MÓDULO DE COMUNICAÇÕES

MÓDULO DE COMUNICAÇÕES
SISTEMAS DE ALIMENTAÇÃO ININTERRUPTA (SAI) + ESTABILIZADORES - REDUTORES DE FLUXO LUMINOSO (ILUEST) + FONTES DE ALIMENTAÇÃO COMUTADAS + ONDULADORES ESTÁTICOS + CONVERSORES FOTOVOLTAICOS + ESTABILIZADORES DE TENSÃO E CONDICIONADORES DE LINHA
MÓDULO DE
COMUNICAÇÕES
MANUAL DO UTILIZADOR
ÍNDICE GERAL
Índice geral
1.Introdução.
1.1.
Carta de agradecimento.
2.
Informação de Segurança.
2.1.
Utilização deste manual.
3.Apresentação.
3.1.
Vista do Módulo de Comunicações.
3.2.
Legendas correspondentes à vista do Módulo de
Comunicações.
4.Descrição.
4.1.Comunicações.
4.1.1. Portas COM.
4.1.2. Interface a relés.
4.1.3. Unidade eletrónica de telemanutenção SICRES (opcional).
5.Aplicação.
6.Ligação.
6.1.
Módulo de comunicações COM.
6.1.1. Telemanutenção e portas de comunicação RS232 e RS485.
6.1.2. Interface a relés.
6.1.3. Relacionados com a bateria (somente para equipamentos com
saída c.c.).
6.1.3.1. Sonda compensação tensão de flutuação baterias / temperatura.
6.1.3.2.
Sonda de nível de eletrólito (Opcional).
6.1.4. Entradas analógicas e digitais (somente para estabilizadores de
tensão EMi3 e RE3).
SALICRU
3
INTRODUÇÃO
1. Introdução.
1.1.
Carta de agradecimento.
Agradecemos de antemão a confiança demonstrada na nossa
empresa através da aquisição deste produto. Leia cuidadosamente este manual de instruções para se familiarizar com o conteúdo, pois quanto mais souber e compreender o equipamento,
maiores serão o grau de satisfação, o nível de segurança e a
otimização das suas funcionalidades.
Estamos à sua inteira disposição para qualquer informação suplementar ou consultas que queira realizar.
Atentamente.
SALICRU
ˆˆ O equipamento descrito pode causar danos físicos
graves se for manuseado de forma incorreta. Por
isso, a instalação, a manutenção e/ou a reparação
devem ser levadas a cabo exclusivamente pelo nosso
pessoal ou então por pessoal qualificado.
ˆˆ Apesar de termos empreendido todos os esforços para
garantir a precisão e a completude de toda a informação
deste manual de do utilizador, não nos responsabilizamos por eventuais erros ou omissões.
As imagens incluídas neste documento são ilustrativas e
podem não representar exatamente as partes mostradas
do equipamento. No entanto, as eventuais divergências
serão minoradas ou solucionadas com uma correta rotulagem da unidade.
ˆˆ Em linha com a nossa política de evolução constante,
reservamo-nos o direito de modificar as características, os procedimentos ou as ações descritas neste
documento sem aviso prévio.
ˆˆ É
proibido reproduzir, copiar, ceder a terceiros, modificar ou traduzir total ou parcialmente este manual
ou documento, sob qualquer forma ou meio, sem a autorização prévia por escrito da nossa empresa, que
se reserva o direito de propriedade integral e exclusivo
sobre o mesmo.
4
MANUAL DO UTILIZADOR
INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA
2. Informação de
Segurança.
2.1. Utilização deste manual.
O objetivo deste manual ou publicação é proporcionar informação
relativa à segurança e explicações sobre os procedimentos para
o transporte, a instalação e a operação do equipamento.
Leia o manual atentamente antes de iniciar ou realizar qualquer
ação no equipamento e, em especial todas as instruções relativas à segurança.
Guarde este documento para consultas futuras e mantenha-o
acessível durante os procedimentos de instalação e colocação
em funcionamento.
Nas páginas seguintes, o termo «(S.S.T.)» refere o Serviço e
Suporte Técnico.
O Módulo de Comunicações é uma parte do equipamento que
pode ser incorporada como um elemento estruturado por defeito
de série na versão básica ou então como elemento opcional na
versão ampliada, podendo ser integrado parcial ou totalmente
em diferentes equipamentos.
