metálicas do prédio sejam
interligadas com ligações equipotenciais.
4.3.7.21 O valor da resistência da instalação de
terra deverá estar sempre contido na faixa de 5 a 10
ohms e nunca superior a 10 ohms.
4.3.7.22 Os elementos condutivos do sistema de
dispersão (PE) serão de cobre, aço zincado ou
alumínio e terão uma bitola mínima de acordo com a
Norma NBR 5410.
4.3.7.23 Os equipamentos de M.T. serão sempre
conectados ao sistema de terra através de dois
elementos condutivos, dimensionados de acordo
com o item 4..3.7 desta Prática.
por hastes enterradas nos vértices dos prédios
interligadas e distanciadas entre si cinco vezes o
comprimento da haste, com um máximo de 2 5 m por um
condutor em anel a 1 m de distância da face externa das
fundações da estrutura.
4.3.7.31 Os ferros das fundações poderão ser
considerados elementos de dispersão, mas não
suficientemente garantidos; portanto, deverão ser
interligados à malha ou anel de terra, conforme os itens
4.3.7.17 e 5.3.7.18 desta Prática.
4.3.7.32 Em locais de grande densidade populacional, as
cercas metálicas deverão ser instaladas nas
proximidades da área do sistema de terra, e interligadas
com o mesmo pelo menos a cada 20 m, bem como
garantida a sua continuidade metálica.
4.3.7.33 As cercas metálicas afastadas não ficarão
interligadas ao sistema geral de terra, para evitar tensões
de contato elevadas, mas terão uma instalação própria
de terra, executada com um condutor horizontal
enterrado diretamente abaixo da cerca.
4.3.7.34 Todas as junções enterradas serão protegidas
para evitar o contato com o solo (eletrólito), exceto
quando as junções forem executadas com solda
exotérmica.
4.3.7.35 Nas interligações de metais diferentes, tomar as
precauções adequadas para evitar corrosão eletrolítica.
4.3.8 Proteção de Estruturas Contra Descargas
Atmosféricas
4.3.8.1 A execução de projeto para proteção de
estruturas contra as descargas atmosféricas deverá
atender às prescrições da Norma NBR 5419, não sendo
admitidos recursos artificiais destinados a aumentarem o
raio de proteção.
4.3.8.2 No projeto das instalações de pára-raios
constarão todos os elementos necessários ao seu
completo atendimento, como os captores, descidas,
localização dos eletrodos de terra, todas as ligações
efetuadas, características dos materiais a empregar,
bem como áreas de proteção estabelecidas, em
plano vertical e horizontal.
4.3.8.3 O nível de proteção de um SPDA ou a
exigência de implantá-lo, deve ser determinado
conforme “Método de Seleção do Nível de Proteção”
- Anexo B da Norma NBR 5419.
4.3.8.4 Na definição do projeto consultar arquitetos
e construtores, viabilizando o SPDA com o projeto
arquitetônico.
4.3.8.5 O SPDA poderá ser projetado conforme os
seguintes métodos, desde que o mesmo enquadrese nas características construtivas da edificação e
nos critérios da Norma NBR 5410:
Franklin;
Eletrogeométrico;
Gaiola de Faraday.
4.3.8.6 Captores naturais podem ser utilizados
metálica da estrutura, instalações metálicas, as massas
e o sistema elétrico, eletrônico e de telecomunicações,
dentro do espaço a proteger.
4.3.8.15 Demais recomendações para equalização do
potencial deverá estar conforme item 5.2.1 da Norma
NBR 5419.
4.3.8.16 Estruturas especiais, como chaminés, estruturas
contendo líquidos ou gases inflamáveis, antenas
externas de televisão, deverão estar protegidas conforme
requisitos complementares do Anexo A da Norma NBR
5419.
4.3.8.17 Considerar que nenhum ponto das edificações
poderá ficar fora do campo de proteção dos pára-raios.
4.3.8.18 Será projetada, com hastes metálicas verticais
ou pára-raios, a proteção contra as descargas
atmosféricas nas edificações com cobertura não
condutora, como cimento amianto, concreto armado,
telha cerâmica, sendo vedado o uso, para este fim, da
armação do concreto.
4.3.8.19 Quando o prédio for isolado da área protegida, e
instalado sobre solo de alta resistividade, a instalação de
terra poderá ser realizada em malha com dois anéis
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desde que atendam as exigências da Norma NBR
5419.
4.3.8.7 Condutores de descida devem ser dispostos
de maneira a possibilitar vários trajetos paralelos e
com o menor comprimento possível.
4.3.8.8 A quantidade de descidas deve ser
determinada em função do posicionamento dos
captores e conforme item 5.1.2 da Norma NBR
5419.
4.3.8.9 Calhas ou tubos de água pluviais não devem
servir como meio de instalação de condutores de
descida.
4.3.8.10 Não executar emendas em cabos de
descida externos, exceto se utilizar solda
exotérmica, ou em conexões para medição
conforme item 5.1.2.6 da Norma NBR5419.
4.3.8.11 Condutores de descida naturais utilizando
elementos estruturais serão admitidos, desde que
atendam às prescrições do item 5.1.2.5 da Norma
NBR 5419.
4.3.8.12 O sistema de aterramento deverá ser
executado, podendo ser utilizado como eletrodos de
aterramento:
condutores em anel;
hastes verticais ou inclinadas;
condutores horizontais radiais;
armações de aço das fundações.
4.3.8.13 A resistência de aterramento deverá ser da
ordem de 10 
4.3.8.14 No projeto do SPDA deverá ser efetuada a
equalização de potencial, interligando o SPDA, a
armação
concêntricos interligados entre si ou com acréscimo de
hastes verticais inclinadas para o extremo a 60º em
relação à vertical.
4.3.8.20 Nos prédios de concreto armado poderão ser
usados como condutores de descida os ferros de
armação, desde que seja garantida a continuidade
elétrica nas emendas, e que tenham pelo menos 8 mm
de diâmetro.
4.3.8.21 Nas subestações secundárias de transformação
e distribuição internas não existirão proteções especiais
contra as descargas atmosféricas. Porém, todas as
estruturas metálicas e as ferragens de concreto armado
do prédio e das bases dos transformadores serão
aterradas na malha de terra da subestação.
4.3.8.22 As subestações elétricas externas serão
protegidas contra as descargas atmosféricas por páraraios.
4.3.9 Redes para Sistema de Informática
4.3.9.1 Na instalação de rede de microcomputadores,
deverão ser previstas as utilidades definidas a seguir:
4.3.9.2 Interligação para cabos de lógica a partir do CPD,
ou servidor, até os microcomputadores, através de
infraestrutura independente, podendo ser dutos ou
eletrodutos metálicos. Para os ambientes de
datacenters, observar a Ansi/Tia942 e demais
orientações do Anexo 03 do Edital.
4.3.9.3 Alimentação elétrica exclusiva em tensão
estabilizada, derivada de Quadro Elétrico Específico, e
circuitos parciais dimensionados para atenderem grupos
de até 5 microcomputadores.
4.3.9.4 A alimentação elétrica em tensão estabilizada,
poderá ser obtida através das alternativas:
sistema ininterrupto de energia: equipamento
que possibilita uma alimentação elétrica, com
tensão e frequência dentro de faixas de tolerância
especificadas, em regime permanente e transitório,
com distorção e interrupção de alimentação dentro
dos limites especificados, para a carga, Norma IEC146-4, geralmente denominada por “No-Break”;
estabilizador de tensão: possibilita alimentação
elétrica com tensão e frequência dentro de faixas de
tolerância especificadas, porém não ininterrupta.
4.3.9.5 As configurações básicas da alimentação
elétrica em tensão estabilizada, deverão ser
definidas em função do nível de confiabilidade e
continuidade das informações, definindo-se:
configuração 1: “no break” para servidores, CPD
e rede de microcomputadores;
configuração 2: “no break” para servidores e
CPD;
estabilizadores para rede de microcomputadores;
configuração 3: estabilizadores para servidor e
rede de microcomputadores.
4.3.9.6 Para aterramento do sistema de
computadores deverá ser implantada malha de terra
exclusiva, com equalização do potencial conforme
previsto nesta prática e na Norma NBR 5410, a
partir da qual serão conectados à terra, pisos
elevados em CPD’s, “No break”, estabilizador,
4.4.7 Prover as baterias de acumuladores de carregador
automático.
4.4.8 Instalar as baterias em local ventilado, com
renovação de ar suficiente para dispersar os gases
emanados da bateria e evitar formação de mistura
explosiva.
4.4.9 Prever chaves reversoras adequadas para impedir
que as fontes de geração de emergência operem em
paralelo com o sistema da concessionária de energia
elétrica ou o energizem.
4.4.10 A instalação dos condutores dos circuitos de
emergência será independente de todas as outras
instalações. Esses condutores não deverão ser
colocados nos mesmos eletrodutos, calhas, bandejas ou
caixas com outros condutores, exceto:
em invólucros das chaves de transferência;
em aparelhos de iluminação de emergência ou
sinalizadores de saída providos de 2 lâmpadas, sendo
cada uma alimentada por uma fonte diferente - normal e
de emergência.
Para os Sites de TI, observar as recomendações da
Ansi/Tia 942, as redundâncias, os diagramas de
princípios e demais orientações do Anexo 03 – item 4
4.5 Recomendações para Economia de Energia
Elétrica
4.5.1 A concepção de projetos de instalações elétricas
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quadros elétricos, computadores e demais
componentes do sistema.
4.4 Geração de Emergência
4.4.1 Prever um sistema de emergência alimentado
por grupos geradores ou por bateria de
acumuladores,
caso
haja
necessidade
de
suprimento próprio de energia.
4.4.2 Na escolha do tipo e características das fontes
de suprimento em emergência, considerar o tipo de
serviços a serem atendidos, o tempo de interrupção
admissível, e o período mínimo durante o qual
devem funcionar as fontes, em caso de falha da
alimentação normal.
4.4.3
As
cargas
serão
classificadas
de
conformidade com sua importância e tempo de
interrupção admissível, em cargas não essenciais,
cargas essenciais e cargas críticas. Estas últimas
são as que não admitem interrupção alguma (“no
break”) ou que admitem interrupção por período
muito breve (“short-break”).
4.4.4 A seleção das cargas será criteriosa,
considerando somente as cargas essenciais e
críticas, para não onerar excessivamente o custo da
instalação.
4.4.5 No dimensionamento das fontes de
emergência, será também considerada a corrente
de partida dos motores alimentados.
4.4.6 Prever grupos geradores de preferência com
sistema automático de partida ou com sistema de
comando manual, dependendo da necessidade de
restabelecer o suprimento de energia elétrica,
rapidamente ou não.
deverá atender a conceitos técnicos de forma a
proporcionar um melhor aproveitamento, racionalização
e economia no uso da energia elétrica.
4.5.2 Antes de iniciar qualquer projeto de instalações
elétricas o autor do projeto deverá considerar a forma de
faturamento de energia elétrica, função da tensão de
fornecimento.
4.5.3 Para consumidores em média e alta tensão
(maiores que 600 V) a concessionária estabelecerá o
valor da demanda máxima a ser contratada.
4.5.4 Para gerenciamento da demanda e do consumo de
energia deverão ser previstos equipamentos digitais
controladores, de modo a desligar cargas para que a
demanda máxima contratada não seja ultrapassada.
4.5.5 Em áreas onde se exige um alto nível de
iluminância para atender tarefas especiais, poder-se-á
optar por uma iluminação seletiva que proporcione um
alta iluminância no plano de trabalho e um sistema de
iluminação complementar com luminárias instaladas no
teto.
4.5.6 As iluminâncias adequadas para cada área de
trabalho em função da tarefa visual e do tipo de
atividades desenvolvidas, deverão ser determinadas pela
Norma NBR 5413, que recomenda os valores mais
convenientes.
4.5.7 Escolher um tipo de luminária de boa eficiência,
que proporcione uma distribuição de luz adequada ao
tipo de lâmpada utilizada e a tarefa a que se destina o
local de trabalho a ser iluminado.
4.5.8 Selecionar equipamentos auxiliares como reatores,
soquetes, condutores e outros de boa qualidade e
compatíveis com o tipo de lâmpada e da luminária
escolhidas.
Procurar selecionar reatores com alto fator de
potência e eletrônicos, pois são os mais adequados
em termos de conservação de energia.
4.5.9 Projetar sempre luminárias de alta eficiência e
que sejam adequadas para aquele tipo de
iluminação.
4.5.10 Procurar dotar os recintos de interruptores
que possibilitam desligar a iluminação quando não
for necessária, proporcionando economia de
energia.
4.5.11 Em ambientes com pé direito muito alto
verificar a possibilidade de rebaixar as luminárias,
tomando cuidado com o ofuscamento.
4.5.12 Sempre que possível reduzir o número de
lâmpadas a serem instaladas, de forma a diminuir a
carga térmica e, consequentemente, o consumo de
energia devido aos condicionadores de ar.
4.5.13 Evitar paredes, tetos e mobílias em cores
escuras que exigem lâmpadas de maior potência
para iluminação dos ambientes.
4.5.14 Sempre que possível, usar luminárias
abertas a fim de melhorar o nível de iluminância.
4.5.15 Verificar a possibilidade de instalar
interruptores temporizados para controle de
iluminação em áreas externas, garagens, vitrines,
letreiros e luminosos.
ou seja, a sua potência de operação deverá estar
próxima da potência nominal de plena carga. Deverá ser
evitada a operação de uma carga indutiva em vazio (sem
carga), mantendo sempre desligada da rede.
4.5.23 Instalar capacitores junto às cargas indutivas para
compensar a corrente indutiva e assim elevar o fator de
potência.
4.5.24 Distribuir as cargas entre os diversos circuitos, de
modo que os carregamentos sejam homogêneos.
4.5.25 Os transformadores deverão ser instalados o mais
próximo possível dos centros de carga.
4.5.26 Sempre que forem previstos capacitores procurar
instalá-los junto às cargas indutivas, reduzindo as perdas
no circuito de alimentação.
4.5.27 Normalmente uma instalação deverá operar com
um fator de carga o mais próximo possível da unidade,
para melhor rendimento elétrico e menor preço médio de
kWh.
5. ETAPAS DE PROJETO
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do sistema elétrico, a partir do
Conhecimento das características arquitetônicas e de
uso da Edificação, consolidando definições preliminares
quanto à Localização e características técnicas das
cargas elétricas, demanda de energia elétrica, e prédimensionamento dos componentes principais, como
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4.5.16 Para motores de indução trifásicos de até
100 kW, não normalmente disponíveis no mercado,
poderá ser considerado que:
se um motor opera com mais de 50% de sua
potência nominal, o rendimento é muito próximo do
máximo;
se um motor opera com menos de 50% de sua
potência nominal, o rendimento é bastante baixo;
o rendimento máximo ocorre normalmente
quando a sua carga é igual a 75% de sua potência
nominal.
4.5.17 Sob o ponto de vista de conservação de
energia, recomenda-se escolher um motor de
indução de modo que seu carregamento seja igual
ou maior a 75%.
4.5.18 Antes da seleção de determinado motor ou
transformador, deverão ser considerados o custo
inicial e o custo das perdas de energia ao longo do
tempo.
4.5.19 Para se reduzir as perdas nos
transformadores de alimentação, além da redução
da corrente através da redução da carga, pode-se
também alcançar a redução através do aumento do
fator de potência da instalação.
4.5.20 Em condutores elétricos procurar sempre
utilizar aqueles de mais baixa resistividade.
4.5.21 Recomenda-se reduzir ao máximo o
comprimento dos condutores, principalmente em
baixa tensão, de forma a reduzir as perdas ôhmicas
através de sua resistência elétrica.
4.5.22 Uma carga indutiva não deverá operar
subcarregada,
transformadores, tipo da entrada de energia elétrica,
prumadas, quadros elétricos e sistema de iluminação. A
concepção eleita deverá resultar do cotejo de
alternativas de solução, adotando-se a mais vantajosa
para a edificação, considerando parâmetros técnicos,
econômicos e ambientais. Nesta etapa serão delineadas
todas as instalações necessárias ao uso da edificação,
em atendimento ao Caderno de Encargos, normas e
condições da legislação, obedecidas as diretrizes de
economia de energia e de redução de eventual impacto
ambiental. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
plantas esquemáticas dos diferentes níveis da
edificação e das áreas externas, em escalas adequadas,
indicando sistema de distribuição a ser adotado;
relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto,
que contenha o levantamento das cargas, cálculo de
iluminação, verificação das quantidades e potências dos
motores e as características de outras cargas a serem
alimentadas com sua localização.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e demais instalações,
observando a não interferência entre os elementos dos
diversos sistemas da edificação.
5.2 Projeto Básico
Consiste na definição e representação do sistema
elétrico aprovado no Estudo Preliminar, incluindo a
entrada de energia elétrica, localização precisa dos
componentes,
características
técnicas
dos
equipamentos do sistema, demanda de energia,
bem como as indicações necessárias à execução
das instalações. O Projeto Básico conterá os itens
descritos da Lei de Licitações e Contratos, com
especial atenção para o fornecimento do orçamento
detalhado
da
execução
das
instalações,
fundamentado em quantitativos de serviços e
fornecimentos perfeitamente especificados, e as
indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
planta geral de implantação de edificação, em
escala adequada, indicando elementos externos ou
de entrada de energia, como:
- localização do ponto de entrega de energia
elétrica, do posto de medição e, se necessária, a
subestação com suas características principais;
- localização da cabine e medidores;
- outros elementos.
plantas
de
todos
os
pavimentos
preferencialmente em escala 1:50 indicando:
- localização dos pontos de consumo com
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
apresentando o detalhamento das soluções de
instalação, conexão e fixação de todos os componentes
do sistema elétrico a ser implantado, incluindo os
embutidos e rasgos a serem previstos na estrutura da
edificação.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
planta de situação geral, conforme projeto básico;
planta e detalhes do local de entrada e medidores na
escala especificada pela concessionária local;
planta,
corte,
elevação
da
subestação,
compreendendo a parte civil e a parte elétrica, na escala
de 1:50;
planta de todos os pavimentos, preferencialmente em
escala 1:50 e das áreas externas em escala adequada,
indicando:
- localização dos pontos de consumo de energia elétrica
com respectiva carga, seus comandos e identificação
dos circuitos;
- detalhes dos quadros de distribuição e dos quadros
gerais de entrada com as respectivas cargas;
- trajeto dos condutores, localização de caixas e suas
dimensões;
- código de identificação de enfiação e tubulação que
não permita dúvidas na fase de execução, adotando
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respectiva carga, seus comandos e indicações dos
circuitos pelos quais são alimentados;
- localização dos quadros de distribuição;
- traçado dos condutores e caixas;
- traçado e dimensionamento dos circuitos de
distribuição, dos circuitos terminais e dispositivos de
manobra e proteção;
- tipos de aparelhos de iluminação e outros
equipamentos, com todas suas características como
carga, capacidade e outras;
- localização e tipos de pára-raios;
- localização dos aterramentos;
- diagrama unifilar da instalação;
- esquema e prumadas;
- legenda das convenções usadas.
especificações técnicas de materiais, serviços e
equipamentos;
orçamento detalhado das instalações, baseado
em
quantitativos de materiais e fornecimentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e demais
instalações, contemplando os conceitos de
economia e racionalização no uso da energia
elétrica, bem como as facilidades de acesso para
inspeção e manutenção do sistema elétrico.
critérios uniformes e seqüência lógica;
- desenho indicativo da divisão dos circuitos;
- definição de utilização dos aparelhos e respectivas
cargas;
- previsão da carga dos circuitos e alimentação de
instalações especiais;
- detalhes completos do projeto de aterramento e páraraios;
- detalhes típicos específicos de todas as instalações de
ligações
de
motores,
luminárias,
quadros
e
equipamentos elétricos e outros.
- legenda das convenções usadas;
- diagrama unifilar geral de toda a instalação e de cada
quadro;
- esquema e prumadas.
lista de equipamentos e materiais elétricos da
instalação e respectivas quantidades;
lista de cabos e circuitos, quando solicitada pelo
Contratante;
detalhes de todos os furos necessários nos
elementos de estrutura e de todas as peças a serem
embutidos ou fixadas nas estruturas de concreto ou
metálicas, para passagem e suporte da instalação;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
Todos os detalhes que interfiram com outros sistemas
deverão ser elaborados em conjunto, de forma a ficarem
perfeitamente harmonizados entre si.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de Instalações Elétricas deverão
também atender às seguintes Normas e Práticas
Complementares:
Normas da ABNT e do INMETRO:
NBR 5101 - Iluminação Pública - Procedimento
NBR 5356 - Transformadores para Transmissão e
Distribuição de Energia -Elétrica – Especificação
NBR 5364 - Transformadores para Instrumento
NBR 5380 - Transformadores para Transmissão e
Distribuição de Energia Elétrica - Método de ensaio
NBR 5402 - Transformadores para instrumentos –
Método de ensaio
NBR 5410 - Execução de Instalações Elétricas de
Baixa Tensão - Procedimento
NBR 5413 - Iluminamentos de Interiores –
Procedimento
NBR 5414 - Execução de Instalações Elétricas de
Alta- Tensão - Procedimento (em processo de
revisão)
NBR 5419 - Proteção de Estruturas contra
Descargas Elétricas atmosféricas - Procedimento
NBR 5473 - Instalação Elétrica Predial Terminologia
NBR 5984 - Norma Geral de Desenho Técnico –
Procedimento
ANSI/TIA 942 – INFRA ESTRUTURA PARA DATA
CENTER;
UP Time Institute – Melhores práticas para
projetos de datacenters;
Green Grid – Eficiência energética para
NBR 6808 - Conjuntos de Manobra e Controle de Baixa
Tensão - Especificação
NBR 6812 - Fios e Cabos Elétricos - Método de Ensaio
NBR 6935 - Chave Seccionadora de Média Tensão
NBR 7118 - Disjuntores de alta-tensão
NBR 7285 - Cabos de Potência com Isolação Sólida
Estruturada de Polietileno Termofixo para Tensões até
0,6 kV sem Cobertura - Especificação
NBR 9513 - Emendas para Cabos de Potência Isolados
para Tensões até 750 V
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
Normas e Códigos Estrangeiros:
NEC - National Electrical Code
ANSI - American National Standart Institute
IEEE - Institute of Eletrical and Electronics Engineers
NFPA - National Fire Protection Association
NEMA - National Electrical Manufacture’s Association
IEC - International eletrotecnical Comission
ISO - International Standard Organization
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
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Datacenters – Cálculo de PUE e DCiE.
APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração
de
especificações
técnicas
de
materiais,
equipamentos e serviços referentes ao projeto de
Instalações Elétricas.
2. ESPECIFICAÇÕES
As especificações deverão satisfazer às Normas
Brasileiras aplicáveis e, na falta destas, às normas
internacionais IEC e ISO.
Para a perfeita identificação dos materiais,
equipamentos e serviços previstos no projeto, as
especificações
deverão
discriminar
as
características necessárias e suficientes ao
desempenho requerido.
As especificações deverão conter, basicamente, as
características abaixo discriminadas, quando
procedentes.
2.1 Caixa de Passagem
- material (tipo e espessura);
- formato e dimensões;
- tipo de instalação;
- acabamento;
- furação (tamanho e localização dos furos);
- outros dados.
2.2 Conduletes
- material do corpo;
- tipo e modelo;
- rosca das entradas (bitola, tipo e localização);
- tipo de tampa.
2.3 Condutores
2.3.1 Fios e Cabos
- condutor (material e formação);
- material isolante;
- têmpera;
- blindagem;
- classe de tensão;
- cores;
- formação do cabo;
- seção da parte condutora;
- capa protetora.
2.3.2 “Bus-way”/“Bus-duct”
- material das barras condutoras;
- capacidade condutiva (intensidade nominal);
- nível de curto-circuito;
- classe de tensão;
- número de condutores;
- freqüência nominal;
- peças e acessórios necessários às derivações;
- material e grau de proteção do invólucro;
- isolação das barras condutoras (tipo de isolante);
- montagem das canalizações;
- comprimento dos elementos.
2.3.3 Acessórios para Amarração e Marcação
- tipo;
- material;
- tensão de isolamento.
2.4 Chaves
- tensão nominal;
- corrente nominal;
- corrente momentânea;
- número de pólos;
- bloqueios;
- material e grau de proteção;
- tipo de interrupção (com ou sem carga);
- freqüência nominal;
- nível de curto-circuito;
- acessórios e outros componentes;
- material e grau de proteção do invólucro;
- porta-fusíveis.
2.5 Eletrodutos
- material (tipo, tratamento, costura);
- bitola nominal;
- tipo de rosca;
- classe;
- comprimento de peça.
2.5.1 Acessórios dos Eletrodutos
a) Conectores para eletrodutos flexíveis
- material;
- rosca;
- forma.
b) Luvas
- material (tipo e tratamento);
- bitolas;
- rosca.
c) Buchas e Arruelas
- material (tipo e tratamento);
- bitolas;
- roscas.
d) Outros (braçadeiras, buchas de redução,
grampos “U”, uniões, prensa- cabos, uniduts)
- tensão.
2.13 Lâmpadas
- tipo;
- potência nominal;
- tensão nominal;
- bulbo;
- soquete;
- cor;
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- material (tipo e tratamento);
- bitolas;
- rosca (onde cabível).
2.6 Leitos para Cabos, Eletrocalhas e Perfilados
- material;
- forma;
- tipo e dimensões dos elementos construtivos;
- comprimento e largura;
- acessórios.
2.7 Canaletas para Piso
- material;
- tipo de canaleta e acessórios;
- dimensões.
2.8 Eletrodos de Aterramento
- material (núcleo e capa);
- diâmetro;
- comprimento;
- espessura do recobrimento de cobre.
2.9 Interruptores
- tipo;
- número de pólos;
- acionamento;
- corrente nominal;
- tensão nominal;
- acabamento.
2.10 Espelhos ou Placas
- material;
- acabamento;
- dimensão.
2.11 Fita Isolante
- tipo;
- material;
- cores.
2.12 Isoladores
- tipo;
- material isolante;
- dimensões;
Pág. 178
- fluxo luminoso;
- posição de funcionamento.
2.14 Luminárias
- tipo;
- aplicação;
- material;
- corpo;
- soquete;
- acabamento;
- fixação;
- tipo de lâmpada que se adapta;
- fiação;
- refletor;
- difusor refrator;
- altura de montagem;
- juntas vedadoras;
- lentes;
- tipo de instalação;
- dispositivo de articulação.
2.14.1 Materiais de Fixação
- destinação;
- material;
- estabilidade física;
- estabilidade mecânica;
- resistência mecânica;
- resistência às intempéries;
- tipo.
2.14.2 Materiais para Pintura
- tipo;
- material;
- aplicação;
- acabamento.
2.14.3 Reatores
- tipo;
- potência;
- fator de potência;
- tensão;
- tipo de partida.
2.15 Pára-raios
- nível de isolamento do secundário;
- tipo;
- tipo de ligação dos enrolamentos secundários;
- material;
- deslocamento angular;
- classe de tensão;
- tensão de curto-circuito, a 75ºC, na derivação mais alta.
b) Condições Locais
- tensão nominal;
- instalação;
- altitude acima do nível do mar;
- freqüência;
- temperatura ambiente, máxima e mínima;
- capacidade de descarga nominal;
- umidade relativa média;
- tensão disruptiva de impulso;
- condições especiais do ambiente.
c) Características Construtivas
- tensão disruptiva a surto de manobra;
- acessórios (conectores, eletrodo, cabo de descida - execução apropriada para instalação em local abrigado,
e outros).
ou exposto ao tempo;
2.16 Tomadas
- resfriamento natural ou com ventilação forçada;
- tipo;
- refrigerado a líquido (tipo do líquido) ou a seco (tipo da
- material;
impregnação);
- tensão nominal;
- localização das buchas isolantes do primário, do
secundário e do neutro;
- capacidade nominal;
- tipo de conectores;
- instalação;
- contatos.
- comutador de derivações para operação sem carga ou
2.17 Fusíveis
com carga;
- outras eventuais particularidades.
- tipo;
d) Acessórios
- tensão de serviço;
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- capacidade nominal;
- classe de tensão.
2.18 Conectores e Terminais
- material;
- tipo;
- aplicação;
- bitola;
- acessórios (trilhos, placas de extremidade,
identificações).
2.19 Transformador de Distribuição
a) Características Técnicas
- potência nominal;
- número de fases;
- freqüência nominal;
- tensão nominal primária e derivações;
- polaridade;
- elevação de temperatura admissível;
- rendimento;
- perdas;
- regulação;
- nível de ruído;
- corrente de excitação;
- nível de isolamento do primário;
- tipo de ligação dos enrolamentos primários;
- tensão nominal secundária;
Pág. 179
- conforme item 9 da NBR 5356.
e) Deverão ser atendidas as exigências das Normas
NBR 5356 e NBR 5380.
