SVA – Sistemas de Vídeo e Áudio Ltda. José Maria Lisboa

SVA – Sistemas de Vídeo e Áudio Ltda. José Maria Lisboa
FL. 3008
SVA – Sistemas de Vídeo e Áudio Ltda.
José Maria Lisboa 860 – Conjunto 61.
CEP: 01423-001 – Jardim Paulista.
São Paulo – SP
PABX: 3051 8411
São Paulo, 20 de setembro de 2013
PROPOSTA TÉCNICO: SVAPT20092013
REF. UNIÃO FEDERAL / TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DO TRABALHO
- 18° REGIÃO
OBJETIVO
O projeto tem como objetivo, atender as solicitações técnicas operacionais das diversas
utilizações e aplicações previstas no EDIFÍCIO DO TRT. O projeto contempla descritivo
técnicos, desenhos (PLANTAS/DIAGRAMAS), normas, especificação técnica,
especificação de cabos/conectores/acessórios, visando atender e garantir a performance
dos sistemas.
Os modernos sistemas AV, tonaram-se complexos (interagem sinais análogos e
digitais), comunicam-se com outros sistemas do edifício, envolvem automação/energia
elétrica adequada, devem prever facilidade operacional, garantias, necessitando um
perfeito planejamento e procedimentos de integração.
REQUERIMENTOS
1 – PROJETO/COORDENAÇÃO/INFORMAÇÕES/PLANEJAMENTO
O projeto apresentado, devidamente avaliado, mantendo-se as normas/ especificações,
atenderá plenamente o objetivo.
2 – PROJETO PRELIMINAR


DESCRITIVO TÉCNICOS
INFRAESTRUTURA
3 – PROJETO DEFINITIVO


DESCRITIVO TÉCNICOS
INFRAESTRUTURA
4 – EXECUÇÃO
Cód. Autenticidade 400036359706








PLANEJAMENTO
CRONOGRAMA
METODOLOGIA (CHECK LIST)
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
TREINAMENTO OPERACIONAL
PÓS VENDA
GARANTIA
MANUTENÇÃO PREVENTIVA
1 – DESCRITIVO GERAL
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:17:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703040
ASSUNTO: MEMORIAL TÉCNICO SISTEMA DE ÁUDIO E VÍDEO (REVISÃO 01)
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1.1– EDIFÍCIO DO TRT - GOIÂNIA
PAV
2°SS
1° SS
1°SS
1°SS
ESPAÇO / TIPO
PLENÁRIO OVAL
PLENÁRIO OVAL
PLANÁRIO 1
PLENÁRIOS 2/3/4/5
CARACTERÍSTICA OPERACIONAL
Auditório plateia inferior, palco, cabine técnica
Auditório platéia superior
Plenário – Publico e Palco
Plenária – Publico e Palco
1.2-ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS / CONCEITO OPERACIONAL
O projeto dos sistemas AV foi elaborado com base nos pontos relacionados a
seguir:

ALTA EFICIÊNCIA NAS TRANSMISSÕES ÁUDIO
(INTELIGIBILIDADE/COBERTURA LINEAR/CONFORTO AUDITIVO)

FACILIDADE OPERACIONALIDADE (MIXER MICROFONES
AUTOMÁTICOS/PARAMETROS ELETRO ACÚSTICOS AJUSTADOS E SOMENTE
ALTERADOS COM SENHAS

RESOLUÇÃO VÍDEO – FULL HD (1980x1200)/NATIVO

MÓDULOS MATRIX SINAL VÍDEO (EVITAM CONEXÕES
EXTRAS/CONFIABILIDADE)

PAINÉIS CONEXÃO COM INFORMAÇÕES

CAPTAÇÃO IMAGENS EM ALTA RESOLUÇÃO PARA GRAVAÇÃO OU VÍDEO
CONFÊNCIA

CAIXAS ACÚSTICAS (MONITOR PALCO), EMBUTIDAS NO FORRO, COM CANAL
PROCESSAMENTO INDEPENDENTE DA PLATÉIA
1.3 – COMUNICAÇÃO DOS SINAIS AV DO EDIFÍCO –
Não previsto inicialmente.
1.5 – VÍDEO CONFERÊNCIA – Previsto nos módulos de áudio e vídeo,
entradas/saídas, com recursos de ECHO CENCELLER e MONITORAMENTO PARA
PALESTRANTES.
2 – DESCRITIVO TÉCNICO
Cód. Autenticidade 400036359706
2.1 – PLENÁRIA OVAL
2.1.1 – AUDIO – Pelas características de utilização e arquitetura, o sistema
de transmissão eletroacústica especificado, será composto por um conjunto LINE
ARRAY FRONTAL (coluna de alto falantes), posicionados nas laterais do palco
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:17:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703040
Inicialmente relacionamos os espaços que especificamos sistemas AV.
Estes espaços podem ser acrescidos, reduzidos ou alterados, caso a TRT ou
ARQUITETURA, revise o projeto.
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2.1.2 – SISTEMA CAIXAS ACÚSTICAS FRONTAIS – LATERAIS
Pelas características do Auditório OVAL, e impossibilidade de utilizarmos
distribuição de caixas pelo fôrro (mesmo com retardo do som), especificamos
um sistema LINE ARRAY tipo coluna sonora, com dimensões pequenas na
largura/profundidade, com CONTROLE DOS DRIVERS INDIVIDUAIS, com
multicanais de distribuição/alinhamento, possibilitando controle da energia
acústica diferente ao longo da platéia, cobrindo de forma linear todos os lugares
do auditório.
2.1.3 – SISTEMA CAIXAS ACÚSTICAS – MONITOR DE PALCO –
Compreende caixas amplificadoras, 2 vias montadas sobre o piso palco,
arranjadas conforme característica de cada evento.
Prevemos (6) caixas monitoras, que serão conectadas nas caixas conexão de
piso – palco.
2.1.4 – PROCESSADOR – Para alinhamento e equalização, será utilizado um
módulo digital com configuração programável (MATRICIAMENTO/PARAMETROS),
com processamento AEC (controle automático de ganho e cancelamento sinal.
Este módulo possibilita ajuste de parâmetros por canal (entrada e saída),
alinhando o sistema áudio da sala (EQUALIZAÇÃO, COMPRESSÃO, DELAY,
GANHO).
Deve operar via PC local, RS 232 e painéis controladores remotos.
O número de canais de entrada/saída deve atender a configuração da sala.
2.1.5 – VÍDEO PROJEÇÃO– Pelas características do espaço, distancia entre
projeção/telas, luminosidade do ambiente como uso corporativo, será necessário
operarmos com brilho igual ou superior a 8.000 ANSU LUMENS.
Resolução obrigatoriamente WUXGA (1.920x1.200), nativa, com contraste
mínimo 10.000:1. Deve operar com (2) lâmpadas e lente especiais para alinhar
distancia/projeção.
O processamento dos sinais de vídeo será feito por módulos SCALERS
(padronização dos sinais), e módulo MATRICIAL possibilitando a montagem das
diversas configurações de uso.
Cód. Autenticidade 400036359706
2.1.6 - VÍDEOS PROJETORES – Características técnicas:





RESOLUÇÃO NATIVA – 1.920x1.200 Pixels
RESOLUÇÃO FULL HD – 1080i
BRILHO – 8.000 ANSI LUMENS
CONTRASTE – 10.000:1
FORMATO – 16:10
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com transmissão estéreo com cobertura (SPL) linear para toda platéia. Este
sistema balanceado e alinhado, possibilitará um resultado de excelente
performance para PLENÁRIA - AUDITÓRIO.
O processamento do áudio será feito por um MÓDULO DIGITAL, MATRICIAL, com
configuração, programável (EQUALIZAÇÃO, GATE DELAY, COMPRESSOR,
CANCELADOR ECO), por canal, com canais de entrada e saída, compatíveis com
as características da sala.
O sistema de processamento, amplificação e caixas acústicas, deve possibilitar o
controle por blocos de cada conjunto LINE ARRAY, possibilitando ajustes do SPL
por bloco de fileiras no sentido longitudinal.
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

LENTE ZOOM – (3,6 – 5,4:1)
(2) LAMPADAS
2.1.7-TELA PROJEÇÃO – As telas laterais e de palco, estão especificadas no
projeto CENOTECNIA.
2.1.9 - SCALER/SWITCHER – Seletor multiformato de sinais vídeo, resolução
UXGA/1080, embed AUDIO, RS 232, HDTV, HDCP, controle pelo painel frontal,
travamento painel frontal, com:
ENTRADAS
 (2) HDMI
 (2) VGA COM ÁUDIO
 (2) VÍDEO COMPOSTO COM ÁUDIO
 (2) VÍDEO COMPOSTO COM ÁUDIO
SAIDA




(1)
(1)
(1)
(1)
RGBHV
HDMI
VGA
ÁUDIO STEREO ANALOGO
2.1.10 - MATRIX – Módulo (8x8), controle manual e via RS 232.
2.1.11 - CAMERAS – Especificamos (3) câmeras resolução FULL HD, PTZ
(controle pan – horizontal – vertical – ZOOM), sendo (2) para PLATÉIA e (1)
para PALCO.
Estas câmeras operam com controle da cabine, e possibilitam montagem de
PRE-SET (Ex: mesa/frente do palco/platéia geral).
Esta previsto monitores PRÉ-VIEW na cabine técnica.
2.1.12 – VIDEO CONFERÊNCIA – Previsão de canais de ÁUDIO/VÍDEO,
ENTRADAS/SAÍDAS.
Cód. Autenticidade 400036359706
2.2 – PLENÁRIO 1
2.2.1- ÁUDIO - Pelas características de utilização e arquitetura, o sistema
de transmissão eletroacústica será por caixas acústicas de alta eficiência,
embutidas no forro e distribuídas de modo a possibilitar transmissão linear para
platéia e palco.
Para o monitor de palco, teremos caixas embutidas no forro, com dispersão tipo
projeção, evitando realimentação.
O processamento do áudio será feito por um MÓDULO DIGITAL, MATRICIAL, com
configuração, programável (EQUALIZAÇÃO, GATE DELAY, COMPRESSOR,
CANCELADOR ECO), por canal, com canais de entrada e saída, compatíveis com
as características da sala.
O sistema de processamento, amplificação de caixas acústicas, deve possibilitar
o uso do plenário com diversas lotações, com operação e alinhamento especial.
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2.1.8 – MONITOR 32” – LED/PALCO – Monitor LED 32” (FULL HD/178°
angulo visão), montado com suporte de piso de imagens do palco, possibilitando
os professores monitorarem as imagens em utilizações VIDEO CONFERÊNCIA,
sempre de frente para a platéia e câmera.
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2.2.2 – CAIXAS ACÚSTICAS
2.2.2.1 – CAIXAS ACÚSTICAS DISTRIBUIDAS PATÉIA- Para obtermos
os parâmetros eletroacústicos e índices de inteligibilidade ideais para as
salas, as características técnicas adotadas, seguem:
DISPERSÃO CÔNICA – 130°
SENSIBILIDADE – 93dB/W/M
RESPOSTA – 60 – 18.000Hz
POTENCIA – 20 WATTS
QUANTIDADE – 14 CAIXAS DISTRIBUIDAS.
2.2.2.2 – CAIXAS ACÚSTICAS DISTRIBUIDAS PALCO - Para obtermos
os parâmetros eletroacústicos e índices de inteligibilidade ideais para as
salas, as características técnicas adotadas, seguem:





DISPERSÃO – Tipo projetor som 45°
SENSIBILIDADE – 90dB/W/M
RESPOSTA – 80 – 18.000Hz
POTENCIA – 30 WATTS
QUANTIDADE – 8 (CAIXAS DISTRIBUIDAS).
2.2.3 – PROCESSADOR - Para alinhamento e equalização, será utilizado um
módulo digital com configuração programável (MATRICIAMENTO/PARAMETROS),
com processamento AEC (controle automático de ganho e cancelamento sinal),
ideal para salas de conferência. Este módulo possibilita ajuste de parâmetros por
canal (entrada e saída), alinhando o sistema áudio da sala (EQUALIZAÇÃO,
COMPRESSÃO, DELAY, GANHO).
Deve operar via PC local, RS 232 e painéis controladores remotos.
O número de canais de entrada/saída deve atender a configuração da sala.
2.2.4 – VÍDEO PROJEÇÃO – As telas laterais possibilitam excelente visibilidade
para toda a platéia.
O processo dos sinais será feito por MÓDULOS SCALERS e um MODULO MATRIX
(4x4), que possibilita a montagem das diversas configurações necessárias para
composição das imagens.
Os equipamentos serão montados em um único rack, e controlados por
automação com pré-configurações.
2.2.5 – VÍDEOS PR0JETORES – Pelas características de uso corporativo
(iluminação ambiente), é necessário utilizarmos brilho igual ou superior a 5.000
ANSI LUMENS. Resolução FULL HD.
2.2.6 – TELAS DE PROJEÇÃO – As telas laterais e de palco, estão
especificadas no projeto CENOTECNIA.
Cód. Autenticidade 400036359706
2.2.7 – MONITOR 32” – LED/PALCO – Monitor LED 32” (FULL HD/178°
angulo visão), montado com suporte de piso de imagens do palco, possibilitando
os professores monitorarem as imagens em utilizações VIDEO CONFERÊNCIA,
sempre de frente para a platéia e câmera.
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




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2.2.8 – SCALER/SWITCHER - Seletor multiformato de sinais vídeo, resolução
UXGA/1080, embed AUDIO, RS 232, HDTV, HDCP, controle pelo painel frontal,
travamento painel frontal, com:
SAIDA




(1)
(1)
(1)
(1)
RGBHV
HDMI
VGA
ÁUDIO STEREO ANALOGO
2.2.9 – MATRIX - Módulo (4x4), controle manual e via RS 232, configurando
com os sinais indicados no respectivo DIAGRAMA DE BLOCO.
2.2.10 – CÂMERAS – Especificamos (6) câmeras resolução FULL HD, PTZ
(controle pan – horizontal – vertical – ZOOM), sendo (2) para PLATÉIA e (4)
para PALCO.
Estas câmeras operam com controle da cabine, e possibilitam montagem de
PRE-SET (Ex: mesa/frente do palco/platéia geral).
Esta previsto monitores PRÉ-VIEW na cabine técnica.
2.2.11 – VÍDEO CONFERÊNCIA – Previsão de canais de ÁUDIO/VÍDEO,
ENTRADAS/SAÍDAS.
2.3 – PLENÁRIOS 2/3/4/5
2.3.1 – AUDIO – As características técnicas adotadas são as mesmas do
PLENÁRIO , com (5) CAIXAS ACÚSTICAS distribuídas e embutidas no forro, com
processador de áudio, com caixas de monitor de palco tipo projetor, embutidas
no forro.
Para cada sala temos um rack de operações.
2.3.2 – CAIXAS ACÚSTICAS
2.3.2.1 – CAIXAS ACÚSTICAS DISTRIBUIDAS - Para obtermos os
parâmetros eletroacústicos e índices de inteligibilidade ideais para o
auditório, as características técnicas adotadas, seguem:
Cód. Autenticidade 400036359706





DISPERSÃO CÔNICA – 130°
SENSIBILIDADE – 93dB/W/M
RESPOSTA – 60 – 18.000Hz
POTENCIA – 20 WATTS
QUANTIDADE – 5 (CAIXAS DISTRIBUIDAS).
2.3.2.2 – CAIXAS ACÚSTICAS DISTRIBUIDAS PALCO - Para obtermos
os parâmetros eletroacústicos e índices de inteligibilidade ideais para as
salas, as características técnicas adotadas, seguem:
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ENTRADAS
 (2) HDMI
 (2) VGA COM ÁUDIO
 (2) VÍDEO COMPOSTO COM ÁUDIO
 (2) VÍDEO COMPOSTO COM ÁUDIO
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DISPERSÃO – Tipo projetor som 45°
SENSIBILIDADE – 90dB/W/M
RESPOSTA – 80 – 18.000Hz
POTENCIA – 30 WATTS
QUANTIDADE – 2 (CAIXAS DISTRIBUIDAS).
2.3.4 – PROCESSADOR - Para alinhamento e equalização, será utilizado um
módulo digital com configuração programável (MATRICIAMENTO/PARAMETROS),
com processamento AEC (controle automático de ganho e cancelamento sinal),
ideal para salas de conferência. Este módulo possibilita ajuste de parâmetros por
canal (entrada e saída), alinhando o sistema áudio da sala (EQUALIZAÇÃO,
COMPRESSÃO, DELAY, GANHO).
Deve operar via PC local e RS 232.
O número de canais de entrada/saída deve atender a configuração de cada sala.
2.3.5 – MONITORES DE PLATÉIA – Previsto (2) monitores montados com
suporte de teto, 55”, resolução FULL HD.
2.3.6 – MONITORES DE PALCO – Previsto (2) monitores montados com
suporte de piso, de 32”, resolução FULL HD.
2.3.7 – SCALER / SWITCHER - Seletor multiformato de sinais vídeo, resolução
UXGA/1080, embed AUDIO, RS 232, HDTV, HDCP, controle pelo painel frontal,
travamento painel frontal, com:
ENTRADAS
 (2) HDMI
 (2) VGA COM ÁUDIO
 (2) VÍDEO COMPOSTO COM ÁUDIO
 (2) VÍDEO COMPOSTO COM ÁUDIO
SAIDA




(1)
(1)
(1)
(1)
RGBHV
HDMI
VGA
ÁUDIO STEREO ANALOGO
2.3.8 – DISTRIBUIDOR DVI/HDMI – Previsto módulo (1X4), conectado à
saída do SCALER.
2.3.9 – CÂMERA – Especificado (1) câmera resolução FULL HD, PTZ (controle
PAN – HORIZONTAL – VERTICAL – ZOOM), para captação de imagens do
palco/mesas.
2.3.10 – VÍDEO CONFERÊNCIA – Previsão de canais de ÁUDIO/VÍDEO,
ENTRADAS/SAÍDAS.
3 – NORMAS E PROCEDIMENTOS DE INSTALAÇÃO
Cód. Autenticidade 400036359706
3.1 – ESPECIFICAÇÕES DOS CABOS E ACESSORIOS
As especificações abaixo devem ser adotadas como mínimas, com
informação das marcas que a instaladora deve adotar e normatização dos
cabos/conectores.
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




FL. 3015
3.2 – CABLAGENS, CONECTORES, INTERFACES, PAINÉIS ACESSÓRIOS

CABO VÍDEO - COAXIAL RG-59/U-75 OHMS, BITOLA DO
CONDUTOR: 23 AWG, BLINDAGEM COM MALHA DE COBRE,
IMPEDÂNCIA 75 OHMS/ 20 KHZ

CABO VGA - MULTICABO COAXIAL 75 OHMS, 7 VIAS, CABO COBRE
DE FIOS DE TEMPERA MOLE26 AWG, BLINDAGEM E FITA
ALUMINIZADA, CAPA PVC

CABO ÁUDIO (SINAL) - CABO BALENCEADO, 2X22 AWG, COBRE
DE FIO DE TEMPERA MOLE, BLINDAGEM MALHA TRANCADA,
IMPEDÂNCIA 60 OHMS, CAPA PVC COM RETARDO DE CHAMA

CABO ÁUDIO (SPEAKERS) - PAR TRANÇADO, 2X2,5MM², COBRE
DE FIOS DE TEMPERA MOLE, ISOLAÇÃO 300V, CAPA PVC COM
RETARDO DE CHAMA

CONECTORES ÁUDIO - XLR (PADRÃO PARA MICROFONE,
METÁLICO, 3 PINOS, CONTATOS METÁLICOS, CORPO METÁLICO,
ALTA RESISTÊNCIA)

CONECTORES RCA- CONECTOR DE VÍDEO OU ÁUDIO, MONO,
LATÃO BANHADO À OURO, COM MOLA, COM IDENTIFICADORES
COLORIDO

CONECTORES VÍDEO- BNC COM TRAVA, PARA CABO RGC-59/75
OHMS, MONTAGEM COM ALICATE CLIMP, PINO CENTRAL

CONECTORES VGA- HD-15, PINOS DE COBRE BANHADOS A OURO,
SOLDÁVEIS, CAPA DE PROTEÇÃO COM ISOLANTE

INTERFACES - DEVE SER MANTER O MESMO CRITÉRIO TÉCNICO DE
CONECTORES

CAT 7 – CABO STP (SHIELDED TWISTED PAIR), CAT 7 – LSZH – 4P x
23 23 AWG

CAT 5 – CABO STP (SHIELDED TWISTED PAIR), CAT 5 E – 4P x 24
AWG.

FIBRA OPTICA – MULTI, OM3, IN DOOR, PARA CONECTORES SC.

CAIXAS DE CONEXÃO - CAIXAS PADRÃO FORNECIDAS PELA
MONTADORA ELÉTRICA, COM CONEXÃO DE VÍDEO/ VGA/ ÁUDIO/
ETC..., FORNECIMENTO IMPLANTAÇÕES A/V

DIRETRIZES CABEAMENTO POR SALA - CORREM POR
ELETROCALHAS E ELETRODUTOS, SEM EMENDAS, COM CONEXÕES
NAS CAIXAS, PAINÉIS OU RACKS

DIRETRIZES CONEXÃO NOS RACKS – NO LOCAL PROJETADO DE
POSICIONAMENTO DE CADA RACK, CONVERGEM OS CABOS DE
CONEXÃO DO SISTEMA DA RESPECTIVA SALA E DE INTERLIGAÇÕES
DE OUTROS SETORES/ AUTOMAÇÃO. VIA CAIXA DE ABERTURA DE
PISO, OS CABOS ENTRAM NOS RACKS PELA BASE (PARTE DE BAIXO)
E SEGUEM EM DISTRIBUIDORES VERTICAIS PARA OS
EQUIPAMENTOS, COM LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO, E
DISTRIBUIDORES HORIZONTAIS. PARA EVENTUAIS REVISÕES, OS
CABOS (TODOS CODIFICADOS) DEVEM SER FACILMENTE
IDENTIFICADOS E SEM OBSTRUÇÃO VISUAL.
Cód. Autenticidade 400036359706
3.3 – GERAL DA IMPLANTAÇÃO


DIAGRAMA DE BLOCOS (CONFERENCIA DO PROJETO)
RELATÓRIO PRELIMINAR DAS MONTAGENS, COM CONFERENCIA DA
INFRAESTRUTURA EXISTENTE.
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






DOCUMENTAÇÃO DE EVENTUAIS PROBLEMAS DE INFRAESTRUTURA/
PROJETO, OU DOCUMENTAÇÃO DE APROVAÇÃO.
SERVIÇOS ENFIAÇÃO/ CONEXÃO
TESTES PRELIMINARES
TESTES DEFINITIVOS
DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA (AS BUILT/ MANUAIS OPERACIONAIS)
ART DO ENGENHEIRO RESPONSÁVEL
CAT DE NO MÍNIMO 2 PROJETOS SIMILARES








LAY OUT DISTRIBUIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS (APRESENTAR
PROJETO PRELIMINAR)
FIXAÇÃO DE TODOS EQUIPAMENTOS
CABLAGEM COM PRUMADAS INDEPENDENTES (AC/ SINAIS/
SPEAKERS)
PAINEL DE AC PARA CADA RACK, COM ISOLAÇÃO
PAINÉIS CEGOS COM INFORMATIVO
MÓDULO DE VENTILAÇÃO
PAINÉIS DE CONEXÃO (COM LAY OUT INFORMATIVO EM BAIXO
RELEVO, PINTURA ELETROSTÁTICA)
BANDEJA DE FIXAÇÃO PARA EQUIPAMENTOS
3.5 – DIRETRIZES DOS TESTES E AJUSTES
 CONFERENCIA DA CABEAÇÃO E PONTOS INSTALADOS CONFORME AS
BUILT
 TESTE DE CONTINUIDADE DOS CABOS E CHECK FASE
 CURVAS DE IMPEDÂNCIA E SPL DO SISTEMA
 CURVAS DE EQUALIZAÇÃO ADOTADAS PARA OS MIXER
AUTOMÁTICOS E EQUALIZADORES
 DOCUMENTAÇÃO PARA CADA SALA DOS PARÂMETROS ADOTADOS
 EQUIPAMENTOS MEDIÇÃO
 Testador cabos (multiconectores)
 Testador de aterramento
 Gerador de ruído rosa
 Testador de fase
 Vídeo teste gerador
3.6 – DIRETRIZES DA DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA
 DESCRITIVO DE OPERAÇÃO DO SISTEMA, PASSO POR PASSO
 RELAÇÃO DOS PRINCIPAIS PROBLEMAS QUE PODEM OCORRER, COM
PROCEDIMENTO DE AJUSTE
 ROTINA DE MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS
 RELAÇÃO DE PEÇAS QUE O CLIENTE DEVE MANTER EM ESTOQUE
Cód. Autenticidade 400036359706
3.7 – DIRETRIZES DE TREINAMENTO E OPERAÇÃO DOS SISTEMAS
 O TREINAMENTO OPERACIONAL SERÁ FEITO PARA NO MÁXIMO 4
TÉCNICOS E REFERE-SE À 2 PERÍODOS DE 4 HORAS
 A OPERAÇÃO DOS SISTEMAS NA INAUGURAÇÃO (SERÁ DE NOSSA
RESPONSABILIDADE)
 DURANTE OS PRIMEIROS 60 DIAS, O IMPLANTADOR DARÁ APOIO
TÉCNICO, COM VISITAS QUINZENAIS
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3.4 – AS MONTAGENS DOS RACKS E PAINÉIS DEVEM SEGUIR
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4 – RELAÇÃO EQUIPAMENTOS/ACESSÓRIOS/ACESSÓRIOS (especificações técnicas mínimas exigidas)
ITEM
4.1.1
QTD
20
4.1.2
4.1.3
03
01
4.1.4
4.1.5
01
06
4.1.6
4.1.7
4.1.8
4.1.9
4.1.10
4.1.11
04
02
01
01
06
01
4.1.12
4.1.13
4.1.14
4.1.15
03
01
04
03
DESCRITIVO
MICROFONES GOOSNECK, COM HASTE 18cm, SUPER CARDIOSDE, COM LED
INDICATIVO DE OPERAÇÃO, SHURE MX 418
SISTEMAS DE MICROFONE SEM FIOS, UHF, DE MÃO, SHURE PGX 24/SM 58
PROCESSADOR DIGITAL MATRICIAL (24x8), COM CONTROLE DOS CANAIS DE
ENTRAD E SAIDA, INDEPENDENTES.
PC DEDICADO, PARA SISEMA ÁUDIO
CAIXAS ACÚSTICAS LINE ARRAY, RENKUS-HEINZ (Série ICONYX)
 FREQ. 80 à 20.000Hz
 DISPERSÃO HOR. – 150°
 SPL – 108 dB/30m
 (5) FAL 6,5”/NEODIUM
 (3)DRIVER 1”/TATANIUM
 (8) AMPLIFICADORES/ DSP PROCESSADOR
 AJUSTE ÂNGULO VERTICAL INTERNO PARA DRIVERS
 DIMENSÃO (1,22x0,20X0,20) AxLxP/m
CAIXAS ACÚSTICAS MONITORADAS PALCO, FZ 108A
CAIXAS ACÚSTICAS MONITORADAS CABINE YAMAHA, NEAR FIEL, HS-5
SISTEMA GRAVAÇÃO DIGITAL DE ÁUDIO
PLAYER CD/MP3/USB
SUPORTES ESPECIAIS PARA CAIXAS LINE ARRAY
SISTEMA ELÉTRICO COMPOSTO POR:
 MÓDULO DISTRIBUIDOR PL VT08
 MÓDULO ACIONAMENTO CAIXAS SOM
 CONTATORAS
VÍDEO PROJETOR PANASONIC PT-DZ 870, com lente DLE-350
MULTI-FORMAT AV MIXER, ROLAND VR-50 HD
CONJUNTO TRANSMISSOR/RECEPTOR, SINAL HDMI, KRAMER PT 571/572, HDCP
CAMERAS PTZ, ALTA RESOLUÇÃO, COM CONTROLE REMOTO
4.1.16
4.1.17
4.1.18
4.1.19
4.1.20
4.1.21
4.1.22
04
01
03
01
01
01
01
MONITORES LED 32” – LG – LN3200
SUPORTE ESPECIAL, COM ISOLAÇÃO, PARA VÍDEO PROJETOR
SUPORTES DE TETO PARA CAMERAS PTZ
CONJUNTO DE CABOS, CONECTORES, ACESSÓRIOS, DO SISTEMA ÁUDIO
CONJUNTO DE CABOS, CONECTORES ACESSÓRIOS, DO SISTEMA VÍDEO
CONJUNTO DE CABOS, CONECTORES, ACESSÓRIOS, DO SISTEMA ELÉTRICO AV
CONJUNTO DE RACKS PARA EQUIPAMENTOS NA CABINE AV
Cód. Autenticidade 400036359706
4.2 – PLENÁRIO 1
ITEM
4.2.1
QTD
29
4.2.2
4.2.3
02
01
4.2.4
01
DESCRITIVO
MICROFONES GOOSNECK, COM HASTE 18cm, SUPER CARDIOSDE, COM LED
INDICATIVO DE OPERAÇÃO, SHURE MX 418
SISTEMAS DE MICROFONE SEM FIOS, UHF, DE MÃO, SHURE PGX 24/SM 58
PROCESSADOR DIGITAL MATRICIAL (24x8), COM CONTROLE DOS CANAIS DE
ENTRAD E SAIDA, INDEPENDENTES.
PC DEDICADO, PARA SISTEMA ÁUDIO
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:17:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703040
4.1 – PLENÁRIA “OVAL”
FL. 3018
4.2.5
4.2.6
4.2.7
4.2.8
4.2.9
4.2.10
4.2.11
4.2.12
4.2.13
4.2.14
4.2.15
4.2.16
4.2.17
4.2.18
4.2.19
4.2.20
4.2.21
4.2.22
4.2.23
4.2.24
4.2.25
14
08
01
01
01
03
02
06
01
06
01
02
01
01
01
06
01
01
01
02
01
CAIXA ACÚSTICA JBL 8124
CAIXA ACÚSTICA JBL 8128
SISTEMA GRAVAÇÃO DIGITAL
PLAYER CD/MP3/USB
SISTEMA ELÉTRICO COMPOSTO POR:
 MÓDULO DISTRIBUIDOR PL VT08
VÍDEO PROJETOR PANASONIC PT-DZ 570
SWITCHER/SCALER, KRAMER, ENTRADAS (HDMI/VGA/VC), HDCP, MULTIPLO
ASPECT RATIO, RS 232, SAÍDA ÁUDIO EMBEDs, SAÍDAS (HDMI/VGA/RGBHV)
CONJUNTO TRANSMISSOR/RECEPTOR, SINAL HDMI, KRAMER PT 571/572, HDCP
SWUTCHER MATRIX HDMI (8x8), HDCP, EDID, RS 232, KRAMER
CAMERAS PTZ, ALTA RESOLUÇÃO, COM CONTROLE REMOTO
CONTROLADOR/SWITCHER PARA CAMERAS
SUPORTE ESPECIAL, COM ISOLAÇÃO, PARA VÍDEO PROJETOR
CONJUNTO DE CABOS, CONECTORES, ACESSÓRIOS, DO SISTEMA ÁUDIO
CONJUNTO DE CABOS, CONECTORES ACESSÓRIOS, DO SISTEMA VÍDEO
GRAVADOR DE VÍDEO, ROLAND F-1
SUPORTES DE TETO PARA CAMERAS PTZ
CONJUNTO DE CABOS, CONECTORES, ACESSÓRIOS, DO SISTEMA ÁUDIO
CONJUNTO DE CABOS, CONECTORES ACESSÓRIOS, DO SISTEMA VÍDEO
CONJUNTO DE CABOS, CONECTORES, ACESSÓRIOS, DO SISTEMA ELÉTRICO AV
CAIXAS ACÚSTICAS MONITORADAS CABINE YAMAHA, NEAR FIEL, HS-5
CONJUNTO DE RACKS PARA EQUIPAMENTOS NA CABINE AV
4.3 – PLENÁRIOS 2/3/4/5
ITEM
4.3.1
QTD
4.3.2
4.3.3
04
4.3.4
4.3.5
4.3.6
4.3.7
4.3.8
4.3.9
01
20
08
04
04
04
4.3.10
04
4.3.11
4.3.12
4.3.13
08
08
32
04
Cód. Autenticidade 400036359706
04
DESCRITIVO
MICROFONES GOOSNECK, COM HASTE 18cm, SUPER CARDIOSDE, COM LED
INDICATIVO DE OPERAÇÃO, SHURE MX 418
SISTEMAS DE MICROFONE SEM FIOS, UHF, DE MÃO, SHURE PGX 24/SM 58
PROCESSADOR DIGITAL MATRICIAL (12x4), COM CONTROLE DOS CANAIS DE
ENTRAD E SAIDA, INDEPENDENTES.
PC DEDICADO, PARA SISEMA ÁUDIO
CAIXA ACÚSTICA JBL 8124
CAIXA ACÚSTICA JBL 8128
FONE DE OUVIDO PROFISSIONAL, LACRADO, SENNHEISER
SISTEMA GRAVAÇÃO DIGITAL
PLAYER CD/MP3/USB
SISTEMA ELÉTRICO COMPOSTO POR:
 MÓDULO DISTRIBUIDOR PL VT08
MONITORES LED, 55”, RESOLUÇÃO FULL HD
MONITORES LED, 32”, RESOLUÇÃO FULL HD
SCALER /SWITCHER - Seletor multiformato de sinais vídeo, resolução
UXGA/1080, embed AUDIO, RS 232, HDTV, HDCP, controle pelo painel frontal,
travamento painel frontal, com:
ENTRADAS




(2)
(2)
(2)
(2)
HDMI
VGA COM ÁUDIO
VÍDEO COMPOSTO COM ÁUDIO
VÍDEO COMPOSTO COM ÁUDIO
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:17:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703040
SVA – Sistemas de Vídeo e Áudio Ltda.
José Maria Lisboa 860 – Conjunto 61.
CEP: 01423-001 – Jardim Paulista.
São Paulo – SP
PABX: 3051 8411
FL. 3019
4.3.14
4.3.15
4.3.16
4.3.17
04
04
04
4.3.18
4.3.19
4.3.20
4.3.21
4.3.22
08
04
01
01
01
4.3.22
04
08
SAIDA
 (1) RGBHV
 (1) HDMI
 (1) VGA
 (1) ÁUDIO STEREO ANALOGO
DISTRIBUIDOR HDMI (1x4)
CAMERAS PTZ, ALTA RESOLUÇÃO, COM CONTROLE REMOTO
GRAVADOR DE VÍDEO, ROLAND F-1
SUPORTE DE TETO, AJUSTÁVEL, COM TILT DE INCLINAÇÃO, PARA MONITORES
55”
SUPORTE DE PISO, ESPECIAL, PARA MONITOR DE 32”
SUPORTES DE TETO PARA CAMERAS PTZ
CONJUNTO DE CABOS, CONECTORES, ACESSÓRIOS, DO SISTEMA ÁUDIO
CONJUNTO DE CABOS, CONECTORES ACESSÓRIOS, DO SISTEMA VÍDEO
CONJUNTO DE CABOS, CONECTORES, ACESSÓRIOS, DO SISTEMA ELÉTRICO
AV
CONJUNTO DE RACKS PARA EQUIPAMENTOS NA CABINE AV
Goiânia, 20 de outubro de 2014.
[assinado eletronicamente]
CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO
CHEFE DE NUCLEO FC-6
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:17:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703040
Cód. Autenticidade 400036359706
SVA – Sistemas de Vídeo e Áudio Ltda.
José Maria Lisboa 860 – Conjunto 61.
CEP: 01423-001 – Jardim Paulista.
São Paulo – SP
PABX: 3051 8411
FL. 3020
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
CLIENTE: CORSI HIRANO
PROJETO: TRT-GO 2ª ETAPA
MEMORIAL DESCRITIVO
SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES
Cód. Autenticidade 400036359889
CABEAMENTO ESTRUTURADO
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:17:52h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703041
LOCAL: Goiânia – GO
FL. 3021
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
1 - OBJETIVO
O documento tem como objetivo apresentar a filosofia de telecomunicações, as características técnicas
e os conceitos do Sistema de Cabeamento Estruturado compondo a orientação a ser implementado
como um todo para a implantação de telecomunicações no prédio da 2ª Etapa do TRT-GO.
O projeto de implantação de Telecomunicações do TRT deverá ser executado em sua totalidade,
conforme projeto executivo apresentado, deve manter a característica de modularidade e
expansibilidade do sistema, podendo a Contratante optar pela instalação e ativação parcial, em etapas,
ou integral dos sistemas contemplados, devendo sempre ser observadas as premissas para o
funcionamento integral do conjunto de equipamentos instalados.
O projeto foi elaborado, considerado o conceito de Ponto de Consolidação sobe o piso elevado,
preferencialmente nas áreas do pavimento TIPO, como podem ser observados nas plantas de
distribuição do pontos.
Esse conceito permite a execução do cabeamento principal (até as caixas de consolidação) considerando
o total de pontos para o ambiente, proporcionando diversas possibilidade de alteração de lay out.
A instaladora, deverá executar e entregar todo o Sistema de Telecomunicações totalmente operacional
e em conformidade com este Memorial Descritivo Técnico, com todos componentes passivos
(hardwares e serviços) necessários a este fim, inclusive os não citados de forma clara, mas que sejam
compatíveis para atingir o perfeito funcionamento do sistema e/ou aperfeiçoá-lo técnicoeconomicamente, rigorosamente dentro dos prazos e cronogramas estabelecidos pela Contratante e a
Gerenciadora
A Instaladora, deverá considerar a execução dos serviços em duas etapas, sendo:
 1ª Etapa - Execução do cabeamento estruturado em toda a sua totalidade das salas de
Telecomunicações até os pontos de consolidação sob o piso elevado, nas caixas terminais (em
alvenaria ou piso) e conduletes (quando aparentes), executando a certificação dos pontos,
utilizando a função Basic Link.
 2ª Etapa - Execução do cabeamento entre os pontos de consolidação até o mobiliário, utilizando
as extensões pre-terminadas de fábrica, pois o mobiliário será o ultimo item a ser montado na
obra. Deverá executar a certificação dos pontos utilizando a função Canal.
Cód. Autenticidade 400036359889
A instaladora do sistema de Telecomunicações do edifício do TRT 2ª Etapa deverá entregá-lo em pleno
funcionamento até sua Aceitação Definitiva pela Contratante e a Gerenciadora, considerando as
características básicas do sistema:

Permitir a integração entre os sistemas de dados e voz, de modo que qualquer ponto possa ser
utilizado tanto pelo sistema de dados (rede de dados) como pelo sistema de voz (voip) através
do processo de comutação na central de controle do sistema (Sala de Telecomunicações);

Utilizar componentes de Sistema de Cabeamento de Categoria 6 (seis);
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:17:52h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703041
Neste memorial, serão estabelecidas as condições técnicas mínimas a serem consideradas na execução
do dos serviços de instalação do sistema de cabeamento estruturado.
FL. 3022

Instalar o cabeamento horizontal na topologia estrela utilizando um segmento de cabo exclusivo
para interligar o distribuidor de piso instalado na sala de telecomunicações do pavimento a cada
tomada de telecomunicações das áreas de trabalho em vez da técnica de cabeamento por zona;

Utilizar rota redundante entre e sala de TI (centro da rede) e todos os racks dos pavimentos, ou
seja, toda a interligação deverá ser executadas através de dois caminhos distintos, conforme
apresentado em projeto.