Por conseguinte, leia atentamente toda a Informação sobre Segurança indicada no Manual do Utilizador do produto que este
Módulo de Comunicações inclui ou está previsto incluir.
SALICRU
5
APRESENTAÇÃO
3. Apresentação.
3.1. Vista do Módulo de
Comunicações.
COM1COM2
Variante do módulo de
comunicações para os
estabilizadores
EMi3 e RE3.
A
B
+
–
GND
Comum NC
NO
COM3RELÉS
3.2. Legendas correspondentes
à vista do Módulo de
Comunicações.
(COM2)
Conector DB9 para porta de comunicações RS232.
Reciprocamente exclusivo com COM3.
(COM3)
Conector de três pinos da porta de comunicações
RS485. Reciprocamente exclusivo com COM2.
BATERIAS
OUTRAS ENTRADAS
Conector para a unidade opcional, sonda de
nível de eletrólito.
A sonda é entregue introduzida numa das baterias como amostragem. O circuito permanece
fechado enquanto o líquido estiver em contacto
com a sonda e abre-se quando o nível desce.
(COM1)Agrupa:
A Slot de série, para comunicações SICRES opcional.
B Conector DB9 para porta de comunicações
RS232.
Se incluir o elemento opcional SICRES, esta
porta RS232 fica desativada.
Ligar a sonda Ligar a sonda
Entrada Entrada
temperatura
nível eletrólitoanalógica
digital
Portanto, a sonda será instalada e estará
sempre ligada ao grupo de baterias, quer estejam no mesmo armário que o retificador, quer
estejam num armário independente.
Para estabilizadores de tensão com saída c.a., entradas:
(Analógica) No estabilizador da série EMi3, a entrada analógica
será uma entrada de controlo externo.
(Digital)
ara o mesmo equipamento, a entrada digital está
P
prevista para a entrada de um alarme externo.
(RELAYS) Contactos comutados de nove relés de alarme, proporcionados através de conectores de três pinos
(Comum, NC e NO).
Para equipamentos com tensão de saída c.c.
Os dois conectores relacionados com as baterias são úteis somente em equipamentos de corrente contínua.
(BATTERY) C
om os dois conectores independentes é possível
controlar dois parâmetros relativos às baterias:
Conector para a sonda de temperatura (R103).
A sonda de temperatura encontra-se na extremidade oposta da tubagem ligada ao próprio
conector e permite a extensão até ao interior
do armário de baterias. Esta sonda possibilita
a medição da temperatura ambiente e a sua visualização no painel de controlo, além da compensação da tensão de flutuação de acordo
com esta temperatura.
6
MANUAL DO UTILIZADOR
DESCRIÇÃO
4. Descrição.
4.1. Comunicações.
4.1.1. Portas COM.
Estão disponíveis duas portas RS232 proporcionadas através
de conectores DB9 como COM1 e COM2. A COM1 fica desativada em caso de instalação da unidade opcional de telemanutenção SICRES.
Também existe um RS485 na porta COM3 proporcionado
através de um conector de três pinos.
O RS232 do canal COM2 e o RS484 do canal COM3 são reciprocamente exclusivos e não podem ser utilizados simultaneamente.
4.1.2. Interface a relés.
Através de uma interface de comunicações, equipada com relés
e entradas digitais, é possível interagir com o meio envolvente
em caso de alarmes do sistema e/ou informações externas recebidas.
Para tal são fornecidos os contactos comutados de nove relés
de alarme, através de conectores de três pinos (Comum, NC e
NO).
Nos quadros 2 a 8 é possível ver a programação inicial de fábrica para cada família de produto. No entanto, nem todas as famílias têm os mesmos alarmes, nem mesmo a versão ampliada.
O utilizador também não pode modificar a programação inicial
de fábrica em todas.
Nos equipamentos DC Power-S e FAC série P, o utilizador pode
reprogramá-los à sua vontade as vezes que necessitar. Nos restantes produtos, só é possível realizar a modificação na fábrica e
posteriormente é necessária a intervenção do S.S.T.
O relé 9 é ativado por defeito com qualquer alarme na versão
ampliada e nos equipamentos que o possuem.
4.1.3. Unidade eletrónica de
telemanutenção SICRES (opcional).