2.20 Transformador de Potencial
a) Características Técnicas
- nível de isolamento;
- nível de impulso;
- tensão nominal primária;
- tensão nominal secundária;
- freqüência nominal;
- carga nominal;
- classe de exatidão.
b) Condições Locais
- conforme item 2.19 b)
c) Características Construtivas
- construção a seco, com encapsulamento a vácuo em
massa isolante.
d) Acessórios
- caixa de terminais secundários;
- terminal para aterramento;
- placa de identificação.
e) Deverão ser atendidas as exigências das Normas
NBR 5364 e NBR 5402
2.21 Transformador de Corrente
a) Características Técnicas
- corrente nominal primária;
- relação nominal;
- nível de isolamento;
- nível de impulso;
- freqüência nominal;
- carga nominal;
- classe de exatidão;
- fator de sobrecorrente nominal;
- fator térmico nominal;
- corrente térmica nominal;
- corrente dinâmica nominal;
- quantidade de núcleos.
b) Condições Locais
- conforme item 2.19 b)
c) Características Construtivas
- construção a seco com encapsulamento em massa
isolante;
- tipo construtivo;
- tipo de conectores do primário.
d) Acessórios
- caixas de terminais secundários;
- terminal de aterramento;
- placa de identificação.
e) Deverão ser atendidas as exigências das Normas
NBR 5364 e NBR 5402.
2.22 Disjuntor M T (1 a 25 kV)
a) Características Técnicas
- tensão nominal;
- nível de impulso;
- freqüência nominal;
- corrente nominal;
- capacidade de ruptura simétrica;
d) Acessórios
- relês de sobrecorrentes;
- relê de subtensão;
- contatos auxiliares;
- carrinho com rodas e trilho;
- indicador de posição “aberto” e “fechado”;
- indicador de estado de carregamento das molas;
- chave seletora de comando “local” e “remoto”;
- chave ou botoeira de comando local;
- dispositivo de antibombeamento;
- placa de identificação e características;
- terminal para aterramento.
e) Deverão ser atendidas as exigências da Norma NBR
7118.
2.23 Chave Seccionadora M T (1 a 25 kV)
a) Características Técnicas
- tensão nominal;
- nível de impulso à terra e entre pólos;
- nível de impulso através de distância de isolamento;
- corrente nominal;
- corrente de curta duração;
- corrente dinâmica;
- número de pólos;
- tensão auxiliar, no caso de acionamento motorizado.
b) Características Construtivas
- operação sem ou com carga;
- execução apropriada para instalação em local
abrigado ou exposto ao tempo;
- com ou sem faca de terra;
- tipo de acionamento;
- lado de montagem do comando manual.
c) Acessórios
- contatos auxiliares;
- terminal de aterramento;
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- número de pólos;
- placa de identificação.
d) Deverão ser atendidas as exigências da Norma NBR
- tensão de comando.
b) Condições Locais
6935.
2.24 Cubículo Blindado de Média Tensão
- conforme item 2.19 b.
a) Características Técnicas
c) Características Construtivas
- execução apropriada para instalação em local - sistema: número de fase e ligação do neutro;
abrigado ou exposto ao tempo;
- tensão nominal;
- montagem fixa ou extraível;
- freqüência nominal;
- meio de extinção;
- corrente nominal;
- corrente de curto-circuito;
- tipo de mecanismo de operação;
- nível de isolamento;
- tipo de acionamento;
- tipo de conectores.
- nível de impulso;
- ensaio de tensão aplicada (em 60 Hz durante 1
minuto);
- tensão dos circuitos auxiliares para sinalização e
controle;
- tensão de serviços auxiliares para iluminação e
aquecimento.
b) Condições Locais
- conforme item 2.19 b.
c) Características Construtivas
- construção em perfis e chapas de aço (espessura
mínima a ser especificada);
- execução para instalação em local abrigado ou
exposto ao tempo;
- intertravamentos com a porta;
- tipo de construção; compartimento único ou celas
metálicas separadas e independentes entre si (“metal
clad”) ou (“metal enclosed”);
- localização dos pontos de entrada e saída dos
condutores de energia, de controle e de serviços
auxiliares;
- tipo e localização de acessos;
- dimensões aproximadas ou limitações do espaço
disponível;
- detalhes dos barramentos e barra de terra;
- qualidade e cor de pintura.
d) Acessórios
- chumbadores e ferragens de fixação;
- placas de identificação e de características;
- placa de advertência.
e) Deverão ser atendidas as exigências da Norma
NBR 5414, onde aplicável, IEC-298 ou ANSI C 37.20.
f) Discriminação dos principais equipamentos do
cubículo
- relação dos principais componentes do cubículo
com as respectivas especificações.
g) Diagrama
- anexar o diagrama unifilar do cubículo.
2.25 Quadro de Distribuição de Luz
a) Características Técnicas
- corrente nominal;
- tensão nominal;
- corrente de curto-circuito;
- número de fases;
- corrente nominal do disjuntor geral;
- quantidade, número de pólos, corrente nominal e
capacidade de ruptura dos disjuntores de saída.
b) Condições Locais
- conforme item 2.19 b.
c) Características Construtivas
- execução apropriada para instalação em local
abrigado ou exposto ao tempo;
- tipo de montagem: embutida em alvenaria ou
sobreposta;
- construção em chapa de aço, indicando espessura
mínima;
- espaço interno suficiente para curvatura do cabo
(indicar o raio mínimo);
- porta frontal provida de trinco e fechadura;
- tampa interna, cobrindo os barramentos e outras
partes
vivas, deixando aparentes somente as alavancas dos
disjuntores;
- distância mínima de 25 mm entre a tampa e as partes
vivas;
- plaquetas de identificação dos circuitos;
- barramento de cobre dimensionado para corrente
nominal e de curto-circuito, rigidamente fixado;
- barra de terra para conexões de aterramento;
- pintura das chapas de aço após tratamento de
limpeza e preparo de superfícies.
d) Deverão ser atendidas as exigências do artigo 384
da Norma NEC.
e) Diagrama
- anexar o diagrama trifilar, com indicação dos valores
das cargas dos circuitos, sua distribuição pelos
barramentos, e os valores nominais dos disjuntores,
incluindo os de reserva.
2.26 Sistema Ininterrupto de Energia:
- Potência nominal;
- Tensão de entrada C.A.;
- Freqüência de entrada;
- Tensão de saída C.A.;
- Frequência de saída;
- Forma de onda;
- Sobrecarga;
- Tempo de transferência;
- “By-pass” estático: Sim/Não;
- Nível de ruído;
- Indicações de “status” e falhas;
- interface inteligente.
2.27 Estabilizador de Tensão
- Potência nominal;
- Tensão de entrada C.A.;
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- Freqüência de entrada;
- Tensão de saída C.A.;
- Freqüência de saída;
- Sobrecarga;
- Nível de ruído;
- Indicações de “status” e falhas.
2.28 Redundancias conforme Anexo 03 – item 4
- Especificar as redundâncias, características,
potências, etc.
46 INSTALAÇÕES ELÉTICAS E ELETRÔNICAS
TELEFONIA
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 - Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
projetos de Instalações de Telefonia.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Sistema de Telefonia
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a instalação de centrais privadas de
comutação, redes de tubulação e cabos de sistemas
de telefonia nas edificações.
2.2 Bloco Terminal
Bloco de material isolante destinado a permitir a
conexão de cabos e fios telefônicos.
2.3 Cabo de Entrada
Cabo que interliga a rede externa da concessionária
de telefonia ao distribuidor ou caixa de distribuição
geral do edifício.
2.4 Cabo Interno (CI)
Cabo que interliga a rede interna da edificação ao
distribuidor geral ou caixas de distribuição.
2.5 Caixa de Distribuição
Caixa pertencente à tubulação primária, destinada a
dar passagem aos cabos e fios telefônicos e abrigar
os blocos terminais.
2.6 Caixa de Distribuição Geral ou Distribuidor
Geral do Edifício
Caixa na qual são terminados e interligados os cabos
da rede externa da concessionária e os cabos
internos do edifício.
2.7 Caixa de Entrada do Edifício
Caixa subterrânea, situada junto ao alinhamento da
edificação, destinada a permitir a entrada do cabo
subterrâneo da rede externa.
2.8 Caixa de Passagem
Caixa destinada a limitar o comprimento da tubulação,
eliminar curvas e facilitar o puxamento de cabos e fios
telefônicos.
2.9 Caixa de Saída
Caixa destinada a dar passagem ou permitir a saída de
fios de distribuição, aos quais são conectados os
aparelhos telefônicos.
2.10 Carga de uma Caixa de Distribuição
Somatória de pontos telefônicos atendidos a partir de
uma caixa de distribuição.
2.11 Central Privada de Comutação Telefônica
(CPCT)
Estação comutadora de uso privado, interligada através
de linhas-tronco à uma estação telefônica pública, que
permite o acesso de seus ramais às redes de
telecomunicações internas ou externas, através de
comutação automática ou manual.
2.12 Cubículo
Tipo especial de caixa de grande porte, que pode servir
como caixa de distribuição geral, caixa de distribuição
ou caixa de passagem.
2.13 Fio Telefônico Interno (FI)
Par de condutores de cobre estanhado, isolados em
PVC, que interliga as caixas de saída aos blocos
terminais Internos.
2.14 Prumada
Tubulação vertical que constitui a espinha dorsal ou
linha principal da tubulação telefônica da edificação e
que normalmente corresponde à tubulação primária.
2.15 Poço de Elevação
Tipo especial de prumada da edificação, de seção
retangular, que possibilita a instalação de mais de um
cabo telefônico.
2.16 Tubulação de Entrada
Parte da tubulação que permite a entrada do cabo da
rede externa da concessionária e que termina na caixa
de distribuição geral.
2.17 Tubulação Primária
Com seis ou mais pontos telefônicos, deverão ser
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Parte da tubulação que abrange a caixa de
distribuição geral, as caixas de distribuição e as
tubulações que as interligam.
2.18 Tubulação Secundária
Parte da tubulação que abrange as caixas de saída e
as tubulações que as interligam às caixas de
distribuição.
2.19 Esta Prática adota a terminologia estabelecida
pelas Práticas Telebrás.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições
gerais:
3.1 Obter os projetos de arquitetura, estrutura e
instalações a fim de integrar e harmonizar o projeto
de telefonia com os demais sistemas.
3.2 Obter as recomendações, critérios técnicos e
padronizações da Telebrás a serem observados e
considerar que serão utilizados no projeto somente
materiais
aprovados
e
reconhecidos
pela
concessionária.
3.3 Obter informações quanto às características da
rede de telefonia da concessionária local, com
relação ao tipo de instalação, aérea ou subterrânea,
lado da rua em que passam os cabos, previsões de
alteração da rede local e previsão para implantar
CPCT
3.4 Conhecer as atividades previstas para cada
ambiente da edificação, o tipo e número de usuários e
determinar as necessidades da central de comutação
privada e pontos telefônicos de ramais ou linhas
diretas.
3.5 Considerar que as redes de tubulação e cabos
telefônicos conectados diretamente à rede da
concessionária deverão ser de uso exclusivo do
Contratante, que poderá instalar outros serviços de
telecomunicação conectados à rede pública, como
telex, música ambiente, transmissão de dados e
outros.
3.6 Considerar que as redes internas de tubulação e
cabos telefônicos conectados às centrais de
comutação de uso privado deverão ser separadas e
independentes da rede da concessionária local que,
entretanto, deverá aprovar o projeto das instalações.
3.7 Considerar que os cabos telefônicos de
edificações providas de redes de ramais e centrais de
comutação telefônica de uso privado deverão utilizar
a rede de tubulação interna somente até o distribuidor
geral da central telefônica.
3.8 Considerar que as redes de ramais da
concessionária, a seu critério, poderão ser
independentes da rede de ramais da central privada
de comutação telefônica das edificações.
3.9 Considerar que os projetos das redes telefônicas
internas das edificações, com cinco ou mais
pavimentos ou
Pág. 182
aprovados pela concessionária antes da instalação.
3.10 Adotar, sempre que possível, os seguintes
critérios de projeto:
utilização de soluções de custos de manutenção e
operação compatíveis com o custo de instalação do
sistema;
dimensionamento dos equipamentos do sistema
dentro de padrões disponíveis no mercado nacional;
disposição dos componentes do sistema de modo a
adequar
a
instalação
ao
desempenho
dos
equipamentos.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 Determinar todos os componentes do sistema de
telefonia, de modo a definir suas características de
desempenho e permitir facilidades de acesso para
manutenção, inspeção e remoção dos equipamentos,
incluindo as redes de tubulação, as redes de cabos e
as centrais de comutação.
4.2 Rede de Tubulação Telefônica
4.2.1 O desenvolvimento do projeto de tubulação
telefônica deverá ser conduzido, de preferência, na
seguinte seqüência de estudos: tubulação secundária,
tubulação primária e tubulação de entrada, aplicável
para a qualquer tipo de edificado.
4.2.2 Para a etapa de definição da tubulação
secundária,
deverão ser determinados os seguintes conceitos
básicos:
localização e quantidade de caixas de saída;
localização da caixa de saída principal que será
interligada à caixa de distribuição que atende a área ou
pavimento;
tipo e trajetória da tubulação de interligação das
caixas de saída de uma mesma área à caixa de saída
principal
(eletrodutos, dutos de piso ou outro sistema compatível
com as características da rede de telefonia);
dimensionamento da tubulação;
dimensionamento das caixas.
Concluída
esta
etapa,
serão
iniciados
os
procedimentos para a determinação da tubulação
primária.
4.2.4 Para a etapa de definição da tubulação primária,
deverão ser determinados os seguintes critérios
básicos:
número de prumadas necessárias, em função das
características da edificação e do sistema de telefonia;
quantidade total de pontos telefônicos de cada área
ou
pavimento e o total da respectiva prumada;
localização e dimensionamento das caixas de
distribuição, com cada caixa atendendo um pavimento
acima e um pavimento abaixo, com exceção das
últimas superiores, que poderão atender até dois
pavimentos acima, se necessário;
localização e dimensionamento da caixa de sistema paralelo, utilizando dutos retangulares de
distribuição geral, que deverá ser localizada no piso, para áreas acima de 200 m² e mais de 20 pontos
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pavimento térreo, em áreas comuns de livre acesso;
cálculo dos números de pontos acumulados e
atendidos por cada caixa de distribuição;
dimensionamento das caixas de distribuição e da
tubulação;
localização e dimensionamento do poço de
elevação, se o número total de pontos em uma
prumada for superior a 420 ou 250, de conformidade
com o critério da concessionária local, em obediência
às exigências do item 7.4.4 das Práticas Telebrás da
série redes.
Concluída
esta
etapa,
serão
iniciados
os
procedimentos para a determinação da tubulação de
entrada.
4.2.5 Para a etapa de definição da tubulação de
entrada, deverão ser determinados os seguintes
critérios básicos:
a) confirmar junto à concessionária local o tipo de
cabo de entrada do edifício a ser utilizado,
subterrâneo ou aéreo, em atendimento ao critério
definido nas Práticas Telebrás da série redes, que
estabelece:
a entrada será subterrânea se o número total de
pontos for superior a 20, a rede local da
concessionária for subterrânea ou se o Contratante
determinar por razões estéticas;
a entrada será aérea se número total de pontos for
igual ou inferior a 20 ou se as condições da rede local
da concessionária não permitirem o tipo subterrâneo.
b) no caso de cabo de entrada subterrâneo, serão
determinados:
a localização da caixa subterrânea;
o dimensionamento e trajetória da tubulação de
entrada até a caixa de distribuição geral.
c) no caso de cabo de entrada aéreo, serão
determinados:
a posição da tubulação de entrada para conexão à
rede local;
o dimensionamento e trajetória da tubulação da
entrada até a caixa de distribuição geral;
a determinação da altura mínima do cabo aéreo
de entrada em função do lado da rua em que passam
os cabos da concessionária;
previsão de alterações da rede local, como aérea
para subterrânea, mudança do lado da rua e outras.
4.2.6 Todas as partes da rede serão de
responsabilidade
do
autor
do
projeto,
responsabilizando-se a concessionária apenas pelo
projeto e instalação do cabo de entrada que
interligará a rede telefônica interna à rede externa.
4.2.7 Para a distribuição de caixas de saída nas áreas
ou pavimentos são usualmente utilizados os
seguintes sistemas:
sistema de malha de piso com tubulação
convencional, para áreas de até 200 m², com número
de pontos telefônicos entre 11 e 20;
Pág. 183
telefônicos;
sistema de pente, utilizando dutos retangulares de
piso,
para áreas onde houver distribuição conjunta de
eletricidade e telefonia e se desejar limitar a espessura
do piso;
sistema de “espinha de peixe”, utilizando dutos
retangulares que derivam em 90º de ambos os lados
do duto central de alimentação;
sistema sobre forro falso, utilizado somente em
casos excepcionais por dificuldades operacionais.
4.2.8 A definição do número de pontos telefônicos,
número e localização das caixas de saída, dimensões
das caixas, diâmetro das tubulações e número de
curvas permitidas deverá obedecer às tabelas das
Práticas Telebrás.
4.2.9
O
dimensionamento
e
definição
das
características dos poços de elevação, caixa de
distribuição geral, sala para a caixa de distribuição
geral, bem como o do dimensionamento da tubulação
convencional das prumadas, deverá obedecer às
tabelas das Práticas Telebrás.
4.2.10 A entrada aérea em uma edificação,
dependendo das condições da instalação, poderá ser
efetuada diretamente pela fachada ou através de poste
de acesso:
a entrada direta pela fachada deverá ser utilizada
em edificações construídas a menos de cinco metros
do alinhamento predial, em nível superior ao da via
pública;
se não forem atendidas estas condições, a entrada
aérea será efetuada através de poste de acesso.
No projeto de entradas aéreas deverão ser respeitados
os seguintes requisitos:
o cabo de entrada não deverá atravessar terrenos
de terceiros;
a entrada na edificação será posicionada de modo a
não permitir que o cabo telefônico possa ser alcançado
por pessoas;
observar os espaçamentos mínimos com as linhas
de energia elétrica;
na definição das alturas mínimas para a entrada de
cabos aéreos e afastamento mínimos das linhas de
energia elétrica, utilizar as tabelas das Práticas
Telebrás;
para a tubulação de interligação da entrada aérea
com a caixa de distribuição geral, utilizar os mesmos
critérios
aplicados em entradas subterrâneas;
o poste de acesso deverá ser localizado no
alinhamento da edificação e o cabo de entrada será
aéreo ou subterrâneo;
no caso de um conjunto de edificações na mesma
área, deverá ser escolhida uma edificação onde será
instalada a caixa de distribuição geral e o cabo de
entrada único para o conjunto; o dimensionamento da
caixa de distribuição geral deverá considerar a
somatória de todos os pontos telefônicos previstos para
o conjunto de edifícios.
4.2.11 A tubulação para serviços de comunicação
interna da edificação, como interfones, sinalizações
internas, antenas coletivas, TV a cabo e outros
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sistemas de telecomunicação
deverá ser independente da tubulação telefônica.
4.2.12 A tubulação para as redes das Centrais
Privadas de Comutação Telefônica (CPCT) deverá
ser separada e independente da tubulação telefônica
da edificação.
4.2.13 A tubulação das redes CPCT deverá ser
interligada às tubulações de uso exclusivo da
concessionária através da caixa de distribuição da
prumada mais próxima, de modo a facilitar a
instalação da linha tronco ao equipamento do
Contratante.
4.3 Rede de Cabos Telefônicos
4.3.1 O desenvolvimento do projeto de rede telefônica
deverá ser conduzido, de preferência, na seguinte
seqüência de estudos: rede de cabos secundários,
rede de cabos primários, cabos de entrada,
determinação da quantidade necessária de blocos
terminais nas caixas da rede interna, determinação
dos comprimentos dos cabos da rede interna,
distribuição dos cabos da rede interna, elaboração
das tabelas de materiais, elaboração dos desenhos
do projeto.
4.3.2 Para a etapa de definição da rede secundária,
deverão ser observadas as seguintes condições:
a rede secundária será constituída por fios FI (par
telefônico), interligando as caixas de saída à caixa de
distribuição que contém os blocos terminais;
a cada ponto telefônico deverá corresponder um
par telefônico: o número de pares telefônicos
terminados em uma caixa de distribuição de uma
determinada área será função do número de pontos
telefônicos previstos;
o número de pares telefônicos terminados em uma
caixa de distribuição será a carga (c) desta caixa;
em edificações que utilizam sistemas de
distribuição com malhas de piso, sem o conhecimento
prévio do número de pontos telefônicos, deverá ser
previsto um par telefônico para cada caixa de saída.
4.3.3 Para a etapa de definição da rede primária,
deverão ser observadas as seguintes condições:
a rede primária será constituída por cabos
interligando a caixa de distribuição geral às caixas de
distribuição de áreas;
a rede primária será definida e dimensionada em
função da carga de cada caixa de distribuição;
se uma área ou pavimento dispuser de mais de
uma caixa de distribuição, pelo menos uma delas
será interligada à tubulação de prumada, devendo as
demais ser interligadas a esta caixa;
a caixa de distribuição integrará a rede primária
somente se a sua carga for superior ao número de
pares fixados pelas Práticas Telebrás; caso contrário,
a caixa não será equipada com blocos terminais e
integrará a rede secundária, transferindo-se a sua
carga à caixa de distribuição e ela interligada;
a capacidade de um cabo da rede primária, que
atende a uma determinada caixa de distribuição, será
definida em função do número ideal de pares
o número ideal de pares terminados em uma caixa
de distribuição deverá ser determinado dividindo a
carga da caixa pelo fator 0,7;
para os fins de fabricação, a capacidade do cabo
será então o número de pares padronizados igual ou
imediatamente superior ao número ideal de pares
terminados;
os cabos utilizados na rede primária serão do tipo
CI, padrão Telebrás;
os cabos da rede primária deverão atender, a partir
do distribuidor geral, diretamente a cada pavimento ou
até três pavimentos contíguos, através dos blocos
terminais ou por derivações com emendas;
para os esquemas usuais de atendimento da rede
primária, bem como para as edificações com
características especiais, deverão ser consultadas as
Práticas Telebrás;
para a determinação da quantidade de blocos
terminais e do comprimento dos cabos da rede interna,
deverão ser observadas as recomendações das
Práticas Telebrás.
4.3.4 O tipo de cabo a ser utilizado, o diâmetro dos
condutores, forma de sustentação e instalação dos
cabos de entrada até o distribuidor geral do edifício
serão de responsabilidade das empresas do Sistema
Telebrás.
4.3.5 Para a etapa de definição das centrais privadas
de
comutação telefônica, deverão ser observadas as
recomendações das Práticas Telebrás.
5. ETAPAS DE PROJETO
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do sistema de Telefonia, a
partir
do conhecimento das características arquitetônicas e
de uso da edificação, e pré-dimensionamento dos
componentes principais. A concepção eleita deverá
resultar do cotejo de alternativas de solução, adotandose a mais vantajosa para a edificação, considerando
parâmetros técnicos, econômicos e ambientais. Nesta
etapa serão delineadas todas as instalações
necessárias ao uso da edificação, em atendimento ao
Caderno de Encargos, normas e condições da
legislação. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
planta geral de cada nível da edificação, em escala
adequada, com indicação do número determinado de
pontos telefônicos, tipo de distribuição da rede
secundária, locação das caixas de distribuição,
prumadas, tipo e local da entrada;
relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e demais instalações,
observando a não interferência entre os elementos dos
diversos sistemas da edificação.
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terminados nesta caixa;
5.2 Projeto Básico
Consiste na definição e representação do sistema de
telefonia aprovado no Estudo Preliminar, incluindo a
caixa de distribuição geral, localização precisa dos
componentes e características técnicas dos
equipamentos, bem como as indicações necessárias
à execução das instalações. O Projeto Básico conterá
os itens descritos da Lei de Licitações e Contratos,
com especial atenção para o
fornecimento do orçamento detalhado da execução
das instalações, fundamentado em quantitativos de
serviços e fornecimentos perfeitamente especificados,
e as indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
planta de cada nível de edificação, de preferência
na escala 1:50, contendo a indicação da tubulação
secundária, locação das caixas de saída, de
distribuição de área e geral, entrada de cabos e
características do recinto onde for instalada a central
privada de comutação telefônica;
“layout” preliminar de central de comutação;
especificações técnicas de materiais, serviços e
equipamentos;
orçamento detalhado das instalações, baseado
em
quantitativos de materiais e fornecimentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e demais
instalações, considerando as facilidades de acesso
para inspeção e manutenção do sistema de telefonia.
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
apresentando o detalhamento das soluções de
instalação, conexão e fixação de todos os
componentes do sistema de telefonia a ser
implantado, incluindo os embutidos e rasgos a serem
previstos na estrutura da edificação. Deverão ser
apresentados os seguintes produtos gráficos:
5.3.1 Projeto de Tubulações
planta de cada nível da edificação, de preferência
na escala 1:50, com a locação definitiva das caixas,
prumadas e toda a rede de tubulação secundária e de
entrada;
corte das prumadas e tubulações de entrada;
detalhes gerais da caixa subterrânea de entrada
ou entrada aérea, poços de elevação e cubículos de
distribuição;
arranjo da central privada de comutação
telefônica;
relatório técnico, conforme Prática Geral de
Projeto.
Todos os detalhes que interfiram com outros sistemas
deverão ser elaborados em conjunto, de forma a
ficarem perfeitamente harmonizados entre si.
5.3.2 Projeto de Redes de Cabos e Fios
com o projeto da tubulação, porém somente deverá ser
apresentado após a aprovação do projeto da tubulação.
planta geral de cada nível da edificação, de
preferência na escala 1:50, com a localização da rede
secundária, caixas de saída, trajetória, quantidade,
distribuição e comprimento dos fios FI do sistema de
telefonia;
corte vertical contendo a rede primária e mostrando,
de
forma esquemática, os pavimentos e a tubulação
telefônica da edificação, com todas as suas dimensões,
incluindo o esquema do sistema de telefonia;
O esquema do sistema de telefonia deverá apresentar
a configuração da rede, a posição das emendas, as
capacidades, os diâmetro dos condutores e distribuição
dos cabos da rede interna, os comprimentos desses
cabos, a quantidade, localização e distribuição dos
blocos terminais internos, as cargas de cada caixa de
distribuição, as cargas acumuladas e o número ideal de
pares terminados em cada trecho.
corte esquemático detalhado do distribuidor geral da
edificação, mostrando a disposição dos blocos da rede
interna e do lado da rede externa;
nas edificações com pavimento-tipo deverá ser
elaborada uma planta-tipo, definindo a distribuição dos
fios FI para cada recinto dos diversos pavimentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
5.3.3 Os desenhos referentes às redes telefônicas
internas e que serão submetidos à aprovação da
concessionária local deverão conter exclusivamente
este sistema. Todos os detalhes que interfiram com
outros sistemas deverão ser elaborados em conjunto,
de forma a ficarem perfeitamente harmonizados entre
si.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de Instalações de Telefonia deverão
também atender às seguintes Normas e Práticas
Complementares:
Normas da ABNT e do INMETRO:
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
Práticas Telebrás: Prática Telebrás 235.510.600 Projeto de Redes Telefônicas em Edifícios; Prática
Telebrás 235.510.614 - Procedimento de Projeto Tubulações Telefônicas em Edifícios;
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais,
Estaduais e Municipais, inclusive normas de
Concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
ANSI/TIA 942 – INFRAESTRUTURA PARA DATA
CENTERS
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A critério do Contratante, o projeto das redes de
cabos e fios telefônicos poderá ser desenvolvido
conjuntamente
APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
especificações de materiais, equipamentos e serviços
referentes ao projeto de Sistema de Telefonia.
2. ESPECIFICAÇÕES
Para a perfeita identificação dos materiais,
equipamentos e serviços previstos no projeto as
especificações deverão discriminar as características
necessárias e suficientes ao desempenho requerido.
As especificações deverão conter, basicamente, as
características
abaixo
discriminadas,
quando
procedentes.
2.1 Centro Privado de Comutação Telefônica
(PABX)
- local;
- finalidade;
- tipo;
- condições ambientais de operação (temperatura,
umidade relativa do ar);
- características construtivas (dimensões, peso,
bastidores e outras);
características
de
fonte
de
alimentação
(composição, tensão de alimentação, consumo
máximo de corrente e outras).
- capacidade (inicial e final):
. troncos,
. ramais,
. enlaces internos,
. posições da telefonista.