Utilizar sistema de interconexão entre os ativos de rede de dados (switches) e os componentes
de distribuição do cabeamento horizontal;

Adotar toda a infraestrutura com taxa de ocupação máxima de 60%;

Aplicar a quantidade de tomada de telecomunicações de oito vias (RJ45) em cada área de
trabalho conforme projeto apresentado;

Utilizar tomadas de telecomunicações com espelhos padrões 4x2” ou 4x4” nas caixas de
superfície, conduletes de alumínio ou em painéis de mobiliário;

A Sala de Telecomunicações deve ser um espaço dentro do edifício com múltiplas funções, para
atender as necessidades de telecomunicações e infraestrutura do pavimento em que se
encontra e dos pavimentos adjacentes;

A Sala de Telecomunicações deve prover um ambiente controlado para abrigar os
equipamentos de telecomunicações, hardware de conexão, sistema de roteamento entre os
cabos e cordões de equipamentos ativos e o distribuidor correspondente, circuitos de
alimentação elétrica para os equipamentos de telecomunicações, iluminação adequada e ainda
acomodar a infraestrutura de entrada;

Toda Sala de Telecomunicações deve ter piso elevado;

Executar a instalação de Rack Aberto, padrão 19" com altura de 44Us na Sala de
Telecomunicações para acomodar os componentes do sistema de cabeamento estruturado
definidos neste projeto, conforme plano de face genérico dos Racks;
2 - INSTALAÇÃO
Cód. Autenticidade 400036359889
O Fornecedor deve ter como prioridade, a instalação de todo o Sistema de Telecomunicações deste
empreendimento, contemplando também todas as interfaces com os componentes de campo
correlatos, de forma a adequar o Projeto Executivo à sua filosofia de comunicação, arquitetura e ao
contrato de fornecimento celebrado, minimizando as interferências na infraestrutura projetada.
Entenda-se por instalação, neste documento, a montagem física de toda a infraestrutura para
encaminhamento de cabos metálicos e Ópticos do edifício do TRE, contemplados neste projeto, a
montagem de todos os componentes, equipamentos e acessórios fornecidos, a alimentação elétrica
destes, o lançamento de fios e cabos (metálicos e ópticos), assim como os ajustes necessários,
regulagens e ativação de todo o Sistema de Telecomunicações, até sua Aceitação Definitiva pela
Contratante e a Gerenciadora.
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:17:52h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703041
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
FL. 3023
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
Adicionalmente, devem ser identificados externamente todos os elementos constituintes do Sistema de
Telecomunicações como blocos, patch panels, caixas de superfície (surface boxes) e espelhos
(faceplates) a serem instalados em toda empreendimento do TRT-GO 2ª Etapa, de maneira a facilitar a
utilização, bem como qualquer tipo de manobra e/ou manutenção do sistema. Devem ser utilizadas
etiquetas adequadas para tais finalidades (referência: Brady®). Não serão aceitas etiquetas que não as
destinadas a aplicações em Sistemas de Cabeamento Estruturado.
Qualquer alteração neste Memorial Descritivo Técnico ou neste Projeto Executivo feito pelo Fornecedor
e não apresentada formalmente a esta Consultoria não terá validade, ou seja, o Projetista não se
responsabiliza pelos resultados obtidos imediatos e ao decorrer do tempo.
Alterações complementares necessárias às instalações civis, elétricas e/ou hidráulicas existentes,
deverão ser executadas, quando comprovadamente pertinentes, pela Contratante e/ou seus prepostos,
segundo solicitações formais, detalhadas e acompanhadas dos respectivos projetos a cargo do
Fornecedor. Essas alterações deverão ser submetidas previamente e por escrito a Contratante,
Gerenciadora.
Nenhum material e/ou equipamento deverá ser entregue e/ou instalado no local da obra, antes da
aprovação formal dos protótipos, ou modelos de instalação e acabamento pela Contratante e
Gerenciadora.
Todas as instalações e partes integrantes do Sistema de Telecomunicações do TRT-GO 2ª Etapa devem
ser executadas visando o perfeito funcionamento, a continuidade e o bom acabamento, devendo ser
fixadas firmemente às estruturas de suporte, com ferramentas apropriadas, formando um conjunto
mecânica e eletricamente resistente a todos os esforços solicitantes.
Cód. Autenticidade 400036359889
A fim de assegurar que a Instaladora está apta a configurar, instalar, certificar e dar manutenção aos
produtos ofertados, e desta forma atender o solicitado neste Memorial, deverão ser atendidos alguns
requisitos técnicos, a saber:
Descritivo Técnico:
 A instalação deverá ser elaborada, assinada e executada por empresa devidamente registrada
no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – CREA – com as atribuições legais relativas à
habilitação para a finalidade da presente contratação;
 Deve ser apresentada cópia de Certificado de Acervo Técnico (CAT) emitido pelo Órgão
Competente, no caso, CREA de obra de porte similar;
 A Proponente deverá apresentar Carta(s) de Credenciamento ou Certificado(s) de Garantia do
Principal Fabricante de Materiais de Telecomunicações aplicado, comprovando implementação
de projetos comerciais de igual exigência e/ou porte similar a este projeto, bem como Carta(s)
de Recomendação do Cliente Final atendido informando do êxito da instalação;
 A Proponente deve possuir equipamento próprio para Testes e Certificação Nível III de par
trançado (cabeamento metálico) do Sistema de Cabeamento Estruturado, objeto deste
fornecimento. Deverá ser apresentada, como parte integrante da documentação da
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:17:52h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703041
Observar que todos os cabos deste Projeto, devem ser lançados respeitando-se os raios mínimos de
curvatura indicados pela norma ANSI/TIA/EIA-569-B e pelas Fichas Técnicas dos respectivos fabricantes,
e que todos devem ser individualmente identificados, através de etiquetas adesivas auto-lamináveis
indeléveis adequadas, na sua origem e no destino.
FL. 3024
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
Os serviços serão dirigidos, desde seu início até o término efetivo e aceitação do(s) Sistema(s), por um
profissional, no caso, um engenheiro elétrico responsável da Proponente, devidamente registrado e
habilitado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – CREA – para estas atribuições,
previamente aprovado pela Contratante. Para tanto, deve constar da referida proposta, o nome do
profissional, breve currículo, bem como número do CREA, endereço eletrônico e telefone de contato.
A instalação deve ser acompanhada da(s) respectiva(s) A.R.T. (s) – Anotação de Responsabilidade
Técnica, a ser (em) emitida(s), conforme legislação pertinente, de acordo com as indicações da
Contratante e da Gerenciadora.
Será de responsabilidade integral do Fornecedor o fornecimento, guarda manuseio, manutenção e
transporte (vertical e horizontal) de todas as ferramentas utilizadas na instalação, bem como a
integridade das instalações objeto deste documento até a entrega e aceitação final deste Sistema de
Telecomunicações.
O Fornecedor não poderá transferir ou ceder a terceiros o objeto de fornecimento deste projeto, exceto
por expressa autorização da Contratante e da Gerenciadora.
3 - MÃO-DE-OBRA PARA INSTALAÇÃO
O Fornecedor deverá executar todos os serviços pertinentes à etapa de instalação, montagem física,
regulagem, testes em campo, ativação parcial ou completa, treinamento para operação e manutenção,
de todos os materiais, equipamentos, produtos e serviços de seu fornecimento, e/ou integrantes do
SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES como um todo.
Devem ser apresentados Certificados de Performance e Qualidade dos produtos a ser instalados,
assegurando desta forma o desempenho mínimo solicitado por este Memorial Descritivo Técnico para o
projeto.
A mão-de-obra para a realização de tais tarefas deverá ser tecnicamente qualificada e de inteira
responsabilidade e ônus do Fornecedor e assim também, todos os encargos trabalhistas, fiscais,
previdenciários, diretos e indiretos, como taxas, transportes, alojamento e refeições, custos de eventual
(is) acidente(s) de trabalho, e os provenientes de eventuais danos causados a terceiros, decorrentes dos
materiais e equipamentos ou serviços objeto deste fornecimento. Conforme mencionado anteriormente
neste documento.
Cód. Autenticidade 400036359889
4 - MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
O fornecimento de materiais e equipamentos deverá ser completo, ou seja, todos os itens necessários
para o perfeito funcionamento do Sistema de Cabeamento Estruturado objeto deste documento,
mencionados ou não, de forma explícita ou não, neste Memorial Descritivo Técnico, bem como os
utilizados no seu acabamento (espelhos 4”x2” ou 4”x4”, abraçadeiras tipo velcro, elementos de
identificação como etiquetas ou ícones, colares para adaptação do Jacks RJ45) devem estar inclusos.
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:17:52h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703041

Proponente, cópia da Nota Fiscal de compra ou de calibração, informando marca e modelo do
equipamento;
A Proponente deverá apresentar cópia de Certificado de Registro ou Diploma comprovando sua
Associação à entidade de classe da área de atuação, no caso, a BICSI® (Building Industry
Consulting Services International).
FL. 3025
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
Será de responsabilidade integral do Fornecedor do SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO deste
empreendimento, todo o transporte (vertical e horizontal), guarda seguro, manuseio, instalação e
integridade dos materiais e equipamentos objetos deste documento até a entrega e aceitação final do
SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES pela Contratante e a Gerenciadora.
MANUAIS
O Fornecedor deverá providenciar, antes da data prevista para a aceitação final do sistema, os manuais
de instruções dos sistemas / equipamentos com a devida apresentação em língua portuguesa,
contendo, entre outras informações, o seguinte material:






Características e dados técnicos dos sistemas / equipamentos e todos os acessórios;
Manual com instruções de colocação em serviço e operação;
Manual com instruções de manutenção preventiva e corretiva incluindo um Plano de
Manutenção Preventiva onde devem constar descrição e freqüência dos serviços;
Manual com instruções de montagens parciais / totais com diagramas de orientação;
Relação de todos os Blocos de Conexão, Patch Panels ou Distribuidores Ópticos do
empreendimento, indicando em que conectores estão interligados cada um dos usuários do
sistema;
Relação de peças de reserva com indicação de estoque mínimo.
O tratamento dado ao fornecimento de informações sobre a operação dos sistemas / equipamentos
deverá ser o mais didático possível, considerando a formação não necessariamente especialista dos
usuários. Entre as informações deverá haver uma descrição detalhada da função e atuação de cada
componente, com a necessária ilustração, bem como dos aspectos da verificação do funcionamento
correto de todos os elementos do Sistema de Telecomunicações.
TREINAMENTO
Cód. Autenticidade 400036359889
O Proponente deverá prover toda a mão-de-obra especializada necessária para colocar o sistema em
operação e o treinamento de, no mínimo, 5 operadores, indicados pelo Contratante para a operação do
sistema. Para tanto, o Proponente contratado informará ao Contratante com 30 dias antes do início do
período pré-operacional acima, a fim de que a mesma possa providenciar a contratação e/ou seleção
dos ditos operadores.
O treinamento acima, far-se-á no local da Obra, nas dependências da obra e terá duração não inferior a
20 horas.
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:17:52h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703041
O Fornecedor deverá garantir que os materiais empregados serão de primeira qualidade e última
geração (atender à última versão de norma técnica vigente na data de instalação dos materiais e
equipamentos), conduzindo a um ótimo acabamento e aparência, sendo as tolerâncias, ajustes e
métodos de fabricação compatíveis com as técnicas de boa engenharia aplicáveis a cada caso. Deverá
ser apresentada uma Declaração do Fabricante e do Distribuidor Autorizado, indicando a procedência de
todos os materiais a serem instalados no Prédio do TRT-GO 2ª ETAPA, de maneira a assegurar a Garantia
no final da instalação.
FL. 3026
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
Não deverá haver nenhum ônus adicional ao Contratante decorrente de translado, alimentação e
estadia de instrutores. O Proponente contratado deverá apresentar planilha de custos para cada tipo de
instrutor e curso, de modo que a julgo do Contratante, os cursos possam ser repetidos e/ou
prorrogados.
Deverá constar da documentação técnica a serem entregas pelo Fornecedor, antes do período de Testes
e Certificação, os desenhos “as-built” de todas as instalações, constando de, no mínimo, os seguintes
itens:
 Localização nas plantas em escala compatível, de todos os equipamentos do sistema;
 Plantas e/ou Planilhas de conectores dos Patch Panels, Blocos de Conexão;
 Plantas e/ou Planilhas de cabos, com demarcação de Racks de origem e destino, e identificação
dos respectivos conectores nos Patch Panels, Blocos de Conexão;
 Descritivo de Funcionamento do Sistema, com descrição dos equipamentos, funções e tarefas
realizadas.
Todos os documentos “as-built” deste SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES deverão ser aprovados pela
Contratante e/ou seus prepostos quanto ao conteúdo técnico, forma e apresentação.
GARANTIAS
O Sistema de Telecomunicações deste empreendimento, em sua instalação e todas e quaisquer umas de
suas partes, deverá ser garantido pelo prazo mínimo de doze (12) meses, a contar da entrega em
perfeito funcionamento, ou seja, emissão do Termo de Aceitação Definitiva, contra qualquer defeito de
fabricação, montagem e/ou instalação.
Eventuais defeitos deverão ser prontamente corrigidos pelo Fornecedor e sem ônus para a Contratante,
em não havendo comprovação de utilização inadequada prevista no contrato de fornecimento.
O Fornecedor deverá manter um estoque mínimo de peças sobressalentes e contar com serviço
especializado para cobrir eventuais panes de funcionamento e garantir a reposição, em tempo hábil,
para a não haver descontinuidade de funcionamento do SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES do TRT-GO
2ª ETAPA.
Ficará a cargo do Fornecedor fazer a solicitação da Garantia Estendida por um período mínimo de vinte
(20) anos para o Sistema de Cabeamento Estruturado do TRT-GO 2ª ETAPA, junto ao Principal Fabricante
dos Materiais de Telecomunicações, por meio do Programa de Garantia Estendida de Produtos e
Aplicações do mesmo. Para tanto, novamente, o Fornecedor, enquanto Proponente do Sistema de
Cabeamento Estruturado, deverá apresentar Carta(s) de Credenciamento ou Certificado(s) de Garantia
do Fabricante de Materiais de Telecomunicações de realização de obra similar, assegurando desta forma
que a empresa está apta a projetar, configurar, instalar e dar manutenção aos produtos ofertados.
Cód. Autenticidade 400036359889
CONSIDERAÇÕES DO PROJETO
O Sistema de Telecomunicações em uma edificação é concebido baseado em Normas Técnicas
aplicáveis, de forma modular, possibilitando alterações em quaisquer dos módulos sem que, para isso,
todo o sistema seja modificado.
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AS-BUILT
FL. 3027
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
NORMAS E REFERÊNCIAS
Quando da inexistência da Norma Técnica Brasileira que verse sobre o sistema, produto e/ou serviço em
particular, deverá prevalecer a Norma Internacional, de entidade mundialmente reconhecida, em sua
última versão publicada, que se pronunciar com maior rigor sobre o assunto. As edições indicadas
abaixo eram válidas na emissão deste documento. Em especial, devem ser seguidas as seguintes
normas:








ABNT / NBR 14565:2007, Cabeamento de telecomunicações para edifícios comerciais
ANSI/TIA/EIA–568-C, Commercial Building Telecommunications Cabling Standard
ANSI/TIA/EIA–569-B, Commercial Building Standard for the Telecommunications Pathways and
Spaces
ANSI/TIA/EIA–606-A, Administration Standard for the Telecommunications Infrastructure of
Commercial Buildings
ANSI/TIA/EIA–607, Commercial Building Grounding and Bonding Requirements for
Telecommunications
ANSI/TIA/EIA–854, A Full Duplex Ethernet Physical Layer Specification for 1000 Mb/s (1000BASETX) Operating Over Category 6 Balanced Twisted Pair Cabling
ANSI/TIA/EIA–942, Telecommunications Infrastructure Standard for Data Center
IEEE – 802.3ab, Physical Layer Parameters and Specifications for 1000 Mb/s Operation Over 4
Pair of Category 5 Balanced Copper Cabling , Type 1000BASE-T
Adicionalmente, as seguintes publicações da BICSI® podem ser utilizadas como referência, uma vez que
são revisadas, atualizadas e baseadas nas normas mencionadas acima:


Telecommunications Distribution Methods Manual – TDMM 11ª Edição
Information Transport Systems Installation Manual – ITSIM 4ª Edição
PROTEÇÃO ELÉTRICA E ATERRAMENTO
A eficácia dos sistemas de proteção elétrica e aterramento devem assegurar sem perigo, o total
escoamento de correntes de falta, fuga a terra e sobretensões, satisfazendo as necessidades de
segurança, do SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES e as necessidades funcionais das instalações como um
todo.
Cód. Autenticidade 400036359889
As linhas de entrada da concessionária de telefonia pública, assim como as interligações de backbone
implementadas com cabos de pares metálicos inter-edifícios, devem possuir proteção elétrica
individual, evitando desta maneira quaisquer riscos aos usuários do sistema de telecomunicações destas
edificações.
Quando forem utilizados cabos UTP 4 pares para o cabeamento de backbone, a proteção elétrica deverá
ser provida por meio do uso de dispositivos individuais de proteção de estado sólido. O protetor deve
possuir tempo de resposta máximo para desviar um surto transiente de tensão a terra de 2 a 5
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Todo o fornecimento referenciado neste memorial (produtos e/ou serviços) deverão observar
rigorosamente, no mínimo, as Normas Técnicas vigentes da ABNT – Associação Brasileira de Normas
Técnicas, em suas últimas edições publicadas.
FL. 3028
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
nanossegundos (ns). Para aplicações de transmissão de dados, sua tensão disrruptiva máxima deverá ser
de 16V, e para aplicações de voz analógica, a tensão disrruptiva máxima deverá ser de 235V.
Novamente, o conjunto formado por estes dispositivos de proteção deverá estar interligado ao sistema
de aterramento da edificação.
O fornecimento e a instalação dos cabos e dos sistemas de proteção elétrica para os cabos metálicos
componentes do sistema de backbone intra-edifícios fazem parte do fornecimento do SISTEMA DE
TELECOMUNICAÇÕES do projeto de implantação do TRT-GO 2ª ETAPA, quando a Contratante julgar
necessário. Será de responsabilidade do Fornecedor, no momento da instalação da SISTEMA DE
TELECOMUNICAÇÕES nos prédios, orientar a Contratante a necessidade dos equipamentos e periféricos
e prever o espaço necessário na Sala de Entrada de Telecomunicações, do edifício, para a instalação dos
cabos e respectivos blocos com sistema de proteção elétrica, assim como dos dispositivos de proteção
individual para cabos UTP.
A finalidade de se ter um sistema de aterramento e vinculação para telecomunicações, juntamente com
os sistemas de aterramento elétrico, de proteção para-raios, é compor o sistema de aterramento da
edificação. É importante observar que já deverá existir um sistema de aterramento elétrico na
edificação independentemente do sistema de aterramento para telecomunicações, cuja especificação
não é parte integrante deste documento, e deverá ser verificado no projeto SPDA e ATERRAMENTO.
Este sistema de aterramento e vinculação especificará a interconectividade necessária aos sistemas de
aterramento do edifício comercial do TRT-GO 2ª ETAPA, quando necessário, e seu suporte aos
equipamentos e sistemas de telecomunicações. Os componentes que deverão ser considerados neste
projeto de aterramento são:



A(s) Sala(s) de Tecnologia de Informações (TI);
As interligações de cabeamento de backbone com cabos de pares metálicos;
A infra-estrutura responsável pelo encaminhamento dos cabos de telecomunicações do
SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES.
Em cada sala de TI do TRT-GO 2ª ETAPA deverá conter, no mínimo, uma (1) barra de vinculação de cobre
estanhado em sua superfície (BEL), pré-perfurada, com 6 mm de espessura, 50 mm de largura e
comprimento de acordo com a necessidade de vinculação. Esta barra (BEL) deverá estar isolada de seu
suporte, a uma distância recomendada de 5 cm, e sempre, posicionada o mais próximo possível do(s)
rack(s) de telecomunicações.
Todas as partes metálicas não destinadas à condução de corrente que estiverem contidas ou terminadas
nas salas referidas acima devem ser ligadas através de condutores de vinculação (CV), ao BEL mais
proximo.
Cód. Autenticidade 400036359889
ESPECIFICAÇÕES DO SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES
A premissa fundamental que orientou o desenvolvimento deste Projeto Executivo e deste Memorial
Descritivo Técnico foi à busca da melhor solução técnica que atenda às necessidades fundamentais de
telecomunicações desta edificação, dentro de uma relação custo / benefício positiva e coerente. Desta
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Todos os condutores de proteção deverão ser contínuos, isto é, sem emendas, e não deverão conter
dispositivos conectados a eles que possam causar sua interrupção.
FL. 3029
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
forma, procurou-se minimizar os custos de implantação do SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO
da nova unidade do TRT-GO 2ª ETAPA.
O Instaladora / Proponente deverá ater-se ao Projeto Executivo do SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES
apresentado em anexo, utilizar-se da(s) planta(s) de locação de pontos, esquema vertical e deste
Memorial Descritivo Técnico.
ENTRADA DE TELECOMUNICAÇÕES
A infra-estrutura de entrada deve oferecer espaço suficiente para a terminação dos cabos de entrada e
de backbone interno das edificações, bem como, prover acomodação para eventuais dispositivos de
interface de rede e/ou a instalação de equipamentos de telecomunicações.
Todos os dutos que servem de infra-estrutura com finalidade de entrada em prédios de cabos de
telecomunicações (cabos de fibras ópticas ou cabos de pares metálicos) deverão ser selados em ambas
as extremidades e dentro de cada caixa de passagem (se existir), por meio do uso de dispositivos
apropriados, antes e após o lançamento dos cabos. Os dutos que não forem utilizados também deverão
ser selados. Deverá ser utilizado dispositivos “corta-fogo” adequados a esta finalidade, para impedir ou
retardar a propagação de fogo, fumaça, gases ou água através dos dutos e da edificação. No caso da
adição ou remoção de cabos, a infra-estrutura deverá ser recomposta e selada após a conclusão do
respectivo serviço. Esta medida visa proteger todo o empreendimento da ação de eventuais agentes
externos, como água, roedores, fumaça ou gases ou mesmo a propagação de fogo ou faíscas por meio
da capa protetora dos cabos que passam por esta infra-estrutura. Tais proteções devem ser instaladas
nas origens e no destino dos cabos componentes do sistema de backbone.
Quando houver cabos de pares metálicos externos padrão CTP-APL destinados a aplicações de telefonia,
dados ou circuitos de voz, utilizados para compor o sistema de backbone interno de voz do TRT-GO 2ª
ETAPA, visando interligar prédios diferentes ou para entrada de serviços de operadoras de
telecomunicações, devem ser terminados em um Distribuidor Geral (DG), em Blocos de Desconexão ou
Corte, de 10 pares, em colunas equivalentes ao número de pares dos cabos. Estes blocos devem
permitir o uso de protetores elétricos individuais(quando necessário), com centelhadores e/ou outro
tipo de dispositivo de proteção elétrica indicado pela Contratante, de maneira a assegurar um mínimo
risco aos usuários dos sistemas de telecomunicações desta edificação, assim como assegurar uma
proteção adicional aos equipamentos que estarão utilizando este tipo de meio físico para sua
comunicação com outros equipamentos, localizados no mesmo prédio ou não. O conjunto formado por
tais produtos, assim como os condutores de terra dos cabos metálicos, deverão estar devidamente
interligados ao sistema de aterramento do TRT-GO 2ª ETAPA.
Cód. Autenticidade 400036359889
CABEAMENTO HORIZONTAL
O sistema de cabeamento horizontal do TRT-GO 2ª ETAPA deverá ser implantado com solução de mídias
UTP Categoria 6.
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A infra-estrutura projetada está baseada em uma rede de comunicação com topologia “estrela
hierárquica, com redundância Física".
FL. 3030
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
Os pontos deverão ser compostos por uma tomada RJ45 fêmea inseridos com colar adaptador para
mobiliário, conforme necessidade e configuração adotada pela Contratante e a Gerenciadora.
Ficará a cargo do STI a aquisição, e configuração dos equipamentos ativos de rede LAN, conforme
projeto especifico, que serão interligados em equipamentos. Todos estes pontos devem ser terminados
em racks de conectividade em Patch Panels de 24 portas e posteriormente ativo cada canal conforme
necessidade do Layout.
Todos os cabos UTP 4p Cat.6 devem ser individualmente identificados, através de etiquetas adesivas
auto-lamináveis indeléveis adequadas, na sua origem e no destino.
Também devem ser identificados externamente todos os espelhos (faceplates) a serem instalados em
toda a edificação, de maneira a facilitar a utilização, bem como qualquer tipo de manobra ou
manutenção do sistema.
A infraestrutura para a passagem dos cabos está fora do escopo deste projeto e será disponibilizada e é
de responsabilidade da equipe de projeto e implantação.
O modelo de interligação dos cabos de pares trançados entre o hardware de terminação do SISTEMA DE
TELECOMUNICAÇÕES horizontal e as portas dos equipamentos ativos de rede, como SWITCHS ou HUBS,
deverá ser feito por meio de uma conexão direta, utilizando pacth cords de manobra.
ARQUITETURA DA SALA DE TELECOMUNICAÇÕES
A Sala de TI é o local previsto na edificação destinado a conexão entre o cabeamento de backbone e a
distribuição do Sistema de Telecomunicações Horizontal, infraestrutura responsável pelo
encaminhamento de todos os cabos UTP 4P Cat.6 até os pontos de telecomunicações (PT), que vão
atender as diversas necessidades e facilidades de comunicação.
O modelo de interligação dos cabos de pares trançados entre o hardware de terminação do cabeamento
horizontal e as portas dos equipamentos ativos de rede, como SWITCHS ou HUBS, deverá ser feito por
meio de uma interconexão (Interconnect – o patch cord interliga portas do patch panel Cat.6 com a
porta do equipamento ativo de rede).
Cód. Autenticidade 400036359889
O desenho (Bay Face) com a distribuição horizontal segue em projeto. Os racks deverão acomodar os
seguintes componentes:
 Ativo(s) de rede para alimentação da rede LAN;
 Patch(s) panel(s) de distribuição horizontal de voz, dados e controle de acesso (se houver).
 Patch(s) panel(s) de distribuição horizontal de CFTV.
A interligação entre os patch panels e os possíveis equipamentos ativos (switches, hubs, entre outros)
será através de patch cords RJ45/RJ45 04 pares Categoria 6, para ativação de equipamentos e pontos.
Na lista de materiais estão sendo previstos patch cords para ativação de todos os pontos do
cabeamento horizontal.
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Todas as salas de TI do prédio foram projetada para receber os pontos, que deverão estar 100%
terminados em pontos de telecomunicações, para atender as seguintes capacidades de pontos da rede
de distribuição horizontal:
FL. 3031
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
ARQUITETURA DOS BACKBONES
O Sistema de Cabeamento Primário é a parte do sistema de cabos responsável pela conexão entre a Sala
de Entrada (DG Existente), Rack Principal – MCC, Racks dos Pavimentos e seus respectivos Voice panel, e
Patch-Panel.
ÁREAS DE TRABALHO
Todo dispositivo eletrônico quando existirem destinado especificamente ao atendimento de alguma
aplicação (por exemplo, baluns, filtros, mecanismos de proteção, divisor de sinais ou adaptadores)
deverá ser instalado externamente ao conector padrão RJ-45 fêmea Cat.6 presente no ponto de
telecomunicações e/ou presente na Sala de telecomunicações, de onde se origina o cabo da distribuição
horizontal do SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES, conforme ilustra a figura abaixo.
Os conectores RJ-45 fêmea UTP Cat.6 devem ser instalados em adaptadores, molduras, colares ou porta
equipamentos para canaleta metálica, de acordo com o especificado na(s) planta(s) para cada um dos
diferentes ambientes e salas do TRT-GO 2ª ETAPA. A especificação de cada uma das soluções adotadas
encontra-se também na legenda da(s) planta(s).
Na lista de materiais estão sendo previstos patch cords para ativação de todas as áreas de trabalho.
TESTES E CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES
Cód. Autenticidade 400036359889
Os testes elétricos necessários à certificação do cabeamento estruturado UTP instalado devem ser
realizados com um equipamento de precisão nível III (Level III), em todo o espectro da largura de banda
de forma contínua de 0 a 250 MHz (não podem ser coletados apenas alguns pontos da curva de
medição) e conter, no mínimo, os seguintes parâmetros:
 Continuidade (Wiremap)
 Comprimento (Length)
 Perda de Inserção ou Atenuação (Insetion Loss ou Attenuation)
 Perda por Paradiafonia medida par-a-par (NEXT)
 Perda por Paradiafonia medida entre todos os pares (Power Sum NEXT)
 Perda por Telediafonia no Extremo Remoto medida par-a-par (ELFEXT)
 Perda por Telediafonia no Extremo Remoto medida entre todos os pares (PSELFEXT)
 Perda de Retorno (Return Loss)
 ACR (Attenuation to Crosstalk Ratio)
 PSACR (PowerSum ACR)
 Atraso de Propagação de sinal em cada par (Propagation Delay)
 Diferencial de Atraso entre todos os pares (Delay Skew)
Estes testes devem ser executados em todos os lances de cabos UTP para o cabeamento horizontal, ou
seja, em todos os pontos UTP instalados no SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES objeto deste documento.
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Para o Sistema de Telefonia (backbone de voz) analógico foi previsto um cabo CTP-APL 50 pares do DG
principal do Prédio até a prancha de Telefonia a ser instalada na Sala de TI e para interligação interna a
Sala estamos considerando um CI de 50 pares interligando a prancha de Telefonia ao voice panel de voz
no rack.
FL. 3032
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
Todos os pontos instalados devem estar com o status de PASSA (PASS) em todas as medidas, de acordo
com os valores mínimos especificados nas Normas Vigentes para a performance e categoria dos
produtos especificados no Capítulo 9 deste documento.
Todos os testes devem conter e informar, no mínimo, no relatório da medição:
 Identificação do cabo
 Versão do software do equipamento de teste utilizado
 Equipamentos de teste utilizados, com números de série (S/N)
 Responsável (nome do profissional que está manuseando o equipamento principal)
 Data
 Todos os parâmetros de testes listados anteriormente para cabeamento UTP
Cód. Autenticidade 400036359889
Uma vez concluídos satisfatoriamente os testes em campo será necessários, imprimir todos os relatórios
destes testes, realizados por equipamento apropriado para tal certificação, e aprovado o funcionamento
deste Sistema de Cabeamento Estruturado, será lavrado um “Termo de Aceitação Definitiva” do
SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES, por parte da Contratante, no prazo máximo de até 30 (trinta) dias.
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A certificação do SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES deverá estar de acordo com a norma ANSI/TIA/EIA–
568–B. Os testes deverão ser realizados segundo o modelo de Enlace Permanente (Permanent Link) e
com todas as características técnicas que permitam a análise gráfica dos resultados.
FL. 3033
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
ESPECIFICAÇÕES E CARACTERÍSTICAS DOS MATERIAIS
Os eletrodutos, perfilados e eletrocalhas da rede eletrica comum deverao ser distanciados
horizontalmente em no mínimo 150 mm dos da rede de cabeamento estruturado
ELETRODUTOS
Os eletrodutos deverão ser exclusivam ente, de aço galvanizado, e aterrados, dotados de revestimento
protetor e rosca padrão ISO-R228, em conformidade à norma NBR 5623.
Cód. Autenticidade 400036359889
Os eletrodutos deverão ser cuidadosamente dispostos e adequadamente alinhados e apoiados, uma vez
que será feita instalação em uma edificação em pleno funcionamento. Todos os eletrodutos deverão ser
instalados de acordo com o especificado no projeto. As trajetórias dos eletrodutos, representadas em
plantas, são, de maneira geral, de forma esquemática. A localização exata dos eletrodutos poderá ser
ajustada no campo, de modo a se obter uma rota livre de obstáculos. Os eletrodutos deverão ser
instalados de modo a evitar eletrodutos ou eletrocalhas destinados a outros fins, como água, gás ou
energia, sendo estes posicionados a uma distância mínima de 100 mm das tubulações referidas acima.
As mudanças de direção nas trajetórias dos eletrodutos deverão ser feitas utilizando curvas de raio
longo, atendendo a todos os requisitos da norma ANSI/TIA/EIA–569–B quanto a taxas de ocupação (vide
Tabela 1) e às especificações do fabricante tanto durante como após a instalação, de maneira a
assegurar:
 O raio interno de curvatura de um eletroduto de, no mínimo, seis (6) vezes o diâmetro interno
do duto para dutos de até 2”, e de dez (10) vezes o diâmetro interno do duto para dutos acima
de 2”;
 O(s) raio(s) mínimo(s) de curvatura exigido(s) para cada tipo de cabo que estiver sendo
encaminhado por este tipo de infra-estrutura (quatro (4) vezes o diâmetro externo do cabo,
para cabos UTP de 4 pares, por exemplo);
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O dimensionamento dos eletrodutos, perfilados e eletrocalhas (quando não dimensionados em projeto)
da Rede de Cabeamento Estruturado e da Rede Eletrica devera seguir as especificações e a tabela de
ocupação a seguir:
FL. 3034
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00

O máximo de desempenho dos cabos ou condutores que estejam sendo encaminhados dentro
dos eletrodutos.
Não serão aceitas curvas em eletrodutos feitas na obra. Os eletrodutos que se originarem ou
terminarem em caixas deverão ter caimento suficiente para evitar a acumulação de qualquer tipo de
líquido, como, por exemplo, água, eventualmente infiltrado neste tipo de infra-estrutura.
ELETROCALHAS E PERFILADOS
Eletrocalha tipo construída em aço, conforme Normas: SAE 1008-1010/NBR 11888-2/NBR 7013. Com
dimensões indicadas em projeto fornecidas em barras de 3000 mm de comprimento, e devem ainda:
Deverão ser dobradas em forma de U, com virola, em chapa #18.
Provida de furos oblongos (mais comprimento que largura) e acabamento do tipo galvanizado à fogo.
O sistema de eletrocalhas será empregado para condução e derivação de fios ou cabos, bem como para
sustentação de luminárias. Para fixação desse sistema ao teto será utilizada cantoneira ZZ, vergalhão
rosca total (1/4”), gancho curto para perfilado, parafuso sextavado para bucha S8, bucha S8, porca
sextavada (1/4”) e arruela lisa (1/4”). Quando da impossibilidade de utilização desse sistema, será
utilizado chumbador metálico com rosca interna tipo UR, vergalhão rosca total (1/4”), gancho de
suspensão vertical, porca sextavada (1/4”) e arruela lisa (1/4”).
É necessária a previsão, o fornecimento e a instalação de todos os acessórios necessários
Perfilado metálico de aço galvanizado à fogo
Perfilado tipo construído em aço, conforme Normas: SAE 1008-1010/NBR 11888-2/NBR 7013.
Conformado e reforçado em perfiladeira, com dimensões padrão 38 x 38 mm de largura e 6.000 mm de
comprimento, provido de virola de aproximadamente 5 mm, voltada para a parte interna do mesmo e
furos oblongos (mais comprimento que largura) nas dimensões de aproximadamente 10 x 13 mm.
Acabamento tipo galvanizado eletrolítico, em chapa #16.
O sistema de perfilados será empregado para condução e derivação de fios ou cabos, bem como para
sustentação de luminárias. Para fixação desse sistema ao teto será utilizada cantoneira ZZ, vergalhão
rosca total (1/4”), gancho curto para perfilado, chumbador metálico com rosca interna tipo UR,
vergalhão rosca total (1/4”), gancho curto para perfilado, porca sextavada (1/4”) e arruela lisa (1/4”).
É necessária a previsão, o fornecimento e a instalação do todos os acessórios necessários
Cód. Autenticidade 400036359889
RACK ABERTO 19"
Características
 Padrão 19", 4 postes e altura útil de 45U;
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Eletrocalha metálica de aço galvanizado à fogo
FL. 3035










Guias Verticais de 200mm e 315mm, guias montados nas laterais do rack. Permitem o
encaminhamento e fixação do cabeamento horizontal na parte traseira do rack, assim como,
dos cabos de manobra na face frontal do guia.
Composto Guias Superior e Inferior para roteamento dos cabos
Apresenta serigrafia de 1 a 45 identificando as posições das unidades do rack (U);
Possui 4 rebites rosca por unidade de rack (U) na parte frontal que substituem a utilização de
porcas gaiolas nessas posições;
Tanto a parte frontal quanto a traseira do Rack possuem furação 1/2U que permite a fixação de
equipamentos que utilizem esse padrão 1/2U;
Possui na base do Rack 4 pontos de fixação ao piso;
Confeccionado em aço;
Acabamento em pintura epóxi de alta resistência a riscos, protegido contra corrosão, para as
condições especificadas de uso em ambientes internos (EIA-569).
Tampa Lateral, acessório montado no guia vertical dos racks fim de fila com o objetivo de
proporcionar um melhor acabamento.
Barra de Aterramentos com o objetivo de proporcionar a vinculação elétrica entre os
equipamentos montados no rack e o ponto de aterramento do local.
ORGANIZADOR HORIZONTAL 2US






Estrutura em aço SAE 1020 e dentes em termoplástico de alto impacto UL 94 V-0;
Apresenta largura de 19", conforme requisitos da norma ANSI/TIA/EIA-310E;
Possui tampa removível que abre tanto para cima como por baixo;
Suportar até 200 patch cords UTP Cat.6;
Possui base de fixação metálica oferecendo robustez ao conjunto;
Possui profundidade adequada para solução de alta densidade.

Dimensões (mm)
ALTURA (mm) LARGURA (mm) PROFUNDIDADE TOTAL(mm): 88,1 x 482,6 x 183
CAIXA DE CONSOLIDAÇÃO
Cód. Autenticidade 400036359889
Aplicação
 Sistema de Cabeamento Estruturado para instalação em piso falso, teto ou parede atuando
como ponto de consolidação entre o cabeamento horizontal e a área de trabalho segundo
especificações da norma ANSI/TIA/EIA 568B.
Características
 Gabinete metálico com tampa removível, de encaixe rápido, construído em aço;
 Possui uma entrada traseira e 3 conjuntos de 8 conectores na parte frontal;
 Escabilidade do número de portas conforme crescimento da planta do cliente;
 Expansível nas configurações 24, 48, 72 e 96 portas;
 Expansão simples via parafusos com possível rotação dos módulos a instalar;
 Aceita conectores de categoria 5e, 6 e 6A, de tipo U/UTP e F/UTP;
 Encaixe compatível com toda a linha de conectores fêmea, módulos F e módulos com
adaptadores ópticos;
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MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
FL. 3036
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00




Concepção compacta otimizando o espaço nas instalações;
Composto pelo gabinete metálico e acessórios de ancoragem;
Possui cartão de identificação das conexões;
Portas numeradas individualmente.
Aplicação
 Com características de não propagação à chama, estes cabos são indicados para instalações
internas em centrais telefônicas, prédios comerciais, industriais ou aplicações onde sejam
exigidas segurança a não propagação de fogo.
Descrição
 Cabo óptico totalmente dielétrico formado por cordões ópticos ou unidades básicas com
característica de não propagação à chama.
 Características Construtivas
 Dados CFOI-X-MF
 Revestimento Primário de Fibra em Acrilato
 Revestimento Secundário em Material Termoplástico
 Número de Fibras - 06
 Núcleo do Cabo Formado por Cordões Ópticos Monofibra
 Elemento Central em material dielétrico
 Amarração do Núcleo através de fios de material não higroscópico
 Revestimento Externo Material Termoplástico retardante à chama, na cor Azul
 Multimodo (MM) 50/120 micrometros
 Dispersão Não Zero (NZD)
EXTENSÃO UTP 4 PARES CAT 6
Definição
Sistemas de Cabeamento Estruturado, para tráfego de voz, dados e imagem em 1Gigabit ethernet. Para
cabeamento horizontal ou secundário, uso interno, para configuração cross conexão (espelhamento de
switch) ou ponto de consolidação.
Características
 Exceder as características TIA/EIA 568 B.2-1 para CAT. 6 e ISO/IEC 11.801
 Performance de conector centralizada com as normas, garantindo a interoperabilidade e
performance.
 Fornecido nas configurações 568A ou 568B.
 Atender a solução U/UTP .
 Fabricados com cabo ethernet UTP GigaLan CAT 6 LSZH.
 Montado e testado 100% em fábrica.
Cód. Autenticidade 400036359889
CABO UTP 25 PARES CAT 5e
Aplicação
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FIBRA OPTICA
FL. 3037
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
Sistemas de Cabeamento Estruturado para tráfego de voz, dados e imagens, segundo requisitos da
norma ANSI/TIA-568-C.2 (Categoria 5e), para cabeamento vertical ou primário (backbones) entre Blocos
de Conexão de alta capacidade, localizados nas salas ou armários de telecomunicações.



Cabo de 25 pares trançados compostos de condutores sólidos de cobre nu, 24 AWG, isolados
em polietileno especial.
Capa externa em PVC não propagante à chama, na cor azul.
Com núcleo formado por 6 sub-unidades de 4 pares em 2 opções: sub-unidades sem capas
internas individuais com classe de flamabilidade CM ou sub-unidades com capas internas
individuais com classe de flamabilidade CMR.
CABO UTP 4 PARES TRANÇADOS CATEGORIA 6
Os cabos de pares trançados a serem utilizados no cabeamento horizontal do TRT, ou seja, entre o Salas
de Telecomunicações (TR), localizado na distribuição horizontal do SISTEMA DE CABEAMENTO
ESTRUTURADO, e os pontos de telecomunicações (TO), deverão ser compostos de 4 pares, não blindado
(UTP) 100 Ω, de condutores sólidos de cobre nu 24 AWG, com isolação em polietileno de alta densidade,
totalmente compatível com os padrões para a Categoria 6. A capa externa deve ser em PVC não pro
pagante à chama, na cor cinza, com marcação sequencial de comprimento (m ou ft), viabilizando uma
contagem exata do comprimento total utilizado na instalação.
Os cabos UTP 4 pares Categoria 6 devem ser listados como CM, CMR ou CMP. Nenhum cabo pode ser
listado como CMX.
ESPECIFICAÇÕE GERAIS
Aplicabilidade:
Sistemas de Cabeamento Estruturado para tráfego de voz, dados e imagens, segundo requisitos da
norma ANSI/TIA/EIA-568-B.2-1 Categoria 6, para cabeamento primário e secundário entre os painéis de
distribuição (Patch Panels) ou conectores nas áreas de trabalho, em sistemas que requeiram grande
margem de segurança sobre as especificações normalizadas para garantia de suporte às aplicações
futuras.
Cód. Autenticidade 400036359889
Descrição:
Possuir certificado de performance elétrica (VERIFIED) pela UL ou ETL, conforme especificações da
norma ANSI/TIA/EIA-568-B.2-1 CATEGORIA 6 e ISO/IEC 11801 bem como certificado para flamabilidade
(UL LISTED ou ETL LISTED) CMR;
 O cabo utilizado deverá possuir certificação Anatel impressas na capa.
 O produto deve cumprir com os requisitos quanto a taxa máxima de compostos que não
agridam ao meio ambiente conforme a norma RoHS.
 Possuir certificação de canal para 6 conexões por laboratório de 3a. Parte ETL ou UL.
 Possuir impresso na capa externa nome do fabricante, marca do produto, e sistema de
rastreabilidade que permita identificar a data de fabricação dos cabos.
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Características
FL. 3038
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
Ser composto por condutores de cobre sólido; capa externa em PVC não propagante à chama,
com possibilidade de fornecimento nas cores azul, amarelo, preto, verde, branco, bege,
marrom, laranja, vermelha ou cinza;
 Deve atender ao código de cores especificado abaixo:
 par 1: azul-branco, com uma faixa azul (stripe) no condutor branco;
 par 2: laranja-branco, com uma faixa laranja (stripe) no condutor branco;
 par 3: verde-branco, com uma faixa verde (stripe) no condutor branco;
 par 4: marrom-branco, com uma faixa marrom (stripe) no condutor branco.
 Exceder as características elétricas contidas na norma ANSI/TIA/EIA-568-B.2-1 Categoria 6;

 Deverá ser apresentado através de catálogos, testes das principais características elétricas em
transmissões de altas velocidades (valores típicos) de ATENUAÇÃO (dB/100m), NEXT (dB),
PSNEXT(dB), RL(dB), ACR(dB), para freqüências de 100, 200, 350 e 550Mhz;
O fabricante preferencialmente deverá possuir Certificado ISO 9001 e ISO 14001.
OBS.: Deve ser apresentado o documento comprobatório emitido pelos laboratórios Underwriters
Laboratories Inc. – UL®, atestando que o cabo UTP utilizado é listado como CM, CMP ou CMR, e que o
mesmo foi verificado para a Categoria 6, de acordo com as especificações mínimas das normas
aplicáveis.
PATCH CORDS (CABOS DE MANOBRA) CATEGORIA 6
Os patch cords ou cabos de manobra Categoria 6 têm como função a interligação entre o equipamento
e o ponto terminal das facilidades de comunicação, a interligação entre as portas dos patch panels, ou a
interligação entre as portas de um patch panel e um equipamento ativo de rede, como, por exemplo,
um SWITCH, um HUB, ou um PABX.
Todos os patch cords Cat.6 devem ser fornecidos em embalagem individual, manufaturados e testados
pelo mesmo fabricante do SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES a ser implantado na edificação, ou seja,
não devem ser confeccionados em campo.
Os patch cords UTP 4p Cat. 6 devem possuir conectores modulares de 8 posições do tipo RJ-45 de
ambos os lados, e devem utilizar cabos de 4 pares, não blindado (UTP) 100 Ω, com condutores do tipo
multifilar, ao invés de serem confeccionados com cabo UTP com condutores sólidos.
Cód. Autenticidade 400036359889
Especificações Gerais:
 Devem atender aos requisitos dos itens 6.1 a 6.3 da norma ANSI/TIA/EIA–568–B.2, em
todos os aspectos (características elétricas, mecânicas, etc.)
 Conforme o item 6.3 da ANSI/TIA/EIA–568–B.2, os patch cords devem utilizar um cabo
de 4 pares , flexível, com condutores multifilares de 24 AWG
 Conforme o item 6.3.1 da ANSI/TIA/EIA–568–B.2, os patch cords devem ter conectores
modulares de 8 posições do tipo RJ-45 (plug) de ambos os lados, especificado pelo IEC
60603-7, e o diâmetro do condutor isolado deve variar de, no mínimo 0,8 mm e, no
máximo, 1,22 mm
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
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MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
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
Conforme o item 6.3.2 da ANSI/TIA/EIA–568–B.2, os patch cords devem possuir o
condutor branco em todos os pares, e este deve ser identificado com a cor do
respectivo par (1–azul, 2–laranja, 3–verde, 4–marrom)
Listados e/ou Verificados pelos Laboratórios UL® ou ETL®
Deve suportar taxas de transmissão de, no mínimo, 1000 Mb/s, em freqüência mínima
de 250 MHz, conforme especifica a Categoria 6
TOMADA MODULAR RJ-45 FÊMEA CATEGORIA 6
As tomadas devem ter contatos do tipo IDC (Insulation Displacement Contact) na parte traseira, que
deve estar conectada com um cabo UTP de 4 pares, e na parte frontal devem ter um conector modular
de 8 posições do tipo RJ-45 fêmea, Categoria 6 (UTP Cat. 6), no qual poderão interligar conectores
macho (plugs) do tipo RJ-45 ou RJ-11.
Aplicabilidade:
Sistemas de Cabeamento Estruturado para tráfego de voz, dados e imagens, segundo requisitos da
norma ANSI/TIA/EIA-568-C.2 Categoria 6, para cabeamento horizontal ou secundário, uso interno, em
ponto de acesso na área de trabalho para tomadas de serviços em sistemas estruturados de
cabeamento e em sistemas que requeiram grande margem de segurança sobre as especificações
normalizadas para garantia de suporte às aplicações futuras.
Descrição:

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
Possuir Certificação UL ou ETL LISTED
Possuir Certificação ETL VERIFIED;
Possuir certificação de canal para 6 conexões por laboratório de 3a. Parte ETL;
Ter corpo em material termoplástico de alto impacto não propagante à chama que
atenda a norma UL 94 V-0 (flamabilidade);
Possuir protetores 110IDC traseiros para as conexões e tampa de proteção frontal (dust
cover) removível e articulada com local para inserção, (na própria tampa), do ícone de
identificação;




Cód. Autenticidade 400036359889


Apresentar disponibilidade de fornecimento nas cores (branca, bege, cinza, vermelha,
azul, amarela, marrom, laranja, verde e preta);
O keystone deve ser compatível para as terminações T568A e T568B, segundo a
ANSI/TIA/EIA-568-C.2;
Possuir terminação do tipo 110 IDC (conexão traseira) estanhados para a proteção
contra oxidação e permitir inserção de condutores de 22 AWG a 26 AWG;
O conector fêmea deverá possibilitar a crimpagem dos 8 condutores ao mesmo tempo
proporcionando deste modo uma conectorização homogênea.
Suportar ciclos de inserção, na parte frontal, igual ou superior a 750 (setecentas e
cinqüenta) vezes com conectores RJ-45 e 200 inserções com RJ11;
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Devem ser considerados patch cords de tamanhos variados, em função dos locais onde serão instalados,
nos Salas de Telecomunicações (TR) ou nos Pontos de Telecomunicações do SISTEMA DE
TELECOMUNICAÇÕES, de modo a viabilizar a organização dos mesmos.
FL. 3040
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00


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
Suportar ciclos de inserção, igual ou superior a 200 (duzentas) vezes com terminações
110 IDC;
Identificação da Categoria gravado na parte frontal do conector;
Exceder as características elétricas contidas na norma ANSI/TIA/EIA-568-C.2 Categoria
6;
O produto deve cumprir com os requisitos quanto a taxa máxima de compostos que não
agridam ao meio ambiente conforme a diretiva RoHS.
O fabricante preferencialmente deverá apresentar certificação ISO 9001 e ISO 14001.
CABO UTP DE 4 PARES TRANÇADOS CATEGORIA 6
Os cabos de pares trançados a serem utilizados no cabeamento horizontal do DC e backbone do
SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES deverão ser compostos de 4 pares, não blindado (UTP) 100 Ω, de
condutores sólidos de cobre 24 AWG, totalmente compatível com os padrões para a Categoria 6 Classe
E. A capa externa deve ser em PVC não propagante à chama, na cor cinza, com marcação seqüencial de
comprimento (metros ou pés), viabilizando uma contagem exata do comprimento total utilizado na
instalação. Os cabos UTP 4 pares Categoria 6 devem ser listados como CMR, CMP ou LSZH.