A unidade eletrónica de telegestão SICRES permite uma monitorização, análise e assistência técnica em tempo real, 24 horas
por dia, 7 dias por semana, através de profissionais da empresa,
reduzindo assim o MTTR (tempo médio de reparação) perante
qualquer ocorrência inesperada.
Durante a monitorização é criado um histórico de ocorrências e
alarmes que permite uma análise exaustiva do equipamento e
disponibiliza informação valiosa da tendência de funcionamento,
identificando assim futuros problemas potenciais. Da mesma
forma, todos os meses é enviado um relatório pormenorizado
do estado do equipamento ao cliente.
SALICRU
7
APLICAÇÃO
5. Aplicação.
O Módulo de Comunicações pode ser incluído de série ou então
como unidade opcional na família de equipamentos indicada no
quadro 1, com as restrições ou limitações próprias de cada uma.
Deve ter em conta se dispõe de uma versão básica ou normalizada e de uma ampliada ou completa.
RE3 (somente com painel
de controlo com monitor
LCD)
EMi3
DC Power-S
DC Power-L
FAC série P
Família do
produto
Disponibilidade ligações em módulo
de comunicação
Básica
Ampliada
COM1
COM1
COM2
COM2
COM3
COM3
RELÉS 1-3
RELÉS 1-9
BATERIAS (sonda
temperatura)
BATERIAS (sonda
temperatura)
-
BATERIAS (nível
eletrólito)
COM1
COM1
-
-
COM3
COM3
RELÉS 1-3
RELÉS 1-9
BATERIAS (sonda
temperatura)
BATERIAS (sonda
temperatura)
-
BATERIAS (nível
eletrólito)
COM1
COM1
COM2
COM2
COM3
COM3
RELÉS 1-3
RELÉS 1-9
BATERIAS (sonda
temperatura)
BATERIAS (sonda
temperatura)
-
BATERIAS (nível
eletrólito)
COM1 (0)
COM1
-
-
-
COM3
-
RELÉS 1-9
-
Entrada analógica
-
Entrada digital
Somente slot para
SICRES
COM1
-
-
-
COM3
-
RELÉS 1-5
-
-
-
Entrada digital
Observações
Slot para SICRES (1)
Ver quadro 2
Slot para SICRES (1)
Ver quadro 5 e 6
Slot para SICRES (1)
Ver quadro 3 e 4
Slot para SICRES (1)
Ver quadro 7
Slot para SICRES (1)
Ver quadro 8
(0)
Não disponível em equipamentos EMi3 monofásicos feitos no formato caixa.
(1)
O slot para a unidade de telemanutenção SICRES é incluído em todos os equipamentos indicados, mas a SICRES propriamente dita não, que é opcional.
Tabla 1.
8
Disponibilidade de portas de comunicação por família.
MANUAL DO UTILIZADOR
LIGAÇÃO
6. Ligação.
6.1. Módulo de comunicações COM.
•
A linha de comunicações (interface) constitui um circuito de segurança de muito baixa tensão. Para
manter a qualidade, deve ser instalada separada de outras
linhas com tensões perigosas (linhas de distribuição de
energia).
Os cabos utilizados para a interface a relés devem ser blindados e ligados obrigatoriamente a terra, através da placa
ou terminal respetivo.
Tenha em conta que a corrente e a tensão máxima aplicável
nos contactos dos próprios relés da interface do módulo
COM não podem exceder 5 A 250 V c.a. ou 0,5 A 145 V c.c.
•
O módulo de comunicações foi concebido para instalação no interior de um armário, já que não dispõe de
proteção contra o contacto direto.
• Os armários dos sistemas dispõem de orifícios adequados
na base ou na tampa superior para a instalação de cones
de atravessamento, bucins ou então de uma ranhura ampla
para a passagem dos cabos de ligação com as arestas metálicas protegidas para evitar cortes ou danos do isolamento
dos cabos.
Não passe os cabos por nenhum orifício perfurado na chapa
sem proteger as arestas, visto que, além dos eventuais
danos nos cabos, pode provocar fugas de corrente.
6.1.1. Telemanutenção e portas de
comunicação RS232 e RS485.
• Todas as referências à unidade de telemanutenção SICRES
prevista para instalação opcional no slot respetivo devem ser
consultadas no Manual do Utilizador EK794*00.