- possibilidade de tráfego:
. tráfego entre ramal e a rede urbana,
. categorias de ramais,
. bloqueio para ligações interurbanas,
. agrupamento de troncos,
. tráfego entre ramal e a mesa de telefonista,
. tráfego entre mesa da telefonista e rede urbana,
. transferência de ligações urbanas,
. retenção para consulta,
. retorno de chamadas externas,
. serviço noturno,
. outras;
- capacidade:
. tronco,
- facilidades de tráfego:
. intercalação,
. tráfego com outras centrais (linhas de junção),
. chamada de conferência,
. ramais em série,
. programação de linhas-tronco,
. facilidades opcionais tais como serviço de vigia,
rechamada ao ramal, extensão de enlace, repetição de
voz, discagem direta a ramal (DDR), siga-me, não
perturbe, discagem abreviada, bilhetagem automática,
outras;
- facilidades por meio da telefonista:
. retenção pela telefonista,
. chamada de urgência,
. chamada em cadeia,
. memória descritiva da posição da telefonista;
- características técnicas:
. alarmes (queima de fusíveis, falta de alimentação e
outros),
. prioridade para tomada de linhas-tronco e ocupação
de enlaces internos,
. equipamento da telefonista,
. equipamento gerador de sinais;
- informações e desenhos que deverão ser solicitados
ao
fabricante do equipamento:
. “layout” típico contendo a central telefônica, o
equipamento de força, o distribuidor geral e as mesas
telefônicas,
. diagramas de ligação da central telefônica e
equipamentos auxiliares,
. catálogos e folhetos ilustrados dos equipamentos
auxiliares,
. relação de peças sobressalentes para manutenção,
. programa de treinamento e manuais de operação,
manutenção e instalação;
- relação de ensaios para inspeção e aceitação do
equipamento.
2.2 Centro Privado de Comutação Telefônica (PBX)
- local;
- finalidade;
- tipo;
- condições ambientais de operação (temperatura,
umidade relativa do ar);
- características construtivas (dimensões, peso,
material);
- características da fonte de alimentação (tensão de
alimentação, consumo máximo de corrente e outros);
. aviso visual de chamada interna para ramal ocupado,
sem perda de sigilo,
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. ramais,
. enlaces internos,
. circuitos de telefonista;
- características funcionais - facilidades básicas:
. interligação manual entre ramais,
. interligação manual entre ramais e a rede externa,
. serviço noturno,
. supervisão pelo operador das chamadas em curso,
. circuito independente para o operador,
. toque automático,
. retenção individual para todas as linhas-tronco;
- características funcionais - facilidades opcionais:
. ligação de linhas de junção,
. extensor de enlace,
. bloqueio IU,
. discriminador de IU,
. repetidor de voz,
. retorno à telefonista de chamada externa,
. outras;
- características técnicas;
- documentação a ser fornecida pelo fabricante:
. documentação técnica do equipamento,
. manuais de operação, manutenção e instalação,
. diagrama em blocos, ou equivalente, que retrate a
instalação específica,
. relação de peças sobressalente para manutenção,
. programa de treinamento;
- relação de ensaios para inspeção e aceitação do
equipamento.
2.3 Central Privada de Comutação tipo “Key
System” (KS)
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características construtivas;
- condições ambientais de operação (temperatura,
umidade relativa do ar);
- capacidade:
. troncos,
. ramais;
- características funcionais - facilidades básicas:
. interligação automática entre ramais,
. supervisão visual da ocupação, em cada ramal, dos
enlaces internos e externos,
. sinalização sonora, no ramal, das chamadas
internas e ele dirigidas,
. consulta e transferência, nas chamadas externas de
entrada e saída,
. sigilo nas conversações externas,
. conferência,
. intercalação através de ramal,
. outras;
- características funcionais - facilidades opcionais:
. busca-pessoas,
. indicações sonoras,
. tom de discar para chamadas internas,
. tom de controle de chamadas internas,
. tom de ocupado para chamadas internas,
. programação de ramais atendedores,
. outras;
- características técnicas;
- documentação a ser fornecida pelo fabricante:
. documentação técnica do equipamento,
. manuais de operação, manutenção e instalação,
. diagrama em blocos, ou equivalente, que retrate a
instalação específica.
2.4 Centrais de Portaria
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características construtivas;
- condições ambientais de operação;
- capacidade:
. ramais,
. enlaces;
- características funcionais - facilidades básicas;
. interligação manual entre ramais,
. supervisão, pelo operador, das chamadas em curso,
. circuito independente para o operador;
- características técnicas:
. tipo e características da sinalização acústica,
. tipo e características do acionamento da sinalização
acústica;
- características da alimentação;
- documentação a ser fornecida pelo fabricante:
. documentação técnica do equipamento,
. manuais de operação, manutenção e instalação,
. diagrama de blocos da central,
. esquema elétrico,
. relação de peças sobressalentes para manutenção.
2.5 Caixas e Distribuidores Telefônicos
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características do material;
- processo de fabricação;
- acabamento;
- dimensões;
- número e dimensões das entradas para eletrodutos;
- acessórios (tampa, porta, junta vedadora, parafusos
imperdíveis, fundo, outros).
2.6 Blocos Telefônicos
- local;
- finalidade;
- tipo;
- tipos dos cabos;
- bitola dos cabos;
- materiais da emenda;
- número de pares do cabo de entrada;
- número de pares do cabo de saída.
2.9 Eletrodutos e Acessórios
2.9.1 Eletrodutos
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material e tipo construtivo;
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- base;
- número de pares;
- tipo de terminais de entrada;
- tipo de terminais de saída;
- acessórios (porta-etiquetas, outros).
2.7 Cabos e Fios
- local;
- finalidade;
- tipo;
- número de referência da prática Telebrás;
- número de pares.
2.8 Emendas
- local;
- finalidade;
Pág. 188
- espessura da parede;
- acabamento;
- diâmetro;
- comprimento específico ou médio;
- tipo de extremidades.
2.9.2 Acessórios (buchas, arruelas, bocal e outros)
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material e tipo construtivo;
- espessura da parede;
- acabamento;
- tipo de extremidade;
- diâmetro.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRÔNICAS
CIRCUITO FECHADO DE TV
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 - Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
projetos de Instalações de Circuito Fechado de TV.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Sistema de Circuito Fechado de TV
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a instalação de receptores, central de
monitores e rede de distribuição de imagens, de
modo a cobrir adequadamente as áreas de
visualização.
2.2 Receptor
Equipamento constituído pelo conjunto câmera
objetiva responsável pela captação e geração da
imagem.
2.3 Central de Monitores
Conjunto de monitores que recebem e reproduzem as
Imagens geradas pelos receptores, permitindo a
supervisão das áreas da edificação.
2.4 Rede de Distribuição
Conjunto de linhas de transmissão, comando,
amplificadores de linha e rede de dutos que conecta
os receptores à central de monitores.
2.5 Sensores
Dispositivos acoplados ao sistema de circuito fechado
de TV, que sinalizam a violação de regiões de
segurança, bem como interrompem uma seqüência
de imagens dos monitores no ponto violado, para
melhor identificação e possível gravação em vídeo
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições
gerais:
3.1 Obter os projetos de arquitetura, estrutura e demais
instalações, de maneira a poder integrar e harmonizar
o projeto da instalação de circuito fechado de TV com
os demais sistemas.
3.2 Determinar, junto ao Contratante, as áreas a serem
vigiadas, o grau de detalhamento desejável para cada
área, os pontos ou áreas específicas de vigilância
constante e o grau de segurança de cada área.
3.3 Conhecer e determinar os seguintes condicionantes
de projeto, para cada área:
nível, variação e tipos de iluminação;
relação de contraste;
condições ambientais;
nível médio de reflexão;
fontes de ofuscamento;
possibilidades de instalação e fixação das câmeras;
facilidades de infra-estrutura.
3.4 Considerar que fontes luminosas ou reflexas, de
acordo com sua intensidade, poderão inviabilizar o
projeto e danificar o equipamento.
3.5 Adotar, sempre que possível, os seguintes critérios
de projeto;
utilização de soluções de custos de manutenção e
operação compatíveis com o custo de instalação do
sistema;
dimensionamento dos equipamentos do sistema
dentro de padrões disponíveis no mercado nacional;
disposição dos componentes do sistema de modo a
adequar
a
instalação
ao
desempenho
dos
equipamentos.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 Definir o conjunto câmera-objetiva a partir da
análise
de características do local de instalação e do tipo de
vigilância desejado.
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Pág. 189
(gravador de evento).
4.2 Determinar o tipo de objetiva a ser utilizada a partir
do conhecimento dos seguintes parâmetros:
área de visualização, entendida como o campo
angular
horizontal e vertical de visualização que a objetiva terá
que
abranger, determinado a partir de um plano vertical,
fixado no ponto ou área a ser observada;
comprimento focal da objetiva, determinado pela
relação entre a área de visualização e a sua distância
da objetiva, observando, o grau de detalhamento e
definição requeridos para os diversos pontos da área.
abertura relativa da objetiva em função da área de
visualização, da distância desta à objetiva e do nível
de iluminamento do ambiente.
necessidade de controle de foco, manual ou
remoto, entendido como o dispositivo da objetiva que
ajusta o seu comprimento focal;
definição da sensibilidade, controle automático de
sensibilidade e correção gama da objetiva,
determinados pelo nível de iluminamento, tipo de
iluminação, nível médio de reflexão e ofuscamento.
definição do controle de iluminação (íris) da
objetiva, que poderá ser fixo, manual, remoto ou
automático.
4.3 Determinar o tipo de câmera a ser utilizado a
partir
do
conhecimento
dos
seguintes
parâmetros:
área de visualização;
tipo de iluminação, natural ou artificial; se a
iluminação for artificial deverá ser verificado o seu
espectro de freqüência em relação à eficiência do
tubo;
nível mínimo de iluminação, a sua variação e o
nível médio de reflexão para a determinação das
características de sensibilidade e controle de ganho
da câmera;
diferença dos níveis de reflexão numa mesma
área de visualização, definindo a relação de
contraste;
condições ambientais de instalação, como
temperaturas máximas e mínimas, choque térmico,
condições atmosféricas, interferências de campos
eletromagnéticos, para a determinação do tipo de
caixa da câmera.
4.4 Determinar o tipo de suporte das câmeras, fixo,
pendente, contra a parede ou outro, a partir do
conhecimento dos seguintes parâmetros:
as condições mecânicas que poderão influenciar o
desempenho do equipamento, como vibrações da
estrutura e ação de ventos, e que poderão alterar a
área de visualização ou mesmo danificar o
equipamento;
as soluções técnico-econômicas que melhor
atendam às condições de instalação, campo de
visualização e nível de segurança exigidos.
4.5 Determinar a disposição dos equipamentos na
central de monitores, para atender às condições de
conforto do operador.
4.8 Para minimizar as atenuações total e em freqüência
do cabo, deverá ser considerada a utilização de
amplificadores de sinal de vídeo.
4.9 A determinação dos sensores e os tipos de ligação
e
alimentação deverão ser estudados caso a caso,
podendo ser fotoelétrico, “Reep-Switch”, sensor de
presença, chaves fim de curso e outros.
5. ETAPAS DE PROJETO
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do sistema de Circuito Fechado
de TV, consolidando definições preliminares quanto à
localização,
características
técnicas
e
prédimensionamento dos componentes principais, como
central de monitores, receptores e sensores. A
concepção eleita deverá resultar do cotejo de
alternativas de solução, adotando-se a mais vantajosa
para a edificação, considerando parâmetros técnicos e
econômicos.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
planta geral de cada nível da edificação, em escala
adequada, com indicação das áreas de visualização, os
tipos e locações prováveis de câmeras e objetivas e a
composição e locação da central de monitores;
planta das áreas externas eventualmente incluídas
no sistema, com as indicações mencionadas;
relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e demais Instalações,
observando a não interferência entre os elementos dos
diversos sistemas da edificação.
5.2 Projeto Básico
Consiste na definição e representação do sistema de
Circuito Fechado de TV aprovado no Estudo Preliminar,
localização
precisa
dos
componentes,
dimensionamento e características técnicas dos
equipamentos do sistema, bem como as indicações
necessárias à execução das instalações.
O Projeto Básico conterá os itens descritos da Lei de
Licitações e Contratos, com especial atenção para o
fornecimento do orçamento detalhado da execução das
instalações, fundamentado em quantitativos de
serviços e fornecimentos perfeitamente especificados,
e as indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
planta
de
cada
nível
da
edificação,
preferencialmente em escala 1:50, contendo indicação
de locação e características dos receptores, a área de
visualização de cada receptor, a rede de distribuição,
locação e área da central de monitores e indicações da
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CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
4.6 Determinar as condições ambientais necessárias infra-estrutura necessária
para operação dos equipamentos da central de equipamentos;
monitores.
4.7 Determinar o tipo de cabo a ser utilizado na rede
de distribuição de vídeo, em função da distância da
central de monitores às câmeras e das atenuações
total e em freqüência do cabo.
plantas das áreas externas com as mesmas
indicações;
“layout” preliminar da central de monitores;
diagrama
esquemático
de
ligação
dos
componentes;
quantitativos e especificações técnicas de
materiais, serviços e equipamentos;
orçamento detalhado das instalações, baseado
em
quantitativos de materiais e fornecimentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos dos demais sistemas, contemplando as
facilidades de acesso para inspeção e manutenção
do sistema.
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
apresentando o detalhamento das soluções de
instalação, conexão e fixação de todos os
componentes do sistema a ser implantado, de modo a
facilitar o trabalho das equipes de montagem.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
plantas conforme projeto básico, com marcação
das ampliações, cortes e detalhes de todos os
dispositivos, suportes e acessórios;
detalhes de fixação das câmeras;
esquemas de ligação dos equipamentos e fontes
de alimentação;
arranjo dos consoles da central de monitores;
arranjo dos bastidores;
Pág. 190
para
alimentação
dos
lista detalhada de equipamentos e materiais da
instalação e respectivas garantias;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto,
incluindo memória de cálculo das objetivas e das linhas
de transmissão. Todos os detalhes que interfiram com
outros sistemas deverão ser elaborados em conjunto,
para que fiquem perfeitamente harmonizados entre si.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de sistemas de Circuito Fechado de TV
deverão também atender às seguintes Normas e
Práticas Complementares.
Normas da ABNT e do INMETRO: NBR-5410 Execução de Instalações Elétricas de Baixa Tensão –
Procedimento
NBR-5984 - Norma Geral de Desenho Técnico Procedimento
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
Normas
Estrangeiras:
“Electronic
Industries
Association” (EIA)
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais,
Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
ANSI/TIA
942
–
INFRAESTRUTURA
PARA
DATACENTERS
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Pág. 191
APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabalecer as diretrizes gerais para a elaboração de
especificações de materiais, equipamentos e serviços
referentes ao projeto de sistema de Circuito Fechado
de Televisão.
2. ESPECIFICAÇÕES
Para a perfeita identificação dos materiais,
equipamentos e serviços previstos no projeto, as
especificações deverão discriminar as características
necessárias e suficientes ao desempenho requerido.
As especificações deverão conter, basicamente, as
características
abaixo
discriminadas,
quando
procedentes.
2.1 Objetivas
- local;
- finalidade;
- tipo ou modelo;
- comprimento focal;
- máxima abertura relativa;
- tamanho de imagem;
- campo de visualização angular:
. horizontal,
. vertical;
- controle de foco;
- controle de íris;
- compensação automática de luz;
- controle de foco;
- sensibilidade;
- opcionais;
- alimentação;
- condições ambientais.
2.2 Câmeras
- local;
- finalidade;
- tipo de modelo;
- características do tubo;
- características de sincronismo;
- saída e vídeo;
- seletor de sensibilidade;
- resolução horizontal;
- controle de luz;
- iluminação mínima;
- correção de gama;
- opcionais;
- condições ambientais;
- características de alimentação;
- características construtivas da caixa.
2.3 Monitores
- local;
- finalidade;
- tipo de modelo;
- resolução horizontal;
- resposta de freqüência de vídeo;
- características de áudio;
- dimensões;
- configuração;
- características de alimentação;
- tipo de montagem;
- sincronismo externo;
- condições ambientais;
- facilidades.
2.4 Panoramizador
- local;
- finalidade;
- tipo de modelo;
- funções;
- velocidade de rotação;
- ângulo de rotação;
- consumo de força;
- características de montagem;
- controle;
- condições ambientais.
2.5 Unidade de Controle Remoto
- local;
- finalidade;
- tipo de modelo;
- controles:
. câmera,
. panoramizador horizontal,
. panoramizador vertical,
. foco,
. “zoom”,
. íris,
. outros;
- características de sistema de alimentação;
- condições ambientais.
2.6 Equipamentos Complementares
- caixa de relês;
- sequenciador automático;
- gerador de caracteres (data/hora);
- gerador e distribuidor de pulsos;
- amplificador distribuidor de vídeo;
- caixa de junção;
- compensador de perda nos cabos;
- material de capa;
- diâmetro externo;
- características de blindagem (material, formação);
- características do dielétrico (diâmetro, material);
- características do condutor central (material,
formação).
2.8 Cabos de Controle
- local;
- finalidade;
- tipo;
- diâmetro externo;
- características do condutor (material, formação,
acabamento);
SUMÁRIO
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- suportes para câmeras;
- outros.
2.7 Cabos Coaxiais
- local;
- finalidade;
- tipo;
Pág. 192
- capa;
- isolamento;
- características elétricas.
2.9 Eletrodutos e Eletrocalhas
- material (tipo e tratamento);
- dimensões;
- classe;
- comprimento de peça.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRÔNICAS
CONTROLE DE ACESSO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 – Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
projetos de Instalações de Controle de Acesso.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Sistema de Controle de Acesso
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a instalação de barreiras físicas, central de
comando e monitoração e rede de distribuição e
interligação do sistema.
2.2 Barreira Física
Componente do sistema responsável pela triagem
dos usuários às áreas da edificação.
2.3 Central de Supervisão
Equipamento central que efetua o gerenciamento de
toda a instalação, possibilitando, através de
equipamentos de interface homem-máquina, a
intervenção no sistema, modificando programas e
emitindo comandos.
2.4 Linha de Comunicação
Rede de comunicação através da qual todas as
unidades de controle remotas a ela ligadas podem
transmitir e receber
2.5 Rede de Distribuição
Constitui-se de toda a rede de tubulação e fios que
interliga a central de supervisão com a rede de
barreiras físicas.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições
gerais:
3.1 Obter os projetos de arquitetura, estrutura e demais
instalações, de maneira a integrar e harmonizar o
projeto do sistema de controle de acesso com os
demais sistemas.
3.2 Determinar os locais de instalação das barreiras
físicas de acordo com o uso dos ambientes e
solicitações do Contratante.
3.3 Adotar, sempre que possível, os seguintes critérios
de projeto:
utilização de soluções de custos de manutenção e
operação compatíveis com o custo de instalação do
sistema;
dimensionamento
e
caracterização
dos
componentes dentro de padrões disponíveis no
mercado nacional;
disposição dos componentes, de modo a adequar a
instalação ao desempenho do equipamento.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 Determinar a melhor opção para o modelo de
barreiras físicas a serem adotadas
4.2 A Central de Supervisão será a responsável pelo
gerenciamento de todo o sistema, devendo ser
constituída por um conjunto de “hardware”, “software” e
periféricos que recebem e transmitem informações aos
Controladores Remotos, via Linha de Comunicações e
“software” e comando gráfico.
4.3 A Central deverá permitir ao operador a
supervisão de todas as instalações abrangidas pelo
Sistema, bem como intervir no sistema de
automação, alterando parâmetros, modificando
programas e emitindo comandos.
sistemas que possam causar interferências, deverá
haver blindagem.
4.9 Deverá ser assegurada a continuidade elétrica da
blindagem através de todo o seu comprimento e ramos,
e todos os pontos eventualmente expostos deverão ser
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Pág. 193
4.4 A Central de Supervisão será constituída de
preferência por um microcomputador padrão PC e
programas específicos dentre os mais difundidos, que
acompanhem o desenvolvimento tecnológico do
mercado.
4.5 Os programas aplicativos deverão responder a
uma série de requisitos, como simplicidade de uso,
modularidade,
configurabilidade,
flexibilidade,
conectibilidade
4.6 O ambiente integrado para a geração dirigida ou
orientada do “software” de supervisão deverá ser
caracterizada por:
sinóticos gráficos;
gerenciamento de alarmes;
bases de dados de variáveis;
tabelas de comandos para o usuário;
telas de ajuda em Português.
4.7 As Linhas de Comunicação deverão permitir a
todos os usuários o compartilhamento dos recursos
do sistema, operando a partir de estações de
trabalhos diversas.
4.8 Se a rede de transmissão caminhar por longos
trechos junto a linhas de alta tensão ou nas
proximidades de outros
isolados. Deverá haver aterramento em um único
ponto.
5. ETAPAS DE PROJETO
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do Sistema de Controle de
Acesso, consolidando definições preliminares quanto à
localização,
características
técnicas
e
prédimensionamento dos componentes principais, como
barreiras físicas e sistema de controle e supervisão. A
concepção eleita deverá resultar do cotejo de
alternativas de solução, adotando-se a mais vantajosa
para a edificação, considerando parâmetros técnicos e
econômicos. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
planta geral de cada nível da edificação, em escala
adequada, com indicação dos pontos de instalação,
tipos
e quantidades de barreiras físicas, o local de instalação
da central de supervisão;
planta das áreas externas eventualmente incluídas
no
sistema, com as indicações mencionadas;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e demais Instalações,
observando a não interferência entre os elementos dos
diversos sistemas da edificação.
5.2 Projeto Básico
Consiste na definição e representação do Sistema de
Controle de Acesso aprovado no Estudo Preliminar,
localização
precisa
dos
componentes,
dimensionamento e características técnicas dos
equipamentos do sistema, bem como as indicações
necessárias à execução das instalações. O Projeto
Básico conterá os itens descritos da Lei de Licitações e
Contratos, com especial atenção para o fornecimento
do orçamento detalhado da execução das instalações,
fundamentado em quantitativos de serviços e
fornecimentos perfeitamente especificados, e as
indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
planta
de
cada
nível
da
edificação,
preferencialmente em escala 1:50, contendo indicação
de locação e características das barreiras físicas, a
rede de distribuição, a locação da central de supervisão
e indicações da infra-estrutura necessária para
alimentação dos equipamentos;
plantas das áreas externas, com as mesmas
indicações;
“layout” preliminar da central de supervisão;
diagrama
esquemático
de
ligação
dos
componentes;
quantitativos e especificações técnicas de
materiais, serviços e equipamentos;
orçamento detalhado das instalações, baseado
em
quantitativos de materiais e fornecimentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto,
incluindo memória de cálculo de queda de tensão da
linha de alimentação.
Todos os detalhes que interfiram com outros sistemas
deverão ser elaborados em conjunto, para que fiquem
perfeitamente harmonizados entre si.
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Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos dos demais sistemas, contemplando as
facilidades de acesso para inspeção e manutenção
do sistema.
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
apresentando o detalhamento das soluções de
instalação, conexão e fixação de todos os
componentes do sistema a ser implantado, de modo a
facilitar o trabalho das equipes de montagem.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
plantas conforme anteprojeto, com indicação dos
circuitos na rede de distribuição, marcação das
ampliações, cortes e detalhes de todos os
dispositivos, suportes e acessórios;
detalhes de fixação das barreiras físicas;
“layout” da central de supervisão;
esquemas de ligação dos equipamentos e fontes
de alimentação;
lista detalhada de equipamentos e materiais da
instalação e respectivas garantias;
Pág. 194
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de Sistemas de Controle de Acesso
deverão também atender às seguintes Normas e
Práticas Complementares:
Normas da ABNT e INMETRO:
NBR 5410 - Execução de Instalações Elétricas de
Baixa
Tensão – Procedimento
NBR 5984 - Normas Geral de Desenho Técnico Procedimento
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
Normas Estrangeiras
“Electronic Industries Association” (EIA)
CEN TC247 - Comitê Europeu de Normalização
ANSI - American National Standards Institute
IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais,
Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRÔNICAS
DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 – Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
projetos de Instalações de Detecção e Alarme de
Incêndio.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as definições a seguir apresentadas e a terminologia
contida na Norma NBR 9441:
2.1 Projeto de Sistema de Detecção e Alarme de
Incêndio
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a instalação de dispositivos de detecção e
alarme de incêndio.
2.2 Detecção
Identificação da existência de princípio de incêndio
por equipamentos providos de sensores de fumaça,
chama ou calor.
2.3 Avisador
Sinal sonoro ou visual que comunica às pessoas a
existência de incêndio, visando o acionamento dos
por detectores. Em ambos os casos deverão ser
instalados acionadores manuais de alarme.
3.3 Adotar sistema de detecção e alarme em locais que
não tenham a presença contínua de pessoas.
3.4 Somente deverão ser adotados sistemas de alarme
se estiver assegurada a presença contínua de pessoas
no local.
3.5 Determinar as ações complementares que serão
desencadeadas automaticamente pelo alarme, como:
desligar corrente elétrica;
ligar iluminação de emergência;
abrir ou fechar portas;
acionar gravações orientadoras às pessoas que
estão deixando a área;
acionar o sistema de comando de elevadores;
acionar sistemas locais de combate a incêndio;
acionar ou desligar quaisquer equipamentos que se
deseje;
retransmitir o alarme a postos de bombeiros ou
outras autoridades.
3.6 Adotar, sempre que possível, os seguintes critérios
de projeto:
utilização de soluções de custos de manutenção e
operação compatíveis com o custo de instalação do
sistema;
dimensionamento dos equipamentos do sistema
dentro
de padrões disponíveis no mercado nacional;
disposição dos componentes do sistema de modo a
adequar
a
instalação
ao
desempenho
dos
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Pág. 195
procedimentos de emergência que se fizerem
necessários.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições
gerais:
3.1 Obter os projetos de arquitetura, estrutura e
demais instalações, de maneira a poder integrar e
harmonizar o projeto do sistema de detecção e
alarme de incêndio com os demais sistemas, assim
como consultar legislações locais sobre a
necessidade de implantá-lo.
3.2 Determinar o tipo de sistema a ser adotado: se
somente sistema de alarme, quando a detecção é
realizada por pessoas, ou sistema de detecção e
alarme, quando a detecção é realizada
equipamentos.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 O sistema de detecção e alarme de incêndio será
composto dos seguintes elementos:
detectores e acionadores manuais;
painéis centrais e repetidores;
fonte de alimentação;
rede de distribuição;
avisadores;
- Sistema por aspiração precoce e combate por gás
inerte para datacenter e areas afins.
4.1.1 Detectores e acionadores manuais
4.1.1.1 A seleção do tipo e a localização dos detectores
devem seguir as exigências da Norma NBR 9441 itens
5.2.4, 5.3.3 e Anexo C, considerando parâmetros, tais
como:
materiais a serem protegidos;
forma e altura do teto;
ventilação do ambiente.
4.1.1.2 De acordo com as características da área a
ser supervisionada os detectores poderão ser:
Detectores de temperatura
térmicos;
termovelocimétricos.
Detectores de fumaça
iônicos;
óticos.
Detectores de chama
Detectores de gás
4.1.1.3 Os detectores de temperatura reagem à
energia calorífica desprendida pelo fogo, podendo
ser:
detectores térmicos - dispositivos que reagem a
uma determinada temperatura fixa (em geral de 60 ou
80º);
detectores termovelocimétricos - dispositivos que
reagem pela variação da temperatura num
determinado tempo.
4.1.1.4 Os detectores térmicos deverão ser
empregados em locais onde haja instalações de
máquinas e equipamentos que provoquem grandes
variações
de
temperatura
instantânea.
Os
termovelocimétricos são empregados nos casos em
que as grandes variações de temperatura se
processem de forma lenta. A preferência, todavia, por
segurança, deve ser dada ao emprego combinado de
ambos os sistemas.
4.1.1.5 Os detectores de fumaça reagem a uma alta
concentração de fumaça visível, sendo eficazes
somente na detecção de incêndio onde haja uma
densa produção de fumaça, especialmente nos
primeiros estágios de combustão.
4.1.1.6 O princípio de operação dos detectores de
fumaça depende da entrada de fumaça em sua
câmara. Quando existir uma concentração de fumaça
suficiente nesta câmara, ocorrerá a operação do
detector.
detector de infravermelho: utilizados para detecção
de
energia radiante fora da faixa de visão humana e,
acima de 700 Aº (nm).
4.1.1.9 Os detectores de chama deverão ser utilizados
em áreas onde o fogo alastra-se rapidamente, com
pouco ou nenhum estágio incipiente como por exemplo,
em salas de equipamentos de força ou depósitos de
combustível. Estes detectores reagem diretamente às
radiações emanadas das chamas.
4.1.1.10 Em ambientes sujeitos a vazamentos e
acumulação de gás ou partículas que possam produzir
combustão, como cozinhas, locais de armazenamento
e passagem de tubulações de gás, deverá ser prevista
a instalação de detectores de gás, interligados aos
Painéis Centrais do sistema de detecção e alarme de
incêndio, de modo a originar alarme de vazamento e
acumulação, desligamento de energia elétrica na área
afetada e corte no abastecimento do sistema de
alimentação de gás.
4.1.1.11 Os acionadores manuais são caixas de alarme
com tampa de vidro que deverá ser quebrada para que
se consiga transmitir o alarme. Deverão ser
posicionados em local visível e de fácil acesso. Devem
estar de acordo com item 5.3.4 da Norma NBR 9441.
4.1.2 Painéis centrais e repetidores
4.1.2.1 O painel central indicará o estado de todos os
ramais de detectores, mantendo o sistema em
condições de permanente auto verificação, isto é, o
próprio equipamento deverá ser capaz de acusar
defeitos, tais como fios partidos, curto-circuitos,
descargas à terra, equipamentos defeituosos, falta de
energia elétrica e outros.
