caderno de especificações - Prefeitura Municipal de São Manuel

caderno de especificações - Prefeitura Municipal de São Manuel
CADERNO
DE
ESPECIFICAÇÕES
Obra: Reforma e Ampliação do Centro Integrado de Apoio à Educação
Unidade: Secretaria Municipal de Educação
Cidade: São Manuel / SP
OBJETIVO
O presente Memorial, tem por finalidade fornecer as informações técnicas
para a Reforma e Ampliação do Centro Integrado de Apoio à Educação - CIAE, localizado
no município de São Manuel/SP.
Para as Obras e serviços acima, a Empreiteira fornecerá todos os materiais,
mão-de-obra e máquinas necessários para a realização dos trabalhos previstos em
detalhes, constantes do presente Memorial ou sejam: serviços preliminares,
estaqueamento, fundações, estrutura, alvenaria, impermeabilização, cobertura, esquadrias
de madeira e metálicas, revestimentos, pisos, vidros, pintura, instalações elétricas e
hidráulicas, serviços complementares e limpeza geral.
Para execução das Obras projetadas, o presente Memorial não limita a
aplicação de boa técnica e experiência por parte da Empreiteira, indicando apenas as
condições mínimas necessárias, as quais deverão obrigatoriamente atender às normas e
especificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), quanto a sua
execução e aos materiais empregados.
Nota: Para as marcas mencionadas no Memorial ou Projeto, leia-se "marca"
ou similar.
01 - SERVIÇOS PRELIMINARES
1.1 Canteiro de Obras e Instalações Provisórias:
Deverá ser instalado container para depósito de materiais e ferramentas,
com ambiente para o engenheiro residente e o engenheiro fiscal, em local apropriado a ser
definido e aprovado pela PREFEITURA DE SÃO MANUEL.
O container deverá ter local para escritório, sanitário e depósito.
Deverá ser mantido na Obra, cópias dos Projetos, Memorial Descritivo,
Cronograma Físico - Financeiro, a via da ART devidamente preenchida e recolhida junto ao
CREA, telefone provisório, bem como um livro em 3 (três) vias "Diário de Obra" com todas
as páginas numeradas onde serão anotadas diariamente as diversas ocorrências e fatos
cujo registro seja considerado necessário e também as determinações da PREFEITURA
DE SÃO MANUEL.
1.2 Demolições e Retiradas:
Os serviços de demolição compreendem toda demolição das paredes e
esquadrias internas, lajes e coberturas, inclusive dos anexos ao prédio principal, todas
indicadas no projeto arquitetônico.
As esquadrias (portas e janelas) indicadas serão retiradas e descartadas
sem reaproveitamento.
Ficam a cargo da Empreiteira o bota fora do material proveniente da
execução do serviço referido, devendo cuidar nos termos da Legislação Municipal da
limpeza das vias públicas, protegendo a carga dos caminhões com lona.
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1.3 Limpeza da Área Externa:
Será realizada a retirada de camada vegetal e entulhos espalhados pela extensão
da implantação da área externa ao prédio.
Ficam a cargo da Empreiteira o bota fora do material proveniente da execução do
serviço referido, devendo cuidar nos termos da Legislação Municipal da limpeza das vias
públicas, protegendo a carga dos caminhões com lona. O material deverá ser lançado em
aterro homologado pela Cetesb e os comprovantes serão entregues ao responsável da
Contratante.
1.4 Serviços de Corte e Aterro:
O movimento de terra compreenderá aos cortes, aterros e espalhamento de terra
necessários para preparação do arruamento no terreno e dos taludes pertinentes.
As seções do arruamento e calçadas em aterro deverão ser compactadas em
camadas sucessivas de aproximadamente 20cm cada até o nível de execução da
preparação do piso.
1.5 Tapumes de Proteção:
O prédio remanescente e ampliações deverá ser protegido com tapume de
madeira compensada ou material metálico . O tapume deverá impedir o acesso de pessoas
não autorizadas e/ou não envolvidas com a obra.
1.6 Placa da Obra:
Deverá ser colocado placa de obra respeitando os detalhes contidos em
edital.
1.7 Locação da Obra:
A locação da Obra será totalmente executada pela Empreiteira, sendo de
sua inteira responsabilidade a execução deste serviço. Qualquer ocorrência de erro na
locação da Obra projetada implicará para esta na obrigação e reposições que se tornarem
necessárias a juízo da fiscalização.
02- INFRAESTRUTURA
Generalidades:
As estacas serão do tipo estaca escavada e deverão ser executadas em
conformidade com projeto específico.
Deverão ser respeitadas as profundidades mínimas indicadas em Projeto e
serão levemente armadas de acordo com as especificações.
Deverão seguir rigorosamente a NB - 1 e NB - 51 da ABNT - Associação
Brasileira de Normas Técnicas. Em hipótese alguma poderão ser paralisados os serviços
de concretagem no meio de uma estaca.
Qualquer ocorrência na Obra que comprovadamente impossibilite a
execução das fundações, deverá ser imediatamente comunicado à Fiscalização. Entre
outras, merecem maior destaque:
* Vazios de subsolo causados por formigueiros ou poços de edificações
anteriores;
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* Canalizações não indicadas no levantamento;
* Fundação existente
Somente com aprovação prévia, face a comprovada impossibilidade
executiva, poderão ser introduzidas modificações no Projeto de Fundações.
Para perfeita verificação do comportamento das fundações, poderão ser
exigidas pela Fiscalização, as provas de carga. As despesas decorrentes serão de
responsabilidade da Empreiteira.
2.1. Estaca Escavada Diâmetro de 25 cm Armada:
Serão utilizadas estacas armadas escavadas com diâmetro de 25 cm, e
comprimento mínimo indicados em Projeto. As mesmas serão preenchidas com concreto
usinado Fck = 18 (dezoito) MPa, no mínimo.
2.2 Escavação Manual:
Deverá ser executado as escavações necessárias para a realização das
vigas que formam o conjunto do alicerce da Obra. A terra escavada deverá ser amontoada
no mínimo a 50 cm ( cinqüenta centímetros) da borda e quando necessário sobre pranchas
de madeira, de preferência de um só lado, liberando o outro para acessos e
armazenamento de materiais e tomando-se os cuidados devidos.
2.3 Apiloamento do Fundo das Cavas:
Após a escavação deverá ser efetuado enérgico e vigoroso apiloamento por
processos manuais ou mecanizados.
2.4 Lastro de Concreto Magro:
O fundo das cavas será regularizado por um lastro de concreto magro no
traço 1:5:5 de cimento, areia e brita lançado nas valas até a altura necessária. Espalha-se
o concreto com a colher de pedreiro e nivela com a régua de alumínio sarrafeando na
espessura média de 5 cm (cinco centímetros), devendo abranger toda a área de vigas
baldrames e blocos/pilaretes sem interferir na união estaca – bloco/pilar.
2.5 Forma Comum de Pinho:
As formas a serem utilizadas para os blocos e vigas baldrame serão de
pinho comum, devendo ter as amarrações e os escoramentos necessários para não
sofrerem deslocamentos ou deformações quando do lançamento do concreto, fazendo com
que, por ocasião da desforma, a estrutura reproduza o determinado em Projeto.
2.6 Armação:
A armação a ser utilizada será de ferro CA - 50 A e CA - 60, obedecendo as
mesmas especificações do item Estrutura.
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2.7 Concreto Usinado Fck 20 MPa:
Será utilizado o concreto Fck = 20 MPa (vinte) no mínimo, para a execução
dos blocos/pilar de sustentação, obedecendo as mesmas especificações do item Estrutura.
2.8 Reaterro Compactado:
Deverá ser em camadas com espessuras máximas de 20 cm (vinte
centímetros).Os reaterros deverão utilizar de preferência a terra da própria escavação,
umedecida e isenta de pedras de dimensões superiores a 5 cm (cinco centímetros),
seguida de compactação manual ou mecânica de modo a atingir densidade e aspecto
homogêneo.
03 - ESTRUTURA
Generalidades:
A execução do concreto estrutural obedecerá rigorosamente ao Projeto
especificações e detalhes respectivos bem como as Normas Técnicas da ABNT que regem
o assunto, além das que se seguem.
A execução de qualquer parte da estrutura implica na integral
responsabilidade da Empreiteira por sua existência e estabilidade.
As passagens de canalizações através de vigas ou outros elementos
estruturais, deverão obedecer rigorosamente as determinações do Projeto, não sendo
permitida a mudança das mesmas, quando de todo inevitável, tais mudanças exigirão
aprovação em Projeto.
A firma contratada deverá apresentar um certificado de controle tecnológico
de resistência à compressão do concreto caso exigido pela Fiscalização. As despesas
decorrentes serão de inteira responsabilidade da Empreiteira.
Serão aproveitadas vigas baldrame existentes, sendo as que forem
executadas terão vários pontos de apoio nas mesmas.
3.1 Forma de Madeira Compensada:
As formas das vigas e pilars deverão ser de madeira compensada (Wagnerit
ou Madeirit) de espessura 14 mm (quatorze milímetros) e ter as amarrações e os
escoramentos necessários para não sofrerem deslocamentos ou deformações quando do
lançamento do concreto, fazendo com que por ocasião da desforma reproduza a estrutura
determinada em Projeto.
Na execução de elementos de concreto armado, a ligação entre as formas
externas e internas será efetuada por meio de elementos rígidos.
As formas somente poderão ser retiradas, observando-se o prazo
mínimos(NB -1), que é de 3 dias;
A fiscalização poderá autorizar a desforma antes dos prazos acima
previstos, quando permitido o uso de aceleradores de pega no concreto.
Na retirada das formas deve-se evitar choques mecânicos.
A execução das formas e seus travamentos deverá garantir nivelamento,
prumo, esquadro, paralelismo, alinhamento das peças e impedir o aparecimento de
ondulações na superfície pronta do concreto.
A superfície da forma em contato com o concreto deverá estar limpa e
preparada com substância que impera a aderência; as formas deverão apresentar perfeito
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ajustamento, evitando saliências, rebarbas e reentrâncias e reproduzindo superfície de
concreto com textura e aparência correspondente a madeira de primeiro uso.
A retirada das formas será efetuada de modo a não danificar as superfícies
do concreto, valendo os prazos mínimos já estabelecidos para concreto armado comum.
A amarração das formas deverão ser efetuada por meio de gravatas e ferros
passantes pelas peças de concreto.
3.2 Escoramento Metálico para Lajes e Vigas
O cimbramento das lajes e vigas de concreto deverá ser executado com
escoras metálicas devidamente travadas na direção horizontal, nivelando toda a estrutura a
fim impossibilitar a deformação da estrutura por ocasião da concretagem.
3.3 e 3.4 Armação de Aço CA 50 e CA 60:
A execução das armaduras deverá obedecer rigorosamente ao Projeto
estrutural no que se refere a posição, bitola, dobramento e recobrimento.
Qualquer mudança de tipo ou bitola nas barras de aço com modificação de
Projeto só será concedida após aprovação da Fiscalização.
Não serão admitidas emendas de barras não previstas no Projeto.
Na colocação das armaduras nas formas, aquelas deverão estar limpas,
isentas de qualquer impureza (graxas, lama, crostas, soltas de ferrugem e barro, óleos,
etc.), capaz de comprometer a boa qualidade dos serviços.
As normas NB 1, EB - 3 e EB - 565 da ABNT deverão ser rigorosamente
seguidas.
A armadura de aço terá o recobrimento recomendado pelo Projeto, devendo
ser apoiada nas formas sobre calços de concreto pré-moldado. O recobrimento mínimo
nunca poderá ser inferior a 1,5 cm.
3.5 Concreto Usinado 20 MPa:
Antes do lançamento do concreto, as formas deverão ser limpas, molhadas
e perfeitamente estanques, a fim de evitar a fuga da nata de cimento.
Será permitido o uso de aditivos somente quando autorizado pela
Fiscalização.
A descarga da betoneira deverá se dar diretamente sobre o meio de
transporte. O transporte de concreto até o local do lançamento deverá ser cuidadosamente
estudado, para evitar a segregação ou perda de material.
O lançamento do concreto deverá ser feito sempre dentro dos 30 minutos
que se seguirem a confecção da mistura, observando-se ainda:
* não será admitido o uso de concreto remisturado;
* a concretagem deverá obedecer a um plano de lançamento com especiais
cuidados na localização dos trechos de interrupção diária;
O concreto deverá ser convenientemente vibrado imediatamente após o
lançamento. Cuidados especiais deverão ser tomados durante a cura do concreto,
especialmente nos primeiros 7 (sete) dias, tais como:
* vedar todo o excesso ou acúmulo de material nas partes concretadas
durante 24 horas após a conclusão;
* manter as superfícies úmidas por meio de sacaria, areia molhada ou
lâmina de água.
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Na execução da estrutura deverão ser tomadas providências para permitir o
fácil escoamento das águas a fim de evitar sobrecarga e infiltrações. Não será permitido
que as canalizações hidráulicas sejam embutidas no concreto estrutural, mesmo que as
reduções de secção sejam consideradas nos dimensionamentos. O concreto a ser utilizado
será usinado, com capacidade característica à compressão em 28 dias (Fck) de 18 MPa
(dezoito) nas estacas, e 20.0Mpa (vinte) nos pilares, lajes e vigas.
O transporte deverá empregar métodos e equipamentos que evitem a
segregação e as perdas dos materiais componentes e os carrinhos de mão terão
preferencialmente rodas pneumáticas. O lançamento deverá seguir o tempo máximo de 60
minutos entre o fim do amassamento e o fim do lançamento. A cura será feita com água
potável abundante sobre as peças, mantendo-as sempre úmidas pelo prazo mínimo de 10
dias a partir do início da pega do concreto.
O cimento a ser empregado será de uma só marca e os agregados de uma
única procedência, para evitar quaisquer variações de coloração ou textura. As
interrupções de concretagem deverão obedecer a um plano preestabelecido, a fim de que
as emendas delas decorrentes não prejudiquem o aspecto estrutural.
As eventuais falhas na superfície do concreto serão reparadas com
argamassa de cimento e areia, procurando-se manter a mesma coloração e textura.
3.6 Locação de Bomba para Lançamento do Concreto:
O concreto será lançado com o auxílio de equipamentos mecânicos em lajes
e estruturas acima de 2,00 m , sem segregação dos seus componentes, em todos os
cantos e ângulos das formas e ao redor das barras, ganchos, estribos e peças embutidas,.
As condições de queda livre, movimentação do concreto após descarregamento, e demais
operações deverão satisfazer as exigências da boa técnica, se necessário com a utilização
de meios e equipamentos adequados e com iluminação natural ou artificial suficiente
3.7 Adensamento do Concreto:
O concreto deverá ser adensado por meio de equipamento mecânico
simultaneamente com o lançamento e antes do inicio da pega do mesmo, devendo a
Construtora providenciar todo o equipamento necessário, em quantidades adequadas ao
andamento da concretagem, sem paralisações e sem prejuízo para a qualidade do
produto.
3.8 Laje do tipo prefabricada h=20cm:
As lajes indicadas em projeto como h20 serão do tipo pré-fabricada treliçada
de altura acabada H=20cm ( vinte centímetros) sendo trilho mais capa de concreto. A
distribuição das lajes segundo a altura e posição serão mostrados em projeto específico.
A execução deverá seguir rigorosamente o projeto.
As lajes terão cobrimento uniforme de 5cm. O concreto a ser utilizado nas
lajes terá resistência mínima a compressão aos 28 dias de 20.0 MPa, com abatimento
mínimo de 40mm e máximo igual a 60mm, sendo caracterizado como consistência
“Plástica” As armaduras de distribuição e negativas serão montadas com aço CA50.
Para efeito de encomenda da laje junto ao fabricante, fica estabelecida como
carga acidental de trabalho 50 Kgf/m2 para laje forro e 300 kgf/m² para lajes piso.
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As lajes deverão ser de boa qualidade, dimensionadas de acordo com as
cargas de trabalho especificadas acima e adquiridas de firmas idôneas e com registro no
Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura ( CREA).
As capas cerâmicas deverão ser de primeira qualidade , sem quebras e
devidamente encaixadas nos trilhos e travadas de forma a manter o prumo e espessuras
dos elementos especificados em projeto.
O cimbramento metálico deverão ter um cuidado especial como apoios
sobre o terreno para evitar recalques e travamentos horizontais para evitar flambagem. As
distâncias máximas entre as linhas do cimbramento não poderão ser superiores a um metro
(1m).
Antes do início da concretagem todo o cimbramento deverá ser checado,
verificando principalmente se estão firmes e bem travados, verificar também os apoios.
04 - ALVENARIA E DIVISÓRIAS
4.a – Especificações Gerais
As alvenarias serão executadas fielmente conforme as dimensões,
alinhamentos e espessuras indicadas no projeto, devendo apresentar prumos e
alinhamentos perfeitos, fiadas niveladas e espessuras das juntas compatíveis com o
material utilizado e os detalhes do projeto.
As alvenarias estruturais assinaladas nos projetos de arquitetura e estrutura
serão em bloco de concreto conforme detalhes no projeto estrutural.
As alvenarias não estruturais deverão ser executadas até uma altura que
permita seu encunhamento contra a estrutura, ou o cunhamento com argamassa
expansora.
As superfícies de concreto que ficarem em contato com a alvenaria serão
previamente chapiscadas com argamassa de cimento e areia grossa no traço 1:4,
empregando-se esta mesma argamassa para encunhamento dos elementos de alvenaria
junto à estrutura.
As alvenarias não encunhadas contra estruturas receberão cintas de
concreto armado para garantir sua estabilidade. As alvenarias baixas como platibandas,
muretas, parapeitos, guarda-corpos, etc. além da cinta de concreto armado, terão pilares
com distâncias entre si no máximo de dois metros, também em concreto armado.
Os elementos de alvenaria que absorvam água deverão ser molhados por
ocasião de seu assentamento.
Todas as aberturas nas alvenarias que não atinjam a estrutura em sua parte
superior deverão conter vergas de concreto armado com apoio lateral compatível com o
vão. As aberturas, na parte inferior (peitoris) de janelas, guichês ou visores receberão
contra-vergas da mesma forma.
Todas as alvenarias revestidas levarão nos cantos externos, cantoneiras
metálicas de proteção, até a altura de 2,00 metros, ou terão seus cantos chanfrados,
visando-se assim dificultar a quebra dos cantos pela ação de impactos acidentais.
As alvenarias para suporte de pias, bancadas, etc. deverão ser edificadas
com tijolos de barro comuns, de primeira qualidade e com espessuras de 0,15 m.
Obs:- Sempre que existir junta de movimentação na estrutura deverá haver
na parede uma junta correspondente, com mesma localização e mesma largura,
independente do comprimento da parede. Não havendo junta de movimentação, a junta de
controle inserida na parede deverá ser executada com largura de aproximadamente 20
mm.
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Para assegurar-se a vinculação entre os trechos da parede separados pela
junta de controle, devem ser introduzidas nas juntas de assentamento, a cada duas fiadas,
ferros com 5,0 mm. de diâmetro, embutidos aproximadamente 40 cm. em cada trecho da
parede; esses ferros deverão ter o formato de “S”, possibilitando as movimentações da
junta.
A junta de controle poderá ser acabada com qualquer material ou
componente flexível que absorva suas movimentações, sem que isso venha a prejudicar as
propriedades da parede no tocante à isolação termo-acústica e estanqueidade à água;
nesse sentido poderão ser empregados diversos componentes como perfis de PVC,
chapas corrugadas de cobre ou alumínio, gaxetas de neoprene, etc.
As juntas poderão ainda ser calafetadas com material deformável (cortiça,
isopor, poliuretano expandido, etc.), recebendo externamente camada com altura de 10 a
15 mm. de selante flexível à base de silicone ou poliuretano.
4.a.1 - Argamassa de Assentamento
A argamassa empregada no assentamento das alvenarias deve ser plástica
(argamassa “gorda”) e ter consistência para suportar o peso dos tijolos, mantendo-os no
alinhamento por ocasião do assentamento.Deve ainda ter boa capacidade de retenção de
água, além de promover forte aderência aos mesmos.
Consideram-se como adequadas às argamassas de traço 1:2:8 (cimento, cal
e areia, em volume),
O cimento empregado na argamassa de assentamento, sem função portante
é o cimento Portland Comum CP 250. Na falta deste, pode-se empregar cimento Portland
Comum CP 320, cimento Portland Pozolânico POZ 250 ou POZ 320. Caso haja
disponibilidade , pode-se empregar ainda o cimento para alvenaria (cimento AL),
recomenda-se nesse caso para a argamassa de assentamento um traço em volume de
1:5 (cimento AL e areia).
A areia não deve conter sais solúveis, nem matéria orgânica: recomenda-se,
então, a utilização de areia de rio lavada de granulometria média.
A água de amassamento dever ser potável, ou seja , não devem ser
empregadas águas contaminadas por impurezas orgânicas, altos teores de sais solúveis,
etc.
A cal a ser empregada será a hidratada, tomando-se todo cuidado para que
não seja empregada uma cal hidratada com alto teor de impurezas inertes.
4.a.2 - Estocagem dos Materiais e Componentes
4.a.2.1 – Tijolos
Os tijolos deverão ser estocados em pilhas com altura máxima de 1,80 m.,
apoiadas sobre superfície plana, limpa e livre de umidade ou materiais que possam
impregnar a superfície dos mesmos; caso as pilhas sejam apoiadas diretamente sobre o
terreno, este deve ser anteriormente apiloado.
Quando a estocagem for feita a céu aberto, devem-se proteger as pilhas
contra as chuvas por meio de uma cobertura impermeável, de maneira a impedir que os
tijolos sejam assentados com excessiva umidade.
4.a.2.2 - Cimento e Cal
O cimento e a cal hidratada, fornecidos em sacos, devem ser armazenados
em locais protegidos da ação das intempéries e da umidade do solo, devendo as pilhas
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ficarem afastadas de paredes ou do teto do depósito. Não se recomenda a formação de
pilhas com mais de 15 sacos de cimento quando o período de armazenamento for de até
15 dias e com mais de 10 sacos quando o período de armazenamento for superior a 15
dias
4.a.2.3 – Areia
A estocagem da areia deve ser em local limpo, de fácil drenagem e sem
possibilidade de contaminação por matérias estranhos que possam prejudicar sua
qualidade.
4.1 - Alvenaria de Embasamento
Deverão ser executados em tijolos de barro maciços de 1ª qualidade,
assentados com argamassa de 1:4:5 de cimento e areia com impermeabilizante na última
fiada e no capeamento horizontal e vertical, devendo os tijolos ser molhados por ocasião de
seu emprego.
4.2 - Tijolos Cerâmicos 8 furos – espessura 19 cm
Serão utilizados para vedação e divisão do anfiteatro, tijolos de barro tijolos
cerâmicos de 8 furos, com dimensões de 9 x 19 x 19 cm assentados na espessura de
19cm.
4.3 - Tijolos Cerâmicos 6 furos – espessura 14 cm
Serão utilizados para vedação e divisão dos ambientes internos e das salas,
tijolos de cerâmicos de 6 furos, com dimensões de 9 x 14 x 24 cm assentados na
espessura de 14cm.
4.4 – Armadura Construtiva
A execução das alvenarias deverá ter uma camada de assentamento em
cimento e areia no traço 1:3 com armadura de aço CA-50 bitola 6.3mm para reforço de
enrijecimento da parede de alvenaria.
4.5 – Andaimes Metálicos
A Contratada será responsável pelo fornecimento de andaimes, próprios ou
alugados, para viabilizar a execução das alvenarias acima de 1,00 ( hum) metro de altura.
Estes andaimes deverão ser do tipo metálico, desmontável, com travamentos e proteções
conforme sua altura, segundo norma NBR-18. Também será obrigatório o uso de
equipamentos de segurança pelos funcionários, sob pena de paralisação da obra pela
fiscalização.
4.6 – Vergas e Contravergas em Concreto Armado
Deverão ser executadas em todas as aberturas de janelas vergas e
contravergas de concreto armado com armaduras compatíveis aos vãos das mesmas.
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05 - IMPERMEABILIZAÇÕES
Os serviços de impermeabilização terão primorosa execução por pessoal
especializado que ofereça garantia dos trabalhos a realizar, devendo, além das
recomendações do fabricante, seguir as normas e especificações estabelecidas neste
memorial.
Para os fins da presente especificação ficará estabelecido que, sob a
designação de serviços de impermeabilização tem-se a finalidade de realizar obra
estanque, isto é, assegurar emprego de materiais impermeáveis e outras disposições, a
perfeita proteção da construção contra penetração de água.
Desse modo, a impermeabilização dos materiais será apenas uma das
condições fundamentais a serem satisfeitas; a construção será “estanque” quando
constituída por materiais impermeáveis e que assim permaneçam, a despeito de pequenas
fissuras ou restritas modificações estruturais da obra e conta que tais deformações sejam
normais, previsíveis e não resultantes de acidentes fortuitos ou de grande deformações.
Durante a realização dos serviços de impermeabilização será estritamente
vedada à passagem, no recinto dos trabalhos, a pessoas estranhas ou a operários não
diretamente afetos àqueles serviços.
Durante a execução dos serviços de impermeabilização de elastômeros,
será terminantemente proibido o uso de tamancos ou sapatos de sola grossa.
A impermeabilização do tipo colada ou análoga só poderá ser aplicada a
superfícies resistentes, unidas, e apresentando ângulos e cantos arredondados, sem
arestas vazias.
Quando as circunstâncias ou as condições locais se verificarem tais que
tornem aconselhável o emprego de sistemas diferentes do previsto, deverão ser as
mesmas constatadas pela Fiscalização e adotado o sistema mais adequado ao caso.
A aprovação por parte da Contratante através da Fiscalização, dos detalhes
de projeto fornecidos com a proposta, não desobriga a Construtora de sua plena
responsabilidade com relação à boa execução dos serviços e a entrega dos mesmos
completos, sem falhas ou omissões que venham prejudicar a qualidade exigida dos
serviços ou o desenvolvimento dos demais trabalhos.
A mão-de-obra empregada deverá ser de primeira qualidade, devendo os
acabamentos , serem fielmente respeitados.
A Construtora deverá oferecer garantia pelo prazo de 5 (cinco) anos, sobre
os serviços e material, a partir da data do Termo de Entrega e Recebimento Definitivo
deste, devendo refazer ou substituir, por sua conta e sem ônus para a Fiscalização e
Cliente, as partes defeituosas para impermeabilização.
5.1e 5.2 – Embasamento
As paredes em contato com a fundação devem ter suas bases (vigas baldrame, alvenarias
de embasamento, muros de arrimo, etc.), impermeabilizadas mediante aplicação de
argamassa impermeável e pintura com emulsão asfáltica.
Recomenda-se para a argamassa, o traço 1:3 (cimento e areia, em volume), dosada com
impermeabilizante à base de ácidos graxos (“Vedacit” ou similar), sendo este
impermeabilizante previamente dissolvido na água de amassamento da argamassa; o
consumo de impermeabilizante deve ser indicado pelo fabricante, adotando-se em geral, a
seguinte dosagem:
- 1 lata de cimento (18 litros)
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-
3 latas de areia
(18 litros)
-
1,0 kg. de impermeabilizante
Antes da aplicação da argamassa impermeabilizante, molha-se o respaldo e as laterais da
fundação para remoção de poeira. Deve-se evitar interrupções na execução da
impermeabilização, de maneira a evitar-se qualquer descontinuidade que poderá
comprometer seu funcionamento. Quando não for possível tal procedimento, a camada de
argamassa deve ser interrompida em chanfro de 45°, retomando-se sua execução após a
pintura prévia da superfície com nata de cimento, para garantir perfeita aderência.
A espessura da argamassa deve ser de 1.0 a 1.5 cm., e deve-se tomar o cuidado de
efetuar dobras para cobrir as laterais da fundação, com cerca de 15 cm. de largura.
A camada de argamassa deve ser apenas desempenada para que sua superfície fique
semi-áspera; após sua secagem, aplica-se então com o auxilio de brocha, duas demãos
cruzadas, de emulsão asfáltica (Neutrol ou similar), iniciando-se após 24 horas, a
construção da parede propriamente dita.
As duas primeiras fiadas de alvenaria sobre a fundação, pelo menos, devem ser
assentadas com argamassa impermeabilizante. A alvenaria ainda receberá revestimento