Características Físicas e Elétricas:
o Peso: 16.9 kg/caixa de 305 m
o Espessura nominal da capa: 1,27 mm
o Diâmetro externo nominal: 7,24 mm
o Tensão máxima de puxamento: 11,3 kg
o Temperatura de Operação: -20° a 60° C
o Bitola do condutor: 23 AWG
o NVP: 65%
o Resistência DC máxima: 8,00 Ω/100m
o Capacitância mútua a 1 kHz: 6,0 nF/100m
o Embalagem: caixa com 305 metros
o Listado pelos Laboratórios Underwriters Laboratories Inc. – UL e cUL
PATCH CORDS (CABOS DE MANOBRA) CATEGORIA 6
Os patch cords, line cords ou cabos de manobra Categoria 6 têm como função a interligação entre o
equipamento e o ponto terminal das facilidades de comunicação, a interligação entre as portas dos
patch panels, ou a interligação entre as portas de um patch panel e um equipamento ativo de rede,
como, por exemplo, um SWITCH, um HUB, ou um PABX.
Todos os patch cords Cat.6 devem ser fornecidos em embalagem individual, manufaturados e testados
pelo mesmo fabricante do SISTEMA DE TELECOMUNICAÇÕES a ser implantado na edificação, ou seja,
não devem ser confeccionados em campo.
Os patch cords UTP 4p Cat. 6 devem possuir conectores modulares de 8 posições do tipo RJ-45 de
ambos os lados, instalados em fábrica, e devem utilizar cabos de 4 pares, não blindado (UTP) 100 Ω.
Cód. Autenticidade 400036359889

Características Físicas e Elétricas:
o Material de contato: Fósforo Bronze
o Placa de contato: Ouro (1,27 μm), Níquel (2,54 μm)
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
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MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
o
o
o
o
Durabilidade de inserções: mínimo de 750
Material do plugue: Policarbonato classificado pela UL como 94 V-O
Temperatura de operação: -10ºC a 60ºC
Classificação anti-chama: CM
PATCH PANEL RJ-45 CATEGORIAS 6
Sistemas de Cabeamento Estruturado para tráfego de voz, dados e imagens, segundo requisitos da
norma ANSI/TIA/EIA-568-C.2 Categoria 6, uso interno, para cabeamento horizontal ou secundário, em
salas de telecomunicações (cross-connect) para distribuição de serviços em sistemas horizontais e em
sistemas que requeiram grande margem de segurança sobre as especificações normalizadas para
garantia de suporte às aplicações como Gigabit Ethernet 1000 Mbps (em modo half ou full-duplex e
ATM CBIG)
Descrição:
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Cód. Autenticidade 400036359889
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Possuir Certificação UL ou ETL LISTED
Possuir Certificação ETL VERIFIED;
O produto deve cumprir com os requisitos quanto a taxa máxima de compostos que não
agridam ao meio ambiente conforme a norma RoHS.
Possuir certificação de canal para 6 conexões por laboratório de 3a. Parte ETL;
Painel frontal em termoplástico de alto impacto, não propagante a chama que atenda a
norma UL 94 V-0 (flamabilidade), com porta etiquetas de identificação em acrílico para
proteção;
Apresentar largura de 19’’, e altura de 1U ou 44,5mm para os Patch Panels de 24 portas
e 2U ou 89mm para os Patch Panels de 48 portas.
Ser disponibilizado em 24 ou 48 portas com conectores RJ-45 fêmea na parte frontal,
estes devem ser fixados a circuitos impressos (para proporcionar melhor performance
elétrica);
Os conectores fêmea RJ-45 devem possuir as seguintes características: Atender a
ANSI/TIA/EIA-568-C.2 Categoria 6, possuir vias de contato produzidas em bronze
fosf
tipo 110 IDC (conexão traseira) estanhados para a proteção contra oxidação, permitindo
inserção de condutores de 22 AWG a 26 AWG;
Identificação do fabricante no corpo do produto;
Possuir local para aplicação de ícones de identificação (para codificação);
Fornecido de fábrica com ícones de identificação (nas cores azul e vermelha);
Ser fornecido com guia traseiro perfurado, em material termoplástico de alto impacto,
não propagante a chama que atenda a norma UL 94 V-0 (flamabilidade) com
possibilidade fixação individual dos cabos, proporcionando segurança, flexibilidade e
rapidez na montagem;
Ser fornecido com acessórios para fixação dos cabos (velcros e cintas de amarração);
Possuir em sua estrutura, elementos laterais em material metálico, que eliminem o risco
de torção do corpo do Patch Panel;
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Aplicabilidade:
FL. 3042
MEMORIAL DESCRITIVO
CABEAMENTO ESTRUTURADO - R00
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Cód. Autenticidade 400036359889

Suportar ciclos de inserção, igual ou superior a 200 (duzentas) vezes com terminações
110 IDC;
Suportar ciclos de inserção, na parte frontal, igual ou superior a 750 (setecentas e
cinqüenta) vezes com conectores RJ-45 e 200 inserções com RJ11; Fornecido com
instrução de montagem na língua Portuguesa;
Exceder as características elétricas contidas na norma ANSI/TIA/EIA-568-C.2 Categoria 6;
Compatível com as terminações T568A e T568B, segundo a norma ANSI/TIA/EIA-568C.2, sem a necessidade de trocas de etiqueta;
O fabricante preferencialmente deverá apresentar certificação ISO 9001 e ISO 14001.
Goiânia, 20 de outubro de 2014.
[assinado eletronicamente]
CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO
CHEFE DE NUCLEO FC-6
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
FL. 3043
MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO BÁSICO
DE CENOTECNIA DOS
PLENÁRIOS DO TRT – GOIANIA - GO
R01 – SETEMBRO / 2013
São Paulo, 20 de setembro de 2013.
O presente memorial acompanha as seguintes pranchas do Projeto
Executivo de Cenotecnia dos Plenários em epígrafe, datadas de setembro de
2013 em revisão R01.



1206_CEN_PE_FLH0001_PLENÁRIO OVAL_PL_R01
1206_CEN_PE_FLH0002_PLENÁRIO OVAL_CTR_R01
1206_CEN_PE_FLH0003_PLENÁRIO1_PL_CTR_R01
2 – PLENÁRIO 1
2.1 – Vestimenta cênica
Toda a vestimenta cênica deverá ser confeccionada nos tecidos e
gramaturas especificados em projeto, observadas as proporções de
plissamento exigidas e apresentar atestados de ignifugação expedidos
por Instituto técnico de aferição especializado.
2.1.1 - Tela de projeção - 03 (três) unidades, bobináveis de
acionamento elétrico, confeccionada em material sintético MATTE
WHITE, flame retardant com bainha inferior para tubo metálico de
2”. Conjuntos instalados em estojos metálicos que envolvam todo
o conjunto do eixo de recolhimento e motor de acionamento.
Comandadas pelo QDFCMC. Medidas:
 01 (uma) unidade central de 6,00 m de largura x 2,70 m de
altura, com estojo parcialmente embutido ao forro.
 02 (duas) unidades laterais de 2,00 m de largura x 1,15 m de
altura, com estojo parcialmente embutido ao forro.
Cód. Autenticidade 400036360038
Importante: os estojos das telas deverão ser pintados na cor do forro do
plenário – ver arquitetura.
2.1.2 - Cortina - 01 (uma) unidade, em dois xales duplas faces,
confeccionada na face interna em veludo 100% algodão
ignifugado 650 g/ml, plissada (duas vezes a largura), com
transpasse de 0,50 m. Face externa em tecido blecaute ignifugo retardante a chamas incorporado no fio; norma: DIN 4102-01-B2
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1 – INTRODUÇÃO
FL. 3044
MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO BÁSICO DE CENOTECNIA – R01
PLENÁRIOS DO TRT GOIANIA – GO
- 1998, acabamento reforçado e bainha inferior com 20 cm.
Deverá correr em trilhos de duralumínio estruturados e contar
com rodízios de movimentação silenciosa fabricados em chapa de
nylon de 10 mm de espessura e rolamentos duplos com micro
esferas. Medindo 11,75 m. de largura e 2,80 m. de altura.
Acionamento através de manobra elétrica comandada no
QDFCMC, com conjunto de polias e cabos de funcionamento
suave e silencioso. Cor: consultar arquitetura.
Observação: A responsabilidade pelo dimensionamento e estabilidade das
manobras caberá à Empresa fornecedora, que deverá apresentar a A.R.T.
(Anotação de Responsabilidade Técnica) recolhida pelo Engenheiro
responsável pela execução dos serviços. Qualquer alteração deverá ser
submetida à fiscalização e à projetista.
3 – PLENÁRIO OVAL
3.1 – Iluminação cênica
3.1.1 – Infraestrutura de iluminação cênica
Será composto por 01 (uma) vara de iluminação cênica postada
ao fundo da plateia. Todos os circuitos do tipo AC serão em
tomadas serão dimmerizadas, singelas, do tipo stage, tripolares
em linha (F+T+F) 20 A de embutir, especiais para utilização
cênica. Estarão conectados aos respectivos canais de dimmers
por cabos extra flexíveis, com isolamento de 750 v, adequados às
instalações móveis e na bitola de 2,5 mm² por polo. Toda fiação
deverá ser contínua, sem emendas e atender os esforços
mecânicos permissíveis para os raios de curvatura.
Importante: a vara de iluminação cênica deverá ser pintadas na cor das
paredes do plenário – ver arquitetura.
3.1.2 – Equipamentos residentes de iluminação cênica
3.1.2.1 - Mesa de comando para iluminação cênica– 01
(uma) unidade com 12 / 24 canais para protocolo DMX 512,
dois grupos de pressetes, dois pares de faders, sub-masters
e master geral com botão blackout. Recursos de crossfades,
recursos de programação e de edição de cenas. Visor LCD
acoplado, porta USB para upgrades e backups.
Cód. Autenticidade 400036360038

