oficina cultural glauco pinto de morais

oficina cultural glauco pinto de morais
SECRETARIA DA CULTURA
PROJETO EXECUTIVO
MEMORIAL DESCRITIVO DE INSTALAÇÕES PREDIAIS
OFICINA CULTURAL GLAUCO PINTO DE MORAIS
BAURU / SP
OUTUBRO/2013
SUMÁRIO
1. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ........................................................................................ 7
1.1.
Introdução .............................................................................................................. 7
1.2.
Alimentação elétrica ............................................................................................... 8
1.2.1. Condutores: ....................................................................................................... 8
1.2.2. Caixas: .............................................................................................................. 9
1.2.3. Conexões em PVC .......................................................................................... 10
1.2.4. Eletrodutos em PVC ........................................................................................ 11
1.2.5. Conexões em alumínio .................................................................................... 11
1.2.6. Interruptores / Conexões / Luminárias e acessórios / Tomadas / Conduletes .. 12
1.2.7. Quadros .......................................................................................................... 15
1.2.8. Disjuntores: ..................................................................................................... 17
1.2.9. Barramentos de Neutro da Rede, Terra:.......................................................... 17
1.2.10. Barramentos de Fases: ................................................................................... 18
1.2.11. Conexões: ....................................................................................................... 18
1.2.12. Conectores Sack ............................................................................................. 19
1.2.13. Diversos .......................................................................................................... 19
1.3.
Subestação aérea 150KVA c/ quadro medição/aterramento ................................ 20
2. REDE ESTRUTURADA / DADOS E VOZ ................................................................... 21
2.1.
Introdução ............................................................................................................ 21
2.2.
Estações: ............................................................................................................. 23
2.3.
Serviços ............................................................................................................... 24
2.3.1. Passagem de Cabos ....................................................................................... 24
2.4.
Conectorização .................................................................................................... 25
2.5.
Identificação ......................................................................................................... 25
2.6.
Certificação .......................................................................................................... 25
2.7.
Parâmetros .......................................................................................................... 26
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
1
2.8.
Documentação ..................................................................................................... 26
2.9.
Desenho do Projeto ............................................................................................. 26
2.10. Resultados dos Testes de Scanner...................................................................... 26
2.11. Especificações técnicas dos materiais ................................................................. 26
3. CFTV .......................................................................................................................... 30
3.1.
Introdução ............................................................................................................ 30
3.2.
Descrição e caracterização preliminares .............................................................. 30
3.3.
Servidor de CFTV 19” .......................................................................................... 31
3.4.
Rack 19” .............................................................................................................. 31
3.4.1. Processador .................................................................................................... 31
3.4.2. Sistema operacional ........................................................................................ 31
3.4.3. Opções de virtualização: ................................................................................. 31
3.4.4. Chipset ............................................................................................................ 32
3.4.5. Memória RAM ................................................................................................. 32
3.4.6. Armazenamento interno máximo: .................................................................... 32
3.4.7. Compartimentos de unidade............................................................................ 32
3.4.8. Slots ................................................................................................................ 32
3.4.9. Controlador de rede......................................................................................... 32
3.4.10. Alimentação..................................................................................................... 33
3.4.11. Disponibilidade ................................................................................................ 33
3.4.12. Chassi ............................................................................................................. 33
3.4.13. Gerenciamento ................................................................................................ 33
3.4.14. Gerenciamento de sistemas: ........................................................................... 34
3.5.
Switch 24 portas 10/100/1000 com PoE:.............................................................. 34
3.5.1. Especificações técnicas mínimas: ................................................................... 34
3.5.2. Arquitetura: ...................................................................................................... 34
3.5.3. Conectividade:................................................................................................. 34
3.5.4. Desempenho: .................................................................................................. 34
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
2
3.5.5. Funcionalidades: ............................................................................................. 35
3.5.6. Qualidade de Serviço: ..................................................................................... 36
3.5.7. Segurança: ...................................................................................................... 36
3.5.8. Gerenciamento e Configuração: ...................................................................... 37
3.6.
Software............................................................................................................... 37
3.6.1. Sistema de Monitoramento, Gerenciamento e Gravação de Imagens ............. 37
3.6.2. Arquitetura ....................................................................................................... 37
3.6.3. Gravação......................................................................................................... 38
3.6.4. Controle de Usuários ....................................................................................... 38
3.6.5. Controle de Alarmes e Eventos ....................................................................... 38
3.6.6. Logs ................................................................................................................ 39
3.6.7. Monitoramento e Reprodução de Vídeo .......................................................... 39
3.6.8. Controle de Câmeras Móveis .......................................................................... 39
3.6.9. Servidor Web................................................................................................... 40
3.6.10. Administração.................................................................................................. 40
3.6.11. O Software ...................................................................................................... 40
4. HIDRÁULICA .............................................................................................................. 44
4.1.
Canalização PVC marrom .................................................................................... 45
4.2.
Conexões ............................................................................................................. 45
5. SANITÁRIAS ............................................................................................................... 47
5.1.
Características Gerais.......................................................................................... 47
5.2.
Ventilação ............................................................................................................ 47
5.3.
Rede Geral .......................................................................................................... 48
5.4.
Destino Final ........................................................................................................ 48
6. MEMORIAL DE CÁLCULO DO PROJETO DE ÁGUAS PLUVIAIS ............................. 49
6.1.
DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES VERTICAIS DE DRENAGEM ........ 49
6.1.1. Vazão de Projeto ............................................................................................. 49
6.1.2. Dados da Coberta Principal ............................................................................. 50
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
3
6.2.
DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES HORIZONTAIS DE DRENAGEM .. 50
6.2.1. Dados da Coberta Principal ............................................................................. 50
6.2.2. Dimensionamento da Calha Condutora de Drenagem..................................... 50
6.3.
Descritivo ............................................................................................................. 51
7. INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO ............................................................. 52
7.1.
Da Edificaçâo e Áreas de Risco: .......................................................................... 52
7.2.
Do Enquadramento: ............................................................................................. 53
7.3.
Do Acesso á Viaturas:.......................................................................................... 53
7.4.
Da Sinalização de Emergência: ........................................................................... 53
7.5.
Da Iluminação de Emergência: ............................................................................ 53
7.6.
Dos Aparelhos Extintores: .................................................................................... 54
7.7.
Da Saída de Emergência: .................................................................................... 54
7.8.
Do Sistema de Proteção por Hidrantes: ............................................................... 55
7.9.
Da Canalização Preventiva: ................................................................................. 56
7.10. Do Cálculo da Bomba para Hidrantes: ................................................................. 56
7.11. Do Hidrante de Recalque: .................................................................................... 58
7.12. Especificação Técnica do Material ....................................................................... 58
7.13. Sinalização de Emergência: ................................................................................. 59
7.14. Iluminação de Emergência: .................................................................................. 59
7.15. Sistema Sob Comando de Extintores Portáteis: ................................................... 59
8. INSTALAÇÕES DE GÁS GLP..................................................................................... 60
8.1.
Da Central de Gás: .............................................................................................. 61
9. INSTALAÇÕES DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS ............ 61
9.1.
Especificação técnica do material ........................................................................ 61
9.2.
Dimensionamento do SPDA: ................................................................................ 62
10. INSTALAÇÕES DE ALARME CONTRA INCÊNDIO ................................................... 62
11. PROJETO DE AR CONDICIONADO .......................................................................... 63
11.1. Parâmetros Básicos para Projeto e Seleção de Equipamentos ............................ 63
12. INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO .................................................................. 64
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
4
12.1. Diretrizes Gerais .................................................................................................. 64
12.2. Descrição Geral da Instalação ............................................................................. 64
12.3. Especificação de Serviços - Interligações Frigoríficas dos Splits.......................... 65
12.4. Materiais a serem Utilizados ................................................................................ 66
12.5. Instrumental, Ferramental e Materiais de Consumo ............................................. 66
12.6. Interligações Elétricas dos Splits ......................................................................... 66
12.6.1. Painéis Elétricos .............................................................................................. 66
12.6.2. Disjuntores ...................................................................................................... 67
12.6.3. Fiação Elétrica................................................................................................. 67
12.6.4. Eletrodutos e Conexões .................................................................................. 67
12.6.5. Fixações .......................................................................................................... 67
12.7. Interligações de Drenos ....................................................................................... 67
12.7.1. Serviços de Apoio Necessários ....................................................................... 68
12.8. Especificação de Equipamentos .......................................................................... 68
12.8.1. Condicionadores
de Ar do Tipo MiniSplit de Parede e Split de teto,
Condensação a Ar.................................................................................................................. 68
12.9. Especificações Técnicas ...................................................................................... 68
12.9.1. Gabinetes (Unidades Internas e Externas): ..................................................... 68
12.9.2. Ventiladores (Unidades Internas): ................................................................... 68
12.9.3. Motores de Acionamento: ................................................................................ 69
12.9.4. Evaporador: ..................................................................................................... 69
12.9.5. Condensador: .................................................................................................. 69
12.9.6. Bandeja de Recolhimento de Água: ................................................................ 69
12.9.7. Compressor: .................................................................................................... 69
12.9.8. Filtros de ar: .................................................................................................... 70
12.9.9. Controle de Temperatura................................................................................. 70
12.9.10. Comando dos equipamentos ...................................................................... 70
12.10. Mão de Obra e Supervisão Técnica ..................................................................... 70
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
5
12.11. Entrega da Obra .................................................................................................. 70
12.12. Garantia ............................................................................................................... 70
12.13. Manutenção ......................................................................................................... 71
13. OBSERVAÇÕES:........................................................................................................ 71
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
6
1. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
RELAÇÃO DE PRANCHAS: PROJETO DE BAIXA TENSÃO
PR 01/09 – PLANTA BAIXA – ILUMINAÇÃO EXTERNA, DETALHES PROJETORES,
LEGENDAS E OBSERVAÇÕES;
PR 02/09 – PLANTA BAIXA – TÉRREO (ILUMINAÇÃO), DETALHE ILUMINAÇÃO
CAMARIM, LEGENDAS E OBSERVAÇÕES;
PR 03/09 – PLANTA BAIXA – SUPERIOR (ILUMINAÇÃO), DETALHE ILUMINAÇÃO
LABORATÓRIO FOTOGRÁFICO, LEGENDAS E OBSERVAÇÕES;
PR 04/09 – PLANTA BAIXA – TÉRREO (TOMADAS), LEGENDAS E OBSERVAÇÕES;
PR 05/09 – PLANTA BAIXA – SUPERIOR (TOMADAS), LEGENDAS E OBSERVAÇÕES;
PR 06/09 – PLANTA BAIXA – TÉRREO E SUPERIOR (ALIMENTAÇÃO AR
CONDICIONADOS), DETALHE ELETROCALHAS / PERFILADOS / SUSTENTAÇÃO DOS
MESMOS;
PR 07/09 – PLANTA BAIXA – COBERTA (ALIMENTAÇÃO AR CONDICIONADOS),
QUADRO DE CARGAS E ESQUEMAS UNIFILARES, LEGENDAS E OBSERVAÇÕES;
RELAÇÃO DE PRANCHAS: PROJETO DE MÉDIA TENSÃO
PR 08/09 – PLANTA DE SITUAÇÃO / TÉRREO (ALIMENTADORES);
PR 09/09 – PLANTA BAIXA – SUPERIOR E COBERTA (ALIMENTADORES), DETALHE
SUBESTAÇÃO AÉREA EM POSTE DE 150KVA, ESQUEMA UNIFILAR DA SUBESTAÇÃO,
LEGENDAS E OBSERVAÇÕES;
1.1. Introdução
A entrada de energia elétrica se dará pela Rua Cruzeiro do Sul (ver prancha 08/09), onde foi
projetada uma subestação aérea de 150KVA para atender a edificação em média tensão. A partir
desta subestação saem alimentadores em eletrodutos enterrados e interligados por caixa de
passagem até o quadro elétrico (QGBT) no pavimento térreo da edificação. Deste quadro saem os
alimentadores para os outros quadros (luz e força) instalados no pavimento térreo e superior. Os
quadros de luz (QL) alimentam circuitos de iluminação e tomadas de uso geral e específico, os
quadros de força (QF) alimentam os circuitos de ar condicionados, e ainda existem os quadro de
bombas (QB) que alimentam as bombas de recalque e incêndio.
O projeto foi executado de acordo com as obrigações estabelecidas na NR 10, item 10.3,
SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS DE ELETRICIDADE foi usado dispositivo que
propicia os aspectos de impedimento a reenergização e de aterramento temporário. O projeto
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
7
elétrico fez o uso de dispositivo de seccionamento de ação simultânea, que permite a aplicação de
impedimento de reenergização do circuito.
1.2. Alimentação elétrica
O fornecimento de energia será feito pela subestação através de um transformador de
150kVA, com alimentação no secundário em tensão de 220/110V (ver prancha 09/09) que por sua
vez está alimentada pela concessionária local.
1.2.1.
Condutores:
Serão cabos flexíveis de cobre eletrolítico, sendo vedados os que utilizarem outros metais.
Os cabos deverão ter isolamento do tipo anti-chama de PVC 70ºC - 0,6/1kV, para o alimentador do
QDG e padrão de entrada de energia (multiplex).
Os cabos dos circuitos terminais terão isolamento do tipo anti-chama de PVC 70ºC 0,45/0,75kV, encordoamento classe 4 ou superior, com terminais isolados nos pontos de conexão.
A fiação dos circuitos de alimentação das tomadas terá bitola mínima # 2,5 mm²,
dimensionada de acordo com a capacidade de cada circuito. Os cabos deverão ser fornecidos nas
seguintes cores:
Fases: vermelha, Preta ou Branca
Neutro: azul
Terra: verde ou verde-amarelo
Retorno: amarelo (comando de luminárias, campainhas, células fotoelétricas e demais
comandos),
Ver figura 1 abaixo com a representação da fiação, as mesmas são apresentadas em todas
as 09 (nove) pranchas do projeto.
Figura 1 – Simbologia de Fiação
Os condutores isolados de bitola igual ou superior a 10 mm² deverão ser na formação cabos
de 7 (sete) fios. Neste caso, deverão ser utilizados terminais à compressão.
As emendas nos condutores até 6,0 mm² deverão ser feitas por meio de solda e fitas (devese evitar solda fria). Opcionalmente, poderão ser utilizados, no lugar da solda e isolamento com
fitas, conectores elétricos Scotchok 2 de corpo rígido e saia flexível e Conectores Elétricos IDC,
ambos fabricação 3M ou equivalente técnico.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
8
Todo isolamento nas conexões por desencapamento de condutores deverá ser feito por
meio de 2 (duas) camadas de fita, sendo a primeira em fita tipo autofusão e a segunda, externa,
por fita isolante plástica.
•
Cabo de cobre nu de 70mm2, ver prancha 08/09;
Idem ao item anterior
•
Fio isolado PVC 750V 2,5mm2, fornecimento e instalação, ver pranchas 01 a 07;
Idem ao item anterior
•
Fio isolado PVC 750V 4,0mm2, fornecimento e instalação, ver pranchas 01 a 07;
Idem ao item anterior
•
Cabo sintenax em PVC 1000V 4 mm², ver pranchas 06 e 07;
Idem ao item anterior
•
Cabo sintenax em PVC 1000V 6,0mm², ver pranchas 06 a 09;
Idem ao item anterior
•
Cabo sintenax em PVC 1000V 10,0mm², ver pranchas 06 a 09;
Idem ao item anterior
•
Cabo sintenax em PVC 1000V 16,0mm², ver pranchas 06 a 09;
Idem ao item anterior
•
Cabo sintenax em PVC 1000V 25,0mm², ver pranchas 06 a 09;
Idem ao item anterior
•
Cabo sintenax em PVC 1000V 50,0mm², ver pranchas 06 a 09;
Idem ao item anterior
•
Cabo sintenax em PVC 1000V 70,0mm², ver pranchas 06 a 09;
Idem ao item anterior
•
Cabo sintenax em PVC 1000V 150 mm², ver pranchas 06 a 09;
Idem ao item anterior
•
Cabo par trançado (Cat 5) 25 pares
Conforme o item anterior
1.2.2.
Caixas:
Instalação embutida:
As caixas em PVC, embutidas na alvenaria, terão dimensões 4x2” ou 4x4”, conforme o
caso. Nos locais de passagem, as mesmas serão dimensionadas de acordo com os eletrodutos e
grau de ocupação. Os espelhos serão de acordo com a função a que se destinam. As mesmas são
apresentadas nas pranchas 01/09 a 07/09 do projeto.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
9
•
Caixa de piso subterrânea em alvenaria, de tijolos cerâmicos maciços ½ vez
emboçados dimensões internas 60x60x60cm, com tampa de concreto, lastro de brita
nº1 no fundo.
As caixas de inspeção são destinadas a permitir o acesso para inspeção e passagem de
eletrodutos e distribuição de fios. Devem ser construídas em alvenaria de tijolos maciços,
revestidas de argamassa com aditivo para impermeabilização. Sua tampa pode ser em concreto
armado, de forma que possa ser calafetada com betume, em todo o seu perímetro. Deve ter 60cm
de profundidade, no mínimo, podendo variar até 100cm. O fundo possui colchão de brita para
drenagem com 10cm de profundidade. As mesmas são apresentadas nas pranchas 01/09 e 08/09
do projeto.