com a mesma argamassa até 60 cm.de altura com relação ao piso externo e 15 cm. com
relação ao piso interno.
5.3 – Lajes de Cobertura e Marquises
As lajes que servem como cobertura e as marquises, que ficam expostas sobre as ações
do tempo como sol, chuvas, etc., deverão após sua execução e cura, serem regularizadas
com argamassa desempenada de cimento e areia no traço 1:3, tendo espessura mínima de
3 cm.; com a finalidade de definir o escoamento d’água que terá 1% em direção aos
coletores e, corrigir as irregularidades do concreto que podem ferir a manta, prejudicando
assim a qualidade da impermeabilização.
Promover a hidratação da argamassa para evitar fissuras de retração e destacamento.
Fazer o teste de escoamento, identificando e corrigindo possíveis empoçamentos.Todos os
cantos e arestas deverão ser arredondados com raio aproximado de 5 cm. (meia cana, tipo
hospitalar).
Sobre a regularização seca, deverá ser feita a imprimação, que consiste em aplicar o
Primer (Viabit ou similar), com rolo ou trincha, para proporcionar a perfeita aderência das
mantas a serem aplicadas , as quais serão à base de asfalto modificado com polímeros e
estruturadas com não tecido de poliéster previamente estabilizado, com espessuras de 4
mm. (Torodin ou similar).
Antes de iniciar colocação da manta, deve-se fazer os arremates ao redor dos ralos, e
tubos para captação de águas pluviais, fazendo-se um rebaixo de 1 cm. de profundidade
na regularização ao redor dos mesmos, ocupando uma área de 40 x 40 cm., pra facilitar o
escoamento d’água, neste rebaixo acomodar um reforço com manta.
Arremate Interno do Ralo : Aderir com maçarico , a manta na parte interna do ralo,
deixando para fora 10 cm., o qual devera ser cortado em tiras com o auxilio de um estilete,
e proceder à adesão do mesmo sobre a imprimação, após, sobrepor um pedaço da manta
a toda extensão do ralo a ser trabalhado e cortar em forma de pizza a convexidade que
aparecerá dentro do tubo, depois colar as pontas da manta na parte interna do tubo já
revestido, fazendo em seguida o biselamento que consiste em aquecer uma colher de
pedreiro e derreter a extremidade da manta formando um chanfro e selando junto a
imprimação, ou no caso de sobreposição, junto a manta inferior. A grelha, do acabamento
do ralo, ficara fixada na proteção mecânica.
Aplicação da Manta : Depois de feitos os arremates em redor dos ralos e tubos de
captação de águas pluviais, aplica-se finalmente a manta descrita acima. Alinhando-se a
manta em função do requadramento da área, iniciando a colagem no sentido dos ralos para
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as costas mais elevadas, para colagem da manta ao piso, passar o maçarico em zig-zag
sobre a manta e a imprimação, na medida em que o polietileno comece a abrir e o asfalto
brilhar, fazer a aderência da manta ao primer, imediatamente. Para sobreposição da
segunda manta, desenrolar toda a bobina, fazendo com que ela fique paralela a primeira,
deixando sempre 10 cm. de sobreposição em toda a extensão da manta (As sobreposições
tanto horizontais como verticais, devem ser sempre feitas com 10 cm.).
Enrole-a novamente e ai sim será feita à aderência desta a manta já aplicada, devendo
sempre ser feito o biselamento. Esta manta devera subir nas paredes, pilares e muretas até
a altura de 10 cm.
Proteção mecânica : Depois de executados todos os serviços descritos acima, esta manta
deverá ser protegida.
Sobre a camada separadora devera ser feita proteção mecânica que consiste em aplicar
uma camada de 3cm. de espessura, de argamassa de cimento e areia no traço 1:3,
devendo esta conter juntas em seus perímetros e já estar regularizada com caimentos para
as bocas de captação de águas (pluviais ou de limpeza), evitando-se assim empoçamentos
(fazer teste de escoamento), para posteriormente receberem o piso a ser aplicado.
06 - COBERTURA
6.1 Execução de Estrutura Metálica com Acessórios de Fixação
A execução de qualquer parte da estrutura implica na integral
responsabilidade da Contratada por sua existência e estabilidade. Para tanto, a mesma
deverá providenciar a ART do projeto e execução da mesma.
A firma contratada deverá apresentar um certificado de qualidade dos
materiais aplicados para a fiscalização. As despesas decorrentes serão de inteira
responsabilidade da Contratada.
Todas as peças deverão ser fornecidas à obra com uma demão de tinta
anticorrosiva, sendo feita a pintura final após a montagem da estrutura; deve ser evitado o
contato direto de telhas de alumínio com terças de ferro.
6.2 Cobertura em Telha Metálica Trapezoidal :
Deverá ser executada cobertura em telha metálica trapezoidal 40 e=0,65mm
pré-pintada na cor alumínio em toda a área do Anfiteatro, bem como a área de entrada
denominada Foyer, conforme demonstrado em projeto arquitetônico.
O encaixe das telhas far-se-á de modo perfeito, a fim de evitar possíveis
infiltrações; inclinações e recobrimentos obedecerão, para cada tipo de cobertura, às
prescrições próprias.
As aberturas nas coberturas destinadas à passagem de dutos de ventilação
ou chaminés, bem como antenas, pára-raios ou outros acessórios deverão sempre prever
arremates adequados, de modo impedir a entrada de águas pluviais. Estes arremates,
quando não houver outra especificação, serão executados em chapa de cobre ou alumínio
com recobrimento mínimo de 10 cm. (gola) sendo somente toleradas chapas galvanizadas
n.º 24 e a critério da Fiscalização.
Todas as coberturas executadas, empregando qualquer material que esteja
especificado, deverão se apresentar comprovadamente estanques às águas pluviais,
sendo os danos resultantes de alguma imperfeição, atribuídos à Construtora.
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Todas as coberturas, independentemente de detalhes de projetos, deverão
apresentar todos os acessórios necessários a sua fixação e funcionamento, atendendo às
especificações do Fabricante dos elementos que as compõe.
A montagem será de responsabilidade da Construtora.
6.3 Cobertura em Telha Metálica Ondulada :
A cobertura a ampliar da ala das salas e do ponto de ônibus deverá ser em
telha metálica ondulada e=0,65mm LR 17mm pré-pintada na cor alumínio.
O encaixe das telhas far-se-á de modo perfeito, a fim de evitar possíveis
infiltrações; inclinações e recobrimentos obedecerão, para cada tipo de cobertura, às
prescrições próprias.
As aberturas nas coberturas destinadas à passagem de dutos de ventilação
ou chaminés, bem como antenas, pára-raios ou outros acessórios deverão sempre prever
arremates adequados, de modo impedir a entrada de águas pluviais. Estes arremates,
quando não houver outra especificação, serão executados em chapa de cobre ou alumínio
com recobrimento mínimo de 10 cm. (gola) sendo somente toleradas chapas galvanizadas
n.º 24 e a critério da Fiscalização.
Todas as coberturas executadas, empregando qualquer material que esteja
especificado, deverão se apresentar comprovadamente estanques às águas pluviais,
sendo os danos resultantes de alguma imperfeição, atribuídos à Construtora.
Todas as coberturas, independentemente de detalhes de projetos, deverão
apresentar todos os acessórios necessários a sua fixação e funcionamento, atendendo às
especificações do Fabricante dos elementos que as compõe.
A montagem será de responsabilidade da Construtora.
6.4 Calha e rufos:
Serão executados rufos e calhas em chapa de aço galvanizado com
espessura mínima n.º 24, e deverão ser protegidas com duas demãos de pintura
ferruginosa a base de betume.
Deverão ser colocadas em todo o entorno do prédio e indicados no projeto
de arquitetura de modo a garantir a estanqueidade da cobertura.
6.5 Condutores:
Os condutores deverão ser executados, sempre que possível, numa só
prumada. Havendo necessidade de desvios na prumada, o trecho de desvio deverá ter
peça para inspeção.Deverá ser observada a declividade mínima de 5% em trechos não
verticais.Os condutores quando executados em tubos de PVC Rígido, serão do tipo Ponta
e Bolsa, com anel de borracha. Não havendo especificação, os condutores serão
executados com tubos de PVC Rígido;
6.6 Fechamento lateral e inferior da cobertura em painéis ACM esp.=3mm
A parte inferior e platibanda da cobertura das salas e ponto de ônibus,
configurada em balanço deverá ser revestida com painéis de alumínio composto – ACM –
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acabamento em alumínio fosco fixados com fita dupla face VHB marca 3M nas terças
metálicas e perfis transvervais de modo a obter o melhor ajuste possível.
6.7 Fechamento lateral em chapas cimentícias e=8mm
A cobertura do Anfiteatro deverá seguir o lay-out existente da obra, para
tanto deverá ser fixado nas laterais do lanternim da Cobertura metálica chapa cimentícia
e=8mm , devidamente rejuntada com mastique à base de epóxi para acabamento em
pintura látex.
07 - ESQUADRIAS
7.1 Esquadrias de Madeira
Especificações Gerais
As esquadrias de madeira deverão obedecer rigorosamente, quanto a sua
localização e execução, às indicações do projeto arquitetônico e respectivos desenhos e
detalhes construtivos. Na execução dos serviços de carpintaria e marcenaria será sempre
empregada madeira de boa qualidade, como sucupira, ipê, freijo, cedro, maçaranduba e
outras com as características destas, não sendo permitido que para um mesmo tipo de
esquadria, sejam utilizadas madeiras diferentes.
Toda a madeira a ser empregada deverá ser seca e isenta de defeitos que
comprometam sua finalidade, como sejam, rachaduras, nós, escoriações, falhas,
empenamentos, etc.Os parafusos, quando empregados na fixação de batentes por meio de
tacos de madeira, terão ter as cabeças embutidas dando-se o devido acabamento com o
enchimento sobre as cabeças, por meio de um fragmento da mesma madeira, lixado,
permitindo continuidade da superfície; quando empregada grapas, estas deverão ser
dobradas em “L” e fixadas no batente por parafusos; a fixação das grapas na alvenaria será
efetuada com argamassa de cimento e areia no traço 1:3.
Nas portas internas dos WCs, as pernas dos batentes não deverão alcançar
o piso, ficando à altura do rodapé impermeável, para evitar o contato das águas de
lavagem. As folhas deverão ficar no mínimo 120 cm. acima do piso.Não será permitido o
uso de madeira compensada em portas externas.
Não será empregado o pinho nas esquadrias de madeira.Os elementos
componentes das esquadrias de madeira deverão observar as seguintes especificações :
Batentes:
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Serão de peroba aparelhada, espessura de 4.5 cm., rebaixo de 1cm. com
largura igual à espessura da folha acrescida de 2mm. Nas portas internas, a largura do
batente será sempre igual à espessura da parede acabada.
Nas portas internas de instalações sanitárias poderão ser empregados
batentes de ferro chato (cantoneiras), fixados por parafusos em três grampos de ferro chato
de cada lado, chumbado estes na alvenaria com argamassa de cimento e areia no traço
1:3 .
Os batentes com acabamentos para pintura serão previamente protegidos
com uma demão de óleo de linhaça ou outro produto semelhante e só serão colocados
após a conclusão das alvenarias que os recebem.Guarnições Serão de madeira de boa
qualidade, molduras aparelhadas, pregadas aos batentes ao longo da junta destes com as
paredes.As guarnições serão da mesma madeira empregadas nas esquadrias .
Como remate da guarnição com o piso, pode-se empregar o sócolo, com
seção ligeiramente maior que a daquela e cuja forma ofereça homogeneidade ao conjunto.
Nos pisos sujeitos a lavagens freqüentes, o emprego do sócolo é indispensável, exceto nos
casos em que o batente seja previsto acima do piso.
Folhas:
Podem ser maciças ou compensadas.As folhas compensadas terão
espessura mínima de 3.5cm. e serão sempre encabeçadas com a madeira de acabamento
(madeira maciça) e folhadas nas duas faces com lâminas de madeira compensada de 4
mm.Não será permitido o emprego de folhas compensada com estrutura semi-oca do tipo
“favo”; as folhas com estrutura de sarrafos deverão apresentar enchimento total.Os visores,
quando houver, terão acabamentos adequados, com encabeçamento, rebaixo e guarnição
de madeira para fixação do vidro. Quando o visor for de grandes dimensões terá grade de
ferro batido, a qual deverá permitir a limpeza do vidro.As folhas de portas terão espessura
mínima de 4cm., salvo outra indicação no projeto.
Ferragens:
Deverão ser obedecidas as indicações e especificações o projeto quanto à
localização, qualidade e acabamento das ferragens. As ferragens para as esquadrias
deverão ser precisas no seu funcionamento e seu acabamento deverá ser perfeito.Na sua
colocação e fixação deverão ser tomados cuidados especiais para que os rebordos e os
encaixes na esquadria tenham a forma exata, não sendo permitido esforços na ferragem
para seu ajuste. Não serão toleradas folgas que exijam correção com massa, taliscas de
madeira ou outros artifícios.Não será permitido o emprego de qualquer ferragem
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estampada.As ferragens não deverão receber pintura.As fechaduras deverão ter cubo,
lingüeta, trinco, chapa-testa, contrachapa e chaves, de latão; acabamento cromado para as
chaves e partes aparentes das fechaduras.As maçanetas deverão ser de latão fundido,
com seção plena; os espelhos e as rosetas serão de latão fundido ou laminado. O
acabamento será cromado, salvo outra indicação em projeto.
Para maçanetas de bola ou de forma semelhante, o afastamento da face do
batente deverá permitir o perfeito manuseio das mesmas, sendo este detalhe solucionado
pela distância do cubo à chapa-testa.As dobradiças deverão ser de ferro zincado ou latão,
conforme indicação do projeto; ambos os casos terão pino e bola de latão.Quando de latão,
as dobradiças terão acabamento cromado, salvo indicação contrária em projeto; Os
parafusos de fixação serão de material e acabamento idênticos aos das dobradiças.
7.2 – Esquadrias de Alumínio e Vidros
Especificações Gerais
Serralheria em geral
Todos os trabalhos de serralheria, como sejam, portões, janelas, caixilhos,
gradil, corrimãos, guarda-corpos, guichês metálicos, etc. serão executados com precisão
de cortes e ajustes e de acordo com os respectivos detalhes, indicações dos demais
desenhos do projeto e as especificações próprias, além das presentes normas no que
couber;Todo o material a ser empregado deverá ser de boa qualidade e sem defeito de
fabricação ou falhas de laminação;Os quadros fixos ou móveis serão perfeitamente
esquadrejados, ou limados, de modo a desaparecerem as rebarbas e saliências da solda.
Deverão ser previstos perfis compatíveis com as dimensões dos vãos e com a função da
esquadria, objetivando a rigidez do conjunto;Todos os furos dos rebites ou dos parafusos
serão escariados e as asperezas limadas; as emendas (parafusos ou rebites) deverão
apresentar ajuntamento perfeito, sem folgas, rebarbas ou diferenças de nível;Todas as
junções por justaposição, sejam feitas por meio de parafusos, rebites ou soldas por pontos
de amarração espaçados de 8 cm., no máximo, havendo sempre pontos de amarração nas
extremidades;Todas as ferragens, tais como dobradiças, cremonas, fechaduras, fechos,
etc., serão de latão cromado;
Os rebaixos ou encaixes para dobradiças, fechaduras de embutir, chapatesta, etc., terão a forma das ferragens, não sendo toleradas folgas que exijam emendas ou
outros artifícios;Deverá ser prevista na execução de grades, gradis, portões e peças
pesadas, a colocação de travessa, tirantes e mãos francesas para perfeita rigidez da
estruturas;em peças de grandes dimensões, expostas ao tempo, deverão ser previstas
juntas de dilatação;Com o crescimento das dimensões dos caixilhos, dever-se-á tomar
precauções relativas aos reforços dos montantes e travessas principais, objetivando-se
uma maior rigidez do conjunto;Os perfis que compõe os caixilhos não deverão ser
emendados para se obter o comprimento necessário.
A fim de evitar vibrações, atritos e ruídos, não será permitido o contato direto
entre peças móveis, o qual se fará através de peças de nylon duro (roldanas, encostos,
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freios, escovas, proteções, patins, etc.);Nas esquadrias de alumínio não será permitido o
contato direto entre os elementos de cobre e metais pesados com o alumínio. Far-se-á este
isolamento por meio de pintura de cromato de zinco, borracha clorada, plástico, betume
asfáltico, metalização de zinco ou qualquer outro processo satisfatório;Os parafusos para
ligação entre alumínios e aço serão de aço zincado, latão ou latão cromado. As emendas
(parafusos ou rebites) deverão apresentar ajustamento perfeito, sem folgas, rebarbas ou
diferenças de nível;As vedações entre peças de alumínio, ou entre estas e os
revestimentos, poderão ser feitas com massa plástica específica ou guarnições de
neoprene;A película de óxido artificial (anodização) conterá acetato de níquel (em casos
especiais serão exigidos testes em amostras, para verificação de recobrimento mínimo de
15 micra). A anodização deverá ser sempre de acabamento natural;As esquadrias de
alumínio serão fixadas a contramarcos previamente fixados à alvenaria devidamente
alinhados e prumados;Por ocasião do transporte, manuseio e estocagem das esquadrias
na obra, deverão as mesmas serem protegidas com papel crepe, tendo-se o máximo de
cuidado para não ferir as superfícies anodizadas, especialmente na fase de montagem
destas esquadrias;Recomenda-se que os caixilhos de alumínio sejam colocados somente
após a conclusão dos serviços de pedreiro. Após a colocação, os caixilhos deverão ser
protegidos com aplicação provisória de vaselina industrial, óleo ou tinta filme, os quais
serão removidos no final da obra.As barras e perfis de liga de alumínio não deverão
apresentar empenamento, defeitos de superfícies ou quaisquer outras falhas, devendo
possuir secções que satisfaçam ao coeficiente de resistência requerido e atendem ao efeito
estético desejado, máximo de rugosidade média de 200 RMS, anodizado.As esquadrias
serão dotadas de dispositivos que permitam jogo capaz de absorver flechas decorrentes de
eventuais movimentos de estrutura, até o limite de 35 mm, de modo a assegurar a
indeformabilidade e o perfeito funcionamento.Todos os vãos envidraçados e expostos às
intempéries, serão submetidos, após limpeza da camada de óleo referida anteriormente, a
uma prova de perfeita estanqueidade, por meio de jatos de mangueira d’água sob pressão.
Os caixilhos serão todos de alumínio anodizado natural e os perfis para
execução dos mesmos serão da série 30 da Alcoa, ou similar sendo que nenhum perfil
apresentará espessura menor que 2 mm.Caixilhos cujos perfis, básculas e maximares
estiverem em nível superior a 1,50 m do nível do piso, deverão possuir alavancas de
comando fixados à parede a uma altura igual a 1,70 m em relação ao nível do piso.Fica
sob à responsabilidade da Construtora a apresentação de todos os detalhes das
esquadrias, para previa aprovação pela Fiscalização.
As esquadrias obedecerão ao seguinte:
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Portas
-
As folhas serão dotadas de escovas de nylon tipo “Weater Stripping” em todo o
esquadro, para vedação.
-
As dobradiças serão de liga de alumínio especial, tipo palmela.
-
Os caixilhos destinados a envidraçamento levarão baguetes associados a calafetador, e
as chapas de vidro ficarão assentes em calços de neoprene espaçados de acordo com
NB/226/ABNT.
-
As chapas serão de vidro temperado e terão espessura mínima de 8mm.
Janelas
-
Além do prescrito para as portas:
-
Todos os elementos verticais ou horizontais levarão juntas de vedação, de neoprene ou
nylon.
-
Os basculantes e demais partes móveis serão sempre providos nas articulações de
guias de mancais de celeron destinado a evitar o atrito entre as peças.
-
Todas as ferragens a serem utilizadas para caixilhos portas e janelas serão de
fabricação “Udinese” ou similar.
-
Os perfis a serem utilizados serão Alcoa, Alcan, Sonafo, Aisa ou similar.
-
As chapas serão de vidro temperado e terão espessura mínima de 8mm
7.3 Esquadrias de ferro
As interseções de perfis serão sempre executadas por cortes, furos e
encaixes, usando-se solda exclusivamente para fixação dessa montagem, dando-lhe maior
rigidez;Todas as peças desmontáveis de ferro serão fixadas com parafusos de latão
amarelo, quando se destinarem à pintura, e de latão niquelado ou cromado, quando
fixarem peças com este acabamento;A fixação dos caixilhos será feita com grapas de ferro
em cauda de andorinha, chumbadas na alvenaria com argamassa de cimento e areia no
traço 1:3 e espaçadas entre si aproximadamente 60 cm., sendo 02 (dois) o número mínimo
de grapas em cada lado. As grapas serão fixadas por meio de parafusos de ferro;As
dimensões dos perfilados citados como mínimas, nos serviços, referem-se a cada
dimensão isolada, devendo ser rigorosamente obedecidas;Nos pavimentos térreos, na
ausência de grades de proteção, os vãos livres não deverão ultrapassar 15 cm., em uma
das direções, por motivo de segurança do prédio;
As esquadrias de ferro, antes de serem colocadas, levarão tratamento com
pintura antiferruginosa; Os cantos dobrados das básculas, deverão ser rebitados para se
obter esquadrejamento perfeito. As folgas verticais e horizontais deverão ser mínimas e
uniformes em toda a caixilharia;Todos os caixilhos com peças móveis ou fixas com
ventilação permanente serão devidamente protegidos contra infiltração de águas pluviais,
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devendo os requadros externos ser obrigatoriamente executados com ferro “T” e
completados com perfil “L” formando um conjunto tipo cadeirinha.
7.4 Esquadrias de Vidro Temperado
Para portas e caixilhos de vidro temperado, indicadas em projeto, deverá ser
usado vidro temperado liso, incolor, espessura mínima 8mm e nas dimensões de projeto,
com as ferragens adequadas. O Acabamento dos puxadores e ferragens será igual ao
estipulado pelo projeto e deverão ter seu modelo aprovado pela fiscalização.
7.5 Vidro Duplo Laminado
Para portas e caixilhos que receberão vidro duplo laminado, indicadas em
projeto, deverá ser usado vidro duplo laminado refletivo, liso, natural, com espessura de
4mm+4mm, nas dimensões dos panos de vidro previstas em projeto, com as ferragens e
vedações adequadas. O Acabamento do puxadores e fechamento deverão ter seu modelo
aprovado pela fiscalização.
08 – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
- OBJETIVO:
Este memorial tem como objetivo estabelecer condições mínimas
necessárias para orçamento, fornecimento, instalação, montagem e comissionamento em
regime “Turn Key” para as instalações elétricas da Reforma e Ampliação da Secretaria da
Educação – Centro Integrado de Apoio à Educação - CIAE.
O cumprimento das condições impostas neste memorial e demais
documentos referentes ao projeto, não isenta a CONTRATADA da responsabilidade de
entregar o edifício projetado dentro dos melhores padrões de engenharia e mão-de-obra.
Todos os projetos deverão ser executados obedecendo aos requisitos aqui
estabelecidos e incorporar todos os requisitos adicionais necessários, para assegurar o
fornecimento e montagem de sistemas confiáveis, seguros e funcionais.
O presente documento destina-se a listar o escopo, os procedimentos, as
especificações técnicas e demais condições exigíveis para a contratação de empresa
especializada em serviços de infra-estrutura elétrica.
Para execução das Obras projetadas, o presente Memorial não limita a
aplicação de boa técnica e experiência por parte da Empreiteira CONTRATADA, indicando
apenas as condições mínimas necessárias; as quais deverão obrigatoriamente atender às
normas e especificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), quanto a
sua execução e aos materiais empregados. Deverão ser atendidas todas as normas de
segurança no trabalho.
Nota: Para as marcas mencionadas no Memorial ou Projeto, leia-se "marca"
ou “similar”.
1.
APLICAÇÃO:
A obra consiste nas instalações elétricas da Reforma e Ampliação da
Secretaria da Educação – Centro Integrado de Apoio à Educação - CIAE, conforme
projetos.
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Para a energização do prédio teremos a construção e montagem de um
posto de transformação de 225kVA – 220/127V, conforme projeto, atendendo às normas e
padrões da concessionária CPFL.
Construção e montagem de um quadro de distribuição na base do poste
onde teremos a distribuição dos ramais alimentadores para atender aos quadros previstos
no prédio. Teremos também no painel do posto de transformação os circuitos de iluminação
externa.
Construção e montagem de redes de iluminação, tomadas, sistema de
climatização, bem como toda a infraestrutura para atender a esses sistemas.
Instalação de um rack na sala de segurança, e distribuição de toda a rede de
dados, com conexões e certificações, dentro das normas e padrões vigentes, bem como
toda a infra-estrutura para atender a necessidade da rede de dados.
Construção e montagem do sistema de aterramento e SPDA, para atender
às necessidades do prédio.
Todos os serviços e materiais a serem empregados na obra deverão ser
comprovadamente de boa qualidade e satisfazer rigorosamente as especificações das
Normas Técnicas Pertinentes.
Durante a obra deverá ser feita periodicamente a remoção de todo entulho e
detritos que venham a se acumular no local, executando o bota fora em lugar determinado
pela contratante.
Competirá à CONTRATADA fornecer todo o ferramental, instalações
provisórias, maquinário e aparelhamento adequado a mais perfeita execução dos serviços
contratados.
Qualquer dúvida relacionada à especificação, caso algum material tenha
saído de linha durante a obra, ou ainda caso faça opção pelo uso de algum material
equivalente, consultar um profissional habilitado da CONTRATANTE, para maiores
esclarecimentos a fim de que a obra mantenha o mesmo padrão de qualidade.
2.
DESCRITIVO:
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Para a energização do Prédio da Manutenção deverá ser construído um
padrão de entrada, onde teremos a instalação de um transformador trifásico de classe
15kV, com capacidade de 225kVA, e esta construção deverá obedecer a normas e padrões
da concessionária local – CPFL Paulista, e conforme os projetos ELE-008-REV00 CIRCUITOS ALIMENTADORES E ILUM EXTERNA, ELE-009-REV00 - CIRCUITOS
ALIMENTADORES – DETALHES e ELE-010-REV00 - POSTO DE TRANSFORMACAO. No
nicho em alvenaria do padrão de entrada, teremos um quadro de distribuição de energia
(QDG), sendo este responsável por toda a distribuição dos ramais alimentadores para
alimentar os painéis elétricos abaixo:
 QDFL-01 – Painel de Iluminação e Força 01;
 QDFL-02 – Painel de Iluminação e Força 02;
 QDFAC – Painel de Ar Condicionado 02;
 QDFAC-1 – Painel de Ar Condicionado 01.
No prédio teremos a montagem e instalação de toda a infraestrutura para
atender ao sistema de iluminação e força, bem como lançamento dos condutores, conforme
projetos:
- ELE-001-REV00 - ILUM E TOMADAS – TERREO;
- ELE-002-REV00 - ILUM E TOMADAS - PAV SUPERIOR;
- ELE-003-REV00 - DIAG TRIFILAR E QUADRO DE CARGAS - QDFL-01 E QDFL-02;
- ELE-011-REV00 - PONTO ONIBUS E GUARITA - ILUM E FORCA;
Também teremos o sistema de climatização conforme projetos:
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- ELE-005-REV00 - SISTEMA DE AC - LAYOUT EQUIPAMENTOS;
- ELE-006-REV00 - SISTEMA DE AC - REDES DE FORCA;
- ELE-007-REV00 - DIAG TRIFILAR E QUADRO DE CARGAS - QDFAC E QDFAC-1;
Teremos também montagem e instalação de toda a infraestrutura para
atender a rede de dados, montagem e instalação de rack e lançamento dos condutores,
conforme projeto
- ELE-004-REV00 - REDES DE LOGICA;
Projetos dos ramais alimentadores, iluminação externa e padrão de entrada:
- ELE-008-REV00 - CIRCUITOS ALIMENTADORES E ILUM EXTERNA;
- ELE-009-REV00 - CIRCUITOS ALIMENTADORES – DETALHES;
- ELE-010-REV00 - POSTO DE TRANSFORMACAO;
Executar e instalar todo sistema de aterramento e SPDA para o prédio da
Manutenção e para o Posto de transformação conforme projetos - ELE-012-REV00 PONTO ONIBUS E GUARITA - ATERRAMENTO E SPDA:
- ELE-013-REV00 – ATERRAMENTO E S.P.D.A.
3.
NORMAS TÉCNICAS:
Os equipamentos e serviços a serem fornecidos deverão estar de acordo
com as normas da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas:
3.1 Elétrica:
 NBR 5419 – ABNT – Proteção de estruturas contra descargas
atmosféricas Procedimento.