• O Módulo de Comunicações dispõe de duas portas RS232
proporcionadas pelo conector DB9 e de uma RS485 proporcionada pelo conector de três pinos.
ˆˆ A primeira RS232 associada ao COM1 ficará desativada
em caso de instalação da unidade de telemanutenção
SICRES no slot respetivo. A própria SICRES dispõe do
DB9 para a porta RS232.
ˆˆ A segunda porta RS232 está associada ao canal COM2.
ˆˆ A RS485 está associada ao canal COM3. Os sinais da
porta no conector de três pinos são os seguintes da esquerda (pino 1) para a direita (pino 3): +, – e GND.
A RS232 do canal COM2 e a RS485 do canal COM3 são
exclusivas, o que significa que não podem ser utilizadas ao
mesmo tempo.
6.1.2. Interface a relés.
• O Módulo de Comunicações dispõe de nove relés programáveis. Os contactos comutados de cada um dos relés são proporcionados através de conectores de três pinos dispostos
na frente e identificados como “RELAYS” e numerados de 1
a 9 da esquerda para a direita.
Além disso, a ativação do relé pode ser visualizada no
monitor LCD do Módulo de Controlo (DC Power-S e
FAC série P) ou então no monitor LCD do equipamento
(DC Power-L e EMi3), como alarme ou informação, sendo
possível agrupar diferentes entradas ou informações e asSALICRU
sociá-las a um único relé. Neste caso, qualquer alarme vai
ativar individualmente o relé em causa. Deve ter em conta
que um alarme somente pode ser associado uma vez e, portanto, a apenas um relé.
Nos equipamentos DC Power-S e FAC série P, o utilizador
pode reprogramá-los à sua vontade as vezes que necessitar.
Nos restantes produtos, só é possível realizar a modificação
na fábrica e posteriormente é necessária a intervenção do
S.S.T.
A programação por defeito de fábrica para cada uma das
famílias é mostrada nos quadros 2 a 8. Deve considerar que,
no que se refere ao disparo ou abertura das proteções do
próprio equipamento, terão efeito de alarme ou indicação na
condição de incorporarem o respetivo bloco de contactos
auxiliares em cada elemento de manobra e que estes são
opcionais.
N.º de relé
Descrição programação relés
1
A1 «Alarme urgente». Agrupa os seguintes sinais:
- Alarme fim de autonomia
- Alarme de sobrecarga
- Alarme de tensão de baterias alta
- Alarme de cargas não prioritárias
- Alarme de magnetotérmico de saída «Off»
- Alarme urgente de módulos (ver condições)
- Alarme de tensão de entrada alta
- Alarme de tensão de saída baixa (temporizada 1 min)
- Alarme de tensão de saída alta
- Alarme de magnetotérmico de baterias «Off»
2
A2 «Alarme Não urgente». Agrupa os seguintes sinais:
- Alarme de bateria baixa
- Alarme de sobreaquecimento baterias
- Alarme de sobrecarga de segurança
- Alarma de tensão de entrada baixa
- Alarme Não urgente de módulos (ver condições)
3
O1 «Alarme de observação». Agrupa os seguintes sinais:
- Alarme de descarga (temporizada 1 min)
- Alarme de sobrecarga de utilização
- Alarme de shutdown
- Alarme corrente de carga alta
4-8
Relés livres para alarmes programáveis pelo utilizador
9
Alarme geral (ativação por qualquer alarme)
Condições.
Para a ativação do «Alarme Não urgente de módulos», no
mínimo deve ser ativado qualquer um dos seguintes alarmes
num módulo:
ˆˆ Avaria de rede módulo (somente no caso de este alarme
ocorrer no módulo e não na rede de alimentação do Módulo de Controlo).
ˆˆ Alarme de bateria baixa de módulo.
ˆˆ Alarme final de autonomia módulo.
ˆˆ Alarme de sobrecarga módulo.
ˆˆ Alarme de magnetotérmico de saída de módulo.
ˆˆ Alarme de temperatura alta de dissipador do módulo.
ˆˆ Alarme de avaria de retificador do módulo.
ˆˆ Alarme de shutdown do módulo.
ˆˆ Alarme de sobretensão do módulo.