01 (um) Cabo DMX máster (mesa <>dimmers)
CINEPLAST INDUSTRIAL LTDA. www.cineplast.com.br
2
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Observação: Consultar as pranchas do projeto de cenotécnico que
acompanha este memorial.
FL. 3045
3.1.2.2 – Módulo de dimmer – 01 (uma) unidade.
Construído em formato padrão 19” com comandos digitais
composto de 12 dimmers profissionais de 20 A cada (2200 w
em 220 v), com circuitos modulares protegidos por
interruptores termomagnéticos individuais e filtrados por
meio de 12 indutores toroidais. Refrigeração forçada por
meio de ventoinha acionada através de termostato. Entrada
de alimentação trifásica 380 v, sinal digital multiplexado com
protocolo DMX 512 (XLR 3 ou 5 pinos), tensão de saída com
uma variação máxima de 3% para uma tensão de entrada
constante. Conexão à carga através de barramentos
SINDAL, 03 (três) leds indicadores da presença de fase com
fusível de proteção, 01 (um) led indicador de temperatura e
proteção contra falha na ventilação.
3.1.2.3– Rack de dimmers - 01 (uma) unidade de rack
metálico em aço carbono com pintura eletrostática, modular
padrão 19” com capacidade para 01 (um) módulo de
dimmers.
3.1.2.4 - Refletor Elipsoidal source four 750 w 19° - 12
(doze) unidades. Corpo construído em alumínio extrudado.
Espelho elipsoidal dicróico, soquete do tipo G 9,5 com
isolação de cerâmica e montado em posição axial em relação
ao espelho. A fiação contará com isolamento de silicone nos
03 (três) condutores de seção 1,5 mm2, sendo 01 (um)
condutor para aterramento. Fornecido com porta filtro,
gancho, cabo de segurança, 02 (duas) lentes de foco
ajustável, íris, porta gobo, cabo de a/c com 1,50 m., plug
tripolar 20 A em linha tipo Stage e um total de 16
(dezesseis) lâmpadas 750 w x 230 v.
3.1.2.5 – Escada isolante 3,50 m. - 01 (uma) unidade do
tipo tesoura duplo acesso com montantes em fibra de vidro e
pontas em borracha e degraus em alumínio, medindo 3,50m
de altura.
3.1.2.6 – Escada isolante 5,50 m. - 01 (uma) unidade do
tipo tesoura duplo acesso com montantes em fibra de vidro e
pontas em borracha e degraus em alumínio, medindo 5,50m
de altura.
3.2 –Telas de projeção
Cód. Autenticidade 400036360038
3.2.1 - Tela de projeção central - 01 (uma) unidade,
confeccionada em material sintético MATTE WHITE, flame
CINEPLAST INDUSTRIAL LTDA. www.cineplast.com.br
3
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MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO BÁSICO DE CENOTECNIA – R01
PLENÁRIOS DO TRT GOIANIA – GO
FL. 3046
MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO BÁSICO DE CENOTECNIA – R01
PLENÁRIOS DO TRT GOIANIA – GO
retardant com barra superior reforçada com ilhoses e cadarços de
amarração, acondicionada em estojo metálico com tubo bobinável
de 6”. Montada sob americana metálica removível, içada por duas
talhas elétricas. Medindo 6,00 m de largura e 4,00 m de altura.
3.2.3 - Telas de projeção laterais - 02 (duas) unidades,
confeccionada em material sintético MATTE WHITE, flame
retardant bobináreis, montadas sobre cavalete em alumínio
expansível. Medindo 2,50 m de largura e 2,00 m de altura cada.
Importante: A estrutura metálica deverá ser aterrada.
Observação: Consultar as pranchas do projeto de cenotécnico que
acompanha este memorial.
Observação: A responsabilidade pelo dimensionamento e estabilidade das
manobras caberá à Empresa fornecedora, que deverá apresentar a A.R.T.
(Anotação de Responsabilidade Técnica) recolhida pelo Engenheiro
responsável pela execução dos serviços. Qualquer alteração deverá ser
submetida à fiscalização e à projetista.
4 – Pisos dos palcos - Assoalho no sistema macho / fêmea com 100 mm x
h = 35 mm, preferencialmente em madeira do tipo freijó de primeira
qualidade, certificada, convenientemente tratada e seca em estufa com
grau de umidade de 12%, fixado através de pregos helicoidais dispostos no
sentido paralelo à boca de cena. A estrutura do piso do palco sobre o contra
piso da laje deverá ser em barrotes de madeira tipo ipê, jatobá ou peroba
de 60 mm x H 60 mm dispostos a cada 500 mm (eixo) fixadas com
parafusos galvanizados padrão e buchas de nylon sobre a laje. Como
acabamento o piso deverá repousar por 20 (vinte dias) após a instalação e
só então ser calafetado, receber dois lixamentos (grosso e fino) e pintura
em três demãos de tinta seladora profissional ou resina em nitrocelulose.
5 – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DOS IMPLANTOS DE CENOTECNIA E
DE ILUMINAÇÃO CÊNICA
Importante: Prevalecerão as normas brasileiras da ABNT (Associação
Brasileira de Normas Técnicas) para a execução das intalações elétricas
descritas. Não será aceita nenhuma fiação aparente. Todo o cabeamento de
energia dos circuitos cênicos será do tipo PP extra flexíveis 2 x 2,5mm² +T.
Cód. Autenticidade 400036360038
Deverão ser fornecidos e instalados os seguintes quadros:
CINEPLAST INDUSTRIAL LTDA. www.cineplast.com.br
4
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:18:20h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703043
3.2.2 - Talhas Elétricas 350Kg – 02 (duas) unidades, 220 v,
embutidas no forro, com capacidade de carga direta no gancho
para 350 kg cada, velocidade de elevação de 5m/min, diâmetro
do cabo: 3.2mm e dimensões de 440 x 160 x 270 mm.
FL. 3047
MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO BÁSICO DE CENOTECNIA – R01
PLENÁRIOS DO TRT GOIANIA – GO
Importante: este quadro será de sobrepor, em chapa nº 14, incluindo
tampa. Barramentos, disjuntores e dispositivos para proteção contra
corrente de fuga, bem como aterramento e todos os demais acessórios
necessários para o bom funcionamento deste, diagrama unifilar, placas de
isolamento, etc., executados com esmero e com espaço suficente para a
perfeita montagem dos componentes e manobra de cabos.
5.2 – Eletrodutos - Deverão ser em PVC para componentes elétricos,
rígido, lisos, com rosca e seguirem os diâmetros mínimos indicados
nas pranchas do projeto. As conexões entre eletrodutos de um mesmo
trajeto deverão ser feitas através de luvas com rosca. Todo trajeto de
comprimento superior a 15,00 m, deverá conter caixa de passagem
em intervalos regulares para facilitar enfiação e manutenção dos
condutores. Nas conexões às caixas de passagens deverão ser
utilizadas buchas de bordas arredondadas com roscas de acabamento
adequadas para evitar possíveis danos aos condutores nelas
instaladas.
5.3 – Serviços elétricos – exigências técnicas
5.3.1 - Identificação de circuitos - todos os circuitos de
iluminação cênica deverão ser identificados, testados e revisados.
5.3.2 - Enfiação dos cabos - todos os circuitos serão passados
em lance único até seus respectivos alimentadores.
5.3.3 - Caixas e quadros de passagens - sempre que os
eletrodutos perfizerem distâncias superiores a 15,00m, ou
passarem por lugares ou curvas de difícil acesso ou manipulação.
5.3.4 - Cabeamento de AC - Os módulos de dimmers serão
interligados ao QDFIC.
5.3.5 - Ligação dos circuitos dimmers - todos os circuitos
dimmerizados de iluminação cênica serão numerados e ligados ao
respectivo canal de dimmer e submetido a procedimento de
testes.
Cód. Autenticidade 400036360038
5.4 - Garantia dos serviços - Todo implanto elétrico e seu
aterramento, deverá ser executado em plena conformidade com as
especificações e orientações aqui descritas e dentro das normativas
CINEPLAST INDUSTRIAL LTDA. www.cineplast.com.br
5
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:18:20h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703043
5.1 – QDFIC – Quadro de distribuição de força da iluminação cênica.
Composto de um disjuntor com isolamento de ruptura de arco
dimensionado de acordo com a demanda especificada. Contará com
barramentos de fase, neutro e terra.
FL. 3048
MEMORIAL DESCRITIVO DO PROJETO BÁSICO DE CENOTECNIA – R01
PLENÁRIOS DO TRT GOIANIA – GO
ABNT vigentes, devendo sua instalação ser garantida contra defeitos
de instalação ou execução pela Empresa responsável pelo prazo
mínimo de 01 (um) ano, a contar do recebimento definitivo dos
serviços.
Após a conclusão da montagem, cada equipamento instalado deverá ser
submetido a procedimentos de testes de funcionamento acompanhados pelo
Contratante. Para cada tipo de equipamento serão definidos rotinas e
roteiros de testes. Todas as características dos equipamentos deverão ser
comprovadas em uso e comparadas com as estabelecidas em projeto. Após
o aceite de cada equipamento, será executado o treinamento dos
operadores e princípios de manutenção. As especificações técnicas contidas
neste memorial são as mínimas que devem reger cada caso. Prevalecem as
normas brasileiras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) em
conformidade com este memorial. Nos casos em que as normas forem
omissas ou conflitantes serão adotadas as soluções que forem tecnicamente
mais adequadas, cabendo a aprovação ou decisão, neste caso, ao
Contratante ou Responsável Técnico. A Empresa fornecedora será
responsável por qualquer serviço executado em desacordo com o projeto,
correndo por sua conta exclusiva a regularização dos mesmos. Ficará
responsável pela entrega dos manuais de uso e documentação referente a
todos os equipamentos fornecidos e / ou instalados.
Importante: Todas as medidas, cotas e prumos deverão ser conferidos no
local, antes da efetiva execução dos trabalhos. A Empresa fornecedora
deverá inspecionar o local e as condições de execução dos serviços.
Cód. Autenticidade 400036360038
CINEPLAST INDUSTRIAL LTDA.
CINEPLAST INDUSTRIAL LTDA. www.cineplast.com.br
Goiânia, 20 de outubro de 2014.
[assinado eletronicamente]
CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO
CHEFE DE NUCLEO FC-6
6
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:18:20h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703043
6. – TESTES E TREINAMENTO
FL. 3049
CORSI HIRANO
MINISTÉRIO DO TRABALHO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO
GOIANIA - GO
SISTEMA DE AR CONDICIONADO E VENTILAÇÃO
Cód. Autenticidade 400036360461
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE EQUIPAMENTOS /
MEMORIAL DESCRITIVO DE MONTAGENS
TEKNIKA Projetos e Consultoria Ltda.
Rua Barão do Bananal, 300
05024-000 - São Paulo (SP)
Tel: (11) 3672-1657 Fax: (11) 3672-3701
e-mail: [email protected]
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIANIA – 503 – R1.doc
Cód. Autenticidade 400036360461
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Revisão 00 (31/03/2014) Emissão Inicial
Revisão 01 (27/07/2014) Atualização de Sistemas
2
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
FL. 3050
Rev. 01 - 27/07/14
R E V I S Õ E S
FL. 3051
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
1.
OBJETO
2.
NORMAS
3.
DESENHOS
4.
ESPECIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
4.1
Condicionadores de Ar de Expansão Direta “VRF" com
Condensação a Ar
4.2
Condicionadores de Ar Expansão Direta “SPLITÃO"
4.3
Rede Frigorígena
4.4
Equipamentos de Ventilação/Exaustão
4.5
Dutos de Ar
4.6
Dispositivos de Regulagem e Distribuição de Ar
4.7
Painéis Elétricos
4.8
Rede Elétrica
4.9
Sistema de Controles
4.10
Pintura
5.
EXTENSÃO DO FORNECIMENTO
6.
OBRIGAÇÕES DO CLIENTE
7.
AJUSTE E BALANCEAMENTO DOS SISTEMAS DE AR
8.
TRANSPORTE
9.
SUPERVISÃO E MONTAGEM NA OBRA
3
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Cód. Autenticidade 400036360461
Í N D I C E
FL. 3052
Rev. 01 - 27/07/14
9.1
Supervisão de Montagem
9.2
Serviços de Montagem
10.
CONDIÇÕES FINAIS
10.1
Limpeza da Instalação
10.2
Identificação das Partes do Sistema
11.
PRÉ-OPERAÇÃO
11.1
Objetivo
11.2
Condições
11.3
Necessidades
11.4
Complementação
12.
RECEBIMENTO
VENTILAÇÃO
13.
GARANTIA
13.1
Garantia do Sistema
13.2
Período de Garantia
13.3
Exclusões
13.4
Substituições
14.
MANUTENÇÃO
15.
OPERAÇÃO
16.
TREINAMENTO DO PESSOAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
17.
ESPECIFICAÇÃO DE APLICAÇÃO GERAL
DO
SISTEMA
4
DE
AR
CONDICIONADO
E
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Cód. Autenticidade 400036360461
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
FL. 3053
Rev. 01 - 27/07/14
17.1
Objetivo
17.2
Prescrições Gerais
17.3
Obrigações e Responsabilidades da INSTALADORA
17.4
Fiscalização
17.5
Diário de Obras
17.6
Do Projeto
17.7
Do Canteiro de Obra
17.8
Equipe Técnica da “INSTALADORA”
17.9
Materiais a Empregar
17.10
Do Transporte e Armazenamento de Materiais
17.11
Substituição de Materiais Especificados
17.12
Ensaios e Testes dos Materiais e Instalações
17.13
Das Medidas de Segurança
17.14
Entrega das Obras
5
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Cód. Autenticidade 400036360461
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
FL. 3054
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
1.
OBJETO
1.1
Ar Condicionado
Rev. 01 - 27/07/14
Os sistemas de ar condicionado terão por finalidade
proporcionar condições de conforto térmico, com
controle de temperatura.
Escritórios e Salas de Reunião
Serão utilizados equipamentos a expansão direta, do
tipo Multi Split VRF (Fluxo de Refrigerante
Variável), também conhecido como VRV (Volume de
Refrigerante Variável). Nestes, a rotação dos
compressores e o consequente fluxo (ou volume) de
refrigerante em circulação variam conforme a
demanda, reduzindo o consumo de energia.
Características da Instalação
Centrais independentes atendendo a conjuntos de
salas, agrupadas conforme o tipo de ocupação. As
instalações seguirão o seguinte critério:
-
Unidades
Condensadoras
coberturas dos
edifícios;
posicionadas
nas
- Unidades Evaporadoras com controle individual de
temperatura em cada ambiente;
- Ventiladores de
coberturas;
Ar
Externo
posicionados
nas
- Linhas Frigorígenas e dutos de distribuição de ar
externo dispostos em prumadas.
Cód. Autenticidade 400036360461
Nas Salas Técnicas, cujo funcionamento segue além
do horário de expediente normal, serão utilizados
sistemas centrais dedicados, também do tipo VRV.
6
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
1.1.1
FL. 3055
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
1.1.2
Rev. 01 - 27/07/14
Plenário e Circulação
Serão utilizados equipamentos a expansão direta, do
tipo Splitão.
Características da Instalação
- Unidades
Evaporadoras
contígua ao Plenário;
- Ventiladores de
coberturas;
Ar
posicionadas
na
Externo
sala
de
no
1º
máquinas
posicionados
nas
- Linhas Frigorígenas e dutos de distribuição de ar
externo dispostos em prumadas.
1.1.3
Sala de Segurança (subsolo)
Será utilizado um condicionador do tipo Split.
Características da Instalação
- Unidades Evaporadoras do tipo “Hi Wall”;
- Unidade Condensadora locada no lado externo da
sala.
1.2
Sistemas de Ventilação / Exaustão Mecânica
1.2.1
Sistema de Pressurização de Escadas
Conforme IT 13/2011 do Corpo de
Polícia Militar do Estado de Goiás.
1.2.2
Bombeiros
Exaustão de Sanitários
Concepção
Cód. Autenticidade 400036360461
- Taxa de Renovação de Ar: 15 trocas/H;
7
da
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
- Unidades
Condensadoras
subsolo;
FL. 3056
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
- Sistemas coletivos, com exaustores posicionados
na cobertura.
1.2.3
Garagem – Exaustão Mecânica
A renovação de ar deverá manter o nível de
concentração dos poluentes (CO, Nox, Sox, etc)
abaixo dos limites recomendados. A manutenção da
concentração de CO abaixo do limite das normas da
ANVISA (9 ppm) garante na prática, a manutenção dos
demais poluentes abaixo dos limites recomendados.
A operação dos equipamentos de algumas garagens
poderá ser opcionalmente comandada pelo sinal de
detectores de CO.
Características da Instalação
- Taxa de Renovação de Ar: 6 trocas/h;
- Exaustores e dutos de captação individuais para
cada subsolo;
1.3
Automação
Nas áreas privativas, o controle será individual em
cada ambiente.
Cód. Autenticidade 400036360461
Nas áreas comuns, o controle e o monitoramento serão
efetuados pelo sistema de automação predial.
8
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Garagens subterrâneas, sem poços que possibilitem a
ventilação natural, necessitam de renovação de ar
por ventilação mecânica.
FL. 3057
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
1.4
Rev. 01 - 27/07/14
BASES DE DADOS
1.4.1 Local
- Goiânia (GO)
- Altitude: 747 m acima do nível do mar
- Temperatura de Bulbo Sêco
:
35°C
- Temperatura de Bulbo Úmido
:
24°C
1.4.3 Condições Internas
1.4.4
1.4.5
- Temperatura de Bulbo Sêco
:
23 ± 1°C
- Umidade Relativa (sem controle)
:
50 ± 10%
Renovação do Ar
Escritórios
=
27 m³/h por pessoa
Saguão
=
17 m³/h por pessoa
Hall de elevadores =
17 m³/h por pessoa
Fontes Internas de Calor
1.4.6 Iluminação
Escritórios
=
15 w/m²
Hall de elevadores
=
50 w/m²
=
30 w/m²
1.4.7 Cargas de Piso
Cód. Autenticidade 400036360461
Escritórios
1.4.8 Pessoas
9
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
1.4.2 Condições Externas de Verão
FL. 3058
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Escritórios
=
7 m²/pessoa
Saguão
=
10 m²/pessoa
1.4.9 Perfis de Ocupação
Iluminação/
Cargas
de
Piso
8
Pessoas
7
%
10
0
40
Hora
Hora
%
%
Hora
%
Hora
1.4.10
9
100
12
60
13
10
0
18
=
=
=
100%
100%
100%
Vidros
- Fator de Sombreamento dos Vidros Periféricos (SC) =
0,35 (máximo), mais a utilização de persianas
internas de cor clara (100% fechadas).
- Coeficiente Global de Transmissão de Calor (U) =
1,00 BTU/h.ft².f
1.4.11
Telhados
- composição: laje + forro
- coeficiente global de transmissão de calor (U) =
0,115 BTU/h.ft².f
1.4.12Paredes
- composição: 8” alvenaria de blocos de concreto
Cód. Autenticidade 400036360461
Hora
20
Cálculo dos Condicionadores de Ar
Pessoas
Iluminação
Carga de Piso
%
- coeficiente global de transmissão de calor (U) =
0,402 BTU/h.ft².f
10
40
20
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Hora
FL. 3059
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
1.4.13
Rev. 01 - 27/07/14
Nível de Ruído
O nível de ruído originado pelo sistema de ar
condicionado deverá seguir as recomendações da NC-40.
1.4.14
Energia Elétrica Disponível
O consumo máximo de energia do
condicionado deverá ser 1,2 kW/TR.
1.4.15
sistema
de
ar
Sistemas de Ventilação Mecânica
Taxas Mínimas de Renovação de Ar
Copa
Garagens
Depósitos
Sanitários
Vestiários
=
=
=
=
=
15,0 trocas/hora
6,0 trocas/hora
10,0 trocas/hora
15,0 trocas/hora
15,0 trocas/hora
1.4.16
Critérios de Dimensionamento das Redes de Dutos
1.4.17
Redes de Dutos - Baixa Pressão (Geral)
- Máxima Perda Linear = 1,2 Pa/m
- Máxima Velocidade = 8 m/s
Cód. Autenticidade 400036360461
O Instalador deverá considerar no fornecimento
todos os componentes e serviços, mesmo que não
especificamente mencionados ou indicados, de forma
que
o
sistema
opere
de
forma
plenamente
satisfatória.
11
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
A tensão elétrica disponível para o sistema de ar
condicionado
e
ventilação
mecânica
será
em
380V/3F/60Hz.
FL. 3060
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
NORMAS
O projeto foi desenvolvido tendo como
seguintes normas e/ou recomendações:
3.
base
as
- NBR 16.401
(Normas Brasileiras)
- ASHRAE
(American
Society
of
Heating,
Refrigerating, and Air Conditioning
Engineers)
- SMACNA
(Sheet Metal and Air Conditioning
Contractors National Association)
- AMCA
(Air Moving and Conditioning
Association)
- ARI
(American Refrigeration Institute)
DESENHOS
Os desenhos abaixo listados completam o presente
memorial e indicam as disposições pretendidas para
a instalação dos equipamentos dos sistemas de ar
condicionado e ventilação.
OS DESENHOS ABAIXO SE ENCONTRAM NA FASE EXECUTIVO
DESENHO Nº
1206-CLI-EX-4SS-001
1206-CLI-EX-3SS-002
1206-CLI-EX-2SS-003
1206-CLI-EX-1SS-004
1206-CLI-EX-TER-005
1206-CLI-EX-TIP-006
Cód. Autenticidade 400036360461
1206-CLI-EX-COB-007
TÍTULO
PROJETO DE AR CONDICIONADO
PLANTA DO 4º SUBSOLO
PROJETO DE AR CONDICIONADO
PLANTA DO 3º SUBSOLO
PROJETO DE AR CONDICIONADO
PLANTA DO 2º SUBSOLO
PROJETO DE AR CONDICIONADO
PLANTA DO 1º SUBSOLO
PROJETO DE AR CONDICIONADO
PLANTA DO PAVIMENTO TÉRREO
PROJETO DE AR CONDICIONADO
PLANTAS DOS PAVIMENTOS TÍPICOS
PROJETO DE AR CONDICIONADO
PLANTA DA COBERTURA
12
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
2.
Rev. 01 - 27/07/14
FL. 3061
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.
Rev. 01 - 27/07/14
ESPECIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS
NOTAS:
b) Onde a expressão "Fabricantes Aceitáveis" for
utilizada, deve-se entender que o Instalador
poderá optar pelo fornecimento de componentes,
de um destes fabricantes.
Atentar, se a escolha divergir do fabricante de
referência, para as alterações de dimensões,
quantidades
de
materiais
e
componentes
necessários á integração do mesmo ao projeto
como um todo, seja ao nível de proposta, bem
como de fornecimento e execução.
Além disto, deverão ser notificadas claramente
na proposta as diferenças de marcas e as
variações
de
componentes
decorrentes
desta
escolha.
Cód. Autenticidade 400036360461
c) Onde a expressão "Ou Equivalente" for utilizada,
deve-se entender que os componentes ofertados em
lugar
dos
indicados
como
fabricante
de
referência,
deverão
ser
efetivamente
equivalentes no que se referem à aplicação
técnica, operacional e de performance.
13
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
a) Onde a expressão "Fabricante de Referência" for
utilizada, deve-se entender que os documentos
gráficos,
detalhes
e
especificações
foram
elaborados na base das informações técnicas
deste fabricante.
FL. 3062
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.1
Rev. 01 - 27/07/14
Condicionadores de Ar de Expansão Direta “VRF"
com Condensação a Ar
4.1.1
Unidades Evaporadoras
Gabinete em disposição horizontal, para instalação
embutida e do tipo para dutos de baixa pressão.
Serpentina de evaporação, construída em tubos de
cobre com aletas em alumínio. A velocidade do ar na
face da mesma não deverá ser superior a 2,7 m/s.
Válvula de expansão
montada de fábrica.
eletrônica
deverá
fornecida
Ventilador do evaporador, do tipo centrífugo, com
rotor de pás curvadas para frente (SIROCCO),
balanceado estática e dinamicamente, executado em
plástico de engenharia. Deverá ser acionada por
motor elétrico de indução, à prova de pingos e
respingos
para
40°C
de
elevação
máxima
de
temperatura
em
funcionamento
contínuo.
O
acoplamento do ventilador ao motor elétrico de
acionamento deverá ser direto.
O
ventilador
velocidades.
deverá
possuir
no
mínimo
3
Os filtros de ar deverão ser em resina, laváveis,
recuperáveis, classe G3 da ABNT.
Cód. Autenticidade 400036360461
O controle de temperatura da unidade deverá ser
computadorizado, com controle remoto, sem fio.
14
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
As unidades deverão ser resfriadas a ar, do tipo
dividido múltiplo sistema e compressor equipado com
conversor de frequência. Consistindo de uma unidade
condensadora e de múltiplas unidades evaporadoras,
conectadas por rede frigorígena e com controle
individual.
FL. 3063
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.1.2
Unidades Compressoras /
Unidade Condensação a ar
Rev. 01 - 27/07/14
Condensadoras
(VRF)
com
Compressor
do
tipo
“Scroll”,
para
fluido
refrigerante R-410A, montado sobre estrutura de
perfis de aço, com calços antivibrantes e ser
acionado por motor elétrico, sendo pelo menos um
circuito de compressão de rotação variável e os
demais
de
rotação
constante.
O
circuito
de
compressão de rotação variável deverá der acionado
por um conversor de freqüência tendo rotação
variável conforme a demanda de capacidade térmica.
O circuito frigorígeno deverá ser completo de
dispositivos de controle, proteção e segurança tais
como: sensores de temperatura de descarga e de
sucção, pressostatos de alta e baixa pressão,
válvulas solenóides, válvulas de serviço, filtro
secador, separador de óleo, etc.
O controle de capacidade será efetuado através de
conversor
de
freqüência.
Será
determinada
eletronicamente por sensoriamento operacional de
temperatura, pressão de sucção, pressão de descarga
do
refrigerante
e
por
requerimentos
de
monitoramento das unidades evaporadoras.
O conjunto, unidade condensadora / compressora,
deverá permitir a operação de resfriamento OU de
aquecimento, porém não simultâneos.
Condensador do tipo a ar, com trocador de calor de
placas, de alto desempenho, com aletado de alta
eficiência. Ventiladores axiais com motor de
corrente contínua com conversor de freqüência.
Cód. Autenticidade 400036360461
O quadro elétrico deverá ser montado no próprio
gabinete, contendo todos os dispositivos que
permitam o correto funcionamento do equipamento,
atendendo também às unidades evaporadoras.
15
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Gabinete em disposição vertical, executado em chapa
de
aço
galvanizada,
painéis
removíveis,
com
tratamento anticorrosivo e pintura de acabamento.
Internamente
deverá
possuir
isolamento
termoacústico.
FL. 3064
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.1.3
Rev. 01 - 27/07/14
Controle Remoto Central
Deverá ser fornecido um sistema de Controle Remoto
Central por Torre.
O controle deverá ter as mesmas funções que o
controle remoto das unidades evaporadoras e poder
operar, parar, ajustar e mostrar a condição de
operação de cada equipamento.
Deverá ter a capacidade de operar até 64 grupos de
unidades evaporadoras.
4.1.4
Instalação dos Condicionadores de Ar
Quando da instalação das unidades condensadoras e
evaporadoras em suas locações definitivas, deverão
ser incluídos para tanto, todos os materiais e
serviços necessários, inclusive as bases metálicas,
calços antivibrantes, ligações frigoríficas, de
controle e de alimentação elétrica.
4.1.5
Documentação
O
Proponente
deverá
seguintes documentos:
fornecer
no
mínimo,
os
- Folha de Dados Técnicos - de cada condicionador
de ar (com a proposta);
- Desenho Dimensional de cada condicionador de ar,
com peso;
- Manual de Instalação, Operação e Manutenção dos
condicionadores de ar;
- Catálogos dos
proposta).
Cód. Autenticidade 400036360461
4.1.6
condicionadores
de
ar
(com
a
Garantia das Unidades Condensadoras e Evaporadoras
O Proponente deverá garantir o conjunto unidades
condensadoras e evaporadoras, e controle remoto
central, quanto ao reparo e/ou substituição, sob
suas expensas, de todo material em que se constatar
16
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Deverá
possibilitar
comunicação
em
nível
gerenciador, com o sistema supervisório do edifício
por protocolo BACNET.
FL. 3065
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
defeito de projeto ou fabricação, durante o período
de
12
meses
a
partir
do
início
de
seu
funcionamento. Os compressores deverão ter garantia
mínima de 36 meses.
Fabricantes
Fabricante de Referência:
Fabricantes Aceitáveis:
4.2
LG.
LG, MITSUBISHI,
HITACHI.
DAIKIN,
Condicionadores de Ar de Expansão Direta
Condensação a Ar Remota – Tipo “SPLITÃO”
com
Os condicionadores são do tipo dividido - consistem
de uma unidade condensadora resfriada a ar,
instalada
externamente,
conectada
por
rede
frigorígena a uma unidade evaporadora instalada no
interior do prédio.
4.2.1
Unidades Evaporadoras
Gabinetes projetados para distribuição de ar por
rede de dutos, com possibilidade de instalação em
disposição horizontal.
Construção
em
chapas
de
aço
galvanizado
e
fosfatizado, revestidos por processo de pintura a
pó poliéster.
Serpentina de evaporação, construída em tubos de
cobre com aletas em alumínio. A velocidade do ar na
face da mesma não deverá ser superior a 2,7 m/s.
Válvula de expansão
montada de fábrica.
eletrônica
deverá
fornecida
Cód. Autenticidade 400036360461
Ventilador do evaporador, do tipo centrífugo, com
rotor de pás curvadas para frente (SIROCCO),
balanceado estática e dinamicamente, executado em
plástico de engenharia.
Acionamento por motor elétrico de indução, à prova
de pingos e respingos para 40°C de elevação máxima
de temperatura em funcionamento contínuo.
17
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
4.1.7
FL. 3066
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
O ventilador
velocidades.
deverá
Rev. 01 - 27/07/14
operar
no
mínimo
em
3
Acoplamento do ventilador ao motor elétrico
acionamento por meio de correias e polia.
de
Filtros de ar em resina, laváveis, recuperáveis,
classe G3 da ABNT.
4.2.2
Unidades
Compressoras
Condensação a Ar
/
Condensadoras
ser
c/
Gabinete em disposição vertical, executado em chapa
de
aço
galvanizada,
painéis
removíveis,
com
tratamento anticorrosivo e pintura de acabamento.
Internamente
deverá
possuir
isolamento
termoacústico.
Compressor
do
tipo
“Scroll”,
para
fluido
refrigerante R-410A, montado sobre estrutura de
perfis de aço, com calços antivibrantes e ser
acionado por motor elétrico, sendo pelo menos um
circuito de compressão de rotação variável e os
demais
de
rotação
constante.
O
circuito
de
compressão de rotação variável deverá der acionado
por um conversor de frequência tendo rotação
variável conforme a demanda de capacidade térmica.
Circuito frigorígeno completo com dispositivos de
controle, proteção e segurança tais como: sensores
de
temperatura
de
descarga
e
de
sucção,
pressostatos de alta e baixa pressão, válvulas
solenóides, válvulas de serviço, filtro secador,
separador de óleo, etc.
Controle de capacidade será efetuado através de
conversor
de
frequência.
Será
determinada
eletronicamente por sensoriamento operacional de
temperatura, pressão de sucção, pressão de descarga
do
refrigerante
e
por
requerimentos
de
monitoramento das unidades evaporadoras.
Cód. Autenticidade 400036360461
Regime de operação:
(não simultâneos).
resfriamento
18
OU
aquecimento
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Controle de temperatura da unidade deverá
computadorizado, com controle remoto, sem fio.
FL. 3067
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Condensador do tipo a ar, com trocador de calor de
placas, de alto desempenho, com aletado de alta
eficiência.
Ventiladores axiais com motor de corrente contínua
com conversor de frequência.
4.2.3
Controle Remoto Central
Controle Remoto Central por ambiente, com as mesmas
funções
do
controle
remoto
das
unidades
evaporadoras: operar, parar, ajustar e mostrar a
condição de operação de cada equipamento.
4.2.4
Instalação dos Condicionadores de Ar
Quando da instalação das unidades condensadoras e
evaporadoras em suas locações definitivas, deverão
ser incluídos para tanto, todos os materiais e
serviços necessários, inclusive as bases metálicas,
calços antivibrantes, ligações frigoríficas, de
controle e de alimentação elétrica.
4.2.5
Documentação
O
Proponente
deverá
seguintes documentos:
fornecer
no
mínimo,
os
- Folha de Dados Técnicos - de cada condicionador
de ar (com a proposta);
- Desenho Dimensional de cada condicionador de ar,
com peso;
- Manual de Instalação, Operação e Manutenção dos
condicionadores de ar;
Cód. Autenticidade 400036360461
- Catálogos dos
proposta).
condicionadores
19
de
ar
(com
a
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Quadro elétrico montado no próprio gabinete,
contendo todos os dispositivos necessários ao
correto funcionamento do equipamento, atendendo
também às unidades evaporadoras.
FL. 3068
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.2.6
Rev. 01 - 27/07/14
Garantia das Unidades Condensadoras e Evaporadoras
4.2.7
Fabricantes
Fabricante de Referência: HITACHI.
Fabricantes
Aceitáveis:
4.3
Rede Frigorígena
4.3.1
Tubulação
CARRIER,
BRYANT.
TRANE,
YORK,
- Cobre flexível - (Tipo O) - Cobre macio, pode ser
facilmente dobrado com as mãos.
-
Cobre rígido - (Tipo
fornecidos em barras.
1/2H)
-
Pressão máxima admissível:
- R410A = 4.30MPa - 43kg/cm² - 624psi.
Cód. Autenticidade 400036360461
Espessuras Recomendadas:
1/4"
3/8"
1/2"
5/8"
3/4"
3/4"
7/8"
1"
1.1/8"
1.1/4"
1.3/8"
1.1/2"
1.5/8"
1.3/4"
-
0.8mm
0.8mm
0.8mm
0.8mm
1.2mm
1.2mm
1.2mm
1.2mm
1.2mm
1.2mm
1.5mm
1.5mm
1.5mm
1.5mm
(1/32")
(1/32")
(1/32")
(1/32")
(1/16")
(1/16")
(1/16")
(1/16")
(1/16")
(1/16")
(1/16")
(1/16")
(1/16")
(1/16")
20
flexível
flexível
flexível
flexível
flexível
rígido
rígido
rígido
rígido
rígido
rígido
rígido
rígido
rígido
Cobre
duro,
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
O Proponente deverá garantir os conjuntos de
condensadoras/evaporadoras/controles
centrais,
cabendo reparo e/ou substituição sob suas expensas,
de todo material em que se constate defeito de
projeto ou fabricação, durante o período de 12
meses a partir do início de seu funcionamento. Os
compressores deverão ter garantia mínima de 36
meses.
FL. 3069
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
- Estocagem da tubulação
Estocar
a
(cobertos).
tubulação
em
locais
fechados
A estocagem em locais externos pode permitir a
entrada de sujeira, lixo, ou água na tubulação.
As extremidades devem ser tampadas até o momento
em que estes sejam usados para solda.
curvas,
TEE's
e
uniões
em
sacos
Obs.: O novo óleo utilizado para refrigerante
R410A absorve 10 vezes mais umidade que o óleo
mineral (convencional). Isto resulta nos maiores
cuidados.
- Uso de óleo nos flanges
Para evitar que o atrito provoque descamação ou
trincas nos flanges e para uma melhor vedação
durante
o
aperto
das
porcas,
uma
pequena
quantidade
de
óleo
deve
ser
aplicada
às
superfícies de contato.
Utilizar óleos à base de éster (POE), éter ou
Alquilbenzeno (óleos sintéticos).
Obs.: A penetração de óleo mineral no sistema
causará danos ao compressor.
4.3.2
Solda
Não realizar soldas em locais externos durante dias
chuvosos.
Aplicar solda não oxidante.
Se a tubulação não for conectada imediatamente aos
equipamentos as extremidades devem ser seladas.
Cód. Autenticidade 400036360461
Para evitar a formação de óxidos e fuligem no
interior
da
tubulação,
que
dissolvidos
pelo
refrigerante
irão
provocar
entupimento
de
orifícios,
filtros,
capilares
e
válvulas,
é
recomendado
que
seja
injetado
nitrogênio
no
interior da tubulação durante o processo de solda.
21
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Guardar as
plásticos.
FL. 3070
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
O nitrogênio substitui o oxigênio no interior da
tubulação evitando a carbonização e ajudando a
remover a umidade. Tampar todas as pontas da
tubulação onde não está sendo feito o serviço.
Pressurize a tubulação com 0,02 MPa (0,2kg/cm² 3psi) tampando a ponta onde se trabalhará com a
mão. Quando a pressão atingir o ponto desejado
remova a mão e inicie o trabalho.
4.3.3
Teste de escoamento
Tampando todas as pontas, exceto uma, verifique se
não existem obstruções em cada ponta dos ramais.
4.3.4
Teste de estanqueidade
a) Aplicar nitrogênio até que a pressão atinja
0,5MPa (5kg/cm² - 73psi), aguarde por 5 minutos
verificando se a pressão não cai.
b) Elevar a pressão para 1,5MPa (15kg/cm² - 218psi),
aguarde mais 5 minutos e verifique se a pressão
não cai.
c) Pressurizar a tubulação com nitrogênio até 4MPa 40kg/cm² - 580psi. Leve em conta a temperatura na
avaliação da pressão. Observe a temperatura
ambiente neste instante e anote.
A tubulação poderá ser aprovada se não houver queda
de pressão em um período de 24h. Observar que a
variação
da
temperatura
entre
o
momento
de
pressurização e verificação da pressão (intervalo
de 24h) pode provocar alteração da pressão,
considerar que cada 1oC equivale a uma variação de
0,01MPa ( 0,1kg/cm² - 1,5 psi) devendo ser levado
em conta na verificação.
Cód. Autenticidade 400036360461
Se uma queda de pressão for verificada, aplicar o
teste de espuma nas conexões, soldas e flanges,
realize a correção onde encontrado vazamento e
proceda ao teste de vazamento padrão novamente.
Obs.:
Caso
seja
utilizado
refrigerante
para
investigar vazamento, use R410A e o insira no
estado líquido.
22
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Após a instalação deixar as pontas protegidas para
evitar entrada de elementos estranhos no interior
da tubulação.
FL. 3071
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.3.5
Rev. 01 - 27/07/14
Vácuo
A bomba deve ser de boa qualidade e possuir
manutenção adequada (verificar estado e nível do
óleo). A bomba deve ser capaz de atingir vácuo de
65Pa (500 microns) após 5 minutos de trabalho
fechada em teste.
Utilizar vacuômetro capaz de ler pressões absolutas
inferiores à 650Pa (5000 mícron). Não utilizar o
manifold, pois ele não é capaz de medir o vácuo de
650Pa (5000 mícron ou -755mmHg) com escala inferior
a 130Pa (1000 mícron ou 1mmHg).
Procedimento:
A)Inicie o vácuo e aguarde até atingir um nível
inferior a 650Pa (5000 mícron).
B)Mantenha o processo de vácuo por mais 1h.(A esta
pressão a água evapora sendo removida da
tubulação).
C)Pare o processo de vácuo, aguarde 1h, observando
que a pressão não se eleve mais que 130Pa (1000
mícron). Esta variação é aceitável.
D)Se houver variação superior a 130Pa (1000
mícron), realizar o procedimento de vácuo especial.
Procedimento de vácuo especial:
Cód. Autenticidade 400036360461
Quando a pressão de 650Pa (5000 mícron) não puder
ser atingida após 3h de trabalho, ou houver
variação maior que 130Pa (1000 mícron) após 1h de
espera com a bomba desligada, é possível que água
tenha se acumulado no interior da tubulação ou
exista um vazamento.
Quando existir a suspeita de água quebre o vácuo
com nitrogênio até a pressão de 0,05MPa (0.5kg/cm²
, 400mmHg ou 7psi) e iniciar o vácuo novamente até
atingir 650Pa (5000 mícron), aguarde 1h com a bomba
operando, desligar a bomba e observe se após 1h não
23
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Utilizar apenas bomba de vácuo com válvula de
bloqueio contra refluxo em caso de desligamento.
Caso contrário o óleo da bomba de vácuo poderá ser
succionado para o interior da tubulação provocando
contaminação.
FL. 3072
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
ocorre uma elevação superior a 130Pa (1000 mícron)
em relação à pressão no instante do desligamento da
bomba. Este procedimento deverá ser realizado até
que uma variação inferior a 130Pa (1000 mícron)
seja obtida.
4.3.6
Carga de gás
Uma vez que o vácuo desejado tenha sido obtido,
conectar a garrafa de fluido refrigerante a
tubulação e liberar o refrigerante até que o peso
calculado tenha sido obtido, ou as pressões da
garrafa e da tubulação tenham se igualado. Caso na
tenha sido possível injetar a carga completa,
marcar
a
quantidade
faltante
e
realizar
o
complemento da carga durante os primeiros 30
minutos de operação do sistema.
Embora a carga inicial tenha sido calculada,
poderão existir variações de medidas entre a planta
e obra que provoque a necessidade de ajuste manual
após o final do auto diagnóstico do sistema. Estar
atento a ocorrência de superaquecimento elevado ou
sub-resfriamento insuficiente.
A carga deve ser realizada no estado liquido.
Embora o R410A seja um refrigerante pseudoazeotrópico (ponto de evaporação R32 = -52°C, R125
= -49°C) e pode ser em forma geral ser manuseado
como R22, todavia, fazer a carga no estado líquido,
caso contrário a composição no cilindro poderá
sofrer pequenas variações.
4.3.7
Isolamento térmico
Para seleção dos isolantes adequados os parâmetros
abaixo deverão ser observados:
Cód. Autenticidade 400036360461
Faixa normal de operação das temperaturas da linha
de líquido (15 ~ 80oC)
Faixa normal de operação das temperaturas da linha
de gás (0 ~ 100oC).
24
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Outra forma de se obter a qualidade de vácuo
necessária é prolongar o vácuo atingindo valores
inferiores à 90Pa (700 mícron) e ao parar a bomba
por 1h, observar que a pressão não ultrapasse 130Pa
(1000 mícron).
FL. 3073
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Diâmetro
Locais
dos Tubos
Normais
POL.-mm
Líquido Gás
mm
mm
1/4"-6,4
9
12
3/8"-9,5
12
18
1/2"-12,7
13
19
5/8"-15,9
13
20
3/4"-19,1
14
22
7/8"-22,2
12
23
1"-25,4
12
24
1 1/8"12
24
28,6
1 1/4"12
25
31,8
1 3/8"12
25
34,9
1 1/2"12
26
38,1
1 5/8"12
27
41,3
1 3/4"12
27
44,5
Locais Úmidos
Locais
Críticos
Liquido Gás
mm
9
12
14
25
14
25
14
25
16
25
14
32
14
34
14
35
Liquido
mm
9
14
14
15
16
14
14
14
Gás
mm
12
19
20
22
23
25
25
26
14
26
14
35
14
27
14
36
14
27
14
38
14
28
14
38
14
29
14
38
Locais Normais = locais com temperatura amena e
baixa umidade ex: forro entre andares condicionados
sem ventilação e em cidades que não sejam
litorâneas ou na região norte do país.
Locais Úmidos = cidades que não sejam litorâneas ou
na região norte do país
Cód. Autenticidade 400036360461
Locais Críticos = subsolos úmidos
Os tubos isolantes deverão ser vestidos evitando-se
corta-los longitudinalmente. Quando isto não for
possível,
deverá
ser
aplicada
cola
adequada
indicada pelo fabricante e cinta de acabamento
auto-adesiva em toda a extensão do corte. Em todas
as emendas deverá ser aplicada cinta de acabamento
de forma a não deixar os pontos de união dos
trechos de tubo isolante que possam com o tempo
permitir a infiltração de umidade. Para garantir a
perfeita união das emendas recomenda-se uso de
cinta de acabamento exemplo : Cinta Armaflex ou
similar K-Flex.
25
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Utilizar espuma elastomérica Armflex A/F ou similar
K-Flex, capaz de suportar as temperaturas máximas
acima indicadas e de proporcionar garantia contra
condensação nas temperaturas mínimas indicadas.
FL. 3074
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Uma vez colado o isolamento, a instalação não
deverá ser utilizada pelo período de 36h.
Recomenda-se o uso da cola indicada pelo fabricante
exemplo: Armaflex 520 ou equivalente.
Os trechos do isolamento expostos ao sol ou que
possam
esforços
mecânicos
deverão
possuir
acabamento externo de proteção: Uso de fita de PVC,
folhas
de
Alumínio
Liso
ou
corrugado
ou
revestimentos
auto-adesivos
desenvolvidos
pelo
fornecedor do isolamento exemplo: Arma-check D ou
Arma-check S ou similar K-Flex.
4.3.8
Suportes
Os suportes das tubulações deverão ser executados
em sistemas de canaletas e fixadores de tubos em
cunha cônica de aperto, tipo SRS, de fabricação
SISA ou similar.
Cód. Autenticidade 400036360461
Os suportes deverão ser confeccionados de forma a
não esmagar o isolante ou corta-lo com o tempo. O
isolante e tubo de cobre não deverão possuir folgas
internas de forma a evitar a penetração de ar e
condensação. Os trechos finais do isolante deverão
ter acabamento que impeça a entrada de ar entre o
tubo de cobre e tubo isolante.
26
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Quando a espessura não puder ser atendida por
apenas uma camada de isolante, devera ser utilizado
outro tubo com diâmetro interno compatível com o
externo da segunda camada, no caso de corte
longitudinal para encaixe do tubo as emendas
coladas deverão ser contrapostas em 180º e a emenda
externa
selada
com
cinta
de
acabamento.
As
espessuras deverão ser similares de ambas as
camadas utilizadas.
FL. 3075
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.4
Rev. 01 - 27/07/14
Equipamentos de Ventilação/Exaustão
O ventilador deverá ser do tipo centrífugo, de
simples ou dupla aspiração, conforme indicado nos
desenhos.
Onde indicado, deverá ser montado em gabinete
metálico, com ou sem filtros, conforme indicado nas
folhas de dados.
No gabinete deverá ser previsto furo fornecido com
tampa plástica, para interligações elétricas. Este
furo deverá ser localizado na tampa de descarga do
ar, e com diâmetro dimensionado em função da
potência do motor.
As caixas de exaustão (VE) deverão ser fornecidas
com tampa de entrada do ar, com furação e flange no
tamanho do duto de entrada de ar, indicado nos
desenhos.
Deverá ser selecionado, para operar com rendimento
mecânico mínimo de 60%, e com velocidade de
descarga máxima de 9 m/s em geral, e de 12 m/s para
os ventiladores de pressurização das escadas e
controle de fumaça. A área de descarga deverá ser
conforme norma AMCA.
4.4.1
4.4.1.1
Características Construtivas dos Ventiladores
Carcaça
Deverá ser construída em chapa de aço carbono
AISI 1020, suportada por estrutura de perfis de
aço AISI 1020, em ambas as laterais, que deverá
ser adequada para evitar vibrações excessivas.
Cód. Autenticidade 400036360461
4.4.1.2
Bocal de Aspiração
O bocal ou cone de aspiração deverá ter forma
aerodinâmica e executado em chapa de aço especial
AISI 1020 E.5, de forma a evitar deformações e
reduzir a fricção do ar na entrada do ventilador.
Deverá ser repuxado e precisamente ajustado ao
rotor e carcaça.
27
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Deverá possuir rotores do tipo pás inclinadas para
frente (forward) para trás (back ward) de pás
planas, conforme folhas de dados.
FL. 3076
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.4.1.3
Rev. 01 - 27/07/14
Rotor
Deverá ser construído em chapa de aço carbono,
AISI 1020, e constituído de disco base com pás,
soldadas eletricamente por cordão contínuo, e
eixo de aço.
Deverá ser estática e dinamicamente balanceado.
Eixo
Deverá ser projetado para trabalhar perfeitamente
dentro das condições limites estabelecidas, 120%
da rotação máxima, sendo fabricado em aço AISI
1045, usinado com precisão de modo a alcançar
ajustes e tolerâncias recomendadas.
4.4.1.5
Transmissão
A transmissão deverá ser efetuada por polias e
correias em "V", antiestáticas, e dimensionadas
para um fator de serviço mínimo de 1,5. As polias
deverão ser fabricadas com um mínimo de 02 (dois)
gornes e em ferro fundido.
4.4.1.6
Mancais
Os mancais deverão ser do tipo monobloco, com
perfeito alinhamento entre os dois rolamentos.
A lubrificação, mesmo em serviço deverá ser
assegurada por pontos de lubrificação colocados
diretamente sobre cada mancal.
Os mancais deverão ser autocompensadores montados
com buchas de fixação e dimensionados para uma
vida útil mínima de 10.000 horas.
4.4.1.7
Base para Motor Elétrico de Acionamento
Cód. Autenticidade 400036360461
Deverá ser constituída de perfis do tipo "U" de
aço carbono soldados eletricamente.
A base deverá ser integrada ao conjunto do
ventilador e ter suficiente rigidez mecânica de
forma
a
suportar
amplamente
os
esforços
recebidos.
28
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
4.4.1.4
FL. 3077
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Deverá ser provida de trilhos esticadores,
fabricados em aço carbono, que permitirão fácil
posicionamento e ajuste da transmissão.
4.4.1.8
Protetor Polias e Correias
4.4.1.9
Motor de Acionamento
Deverá ser do tipo de indução, de alto rendimento
a prova de pingos e respingos, para 40°C de
elevação máxima de temperatura em funcionamento
contínua, proteção IP-55 e totalmente fechado com
ventilação externa.
4.4.1.10
Proteção de Superfícies
O ventilador deverá receber tratamento anticorrosivo e pintura de acabamento consistido
basicamente
de
fosfatização
ou
jateamento,
pintura base em primer a base de zinco, camada de
fundo selador e pintura de acabamento em esmalte
sintético de alta resistência, na cor padrão do
fabricante.
4.4.2
Identificação
O ventilador deverá possuir uma placa metálica de
identificação, fixada em local visível e de fácil
acesso, contendo os seguintes dados gravados de
forma indelével:
* Nome do fabricante
* Modelo do equipamento
* Número de série
* Número de identificação do equipamento (TAG)
Cód. Autenticidade 400036360461
* Vazão de ar exaurido
* Pressão estática do ventilador
29
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Deverá ser construído em chapa de tela expandida,
fixado à carcaça do ventilador por parafusos,
sendo provido de aberturas para utilização de
tacômetro.
FL. 3078
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
* Rotação do ventilador
* Potência e número de polos do motor do ventilador
* Tensão elétrica do motor do ventilador
Fabricantes
Fabricantes Aceitáveis:
TORIN, PROJELMEC.
BERLINER
LUFT,
OTAM,
Fabricante de Referência: PROJELMEC.
4.4.4
Instalação dos Ventiladores
Deverá ser prevista a instalação dos ventiladores
em suas bases definitivas, incluindo para tanto
todos os materiais e serviços necessários inclusive
os calços antivibrantes, tipo mola, e suportes.
4.4.5
Inspeção e Testes
- Será realizada a inspeção testemunhada dos
ventiladores e caixas de ventilação, por elemento
designado pela FISCALIZAÇÃO.
- Os testes de desempenho e inspeções deverão ser
sempre realizados nas instalações do fabricante.
- A aprovação do inspetor não isenta o fabricante
das responsabilidades do fornecimento.
- Deverão ser realizados testes de desempenho e
inspeção dimensional e visual em todos os
ventiladores e caixas de ventilação.
Cód. Autenticidade 400036360461
- Deverão
ser
fornecidos
pelo
fabricante,
Certificados de Desempenho de cada ventilador e
caixa de ventilação.
30
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
4.4.3
FL. 3079
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.4.6
Rev. 01 - 27/07/14
Documentação
O
proponente
deverá
seguintes documentos:
fornecer
no
mínimo,
os
- Folha de Dados Técnicos - de cada ventilador (com
a proposta);
- Desenho Dimensional de cada ventilador, com peso;
- Catálogos dos ventiladores (com a proposta).
4.4.7
Preparação para Embarque
- Cada
ventilador
deverá
ser
preparado
convenientemente para despacho. O tipo de embalagem
deverá ser detalhadamente especificado na proposta
indicando o uso de: engradado, pallet ou outro tipo
de dispositivo.
- Cada
ventilador
deverá
ser convenientemente
identificado
de
acordo
com
o
código
de
identificação "TAG NUMBER". Todos os materiais
cujas dimensões ou características não permitam
embarque montados no equipamento deverão ser
embalados separadamente e identificados com o "TAG
NUMBER" do ventilador ou da caixa de ventilação a
que se destinam.
4.4.8
Garantia
Cód. Autenticidade 400036360461
O Proponente deverá garantir os ventiladores quanto
ao reparo e/ou substituição, sob suas expensas, de
todo material em que se constatar defeito de
projeto ou fabricação, durante o período de 24
meses a partir da data de sua entrega, ou 12 meses
a partir do início de seu funcionamento.
31
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
- Manual de Instalação, Operação e Manutenção dos
ventiladores;
FL. 3080
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.5
4.5.1
Rev. 01 - 27/07/14
Dutos de Ar
Duto de Ar para Ventilação Mecânica
Os dutos deverão ser pré-fabricados, e flangeados
(Flange Baixa) com sistema TDC ou POWERMATIC.
Os detalhes construtivos e espessuras de chapa
deverão ser de acordo com as recomendações da
SMACNA, para dutos de classe de pressão de 250 Pa,
em geral.
Todas as dobras ou outras operações mecânicas, nas
quais a galvanização tiver sido danificada, deverão
ser pintadas com tinta anticorrosivo, antes da
aplicação do isolamento, ou pintura.
Todas as
plástica.
juntas
deverão
ser
vedadas
com
massa
Deverão ser previsto portas de inspeção de 25x25cm,
para futura limpeza da rede de dutos, a cada 10m de
trecho reto de duto ou à montante de curvas, ou
dispositivos de controle.
Todos os ramais deverão ter spliters ou registros
para regulagem de vazão, conforme detalhes SMACNA.
Todas as curvas dos dutos de secção convencional
deverão possuir veias defletoras, conforme detalhes
SMACNA.
Os manejos a serem utilizados para o acionamento
dos registros ou splitters deverão ser executados
em chapa galvanizada, com alavanca em ferro; os
demais componentes tais como eixos, pivôs, etc.,
também serão metálicos.
Cód. Autenticidade 400036360461
Os dispositivos de fixação e sustentação (suportes,
ferragens,
etc.),
deverão
ser
em
perfilados
metálicos galvanizados, suspensos por vergalhões
roscados, também galvanizados.
32
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Os dutos de ar de secção convencional (quadrados e
retangulares) deverão ser executados em chapa de
aço galvanizado, grau de zincagem G 90, nas bitolas
recomendadas pela SMACNA, classe de pressão 250 Pa,
e obedecendo ao dimensionamento e disposição
indicados nos desenhos.
FL. 3081
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
As dimensões mínimas dos suportes de dutos e seu
espaçamento deverão obedecer aos detalhes SMACNA.
A ligação dos dutos com a descarga de ventiladores,
bem
como
com
os
dutos
de
retorno
aos
condicionadores de ar, deverá ser feita por meio de
uma conexão flexível de lona; a mesma consideração
será utilizada para interligação da rede de dutos
aos equipamentos de ventilação.
Os mangotes flexíveis utilizados na interligação
dos difusores a redes de dutos deverão ser do tipo
“Sonodec 25” da MULTIVAC. As conexões dos dutos
flexíveis nas redes de dutos de chapa deverão ser
feitas através de registros borboletas MULTIVAC.
4.5.2
Dutos de Ar para Exaustões e Ventilações em Geral
Os dutos de ar deverão ser executados de chapa de
aço galvanizado, nas bitolas recomendadas pela
SMACNA e obedecendo ao dimensionamento e disposição
indicados nos desenhos.
Os detalhes construtivos, e espessuras de chapa,
deverão ser de acordo com as recomendações da
SMACNA, para dutos de classe de pressão 250 Pa.
Todas as dobras ou outras operações mecânicas, nas
quais a galvanização tenha sido danificada, deverão
ser pintada com tinta anti-corrosiva, antes da
aplicação do isolamento, ou pintura.
Todas as
plástica.
juntas
deverão
ser
vedadas
com
massa
Todos os ramais deverão ter spliters ou registros
para regulagem de vazão, conforme detalhes SMACNA.
Cód. Autenticidade 400036360461
Todas as curvas deverão
conforme detalhes SMACNA.
ter
veias
defletoras,
Os manejos a serem utilizados para o acionamento
dos registros ou splitters deverão ser executados
em chapa galvanizada, com alavanca em ferro; os
33
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
A lona a ser utilizada, deverá ser do tipo "lona
plástica" da SANSUY ref.: KP-400.
FL. 3082
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
demais componentes tais como eixos, pivôs, etc.,
também serão metálicos.
Os dispositivos de fixação e sustentação (suportes,
ferragens,
etc.),
deverão
ser
em
perfilados
metálicos galvanizados, suspensos por vergalhões
roscados, também galvanizados.
A ligação dos dutos com os equipamentos de
ventilação, e de exaustão, deverá ser feita por
meio de conexão flexível de lona.
A lona a ser utilizada em todos os casos acima,
deverá ser do tipo "lona plástica" da SANSUY ref.:
KP-400.
Os dutos quando montados aparentes deverão ser
vincados em “X” e pintados com no mínimo: uma demão
de tinta anti-oxidante de proteção, uma demão de
fundo e duas demãos de pintura de acabamento, na
cor a ser definida pela Fiscalização.
4.5.3
Testes de Estanqueidade
Deverão ser realizados testes de estanqueidade,
conforme norma SMACNA em 40% das redes de dutos de
ar condicionado de classe de 250 Pa, e 100% redes
de dutos de pressurização das escadas e de controle
de fumaça, sendo que as mesmas deverão estar
classificadas, quanto a estanqueidade, como:
- Dutos de Ar Condicionado em Geral: 24 (teste de
pressão 250 Pa)
Cód. Autenticidade 400036360461
- Dutos de Ventilação e Exaustão em Geral: 24 (teste
de pressão 250 Pa)
34
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
As dimensões mínimas dos suportes de dutos e seu
espaçamento deverão obedecer aos detalhes SMACNA.
FL. 3083
Rev. 01 - 27/07/14
4.6
Dispositivos de Regulagem e Distribuição de Ar
4.6.1
Grelhas de Exaustão ou Retorno (Aletas Fixas)
As
grelhas
de
exaustão
ou
retorno,
simples
deflexão, aletas horizontais fixas, deverão ser
executadas
em
perfis
de
alumínio
extrudado,
anodizado, na cor natural. Deverão ser dotados de
registro de lâminas convergentes, executados em
chapa de aço, esmaltados a fogo, na cor preta
fosca.
Os tipos e modelos estão indicados nos documentos
gráficos e determinados pelo código do fabricante
de referência.
4.6.2
Grelhas de Porta
As grelhas de porta, com aletas fixas horizontais
em "V" e contra moldura, deverão ser executadas em
perfis de alumínio extrudado, anodizado, na cor
natural.
Os tipos e modelos estão indicados nos documentos
gráficos e determinados pelo código do fabricante
de referência.
4.6.3
Venezianas
As venezianas deverão ser executadas em perfis de
alumínio extrudado, anodizado na cor alumínio
natural, com tela protetora de arame ondulado e
galvanizado na parte posterior.
Os tipos e modelos estão indicados nos documentos
gráficos e determinados pelo código do fabricante
de referência.
4.6.4
Registros de Regulagem
Cód. Autenticidade 400036360461
Deverão ser utilizados
regulagem de vazão:
os
seguintes
tipos
de
a) Registros de lâminas convergentes, executados em
chapa de aço galvanizado, acoplados em moldura em
"U", com acionamento;
35
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
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FL. 3084
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
b) Registros de lâminas convergentes, aerodinâmicas
com o corpo oco, executados em chapa de aço
galvanizado, eixos e mancais reforçados com nylon,
acoplados na moldura em "U", com acionamento
externo à moldura mediante alavancas.
Os tipos e modelos estão indicados nos documentos
gráficos e determinados pelo código do fabricante
de referência.
4.6.5
Tomada de Ar Externo
A tomada de ar externo deverá ser composta por
veneziana de alumínio extrudado, anodizado, na cor
natural e com tela protetora em arame zincado;
registro moldura em chapa de aço carbono, aletas
convergentes, em chapa de aço, pintado com esmalte
sintético na cor preto fosco e moldura de filtragem
em alumínio anodizado na cor natural com elemento
filtrante classe F5 (ABNT).
Os tipos e modelos estão indicados nos documentos
gráficos e determinados pelo código do fabricante
de referência.
4.6.6
Registro de Sobre-Pressão
Os registros de sobre-pressão serão do tipo
multipalhetas basculantes providas de junta de
vedação, sendo sua estrutura executada em chapa de
aço galvanizada ou perfis de alumínio e suas
palhetas em alumínio perfilado, com eixos em latão
e buchas em plásticos, e com hastes de interligação
das aletas, deverão ser de construção reforçada.
Os tipos e modelos estão indicados nos documentos
gráficos e determinados pelo código do fabricante
de referência.
Cód. Autenticidade 400036360461
4.6.7
Atenuadores de Ruídos
Os atenuadores de ruído deverão ser constituídos de
carcaça
de
aço
galvanizado,
que
conterá
36
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Todos os registros conectados a prumadas de ar
exterior, de retorno e de exaustão dos sanitários
da torre deverão ser estanques (20l/s/m2 a 250 Pa),
bem como ter eixo prolongado e base para atuador.
FL. 3085
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
internamente células cujo miolo estará preenchido
com
material
fono-absorvente,
inerte
e
não
inflamável, protegido contra erosão por chapa
metálica perfurada.
Os tipos e modelos estão indicados nos documentos
gráficos e determinados pelo código do fabricante
de referência.
Dampers Corta-Fogo
Os registros corta-fogo deverão ser executados em
chapa de aço galvanizada de forma a resistir à alta
temperatura, completos com mola de acionamento e
trava que mantenha o registro fechado quando
acionados com aleta tipo “sanduíche”, com miolo em
fibra mineral revestida com chapa de aço em ambos
os lados, serão providos de chave de fim de curso
para sinalização, e tampa de inspeção.
Modelo: FK-A da TROX
4.6.9
Fabricantes
Fabricantes Aceitáveis:
TROPICAL, TROX.
Cód. Autenticidade 400036360461
Fabricante de Referência: TROX.
37
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
4.6.8
FL. 3086
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.7
Painéis Elétricos
4.7.1
Normas
Rev. 01 - 27/07/14
Os painéis elétricos deverão ser projetados,
executados e testados de acordo com as seguintes
normas:
ABNT - NB-3 Instalações Elétricas de Baixa Tensão
National Electrical Manufacturas Association
ANSI – American National Standards Institute
IEC
4.7.2
- International Electrotecnical Comission
Geral
Os painéis deverão ser do tipo armário metálico e
terão o escopo de alimentar, proteger e comandar os
equipamentos do sistema de ar condicionado.
4.7.3
Características Construtivas
Deverão
ser
auto-suportados,
independentes e em linhas retas.

Grau de Proteção IP-55

Bitola da Chapa: 14 MSG (mínima)

Estrutura: Chapa dobrada

Instalação: Abrigada
Cód. Autenticidade 400036360461
- Fixação
: na parede (geral)
: pela base (QE da C.A.C.)

Acesso: Frontal

Componentes: Fixos
38
verticais,
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NEMA-
FL. 3087
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
4.7.4 Construção
portas aterradas

gaxeta para vedação de neoprene

fundo fechado

fecho da porta frontal, do tipo
com chave mestrada
póxi lí,
4.7.5 Alimentação e Saída de Força

pela parte superior

por cabos
4.7.6 Pintura
Deverá ser anticorrosiva e acabamento em epóxi pó
RAL 7032.
4.7.7 Plaquetas
Deverão ser em acrílico, aparafusadas nas portas
frontais dos painéis, cor de fundo preto e cor de
letra branca.
4.7.8 Barramentos
Deverão ser de cobre eletrolítico, com capacidade
de condução de corrente em regime permanente, com
folga mínima de 25%, e adequados para ambientes a
40°C, juntas prateadas e isolados em Epóxi.
Os
barramentos
deverão
ter
identificação
permanente para cada fase e terra, devendo ser
pintado na cor azul escuro para fase R, branco
para fase S, violeta para Fase T, azul para
neutro e verde para terra.
Cód. Autenticidade 400036360461
4.7.9 Cabos
Quando especificadas terminações para cabos,
deverão ser fornecidos conectores adequados aos
cabos especificados, com barras de conexão,
39
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
FL. 3088
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
fixação, suportes para cabos e aterramento
adequado. A terminação deve ser montada no
painel, de modo que ao instalar bastará utilizar
os conectores e kits fornecidos, sem necessidade
de adaptações ou materiais adicionais.
4.7.10 Aterramento
Todas as
compõe o
barramento
do painel,
partes metálicas não condutoras que
painel deverão ser ligadas a um
de terra que ficará na parte inferior
correndo por toda a extensão do mesmo.
O barramento deverá ser de cobre eletrolítico,
adequado para suportar um curto-circuito c/ falta
de terra sólido, com duração não inferior à do
“short-time
rating”
de
qualquer
equipamento
componente do painel.
Terminal Principal
Deverão ser fornecidos conectores de pressão
próprios para cabos de cobre encordoados.
Invólucro
O invólucro metálico do painel não deverá ser
considerado como uma interligação efetiva para
aterramento. As portas e peças basculantes
deverão ser aterradas por meio de cordoalhas
flexíveis.
Cabos
Cód. Autenticidade 400036360461
Deverão existir terminais próximos às saídas dos
cabos de força que facilitem o aterramento de
eventuais armações.
40
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Barramento de Terra
FL. 3089
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Rev. 01 - 27/07/14
4.7.11 Cablagem de Controle
Geral
Tipo de Condutores
Os condutores empregados deverão ser de cobre
eletrolítico, encordoados e isolados com material
termoplástico retardante a chama, em bitola
mínima 2,5 mm2 para os circuitos de força e 1,5
mm2 para os circuitos de comando.
Conectores
A fiação ligada a terminais tipo
ter conectores tipo compressão,
fiação ligada, a terminais tipo
ser terminada por conector de
mordedura com pino.
parafuso deverá
com orelhas. A
pressão deverá
compressão por
Identificação
Cada
extremidade
de
condutor
deve
ser
identificada com anel de plástico, com numeração
conforme diagrama de conexão correspondente.
Os condutores reservas deverão ser identificados
e conectados a blocos de terminais, não sendo
aceitável o enrolamento e a selagem dos mesmos.
4.7.12 Componentes Principais
Cód. Autenticidade 400036360461
4.7.12.1 Seccionadores
Deverão ser tripolares, tipo rotativo, com
acionamento sobre carga, para acionamento direto
ou estrela triângulo de motores e adequadas às
potências dos motores, e dimensionados com folga
mínima de 25% de sua corrente nominal.
41
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Os painéis deverão ter fiação conforme NEMA, com
todas
as
interligações
entre
compartimentos
feitas pelo fabricante. Quando o conjunto dos
painéis tiver que ser separado para efeito de
transporte, as interligações entre os diversos
cubículos deverão ser preparadas, pré-testadas e
identificadas de tal modo que possam ser refeitas
pelo instalador sem uso de diagramas de fiação.
FL. 3090
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Vida Útil: 40.000 manobras (mínimo).
4.7.12.2 Disjuntores
Vide Mecânica = 20.000 manobras (AC-3).
4.7.12.3 Disjuntores Motores Magnéticos – Térmicos
Deverão ser tripolares, para manobra (acionamento
rotativo), proteção e alimentação de motores.
Deverão ser dimensionados para a corrente nominal
do motor a ser acionado, serviço AC 3, bem como o
calibre de corrente. Deverá ser fornecido com
bloco
de
contatos
auxiliares,
conforme
a
necessidade indicada nos esquemas elétricos.
Vide Mecânica = 25.000 manobras (AC-3).
4.7.12.4 Contatores
Deverão ser tripolares secos, a ar, conforme
NEMA, adequados para partida direta de motores de
indução trifásicos, e dimensionados com folga
mínima de 25% da corrente nominal.
Vida Útil: 15 milhões de manobras (AC-3).
4.7.12.5 Relés de Tempo
Deverão ser do tipo eletrônico para partidas
estrela-triângulo, com vida útil de 10 milhões de
manobras e pelo menos, 1 (um) contato NA com
retardo e 1 (um) NA sem retardo, com faixa de
ajuste de 2 a 60s.
Cód. Autenticidade 400036360461
4.7.12.6 Chaves Seletoras
Deverão ser do tipo rotativo, montagem na porta
frontal do painel, de acordo com os esquemas
42
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Deverão ser tripolares ou bipolares, conforme a
aplicação, para manobra e proteção de motores.
Deverão ser dimensionados com folga mínima de 25%
de sua corrente nominal e com capacidade de
ruptura conforme UL 489.
FL. 3091
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
indicados nos documentos gráficos, fixação pelo
topo, manoplas tipo asa e na cor preta.
4.7.12.7 Contatores Auxiliares
4.7.12.8 Botoeiras
As
botoeiras
devem
ser do tipo “contatos
momentâneos”. Devem ser operadas externamente sem
necessidade de abertura da porta do cubículo e
possuir dispositivo de travamento na posição
“desligada”. As botoeiras devem ser ligadas aos
circuitos de comandos dos contatores.
4.7.12.9 Sinalização
Deverá ser feita através de lâmpadas nas cores
indicadas
no
projeto,
para
sinalização
de
equipamento:
ligado,
desligado
ou
falha,
respectivamente.
Deverá ser composto de visor e soquete, em corpo
inteiriço ou separado, de modo a permitir a
substituição das lâmpadas sem a necessidade de
abertura da porta. Todas as lâmpadas deverão ser
alimentadas em 220 V.
4.7.12.10 Transformadores
Os transformadores de medição e proteção deverão
estar de acordo com NEMA EI-2 e EI.1, ANSI C-5713 e ABNT-EB- 251.
A notação das características dos transformadores
deverá ser feita pela norma Brasileira.
Os transformadores devem ser
encapsulado em resina póxi.
Cód. Autenticidade 400036360461

do
tipo
seco,
Transformadores de Potencial:
Devem ser extraíveis por fusíveis limitadores
de corrente. Quando não indicado, a tensão
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Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Deverão ser utilizados nos circuitos de comando,
acionamentos em corrente alternada, número de
contatos NA e NF de acordo com documentos
gráficos, vida útil 30 milhões de manobras.
FL. 3092
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
secundária deverá ser 120V e a ligação em delta
aberto, e a classe de precisão para medição de
0,3%, e para proteção e comando de 2%.

Transformadores de Corrente:
As marcações de polaridade devem ser facilmente
visíveis quando observadas da tampa ou porta de
acesso.
Devem ter características térmicas e mecânicas
compatíveis com o nível de curto-circuito do
painel.
Devem ser fornecidos dispositivos que permitam
curto-circuitar os seus terminais, para remoção
de relés ou instrumentos. Os transformadores de
corrente, quando não indicados, devem ter
secundário para 5A; para medição: precisão de
0,3% a 0,6% e relação para limitar a leitura a
plena carga a 75% da escala; proteção: 10% para
relés de sobre corrente e 2,5% para diferencial
proteção
conforme
parágrafo
4.6
da
ANSI
C.37.20C.
4.7.12.11 Instrumentos de Medição
Cód. Autenticidade 400036360461
Deverão ser embutidos na parte frontal, quadrados
96 x 96 mm ou 144 x 144 mm, ANSI 639.1, classe de
precisão 1%, adequados para suportar sem dano as
condições
de
operação
previstas
como:
sobretensão, curto-circuito no lado primário,
partidas, etc. Os medidores voltimétricos devem
ter tensão correspondente aos transformadores de
potencial, comutadores de fase com posição neutra
quando requeridos.
Os medidores amperimétricos devem ser adequados
aos transformadores de corrente correspondentes,
ter comutadores de fase com quarta posição
neutra, amortecimento ou escala expandida para
indicar correntes de partida e operação normal.
44
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Devem ter características de rigidez mecânica
compatíveis com as seccionadoras e devem ter
isolamento para plena tensão do painel. Devem
ser
preferivelmente
montados
na
parte
estacionária
do
painel
para
permitir
a
intercambiabilidade dos disjuntores.
FL. 3093
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
A escala dos instrumentos de medição deve ser
escolhida de modo que, em condições normais, o
ponteiro indicador fique entre 50 e 70% da
escala.
Características Elétricas
Tensão Nominal: 380V-3F
120V (Transformador)
Dispositivos de Partida dos Motores Elétricos
Os dispositivos de partida a serem utilizados,
obedecerão aos seguintes critérios:

até 10 CV: partida direta

acima de 10 CV: soft starter
Inspeção e Testes
Será realizada inspeção testemunhada por elemento
designado pela fiscalização.
Os
testes
e
inspeções
deverão
ser
realizados nas instalações do fabricante.
sempre
A aprovação do inspetor não isenta o fabricante
das responsabilidades do fornecimento.
O roteiro de inspeção e testes deverá ser
apresentado e discutido com a fiscalização antes
da realização dos mesmos.
Deverá ser
visual.
realizada
inspeção
dimensional
Cód. Autenticidade 400036360461
Deverão
ser
realizados
ensaios
no
elétrico, que constarão em princípio de:

Ensaio funcional simulado as operações;

Medição da resistência de isolamento;

Tensão aplicada;
45
e
painel
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Comando:
FL. 3094
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14

Ensaio de funcionamento
equipamentos;

Ensaio de continuidade;

Ensaios de aderência de pintura.
eletromecânico
dos
Documentação
fornecer,
no
mínimo,

Desenho dimensional de cada painel elétrico;

Lista de materiais de cada painel elétrico;

Lista de plaquetas de cada painel elétrico;

Relatórios de testes.
os
Preparação para Embarque

Os painéis elétricos deverão ser enviados em
condições que suas partes internas não sofram
ação de agentes corrosivos.