NBR 6148 – ABNT – Condutores isolados com isolação extrudada
de cloreto de polivinila (PVC) para tensões até 750 V – Sem cobertura –
Especificação.
 NBR 6150 – ABNT – Eletroduto de PVC rígido – Especificação

NBR 9513 – ABNT – Emendas para cabos de potência, isolados
para tensões até 750 V – Especificação.

NBR 5410 – Instalações elétricas em baixa tensão

NBR 14039 - Instalações elétricas em alta tensão

NBR – 5382 – Verificação de iluminância de Interiores.

NBR – 8995-1 – Iluminação de Ambientes de Trabalho.

NR 10 – Segurança em instalações e serviços em eletricidade
4.
SERVIÇOS A CONTRATAR:
POSTO DE TRANSFORMAÇÃO:
Para a instalação do transformador de 225kVA, dimensionado conforme
carga instalada no local teremos um poste de concreto tubular de 11metros de
comprimento e resistência de 400daN e um poste de concreto tubular de 9 metros de
comprimento e resistência de 400 daN, instalados conforme desenho ELE-010-REV00 POSTO DE TRANSFORMACAO.
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O transformador de 225kVA, será do tipo trifásico e sua saída secundária
será de 220/127V, e será instalado sobre um suporte para transformador, instalado entre
os dois postes.
Teremos como proteção do transformador, para raio tipo válvula de 12/15kV
– 10kA, chaves corta circuito tipo “load buster” de 100A.
Os postes deverão ser engastados no piso através da fórmula E=10% X H +
0,60m, sendo E – engastamento, H – altura do poste, sendo que na base de cada poste
deverá ser feito um estai de subsolo em concreto, conforme projeto.
CIRCUITO ALIMENTADOR:
Para atender a carga do transformador de 225kVA, com saída secundária
em 220/127V, teremos sua descida através do condutor de bitola igual a 2x240mm²/fase
(classe de isolação de 0,6/1kV) e neutro de 2x120mm2 na cor azul (classe de isolação de
0,6kV) e estes serão instalados em um eletroduto de aço galvanizado a fogo tipo pesado,
rosca BSP, fixado no poste através de fita de aço com fecho ou arame 12BWG.
QUADRO QDG:
Painel de distribuição geral de força, com tensão de trabalho em 220V,
sendo que este painel servirá para atender aos demais painéis instalados, e também ao
sistema de iluminação externa, vide desenho ELE-009-REV00 - CIRCUITOS
ALIMENTADORES - DETALHES onde teremos as seguintes cargas:

Q1 – disjuntor tripolar geral de entrada de capacidade igual 630A,
com regulagem para 550A;

Q2 – disjuntor secundário de proteção tripolar de 275A, para atender
ao painel de ar condicionado QDFAC, com uma carga de 77kVA, devendo ser lançado
cabo de cobre isolado – classe de 0,6/1kV – bitola igual 3x(2#95mm2) + 2#50mm2 +
2#50mm2.