ˆˆ Alarme de PFC do módulo.
ˆˆ Alarme de avaria de ventilador do módulo.
Para a ativação de um «Alarme urgente», é necessário que
se produza o «Alarme Não urgente» em, no mínimo, dois
módulos.
Tabla 2.
rogramação interface a relés para as comunicações
P
básicas da FAC série P e a DC Power-S até à semana
8 de 2014.
9
LIGAÇÃO
N.º de relé
1
2
3
4-9
(2)
Descrição programação relés
N.º de relé
Agrupa os seguintes alarmes:
- Bateria em descarga
- Tensão entrada baixa
Agrupa os seguintes alarmes:
- Bateria baixa
- Fim de autonomia
- Sobrecarga SISTEMA
- Sobreaquecimento baterias
- Sobrecarga SEGURANÇA
- Sobrecarga UTILIZAÇÃO
- Paragem remota
- Tensão baterias alta
- URGENTE módulos
- NÃO URGENTE módulos
- Corrente carga baterias alta
- Tensão entrada alta
- Tensão saída baixa
- Tensão saída alta
- Nível eletrólito baixo
Agrupa os seguintes alarmes:
- Avaria isolamento + (2)
- Avaria isolamento – (2)
Inutilizável
Reservado para comunicação interna
2
Agrupa os seguintes alarmes:
- Avaria entrada
- Subtensão entrada RS e/ou ST e/ou TR
3
Agrupa os seguintes alarmes:
- Sobrecarga retificador
- Sobreaquecimento baterias
- Corrente carga baterias alta
- Sobreaquecimento dissipador
- Tensão baterias baixa
- Sobretensão baterias
- Sobretensão entrada RS e/ou ST e/ou TR
- Tensão saída baixa
- Tensão saída alta
- Nível eletrólito baixo
4
Agrupa os seguintes alarmes:
- Avaria isolamento + (2)
- Avaria isolamento – (2)
5-8
9
(2)
Inutilizável
Reservado para comunicação interna
Somente para tensão de saída flutuante.
Somente para tensão de saída flutuante.
Tabla 5.
Tabla 3.
N.º de relé
rogramação interface a relés para as comunicações
P
básicas da FAC série P e a DC Power-S a partir da
semana 8 de 2014.
N.º de relé
Descrição programação relés
1
Agrupa os seguintes alarmes:
- Bateria em descarga
- Tensão entrada baixa
2
Agrupa os seguintes alarmes como URGENTES:
- Bateria baixa
- Fim de autonomia
- Sobrecarga SISTEMA
- Paragem remota
- URGENTE módulos
- Tensão saída baixa
- Tensão saída alta
3
(2)
Descrição programação relés
1
Agrupa os seguintes alarmes como NÃO URGENTES:
- Sobreaquecimento baterias
- Sobrecarga SEGURANÇA
- Sobrecarga UTILIZAÇÃO
- Tensão baterias alta
- NÃO URGENTE módulos
- Corrente carga baterias alta
- Tensão entrada alta
4
- Avaria isolamento + (2)
5
- Avaria isolamento – (2)
6
- Nível eletrólito baixo
7
- ENTRADA DIGITAL 1
8
- ENTRADA DIGITAL 2
9
- Alarme geral (qualquer alarme o ativa)
(2)
rogramação interface a relés para as comunicações
P
básicas da DC Power-L.
Descrição programação relés
1
Reservado para comunicação interna
2
Agrupa os seguintes alarmes:
- Avaria entrada
- Subtensão entrada RS e/ou ST e/ou TR
3
Agrupa os seguintes alarmes como URGENTES:
- Sobrecarga retificador
- Sobreaquecimento dissipador
- Tensão baterias baixa
- Tensão saída baixa
- Tensão saída alta
4
Agrupa os seguintes alarmes como NÃO URGENTES:
- Sobreaquecimento baterias
- Corrente carga baterias alta
- Sobretensão baterias
- Sobretensão entrada RS e/ou ST e/ou TR
5
- Avaria isolamento + (2)
6
- Avaria isolamento – (2)
7
- Nível eletrólito baixo
8
- Alarme geral (qualquer alarme o ativa)
9
Reservado para comunicação interna
Somente para tensão de saída flutuante.
Tabla 6.
rogramação interface a relés para as comunicações
P
ampliadas da DC Power-L.