•
Caixa de piso subterrânea em alvenaria, de tijolos cerâmicos maciços ½ vez
emboçados dimensões internas 30x30x30cm, com tampa de concreto, lastro de brita
nº1 no fundo.
As caixas de inspeção são destinadas a permitir o acesso para inspeção e passagem de
eletrodutos e distribuição de fios. Devem ser construídas em alvenaria de tijolos maciços,
revestidas de argamassa com aditivo para impermeabilização. Sua tampa pode ser em concreto
armado, de forma que possa ser calafetada com betume, em todo o seu perímetro. Deve ter 30cm
de profundidade, no mínimo, podendo variar até 70cm. O fundo possui colchão de brita para
drenagem com 5cm de profundidade. As mesmas são apresentadas nas pranchas 01/09 e 08/09
do projeto.
•
Caixa de passagem com tampa parafuso 150x150x100mm
Conforme o item ii.
1.2.3.
Conexões em PVC
•
Curva p/ eletroduto PVC rosc. D=3/4”, ver pranchas 01 a 07;
Todas as curvas devem ser do mesmo material e tipo do eletroduto, para qualquer diâmetro
de eletroduto. Em nenhuma hipótese serão aceitas curvas confeccionadas na obra ou a
quente.Nos casos de necessidade de utilização de curva “S” a mesma poderá ser do tipo aço
esmaltado, porém pintada na cor da superfície por onde passar.
•
Curva p/ eletroduto PVC rosc. D=50mm (1.1/4”), ver pranchas 01 a 09;
Idem ao item anterior
•
Curva p/ eletroduto PVC rosc. D=50mm (2”), ver pranchas 01 a 09;
Idem ao item anterior
•
Curva p/ eletroduto PVC rosc. D=50mm (2.1/2”), ver pranchas 01 a 09;
Idem ao item anterior
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
10
•
Curva p/ eletroduto PVC rosc. D=50mm (4”), ver pranchas 08 a 09;
Idem ao item anterior
1.2.4.
Eletrodutos em PVC
Os eletrodutos serão dimensionados para atender à taxa de ocupação máxima indicada
pelas normas brasileiras. O diâmetro nominal mínimo admitido será de Ø 3/4" para instalações
elétricas e Ø 1” para instalações de voz e dados. Sempre que possível, utilizar eletrodutos
embutidos, a tubulação só será aparente, quando autorizado por escrito pela fiscalização.
Todos os eletrodutos serão do tipo rígido, sendo que para união dos mesmos será utilizada
luva de mesmo material.
Em instalação aparente, obrigatoriamente, deverão ser utilizados eletrodutos de aço
galvanizado, tipo leve II, pintados da mesma cor da superfície por onde passarem em esmalte
sintético, com pré-tratamento da superfície antes da pintura através de supergalvite e
desengraxantes. Nos casos em que a passagem dos mesmos seja ocultada pelo forro ou piso
falso, poderão ser utilizados eletrodutos do mesmo tipo e material que os eletrodutos embutidos. A
pintura estará inclusa no valor do ponto.
A instalação dos eletrodutos aparentes deverá ser executada de acordo com as
recomendações do fabricante, não excedendo a 2 metros sem fixação e a cada terminação de
seção de eletroduto deverá existir uma abraçadeira, de forma que o sistema se mantenha rígido e
alinhado verticalmente e horizontalmente.
Eletrodutos embutidos serão de PVC rígido, rosqueável, anti-chama de primeira linha,
normalizados.
Todos os eletrodutos deverão ter rebarba removida, ser rígidos e conectados com curvas e
luvas pré-fabricadas. A distância mínima entre os eletrodutos não blindados, destinados ao
cabeamento estruturado e os eletrodutos destinados a condutores elétricos é de 15cm, embutidos
em paredes ou piso.
•
Eletroduto PVC rosc. 3/4", 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 4”
Conforme o item anterior
1.2.5.
Conexões em alumínio
Os eletrodutos serão dimensionados para atender à máxima ocupação indicada pelas
normas brasileiras. Os eletrodutos embutidos, a tubulação só será aparente, quando autorizado por
escrito pela fiscalização. Em instalação aparente, obrigatoriamente, deverão ser utilizados
eletrodutos de aço galvanizado, tipo leve II, pintados da mesma cor da superfície por onde
passarem em esmalte sintético, com pré-tratamento da superfície antes da pintura através de
supergalvite e desengraxantes. Nos casos em que a passagem dos mesmos seja ocultada pelo
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
11
forro ou piso falso, poderão ser utilizados eletrodutos do mesmo tipo e material que os eletrodutos
embutidos. A pintura estará inclusa no valor do ponto
•
Eletroduto de aço galvanizado 3’’, ver prancha 08 e 09.
Conforme item anterior
1.2.6.
Interruptores / Conexões / Luminárias e acessórios / Tomadas / Conduletes
Interruptores:
Os interruptores deverão ser previstos para corrente de 10 A na tensão nominal de 220 V,
ter acabamento externo de mesma linha que ao espelho que o envolve, com 1, 2 ou 3 teclas
especificados conforme projeto gráfico. Deverão ser usados interruptores do tipo Silentoque,
referência Pial ou de mesma equivalência técnica.
•
Interruptor de duas teclas simples e tomada 10A 250V, ver pranchas 01 a 07;
Idem ao item T-A interruptores
•
Interruptor de uma tecla paralelo 10A 250V, ver pranchas 01 a 09;
Idem ao item T-A interruptores
•
Interruptor de uma tecla simples 10A 250V, ver pranchas 01 a 09;
Idem ao item T-A interruptores
•
Conexões
Luva p/ eletroduto PVC rosc 3/4", 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 4”, ver pranchas 01 a 09;
As conexões serão usados os mesmos materiais das tubulações.
•
Conexões em aço galvanizado
As conexões serão usados os mesmos materiais das tubulações, ver pranchas 08 a 09;
Luva de aço galvanizado 3’’, ver pranchas 08 a 09;
Idem ao item TB 001
•
Luminárias e acessórios
Os diversos tipos de luminárias internas e suas respectivas lâmpadas, estão especificados e
localizados no projeto gráfico e na planilha orçamentária.
As luminárias serão para instalação sobreposta ou de embutir, conforme projeto (ver
prancha 02/09 e 03/09). Deverão ter capacidade para a instalação de lâmpadas 16W, 20W, 26W e
32W. Possuirão o sistema óptico projetado e desenvolvido para garantir um melhor aproveitamento
da luz, com alta pureza e refletância com conforto visual, corpo constituído em chapas de aço com
pintura eletrostática em pó híbrido na cor branca, fosfatizada, de alta resistência e durabilidade. O
acesso ao sistema elétrico deve ser obtido sem o uso de ferramentas, facilitando a manutenção.
Devem possuir ainda um refletor em alumínio espelhado, resultando em alto rendimento
luminotécnico e economia no consumo de energia elétrica. Como referência comercial, indicamos
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
12
RUBI-S ou RUBI-E, fab. GUARILUX, 332 ou 232, fab. ITAIM ou 333, Fab. DIALUX ou equivalente
técnico que atenda rigorosamente às especificações técnicas contidas no Manual Técnico para
Iluminação de Edifícios. O corpo das luminárias será construído em chapa de aço SAE-1010/1020,
com espessura mínima de 0,6 mm, fosfatizada e pintada na cor branco brilhante através de
processo eletrostático em epóxi/poliéster, com espessura de camada de no mínimo 60 m .
O refletor deverá ser facetado, em alumínio anodizado brilhante/espelhado, perfeitamente
polido, com grau de pureza superior a 98% (DIN 1725), espessura mínima de 0,4 mm, refletância
maior que 85% (DIN 5036), clareza de imagem igual ou superior a 95%. Deve possuir característica
de não atrair sujeiras (anti-estática). Como referência comercial: chapa de alumínio modelo 300 G
da Alanod, ou equivalente técnico que atenda rigorosamente a especificação.
As luminárias deverão ser ligadas por meio de rabichos confeccionados com cabo tripolar
de potência, isolação em PVC, anti-chama, seção nominal mínima # 1,5 mm², com fios de cobre,
encordoamento classe 2, têmpera mole, conforme NBR 7288, na cor preta, com 70 cm de
comprimento e tomada macho 2P+T, 15A, 250V. Para o condutor fase, usar fio preto; para o
condutor neutro, usar fio azul; o terceiro fio deverá ser verde e aterrado à carcaça do reator e
luminária, devendo-se manter a padronização das ligações nas demais luminárias. Os soquetes
serão anti-vibratórios com pivô para fixação por encaixe rápido, com núcleo giratório em 90°,
através de rotor de segurança. Possuirão mola em aço inox para se ajustar ao comprimento da
lâmpada, funcionando como estabilizador de posição; capacidade de até 600V/600W. Como
referência comercial: BJB ou STUCHI, ou equivalente técnico que atenda rigorosamente à
especificação.
O valor dos acessórios, lâmpadas, reatores, etc estão inclusos no valor do item.
•
Luminária embutir, corpo em chapa de aço tratado e pintura em epóxi branco,
refletor anodizado brilhante alta pureza, com 2 lâmpadas fluorescentes de 16W
Conforme item T-C Luminárias.
•
Luminária embutir, corpo em chapa de aço tratado e pintura em epóxi branco,
refletor anodizado brilhante alta pureza, com 2 lâmpadas fluorescentes de 32W
Conforme item T-C Luminárias.
•
Luminária sobrepor, corpo em chapa de aço tratado e pintura em epóxi branco,
refletor anodizado brilhante alta pureza, com 2 lâmpadas fluorescentes de 16W
Conforme item T-C Luminárias.
•
Luminária sobrepor, corpo em chapa de aço tratado e pintura em epóxi branco,
refletor anodizado brilhante alta pureza, com 2 lâmpadas fluorescentes de 32W
Conforme item T-C Luminárias.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
13
•
Luminária tipo arandela de sobrepor, corpo em chapa de aço tratado e pintura em
epóxi branco, refletor anodizado brilhante alta pureza, com 1 lâmpada fluorescentes
compacta de 16W
Conforme item T-C Luminárias.
•
Luminária sobrepor, corpo em chapa de aço tratado e pintura em epóxi branco,
refletor anodizado brilhante alta pureza, com 2 lâmpadas fluorescentes compactas
de 26W
Conforme item T-C Luminárias.
•
Luminária embutir, corpo em chapa de aço tratado e pintura em epóxi branco,
refletor anodizado brilhante alta pureza, com 2 lâmpadas fluorescentes compactas
de 26W
Conforme item T-C Luminárias.
Reator AFP- 220V duplo p/ lâmpada fluorescente
Todo reator será provido de invólucro incombustível. No caso de invólucro metálico, este
será protegido interna e externamente contra a oxidação, por meio de pintura, esmaltação,
zincagem ou processo equivalente. O reator deverá apresentar uma identificação durável, na qual
deverão constar, no mínimo, as seguintes características:
Nome ou marca do fabricante; tensão nominal de alimentação; corrente nominal de
alimentação; tipo de lâmpada a que se destina; potência nominal das lâmpadas; freqüência
nominal; esquema de ligações; fator de potência; máxima temperatura de operação do reator; data
da fabricação ou código (neste caso fornecer a parte, metodologia para identificação da data de
fabricação).
Tecnologia: totalmente eletrônica e sem que seus componentes estejam impregnados com
resina, de alta freqüência (20 KHz a 50KHz).
Fator de potência mínimo de 0,97.
Freqüência de alimentação: 60 Hz, (+/- 5%).
Fator de eficácia mínimo: 1,50 (Quociente entre o fator de fluxo luminoso do reator pela
potência total do conjunto).
Tensão de entrada: 220VAC, com variação de +/- 10%, mantendo o fluxo luminoso da
lâmpada inalterado para uma tensão variando na faixa determinada;
A taxa de distorção harmônica total (corrente) DHT: máximo de 10%.
Circuitos de proteção contra:
surtos
de tensão; sobreaquecimento;
interferência
eletromagnética e de rádio freqüência.
Referência comercial: OSRAM ou HELFONT MOTOROLLA, PHILIPS ou equivalente
técnico que atenda rigorosamente à especificação.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
14
As descidas dos condutores elétricos para os interruptores deverão ser feitas através de
eletrodutos.
As lâmpadas devem possuir certificação do INMETRO. Não serão aceitas lâmpadas sem
certificação.
•
Dutos
Duto perfurado perfilado em chapa de aço (38x38)mm
Será colocado dutos perfurados perfilados em chapa de aço conforme especificados em
projetos.
1.2.7.
Quadros
Quadro de Distribuição montado conforme desenho em anexo, de sobrepor auto portante,
construído em chapa de aço fosfatizado em chapa nº 14, com tratamento anti-corrosivo e
acabamento com tinta a base de poliuretano ou epóxi na cor cinza claro.
•
QL-EXTERNO (Completo), ver prancha 01.
Conforme especificação em projeto.
•
QF-AC-PAV.TÉRREO (Completo), ver prancha 02.
Conforme especificação em projeto.
•
QF-AC-PAV.SUP.1 (Completo), ver prancha 03.
Conforme especificação em projeto.
•
QF-AC-PAV.SUP.2 (Completo), ver prancha 03.
Conforme especificação em projeto.
•
QF-AC-AUDITÓRIO (Completo), ver prancha 02.
Conforme especificação em projeto.
•
QL-PAV. TÉRREO (Completo), ver prancha 02.
Conforme especificação em projeto.
•
QL-PAV. SUPERIOR (Completo), ver prancha 03.
Conforme especificação em projeto.
•
Quadro elétrico metálico uso ao tempo dimensões mínimas 1800x1600x200mm IP56, ver prancha 09.
Conforme especificações em projeto elétrico
Os quadros de energia serão de sobrepor conforme localização em projeto. Deverão ser
fabricados em chapa 16/14 USG, tratamento através de jateamento de areia pintura em epóxi, a
pó, com porta de trinco e fecho rápido e contra-porta.
Deverão ter barramentos monofásicos, bifásicos e trifásico (dependendo de cada quadro),
neutro e barra de terra dimensionados conforme projeto na capacidade indicada, os barramentos
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
15
deverão ter tamanho adequado a quantidade das ligações a ser executada e deverão ser pintadas
nas cores padronizadas pela ABNT. Os encostos dos batentes das portas serão protegidos pôr
guarnições vedadoras e protetoras da pintura.
Os equipamentos (chaves e bandeja para fusíveis, contactores e equipamentos de
comando, se existirem) deverão ser montados em perfilados metálicos ajustáveis nos sentidos
horizontal e vertical. Todos os circuitos e as respectivas sinaleiras de comando deverão ser
identificados através de etiquetas confeccionadas com material de longa durabilidade. Todos os
cabos deverão ser perfeitamente identificados com anilhas plásticas adequadas e todas as
conexões cabo/disjuntor deverão ser executadas com terminal tipo olhal na bitola adequada. Todos
os circuitos deverão ser perfeitamente identificados, em todos os equipamentos (disjuntores e
tomadas), através de etiquetas adesivas, confeccionadas com material de longa durabilidade e
máquina de etiquetar.
Estes quadros deverão ter todos os componentes para perfeito acabamento, tais como
anilhas, terminais, etiquetas, braçadeiras etc. Inserir canaletas ventiladas na parte interna dos
quadros para a organização na distribuição dos cabos.
Os equipamentos deverão ser apropriados para operar normalmente nas seguintes
condições:
Altitude.......................................................abaixo de 1000m
Temperatura máxima ambiente....................45° Celsius.
Temperatura média ambiente......................30° Celsius
Temperatura mínima ambiente....................10° Celsius
Clima..........................................................tropical úmido
Instalação.....................................................abrigada.
Todos os equipamentos deverão ser projetados, construídos e ensaiados de acordo com as
últimas revisões das normas aplicáveis da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Na
falta destas serão utilizadas as normas aplicáveis das seguintes organizações:
IEC-International Electrical Comission
•
Chave fusível indicadora unipolar CL tensão 15KV / 100A, ver prancha 09;
Deverão ser montados em perfilados metálicos ajustáveis nos sentidos horizontal e vertical.
Todos os circuitos e as respectivas sinaleiras de comando deverão ser identificados através de
etiquetas confeccionadas com material de longa durabilidade.
•
Haste terra copperweld 5/8’’x3,00m, ver prancha 08;
Deverá ser instalada haste de aterramento conforme projeto Elétrico.
•
Mufla unipolar interna para cabo até 70mm2, ver prancha 08;
Conforme indicação em projeto elétrico.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
16
•
Mufla unipolar externa para cabo até 70mm2, ver prancha 08;
Conforme indicação em projeto elétrico.
1.2.8.
Disjuntores:
Conforme cada diagrama unifilar detalhado no projeto Elétrico. Os demais
disjuntores deverão ser dotados de relés térmicos fixos para proteção contra sobrecargas e relés
eletromagnéticos fixos para proteção contra curto-circuito nas três fases.
Em todas as aplicações serão utilizados mini-disjuntores padrão DIN (norma IEC) de
diferentes capacidades, sendo proibido o uso de disjuntores do tipo NEMA, ver pranchas 07 e 08.
•
Disjuntores DIN acima de 100A
•
Características Técnicas:
•
Tensão máxima: 415 Vca
•
Capacidade de ruptura simétrica: 10 kA
•
Número de pólos: 3
•
Corrente nominal: conforme projeto e planilha orçamentária
•
Disjuntores tipo termomagnético em caixa moldada 1P, 2P ou 3P, com diversas
amperagens, padrão DIN.