Q3 – disjuntor secundário de proteção tripolar de 350A, para atender
ao painel de iluminação e tomadas QDFL-01, com uma carga de 113kVA, devendo ser
lançado cabo de cobre isolado – classe de 0,6/1kV – bitola igual 3x(2#150mm2) +
2#95mm2 + 2#95mm2.

Q4 – disjuntor secundário de proteção tripolar de 100A, para atender
ao painel de iluminação e tomadas QDFL-02, com uma carga de 32kVA, devendo ser
lançado cabo de cobre isolado – classe de 0,6/1kV – bitola igual 3x(1#70mm2) +
1#35mm2 + 1#35mm2.

Q5 – disjuntor secundário de proteção tripolar de 150A, para atender
ao painel de ar condicionado QDFAC-01, com uma carga de 49kVA, devendo ser
lançado cabo de cobre isolado – classe de 0,6/1kV – bitola igual 3x(1#120mm2) +
1#70mm2 + 1#70mm2.

Q6 – disjuntor secundário de proteção tripolar de 63A, para atender
ao painel de iluminação e força da Guarita e Ponto de Ônibus, com uma carga de
11kVA, devendo ser lançado cabo de cobre isolado – classe de 0,6/1kV – bitola igual
3x(1#50mm2) + 1#35mm2 + 1#35mm2.

Teremos também disjuntores para o sistema de iluminação externa e
para a cancela de saída.
O quadro deve ser interligado ao sistema de aterramento através de cabo de
cobre nu de #35mm² .
Deverá ser prevista a instalação de placas transparentes em policarbonato,
isolando assim as partes energizadas dos barramentos.
O quadro deverá possuir o diagrama trifilar em seu interior.
Os barramentos deverão ser identificados através das cores violeta, branca e
azul.
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OBS: Os circuitos de saída deverão ser identificados através da colocação
do número e ou identificação de local junto ao disjuntor de saída.
No quadro deverá ser fixado suporte na parte interior da porta onde será
anexada cópia do diagrama trifilar e quadro de cargas.
O quadro deverá ter seu nome fixado à parte frontal bem como tensão, de
onde vem sua alimentação e circuito a qual está ligado, pelo mesmo processo de
identificação dos circuitos.
O quadro deverá ser instalado em um nicho de alvenaria, conforme desenho
ELE-009-REV00 - CIRCUITOS ALIMENTADORES - DETALHES, e desenhos acima já
mencionados, sendo que o nicho em alvenaria deverá ser prevista uma luminária em seu
interior e a mesma terá seu acionamento na porta do painel.
QUADRO QDFL-01:
Este será para atender aos circuitos de iluminação e força da asa esquerda
do prédio e também do anfiteatro pavimentos térreo e superior. Está localizado na área do
prédio conforme desenho ELE-001-REV00 - ILUM E TOMADAS - TERREO e será do tipo
de sobrepor e sua construção será conforme desenho ELE-003-REV00 - DIAG TRIFILAR E
QUADRO DE CARGAS - QDFL-01 E QDFL-02.
O QDFL-01 será em caixa metálica de sobrepor, deverá possuir lâmpada
sinalizadora em led para indicação de “energizado” na cor vermelha, identificação do
quadro em placa de acrílico preta e letras brancas, e sinalização de “ Perigo de choque
elétrico “.
O Disjuntor Principal deverá ser do tipo caixa moldada, com acionamento
através da abertura da porta do painel a qual deverá ter bloqueio através de cadeado.
O quadro deve ser interligado ao sistema de aterramento através de cabo de
cobre nu de #35mm² .
Deverá ser prevista a instalação de placas transparentes em policarbonato,
isolando assim as parte energizadas dos barramentos.
O quadro deverá possuir o diagrama trifilar em seu interior o qual deverá ser
acondicionado em um porta documentos.
Os barramentos deverão ser identificados através das cores violeta, branca e
azul.
OBS: Os circuitos de saída deverão ser identificados através da colocação
do número e ou identificação de local junto ao disjuntor de saída.
O quadro deverá ter seu nome fixado à parte frontal bem como tensão, de
onde vem sua alimentação e circuito a qual está ligado, pelo mesmo processo de
identificação dos circuitos.
As dimensões da caixa metálica serão definidas pela Contratada de acordo
com o layout interno dos componentes no interior da caixa.
QUADRO QDFL-02:
Este será para atender aos circuitos de iluminação e força da asa direita do
prédio. Está localizado na área do prédio conforme desenho ELE-001-REV00 - ILUM E
TOMADAS - TERREO e será do tipo de sobrepor e sua construção será conforme desenho
ELE-003-REV00 - DIAG TRIFILAR E QUADRO DE CARGAS - QDFL-01 E QDFL-02.
O QDFL-02 será em caixa metálica de sobrepor, deverá possuir lâmpada
sinalizadora em led para indicação de “energizado” na cor vermelha, identificação do
quadro em placa de acrílico preta e letras brancas, e sinalização de “ Perigo de choque
elétrico “.
O Disjuntor Principal deverá ser do tipo caixa moldada, com acionamento
através da abertura da porta do painel a qual deverá ter bloqueio através de cadeado.
O quadro deve ser interligado ao sistema de aterramento através de cabo de
cobre nu de #35mm² .
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Deverá ser prevista a instalação de placas transparentes em policarbonato,
isolando assim as parte energizadas dos barramentos.
O quadro deverá possuir o diagrama trifilar em seu interior o qual deverá ser
acondicionado em um porta documentos.
Os barramentos deverão ser identificados através das cores violeta, branca e
azul.
OBS: Os circuitos de saída deverão ser identificados através da colocação
do número e ou identificação de local junto ao disjuntor de saída.
O quadro deverá ter seu nome fixado à parte frontal bem como tensão, de
onde vem sua alimentação e circuito a qual está ligado, pelo mesmo processo de
identificação dos circuitos.
As dimensões da caixa metálica serão definidas pela Contratada de acordo
com o layout interno dos componentes no interior da caixa.
QUADRO QDFAC
Este será para atender aos circuitos de ar condicionado da asa esquerda do
prédio e também do anfiteatro pavimentos térreo e superior. Está localizado na área do
prédio conforme desenho ELE-006-REV00 - SISTEMA DE AC - REDES DE FORCA e será
do tipo de sobrepor e sua construção será conforme desenho ELE-007-REV00 - DIAG
TRIFILAR E QUADRO DE CARGAS - QDFAC E QDFAC-1
O QDFAC será em caixa metálica de sobrepor, deverá possuir lâmpada
sinalizadora em led para indicação de “energizado” na cor vermelha, identificação do
quadro em placa de acrílico preta e letras brancas, e sinalização de “ Perigo de choque
elétrico “.
O Disjuntor Principal deverá ser do tipo caixa moldada, com acionamento
através da abertura da porta do painel a qual deverá ter bloqueio através de cadeado.
O quadro deve ser interligado ao sistema de aterramento através de cabo de
cobre nu de #35mm² .
Deverá ser prevista a instalação de placas transparentes em policarbonato,
isolando assim as parte energizadas dos barramentos.
O quadro deverá possuir o diagrama trifilar em seu interior o qual deverá ser
acondicionado em um porta documentos.
Os barramentos deverão ser identificados através das cores violeta, branca e
azul.
OBS: Os circuitos de saída deverão ser identificados através da colocação
do número e ou identificação de local junto ao disjuntor de saída.
O quadro deverá ter seu nome fixado à parte frontal bem como tensão, de
onde vem sua alimentação e circuito a qual está ligado, pelo mesmo processo de
identificação dos circuitos.
As dimensões da caixa metálica serão definidas pela Contratada de acordo
com o layout interno dos componentes no interior da caixa.
QUADRO QDFAC-1
Este será para atender aos circuitos de ar condicionado da asa direita do
prédio. Está localizado na área do prédio conforme desenho ELE-006-REV00 - SISTEMA
DE AC - REDES DE FORCA e será do tipo de sobrepor e sua construção será conforme
desenho ELE-007-REV00 - DIAG TRIFILAR E QUADRO DE CARGAS - QDFAC E QDFAC1
O QDFAC-1 será em caixa metálica de sobrepor, deverá possuir lâmpada
sinalizadora em led para indicação de “energizado” na cor vermelha, identificação do
quadro em placa de acrílico preta e letras brancas, e sinalização de “ Perigo de choque
elétrico “.
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O Disjuntor Principal deverá ser do tipo caixa moldada, com acionamento
através da abertura da porta do painel a qual deverá ter bloqueio através de cadeado.
O quadro deve ser interligado ao sistema de aterramento através de cabo de
cobre nu de #35mm² .
Deverá ser prevista a instalação de placas transparentes em policarbonato,
isolando assim as parte energizadas dos barramentos.
O quadro deverá possuir o diagrama trifilar em seu interior o qual deverá ser
acondicionado em um porta documentos.
Os barramentos deverão ser identificados através das cores violeta, branca e
azul.
OBS: Os circuitos de saída deverão ser identificados através da colocação
do número e ou identificação de local junto ao disjuntor de saída.
O quadro deverá ter seu nome fixado à parte frontal bem como tensão, de
onde vem sua alimentação e circuito a qual está ligado, pelo mesmo processo de
identificação dos circuitos.
As dimensões da caixa metálica serão definidas pela Contratada de acordo
com o layout interno dos componentes no interior da caixa.
QUADROS QDFLCF e QDFLGT
Estes painéis serão instalados para atender aos circuitos de iluminação e
força da guarita e do ponto de onibus. Estão localizados na área conforme desenho ELE011-REV00 - PONTO ONIBUS E GUARITA - ILUM E FORCA e serão do tipo de sobrepor e
sua construção será conforme desenho ELE-011-REV00 - PONTO ONIBUS E GUARITA ILUM E FORCA.
Os painéis serão em caixa metálica de sobrepor, deverão possuir lâmpada
sinalizadora em led para indicação de “energizado” na cor vermelha, identificação do
quadro em placa de acrílico preta e letras brancas, e sinalização de “ Perigo de choque
elétrico “.
O Disjuntor Principal deverá ser do tipo caixa moldada, com acionamento
através da abertura da porta do painel a qual deverá ter bloqueio através de cadeado.
Os quadros devem ser interligados ao sistema de aterramento através de
cabo de cobre nu de #35mm².
Deverá ser prevista a instalação de placas transparentes em policarbonato,
isolando assim as parte energizadas dos barramentos.
Os quadros deverão possuir o diagrama trifilar em seu interior os quais
deverão ser acondicionados em porta documentos.
Os barramentos deverão ser identificados através das cores violeta, branca e
azul.
OBS: Os circuitos de saída deverão ser identificados através da colocação
do número e ou identificação de local junto ao disjuntor de saída.
Os quadros deverão ter o nome fixado à parte frontal bem como tensão, de
onde vem sua alimentação e circuito a qual está ligado, pelo mesmo processo de
identificação dos circuitos.
As dimensões das caixas metálicas serão definidas pela Contratada de
acordo com o layout interno dos componentes no interior das caixas.
INFRA-ESTRUTURA:
Toda a alimentação e caminhamento das redes elétricas instaladas em
eletrocalhas, perfilados e eletrodutos serão instalados embutidos na laje, na parede ou no
piso, ou aparentes conforme projeto.
As eletrocalhas e eletrodutos de instalação aparente devem ser suportadas
em suportes a cada 2m, no máximo. Deverá ser observado quaisquer interferências que
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possam surgir no momento da montagem, sendo que o caminhamento da rede elétrica
poderá sofrer alteração no local, de acordo com definições de obra.
REDE DE ILUMINAÇÃO:
Esta será para atender a todo o prédio e será conforme desenhos ELE-001REV00 - ILUM E TOMADAS – TERREO e ELE-002-REV00 - ILUM E TOMADAS - PAV
SUPERIOR. As luminárias devem ser instaladas embutidas ou sobrepostas conforme
indicação de projeto.
As luminárias previstas neste projeto serão:
- Luminária cilíndrica tipo arandela para 1 lâmpada fluorescente compacta de
23w. Canopla em alumínio repuxado com acabamento em pintura eletrostática epóxi-pó na
cor branca. Difusor em vidro cilíndrico leitoso.
- luminária tipo balizador de embutir em parede para 1 lâmpada dicróica de
50w. Acabamento em pintura eletrostática epóxi-pó na cor branca.
- luminária circular de embutir, com foco orientável para 1 lâmpada halógena
dicróica 50w. Corpo em alumínio injetado com acabamento em pintura eletrostática epóxipó na cor branca.
- luminária circular de sobrepor/embutir, para 2 lâmpadas fluorescentes
compactas de 26w cada, 2 pinos. Corpo em alumínio repuxado com acabamento em
pintura eletrostática epóxi-pó na cor branca. Refletor em alumínio anodizado multi-facetado
de alto brilho. Difusor em vidro plano temperado.
- luminária de embutir equip. C/ 4x lâmpadas fluorescentes tubulares de 16w
cada, com corpo em chapa de aço fosfatizada e pintada eletrostaticamente, refletor e aletas
parabólicas em alumínio anodizado.
- luminária de sobrepor equip. C/ 4x lâmpadas fluorescentes tubulares de
16w cada, com corpo em chapa de aço fosfatizada e pintada eletrostaticamente, refletor e
aletas parabólicas em alumínio anodizado.
- luminária de embutir para piscina, equip. C/ lâmpada incandescente de
60w.
- luminária de embutir no piso para sinalização, c/ 1 lamp. Dicróica de 35w.
- luminária tipo projetor equip. C/ lâmpada v. Metálico de 70w, instalado no
piso.
- luminária de sobrepor equip. C/ 4x lâmpadas fluorescentes compactas de
20w cada, com corpo em chapa de aço fosfatizada e pintada eletrostaticamente, refletor
em alumínio anodizado.
- luminária de embutir no piso tipo uplight, c/ 1 lamp. Dicróica par38 100w.
- lustre c/ luminária decorativa do tipo pendente equipado c/ 1 lamp. Dicróica
par38 100w.
- luminária de embutir/sobrepor equip. C/ 2x lâmpadas fluorescentes
tubulares de 32w cada, com corpo em chapa de aço fosfatizada e pintada
eletrostaticamente, refletor e aletas parabólicas em alumínio anodizado .
- luminária de sobrepor tipo fluorescente contínua, p/ lâmpadas fluorescentes
tubulares de 32/110w, com corpo em chapa de aço fosfatizada e pintada
eletrostaticamente, refletor e aletas parabólicas em alumínio anodizado .
Circuitos de iluminação das áreas internas possuirão acionamento por
interruptores instalados próximo as portas de acesso ao local a uma altura de 1,3m do piso
acabado.
Circuitos de iluminação das áreas externas possuirão acionamento por meio
de chaves seletoras de 3 posições instaladas na porta dos painéis de iluminação. Quando
a chave estiver na posição automático, o circuito será controlado pelo relé fotoeletrônico, a
ser instalado.
Circuitos de iluminação do anfiteatro serão controlados pela sala de controle
e também na parede atrás das atendentes da recepção.
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As luminárias será alimentadas por circuitos 220V – F-F.
REDE DE FORÇA
No prédio teremos os circuitos de força derivando dos QDFL-01 e QDFL-02,
e estas serão do tipo 2P+T, 10A, 220V, no novo padrão brasileiro de tomadas(NBR-14136).
O encaminhamento dos circuitos será por meio de eletrocalhas aparentes na área do
anfiteatro e em eletrodutos corrugados flexíveis embutidos na laje nas demais áreas, nas
dimensões que serão indicadas em projeto.
Nas oficinas, serão previstas também tomadas do tipo 2P+T, 20A, 220V, no
novo padrão brasileiro de tomadas(NBR-14136). Também será prevista para cada oficina
uma tomada industrial 3P+T, 32A, 220V, equipada c/ disjuntor e chave de bloqueio, a
1300mm do piso acabado;
Os circuitos de tomadas deverão ser protegidos por interruptores DR com
sensibilidade de 30mA, além dos disjuntores termomagnéticos.
CABOS E FIOS:
Os condutores dos circuitos dos ramais alimentadores e dos circuitos das áreas
externas, devem ser tipo cabo de cobre, têmpera mole, encordoamento classe 5. Isolação
em HEPR 0,6/1 KV. Enchimento em composto termoplástico de PVC flexível sem chumbo.
Cobertura em composto termoplástico de PVC flexível sem chumbo resistente à chama.
Classe Térmica 90°C. Modelo EPROTENAX GSETTE EPR 0,6/1KV – PRYSMIAN ou
equivalente. Seu dimensionamento será de acordo com o projeto. Os cabos dos ramais
alimentadores serão todos unipolares, conforme projeto.
Os condutores dos circuitos de iluminação e força, devem ser do tipo cabo
de cobre, têmpera mole, encordoamento classe 5. Isolamento termoplástico em dupla
camada poliolefínico não halogenado, com auto-extinção e não propagação de fogo.
Classe térmica 70°C. Isolação 750V. Modelo AFUMEX GREEN 450/750V - PRYSMIAN ou
equivalente. Seu dimensionamento será de acordo com o projeto. Os cabos todos
unipolares, salvo indicação contrária.
SISTEMA DE AC E CLIMATIZAÇÃO:
O sistema de climatização que será utilizado nos locais, tem como finalidade
manter as condições de conforto térmico. Será um sistema de expansão direta, com
utilização de condicionadores de ar do tipo Split, para a correta localização das máquinas
vide projeto ELE-005-REV00 - SISTEMA DE AC - LAYOUT EQUIPAMENTOS.
As instalações frigorígenas serão em cobre rígido na área interna e externa e
caminharão até a unidade condensadora, instalada ao lado externo (base civil), conforme
indicado em projeto.
A unidade condensadora será instalada externamente ao ambiente servido,
ligando-se a evaporadora por tubulação frigorígena isolada termicamente e fiação de
comando, em caminhamento a ser definido pela contratada, interligando assim as
unidades.
Deverá ser previsto dreno de 3/4'’ próximo a unidade evaporadora, com
saída para área externa ou rede pluvial. Os pontos de dreno deverão ser definidos no
projeto arquitetônico.
As tubulações em cobre que interligam a unidade evaporadora e sua
respectiva unidade condensadora deverão receber isolação térmica com tubo de polietileno
e deverão ser revestidas externamente com fita aluminizada, juntamente com o cabo
elétrico PP de comando. Tubulações frigorígenas expostas ao tempo devem ser revestidas
externamente com alumínio liso, espessura de 0,15mm.
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Para as unidades condensadoras serão instaladas caixas metálicas de
embutir 150x150mm, conforme projeto, nas quais os alimentadores serão deixados
enrolados com sobra de 1,5m para ligação nas unidades.
As unidades condensadoras deverão ser instaladas em base civil na calçada
em volta do prédio, fixados através de chumbadores, nivelados conforme as
recomendações do fabricante. Deverá ser utilizados calços de borracha para evitar ruídos
indesejáveis.
Deverão ser executados testes elétricos e frigorígenos de campo.
Demais serviços necessários à instalação do sistema de climatização,
mesmo que não especificamente descrito acima deverão ser previstos.
Todos os materiais e equipamentos deverão ser instalados de acordo com
as instruções dos fabricantes.
A Contratada será responsável pelos alinhamentos, folgas, ajustes,
isolamento, garantia e acabamento geral de todo o sistema fornecido.
Concluídos os serviços de instalação dos aparelhos com as respectivas
interligações, proceder, antes da partida inicial para teste dos mesmos, ao especificado nos
itens a seguir:
- As unidades e linhas de interligação com os respectivos componentes
deverão ser submetidos a cuidadosa e completa limpeza.
- Estando preparada e limpa a instalação, serão procedidas pela contratada
as verificações finais, partida, testes e ajustes necessários em especial, os relacionados a
seguir:
•
Deverá ser executado o balanceamento de cada linha frigorígena de
gás, com elaboração de Relatórios de Partida (check-list), onde deverão ser registradas
todas as pressões, temperaturas, tensões e amperagens encontradas.
•
Todos os dispositivos de acionamento, operação e demais
componentes da instalação deverão ser ajustadas conforme projeto e recomendações dos
fabricantes.
Cumpridas todas as etapas contratadas e estando a instalação em pleno
funcionamento, será formalizado o Recebimento Provisório. A partir dessa data se passará
a contar o prazo de garantia dos materiais, equipamentos e serviços fornecidos, desde que
entregue diretamente à CONTRATANTE a documentação técnica da obra relacionada a
seguir:
Originais do projeto de execução atualizado, contendo todas e eventuais
modificações ocorridas durante a obra (As Built).
Caderno de elementos técnicos fornecidos pelo INSTALADOR, em 2 vias,
contendo:
Manual de operação e manutenção da instalação, catálogos técnicos e
cópias dos relatórios e equipamentos;
Certificados de garantia dos fabricantes dos equipamentos fornecidos na
obra, em via original, emitidos expressamente em nome da Contratante.
Contrato de “manutenção mensal” pelo qual a contratada presta durante o
prazo de 90 dias, a contar do Recebimento Provisório, de acordo com os procedimentos
deste memorial.
SISTEMA DE REDE DE DADOS:
Toda a rede de dados do Prédio irão vir diretamente do rack instalado na
Sala de segurança. Interligação do Rack de dados com a rede externa ficará a cargo da
fornecedora do sistema de comunicação.
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Especificação do Rack de dados e componentes internos deverão seguir
conforme especificados na lista de materiais, item X.X.
A rede de dados deverá ser instalada conforme desenho ELE-004-REV00 REDES DE LOGICA, e a infraestrutura desta será através de eletrocalhas aparentes e
eletrodutos corrugados flexíveis embutidos na laje, parede ou piso.
Para cada estação de trabalho deverá ser previsto dois pontos de rede e o
cabo será o de 4 pares – UTP – cat 6; Serão previstos pontos para distribuição Wi-fi e
pontos de dados nas mesas de reunião.
A empresa executora deverá emitir certificação de todos os pontos e
conexões realizadas.
SISTEMA DE ATERRAMENTO E SPDA.
Os painéis deverão ser aterrados por meio de cabo de cobre nu #35mm²,
utilizando terminais de compressão estanhados, conforme projeto.
Todos os pontos metálicos não destinados a conduzir corrente elétrica
deverão ser aterrados, incluindo portas e janelas metálicas, etc..
O anel de aterramento deverá ser de #50mm², sendo este executado,
conforme projetos ELE-012-REV00 - PONTO ONIBUS E GUARITA - ATERRAMENTO E
SPDA e ELE-013-REV00 - PREDIO - ATERRAMENTO E SPDA.
Na área do Anfiteatro, bem como a guarita e ponto de ônibus deverá ser
instalado um subsistema captor não natural, tipo gaiola de faraday, com barra chata de
alumínio 1/8x7/8”.
Nas áreas das asas direita e asa esquerda, serão utilizadas as próprias
telhas metálicas da cobertura como captores naturais do SPDA, servindo estas como gaiola
de faraday.
O subsistema de descida será do tipo natural utilizando os próprios pilares
metálicos como condutores naturais.
Para garantir a continuidade e equipotencialidade do sistema, deverão ser
interligados a telha, a estrutura metálica da cobertura através de cabo de cobre nú de bitola
igual a 35mm², conforme projeto. As descidas também deverão ser interligadas ao anel de
aterramento conforme projeto e por sua vez todo o sistema de aterramento devem ser
interligados entre si e com o sistema de aterramento existente mais próximo.
O sistema de aterramento a ser realizado será com cabos de cobre nú
50mm² e hastes de aterramento de 5/8”x3000mm, com abertura de valas para cravamento
de hastes e lançamento de cabos.
O sistema de aterramento não deverá ter o valor superior a 10 ohm, e a
empresa contratada deverá fornecer um laudo técnico de sua medição e conclusão ao
término de sua execução.
Deverá ser feita a manutenção preventiva anualmente e sempre que atingido
por descargas atmosféricas, para verificar eventuais irregularidades e garantir a eficiência
do sistema SPDA.
LIMPEZA DIÁRIA E FINAL
Deverão ser previamente retirados todos os detritos e restos de materiais de
todas as partes da obra e de seus complementos, que serão removidos para o bota fora
apropriado.
Em seguida será feita uma varredura geral da obra e de seus complementos
com o emprego de água, para evitar formação de poeira.
LIMPEZA GERAL
A Obra será entregue em perfeito estado de limpeza e conservação,
devendo apresentar funcionamento perfeito em todas as suas instalações.
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A CONTRATADA deverá manter toda área de trabalho dentro de condições
adequadas de trabalho e segurança.
A Fiscalização poderá exigir a remoção de qualquer tipo de equipamento ou
material que julgar necessário para o bom andamento da obra.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
A Contratante terá o direito, a qualquer momento antes da aceitação final, de
rejeitar qualquer peça que estiver defeituosa (material ou acabamento) ou que não estiver
em conformidade com as especificações técnicas, sem incremento de custos ou
prorrogação de prazos.
É de responsabilidade do fornecedor a movimentação interna até a área do
serviço e o bota fora de materiais (sobra), devendo manter área de trabalho limpa e
organizada.
O proponente deverá apresentar o responsável técnico residente na obra e
as dúvidas deverão ser tiradas durante a semana. Quando o serviço for ser executado em
finais de semana, deverá o proponente na quarta-feira até as 11:00h, informar as
atividades programadas ao engenheiro responsável da Contratante;
O proponente deverá garantir, de conformidade com o dispositivo no Código
Civil Brasileiro, artigo 1245, os trabalhos executados com relação a materiais defeituosos,
falhas de mão de obra e de métodos de execução dos serviços. Durante o período de
garantia o fornecedor se obrigar a refazer imediatamente, sem nenhum ônus para a
Contratante todos os serviços que apresentarem falhas de mão de obra ou de métodos de
execução, bem como substituir materiais defeituosos que tenham sido de seu fornecimento;
Todos os custos que norteiam esta proposta deverão estar inclusos em
planilha orçamentária. O proponente deve indicar os itens de material e de mão-de-obra
que considera excluso e/ou indicar na planilha item adicional que se faça necessário.
É indispensável visitação in-loco pois as quantidades e condições existentes
no local da obra devem ser vistoriadas, levantadas, conferidas e mensuradas em planilha
orçamentária, afim de evitar a ocorrência de erros e alegações de desconhecimento das
condições existentes e pré-estabelecidas. A visita só será validada pela Contratante se
acontecer com o acompanhamento de funcionários da Contratante.
REQUISITOS OBRIGATÓRIOS
Os requisitos obrigatórios solicitados tem caráter eliminatório e devem ser
apresentados juntamente com a proposta técnica e comercial.
O proponente deverá manter durante todo o período de execução dos
serviços uma equipe ou um responsável técnico qualificado na obra.
Atestar previamente que a mão de obra qualificada tenha as certificações
pertinentes a atividade do proponente. O proponente deverá fornecer a listagem de sua
equipe e certificações necessárias na proposta.
 Eletricistas – Certificado NR-10.
 Trabalhos em altura – Certificado NR-18.
O proponente deverá estar a disposição da contratante nas atividades de start
up fornecer suporte pós start up no período de 1 semana (suporte 24 horas).
O proponente deverá indicar na proposta a cobertura em garantia dos
equipamentos e serviços contratados.
O proponente deveráfornecer lista detalhada de materiais a serem utilizados
no serviço;
MATERIAIS ELÉTRICOS
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Eletrodutos Metálicos Expostos em Áreas Comuns
Deverão ser de aço carbono, com costura e rebarba rebaixadas,
galvanizadas, roscáveis, tipo "pesado", Norma NBR 5598, em barras de 3 m com uma luva
em uma das extremidades de procedência Bundy, Mannesmann, Mopa, Elecon ou
Paschoal Thomeu. Serão permitidas luvas sem rosca, desde que possibilitem continuidade
elétrica, quando embutidos.
Nas áreas limpas classificadas, os eletrodutos deverão ser de aço inoxidável
com conexões por rosca.
Opcionalmente poderão ser utilizados eletrodutos galvanizados encapados
com poliester por processo de pintura a pó ou por PVC por processo de encapsulamento
termo encolhível.
Estes materiais deverão ser submetidos a aprovação da Proprietária.
Caixas de passagem ou de ligação de sobrepor
Deverão ser em chapa metálica # 14 MSG, com tampa parafusada, pintada
com fundo anticorrosivo, procedência Paschoal Thomeu ou equivalente em qualidade.
Caixas de derivações aparentes em alumínio
Serão em alumínio fundido, com junta de vedação de borracha entre a tampa
e o corpo quando em áreas externas; entrada com rosca de procedência Blinda, Wetzel,
Moferco ou equivalente em qualidade.
Não serão permitidas caixas sem rosca.
Ferragens, Acessórios Metálicos de Uso Aparente Não Expostas ao
Tempo
Todos os materiais adquiridos deverão ser tratados por processo de
galvanização eletrolítica, para proteção antioxidante.
Caso os materiais venham a sofrer furações, cortes, dobras ou quaisquer
danos à camada de proteção, estes deverão ser submetidos a tratamento local, com
pintura de fundo anticorrosiva e pintura de acabamento ou galvanização a frio.
Procedências: Sisa, Dinâmica, Mopa, Home Eletric ou equivalente em qualidade.
Cabos elétricos isolados – baixa tensão
Deverão ser de cobre PP com isolação em PVC 70ºC, 1000 V. A
procedência deverá ser Prysmian, Siemens, Phelps Dodge, Furukawa ou equivalente em
qualidade.
Cabos elétricos nús
Deverão ser de cobre eletrolítico com têmpera mole, de procedência
Prysmian, Siemens, Phelps Dodge, Furukawa ou equivalente em qualidade. Bitola mínima
é de 16 mm2.
Conectores e terminais para cabos
Os conectores e terminais para cabos de cobre deverão ser de liga
latão/bronze, do tipo“dupla compressão”, fabricados pela Eltec, Tercon, Intelli, Burndy ou
equivalente em qualidade. Deverão ser do tipo "reforçado", sempre.
Fiação
Toda a fiação elétrica para tomadas, força e iluminação deverá ser em cobre
com isolamento termoplástico 750 V, 70°, antichama, isto é, não propagativo de fogo e com
baixa emissão de fumaça tóxica.
A fiação mínima a ser utilizada nos circuitos de alimentação de força será de
# 2,5mm² e de comando # 1,5mm².
CÓDIGO DE CORES
Código de cores a ser adotado para a fiação elétrica :