Somente para tensão de saída flutuante.
Tabla 4.
10
rogramação interface a relés para as comunicações
P
ampliadas da DC Power-S.
MANUAL DO UTILIZADOR
LIGAÇÃO
N.º de relé
Descrição programação relés
INTERNO 1
Agrupa os seguintes alarmes:
- Relé de sobrecarga de saída ativo
- Tensão de saída fora de intervalos (detetor máx.-mín.)
INTERNO 2
- Alarme geral (qualquer alarme o ativa)
Os dois conectores relacionados com as baterias são úteis somente em equipamentos de corrente contínua.
1
Agrupa os seguintes alarmes:
- Equipamento monofásico:
Sobretensão entrada
Tensão entrada baixa
- Equipamento trifásico:
Sobretensão entrada, fase R e/ou S e/ou T
Tensão entrada baixa, fase R e/ou S e/ou T
2
Agrupa os seguintes alarmes:
- Equipamento monofásico:
Sobrecarga de saída
- Equipamento trifásico:
Sobrecarga de saída, fase R e/ou S e/ou T
3
Agrupa os seguintes alarmes:
- Equipamento monofásico:
Avaria motor
- Equipamento trifásico:
Avaria motor, fase R e/ou S e/ou T
• Nos sistemas em que as baterias partilham o armário com
o próprio retificador, a sonda é instalada internamente na fábrica próximo do tabuleiro dos acumuladores e ligada na extremidade oposta à barra de terminais identificada como .
4
Agrupa os seguintes alarmes:
- Equipamento monofásico:
Sobretensão de saída
- Equipamento trifásico:
Sobretensão de saída, fase R e/ou S e/ou T
5
Agrupa os seguintes alarmes:
- Equipamento monofásico:
Tensão de saída baixa
- Equipamento trifásico:
Tensão de saída baixa, fase R e/ou S e/ou T
• Nos equipamentos em que as baterias são instaladas num
armário independente do próprio retificador, a tubagem com
a sonda (R103) é fornecida ligada à barra de terminais “BATTERY” identificada como . A tubagem enrolada fica fixada
na base do armário do retificador.
6
- Avaria sistema de ficheiros
7
- Requer manutenção preventiva
8
- Entrada digital
9
- Alarme geral (qualquer alarme o ativa)
Tabla 7.
rogramação interface a relés para as comunicações
P
ampliadas do estabilizador EMi3.
Além disso, o equipamento EMi3 dispõe opcionalmente de dois
relés internos e independentes do módulo de comunicações,
que se forem encomendados, serão entregues programados
conforme indicado no quadro 7 e identificados como INTERNO
1 e 2.
N.º de relé
Descrição programação relés
1
- Tensão de entrada alta ou baixa
2
- Sobrecarga
3
- Bypass
4
- Tensão de saída alta ou baixa
5
- Máxima-Mínima tensão de saída (3)
6-9
(3)
6.1.3. Relacionados com a bateria
(somente para equipamentos com
saída c.c.).
Inutilizável
Alarme disponível quando o estabilizador incorpora o opcional alta-baixa
tensão de saída.
Tabla 8.
rogramação interface a relés para as comunicações
P
básicas do estabilizador RE3.
6.1.3.1.
Sonda compensação tensão de
flutuação baterias / temperatura.
• Tal como recomendam os fabricantes de baterias, deve
fornecer uma tensão de flutuação variável em função da
temperatura ambiente. O controlo desta função é realizado
através do teste com a sonda (R103), ligada na extremidade
de uma tubagem de cabos.
Corte o grampo ou grampos que fixam a tubagem e retire a
sonda para o exterior do armário do sistema.
Introduza a sonda no armário de baterias e estenda-a até à
parte mais elevada. Prenda a sonda com grampos à estrutura do armário para a imobilizar.
Como coloca a sonda na parte mais elevada, supostamente
com a temperatura mais elevada, obterá uma tensão de flutuação em relação à temperatura sensivelmente melhor.
Nos armários sem calha, passe a sonda pelo orifício
entre qualquer das duas tampas laterais e os tabuleiros de baterias. Deste modo, evita que o cabo fique preso,
puncionado ou seccionado quando extrai um tabuleiro.