1.2.9.
•
Características Técnicas:
•
Capacidade de ruptura (ICE 898) : 3 kA; IEC 947-2: 5kA
•
Número de pólos: 1, 2 e 3
•
Freqüência: 50/60 Hz
•
Curva de disparo: C
•
Tensão nominal de operação: monopolares 240VCA; bipolares e tripolares 415 VCA
•
Manobras elétricas: 4.000
•
Manobras mecânicas: 20.000
•
Grau de proteção: IP20
•
Fixação: Trilho DIN 35
•
Temperatura ambiente: - 25 ºC a + 55oC
•
Terminais para cabo: até 35 mm2 ou 2x 16 mm2
•
Toque de aperto dos terminais: 3Nm
Barramentos de Neutro da Rede, Terra:
O barramento instalado no quadro deverá ser de cobre eletrolítico com 99,90% de pureza,
estanhado e com furação dupla, conforme indicado no projeto do quadro fornecido, ver pranchas
07 e 08.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
17
A elevação máxima de temperatura acima do ambiente deverá ser de 30 graus Celsius,
para dimensionamento da corrente nominal. Para condições de curto circuito, a temperatura
máxima admissível será de 200 graus Celsius.
O barramento deverá ser dimensionado para as correntes e níveis de curto circuito
especificados em projeto.
O barramento neutro deverá ter a mesma seção das fases.
O barramento terra deverá ter a metade da seção das fases.
1.2.10. Barramentos de Fases:
Os barramentos de fase deverão ser padrão DIN, ref.5ST2 208, trifásicos, com isolamento
entre barras de 500V, para instalação de disjuntores fixados em trilhos DIN, montados
horizontalmente, ver pranchas 07 e 08.
1.2.11. Conexões:
O quadro deverá ser fornecido com todas as conexões internas entre barramentos,
equipamentos e bornes (Sack) terminais executadas, inclusive do barramento de NEUTRO e de
TERRA.
As conexões deverão ser executadas com parafusos, porcas, arruelas de pressão e
arruelas lisas, todos bicromatizados, que assegurem aperto mesmo em locais onde não houver
vibrações.
Em todos os pontos de derivações do barramento principal, as superfícies de contato
deverão ser estanhadas antes das ligações definitivas.
O quadro será fornecido com barramento de neutro isolado da carcaça deste com
isoladores em epóxi que deverão ser providos de furos, parafusos, porcas e arruelas, todos
bicromatizados, para conexão dos diversos ramais e do cabo neutro principal.
Toda a fiação interna será feita com condutores de cobre eletrolítico (conforme
especificação NBR 6880 da ABNT) e deverá possuir isolamento para 750 V, de composto
termoplástico.
As conexões internas deverão ser arranjadas de modo a atender a distribuição de fases
indicadas nas relações de cargas.
A temperatura máxima admissível do condutor deverá ser de 70 graus Celsius (do tipo PVC
70 da NBR 5410).
A bitola mínima dos condutores deverá ser de # 2,5 mm². Não será permitida emenda entre
blocos conectores e/ou equipamentos.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
18
Os blocos de conexão para ligação dos cabos alimentadores dos ramais deverão ter
isolamento para 600 V e contatos numerados, com capacidade para 20A no mínimo, tipo Sack,
para condutores de 16mm2 a 2,5 mm2, de acordo com os condutores utilizados.
1.2.12. Conectores Sack
O quadro deverá possuir conectores Sack em quantidade suficiente para que toda a
conexão externa de Fase, Neutro, Terra, e todos os circuitos de distribuição (F, N e T) possuam
conexões através de conectores individuais; conjuntos de 3 conectores para cada circuito de
distribuição para 16 mm2, 4mm2 e 2,5 mm2, conforme projeto apresentado de unidade.
Todos os condutores deverão ser identificados com o seu número dado nos diagramas
trifilares, por meio de anéis de identificação de plástico do tipo
OVALGRIP de fabricação HELLERMAN ou equivalente. Todos os circuitos deverão ser
identificados por meio de plaquetas próprias para tal finalidade.
A identificação dos circuitos deverá ser conforme os diagramas trifilares dos quadros
relacionados no projeto.
Todo painel deverá ter afixado à sua porta bolsa plástica contendo no seu interior o
diagrama trifilar e funcional do mesmo.
1.2.13. Diversos
•
Bucha e arruela de ferro galv. 3/4", 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 4”
As arruelas e buchas metálicas deverão ser em ferro galvanizado ou liga especial de
alumínio, cobre, zinco e magnésio e sempre empregadas nas uniões dos eletrodutos aos quadros
de distribuição e caixas de passagem. A finalidade das arruelas e buchas é eliminar as arestas dos
eletrodutos, que poderiam danificar a isolação dos cabos utilizados.
•
Tiros e pino de aço para fixação
•
As fixações serão parafusos e buchas do tipo S8 nylon de 8mm
•
Arame galvanizado para pesca
•
Arame galvanizado 16BWG diâm 1,6mm colocados em tubulações em que cabos
serão passados posteriormente
•
Abraçadeira tipo “D”, metálica 3/4", 1”, 1.1/4”, 1.1/2”, 2”, 4”
São acessórios destinados à fixação de eletrodutos a paredes, tetos ou outros elementos
estruturais. As abraçadeiras serão de aço galvanizado, com formato (tipo) adequado para o local
de instalação dos eletrodutos. Serão fixadas através de parafusos e buchas do tipo S8 nylon de
8mm
Caixa de passagem com tampa parafuso 100x100x80mm
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
19
1.3. Subestação aérea 150KVA c/ quadro medição/aterramento
Haverá uma substação aérea (ver prancha 08/09) cujo os equipamentos utilizado serão:
-Conectores
-Disjuntores
-Haste de terra
-Chave fusível indicadora
-Tubulação em cobre
-Tubulação em Pvc
-Pára raios
-Transformador
-Compostos Químicos
- Fios e cabos
_______________________________________________
OSVALDO HOLANDA DE ARAÚJO FILHO
ENGENHEIRO ELETRICISTA
CREA RPN: 060610952800116
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
20
2. REDE ESTRUTURADA / DADOS E VOZ
2.1. Introdução
As instalações lógicas deverão ser executadas de acordo com as normas da EIA/TIA 568-A
aplicáveis em cada item da instalação. Para os casos onde houver omissão, o instalador deverá
consultar o contratante para definição das soluções a serem adotadas.
A empresa contratada deverá contar em seu quadro funcional com profissionais
devidamente habilitados e ferramental adequado para cada tipo de serviço.
Todos os materiais e equipamentos especificados no projeto, deverão ser sempre novos, de
linha profissional com qualidade superior, e deverão ser fornecidos, entregues e montados de
acordo com as melhores técnicas para execução de cada um destes serviços.
O CONSTRUTOR deverá fornecer os serviços de supervisão e técnico com experiência
comprovada para este tipo de atividade, e que estará permanentemente responsável pela
instalação, supervisionando o trabalho dos demais operários especializados nas suas funções.
A responsabilidade técnica pela montagem das instalações é do instalador. Para tanto
deverá recolher ART (ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA DO CREA), relativo à
execução das instalações de comunicação e encaminhar a terceira via ao contratante.
Ao final da obra, no recebimento das instalações, o CONSTRUTOR deve entregar a
seguinte documentação ao PROPRIETÁRIO:
a - ART de execução das instalações;
b - Jogo de plantas da instalação com informações "COMO CONSTRUÍDO" (AS BUILT) das
modificações feitas;
c - Relatório de Certificação de todo cabeamento, de acordo com a EIA/TIA NORMAS: NBR
5410; NBR 14565, EIA/TIA 568-A
.
O sistema consiste em um conjunto de pontos de atendimento, denominados
ESTAÇÕES, alocados conforme projeto, interligados a um distribuidor central da rede de
dados/voz localizado no ambiente denominada sala de servidores no pavimento superior, ver
prancha 03. No pavimento térreo encontra-se o distribuidor geral de voz, onde será feito a conexão
com o cabo de voz da concessionária e o cabo interno da edificação, ver prancha 01 e 02.
Cada estação é composta por 01 (uma) ou 02 (duas) tomadas tipo RJ-45 fêmea (verificar
em planta baixa), para utilização de dados e/ou voz.
O distribuidor central, consiste em rack metálico padrão 19" de 16U, no qual serão alocados
equipamentos passivos e ativos compostos por, patch panel, switch, roteador e modem.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
21
Cada estação possui uma janela correspondente, dentro do rack concentrador, consistindo
em uma tomada RJ-45 do switch as estações, conforme diagrama conceitual;
A interligação das estações às respectivas janelas de RJ-45, no rack concentrador, é
implementada, através de crimpagem em ambas extremidades, com cabos UTP 4 pares, categoria
6, instalados em infraestrutura metálica do tipo eletrocalha, perfilado e/ou e/ou eletroduto aparente
sobre as lajes e/ou forro falso ou embutido nas alvenarias e/ou piso;
No rack, as estações são agrupados nos switch;
A conexão de equipamentos de informática a rede é obtida pela conexão das janelas do(s)
switch para as janelas dos equipamentos ativos, através de cordões ultraflexíveis, confeccionados
com cabo UTP- 4 pares na cor azul, 8 fios, categoria 6 e conectores RJ45 macho em ambas as
extremidades, devidamente certificados;
Quando a tomada for executada no piso a mesma será instalada em caixa de tomada
embutida;
Os circuitos de dados devem ser identificados em suas extremidades, no cabo UTP,
adjacente ao ponto de crimpagem, com rotulador de fita flexível e adesiva ou anilhas enumeradas.
É vedado o uso de rotex, empregando-se a numeração definida em projeto;
Os encaminhamentos de todos os percursos internos de cabos UTP´s no rack de dados
serão implementados por meio de guias de cabos verticais e horizontais, devidamente amarrados
com abraçadeiras ou costurados com cola de silicone.
Os percursos dos cordões flexíveis na parte frontal do rack ocorrerão sempre no interior de
guias de cabos horizontais, fornecidos na razão de uma peça para cada switch e equipamentos
ativos, previstos em projetos.
As tomadas elétricas das estações serão do tipo 2P+T, universal, alimentadas a partir de
quadro de luz e força escolhidos para esse fim. As tomadas para estação de trabalho terão miolo
na cor vermelha.
As emendas de cabos elétricos, quando ocorrer, serão sempre executadas em caixas de
passagem ou derivação, devendo ser estanhadas e isoladas com fita de alta fusão coberta por fita
isolante;
Todos os componentes metálicos do sistema (rack, quadros, eletrocalhas e perfilados)
deverão ser devidamente aterrados a partir do barramento de terra do QL-PAV.SUP.
A rede local será identificada como um todo, com o emprego de plaquetas de acrílico, fundo
azul letras amarelas, espessura máxima de 1mm, independentemente das demais identificações
requeridas, conforme a seguir:
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
22
2.2. Estações:
- Plaquetas nas dimensões 25x8mm, acima de cada RJ-45, com as inscrições T01,
T02, etc
- Plaquetas nas dimensões 25x8mm, acima da tomada tripolar, com as inscrições C-01,
C-02, etc;
Todos os circuitos elétricos da rede de informática partirão de um quadro de distribuição,
em tensão monofásica 127VAC, fase, neutro e terra com bitola 2,5mm2 em cabo flexível
encordoamento classe 5.
Todas as tomadas elétricas nas estações de trabalho serão do tipo 2P+T/10 A – 250V, com
fase do lado direito e neutro no lado esquerdo.
Todos os cabos das instalações elétricas/dados deverão ser identificados com etiquetas
auto-lamináveis resistentes a ação de enceradeira/aspirador, de forma visível em seu corpo.
Não serão permitidas emendas elétricas em cabos de dados/voz/imagem.
As emendas em cabos elétricos só serão executadas quando necessário e neste caso,
deverão ser soldadas e isoladas com fita do tipo auto-fusão. Não serão admitidas emendas nos
alimentadores.
Codificação de cores em cabos elétricos:
Fase – vermelho
Neutro – azul claro
Terra – verde
Para instalações de melhoria de aterramento com hastes e cabos, só serão aceitos
emendas com solda exotérmica.
A rede local de dados é do tipo ETHERNET com cabo par trançado, não blindado, UTP,
categoria 6 (250Mbps), 04 (quatro) pares, padrão 100baseTX, 24 AWG, na cor azul, podendo ser
aceito outro, desde que se mantenha toda a instalação dentro de um mesmo padrão.
Toda estação de trabalho será atendida por 01 (uma) ou 02 (duas) tomadas modulares 08
(oito) pinos, padrão RJ45, destinadas, a princípio, uma para dados e outra para telefonia.
Todos os pontos da rede estruturada serão numerados por rack concentrador, iniciando-se
em 01(um) até o número de tomadas existentes.
No caso de existirem fontes geradoras de campos eletromagnéticos próximos as
instalações lógicas, deve-se manter a distância mínima de 30cm a fim de assegurar a integridade
das informações que passam pelo cabo.
O eletroduto, canaleta deverão estar servindo para roteamento do cabeamento estruturado.
É exigido a certificação da rede a qual contemplará, no mínimo, os seguintes testes com
registro em arquivo magnético e impressos: continuidade, ligação identificação, polaridade, curtoMemorial Descritivo – Projeto Executivo
23
circuito e atenuação de sinal, devendo ser os mesmos realizados e impressos com testador de
cabos UTP Cat. 6, tipo penta scanner. Referidos testes deverão comprovar o atendimento ao
padrão EIA/TIA-568A, Cat. 6.
Para cada estação de trabalho deverão ser fornecidas duas extensões (Line cord) com
moldagem de fábrica de 2,50m de comprimento com conector RJ45 em cada extremidade.
Os disjuntores (monopolar, bipolar ou tripolar) a serem instalados, deverão possuir portasetiqueta incorporado que permita até três linhas de texto e utilize a largura total do disjuntor, para
identificação clara e permanente dos circuitos.
As características e descrições de materiais e serviços a seguir deverão ser rigorosamente
observadas e são de natureza OBRIGATÓRIA. Os quantitativos deverão estar de conformidade
com os projetos apresentados, e são parte integrante deste Caderno, observando o item pertinente
do referido instrumento.
Todos os circuitos lógicos da rede local serão certificado em categoria 6, com SCANNER de
procedência idônea, contemplando todos os testes de parâmetros previstos na norma EIA/TIA 568,
e, dos resultados obtidos, serão emitidos 02 (duas) vias de relatórios assinados pelo engenheiro
responsável e entregues à FISCALIZAÇÃO.
O sistema de telefonia, é composto em um gabinete denominado DG, consistindo em um
quadro padrão de telefonia, nas dimensões de projeto, confeccionado com blocos padrão BLI-10,
sendo um para linhas diretas e outro para ramais da central telefônica;
No DG, as linhas diretas destinadas à central telefônica são interligadas a essa última
através de cordões ultraflexíveis de cabos UTP – 25p na cor azul ou branca, categoria 5e;
A central telefônica será instalada em rack aberto dentro da sala de servidores e interligada
ao centro de distribuição geral de telefonia do prédio (DG), localizado também na sala de
servidores no pavimento térreo.
2.3. Serviços
2.3.1.
Passagem de Cabos
Pares Trançados não-Blindados (UTP), Categoria 6
a) 04 (Quatro) Pares
Serão lançados cabos de pares trançados não-blindados (UTP), categoria 6, saindo
do rack concentrador dos pavimentos e chegando a área de trabalho nos locais onde serão
instaladas as tomadas fêmeas.
No lançamento dos cabos de pares trançados não-blindados (UTP), categoria 6,
serão observados os requisitos listados na norma EIA/TIA-568 A e 606 relativos a:
Raio de curvatura mínimo;
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
24
Limites de distância;
Espaço livre nos dutos após o lançamento de todos os cabos;
Proteção dos cabos quanto à tracionamento excessivo, prensagem, torções ou
pisoteamento;
Fixação adequada.
b) 25 (Vinte e cinco) Pares( voz)
A partir do rack 44U( voz) da sala de servidores aos rack de pavimento.
2.4. Conectorização
Pares Trançados não-Blindados Cabos UTP, Categoria 6
a) 04 (Quatro) Pares
Serão conectorizados nos patch panel instalados nos rack´s concentradores de pavimento e
nas tomadas fêmeas instaladas na Área de Trabalho, de acordo com as especificações das
normas, utilizando-se o padrão ANSI-EIA/TIA 568-A, esquema de pinagem T568A.
O conjunto de ferramentas a serem utilizadas deve conter:
- Alicate de crimpagem;
- Ferramenta de inserção (Punchdown);
- Ferramenta de impacto para Blocos IDC-110;
- Alicate de desencapamento de cabos de pares trançados não-blindados (UTP),
categoria 6;
2.5. Identificação
1) Pares Trançados não-Blindados, Categoria 6
Os pontos da rede lógica (dados e voz) conectados nos patch panel instalados no rack e em
cada tomada fêmea na área de trabalho, deverão ser identificados por um ícone (etiqueta autoadesiva), observando a norma ANSI-EIA/TIA-606, com numeração seqüencial e correspondente,
que indicará a disponibilidade de dados, imagem ou voz naquele ponto.