Fases : Preto
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


Neutro: Azul Claro
Terra: Verde (ou verde-amarelo)
Retorno: Amarelo
Eletrodutos flexíveis
Serão instalados de forma aparente onde houver a necessidade possuindo um
conjunto de terminais macho/fêmea de rosca (box reto, box giratório, buchas e arruelas em
liga de alumínio) para cada unidade e encapados com PVC. A procedência deverá ser
SPTF, TECNO-FLEX ou equivalente em qualidade.
A taxa de ocupação máxima será de 33%, devendo ser utilizado um circuito
por tubo. Sua parte metálica deverá ser considerada como condutor "terra", independente
da passagem do condutor “terra” em seu interior.
Os eletrodutos flexíveis quando instalados acima do forro falso deverão ser
desprovidos de capa de PCV.
Terminais para cabos
Os terminais deverão ser do tipo “dupla compressão”, firmemente instalados.
Não poderão sofrer torções ou dobras. Os cabos de bitola 50 mm2 ou maiores deverão
estar rigidamente suportados a uma distância máxima de 1 m da terminação. Os parafusos
de fixação deverão ter bitolas adequadas aos furos instaladas com arruelas lisas e porcas
auto-travantes.
Cabos elétricos isolados
Para a sua instalação em eletrodutos é aconselhável o emprego de
lubrificante (vaselina, talco). Deverão ser instalados por tração manual, observando-se o
limite máximo de 85% (oitenta e cinco por cento) da máxima tensão indicada pelo
fabricante.
Todas as derivações nos fios para iluminação e tomadas deverão ser
executadas com conectores de cobre recobertos de nylon, tipo Cone, procedência 3M
Scotch antichama, Prysmian ou equivalente em qualidade.
Não será admissível em hipótese alguma a emenda, a conexão ou a
derivação da fiação pela simples torção entre si dos cabos/fios, isolados com fita isolante.
As curvas dos cabos e fios não deverão apresentar ângulos “vivos” e sempre
deverão ser feitas manualmente, sem o uso de equipamentos, de forma a não alterar as
características dos materiais condutores e isolantes.
As recomendações dos fabricantes e das normas vigentes deverão ser
atendidas quanto ao método, raios mínimos e demais detalhes.
Condutores com diferença entre suas bitolas de mais de três pontos não
poderão ser instalados no mesmo eletroduto (exemplo 2,5 mm2 e 16 mm2).
Quando instalados aparentes ou em eletrocalhas, todos os condutores
deverão ser identificados com anilhas ou cintas de nylon a cada 3m. Quando instalados em
eletrodutos, esta identificação dos condutores deverá existir em todas as caixas de
passagem, a 30 cm da entrada/saída dos eletrodutos. Em ambos os casos a identificação
também deverá ser executada nos trechos terminais onde estarão conectados. A
identificação básica consiste do número do circuito e fase.
Os circuitos deverão ser instalados em forma de “trifólio”, para evitar
indutâncias entre fases. Não será permitida a passagem de fases de um mesmo circuito
separadas em eletrodutos diferentes.
Código de cores a ser adotado para cabos alimentadores:
 Fase A
- Preto
 Fase B
- Preto
 Fase C
- Preto
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 Neutro
- Azul Claro
 Terra - Verde (ou verde-amarelo)
Eletrocalhas e perfilados com galvanização eletrolítica
Eletrocalha perfurada com virola, com tampa de pressão, para fios e cabos,
fabricada com chapa de aço SAE 1010, # 14, com galvanização eletrolítica, Home Eletric,
Sisa, Mopa, Dinâmica ou equivalente em qualidade.
Perfilado perfurado de 38 x 38 mm, para condutores de até 10 mm², fabricado
com chapa de aço SAE 1010, # 20, com galvanização eletrolítica, Home Eletric, Sisa,
Mopa, Dinâmica ou equivalente em qualidade.
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
Após a conclusão dos serviços o proponente deverá fazer a entrega de toda a
documentação técnica:



Recolhimento de ART’s.
Termos de Garantias.
As Built’s, sendo uma cópia digital e uma física.
ATRIBUIÇÕES DO PROPONENTE
São atribuições do proponente:
Dirigir e administrar através de corpo técnico e administrativo próprio, os
serviços em objeto, de acordo com a melhor técnica aplicável a trabalhos dessa natureza.
A empresa executora também deverá possuir documentação que comprove sua
capacitação técnica (know-how) para realização dos trabalhos, podendo ser cartas de
referência de clientes o qual o fornecedor tenha prestado seus serviços, atestados, etc.
Empregar mão de obra qualificada (assegurando e comprovando se
necessário que seus funcionários tenham recebido treinamento adequado para a execução
dos serviços) e efetuar o recolhimento dos Encargos Sociais e Trabalhistas referentes à
mão-de-obra.
Fornecer junto com a proposta, cronograma físico e financeiro preliminar e
atualizado da execução dos serviços.
Fornecer todo o material, mão de obra e ferramentas necessárias à correta
execução dos serviços.
Questionar e obter autorização por escrito da Contratante em qualquer dúvida
e/ou modificação que seja necessária diferentemente do serviço acima proposto no escopo
do fornecimento.
Considerar confidenciais todos os trabalhos e informações técnicas de
montagem ou manutenção, por especificação e/ou desenhos.
Seguir obrigatoriamente e sem exceção, todos os procedimentos de
Segurança, Meio Ambiente e GMP da Contratante e exigências legais com pena do
contrato ser interrompido. Trabalhos em altura, em espaços confinados, em locais de difícil
acesso, travamentos de fonte de energia, utilização de EPIs, EPCs, ferramentas
adequadas, organização do local de trabalho são exemplos de situações que deverão ser
dadas atenção especial pelo proponente.Todos os procedimentos de segurança da
Contratante relacionados a esses casos e outros serão esclarecidos no ato da Integração
realizada pela mesma junto aos prestadores de serviços. Qualquer dúvida durante os
trabalhos, o proponente deverá entrar em contato imediatamente com a Contratante,
departamentos de Manutenção ou de Segurança do Trabalho.
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Fornecer os equipamentos de segurança individual ou coletivo para os seus
funcionários, bem como fiscalizar a utilização adequada dos mesmos.
Responsabilizar-se pela guarda e organização de seus materiais, ferramentas
e equipamentos utilizados nos serviços. A Contratante não se responsabilizará por
qualquer dano ou extravio destes.
Utilizar equipamentos elétricos à prova de explosão em áreas classificadas da
Contratante como áreas com risco de explosão.
Responsabilizar-se por danos causados às instalações, equipamentos bem
como pela segurança das pessoas e de seus próprios funcionários durante a realização
dos serviços.
Responsabilizar-se por danos causados ás instalações e equipamentos da
Contratante durante os serviços.
No valor da remuneração do proponente deverão ser incluídos trabalhos em
final de semana e todas as despesas como viagens, pernoites, refeições, equipamentos de
medições, e materiais para execução dos trabalhos, assim como os encargos sociais e
impostos tais como ISS, PIS, CONFINS.
Todos os serviços deverão ser garantidos a partir da entrega técnica dos
serviços, período no qual a empresa executante se compromete a efetuar qualquer
correção dos efeitos oriundos de falha e/ou erro de dimensionamento, respondendo
civilmente no caso de perdas e danos, bem como lucro cessante e penalmente no caso
vítimas.
As aprovações efetuadas pela Contratante não isentam a responsabilidade
sobre o correto dimensionamento e execução feita pelo proponente, bem como não
caracteriza qualquer compromisso civil/penal.
No caso de atraso (de responsabilidade do proponente) nos prazos
comprometidos será cobrada multa diária de 1% ao dia.
Fornecer todo transporte, carga e descarga interna e externa, embalagem e
movimentação de materiais/equipamentos e disponibilizar ajudantes vinculados a empresa
para que o processo todo ocorra dentro dos padrões da Contratante.
Todos os prestadores de serviços que forem executar serviços na Contratante
devem se submeter ao processo de Integração exigido que é realizado as segundas e
quintas às 08:00h. Caso o mesmo já possua a integração (válido por 24 meses) fica claro
que todos os procedimentos realizados no interior da mesma deve seguir as Normas de
Segurança constantes no processo de integração.
São obrigatórios a elaboração e cumprimento do PCMAT nos
estabelecimentos com 20 (vinte) trabalhadores ou mais, contemplando os aspectos da NR
18, e outros dispositivos complementares de segurança.
RESPONSABILIDADES E GARANTIA
Os serviços executados deverão ser garantidos mediante o cumprimento de
todas as solicitações desse memorial descritivo e dos relatórios apontados pela
proponente, executando os serviços de maneira correta tecnicamente.
Anexos