Nos armários com calha, retire a tampa, passe a tubagem
pelo interior e faça-a sair pela ranhura mais adequada.
Quando concluir os trabalhos, volte a tapar a calha.
• Num equipamento com baterias distribuídas por mais de um
armário, deve instalar a sonda num deles, de preferência
naquele em que a temperatura seja sensivelmente mais elevada e, portanto, mais desfavorável.
Por exemplo: O armário mais próximo do equipamento, o
mais encostado à parede, aquele que, devido à disposição
física na localização, possa apresentar um menor caudal do
ar de ventilação, etc.
6.1.3.2.
Sonda de nível de eletrólito
(Opcional).
• As baterias de células abertas são entregues com o nível de
eletrólito adequado. Este procedimento é monitorizado com
rigor por ser vital para a vida útil das baterias. Este processo,
que geralmente é realizado na fábrica, pode ser executado
no local da instalação a pedido do cliente, sempre com a
mesma exigência e rigor necessários, e antes da primeira
colocação em funcionamento do equipamento.
No entanto, pode acontecer que, durante um período determinado, por cargas e descargas excessivas, temperatura
exterior elevada ou outros fatores, o nível desça.
• Embora nas revisões periódicas de manutenção preventiva
o nível de eletrólito seja sempre controlado em todos os elementos, é possível considerar que a descida de líquido num
equipamento é similar, para não dizer idêntico, em todos os
acumuladores.
SALICRU
11
LIGAÇÃO
Para garantir um maior e permanente controlo deste parâmetro, é possível fornecer a unidade opcional de nível de
eletrólito que terá de ser instalada no interior de uma das
baterias, quando estiverem instaladas, independentemente
de estarem no mesmo armário que o retificador ou noutro.
• Basicamente, quando a sonda entra em contacto com o eletrólito que funciona como condutor, fecha-se um circuito. Em
caso de descida do líquido, a sonda deixa de conduzir com
a abertura do circuito e, consequentemente, o alarme será
ativado no monitor do painel de controlo.
• Nos sistemas em que os retificadores e as baterias partilham
o mesmo armário, é fornecida a sonda com uma tubagem
ligada na fábrica ao módulo de comunicação (barra de terminais “BATTERY” identificada como
).
Nos equipamentos em que as baterias são instaladas num
armário independente do próprio retificador, a tubagem com
a sonda é fornecida desligada, enrolada e presa na base do
armário de baterias.
Instalação da sonda.
•
Para trabalhar com baterias utilize óculos de proteção
e luvas, respeitando as instruções de segurança
obrigatórias e indicadas no documento EK266*08.
• No armário partilhado para o equipamento e as baterias:
ˆˆ Retire os parafusos de bloqueio mecânico (BL) nas extremidades do tabuleiro de baterias.
ˆˆ Instale os acumuladores na posição indicada na
documentação fornecida, respeitando todas as advertências referidas no manual do utilizador do equipamento sobre a fixação do armário numa superfície sólida
e a proibição de extrair mais de um tabuleiro com as baterias carregadas.
ˆˆ Ligue as baterias de acordo com o descrito no próprio
manual do utilizador do equipamento.
ˆˆ A sonda de nível de eletrólito é fornecida montada numa
tampa para a célula das baterias. Retire a tampa de um
dos acumuladores e substitua-a pela da sonda.
Certifique-se de que a tampa com a sonda foi
introduzida até ao fundo, para um contacto correto
com o eletrólito.
ˆˆ Ajuste a profundidade da sonda. A tampa plástica situada na extremidade da vareta deve ficar cerca de
4 mm a 5 mm sobre a linha marcada na caixa do acumulador como «Nível mínimo».
Dependendo do sistema de regulação do detetor, vai ser
necessário desapertar o parafuso de fixação da vareta ou
então atuar sobre a porca para modificar a profundidade.
ˆˆ Ligue o cabo com terminal livre, que faz parte da tubagem de ligação da sonda, ao terminal positivo da
bateria com o detetor. A outra extremidade da tubagem
com a sonda está ligada aos terminais
do Módulo de
Comunicações.
ˆˆ Se adquirir o detetor do nível de eletrólito depois da saída
de fábrica, deve ligar a tubagem à barra de terminais
“BATTERY” identificada como
e realizar as ações
descritas.