4.1.2.2 A localização do Painel Central deve ser em
área
de fácil acesso distante de materiais tóxicos e
inflamáveis e sob vigilância humana constante, como
por exemplo, portarias principais, salas de bombeiros,
salas de pessoal de segurança etc. Demais exigências
quanto ao local de instalação do painel deverão estar
de acordo com a Norma NBR 9441.
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CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA – BRASÍLIA (DF)
CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
Pág. 196
4.1.1.7 A área de ação dos detectores de fumaça
diminui com o aumento do volume de ar trocado em
um ambiente. Portanto, na definição da área de ação
do detector, consultar gráfico da figura 14 da Norma
NBR 9441.
4.1.1.8 Os detectores de chama dividem-se em 3
tipos básicos de acordo com a técnica utilizada para a
detecção da radiação da chama:
detector de chama tremulante - utilizados para
detecção de chama de luz visível, quando é
modulada em uma determinada frequência;
detector de ultravioleta: utilizados para detecção
de energia radiante fora da faixa de visão humana,
abaixo de 400 Aº (nm).
4.1.2.3 Os ramais de detectores deverão representar
subdivisões do prédio, indicando claramente a área
supervisionada. Um maior número de ramais resulta
em maior facilidade de operação e permite melhor
adequação de planos de evacuação ou acionamento
de portas, sistemas de combate e outros
equipamentos.
4.1.2.4 Recomenda-se a adoção, de, pelo menos, uma
ramal por pavimento, ou um ramal por área máxima de
750 m² e um ramal por edifício ou edificação isolada,
não devendo ser ultrapassados estes valores.
4.1.2.5 Quanto ao aspecto construtivo e concepção
interna do Painel Central, deverão ser atendidas as
exigências constantes no item 5.3.1 da Norma NBR
9441.
4.1.2.6 O painel repetidor deverá ser empregado
quando
se deseja retransmitir o alarme a um organismo central,
a um posto de bombeiros ou outro local, ou ainda para
acionar outros sistemas e equipamentos.
4.1.2.7 O Painel repetidor deve ser instalado em
locais onde as informações sobre o sistema de
detecção sejam necessárias. O local deve ser provido
de proteção contra fumaça e fogo.
4.1.2.8 Quanto ao aspecto construtivo e concepção
interna do Painel repetidor, atender às exigências
constantes no item 5.3.2 da Norma NBR 9441.
4.1.3 Fonte de alimentação
4.1.3.1 Fonte de alimentação constituída de unidade
retificadora e bateria de acumuladores elétricos,
compatíveis entre si com o sistema e com o local da
instalação, atendendo as exigências do item 5.3.1.3
da Norma NBR 9441.
4.1.3.2 Deverá haver sempre uma fonte alternativa de
energia para situações de emergência, capaz de
acionar o equipamento em qualquer hipótese.
4.1.3.3 As baterias devem ter autonomia de 24 horas
em regime de supervisão e, 15 min. em regime de
alarme e fogo.
4.1.4 Rede de distribuição
4.1.4.1 A rede de distribuição consiste na rede de
dutos e fios e deverá seguir as recomendações
estabelecidas nos itens 5.2.7, 5.2.8, 5.3.6, 5.3.7, 5.3.8
da Norma NBR 9441.
4.1.5 Avisadores
4.1.5.1 Os avisadores devem ser instalados nos
locais que permitam a sua visualização e/ou audição
de qualquer ponto do ambiente, nas condições
normais de trabalho.
4.1.5.2 O volume acústico dos avisadores sonoros, a
visibilidade dos avisadores visuais, as indicações de
funcionamento, a quantidade de equipamentos, as
restrições quanto a locais de instalação e demais
características deverão atender às prescrições do
item 5.2.6 da Norma NBR 9441.
5. ETAPAS DE PROJETO
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do Sistema de Detecção e
Alarme de Incêndio, a partir do conhecimento das
de Encargos, normas e condições da legislação,
obedecidas as diretrizes de economia de energia e de
redução de eventual impacto ambiental. Deverão ser
apresentados os seguintes produtos gráficos:
planta geral de cada nível da edificação, em escala
adequada, contendo a demonstração das áreas de
risco,
tipo e quantidade de detectores por área de risco,
localização dos alarmes manuais, do painel central e
dos eventuais repetidores, a abrangência dos ramais e
o caminhamento preferencial da rede de dutos e fios;
relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto,
onde ainda deverão estar demonstradas as
necessidades de infra-estrutura de alimentação do
sistema.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e demais Instalações,
observando a não interferência entre os elementos dos
diversos sistemas da edificação.
5.2 Projeto Básico
Consiste na definição e representação do Sistema de
Detecção e Alarme de Incêndio aprovado no Estudo
Preliminar, localização precisa dos componentes,
dimensionamento e características técnicas dos
equipamentos do sistema, bem como as indicações
necessárias à execução das instalações. O Projeto
Básico conterá os itens descritos da Lei de Licitações e
Contratos, com especial atenção para o fornecimento
do orçamento detalhado da execução das instalações,
fundamentado em quantitativos de serviços e
fornecimentos perfeitamente especificados, e as
indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
planta de todas as áreas que possuam instalações
de detecção e alarme de incêndio, preferencialmente
em escala 1:50, contendo a caracterização precisa dos
componentes indicados no estudo preliminar quanto ao
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características arquitetônicas e de uso da edificação,
consolidando definições preliminares quanto à
localização,
características
técnicas
e
prédimensionamento dos componentes principais, como
detectores, repetidores, alarmes manuais e painel
central do sistema. A concepção eleita deverá resultar
do cotejo de alternativas de solução, adotando-se a
mais vantajosa para a edificação, considerando
parâmetros técnicos, econômicos e ambientais.
Nesta etapa serão delineadas todas as instalações
necessárias ao uso da edificação, em atendimento ao
Caderno
posicionamento, tipo de equipamento, comprimentos e
demais características;
cortes gerais para indicar o posicionamento de
componentes;
”layout” preliminar do painel central e dos painéis
repetidores;
quantitativos e especificações técnicas de materiais,
serviços e equipamentos;
orçamento detalhado das instalações, baseado em
quantitativos de materiais e fornecimentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e demais Instalações,
contemplando os conceitos de economia e
racionalização no uso da energia elétrica, bem como as
facilidades de acesso para inspeção e manutenção do
sistema.
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
apresentando o detalhamento das soluções de
instalação, conexão e fixação de todos os
componentes do sistema a ser implantado, de modo a
facilitar o trabalho das equipes de montagem.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
planta de todas as áreas que possuam instalação
de detecção e alarme de incêndio, onde estejam
perfeitamente caracterizados e locados todo tipo de
detectores, rede de dutos, rede de fios, indicação dos
ramais, locação dos alarmes manuais, painel central
e painéis repetidores;
cortes gerais para indicar o posicionamento dos
componentes;
“layout” do painel central e dos painéis
repetidores;
detalhes de instalação dos detectores;
detalhe de instalação dos painéis;
diagrama de interligação entre todos os
equipamentos aplicáveis;
esquema elétrico da fonte de alimentação;
lista detalhada de equipamentos e materiais da
instalação e respectivas garantias;
quadro resumo da instalação, conforme item 5.1.6
e Tabelas 2 e 3 Anexo B da Norma NBR 9441;
cálculo da bateria para a corrente máxima exigida
e com autonomia para garantir tempo de abandono,
conforme item 5.1.6.e/f da Norma NBR 9441;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
Todos os detalhes que interfiram com outros sistemas
deverão ser elaborados em conjunto, de forma a
ficarem perfeitamente harmonizados entre si.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de Sistemas de Detecção e Alarme de
Incêndio deverão atender também às seguintes
Normas e Práticas Complementares:
Normas da ABNT e do INMETRO:
NBR 5410 - Execução de Instalações Elétricas de
Baixa Tensão – Procedimento
NBR 5984 - Norma Geral de Desenho Técnico Procedimento
NBR 9441 - Execução de Sistemas de Alarme e
Detecção de Incêndio
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
Normas estrangeiras:
“National Fire Protection Association> (NFPA) 70.1/72A/ 72B/72C/72D/72E/73/74/101
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais,
Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
ANSI/TIA 942 – INFRAESTRUTURA PARA DATA
CENTERS
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APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
especificações de materiais, equipamentos e serviços
referentes ao projeto de Sistema de Detecção e
Alarme de Incêndio.
2. ESPECIFICAÇÕES
As especificações deverão satisfazer às Normas
Brasileiras aplicáveis, especialmente a Norma NBR
9441. Para a perfeita identificação dos materiais,
equipamentos e serviços previstos no projeto, as
especificações deverão discriminar as características
necessárias e suficientes ao desempenho requerido.
As especificações deverão conter, basicamente, as
Características
abaixo
discriminadas,
quando
procedentes.
2.1
Painel
Central
de
Comando
e
Sinalização/Repetidores
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características dos ramais;
- tipos de sinalização e alarmes disponíveis:
. normal,
. defeito,
. incêndio,
. falta CA,
. falta CC,
. outros;
- circuitos de comando:
. circuito cruzado,
. retardador,
. chave de bloqueio para retardador,
. chave de bloqueio externa,
. comando de portas,
. comando de desligamento de equipamentos
elétricos,
. outros;
- características construtivas e dimensionais;
- características do sistema de alimentação:
. tensão de alimentação principal,
. variação de tensão da alimentação,
. tensão de alimentação do sistema de emergência,
. consumo máximo na condição de repouso,
. características do carregador flutuador,
. outros;
- condições ambientais.
2.2 Acionadores Manuais
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características construtivas;
- tipo de contato;
- tipo de acionador;
- tensão de operação;
- corrente admissível.
2.3 Detectores Iônicos
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características construtivas;
- tipo de terminais;
- corrente de repouso (A, para ar limpo);
- sensibilidade (A);
- tensão admissível (Vcc);
- temperatura admissível (ºC);
- corrente máxima (A);
- atividade nominal (Ci);
- indicação visual.
2.4 Detectores Óticos
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características construtivas;
- tipo de terminais;
- sensibilidade (A);
- sensibilidade à fumaça (%/m);
- tempo de resposta (seg.);
- temperatura admissível (ºC);
- tensão admissível (Vcc);
- indicação visual.
2.5 Detectores Termovelocimétricos/Térmicos
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características construtivas;
- tipo de terminais;
- características termovelocimétricas (ºC/minuto);
- temperatura fixa (ºC);
- tensão máxima (Vcc);
- condições de utilização (descartável ou autorestaurável).
2.6 Campainhas
- local;
- características do indicador;
- características de sinalização;
- características de botão de alarme;
- faixa de atuação.
2.9 Detector de gás
- local;
- finalidade;
- tipo;
- tipo de gás;
- características construtivas;
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- finalidade;
- tipo;
- tensão de alimentação (Vcc);
- consumo (W);
- pressão acústica;
- características construtivas.
2.7 Alarme Audiovisual
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características construtivas;
- tensão de alimentação (Vcc);
- consumo (W);
- pressão acústica (dB a metros de distância);
- frequência de áudio (Hz);
- frequência da sinalização visual;
- lâmpadas utilizadas.
2.8 Detector de chama
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características construtivas;
Pág. 199
- características do indicador;
- faixa de atuação.
2.10 Baterias
- tipo;
- características construtivas;
- tensão nominal;
- tensão de flutuação;
- tensão de equalização;
- capacidade.
2.11 Fios e Cabos
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características de condutor;
- características da capa;
- características do isolamento;
- número de condutores;
- tensão de isolamento nominal;
- bitola.
2.12 Eletrodutos e Eletrocalhas
- material (tipo e tratamento);
- dimensões;
- classe;
- comprimento da peça.
INSTALAÇÕES MECÂNICAS
PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
· Apêndice 1 - Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
projetos de Instalações de Prevenção e Combate a
Incêndio.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Instalação de Prevenção e Combate
a Incêndio
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a instalação de sistemas de prevenção e
combate a incêndio nas edificações.
2.2 Hidrante
Dispositivo de tomada de água destinado a alimentar
o equipamento hidráulico de combate a incêndio.
2.3 Mangueira
Condutor flexível destinado a conduzir a água do
hidrante.
2.4 Esguicho
Peça metálica acoplada à mangueira, destinada a dar
2.8 Extintor Portátil ou Manual
Aparelho, carregado com agente extintor, destinado ao
combate de princípios de incêndios, com peso total de
até 25 kg.
2.9 Carreta
Extintor sobre rodas, com capacidade de no mínimo 20
kg de agente extintor em um único recipiente.
2.10 Mangotinho
Tipo especial de mangueira semiflexível, reforçada por
uma ou mais camadas de lona tecida, e revestida
interna
e externamente por borracha, destinada a conduzir
água ou outros agentes sob pressão elevada.
2.11 Carretel de Mangotinho
Dispositivo giratório no qual o mangotinho é enrolado e
dotado de alimentação axial.
2.12 Bomba de Incêndio
Dispositivo hidráulico destinado a recalcar água para o
sistema de hidrantes ou mangotinhos.
2.13 Reserva de Incêndio
Quantidade de água reservada exclusivamente para
combate a incêndios.
2.14 Porta Corta-Fogo
Dispositivo móvel que tem por objetivo vedar aberturas
em paredes e retardar a propagação do fogo, calor e
gases de um ambiente para outro.
2.15 Risco
Classificação do estado de perigo em relação à
possibilidade de incêndio em determinado ambiente.
2.16 Risco Isolado
Risco de maior perigo de propagação de incêndio em
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forma ao jato de água.
2.5 Registro de Manobra
Dispositivo hidráulico destinado à abertura e
fechamento do fluxo da água no hidrante.
2.6 Abrigo
Compartimento destinado a guardar e proteger
hidrantes, mangueiras e pertences.
2.7 Agente Extintor
Água ou qualquer produto químico utilizado para a
extinção de fogo.
um compartimento, separado dos demais
edificação.
2.17 Classe de Ocupação
Identificação do risco de incêndio em função do tipo
uso da edificação que, de acordo com o Instituto
Resseguros do Brasil, está agrupado em 13 classes
ocupação, conforme a 3ª parte da Tarifa de Seguro.
2.18 Classe de Proteção
Identificação do nível de proteção que a instalação
prevenção e combate a incêndio proporciona
edificação, de acordo com o IRB.
2.19 Densidade
Intensidade de água distribuída com um razoável
grau de uniformidade sobre uma área de aplicação de
chuveiros, operando simultaneamente.
2.20 Estação para Teste e Dreno
Conjunto composto de válvula de controle seccional,
chave detectora de fluxo, válvula tipo globo, visor e
união com placa de orifício com o diâmetro igual ao
do chuveiro, destinado a testar ou drenar um setor.
2.21 Válvula de Retenção e Alarme
Dispositivo destinado a proteger com chuveiros
automáticos uma área delimitada da edificação.
Mantém a rede de jusante pressurizada e possibilita
testes, drenagem e alarmes periódicos.
· sistema de proteção por instalação sob comando
semifixo, por mangotinhos;
· sistema de sinalização e indicações específicas que
facilitem as operações de combate a incêndio;
· portas corta-fogo;
· sistema de proteção contra incêndio por chuveiro
automático;
· sistemas especiais;
· escadas de segurança;
· rota de fuga;
· iluminação de emergência.
3.8 Definir preliminarmente, em função da ocupação,
natureza e características da edificação, os sistemas
de proteção, a partir de critérios e parâmetros
estabelecidos
nas
normas
dos
órgãos
regulamentadores do sistema, pertinentes à localização
pré-dimensionamento das tubulações, equipamentos e
dispositivos.
3.9 A definição do Contratante referente à obtenção de
descontos nos prêmios de seguros deverá ser efetuada
com base em estudo técnico-econômico realizado com
subsídios fornecidos pelo autor do projeto, de forma a
determinar, no período de amortização do investimento,
a diferença de custos entre as soluções alternativas
para as Instalações de Prevenção e Combate a
Incêndio, concebidas em obediência às exigências do
Corpo de Bombeiros e IRB.
3.10 Se necessário, o estudo técnico-econômico
deverá também levar em conta a variação do valor dos
descontos nos prêmios de seguros, determinados em
função da classe de ocupação da edificação e das
classes de proteção consideradas.
3.11 Quando os parâmetros de duas ou mais entidades
responsáveis pela aprovação dos projetos forem
discrepantes, o Contratante deverá optar pela
alternativa que estabeleça os critérios mais rigorosos
sob o ponto de vista técnico e que ofereça melhores
condições de segurança à edificação e seus usuários.
3.12 Se na edificação houver áreas isoladas sujeitas a
risco de incêndio, deverá ser prevista a proteção por
unidades extintoras adequadas, independentes da
proteção geral.
3.13 Deverão ser elaborados projetos especiais nos
seguintes casos:
· instalação fixa de gás carbônico;
· instalação fixa de pó químico seco;
· instalação fixa de espuma;
· instalação fixa de halon;
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições
gerais:
3.1 Obter os projetos de arquitetura, estrutura e
demais instalações, a fim de integrar e harmonizar o
projeto de Prevenção e Combate a Incêndio com os
demais sistemas.
3.2 Considerar que os projetos de Instalações de
Prevenção e Combate a Incêndio deverão ser
elaborados de maneira a oferecer proteção à vida
humana, ao patrimônio público e aos bens
produzidos.
3.3 Conhecer e adotar as disposições da norma do
Corpo de Bombeiros local e, se necessário, do
Regulamento do Instituto de Resseguros do Brasil
(IRB). O atendimento ao Regulamento do IRB ficará a
critério do Contratante, que deverá definir os
requisitos das instalações para assegurar a obtenção
de descontos nos prêmios de seguros contra
incêndios na edificação.
3.4 Estabelecer, junto ao Corpo de Bombeiros e ao
IRB, os critérios, parâmetros e documentação básica
que deverão estar contidos no projeto das Instalações
de Prevenção e Combate a Incêndio da edificação.
3.5 Considerar que as edificações deverão possuir,
no mínimo, os dispositivos exigidos pelo INMETRO e
Corpo de Bombeiros, os equipamentos necessários
para combater o incêndio no seu início, e pessoal
treinado para o seu uso Correto.
3.6 Identificar a classe da edificação, para fins de
proteção, de conformidade com o tipo de ocupação e
finalidades, de conformidade com as normas do IRB.
3.7 Estabelecer os dispositivos de prevenção e
combate a incêndio que, para os efeitos desta
da
de
de
de
de
à
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Prática, são classificados em:
· sistema de proteção por extintores manuais;
· sistema de proteção por carretas;
· sistema de proteção por instalação sob comando
semifixo, por hidrantes;
· sistemas de detecção e alarme, Prática de Projeto de
Instalações de Detecção e Alarme de Incêndio;
- Deteção por aspiração precoce, combate por gás
inerte, rede seca com válvula pré-action para
datacenters.
3.14 Adotar sempre que possível os seguintes critérios
de projeto:
· utilização de soluções de custos de manutenção e
operação
compatíveis com o custo de instalação do sistema;
· dimensionamento dos equipamentos de sistema
dentro dos padrões disponíveis no mercado nacional;
· disposição dos componentes do sistema de modo a:
- minimizar o tempo de resposta,
- minimizar a ocupação de espaços,
- adequar o sistema ao desempenho dos
equipamentos.
3.15 Quando forem previstas aberturas ou peças
embutidas em qualquer elemento de estrutura, o
autor do projeto de estruturas será cientificado para
efeito de verificação e inclusão no desenho de
fôrmas.
4.1.4 As unidades extintoras deverão conter no mínimo
as quantidades das substâncias indicadas pelos órgãos
regulamentadores.
4.1.5 A quantidade de unidades extintoras deverá ser
determinada
obedecendo
aos
parâmetros
recomendados pelas normas, que, em princípio,
dependem:
· da área máxima a ser protegida em cada unidade
extintora;
· da distância máxima para o alcance do operador.
4.1.6 Os extintores deverão respeitar as exigências das
Normas do INMETRO, quanto as suas características
físicas e capacidade.
4.1.7 Os extintores deverão ser localizados e instalados
de acordo com as exigências do Corpo de Bombeiros
local e das normas específicas.
4.2 Sistema de Proteção por Carretas
4.2.1 As edificações destinadas a garagens coletivas e
oficinas mecânicas, sempre que exigido pelos órgãos
regulamentadores em aprová-las, deverão ser providas
de extintores-carreta, além dos demais sistemas
adotados.
4.2.2 Não será permitida a proteção a edificações
somente por extintores-carreta.
4.2.3 No caso de edificações protegidas por extintores
portáteis e por extintores-carreta, deverão ser
observadas, quanto ao número de unidades extintoras
e sua localização, as exigências do Corpo de
Bombeiros local e, onde procedente, do IRB.
4.3 Sistema de Proteção por Hidrantes
4.3.1 O sistema de proteção por hidrantes será
constituído por tubulações, conexões, válvulas,
registros, abastecimento e reservação de água,
hidrantes,
mangueiras,
esguichos
e
outros
equipamentos destinados ao afluxo de água aos pontos
de aplicação de combate a incêndio.
4.3.2 A critério do Corpo de Bombeiros local, poderá
ser exigida a instalação de hidrantes externos nos
casos de loteamentos e agrupamentos de edificações.
4.3.3 Todas as edificações deverão conter sistema de
proteção por hidrantes, exceto:
· as edificações destinadas a residências privativas
unifamiliares;
· as edificações com área de combustão ou altura
inferiores aos limites determinados pelos regulamentos
de prevenção
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 Sistema de Proteção por Extintores Manuais
4.1.1 O número necessário, o tipo e a capacidade dos
extintores para proteger o risco isolado serão função:
· da natureza do fogo a extinguir;
· da substância utilizada para a extinção do fogo;
· da quantidade dessa substância e sua
correspondente unidade extintora;
· da classe ocupacional do risco isolado e de sua
respectiva área.
4.1.2 Serão adotadas as seguintes classificações de
incêndio, segundo o material a proteger, de acordo
com o IRB e o Corpo de Bombeiros:
Classe A
Fogo em materiais combustíveis comuns, de fácil
combustão, tais como madeira, pano, lixo, papéis,
algodão e outros, onde o resfriamento pela água ou
por solução que contenha água é o método adequado
de extinção.
Classe B
Fogo em líquidos inflamáveis, tais como óleos,
gasolinas, graxas, vernizes e outros, onde o
abafamento é o melhor meio de extinção.
Classe C
Fogo em equipamentos elétricos energizados, tais
como motores, aparelhos de ar condicionado,
televisores, rádios e outros, onde o material extintor
não deve ser condutor de eletricidade.
Classe D
Fogo em metais piróforos e suas ligas, tais como
magnésio, potássio, alumínio e outros.
4.1.3 O tipo de agente extintor deverá ser
determinado de acordo com o material a proteger,
conforme tabela a seguir, de acordo com o IRB e o
Corpo de Bombeiros:
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e combate a incêndios estabelecidos pelos órgãos
regulamentadores.
4.3.4 Os hidrantes serão instalados interna e
externamente à edificação que devem proteger. O
número, a localização, os dispositivos e acessórios
dos hidrantes em cada edificação deverão estar de
acordo com os órgãos regulamentadores.
4.3.5 As tubulações do sistema de hidrantes serão
destinadas exclusivamente ao serviço de proteção
contra incêndio. Os materiais, conexões, registros,
válvulas e demais peças e equipamentos deverão ser
especificados atendendo aos parâmetros hidráulicos
de projeto e às diretrizes estabelecidas pelos órgãos
regulamentadores.
4.3.6 Deverá ser prevista pelo menos uma fonte de
abastecimento de água capaz de suprir a demanda
da instalação por período determinado, alimentando
simultaneamente o número mínimo de hidrantes
estabelecido pelos órgãos regulamentadores.
A alimentação das tubulações poderá ser realizada:
· por gravidade, no caso de reservatório elevado;
· por bombas fixas de acionamento automático, no
caso de reservatório subterrâneo ou de altura
insuficiente para prover pressão adequada nos
pontos de utilização. A capacidade mínima dos
reservatórios e os acessórios pertinentes deverão
obedecer
às
disposições
dos
órgãos
regulamentadores.
4.3.7 Caso o abastecimento da rede de hidrantes seja
feito por reservatório subterrâneo ou de baixa altura,
deverá ser adotado um conjunto de bombas de
acionamento independente e automático, de modo a
garantir e manter a pressão e vazão na rede. A
instalação elétrica para o funcionamento das bombas
e demais equipamentos do sistema deverá ser
independente da instalação geral da edificação. A
adoção de motores a
combustão para acionamento das bombas deverá
respeitar as
disposições dos órgãos responsáveis.
4.3.8 A pressão e vazão requeridas nos hidrantes,
bem como
o número mínimo para funcionamento simultâneo,
deverão
obedecer
ao
estabelecido
pelos
órgãos
regulamentadores.
4.3.9 Também deverão atender ao estabelecido pelos
órgãos
regulamentadores:
· os comprimentos máximos e mínimos das
mangueiras e
seus diâmetros mínimos;
· os diâmetros mínimos dos esguichos;
· os materiais e equipamentos necessários;
· a disposição dos materiais e equipamentos no
interior
dos abrigos.
4.4 Sistema de Proteção por Mangotinhos
4.4.1 O sistema de proteção por mangotinhos será
constituído por tubulações, conexões, abastecimento
e
Pág. 202
reservação de água, válvulas, registros, mangotinhos,
Esguichos e carretel ou dispositivos equivalentes,
destinados a garantir o afluxo de água aos pontos de
combate a incêndio.
4.4.2 As tubulações e mangotinhos do sistema deverão
permanecer sempre pressurizadas.
4.4.3 Admite-se como fonte de alimentação de água:
· reservatório elevado, com capacidade adequada,
exclusiva para o sistema;
· reservatório elevado, sem reserva exclusiva para o
sistema.
Neste caso, o volume do reservatório deverá ser
suficiente para atender simultaneamente ao consumo
normal da edificação e à demanda do sistema, em
vazões adequadas;
· instalação hidropneumática, contendo reservatório
exclusivo para o sistema.
4.4.4 Os materiais, equipamentos e a disposição e
dimensionamento das tubulações e mangotinhos
deverão obedecer às disposições dos órgãos
regulamentadores.
4.5 Sistema de Proteção por Chuveiro Automático
4.5.1 A critério do Corpo de Bombeiros local, poderá
ser exigida a instalação de chuveiros automáticos.
4.5.2 O sistema de proteção por chuveiro automático
será constituído por tubulações, conexões, válvulas,
registros, abastecimento e reservação de água,
chuveiros automáticos, válvula de alarme, estação para
testes e dreno e tomada de recalque para uso
exclusivo do Corpo de Bombeiros.
4.5.3 Um sistema de chuveiro automático para fins de
proteção contra incêndio é definido como um sistema
fixo
integrado, compreendendo os seguintes elementos:
· rede hidráulica de distribuição que alimenta os
chuveiros automáticos, após a válvula de alarme, ou
chave detectora de fluxo;
· rede de abastecimento das válvulas de alarme ou
chave detectora de fluxo d’água;
· abastecimento de água.
4.5.4 O sistema de proteção por chuveiros automáticos
deverá atender às seguintes condições:
· proteção total;
· mínimo de interferência com a descarga de água;
· área máxima por chuveiro automático, de acordo com
o
risco a proteger;
· posição em relação ao teto ou telhado de forma a
obter
sensibilidade
adequada
de
funcionamento,
considerando o acúmulo mais rápido de calor junto ao
chuveiro automático.
4.5.5 O dimensionamento da tubulação a jusante da
válvula de alarme poderá utilizar tabelas adequadas ao
risco a proteger, ou será realizado por cálculos
hidráulicos, em função de parâmetros de densidade e
área de operação dos chuveiros.
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4.5.6 O sistema de chuveiro automático deverá
efetuar a descarga automática da água sobre o foco
do incêndio, numa densidade adequada para
controlar ou extinguir o fogo no estágio inicial, com
funcionamento simultâneo do alarme e da
alimentação de água.
4.5.7 Os sistemas de chuveiros automáticos
classificam-se em:
· sistema de tubo molhado;
· sistema de tubo seco;
· sistema de ação prévia;
· sistema dilúvio;
· sistema combinado de tubo seco e ação prévia.
4.5.8 Os chuveiros devem ser portadores de marca
de registro da ABNT, identificando a aprovação por
entidades reconhecidas internacionalmente. Devem
ser observadas as limitações e restrições fixadas pela
norma NBR 10897, e recomendações de fabricante,
quanto à posição e localização dos diversos tipos de
chuveiros.
4.5.9 A especificação da temperatura de acionamento
e das cores dos chuveiros automáticos providos de
elemento termosensível, ampola e solda eutética
deverá respeitar as tabelas 4 e 5 da norma NBR
10897.
4.5.10 Um único jogo de válvulas atenderá, no
máximo, por pavimento, a uma área determinada
conforme notas da tabelas 1, 22 e 23 da norma NBR
10897.
4.5.11 A densidade (em mm/min) e a área de
aplicação (em m²), variam em função da classe de
risco de ocupação conforme pré-estabelecido na
figura 29 da norma NBR 10897.