Especificações de Fornecedores
Sem mais a Contratante coloca a disposição o seu departamento de projetos,
para quaisquer esclarecimentos técnicos que se façam necessários.
CONSIDERAÇÕES FINAIS.
A construtora deverá verificar “in loco” todo e qualquer tipo de instalações,
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serviços e obras existentes e adjacentes, passagens de instalações existentes,
alimentações despejos, locais de passagem das redes, e de implantação dos serviços, e
compará-las com os projetos, para que sejam incluídos na planilha de orçamento todos os
itens necessários ao término final de todas as instalações, obras e serviços em perfeito
funcionamento, inclusive execução de todas as alimentações, derivações, interligações
necessárias às mesmas (mesmo que conste nos capítulos a seguir como existentes,
deverão ser objeto de verificação “In Loco” e incluídas ou não na planilha), assim como
desvios, remanejamentos, demolições, alterações e complementações dos projetos
fornecidos, sendo portanto de inteira responsabilidade da mesma toda a execução e
fornecimento dos materiais, equipamentos e mão de obra necessários, a todas as
instalações abaixo descritas, ou indicadas neste memorial, mesmo que constem apenas da
arquitetura ou dos memoriais ou de alguma peça gráfica fornecida, cabendo neste caso à
CONSTRUTORA a elaboração dos respectivos projetos executivos definitivos, e o
levantamento “as built” após a execução final.
Algumas recomendações abaixo, pontos em instalações específicas,
equipamentos, necessários à obra, mesmo que não constante dos projetos fornecidos
deverão ser executadas à custa da CONSTRUTORA.
Em todas as instalações, as marcas que não foram contempladas neste
memorial ou nos projetos deverão ser indicadas pela FISCALIZAÇÃO, sempre se levando
em conta o item Observações sobre Materiais e ou Equipamentos.
Executar os trabalhos dentro da melhor técnica que lhe for aplicável,
atendendo a todas as necessidades da Contratante, devendo o serviço corresponder às
expectativas e exigências previstas e ao fim a que se destina.
Arcar com todos os ônus fiscais que decorrerem deste serviço, bem como os
tributários, previdenciários e sociais inerentes a sua condição de empregadora,
competindo-lhes ainda, assegurar todos os riscos assumidos para realização dos serviços,
ficando a Contratante liberada de qualquer reivindicação feita pelo seu pessoal, atual e
futura.
Apesar de ser a CONTRATADA a responsável pelos acidentes, porventura
ocorridos com seus trabalhadores, obriga-se ela a adotar normas de Segurança do
Trabalho ditadas em lei e a cumprir as determinações da CIPA e todos os procedimentos
de segurança da Contratante.
Responder por quaisquer erros ou omissões no serviço, desde que tais erros
ou omissões não sejam devido a dados ou informações fornecidas pela Contratante.
Fornecer aos seus trabalhadores condução para o deslocamento de ida e
vinda ao serviço.
Fornecer refeições aos seus funcionários, inclusive uniformes e EPIs
necessários.
Fornecer isolamento(cerquite) e placas de sinalização de segurança.
Fornecer ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) dos serviços
executados.
RECEBIMENTOS DOS SERVIÇOS E OBRAS.
Concluídos todos os serviços, objetos desta licitação, se estiverem em
perfeitas condições atestada pela FISCALIZAÇÃO, e depois de efetuados todos os testes e
ensaios necessários, bem como recebida toda a documentação exigida neste memorial e
nos demais documentos contratuais, serão recebidos provisoriamente por esta através de
Termo de Recebimento Provisório Parcial, emitido juntamente com a última medição.
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Decorridos 15 (quinze dias) corridos a contar da data do requerimento da
CONSTRUTORA, os serviços serão recebidos provisoriamente pela FISCALIZAÇÃO e que
lavrará “Termo de Recebimento Provisório”, que é o documento hábil para liberação da
garantia complementar de 3%.
A CONSTRUTORA fica obrigada a manter os serviços e obras por sua conta e
risco, até a lavratura do “Termo de Recebimento Definitivo”, em perfeitas condições de
conservação e funcionamento.
Decorridos o prazo de 60 (sessenta) dias após a lavratura do “Termo de
Recebimento Provisório”, se os serviços de correção das anormalidades por ventura
verificadas forem executados e aceitos pela Comissão de Recebimento de Obras e
comprovado o pagamento da contribuição devida a Previdência Social, quando for o caso,
relativa ao período de execução dos serviços, será lavrado o “Termo de Recebimento
Definitivo”.
Aceitos os serviços e obras, a responsabilidade da CONSTRUTORA pela
qualidade, correção e segurança dos trabalhos, subsiste na forma da Lei.
Desde o recebimento provisório, a Contratante entrará de posse plena dos
serviços e obras, podendo utilizá-los. Este fato será levado em consideração quando do
recebimento definitivo, para os defeitos de origem da utilização normal do edifício.
O recebimento em geral também deverá estar de acordo com a NBR-5675.
9 - Instalações Hidráulicas, Sanitárias e Pluviais
Os materiais empregados nas instalações hidráulicas, sanitárias e pluviais,
deverão ser de primeira linha. A execução dos serviços deverá ser em conformidade com
as técnicas construtivas adequadas para o perfeito funcionamento das mesmas.
Deverão ser instaladas redes de água pluviais para a perfeita captação e
escoamento das águas do prédio até a rua. Todas as instalações deverão ser embutidas
na alvenaria.
Dos Projetos
Entende-se como Projeto, o conjunto de elementos técnicos, representado
por desenhos, plantas, cortes, especificações, e demais documentos referentes às
instalações a serem executadas, apresentando condições adequadas ao perfeito
entendimento do que se deve ser executado, devidamente compatibilizado, tanto nos
aspectos geométricos, quanto nos qualitativos e quantitativos, e que permita completa
orçamentação e perfeita execução das obras.
O projeto, normas e especificações poderão sofrer alterações a critério
exclusivo da CONTRATANTE que as comunicará com antecedência e por escrito, através
de instruções de campo, por intermédio da sua Fiscalização. Os casos omissos serão
objeto de aprovação prévia da CONTRATANTE através da Fiscalização,após analisados
pelo corpo técnico da Prefeitura Municipal.
A aprovação do projeto por parte da Contratante, não desobriga a
Contratada de sua plena responsabilidade com relação à boa execução dos serviços e a
entrega dos mesmos em sua integra, sem falhas ou omissões que possam vir a prejudicar
a qualidade exigida nos serviços ou ao desenvolvimento dos demais trabalhos.
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No caso de divergência entre os elementos do projeto, será adotado o
critério de prevalecimento da maior escala (detalhes) sobre a menor e, em casos omissos
ou duvidosos, prevalecerá a opinião ou parecer da Contratante.
Os licitantes deverão fazer um reconhecimento no local, antes da
apresentação das propostas, a fim de tomar conhecimento “IN LOCO” dos serviços a
serem executados e das dificuldades que poderão surgir no decorrer da obra e, também se
certificarem de todos os detalhes construtivos necessários à sua perfeita execução. Os
aspectos que a Contratada julgar duvidosos, dando margem à dupla interpretação ou
omissos nos projetos e ou especificações, deverão ser apresentados à Fiscalização e
elucidados antes da licitação da obra.
Após a contratação qualquer dúvida será analisada pela Fiscalização, que
anotará em diário de obra, em tempo hábil, quais os procedimentos a serem tomados, não
cabendo à Contratada qualquer recurso ou reclamação, mesmo que isto venha acarretar
acréscimo de serviços não previstos nos orçamentos apresentados por ocasião da
licitação.
Dos Materiais
Todos os materiais a serem empregados nas obras deverão obedecer às
especificações dos projetos. Na ocorrência de comprovada impossibilidade de se adquirir
ou empregar um material especificado deverá ser solicitada sua substituição, a juízo da
Fiscalização e aprovação dos Engenheiros e Técnicos responsável pelos Projetos.
A Fiscalização poderá, a qualquer tempo, exigir o exame ou ensaio de
laboratório de qualquer material que se apresente duvidoso, bem como poderá ser exigido
um certificado de origem e qualidade correndo sempre estas despesas, por conta da
Contratada.
A Contratada se obriga a retirar qualquer material impugnado no prazo de 48
horas, contadas a partir do recebimento da impugnação.
Dos Serviços
A execução dos serviços descritos no projeto para construção das obras em
questão, obedecerão rigorosamente as normas ABNT, bem como as prescrições dos
memoriais e projetos específicos destacados neste caderno, incorporados ao projeto.
A mão-de-obra a empregar será sempre de inteira responsabilidade da
Contratada, devendo ser de primeira qualidade, de modo a se executar acabamentos
esmerados e de inteiro acordo com as especificações do projeto.
Ficará a critério da Fiscalização impugnar ou mandar refazer trabalhos
executados em desacordo com o projeto, sem ônus para a Contratante.
A Contratada se obriga a iniciar qualquer exigência feita pela Fiscalização
dentro de 48 horas a contar do recebimento da mesma, correndo por sua exclusiva conta
as despesas decorrentes das referidas demolições e reconstituição dos trabalhos.
Os serviços serão executados de acordo com os desenhos de projeto e as
indicações e especificações do presente memorial.
A Contratada deverá, se necessário, manter contato com as repartições
competentes, a fim de obter as necessárias aprovações dos serviços a serem executados,
bem como fazer os pedidos de ligações e inspeções.
Os serviços serão executados por operários especializados.
Deverão ser empregados nos serviços, somente ferramentas apropriadas a cada tipo de
trabalho.
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Nas passagens, em ângulo, em esquadro quando existirem, em vigas,
pilares e lajes deixar previamente instaladas tubulações com diâmetro imediatamente
superior para passagem das tubulações projetadas.
Nas passagens retas em vigas, pilares e lajes, deixar um tubo camisa de
ferro fundido ou PVC, com bitola acima da projetada.
Nas passagens de juntas de dilatação estrutural prever juntas de expansão
nas tubulações.
Nas passagens das lajes, deixar caixas de madeira com dimensões
apropriadas, de acordo com os projetos.
Tubulações de PVC, expostas a intempéries, deverão receber pintura de
proteção, de acordo com padrões da Contratante.
Quando conveniente, as tubulações embutidas, serão montadas antes do
assentamento da alvenaria.
Todos os ramais horizontais que trabalharem com escoamento livre, serão
assentes sobre apoio, a saber:
Os ramais sob a terra serão apoiados sobre lastro de concreto, com um traço
de 200 kg de cimento por m3 de concreto.
Os ramais sobre lajes serão apoiados sobre lastro contínuo de tijolos com
argamassa de areia e cal.
Os ramais sob lajes serão apoiados por braçadeiras, que serão fixadas nas
lajes, espaçadas de tal forma a se obter uma boa fixação das tubulações.
Os ramais das tubulações que trabalharem com escoamento livre, deverão
obedecer as seguintes declividades mínimas:
Diâmetro
Declividade
4”
1%
6”
1%
8”
0,5%
As tubulações verticais, quando não embutidas, deverão ser fixadas por
braçadeiras galvanizadas, com espaçamento tal que garanta uma boa fixação.
As juntas dos tubos de cobre serão soldadas, pelo processo de capilaridade.
As interligações entre materiais diferentes serão feitas usando-se somente
peças especiais para este fim.
Não serão aceitas curvas forçadas nas tubulações sendo que nas mudanças
de direções serão usadas somente peças apropriadas do mesmo material, de forma a se
conseguir ângulos perfeitos.
Durante a construção, as extremidades livres das canalizações serão
vedadas, a fim de se evitar futuras obstruções.
Para facilitar em qualquer tempo, as desmontagens das tubulações deverão
ser colocadas, onde necessária, uniões ou flanges.
Em todos os desvios das colunas de esgotos e águas pluviais deverão ser
colocados em tubos radiais de modo a se dispor de uma inspeção nesses pontos.
Não será permitido amassar ou cortar canoplas; caso seja necessária uma
ajustagem, a mesma deverá ser feita com peças apropriadas.
As tubulações que trabalharem sob pressão, deverão ser submetidas a uma
prova de pressão hidrostática de no mínimo o dobro de pressão de trabalho e não devem
apresentar vazamento algum.
As extremidades abertas das tubulações de ventilação sobre a cobertura do
prédio, deverão ser protegidas por chapéus.
As tubulações primárias de esgoto, deverão ser testadas com uma prova
hidrostática de 3,0 mca antes da colocação dos aparelhos e submetidas a uma prova de
fumaça sobre pressão mínima de 25 mmca após a colocação dos aparelhos. Em ambos os
testes o tempo mínimo de duração será de 15 minutos.Todas as provas e os testes de
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funcionamento dos aparelhos e equipamentos serão feitos na presença do Engenheiro
Fiscal da obra
Não serão permitidos o emprego de materiais usados e danificados.
Quando houver motivos ponderáveis para a substituição de um material
especificado por outro, a contratada, em tempo hábil, apresentará, por escrito, por
intermédio da Fiscalização, a proposta de substituição, instruindo-a com as razões
determinadas do pedido de orçamento comparativo.
O estudo e aprovação pelo Contratante, dos pedidos de substituição, só
poderão ser efetuados quando cumpridas as seguintes exigências:
- Declaração de que a substituição se fará sem ônus para a Contratante.
- Apresentação de provas, pelo interessado, da equivalência técnica do
produto proposto ao especificado, compreendendo como peça fundamental o laudo do
exame comparativo dos materiais, efetuado por laboratório tecnológico idôneo, a critério da
Fiscalização.
- Nos itens que há indicação de marca, nome de fabricante ou tipo comercial,
estas indicações se destinam a definar o tipo e padrão de qualidade requeridas.
- No caso de impossibilidade absoluta de atender as especificações (o
material especificado não sendo mais fabricado, etc.) ficará dispensada a exigência do item
da apresentação de provas, devendo o material substituído, ser previamente aprovado pela
Fiscalização.
9.1 – Tubos e Conexões de Água Fria
9.1.1
- Tubulações
Os tubos deverão ser em PVC marrom, soldável, da marca Tigre ou similar com suas
devidas conexões.
9.1.2
- Registro de Gaveta
Os registros de gaveta deverão ser em bronze, acabamento modelo 1509 C39 – DECA
ou segundo as especificações contidas na arquitetura (internos às áreas molhadas).
9.1.3 - Registro de Pressão
Deverão ser em bronze com canoplas cromadas, modelo 1509 C29 – DECA , de
acordo com as especificações da arquitetura.
9.1.4 - Válvula de Bóia
Deverão ser de bronze, vedação tipo macho e fêmea haste de latão fundido e bóia
esférica de chapa de cobre em polietileno alta densidade.
9.1.5 – Caixa d´Água Polietileno 1000 l
Deverá ser instalada sobre os sanitários caixa d’água capacidade 1000 l modelo
multiuso marca Tigre ou similar, com quantidades e localizações conforme projeto de
instalações hidráulicas.
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9.2 - Metais Sanitários
Por se tratar de elementos também decorativos, deverão atender as
especificações do projeto arquitetônico, a saber:

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




Torneira de bancada para cozinha DECA, modelo Max;
Torneira automática de parede DECA linha MATIC ECO 1172C –Acetinado;
Misturador automático de parede DECA linha MATIC ECO 1172C – Acetinado;
Válvula de descarga HIDRA ECO 2565C;
Torneira Jardim Tanque de parede DECA modelo Max;
Misturador de bancada DECA modelo targa;
Chuveiro elétrico 4 Temperaturas Cromado Tradição – Lorenzetti;
Sifão metálico DECA;
9.3 – Peças Sanitárias e Acessórios
As peças sanitárias e acessórios seguirão as especificações contidas no
projeto arquitetônico, a saber:


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


Lavatório DECA de Semi-encaixe L800 – quadrado – Branco gelo
Bacia Deca Linha VOUGUE PLUS P51 – Branco Gelo;
Lavatório de canto DECA – IZY
Bacia Deca Linha VOGUE PLUS AP52( Assento com abertura frontal)– Branco
Gelo;
Cuba Aço inox Tramontina Linha DRITTA PRO
Tanque PVC, Tigre, 24 litros, cor branco
Espelhos de parede ( 1,50 x 1,00 m ), ( 3,15 x 1,00 m ), (1,15 x 1,00 m );
Saboneteira de parede BOBRICK de plástico ABS CR 200
Secador de mãos BOBRICK de plástico ABS;
Porta Papel Higiênico: DECA linha QUADRATTA 2020 C83;
Conjunto Barra de apoio DECA linha CONFORTO 2310 Branca;
9.3 – Tubos e conexões sanitárias
Todo o efluente do empreendimento será conduzido à rede pública,através de
emissários existentes.
Quanto à declividade, adotou-se o seguinte:
Tubulação
Declividade mínima
Ø 3”
1%
Ø 4”
1%
Ø 6”
1%
Os tubos com diâmetros nominais até 100 mm, deverão ser em PVC rígido,
junta elástica, ponta e bolsa, tipo esgoto, conforme norma ABNT NBR-5682, Fortilit ou
similar.
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Os tubos com diâmetros nominais acima de 100 mm, deverão ser em PVC
rígido, junta elástica, ponta e bolsa, tipo TCC, conforme norma ABNT NBR-7362, Fortilit ou
similar.
Drenagem de Águas Pluviais
Sistema
As águas pluviais provenientes da cobertura, serão captadas por condutores
de 4” a serem instalados na laje dos prédios e terão sua derivação embutidas nas paredes.
O lançamento das águas pluviais será feito por meio de tubulações nas caixas de
captação, sendo que todo o sistema deverá ser por gravidade e os condutores deverão
trabalhar livremente.
9.4 – Tubulações de Água Pluviais e Caixas de Passagem
Os tubos com diâmetros nominais até 100 mm, deverão ser em PVC rígido,
junta elástica, ponta e bolsa, tipo esgoto, conforme norma ABNT NBR-5682, Fortilit ou
similar.
Os tubos com diâmetros nominais acima de 100 mm, deverão ser em PVC
rígido, junta elástica, ponta e bolsa, tipo TCC, conforme norma ABNT NBR-7362, Fortilit ou
similar.
Os tubos com diâmetros nominais acima de 300 mm, deverão ser em concreto.
As conexões deverão atender a mesma especificação dos tubos.
As caixas de captação de águas pluviais serão executadas em alvenaria
revestida, com fundo e tampo em concreto e grelha metálica, conforme projeto específico.
9.5 – Instalações Gerais de Combate a Incêndio
Para o desenvolvimento das soluções apresentadas foram observadas as
normas, códigos e recomendações das entidades a seguir relacionadas:
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
Corpo de Bombeiros do estado de São Paulo.
SISTEMAS PROPOSTOS
Instalações
Sistema de Proteção e Combate a Incêndio por hidrantes
Sistemas de detecção e alarme de incêndio – NBR 9441
Instalações Extintores
Sistema
O sistema de proteção e combate a incêndios foi projetado através dos
seguintes sistemas:
Extintores de Incêndio manuais
Hidrantes
O desenvolvimento do projeto foi feito em consonância com as normas e
padrões exigidos pelo Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, Associação Brasileira
de Normas Técnicas – ABNT NBR10897 e NFPA-13.
Extintores Manuais
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O projeto previu a instalação dos tipos de extintores de incêndio a seguir
relacionados, sendo que os valores indicados entre parênteses representam os valores
mínimos de capacidade, para que se constitua uma unidade extintora em conformidade
com as normas da ABNT e do Corpo de Bombeiros:
Água pressurizada (10 litros)
Gás carbônico (6 litros)
Pó químico seco (4Kg)
Os extintores serão distribuídos em conformidade com o apresentado nos
desenhos do projeto, de forma a permanecerem o mais eqüidistantes possível, e colocados
de maneira que operador não percorra distância superior a 20 metros.
Os extintores serão instalados com a sua parte superior a, no máximo 1,60
m em relação ao piso acabado, devendo os mesmo serem utilizados em conformidade com
a sua aplicação.
Combate e prevenção contra incêndios por hidrantes
O empreendimento será dotado de sistema de combate e prevenção contra
incêndios composto de hidrantes, extintores, iluminação de emergência e sinalização.
A reserva de água para alimentação dos sistemas de incêndio será feita no
reservatório apoiado, sendo esta exclusivamente destinada para este fim.
Após a alimentação dos hidrantes a tubulação terá um ramal prolongado até
o passeio público onde será instalado o registro de recalque para uso do Corpo de
Bombeiros.
Ao lado do reservatório apoiado serão instaladas bombas para garantir
pressão permanente de funcionamento aos hidrantes.
Deve ser instalado o sistema de rede pressurizada com pressostato e
manômetro.
O instalador deverá confirmar os detalhes de execução com o projeto
orientado pelo Corpo de Bombeiros.
Ficarão ao encargo do instalador as providências necessárias à obtenção do
Atestado de Vistoria Final junto ao Corpo de Bombeiros.
Hidrantes
Serão em chapa de aço Nº 14, pintados com tinta anticorrosiva e esmaltados
em vermelho. Para colocação externa.
Será previsto suporte giratório para abrigar mangueira de 1 1/2". As
mangueiras serão de fibra de algodão,com revestimento interno de borracha, pressão de
ruptura de 28 Kgf/cm².
Caixas de Hidrantes
As caixas de hidrantes serão aparentes em chapa de aço carbono # 20 com
visor de acrílico incolor, espessura de 4mm, nas dimensões indicadas com acabamento em
esmalte sintético vermelho. Dentro da caixa existirá:
- suporte simples para mangueiras tipo basculante em chapa de aço carbono
# 20 com acabamento em esmalte sintético, nas dimensões, nas dimensões 550 mm x 555
mm x 110 mm;
- válvula angular 45º em latão com volante em alumínio, pressão de serviço
16kgf/cm²;
- adaptador storz em latão, no diâmetro 1 ½”, pressão de serviço 16 kgf/cm²;
- esguicho tipo jato pleno em latão, entrada storz de 1 ½” e requinte de
19mm
- chave para conexão storz, em latão no diâmetro 1 ½”.
- Mangueiras
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Mangueiras em tecido paralelo, fios de poliéster de alta tenacidade, revestida
internamente com borracha de alta resistência, pressão de teste 21 kgf/cm², com 30m de
comprimento (2 x 15m) e diâmetro 1.½”.
As mangueiras terão conexão storz em latão com acoplamento interno e
guarnição de borracha no diâmetro 2.½”.
ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS
Material da tubulação: Aço carbono – din 2440 – preto – com pontas para
solda para tubos com diâmetros iguais ou superiores a 2.1/2” , e com rosca BSP, para
tubos com diâmetro até ø2”;
Especificação das conexões: Aço carbono forjado ASTIM A234 , ponta
biselada para conexões com diâmetros iguais ou superiores a ø2.1/2” e ferro maleável
cl.10, com rosca BSP, para conexões com diâmetro até ø2”.
Fixações, suportes, braçadeiras, porcas e arruelas: metálicos, préfabricados,galvanizadas a fogo.
NOTAS GERAIS:
A) Antes da montagem dos tubos e acessórios de tubulação, devem ser
retirados toda a sujeira e óleos existentes, assim como rebarbas resultantes das operações
de corte e rosca.
B) Devem ser tomadas cuidados especiais nas soldagens das tubulações. A
solda deve ser executada pelo processo arco elétrico, em locais onde não haja o perigo de
incêndios devido o faiscamento. Os isoladores devem ser de 1º classe. O preparo das
tubulações (biselamento das pontas e limpezas) e os procedimentos de soldagem
(ponteamento e enchimento), devem atender as normas técnicas nacionais, ou da ASME –
American Standard Code For Piping. Após as soldagens serão removidas as escórias e
rebarbas de solda tanto internas como externas, por meio de martelamento, debastamento
e escovamento.
C) Após os testes de estanqueidade, as tubulações de aço carbono
aparentes e suportes metálicos devem ser pintadas conforme segue: os tubos e conexões
de aço preto deverão ser limpos com um jateamento de areia ou outro processo de
limpeza, aplicar 2 demãos de tinta anti-corrosiva e uma demão de tinta anti-corrosiva e uma
de tinta esmalte.
E) As juntas com roscas deverão ser vedadas com pasta de silicone “dox” ou
fita teflon e as flangeadas vedadas com junta de neoprene 1/16” de espessura ou neoprene
e parafusos de aço carbono, ASTM A 307 BG.B, tipo pesado com cabeça e porca
sextravada, galvanizados.
O uso de sisal com zarcão não será permitido.
Todos os materiais e equipamentos serão de fornecimento da empreiteira,
de acordo com as especificações e indicações do projeto, a menos de informações em
contrário às fornecidas pelo cliente.
Será de responsabilidade da empreiteira o transporte de material e
equipamentos, seu manuseio e sua total integridade até a entrega e recebimento final da
instalação pelo proprietário.
IMPORTANTE:
A empreiteira terá integral responsabilidade no levantamento de materiais
necessários para o serviço em escopo, conforme indicado nos desenhos, incluindo outros
itens necessários à conclusão da obra.
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Os materiais de complementação, listados a seguir, serão também de
fornecimento da empreiteira, quer constem ou não nos desenhos referentes a cada um dos
serviços:
Materiais para complementação de tubulações, tais como: braçadeiras,
chumbadores, parafusos, porcas, arruelas, material de vedação e roscas, graxa, talco, etc.
Materiais para uso geral, tais como: eletrodo de solda elétrica, oxigênio e
acetileno, estopa, folhas de serra, cossinetes, brocas, ponteiros, etc.
Sistema de Proteção e Combate a Incêndios por extintores
a) Extintores de Incêndio de Gás Carbônico
Deverão ser do tipo portátil, de gás carbônico (C02) com capacidade
individual de 6 Kg, com selo de conformidade ABNT e fabricados segundo os padrões
fixados pela EB-150/79 da ABNT e identificados conforme a NBR-7532 da ABNT. Os
cilindros deverão ser de alta pressão conforme a EB-160 da ABNT com o corpo em aço
carbono SAE 1040 sem soldas e testados individualmente. Ref.: BUCKA-SPIERO – Modelo
6 Kg ou similar
b) Extintores de Incêndio de Água Pressurizada
Deverão ser do tipo portátil de água pressurizada, com capacidade individual
de 10 litros, com selo de conformidade ABNT, e identificados conforme a NBR-7532 da
ABNT.
Os cilindros deverão ser dotados de tampa com dispositivo de segurança
calibrado por meio de mola e pino de vedação. Ref.: BUCKA-SPIERO – MAP – 10 ou
similar
c) Extintores de Incêndio de Pó Químico
Deverão ser do tipo portátil de pó químico seco (PQS), com capacidade
individual de 4Kg, com selo de conformidade ABNT e fabricada segundo os padrões
fixados pela EB – 148 da ABNT, identificados conforme a NBR-7532 da ABNT.
O pó químico para extinção de incêndio deverá ser à base de bicarbonato de
sódio, conforme a EB-250 da ABNT com propelente a base de nitrogênio. Os cilindros
deverão ser dotados de manômetros e válvulas auto-selante. Ref.: BUCKA-SPIERO –
Modelo MP4 ou similar.
ESPECIFICAÇÃO DE MATERIAIS
a) Tubulação e Conexões
As tubulações com diâmetro acima de 50mm serão de aço carbono preto,
com costura, extremidades soldáveis ou seja, pontas biseladas para solda de topo,
fabricação ZAMPROGNA ou similar; e as tubulações com diâmetro até 50mm serão de aço
carbono preto ou galvanizado conforme DIN 2440, extremidades roscáveis de fabricação
ZAMPROGNA ou similar, com conexões roscáveis de ferro maleável, classe 150 libras,
galvanizadas, fabricação TUPY ou similar.
As conexões deverão ser em ferro maleável, classe 150 lb, quando a bitola
for até 50mm e para maiores de 50mm, em aço carbono STD, classe 150 lb.
Detecção de Incêndio
Sensores de Fumaça e Temperatura
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Sensores eletrônicos que, através da presença de fumaça ou altas
temperaturas quebram seu isolamento (formação de cadeia iônica) e acionam sua
sirene,e,via cabo,tem sua indicação de atividade junto a central de alarme.
Cada sensor de fumaça protege uma área de 81m2;
Acumuladores
Duas baterias Gel 32 A/h.,12 V,ligadas em série,instaladas no próprio corpo
da central de alarme.
Disposições Gerais
Quanto à localização da central de alarme de incêndio, a mesma é existente
e integrada ao sistema do prédio.
O acionador manual (push - Button)foi determinado de maneira que um
operador não percorra mais que 30m para acioná-lo.
A central deverá possuir temporizador para os acionamentos do alarme
geral, efetuados pelos acionadores
com tempo de retardo de 3 a 5 minutos.
No monitor deverá haver sinalização e acústica, com funcionamento
instantâneo ao acionamento.
O alarme deverá emitir sons distintos de outros, em timbre e altura, de modo
a serem perceptíveis em todo o pavimento ou área. Deverá ser observado no alarme uma
uniformidade de pressão sonora mínima de 15 dB acima do nível de ruído local. Deve ter
sonoridade com intensidade mínima de 90 dB e máxima de 115 dB e freqüência de 400 a
500 Hertz com mais ou menos 10% de tolerância.
O sistema de alarme será composto por enlaces com sistema de proteção
próprios de modo a preservar a central.
ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS
Execução dos Serviços
Os serviços serão executados de acordo com os desenhos de projeto e as
indicações e especificações do presente memorial.
A construtora deverá manter contato com as repartições competentes, a fim
de fazer os pedidos de ligações e inspeções.
Os serviços deverão ser executados de acordo com o andamento da obra,
devendo ser observadas as seguintes disposições:
Os serviços serão executados por operários especializados.
Deverão ser empregados nos serviços, somente ferramentas apropriadas a
cada tipo de trabalho.
Todos os ramais horizontais das tubulações que trabalharem com
escoamento livre, serão assentes sobre apoio a saber:
Ramais sob lajes: serão apoiados sobre abraçadeiras, que serão fixadas nas
lajes, espaçadas de tal forma a se obter uma boa fixação das tubulações.
As tubulações verticais, quando não embutidas, deverão ser fixadas por
abraçadeiras galvanizadas, com espaçamento tal que garanta uma boa fixação.
Durante a construção, as extremidades livres das canalizações serão
vedadas, a fim de se evitar futuras obstruções.
Todas as provas e os testes de funcionamento das instalações, serão feitos
na presença do Engenheiro ou Arquiteto Responsável pela Obra.
MATERIAIS A EMPREGAR
Os materiais a serem utilizados na instalação devem ser de “primeira
qualidade”. A expressão de ‘’primeira qualidade’’ tem nas presentes especificações, o
sentido que lhe é usualmente dado no comércio: indica quando existem diferentes
gerações de qualidade de um mesmo produto, a gradação de qualidade superior.
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Poderão ser utilizados materiais similares aos especificados.
É expressamente vedado o uso de materiais improvisados, em substituição
aos tecnicamente indicados para o fim, assim como não será tolerado adaptar peças, seja
por corte ou outro processo, de modo a usá-las em substituição à peça recomendada e de
dimensões adequadas.
MATERIAIS USADOS E DANIFICADOS
Não serão permitidos o emprego de materiais usados e danificados.
SUBSTITUIÇÃO DE MATERIAIS ESPECIFICADOS
Quando houver motivos ponderáveis para a substituição de um material
especificado por outro, a contratada, em tempo hábil, apresentará por escrito, a
contratante, a proposta de substituição, instruindo a com as razões determinadas do pedido
de orçamento comparativo.
O estudo e aprovação pela Contratante, dos pedidos de substituição, só
poderão ser efetuados quando cumpridas as seguintes exigências:
Declaração de que a substituição se fará sem ônus para a Contratante.
Apresentação de provas, pelo interessado, da equivalência técnica do
produto proposto em relação ao especificado, compreendendo como peça fundamental o
laudo do exame comparativo dos materiais,
efetuado por laboratório acreditado pelo INMETRO, a critério da
Fiscalização.
Nos itens que há indicação de marca de fabricante ou tipo comercial, estas
indicações se destinam a definir o tipo e o padrão de qualidade requeridas.
A substituição do material especificado, de acordo com as normas da ABNT,
mesmo quando satisfeitas as exigências dos motivos ponderáveis só poderá ser feita
quando autorizada pela Contratante.
10 – REVESTIMENTOS
10.1- Revestimentos de Paredes e Teto:
Antes de ser iniciado qualquer serviço de revestimento, deverão ser testadas
as canalizações à pressão recomendada.
As superfícies a revestir deverão ser limpas e molhadas antes de qualquer
revestimento, salvo casos excepcionais.
A recomposição parcial de qualquer revestimento deverá ser executada com
perfeição, a fim de não apresentar diferenças ou descontinuidade.
Os revestimentos serão aplicados como seguem:
10.1.1 Chapisco:
Serão aplicados em locais indicados em Projeto, chapisco executado com
argamassa de cimento e areia na proporção de 1:3 e convenientemente curados e com as
seguintes características:
- cimento: fabricação recente;
- areia: isenta de torrões de argila, gravetos, mica, impurezas orgânicas,
cloreto de sódio, etc.(granulometria média D máx = 2,4 mm);
- água: limpa, isenta de óleos, ácidos, alcalinidade, materiais orgânicos,
etc.(água potável é satisfatória).
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A superfície deverá ser limpa com vassoura e molhada posteriormente. Os
materiais devem ser dosados a secos. Tempo máximo de utilização após o contato da
mistura com a água 2 h e 30 min e desde que não apresente nenhum sinal de
endurecimento.
10.1.2 Emboço:
As alvenarias (onde indicado) serão revestidas com emboço paulista, após
chapisco. Os emboços só serão iniciados após a completa pega de argamassa das
alvenarias e chapiscos.
O emboço de cada plano de parede só será iniciado depois de embutidas
todas as canalizações que por ele devam passar, bem como os contramarcos e serão
fortemente comprimidos contra as superfícies e deverão apresentar-se lisos após sua
aplicação. Sua espessura será de 15 mm (quinze milímetros) no máximo.
10.1.3 Reboco:
O reboco será executado depois do assentamento dos batentes e
esquadrias e antes da colocação dos rodapés; sendo regularizados e desempenados a
régua e desempenadeira. Deverão apresentar aspecto uniforme com parâmetros
perfeitamente planos, não sendo tolerada qualquer ondulação ou desigualdade do
alinhamento e superfície.
Em paredes verticais, de alvenaria simples, deve-se antes de mais nada,
aplicar um chapisco em massa forte, num traço de 4 x 1 (areia lavada e peneirada x
cimento comum), preferencialmente através de peneira grossa, esperando secar por um dia
no mínimo.
10.1.4 Azulejo:
Serão aplicados, após o emboço, perfeitamente desempenado, em locais
indicados em Projeto, revestimento cerâmico tipo azulejo cor Off- White 32x45cm bold
(Portinari – Cerisa) até a altura indicada em projeto, arestas bem definidas, rejuntamento
com argamassa especial antimofo na cor cinza claro, removendo-se todo excesso que
deverá ser retirado com pano úmido. Nas arestas vivas deverão ser colocadas cantoneiras
de alumínio do tipo Atlas AS 390 ou similar.
10.1.5 Pastilhas de Vidro:
Serão aplicados, após o emboço, perfeitamente desempenado, em locais
indicados em Projeto, faixa de 40 cm de pastilha de vidrocolormix, linha emporium CBZ022
( 20 x 20 mm), arestas bem definidas, rejuntamento com argamassa especial antimofo na
cor cinza claro, removendo-se todo excesso que deverá ser retirado com pano úmido. Nas
arestas vivas deverão ser colocadas cantoneiras de alumínio do tipo Atlas AS 390 ou
similar.
10.1.6 Papel de Parede:
Serão aplicados, após o emboço perfeitamente desempenado, em locais
indicados em Projeto, papel de parede adesivado com padrões e modelos especificados
em projeto arquitetônico.
10.1.7 Placa Cerâmica Requeimada padrão tijolinho inglês:
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Serão aplicados na fachada do prédio e em locais indicados em Projeto,
após o emboço perfeitamente desempenado, plaquetas de tijolos padrão inglês (
5,5x21,0x3,0)cm, com acabamento em junta seca.
10.1.8 Revestimento acústico em madeira :
Será aplicado em todo o ambiente interno do anfiteatro revestimento
acústico, marca VIBRASOM, linha SONIC WOOD, cor VENEZUELA ou similar, na altura
até 4,20 m.
10.2 – Revestimento de pisos:
Todos os pisos laváveis (cerâmicos, cimentado, etc.) terão declividade de
1% no mínimo em direção ao ralo ou porta externa para o perfeito escoamento de águas.
Os rodapés serão do padrão do piso , sempre em nível.
Os pisos só serão executados após concluídos os revestimentos das
paredes e tetos e vedadas as coberturas externas.
Não será permitido que o tempo decorrido entre a argamassa de
assentamento estendida e o piso aplicado seja tão longo que prejudique as condições de
fixação das peças, quer por endurecimento da argamassa, quer pela perda de água de