Nos armários sem calha, passe a tubagem pelo
orifício entre qualquer das duas tampas laterais e
dos tabuleiros de baterias. Deste modo, evita que o cabo
fique preso, puncionado ou seccionado quando extrai
um tabuleiro.
Nos armários com calha, retire a tampa, passe a tubagem pelo interior e faça-a sair pela ranhura mais
adequada. Quando concluir os trabalhos, volte a tapar
a calha.
12
• No armário de baterias independentes do próprio equipamento:
ˆˆ Retire os parafusos de bloqueio mecânico (BL) nas extremidades do tabuleiro de baterias.
ˆˆ Instale os acumuladores na posição indicada na
documentação fornecida, respeitando todas as advertências referidas no manual do utilizador do equipamento sobre a fixação do armário numa superfície sólida
e a proibição de extrair mais de um tabuleiro com as baterias carregadas.
ˆˆ Ligue as baterias de acordo com o descrito no próprio
manual do utilizador do equipamento.
ˆˆ Corte o grampo ou grampos que prendem a tubagem
com a sonda de nível e posicione-a no tabuleiro de baterias indicado no esquema de ligação dos acumuladores.
ˆˆ A sonda é fornecida montada numa tampa para a célula das baterias. Retire a tampa de um dos acumuladores periféricos do bloco de baterias e substitua-a pela
da sonda, visto que não pode regular numa bateria no
centro do conjunto por não ser possível comprovar o
nível de eletrólito.
ˆˆ Ajuste a profundidade da sonda. A tampa plástica situada na extremidade da vareta deve ficar cerca de
4 mm a 5 mm sobre a linha marcada na caixa do acumulador como «Nível mínimo».
Dependendo do sistema de regulação do detetor, vai ser
necessário desapertar o parafuso de fixação da vareta ou
então atuar sobre a porca para modificar a profundidade.
ˆˆ Escolha a tampa de um dos acumuladores mais centrais
do bloco de baterias.
ˆˆ Com muito cuidado, já que pode gotejar eletrólito, retire
a vareta da sonda do acumulador em que está instalada
e volte a colocá-la no previsto do centro do bloco de baterias.
Certifique-se de que a tampa com a sonda foi
introduzida até ao fundo, para um contacto correto
com o eletrólito.
ˆˆ Coloque a tampa retirada de uma bateria na outra.
ˆˆ Ligue o cabo com terminal livre, que faz parte da tubagem de ligação da sonda, ao terminal positivo da bateria com o detetor.
ˆˆ A outra extremidade da tubagem com a sonda está equipada com uma barra para ligar aos terminais
do Módulo de Comunicações.
Dependendo da existência ou não de tampas laterais
entre os armários, vai poder ligar a barra diretamente
aos terminais indicados ou terá de sair do armário de
baterias para ligar ao equipamento através dos cones de
atravessamento montados em ambos.
ˆˆ Passagem da tubagem de ligação.
Nos armários sem calha, passe a tubagem pelo
orifício entre qualquer das tampas laterais e a própria estrutura. Desta forma evita eventuais danos na tubagem de ligação da sonda.
Nos armários com calha, retire a tampa, passe a tubagem pelo interior e faça-a sair pela ranhura mais
adequada. Quando concluir os trabalhos, volte a tapar
a calha.
Independentemente do local por onde passa a tubagem
de ligação, conseguirá evitar tensões mecânicas nas ligações.
MANUAL DO UTILIZADOR
LIGAÇÃO
ˆˆ Passe a mangueira entre os dois armários em causa e
ligue a extremidade com os cabos de ligação à barra de
terminais “BATTERY” do Módulo de Comunicações e
identificada como
.
6.1.4. Entradas analógicas e digitais
(somente para estabilizadores de
tensão EMi3 e RE3).
O módulo de comunicações para estabilizadores EMi3 e RE3
dispõe de dois conectores para entradas: uma analógica e outra
digital.
A entrada analógica não está disponível para o RE3, apesar de
fisicamente poder integrar o conector respetivo.
A analógica será uma entrada de controlo externo e a digital
uma entrada para um alarme externo.
Ambas as entradas variam de 0 V a 10 V.
SALICRU
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LIGAÇÃO

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MANUAL DO UTILIZADOR
LIGAÇÃO
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SALICRU
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