2.6. Certificação
O sistema de cabeamento deverá ser certificado de acordo com as recomendações das
normas abaixo:
ANSI-EIA/TIA 568-A
TSB-67, Nível II e Nível IIE
ANSI-EIA/TIA 526-14 – OFSTP-14
1) Cabos de Pares Trançados não-Blindados
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
25
O sistema de cabeamento estruturado será testado e certificado para categoria 6, tráfego de
dados a taxa de, no mínimo, 250Mhz de freqüência, em consonância com os valores permitidos
para cada Parâmetro, observando as normas mencionadas, utilizando equipamento adequado
(Scanner de Rede WireScope, MicroTest, Datacom, Wavetek ou Fluke).
2.7. Parâmetros
Os equipamentos a serem utilizados na verificação/certificação do sistema de cabeamento
deverão permitir a medição dos indicadores abaixo:
1) Pares trançados não-blindados (UTP)
- Comprimento;
- Atenuação;
- Impedância;
- Crosstalk (NEXT);
- WireMap;
- PowerSum;
- ACR
Deverão ser testados todos os pontos de tomada na Área de Trabalho, incluindo line cords
e patch cords (Testar Canal).
2.8. Documentação
Ao final da obra, a Empresa responsável deverá fornecer ao DPF a documentação a seguir,
em meio magnético e impresso, sendo que as plantas deverão estar em formato acessível pelo
AUTOCAD 2000 rodando em ambiente Windows Xp. Abaixo os ítens:
2.9. Desenho do Projeto
- Infra-estrutura lógica;
- Indicação de todas as localizações dos pontos lógicos e suas identificações;
- Indicação das localizações dos equipamentos e suas identificações;
- Indicação dos trajetos dos cabos utilizados na implantação.
2.10.
Resultados dos Testes de Scanner
- Resultado dos testes realizados, da tabela de medições de cabos e identificação dos
equipamentos.
2.11.
Especificações técnicas dos materiais
•
Rack 19 polegadas fechado;
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
26
Tipo: Estrutura fechada 19 polegadas, quatro pernas (ver projeto), altura 16 Us, com régua
dupla de 4 tomadas 2P + T (mínimo), 4 bandejas, com réguas de anéis guia, conforme indicado em
diagramas e detalhes em projeto;
Fabricante: Fayser, Gral Metal, Taunus ou equivalente;
Aplicação: Para colocação de equipamentos ativos e painéis distribuidores (blocos de
Patch Panels) em salas de Telecomunicações e salas de Equipamentos, onde os equipamentos
ficarão protegidos;
•
Organizadores de Cabos;
Tipo: Olhal aberto 19 polegadas, ou fechado para montagem em rack, altura 1 U ou 2
U, conforme indicado em projeto; Fabricante: Lucent / AT & T, Furukawa, Gral Metal, Taunus ou
equivalente;
Aplicação: Organização dos cabos e Patch Cords junto aos painéis distribuidores;
•
Cordão RJ 45/ RJ 45;
Tipo: Cordão (Patch Cord) extra-flexível com conectores RJ 45 se a montagem de
Patch Cords com o uso de condutores semi-flexíveis (multi-fios), desde que o conector macho RJ
45 das extremidades seja protegido por capa protetora;
Fabricante: Lucent / AT & T, Furukawa, Siemon, AMP ou equivalente;
Aplicação: Para a interligação entre a estação e a tomada de saída;
•
Cabo de Comunicação
Tipo: Cabo de pares de cobre trançados, não blindado, fios sólidos, categoria 6, para uma
freqüência de operação igual ou superior a 250 MHz, impedância característica 100 Ohms, para
taxas de transmissão de até 1GBPS, testados com a tecnologia Power Sum, com 4 pares ou com
25 pares, conforme projeto;
Fabricante: Lucent / AT & T, Furukawa, Siemon, Belden, AMP, Alcatel ou equivalente;
Aplicação: Para a ligação estruturada e permanente entre tomadas de saída e painéis
distribuidores no cabeamento horizontal, e entre diferentes distribuidores no cabeamento vertical;
•
Tomada de Comunicação;
Tipo: Padrão RJ 45, 8 pinos, com contatos banhados a ouro, espessura mínima de 30
micra, em módulo único com tampa de proteção, categoria 6, testada com a tecnologia Power
Sum, que permita o destrançamento máximo dos cabos em 1,2 mm no padrão de pinagem 568 A,
contatos traseiros padrão IDC 110 com capa protetora;
Fabricante: Lucent / AT & T, Furukawa, Siemon, AMP, Krone, Infraplus ou equivalente;
Aplicação: Para a constituição de pontos de saída junto as áreas de trabalho;
•
Eletroduto com Acessórios;
Tipo: Eletroduto em PVC rígido, pesado, roscável;
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
27
Fabricante: Tigre, Tupy ou Fortilit;
Aplicação: Passagem de cabos elétricos, dados e de telefonia.
•
Buchas, arruelas e boxes;
Tipo: Acessórios para eletrodutos fabricados em liga metálica;
Fabricante: Wetzel, Moferco ou equivalente;
Aplicação: Para terminação de eletrodutos em caixas, calhas e suportes diversos;
•
Acessórios de Fixação para Dutos;
Tipo: Tirantes, vergalhões, abraçadeiras e suspensões em ferro galvanizado;
Fabricante: Mopa, Sisa, Bandeirantes ou equivalente;
Aplicação: Suporte e fuxação de eletrodutos, calhas, canaletas e perfilados.
•
Eletrocalhas e Perfilados com Acessórios;
Tipo: Em chapa galvanizada c/tampa de pressão ou aparafusada, acabamento a fogo,
acessórios de conexão tipo curva horizontal, curva vertical, derivação, redução concêntrica, etc;
Fabricante: Mopa, Sisa, Bandeirantes ou equivalente;
Aplicação: Suporte para cabos dos circuitos de energia e de comunicação, sobre o
forro, com dimensões indicadas;
•
Caixa de Passagem;
Tipo: Em chapa metálica, dimensões indicadas em projeto, conforme a aplicação;
Fabricante: Taunus, Cemar ou equivalente;
Tipo: Em alumínio fundido, com tampa vedada a prova de água e detritos, dimensões
indicadas em projeto, conforme a aplicação;
Fabricante: Wetzel, Moferco ou equivalente
Aplicação: Para passagem de cabos;
•
Quadro Telefônico;
Tipo: Em chapa metálica, dimensões indicadas, de sobrepor/embutir, conf.detalhe em
projeto;
Fabricante: Taunus, Cemar ou equivalente;
Aplicação: Quadro de distribuição dos cabos telefônicos e alojamento dos blocos
distribuidores;
•
Terminal de Pressão Pré-isolado;
Tipo: Terminal tipo anel, espessura 0,81mm, para cabos bitola 2,5mm2, em cobre
eletrolítico
revestido de estanho por processo de eletrodeposição;
Fabricante: AMP, Intelli, Magnet ou equivalente;
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
28
Aplicação: Terminação de cabos flexíveis;
•
Fita Isolante;
Tipo: Fita anti-chama convencional e auto fusão;
Fabricante: Pirelli ou equivalente;
Aplicação: Isolamento de emendas de cabos elétricos;
•
Filtro de Linha;
Tipo: Módulo protetor contra surtos, tensão 127 ou 220 V (conforme projeto), com 4
tomadas (mínimo) padrão NEMA 5 - 15R, cordão de 3 metros e plugue padrão 5-15P;
Desenho elétrico: 2 condutores protegidos, tempo de resposta zero no modo comum,
corrente de pico admissível (modo comum e transverso), em onda padrão 8x20 micro segundos
igual a 12 KA (127 Volts) ou 10 KA (220 Volts), corrente de consumo normal de 15 A protegida por
disjuntor monofásico ou bifásico (conforme a rede), filtro de EMI/RFI com atenuação melhor que 30
DB de 0,1 a 1 MHz, tensão máxima de condução para 1 MA de 360 Volts /150 Volts ou 500
Volts/220 Volts, proteção contra inversão de polaridade por disjuntor ou fusível em ambas as fases
e indicação por Led, indicação por Led de tomadas energizadas, com garantia mínima de 3 anos;
Fabricante: Intelli / Elematti, APC, Scintilla ou Clamper;
Aplicação: Para ligação entre as tomadas de energia e os equipamentos a serem
protegidos, o módulo ficará solto, junto a área de trabalho, devendo resistir ao pisoteamento, sendo
uma unidade para cada tomada elétrica associada a uma RJ 45, para equipamentos ligados
diretamente ao No break, e onde não for necessária a multiplicação de tomadas, o uso do filtro fica
dispensado.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
29
3. CFTV
3.1. Introdução
O sistema de CIRCUITO FECHADO DE TV tem como objetivo a monitoração visual do
estacionamento, de áreas de acesso ao público em geral, bem como áreas restritas e guaritas de
acesso, ver pranchas 04 e 05.
A monitoração será efetuada por um sistema de circuitos fechado de TV com telecâmeras
supervisionadas e comandadas pelos operadores das consoles de TV de vigilância e de plantão.
Esse sistema incorpora as seguintes facilidades:
Permitir visualização continua de áreas sensíveis;
Possibilitar a gravação de imagens de áreas selecionadas:
Fornecer imagem de todas as posições de inspeção de funcionários, público geral e
pertences.
Este documento visa o estabelecimento das condições técnicas necessárias à elaboração
do projeto do Sistema de CIRCUITO FECHADO DE TV Vigilância (CFTV), bem como da
documentação dos serviços relacionados aos equipamentos supra mencionados.
3.2. Descrição e caracterização preliminares
Para esse sistema foi projetada uma solução de monitoramento remoto por câmeras IP’s
alimentadas diretamente pelo cabeamento da rede estruturada - cabos metálicos (UTP) Cat. 6.
O CFTV, será composto por um conjunto integrado, constituído de 17 (dezesete) câmeras
ip’s fixas e móveis (dome) e um micro computador servidor padrão rack 19”, o qual acomodará o
software específico para o monitoramento, armazenamento e gerenciamento do sistema com
autonomia de gravação para um período mínimo de 30 (trinta) dias. Sendo 13 (treze) câmeras no
pavimento térreo e 04 (quatro) no pavimento superior.
Para o cálculo de espaço de armazenamento os seguinte parâmetros foram adotados:
Cenário: Muitos detalhes, movimento médio e externo
Gravação por movimento de software
Dias de gravação: 30 dias
Compressão: H.264
Resolução: 1280x720
FPS: 30
Qualidade; Compressão Média
Bitrate: 192kbps
Estimativa média de movimento: 90%
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
30
Para esta solução o armazenamento (storage) deverá ser de no mínimo 7,62Tb, adotando
valores comerciais de storage o recomendado será de 8Tb.
A contratada deverá executar o projeto, fornecendo e instalando todos os materiais
necessários para a implantação integral do mesmo, obedecendo ao que determina tal projeto, de
forma a entregar o sistema em pleno funcionamento, adequado as necessidades do órgão.
Além dos equipamentos, deverão ser fornecidos e instalados todos os softwares
necessários ao completo funcionamento do sistema.
A contratada deverá fornecer ao final dos trabalhos um treinamento, sem custo adicional,
para a equipe técnica da contratante, para uso e operação do sistema.
3.3. Servidor de CFTV 19”
3.4. Rack 19”
•
Rack 19 polegadas fechado;
Tipo: Estrutura fechada 19 polegadas, quatro pernas (ver projeto), altura 32 Us, com
régua dupla de 4 tomadas 2P + T (mínimo), 4 bandejas, com réguas de anéis guia, conforme
indicado em diagramas e detalhes em projeto;
Fabricante: Fayser, Gral Metal, Taunus ou equivalente;
Aplicação: Para colocação de equipamentos ativos e painéis distribuidores (blocos de
Patch Panels) em salas de Telecomunicações e salas de Equipamentos, onde os equipamentos
ficarão protegidos;
3.4.1.
Processador
Processador: Intel® Xeon® da série de produtos E5-2400
Soquetes de processador: 2
Interconexão interna: Link Intel QuickPath Interconnect (QPI): 6,4 GT/s; 7,2 GT/s; 8,0 GT/s
Cache: 2,5 MB por núcleo; opções de núcleo: 4, 6, 8
3.4.2.
Sistema operacional
Microsoft® Windows Server® 2012
Microsoft Windows Server 2012 Essentials
Microsoft Windows Server 2008 R2 SP1, x64 (inclui Hyper-V® v2)
3.4.3.
Opções de virtualização:
Citrix® XenServer®
VMware® vSphere® ESX™ e ESXi™
Red Hat Enterprise Virtualization®
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
31
3.4.4.
Chipset
Intel C600 series
3.4.5.
Memória RAM
Até 384 GB (12 slots DIMM) DDR3 de 2 GB/4 GB/8 GB/16 GB/32 GB até 1600 MT/s
Storage
3.4.6.
Armazenamento interno máximo:
Até 16 TB
3.4.7.
Compartimentos de unidade
Até oito unidades SSD, SAS ou SATA de 2,5” com conector automático, ou até quatro
unidades SAS, SATA ou SSD de 3,5” com conector automático
3.4.8.
Slots
2 slots PCIe:
Com dois processadores:
Um slot PCIe x16 com largura de banda x16, meio comprimento, meia altura
Um slot PCIe x16 com largura de banda x16, meio comprimento, altura completa
Com um processador:
Um slot PCIe x8 com largura de banda x4, meio comprimento, meia altura
Um slot PCIe x16 com largura de banda x16, meio comprimento, altura completa
3.4.9.
Controlador de rede
Placa de rede incorporada:
LOM Broadcom® 5720 de 1 Gbit e duas portas
Opções de adaptador de E/S:
Ethernet de 1 Gbit:
Placa de rede Broadcom 5720 de 1 Gbit de porta dupla
Placa de rede Broadcom® 5719 de 1 Gbit e quatro portas
Adaptador vertical Intel I350 de 1 Gbit de porta dupla
Adaptador vertical Intel I350 de 1 Gbit de quatro portas
Ethernet convergente de 10 Gbit:
CNA Brocade® BR1020 de 10 Gbit e duas portas
DA/SFP+ QLogic® QLE8262 de 10 Gbit de porta dupla
CNA Base-T Broadcom 57810S de 10 Gbit de porta dupla
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
32
CNA DA/SFP+ Broadcom 57810S de 10 Gbit de porta dupla
Ethernet de 10 Gbit:
Adaptador de servidor DA/SFP+ Intel X520 de 10 Gbit de porta dupla
Adaptador de servidor Base-T Intel X540 de 10 Gbit de porta dupla
HBA FC8/FC4:
HBA FC QLogic QLE2460 de 4 Gbit de porta única
HBA FC QLogic QLE2462 de 4 Gbit de porta dupla
HBA FC QLogic QLE2560 de 8 Gbit de porta única
HBA FC QLogic QLE2562 de 8 Gbit de porta dupla
HBA Emulex® LPe-12000-E FC de 8 Gbit e porta única
HBA FC Emulex LPe-12002-E de 8 Gbit de porta dupla
HBA FC Brocade 815 de 8 Gbit de porta única
HBA FC Brocade 825 de 8 Gbit de porta dupla
3.4.10. Alimentação
Fontes de alimentação de 550 W e 350 W de eficiência Platinum
Fonte de alimentação de 550 W com cabo de eficiência Silver
Fontes de alimentação de variação automática
3.4.11. Disponibilidade
Fontes de alimentação de alta eficiência, redundantes e com conector automático, discos
rígidos com conector automático, TPM, suporte a SD interna dupla, tolerância à falha do ventilador,
tampa frontal opcional, etiqueta de bagagem, memória ECC, tela de LCD interativa; compatível
com ENERGY STAR®
3.4.12. Chassi
Formato:
rack de 1 U
3.4.13. Gerenciamento
Gerenciamento remoto:
Gerenciamento básico (padrão)
iDRAC7 com Lifecycle Controller
iDRAC7 Express (atualização), iDRAC7 Enterprise (atualização), mídia vFlash de 8 GB
(atualização), mídia vFlash de 16 GB (atualização)
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
33
3.4.14. Gerenciamento de sistemas:
Compatível com IPMI 2.0
Dell OpenManage™ Essentials e Dell Management Console
Dell OpenManage Power Center
Dell OpenManage Connections:
OpenManage Integration Suite para Microsoft® System Center
Plug-in da Dell para VMware® vCenter™
HP Operations Manager, IBM Tivoli® Netcool®, e CA Network e Systems Management
3.5. Switch 24 portas 10/100/1000 com PoE:
3.5.1.
Especificações técnicas mínimas:
Switch de 24 portas Ethernet com velocidades 10/100/1000Mbit/s Camada 2 c/ roteamento
estático
3.5.2.
Arquitetura:
Permitir instalação em gabinete de 19" (dezenove polegadas).
LEDs de identificação de atividades de status do sistema, de cada porta.
Fonte de alimentação AC de 110/220 V, 60 Hz, com chaveamento automático;
Possuir altura de no máximo 1U (1 unidade de Rack).
Suportar operação normal em temperaturas até 40°C.
3.5.3.
Conectividade:
Possuir 24 portas Gigabit Ethernet 1000Base-T autosense com conectores RJ-45 segundo
os padrões IEEE 802.3ab e compatíveis com Fast Ethernet 1000BASE-TX no padrão IEEE 802.3u;
Implementar o protocolo 802.3af (Power Over Ethernet) em todas as 24 portas, não será
aceito a utilização de módulos injetores externos para atingir este fim;
Possuir, no mínimo, 4 (quatro) SFP Gigabit Ethernet 1000Base-X, para inserção de módulos
do tipo Mini-GBIC, sendo admitido o compartilhamento com portas exigidas no item anterior;
Possuir porta de console para ligação direta e através de terminal RS-232 para acesso à
interface de linha de comando. Poderá ser fornecida porta de console com interface USB;
Deverá ser fornecido cabo de console compatível com a porta de console do equipamento
3.5.4.