4.5.12 O sistema de chuveiros automáticos para
proteção de depósitos em prateleiras (“rack storage”),
deverá obedecer às prescrições das normas
específicas internacionais.
4.6 Sistema de Sinalização e Indicações de
Operações de Combate a Incêndio
4.6.1 A sinalização dos equipamentos do sistema de
prevenção e combate a incêndio, como círculos,
setas e faixas, poderá ser de parede e de piso.
4.6.2 A sinalização aérea será obrigatória em todas
as edificações.
4.6.3 A sinalização de piso será obrigatória nas
edificações para atividades industriais, depósitos de
manipulação de mercadorias, subsolos destinados a
garagem e outros locais, conforme indicação das
normas.
4.6.4 A sinalização de piso será opcional nas
edificações destinadas a bazares, lojas, escolas,
edifícios de apartamentos.
4.6.5 Todas as tubulações acessórios aparentes do
sistema deverão ser pintados na cor vermelha.
4.7 Portas Corta-Fogo
4.7.1 As portas corta-fogo serão instaladas nos
seguintes
locais, conforme item 1.2 da EB-920:
· antecâmaras e escadas;
· unidades autônomas e edificações;
· áreas de refúgio.
4.7.2 As portas corta-fogo são classificadas em função
do tempo de resistência ao fogo, devendo atender
também às exigências do Código de Edificação do
município local.
Bombeiros local e, se for exigido pelo Contratante, a
projeto básico, com indicação dos detalhes de todos os
5. ETAPAS DE PROJETO
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do Sistema de Prevenção e
Combate a Incêndio, a partir do conhecimento das
características arquitetônicas e de uso da edificação,
consolidando definições preliminares quanto à
localização e características técnicas dos pontos de
combate, demanda de água, e pré-dimensionamento
dos componentes principais, como reservatório,
bombas de recalque, prumadas e tubulações.
A concepção eleita deverá resultar do cotejo de
alternativas de solução, adotando-se a mais vantajosa
para a edificação, considerando parâmetros técnicos,
econômicos e ambientais.
Nesta etapa serão delineadas todas as instalações
necessárias ao uso da edificação, em atendimento ao
Caderno de Encargos, normas e condições da
legislação, obedecidas as diretrizes de economia de
energia e de redução de eventual impacto ambiental.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
· planta geral para cada nível da construção, inclusive
nível da rua e das coberturas em escala adequada,
com indicação dos componentes dos sistemas, como
tubulações horizontais e verticais, locação dos
hidrantes internos e externos, chuveiros automáticos,
válvula de retenção e alarme, extintores, bombas,
reservatórios, registros de bloqueio e de recalque,
válvulas de retenção e outros;
· relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto,
incluindo também a listagem das edificações e
respectivas classes de ocupação e de risco.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e demais sistemas,
considerando a necessidade de acesso para inspeção
e
manutenção das instalações.
5.2 Projeto Básico
Consiste
na
definição,
dimensionamento
e
Representação do Sistema de Prevenção e Combate a
Incêndio aprovado no Estudo Preliminar, incluindo a
localização precisa dos componentes, características
técnicas dos equipamentos do sistema, demanda de
água, bem como as indicações necessárias à execução
das instalações. O Projeto Básico compreenderá a
documentação necessária à apresentação e aprovação
pelo Corpo de
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documentação pertinente ao pedido de concessão
dos descontos a que se refere o item 2 do artigo 16
da Tarifa de Seguro - Incêndio do Brasil do Instituto
de Resseguros do Brasil. O Projeto Básico conterá os
itens descritos da Lei de Licitações e Contratos, com
especial atenção para o fornecimento do orçamento
detalhado
da
execução
das
instalações,
fundamentado em quantitativos de serviços e
fornecimentos perfeitamente especificados, e as
indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
· planta de situação, em escala adequada, com
indicação das canalizações externas, inclusive redes
existentes das concessionárias e outras de interesse;
· planta geral para cada nível da edificação,
preferencialmente em escala 1:50, contendo
indicação das tubulações, comprimentos, vazões,
pressões nos pontos de interesse, cotas de elevação,
registros, válvulas, extintores, especificações dos
materiais básicos e outros;
· representação isométrica, em escala adequada, dos
sistemas de hidrantes ou mangotinho, chuveiros
automáticos,
com
indicação
de
diâmetros,
comprimentos dos tubos e das mangueiras, vazões
nos pontos principais, cotas de elevação e outros;
· desenhos esquemáticos referentes à sala de
bombas, reservatórios e abrigos;
· quantitativos e especificações técnicas de materiais,
serviços e equipamentos;
· orçamento detalhado das instalações, baseado em
quantitativos de materiais e fornecimentos;
· relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e Instalações,
observando a não interferência entre elementos dos
diversos sistemas e considerando as facilidades de
acesso para inspeção e manutenção das instalações
prevenção e combate a incêndio.
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
Apresentando o detalhamento das soluções de
instalação, conexão, suporte e fixação de todos os
componentes do Sistema de Prevenção e Combate a
Incêndio a ser implantado, incluindo os embutidos,
furos e rasgos a serem previstos na estrutura da
edificação. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
· plantas de situação e de cada nível da edificação,
conforme
Pág. 204
dispositivos, suportes e acessórios;
· detalhes de execução ou instalação dos hidrantes,
chuveiros automáticos, extintores, sinalizações, sala de
bombas, reservatórios, abrigos e outros;
· detalhes de todos os furos necessários nos elementos
de estrutura e suporte da instalação, e das peças a ser
embutidas;
· lista detalhada de materiais e equipamentos;
· relatório técnico conforme Prática Geral de Projeto.
Todos os detalhes que interfiram com outros sistemas
deverão ser elaborados em conjunto, de forma a
estarem
perfeitamente harmonizados entre si.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de Instalações de Prevenção e Combate a
Incêndio deverão também atender às seguintes
Normas e Práticas Complementares:
· Normas da ABNT e do INMETRO:
NBR 6135 - Chuveiros Automáticos para Extinção de
Incêndio - Especificação
NBR 9077 - Saídas de Emergência em Edifícios
NBR 9441 - Execução de Sistemas de Detecção e
Alarme de Incêndio
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
NBR 10720 - Prevenção e Proteção contra Incêndio em
Instalações Aeroportuárias
NBR 10897 - Proteção contra Incêndio por Chuveiro
Automático - Procedimento
NBR 11742 - Porta Corta-Fogo para Saídas de
Emergência
NBR 12693 - Sistema de Proteção por Extintores de
Incêndio
· Normas Regulamentadoras do Capítulo V, Título II, da
CLT:
NR 26 - Sinalização de Segurança
NR 23 - Proteção contra Incêndios
· Normas e Diretrizes de Projeto do Corpo de
Bombeiros Local
· Regulamento para a Concessão de Descontos aos
Riscos de Incêndio do Instituto de Resseguros do Brasil
(IRB);
· Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais, Estaduais e Municipais, inclusive normas de
Concessionárias de serviços públicos;
· Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
ANSI/TIA
942
–
INFRAESTRUTURA
PARA
DATACENTERS.
APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
- elementos componentes;
- condições especiais necessárias.
2.4 Bombas Hidráulicas e Acionadores
2.4.1 Bombas hidráulicas
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Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
especificações técnicas de materiais, equipamentos e
serviços referentes ao projeto de Instalações de
Prevenção e Combate a Incêndio.
2. ESPECIFICAÇÕES
Para a perfeita identificação dos materiais,
equipamentos e serviços previstos no projeto, as
especificações deverão discriminar as características
necessárias e suficientes ao desempenho requerido.
As especificações deverão conter, basicamente, as
características
abaixo
discriminadas,
quando
procedentes.
2.1 Tubos
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material e tipo construtivo;
- classe ou espessura da parede;
- acabamento;
- tipos de extremidades;
- diâmetro nominal (Æ);
- comprimento específico ou médio.
2.2 Conexões
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material e tipo construtivo;
- classe ou espessura da parede;
- acabamento;
- tipos de extremidades;
- diâmetro nominal (Æ).
2.3 Válvulas e Registros
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material básico do corpo e mecanismo interno;
- tipos de haste, castelo, tampa, disco e outros;
- classes;
- tipos de extremidades;
- acabamento;
- elementos componentes e acessórios.
2.8 Tanques de Pressão
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material;
- pressão de serviço;
- capacidade;
- acabamento;
- elementos componentes;
- condições especiais necessárias.
2.9 Mangueira
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material;
- dimensões;
- revestimentos internos e externos;
- pressão de serviço.
Pág. 205
- local;
- finalidade;
- tipo de bomba;
- vazão;
- alturas manométricas, de sucção, de recalque e total;
- NPSH (Net Positive Suction Head) disponível;
- material básico (carcaça, rotor, eixo, gaxeta, selo).
2.4.2 Acionadores
- local;
- finalidade;
- tipo;
- alimentação;
- proteção e isolamento.
2.5 Instrumentação (Manômetro, Medidor de Nível e
Outros)
- local;
- finalidade;
- tipo;
- dimensões físicas e forma;
- faixa de operação e tolerâncias;
- tipo de acabamento;
- elementos componentes;
- condições especiais necessárias.
2.6 Acessórios
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material e tipo construtivo;
- dimensões físicas e forma;
- tipo de acabamento;
- elementos componentes do acessório;
- condições especiais necessárias.
2.7 Extintores
- local;
- finalidade;
- tipo e modelo;
- capacidade;
- material;
- acabamento;
- dimensões;
- acabamento.
2.12 Suportes
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material;
- dimensões;
- acabamento.
2.13 Porta Corta-Fogo
- local;
- finalidade;
- tipo, classificação;
- dimensões;
- material;
- acessórios.
2.14 Pintura
- local;
- finalidade;
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2.10 Esguicho
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material;
- dimensões;
- acabamento;
- extremidade;
- pressão de serviço.
2.11 Abrigo (Armário para Mangueira)
- local;
- finalidade;
- tipo;
- material;
Pág. 206
- classificação das tintas a serem usadas quanto às
superfícies a serem pintadas;
- cores de identificação das tubulações pintadas;
- espessura da película e características da aplicação.
2.15 Sinalização
- local;
- finalidade;
- tipo;
- dimensões;
- cores.
2.16 Proteção Contra Corrosão
- local;
- finalidade;
- tipo;
- características.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRÔNICAS
SUPERVISÃO, COMANDO E CONTROLE DE EDIFICAÇÕES
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 - Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
projetos de Instalações de Supervisão, Comando e
Controle de Edificações.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Sistema de Supervisão, Comando e
Controle (SSCC)
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a instalação de unidades de controle,
central de supervisão e demais componentes do
sistema.
2.2 Sistema de Supervisão, Comando e Controle
(SSCC)
Conjunto de “hardware”, “software”, periféricos e
cabos de interligação, que possibilitam a supervisão,
comando e controle de instalações da edificação.
2.3 Central de Supervisão
Equipamento central que efetua o gerenciamento de
toda a instalação, possibilitando, através de
equipamentos de interface homem-máquina, a
intervenção no sistema de automação, modificando
programas e emitindo comandos.
2.4 Unidade de Controle Remota
Unidade de microprocessamento, responsável pelo
processamento local, executando funções de controle
nos pontos da instalação sob sua responsabilidade,
com a mais completa autonomia.
informações, segundo regras precisas, em alta
velocidade, constituída por cabos coaxiais, par
telefônico ou fibras óticas, segundo a necessidade da
instalação.
2.6 Tolerância a Falhas
Garantia oferecida pelos controladores remotos com
capacidade de processamento próprio, de modo a
manter os setores essenciais da instalação sob
controle mesmo em caso de falha na Central de
Supervisão, rede ou outros controladores.
2.7 Sistema de Controle Dedicado
Sistema de Supervisão, Comando e Controle limitado
ao desenvolvimento de suas aplicações e na
possibilidade de comunicação com outros sistemas ou
componentes.
2.8 Sistema de Controle Aberto
Sistema de Supervisão, Comando e Controle com
características de se comunicar e interagir com outros
sistemas ou componentes.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições
gerais:
3.1 Obter os projetos de arquitetura, estrutura e demais
instalações, a fim de integrar e harmonizar o Projeto de
Sistema de Supervisão, Comando e Controle (SSCC)
com os demais sistemas.
3.2 O sistema SSCC deverá executar o gerenciamento
das instalações e, através de seu desempenho,
viabilizar o investimento pela relação custo/benefício.
3.3 Definir, no âmbito das instalações, a abrangência
do sistema SSCC, estabelecendo as instalações a
serem supervisionadas e controladas. Poderão ser
atendidos os
sistemas de utilidades e de segurança da edificação,
destacando-se:
Utilidades
- Ar condicionado;
- Iluminação;
- Elevadores;
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Pág. 207
2.5 Linha de Comunicação
Rede de comunicação através da qual todas as
unidades de controle remotas a ela ligadas podem
transmitir e receber
- Subestações;
- Bombas;
- Reservatórios;
- Fator de potência;
- Demanda de energia elétrica;
- “Status” do sistema de proteção E
- Todos os sistemas da infraestrutura predial dos
data centers (por exemplo: No-break, Geradores,
ATS, STS, Ar condicionado, Sensores de
temperatura e umidade, Subestação, sistema de
detecção e combate contra incêndio, abertura e
fechamento de dampers, válvulas, torres de
arrefecimento, todos os alarmes do sistema de
supervisão e controle predial, etc).
Segurança
- Detecção e Alarme de Incêndio;
- Controle de Acesso;
- Circuito Fechado de TV.
- Replicação de telas e alarme para a sala
NOC/CGS (gerenciamento do sistema de TI).
3.4 Conhecer a finalidade de cada Sistema a ser
implantado por ambiente, determinando os níveis de
automação, sensoreamento, controle e supervisão
mais adequados ao uso da edificação a que se
destinam.
3.5 Adotar, sempre que possível, sistemas abertos,
com condições de se comunicar e interagir em
diferentes níveis com outros sistemas ou
componentes.
3.6 Utilizar, de preferência, Unidade Central de
Processamento produzida em grande escala,
segundo o padrão de mercado, por fabricantes
especializados, que ofereçam adequada garantia de
desenvolvimento e atualização.
3.7 Utilizar, de preferência, sistemas operacionais e
ambientes de grande difusão, como Dos, Windows,
OS/2, Unix e outros sistemas que sempre
acompanham a evolução tecnológica, de modo a
serem reconhecidos como padrões de mercado.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 A configuração do SSCC deverá ser concebida de
conformidade com as mais modernas tecnologias e
conceitos na área de informática e processamento de
dados. Adotar conceitos de inteligência distribuída, ou
seja, Unidades Remotas de Controle que garantam o
funcionamento da instalação e/ou máquinas de um
determinado setor, conectados a uma Central de
Supervisão e aos demais controladores remotos
através da linha de comunicação.
4.2 Os Controladores Remotos deverão ser do tipo
DDC, Controle Digital Distribuído, cujo elemento
básico de funcionamento é um microprocessador,
incluindo um sistema operacional, capaz de realizar
uma série de funções, como:
processamento dos sinais de entrada e saída;
comandos automáticos e manuais;
programas de racionalização do consumo de
Tabela das funções, “Infolist Building Automation”
(VDI3814) do CEN - Comitê Europeu de Normalização”
através do TC247/WG3/TG2.
4.6 A Central de Supervisão será a responsável pelo
gerenciamento de todo o sistema, devendo ser
constituída por um conjunto de “hardware”, “software” e
periféricos que recebem e transmitem informações aos
Controladores Remotos, via Linha de Comunicações e
“software” e comando gráfico.
4.7 A Central deverá permitir ao operador a supervisão
de todas as instalações abrangidas pelo Sistema, bem
como intervir no sistema de automação, alterando
parâmetros, modificando programas e emitindo
comandos.
4.8 A Central de Supervisão será constituída de
preferência por um microcomputador padrão PC e
programas específicos dentre os mais difundidos, que
acompanhem o desenvolvimento tecnológico do
mercado.
4.9 Os programas aplicativos deverão responder a uma
série de requisitos, como simplicidade de uso,
modularidade,
configurabilidade,
flexibilidade,
conectibilidade, de modo a oferecer as seguintes
possibilidades funcionais:
monitorar as variáveis da instalação;
gerenciar os alarmes e anomalias das instalações;
exercer comando remoto sobre controladores e
unidades periféricas;
gerenciar os controladores da instalação;
gerenciar simultaneamente os controladores,
mesmo que sejam tipos diferentes;
permitir a livre reestruturação da interface gráfica do
usuário.
4.10 O ambiente integrado para a geração dirigida ou
orientada do “software” de supervisão deverá ser
caracterizada por:
sinóticos gráficos;
gerenciamento de alarmes;
bases de dados de variáveis;
tabelas de comandos para o usuário;
telas de ajuda em Português.
4.11 As Linhas de Comunicação deverão permitir a
todos
os usuários o compartilhamento dos recursos do
sistema, operando a partir de estações de trabalhos
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Pág. 208
energia;
rotinas de comunicação.
4.3 As Unidades Remotas serão conectadas à Linha
de Comunicação, de forma a possibilitarem o
intercâmbio de dados e a transferência dos
programas aplicativos para a Central de Supervisão e
vice versa.
4.4 O Sistema deverá admitir a adição de novas
Unidades Remotas, até o número máximo adequado
às características e particularidades do uso da
edificação a que se destinam.
4.5 Os Controladores Remotos deverão possibilitar a
execução de programas aplicativos conforme
apresentado na
diversas.
4.12 Na determinação dos meios de transmissão,
adotar o mais adequado, dentre os tipos:
cabos sem blindagem;
cabos com blindagem;
fibras óticas.
4.13 Na definição dos meios de transmissão,
considerar
que:
os cabos sem blindagem são mais econômicos,
porém estão sujeitos a interferências eletromagnéticas
e, por isso, só
permitem transmissões confiáveis em velocidades
limitadas e pequenas distâncias;
os cabos com blindagem são de custo maior,
porém evitam as interferências eletromagnéticas,
permitindo maiores velocidades de transmissão;
as fibras óticas são de custo elevado e com
características de instalação mais sofisticada, porém
são
insensíveis
a
interferências,
sejam
eletromagnéticas ou de radiofrequência, possuindo
peso e dimensões reduzidas. Possibilitam linhas de
comunicação mais flexíveis, com baixas perdas e
maior largura de banda.
4.14 As diversas combinações dos elementos
tratados nos itens 4.12 a 4.15 desta Prática,
determinarão os custos do sistema, os serviços
disponíveis, a máxima distância de transmissão, a
expansão e a vida útil das linhas de comunicação. As
particularidades de cada instalação e do uso de cada
edificação deverão ser avaliadas, sendo apresentada
a solução que melhor atenda à relação
custo/benefício.
4.15 Posicionar os equipamentos do SSCC em locais
adequados, de fácil acesso, ventilados e próximo ao
locais de maior concentração de equipamentos a
serem controlados.
4.16 Na distribuição dos cabos da rede de
interligação
dos
controladores
remotos
aos
equipamentos e/ou instalação, prever independência
na instalação dos cabos de força, cabos dos circuitos
de dados analógicos e cabos dos circuitos de dados
digitais.
4.17 Interligar todos os instrumentos, como sensores,
válvulas solenóides, transmissores, pressostatos e
fluxostatos aos respectivos controladores.
4.18 Todas as conexões e terminações deverão ser
efetuadas com conectores e terminais adequados à
seção e tipo dos cabos.
4.19 Todos os cabos serão identificados na sua
origem e destino, com anilhas plásticas.
4.20 O fornecimento de energia elétrica para a
Central de Supervisão deverá ser efetuada através de
equipamento “no break” ou estabilizador de tensão
adequado, capaz de suprir também as cargas do
monitor, CPU e impressora.
5. ETAPAS DE PROJETO
Nesta etapa serão delineadas todas as funções do
SSCC necessárias ao uso da edificação, em
atendimento ao Caderno de Encargos, normas e
condições da legislação. Deverão ser apresentados os
seguintes produtos gráficos:
planta geral de cada nível da edificação, em escala
adequada,
com
indicação
dos
sensores
e
equipamentos a serem gerenciados, locação da central
de supervisão e
unidades remotas, esquemáticos de interligação, tabela
de pontos e prumadas;
relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e demais Instalações,
observando a não interferência entre os elementos dos
diversos sistemas da edificação.
5.2 Projeto Básico
Consiste na definição e representação do SSCC
aprovado no Estudo Preliminar, localização precisa dos
componentes, dimensionamento e características
técnicas dos equipamentos do sistema, bem como as
indicações necessárias à execução das instalações. O
Projeto Básico conterá os itens descritos da Lei de
Licitações e Contratos, com especial atenção para o
fornecimento do orçamento detalhado da execução das
instalações, fundamentado em quantitativos de
serviços e fornecimentos perfeitamente especificados,
e as indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
planta de cada nível da edificação, de preferência
na escala 1:50, contendo a locação da Central de
Supervisão,
unidades
remotas,
sensores,
equipamentos a serem gerenciados, infra-estrutura
para instalação dos cabos, e características do recinto
onde for instalada a Central de Supervisão;
desenhos esquemáticos de interligação;
esquemas funcionais e de controle;
tabela de pontos e funções;
descrição técnica do “Hardware” e “Software” a
serem instalados;
quantitativos e especificações técnicas de materiais,
serviços e equipamentos;
orçamento detalhado das instalações, baseado em
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5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do sistema de Supervisão,
Comando e Controle, a partir do conhecimento das
características arquitetônicas e de uso da edificação,
consolidando definições preliminares quanto à
localização,
características
técnicas
e
prédimensionamento dos componentes principais, como
central de monitores, receptores e sensores. A
concepção eleita deverá resultar do cotejo de
alternativas de solução, adotando-se a mais
vantajosa para a edificação, considerando parâmetros
técnicos e econômicos.
quantitativos de materiais e fornecimentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos dos demais sistemas, contemplando as
facilidades de acesso para inspeção e manutenção do
sistema.
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
apresentando o detalhamento das soluções de
instalação,
conexão e fixação de todos os componentes do
sistema a ser
implantado, incluindo os embutidos e rasgos a serem
previstos
na estrutura da edificação.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
planta de todos os pavimentos, preferencialmente
em
escala 1:50, indicando locação da Central de
Supervisão,
unidades remotas, sensores, equipamentos a serem
gerenciados,
caminhamento
dos
cabos
de
interligação e
respectivas identificações;
desenhos esquemáticos de interligação;
diagramas de blocos;
esquemas funcionais e de controle;
tabela de pontos e de funções;
detalhamento
da
instalação
de
painéis,
equipamentos e da
infra-estrutura;
identificação das tubulações e circuitos que não
permita
dúvidas na fase de execução, adotando critérios
uniformes
e seqüência lógica;
detalhes do sistema de aterramento;
legendas das convenções utilizadas;
lista detalhada de equipamentos e materiais da
instalação
e respectivas garantias;
detalhe de todos os furos necessários nos
elementos
estruturais e de todas as peças a serem embutidas ou
fixadas nas estruturas de concreto ou metálicas, para
passagem e suporte da instalação;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
Todos os detalhes que interfiram com outros sistemas
deverão ser elaborados em conjunto, de forma a
ficarem
perfeitamente harmonizados entre si.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos do sistema de Supervisão, Comando e
Controle de Edificações deverão também atender às
seguintes
Normas e Práticas Complementares:
Normas da ABNT e do INMETRO:
NBR 5410 - Execução de Instalações Elétricas de
Baixa
Tensão - Procedimento
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
Normas Estrangeiras:
CEN TC247 - Comitê Europeu de Normalização
ANSI - American National Standards Institute
IEEE - Institute of Electrical and Electronics Engineers
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais,
Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
- consumo;
- características do vídeo;
- características do teclado;
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CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
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1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
especificações de materiais, equipamentos e serviços
referentes ao projeto do Sistema de Supervisão
Comando e Controle (SSCC).
2. ESPECIFICAÇÕES
Para a perfeita identificação dos materiais,
equipamentos e serviços previstos no projeto, as
especificações deverão discriminar as características
necessárias e suficientes ao desempenho requerido.
As especificações deverão conter, basicamente, as
características abaixo discriminadas:
2.1 Central de Supervisão
- local;
- finalidade;
- tipo;
- tensão de entrada e saída;
- consumo;
- condições ambientais de operação;
- características construtivas;
- capacidade e características:
. entradas analógicas,
. entradas digitais,
. saídas analógicas,
. saídas digitais;
- facilidades (relógio tempo real, unidade “watchdog”,
etc.);
- capacidade da memória;
- ambiente de trabalho (Windows, DOS, OS/2, UNIX);
- características do computador necessário para
instalação do Sistema de Supervisão;
- descritivo do software de gerenciamento a ser
instalado.
2.2 Computador
2.2.1 Terminal de Vídeo
- local;
- finalidade;
- tipo;
- tensão de entrada;
- características da interface.
2.2.2 Impressora
- local;
- finalidade;
- tipo;
- tensão de entrada;
- consumo;
- velocidade;
- largura (quantidade de colunas);
- controle de paginação;
- características da interface.
2.2.3 Unidade de Disco
- capacidade;
- tempo de acesso médio;
- tempo de latência
2.3 Unidade de Controle Remota
- local;
- finalidade;
- tipo;
- tensão de entrada e saída;
- consumo;
- condições ambientais de operação;
- características construtivas;
- capacidade e características:
. entradas analógicas,
. entradas digitais,
. saídas analógicas,
. saídas digitais;
- capacidade de comunicação em rede;
- facilidades (relógio tempo real, unidade “watchdog”,
etc.);
- distância máxima entre controladores;
- padrão do sinal de saída analógico;
- comunicação local através de microcomputador
pessoal;
- comunicação via modem:
. MTBF (Medium time beteween fails)
. MTTR (Medium time to repairs).
2.4 Cabos
- condutor (material e formação);
- material isolante;
- têmpera;
- blindagem;
- classe de tensão;
- cores;
- formação do cabo;
- seção da parte condutora;
- capa protetora.
2.5 Terminais e Conectores
- material;
- tipo;
- aplicação;
- bitola;
- acessórios (trilhos, identificações).
2.6 Caixas de Passagem
- material;
- formato e dimensões;
- tipo de instalação;
- acabamento;
- furação (tamanho e localização dos furos).
2.7 Eletrodutos/Eletrocalhas
- material (tipo e tratamento);
- dimensões;
- classe;
- comprimento de peça.
2.8 Baterias
- tipo;
- características construtivas;
- tensão nominal;
- tensão de flutuação;
- tensão de equalização;
- capacidade.
2.9 Carregador de Baterias
- características construtivas;
- tensão nominal (entrada/saída);
- tensão de flutuação;
- tensão de equalização;
- automatismo;
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Pág. 211
- capacidade.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E ELETRÔNICAS
SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO PREDIAL E PARA DATA
CENTER CONFORME ANSI/TIA 942
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 - Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
projetos de Instalações de Sistema de Cabeamento
Estruturado.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas
as seguintes definições:
2.1 Projeto de Sistema de Cabeamento
Estruturado
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a instalação de Sistema de Cabeamento
Estruturado, de modo a possibilitar a transmissão de
sinais de dados, voz e imagem nos ambientes da
edificação.
2.2 Cabeamento Primário
Conjunto dos cabos, conexões intermediárias e
principais, terminações e cordões de conexão
interligando os “Hub’s” do Sistema de Cabeamento
ao(s) servidor(es).
2.3 Conversor Ótico
Dispositivo para acoplamento aos cabos de fibra ótica
e conversão de sinais óticos em digitais.
2.4 Par Trançado
Cabo de cobre em par trançado, com ou sem
blindagem, capaz de atender às exigências de altas
taxas de transmissão digital de dados.
2.5 ”Hub”
Centro de uma rede de cabeamento com topologia
estrela ou linha seqüencial.
2.6 “Patch Panel” (Painel de Distribuição)
Régua de terminação e distribuição dos cabos,
Desempenhando a função de painel de manobras.
2.7 “Cabel Cord” (Cabo de Conexão)
Cabo flexível de comprimento variável, provido em
ambas extremidades de “plug’s”, utilizado para
interconexão de circuitos em painéis ou réguas de
manobra.
2.8 Caixas de Saída
Caixa provida de tomadas RJ 45, utilizada para
conexão de cabos para saída de dados.
2.9 RJ 45
Conector de instalação universal e terminação por
engate rápido, utilizado para cabos de par trançado.
2.10 Cabeamento Estruturado
Instalação de cabos constituindo uma rede
caracterizada pela capacidade de transmissão de
dados em alto volume, interligando dispositivos de
comunicação em uma edificação ou conjunto de
edificações.
2.11 Categoria 5 para ambientes prediais de
simples utilização. Categoria 6 e ótico para os Sites
de TI de acordo com a Ansi/Tia 942 e demais
recomendações do Anexo 03 – item 4.
Especificação de cabos de par trançado, capaz de
suportar redes locais de alta velocidade, com
sinalização de dados até 100 Mhz em largura de
banda.
2.12 Equipamento Usuário
Equipamento terminal conectado à rede de
Cabeamento Estruturado, como o microcomputador.