Os painéis elétricos deverão ser preparados
convenientemente para despacho. Os tipos de
embalagens
deverão
ser
detalhadamente
especificados na proposta indicando o uso de:
engradado,
pallet
ou
outro
tipo
de
dispositivo.

Os
painéis
elétricos
deverão
ser
convenientemente identificados de acordo com o
código de identificação “TAG NUMBER”. Todos os
materiais, cujas dimensões ou características
não permitam serem embarcados montados no
equipamento,
deverão
ser
embalados
separadamente e identificados com o “TAG
NUMBER” do painel elétrico correspondente.
Cód. Autenticidade 400036360461
Garantia

O
Proponente
deverá
garantir os painéis
elétricos quanto ao reparo e/ou substituição,
sob suas expensas, de todo material em que se
46
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O fabricante deverá
seguintes documentos:
FL. 3095
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
47
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Cód. Autenticidade 400036360461
constatar defeito de projeto ou fabricação,
durante o período de 12 meses, a partir do
início da instalação.
FL. 3096
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.8
Rev. 01 - 27/07/14
Rede Elétrica
4.8.1
Geral
Faz parte do escopo desta especificação técnica
todas interligações elétricas entre os painéis e
os equipamentos e todas as interligações do
sistema de controle.
Fiação Elétrica
Os cabos de força e comando serão unipolares, em
condutor de cobre, com encapamento termoplástico,
anti-chama classe de isolação 750V, em geral, e
1000 V para fiações externas, temperatura de
operação de 70°C em cabos singelos.
Deverão ser utilizadas cores diferentes para a
identificação de circuitos e sistemas.
Os cabos de força e os de comando deverão ser
encaminhados em eletrodutos, ou eletrocalhas,
independentes.
4.8.3
Eletroduto e Conexões
Deverão ser do tipo pesado, em aço esmaltado com
costura removida e pontas roscadas para conexões.
Toda mudança de direção deverá ser executada por
caixas de passagem.
As conexões (arruelas, buchas, conectores, boxes,
etc.) deverão ser também em aço esmaltado, e
fornecidos completos com porcas, parafusos e
arruelas, quando necessário.
4.8.4
Caixas de Passagem
Cód. Autenticidade 400036360461
As caixas de passagem deverão ser em alumínio
fundido, fixado com parafusos de rosca paralela,
junta de vedação de borracha, gaxeta de vedação,
entradas sem rosca.
48
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4.8.2
FL. 3097
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
4.8.5 Eletrocalhas e Complementos
Deverão ser executadas em chapa de aço com
galvanização
póxi lítica, perfurada sem tampa,
padronizadas todas as derivações, conexões, e
mudanças de direções deverão ser feitas através
de peças padronizadas.
4.8.6
Ligações Finais
As ligações finais entre os eletrodutos rígidos e
os equipamentos deverão ser executadas com
eletrodutos flexíveis fixados por meio de buchas
e boxes apropriados.
4.8.7
Sustentação
Toda a sustentação necessária para a rede
elétrica
deverá
ser
prevista,
podendo
ser
utilizados fixadores, garras, tirantes, sempre
construídos em aço galvanizado a fogo.
4.8.8
Cores da Fiação
Fase A = Preto
Neutro = Branco
Fase B = Vermelho
Terra
= Verde
Fase C = Azul
Observação
Cód. Autenticidade 400036360461
Os cabos de força e os de controle deverão ser
encaminhados em eletrodutos independentes.
49
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Deverão possuir tampa, quando instaladas em áreas
externas.
FL. 3098
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Fabricantes Aceitáveis–Painéis Elétricos e Rede Elétrica
EQUIPAMENTO
FABRICANTES
Acessórios p/ Painéis
Tasco, Taunus, Elsol
Armários
Taunus, Elsol
Botões de Comando, Botoeiras
Blindex, Siemens, Telemecanique
Bornes
Sprecher-Energie, Conexel
Cabos
Blindados
Instrumentação
p/
Sinal Pirelli, Coresa
Cabos de Força
Pirelli, Alcoa, Siemens
Chaves Seccionadoras
Siemens, ACE, Semitrans
Chaves
Seccionadoras
Fusíveis
Contatores
Contatores Auxiliares
Cubículos
Disjuntores Motores
Chaves
Comutadoras
Voltímetro
Eletrocalhas
Cód. Autenticidade 400036360461
Eletrodutos Galvanizados
– Siemens, ACE, Semitrans
Klochner
Moeller,
Siemens,
Telemecanique, WEG
Klochner
Moeller,
Siemens,
Telemecanique, WEG
Siemens,
Sace,
Inebrasa,
Sprecher-Energie
Telemecanique, Siemens
p/ Solenoid, Semitrans, Siemens
Sisa, Marvitec
Paschoal
Daisa
50
Thomeu,
Mannesman,
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Acessórios p/ Identificação Hellermam
e Fixação de Cabos
FL. 3099
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Equipamentos
Montagem:
FABRICANTES
Elétricos
p/ Peterco, Blinda, Daisa, welzel
(Condulete,
caixas
de
ligação e p/ equipamento,
prensa-cabo, união, buzina,
bucha de redução, botoeira,
cotovelo, etc)
Fins de Curso
ACE, Telemec, Siemens, Elmec
Fusíveis NH/Diazed
Siemens
Hastes p/ Aterramento
Eltec, Erico, Burndy
Instrumentos Analógicos
Painel
Isoladores póxi
Lâmpadas
p/ H & B, Engro, Siemens
Sace, Inepar
Philips, Osram, Sylvania
Leitos p/ Cabos e Acessórios Sisa, Marvitec
de Fixação
Reles Bimetálicos
Klochner
Moeller,
Telemecanique
Reles de Falta de Fase
Coel
Reles de Tempo
Sinaleiros
Klochner Moeller, Siemens Coel,
Sprecher-Energie
Blindex, Siemens, Telemecanique
Terminais p/ Cabos de B.T.
Burdy, Hellermann, AMP
Transformadores de Corrente Blindex, H & B
B.T.
Transformadores de Potencial Easa, Italvolt, Siemens
B.T.
Cód. Autenticidade 400036360461
Siemens,
51
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EQUIPAMENTO
Rev. 01 - 27/07/14
FL. 3100
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.9
Rev. 01 - 27/07/14
Sistema de Controles
Constará de software de controle e monitoramento
central
das
unidades
interiores
(até
256
unidades) para a programação de funções como:
Ajuste de temperatura
Horário de funcionamento pré-determinado
Controle de potência de pico
Liberação para controle local
Cada ambiente contará com um controle remoto para
as
operações
de
liga/desliga
e
ajuste
de
temperatura.
4.9.1
Documentação
Os proponentes deverão
seguintes documentos:
fornecer
no
- Características técnicas;
- Catálogos (com proposta);
Cód. Autenticidade 400036360461
- Esquemas e manuais de instalação.
52
mínimo,
os
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



FL. 3101
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
4.10
Rev. 01 - 27/07/14
Pintura
Todo o serviço de pintura dos componentes da
instalação de ar condicionado, objeto da presente
especificação, deverá ser de responsabilidade do
Instalador, e salvo indicação em contrário,
compreenderá:
equipamentos
e
componentes
da
- todos os trechos de dutos montados aparentes,
rechapeados
ou
não
isolados;
inclusive
braçadeiras e ferragens de suporte;
Os equipamentos e materiais que forem entregues
com pintura de fábrica, deverão ser revisados,
devendo sofrer retoques nos pontos onde a pintura
original tenha sofrido algum dano.
As cores, salvo os casos em que haja indicação
manifesta do cliente, deverão ser adotadas
conforme as recomendações pelas normas correntes.
Deverão ser obedecidos os seguintes critérios:
4.10.1
Preparação da Superfície
A superfície a receber a pintura deverá estar
completamente seca, livre de qualquer tipo de
sujeira, óleo, graxa, respingos de solda, focos
de ferrugem, carepas de laminação, escória, etc.
4.10.2
Tinta de Fundo e de Acabamento
Deverão ser de tipos
pelo mesmo fabricante.
compatíveis
e
fornecidas
Cód. Autenticidade 400036360461
As quantidades de demãos e espessuras deverão ser
de exclusiva responsabilidade da Instaladora;
contudo,
em
nenhuma
hipótese
deverão
ser
aplicadas menos que três demãos, sendo uma de
fundo e duas de acabamento.
53
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- todos
os
instalação;
FL. 3102
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
5.
Rev. 01 - 27/07/14
EXTENSÃO DO FORNECIMENTO
O fornecimento dos materiais e serviços, objeto da
presente Especificação abrange os itens abaixo
discriminados, constituindo-se em responsabilidade
da INSTALADORA.
- Implantação do Canteiro de Obra;
- Análise do Projeto Executivo;
- Fornecimento
de
desenhos,
especificações
de
compra, listas de materiais, manuais e demais
documentos técnicos aplicáveis;
- Elaboração do projeto “As-Built”.
Fornecimento,
fabricação
e
instalação
dos
componentes do Sistema de Ar Condicionado e
Ventilação, a seguir sintetizados:
- Condicionadores de ar, em do tipo VRF a ar;
- Unidades Splits;
- Ventiladores e caixas de ventilação;
- Rede de dutos flangeada e pré-fabricada, de baixa
velocidade, para sistemas de ar condicionado e de
ventilação/exaustão, completos com acessórios,
portas de inspeção e sustentação;
- Isolamento térmico
condicionado;
das
redes
de
dutos
de
ar
- Rede de dutos em chapa de aço preta # 16 isoladas
termicamente
e
pintura,
para
sistemas
de
pressurização,
completa
com
acessórios,
e
sustentação;
- Rede de dutos em chapa de aço galvanizada # 20
isoladas termicamente e pintura, para sistemas de
exaustão de fumaça, completa com acessórios, e
sustentação;
Cód. Autenticidade 400036360461
- Bocas de Distribuição de Ar e Dispositivos de
Regulagem;
- Rede de distribuição frigorígena, completa com
isolamento térmico e sustentação;
54
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
- Elaboração do Detalhamento da Instalação;
FL. 3103
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
- Amortecedores
Condicionadores
Ventilação.
do
de
Rev. 01 - 27/07/14
tipo
Ar
e
mola
para
Equipamentos
os
de
- Painéis elétricos e rede elétrica de interligação
destes aos equipamentos;
- Instalação das redes de dutos e seus componentes,
e
demais
equipamentos,
dos
instrumentos
(sensores)
e
dispositivos
de
controle
correspondentes ao Sistema de Ar Condicionado e
Ventilação;
- Todas os atuadores de registros de regulagem e
registros corta-fogo motorizados;
- Todas
as
atuadores;
válvulas
de
controle
ON-OFF
com
- Fornecimento de ferramentas especiais de montagem
e ou manutenção;
- Embalagem, seguro, carga, transporte para o
almoxarifado da obra e descarga dos componentes;
- Transporte horizontal e vertical dos componentes,
inclusive os de fornecimento direto do cliente do
almoxarifado da obra até os locais de instalação;
- Montagem e instalação de todos os componentes;
- Inspeções dos componentes em fábrica;
- Tratamento acústico e apoios antivibratórios, em
todos os equipamentos girantes, necessários para
atender as normas ABNT;
- Testes e ensaios dos componentes e ou do sistema
em campo (TAB);
- Testes de estanqueidade das redes de dutos (dutos
primários = 100% e dutos secundários 40%);
- Testes de estanqueidade de 100% das redes de
dutos de pressurização e de exaustão de fumaça;
Cód. Autenticidade 400036360461
- Testes de estanqueidade de 40% das redes de dutos
de ventilação e de exaustão mecânica;
- Regulagem e balanceamento do sistema;
55
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
- Conversores de frequência;
FL. 3104
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
- Fornecimento
dos
andaimes
serviços de montagem;
necessários
aos
- Execução da limpeza dos componentes e do sistema
como um todo;
- Pintura dos
aparentes;
dos
manuais
equipamentos
e
de
dos
operação
dutos
e
montados
- Identificação das partes do sistema;
- Realização da pré-operação do sistema;
- Realização dos ensaios de aceitação do sistema;
- Proporcionar a garantia do sistema;
- Realizar a operação e a manutenção preventiva e
corretiva do sistema até a entrega da obra;
Cód. Autenticidade 400036360461
- Efetuar o treinamento do pessoal de manutenção e
operação da manutenção a ser designado pelo
CLIENTE.
56
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
- Fornecimento
manutenção;
FL. 3105
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
6.
Rev. 01 - 27/07/14
OBRIGAÇÕES DO CLIENTE
Fornecimento de área adequada para implantação do
Canteiro de Obra da INSTALADORA.
Fornecimento de ponto de água e força
Canteiro de Obra.
no limite do
Fornecimento de força e luz provisórias, para a
montagem dos equipamentos.
Fornecimento de força e luz definitivas
funcionamento dos equipamentos.
para
o
Fornecimento de toda a cablagem elétrica e condutos
de força, comando e sinalização até os quadros
elétricos dos equipamentos, sem chave seccionadora.
Cód. Autenticidade 400036360461
Fornecimento
e
interligação
elétrica
de
instrumentos (sensores) e dispositivos de controle
(válvulas, atuadores) do sistema de controle.
57
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Liberação dos acessos necessários, na obra para a
movimentação dos equipamentos, até os locais de
instalação.
FL. 3106
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
7.
AJUSTE E BALANCEAMENTO DOS SISTEMAS DE AR
7.1
Documentos Relativos
Os desenhos e especificações técnicas de contrato,
incluídas as condições e requerimentos gerais, se
aplicam ao serviço desta seção.
Códigos
Todo serviço deve obedecer todos códigos locais,
SMACNA, AMCA E ASHRAE STANDARDS.
7.3
Apresentação dos Relatórios
Submeter
item 7.5
exatos.
antes do
relatório de todos testes realizados. Ver
desta especificação para os requerimentos
Formato do relatório deve ser aprovada
início dos testes.
Antes do comissionamento com o balanceamento dos
sistemas, submeter para aprovação o nome dos
profissionais e sobre qual campo de supervisão, os
ajustes especificados deverão ser realizados. A
submissão
deve
também
incluir
os
métodos
e
instrumentos propostas para serem usados para
ajustar e balancear os sistemas.
Submeter diagramas unifilares de todos os sistemas
de
dutos,
indicando
todas
saídas
e
caixas
identificadas por número. Folhas de dados devem
listar todas saídas identificadas pelo mesmo
número, incluindo o fator “K”, dimensão da saída,
localização, vazão e velocidade do ar. Submeter
estes dados para todos os sistemas de insuflamento,
retorno e exaustão de ar.
Anotar e submeter a vazão total de ar após ajustes
finais.
Cód. Autenticidade 400036360461
Folha de características dos ventiladores: Submeter
quatro pontos das curvas características para cada
ventilador. As folhas das curvas características
devem não ser menor que formato A4 e deve mostrar a
pressão estática, capacidade, potência consumida e
eficiência total para as condições de operação,
desde sem carga até 130% da carga especificada.
58
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
7.2
FL. 3107
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Dispositivos de manejamento de ar:
condicionadores de ar e ventiladores.
7.4
caixas
VAV,
Preparação de Teste e Procedimento
A partida inicial será realizada pelo instalador,
antes de qualquer teste, verificar a rotação e
amperagem de todo motor de bomba e ventilador, para
prevenir dano ao equipamento por sobre carga.
Balanceamento preliminar pode ser feito antes de
completar o sistema, entretanto balanceamento final
deve ser feito com todos os sistemas instalados e
operando.
Todo sistema de tubulação deve ser totalmente
preenchido e purgado, e todos os filtros limpos
pelo instalador mecânico antes do balanceamento.
Filtros novos e limpos devem ser instalados em
todos os sistemas de alimentação pelo instalador
mecânico antes do balanceamento.
Cód. Autenticidade 400036360461
Em todos os dutos principais devem ser lidos perfis
transversais de velocidade com tubo pitot e
manômetro. O manômetro deve ser calibrado para ler
dois pontos significativos em toda faixa de pressão
dinâmica. A intenção desta operação é medir, pelo
perfil transversal de velocidade, a quantidade
total de ar insuflado pelo ventilador e verificar
as vazões de ar para as zonas.
59
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
O balanceador deve analisar o projeto executivo e
deve fazer uma inspeção visual do projeto quando os
sistemas de HVAC estiverem 30% e 90% completos, e
submeter um relatório escrito destacando qualquer
problema percebido.
FL. 3108
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Submeter os dados de cada ventilador entregue pelos
seguintes métodos:
- Somatório da vazão de ar lida em todas saídas.
- Perfil de velocidade transversal
principais de insuflamento.
dos
dutos
Inspecionar todos os rotores e remover objetos e
detritos. Inspecionar todas as serpentinas e
remover detritos ou obstruções. Verificar que todos
dampers e dampers corta fogo estão abertos.
Submeter diariamente relatório de progresso do
trabalho
de
teste
e
balanceamento
indicando
qualquer áreas de problemas, cópia de deficiências
devem ser transmitidas ao contratador geral e
proprietário.
Marcar
todas
as
regulagens
balanceamento do sistema.
7.5
feitas
durante
Formulários de Relatório
Geral: Submeter relatório de todos os testes
realizados, antes do trabalho de comissionamento,
teste
e
balanceamento,
cópias
de
todos
os
formulários e descrições detalhas dos procedimentos
de testes (específico para cada componente e
sistema testado) deve ser submetido para aprovação,
em todos casos, indicar o valor nominal ou
especificado. Indicar data do teste e nome do
técnico em todos os testes. Estes individuais devem
ser precedidos com um relatório geral do sistema ou
equipamento a ser testado no mínimo, formulários e
testes devem incluir as seguintes informações.
7.5.1
Página Título:
Cód. Autenticidade 400036360461
-
Nome da Companhia
Endereço da Companhia
Números de telefone da Companhia
Nome do projeto
Localização do projeto
Contratante do projeto
Projetista do projeto
Altitude do projeto
60
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
- Verificação da quantidade de vazão de ar em cada
sensor de velocidade, de cada caixa VAV.
FL. 3109
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Lista de Instrumentos:
-
7.5.3
Equipamento de Movimentação de Ar:
-
7.5.4
Instrumento
Fabricante
Modelo
Número de série
Faixa
Data de calibração
Localização
Fabricante
Modelo, tamanho
Vazão de ar (m³/h), especificada e real
Vazão de ar externo (m³/h), especificada e real
Pressão
estática
externa
e
total
(PA),
especificada e real
Pressão de entrada do ar
Pressão de descarga do ar
Rotação do ventilador, especificada e real
Máxima velocidade periférica – (M/S)
Velocidade de saída – (M/S)
Dados do motor do ventilador
Perfil de pressão estática, indicando queda de
pressão
através
dos
filtros,
serpentinas,
eliminadores de gotas, dampers, etc.
Dados da correia.
Motor Elétrico:
- Fabricante
- Potência / potencial consumida, especificada e
real
- Fase,
voltagem,
frequência,
amperagem
(cada
fase), amperagem carga total (FLA), nominal de
placa, real sem carga
- Rotação (RPM)
- Fator de serviço
- Teste de isolação (MEGAR)
7.5.5
Acionamento Polia/Correia:
Cód. Autenticidade 400036360461
- Polia movida: diâmetros e rotação
- Correia: tamanho e quantidade
- Polia motora: diâmetro e rotação
61
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
7.5.2
Rev. 01 - 27/07/14
FL. 3110
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Duto:
-
7.5.7
Teste de Distribuição de Ar:
-
7.5.8
-
Cód. Autenticidade 400036360461
Número do terminal de ar
Localização/número sala
Tipo de terminal
Dimensão do terminal
Fator de área
Velocidade de projeto
Vazão de projeto
Velocidade de teste (final)
Vazão de teste (final)
Porcentagem da vazão de ar
Unidades condicionadoras de ar:
-
7.5.9
Sistema, zona e ramal
Dimensões do duto
Área
Velocidade de projeto
Vazão de projeto
Velocidade de teste
Vazão de teste
Pressão estática do duto
Temperatura do ar
Fator correção de ar
Identificação / número
Localização
Fabricante
Modelo
Capacidade sensível de projeto e real
Capacidade latente de projeto e real
Capacidade total de projeto e real
Temperaturas de bulbo seco e úmido na entrada do
ar, projeto e real
Temperaturas de bulbo seco e úmido na saída do
ar, projeto e real
Temperatura de bulbo seco e úmido do ar exterior,
projeto e real
Perda de pressão de água, projeto e real
Dados de motor, especificado e real
Dados da correia de acionamento
Teste de vazamento
testemunhado):
de
dutos
(somente
de
- Descrição da rede de dutos em teste
- Pressão de projeto de operação do duto
- Pressão estática de projeto de teste do duto
62
teste
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
7.5.6
Rev. 01 - 27/07/14
FL. 3111
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
- Capacidade máxima permissível
duto vezes fator de vazamento
- Dispositivos de testes:
7.5.10
vazamento
do
ventilador
tamanho tubo orifício
tamanho do orifício
calibragem
pressão estática de teste
pressão diferencial do orifício de teste
vazamento.
Ventiladores:
-
Cód. Autenticidade 400036360461
de
Fabricante
Tipo
Número de identificação
Localização
Modelo
Tamanho
Pressão estática de projeto
Vazão de projeto
Pressão estática real
Vazão real
Motor:
fases,
rotação,
amperagem,
isolamento.
63
rotação,
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
-
Rev. 01 - 27/07/14
FL. 3112
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
7.6
Rev. 01 - 27/07/14
Balanceamento de ar
Os sistemas de dutos e ventiladores devem ser
completamente balanceados pelo ajuste de polias,
dampers,
registros
e
outros
dispositivos
de
controle de vazão, para obter as quantidades de
vazão de ar indicados nos desenhos do projeto.
Todas as quantidades de vazão de ar deverão estar
dentro da faixa de 10% dos requerimentos de
projeto. Verificar controle de pressão estática e
ventiladores
atuados
por
inclinação
das
pás
controladas.
Se, para balancear dos sistemas de ar, nova rotação
do ventilador for requerida, deverão ser feitas as
alterações
necessárias
no
acionamento
polia/correia.
Submeter diagramas unifilares de todos os sistemas
de dutos indicando todas as saídas de ar, e caixas
terminais identificadas com um número. Folhas de
dados devem listar todas as saídas de ar denotadas
com o mesmo número, incluindo o tamanho da saída,
fator “K”, localização, vazão e velocidade do ar,
submeter estes dados para todos os sistemas de ar
insuflamento, retorno e exaustão.
Dampers de ar externo devem ser ajustados para
fornecer a correta quantidade de ar à todas as
posições dos dampers. Anotar e submeter às vazões
de ar externo após os ajustes finais.
Cód. Autenticidade 400036360461
Durante este período de testes, fazer todas as
regulagens necessárias e ajustes dos equipamentos
de regulagem de temperatura, com a assistência dos
vários fabricantes instaladores de controles.
64
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Todos os sistemas de ventilação deverão ser
operados pelo período de tempo necessário para a
realização dos testes de todas as saídas de ar,
fazer todos os ajustes necessários de dampers ou
outros, até serem obtidas as quantidades de ar
requeridas em toda entrada ou saída de ar, através
dos vários sistemas. Balancear todos os sistemas de
ar para obter as quantidades de ar de projeto, a
mínima pressão estática, seguir a AABC National
Standards para o balanceamento de ar.
FL. 3113
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
7.7
Rev. 01 - 27/07/14
Diversos
A submissão dos testes certificados devem em modo
algum alterar a completa garantia provida por este
instalador.
Verificar
que
todos
os
motores,
bombas,
ventiladores,
compressores,
etc.,
tenham
sido
corretamente lubrificados e deixados prontos para
operação.
Todos os manômetros, instrumentos, termômetros e
medidores
devem
ser
verificados
e
testados.
Informar
tanto
ao
proprietário
quanto
ao
contratador geral de deficiências.
Permitir tempo suficiente para a realização de
todos testes, ajustes, etc., necessários para
colocar os vários sistemas na condição operacional
final, verificar requerimentos de desempenho e
checar todos os dispositivos de segurança. Mão de
obra, instrumentos, etc., requeridos para os vários
testes devem ser fornecidos. Ver que todos os
representantes dos equipamentos necessários para
checar e ajustar os vários sistemas estejam
presentes com mão de obra suficiente para realizar
todos estes trabalhos sem atraso. Todos dados de
teste devem ser anotados em formulários adequados e
submetidos ao proprietário para aprovação.
A
menos
se
especificado
ao
contrário,
os
equipamentos devem ser ajustados de acordo com as
recomendações
dos
fabricantes
para
operar
corretamente com a capacidade requerida e ou
especificada.
Cód. Autenticidade 400036360461
Este instalador deve ser responsável pelo teste
testemunhado de vazamento e submetido um relatório
escrito.
65
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Verificar se os relés térmicos de sobrecarga
instalados nas chaves de partida dos motores estão
corretamente dimensionados para os motores por
estes servidos.
FL. 3114
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Aceitação Final
O proprietário e/ou representante do proprietário
farão a checagem final de todos os sistemas,
somente após a empresa de balanceamento ter
completado
e
retornado
ao
proprietário
e/ou
representante do proprietário, todos os relatórios
de dados dos testes, junto a uma carta que seu
trabalho está 100% concluído. Testes de desempenho
de campo serão requeridos pelos proprietários e/ou
representantes do proprietário, neste momento para
verificar desempenho e acabamento, e fazer ajustes
finais dos componentes dos sistemas.
Pontos
e
áreas
para
rechecagem
devem
ser
selecionadores pelo representante do proprietário.
Medições e testes devem ter os mesmos que os
procedimentos dos testes balanceamentos originais.
Seleções específicas e aleatórias para rechecagem
devem, normalmente, não exceder 15% do número total
tabulado
no
relatório,
exceto
onde
sistemas
especiais de ar requerem uma completa rechecagem
por razões de segurança.
Se os testes aleatórios demonstrarem um desvio de
medição de fluxo, de 10% ou mais dos valores
anotados no relatório de teste e balanceamento
certificado, o relatório deve ser automaticamente
rejeitado. No evento em que o relatório for
rejeitado,
todos
os
sistemas
deverão
ser
reajustados e testados. Novos relatórios de dados,
um novo relatório de testes e balanceamento com
certificado submetido a nova inspeção de teste a
ser
realizado,
tudo
sem
custo
adicional
ao
proprietário.
Cód. Autenticidade 400036360461
Após passar satisfatoriamente pelos testes de campo
e após os ajustes necessários tiverem sido feito,
testar os sistemas completos por no mínimo 7 dias
sob condições operacionais regulares, ou pelo
período
que
for
requerido
para
estabelecer
concordância
com
os
documentos
de
contrato.
Aleatoriamente, checar valores anotados durante o
balanceamento dos sistemas de ar e água.
66
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
7.8
Rev. 01 - 27/07/14
FL. 3115
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
8.
Rev. 01 - 27/07/14
TRANSPORTE
Todos
os
materiais
a
serem
fornecidos
pela
INSTALADORA serão postos no local designado de
armazenagem da OBRA.
O transporte horizontal e vertical de todos os
materiais, do local de armazenagem do Canteiro até
os
locais
de
montagem
no
campo,
será
de
responsabilidade da INSTALADORA.
Cód. Autenticidade 400036360461
Para
tanto
a
INSTALADORA
deverá
prover
os
equipamentos, dispositivos e o pessoal conforme as
necessidades da tarefa.
67
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
A INSTALADORA deverá prever no transporte todos os
seguros aplicáveis.
FL. 3116
9.
SUPERVISÃO E MONTAGEM NA OBRA
9.1
Supervisão de Montagem
Rev. 01 - 27/07/14
A INSTALADORA deverá manter na obra, durante todo o
período
de
montagem,
engenheiro
e
técnicos
credenciados, junto ao CLIENTE, para acompanhamento
dos serviços e com autoridade para resolver, em
nome da INSTALADORA, eventuais interferências com a
obra civil ou demais instalações. Estes elementos
deverão fazer também a supervisão técnica da
qualidade dos serviços.
A INSTALADORA não deverá permitir que os serviços
executados e sujeitos à inspeção por parte da
FISCALIZAÇÃO,
sejam
ocultados
pela
construção
civil, sem a aprovação e ou liberação pela mesma.
9.2
Serviços de Montagem
Os equipamentos e componentes constituintes do
sistema de ar condicionado e ventilação deverão ser
montados pela INSTALADORA, de acordo com as
indicações e especificações constantes dos itens
correspondentes.
A INSTALADORA deverá prover todo o pessoal, nas
várias
especialidades,
necessário
ao
desenvolvimento dos serviços, bem como todo o
ferramental e dispositivos necessários para tanto.
Deverá também manter no campo, os mestres de obra,
aptos a orientar e coordenar os referidos serviços.
Cód. Autenticidade 400036360461
Deverá prover também todos os materiais de consumo
e equipamentos de uso esporádico, que possibilitem
a perfeita condução dos trabalhos dentro do
cronograma estabelecido.
68
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
FL. 3117
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Deverá tomar todas as providências que forem de sua
responsabilidade ou, caso contrário, alertar a
FISCALIZAÇÃO, a fim de que os equipamentos e/ou
materiais instalados ou, em fase de instalação,
sejam convenientemente protegidos para evitar que
se danifiquem durante as fases de serviços em que a
construção civil ou outras instalações sejam
simultâneas.
mas
não
se
- Fabricação e posicionamento de suportes metálicos
necessários à sustentação dos componentes;
- Posicionamento
bases;
dos
componentes
nos
locais
ou
- Nivelamento dos componentes;
- Fixação dos componentes;
- Execução de retoques de pinturas (caso fornecidos
já pintados) ou pintura conforme especificação
anteriormente definida;
- Posicionamento
de:
tubos,
dutos,
conexões,
dispositivos de fixação ou sustentação dos
mesmos;
- Interligação de linhas de fluidos aos componentes
e/ou equipamentos;
- Isolamento térmico de todas as linhas de fluidos
ou equipamentos conforme aplicável;
- Execução das ligações elétricas finais das redes
de distribuição aos utilizadores;
- Regulagem de todos os subsistemas que compõem o
sistema de ar condicionado e ventilação;
Cód. Autenticidade 400036360461
- Balanceamento de todas as redes de fluidos do
sistema.
69
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Os serviços de montagem abrangem,
limitam aos principais itens abaixo:
FL. 3118
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
10.
CONDIÇÕES FINAIS
10.1
Limpeza da Instalação
Rev. 01 - 27/07/14
Limpeza dos equipamentos e materiais:
- Máquinas e Aparelhos:
- Superfície Metálicas Expostas:
Limpar com escovas metálicas todos os vestígios
de ferrugem ou de outras manchas.
- Rede de Dutos:
Limpar toda a rede de
próprios ventiladores
ar comprimido, até
existência de sujeira
dutos, por meio do uso dos
do sistema ou, por jatos de
que se comprove a não
no interior da mesma.
- Tubulações de Fluidos:
Será efetivada a limpeza e adicionados os
produtos químicos pertinentes, de conformidade ao
determinado anteriormente.
Geral
- Deixar
a
instalação
limpa
adequadas de pré-operação.
10.2
e
em
condições
Identificação das Partes do Sistema
Cód. Autenticidade 400036360461
As linhas de fluidos serão identificadas, de
conformidade ao determinado no item correspondente.
Os
equipamentos
de
controle
e
as
válvulas
principais de serviço e controle deverão ser
identificadas com discos plásticos com diâmetro de
1 1/4", presos aos mesmos através de fio de cobre
bitola 14.
70
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Remover qualquer vestígio de cimento, reboque ou
outros materiais; graxas e manchas de óleo
remover com solvente adequado.
FL. 3119
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Cada disco deverá ser marcado legivelmente de modo
a identificar prontamente sua função.
Preparar uma tabela datilografada, mostrando todas
as partes identificadas.
71
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Cód. Autenticidade 400036360461
Todos os equipamentos deverão ser identificados com
seu código correspondente por meio de uma plaqueta
de aço, gravada a punção, presa aos mesmos por
rebites.
FL. 3120
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
11.
PRÉ-OPERAÇÃO
11.1
Objetivo
Rev. 01 - 27/07/14
Avaliar o desempenho e operação do sistema e de
seus componentes integrantes, como também simular
se todas as condições de falhas, verificando a
atuação dos sistemas de emergência.
Condições
O CLIENTE deverá dar todas as condições de
contorno, necessárias para que a INSTALADORA possa
demonstrar o adequado desempenho do sistema.
Caso, por razões alheias, determinadas condições
não
existirem
no
momento
da
avaliação
do
desempenho, o CLIENTE e a INSTALADORA, irão
estabelecer em conjunto os métodos para a simulação
das mesmas, ou estabelecerão outros parâmetros para
a avaliação do sistema.
11.3
Necessidades
Todos
os
materiais,
equipamentos
e
pessoal,
necessários à condição da pré-operação, serão de
responsabilidade da INSTALADORA.
11.4
Complementação
Cód. Autenticidade 400036360461
Após encerrada a pré-operação, a INSTALADORA deverá
corrigir todos os defeitos que forem detectados
durante a mesma, deverá também limpar todos os
filtros das linhas de fluidos, substituindo-os caso
necessário. Entretanto todos os pré-filtros de ar
dos condicionadores e ventiladores, deverão ser
substituídos por novos.
72
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
11.2
FL. 3121
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
12.
RECEBIMENTO
VENTILAÇÃO
DO
SISTEMA
DE
Rev. 01 - 27/07/14
AR
CONDICIONADO
E
Após a montagem, testes e pré-operação de todos os
equipamentos e componentes que integram o sistema,
e desde que todas as condições de desempenho dos
mesmos sejam satisfatórias, dentro dos parâmetros
assumidos, a instalação será considerada aceita.
73
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Cód. Autenticidade 400036360461
Nesta ocasião, será emitido o Termo de Recebimento,
passando a vigorar então, o período de Garantia.
FL. 3122
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
13.
GARANTIA
13.1
Garantia do Sistema
Rev. 01 - 27/07/14
13.2
Período de Garantia
O período de garantia do sistema será de 12 (doze)
meses, contados a partir da assinatura do Termo de
Recebimento.
13.3
Exclusões
No item 13.1, acima, fica excluída a garantia dos
equipamentos ou partes, que por ventura forem de
fornecimento direto do CLIENTE.
13.4
Substituições
Durante o período de garantia, a INSTALADORA deverá
substituir no menor prazo possível, e sem prejuízo
para
o
sistema,
todos
os
equipamentos
e
componentes, que comprovadamente apresentarem má
operação, devido a defeitos de fabricação.
Cód. Autenticidade 400036360461
Estas substituições serão sem ônus algum para o
CLIENTE e não serão considerados também como peças
de reposição da atividade de manutenção.
74
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
A INSTALADORA deverá garantir o sistema de ar
condicionado e ventilação como um todo, quanto ao
desempenho (dentro das premissas assumidas) contra
todo e qualquer defeito que não
seja oriundo de
operação ou manutenção inadequadas, ou ainda
desgaste normal.
FL. 3123
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
14.
Rev. 01 - 27/07/14
MANUTENÇÃO
Até a entrega da obra, a manutenção preventiva e
corretiva do sistema será de responsabilidade
integral da INSTALADORA.
Cód. Autenticidade 400036360461
Neste período, a INSTALADORA deverá, além de
executar
os
serviços
de
manutenção
que
lhe
competem, complementar a instrução prática do
pessoal da manutenção a ser designado pelo CLIENTE,
para esta tarefa.
75
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Para tanto, a INSTALADORA deverá manter na obra:
pessoal, materiais e equipamentos, necessários à
perfeita execução destes serviços.
FL. 3124
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
15.
Rev. 01 - 27/07/14
OPERAÇÃO
Até a entrega da obra, a INSTALADORA deverá
responsabilizar-se
integralmente
pela
operação
total do sistema.
Cód. Autenticidade 400036360461
Além das atividades de operação do sistema, esta
equipe
deverá
complementar
praticamente,
a
instrução de operação dos elementos da manutenção a
ser designados pelo CLIENTE, para este objetivo.
76
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
A INSTALADORA deverá para isso, destacar um
responsável, assistido por elementos subalternos em
número adequado.
FL. 3125
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
16.
Rev. 01 - 27/07/14
TREINAMENTO DO PESSOAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO
A INSTALADORA deverá iniciar, após a entrega dos
Manuais de Operação e Manutenção (30 dias antes do
término das instalações), o treinamento do pessoal
de operação e manutenção, a ser indicado pelo
CLIENTE.
A INSTALADORA deverá proporcionar aos elementos
designados pelo CLIENTE, treinamento de operação e
manutenção preventiva e corretiva, dos equipamentos
e do sistema como um todo.
A INSTALADORA deverá 60 (sessenta) dias antes da
entrega dos Manuais de Operação e Manutenção,
proceder o envio ao CLIENTE, de um detalhado
programa de treinamento do pessoal de operação e
manutenção, indicando no mínimo:
- período total de treinamento;
-
períodos parciais
teórico e prático;
das
fases
de
treinamento
- recursos audio-visuais que pretenda empregar;
- detalhamento da formação e instrução técnica
sobre a operação do sistema;
- detalhamento da formação e instrução técnica
sobre a manutenção dos equipamentos e do sistema;
- particularização de todas as áreas de manutenção
e operação, nas quais seja requerida uma completa
e específica formação;
Cód. Autenticidade 400036360461
- a utilização de ferramentas
necessários à manutenção.
77
e
dispositivos
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Estas atividades de treinamento se desenvolverão em
princípio, na própria obra.
FL. 3126
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
17.
ESPECIFICAÇÃO DE APLICAÇÃO GERAL
17.1
Objetivo
Rev. 01 - 27/07/14
17.2
Prescrições Gerais
17.2.1
Visita ao Local da Obra ou Serviços
É obrigatória a visita ao local das obras ou
serviços, por parte dos PROPONENTES antes da
apresentação
das
suas
propostas.
Todas
as
condições
locais
deverão
ser
adequadamente
observadas nessa visita, quando os PROPONENTES
deverão conhecer e equacionar, mediante inspeção
preliminar e coleta de informações, todos os
dados e elementos que possam vir a ter influência
no desenvolvimento dos trabalhos.
17.2.2
Normas a Observar
Todos os serviços a serem executados pela
INSTALADORA
deverão
ser
conduzidos
em
conformidade com as presentes especificações e o
projeto executivo, Devendo ainda serem observadas
as Normas da ABNT (Associação Brasileira de
Normas Técnicas).
17.3
Obrigações e Responsabilidades da INSTALADORA
É obrigação da INSTALADORA a execução de todo os
serviços
descritos
ou
mencionados
nas
especificações
ou
constantes
dos
projetos,
fornecendo, para tanto, todos os materiais, mãode-obra e equipamentos necessários.
Cód. Autenticidade 400036360461
São de Responsabilidade de INSTALADORA:
- O cumprimento das prescrições referentes às
Leis Trabalhistas, Previdência Social e Seguro
de Acidentes do Trabalho.
78
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Estas especificações são de caráter geral e,
farão parte integrante do Termo de Contrato,
independentemente de sua transcrição no texto do
mesmo.
FL. 3127
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
- O pagamento de impostos, taxas e outras
obrigações financeiras, que vierem a incidir
sobre o fornecimento de materiais ou serviços.
- A
perfeição
e
realizados
e
a
reconstrução dos
FISCALIZAÇÃO.
segurança
nos
trabalhos
conseqüente
demolição
e
trabalhos rejeitados pela
- A retirada, do local do canteiro da obra, dos
materiais não especificados ou rejeitados pela
FISCALIZAÇÃO.
A
INSTALADORA
deverá
utilizar
modernos
equipamentos e ferramentas, necessárias à boa
execução de todos os serviços e empregará os
métodos de trabalho mais eficientes e seguros, de
acordo com as Normas vigentes, e especificações
fornecidas.
A INSTALADORA será responsável pela existência de
todo e qualquer vício, irregularidade ou simples
defeito de execução, comprometendo-se a removê-lo
ou repara-lo, desde que provenham de má execução
dos serviços ou má qualidade do material.
A
INSTALADORA
será
responsável
pelo
encaminhamento
ao
CLIENTE
dos
elementos
informativos, tais como: cronogramas, quadro
demonstrativos,
certificados
de
materiais
relatórios de acompanhamento da obra, etc.,
relativos aos fornecimentos e serviços objeto do
Contrato.
Cód. Autenticidade 400036360461
A INSTALADORA será responsável por quaisquer
danos causados por máquinas, equipamentos ou
pessoal sob sua responsabilidade, ou a ela
prestando
serviços,
a
prédios,
instalações,
pavimentos, passeios ou jardins de propriedade do
CLIENTE ou de terceiros; constatado o dano,
deverá o mesmo ser prontamente reparado pela
INSTALADORA, sem ônus para o CLIENTE, de forma a
propiciar
aos
prédios,
às
instalações,
pavimentos, passeios e jardins danificados, a sua
forma e condições originais.
79
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
- Os danos ou prejuízos causados ao CLIENTE ou a
terceiros, provenientes da execução das obras
ou serviços.
FL. 3128
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
A INSTALADORA se responsabilizará, ainda pelo
fornecimento complementar de serviços e materiais
indispensáveis ao pleno funcionamento do sistema
como um todo, mesmo quando não expressamente
indicados nas especificações.
Fiscalização
À FISCALIZAÇÃO, designada pelo CLIENTE antes do
início do serviço, competirá o controle e
fiscalização da execução da obra em suas diversas
fases, decidir sobre dúvidas surgidas no decorrer
da construção, efetuar anotações diárias em livro
apropriado, proceder às medições dos serviços e
manter o CLIENTE informado quanto ao andamento
das obras e das ocorrências que devam ser objeto
de apreciação superior.
As exigências
Projeto,
nas
vigentes.
da FISCALIZAÇÃO
Especificações
se
e
basearão no
nas
Normas
A FISCALIZAÇÃO exercerá todos os atos necessários
à verificação rigorosa do cumprimento do projeto
e das especificações, tendo livre acesso a todos
as
partes
da
obra,
inclusive
depósito
de
materiais; para isto, deverão ser mantidos em
perfeitas condições, a juízo da FISCALIZAÇÃO
todos os locais necessários à vistoria dos
serviços em execução.
A obra ou serviço deverá desenvolver-se em regime
de estreito entendimento entre a equipe de
trabalho e a FISCALIZAÇÃO, dispondo esta de
amplos
poderes
para
atuar
no
sentido
do
cumprimento do Contrato.
Compete, ainda; à FISCALIZAÇÃO:
a)
fornecer à INSTALADORA todos os elementos
indispensáveis
ao
início
da
obra;
tais
elementos
constarão
basicamente
da
documentação técnica julgada necessária;
b) esclarecer prontamente as dúvidas
sejam apresentadas pela INSTALADORA;
que
Cód. Autenticidade 400036360461
c) expedir
por
escrito
as
determinações
comunicações dirigidas à INSTALADORA;
80
lhe
e
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
17.4
FL. 3129
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
d) solicitar a imediata retirada do Canteiro de
serviço da obra de qualquer integrante da
equipe
técnica
da
INSTALADORA
que
não
corresponda, técnica ou disciplinarmente, às
exigências da FISCALIZAÇÃO;
e) autorizar as providências necessárias junto a
outras Entidades;
g) transmitir à INSTALADORA por escrito, as
instruções sobre modificações de projeto,
prazos e cronogramas, aprovados pelo CLIENTE;
h) comunicar ao CLIENTE imediatamente e por
escrito, ocorrências que possam levar à
aplicação de penalidade à INSTALADORA ou à
rescisão do Contrato;
i) rejeitar todo e qualquer material de má
qualidade ou não especificado e estipular o
prazo para sua retirada do canteiro de serviço
da obra;
j) relatar oportunamente ao CLIENTE ocorrências
ou
circunstâncias
que
possam
acarretar
dificuldades no desenvolvimento das obras ou
inconveniências a terceiros;
l) solicitar ao CLIENTE parecer de especialistas,
em caso de necessidade.
A presença da FISCALIZAÇÃO na obra não diminuirá
a responsabilidade da INSTALADORA, quanto à
perfeita execução dos trabalhos.
A FISCALIZAÇÃO, ao considerar concluída a obra ou
serviço, comunicará o fato ao CLIENTE, para as
providências cabíveis.
Cód. Autenticidade 400036360461
17.5
Diário de Obras
Caberá à INSTALADORA o fornecimento e manutenção
de "Diário de Obras", devidamente numerado e
rubricado pela FISCALIZAÇÃO e pela INSTALADORA,
que permanecerá disponível para escrituração no
local da obra.
81
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f) efetuar, com a presença da INSTALADORA, as
medições dos serviços efetuados e certificar
as respectivas faturas;
FL. 3130
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Serão obrigatoriamente registrados no "Diário de
Obras", pela INSTALADORA:
a) as falhas nos serviços
sujeitos à sua ingerência;
de
terceiros
não
b) as consultas à FISCALIZAÇÃO;
de
etapas
o cronograma
decurso
dos
e) as respostas às interpelações da FISCALIZAÇÃO;
f) a eventual escassez de material que resulte em
dificuldade para a obra ou serviço;
g) outros fatos que, a juízo da INSTALADORA devem
ser objeto de registro.
Serão obrigatoriamente registrados no "Diário de
Obras" pela FISCALIZAÇÃO:
a) observações
lançamentos
Obras";
cabíveis
a
da INSTALADORA
propósito
dos
no "Diário de
b) observações sobre o andamento da obra ou
serviço,
tendo
em
vista
os
projetos,
especificações, prazos e cronogramas;
c) soluções às consultas, lançadas ou formuladas
pela
INSTALADORA,
com
correspondência
simultânea para autoridade superior, quando
for o caso;
d) restrições que lhe pareçam cabíveis a respeito
do andamento dos trabalhos ou do desempenho da
INSTALADORA, seus prepostos e sua equipe;
e) determinação
de
providências
para
cumprimento do projeto e especificações;
Cód. Autenticidade 400036360461
f) outros fatos que, a juízo da
devem ser objeto de registro.
82
o
FISCALIZAÇÃO,
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
c) as
datas
de
conclusão
caracterizadas, de acordo com
aprovado;
d) os
acidentes
ocorridos
no
trabalhos;
FL. 3131
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
17.6
Rev. 01 - 27/07/14
Do Projeto
Caso haja divergência entre as especificações e
os desenhos, prevalecerão as especificações; caso
haja divergência entre as cotas e medidas em
escala, prevalecerão as cotas.
17.7
Do Canteiro de Obras
Correrão exclusivamente por conta da INSTALADORA
todas as despesas com relação à implantação,
manutenção e administração do seu canteiro de
obras.
A INSTALADORA será responsável pela manutenção da
ordem
nas
áreas
sob
sua
responsabilidade,
mantendo serviço de vigilância no seu canteiro de
obras, até a conclusão do Contrato.
O CLIENTE em hipótese alguma, responderá por
eventuais
danos
ou
perdas
de
materiais
e
equipamentos
da
INSTALADORA,
que
venham
a
ocorrer.
17.8
Equipe Técnica da "INSTALADORA"
Cód. Autenticidade 400036360461
A
INSTALADORA
deverá
indicar,
mediante
comunicação por escrito à FISCALIZAÇÃO, o nome do
engenheiro
responsável
pelo
andamento
dos
serviços. Deverá o mesmo ser versado na execução
de obras de engenharia similares, ser registrado
no Conselho Regional de engenharia e Arquitetura
do local e estar no pleno uso de suas atribuições
profissionais. Caberá ao CLIENTE decidir sobre a
aceitação do nome que for indicado.
O profissional credenciado para dirigir os
trabalhos por parte da INSTALADORA deverá dar
assistência diária à obra, combinando com a
FISCALIZAÇÃO um horário comum de permanência no
serviço, de modo a facilitar os entendimentos
diretos.
83
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
As especificações e o Projeto Executivo deverão
ser examinados com o máximo de cuidados pelos
PROPONENTES: quaisquer dúvidas e discordâncias
poderão ser esclarecidas junto ao CLIENTE.
Reclamações posteriores sob a alegação de falha
ou omissão do Projeto, deverão ser minuciosamente
justificadas.
FL. 3132
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Se a INSTALADORA não providenciar a efetiva
substituição na hipótese indicada no item acima,
no prazo de 05 (cinco) dias, os serviços serão
suspensos, não assumindo o CLIENTE quaisquer
responsabilidades posteriores, decorrentes dessa
paralisação.
A substituição de integrante da equipe técnica
por parte da INSTALADORA durante a execução da
obra ou serviço dependerá de concordância do
CLIENTE quanto ao substituto, presumindo-se esta,
na falta de manifestação em contrário, dentro do
prazo
de
10
(dez)
dias
da
ciência
da
substituição.
17.9
Materiais a Empregar
A não ser quando especificado em contrário, os
materiais a empregar serão novos, de primeira
qualidade e obedecerão às prescrições das Normas
da
ABNT
(Associação
Brasileira
de
Normas
Técnicas).
A expressão de "primeira qualidade" indica,
quando
existirem
diferentes
gradações
de
qualidade de um mesmo produto, a gradação de
qualidade superior.
Cód. Autenticidade 400036360461
É
expressamente
vedado
o
uso
de
material
improvisado em substituição ao especificado,
assim como não será tolerado adaptar peças, seja
por corte ou outro processo, a fim de usá-las em
substituição a peças recomendadas e de dimensões
adequadas.
84
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Se o responsável técnico ou qualquer integrante
da equipe técnica da INSTALADORA não corresponder
às
exigências
para
adequada
condução
dos
trabalhos, poderá a FISCALIZAÇÃO exigir da
INSTALADORA a sua imediata substituição, no
interesse do serviço, sem que essa iniciativa
implique em modificações de prazo ou de condições
contratuais.
FL. 3133
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
A FISCALIZAÇÃO examinará todos os materiais
recebidos no canteiro da obra, antes de sua
utilização e poderá impugnar o emprego daqueles
que, a seu juízo, forem julgados inadequados.
Neste caso, em presença do engenheiro responsável
pela obra, serão retiradas amostras, para a
realização de ensaios de características da
qualidade dos materiais.
17.10
Do Transporte e Armazenamento de Materiais
Todos os materiais utilizados na execução dos
serviços deverão ser transportados, manuseados e
armazenados
com
o
maior
cuidado
possível,
evitando-se choques, pancadas ou quedas.
Os materiais sujeitos a danos, por ação da luz,
calor, umidade ou chuva, deverão ser guardados em
ambientes adequados à sua proteção, até o momento
de sua utilização.
17.11
Substituição de Materiais Especificados
Quando
houver
motivos
ponderáveis
para
a
substituição de um material especificado por
outro, a INSTALADORA, em tempo hábil, apresentará
por escrito, por intermédio da FISCALIZAÇÃO, a
proposta de substituição, instruindo-a com as
razões determinantes do pedido e orçamento
comparativo. O estudo e aprovação, pelo CLIENTE,
dos pedidos de substituição, só poderão ser
efetuados
quando
cumpridas
as
seguintes
exigências:
a) declaração
da
INSTALADORA
de
que
a
substituição se fará sem ônus para o CLIENTE;
Cód. Autenticidade 400036360461
b) apresentação de provas, pela INSTALADORA, da
equivalência
técnica
do
produto
ao
especificado
compreendendo,
como
peça
fundamental, o laudo do exame comparativo dos
materiais,
efetuado
por
laboratório
tecnológico idôneo.
85
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
A INSTALADORA retirará do canteiro da obra todos
os materiais rejeitados pela FISCALIZAÇÃO, no
prazo estipulado pela mesma.
FL. 3134
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
Quando nas especificações constar marca, nome do
fabricante ou tipo do material, estas indicações
se destinam a definir o tipo e o padrão de
qualidade requerido. Poderão ser aceitos produtos
similares, devendo o pedido de substituição
obedecer às exigências dos subitens a e b.
Outros casos não previstos serão resolvidos pela
FISCALIZAÇÃO, após satisfeitas as exigências dos
subitens a e b., ou comprovada a impossibilidade
de atendê-las.
17.12
Ensaios e Testes dos Materiais e Instalações
Caso necessário, a INSTALADORA deverá realizar,
sem ônus para o CLIENTE, ensaios suplementares
aos previstos nos documentos citados no item 4.
Realizados os ensaios, será enviada uma cópia do
respectivo
resultado
ou
certificado
à
FISCALIZAÇÃO.
A retirada de amostras será executada pela
INSTALADORA, com a assistência da FISCALIZAÇÃO,
em ocasião por esta determinada, sendo os ensaios
realizados
pela
INSTALADORA,
em
laboratório
idôneo, a critério da FISCALIZAÇÃO.
17.13
Das Medidas de Segurança
Cód. Autenticidade 400036360461
A execução dos serviços deverá ser realizada com
a adoção de todas as medidas relativas à proteção
dos
trabalhadores
e
de
pessoas
ligadas
à
atividade da INSTALADORA, observadas as Leis em
vigor; deverão ser observados os requisitos de
segurança
com
relação
às
redes
elétricas,
máquinas, andaimes e guinchos, presença de chamas
e metais aquecidos, uso e guarda de ferramentas e
aproximação de pedestres.
O CLIENTE não assumirá responsabilidade por
acidentes que ocorrerem nos locais das obras e
nem atuará como mediadora em conflitos que deles
resultem.
86
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
Tratando-se
de
materiais
que
envolvam
principalmente o aspecto estático da obra, além
das exigências dos subitens a e b., o material
proposto deverá se harmonizar com o acabamento
restante, a critério da FISCALIZAÇÃO.
FL. 3135
TEKNIKA - 1206 – CORSI HIRANO – TRT GOIÂNIA
Rev. 01 - 27/07/14
A INSTALADORA deverá se submeter às medidas de
segurança exigida pela autoridade do local onde
se realizarem as obras ou serviços objeto do
Contrato.
17.14
Entrega das Obras
As obras deverão ser entregues em perfeitas
condições de acabamento e funcionamento.
Todas as instalações provisórias deverão ser
desmontadas e retiradas do local, ao término das
obras, quando convier ao CLIENTE.
Cód. Autenticidade 400036360461
Todo entulho e restos de materiais de construções
deverão ser removidos, propiciando ao local das
obras um aspecto acabado.
87
Goiânia, 20 de outubro de 2014.
[assinado eletronicamente]
CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO
CHEFE DE NUCLEO FC-6
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:19:24h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703047
A INSTALADORA manterá "Seguro de Acidentes do
Trabalho" para todos os seus empregados que
exerçam atividades no canteiro das obras e
responderá, nos termos da legislação vigente por
qualquer
acidente
ocorrido
com
o
pessoal,
material, instalação, equipamentos sob a sua
responsabilidade, bem como de terceiros, durante
a execução das obras.
MEMORIAL DESCRITIVO E
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
TRT - 2ª ETAPA
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:20:04h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703054
Cód. Autenticidade 400036360704
FL. 3136
FL. 3137
SUMÁRIO
1.0 - DESCRIÇÃO DO PROJETO .................................................................................................................... 2
2.0 - SERVIÇOS PRELIMINARES .................................................................................................................. 2
3.0 - CONSIDERAÇÕES GERAIS ................................................................................................................... 2
4.0 - ENTRADA PARA REDE ELÉTRICA...................................................................................................... 3
4.1 - RAMAL DE MÉDIA TENSÃO. ............................................................................................................... 3
4.2 - CUBICULOS BLINDADOS DE MÉDIA TENSÃO. ................................................................................ 4
5.0 - ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA................................................................................................... 27
7.0 - INSTALAÇÕES APARENTES E EMBUTIDAS .................................................................................... 36
8.0 - INSTALAÇÕES DE CONDUTORES..................................................................................................... 38
9.0 - ILUMINAÇÃO ...................................................................................................................................... 39
10. 0 - CAIXA DE INTERRUPTORES E TOMADAS.................................................................................... 40
11.0 - ALTURAS ........................................................................................................................................... 41
12.0 - ATERRAMENTO E SPDA .................................................................................................................. 41
13.0 - ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA ..................................................................................................... 41
14.0 – OBSERVAÇÕES ................................................................................................................................. 42
15.0 – REFERÊNCIAS UTILIZADAS NO PROJETO .................................................................................... 43
15.1 - ABNT ................................................................................................................................................ 43
18.1 Caracterização dos materiais .............................................................................................................. 44
ANEXO 2 - SEGURANÇA CONFORME NR-10 ........................................................................................... 47
Cód. Autenticidade 400036360704
REQUISITOS DOS ITENS DE SEGURANÇA - NR-10 ................................................................................ 47
1
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:20:04h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703054
6.0 - QUADROS ELÉTRICOS ....................................................................................................................... 35
FL. 3138
1.0 - DESCRIÇÃO DO PROJETO
Este Memorial Descritivo é parte integrante do Projeto Elétrico da implantação do sistema elétrico e
Telecomunicações para a expansão das instalações do TRT de Goiânia-GO, 2ª Etapa, a ser construída
à Avenida T-1, Rua T-52, Rua T-29 e Rua T-51, Lote 1 a 24, Quadra T-22, Setor Bueno, Goiânia-GO.
Tem como seu principal fundamento, fixar e estabelecer as normas e procedimentos para utilização,
materiais, e principais parâmetros de execução, fatores determinantes para contratação,
administração e fiscalização das Empresas habilitadas à realização dos trabalhos de execução,
aplicação e funcionamento da Rede elétrica da edificação anteriormente citada.
A Contratada deve verificar todos os pontos de interferência existentes na área de implantação da
nova edificação, certificando-se das condições de implantação de forma que não haja pleitos
futuros calçados em alegações de desconhecimento de redes enterradas existentes do local da
implantação.
A Contratada se obriga sob as responsabilidades legais vigentes, a prestar toda a assistência técnica e
administrativa necessária para imprimir andamento conveniente aos trabalhos de acordo com
cronograma físico da obra.
A Contratada deverá verificar nos centros de cargas de onde serão derivados os alimentadores para
os blocos do Ensaque, Almoxarifado e Refeitório, os disjuntores disponíveis bem como as distância
dos alimentadores a serem lançados para interligar as instalações, conforme indicado em projeto.
3.0 - CONSIDERAÇÕES GERAIS
Todos os materiais e equipamentos, a serem utilizados na execução destas instalações (mesmo
aqueles que, porventura, não tenham sido citados), deverão ser novos, de primeira qualidade,
próprios para utilização em instalações elétricas e deverão estar de acordo com as especificações
deste memorial;
A equipe de execução destas instalações (engenheiros, eletrotécnicos, eletricistas e auxiliares)
deverá ser tecnicamente capacitada para a execução dos trabalhos de instalação, com certificados
em NR-10;
Cód. Autenticidade 400036360704
A equipe de execução deverá seguir o projeto elaborado da melhor maneira possível, dentro das
reais condições desta obra; qualquer que seja a dúvida, a equipe deverá consultar os autores do
presente projeto. Quaisquer omissões ou discrepâncias, verificadas neste memorial, deverão ser
comunicadas: primeiramente, aos autores deste projeto e, em segundo lugar, à fiscalização da obra sempre em tempo hábil para que se possa realizar a correta e cautelosa avaliação das questões
pertinentes;
Os serviços deverão ser executados com esmero e bom acabamento e deverão ser entregues com as
instalações em perfeito estado de funcionamento, verificação esta feita através de testes de
desempenho das instalações e dos equipamentos, de acordo com as indicações dos fabricantes e na
presença do Responsável Técnico da obra;
Como regra geral, deverão ser tomados os seguintes cuidados:
2
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2.0 - SERVIÇOS PRELIMINARES
FL. 3139
o
Todas as partes metálicas, não energizadas desta instalação, deverão estar interligadas
ao aterramento principal deste projeto;
o Todas as partes vivas (energizadas) expostas, dos circuitos principais e secundários e dos
equipamentos elétricos, deverão ser protegidas contra acidentes, seja através de um
invólucro protetor ou através de instalação fora do alcance de pessoas inabilitadas;
o Em lugares úmidos ou normalmente molhados, nos expostos ao tempo e a agentes
corrosivos de qualquer natureza, deverão ser utilizados métodos de execução
adequados e materiais destinados especificamente para tal finalidade;
o Toda esta instalação, eletrodutos, condutores, peças e equipamentos deverá estar
cuidadosamente arranjada e firmemente ligada às suas respectivas estruturas de
suporte e/ou sustentação, de maneira a formar um conjunto mecânico e elétrico
satisfatório, de boa qualidade e, principalmente, seguro;
Qualquer alteração, em relação ao projeto e/ou emprego de material inexistente na praça, só será
permitida após consulta aos autores do projeto, sob pena de possíveis danos às instalações e,
portanto, nenhuma responsabilidade por parte dos mesmos.
As especificações porventura omitidas não isentam a empresa executora dos serviços do
cumprimento integral das exigências legais vigentes, conforme estabelece o Código de Defesa do
Consumidor.
Da mesma forma algum serviço não especificado ou descrito, mas que faça parte dos procedimentos
necessários para o fornecimento e instalação da Rede de Energia Elétrica da edificação serão de
responsabilidade da empresa executora dos serviços.
4.0 - ENTRADA PARA REDE ELÉTRICA
4.1 - RAMAL DE MÉDIA TENSÃO PRINCIPAL.
A Entrada atual de energia em média tensão deverá ser trocada, utilizando um cabo de #95mm² EPR
15KV, partindo da estrutura de derivação da CELG, em 13,8KV. As proteções deverão ser ajustadas,
propiciando a proteção correta do Ramal, conforme diagrama unifilar apresentado em projeto.
Cód. Autenticidade 400036360704
Esse ramal de média tensão, alimentará o novo centro de medição, proteção e distribuição,
conforme indicado em projeto, composto de cubículos de média tensão blindados que atenderá todo
o complexo do TRT (descritos a seguir). Dele partirão os alimentadores de MT para a 1ª ETAPA e 2ª
ETAPA.
A 1ª ETAPA (EXISTENTE) será alimentada por ramal composto por cabo 15KV, #70mm² EPR,
partindo da cabine compacta localizada na NOVA CABINE DE MEDIÇÃO. Deverá ser construída
nova infraestrutura para esse fim.
A 2ª ETAPA (A SER CONSTRUIDA) será alimentada por ramal composto por cabo 15KV, #50mm²
EPR, partindo da cabine compacta localizada na NOVA CABINE DE MEDIÇÃO. Deverá ser
3
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o Todas as partes desta instalação elétrica sejam com relação aos circuitos ou aos
equipamentos, que possam produzir faíscas, deverão possuir uma proteção
incombustível e deverão ser efetivamente separadas de qualquer material facilmente
combustível;
FL. 3140
construída infraestrutura, conforme indicado em projeto, utilizando eletroduto Galvanizado a
Fogo, na bitola de 4", fixada no teto do 4º subsolo, conforme indicado em projeto. Ao longo do
trajeto, deverão ser instaladas caixas de passagem em alumínio forjado, de alta resistência, com
dispositivo para lacre, para acomodação dos cabos de média tensão.
Após a passagem de todos os cabos de Média Tensão e com a execução das terminações, o
mesmo deverá ser "meggado" e "Hipotado", para garantir que está de acordo com as
especificações técnicas e nível de isolamento proposto.
4.2 - CUBICULOS BLINDADOS DE MÉDIA TENSÃO.
O projeto considera a instalação de NOVA CABINE DE MEDIÇÃO, a ser instalada no 3º SS da 2º
ETAPA. Essa cabine de medição será composta de cubículos blindados compactos (descritos a
seguir), com a seguinte configuração:







Coluna 1 - Célula de Entrada
Coluna 2 – Disjuntor Geral
Coluna 3 – Modulo de Saída em 13,8KV para agencia Bancária
Coluna 4 – Modulo de Medição CELG
Coluna 5 – Modulo de Serviços Auxiliares
Coluna 6 – Disjuntor de saída para Subestação 1 – 1ª ETAPA
Coluna 7 – Disjuntor de saída para Subestação 2 – 2ª ETAPA
SUBESTAÇÃO 2 – 2º ETAPA
O projeto considera a instalação de uma nova Subestação, a ser instalada no 3º SS da 2º ETAPA.
Essa Subestação será composta de cubículos blindados compactos (descritos a seguir), com a
seguinte configuração:




Coluna 1 - Célula de Entrada
Coluna 2 – Disjuntor de saída para Transformador 1 – 1000KVA
Coluna 3 – Disjuntor de saída para Transformador 2 – 1000KVA
Coluna 4 – Disjuntor de saída para Transformador 3 – 500KVA
4.3 - ESPECIFICAÇÃO DOS PAINÉIS DE MEDIA TENSÃO
Normas aplicáveis:
Cód. Autenticidade 400036360704
Os cubículos, que vão compor os painéis de média tensão, deverão satisfazer as condições
exigidas das normas abaixo listadas:

Conjunto de Manobra e Controle de Alta Tensão em Invólucro Metálico para Tensões
Acima de 1kV até 52kV - IEC 62271-200 – NBR IEC 62271-200

Chaves Seccionadoras de Alta Tensão em Corrente Alternada de 1 até 52kV - IEC 62271103
4
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NOVA CABINE DE MEDIÇÃO

Graus de Proteção para Invólucros de Equipamentos Elétricos – IEC 60529 – NBR IEC
60529

Sistemas de Indicação de Presença de Tensão - High-Voltage Prefabricated Switchgear
and Controlgear Assemblies - Voltage Presence Indicating Systems – IEC 61958

Chave de Aterramento – IEC 62271-102

Chaves Seccionadoras e de Aterramento em Corrente Alternada - IEC 62271-102 – NBR
IEC 62271-102

Cláusulas Comuns a Equipamentos Elétricos de Manobra de Tensão Nominal Acima de
1kV - IEC 60694 – NBR IEC 60694

Combinação Chave-Seccionadora Fusíveis de Média Tensão em Corrente Alternada - IEC
62271-105 (antiga 60265)

Disjuntores de Alta Tensão em Corrente Alternada - IEC 62271-100 – NBR IEC 62271-100

Fusíveis Limitadores de Corrente de Alta Tensão - IEC 60282-1 – NBR 8669

Transformadores de Corrente - IEC 60044-1 – NBR 6856

Transformadores de Potencial - IEC 60044-2 – NBR 6855

Transdutores de Corrente de Baixa Potência – IEC 60044-8

Transformadores de Força - NBR 10295

Relés de Proteção – IEC 60255

Compatibilidade Eletromagnética – IEC 61000

Compatibilidade Eletromagnética para Medição e Controle de Processos Industriais - IEC
60801
Condições Ambientais
Os cubículos deverão ser instalados em locais com as seguintes condições ambientais:




Cód. Autenticidade 400036360704

Altitude máxima em relação ao nível do mar: ............................................................ 1000 m
Temperatura ambiente máxima anual ............................................................................ 40o C
Temperatura ambiente mínima anual .............................................................................-5o C
Temperatura média máxima em 24 hs............................................................................ 30o C
Umidade relativa do ar ..................................................................................... acima de 80 %
Características Gerais
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FL. 3141
FL. 3142
Os painéis deverão ser do tipo compactos, classe LSC2A-PI-IAC-AFL, conforme descrito na norma NBR
IEC 62271-200, compostos de células modulares, compartimentadas, em invólucro metálico, uso
interno (grau de proteção IP2XC), equipados com aparelhagens fixas (seccionadora) e desconectáveis
(disjuntores), com saída e entrada de cabos preferencialmente pela parte inferior e com acesso
totalmente frontal, através de tampas intertravadas com o circuito de força, de forma que somente
com o circuito aberto e aterrado, seja possível acesso seguro aos compartimentos energizados.





largura dos cubículos seccionadores/seccionadores-fusíveis: .................................... 375 mm
largura dos cubículos seccionadores-fusíveis com pára-raios: .................................... 500 mm
largura dos cubículos disjuntores:.............................................................................. 750 mm
altura dos cubículos (sem caixa de baixa tensão): .................................................... 1600 mm
profundidade máxima dos cubículos....................................................................... 1220 mm
Devido a limitações de espaço físico, o painel da nova entrada de média tensão onde ocorrerá a
medição não deve exceder a largura de 4,5 metros. O outro painel da subestação 2 da segunda etapa
não deve exceder 3 metros de largura.
Os equipamentos que compõem os cubículos (seccionador, chave de terra e disjuntor) deverão ser
preenchidos com gás SF6 e selados, portanto, sem manutenção, conforme recomendação da NBR IEC
62271-200.
Cód. Autenticidade 400036360704
Para segurança do usuário os painéis deverão possuir:

Além das indicações normais dos equipamentos, quanto às suas posições
ligado/desligado, devem ser providos de divisores capacitivos que indiquem
a presença de tensão nas três fases através de lâmpadas de néon nos
cubículos de entrada e saída.

Sinótico animado no frontal do painel, ligado diretamente no eixo da
seccionadora, garantindo assim a visualização de aberto ou fechado.

Intertravamentos naturais que evitem falsas manobras e acessos
inadequados ao painel, isto é, todas as tampas frontais de fechamento
deverão ser providas de intertravamentos mecânicos que impeçam o acesso
ao interior dos cubículos sem que antes se desligue e aterre a chave
seccionadora.

As seccionadoras que compõem as células disjuntoras deverão ser providas
de bloqueio mecânico impedindo a sua operação sob carga sem o
desligamento do disjuntor.

A opção de intertravamentos “kirk”, permitindo uma sequência de
manutenção correta.

A opção de travamentos com cadeados, que impeçam o acesso não
autorizado ou manobra perigosa. Deve ser possível travar por cadeados as
chaves seccionadoras, na situação aberta e/ou aterrada.

A transição entre células deverá ser feita obrigatoriamente por barramento
de cobre eletrolítico e, em nenhum caso, através de cabos ou conexões
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As dimensões estruturais de cada cubículo compacto, devem seguir as seguintes dimensões padrões:
FL. 3143

Os cubículos deverão estar preparados para receber ligações através de
terminais para cabos de força do tipo termo-contrátil compacto. Não serão
aceitos terminais do tipo “plug-in”.

Os painéis deverão possuir resistências de aquecimento de 50 W para
desumidificação, evitando-se assim o favorecimento de arcos internos e
descargas parciais.

A estrutura do cubículo deverá ser constituída de chapas de aço carbono,
formando um sistema rígido e de grande resistência mecânica, padronizado,
modular, que garanta, dessa forma, ampliações sem a necessidade da
execução de um novo projeto.

Deverão ser previstos dispositivos próprios no rodapé, para fixação dos
cubículos por chumbadores rápidos.

As tampas de fechamento dos cubículos deverão ser em chapa de aço
carbono. As tampas laterais deverão ser com do tipo aparafusas.

A base para passagem de cabos deverá ser executada em chapas metálicas
sem material ferromagnético, preferencialmente de alumínio.

Os cubículos deverão ser providos de tampa de alívio de pressão interna da
seccionadora, na parte traseira, garantindo assim a segurança dos
operadores e pessoal da manutenção.

Para os cubículos de média tensão, com combinação chave seccionadora e
fusíveis, é obrigatório a utilização de dispositivo do tipo “stricker-pin”, que
garante a abertura da seccionadora a montante do circuito, quando da
ocorrência de fusão de um ou mais fusíveis de média tensão, garantindo,
assim, que o sistema não opere com uma ou duas fases, somente.

Para possíveis expansões de carga, as seccionadoras fusíveis devem
comportar fusíveis de até 125A em 17,5kV.

Os painéis deverão permitir expansão futura, em caso de aumento de
cargas.

Os painéis devem ser ensaiados para suportar o arco interno, conforme a
NBR IEC 62271-200.
Tratamento e Pintura dos Cubículos
Cód. Autenticidade 400036360704
As ferragens e chapas constituintes dos cubículos deverão ser protegidas contra corrosão.
As superfícies visíveis externas sem pintura, deverão ser executadas com chapas de aço
eletrozincadas.
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especiais do tipo “plug-in”, aumentando-se, assim, a disponibilidade do
sistema.
FL. 3144
As superfícies pintadas deverão ser limpas e fosfatizadas, e em seguida deverá ser aplicada uma
camada de tinta a pó, a base de resina poliéster, na cor RAL 9003, com uma espessura mínima de
80µ.
Características Elétricas









Tensão de isolação: .................................................................................................. 15 kV
Tensão de operação: ............................................................................................. 13,8 kV
Tensão aplicada a frequência industrial 60Hz/1min (TAFI): ...................................... 34 kV
Nível básico de impulso 1,2/50microssegundos (NBI): .............................................. 95 kV
Corrente nominal do barramento horizontal: ........................................................... 630 A
Corrente simétrica de curto-circuito: ........................................................................ 20 kA
Frequência: .............................................................................................................. 60 Hz
Potência instalada .............................................................. Conforme diagramas elétricos
Isolação dos barramentos ............................................................................................ Ar
Os barramentos deverão ser de cobre eletrolítico, com pureza de 99,9%, com cantos arredondados e
deverão ser isolados a ar. Não serão aceitos cubículos totalmente isolados a gás, com barramentos
envoltos em SF6, garantindo assim, maior autonomia das equipes internas, em caso de manutenção
do equipamento.
Os barramentos deverão ser dimensionados de modo a apresentarem uma ótima condutividade, alto
grau de isolamento, dificultar ao máximo a formação de arcos elétricos, além de resistir aos esforços
eletrodinâmicos resultante de curtos-circuitos.
A instalação do jogo de barras deverá ser na parte superior dos cubículos e a montagem das três
fases deverá ser sempre paralela, evitando assim erros de montagem.
As ligações dos transformadores de corrente e de potencial deverão ser realizadas com barras
isoladas, não podendo ser feitas por cabos isolados e ou uso de terminal “plug-in”.
Deverá ser prevista uma barra de aterramento de cobre nú, ao longo de cada cubículo, com um
conector de terra em cada extremidade, próprio para cabo de 70 mm 2.
Os cubículos deverão ser fornecidos com toda a fiação de comando, entre os equipamentos e entre
esses e os bornes conectores, executada e testada. Nenhuma emenda nos cabos será permitida.
A fiação deverá ser feita com cabos de cobre flexível, de diâmetros adequados a corrente, porém
com seção não inferior a 1,5 mm2 para circuitos de comando a tensão e não inferior a 2,5 mm 2 para
circuitos de corrente. Os cabos deverão ter isolamento em PVC na cor preta, 70 oC - 750V
Todos condutores deverão ser identificados através de anilhas brancas com caracteres numéricos,
indicando sempre o numero do terminal do equipamento ou do borne conector.
Cód. Autenticidade 400036360704
Todas as conexões entre equipamentos serão feitas com conectores terminais de cobre estanhado
com proteção de PVC do tipo a compressão (não soldado).
Todos os cabos de comando ou força que se destinam a interligação com equipamentos externos ao
painel, serão reagrupados em barras de bornes terminais devidamente numerados de forma
sequencial (sempre que possível com os mesmos números dos cabos).
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Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:20:04h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703054
Os painéis deverão atender a um sistema elétrico com as seguintes características:
FL. 3145
As interligações internas ou externas dos TC e TP com os instrumentos deverão ser feitas com bornes
específicos para esta finalidade, tipo blocos de aferição.
Os bornes conectores deverão ser de material termo-rígido, com características de alta resistência
mecânica e alta rigidez dielétrica. Deverá apresentar também grande estabilidade térmica e
propriedades anti-chama.
As réguas dos bornes deverão ser instaladas no compartimento de baixa tensão ou compartimento
frontal do cubículo. Não será permitida a conexão de mais de dois fios por terminal do borne ou do
equipamento.
Disjuntores de Média Tensão
O disjuntor deverá ser construído de acordo a NBR IEC 62271-100.
O disjuntor deverá ser tripolar com isolamento e interrupção a gás SF6, do tipo selado à vida,
atendendo as especificações da norma IEC 62271-100, devendo atender à expectativa de 10.000
operações elétricas à corrente nominal, sem manutenção nos pólos.
O disjuntor deve ser instalado em compartimento isolado a ar, permitindo manutenção sem a perda
da segurança e das propriedades dielétricas e de isolamento do painel.
O disjuntor deverá ser para uso interno, montagem desconectável (fixo sobre chassis com rodas).
Não será aceito disjuntor de execução totalmente fixo.
O acionamento deverá ser por mola rearmáveis por motor e manualmente. O comando deverá ser
local e a alavanca de carregamento das molas não deve sair do disjuntor.
Características do Disjuntor:













Tensão nominal: ............................................................................................................ 15 kV
Tensão de operação: .................................................................................................. 13.8 kV
Corrente nominal a 40ºC: .............................................................................................. 630 A
Tensão aplicada a frequência industrial 60Hz/1min (TAFI): ............................................ 34 kV
Nível básico de impulso 1,2/50microssegundos (NBI): .................................................... 95 kV
Frequência nominal: ...................................................................................................... 60 Hz
Tempo de abertura: .............................................................................. 50 à 70 ms (+/- 3 ms)
Tempo de interrupção: .......................................................................... 65 à 85 ms (+/- 3 ms)
Tempo máximo de fechamento: ............................................................................ 60 à 90 ms
Corrente de interrupção simétrica a 15kV: ................................................................... 20 kA
Corrente de estabelecimento: ...................................................................................... 50 kA
Motorização ................................................................................................. consultar unifilar
Isolação dos pólos: .................................................................................................... gás SF6
Cód. Autenticidade 400036360704
Seccionadora de Média Tensão
A seccionadora deverá ser tripolar com isolamento a gás SF6, do tipo selado para vida, a baixa
pressão, atendendo as especificações da norma IEC 62271-102, devendo atender à expectativa de
1.000 operações mecânicas ou 100 operações elétricas à corrente de nominal.
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4.3.1 - EQUIPAMENTOS PRINCIPAIS
FL. 3146
A seccionadora deverá ser para uso interno, montagem fixa, três posições (ligado-desligado e
aterrado), sendo impossível passar diretamente à condição de seccionadora “fechada” para
seccionadora “aterrado” e vice-versa.








Tensão nominal: ............................................................................................................ 15 kV
Tensão de operação: .................................................................................................. 13.8 kV
Corrente nominal a 40ºC: .............................................................................................. 630 A
Tensão aplicada a frequência industrial 60Hz/1min (TAFI): ............................................ 34 kV
Nível básico de impulso 1,2/50microssegundos (NBI): .................................................... 95 kV
Frequência nominal: ...................................................................................................... 60 Hz
Isolação: .................................................................................................................... gás SF6
Motorização: ................................................................................................ consultar unifilar
Transformadores de Potencial
Os transformadores de potencial deverão estar de acordo com a NBR 6855 ou IEC 60044-2.
Os TP devem ser do tipo seco encapsulado em resina epóxi, próprio para instalação interna e com as
seguintes características elétricas:









Tensão nominal: ...................................................................................................... 15 kV
Tensão Primária: .................................................................................................. 13.8 kV
Tensão Secundária Nominal: .......................................................................... a confirmar
Tensão aplicada a frequência industrial 60Hz/1min (TAFI): ..................................... 34 kV
Nível básico de impulso 1,2/50microssegundos (NBI): ............................................. 95 kV
Frequência nominal: ................................................................................................ 60 Hz
Classe de exatidão: ....................................................................................... 0,5% - 50 VA
Potência térmica: ..................................................................................................500 VA
Grupo de ligação: ........................................................................................................... 1
Transformadores de Corrente
Os transformadores de corrente deverão estar de acordo com a NBR 6856 ou IEC 60044-1. Deverão
ser a seco, encapsulados em resina epóxi, para instalação interna, com as seguintes características
elétricas:








Cód. Autenticidade 400036360704

Classe de tensão: ..................................................................................................... 15 kV
Tensão aplicada a frequência industrial 60Hz/1min (TAFI): ..................................... 34 kV
Nível básico de impulso 1,2/50microssegundos (NBI): ............................................. 95 kV
Frequência: ............................................................................................................. 60 Hz
Corrente primária nominal: ............................................... Conforme diagramas unifilares
Fator térmico nominal: ............................................................................................ 1,2 In
Corrente secundária nominal: .....................................................................................5 A
Classe de exatidão: ......................................................................................... a confirmar
Potência de exatidão: ..................................................................................... a confirmar
10
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:20:04h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703054
Os comandos das seccionadoras deverão seguir o conceito de engraxados a toda vida, isto é, sem
necessidade de manutenção, e deverão ter a possibilidade de serem motorizados.
FL. 3147
Transformadores de Corrente de Baixa Tensão - LPCT












Corrente mínina do primário: ......................................................................................5 A
Corrente nominal do primário: ................................................................................ 100 A
Máxima Corrente nominal do primário: ................................................................ 1250 A
Tensão nominal de saída do secundário: ............................................................. 22,5 mV
Classe de exatidão medição ......................................................................................... 0,5
Classe de exatidão proteção ......................................................................................... 5P
Fator limite de exatidão ............................................................................................. 400
Corrente de curto térmica ...................................................................................40 kA 1s
Tensão Nominal (máxima) ....................................................................................... 24 kV
Tensão aplicada a frequência industrial 60Hz/1min (TAFI): ...................................... 50 kV
Frequência: ............................................................................................................. 60 Hz
Corrente primária nominal: ............................................... Conforme diagramas unifilares
Relés de Proteção Multifunções
Como as unidades de proteção são instaladas próximas a acionamentos de potência, estando sujeitas
a interferências, choques, vibrações e transitórios de origem elétrica, elas devem atender as mais
severas normas técnicas que garantam seu perfeito funcionamento. Assim, devem estar em
conformidade com as seguintes normas:






60255-5: Suportabilidade às ondas de choque: 5 kV
60255-22-1: Onda oscilatória amortecida 1 MHz: Classe III
60255-22-4: Transientes rápidos: Classe IV
61000-4-3: Irradiações eletromagnéticas: Classe III
60529: Graus de proteção - IP 52 no painel frontal
60255-21-1,2,3: Vibrações, choques, suportabilidade sísmica: classe II
O conjunto de proteção, inclusive sua IHM (interface homem-máquina) deve operar dentro do
seguinte intervalo de temperaturas: -25°C e +70°C.
Os relés devem possuir certificação UL, CSA, ISO9001 e ISO14000 em suas últimas versões.
A alimentação auxiliar do relé deve estar compreendida na faixa de 24 a 250Vcc e 110 a 240Vac sem
a necessidade de inserção ou troca de acessórios.
O equipamento de proteção deve permitir que os transformadores de corrente (TC) sejam curto
circuitados automaticamente no momento de substituição do relé ou quando se realizar algum
ensaio nos TC ou relé.
Cód. Autenticidade 400036360704
Os relés auxiliares inseridos no circuito de comando dos equipamentos de interrupção dever ter
capacidade de conduzir continuamente 8A. Além disto, devem suportar 30A durante 200ms para
2000 operações, em conformidade com a norma C37.90 cláusula 6.7.
Com relação à segurança de operação, o relé de proteção deve possuir função de auto-supervisão,
que indique defeitos internos, tanto de hardware quanto de software, através de um contato de
saída permitindo que o operador possa identificar o defeito e, assim, possa, manter a integridade e
operacionalidade do sistema de proteção.
11
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:20:04h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703054
Os transformadores de corrente deverão estar de acordo com a IEC 60044-8. Deverão ser a seco,
encapsulados em resina epoxi, para instalação interna, com as seguintes características elétricas:
FL. 3148
Ainda com relação à segurança, o relé deve sinalizar no frontal do equipamento, através de LED e/ou
mensagem de texto, a falha interna detectada, inibindo os comandos de saída.

Profundidade de no máximo 100 mm, já com todos os acessórios instalados.

Corpo de policarbonato ou de material isolante que apresente alta resistência mecânica.

Bornes correspondentes as entradas de corrente e tensão devem ser desconectáveis,
possibilitando uma fácil substituição em caso de troca, reparo ou manutenção.

Relé deve permitir que todos os ajustes e a instalação de eventuais módulos opcionais sejam
feitos com o equipamento em funcionamento.
As unidades de proteção e controle devem executar funções de proteção em conformidade com a
American National Standards Institute (ANSI). Para o presente projeto, as seguintes proteções devem
ser providas pelos relés, assinaladas com “X” ou “x”, na tabela abaixo:
Seleção
X
X
Função ANSI
46
50/51
X
50/51N
50/51GS
X
50BF
50/51V
86
49RMS
49T
38
Cód. Autenticidade 400036360704
27D
27R
27
59
47
59N
81
60FL
67
67N
32P
32Q
40
78PS
Descrição
Corrente de seqüência negativa;
Sobrecorrente instantânea e temporizada de fase,
respectivamente;
Sobrecorrente instantânea e temporizada de neutro,
respectivamente;
Sobrecorrente instantânea e temporizada de neutro de alta
sensibilidade;
Falha de disjuntor;
Sobrecorrente com restrição de tensão;
Bloqueio automático após uma atuação da proteção;
Sobrecarga térmica;
Monitoramento da temperatura dos enrolamentos utilizando
sensores PT100;
Monitoramento da temperatura dos mancais da máquina
utilizando sensores P100;
Subtensão de seqüência positiva;
Subtensão remanente;
Subtensão fase/fase e fase/neutro;
Sobretensão fase/fase e fase/neutro;
Seqüência de fases de tensão;
Sobretensão de neutro (deslocamento do neutro);
Sub e sobre freqüência;
Supervisão do circuito no qual se encontram conectados os
TC e TP;
Sobrecorrente direcional de fase;
Sobrecorrente direcional de neutro;
Potência reversa ou sobrepotência ativa;
Sobrepotência reativa direcional;
Perda de campo;
Perda de sincronismo;
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A unidade de proteção e controle deve ser compacta e de fácil instalação, otimizando os custos de
instalação, com os seguintes requisitos:
FL. 3149
87TG
12
14
24
37
64G
50/27
21B
64REF
Proteção diferencial percentual para geradores (Apenas para
o modelo G87);
Proteção diferencial do conjunto gerador mais transformador
de 2 enrolamentos (Apenas para o modelo G88);
Sobrevelocidade;
Subvelocidade;
Sobrefluxo magnético;
Subpotência ativa direcional;
Proteção de 100% do estator para a terra;
Energização acidental;
Subimpedância;
Falta restrita a terra (Apenas para os modelos G82 e G88).
As proteções de sobrecorrentes de fase e neutro devem permitir no mínimo o ajuste dos seguintes
parâmetros:
Corrente de disparo ou pick-up levando em conta a máxima corrente de carga admissível que passa
pelo circuito a ser protegido, com ajustes que devem corresponder aos valores reais das correntes no
primário dos transformadores de corrente (TC).
Deve permitir ajuste de curvas normal inversa, muito inversa, extremamente inversa e tempo
definido em conformidade com as normas ANSI, IEEE e IEC.

O Dial de tempo da curva ou tempo de operação equivalente deve ser de 10 vezes a
corrente de pick up.