Desempenho:
Capacidade de comutação de no mínimo, 60 (sessenta) Gbps;
Capacidade de encaminhamento de pacotes de, no mínimo, 50 (cinquenta) Mpps;
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
34
Deverá possuir tabela de endereços MAC criada de forma automática, por mecanismo de
auto-aprendizagem, com capacidade para, no mínimo, 8000 (oito mil) endereços e cada porta do
switch deverá suportar múltiplos endereços MAC;
3.5.5.
Funcionalidades:
Implementar as seguintes funcionalidades/padrões:
Suportar a criação de no mínimo 16 rotas IP estáticas ou dinâmicas;
Padrão IEEE 802.3x (Flow Control);
Padrão IEEE 802.1d (Spanning Tree);
Padrão IEEE 802.1w (Rapid Spanning Tree);
Padrão IEEE 802.1s (Multiple Spanning Tree);
Padrão IEEE 802.3ad (Link Aggregation)
Padrão IEEE 802.1p (CoS – Class of Service);
Padrão IEEE 802.1x (Network Access Control);
VLANs segundo o padrão IEEE 802.1q, com suporte a no mínimo 255 VLANs ativas
simultaneamente;
Suportar o protocolo IGMPv3 e, opcionalmente, IGMPv1 e IGMPv2;
Suportar MLD (IPV6 Multicast Listener Discovery);
DHCP snooping ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não
autorizados na rede;
DHCP relay e server;
Espelhamento do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única
porta;
Espelhamento do tráfego de entrada e saída de múltiplas vlans do switch em uma única
porta;
Supressão de broadcast;
Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) ;
Implementar o protocolo LLDP (IEEE 802.1ab)
Permitir a configuração de endereços IPv6 para gerenciamento;
Permitir consultas de DNS com resolução de nomes em endereços IPv6.
Implementar ICMPv6 com, no mínimo, as seguintes funcionalidades: ICMP, request, ICMP
Reply, ICMP Neighbor Discovery Protocol (NDP), ICMP MTU Discovery.
Implementar protocolos de gerenciamento Ping, Traceroute, Telnet, SSH, SNMP, SYSLOG,
TFTP, RADIUS e DNS sobre IPV4 e IPv6.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
35
Implementar mecanismo de Dual Stack (IPv4 e IPv6), para permitir migração de IPv4 para
Ipv6.
O switch fornecido deve suportar empilhamento. O empilhamento deve ser feito através de
cabo dedicado e não deve consumir interfaces de Rede. Caso o Switch possua a funcionalidade
através de módulo adicional, esse não deverá ser fornecido;
Deve suportar pilha de switches a ser gerenciada como uma entidade única e através de um
único endereço IP.
3.5.6.
Qualidade de Serviço:
Limitação de tráfego bidirecional (entrada e saída) com granularidade máxima de 1 Mbps,
por porta.
Implementar funcionalidades de controle e limitação de tráfego com garantia de banda por
classe de serviço.
Implementar classificação e marcação de pacotes baseada em endereço de origem.
Implementar classificação e marcação de pacotes baseada em porta de origem.
Implementar classificação e marcação de pacotes baseada em endereço de destino.
Implementar classificação e marcação de pacotes baseada em porta de destino.
Implementar classificação e marcação de pacotes baseada em marcação DSCP.
Implementar classificação e marcação de pacotes baseada em marcação IP Precedence.
Implementar classificação e marcação de pacotes baseada em CoS (“Class of Service” –
nível 2).
3.5.7.
Segurança:
Controle de acesso por porta segundo o padrão IEEE 802.1x, com configuração dinâmica
da VLAN do usuário autenticado.
Configuração automática de VLAN de quarentena para a porta de dispositivos/usuários
autenticados no padrão IEEE 802.1x.
Caso o microcomputador a ser conectado não possua cliente IEEE 802.1x, o switch o
posicionará em uma VLAN default.
Autenticação de dispositivos baseado no endereço MAC, via servidor RADIUS.
Limitação de endereços MAC por porta. Os endereços MAC podem ser aprendidos
automaticamente ou configurados manualmente.
Listas de controle de acesso (ACLs), ou funcionalidade similar, baseadas em endereços
MAC de origem e destino, endereços IP de origem e destino, portas TCP e UDP, hora e dias da
semana e portas física Ethernet do switch;
Implementar definição de grupos de usuários, com diferentes níveis de acesso;
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
36
Permitir controle de comandos para usuários ou grupos de usuários no equipamento;
Possibilidade de acesso através de autenticação RADIUS (RADIUS Client).
Possui suporte a autenticação TACACS+ ou RADIUS, para acesso a console do
equipamento e Telnet. (RFC 1492);
Implementar autenticação centralizada em um servidor de dispositivos baseado no
endereço MAC;
3.5.8.
Gerenciamento e Configuração:
Implementar os seguintes protocolos e funcionalidades de gerenciamento:
Secure Shell (SSHv2);
SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e/ou criptografia;
CLI (Command Line Interface);
Syslog;
Gerenciamento por meio de interface gráfica (web browser);
FTP (File Transfer Protocol) ou TFTP (Trivial File Transfer Protocol);
NTP (Network Time Protocol) ou SNTP (Simple Network Time Protocol);
Permitir o download e o upload das configurações;
Gerenciamento de firmware e configuração;
Suportar o protocolo HTTPS.
3.6. Software
3.6.1.
Sistema de Monitoramento, Gerenciamento e Gravação de Imagens
Deverá ser fornecido na versão mais completa e robusta que compreenda todos os recursos
disponíveis do fabricante/desenvolvedor oferecendo total gerenciamento para ilimitadas câmeras e
dispositivos de alarme, ideal total controle sobre o projeto de segurança, garantindo alto
desempenho, confiabilidade e escalabilidade.
O Sistema deverá permitir a utilização de vários modelos de Câmeras IP e Servidores de
Vídeo de diversos fabricantes, possibilitando assim a escolha do conjunto de hardware que melhor
atende as necessidades do cliente.
Deve proporcionar escalabilidade para expansões futuras, sem nenhuma limitação de
recursos do software.
O Sistema deverá atender necessariamente os seguintes recursos:
3.6.2.
Arquitetura
Arquitetura Cliente / Servidor e Multi-Tarefa
Suporte a ilimitadas câmeras por servidor
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
37
Suporte a ilimitadas placas de alarme ethernet por servidor
Suporta diversos modelos de câmeras IP e servidores de vídeo
Permite acesso remoto, sem limite de conexões por servidor
Permite visualização de câmeras de diversos servidores na mesma tela
Possui sistema de Multi Streaming, que permite o monitoramento ao vivo com configurações
diferenciadas da gravação.
Possui sistema de Filtros de IPs
3.6.3.
Gravação
Suporta gravação contínua, por detecção de movimento e por eventos
Permite aumentar a taxa quadros de gravação na detecção de movimento
Possui agendamento de transmissão e gravação
Sensor de movimento permite controle de áreas sensíveis ao movimento
Possui buffer de pré e pós alarme para até 60 segundos de vídeo
Possui sistema de gerenciamento automático de disco
Possui sistema de certificado digital para autenticação das imagens gravadas
Possibilita a gravação em rede
Possui sistema de arquivamento de gravações (Para armazenamento externo)
3.6.4.
Controle de Usuários
Suporte a ilimitadas contas de usuário
Possui rígido controle de direitos de usuários
Possui controles como bloqueio e data de expiração de conta de usuário
Possui segurança de login por IP
Possui segurança de login por horários programados
Permite o bloqueio da estação de trabalho
3.6.5.
Controle de Alarmes e Eventos
Possibilita a integração de alarmes através dos I/Os das câmeras
Possibilita a integração de alarmes através de placas de alarme ethernet
Fornece agendamento para controle de entrada de alarme
Possui controle de falha de comunicação
Possui controle de falha de gravação
Possui alarme por detecção de movimento
Possui alarme por eventos manuais
Possui alarme por eventos de timer
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
38
Envia alertas (Através de e-mail, SMS, popup e sons) na ocorrência dos eventos
Posiciona câmeras móveis em determinados presets na ocorrência de qualquer evento
Aciona alarmes externos na ocorrência dos eventos
Eventos Programados
3.6.6.
Logs
Possui log de acesso ao servidor
Possui log de ações dos usuários
Possui log de eventos
3.6.7.
Monitoramento e Reprodução de Vídeo
Reprodução de vídeo através de data e hora
Pesquisa avançada por detecção de movimento
Possui ferramenta de detecção de movimento ao vivo
Possui ferramenta de gravação local
Fornece ferramenta de máscara de privacidade para câmeras fixas
Permite o acesso rápido às câmeras através de atalhos pré-configurados
Permite que a taxa de quadros seja aumentada na seleção da câmera
Possui suporte a DirectX para melhor qualidade de vídeo ao vivo
Permite o Zoom Digital em imagens ao vivo e gravadas
Possui ferramenta de screenshot
Permite a criação de novos estilos de tela (Mosaicos)
Permite o sequenciamento de câmeras e mosaicos
Fornece filtros de imagem para monitoramento ao vivo e reprodução de vídeo
Possui filtro de imagem para desentrelaçamento de vídeo
Exporta vídeos em formato AVI e formato nativo Digifort
Permite salvar uma imagem em JPG na reprodução de vídeo
Permite imprimir uma imagem na reprodução de vídeo
Suporte a até 8 monitores por estação de trabalho
3.6.8.
Controle de Câmeras Móveis
Suporta controle de PTZ simples
Suporta controle de Pan Tilt simultâneo, através do clique na imagem
Suporta controle de PTZ por Joystick Visual
Suporta controle de PTZ por Joystick USB
Possui sistema de Vigilância PTZ (Sequenciamento de Presets)
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
39
Sem limite de presets por câmera (Dependente da câmera)
3.6.9.
Servidor Web
Possui servidor web integrado para acesso através do Internet Explorer
Possibilita monitoramento de imagens sem o plugin
3.6.10. Administração
Possui calculadora para dimensionamento de espaço em disco
Permite aplicar configurações globais em um conjunto de câmeras ou usuários
Permite configuração em tempo real do sistema
Possui monitoramento do servidor através de gráficos históricos
Envia relatórios de funcionamento do sistema
3.6.11. O Software
O Software de Gravação e Gerenciamento deve atender ainda as seguintes especificações:
Arquitetura do sistema: Cliente / Servidor;
Número de câmeras: 4 a 64 (Através de Packs);
Suporta expansão de câmeras através de packs (Licenças) até 64 câmeras;
Velocidade de gravação e monitoramento ao vivo: Até 30FPS por câmera;
Trabalha com Câmeras IP e Video Servers;
Trabalha com placa de alarme (até 6 placas);
Permite operações simultâneas (Multi-Tarefa);
Suporta Multi-Usuários com número de até 16 usuários;
Possui perfil de usuários para o monitoramento ao vivo;
Possui completo sistema de direitos para os usuários;
Suporta acesso remoto ao servidor;
Limite de conexões com o servidor: Ilimitado;
Formatos de imagem: MJPEG / Wavelet;
Resolução de imagem suportada: Qualquer resolução (Depende da Câmera);
Suporta multi-processador
(Otimiza
tarefas
dividindo
o
processamento
entre
processadores);
Possui log de atividades do servidor;
Possui log de eventos;
Possui máscara de privacidade;
Suporta DNS;
Plataforma: Microsoft Windows NT/2000/XP/2003;
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
40
os
Suporta gravação por detecção de movimento;
A gravação por movimento permite que seja definida diversas áreas sensíveis ao
movimento;
Possui ferramenta para teste da detecção de movimento;
Suporta gravação por eventos;
Suporta buffer para pré/pós alarme;
Possui sistema de certificado digital;
Possui sistema de gerenciamento automático de disco;
Possui cotas de disco para o sistema de gerenciamento automático de disco;
Sem limite de gravações por dia;
Suporta Detecção de Movimento ao Vivo;
Suporta zoom digital ao vivo;
Número de câmeras simultâneas limitado até 64;
Possui ferramenta de atalho de câmera;
Estilos de mosaicos para monitoramento ao vivo: 7 Nativo com suporte a criação de novos;
Suporta a criação de diferentes posicionamentos de câmeras;
Suporte para criação de novos formatos de Mosaicos de Monitoramento;
Possui mosaico de Sequenciamento de Imagens;
Possui mosaico de dimensionamento automático;
Suporta redimensionamento Bilinear;
Suporta Multi Monitor;
Permite o acesso rápido às câmeras através de atalhos pré-configurados;
Permite que a taxa de quadros seja aumentada na seleção da câmera;
Possui suporte a DirectX para melhor qualidade de vídeo ao vivo;
Permite realizar gravação local de emergência através do Cliente;
Possibilita a Visualização de Imagens ao Vivo de Vários Servidores na Mesma Tela;
Possui Controle de Filtros e Efeitos Sobre a Imagem;
Possui Recurso de Relay de Imagens;
Reproduz vídeo através de faixa de data e hora;
Reproduz vídeo através de faixa de hora fixa;
Possui Pesquisa Avançada por Detecção de Movimento;
Possui Suporte a Zoom Digital na Reprodução de Vídeo;
Formatos de Exportação de Vídeo: Padrão proprietário do fabricante (CD de Ocorrência) e
.AVI;
Possibilita percorrer o vídeo através de barra de tempo;
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
41
Suporta Deintrelaçamento de Imagens;
Permite salvar uma imagem da reprodução de vídeo;
Permite imprimir uma imagem da reprodução de vídeo com descritivo de ocorrência;
Possui controle de filtros e efeitos sobre a imagem;
Suporta PTZ;
Suporta PTZ por Joystick USB;
Suporta PTZ por Joystick Virtual;
Suporta PTZ com movimento através da imagem;
Suporta Vigilância PTZ;
Permite configurações avançadas de Joystick;
Suporta Presets com número ilimitado;
Suporta PTZ Avançado;
Suporte nativo para protocolo de câmeras PTZ analógicas;
Suporta Entrada e Saída de Alarme;
Gera um evento na Detecção de Movimento;
Gera um evento na Falha de Gravação;
Gera um evento se a câmera estiver fora de funcionamento;
Possui Eventos Manuais;
Possui Eventos de Timer;
Suporta a criação de diversos contatos e grupos para recebimento de e-mail e SMS;
Envia e-mail ou SMS na ocorrência de um evento;
Abre pop-up com imagens de câmeras na ocorrência de um evento;
Toca som de alarme na ocorrência de um evento;
Envia mensagem instantânea ao operador na ocorrência de um evento;
Posiciona câmeras PTZ na ocorrência de um evento;
Aciona saídas de alarme na ocorrência de um evento;
Possui agendamento de Transmissão de Imagens;
Possui agendamento de Gravação de Imagens;
Possui agendamento de reconhecimento de Eventos Externos;
Possui agendamento de ações de alarme;
Configuração dinâmica em tempo real;
Permite aplicar configurações a um conjunto de câmeras simultaneamente;
Possui Calculadora para Cálculo de Armazenamento;
Possui Servidor Web Embutido;
Suportar alerta ativo por e-mail, som ou mensagem na tela;
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
42
O sistema deve ser desenhado para possibilitar acesso remoto, permitindo o acesso às
imagens ao vivo e à reprodução de vídeo remotamente através de um servidor WEB integrado ou
via cliente do sistema;
Exportar para meio removível o vídeo gravado nos formatos AVI e JPG;
Possuir filtros para controle da imagem (Blur,Gaussian Blur, Sharpen, Emboss, Flip, Flop,
Grayscale e Invert) por câmera (Reprodução de vídeo e Monitoramento ao Vivo) com
configurações pré-definidas;
Possuir controle sobre as tonalidades de imagem (Vermelho, Verde, Azul, Contraste, Brilho
e Nível de cor) por câmera (Reprodução de Vídeo e Monitoramento ao Vivo) com configurações
pré-definidas;
Possibilitar imprimir uma determinada foto capturada na reprodução de vídeo com descritivo
de data e hora da ocorrência;
Possibilitar aplicação de configurações a um grupo de câmeras nos seguintes modos; ativar
e desativar gravação, configuração dos alertas, configuração do buffer de gravação, configuração
do limite de disco, configuração do tipo de gravação, concessão e negação de direitos a usuários
sobre a reprodução de vídeo e monitoramento ao vivo;
Enviar alertas no caso de alguma falha na gravação ou comunicação com as câmeras;
Possuir calculadora de espaço em disco necessário para gravação;
Possuir recurso de Filtro de IP, liberando acesso ao servidor apenas aos IP's autorizados;
Possibilitar a pesquisa por movimento das imagens gravadas, permitindo recuperar um
vídeo com movimento apenas nas áreas selecionadas do vídeo;
Fornecer ferramenta de monitoramento de desempenho do servidor através de gráficos
históricos com informações como: Consumo de processador, Consumo de memória, Usuários
Legados, Tráfego de Entrada em KB/s e Tráfego de Saída em KB/s.