2.13 Servidor
Computador central da rede de Cabeamento
Estruturado, destinado ao gerenciamento de dados e
compartilhamento de recursos, “hardwares” e
“softwares”, pelos terminais e outros computadores
interligados.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições
gerais:
3.1 Obter os projetos de arquitetura, estrutura e demais
instalações, a fim de integrar e harmonizar o projeto do
Sistema de Cabeamento Estruturado (SCE) com os
demais sistemas.
3.2 Conceber o sistema de SCE, de modo a obter uma
rede de transmissão e processamento de informações
que permita flexibilidade na definição de “layouts” dos
equipamentos, velocidade de processamento e
confiabilidade da instalação.
3.3 Definir, no âmbito das instalações, as áreas de
implantação de servidores e equipamentos usuários
(microcomputadores).
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CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA – BRASÍLIA (DF)
CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
Pág. 212
3.4 Definir o caminhamento principal dos cabos,
prevendo espaços e infra-estruturas independentes,
verificando e evitando os riscos de interferências
eletromagnéticas.
3.5 Definir para os ambientes de trabalho, onde serão
implantados os equipamentos usuários, a modulação
das tomadas e/ou caixas de distribuição.
3.6 Projetar o Sistema de Cabeamento Estruturado
para ter vida útil de, no mínimo, 10 anos.
3.7 No projeto do sistema de SCE deverá ser
estabelecida a exigência de execução de testes com
analisador de rede categoria 5 e de fornecimento do
certificado correspondente pela empresa instaladora.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser observadas as seguintes condições
específicas:
4.1 A configuração do Sistema de Cabeamento
Estruturado deverá contemplar uma estrutura
principal, ou seja, um cabeamento primário
interligando o(s) servidor(es) aos equipamentos
usuários (microcomputadores), localizados nos
ambientes de trabalho. O cabeamento primário
deverá ser especificado de conformidade com as
modernas tecnologias e com as particularidades
específicas da rede a ser instalada, podendo-se
utilizar:
cabos de fibras óticas;
cabos de cobre e par traçado, com ou sem
blindagens.
4.2 Em local próximo aos agrupamentos de
equipamentos usuários deverá ser previsto espaço
adequado para a instalação de:
conversor ótico (nos casos onde sejam utilizados
cabos de fibra ótica);
“patch panel”;
“Hub’s”.
4.3 O projeto deverá prever a conexão dos
equipamentos usuários (microcomputadores) aos
“Hub’s”, através de cabos com condutor interno de
cobre, em pares traçados, com ou sem blindagem e
capa de PVC antichama, categoria 5, comprimento
máximo de 100 m, adequados às redes de alta
velocidade.
4.4 Para a instalação dos equipamentos usuários,
deverá ser determinada a localização e a modulação
das caixas de saída, de modo a atender ao “layout”
de determinado ambiente de trabalho.
4.5 Para cada caixa de saída devera ser previsto um
mínimo de 2 (dois) conectores de saída para dados,
tipo RJ 45, em uma modulação de 2 caixas de saída
para cada 10 m², aproximadamente.
4.6 A infra-estrutura para instalação dos cabos deverá
ser totalmente independente e, quando necessárias,
as curvas
deverão ser de, no mínimo, 90º e raio de curvatura
compatível com o diâmetro dos cabos.
4.7 Evitar a utilização plena da seção dos dutos ou
eletrodutos, liberando sempre uma folga de 40% na
ocupação da seção. Os raios de curvaturas deverão
respeitar as limitações de curvatura dos cabos.
4.8 No espaço destinado à instalação dos “Hub’s”, os
equipamentos deverão ser dispostos de modo a facilitar
o manuseio dos cordões de conexão.
4.9 Estabelecer codificação uniforme de cores nas
terminações dos cabos.
4.10 Prever espaços e meios de acesso adequados
para a monitoração e realização de testes no
cabeamento e nos equipamentos.
4.11 A conexão dos cabos aos “Hub’s” e demais
equipamentos deverá obedecer à uma disposição
organizada, de modo a evitar o cruzamento entre estes
elementos.
4.12 Os cordões de conexão “patch cables”, previstos
para as interligações do painel de distribuição aos
“hub’s”, deverão ter 1,5 m e, serão especificados para a
mesma categoria de desempenho de transmissão ou
maior que a prevista nos cabeamentos e conectores.
4.13 A rede de cabeamento estruturado deverá
possibilitar a transmissão de dados, voz e imagem,
bem como o atendimento das exigências de novas
tecnologias, mudanças de “layout” ou expansão,
definindo-se a implantação dos equipamentos usuários
em função dos objetivos da instalação.
5. ETAPAS DE PROJETO
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do Sistema de Cabeamento
Estruturado,
a
partir
do
conhecimento
das
características
arquitetônicas e de uso da edificação, consolidando
definições
preliminares
quanto
à
localização,
características técnicas e pré-dimensionamento dos
componentes principais, como cabeamento primário,
“Hub’s” e painéis de distribuição. A concepção eleita
deverá resultar do cotejo de alternativas de solução,
adotando-se a mais vantajosa para a edificação,
considerando parâmetros técnicos e econômicos.
Nesta etapa serão delineadas todas as funções do
SCE necessárias ao uso da edificação, em
atendimento ao Caderno de Encargos, normas e
condições da legislação. Deverão ser apresentados os
seguintes produtos gráficos:
planta geral de cada nível da edificação, em escala
adequada, com indicação da modulação das caixas de
saídas, espaços destinados a painéis de distribuição,
“Hub’s” e CPD;
relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com
os Projetos de Arquitetura, Estrutura e demais
Instalações, observando a não interferência entre os
elementos dos diversos sistemas da edificação.
5.2 Projeto Básico
básico e, caminhamento dos cabos de interligação e
respectivas identificações;
desenhos esquemáticos de interligação;
diagramas de blocos;
detalhamento
da
instalação
de
painéis,
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CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
Consiste na definição e representação do Sistema de
Cabeamento Estruturado aprovado no Estudo
Preliminar, localização precisa dos componentes,
dimensionamento e características técnicas dos
equipamentos do sistema, bem como as indicações
necessárias à execução das instalações.
O Projeto Básico conterá os itens descritos da Lei de
Licitações e Contratos, com especial atenção para o
fornecimento do orçamento detalhado da execução
das instalações, fundamentado em quantitativos de
serviços e fornecimentos perfeitamente especificados,
e as indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
planta de cada nível da edificação, de preferência
na escala 1:50, contendo das caixas de saídas,
painéis de distribuição, “Hub’s”, servidores e infraestrutura para passagem dos cabos;
desenhos esquemáticos de interligação;
quantitativos e especificações técnicas de
materiais, serviços e equipamentos;
orçamento detalhado das instalações, baseado
em
quantitativos de materiais e fornecimentos;
relatório técnico, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos dos demais sistemas, contemplando as
facilidades de acesso para inspeção e manutenção
do sistema.
5.3 Projeto Executivo
Consiste no desenvolvimento do Projeto Básico,
apresentando o detalhamento das soluções de
instalação, conexão e fixação de todos os
componentes do sistema a ser implantado, incluindo
os embutidos e rasgos a serem previstos na estrutura
da edificação. Deverão ser apresentados os
seguintes produtos gráficos:
planta de todos os pavimentos, preferencialmente
em escala 1:50, complementando as informações do
projeto
Pág. 213
equipamentos e da infra-estrutura;
identificação das tubulações e circuitos que não
permita dúvidas na fase de execução, adotando
critérios uniformes e seqüência lógica;
detalhes do sistema de aterramento;
legendas das convenções utilizadas;
lista detalhada de equipamentos e materiais da
instalação e respectivas garantias;
detalhe de todos os furos necessários nos
elementos estruturais e de todas as peças a serem
embutidas ou fixadas nas estruturas de concreto ou
metálicas, para passagem e suporte da instalação;
relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
Todos os detalhes que interfiram com outros sistemas
deverão ser elaborados em conjunto, de forma a
ficarem
perfeitamente harmonizados entre si.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos do Sistema de Cabeamento Estruturado
deverão também atender às seguintes Normas e
Práticas Complementares:
Normas da ABNT e do INMETRO:
NBR 5410 - Execução de Instalações Elétricas de
Baixa
Tensão - Procedimento
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
Normas Estrangeiras:
CEN TC247 - Comitê Europeu de Normalização
Norma
568A
“Commercial
Building
Telecommunication
Cabling Standard”, da EIA/TIA (“Eletronic Industry
Association/Telecomunication Industry Association”)
Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais,
Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
ANSI/TIA
942
–
INFRAESTRUTURA
DE
CABEAMENTO PARA DATACENTERS.
APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
especificações de materiais, equipamentos e serviços
referentes ao projeto do Sistema de Cabeamento
Estruturado (SCE).
2. ESPECIFICAÇÕES
Para a perfeita identificação dos materiais,
equipamentos e serviços previstos no projeto, as
especificações deverão discriminar as características
necessárias e suficientes ao desempenho requerido.
- acessórios (trilhos, identificações).
2.3 Caixas de Passagem de Saída
- material;
- formato e dimensões;
- tipo de instalação;
- acabamento;
- furação (tamanho e localização dos furos).
2.4 Eletrodutos/Eletrocalhas
- material (tipo e tratamento);
- dimensões;
- classe;
- comprimento de peça.
2.5 Tomadas
Minuta13921-julho/2010
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA – BRASÍLIA (DF)
CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
As especificações deverão conter, basicamente, as
características abaixo discriminadas:
2.1 Cabos
- condutor (material e formação);
- material isolante;
- têmpera;
- blindagem;
- classe de tensão;
- cores;
- formação do cabo;
- seção da parte condutora;
- capa protetora;
- categoria.
2.2 Terminais e Conectores
- material;
- tipo;
- aplicação;
- bitola;
- categoria;
Pág. 214
- categoria de transmissão;
- blindagem;
- passagem;
- categoria;
- tipo;
- código.
2.6 Painel de Distribuição
- posição de montagem;
- configuração;
- sistema para fixação dos cabos;
- número de coluna;
- quantidade de blocos por coluna.
2.7 “Hub’s”
- n.º de entradas e saídas;
- tipo de montagem;
- modelo.
2.8 Conversor Ótico
- montagem;
- tipo;
- modelo.
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Pág. 215
INSTALAÇÕES MECÂNICAS E DE UTILIDADES
AR CONDICIONADO CENTRAL E DE PRECISÃO PARA DATA
CENTERS
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
· Apêndice 1 – Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
Projetos de Instalações de Ar Condicionado Central.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas as
Seguintes definições:
2.1 Projeto de Instalação de Sistema de Ar
Condicionado Central
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
Desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a Instalação de sistemas de captação,
tratamento e distribuição de ar condicionado em
ambientes fechados da edificação.
2.2 Sistema de Ar Condicionado
Sistema que produz ar com condições de temperatura,
umidade, movimentação e pureza simultaneamente
mantidas sob controle.
2.3 Sistema de Ar Condicionado para Conforto
Sistema que produz ar condicionado para proporcionar
conforto térmico aos usuários do ambiente beneficiado.
2.4 Sistema de Ar Condicionado Especial
Sistema que produz ar para proporcionar condições
Exigidas por processo industrial ou atividades especiais
desenvolvidas no ambiente beneficiado.
2.5 Sistema de Ar Condicionado por Expansão
Direta
Sistema de ar condicionado por processo de
tratamento em que a troca de calor entre o ar e o gás
refrigerante se realiza diretamente.
2.6 Sistema de Ar Condicionado por Expansão
Indireta
Sistema de ar condicionado por processo de
tratamento em que a troca de calor entre o ar e o gás
refrigerante se realiza através de agente intermediário.
O agente intermediário é a
água gelada ou solução água-glicol, que troca calor
com o ar depois de trocar calor com o gás refrigerante.
2.7 Condicionador de Ar
Equipamento que promove a troca de calor entre o ar e
o agente refrigerante: gás refrigerante no processo por
expansão direta e água gelada ou solução água-glicol
no
processo por expansão indireta. Além de outros
aparelhos e dispositivos, é provido de ventiladores para
captação e posterior distribuição aos ambientes
beneficiados.
2.8
Condicionador
“Self-Contained”
com
Condensação a Ar
Condicionador de ar utilizado no processo de expansão
direta, provido de todos os aparelhos necessários ao
tratamento e distribuição do ar condicionado, como
compressor, condensador, evaporador, válvula de
expansão, ventiladores, filtros e quadro elétrico, no qual
a condensação do gás refrigerante ocorre pela troca de
calor com o ar exterior. O condensador pode ser
integrado ao condicionador ou ser separado
(condensador remoto).
2.9
Condicionador
“Self
Contained”
com
Condensação a Água
Condicionador de ar utilizado no processo de expansão
direta, provido de todos os aparelhos e dispositivos
necessários ao tratamento e distribuição do ar
condicionado,
como
compressor,
condensador,
evaporador, válvula de expansão, ventiladores, filtros e
quadro elétrico, no qual a condensação do gás
refrigerante ocorre pela troca de calor com água de
condensação. São utilizados equipamentos auxiliares
para a circulação e recuperação de água de
condensação: bombas e torre de resfriamento.
2.10 Condicionador “Fan & Coil”
Condicionador de ar utilizado no processo de expansão
indireta, provido de ventiladores, serpentina de água
gelada, filtros e quadro elétrico. São utilizados
equipamentos auxiliares para a produção e circulação
de água gelada e recuperação e circulação da água de
condensação: unidade resfriadora de água, bombas e
torre de resfriamento.
2.11 Unidade Resfriadora de Água
Equipamento utilizado nos sistemas de ar condicionado
por expansão indireta, no qual o resfriamento do
agente intermediário (água gelada) ocorre pela troca de
calor com o gás refrigerante. Pode ser com
condensação a ar ou com condensação a água.
2.12 Torre de Resfriamento
Equipamento destinado à recuperação (resfriamento)
da água de condensação pela troca de calor com o ar
exterior.
2.13 Ar Exterior
3.4 Adotar as temperaturas de bulbo seco e de bulbo
Atmosfera externa à edificação, de onde é retirado o ar úmido do ar exterior que servirão de base para o
Minuta13921-julho/2010
CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA – BRASÍLIA (DF)
CONCORRÊNCIA N.º 2011/30764 (7418)
de renovação do sistema de ar condicionado.
2.14 Fontes Internas de Calor
Elementos que fornecem calor ao ambiente beneficiado
Com ar condicionado, como pessoas, equipamentos,
iluminação e outros.
2.15 Carga Térmica de Aquecimento (de Inverno)
Quantidade de calor sensível e latente a fornecer a um
ambiente em um determinado período de tempo, a fim
de mantê-lo sob determinadas condições de
temperatura e umidade.
2.16 Carga Térmica de Resfriamento (de Verão)
Quantidade de calor sensível e latente a retirar de um
ambiente em um determinado período de tempo, a fim
de mantê-lo sob determinadas condições de
temperatura e umidade.
2.17 Válvula Motorizada de 2 ou 3 Vias
Equipamento que controla o fluxo de água gelada no
condicionador “Fan & Coil”.
2.18 Qualidade de Ar Interior
Conjunto de providencias tomadas no projeto visando
melhorar a qualidade de ar interior dos edifícios
providos de sistema de condicionamento do ar a fim de
evitar a denominada “Síndrome de Edifícios Doentes”
2.19 Economia ou Uso Racional de Energia em
Sistemas de Ar Condicionado Central.
Conjunto de medidas tomadas no projeto, visando
reduzir o consumo de energia pela utilização de
equipamentos mais eficientes, racionalizar o seu uso
(sistemas de termoacumulação), recuperar calor
rejeitado nos condensadores, recuperar frio do ar
exaurido em sistemas de ar condicionado onde se
utilizar renovação total de ar circulante ou utilização de
ciclo economizador (arrefecimento entálpico).
2.20 Limites de Fornecimento
Interfaces entre o sistema de ar condicionado central e
os demais sistemas.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser obedecidas as seguintes condições gerais:
3.1 Obter os projetos de arquitetura, estrutura e demais
instalações, de maneira a poder integrar e harmonizar
o projeto de ar condicionado com os demais sistemas.
3.2 Conhecer as atividades previstas para cada
ambiente, o tipo e número de usuários, o “layout” dos
equipamentos e demais componentes do recinto, para
adotar uma boa distribuição e movimentação do ar.
3.3 Conhecer as características do ar exterior a ser
introduzido no sistema.
Pág. 216
cálculo de carga térmica.
3.5 Estabelecer as condições de temperatura e
umidade
que devem ser mantidas em cada ambiente através
das
recomendações da NBR 6401, da ASHRAE e do
Contratante.
3.6 Determinar as vazões de renovação de ar dos
ambientes de acordo com as recomendações da
ASHRAE (ASHRAE Standard 62-1989 - Ventilation for
Acceptable Indoor Air Quality)
3.7 Estabelecer as condições de pureza do ar que
devem ser mantidas em cada ambiente, para efetuar a
correta escolha do tipo e dimensionamento dos filtros
do sistema.
3.8 Verificar a necessidade de zoneamento da
edificação em função da incidência da insolação em
horários diversos, a fim de permitir melhor controle das
condições de cada ambiente.
3.9 Conhecer as fontes internas de calor e as
respectivas fases de implantação, como equipamentos,
iluminação, pessoas e outras, bem como as fontes
externas, através dos elementos arquitetônicos da
edificação, como a orientação geográfica, tipo de
fachada, cobertura e outros.
3.10 Conhecer as vazões de ar exigidas pelos
equipamentos providos de sistema de ventilação
próprio.
3.11 Verificar a possibilidade de redução da carga
térmica de resfriamento por isolamento térmico nas
coberturas e proteção solar das fachadas, quer por
soluções arquitetônicas, como vidros especiais, beirais
e “brise-soleil”, quer por elementos de ambientação,
como cortinas e persianas ou vegetação.
3.12 Determinar a carga térmica de aquecimento,
quando for o caso, considerando as cargas internas
favoráveis, a fim de minimizar o custo da instalação.
3.13 Verificar a disponibilidade de vapor e a
conveniência da utilização nos sistemas de
aquecimento, reaquecimento e umidificação, quando
for o caso.
3.14 Conhecer as características da rede local de
energia elétrica.
3.15 Conhecer os períodos de funcionamento do
sistema e a necessidade de ligação a eventual gerador
de emergência, no caso de falha de suprimento de
energia elétrica.
3.16 Adotar, sempre que possível, os seguintes
critérios de projeto:
· utilização de soluções de custos de manutenção e
operação compatíveis com o custo de instalação do
sistema;
· dimensionamento dos equipamentos do sistema
dentro dos padrões disponíveis no mercado nacional e
internacional;
· adotar sistema de termoacumulação quando aplicável
(justificar);
· disposição dos componentes do sistema de modo a:
Frigoríficos independentes para capacidade não
- minimizar o tempo de resposta dos controles das inferior a dez toneladas de refrigeração.
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condições ambientais,
- minimizar a ocupação de espaço,
- minimizar os ruídos nos ambientes;
· adequar a instalação ao desempenho dos
equipamentos.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser obedecidas as seguintes condições
Específicas:
4.1 Central de Refrigeração ou de Aquecimento e
Condicionadores
4.1.1 Determinar as dimensões da sala de máquinas
dos
equipamentos
(unidade
resfriadora,
condicionadores, bombas, tanques de gelo ou
acumulação de água e outros) de modo a garantir as
suas características de desempenho, bem como
permitir livre acesso para inspeção, manutenção e
remoção dos equipamentos, levando em conta os
espaços estabelecidos pelos fabricantes.
4.1.2 Prever admissão de ar exterior de renovação na
sala do condicionador por abertura na parede externa
ou por canalização do ar exterior através de duto, poço
ou “plenum”.
Em qualquer caso, deverá ser garantido o fluxo de ar
adequado, livre de concentração anormal de
contaminantes externos. No caso de aberturas, garantir
a impossibilidade de penetração de corpos estranhos e
água de chuva.
4.1.3 Dimensionar a porta da sala do condicionador
com
medidas compatíveis com as dimensões dos
equipamentos, com as folhas abrindo para fora e
suficientemente estanques para impedir a infiltração de
ar.
4.1.4 Os condicionadores “Self-Contained” com
condensação a ar deverão ser localizados junto a
paredes externas, a fim de que a tomada e a descarga
do ar de condensação se efetuem livremente. Quando
for necessária a canalização da tomada e descarga do
ar, evitar perdas excessivas de pressão para não
prejudicar o desempenho dos condicionadores.
4.1.5 Localizar os pontos de alimentação de força
requeridos pelos equipamentos e dimensioná-los pelo
maior consumo operacional.
4.1.6 Localizar os pontos de alimentação de água do
sistema de umidificação e dimensioná-los pelo maior
consumo operacional.
4.1.7 Localizar os ralos de drenagem na sala de
máquinas dos equipamentos, bem como junto aos
condicionadores.
4.1.8 No caso de sistema com expansão indireta, o
conjunto de bombas para recirculação de água gelada
e água de condensação deverá possuir uma unidade
de reserva.
4.1.9 No caso de condicionadores “Self-Contained”
com
condensação a água ou ar, deverão ser previstos dois
circuitos
Pág. 217
4.1.10 Prever nas redes hidráulicas registros de
regulagem que permitam o balanceamento dos
mesmos.
4.2 Redes de Dutos de Ar
4.2.1 Adotar disposição de dutos e bocas de
insuflamento de modo a garantir uma adequada
distribuição de ar.
4.2.2 Prever o espaço mínimo necessário para a
passagem dos dutos de insuflamento e retorno sob as
vigas do teto, sobre o forro ou sob os pisos falsos.
4.2.3 Quando forem previstas aberturas ou peças
embutidas em qualquer elemento de estrutura, o
autor do projeto de estruturas será cientificado para
efeito de verificação e inclusão no desenho de
fôrmas.
4.2.4 Adotar, sempre que possível, retorno de ar pelo
“plenum” do forro, que deverá ser totalmente
estanque, admitidas apenas as aberturas necessárias
à passagem do ar.
4.2.5 No caso de se adotar livre retorno do ar pelo
ambiente até o condicionador, deverá ser avaliada a
necessidade de captação adequada na sala do
condicionador, a fim de evitar a propagação de ruído
do equipamento para o ambiente.
4.2.6 Adotar dutos de retorno quando não for possível
adotar retorno livre ou através do “plenum” do forro.
4.2.7 No caso de pé direito superior a 4m e de retorno
através do “plenum”, ou de duto por sobre o forro, a
captação de ar deverá ser efetuada no nível de
ocupação do ambiente.
4.2.8 Sempre que possível, os dutos de insuflamento
e retorno não deverão passar por ambientes cuja
atmosfera seja corrosiva. Em caso contrário, deverá
ser previsto o tratamento adequado contra a
corrosão.
4.2.9 Prever dispositivos de regulagem de vazão para
balanceamento das redes de dutos.
4.2.10 Os dutos de insuflamento e retorno de ar
devem ser termicamente isolados por material
incombustível ou autoextingüível, com espessuras
determinadas de modo a minimizar as perdas ao
longo do percurso.
4.2.11 Os dutos de insuflamento e retorno deverão ter
previsão de portas de acesso para serviços de
limpeza interna dos mesmos.
4.2.12 Não deverão ser empregados revestimentos
internos dos dutos para tratamento acústico que
possam acumular material particulado.
4.3 Torre de Resfriamento
4.3.1 Localizar a Torre de Resfriamento em local
favorável
ao
distanciamento
de
anteparos
estabelecido pelo fabricante,
De modo a permitir a livre descarga para a atmosfera, adequação, consolidando definições preliminares
bem como a alimentação de água de reposição de quanto a localização e características técnicas dos
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equipamentos, pontos de consumo de utilidades e pré
dimensionamento das redes de dutos.
A concepção eleita deverá resultar do cotejo de
alternativas da solução, adotando-se a mais
vantajosa para a edificação, considerando parâmetros
técnicos de economia e conservação de energia.
Nesta etapa serão delineados todos os sistemas
necessários ao uso da edificação , em atendimento
ao Carderno de Encargos, normas e condições de
legislação, obedecidas as diretrizes de economia de
energia e de redução de eventual impacto ambiental.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
· planta geral de cada nível da edificação, em escala
adequada, contendo o caminhamento dos dutos de
ar, a
indicação das bocas de entrada e saída de ar; pontos
de alimentação de força, água e vapor, quando
existentes, com os respectivos consumos e pontos de
dreno; localização dos componentes do sistema,
como casa de máquinas e equipamentos,
condicionadores e torre de resfriamento, com os
respectivos pesos e outros elementos;
· representação isométrica esquemática da rede
hidráulica e equipamentos interligados;
· relatório justificativo, conforme Prática Geral de
Projeto.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com
os
Projetos de Arquitetura, Estrutura e demais sistemas,
observando a não interferência entre elementos dos
diversos projetos e a necessidade de acesso para
inspeção e manutenção das instalações
5.2 Projeto Básico
Consiste
na
definição,
dimensionamento
e
representação de todos os seus componentes. O
Projeto Básico conterá os itens descritos na Lei de
Licitações e Contratos, com especial atenção para o
fornecimento do orçamento detalhado de execução
das
instalações, fundamentado em quantitativos de
serviços e fornecimentos perfeitamente especificados,
e as indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução. Deverão ser apresentados os seguintes
produtos gráficos:
· planta de cada nível da edificação e cortes,
preferencialmente em escala 1:50, contendo
indicação dos dutos de insuflamento e retorno de ar,
canalizações de água gelada e condensação, quanto
5. ETAPAS DE PROJETO
a materiais, comprimentos e dimensões, com
5.1 Estudo Preliminar
elevações; bocas de insuflamento e retorno;
Consiste na concepção do Sistema de Ar Condicionado localização precisa dos equipamentos, aberturas para
Central, a partir das características arquitetônicas e de tomadas e saídas de ar, pontos de consumo;
interligações elétricas, comando e sinalização e
uso da
outros elementos;
· desenhos do sistema de instalação de ar
condicionado em representação isométrica, com a
indicação de dimensões, diâmetros e comprimentos
dos dutos e canalizações,
caixa d’água situada a nível superior ao tanque de
recolhimento.
4.3.2 A formação de névoas, pela condensação de
gotículas de água do ar de descarga da Torre de
Resfriamento, não deverá comprometer as condições
dos locais à volta da edificação
4.3.3 Localizar o ponto de alimentação de força junto à
Torre de Resfriamento e dimensioná-lo pelo maior
consumo operacional.
4.3.4 Localizar o ponto de alimentação de água de
reposição junto à torre de resfriamento e dimensioná-lo
pelo consumo operacional.
4.3.5 Localizar o ralo de drenagem junto à Torre de
Resfriamento.
4.4 Condições Complementares
4.4.1 Verificar a necessidade de manter nos ambientes
um determinado esquema de pressões, de modo a
evitar a contaminação de um ambiente com ar
proveniente de outro.
4.4.2 Prever o fechamento permanente de quaisquer
aberturas que não sejam as de saída livre de ar,
quando
existirem, em especial as aberturas próximas das
bocas de insuflamento, de modo a garantir uma boa
distribuição de ar no ambiente.
4.4.3 No caso de ar condicionado especial, verificar
junto ao Contratante a necessidade de equipamentos
de reserva.
4.4.4 No caso de sistema de expansão indireta,
escolher o tipo de válvula motorizada (com três ou duas
vias) em função das necessidades da instalação.
4.4.5 Prever a instalação de filtros adequados tanto
para a tomada de ar exterior como para o ar a insuflar
no ambiente, escolhidos em função do ar exterior e das
condições estabelecidas para o ambiente.
4.4.6 Sempre que necessária, prever a instalação de
“dampers” corta-fogo em obediência às normas de
prevenção e combate a incêndios e em conformidade
com as necessidades do local.
4.4.7 Determinar o peso e as dimensões dos
equipamentos para consideração no projeto da
estrutura da edificação.
4.4.8 Definir a forma de controle das condições
ambientais através do memorial descritivo, bem como
indicar a localização dos sensores nos desenhos.
4.4.9 Para os Sites de TI, adotar sistema de
condicionamento de ar de precisão. Observar as
premissas indicadas no Anexo 03.
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vazões, pressões nos pontos principais ou críticos,
cotas, conexões, registros, válvulas e outros
elementos.
· detalhes das salas para condicionadores e outros
elementos;
· detalhes de todos os furos necessários nos elementos
de estrutura, para passagem e suporte da instalação;
· orçamento detalhado das instalações baseado em
quantitativos de materiais e fornecimento;
· relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e demais Instalações
observando a não interferência entre elementos dos
diversos projetos e a necessidade de acesso para
inspeção e manutenção das instalações..
5.3 Projeto Executivo
Consiste na complementação do Projeto Básico
apresentando todos os detalhes de execução,
montagem e instalação dos componentes do sistema,
inclusive elementos de suporte, fixação, apoio de dutos
e tubulações, isolamento e outros.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
· plantas de cada nível da edificação, conforme o
projeto
básico, com ampliações (quando necessárias), cortes e
detalhes, indicação de tipos, modelos e fabricantes de
todos os dispositivos, suportes e acessórios;
· detalhes da instalação de todos os equipamentos,
com
indicação dos modelos, capacidade e fabricantes;
Pág. 219
· lista detalhada de materiais e equipamentos;
· relatório técnico conforme Prática Geral de Projeto.