superfície. Antes do lançamento da argamassa de assentamento, o lastro deverá ser
lavado e escovado (somente com água limpa) e vassourado. Após serem batidos os pisos,
estes serão limpos, ficando 48 horas sem trânsito ou uso.
10.2.1 Preparo, Aterro Interno e Apiloamento:
Na área a ampliar, deverá ser executado o preparo e o aterro interno em
camadas de 20 cm (vinte centímetros) molhados e fortemente apiloados mecanicamente.
Deverão ser tomados especiais cuidados no apiloamento da terra rente às paredes.
10.2.2 Concreto para ContraPiso com Impermeabilizante, Esp. = 5 cm:
Os pisos terão previamente lançado uma camada de concreto com
impermeabilizante. Este concreto deverá ser lançado somente depois de perfeitamente
nivelado o aterro já compactado e depois de colocadas as canalizações que devem passar
sob o piso.
O traço será 1:2:3 de cimento, areia e brita com impermeabilizante, e terá
até 6 cm (seis centímetros) de espessura.
10.2.3 Argamassa de Regularização:
Deverá ser executada argamassa de regularização que constitui-se de uma
argamassa de cimento e areia grossa, traço 1:3 em volume, com aproximadamente 17
litros de água por saco de cimento. Esta camada deve ser lançada imediatamente após a
aplicação do chapisco. Esta camada regularizadora deve ser muito bem compactada e
desempenada, deixando-se já com o rebaixamento equivalente à espessura a ser
preenchida pelo piso acabado que será aplicada em seguida. Essa camada deve ser feita a
partir de pontos de níveis previamente determinados.
10.2.4 Piso Cerâmico Porcelanato (60x60)cm com rodapé :
Os pisos internos indicados em projetos como cerâmicos serão de
dimensões indicadas em projeto, Porcelanato York Sgr 60x60 cm ( Portinari – Cecrisa),
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devidamente assentados com cola de cimento e rejuntados com argamassa de tonalidade
semelhante ao padrão do piso. Todo o piso deverá ser executado com rodapé de largura
15cm em todo o contorno onde não existir revestimento em azulejo.
Os pisos terão declividade de 1% no mínimo, em direção ao ralo ou porta
externos para o perfeito escoamento de águas.
10.2.5 Piso Cerâmico Extrudado Antiderrapante (24x24)cm com rodapé :
Os pisos externos indicados em projeto serão tipo placa antiderrapante
IND3 (24x24)cm ( cód 6027), cor 1001, padrão GAIL ou similar, devidamente assentados
com cola de cimento e rejuntados com argamassa de tonalidade semelhante ao padrão
do piso. Todo o piso deverá ser executado com rodapé de largura 10cm no encontro com
as paredes.
Os pisos terão declividade de 1% no mínimo, em direção ao ralo ou
arruamento para o perfeito escoamento de águas.
10.2.6 Piso Flutuante Acústico, placas 800x800mm :
Em todo o ambiente da plateia do anfiteatro deverá ser instalado piso
acústico modelo VIBRASOM, em placas 800 x 800 mm, com isolação de 15dB sobre piso
regularizado.
10.2.7 Carpete estilo Bouclê para tráfego intenso ( COM5) :
Deverá ser instalado em locais definidos em projeto, Carpete estilo bouclê
comercial para tráfego intenso (COM 5),com superfície 100% em filamento contínuo de
nylon.
10.2.8 Piso Assoalho de Madeira :
Será aplicado em locais indicados em projeto, piso assoalho de madeira tipo
Ipê rajado, com tábuas de largura de 20cm. Para fixar as tábuas, deverão ser chumbados
no contrapiso barrotes de madeira em forma de trapézio com intervalos de 30 a 40
centímetros, na posição perpendicular ao sentido de colocação das tábuas, bem alinhados
e nivelados com os vãos preenchidos com argamassa. As tábuas serão aparafusadas,
sendo os parafusos colocados até a parte interna da tábua, com a cabeça sendo tampada
com uma pequena peça de madeira.
10.2.9 Piso de Borracha Antiderrapante :
Será aplicado em rampas com locais indicados em projeto, piso de borracha
antiderrapante tipo plurigoma ou similar, com pastilhado alto para melhor aderência e cor
definida pelo projeto/ projetista de arquitetura.
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10.3 – Bancadas, divisórias, peitoris e soleiras:
10.3.1. Bancadas de granito branco itaúnas
Nos banheiros e outras áreas indicadas em projeto deverão ser instaladas
bancadas de granito branco itaúnas, placas espessura mínima 30mm com frontões e
espelhos indicados em projeto.
10.3.2. Divisórias de vidro temperado leitoso e=10mm
Nas cabines dos banheiros, indicadas em projeto, serão instaladas divisórias
de vidro temperado leitoso com suportes e ferragens de aço inox, com dimensões conforme
projeto arquitetônico
10.3.3. Peitoris e soleitas em granito branco itaúnas e=30mm
Deverá ser aplicado granito branco itaúnas e=30mm em todos os peitoris de
janelas e também soleiras em todas as mudanças de piso e desníveis existentes no
empreendimento.
10.4 Revestimento de Forro :
10.4.1 e 10.4.2 Forro em gesso acartonado baguetado :
Deverá ser aplicado forro de gesso acartonado conforme o local da
aplicação, ou seja, Chapa Standard - ST para uso em áreas secas, Chapa Resistente à
Umidade - RU (cor verde) para uso em áreas molhadas, como: banheiros, cozinhas,
áreas de serviços e lavanderias.
As chapas terão espessura mínima de 10mm, painéis 600x600mm e serão
estruturadas com perfis metálicos fixados na laje e cobertura metálica, com espessura
de 95mm com estrutura guia e montante em perfil de aço galvanizado 70mm, chapas de
0,5cm, conforme indicação e detalhe em Projeto, fitadas e emassadas em todas as
faces. O acabamento no encontro com as paredes será feito em baguete liso.
10.5 Pavimentos Externos
10.5.1 Calçada ao redor do prédio:
As calçadas ao redor do empreendimento não indicadas como revestidas de
piso antiderrapante, serão em piso cimentado, obtido pelo simples sarrafeamento,
desempeno e moderado alisamento do próprio concreto da base quando este estiver
plástico.
Nos locais em que o refluxo da argamassa de concreto for insuficiente será
permitida a adição de argamassa no traço 1:3 de cimento e areia, com o concreto ainda
fresco.
Quando for de todo impossível a execução dos pisos cimentados e
respectivas bases numa só operação, será a superfície de base, perfeitamente limpa e
abundantemente lavada, no momento do lançamento do cimentado, o qual será
inteiramente constituído por uma camada de argamassa de cimento e areia no traço 1:3,
alisado com sarrafo e desempenadeira.
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A superfície dos cimentados, salvo quando expressamente especificado de
modo diverso, será dividido em painéis por sulcos profundos ou por juntas que atinjam a
base de concreto.
As juntas poderão ser de plástico, sendo seu perfil apropriado para garantir
perfeita aderência com a pavimentação em que se integram.
Os painéis serão executados em quadros de (1.20x1.20)m., devendo ser
evitado cruzamento em ângulos agudos e juntas alternadas.
As superfícies dos pisos cimentados serão cuidadosamente curadas, sendo,
para tal fim, conservadas sob permanente umidade, durante os 7 (sete) dias que
sucederem sua execução.
Os pisos cimentados terão espessuras de cerca de 60 mm, a qual não
poderá ser, em nenhum ponto, inferior a 50 mm.
Deverão ser previstos caimentos mínimos necessários para escoamento das
águas.
10.5.2 Meio fio e canaletas
Ao longo das ruas e estacionamento deverão ser executados meio-fios em concreto
moldado in loco de acordo com as dimensões e localizações definidas no projeto. O
concreto das peças moldadas deverá ter uma resistência característica aos 28 dias fck ≥
15,0Mpa. Todos os meio-fios deverão ser pintados com tinta apropriada na cor branca, em
quantas demãos forem necessárias para o perfeito acabamento dos mesmos.
11 - PINTURA
Generalidades:
Todas as superfícies a pintar deverão estar secas, sendo cuidadosamente
limpas, retocadas e preparadas para o tipo de pintura a que se destinam.
Cada demão de tinta só poderá ser aplicada quando a precedente estiver
perfeitamente seca, convindo observar um intervalo de 24 horas entre as duas demãos
sucessivas; as tintas a base de acetato de polivinila (PVA) permitem um intervalo menor, de
3 horas. Igual cuidado haverá entre uma demão de tinta e a massa, convindo observar um
intervalo mínimo de 24 horas após cada demão de massa. Deverá ser evitados
escorrimentos ou salpicos de tinta nas superfícies não destinadas à pintura (vidros, pisos,
aparelhos, etc.); os salpicos que não puderem ser evitados deverão ser removidos quando
a tinta estiver fresca, empregando-se removedor adequado.
Toda vez que uma superfície tiver sido lixada, esta será cuidadosamente
limpa com uma escova e depois com um pano seco, para remover todo o pó, antes de
aplicar a demão seguinte.
Toda a superfície pintada deverá apresentar, depois de pronta, uniformidade
quanto a textura, tonalidade e brilho (fosco, semifosco e brilhante). Só serão aplicados
tintas de primeira linha de fabricação como segue:
11.1 Pintura em Massa Acrílica Sobre Reboco - Parte Externa:
Nas paredes externas será aplicado selador acrílico, para após receber
pintura em massa acrílica e tinta acrílica Suvinil Toque de Seda cor VINHO TINTO.
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11.2 Pintura Acrílica Com Massa Corrida - Parte Interna:
Deverá ser aplicado nas alvenarias internas uma demão de líquido
impermeabilizante acrílico (selador), para após ser aplicado massa de PVA de acordo com
a boa técnica, sobre o qual será aplicadas duas demãos de tinta acrílica, semibrilho na cor
Suvinil Toque de Seda cor PAPEL CREPOM
11.3 e 11.4 Pintura Esmalte sobre Caixilhos Ferro e de Madeira:
As esquadrias e os rufos receberão pintura com esmalte sintético acetinado
referência Coral código 5751, sendo feito limpeza e lixamento preliminar com escova de
aço, palha de aço, lixa ou processos químicos, deverá ser aplicada uma demão de zarcão
ou produto anticorrosivo, sendo feita correção das imperfeições da superfície metálica com
massa e eliminação do excesso com lixa número 0.
Depois de efetuadas as correções e limpezas adequadas, aplicar duas
demãos, no mínimo de tinta esmalte sintético acetinado na cor referência Suvinil branco
neve.
12 - SERVIÇOS FINAIS
12.1 Serviços de Acabamento Interno
12.1.1 Bancada em Granito:
Deverá ser instalado sobre o balcão em alvenaria na recepção, tampo de
granito preto São Gabriel, espessura mínima 30mm e conforme projeto arquitetônico.
12.1.2 Corrimão de vidro:
Deverá ser instalado na rampa de acesso ao palco, dentro do Anfiteatro,
guarda-corpo de proteção em vidro temperado 10mm leitoso, reforçado com acessórios em
alumínio anodizado natural conforme detalhes em projeto arquitetônico.
12.1.3 e 12.1.4 Poltronas linha STARK ROOM Q01, padrão GoldenFlex:
Deverá ser instalado no anfiteatro poltronas da linha Stark Room Q01, padrão Golden Flex,
com as seguintes características:
Dimensões:
- Largura = 0,64m
- Altura Total= 0,85m
- Altura do Assento = 0,45m
- Altura do Apoio de braços = 0,62m
- Assento Fechado = 0,57m
- Assento Aberto = 0,74m
Estrutura: em aço, com pintura eletrostática epóxi- pó na cor preta;
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Encosto: fixo com três opções de inclinações: 115º,120º,125º, estruturado em compensado
multilaminado, estofado com espuma flexível de poliuretano de alta resiliência e alta
densidade, providos de conta capas em compensado multilaminados e revestido em couro
ecológico, marca TECDEC, cor BEGE ref: M04961;
Assento: Auto retrátil, estruturado em compensado multilaminado,estofado com espuma
flexível de poliuretano e alta resiliência e alta densidade, providos de contra capa em
compensado multilaminado e revestidos em couro ecológico, marca TECDEC, cor BEGE
ref: M04961;
Painel de fechamento lateral e apoio de braços: Madeira revestida com laminado em freijó
linheiro.
12.1.4 Escada Metálica modelo caracol D=2,00m
Deverá ser instalada no hall de entrada do anfiteatro escada metálica modelo
caracol D=2,00m conforme especificado em projeto arquitetônico.
12.1.5 Sinalização
Deverá ser instalada em locais especificados em projeto arquitetônico,
sinalização em letra caixa da nomenclatura do empreendimento.
12.2 Serviços Externos
12.2.1 Pavimentação Asfáltica
12.2.1.1- Regularização do subleito
A regularização é um serviço que visa conformar o leito transversal e longitudinal da
via pública, compreendendo cortes e ou aterros, cuja espessura da camada deverá ser de
no máximo 20 cm. De maneira geral, consiste num conjunto de operações, tais como
aeração, compactação, conformação etc., de forma que a camada atenda as condições de
grade e seção transversal exigidas. Toda a vegetação e material orgânico porventura
existente no leito da rodovia, deverá ser removido. Após a execução de cortes e adição de
material necessário para atingir o greide de projeto, deverá ser feita uma escarificação na
profundidade de 0,20m, seguida de pulverização, umedecimento ou secagem,
compactação e acabamento. Os aterros, se existirem, além dos 0,20m máximos previstos,
deverão ser executados de acordo com as Especificações de Terraplenagem do DER/SP.
No caso de cortes em rocha, deverá ser prevista a remoção do material de enchimento
existente, até a profundidade de 0,30m, e substituição por material de camada drenante
apropriada. Os cortes serão executados rebaixando o terreno natural para chegarmos à
grade de projeto, ou quando se trata de material de alta expansão, baixa capacidade de
suporte ou ainda, solo orgânico. Os aterros são necessários para a complementação do
corpo estradal, cuja implantação requer o depósito de material proveniente de cortes ou
empréstimos de jazidas. O aterro compreende descarga, espalhamento e compactação
para a construção do aterro ou substituir materiais de qualidade inferior, previamente
retirado. A camada de regularização deverá estar perfeitamente compactada, sendo que o
grau de compactação deverá ser de no mínimo 100% em relação a massa específica
aparente seca máxima obtida na energia Proctor Intermediário.
Os locais que apresentarem afundamentos da pista (subleito) deverão ser
removidos. No fundo da vala colocar-se-ão pedras rachão de forma a fazer um dreno com
intuito de retirar toda a umidade acumulada no local. Antes do lançamento do material
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drenante e da base de BG deverá ser feita a imprimação da área. Também, deverá ser
procedida a substituição (se necessário) e compactação do subleito.
12.2.1.2 – Base de brita graduada
A mistura de agregados para a base deve apresentar-se uniforme quando
distribuída no leito da estrada e a camada deverá ser espalhada de forma única. O
espalhamento da camada deverá ser realizado com distribuidor de agregados autopropelido. Em áreas onde o distribuidor de agregados for inviável, será permitida a
utilização de motoniveladora. Após o espalhamento, o agregado umedecido deverá ser
compactado com equipamento apropriado. A fim de facilitar a compressão e assegurar um
grau de compactação uniforme, a camada deverá apresentar um teor de umidade
constante e dentro da faixa especificada no projeto. O grau de compactação mínimo a ser
requerido para cada camada de base, será de 100% da energia AASHTO Modificado. A
referida base de brita graduada deverá estar enquadrada na Classe “A” do DER/SP, com
tamanho máximo da partícula de 1 ½”, livre de matéria vegetal e outras substâncias
nocivas.
12.2.1.3- Imprimação
Tal serviço consiste na aplicação de material betuminoso sobre a superfície da subbase, para promover uma maior coesão da superfície da sub-base, uma maior aderência
entre a base e o revestimento, e também para impermeabilizar a base. O material utilizado
será o asfalto diluído tipo CM-30, aplicado na taxa de 0,80 a 1,60 litros/ m². O equipamento
utilizado é o caminhão espargidor, salvo em locais de difícil acesso ou em pontos falhos
que deverá ser utilizado o espargidor manual. A área imprimada deverá ser varrida para a
eliminação do pó e de todo material solto e estar seca ou ligeiramente umedecida. É
vedado proceder a imprimação da superfície molhada ou quando a temperatura do ar seja
inferior a 10ºC. O tráfego nas regiões imprimadas só deve ser permitido após decorridas,
no mínimo, 24 horas de aplicação do material asfáltico.
12.2.1.4 - Pintura de ligação para a capa de CBUQ
Tal serviço consiste na aplicação de material betuminoso sobre a superfície da base, para
promover aderência entre um revestimento betuminoso e a camada subjacente. O material
utilizado será emulsão asfáltica tipo RM-1C, diluído em água na proporção 1:1, e aplicado
na taxa de 0,50 a 0,80 litros/ m² de tal forma que a película de asfalto residual fique em
torno de 0,3mm. O equipamento utilizado é o caminhão espargidor, salvo em locais de
difícil acesso ou em pontos falhos que deverá ser utilizado o espargidor manual.
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12.2.1.5 - CONCRETO BETUMINOSO USINADO À QUENTE (C.B.U.Q)
Após executada a pintura de ligação, será executado os serviços de pavimentação
asfáltica com CBUQ, com espessura de 4,0cm e composto das seguintes etapas:
usinagem, transporte, espalhamento e compactação.
Os equipamentos a serem utilizados para execução dos serviços são: vibro
acabadora, que proporcione o espalhamento homogêneo e de maneira que se obtenha a
espessura indicada, e o rolo de pneus, que proporcione a compactação desejada e que
proporcione uma superfície lisa e desempenada.
Deverá ser observado o completo resfriamento do revestimento para abertura ao
tráfego.
A Prefeitura Municipal de São Manuel, através de seu Departamento de Engenharia
deverá receber o relatório do controle tecnológico dos materiais a serem aplicados,
conforme preconizado nestas especificações e metodologia vigente em obras de
pavimentação asfáltica. Deverá ser feito e observado o controle de qualidade do material
betuminoso, controle da qualidade dos agregados, preparação da pista e espessura e
compactação das camadas.
12.2.3 Alambrado
Toda a gleba que contém o empreendimento deverá ser fechada em tela de
aço galvanizado, com as seguintes características e materiais a serem empregados:
Tela 05x10 arame galvanizado fio 12 c/ 2,00m de altura;
Arame galvanizado fio 12(2,76mm);
Arame galvanizado fio 16 (1,65mm);
Cano galvanizado de 2" c/ 2,50m altura;
Escora galvanizada c/ 2,50m altura;
A tela será fixada em vigas de concreto armado. As vigas deverão ser
apoiadas sobre estacas profundidade 1,50m, executadas a cada 3,00m. As barras que
suportam a tela serão concretadas dentro das estacas. É de exclusiva responsabilidade do
executor do serviço a estabilidade, durabilidade e resistência do alambrado.
12.2.4 Cancela Eletrônica
Deverá ser instaladas cancelas automáticas e eletrônicas conforme as
seguintes características:
- Ciclo Hora: 180
- Potência do motor: 1/2 HP
- Velocidade de abertura (s): 1,5
As cancelas deverão estar instaladas e conter, no mínimo:
- 1 Kit Cancela Eletrônica Automática
- 1 Central Eletrônica para Comando
- 1 Braço de 3m
- Sensores e imã para final de curso
- Manual de Instalação
- Chave de Destrave Manual/Automático
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As cancelas devem ser fixadas diretamente no chão nivelado.
12.3 Limpeza da Obra:
A Obra será entregue em perfeito estado de limpeza e conservação,
devendo apresentar funcionamento perfeito em todas as suas instalações, equipamentos e
aparelhos.
As instalações definitivamente ligadas as redes de serviços públicos de
água, esgoto, luz e força, telefone e etc. Todo o entulho será removido do terreno pela
Empreiteira, cabendo a esta também a retirada do canteiro de Obras, bem como os reparos
necessários a serem executados no local onde fora instalado, especialmente o replantio de
grama.
Serão lavados todos os pisos, bem como os revestimentos e ainda devendo
ser removidos quaisquer vestígios de tintas, manchas e argamassas.
Durante o desenvolvimento da Obra, será obrigatória a proteção dos pisos
recém concluídos, até a conclusão final da Obra.
Todos os aparelhos como luminárias, espelhos de tomadas, torneiras, cubas
e etc. deverão ser entregues em perfeito estado de limpeza, tomando-se os devidos
cuidados para não danificar qualquer uma das peças, caso isso possa vir a ocorrer a
Empreiteira fica obrigada a reparar o dano. o mais rápido possível, com pena de não ser
efetuado o Recebimento Provisório.
Tais disposições valem para , paredes, tetos, esquadrias, caixilhos, pisos,
equipamentos em geral e etc.
OBS.: A EMPRESA DEVERÁ VISITAR O LOCAL DA OBRA PARA AVALIAR E TOMAR
CONHECIMENTO DE TODAS AS IMPLICAÇÕES QUE PODERÃO SURGIR DURANTE A
EXECUÇÃO DA MESMA, NÃO PODENDO, POSTERIORMENTE ALEGAR
DESCONHECIMENTO SOBRE O ASSUNTO.
São Manuel, junho de 2.015
Eng. José Paulo P. Dal Farra
crea 5.060.046.738
ÓPUS PROJETOS E CONSTRUÇÕES LTDA
CNPJ 21.228.303/0001-36
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