_______________________________________________
RAPHAEL MELO LEITE
ENGENHEIRO ELETRICISTA
CREA RPN: 060572396600040
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
43
INSTALAÇÕES HIDRÁULICA/SANITARIA/ÁGUAS PLUVIAIS
4. HIDRÁULICA
O abastecimento predial será realizado a partir de uma linha vinda da rede do
município até o reservatório inferior (CISTERNA), daí será recalcado através de bomba para o
reservatório superior (CAIXA D’ÁGUA) ver prancha 01/06.
A alimentação dos ramais e sub-ramais será através de sistema direto de distribuição e
todas as tubulações de água fria serão de PVC rígido soldável.
As tubulações foram dimensionadas de modo que a velocidade da água em qualquer trecho
não atinja valores superiores a 3 m/s.
O sistema hidráulico é composto de alimentação da concessionaria que alimenta
diretamente um castelo de água (ver prancha 01/06), composto de anéis pré-moldados e
impermeabilizados. Esse castelo está subdividido em três partes uma inferior (cisterna) uma
intermediária (casa de bombas) e uma superior (caixa d’água), esse castelo fará a reserva de água
para a distribuição por gravidade para os pontos distribuídos no prédio. A alimentação elétrica da
bomba de recalque ao reservatório superior se dará manual ou automaticamente através de auto
bóias níveis superior e inferior localizadas na cisterna. A caixa elevada será alimentada
diretamente da cisterna através de duas bombas, sendo uma reserva, devendo seus comandos
elétricos se verificar manualmente ou automaticamente através de auto bóias, sendo uma de nível
inferior na cisterna uma de nível inferior e uma de nível superior na caixa elevada.
As canalizações serão em tubos de PVC, rígido, soldável. As conexões serão em PVC,
soldável. Os tubos serão cortados somente em seção reta. As ligações deverão ser executadas de
maneira a garantir a perfeita estanqueidade. Toda a tubulação, tão logo seja colocada, deverá ter
suas extremidades vedadas com plugs ou caps., de PVC, que só serão removidos na ligação final
dos aparelhos e metais, não sendo admitido o uso de buchas de papel, madeira, etc., para tal fim.
As tubulações embutidas de diâmetro até 50mm inclusive, serão fixadas pelo enchimento dos
rasgos com argamassa de cimento e areia no traço 1:5. Quando os diâmetros forem superiores a
50mm, a fixação se dará por intermédio de grapas de ferro3/16”
de pa ra ga ra ntir o pe rfe ito
posicionamento da tubulação. Os rasgos serão fechados com a mesma argamassa. Todas as
extremidades das conexões que serão ligadas aos aparelhos e metais, deverão facear com o
revestimento das paredes.
Antes do fechamento dos rasgos da alvenaria, ou do seu envolvimento por capas de
argamassa, as tubulações de distribuição de água serão lentamente cheias de água para
eliminação completa de ar, e, em seguida, testadas com água sobre pressão de 50% superior à
pressão estática máxima de instalação, não devendo descer em ponto algum da canalização a
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
44
menos de 1kgf / cm2, sem que causem qualquer vazamento. A duração da prova será de no
mínimo 6 horas
4.1. Canalização PVC marrom
Coluna tubo PVC Soldável D= 20mm
Coluna tubo PVC Soldável D= 25mm
Coluna tubo PVC Soldável D= 32mm
Coluna tubo PVC Soldável D= 40mm
Coluna tubo PVC Soldável D= 50mm
Coluna tubo PVC Soldável D= 60mm
Os tubos serão de PVC rígido soldável marrom, seguindo a norma NBR-5648. As conexões
serão em PVC rígido marrom, com bolsa para junta soldável. Nas interligações com os metais
sanitários deverão ser utilizadas conexões com bucha de latão. As fixações para os tubos no teto
ou na parede deverão ser executadas com materiais galvanizados eletrolíticos. Quando houver
pesos concentrados como registros, estes deverão ser apoiados independentemente do sistema de
tubos. Os apoios envolverão a metade inferior do tubo, acompanhando a sua forma.
4.2. Conexões
•
Joelho sold. c/ redução D=75x50mm
•
Joelho PVC sold.. D=25mm
•
Joelho PVC sold. D=32mm
•
Joelho PVC sold. D=40mm
•
Joelho PVC sold. D=50mm
•
Joelho PVC sold. D=60mm
•
Joelho 90 sold. X rocs. Metálico 20mmx1/2”
•
Te PVC sold. Marrom d= 25mm (3/4")
•
Te PVC sold. Marrom d= 32mm (1")
•
Te redução PVC sold. 90° p/ água fria predial 50mmx32mm
•
Te redução PVC sold. 90° p/ água fria predial 32mmx25mm
•
Te redução PVC sold. 90° p/ água fria predial 25mmx1/2”
CARACTERÍSTICA TÉCNICAS:
Material: - PVC
Diâmetro: - conforme indicado em projeto
Fabricante: - TIGRE, FORTILIT ou equivalente.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
45
Execução: - conforme indicação em projeto.
Fixação: - embutidas em pisos e/ou alvenarias, sobre laje
Aplicação: - na distribuição hidráulica dos pontos de consumo.
•
Registro de gaveta 1” com canopla cromado simples
CARACTARÍSTICA TÉCNICAS:
Ref. 1416
Material: - METAL CROMADO E LATÃO
Diâmetro: - conforme indicação em projeto.
Fabricante: - FABRIMAR ou equivalente.
Linha - Aquarius
Execução: - conforme indicação em projeto.
Fixação: - miolo embutido, canopla de sobrepor
Aplicação: - na interrupção de água nos ambientes e caixa d’água.
•
Registro de gaveta 3/4” com canopla cromado simples
CARACTARÍSTICA TÉCNICAS:
Ref. 1416
Material: - METAL CROMADO E LATÃO
Diâmetro: - conforme indicação em projeto.
Fabricante: - FABRIMAR ou equivalente.
Linha - Aquarius
Execução: - conforme indicação em projeto.
Fixação: - miolo embutido, canopla de sobrepor
Aplicação: - na interrupção de água nos ambientes e caixa d’água.
•
Registro de gaveta bruto 1”, 1 1/4", 2”
CARACTARÍSTICA TÉCNICAS
Ref. 1509, 1609.
Material: - METAL CROMADO
Fabricante: - FABRIMAR ou equivalente.
Linha - Aquarius
Execução: - conforme indicação em projeto.
Fixação: - miolo embutido, canopla de sobrepor
Aplicação: - nos controle das colunas de água fria
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
46
5. SANITÁRIAS
As instalações prediais de esgoto sanitário foram projetadas para coletar os efluentes e
conduzi-los, por escoamento natural até a rede de esgoto do município.
Todas as tubulações de esgoto sanitário foram
dimensionadas para funcionar como
condutos livres, coletando os efluentes e conduzindo-os por gravidade até a rede de esgoto do
município, de acordo com a norma.
As tubulações de esgotos primários serão ventiladas a fim de que os gases emanados dos
coletores sejam encaminhados convenientemente para a atmosfera.
O dimensionamento dos coletores prediais, sub-coletores, ramais de esgoto e ramais de
descarga é estabelecida em função das unidades Hunter de Contribuição (UHC) atribuídas aos
aparelhos sanitários contribuintes. A NBR-8160/03 fixa os valores dessas unidades para os
aparelhos mais comumente usados.
5.1. Características Gerais
Os despejos das peças sanitários deverão ser captados obedecendo-se todas as indicações
apresentadas nos detalhes de esgoto utilizando-se todas as conexões previstas na planta, não se
permitindo esquentes nas tubulações sob quaisquer pretextos. Os encaminhamentos serão
divididos em primários (vasos sanitários) e secundários (lavatórios, chuveiros, áreas de serviço
etc). Todos os esgotos secundários deverão ser direcionados para ralos e caixas sifonadas e
destes para os ramais de Esgoto Primário.
Os despejos das pias deverão ser interligados a caixa de gordura e estas interligadas as
caixas de esgoto primário. As tubulações e conexões do sistema de esgoto sanitário deverão ser
em PVC, ponta, bolsa com virola, de fabricação TIGRE ou equivalentes, para os ramais e subramais.
As conexões do sistema deverão ser encaixadas utilizando-se anéis apropriados e com
ajuda do lubrificante indicado para este tipo de material.
Os vasos sanitários deverão ser auto-sifonados e instalados conforme exigência do
fabricante. Na instalação deste deverá ser usado anel de cera MAXSEAL reforçada com orégano,
reduzindo assim o tempo de instalação e garantindo uma perfeita vedação contra vazamentos de
água e eliminação definitiva de odores. Os demais aparelhos, tais como lavatórios, ralos e pias
deverão ser sifonados através de sifões apropriados a cada peça.
5.2. Ventilação
Deverá ser implantado um sistema de ventilação, conforme indicação nas plantas,
que permitirá o acesso do ar atmosférico no interior do sistema de esgoto, bem como a saída dos
gases de forma a impedir a ruptura dos fechos hídricos.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
47
A coluna de ventilação deverá ser prolongada até a cobertura, de forma a garantir
uma perfeita renovação de ar no sistema.
5.3. Rede Geral
Será implantada uma rede
de esgoto, constituída de tubulações e caixas de
inspeção de forma a conduzir os despejos sanitários para o seu destino final.
As caixas de inspeção serão em alvenaria, com dimensão e execução conforme
peças gráficas, terão tampa em concreto armado, serão hermeticamente fechadas, terão alça para
facilitar a remoção quando for da limpeza ou possíveis desobstruções nas tubulações.
5.4. Destino Final
O sistema
terá como destino final a rede pública de esgotos existente na Rua
Amazonas.
•
Canalização PVC branco
Tubo PVC p/esgoto predial DN 150mm
Tubo PVC p/esgoto predial DN 100mm
Tubo PVC p/esgoto predial DN 75mm
Tubo PVC p/esgoto D=50mm
Tubo PVC p/esgoto D=40mm
•
Conexões
Joelho PVC branco p/esgoto d=100mm (4”)– junta c/ anéis
Joelho PVC sold. 45° BB p/esgoto predial DN 50mm
Joelho PVC sold. 45° BB p/esgoto predial DN 40mm
Junção simples 45º PVC p/ esgoto D=100x100mm (4’’) – junta com anéis
Junção simples 45º PVC p/ esgoto D=100x50mm
Os tubos e conexões serão em PVC sanitário rígido ponta e bolsa e com virola, exceto as
curvas dos pés de coluna, que deverão ser em PVC série “R”.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Material: - PVC
Diâmetro: - conforme indicado em projeto
Fabricante: - TIGRE, FORTILIT ou equivalente.
Execução: - conforme indicação em projeto.
Fixação: - embutidas em pisos e/ou alvenarias;
Aplicação: - nos esgotamentos dos dejetos de sanitários, cozinha e águas pluviais.
As válvulas serão metálicas.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
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•
Caixas e ralos
•
Caixa sifonada 150x150x50cm com grelha ou tampa cega
CARACTARÍSTICA TÉCNICAS
Material: - PVC
Dimensão: - 150mm x 150mm x 50mm
Fabricante: - TIGRE, FORTILIT ou equivalente.
Linha – esgoto primário
Execução: - conforme indicação em projeto.
Fixação: - embutida em piso
Aplicação: - escoamento dos dejetos de lavatórios e drenagem de pisos.
As caixas sifonadas serão em PVC, diâmetro 100mm ou 150mm nos casos especificados
em planta, com número de entradas variável conforme projeto.
•
Caixa de inspeção em alvenaria de tijolo maciço 60x60x60cm, revestida
internamente com barra lisa (cimento e areia, traço 1:4) Esp=2cm, com tampa prémoldado de concreto fundo de concreto 15mpa tipo C
Será executada em alvenaria de tijolo maciço com fundo e tampa em concreto.
•
Grelha em Pré-moldado de concreto
Será executado de acordo co detalhe do projeto arquitetônico
•
Equipamentos
Bomba submersa elétrica trifásica – 1/2CV
Será conforme projeto.
Torneira de bóia real 1” com balão plástico
Será conforme projeto.
6. MEMORIAL DE CÁLCULO DO PROJETO DE ÁGUAS PLUVIAIS
6.1. DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES VERTICAIS DE DRENAGEM
6.1.1.
Vazão de Projeto
Q-
Vazão de Projeto, em litros/min
i-
intensidade pluviométrica, em mm/h (i = 120mm/h, Bauru / SP )
A-
Área de contribuição, em m²
Q = i . A / 60
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
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6.1.2. Dados da Coberta Principal
A=
1064 m²
Q=
2128,0 litros/ min (vazão total da coberta)
Foi adotado 6 tubos de 150mm para as Descida para Águas pluviais para a Coberta
Vazão em cada tubo:
Q=
354,7 litros/ min
No ábaco da figura 3 da NBR 10.844/89, temos:
Para a vazão de 354,7 litros/min para uma altura aproximada de L=6,0m o diâmetro mínimo
para o condutor vertical seria de 50mm, o adotado foi o diâmetro de 150mm por conveniência de
uniformização das tubulações a serem utilizadas e também como um fator de segurança no caso
de uma possível obstrução de algumas das seis descidas projetadas.
6.2. DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES HORIZONTAIS DE DRENAGEM
6.2.1. Dados da Coberta Principal
Intensidade de Chuva com Período retorno 5 anos em mm/h =
Trecho
Área (m²)
Q (L/min) Decliv.
Qtde
Tubo
ÚNICO
1064,0
2128
6
150
6.2.2.
1,0%
120
Dimensionamento da Calha Condutora de Drenagem
VAZÃO DE PROJETO
Q-
Vazão de Projeto, em litros/min
i-
intensidade pluviométrica,
A-
Área de contribuição, em m²
A=
1064,0 m²
Q=
2128,0 litros/ min
(i = 120mm/h, Bauru / SP )
S
2/3
Q = k ⋅ ⋅ RH ⋅ d 1 / 2
n
n-
coeficiente de rugosidade
Rh -
Raio Hidráulico, em m
P-
Perímetro Molhado, em m
d-
Declividade da calha, em m/m
K-
60000
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
n=
0,013
0,005
50
b
b/2
a
Com o valor da vazão de projeto podemos dimensionar uma calha que suporte drenar tal
vazão, atendendo todos os coeficientes de cálculo e que a lamina da água preencha apenas a
metade da altura (b).
Q=
2128,0 litros /mim (vazão de projeto)
a=
0,84
m
b=
0,2
m
Q=
5479,5 litros /mim (vazão de cálculo)
Executar com inclinação de 1,0%
Capacidade de Condutores Horizontais de Seção Circular (em L/min)
Diâmetro
Interno (mm)
n=0,011
0,5% 1%
2%
4%
n=0,012
0,5
1%
2%
4%
%
50
32
45
64
90
29
41
59
83
75
95
133
188
267
87
122
172
245
100
204
287
405
575
187
264
272
527
150
602
847
1190 1690
552
777
1100 1550
200
1300
1820 2570 3650
1190 1670 2360 3350
250
2350
3370 4660 6620
2150 3030 4280 6070
300
3820
5380 7590 10800
3500 4930 6960 9870
Obs.: Vazões pela fórmula de Manning, com altura de lâmina d'água a 2/3 de D
6.3. Descritivo
As águas coletadas na coberta serão coletadas em calhas impermeabilizadas, medindo
(0,20x0,84) m em concreto, ver especificação no projeto de arquitetura (ver prancha 42).
Foram projetadas 06 descidas verticais com uma pequena transição em tubos série
reforçada de 150mm. No encontro de cada descida com a calha foi projetada ralos tipo hemisférico
para proteção de sólidos que possam vir a obstruir as descidas.
No pavimento térreo, próximo de cada descida foi projetada caixas de areia, medindo
(60x60) cm e altura variável em função do encaminhamento da tubulação e inclinação do terreno.
Considerando que cada descida é responsável por transporta 1/6 da vazão fornecida pela coberta,
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
51
temos que a vazão em cada caixa de areia será de 354,7 litros/min e o tubo de 150mm tem
capacidade de conduzir até 1190 litros/min para uma inclinação de 2% e que a inclinação do
terreno é maior do que 2% foi projetada duas linhas horizontais que interligam as caixas de areia.
Uma linha projetada em frente a fachada principal de 150mm com o desemboque de água
na sarjeta da Rua Amazonas, sendo que no passeio foi projetado entre a última caixa de areia e o
meio fio 5 tubos de 100mm para garantir além de um recobrimento adequado a tubulação a vazão
necessária dessa linha.
Uma outra linha projetada em frente a fachada posterior a principal de 150mm com o
desemboque de água na sarjeta da Rua Cruzeiro do Sul, sendo que no passeio foi projetado entre
a última caixa de areia e o meio fio 5 tubos de 100mm para garantir além de um recobrimento
adequado a tubulação a vazão necessária dessa linha.
7. INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO
Projeto desenvolvido pelo engenheiro mecânico Newon Ricardo Belchior Maranhão, CREA
RNP 060189154-6, ART Nº 060189154600201.
7.1. Da Edificaçâo e Áreas de Risco:
Classificação da edificação: E-3 Espaço para Cultura Física. Escola de Arte.
Proprietário: OFICINA CULTURAL GLAUCO PINTO DE MORAES.
Projetista: Antônio Américo Farias Lima – CREA CE 40.795D
Classificação da atividade: Escola de Arte.
Risco: Baixo - Carga de Incêndio até 300 MJ/m²
Endereço: Rua Amazonas, 141 - Vila Coralina - Bauru/ SP. Esquina com a Rua Minas
Gerais.