Os detalhes que interfiram com outros sistemas
deverão
ser elaborados em conjunto, para que fiquem
perfeitamente harmonizados entre si.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de Instalações de Ar Condicionado
Central deverão atender também as seguintes
Normas e Práticas Complementares:
· Normas da ABNT e do INMETRO:
ABNT NBR 16401-1 – Instalações de ar condicionado
– Sistemas centrais e unitários Parte 1: Projetos das
instalações;
ABNT NBR 16401-2 – Instalações de ar condicionado
– Sistemas centrais e unitários Parte 2: Parâmetros
de conforto térmico;
ABNT NBR 16401-3 – Instalações de ar condicionado
– Sistemas centrais e unitários Parte 3: Qualidade do
ar interior;
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
NBR 10080 - Instalação de Ar Condicionado para
Salas de Computadores;
· Normas Estrangeiras:
Normas da ASHRAE - American Society of Heating,
Refrigerating and Air Conditioning Engineers Norma
da SMACNA “HVAC Systems Duct Design”;
· Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
Federais,
Estaduais e Municipais, inclusive normas de
Concessionárias de serviços públicos;
· Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
especificações de materiais, equipamentos e serviços
referentes ao projeto de Instalações de Ar
Condicionado
Central.
2. ESPECIFICAÇÕES
Para a perfeita identificação dos materiais,
equipamentos e serviços previstos no projeto, as
especificações deverão discriminar as características
necessárias e suficientes ao desempenho requerido.
Tratando-se de fornecimento de equipamentos, as
especificações deverão conter os requisitos gerais e as
características básicas abaixo discriminados.
2.1 Requisitos Gerais
- relacionar os documentos a serem entregues pelo
fabricante;
- definir os limites de fornecimento;
- definir responsabilidades do fabricante quanto à
- tipo e forma de acionamento;
- tipo e forma construtiva do evaporador, com
detalhes da bandeja de recolhimento de água
condensada para evitar formação de cultivo de
bactérias;
- tipo e forma construtiva do condensador;
- tipo e quantidade de compressores;
- elementos constituintes e complementares de
circuito frigorífico;
- sistema de proteção e segurança interna dos
componentes;
- tipo e dimensões dos filtros de ar (indicar eficiência
mínima);
- potência consumida, voltagem e freqüência dos
equipamentos elétricos (indicar grau de proteção das
carcaças dos motores);
- componentes do quadro elétrico.
2.2.2 Condicionadores de expansão indireta
- local;
- quantidades;
- tipo e dados dimensionais;
- tipo construtivo do gabinete;
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Pág. 220
garantia, montagem, pré-operação e outras, mesmo
nos casos de fornecimento de componentes e/ou
instalação do conjunto por terceiros (subcontratada);
- definir as características do processo de fabricação e
montagem;
- definir as características de funcionamento, fatores de
segurança, proteção e outras;
- definir a inspeção a que será submetido o
equipamento;
- definir condições de entrega (local, tipo de
embalagem e outros);
- definir peças sobressalentes a serem adquiridas
juntamente com o equipamento.
2.2 Equipamento de Tratamento de Ar
2.2.1 Condicionadores de expansão direta
- local;
- quantidades;
- tipo e dados dimensionais;
- tipo construtivo do gabinete;
- tipo e quantidade de compressores;
- tipo de gás refrigerante utilizado (não utilizar
refrigerante do grupo dos CFC);
- tipo(s) de ventilador(es);
- tipo(s) de ventilador(es);
- tipo e forma de acionamento;
- tipo e forma construtiva da serpentina de
resfriamento,
com detalhes da bandeja de recolhimento de água
condensada para evitar formação de cultivo de
bactérias;
- tipo e forma de controle de vazão de água adotados;
- tipos, dimensões dos filtros de ar (indicar eficiência
mínima);
- componentes do quadro elétrico;
- potência consumida, voltagem e freqüência dos
equipamentos elétricos (indicar grau de proteção da
carcaça dos motores).
2.2.3 Equipamento para aquecimento e/ou
umidificação do ar
- local;
- quantidade;
- tipo e dados dimensionais;
- características dos componentes;
- forma de controle.
2.3 Equipamento de Resfriamento de Água
- local;
- quantidade;
- tipos e dados dimensionais;
- tipo de estrutura;
- tipo e quantidade de compressores;
- tipo e forma construtiva do evaporador(es);
- tipo e forma construtiva do condensador(es);
- tipo de gás refrigerante utilizado (não utilizar
refrigerante do grupo dos CFC);
- elementos que deverão constituir e complementar o
circuito frigorífico;
- forma e número de estágios de controle de
capacidade;
- sistema de proteção e segurança interna dos
componentes;
- componentes do quadro elétrico;
- potência consumida, voltagem e freqüência dos
equipamentos elétricos;
- partida suave (soft starter);
- diagrama elétrico de força, comando e sinalização.
2.4 Equipamento de Aquecimento de Água
- local;
- quantidade;
- tipos e dados dimensionais;
- características dos componentes;
- forma de controle.
2.5 Equipamento de Condução de Ar
2.5.1 Dutos
- local;
- tipo construtivo;
- dimensões;
- material componente;
- forma de sustentação;
- tipo e espessura do isolamento térmico, inclusive
forma de aplicação;
- indicação de quantidade e dimensões das portes de
inspeção;
- tipo;
- materiais construtivos;
- dados dimensionais;
- perda de carga admissível;
- tolerância de regulagem.
2.5.4 Atenuadores de ruído
- local;
- tipo;
- materiais construtivos;
- dados dimensionais;
- perda de carga admissível;
- atenuação de ruído desejada, com respectiva banda
de freqüência;
- perda de carga admissível.
2.5.5 Caixas redutoras de velocidade
- local;
- tipo;
- materiais construtivos;
- dados dimensionais;
- perda de carga admissível;
- grau de redução de velocidade.
2.6 Equipamento Auxiliar
2.6.1 Torre para recuperação de água de
condensação
- local;
- tipo;
- dados dimensionais;
- materiais construtivos;
- componentes e acessórios;
- limite do consumo de água por evaporação e
arraste;
- tipo do ventilador, indicando potência consumida,
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- correlação dos acessórios;
- proteção anticorrosiva;
- acabamento.
2.5.2 Bocas de ar
- local;
- tipo construtivo;
- dimensões;
- material componente;
- vazão de ar;
- dispositivo de regulagem;
- outros acessórios;
- acabamento.
Para bocas de insuflamento, o alcance do jato deverá
ser mencionado quando a especificação não for
acompanhada de desenhos.
2.5.3 Reguladores de vazão
- local;
Pág. 221
voltagem e freqüência (indicar grau de proteção da
carcaça do motor do ventilador).
2.6.2 Bombas hidráulicas
- local;
- tipo;
- dados dimensionais;
- qualidade da água;
- limites de temperatura máxima e mínima da água;
- rotação;
- componentes e respectivos materiais construtivos;
- acessórios para interligação à rede hidráulica;
- pressão de trabalho da carcaça da bomba;
- potência consumida, voltagem e freqüência do
motor elétrico (indicar grau de proteção da carcaça do
motor).
2.6.3 Tubulação hidráulica
- designação de função (termostato, umidostato,
2.6.3.1 Tubos e conexões
pressostato e outros);
- material construtivo;
- tipo de ação (“on-off”, proporcional e outros).
- classe;
No caso de instrumentação pneumática deverão ser
- dimensões;
dadas ainda as características da unidade de ar
- acabamento.
comprimido com:
2.6.3.2 Acessórios para registros, flanges e - capacidade;
purgadores
- pressão de trabalho;
- material construtivo;
- potência;
- tipo;
- relação de acessórios (secador de ar, válvulas de
- classe de pressão.
alívio e segurança, estações reguladoras de pressão,
2.6.3.3 Acessórios para ligações flexíveis e materiais empregados na tubulação de distribuição de
suportes
ar comprimido).
2.6.5 Quadros elétricos
- material construtivo;
- tipo;
- local;
- tipo construtivo do gabinete, com indicação do grau
- forma de fixação.
2.6.3.4 Isolamento térmico
de
- material;
proteção;
- espessura;
- relação e tipo dos componentes internos;
- forma de aplicação;
- forma de interligação elétrica entre componentes;
- acabamento.
- forma de aterramento do quadro;
2.6.4 Controles
- forma de proteção e sinalização elétrica dos
- local;
circuitos internos e dos equipamentos elétricos;
- sistema adotado(elétrico, eletrônico ou pneumático);
- número mínimo de manobras em plena carga das
chaves elétricas;
- tensão de alimentação elétrica;
- tensão de comando e sinalização;
- tipo de tratamento e acabamento do gabinete.
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INSTALAÇÕES MECÂNICAS E DE UTILIDADES
Ventilação Mecânica
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Terminologia
3. Condições Gerais
4. Condições Específicas
5. Etapas de Projeto
6. Normas e Práticas Complementares
Apêndices
Apêndice 1 – Especificação
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
projetos de Instalações de Ventilação Mecânica.
2. TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas as
seguintes definições:
2.1 Projeto de Instalações de Ventilação Mecânica
Conjunto de elementos gráficos, como memoriais,
desenhos e especificações, que visa definir e
disciplinar a instalação de sistemas mecânicos de
remoção ou introdução e distribuição de ar em
ambientes fechados da edificação.
2.2 Ventilação Natural
Processo de renovação do ar em um ambiente
fechado,
Estabelecido espontaneamente em decorrência de
diferença de pressões, temperaturas ou da ação de
ventos.
2.3 Ventilação Mecânica
Processo de renovação do ar de um ambiente fechado,
Estabelecido através de meio mecânico, visando o
controle da pureza, temperatura, umidade, distribuição,
movimentação e odor do ar.
2.4 Ventilação por Insuflamento
Processo de Ventilação Mecânica que introduz o ar de
renovação no ambiente, estabelecendo no recinto
beneficiado uma pressão maior do que a exterior.
2.5 Ventilação por Exaustão
Processo de Ventilação Mecânica que remove o ar
contaminado ou viciado do ambiente, estabelecendo no
recinto beneficiado uma pressão menor do que a
exterior.
2.6 Ar Contaminado (Viciado)
Ar que contém substância poluente ou que apresente
concentração de qualquer de seus componentes que
possa causar mal-estar ou desconforto ao usuário no
ambiente.
2.7 Ventilação por Diluição
Processo de Ventilação Mecânica que introduz o ar
de
renovação
no
ambiente,
mantendo
a
contaminação dentro de limites toleráveis pelo
usuário do recinto. É utilizada quando não é possível
eliminar o agente contaminante antes de se espalhar
pelo ambiente.
2.8 Ventilação por Sistema Misto
Processo de ventilação que utiliza a combinação de
ventilação por insuflamento e por exaustão.
2.9 Ventilação por Exaustão Local
Processo de Ventilação Mecânica que elimina o
agente contaminante antes de se espalhar pelo
ambiente.
2.10 Ventilação por Gravidade
Ventilação natural gerada por aberturas situadas na
parte superior do ambiente ou da edificação e pela
diferença de densidade do ar.
2.11 Curto-Circuito de Ar
Passagem direta do ar de uma abertura de admissão
para uma saída, causando a estagnação do ar em
parte do ambiente beneficiado.
2.12 Velocidade da Captura
Velocidade do ar necessária para o transporte da
partícula do agente contaminante à boca de
captação.
2.13 Ar Exterior
Atmosfera externa à edificação, de onde é retirado o
ar de renovação do sistema de ventilação.
2.14 Fontes Internas de Calor
Elementos que fornecem calor ao ambiente
beneficiado
Com ventilação, como pessoas, equipamentos,
iluminação e outros.
2.15 Limites de Fornecimento
Interfaces entre o sistema de Ventilação Mecânica e
os demais sistemas.
3. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser observadas as seguintes condições
gerais:
3.1 Obter os projetos de Arquitetura, Estrutura e
demais
Instalações, de maneira a poder integrar e harmonizar
o
projeto de Ventilação Mecânica com os demais
sistemas.
3.2 Conhecer as atividades previstas para cada
ambiente, o tipo e número de usuários, o “layout” dos
equipamentos e demais componentes do recinto, para
adotar uma boa distribuição e movimento do ar.
3.3 Conhecer as características do ar exterior a ser
introduzido no sistema.
3.17 Adotar, sempre que possível, os seguintes
critérios
de projeto:
· utilização de soluções de custos de manutenção e
operação compatíveis com o custo de instalação do
sistema;
· dimensionamento dos equipamentos do sistema
dentro
dos padrões disponíveis no mercado nacional;
· disposição dos componentes do sistema de modo a:
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Pág. 223
3.4 Adotar o diferencial de temperatura entre o ar
exterior e o do ambiente através das recomendações
da NBR-6401 e do Contratante.
3.5 Conhecer as fontes de poluição e avaliar a natureza
e quantidade do agente contaminante.
3.6 Conhecer as fontes internas de calor e as
respectivas fases de implantação, como equipamentos,
iluminação, pessoas e outras, bem como fontes
externas, através dos elementos arquitetônicos da
edificação, como a orientação geográfica, tipo de
fachada, cobertura e outros.
3.7 Conhecer as vazões de ar exigidas pelos
equipamentos providos de sistema de ventilação
próprio.
3.8 Verificar a possibilidade de adotar Ventilação
Natural ou reduzir o porte do sistema de Ventilação
Mecânica.
3.9 Adotar sistema de Ventilação Mecânica quando não
for possível utilizar Ventilação Natural, seja pelas
características das atividades ou localização do
ambiente fechado, seja por imposição arquitetônica.
3.10 No caso de Ventilação Natural, localizar as
aberturas da cobertura e das paredes laterais, de
maneira a evitar curto-circuito de ar e obter a melhor
ventilação possível nos níveis de ocupação do
ambiente.
3.11 No caso de Ventilação Natural, quando a carga
térmica interna for substancial e suficientemente
constante para induzir gradientes verticais de
temperatura, os ventiladores de gravidade devem ser
instalados nos pontos mais altos do edifício.
3.12 A diferença de elevação entre a altura média das
tomadas e das saídas de ar, em relação ao piso do
edifício, deverá ser a máxima possível.
3.13 Prever a disposição do ar contaminado de modo a
não causar prejuízo à vizinhança.
3.14 Localizar o equipamento de ventilação de modo a
obter a sua máxima eficiência para qualquer direção do
vento.
3.15 Conhecer as características da rede local de
energia elétrica.
3.16 Conhecer os períodos de funcionamento do
sistema e a necessidade de ligação a eventual gerador
de emergência, no caso de falha de suprimento de
energia elétrica.
- minimizar a ocupação do espaço,
- minimizar os ruídos nos ambientes,
- adequar a instalação ao desempenho dos
equipamentos.
4. CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
Deverão ser obedecidas as seguintes condições
específicas:
4.1 Ventilação por Insuflamento
4.1.1 Verificar a necessidade de manter a pressão do
ambiente acima da pressão externa ou dos ambientes
adjacentes.
4.1.2 Determinar as dimensões da sala do ventilador,
de
modo a garantir as suas características de
desempenho, bem como permitir o livre acesso para
inspeção, manutenção e remoção do equipamento.
4.1.3 Dimensionar a porta da sala do ventilador com
medidas compatíveis com as dimensões do
equipamento, colocando as folhas suficientemente
estanques para impedir a infiltração de ar.
4.1.4 Localizar a abertura de admissão de ar para o
ventilador em parede externa, a fim de que a tomada
de ar se efetue livremente. Quando for necessária a
canalização da tomada de ar, executá-la através de
dutos, poços ou “plenum”, até o ventilador. Em
qualquer caso, deverá ser garantido fluxo de ar
adequado, livre de concentração anormal de agentes
contaminantes externos. No caso de aberturas,
garantir a impossibilidade de penetração de corpos
estranhos e água de chuva.
4.1.5 Prever a instalação de filtros adequados para a
tomada de ar exterior, escolhidos em função das
condições estabelecidas para o ambiente.
4.1.6 Prever o espaço mínimo necessário para a
passagem dos dutos de insuflamento sob as vigas do
teto, sobre o forro ou sob pisos falsos.
4.1.7 Adotar disposição de dutos e bocas de
insuflamento de modo a garantir uma adequada
distribuição de ar no ambiente.
4.1.8 Sempre que possível, os dutos de insuflamento
de ar não deverão passar por ambientes agressivos.
Em caso contrário, deverá ser previsto o tratamento
adequado contra a corrosão.
4.1.9 Prever o fechamento permanente de quaisquer
aberturas que não sejam as de saída livre do ar, em
especial das aberturas próximas das bocas de
insuflamento, de modo a garantir uma boa distribuição
de ar no ambiente.
4.2 Ventilação por Exaustão
4.2.1 Verificar a necessidade de manter a pressão do
ambiente abaixo da pressão externa ou dos ambientes
adjacentes.
4.2.2 Determinar as dimensões da sala do ventilador
exaustor, de modo a garantir as suas características de
desempenho, bem como permitir o livre acesso para
inspeção, manutenção e remoção do equipamento.
4.2.3 No caso de o ventilador exaustor ser do tipo
livre do ar. Deverá ser garantida a impossibilidade de
penetração de corpos estranhos e água de chuva.
4.2.13 Sempre que possível, os dutos de exaustão de
ar não deverão passar por ambientes agressivos. Em
caso contrário, deverá ser previsto o tratamento
adequado contra a corrosão.
4.2.14 Prever o fechamento permanente de quaisquer
aberturas que não sejam as de entrada livre do ar, em
especial das aberturas próximas das bocas de
exaustão.
4.3 Ventilação por Diluição
4.3.1 No caso de utilização deste tipo de ventilação,
quer através de sistema de insuflamento, quer de
sistema de exaustão, é necessário conhecer:
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centrífugo de dupla aspiração, e de estar localizado
numa sala, dimensionar a porta com medidas
compatíveis com as dimensões do equipamento, com
as folhas suficientemente estanques para impedir a
infiltração de ar.
4.2.4 Verificar a possibilidade da admissão de ar se
efetuar livremente no ambiente através de portas e
janelas, quando o ar exterior não for contaminado.
4.2.5 Prever, se necessárias, aberturas de admissão de
ar em paredes externas, a fim de que a tomada de ar
se efetue livremente. Quando for necessária a
canalização de ar executá-la através de dutos, poços
ou “plenum” até o exaustor. Em qualquer caso, deverá
ser garantido o fluxo de ar adequado, livre de
concentração anormal de agentes contaminantes
externos. No caso de aberturas, garantir a
impossibilidade de penetração de corpos estranhos e
água de chuva.
4.2.6 Prever mais de uma abertura de admissão de ar
sempre que o arranjo dos equipamentos no ambiente
exigir esta medida para uniformizar a distribuição do ar.
4.2.7 Prever a instalação de filtros adequados para a
tomada do ar exterior, escolhidos em função das
condições estabelecidas para o ambiente.
4.2.8 Prever o espaço mínimo necessário para a
passagem dos dutos de exaustão sob as vigas do teto,
sobre o forro ou sob pisos falsos.
4.2.9 Quando forem previstas aberturas ou peças
embutidas em qualquer elemento de estrutura, o autor
do projeto de estruturas será cientificado para efeito de
verificação e inclusão no desenho de fôrmas.
4.2.10 Adotar disposição de dutos e bocas de exaustão
de modo a garantir uma adequada exaustão de ar do
ambiente.
4.2.11 No caso de o ventilador exaustor ser do tipo
axial, deverá ser localizado na parede oposta à de
admissão de ar e em nível o mais alto possível em
relação ao piso. Quando não for possível a utilização
da parede oposta à da admissão do ar, prever a
utilização de redes de dutos.
4.2.12 Qualquer que seja o tipo de ventilador, prever a
descarga para área não confinada, a fim de garantir o
fluxo
· a concentração do contaminante gerado no
ambiente;
·
a
concentração
máxima
permissível
do
contaminante, em função do tempo de exposição de
pessoas à atmosfera contaminada;
· as características do ambiente e sua ocupação, a
fim de estabelecer uma temperatura máxima
permissível,
remoção de odores e fumaças e
movimentação adequada do ar no ambiente;
· o ar novo a ser admitido, de modo a prever
adequadamente o tratamento através de filtros,
convenientemente selecionados em um ou mais
estágios, filtros de carvão ativado, lavadores de ar e
outros.
4.4 Ventilação por Exaustão Local
4.4.1 No caso de utilização deste tipo de ventilação, é
necessário conhecer a natureza do contaminante e a
forma de sua geração no ambiente.
4.4.2 Em função da sua natureza, determinar a faixa
de
dimensões das partículas e demais características do
contaminante que influem na escolha do tipo de
captor a ser adotado, velocidade de captura e tipo de
coletor (inercial, gravitacional, ciclone, mangas e
outros).
4.4.3 Em função da natureza do contaminante,
escolher o tipo de coletor mais adequado a fim de:
· evitar a poluição da atmosfera circunvizinha;
· evitar o risco de incêndio se o material contaminante
for inflamável;
· recuperar o material contaminante, se este tiver
valor comercial;
· evitar o transporte de grandes partículas de material;
· verificar a possibilidade de reutilização do ar,
quando a
temperatura interna for menor que a do exterior e
quando o ar exterior for mais poluído do que o do
recinto;
· evitar desgaste não só do ventilador, mas também
de todo o sistema, seja por choques, seja por atrito.
4.5 Ventilação por Sistema Misto
4.5.1 Este sistema deverá ser aplicado nas seguintes
situações:
· quando a utilização de sistemas de insuflamento ou
sistemas de exaustão não evitar a formação de zonas
de estagnação de ar;
· quando houver impossibilidade de escape livre do ar,
se o sistema requerido for o do insuflamento;
· quando houver impossibilidade de admissão do ar, se
o sistema requerido for o de exaustão.
4.5.2 Considerar para este sistema as mesmas
recomendações feitas para os sistemas de
insuflamento e de exaustão, procurando sempre
garantir a uniformidade de distribuição de ar.
4.6 Condições Complementares
4.6.1 Prever o fechamento permanente de quaisquer
aberturas que não sejam as de saída de ar, quando
existirem, em especial as aberturas próximas das
bocas de insuflamento, de modo a garantir uma boa
Ventiladores, com os respectivos pesos e outros
elementos;
· relatório justificativo conforme Prática Geral de
Projeto.
O Estudo Preliminar deverá estar harmonizado com
os projetos de Arquitetura, Estrutura e demais
sistemas, observando a não interferência entre
elementos dos diversos projetos e a necessidade de
acesso para inspeção e manutenção das instalações.
5.2 Projeto Básico
Consiste
na
definição,
dimensionamento
e
representação de todos os seus componentes. O
Projeto Básico conterá os itens descritos da Lei de
Licitações e Contratos, com especial atenção para o
fornecimento do orçamento detalhado de execução
das instalações, fundamentado em quantitativos de
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distribuição de ar no ambiente.
4.6.2 No caso de ventilação mecânica especial,
verificar junto ao Contratante a necessidade de
equipamento de reserva.
4.6.3 Sempre que necessária, prever a instalação de
“dampers” corta-fogo em obediência às Normas de
prevenção e combate a incêndios e em conformidade
com as necessidades do local.
4.6.4 Determinar o peso, as dimensões e os esforços
dinâmicos dos equipamentos para consideração no
projeto da estrutura da edificação.
4.6.5 Prever sistema de lavagem de gases
poluentes de geradores, cozinhas e outros
sistemas de acordo com a regulamentação
ambiental local.
5. ETAPAS DE PROJETO
5.1 Estudo Preliminar
Consiste na concepção do Sistema de Ventilação
Mecânica a partir das características arquitetônicas e
de uso da edificação, consolidando definições
preliminares quanto à localização e características
técnicas dos equipamentos, pontos de consumo de
energia e pré-dimensionamento das redes de dutos. A
concepção eleita deverá resultar do cotejo de
alternativas da solução, adotando-se a mais vantajosa
para a edificação, considerando parâmetros técnicos
de economia e conservação de energia. Nesta etapa
serão delineados todos os sistemas necessários ao uso
da edificação, em atendimento ao Caderno de
Encargos, normas e condições da legislação,
obedecidas as diretrizes de economia de energia e de
redução de eventual impacto ambiental.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
· planta geral de cada nível de edificação, em escala
adequada, contendo o caminhamento dos dutos de ar,
a
indicação das bocas de entrada e saída de ar; pontos
de alimentação de força, com os respectivos
consumos;
localização dos componentes do sistema; como
os dispositivos, suportes e acessórios;
· detalhes da instalação de todos os equipamentos,
com
indicação dos modelos, capacidades e fabricantes;
· lista detalhada de materiais e equipamentos;
· relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
Os detalhes que interfiram com outros sistemas
deverão
ser elaborados em conjunto, para que fiquem
perfeitamente harmonizados entre si.
6. NORMAS E PRÁTICAS COMPLEMENTARES
Os projetos de Instalações de Ventilação Mecânica
deverão atender também às seguintes Normas e
Práticas Complementares:
Pág. 225
serviços e fornecimentos perfeitamente especificados,
e as indicações necessárias à fixação dos prazos de
execução.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
· planta geral para cada nível da edificação,
preferencialmente em escala 1:50, contendo
indicação dos dutos de insuflamento ou exaustão de
ar, quanto a materiais, comprimentos, dimensões,
com elevações; bocas de insuflamento e exaustão;
localização precisa dos equipamentos, aberturas para
tomadas e saídas de ar, pontos de consumo;
interligações elétricas, comando e sinalização e
outros elementos;
· desenhos da instalação de ventilação mecânica em
representação isométrica, com a indicação de
dimensões e comprimento dos dutos, vazões,
pressões nos pontos principais ou críticos e outros
elementos;
· detalhes de todos os furos necessários nos
elementos de estrutura para passagem e suporte da
instalação;
· orçamento detalhado das instalações baseado em
quantitativos de materiais e fornecimentos;
· relatório técnico, conforme Prática Geral de Projeto.
O Projeto Básico deverá estar harmonizado com os
projetos de Arquitetura, Estrutura e demais
Instalações, observando a não interferência entre
elementos dos diversos projetos e a necessidade de
acesso para inspeção e manutenção das instalações.
5.3 Projeto Executivo
Consiste na complementação do Projeto Básico,
apresentando todos os detalhes de execução,
montagem e instalação dos componentes do sistema,
inclusive elementos de suporte, fixação, apoio de
dutos e tubulações e outros.
Deverão ser apresentados os seguintes produtos
gráficos:
· plantas de cada nível da edificação, conforme
Projeto
Básico,
com
ampliações
(quando
necessárias), cortes e detalhes, indicação de tipos,
modelos e fabricantes de todos
· Normas da ABNT e do INMETRO:
ABNT NBR 16401-1 – Instalações de ar condicionado
– Sistemas centrais e unitários Parte 1: Projetos das
instalações;
ABNT NBR 16401-2 – Instalações de ar condicionado
– Sistemas centrais e unitários Parte 2: Parâmetros
de conforto térmico;
ABNT NBR 16401-3 – Instalações de ar condicionado
– Sistemas centrais e unitários Parte 3: Qualidade do
ar interior;
NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em
Desenho Técnico
· Normas da ASHRAE American Society of Heating
Refrigerating and Air Conditioning Engineers
· Normas da SMACNA - “HVAC Systems Duct
Design”
· Códigos, Leis, Decretos, Portarias e Normas
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Federais,
Estaduais e Municipais, inclusive normas de
concessionárias de serviços públicos;
· Instruções e Resoluções dos Órgãos do Sistema
CREACONFEA.
62 APÊNDICE 1
ESPECIFICAÇÃO
SUMÁRIO
1. Objetivo
2. Especificações
1. OBJETIVO
Estabelecer as diretrizes gerais para a elaboração de
especificações de materiais, equipamentos e serviços
referentes ao projeto de Instalações de Ventilação
Mecânica.
2. ESPECIFICAÇÕES
Para a perfeita identificação dos materiais,
equipamentos e serviços previstos no projeto, as
especificações deverão discriminar as características
necessárias e suficientes ao desempenho requerido.
Em se tratando de fornecimento de equipamentos, as
especificações deverão conter os requisitos gerais e
as características básicas abaixo discriminados.
2.1 Requisitos Gerais
- relacionar os documentos a serem entregues pelo
fabricante;
- definir os limites de fornecimento;
- definir responsabilidades do fabricante quanto à
garantia, montagem, pré-operação e outras, mesmo
nos casos de fornecimento de componentes e/ou
instalação do conjunto por terceiros (subcontratada);
- definir as características do processo de fabricação
e montagem;
- definir as características de funcionamento, fatores
de segurança, proteções e outras;
- definir a inspeção a que será submetido o
equipamento;
- definir condições de entrega: (local, tipo de
embalagem e outras);
- definir peças sobressalentes a serem adquiridas
juntamente com o equipamento.