Área total construída: 1.872,64 m²
Área total do terreno: 3.843,45 m²
Número de Pavimentos: 2
Altura considerada: 3,70 m
Altura total da edificação: 9,50 m
Número total de unidades: 1
Descrição dos pavimentos: Térreo, 1°Pavimento.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
52
7.2. Do Enquadramento:
•
Acesso de viatura;
•
Saída de Emergência;
•
Sinalização de emergência;
•
Iluminação de emergência;
•
Extintores;
•
Hidrantes;
•
Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (SPDA);
•
Central de Gás GLP;
•
Brigada de incêndio.
7.3. Do Acesso á Viaturas:
Largura da via interna: 7,00 m
Altura da entrada principal: livre
Chega-se ao interior da Escola pelo acesso da Rua Minas Gerais, Vila Colarina – Bauru –
SP.
7.4. Da Sinalização de Emergência:
Será composto por um conjunto de sinais visuais (setas indicadoras da saída e placas
acima das portas) que indicam, de forma rápida e eficaz, a existência, localização e os
procedimentos referentes às saídas de emergência.
7.5. Da Iluminação de Emergência:
Tipo de lâmpada: Fluorescente tubular
Potência (watt): 8 W
Tensão de alimentação: 6V
Autonomia: quatro horas e meia
Nível de iluminamento: 5 Lux
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
53
7.6. Dos Aparelhos Extintores:
Risco da edificação: predominante “A”
Altura de instalação do extintor (metros): 1,60m do piso acabado
DISTRIBUIÇÃO DOS APARELHOS EXTINTORES
TIPO E CAPACIDADE EXTINTORA
LOCALIZAÇÃO
CO2
PQS
Pó ABC
TÉRREO
*
*
05
1° PAVIMENTO
*
*
04
RISCO ISOLADO (caixa
*
*
01
*
*
10
d’água)
TOTAL
Peso dos extintores de pó ABC 6 Kg com capacidade extintora de 2A, 20-B:C.
Acima dos extintores serão colados adesivos com o número do CBM-SP (193).
7.7. Da Saída de Emergência:
Quanto à ocupação: E-3
Quanto à altura: Edificação de média altura
Quanto às características construtivas: Y
Área do maior pavimento (pavimento): tipo N
Número de saídas: 02
Tipo de escada: NE
Altura do corrimão: 0,90m (ambos os lados)
Segundo a Tabela 1 da IT-11/2011:
Densidade = 1 pessoas/1,5m2 de sala de aula.
Capacidade da U de passagem (escadas/ rampas): 60
N = P/C
Onde:
N = número de unidades de passagem, arredondado para número inteiro.
P = população, conforme coeficiente da Tabela 1 do anexo A.
C = capacidade da unidade de passagem conforme Tabela 1 do anexo A.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
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População = 225 pessoas (1pessoa/ 1,5m2)
N = 225/60 = 3,75
No térreo existem 02 passagens que dão acesso ao pátio de entrada da edificação. A área
de pátio é aberta para o lado externo da edificação. Contém também 02 escadas que dão acesso
ao térreo.
Quanto à ocupação: Escola de Arte.
Quanto à altura: Edificação Térrea + 1° Pvto.
Quanto às características construtivas: Edificação com estrutura de resistência ao fogo.
Número de Total de Saídas: saídas nas edificações de reunião de público, dando
diretamente para o exterior da edificação.
Cálculo do dimensionamento das saídas de emergência; para locais de reunião de público
especificar cálculo de público.
Salas de aula:
Quantidade de pessoas no auditório = 80 pessoas
Densidade = 4 pessoas/m2 (D)
Largura saída de emergência = 1 saídas de 1,60m (L)
Velocidade de escoamento = 20 m/min (V)
Tempo máximo de abandono = 3 minutos (T)
F(fluxo)=VxDxL
F= 20 x 4 x 1,60
F= 128 pessoas/min
E(escoamento)=TxF
E= 3x128
E= 384 pessoas em 3 minutos de abandono.
Quantidade de saídas: 1
7.8. Do Sistema de Proteção por Hidrantes:
Tipo de material: Tampa em ferro fundido com letras pintadas na cor vermelha
Diâmetro da tubulação: FG. 2.½’’
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
55
Localização do hidrante de recalque: No passeio da edificação na Rua Minas Gerais
próxima a esquina da Rua Amazonas, 141 - Vila Coralina - Bauru/ SP.
Localização do hidrante urbano: Não existe
7.9. Da Canalização Preventiva:
Tipo de material: Ferro galvanizado com diâmetro nominal do ramal de alimentação será
normatizado pela NBR 5580. As tubulações aparentes devem ser pintadas na cor vermelha.
Diâmetro da tubulação: FG. 2.½’’
Localização do hidrante de recalque: Rua Amazonas, 141 - Vila Coralina - Bauru/ SP.
Número total de caixas: 04
Volumes da RTI (litros): Serão 8.000 litros. Adotado 8,00 m³;
Cálculo do consumo predial: 5.000 p/dia; para dois dias: 10.000litros.
Volume total da caixa: 12.000 litros na caixa d’água.
Dimensões da caixa: Ø2,00 x 3,82 = 12,00 m³
Altura do nível da RTI (metros): 2,55 m
DISTRIBUIÇÃO DAS CAIXAS DE INCÊNDIO
CAIXA DE INCÊNDIO/BLOCO
PAVIM
TIPO
ENTOS
MANGUEIRA 1½“
QUAN
QUANT
TIDADE
POR CX
COMPRI
MENTO
Térreo
2
2
2
2 x 15m
1°
2
2
2
2 x 15m
04
08
(4 x 2 x
PAVIMENTO
TOTAL
15m)
TIPO (2) - 90 X 60 X 17 cm
7.10. Do Cálculo da Bomba para Hidrantes:
Pressão mínima exigida: 30 m.c.a.
Pressão no requinte: mínima de 150 l/min
Pressão máxima na canalização: 1000 Kpa
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
56
Localização do hidrante de recalque: Rua Amazonas, 141 - Vila Coralina - Bauru/ SP.
O cálculo hidráulico da somatória de perda de carga nas tubulações deve ser executado por
método adequado para este fim, sendo que o resultado alcançado tem que satisfazer a seguinte
equação apresentada:
hf = J x Lt
J = 605 x Q1,85 x C-1,85 x D-4,87 x 104.
Onde:
hf é a perda de carga em metros de coluna d’água;
Lt é o comprimento total, sendo a soma dos comprimentos da tubulação e dos
comprimentos equivalentes das conexões;
J é a perda de carga por atrito em metros por metros;
Q é a vazão, em litros por minuto; dois hidrantes funcionando a 150 l/min cada;
C é o fator de Hazem Willians (C=100 para ferro fundido);
D é o diâmetro interno do tubo em milímetros.
Tomando para efeito de cálculo o hidrante mais desfavorável temos:
Trecho da tubulação em Ferro Galvanizado Ø2.1/2’
100,00 metros de tubulação;
2 registros de gaveta 8 joelhos de 90° -
2 x 0,4 = 1,60 m
8 x 2,00 = 16,00 m
4 tês de passagem lateral - 4 x 4,30 = 17,20 m
1 válvula de retenção vertical - 1 x 5,20 = 5,20 m
Total: 100,0 + 22,6 = 122,60 m
J = 605 x Q1,85 x C-1,85 x D-4,87 x 104.
J = 605 x 3001,85 x 100-1,85 x 63-4,87 x 104 = 0,08m/m
Hf = 0,08 x 122,60 = 9,81 m.
Hf (total) = 9,81 m
Cota do hidrante mais desfavorável: 1,50
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
57
Temos uma altura do nível do hidrante mais desfavorável do pavimento superior até o fundo
da caixa d’água de 3,50 m.
Perda de carga na mangueira de Ø1.½’’ = 3,30m
Perda de carga no requinte = 2,10m
Logo:
H(man) = 9,81 + 1,50 + 3,30 + 2,10 - 3,50 = 13,21 m.c.a.
Pressão mínima exigida: 30 m.c.a.
Considerando-se que o hidrante deve ser uma vazão total de 150 litros/min e que são duas
Mangueiras funcionando temos uma vazão de:
Q = 2 x 150 litros/min = 300 litros/min = 18m³/h
A potência do motor será, supondo um rendimento de 50%, de:
P = 1000 x 18 x (30 + 13,21) = 5,76 CV
75 x 0,50 x 3.600
Adotado uma Bomba com potência de 7,5 CV
CARACTERÍSTICAS DAS BOMBAS MOTO-BOMBA (HIDRANTES)
FAB.: SCHNEIDER, DANCOR OU EQUIVALENTE TÉCNICO.
Pot.: 7,5 CV.
VAZÃO: 18 m3/h
h.man.: 43 m.c.a.
7.11.
Do Hidrante de Recalque:
Identificá-lo pelos lados interno e externo na cor vermelha e as letras “HID” no seu interior
na cor branca.
Obs.: O Hidrante de Recalque será locado na entrada principal da edificação.
7.12.
Especificação Técnica do Material
•
Tubulações e conexões
Os tubos serão em aço galvanizado, classe 150 lb. As conexões serão em ferro maleável
classe 150, com roscas BSP, conforme NBR 6943.
•
Válvulas de retenção
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
58
As válvulas serão em bronze fundido, com rosca, vedação em bronze, classe 150.
•
Registros de gaveta
Os registros serão de gaveta bruto, para uso semi-industrial, em ferro fundido, corpo em liga
de bronze, rosca interna BSP.
•
Mangueiras
Mangueira de Ø2.1/2’’ de diâmetro interno, flexível, de fibra resistente à umidade, revestida
internamente de borracha, dotada de junta Storz com seção de 15m.
•
Abrigo das mangueiras
Caixa metálica de dimensões 90 x 60 x 20 cm, na cor vermelha, tampa em chapa metálica
com a inscrição “INCÊNDIO” pintada em letras brancas, sem fechadura com chave, trinco embutido
de maneira a permitir a abertura do abrigo com rapidez.
•
Extintores abc
Os extintores terão capacidade de 6 kg, tipo portátil, com selo de conformidade ABNT,
cilindros de alta pressão com corpo em aço carbono e dotados de manômetro.
•
Bomba de pressurização
2 bombas com as seguintes características:
Fab.: schneider.
Pot.: 7,5 CV.
Vazão: 18,3 m3/h
H.man.: 43m.c.a.
Obs.: uma bomba é reserva da outra. Poderá ser utilizada bomba de fabricante equivalente
técnico desde que atendam as características especificadas.
7.13.
Sinalização de Emergência:
Sinalização visual luminosa nas escadas e circulações com indicativo de rota de fuga com
autonomia de 4horas.
7.14.
Iluminação de Emergência:
Luminárias de embutir em teto com duas lâmpada fluorescente compacta 2x18W-220V
alimentadas por circuito elétrico de emergência( concessionária de energia ou grupo gerador
diesel) com nível de iluminamento de 300lux.
7.15.
Sistema Sob Comando de Extintores Portáteis:
Será dotado de 3 unidades extintoras afixadas a 1,60m do piso pronto.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
59
8. INSTALAÇÕES DE GÁS GLP
As tubulações serão de cobre rígido 15mm sem costura – Classe I, fab.: Eluma ou
equivalente técnico;
As conexões serão do tipo soldáveis – Classe I, fab.: Eluma ou equivalente técnico;
Recipiente de estocagem de GLP (13kg – P13) em aço carbono; Manômetro de pressão,
indicador de nível máximo de enchimento (80%), medidor volumétrico com indicação de percentual
de GLP.
Válvulas de segurança, retenção, bloqueio, consumo e enchimento.
Coletor (manifold); pig tail (passagem de gás do recipiente para o coletor; Campânula
(tampa de proteção)
O Regulador de pressão de estágio único será do modelo 291/B fab.: Comap ou equivalente
técnico;
Os cortes em tubos de cobre podem ser realizados com auxílio de serra metálica, disco ou
corta-tubos. Este último trabalha-se girando-o sobre a superfície circular da tubulação, ao mesmo
tempo em que se pressiona a lâmina contra o tubo por meio de um ajustador de distância;
As tubulações não podem passar em dutos de ar condicionado, água pluvial e esgoto;
reservatórios de água; compartimentos destinados a dormitórios; poços de elevadores;
Na travessia de elementos estruturais, deverá ser utilizado um tubo-luva (tubo no interior do
qual a tubulação para gás é montada), com finalidades de não permitir o confinamento do gás em
locais não ventilados, na hipótese de vazamento, e atuar como proteção mecânica;
Quando o cruzamento de tubulações de gás com condutores elétricos for inevitável, deve-se
colocar um material isolante entre elas. A distância mínima em relação a condutores é 0,30m, isto
se for protegido por conduíte, e 0,50m nos casos contrários;
O afastamento das tubulações de gás das demais, destinadas a outros fins, deve ser igual
a, no mínimo, um diâmetro da maior das tubulações contíguas, no entanto, recomenda-se que as
tubulações de gás tenham a distância mínima de 0,20m de outras;
Instalações internas para uso alternativo dos gases GN e GLP - Projeto e execução (NBR
14570).
No acoplamento deve ser usado o processo de soldagem capilar (solda branda) nas
tubulações embutidas e brasagem capilar (solda forte) nas instalações aparentes ou embutidas;
Toda tubulação para gás combustível aparente deve receber uma pintura de acabamento
na cor amarela conforme padrão 5Y8/12 do Sistema Munsell;
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
60
As tubulações aparentes deverão dispor de elementos de fixação e suporte, para o diâmetro
de 15mm observar afastamento máximo de 3,00m entre os suportes e atender as seguintes
localizações:
a) Preferencialmente nos trechos retos da tubulação, fora de curvas, reduções e derivações;
b) Próximos às cargas concentradas, como por exemplo: válvulas, medidores, etc.;
c) De modo a evitar contato direto com a tubulação para minimizar uma possível corrosão
localizada. Reco¬menda-se então, que a referida área seja revestida com material anti-corrosivo.
8.1. Da Central de Gás:
Tipo: GLP
Capacidade: Dois botijões do tipo P-13 com regulador de pressão de estágio único, sendo
um para uso direto e ou outro reserva.
Tubulação: Ø 15 mm (classe “I”). Tubulação de gás sem costura.
TRF dos elementos estruturais: 120 minutos
Distância a outra instalação: mínima de 1,50m para elétrica e hidrossanitária e 0,50m
para os cabos do aterramento.
9. INSTALAÇÕES DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS
9.1. Especificação técnica do material
•
Cabos de cobre
Serão cabos de cobre nú em cordoalhas, sem qualquer revestimento, têmpera mole,
encordoamento classe 2, conforme NBR-5111. A sessão indicada no projeto são os cabos de bitola
35mm² para o trechos superiores (coberta e descidas) e 50mm² para os trechos inferiores (térreo).
•
Barras chatas em aluminio
Serão barras chatas em alumínio medindo 7/8”x1/8”, instaladas aparente nas fachadas da
edificação. Ela tem a função de interligar a gaiola de faraday instalado na coberta com a malha
instalada no pavimento térreo em volta da edificação.
•
Terminal aéreo
Será uitilizado terminal aéreo 3/8" x 60cm TEL 045 na coberta fixados no chapim de
concreto de contorno da coberta da edificação.
•
Solda
Deverá ser utilizado o processo aluminotérmico, com pó exotérmico num molde de grafite.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
61
•
Hastes de aterramento
As hastes serão de cobre, tipo Copperweld, revestidas com cobertura de cobre de alta
densidade, camada de 254 microns.
9.2. Dimensionamento do SPDA:
Tipo de captação: Método de Faraday p/ edificação e Método de Franklin na caixa d’água.
Largura da malha (gaiola): 20 m
Raio de proteção (franklin): 45°
Altura do captor: 3,00 m pára-raios tipo Franklin.
Espaçamento médio: 20 m
Perímetro da coberta: 160,00.
Número de descidas: 11 descidas distribuídas em cada um dos cantos da edificação
conforme espaçamento mínimo de 20 m em barra chata de alumínio 7/8" x 1/8".
Material utilizado: cabo de cobre nu 35 mm² nas cobertas e barra chata de alumínio 7/8’ x
1/8’ nas descidas da fachada do prédio;
Altura da proteção mecânica de PVC rígido: 2,50 m usado no aterramento da caixa
d’água pelo método de Franklin.
Tipo de aterramento: TN-S
Material utilizado: aterramento com cabo de cobre nu 50 mm² na coberta, descidas com
barra chata de alumínio 7/8’ x 1/8’ na fachada do prédio.
Resistência do aterramento: ≤ 10 Ohms
Classificação: E-3 Espaço para Cultura Física. Escola de Arte.
Nível de proteção: Tipo III
Classificação da estrutura: Estrutura comum – cuja falha no sistema pode ocasionar
pânico aos presentes.
Tipo de estrutura: Estruturas em alvenaria com cobertura em telha cerâmica.
Área de exposição equivalente: 1.093,00 m²
10. INSTALAÇÕES DE ALARME CONTRA INCÊNDIO
Acionador manual quebre e aperte
Acionador manual quebre o vidro endereçável, tipo BDS121/e, part nr. A6C50000003 _
SIEMENS.
Avisador áudio visual
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
62
Avisador áudio visual modelo mth_siemens.
Blocos autônomos
Lâmpada Fluorescente tubular 8W
Autonomia média (1 lâmp. 4:30h)
Tempo de carga 20h
Bateria Chumbo aço selada 6V-3,2Ah
_______________________________________________
ANTÔNIO AMÉRICO FARIAS LIMA
ENGENHEIRO CIVIL
CREA RPN: 060190204100144
11. PROJETO DE AR CONDICIONADO
O responsável pela obra deverá ser um engenheiro mecânico e estar presente sempre que
a Fiscalização solicitar.
A CONTRATADA deverá ser credenciada pelo fabricante dos condicionadores de ar a
serem fornecidos.
11.1.
Parâmetros Básicos para Projeto e Seleção de Equipamentos
CONDIÇÕES EXTERNAS DE VERÃO:
Local
Bauru - SP
Latitude
22º 18’Sul
Temperatura de bulbo seco externa
32oC
Temperatura de bulbo úmido externa
20,3ºC
Ocupação
variável
CONDIÇÕES INTERNAS A SEREM MANTIDAS:
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
63
TIPOS DE AMBIENTES
TEMPERATURA
UMIDADE RELATIVA
Ambiente de Trabalho
24 +/- 1 ºC
40% a 65%
Iluminação..............................................................................................................16 wats/m²
Calor dissipado por pessoa
Calor sensível ...............................................................................................62 kcal/h . pessoa
Calor latente ..................................................................................................52 kcal/h . pessoa
12. INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO
12.1.
Diretrizes Gerais
A presente Discriminação Técnica objetiva fixar as condições para a execução de instalação
de Splits da OFICINA CULTURAL GLAUCO PINTO DE MORAES - BAURU-SP.
A mesma foi elaborada com base nas normas técnicas e recomendações da ABNT – NBR
16401 – “Instalações Centrais de Ar Condicionado Para Conforto”, ASHRAE “American Society of
heating refrigeration And Conditioning Engineers”.
12.2.
Descrição Geral da Instalação
O projeto foi concebido para instalação de MiniSplits e Splits da OFICINA CULTURAL
GLAUCO PINTO DE MORAES - BAURÚ-SP.
O sistema do tipo expansão direta, Split System utilizará condicionadores de ar do tipo
MiniSplit de parede tipo hi-wall
e Split de teto de ambiente, e obedecerá ainda aos padrões
técnicos de segurança física da instalação, referentes ao acesso seguro e proteção a todos os
componentes do sistema, instalados interna e externamente à edificação.
Os equipamentos instalados serão de última geração, alinhando-se perfeitamente ao
conceito de que une alta qualidade tecnológica e melhor eficiência energética relacionada com a
racionalização dos gastos com energia elétrica.
Durante o funcionamento do sistema as condições dos ambientes beneficiados deverão ser
mantidas através de sensores de temperatura instalados na unidade evaporadora e acionados por
controle remoto.
O Sistema foi concebido de forma a ter o máximo aproveitamento energético, assegurandose conforto térmico e qualidade do ar interior, com racionalização no custo operacional.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
64
12.3.
Especificação de Serviços - Interligações Frigoríficas dos Splits
As tubulações frigoríficas serão em cobre rígido, espessura de parede 1/32” de ¼” até ½” e
1/16” acima de ½”, específico para ar condicionado, nas bitolas recomendadas em projeto, sendo
que a instalação deverá levar em conta a estanqueidade, limpeza e desumidificação.
As curvas de 90 graus (igual e acima de ½ “) de raio curto ou longo deverão ser do tipo préfabricado, não sendo aceito curvas estranguladas, enrugadas ou com ângulos diferentes de 90
graus.
As tubulações deverão ser instaladas com trajeto o mais retilíneo possível, sendo fixada nas
paredes ou tetos por braçadeiras galvanizadas ref. Walsywa do tipo D, com bitola compatível com
os tubos, utilizando juntas de borrachas de 2 mm de espessura entre os tubos e braçadeiras.
Em tubulação aparente, é obrigatória a utilização de tubo de cobre rígido.
Limpeza interna do circuito com o R -141b e nunca com o R-11;
Na montagem da instalação, deverá ser realizada uma pressurização da tubulação com
nitrogênio seco, até 200 psig, após a certificação de não haver vazamentos. Deverá ser executado
250 a 500 μmHg de vácuo, com o uso de um vacuômetro, preferencialmente eletrônico.
Carga de gás e óleo adicional, com posterior balanceamento termodinâmico, objetivando
alcançar os valores de superaquecimento e subresfriamento, recomendado pelo fabricante.
Substituir os filtros secadores caso os mesmos fiquem abertos e expostos à atmosfera por
mais que 15 minutos;
Inclinação de 10 mm a cada 2 metros nos trechos horizontais.
Sifões:
- Sifão simples na saída do evaporador;
- Sifão duplo nos trechos verticais, a cada 3 metros de desnível;
- Sifão invertido na entrada da unidade condensadora, caso esteja acima da unidade
evaporadora, a uma altura superior à serpentina.
Todos os trechos que tenham sido danificados/amassados deverão ser trocados e
executados todos os serviços necessários à completa recomposição;
Os isolantes térmicos deverão ser fabricados em espuma elastomérica referência Armacell
ou equivalente, com espessura de no mínimo 19 mm, fixados aos tubos com cola apropriada;
Toda a linha de sucção deverá ser isolada somente com o material mencionado;
A linha de líquido/expansão deverá ser isolada nos trechos externos, onde há incidência de
radiação solar direta.
O material isolante deverá ser colocado antes do fechamento do circuito, a fim de evitar que
se corte longitudinalmente o mesmo, reduzindo a sua capacidade de isolamento.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
65
As tubulações de líquido/expansão e sucção, nos trechos expostos ao Sol, deverão ter seus
isolamentos térmicos acrescidos de proteção mecânica do tipo arma-check da armacell, ou similar.
Na transposição em laje e/ou alvenaria, a tubulação deverá ser revestida com o material
isolante e tubo PVC na bitola necessária, com posterior vedação completa do vão em poliretano
expandido.
Nos casos de transposição para o lado externo do prédio, as tubulações devem ser
inclinadas, de modo a evitar a entrada de águas pluviais.
Utilização de fluxo de nitrogênio no interior dos tubos para evitar oxidação durante a
execução da solda.
12.4.
Materiais a serem Utilizados
Tubos de cobre e curvas sempre de raio longo, na espessura indicada em projeto;
Solda foscooper;
Gases: nitrogênio, oxigênio, acetileno, gás R-141b, gás refrigerante R-22.
Carga adicional de refrigerante e óleo, se necessário, na quantidade estabelecida no
manual de Instalação do fabricante;
Filtros secadores;
Sifão simples;
Braçadeiras galvanizadas para fixação dos tubos ref. Walsywa do tipo D, com bitola de
acordo com os diâmetros dos mesmos;
Juntas de borrachas de 2mm de espessura entre os tubos e braçadeiras;
12.5.
Instrumental, Ferramental e Materiais de Consumo
O instalador deverá estar provido de manômetro tipo manifold, termômetro digital, alicate
amperimétrico, alicate wattímetro ou cossifímetro, bomba de vácuo com capacidade (CFM)
adequada, chave-catraca, gás refrigerante, nitrogênio e outros materiais de consumo, assim como
demais elementos necessários à adequada instalação, manutenção e testes do sistema.
12.6.
Interligações Elétricas dos Splits
12.6.1. Painéis Elétricos
A alimentação de força dos condicionadores ar do tipo Splits será feita através do quadro
elétrico de acordo com projeto específico. As instalações elétricas deverão ser de acordo com as
seguintes normas:
ABNT - NB-3 Instalações Elétricas de Baixa Tensão
NEMA - National Electric Manufactures Association
ANSI - American National Standards Institute
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
66
IEC - International Electrotecnical Comission
12.6.2. Disjuntores
Monofásicos, com barramento comum de disparo, abafador de arco, contatos de pratatungstênio, adequadas às potências dos motores.
12.6.3. Fiação Elétrica
Os cabos de força serão em cabo PP tripolares, em condutor de cobre, com encapamento
termoplástico, anti-chama classe 1,0 kV para os alimentadores de força dos condensadores, e a
partir daí para interligação elétrica entre as unidades interna e externa, serão em cabo PP
quadripolares, 750 V, temperatura de operação de 70 ° em cabos pirastic.
Deverão ser utilizadas cores diferentes para a identificação de circuitos e sistemas.
Os cabos de força e os de comando deverão ser encaminhados em eletrodutos ou
eletrocalhas, independentes.
12.6.4. Eletrodutos e Conexões
Deverão ser do tipo rígido, em aço galvanizado a fogo com costura removida e pontas rosca
das para conexões.
Toda mudança de direção deverá ser executada por caixas de passagem ou condulete. As
conexões (arruelas, boxes, buchas, conectores, conduletes, etc) deverão ser também em aço
galvanizado e fornecidos completos com porcas, parafusos e arruelas, quando necessário.
As ligações finais entre os eletrodutos rígidos e os equipamentos deverão ser executadas
com eletrodutos flexíveis, sealtube tipo garganta, fixados por meio de buchas e boxes apropriados.
12.6.5. Fixações
Toda a sustentação necessária para a rede elétrica deverá ser prevista, podendo ser
utilizados fixadores, garras, tirantes, sempre construídos em aço galvanizado a fogo.
12.7.
Interligações de Drenos
Instalação de tubulação para dreno, utilizando-se tubo para água fria (marrom), com
diâmetro de 32 mm, interligando as bandejas de condensados
até as tubulações de águas
pluviais.
A tubulação de dreno deverá possuir sifão que garanta um perfeito caimento e vedação do
ar.
Os trechos de tubulação de dreno encaminhados pelo entre forro deverá ser
isolado
termicamente com espuma elastomérica espessura 12mm.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
67
12.7.1. Serviços de Apoio Necessários
Abertura e recomposição de furos nas paredes, janelas divisórias, esquadrias, lajes e
forro para passagem de tubulações frigoríficas e de drenos, eletrodutos, tubos de PVC, etc.
Abertura em parede, para passagem de tubos de PVC, eletrodutos, tubulações frigoríficas e
de drenos, com posterior vedação de todas as frestas com poliuretano expandido ou argamassa,
com o objetivo de obter uma perfeita estanqueidade;
As Unidades condensadores serão instaladas em suportes em alvenaria, sob calços de
borracha, com dimensões de 10cm x 10cm x 5cm.
12.8.
Especificação de Equipamentos
12.8.1. Condicionadores de Ar do Tipo MiniSplit de Parede e Split de teto, Condensação a Ar
Ficam assim definidos os seguintes condicionadores de ar e áreas atendidas pelos
mesmos:
- minisplit ambiente
remoto sem fio, filtro G3,
tipo
e
parede composto de unidade
unidade
220 V, serpentina com aletas com proteção
condensadora com
anticorrosiva,
evaporadora
com
controle
compressor scroll, monofásica,
sistema
de expansão do
tipo
pistão, ventilador axial com descarga horizontal., ref.: carrier ou equivalente
- Localizações dos equipamentos: Conforme projeto.
12.9.
Especificações Técnicas
12.9.1. Gabinetes (Unidades Internas e Externas):
De construção robusta, em perfis de plásticos ABS de engenharia, alumínio ou chapa de
aço com tratamento anticorrosivo e pintura de acabamento, providos de isolamento térmico em
material incombustível e de painéis frontais e laterais facilmente removíveis através de parafusos.
Os painéis removíveis deverão possuir guarnições de borracha, ou similar, devidamente
coladas. Independentemente do tipo, todos os terminais de ambientes terão suas partes aparentes
executadas em plásticos de engenharia, de fina aparência, e com flapes e outros mecanismos de
direcionamento automático das saídas de ar.
12.9.2. Ventiladores (Unidades Internas):
Serão do tipo centrífugo de dupla aspiração com pás curvadas para frente.
Serão de construção robusta, em plásticos de engenharia ou em chapa de aço com
tratamento anticorrosivo, e rotores balanceados estática e dinamicamente.
Os ventiladores e respectivos motores deverão ser montados em uma base única
rígida e
acoplados aos eixos mediante acoplamentos elásticos, sendo montados sobre mancais de
lubrificação permanente e auto-alinhantes.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
68
Os ventiladores deverão ter capacidade suficiente para circular as vazões de ar previstas,
com velocidades de descarga inferiores a 8 m/s.
12.9.3. Motores de Acionamento:
Será um motor para cada condicionador, do tipo indução, IP-54 classe de isolamento B,
bifásico, 60 Hz.
12.9.4. Evaporador:
A serpentina do evaporador deverá ser construída em tubos paralelos de cobre com aletas
de cobre ou alumínio, perfeitamente fixadas aos tubos por meio de expansão mecânica ou
hidráulica dos mesmos.
As cabeceiras serão construídas em chapas de aço galvanizadas ou de alumínio duro.
Os coletores serão em tubos de cobre e os distribuidores de líquido em latão ou cobre,
sendo que os tubos de distribuição deverão ser obrigatoriamente em cobre.
12.9.5. Condensador:
O ventilador do condensador deverá ser do tipo axial, com fluxo de ar horizontal com
velocidade inferior a 8m/s e balanceado estática e dinamicamente.
O(s) motor(es) de acionamento deverá(ão) ser do tipo de indução, IP-54, isolamento classe
B, trifásico.
A serpentina do condensador deverá ser construída em tubos paralelos de cobre com aletas
com proteção anticorrosiva, espaçadas no máximo, de 1/8”no máximo, de 1/8” e perfeitamente
fixadas aos tubos por meio de expansão mecânica ou hidráulica dos mesmos.
As cabeceiras serão construídas em chapas de alumínio ou de aço galvanizado. Os
coletores serão executados em tubos de cobre.
O condensador deverá ser projetado de modo a permitir um perfeito balanceamento com o
conjunto compressor-evaporador.
12.9.6. Bandeja de Recolhimento de Água:
A bandeja de recolhimento de água condensada deverá ter caimento para o lado da
drenagem que poderá ser feita em um ou dois pontos, (extremidades).
A bandeja será em plásticos de engenharia ou, alternativamente, em chapa tratada
convenientemente contra corrosão e isolada termicamente, quando necessário.
12.9.7. Compressor:
Unidade do tipo hermético, scroll
Será 01 (um) compressor por cada condicionador.
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
69
12.9.8. Filtros de ar:
Eficiência classe G3 (ABNT/NBR 16401-1; 2 e 3: 2008), tipo plano e permanente, elemento
filtrante em fibra sintética, montados em compartimentos próprios que permitam fácil remoção e
colocação dos mesmos.
A armação deverá ser vedada na junção com os filtros.
A velocidade do ar nos filtros não deverá ser superior a 2,5m/s.
Os filtros de ar aqui especificados deverão ser montados nas entradas de ar dos
condicionadores de modo a proteger o evaporador das unidades contra sujeiras e entupimentos.
Deverá possuir dispositivo que permita sua fácil remoção para limpeza e/ou substituição.
12.9.9. Controle de Temperatura
O controle de temperatura será realizado por um sensor no próprio evaporador.
12.9.10.
Comando dos equipamentos
Os Splits de ambiente serão comandados através de controle remoto digital sem fio.
12.10. Mão de Obra e Supervisão Técnica
O instalador fornecerá toda a mão de obra e supervisão técnica à instalação, colocando em
funcionamento todos os equipamentos. Os serviços eventualmente executados por terceiros serão
de responsabilidade do Instalador.
O Instalador deverá contar no local da execução da instalação de todo o ferramental e
instrumentos necessários à instalação.
Os serviços deverão ser executados com esmero e bom acabamento.
Além das
especificações contidas nos projetos, deverão ser obedecidas todas as recomendações técnicas
contidas no Manual de Instalação do fabricante.
12.11. Entrega da Obra
Após a conclusão da instalação do sistema de condicionamento de ar e antes do
recebimento provisório, o Instalador, executará testes e medições de pressões, temperaturas e
vazões de todos os condicionadores e demais grandezas que compõem o sistema. O
balanceamento final deverá ser executado com os ambientes em pleno funcionamento. Para efeito
da entrega da instalação, todo o procedimento será executado por pessoal habilitado, sob a
responsabilidade do engenheiro mecânico responsável pela obra.
12.12. Garantia
O instalador fornecerá a CONTRATANTE por ocasião do recebimento das instalações, um
certificado de garantia, de que todos os materiais e mão-de-obra fornecida e instalada, de acordo
com as presentes especificações, são de primeira qualidade, bem como, compromisso de correção
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
70
de todos os defeitos de fabricação ou de instalação que, porventura, sobrevenham durante o prazo
de um ano, a contar da data do recebimento. Os compressores terão garantia de, no mínimo, três
anos a partir da data de recebimento.
12.13. Manutenção
O Instalador deverá efetuar a manutenção integral preventiva e corretiva dos equipamentos
a serem instalados, assumindo todas as despesas decorrentes dos serviços e materiais a serem
utilizados, sem ônus adicionais para a CONTRATANTE, até a emissão do Recebimento Definitivo.
13. OBSERVAÇÕES:
Todas as quantidades indicadas nesse Caderno de Discriminação técnica, deverão ser
ratificadas ou retificas pela Proponente.
Todas as marcas dos equipamentos e materiais descritos nesse Caderno de Discriminação
técnica, servem meramente como referência.
_____________________________________
NEWTON RICARDO BELCHIOR MARANHÃO
ENGENHEIRO MECÂNICO
RPN: 0601891546
Memorial Descritivo – Projeto Executivo
71
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