2.2 Equipamento de Movimentação de Ar
- local;
- quantidade;
- tipo e dados dimensionais;
- tipo construtivo do gabinete;
- tipo do ventilador(es);
- tipo e forma de acionamento;
- tipos, dimensões dos filtros de ar (indicar eficiência
mínima);
- potência consumida, voltagem e freqüência dos
motores elétricos (indicar grau de proteção da
carcaça dos motores);
- componentes do quadro elétrico.
2.3 Equipamento de Condução de Ar
2.3.1 Dutos
- local;
- tipo construtivo;
- dimensões;
- material componente;
- forma de sustentação;
- tipo e espessura do isolamento térmico, inclusive forma
de aplicação (se necessário);
- indicação da quantidade e dimensões das portas de
inspeção;
- correlação dos acessórios;
- proteção anticorrosiva;
- acabamentos.
2.3.2 Bocas de ar
- local;
- tipo construtivo;
- dimensões;
- material componente;
- vazão de ar;
- dispositivo de regulagem;
- outros acessórios;
- acabamento.
Para bocas de insuflamento, o alcance do jato deverá ser
mencionado quando a especificação não for
acompanhada de desenhos.
2.3.3 Reguladores de vazão
- local;
- tipo;
- materiais construtivos;
- dados dimensionais;
- perda de carga admissível;
- tolerância de regulagem.
2.3.4 Atenuadores de ruído
- local;
- tipo;
- materiais construtivos;
- dados dimensionais;
- perda de carga admissível;
- atenuação de ruído desejada, com respectiva banda de
freqüência;
- perda de carga admissível.
2.3.5 Caixas redutoras de velocidade
- tipo construtivo do gabinete, com indicação de grau de
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- local;
- tipo;
- materiais construtivos;
- dados dimensionais;
- perda de carga admissível;
- grau de redução de velocidade.
2.4 Quadros Elétricos
- local;
Pág. 227
proteção;
- relação e tipo dos componentes internos;
- forma de interligação elétrica entre componentes;
- forma de aterramento do quadro;
- forma de proteção e sinalização elétrica dos circuitos
internos e dos equipamentos elétricos;
- número mínimo de manobras, em plena carga das
chaves elétricas;
- tensão de alimentação elétrica;
- tensão de comando e sinalização;
- tipo de tratamento e acabamento do gabinete.
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ANEXO 04
================================================================================
CADERNO GERAL DE ENCARGOS
================================================================================
Volume, editado em 1995, que contém normas e especificações básicas - Generalidades (G),
Especificações de Materiais e Equipamentos (E) e Procedimentos (P) - não só para os serviços a serem
executados, como também para outros mais, cuja aplicação, embora não prevista, possa tornar-se
necessária. O Caderno Geral de Encargos está disponível em meio magnético, parte integrante do edital,
disponibilizado aos CONCORRENTES.
DISPONÍVEL EM CD.
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ANEXO 05
================================================================================
PLANILHA DE QUANTITATIVOS E PREÇOS ESTIMADOS DO BANCO
================================================================================
Valor estimado: R$ 1.700.000,00 (um milhão e setecentos mil reais)
DISPONÍVEL EM CD.
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ANEXO 06
================================================================================
ORÇAMENTO DETALHADO - RESUMO
================================================================================
NOME DO CONCORRENTE:
NOME DA JURISDIÇÃO:
LICITAÇÃO N.º: 2011/30764 (7418)
DATA DA PROPOSTA:
FINALIDADE DO SERVIÇO: Contratação de serviços técnicos especializados de arquitetura e
engenharia para ambientes de datacenters, compreendendo a elaboração de estudos preliminares,
estudo de viabilidade, anteprojeto, projeto básico, projeto executivo, caderno de encargos,
especificações, orçamento detalhado de materiais e serviços, logística de execução, assessoria técnica
e cronograma físico-financeiro para os sites de TI do Banco do Brasil S.A relacionados no Anexo 11,
incluindo o fornecimento de toda mão-de-obra, material, ferramental, equipamentos, enfim, todo o
necessário para o desenvolvimento dos serviços especificados neste Edital e seus anexos.
ITEM
FASE 1
VALOR (R$)
FASE 2
TOTAL GERAL DO ORÇAMENTO COM BDI E IMPOSTOS
Assinatura em conformidade com o item 12.3 da Seção II do Edital
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ANEXO 07
================================================================================
MINUTA DE DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE EMPREGADOS MENORES NO QUADRO DA
EMPRESA (DECRETO 4.358, de 05.09.2002)
================================================================================
DECLARAÇÃO
Ref.: (identificação da licitação)
................................................................................, inscrito no CNPJ nº
...........................,
por
intermédio
de
seu
representante
legal
o(a)
Sr(a)
.................................................................., portador(a) da Carteira de Identidade nº ................................ e
do CPF nº ......................................DECLARA, para fins do disposto no inciso V do art. 27 da Lei 8.666,
de 21 de junho de 1993, acrescido pela Lei nº 9.854, de 27 de outubro de 1999, que não emprega menor
de dezoito anos em trabalho noturno, perigoso ou insalubre e não emprega menor de dezesseis anos.
Ressalva: emprega menor, a partir de quatorze anos, na condição de aprendiz (
).
(Observação: em caso afirmativo, assinalar a ressalva acima)
..................................................................................
(data)
...........................................................................................................
(representante legal)
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ANEXO 08
================================================================================
MINUTA DE PROCURAÇÃO
================================================================================
OUTORGANTE: (nome, endereço, razão social etc)
OUTORGADO: (nome e qualificação do representante)
OBJETO:
representar a outorgante perante o Banco do Brasil S.A., no curso da CONCORRÊNCIA
nº 2011/30764 (7418) que se realizará no Centro de Serviços de Logística Brasília (DF) –
SCS, Quadra 01, Bloco “F”, 13º andar, Ed. Camargo Corrêa, Brasília (DF), CEP 70.397900.
PODERES:
retirar editais, apresentar documentação e proposta, participar de sessões públicas de
habilitação e julgamento da documentação e das propostas, assinar as respectivas atas,
registrar ocorrências, formular impugnações, interpor recursos, renunciar ao direito de
recursos, bem como assinar todos e quaisquer documentos indispensáveis ao bom e fiel
cumprimento do presente mandato.
LOCAL E DATA
ASSINATURA
OBS.: a presente procuração deverá ser assinada por representante legal do participante, com firma
reconhecida em cartório
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ANEXO 09
================================================================================
MINUTA DE CONTRATO
================================================================================
CONTRATO N°.................. DE EMPREITADA POR PRE ÇO GLOBAL (MATERIAL E MÃO-DE-OBRA)
DECORRENTE DA CONCORRÊNCIA 2011/30764 (7418), REALIZADA EM CONFORMIDADE COM A
LEI N° 8.666, DE 21.06.93, A LEI COMPLEMENTAR Nº 12 3, DE 14.12.2006, O DECRETO Nº 6.204, DE
05.09.2007 E O REGULAMENTO DE LICITAÇÕES DO BANCO DO BRASIL, PUBLICADO NO D.O.U.
EM 24.06.96, QUE ENTRE SI FAZEM NESTA E MELHOR FORMA DE DIREITO, DE UM LADO, O
BANCO DO BRASIL S.A., SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA, COM SEDE EM BRASÍLIA (DF),
INSCRITO NO CADASTRO NACIONAL DE PESSOAS JURÍDICAS DO MINISTÉRIO DA FAZENDA
SOB O NÚMERO 00.000.000/5844-01, ADIANTE DENOMINADO CONTRATANTE, NESTE ATO
REPRESENTADO PELOS ADMINISTRADORES DO CENTRO DE SERVIÇOS DE LOGÍSTICA (DF) AO
FINAL QUALIFICADOS E, DO OUTRO LADO, A EMPRESA..........................................
(DENOMINAÇÃO OU RAZÃO SOCIAL, ENDEREÇO E CNPJ DA EMPRESA), NESTE ATO
REPRESENTADA PELO(S) SR.(S) ............................. (NOME, CARTEIRA DE IDENTIDADE, CPF E
QUALIFICAÇÃO - DIRETORES, COTISTAS INGERENTES, PROCURADORES - DO(S)
REPRESENTANTE(S)), ADIANTE DENOMINADA CONTRATADA, CONSOANTE AS CLÁUSULAS
ABAIXO. O PRESENTE CONTRATO TEVE SUA MINUTA-PADRÃO APROVADA PELA NOTA
JURÍDICA DIJUR-COPUR/ADLIC Nº 25.917, DE 14.04.2010 E A MINUTA ESPECÍFICA PELA NOTA
JURÍDICA DIJUR-COPUR/ADLIC N° 40073 DE 08.11.2011.
OBJETO
CLÁUSULA PRIMEIRA – O presente contrato tem por objeto a contratação de serviços técnicos
especializados de arquitetura e engenharia para ambientes de datacenters, compreendendo a
elaboração de estudos preliminares, estudo de viabilidade, anteprojeto, projeto básico, projeto executivo,
caderno de encargos, especificações, orçamento detalhado de materiais e serviços, logística de
execução, assessoria técnica e cronograma físico-financeiro para os sites de TI do Banco do Brasil S.A
relacionados no Anexo 11, incluindo o fornecimento de toda mão-de-obra, material, ferramental,
equipamentos, enfim, todo o necessário para o desenvolvimento dos serviços especificados no Edital e
em seus anexos.
Parágrafo Primeiro - Os serviços serão prestados diretamente pela CONTRATADA, vedada a cessão,
transferência ou subcontratação, total ou parcial.
Parágrafo Segundo - A critério do CONTRATANTE e mediante aviso formal à CONTRATADA, e por
meio de aditivo contratual, o preço total de referência deste Contrato poderá sofrer acréscimos ou
supressões de até 25% (vinte e cinco por cento). Mediante acordo entre as partes, as supressões
poderão exceder o percentual estabelecido neste parágrafo.
Parágrafo Terceiro – A CONTRATADA entende que tendo assumido este CONTRATO passa a ter em
relação a seu objeto, por tempo indeterminado e indefinido, as responsabilidades típicas do sigilo
profissional para os serviços, seja por força do exercício de suas funções, seja em conseqüência do
entrosamento de seus serviços com os de terceiros.
Parágrafo Quarto – O inadimplemento do compromisso previsto no parágrafo anterior, a qualquer tempo,
torna a CONTRATADA responsável diante do CONTRATANTE pelo pagamento de danos materiais e/ou
morais, agravado, durante a execução do contrato, pelo pagamento de multa no valor total contratado.
CLÁUSULA SEGUNDA - A CONTRATADA deverá observar rigorosamente as normas técnicas em vigor
e demais documentos fornecidos pelo CONTRATANTE e aprovados pelas autoridades competentes e as
cláusulas deste Contrato.
Parágrafo Único - Para todos os efeitos, fazem parte integrante deste Contrato e como se nele
transcritos estivessem, os documentos relacionados a seguir, de pleno conhecimento das partes e que
nortearam o processo licitatório da Concorrência n.º 2011/30764 (7418), relativos aos serviços ora
pactuados, os quais deverão ser rigorosamente observados durante todas as fases dos serviços:
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a)
Edital de Licitação;
b)
Caderno de Encargos - Parte IV (Especificações de Serviços);
c)
Caderno Geral de Encargos (CGE) - Edição 1995, Partes I, II e III, de pleno conhecimento das
partes, e integralmente registrado e arquivado em microfilme no Cartório de Títulos e Documentos
o
do 2 Ofício de Brasília, Capital Federal, sob o número 218504, do qual a CONTRATADA recebe um
exemplar, neste momento, em perfeita ordem, autenticado pelo CONTRATANTE; e
d)
Planilha de Quantitativos e Preços Unitários Propostos.
Discrepâncias, Prioridades e Interpretação
CLÁUSULA TERCEIRA - Para efeito de interpretação de divergências entre os documentos contratuais,
fica estabelecido que:
a)
em caso de divergência entre o contido em uma Especificação de Materiais e Equipamentos-“E”
ou Procedimentos-“P” e o Caderno de Encargos-Parte IV (Especificações de Serviços),
prevalecerá sempre este último;
b)
em caso de divergência entre as cotas dos desenhos e suas dimensões, medidas em escala, a
FISCALIZAÇÃO, sob consulta prévia, definirá a dimensão correta;
c)
em caso de divergência entre os desenhos de escalas diferentes, prevalecerão sempre os de
maior escala;
d)
em caso de divergência entre os desenhos de datas diferentes, prevalecerão sempre os mais
recentes;
e)
em caso de dúvida quanto à interpretação dos desenhos, das normas “G”, “E” e “P” do Caderno de
Encargos-Parte IV (Especificações de Serviços) ou do Edital de Licitação, será consultado o
CONTRATANTE;
f)
em caso de divergência entre o projeto arquitetônico e os projetos especializados (estrutural e
instalações), prevalecerão os projetos especializados.
Parágrafo Único – Para fins do presente contrato, a FISCALIZAÇÃO será composta por equipe de
funcionários integrantes do Núcleo de Engenharia do CONTRATANTE, credenciados para atuarem junto
à CONTRATADA, com autoridade para exercer, em nome do CONTRATANTE, toda e qualquer ação de
orientação geral, controle e fiscalização do serviços, responsáveis por zelar pela boa execução de todos
os serviços contratados, observando o cumprimento de todos os dispositivos contratuais.
RECEBIMENTO DOS SERVIÇOS
Recebimento Provisório
CLÁUSULA QUARTA - Quando os serviços contratados ficarem integralmente concluídos, de perfeito
acordo com o previsto neste Contrato, será lavrado um Termo de Recebimento Provisório, em 3 (três)
vias de igual teor, todas elas assinadas por um representante do CONTRATANTE e pelo representante
legal da CONTRATADA.
Parágrafo Primeiro - As duas primeiras vias ficarão em poder do CONTRATANTE, destinando-se a
terceira à CONTRATADA.
Parágrafo Segundo - O Recebimento Provisório somente ocorrerá após satisfeitas as seguintes
condições:
a)
entrega do projeto executivo impresso e em meio magnético, conforme previsto no Anexo 03;
b)
entrega do caderno de encargos, especificações técnicas e logística de execução da obra;
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c)
entrega da planilha de quantidade e preços dos serviços previstos nos projetos;
d)
cronograma físico-financeiro e logística de execução das etapas da obra; e
e)
conclusão dos Serviços Extraordinários.
Recebimento Definitivo
CLÁUSULA QUINTA - O Termo de Recebimento Definitivo dos serviços contratados será lavrado em até
15 (quinze) dias após o Recebimento Provisório, quando deverão ter sido satisfeitas as condições a
seguir:
a)
atendidas todas as reclamações da FISCALIZAÇÃO, referentes a defeitos ou imperfeições
apontados ou que venham a ser verificados em qualquer elemento dos serviços executados;
b)
solucionadas todas as reclamações, porventura feitas, quanto à falta de pagamento a funcionários
ou fornecedores e prestadores de serviço empregados no serviço; e
c)
aprovação, quando exigível, dos projetos nos órgãos públicos, como prefeituras, bombeiros,
companhias de energia elétrica e água, entre outros.
Parágrafo Primeiro - Findo esse prazo, para sanar os defeitos e imperfeições não corrigidos
tempestivamente pela CONTRATADA, o CONTRATANTE poderá utilizar-se das garantias referidas na
Cláusula Vigésima Nona deste Contrato, não desconsideradas a aplicação das demais penalidades
previstas na Cláusula Trigésima.
Parágrafo Segundo - O Termo de Recebimento Definitivo será passado no mesmo número de vias,
assinado e distribuído de forma idêntica à estabelecida para o Recebimento Provisório.
VIGÊNCIA E PRAZOS DE EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS
CLÁUSULA SEXTA - A vigência deste contrato é de até 15 (quinze) meses, a partir da data de sua
assinatura, prorrogável, a critério exclusivo do CONTRATANTE, mediante apresentação de justificativa
por escrito da CONTRATADA e previamente autorizada pelo CONTRATANTE, passando tal documento
a integrar o contrato.
Parágrafo Primeiro – Os serviços serão executados em até duas fases, conforme detalhado no Anexo
03, com o prazo para conclusão de cada fase fixado abaixo, contado a partir da data de assinatura do
contrato.
Conclusão da FASE 1 – até 150 dias da data de assinatura do contrato.
Conclusão da FASE 2 – até 450 dias da data de assinatura do contrato.
Parágrafo Segundo - A CONTRATADA executará todas os serviços convencionados dentro dos prazos
fixados, obrigando-se a entregar, ao término desses prazos, os serviços inteiramente concluídos e com
as licenças porventura exigidas pelas autoridades competentes.
Parágrafo Terceiro - Para efeito de contagem do prazo global, os serviços serão considerados
concluídos na data do Recebimento Provisório previsto na Cláusula Quarta deste Contrato.
PREÇO E OPERACIONALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS
CLÁUSULA SÉTIMA – Os preços ofertados pela CONTRATADA, signatária do presente contrato,
constam da Planilha de Quantitativos e Preços Unitários Propostos mencionada na alínea “d” do
Parágrafo Único da Cláusula Segunda.
Parágrafo Primeiro - Caso ocorra a demanda total do(s) serviço(s), o BANCO pagará à CONTRATADA o
valor total estimado de R$ ..........(..............).
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Parágrafo Segundo – Nos preços propostos pela CONTRATADA estão incluídos, além dos insumos que
os compõem, todos os impostos, inclusive o ICMS e ISS que a CONTRATADA está obrigado a recolher
integralmente, não cabendo ao BANCO qualquer responsabilidade pelo recolhimento dos mesmos.
Também estão incluídas todas as taxas e emolumentos para aprovação dos projetos junto às
concessionárias e órgãos públicos competentes.
Parágrafo Terceiro – Após a assinatura do contrato, a CONTRATADA deverá iniciar os serviços de
imediato.
Parágrafo Quarto – O valor correspondente a cada fase dos serviços e para cada edificação será pago,
em parcela única, após o recebimento e aceite pelo CONTRATANTE. Serviços entregues pela
CONTRATADA e aceitos pelo CONTRATANTE antes do prazo final definido para cada fase, poderão ser
pagos pelo CONTRATANTE.
Parágrafo Quinto - A CONTRATADA será remunerada apenas pelos serviços efetivamente executados,
entregues e aceitos pelo CONTRATANTE.
Parágrafo Sexto - Ao término dos serviços da FASE 1, o CONTRATANTE poderá, para cada edificação,
optar pela não continuidade da prestação dos serviços da FASE 2. Neste caso, não será devida à
CONTRATADA a remuneração referente à execução da FASE 2.
Parágrafo Sétimo – Na vigência deste contrato, a CONTRATADA deverá executar todos serviços
previstos neste contrato e seus anexos, ainda que ocorram simultaneamente.
Parágrafo Oitavo – Deslocamentos e estadas estão incluídos no preço proposto nas condições previstas
no Anexo 03.
PAGAMENTO
CLÁUSULA OITAVA - O pagamento por cada serviço executado será creditado na conta-corrente nº
............ da CONTRATADA, existente na Agência ................ do Banco do Brasil S.A., no prazo máximo
de 10 (dez) dias corridos, contados a partir da data da emissão do Termo de Recebimento Definitivo do
serviço e mediante apresentação formal dos respectivos documentos de cobrança previstos na Cláusula
Décima deste Contrato.
Parágrafo Único - As despesas estão previstas no orçamento do Banco, no item:
ORFIX 2012 – Investimentos:
35.01.71BR Conservação predial - Rede de Atendimento
CLÁUSULA NONA - Por ocasião do pagamento das prestações estabelecidas na Cláusula Sétima
deste Contrato e de eventuais Serviços Extraordinários, a CONTRATADA deverá anexar à nota
fiscal/fatura o comprovante de regularidade de recolhimentos ao INSS relativos à retenção de 11%
incidente sobre os valores dos serviços (GPS, GFIP e nota fiscal/fatura ou recibo da prestação dos
serviços), na forma das instruções do INSS, exigíveis até a data de apresentação da cobrança.
Parágrafo Primeiro - Os documentos comprobatórios dos recolhimentos ao INSS relativos aos serviços
contratados e do FGTS serão emitidos única e exclusivamente para este serviço, não se admitindo, em
hipótese alguma, a inclusão de outras contratações, mesmo que pactuadas com o próprio
CONTRATANTE.
Parágrafo Segundo – A CONTRATADA deverá apresentar ao CONTRATANTE, mensalmente e até o dia
10 de cada mês, cópia da GFIP – Guia de Recolhimento de FGTS e Informações à Previdência Social –
comprovadamente entregue na rede bancária autorizada e correspondente à competência de
recolhimento vencida imediatamente anterior. A GFIP deverá:
a) ser preenchida em nome da CONTRATADA;
b) relacionar todos os empregados da CONTRATADA encarregados da execução dos serviços
(RE); e
c) ser emitida para cada estabelecimento do CONTRATANTE.
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Parágrafo Terceiro - Com exceção da GFIP, os documentos exigidos neste Contrato deverão ser
apresentados no original, em cópia autenticada por cartório ou por publicação em órgão da imprensa
oficial. A autenticação poderá ser feita, ainda, mediante cotejo da cópia com o original, por funcionário do
CONTRATANTE devidamente identificado.
Parágrafo Quarto – O CONTRATANTE efetuará a retenção e o recolhimento de tributos, quando a
legislação assim exigir.
Parágrafo Quinto – O CONTRATANTE se reserva o direito de rescindir administrativamente o contrato
quando a CONTRATADA não apresentar os documentos relacionados nesta cláusula.
CLÁUSULA DÉCIMA - Para efeito de cobrança de valores contratuais, a CONTRATADA deverá
encaminhar correspondência, anexando a respectiva Autorização de Serviço, Termo de Recebimento
Definitivo e o documento de cobrança adequado (nota fiscal, fatura, nota-fiscal-fatura ou recibo),
discriminando todas as importâncias devidas. Deverão ser emitidos documentos de cobrança distintos
para as prestações deste Contrato e para as prestações relativas a cada Serviço Extraordinário
eventualmente contratado.
Parágrafo Primeiro – A nota fiscal/fatura ou recibo deverá conter:
a) o número do Contrato, o objeto contratual e o mês da prestação dos serviços;
b) informação quanto à agência e número da conta corrente da CONTRATADA, para depósito;
c) a indicação dos serviços prestados e os respectivos valores.
Parágrafo Segundo - Os documentos de cobrança deverão ser emitidos em nome do Banco do Brasil
S.A. - ............. (DEPENDÊNCIA DO SERVIÇO, CNPJ E ENDEREÇO), e apresentados para pagamento
nO Centro de Serviços de Logística Brasília (DF) – SCS, Quadra 01, Bloco F, 1º andar, Ed. Camargo
Corrêa, Brasília (DF), CEP: 70.397-900, acompanhados dos documentos relacionados na Cláusula
Nona deste Contrato.
Parágrafo Terceiro - Constatando o CONTRATANTE qualquer divergência ou irregularidade no
documento de cobrança (nota fiscal, fatura, nota fiscal-fatura ou recibo), este será devolvido à
CONTRATADA em, no máximo, 2 (dois) dias úteis, a contar da apresentação, para as devidas
correções. Neste caso, o CONTRATANTE terá o prazo mínimo de 3 (três) dias úteis, a contar da data da
reapresentação do documento, para efetuar o pagamento.
CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA - Os Serviços Extraordinários (acréscimos), definidos na Cláusula
Décima Quarta, serão orçados em moeda corrente com base nos mesmos preços e condições
inicialmente pactuados no contrato, e os pagamentos serão processados mediante apresentação das
faturas ao CONTRATANTE, após o Recebimento Definitivo previsto na Cláusula Quinta deste Contrato.
Parágrafo Único - As apropriações pelo CONTRATANTE dos valores referentes às supressões ou
diminuições quantitativas do objeto deste Contrato, realizadas em virtude de modificação das
especificações, para melhor adequação técnica aos seus objetivos, serão realizadas por ocasião do
pagamento dos serviços, ou quando do acerto dos Serviços Extraordinários.
CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO
CLÁUSULA DÉCIMA SEGUNDA - O critério a ser utilizado será totalmente baseado em serviços reais,
nos quantitativos efetivamente executados, não sendo levados em consideração descontos, acréscimos,
perdas e outros elementos similares, que deverão ser considerados na composição de custos dos
serviços.
Parágrafo Primeiro - Não será utilizado, em nenhuma hipótese, o sistema de Medição de Praxe de
quaisquer fontes ou publicações especializadas.
Parágrafo Segundo - Quebras, desperdícios, aquisição ou aluguel de equipamentos para execução de
serviços, aquisições de miudezas, preparos diversos, testes, tecnologias de execução e outros
elementos auxiliares previstos nas especificações, transporte, hospedagens, horários especiais de
trabalho e outros itens similares são considerados como elementos constituintes da composição de
custos a serem propostos pela CONTRATADA.
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REVISÃO DE PREÇOS
CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA - O valor estipulado na Cláusula Sétima poderá ser revisto mediante
negociação entre as partes e solicitação formal da CONTRATADA, em que fique comprovada a variação
no custo dos insumos que compõem o preço dos serviços, adotando-se como parâmetro os preços
praticados no mercado.
Parágrafo Primeiro – A primeira revisão poderá ocorrer somente após o prazo de um ano, contado a
partir da data limite prevista para apresentação da proposta, ou do orçamento a que esta proposta se
referir, mantendo-se para as revisões subseqüentes, a mesma periodicidade anual.
Parágrafo Segundo – Não serão admitidos como justificativas para embasar pedidos de revisão
contratual, eventuais reajustes concedidos pela CONTRATADA a seus empregados, cujos termos
colidam com a política econômica do Governo Federal, ou que concedam aumentos salariais e/ou
vantagens não praticadas por outros setores da economia.
Parágrafo Terceiro – O disposto nesta cláusula não impede a eventual concessão de reequilíbrio
contratual, na forma do art. 65, inciso II, alínea “d”, da Lei 8.666/93.
SERVIÇOS EXTRAORDINÁRIOS
CLÁUSULA DÉCIMA QUARTA - Na hipótese de virem a ser necessárias modificações nas
especificações técnicas – Anexo 03, a CONTRATADA só poderá fazê-los mediante prévia autorização,
por escrito, do CONTRATANTE, dentro dos limites previstos no Parágrafo Segundo da Cláusula
Primeira deste Contrato.
Parágrafo Único - Os SERVIÇOS EXTRAORDINÁRIOS serão objeto de “orçamento/proposta” a ser
submetido pela CONTRATADA, para exame e aprovação do CONTRATANTE.
ENSAIOS E PROVAS
CLÁUSULA DÉCIMA QUINTA- A boa qualidade e perfeita eficiência dos trabalhos - como condição
prévia e indispensável do reconhecimento dos serviços - serão, sempre que necessário, submetidos à
verificação, ensaios e provas para tal fim aconselháveis, a cargo da CONTRATADA.
CLÁUSULAS GERAIS
CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA - Cumprirá à CONTRATADA, por sua conta e exclusiva responsabilidade:
a) obter todas as licenças, autorizações e franquias necessárias à execução dos serviços
contratados, pagando os emolumentos prescritos por lei;
b) observar as leis, regulamentos e posturas edílicas referentes ao serviço, à segurança pública,
bem como às normas técnicas da ABNT e exigências do CREA local, especialmente no que se
refere ao recolhimento das ART (referentes a esta contratação e em nome do profissional
responsável pela execução do serviço);
c) pagar, rigorosamente em dia, os salários dos empregados e, no serviço, as contribuições
previdenciárias, do FGTS, as despesas decorrentes de leis trabalhistas e outros encargos
sociais, o Imposto Sobre Serviços (ISS) quando o recolhimento não couber ao CONTRATANTE
segundo a legislação municipal, as despesas de consumo de água, luz, força e energia que
digam respeito diretamente aos serviços contratados, os tributos, emolumentos e quaisquer
outras despesas incidentes sobre o Contrato;
d) acatar as exigências dos Poderes Públicos e pagar, as suas expensas, as multas que lhe sejam
impostas pelas autoridades;
Parágrafo Primeiro - A inadimplência da CONTRATADA, com referência aos encargos mencionados
nesta Cláusula, não transfere ao CONTRATANTE a responsabilidade por seu pagamento. Caso venha o
CONTRATANTE a satisfazê-los ser-lhe-á assegurado direito de regresso, sendo os valores pagos
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atualizados financeiramente, desde a data em que tiverem sido pagos pelo CONTRATANTE até aquela
em que ocorrer o ressarcimento pela CONTRATADA.
Parágrafo Segundo - O CONTRATANTE poderá exigir, a qualquer momento, a comprovação do
cumprimento das obrigações mencionadas no "caput" desta Cláusula.
Parágrafo Terceiro - A CONTRATADA se obriga a manter, durante a vigência do contrato, todas as
condições de habilitação exigidas na contratação. Assume, ainda, a obrigação de apresentar, no término
do prazo de validade de cada documento, os seguintes comprovantes devidamente atualizados:
a) prova de regularidade para com a Fazenda Federal, Estadual e Municipal do domicílio ou sede
da CONTRATADA, compreendendo a Certidão de Quitação de Tributos e a Certidão Quanto a
Dívida Ativa - ou outras equivalentes, na forma da lei - expedidas, em cada esfera de governo,
pelo órgão competente;
b) prova de reg