Visando evitar falsas operações da unidade de terra devido as correntes de
magnetização, decorrentes da energização dos transformadores de potência, os relés
devem possuir a proteção 51N com restrição do componente de segunda harmônica.
Os relés devem contemplar pelo menos dois grupos de ajustes de tal forma que seja possível
comutar de um grupo para o outro no momento em que ocorrer um aumento considerável de carga
no sistema. Tal mudança pode ser executada localmente ou remotamente via um sistema de
supervisão e controle.
Os relés devem sinalizar em sua face frontal a mensagem da respectiva função de proteção que
ocasionou o disparo do disjuntor, com a respectiva indicação de data e hora da ocorrência do evento.
Cód. Autenticidade 400036360704
As unidades de proteção e controle devem possuir a capacidade de medir as seguintes grandezas:

valores eficazes True RMS, das três correntes de fase;

corrente residual;

medição da corrente média e máxima que circulam nos condutores do alimentador;

medição de correntes de disparo em cada fase;

medições complementares, como o valor do desequilíbrio decorrente da corrente de
seqüência negativa, tempo de operação do relé, dentre outras.
13
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87M
FL. 3150

medições das tensões de fase e de linha (quando o relé dispuser de entradas de corrente
e de tensão);

medições de frequência, potência, energia e freqüência (quando o relé dispuser de
entradas de corrente e de tensão).
A unidade de proteção e controle deve possuir display frontal, com possibilidade de instalá-lo
remotamente. Tais displays devem permitir a leitura de grandezas elétricas, as mensagens de
operação, de “trip” e as mensagens de manutenção.
As mensagens indicadas, avisos e/ou alarmes devem ser disponibilizadas na língua Portuguesa
(Brasil), devendo possuir no mínimo duas linhas de texto.
Sinalizações de alarmes e status do disjuntor devem ser disponibilizados através de LED que podem
ser configurados de forma simples, rápida e eficaz.
As unidades de proteção e controle devem permitir o ajuste frontal dos ajustes de proteção, através
do display/IHM. Deve ainda ser provido de senha, de tal forma que apenas pessoas tecnicamente
habilitadas possam manusear estas funções do equipamento.
Além do controle de acesso aos ajustes através de senhas, a unidade de proteção deve permitir,
opcionalmente, no painel frontal, a instalação de lacre de segurança, com o objetivo de impedir o
acesso ao respectivo botão de entrada das senhas e a conexão do relé a porta de comunicação
frontal RS232. Tal lacre visa evidenciar se houve tentativa de alterar os ajustes do relé.
As unidades de proteção devem possuir no mínimo 4 saídas digitais a relé, podendo ser expandida
através módulos de expansão. A instalação de módulos adicionais, quando solicitado, visa permitir:

Comandar a abertura e o fechamento do disjuntor de forma automática utilizando a
bobina de abertura e fechamento.

Enviar ordens de disparo para o disjuntor com sinal proveniente de outro relé
secundário e de menor capacidade, via entrada digital (Trip externo).

Realizar a supervisão do circuito de trip, permitindo que o operador tome as ações
corretivas com antecedência, caso haja algum defeito no circuito de comando
associado ao disparo do disjuntor, tais como fio rompido ou bobina queimada.

Indicar se a mola do disjuntor está carregada, bem como o respectivo tempo de
carregamento do motor associado.
Cód. Autenticidade 400036360704
A unidade de proteção e controle deve possuir a função de oscilografia incorporada, armazenando
as formas de onda das grandezas elétricas de proteção do relé.
Os relés devem permitir o ajuste do número de ciclos que serão oscilografados antes da falta, bem
como a duração total do registro.
14
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Opcionalmente, o relé deve permitir a disponibilidade das medições, através de uma saída analógica
convencional de 4 a 20mA. Se houver necessidade de instalação de módulo adicional, para acrescer
essa função, o mesmo deve permitir a instalação a quente no relé, sem que a unidade de proteção
seja substituída e/ou fique temporariamente fora de operação.
FL. 3151
Os arquivos de oscilografia devem ser gerados em formato. DAT. O relé deve ser fornecido com
software que permita a visualização dos arquivos.
A unidade de proteção deve registrar com precisão mínima de 1ms os eventos datados.
Escolha
X
Meio de comunicação
Comunicação RS485 – 2 fios
Comunicação RS485 – 4 fios
Comunicação RS485 – 2 fios
Comunicação RS485 – 2 fios
Comunicação em fibra óptica
Comunicação em fibra óptica
Comunicação em fibra óptica
Gateway RS485-Ethernet
Tipo de Protocolo
Protocolo Modbus
Protocolo Modbus
DNP3
IEC 60870-5-103;
Protocolo Modbus
DNP3
IEC 60870-5-103
Ethernet
O tempo de resposta da rede, a um comando deve ser inferior a 15 ms (tempo entre o comando de
envio à unidade e seu reconhecimento).
Além da comunicação RS232 na parte traseira do relé, vindo de fábrica, o relé deve possuir também
uma porta frontal padrão, também RS232, para permitir a parametrização e leitura dos ajustes e
medições através de um PC.
A unidade de proteção e de controle deve permitir que as medições, as leituras dos ajustes, os dados
de registro de distúrbios oscilográficos e os ajustes remotos das proteções sejam obtidos e/ou
executados, via uma rede de engenharia (E-LAN) ou através de um sistema de supervisão e controle
(S-LAN)
O relé deve permitir comandos à distância, efetuados de dois modos: a) Modo direto ou b) Modo
“SBO” (select before operate).
As unidades de proteção e controle devem ser fornecidas com kit de configuração contendo os cabos
de comunicação e softwares necessários à parametrização e aquisição de oscilografias.
O software de parametrização dos relés devem conter sistema de auto ajuda, organizado em tópicos
no idioma português (Brasil), ilustrando a introdução dos parâmetros de configuração de forma
intuitiva, simples e direta, além de possibilitar o envio e recebimento dos parâmetros de
configuração entre PC-Relé e Relé-PC.
Após a inserção dos dados de configuração no software de parametrização, este deve permitir a
organização automática de todas as informações em um único relatório de forma sistemática,
estruturada através de tópicos, que permita a impressão das mesmas para backup em papel.
Cód. Autenticidade 400036360704
O software de parametrização deve permitir:

Executar a leitura de todas as medições, dados de operação e mensagens de alarmes.

Executar a leitura dos diagnósticos do disjuntor tais como: kA 2 acumulados, contadores
de operações e outras informações.
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As unidades de proteção e controle devem permitir a instalação de módulos de comunicação
adicionais. A instalação poderá ser feita, mesmo com o relé em operação. Abaixo você encontra o
meio de comunicação e protocolo para esse projeto:

Informar o estado lógico das entradas e saídas digitais, e dos LED de sinalização.

Informar os resultados do autocheck interno bem como dos módulos externos on-line e
apresentar em caso de defeito, a causa ou diagnóstico da falha.

Visualizar os alarmes e históricos bem como o executar o RESET dos mesmos.

Realizar o download dos arquivos de oscilografia e possibilitar o disparo de um novo
registro oscilográfico pelo usuário.

Gerenciar (parametrizar, comandar e ler) os equipamentos instalados em uma rede de
engenharia E-LAN.

Verificar e corrigir eventuais erros de parametrização de módulos opcionais, tomando as
devidas ações corretivas de maneira rápida, segura e eficaz.

O software deverá permitir a execução em plataforma, Windows 2000 ou XP.
Tratando-se de um equipamento de proteção de redes elétricas, o relé é um elemento fundamental
para o perfeito funcionamento do sistema elétrico, assim, o fabricante do relé deve prover a garantia
de pelo menos 10 anos contra defeitos de fabricação.
Multimedidores Digitais
Quando solicitado nos diagramas unifilares multimedidores digitais, os mesmos deverão ser do tipo
microprocessado, com saída de comunicação serial RS485 e protocolo aberto Modbus.
O display deverá ser do tipo LCD, podendo ser montado diretamente no medidor ou usado de forma
portátil a até 9m de distância do medidor.



Entrada de tensão: ......................................................................................... 20- 600Vca
Entrada de corrente: ............................................................................................ 0 –10 A
Alimentação auxiliar: ......................................................... 90- 600 Vca ou 100 a 300 Vcc.
Deverão ser feitas as seguintes medições em true RMS: correntes por fases, tensões entre fases, e
fase–neutro, potência ativa, potência reativa, potência aparente por fase e total, fator de potência
por fase e total, freqüência, energia ativa, reativa, energia aparente trifásica total.
Os medidores devem ter memória de massa, de forma a não medir os registros e grandezas elétricas
em caso de falta de alimentação.
Pára-raios
Os para-ráios deverão ser de óxido de zinco para instalação interna com as seguintes características
elétricas:

Cód. Autenticidade 400036360704

Tensão nominal........................................................................................................ 12 kV
Corrente nominal de descarga ................................................................................. 10 KA
Os locais de instalação dos para-raios estão indicados no diagrama unifilar do projeto.
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FL. 3152
FL. 3153
4.3.2 - GARANTIA
Todos os componentes e o conjunto completo de equipamentos fornecidos, deverão ser garantidos
pelo fabricante durante o prazo mínimo de 12 (doze) meses, a partir do seu início de funcionamento,
ou de 18 (dezoito) meses, a partir da data de recebimento por parte da compradora.
A garantia se estende para qualquer defeito de fabricação ou funcionamento.









Especificação técnica detalhada dos painéis e outros equipamentos.
Catálogos ou folhetos técnicos dos equipamentos que compõem os painéis.
Dimensões aproximadas do conjunto.
Peso aproximado de cada conjunto.
Preço, impostos incidentes e tipo de embalagem.
Prazo de entrega máximo.
Condições de fornecimento.
Garantia.
Lista de desenhos que serão apresentados para aprovação.
4.4 – TRASNFORMADORES DE POTENCIA
O projeto prevê a construção de uma nova Subestação, com capacidade nominal de até 2.500KVA, a
ser construída no 3º Subsolo. O sistema será composto de 2 Transformadores de 1.000KVA e um
transformador de 500KVA, que atenderão as cargas, conforme diagrama unifilar e quadro de cargas..
A instalação será composta de:
 01 Transformador a seco de 1.000KVA, para alimentar o sistema de Iluminação, tomadas e
sistema de ventilação
 01 Transformador a seco de 1.000KVA, para alimentar o sistema de ar condicionado.
 01 Transformador a seco de 500KVA, para alimentar exclusivamente o Plenário principal e o
Datacenter
Os transformadores deverão ser do tipo a seco ter as seguintes características, não se limitando a:
TRANSFORMADORES N° 01 E 02
Cód. Autenticidade 400036360704












Tensão Nominal Primária...........................................................................13,8 kV
Tensão Operativa Primária........................................................................13,2 kV
Tensão Nominal Secundária..................................................................380/220 V
Número de Fases.......................................................................................3 (três)
Potência...................................................................................................1000 kVA
Derivações do Enrolamento Primário...........................14,4/13,8/13,2/12,6/12 kV
Derivação Central do Enrolamento Primário..............................................13,2 kV
Frequência....................................................................................................60 Hz
Ligação do Enrolamento primário...........................................................Triângulo
Ligação do Enrolamento Secundário..........................Estrela c/ Neutro Acessível
Classe de Tensão do Primário.......................................................................15 kV
 Secundário.........................................................................1,2 kV
 Neutro................................................................................1,2 kV
Nível Básico de Impulso (NBI) do Primário..................................................110 kV
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A proposta técnico-comercial, de venda dos equipamentos, deve conter as seguintes informações:
FL. 3154












Tensão Nominal Primária...........................................................................13,8 kV
Tensão Operativa Primária........................................................................13,2 kV
Tensão Nominal Secundária..................................................................380/220 V
Número de Fases.......................................................................................3 (três)
Potência....................................................................................................300 KVA
Derivações do Enrolamento Primário...........................14,4/13,8/13,2/12,6/12 kV
Derivação Central do Enrolamento Primário..............................................13,2 kV
Frequência....................................................................................................60 Hz
Ligação do Enrolamento primário...........................................................Triângulo
Ligação do Enrolamento Secundário..........................Estrela c/ Neutro Acessível
Classe de Tensão do Primário......................................................................15 kV
 Secundário........................................................................1,2 kV
 Neutro...............................................................................1,2 kV
Nível Básico de Impulso (NBI) do Primário.................................................110 kV
O dimensionamento da subestação, condutores, proteção geral e o quadro de medição foram feitos
com base nos critérios da NTC 04 Rev. 3 e NBR 5410/04 – Instalações elétricas de Baixa tensão.
Todos os cabos alimentadores a serem utilizados no trajeto transformadores -> quadros deverão ser
do tipo HEPR 90º, atóxicos e nas bitolas indicadas em projeto.
4.5 - GRUPO GERADOR
O sistema de Geração de Energia alternativa, será composto de 02 Grupos Motor Gerador diesel de
500KVA, constituído por um motor a explosão acoplado a um gerador trifásico, montados sobre uma
base metálica única, e que fornecerá energia na tensão nominal de 380/220V. Os equipamentos
deverão ser apropriados para sistema de transferência automática de carga e sistema de paralelismo,
fornecendo assim, a carga nominal de 1.000KVA ao barramento essencial do complexo.
O sistema Grupo Gerador assumirá 100% da carga do QGBT1, ou seja, toda a iluminação, tomadas,
elevadores, bombas, sistema de ventilação e exaustão serão consideradas como Essenciais ao
funcionamento da edificação.
O grupo diesel gerador deverá ter um painel de comando automático que será responsável pela
partida automática do mesmo sempre que receber o sinal de falta de tensão da concessionária.
Após o grupo gerador estabilizar a tensão e fechar a chave de saída, deverá enviar um sinal para o
QTA para que seja feita a transferência de alimentação.
Deverá ser fornecido junto com o GDG uma baterias chumbo-ácido, sistema de silenciador, tanque
para combustível para oito horas de operação, além dos Atenuadores de ruído, a serem instalados
nas tomadas de ar, conforme projeto.
Cód. Autenticidade 400036360704
O Sistema de Escape de gases deverá ser executado, garantindo que o mesmo seja liberado fora de
áreas confinadas, bem como sem que possa correr contato acidental. Para isso no caso de instalação
das tubulações com acesso publico, esta deverá ser revestida com manta e tijolo refratário.
Está previsto em projeto também sistema de geração (grupo Gerador) exclusivo, para a Plenária e
para o Datacenter, conforme projetos específicos.
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TRANSFORMADOR Nº 03
FL. 3155
No sistema elétrico, ainda está previsto a implementação de um sistema de captação e utilização de
energia Fotovoltaica, aproveitando a geração de energia solar, que será conectada as instalações
internas, propiciando sustentabilidade na edificação. A capacidade inicial de geração é em torno de
70KVA, esse sistema é descrito a seguir.
4.6 – PAINEL DE PARALELISMO DE GRUPO GERADORES
Esse painel de Paralelismo deverá ser projetado para aplicações em baixa para paralelismo entre
grupos geradores para funcionamento em situação de emergência ou geração alternativa sem a
conexão (paralelismo) com a rede da CELG .
O Painel deverá possuir flexibilidade para atender a requisitos de aplicação específicos e ser
totalmente configurável pela interface touch-screen.
Recursos Mínimos
Touch-screen colorida: tela colorida de 15 polegadas com resolução colorida de 18 bits e 1024x768.
Suportar topologias de quatro sistemas: configurável para barramento isolado, barramento isolado
com disjuntor geral de gerador, barramento comum com paralelismo com uma rede e transferência
com uma rede.
Interface para conjunto de geradores padrão: inclui interface de quatro grupos de geradores com
adição opcional de até oito.
Registro de tendência (em tempo real e histórico): coleta e mostra os dados de total de kW, total de
kVAR, corrente média e tensão média do barramento de gerador e do barramento de rede (se for o
caso).
Painel de controle do operador: inclui sistema completo de medição de CA, diagrama unifilar, status
do sistema, histórico de alarme, configuração do sistema e acesso protegido por senha aos
parâmetros ajustáveis operacionais do sistema.
Paralelismo estendido: pode ser configurado para potência fixa do grupo gerador (base load) ou
potência fixa de rede (peak shaving)
Cód. Autenticidade 400036360704
Configurável: ser usado em várias arquiteturas de sistema de força, inclusive em aplicações de
standby, prime power e aplicações que exijam controle de um disjuntor da rede ou par de
disjuntores de transferência.
Transição aberta ou fechada: nas aplicações em que a função de transferência for usada, o controle
é configurável para transferência de transição aberta (com interrupção ) e operação de transição
fechada (paralelismo com a rede, sem interrupção) nas situações de transferência progressiva de
carga (rampa) e rápida (100 ms). O sistema de controle inclui também funções de paralelismo de
rede para aplicações de base load e peak shaving.
Fácil de operar: incorporar uma ampla gama de funções de diagnóstico operacional para aumentar
amplamente a confiabilidade do sistema.
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O Fornecedor do Sistema Grupo Gerador deverá fornecer, junto com os equipamentos, Quadro de
Paralelismo completo. Esse sistema deverá ser microprocessado projetado para fazer a interface
direta com os dois grupos geradores, quadros de paralelismo, transferência e distribuição.
FL. 3156
Aplicações sem supervisão: junto com os controles do grupo gerador, deve ser um controlador com
lógica distribuída, totalmente automático, para ser usado em aplicações sem supervisão.
Medição de bus true-RMS: função completa de medição de CA de barramento true-RMS
(barramento de geradores e barramento de rede).
Controle da sequência de adição de carga e descarte de carga: sequenciamento automático,
configurável de cargas para evitar a sobrecarga do barramento de geradores.
Linha de produtos completa: deve oferecer uma ampla variedade de equipamentos, acessórios e
serviços adequados para praticamente qualquer tipo de aplicação elétrica de segurança.
Garantia e assistência técnica: os produtos deverão ser respaldados pela garantia abrangente e pela
rede mundial de distribuidores com técnicos em manutenção treinados na fábrica
Funções de proteção : O sistema de controle do Painel deve fornecer as funções seguintes de
proteção do sistema para cada disjuntor ou barramento. Notar que cada função de proteção faz com
que o controle tome uma medida corretiva inteligente para resolver o problema da melhor forma até
que um operador possa abordar o problema.
Qualquer alarme em algum grupo gerador ou no sistema fará com que o símbolo de ALARME
apareça na parte inferior central da tela touch-screen. Clique no ícone para ir para a tela de alarme
que mostra o equipamento onde a falha ocorreu e qual o tipo de falha. A tela permite ao operador
tentar redefinir a falha pelo HMI.
Aviso de falha de fechamento de disjuntor: quando o controlador sinaliza para um disjuntor fechar,
monitora os contatos auxiliares do disjuntor e verifica se o disjuntor foi fechado. Se o controle não
detectar um fechamento do disjuntor em um prazo ajustável após o sinal de fechamento, um aviso
de falha de fechamento do disjuntor será iniciado. Se o disjuntor da rede não fechar, o controlador
inicia os grupos geradores e transfere a carga para eles até que o operador redefina a condição de
falha e resolva o problema.
Aviso de contato de posição de disjuntor: o controlador monitora os contatos na posição A(NA) e
B(NF) do disjuntor. Se os contatos não estiverem de acordo com a posição do disjuntor, um alerta de
contato de posição do disjuntor será iniciado. Se houver registro desse aviso e do aviso de falha de
abertura, então o controlador verifica se há corrente acima do limite nas três fases. Se os critérios
forem atendidos, o controle permanece na fonte. Caso contrário, o controle tenta transferir para
outra fonte.
Aviso de falha de abertura do disjuntor: o sistema de controle monitora a operação dos disjuntores
que tiveram sinalização para abrir. Se o disjuntor não abrir em um prazo ajustável, inicia-se um aviso
de falha de abertura de disjuntor.
Cód. Autenticidade 400036360704
Aviso de trip de disjuntor: o controle é provido de entradas para monitorar o contato de alarme
(trip) de disjuntor e sinaliza um aviso de disjuntor desativado caso deva ser ativado.
Aviso de falha de desconexão: se após um comando de abertura do controlador para abrir qualquer
disjuntor, o disjuntor não abrir, é sinalizado um aviso de falha de desconexão/abertura.
20
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Sistema de controle de demanda de carga: desliga os grupos geradores em uma sequência
configurável pelo usuário para economizar combustível e maximizar a vida do grupo gerador.
FL. 3157
Aviso de falha de sincronização: indica que o barramento de gerador não pode ser sincronizado com
o barramento de rede. Configurável para período ajustável de 10 a 120 segundos. Se o controle
estiver tentando executar uma retransferência de transição fechada, mas ocorrer falha na
sincronização, o controle poderá ser configurado para executar a retransferência usando a transição
aberta.
Tempo de paralelismo máximo: durante as transferências de carga de transição fechada, o controle
monitora independentemente o tempo de paralelismo. Se o tempo for ultrapassado, inicia-se um
aviso e o barramento do grupo gerador é desconectado.
Aviso de falha de fechamento do disjuntor geral dos grupos geradores: volta à fonte da rede pública
e só volta a tentar depois que o operador redefinir a condição de falha e resolver o problema.
Sensores e temporizadores ajustáveis:
Sensor de tensão baixa:
 Tensão trifásica (L-L e LN) e corrente detecção de 85% a 100% nominal;
 Falha de sinal ajustável entre 75% a 98% de detecção;
 Retardo de falha de sinal ajustável de 0,1 a 30 s;
Sensoriamento de tensão alta:
 Tensão trifásica (LL e L-N) e corrente
 Detecção entre 95% e 100% de falha de sinal;
 Falha de sinal ajustável entre 105% a 135% da nominal;
 Retardo de falha de sinal ajustável entre 0,5 a120 s;
 Configuração padrão é desativada;
Sensor de baixa/alta frequência;
 Frequência nominal de 45 a 65 Hz;
 Largura da banda de reconhecimento de falha de frequência entre 0,3% e 5% da nominal;
 Largura de banda da detecção de frequência ajustável entre 0,3 e 20% da nominal;
 Configuração padrão é desativada;
Sensor de perda fásica;
 detecta o ângulo de defasagem entre fases se fora da faixa;
 configuração padrão é desativada;
Sensor de rotação;
 verifica se há rotação fásica válida da fonte;
 configuração padrão é desativada;
Cód. Autenticidade 400036360704
Disjuntor desativado;
 se estiver ativado, a fonte associada estará indisponível;
Sensor de capacidade on-line do grupo gerador:
 requer capacidade mínima de kW online(geradores conectados à barra) antes de fechar o
disjuntor da rede do barramento do gerador;
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Aviso de sobrecarga de barramento: o controle monitora a frequência do barramento e a carga do
barramento do gerador com relação à capacidade de geração. Quando configurado, o controle inicia
um aviso de sobrecarga de barramento se a carga de kW do barramento ultrapassar um limite
ajustável (80% a 140%) para um retardo ajustável (0 a 120 segundos), ou ambos.
FL. 3158
Interface do operador
Um painel de interface de operação (IHM) touchscreen colorido de 15 polegadas em alta resolução
(1024x768) possibilita que o operador monitore e controle o sistema de energia no local. O painel de
operação dispõe de um pacote completo de telas fáceis de usar com AJUDA e INFORMAÇÕES úteis
ao operador.
Todos os dados são configuráveis para apresentar indicações em padrão inglês ou métrico. Os
símbolos de navegação estão localizados na parte de baixo da tela com o ícone de MENU PRINCIPAL
sempre no canto inferior esquerdo.
A visualização padrão e as telas básicas de controle operacional incluem:
 MENU PRINCIPAL
 DIAGRAMA UNIFILAR
 INFORMAÇÕES DE GRUPO GERADOR
 MEDIÇÕES DE GRUPO GERADOR
 MEDIÇÕES
 TENDÊNCIAS
 ALARMES
 REGISTRO DE EVENTOS
 PROGRAMADOR
Idiomas
O HMI é configurável em até sete idiomas:
 inglês
 português brasileiro
Diagrama unifilar
A tela de DIAGRAMA UNIFILAR mostra o status do sistema usando uma combinação de animações,
mudanças de cor da tela, mensagens de texto e indicadores.
Cód. Autenticidade 400036360704
Informações de grupo gerador
O SUMÁRIO DE GRUPO GERADOR apresenta um mostrador analógico e gráfico de parâmetros de
operação importantes do grupo gerador. A tela inclui um mostrador de estado do grupo gerador
(parado, partida com tempo de atraso, estado de velocidade de marcha lenta, volts/hertz nominais,
repartição ou orientação de carga); medidores analógicos de CA para grupo gerador (trifásicos,
voltagem CA e corrente, frequência, kW e fator de potência); e tensão e frequência de barramento
CA trifásico. A tela fornece o mostrador completo de todos os dados de motor e alternador atuais no
controle de grupo gerador. A tela também mostra o status do disjuntor do barramento e do grupo
gerador.
Controle de carga
A tela de CONTROLE DE CARGA fornece um mostrador digital da carga do sistema como percentual
da capacidade disponível dos grupos geradores que estão operando em paralelo no barramento. A
tela fornece um mostrador alfanumérico desses dados.
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Temporizadores ajustáveis:
 Retardo de partida: 0 a 3.600 s;
 Retardo de parada: 0 a 3.600 s;
 Retardo de transferência: 0 a 120 s.
 Retardo de retransferência: 0 a 1.800 s;
 Atraso de transição programado: 0 a 60 s;
 Tempo de paralelismo máximo: 0 a 800 s.
FL. 3159
Ela também mostra o nome, o status e a prioridade de cada bloco de cargas (se está ligado ou
desligado) e o total de carga daquele bloco. A tela permite ao operador adicionar e descartar cargas
manualmente em qualquer sequência desejada.
Medição de barramento true-RMS
Função completa de medição de CA de barramento true-RMS (barramento do gerador e barramento
da rede).
Propriedades de tendência em tempo real:
 Frequência de atualização: A cada mudança de dados ou a cada 2 segundos
 Memória para dados extra: 360 pontos de dados
 Rolagem contínua
 Período de tempo: 6 minutos
 Valores máximo e mínimo da escala:
 Selecionável pelo operador via HMI
Propriedades de histórico de tendências:
 Rolagem contínua com tempo de pausa e de rolagem
 Período de tempo no mostrador: 8 horas (visualização normal)
 Período de tempo no mostrador: 2 horas (visualização em zoom)
 Capacidade máxima do histórico: 26 dias
 Gravação de dados por USB: 1 ano (com mínimo de1 GB)
 Função de impressão de tela
 Função de zoom
Telas de diagnóstico:
 Diagnóstico do painel de operação
 Diagnóstico do processador de comunicações
 Diagnóstico do controlador primário
Telas opcionais:
 Controle manual de grupo gerador
 Sumário de rede ATS
 Relatório de teste da central
Cód. Autenticidade 400036360704
Funções de controle
O Painel deverá ser totalmente configurável e fornece todas as funções núcleo do sistema em uma
configuração flexível, confiável e com teste de protótipo.
Verificação de sincronização: determina de modo independente quando as condições permissíveis
foram atendidas para permitir o fechamento do disjuntor. Os critérios de configuração incluem:
 diferença fásica: 0,1 a 20 graus;
 diferença de frequência: 0,001 a 1,0 Hz;
 diferença de potencial: 0,5 a 10%;
 temporizações: 0,5 a 5 segundos.
Internamente, a verificação de sincronização é usada para executar as operações de transição
fechadas.
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Tendências
A função de tendências recolhe e mostra os dados do total de kW, total de kVAR, média de amperes
e média de tensão do barramento gerador e do barramento da rede (se for o caso).
FL. 3160
Medição de CA de barramento de fonte dupla: deve fornecer funções abrangentes de medição de
CA trifásica para as duas fontes monitoradas, inclusive:
 tensão trifásica (L-L e L-N) e corrente ;
 frequência e rotação fásica;
 fase individual e valores totalizados de kW, kVAR, kVA e fator de potência;
 total de kW horas positivos e negativos, kVAR horas e kVA horas.
Controle de transferência de carga: propicia funções de transferência automática integradas,
inclusive o sensoriamento de disponibilidade de fonte partida/parada de grupo gerador e controle e
monitoração de par de transferência
Par de disjuntores de transferência: o sistema consiste em um par de disjuntores, incluindo um para
a rede e outro para o barramento dos geradores O DMC 1500 controla os dois disjuntores nos modos
de transição aberta, transição fechada rápida ou transição fechada em rampa. Configurável para
transição aberta, transição fechada rápida (menos que 100 ms de tempo de interconexão) ou para
sequências de operação de transição fechada com transferência progressiva de carga (rampa). A
falha na fonte inicia automaticamente os grupos geradores e transfere carga, fazendo a
retransferência quando a fonte da rede pública voltar. O teste dá partida nos grupos geradores e
transfere a carga se o teste com carga estiver habilitado.
Controle do disjuntor: as interfaces do disjuntor da rede e do grupo gerador incluem relés separados
para abrir e fechar o disjuntor, assim como entradas para status de desativado e contatos de posição
de disjuntor nas posições A(NA) e B(NF). O diagnóstico do disjuntor inclui falha de contato, falha em
fechar, falha em abrir, falha em desconectar e desativado.
Se o disjuntor falhar, uma medida apropriada de controle será tomada para manter a integridade do
sistema (máximo de 30 VCC, 10 A ou 250 VCA, 10 A).
Paralelismo estendido: inicia os grupos geradores e faz o paralelismo com a rede, depois direciona a
saída de potência reativa e ativa. O ponto de controle para a potência ativa(kW) pode ser
configurado para o ponto de medição do barramento do grupo gerador (base load) ou para o ponto
de medição de rede (peaking shaving). O ponto de controle para a potência reativa (kVAR ou fator de
potência) pode ser configurado independentemente para o ponto de medição do barramento do
grupo gerador ou para o ponto de medição da rede.
Permite base load (kW) dos grupos geradores enquanto mantém o fator de potência da rede em um
valor razoável para evitar penalidades resultantes de um baixo fator de potência. O sistema sempre
opera dentro das classificações do grupo gerador. O ponto de controle pode ser modificado quando
o sistema estiver em operação.
Cód. Autenticidade 400036360704
Os pontos de configuração podem ser ajustados através do visor do painel do operador ou da
ferramenta de serviço.
Programador: permite que o sistema seja operado em horários predeterminados no modo de teste
sem carga, teste com carga ou paralelismo estendido.
Um relógio em tempo real está embutido no dispositivo. Até 12 programas diferentes podem ser
configurados para o dia da semana, hora do dia, duração, modo e intervalo de repetição. Até seis
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Conexão de tensão: o DMC 1500 aceita três conexões de tensão com três ou quatro fios com
sensoriamento direto de tensões para 480 V e até 35 kV com transformadores externos. A detecção
de corrente é feita com 5 A ou 1 A de secundários de TC e com primários de até 25.000 A.
FL. 3161
Demanda de carga: a demanda de carga tentará fazer a correspondência da capacidade de geração
de carga, geralmente para economizar combustível ou otimizar a vida do grupo gerador. A função de
demanda de carga suporta de dois à oito grupos geradores. A sequência de desligamento pode ser
uma sequência fixa ou ser baseada em horas de funcionamento. Com o método de sequência fixa, a
sequência pode ser modificada enquanto o sistema estiver em funcionamento. O método das horas
de funcionamento tenta igualar as horas do grupo gerador ao longo do tempo alternando grupos
geradores em funcionamento e parados. Para proteger a integridade do sistema, a demanda de
carga reinicia todos os grupos geradores sempre que se detectar uma condição de sobrecarga. A
quantidade mínima de capacidade para manter o funcionamento on-line é ajustável. A temporização
inicial para demanda de carga para início de operações é ajustável de 1 a 60 minutos. O limite de
desligamento é ajustável de 20% a 100% da capacidade on-line menos um. A temporização de
desligamento é ajustável de 1 a 60 minutos. O limite de nova partida é ajustável de 20% a 100% da
capacidade on-line. O diferencial de horas de funcionamento é ajustável de 1 a 500 horas.
Adição/descarte de carga: controla e monitora até 10 níveis de carga (tais como disjuntor de
alimentador ou interruptores de transferência automática) em qualquer combinação. Podem ser
definidos até 10 níveis de adição de carga, e até 9 níveis de descarte de carga. As funções de
adição/descarte de carga suportam até oito grupos geradores. As cargas podem ser acrescentadas
conforme os grupos geradores ficarem on-line e também de forma programada. Faz-se o descarte
das cargas de forma programada quando se detecta uma condição de sobrecarga, para proteger a
integridade do sistema. O descarte de carga pode ser restaurado através da ação do operador.
Descarte e adição de carga manual também são fornecidos. A temporização de adição de carga é
ajustável de 1 a 60 segundos. A temporização do descarte de carga é ajustável de 1 a 10 segundos.
Controle de relé de terra neutro: deverá sado para restringir a proteção de falha de terra para fontes
de geração de energia de operação múltipla. Essa opção propicia controle do contator no neutro
(contator neutro) para terra em cada gerador. Contatores neutros são integrados de modo que
somente um contator possa permanecer fechado durante a operação paralela. Durante a operação
independente de qualquer gerador, seu contator neutro será fechado.
Controle manual de grupo gerador: permite que o operador dê partida e pare cada grupo gerador
separadamente através do Painel, bem como abrir e fechar cada disjuntor de paralelismo de grupo
gerador. Durante essa operação, a proteção do grupo gerador está ativa para prevenir a partida do
grupo gerador ou o fechamento do disjuntor de paralelismo do grupo gerador em condições
inseguras. Se ocorrer uma situação de perda de energia normal, enquanto o sistema estiver no
manual, todos os grupos geradores dão partida, mas os disjuntores de paralelismo de grupo gerador
não fecham até que o operador pressione o botão que fecha o disjuntor.
Cód. Autenticidade 400036360704
Registro de dados: o registro de dados coleta dados do sistema de gerador e de rede, tais como: kW
total, kVAR total, corrente média e tensão LL média. Além disso, o sistema também coleta dados de
grupos geradores individuais: fator de potência, kVA, kW, kVAR, tensão AB, voltagem BC, voltagem
AC, corrente A, corrente B e corrente C.
 Frequência de coleta: 60 segundos
 Arquivo CSV novo a cada dia
 Gravação de dados por USB: 1 ano (com mínimo de 1 GB)
Modo de simulação de falha: o controle, junto com o software especifico, aceita comandos para
permitir que um técnico verifique se o controle está funcionando adequadamente e verifique sua
interface simulando modos de falha ou forçando o controle a operar fora das suas faixas normais de
operação. O Software deverá também fornecer uma lista completa de falhas e de configurações para
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exceções diferentes podem ser configuradas para bloquear um programa de ser executado durante
um período específico.
FL. 3162
as funções de proteção proporcionadas pelo controlador. O Painel de Paralelismo deverá propiciar as
funções básicas de supervisão para os grupos geradores, medição de CA do barramento do gerador,
medição de CA do barramento de rede, status do sistema e funções de transferência de potência.
Fiação de controle
Aprovação
Faixa de temperatura operacional
Faixa de temperatura de armazenamento
Umidade (sem condensação)
Altitude
Tipo de cobertura
CONFIGURAÇÃO IEC
85°C/600V
CONFIGURAÇÃO UL/CSA
105°C/600V
Marca CE BS EN ISO 60439-1
0 a 50°C
-20 a 70°C
Até 95%C de umidade
Até 2.000 metros
IP 40X
Listado na UL 891 Certificado CSA
32°F (0°C) a 122°F (50°C)
-4°F (-20°C) a 158°F (70°C)
Até 95%de umidade
Até 6.500 pés
NEMA 1
Normas Aplicaveis:
 BE EN 61439-1:2009
 BE EN 61439-2:2009
 EN 61000-6-2:2005
 EN 61000-6-4:2006
4.7 - SISTEMA DE UPS / NOBREAK
O projeto contempla a instalação de uma rede exclusiva para sistema de tomadas estabilizadas, que
deverão ser instalados conforme projeto.
A concepção, do projeto foi defina em conjunto com o Núcleo de Engenharia do TRT, considerando a
flexibilidade da instalação e escalabilidade, e resumo, o sistema considera a instalação de um
QUADRO GERAL (QGBTE) do sistema de energia ininterrupta, a ser instalado em área a ser definida
na região do Datacenter, sendo que este quadro receberá um alimentador geral proveniente do
QGBT1, que é alimentado pelo GMG.
Partindo do QGBTE serão o lançados 3 alimentadores gerais, que irão suprir os quadros QGE1, QGE2
e QGE3 que alimentados os quadros dos andares. Isso possibilita a instalação de um único nobreak
de 300KVA junto ao QGBTE ou 3 Nobreaks de 100KVAs, instalados juntos aos QGEs, alimentado
cada prumada.
NOTA - A especificação do Nobreak , tipo, autonomia de banco de baterias e local de instalação,
ficará a cargo do STI do TRT, sendo o esse projeto apenas orientativo, quanto a distribuição dos
pontos, carga instalada e dimensionamento elétricos.
Cód. Autenticidade 400036360704
4.8 - SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO UTILIZANDO BARRAMENTO BLINDADO - BUSWAY
Para distribuição dos alimentadores nos andares e sistema de Ar Condicionado, foi previsto em
projeto, a utilização de sistema de Barramento Blindado 3F+N+T, partindo dos QGBTS até os quadros
de distribuição.
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Especificações
FL. 3163
Para o sistema de ar condicionado, será utilizado BUSWAY de 1700A, esta ligação será QGBT2 até o
QGDAC a ser instalado na cobertura para alimentação das maquinas e equipamentos em geral.
Para o sistema de distribuição de iluminação e tomadas, serão utilizados 3 BUSWAY de 700A, sendo
um em cada prumada (denominados CORE 1, 2 e 3 - Ver diagrama vertical). Para a instalação dos
quadros elétricos nos pavimentos, serão utilizados COFRES de derivação, denominados de Plug Ins,
com disjuntor tripolar, conforme especificação em diagrama unifilar e compatível com a proteção
geral do Quadro.
5.0 - ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
Breve Histórico
A conversão de energia solar em energia elétrica foi verificado pela primeira vez por Edmond
Becquerel, em 1839 onde constatou uma diferença de potencial nos extremos de uma estrutura de
material semicondutor quando exposto a luz.
Em 1876 foi montado o primeiro aparato fotovoltaico resultado de estudos das estruturas no estado
sólido, e apenas em 1956 iniciou-se a produção industrial seguindo o desenvolvimento da
microeletrônica.
O Efeito fotovoltaico
O efeito fotovoltaico dá-se em materiais da natureza denominados semicondutores que se
caracterizam pela presença de bandas de energia onde é permitida a presença de elétrons (banda de
valência) e de outra onde totalmente "vazia" (banda de condução).
Cód. Autenticidade 400036360704
O semicondutor mais usado é o silício. Seus átomos se caracterizam por possuírem quatro elétrons
que se ligam aos vizinhos, formando uma rede cristalina. Ao adicionarem-se átomos com cinco
elétrons de ligação, como o fósforo, por exemplo, haverá um elétron em excesso que não poderá ser
emparelhado e que ficará "sobrando", fracamente ligado a seu átomo de origem. Isto faz com que,
com pouca energia térmica, este elétron se livre, indo para a banda de condução. Diz-se assim, que o
fósforo é um dopante doador de elétrons e denomina-se dopante n ou impureza n.
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ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
Figura 5.1 - Corte transversal de uma célula folovoltaica
Se, por outro lado, introduzem-se átomos com apenas três elétrons de ligação, como é o caso do
boro, haverá uma falta de um elétron para satisfazer as ligações com os átomos de silício da rede.
Esta falta de elétron é denominada buraco ou lacuna e ocorre que, com pouca energia térmica, um
elétron de um sítio vizinho pode passar a esta posição, fazendo com que o buraco se desloque. Diz-se
portanto, que o boro é um aceitador de elétrons ou um dopante p.
Cód. Autenticidade 400036360704
Figura 5.2 - Efeito fotovoltaico na junção pn
Se, partindo de um silício puro, forem introduzidos átomos de boro em uma metade e de fósforo na
outra, será formado o que se chama junção pn. O que ocorre nesta junção é que elétrons livres do
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FL. 3164
FL. 3165
lado n passam ao lado p onde encontram os buracos que os capturam; isto faz com que haja um
acúmulo de elétrons no lado p, tornando-o negativamente carregado e uma redução de elétrons do
lado n, que o torna eletricamente positivo. Estas cargas aprisionadas dão origem a um campo elétrico
permanente que dificulta a passagem de mais elétrons do lado n para o lado p; este processo alcança
um equilíbrio quando o campo elétrico forma uma barreira capaz de barrar os elétrons livres
remanescentes no lado n.
Tipos de Células
As células fotovoltaicas são fabricadas, na sua grande maioria, usando o silício (Si) e podendo ser
constituída de cristais monocristalinos, policristalinos ou de silício amorfo.
Silício Monocristalino
A célula de silício monocristalino é historicamente as
mais usadas e comercializada como conversor direto de
energia solar em eletricidade e a tecnologia para sua
fabricação é um processo básico muito bem constituído.
A fabricação da célula de silício começa com a extração
do cristal de dióxido de silício. Este material é
desoxidado em grandes fornos, purificado e solidificado.
Este processo atinge um grau de pureza em 98 e 99% o
que é razoavelmente eficiente sob o ponto de vista
energético e custo. Este silício para funcionar como
células fotovoltaicas necessidade de outros dispositivos
semicondutores e de um grau de pureza maior devendo
chegar na faixa de 99,9999%.
Figura 5.3 - Célula de silício
monocristalino
Cód. Autenticidade 400036360704
Para se utilizar o silício na indústria eletrônica além do alto grau de pureza, o material deve ter a
estrutura monocristalina e baixa densidade de defeitos na rede. O processo mais utilizado para se
chegar as qualificações desejadas é chamado "processo Czochralski". O silício é fundido juntamente
com uma pequena quantidade de dopante, normalmente o boro que é do tipo p. Com um fragmento
do cristal devidamente orientada e sob rígido controle de temperatura, vai-se extraindo do material
fundido um grande cilindro de silício monocristalino levemente dopado. Este cilindro obtido é
cortado em fatias finas de aproximadamente 300um.
Após o corte e limpezas de impurezas das fatias, deve-se introduzir impurezas do tipo N de forma a
obter a junção. Este processo é feito através da difusão controlada onde as fatias de silício são
expostas a vapor de fósforo em um forno onde a temperatura varia entre 800 a 1000oC.
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Se uma junção pn for exposta a fótons com energia maior que o gap, ocorrerá a geração de pares
elétron-lacuna; se isto acontecer na região onde o campo elétrico é diferente de zero, as cargas
serão aceleradas, gerando assim, uma corrente através da junção; este deslocamento de cargas dá
origem a uma diferença de potencial ao qual chamamos de Efeito Fotovoltaico. Se as duas
extremidades do "pedaço" de silício forem conectadas por um fio, haverá uma circulação de
elétrons. Esta é a base do funcionamento das células fotovoltaicas.
FL. 3166
Dentre as células fotovoltaicas que utilizam o silício como material base, as monocristalinas são, em
geral, as que apresentam as maiores eficiências. As fotocélulas comerciais obtidas com o processo
descrito atingem uma eficiência de até 15% podendo chegar em 18% em células feitas em
laboratórios.
Silício Policristalino
O processo de pureza do silício utilizada na produção das
células de silício policristalino é similar ao processo do Si
monocristalino, o que permite obtenção de níveis de
eficiência compatíveis. Basicamente, as técnicas de fabricação
de células policristalinas são as mesmas na fabricação das
células monocristalinas, porém com menores rigores de
controle.
Figura 5.4 - Célula de silício policristalino
Podem ser preparadas pelo corte de um lingote, de fitas ou depositando um filme num substrato, tanto por
transporte de vapor como por imersão. Nestes dois últimos casos só o silício policristalino pode ser obtido.
Cada técnica produz cristais com características específicas, incluindo tamanho, morfologia e concentração de
impurezas. Ao longo dos anos, o processo de fabricação tem alcançado eficiência máxima de 12,5% em escalas
industriais.
Silício Amorfo
Uma célula de silício amorfo difere das demais estruturas cristalinas por apresentar alto grau de desordem na
estrutura dos átomos. A utilização de silício amorfo para uso em fotocélulas tem mostrado grandes vantagens
tanto nas propriedades elétricas quanto no processo de fabricação. Por apresentar uma absorção da radiação
solar na faixa do visível e podendo ser fabricado mediante deposição de diversos tipos de substratos, o silício
amorfo vem se mostrando uma forte tecnologia para sistemas fotovoltaicos de baixo custo. Mesmo
apresentando um custo reduzido na produção, o uso de silício amorfo apresenta duas desvantagens: a primeira
é a baixa eficiência de conversão comparada às células mono e policristalinas de silício; em segundo, as células
são afetadas por um processo de degradação logo nos primeiros meses de operação, reduzindo assim a
eficiência ao longo da vida útil.
Por outro lado, o silício amorfo apresenta vantagens que compensam as deficiências acima citados, são elas:



processo de fabricação relativamente simples e barato;
possibilidade de fabricação de células com grandes áreas;
baixo consumo de energia na produção.
Cód. Autenticidade 400036360704
Módulos Fotovoltaicos
Pela baixa tensão e corrente de saída em uma célula fotovoltaica, agrupam-se várias células formando um
módulo. O arranjo das células nos módulos podem ser feito conectando-as em série ou em paralelo.
Ao conectar as células em paralelo, soma-se as correntes de cada módulo e a tensão do módulo é exatamente
a tensão da célula. A corrente produzida pelo efeito fotovoltaico é contínua. Pelas características típicas das
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As células de silício policristalino são mais baratas que as de
silício monocristalino por exigirem um processo de
preparação das células menos rigoroso. A eficiência, no
entanto, cai um pouco em comparação as células de silício
monocristalino.
FL. 3167
Figura 5.5 - Conexão de células em paralelo
A conexão mais comum de células fotovoltaicas em módulos é o arranjo em série. Este consiste em agrupar o
maior número de células em série onde soma-se a tensão de cada célula chegando a um valor final de 12V o
que possibilita a carga de acumuladores (baterias) que também funcionam na faixa dos 12V.
Figura 5.6 - Arranjo das células em série
Quando uma célula fotovoltaica dentro de um módulo, por algum motivo, estiver encoberta a potência de
saída do módulo cairá drasticamente que, por estar ligada em série, comprometerá todo o funcionamento das
demais células no módulo.
Cód. Autenticidade 400036360704
Para que todo a corrente de um módulo não seja limitado por uma célula de pior desempenho (o caso de estar
encoberta), usa-se um diodo de passo ou de "bypass". Este diodo serve como um caminho alternativo para a
corrente e limita a dissipação de calor na célula defeituosa. Geralmente o uso do diodo bypass é feito em
grupamentos de células o que, torna muito mais barato comparado ao custo de se conectar um diodo em cada
célula.
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células (corrente máxima por volta de 3A e tensão muito baixa, em torno de 0,7V) este arranjo não é utilizado
salvo em condições muito especiais.
Figura 5.7 - Possível ligação para um diodo bypass entre células
Um outro problema que pode acontecer é quando surge
um corrente negativa fluindo pelas células ou seja, ao
invés de gerar corrente, o módulo passa a receber muito
mais do que produz. Esta corrente pode causar queda na
eficiência das células e, em caso mais drástico, a célula
pode ser desconecta do arranjo causando assim a perda
total do fluxo de energia do módulo. Para evitar esses
problemas, usa-se um diodo de bloqueio impedindo assim
correntes reversas que podem ocorrer caso liguem o
módulo diretamente em um acumulador ou bateria.
Figura 5.8 - Diodo de bloqueio
Características elétricas dos módulos fotovoltaicos
Geralmente, a potência dos módulos é dada pela potência de pico. Tão necessário quanto este parâmetro,
existe outras características elétricos que melhor caracteriza a funcionabilidade do módulo. As principais
características elétricas dos módulos fotovoltaicos são as seguintes:





Voltagem de Circuito Aberto (Voc)
Corrente de Curto Circuito (Isc)
Potência Máxima (Pm)
Voltagem de Potência Máxima (Vmp)
Corrente de Potência Máxima (Imp)
Cód. Autenticidade 400036360704
A condição padrão para se obter as curvas características dos módulos é definida para radiação de 1000W/m2
(radiação recebida na superfície da Terra em dia claro, ao meio dia), e temperatura de 25ºC na célula (a
eficiência da célula é reduzida com o aumento da temperatura).
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FL. 3168
Figura 5.9 - Curva característica IxV mostrando a
corrente Isc e a tensão Voc
Figura 5.10 - Curva típica de potência versus tensão
Figura 5.11 - Parâmetros de potência máxima
Fatores que afetam as características elétricas dos módulos
Cód. Autenticidade 400036360704
Os principais fatores que influenciam nas características elétricas de um painel é a Intensidade Luminosa e a
Temperatura das Células. A corrente gerada nos módulos aumenta linearmente com o aumento da Intensidade
luminosa. Por outro lado, o aumento da temperatura na célula faz com que a eficiência do módulo caia
abaixando assim os pontos de operação para potência máxima gerada.
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FL. 3169
Figura 5.12 - Efeito causado pela variação de
intensidade luminosa.
Figura 5.13 - Efeito causado pela temperatura na célula.
Alguns modelos de módulos fotovoltaicos
Figura 5.14 – Módulo fabricado pela empresa
Kyosera.
Figura 5.15 – Módulo fabricado pela empresa Siemens.
Componentes de um sistema fotovoltaico
Cód. Autenticidade 400036360704
Um sistema fotovoltaico pode ser classificado em três categorias distintas: sistemas isolados, híbridos e
conectados a rede. Os sistemas obedecem a uma configuração básica onde o sistema deverá ter uma unidade
de controle de potência e também uma unidade de armazenamento.
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FL. 3170
FL. 3171
Figura 6.1 - Configuração básica de um sistema fotovoltaico.
Devido as características do prédio do TRT, e a área disponível para a instalação das placas coletoras, o sistema
de Energia Fotovoltaica, poderá ser implementado e terá capacidade de geração de 70KVA, para isso, serão
utilizadas:





Sistema sem série
280 placas com capacidade de geração de 205W cada, em silício Policristalino
35 inversores com capacidade nominal de até 4KW e tensão maxima de 500V,
Infraestrutura seca e cabeamento de interligação
modulo de Supervisão.
Os Equipamentos deverão ser especificados a atender as necessidades do projeto.
NOTA - O Sistema de geração de energia Fotovoltaica, deverá ser utilizado no barramento
principal do prédio do IALBA, complementando ou reduzindo o consumo de energia do
prédio.
6.0 - QUADROS ELÉTRICOS
Serão instalados quadros de distribuição Geral, denominados QGBTs com a função de concentrar os
alimentadores que atenderão cada quadro de distribuição.
Cód. Autenticidade 400036360704
QGBTs - Os quadros de distribuição serão compostos de um disjuntor trifásico, motorizado,
responsável pela alimentação geral do quadro, e demais disjuntores unipolares/tripolar para
alimentação individual dos circuitos, conforme diagrama unifilar. Deverão ser dotados de sistema de
medição de grandezas, para facilitar as leituras, com interface padrão Ethernet para comunicação em
rede, utilizando protocolo TCP/IP.
Dentro dos QGBTS, os disjuntores gerais, deverão ser do tipo disjuntor aberto, constituído de uma
estrutura de chapa de aço que comporta o mecanismo de operação, os pólos e as partes auxiliares.
Cada pólo, isolado dos outros, contém as partes do disjuntor e o transformador de corrente da fase
correspondente. Deverão ser dotados de:
 Bobina de Abertura/Fechamento
 Bobina de mínima tensão
 Dispositivo de retardo de mínima tensão
 Motor para carregamento automático das molas de fechamento
 Sinalização Elétrica e mecânica de disparo devido ao relé de sobrecorrente
 Transformadores e contador de operações
 e interface padrão Ethernet para comunicação em rede, utilizando protocolo TCP/IP.
35
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SISTEMA PROPOSTO
FL. 3172
QDs, Qs, QEs - Quadros de distribuição de circuitos iluminação, tomadas e tomadas estabilizada,
deverão ser instalados nas salas técnicas, conforme indicado em projeto. Esses quadros deverão
possuir protetor de surto que atuará antes do disjuntor geral. A instalação dos protetores de surto
deverá seguir exatamente as instruções contidas na NBR 5410 revisão de 2004.
Foi previsto em todos os quadros elétricos, a instalação de medidores de multigradezas, com
interface padrão Ethernet para comunicação em rede, utilizando protocolo TCP/IP.
Deverá ser instalado o Dispositivo DR, sensibilidade 30mA em todos os quadros. O DR deve ser
instalado após o disjuntor geral do quadro e serão individualizados, protegendo todos os circuitos de
tomadas (excetuando-se as tomadas de informática). Os DR´s devem ser instalado exatamente com
especificado no diagrama unifilar, observando a corrente nominal de projeto.
Todos os disjuntores monofásicos e trifásicos serão Sistema DIN - Mini-disjuntores NBR NM 60898 e
NBR IEC 60947-2, com curva de disparo tipo B ou C, conforme especificado em projeto.
Todos os quadros serão compostos por barramentos de fase, neutro e terra. Devidamente isolados.
Deverá possuir ainda pente de fixação de disjuntores e placa de regulagem de disjuntores.
Não será permitida a conexão direta de cabos nos disjuntores. Deverá ser feita a conexão dos cabos
em terminadores pré-isolados tipo pino para assegurar uma melhor superfície de contato.
Não será permitida a conexão direta de cabos de neutro e terra nos barramentos. Deverá ser feita a
conexão dos cabos em terminadores pré-isolados tipo olhal/garfo para assegurar uma melhor
superfície de contato.
Na face interna das portas dos quadros serão implantados porta documentos para acomodar o
diagrama unifilar do quadro. A identificação dos circuitos será executada na placa de proteção do
barramento ao lado de cada disjuntor através de placa em acrílico.
Nota: A placa deve conter a mesma identificação do diagrama unifilar.
Todos os quadros elétricos serão montados prevendo reserva inicial de 30% no interior dos mesmos.
Serão utilizadas, nas montagens dos quadros, conexões necessárias para o perfeito acabamento dos
mesmos tais como terminais apropriados anilhas de identificação dos circuitos nos fios fase, neutro e
terra, presilhas, etc.
7.0 - INSTALAÇÕES APARENTES E EMBUTIDAS
As tubulações dimensionadas no projeto seguem todos os critérios e normas técnicas necessários à
sua execução e as quantidades de eletrodutos, leitos tipo duto de piso, eletrocalhas e esteiras foram
implantados de modo a se permitir todo o processo de crescimento das instalações.
Cód. Autenticidade 400036360704
Durante a fase de revestimento ou concretagem, as extremidades dos eletrodutos deverão ser
vedadas com bucha de papel, até a finalização destes serviços, evitando obstruções nas instalações;
Os eletrodutos não deverão ser instalados de maneira inclinada no interior das caixas, sob pena de
prejudicar a posterior colocação das buchas e arruelas;
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Demais quadros - Deverão ser montados conforme diagrama unifilares.
FL. 3173
Nas junções de eletrodutos com caixas de passagem metálicas, deverão ser utilizadas buchas e
arruelas metálicas e, nas extremidades de eletrodutos com caixas de passagem subterrânea, deverão
ser utilizadas apenas as buchas; em ambos os casos, o eletroduto não poderá ultrapassar mais do
que a medida de uma bucha no interior das caixas;
Toda tubulação aparente será em Ferro Zincado a quente tipo, pesado (áreas externas) e Semipesado (áreas internas), rosqueável, Wetzel ou similar. As conexões serão obrigatoriamente do
mesmo material;
Os eletrodutos subterrâneos internos serão embutidos no contrapiso do 4º subsolo, para atender a
ETA, reservatório de reclaque e reuso;
Entre a laje e o forro está instalado calhas e perfilados metálicos que fazem a distribuição dos cabos
desde os quadros de distribuição secundários até o ponto de descida para as caixas embutidas na
alvenaria, esta interligação se fará com eletrodutos rígidos de PVC;
Serão usados todos os acessórios necessários à adequada instalação das eletrocalhas, perfilados:
acessórios de Derivação, curvas, tirantes, fitas perfuradas, suporte de suspensão e etc;
Toda tubulação aparente será fixada nas alvenarias ou estruturas serão executadas com auxilio de
abraçadeiras metálicas.
Ainda nas instalações aparentes, quando houver mudança de direção serão utilizadas caixas de
passagem de alumínio forjado, tipo condulete com tampa, nas dimensões compatíveis com a
tubualação, para facilitar a manutenção e passagem dos cabos.
As curvas para eletrodutos serão pré-fabricadas, também de PVC ou ferro galvanizado do tipo leve.
Os eletrodutos serão cortados perpendicularmente ao seu eixo, abrindo-se nova rosca na
extremidade a ser aproveitada e retirando-se cuidadosamente todas as rebarbas deixadas nas
operações de corte e de aberturas de roscas;
Qualquer emenda deve garantir resistência mecânica equivalente à da tubulação, vedação suficiente,
continuidade e regularidade da superfície interna;
Arruelas e Buchas - As ligações de eletrodutos com quadros e caixas serão feitas através de buchas e
arruelas, sendo todas as juntas vedadas com adesivo "não secativo". Arruelas e buchas serão
exclusivamente metálicas, de ferro galvanizado ou de liga especial de AI, Cu, Zn e Mg.
Essas conexões, quando expostas ao tempo serão de material cadmiado;
Cód. Autenticidade 400036360704
As emendas de eletrodutos deverão ser feitas por meio de luvas, do mesmo material, atarraxadas em
ambas as extremidades a serem ligadas até que as duas pontas dos eletrodutos se toquem;
Não será permitida a instalação de eletrodutos em trechos contínuos retilíneos maiores do que 15
metros sem interposição de caixas de passagem.
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As instalações a serem realizadas sob o piso elevado, utilizarão seal tube metálico, com capa de pvc,
promovendo a conexão entre a infraestrutura principal e as caixas de piso. Para a conexão, deverão
ser utilizados conector tipo box e conjunto de buchas e arruelas.
FL. 3174
Nos trechos com curvas, para efeitos de cálculo do espaçamento máximo entre duas caixas
consecutivas, cada curva de 90 graus será considerado um trecho contínuo e retilíneo de 3 metros de
comprimento.
Em cada trecho de tubulação entre duas caixas podem ser previstas no máximo três curvas de 90
graus ou se equivalente até o máximo de 270 graus;
Os meios de fixação ou suportação devem ser coerentes com o peso e dimensão do equipamento a
vincular;
Para facilitar a enfiação dos condutores será obrigatório a implantação de guias de puxamento
(arame guia) que serão introduzidas após a conclusão da tubulação;
A instaladora poderá utilizar, para facilitar a enfiação, talco, parafina, vaselina e outros lubrificantes
que não prejudiquem a isolação dos condutores. É vedado o uso de óleos, graxas ou sabão.
A enfiação dos condutores será realizada somente após a conclusão e ensaio de continuidade da
rede de eletrodutos os quais devem estar internamente limpos e secos;
Todos os condutores, eletrodutos e equipamentos devem ser cuidadosamente arrumados, alinhados
e fixados por fita Helermman nas estruturas de suporte formando um conjunto rígido de boa
aparência e de fácil acesso e identificação.
As emendas e derivações de condutores serão executadas de modo que garantam resistência
mecânica adequada e continuidade elétrica, com contato perfeito e permanente por meio de
conector pré-isolado, solda de estanho ou solda autógena em casos especiais definidos em projeto.
O isolamento das emendas e derivações deve ter características pelo menos iguais às de isolamento
dos condutores. A recomposição do isolamento nas emendas será obtida com o emprego de fita
isolante anti-chama, para locais secos. Em locais sujeitos a umidade, ou ainda em isolamento de
cabos alimentadores de força, será executada com emprego de fita elétrica tipo auto fusão e sobre
ela, fita isolante.
Emendas de cabos especiais seguirão rigorosamente os materiais e procedimentos recomendados
pelos fabricantes.
A conexão dos condutores aos bornes dos equipamentos, aparelhos, tomadas ou outros dispositivos
deve ser feita de modo a assegurar resistência mecânica e contato elétrico adequados e permanente.
Para tanto todos os fios deverão sempre terminar em “Terminal Olhal de Pressão” onde terá a
conexão feita com solda tipo estanho;
Os condutores, no interior dos eletrodutos, devem formar trechos contínuos sem emendas.
Cód. Autenticidade 400036360704
Os condutores das diferentes fases de um mesmo circuito, inclusive o neutro, serão agrupados
sempre em um mesmo eletroduto.
De uma maneira geral, as ligações entre condutores e entre condutores e equipamentos não devem
ser submetidos a esforços de tração ou torção.
Os condutores de neutro e terra são distintos, com um único ponto comum, o de aterramento do
sistema estrela do secundário do transformador. Não será permitida a interligação desses
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8.0 - INSTALAÇÕES DE CONDUTORES
FL. 3175
condutores em outros pontos ou a utilização do neutro para aterramento de equipamentos. A
instalação deverá ser executada conforme as características do sistema TN-S prevista na NB-5410;
As extremidades dos condutores de circuitos destinados a futuras ligações terão folga mínima de
0,50m por perna.
Todos os condutores destinados a alimentação dos quadros elétricos (alimentadores) deverão
possuir isolamento de 0,6/1KV EPR 90º, atoxico (livre de Halogenados)..
Todos os condutores da edificação instalados em shafts, bandejas, leitos ou espaços de construção
devem ser do tipo livre de halogênio e com baixa emissão de fumaça e gases tóxicos.
A instalação deverá obedecer às cores da fiação conforme descrição abaixo:
FASES:
Fase A
PRETO;
Fase B
BRANCO;
Fase C
VERMELHO;
NEUTRO
AZUL CLARO
TERRA:
VERDE
RETORNO:
AMARELO
PARALELO:
CINZA
No caso de executar alimentações de determinadas luminárias com rabicho, estes deverão ser feitos
com cabo tipo 0,6/1kV (3 x 1,5mm2) ATOXICO;
Os cabos em conformidade com a ABNT NBR 13249 não são admitidos nas maneiras de instalar
previstas na tabela 33 da NBR 5410/2004, tendo em vista que tais cabos destinam-se tão somente à
ligação de equipamentos.
Todos os condutores, utilizados para alimentação e comando de quadros de distribuição e motores,
deverão possuir identificação permanente em ambas as extremidades, através de anilhas plásticas
numeradas;
Se houver a real necessidade de puxar os cabos de alimentação principais por métodos mecânicos,
estes cabos não deverão ser submetidos a uma tração maior que a permitida nas recomendações do
fabricante;
9.0 - ILUMINAÇÃO
Cód. Autenticidade 400036360704
O sistema de iluminação interno deverá seguir a disposição apresenta em projeto e o em
conformidade com projeto luminotécnico proposto pela arquitetura, com os padrões de iluminação e
especificações técnicas apresentadas pelo mesmo.
O Sistema de iluminação de todo o complexo, foi concebido de forma a possibilitar a automação
predial. Isso implica que todos os circuitos de áreas comuns, devem ser dotados de comutadores
dentro dos quadros, para receber comando proveniente de um sistema inteligente para
acionamento da iluminação.
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Todos os condutores que estiverem após os quadros de distribuição serão de fio de cobre nu
têmpera mole, encordoamento classe 5 (extra flexível) para 750 Volts Atoxico, anti-chama, exceto
nas tubulações subterrâneas, que deverão ser de cabo com condutores de cobre, encordoamento
classe 5 isolamento de 0,6/1KV EPR 90º atoxico;
FL. 3176
A distribuição dos circuitos, foi realizada, considerando a setorização bem como local de instalações.
ESTACIONAMENTOS
Todos os circuitos da áreas de garagem, foram distribuídos, considerando a possibilidade de
acionamento, individual, parcial / integral. Isso possibilita a realização de várias padronizações no
acionamento da iluminação, conforme necessidades do usuári. Abaixo segue uma solução básica:
Acionamento Parcial / Total – possibilita ao programador do sistema de automação, criar
grupamentos de circuitos, para acionamento conforme a demanda, horário ou necessidade.
As áreas técnicas, banheiros e afins, serão comandas por interruptor e os circuitos são
independentes.
SALAS E ESCRITÓRIOS – PAVIMENTO TIPO E 5º PAVIMENTO
A iluminação das salas dos pavimentos TIPO e 5º Pavimento poderão ser acionadas através do
sistema de automação, pois os circuitos foram projetados de forma independente conforme o layout
proposto. O programador do sistema de automação, poderá criar Setups conforme a necessidade do
usuário, bastando enviar um sinal elétrico para o quadro de comando da iluminação. Todos os
circuitos contam com contatora de acionamento.
Em série com esse sistema proposto, todas as salas contam com interruptores, o que possibilita o
usuário comandar localmente a iluminação, porem esse sistema só terá efeito, quando a iluminação
estiver ligada através do comando remoto (Manual ou Automação)
NOTA – Como o escopo deste projeto não inclui o Sistema de Automação, foi projetado um
sistema de sensores de presença, para acionamento do sistema de iluminação, seja dentro das
Salas, Hall, Circulações e afins, que enviam os sinais de comando para as contatoras.
10. 0 - CAIXA DE INTERRUPTORES E TOMADAS
Todas as tomadas de serviço serão do tipo 2P + T, 250 VAC - 20A, padrão NBR 14136:2002, e serão
instaladas conforme indicado no projeto.
Cód. Autenticidade 400036360704
As tomadas e interruptores serão de acordo com padrões de qualidade superior, que deverão ser
ajustados com a Fiscalização ou a critério do Contratante.
As caixas embutidas nas alvenarias e lajes serão esmaltadas em ferro, chapa 20, nas dimensões
indicadas no projeto, e deverão facear o revestimento da alvenaria e estarem niveladas e
aprumadas.
As caixas embutidas em gesso acartonado, deverão ser de PVC, com presilhas de fixação.
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Acionamento Individual – cada circuito possui uma contatora monopolar, para acionamento das
luminárias, sendo que esse comando pode ser manual (na porta do quadro) ou automático (via
sistema de automação). Assim, pode-se criar um único circuito vigia, que fica ligado
permanentemente, iluminando todo o recinto.
FL. 3177
A fixação de interruptores e tomadas nas caixas será feita por parafusos metálicos zincados.
As caixas de interruptores e / ou tomadas, quando próximas de portas, serão localizadas, no mínimo,
a 0,10 m dos contra-marcos / batentes.
11.0 - ALTURAS
12.0 - ATERRAMENTO E SPDA
O aterramento deverá ser executado conforme apresentado em projeto e integrado, com todos os
sistemas interligados entre si, partindo do aterramento, em anel, do sistema de proteção contra
descargas atmosféricas, formando uma ligação equipotencial única;
As hastes devem ser instaladas obedecendo à distância mínima entre elas. A distância mínima deve
ser igual ao seu comprimento. Para haste de comprimento igual a 3,0m a distância mínima deve ser
de 3,0m.
No interior dos quadros de distribuição, o aterramento deverá ser conectado ao barramento de
terra, próprio de cada quadro, através de terminal conector apropriado; a caixa metálica, dos
quadros de distribuição, deverá ser obrigatoriamente aterrada;
Todas as interligações de aterramentos deverão ser executadas com solda exotérmica e sempre em
mais de 1 ponto entre os aterramentos, de maneira a formar vários anéis secundários entre eles,
devendo o condutor terra ser o mais curto e retilíneo possível;
Todo este sistema de aterramento único deverá apresentar uma resistência de terra menor ou igual
a 10 OHMS, em qualquer época do ano, valor este comprovado através de medição adequada
(segundo as normas pertinentes), com a devida emissão de laudo técnico assinado por profissional
ou empresa habilitada;
A seção do condutor terra comum deverá ser a mesma do condutor fase do circuito de maior seção,
presente no eletroduto para seções nominais de até 10mm2. Para seções nominais do condutor de
fase até 95mm2 deve ser utilizadas a tabela 58 da NBR 5410/2004. Para condutores de fase acima de
95mm2 o condutor de proteção será dimensionado conforme o item 6.4.3.1.2 da NBR 5410/2004.
Todas as ligações do cabo com haste de aterramento serão feitas através de solda exotérmica.
Todas as soldas exotérmicas serão da marca Érico do Brasil ou de qualidade equivalente.
Cód. Autenticidade 400036360704
As soldas não deverão apresentar falhas no formato do molde requerido.
13.0 - ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
O Sistema de Iluminação de Emergência desta edificação será composto de 2 tipos: o sistema de
aclaramento e o sistema de balizamento e sinalização, de acordo com a norma NBR-10898 da ABNT.
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Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:20:04h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703054
A altura de instalação do centro das caixas em relação ao piso será:
Para interruptores e tomadas médias: 1,05m
Para tomadas baixas: 0,30m
Para tomadas altas: 2,20m
Para quadros de distribuição: 1,50m
FL. 3178
O Sistema de aclaramento será instalado no teto ou nas paredes, dos principais recintos de cada
edificação, de modo a oferecer uma iluminação suficiente para a rápida evacuação das pessoas e dos
trabalhadores para a área externa do edifício.
Para a implantação dos 2 sistemas mencionados, deverão ser utilizadas luminárias do tipo bloco
autônomo de emergência; algumas destas luminárias serão com lâmpadas fluorescentes tubulares,
outras com lâmpadas fluorescentes compactas e outras com lâmpadas halógenas, conforme
indicação em projeto; todas estas luminárias deverão possuir uma bateria interna, com autonomia
mínima para 2 horas e deverão obedecer a todos os requisitos contidos na norma pertinente.
A disposição e o posicionamento das luminárias estão obedecendo às observações e prescrições
contidas na norma já citada.
Os circuitos de alimentação, das luminárias de emergência, deverão ser reservados apenas para a
energização desta iluminação, não admitindo-se a alimentação de outras cargas diferentes destas;
não serão admitidas, também, ligações em série dos pontos de luz neste sistema.
O projeto prevê que todo o sistema de iluminação do prédio, será suprido por grupo gerador,
garantindo assim 100% da iluminação da edificação em caso de falta de energia pela concessionária.
14.0 – OBSERVAÇÕES
Caso estas normas sofram alterações antes da execução deste projeto deverá ser providenciado a
revisão deste para readequação com as novas normativas.
Toda e qualquer alteração efetuada no projeto durante a execução deverá ser aprovada pelo autor
do projeto ou pela fiscalização. Caso alterações sejam feitas sem a aprovação previa, implicará ao
executor o ônus total da responsabilidade pelas alterações efetuadas e possíveis comprometimentos
ao bom funcionamento das instalações elétricas;
Todos os cabos elétricos a serem instalados em tubulação enterrada diretamente no solo deverão
possuir dupla cobertura em PVC/EPR com isolação para 0,6/1kV. Quando instalados em eletrodutos
embutido no contra piso, lajes, paredes e ou aparentes poderão possuir cobertura em PVC, isolação
450/750V.
Todos os cabos utilizados na obra deverão ser do tipo Atoxico, cabo livre de halógenos.
Cód. Autenticidade 400036360704
Todos os cabos instalados na área externa deverão ser devidamente identificados a cada caixa de
passagem.
Todas as tubulações externas nas caixas de passagem e entrada de eletrodutos advindos da área
externa nos quadros elétricos deverão ser fechadas com aplicação de poliuretano expandido com
resistência ao fogo de 60 minutos. O poliuretano deverá ser aplicado após a passagem dos cabos no
eletrodutos.
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O Sistema de Balizamento e Sinalização será instalado nas escadas nas portas de saída para a área
externa de cada edificação; neste sistema, as luminárias deverão possuir símbolos de indicação das
saídas mais próximas de cada edifício.
FL. 3179
15.0 – REFERÊNCIAS UTILIZADAS NO PROJETO
O presente descritivo de Rede Elétrica foi feito com base nas Normas Nacionais que regem o
assunto, a saber:





Cód. Autenticidade 400036360704







NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão.
NBR-5361 - Disjuntor de Baixa Tensão - Especificação;
NBR-5413 - Iluminância de Interiores;
NBR-5419 - Proteção de Estruturas contra Descargas Atmosféricas;
NBR-6148 - Condutores Isolados com Isolação Extrudada de Cloreto de Polivinila (PVC) para
Tensões até 750V (sem cobertura) - Especificação;
NBR-6150 - Eletroduto de PVC Rígido - Especificação;
NBR-6527 - Interruptores para Instalação Elétrica Fixa Doméstica e Análoga - Especificação
NBR-9513 - Emendas para Cabos de Potência, Isolados para Tensões até 750V - Especificação;
NBR-10898 - Sistemas de Iluminação de Emergência;
NBR-11840 - Dispositivos Fusíveis de Baixa Tensão - Especificação;
NBR-14039 - Instalações Elétricas de Alta Tensão (de 1,0 a 36,2kV);
NBR NM 6898 - Disjuntores de Baixa Tensão - Especificação.
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15.1 - ABNT
FL. 3180
ANEXO 01 - ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS
Com referência ao que diz respeito à Relação de Materiais para a execução das obras de instalação
do Projeto Elétrico, podemos acrescentar que foi procurada a melhor concepção em termos de
materiais.
No caso de substituição de materiais, ora por falta no mercado ou pela condição de melhor a menor
custo, esta substituição deve observar os critérios de similaridade com os materiais escolhidos,
ficando a equipe de projetistas isenta de responsabilidade no caso de não serem observadas estas
recomendações.
Em todo caso, aconselhamos que a substituição de qualquer material por outro deve antes obedecer
rigorosamente aos padrões e normas técnicas e ainda, sob prévia consulta a fabricantes e à equipe
de projetistas.
18.1 Caracterização dos materiais
 Eletrodutos Rígidos e acessórios Baixa Tensão (uso embutido)
Tipo: PVC anti-chama classe B – NBR 6150 - Aplicação: Rede elétrica BT embutida.
Fabricantes: Tigre, Amanco, Wetzel.
 Eletrodutos Rígidos e acessórios Baixa Tensão (uso aparente)
Tipo: Aço Galvanizado a quente – NBR 5598
Aplicação: Rede elétrica BT aparente.
Fabricantes: Daisa, Wetzel, Zamprogna, Apollo, Mannesmann, Paschoal Thomeu.
 Buchas e arruelas e boxes metálicos
Tipo: Liga metálica em liga AI, Cu, Zn e Mg
Aplicação: Terminações de eletrodutos.
Fabricantes: Daisa, Wetzel.
 Acessórios de fixação
Tipo: Tirantes, abraçadeiras e suspensões metálicas;
Aplicação: Suporte de eletrodutos. - Fabricantes: Daisa, Mega, Wetzel, Mopa, Sisa.
Cód. Autenticidade 400036360704
 Caixas de passagens metálicas
Tipo: Caixas de passagens com dimensões especificadas em projeto
Aplicação: Para passagem de cabos.
Fabricantes: Daisa, Wetzel, Cemar , Morfeco.
 Cabos Elétricos Baixa Tensão – Alimentadores
Tipo: 0,6/1kV – EPR 90º – Classe 5, Atoxico
Aplicação: Rede Baixa Tensão tubulada ou em eletrocalhas, com tampas,.
Fabricantes: Prysmian, Ficap, Phepls Dodge.
 Cabos Elétricos Baixa Tensão – Uso interno
Tipo: 750V anti-chama 70/85º – Classe 5 Atóxico
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Estes materiais relacionados são de uso único e exclusivamente para a execução aqui projetadas,
sendo que as quantidades, referências e definições de materiais foram previamente estudadas e
levantadas.
FL. 3181
Aplicação: Rede Baixa Tensão tubulada.
Fabricantes: Prysmian, Ficap, Phepls Dodge, Brascooper
 Quadros elétricos – Uso Interno
Tipo: Quadro de Comando com bandeja extraível – IP 40
Aplicação: Rede Baixa Tensão interna.
Fabricantes: Cemar, Pial Legrand, Siemens.
 Fita Isolante - 1ª linha
Tipo: Anti-chama – 0,19mm espessura – Certificada NBR 5037 e UL510
Aplicação: isolação de fios e cabos 750V
Fabricantes: 3M, Prysmian.
 Disjuntores Termomagnéticos até 80A (mono,bi ou tripolar) – Icu 6 kA
Tipo: Mini-Disjuntores NBR NM 60898 – Tensão isolamento 500V - Curva B ou C (Ver
diagrama unifilar) Preferencialmente: Classe de limitação = 3
Aplicação: Rede Baixa Tensão interna.
Fabricantes: Merlin Gerin (Schneider), Pial Legrand, Siemens, GE.
 Disjuntores Termomagnéticos acima 80A (tripolar) – Icu 10 kA acima
Tipo: Mini-Disjuntores NBR 60947-2 – Tensão isolamento 690V
Aplicação: Rede Baixa Tensão interna
Fabricantes: Merlin Gerin (Schneider), Pial Legrand, Siemens, GE.
 Dispositivos DR – Interruptor (Bipolar - Tetrapolar)
Tipo: Interruptor DR – Norma IEC 61008-2-1 – 30mA – Tipo AC
Aplicação: Rede Baixa Tensão interna
Fabricantes: Merlin Gerin (Schneider), Pial Legrand, Siemens, GE.
 Dispositivos Proteção contra Surtos (DPS – F-PE/ N-PE)
Tipo: Para o QGBT : – Classe I 60 kA/275V – Spark Gap
Demais Quadros: Classe II 40kA/275V Aplicação: Proteção contra surtos de tensão (NBR 5410)
Fabricantes: Schneider, Pial Legrand, Siemens, OBO Bettermann
Cód. Autenticidade 400036360704
 Tomadas e Interruptores
Tomadas uso geral até 20A – Norma NBR 14136 (Padrão Brasileiro)
Aplicação: Rede Baixa Tensão interna
Fabricantes: Pial Legrand – Linha Pial Plus ou similar
 Reatores – Lâmpadas fluorescentes
Tipo: Eletrônicos AFP – NBR 144174 e NBR 14418 e operam com apenas uma lâmpada no
reator para duas lâmpadas.
Atendem às seguintes normas internacionais: Segurança EN 61347-2-3. - Desempenho
to EN 60929. Supressão de radiointerferência EN 55015. - Harmônicas EN 61000-3-2.
Imunidade EN 61547.
Aplicação: Partidas da lâmpadas fluorescentes
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 Fita Autofusão
Tipo: EPR, espessura 0,76mm – NBR 10669
Aplicação: Isolação de cabos 0,6/1kV até 69 kV.
Fabricantes: Prysmian, 3M.
FL. 3182
Fabricantes: Osram, Philips
 Haste de Aterramento
Tipo: Copperweld, Ø5/8" x 3,0, de alta camada (254 micra)
Aplicação: aterramento
Fabricantes: Magnet, Intelli, Eletromecância ou equivalente de mesmo padrão de
qualidade
 Solda exotérmica
Tipo: Óxido de cobre + Alumínio têmpera mole, para aterramento, nas seções indicadas em
projeto
Aplicação: aterramento
Fabricantes: Fastweld, Erico ou equivalente de mesmo padrão de qualidade
 Terminal reforçado pré-isolado
Tipo: Anel ou pino, de cobre, estanhado eletrolíticamente
Aplicação: Conexão dos cabos flexíveis em barramento e disjuntores
Fabricantes: Hellermann, Pial, Cemar, Intelli ou equivalente de mesmo padrão de qualidade
 Terminal de pressão reforçado
Tipo: cobre com 1 furo no centro
Aplicação: Conexão dos cabos flexíveis em barramento
Fabricantes: Hellermann, Pial, Cemar, Intelli ou equivalente de mesmo padrão de qualidade
Cód. Autenticidade 400036360704
 Anilhas ou marcadores
Tipo: Plásticos, diâmetro compatível com o condutor, identificação com letras e números
Aplicação: Identificação do sistema elétrico
Fabricantes: Hellermann, Pial, 3M, ou equivalente de mesmo padrão de qualidade
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 Cordoalha de cobre nu
Tipo: têmpera mole, para aterramento, nas seções indicadas em projeto
Aplicação: aterramento
Fabricantes: Prysmian, Itaipu, Power, Intelli ou equivalente de mesmo padrão de
qualidade
FL. 3183










Todos os dispositivos de seccionamento das instalações elétricas devem suportar a
instalação de bloqueios e travamentos que impeçam manobras não autorizadas no
dispositivo. Devendo ainda suportar a fixação de sinalização e advertências em cada
dispositivo.
Em nenhuma hipótese podem ser utilizados disjuntores unipolares para o seccionamento de
circuitos multipolares dos alimentadores dos quadros e ou equipamentos que sejam
alimentados por mais de uma fase.
Todos os componentes a serem instalados devem possuir Grau de Proteção (IP) compatíveis
com o local de sua instalação. O Grau de Proteção indicado em projeto é o grau mínimo.
Sendo permitido a instalação de componentes com grau de proteção superior ao indicado.
Não deve ser posicionado num raio de 1,0m, partindo do centro do quadro de distribuição,
nenhuma espécie de objeto de dificulte ou não ofereça segurança para os trabalhos de
manutenção. Sendo assim, não deve ser instalados armários e etc na frente dos quadros
elétricos. Nem efetuar depósitos de materiais, caixas, tambores e etc na frente dos quadros
elétricos.
Todos os quadros elétricos só devem ser operados em condições de anormalidade das
instalações elétricas por pessoas advertidas e/ou qualificadas. Todas as manutenções só
devem ser realizadas por pessoas advertidas e/ou qualificadas. Entendendo-se aqui que
pessoas advertidas são pessoas com conhecimento suficiente sobre eletricidade ou que
sejam supervisionados por pessoas qualificadas (Engenheiros e/ou Eletrotécnicos).
Todos os circuitos elétricos com finalidades diferentes utilizam encaminhamentos diferentes
e exclusivo para a sua finalidade.
O esquema de aterramento empregado nesta edificação é o TN-C-S. Sendo que a partir do
ponto de medição o esquema de aterramento é TN-S. Não sendo permitido a alteração do
esquema de aterramento a partir deste ponto, pois todos os dispositivos de proteção estão
baseados neste tipo de esquema de aterramento.
Não foi prevista que os dispositivos de seccionamento incorporassem recursos fixos de
equipotencialização e aterramento do circuito seccionado por falta de viabilidade técnica.
Esse projeto possibilita a adoção de aterramento temporário.
Os projetos juntamente com este memorial devem ficar a disposição dos trabalhadores
autorizados, das autoridades competentes e de outras pessoas autorizadas pela empresa e
deve ser mantido atualizado.
REQUISITOS DOS ITENS DE SEGURANÇA - NR-10
Cód. Autenticidade 400036360704

Especificações das características de proteção contra choques elétricos e demais riscos:
1. As partes vivas da instalação encontram-se devidamente isoladas, não podendo ser
acessíveis ao contato sem a utilização de ferramentas para abrir os invólucros que
contém as partes vivas.
2. Toda a linha elétrica é dotada de cabos uni ou multipolares quando instalados em
eletrodutos enterrados no solo. Quando instalados em eletrodutos não metálicos,
aparente ou embutidos em alvenaria, a linha elétrica é composta de cabos isolados.
Todos os condutores utilizados são não-propagante de chamas.
3. Todos os eletrodutos em áreas de risco de explosão obedecem a NBR 5418 e NBR 1463.
4. Todos os quadros elétricos instalados no interior da unidade devem ter no mínimo Grau
de Proteção 40 (IP40). Todos os quadros elétricos instalados no exterior da unidade ter
no mínimo Grau de Proteção 54 (IP54).
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ANEXO 2 - SEGURANÇA CONFORME NR-10
5. Todas as caixas de passagem embutidas em alvenaria, espelhos, tomadas interruptores
quando instalados internamente a unidade deve ter no mínimo e Grau de Proteção 20
(IP20).
6. Todas as caixa de passagem embutidas em alvenaria, espelhos, tomadas interruptores
quando instalados externamente a unidade deve ter no mínimo e Grau de Proteção 44
(IP44).
7. Todos os circuitos possuem condutor de proteção (terra). Todas as tomadas devem
obedecer ao padrões vigentes e possui o pino de terra para conexão do condutor de
proteção.
8. Foi providenciado a equipotencialização das instalações conforme NBR 5410 item
6.4.2.1. Para tal todas as massas da instalação está ligada a condutores de proteção
(terra). O aterramento projetado garante a existência de um único eletrodo de
aterramento.
9. O seccionamento automático da alimentação esta baseando no esquema de
aterramento TN-S. Como medida de proteção adicional os quadros elétricos possuem
dispositivos diferencial-residual de alta sensibilidade. Não sendo permitido a desativação
desta medida de proteção em nenhuma hipótese.
10. A proteção contra incêndio implica na utilização de materiais não propagantes de chama,
baixa condutividade térmica. A classificação dessa unidade em relação a condições de
fuga das pessoas em emergência (Tab. 21 NBR 5410) é a BD1.
11. A classificação dessa unidade em relação a natureza dos materiais processados ou
armazenados (Tab. 22 NBR 5410) é a BE3. Sendo assim todos os materiais utilizados na
Zona 0 e 1, conforme NBR 146369 e NBR 5410 item 5.2.2.3, possuem Grau de Proteção
igual ou superior a 4X (IP4X).
12. A proteção contra queimaduras é feita pela adoção de materiais que tenham suas partes
dentro da zona de alcance estejam em conformidade com a tab. 29 da NBR 5410. Nos
casos em que estes materiais podem ultrapassar os valores da tabelas, foi feito seu
acondicionamento em invólucros com proteção mínima IP 20 e que precisa de
ferramentas para sua abertura.
Especificação da indicação de posição dos dispositivos de manobra dos circuitos elétricos:
1. Todos os dispositivos de manobra devem seguir a tabela abaixo:
Status do Dispositivos
Código
COR - VERDE
LIGADO / EM OPERAÇÃO
DIGITO - 1
ABREVIAÇÃO – LIG./START/ON
COR - VERMELHO
DESLIGADO / FORA DE OPERAÇÃO DIGITO - 0
ABREVIAÇÃO – DESL./ DES./STOP/OFF

Especificações dos sistema de identificação de circuitos elétricos e equipamentos de
manobra:
Cód. Autenticidade 400036360704

Os condutores, com isolação 0,6/1kV, dos circuitos gerais, deverão respeitar a seguinte
codificação de cores:
 Neutro => Azul claro;
 Fase => Preto;
 Terra => Verde;
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FL. 3184

Os condutores, com isolação até 750V, dos circuitos parciais em 220V, deverão respeitar
a seguinte codificação de cores:
 Neutro => Azul claro;
 Fase => Preto;
 Retorno de interruptor simples => Branco;
 Retorno de interruptor paralelo => Cinza;
 Terra => Verde ou Verde/Amarelo;

Os condutores, com isolação até 750V, dos circuitos parciais em 110V, deverão respeitar
a seguinte codificação de cores:
 Neutro => Azul claro ;
 Fase => Vermelho;
 Terra => Verde ou Verde/Amarelo ;

Os condutores devem ser identificados nos quadros de distribuição com anilhas com a
seguinte codificação: YY (Y=Número do circuito). Os dispositivos de proteção dos
circuitos devem estar identificado com etiquetas ou placas de acrílico com a indicação da
função/ambiente e o número do circuito com a seguinte codificação : 01, ..., n (número
do circuito).
1. Nas caixas de passagem os condutores devem ser identificados com anilhas com a seguinte
codificação: XXXYY (XXX= NOME DO QUADRO, YY = Número do circuito)
Recomendações de restrições e advertências quanto ao acesso de pessoas aos componentes das
instalações:
1. A mureta de medição possui lacres para evitar o acesso a pessoas não autorizadas pela
concessionária de distribuição de energia elétrica. Não deve ser violados este lacres que
dão acesso a mufla e caixas de instalação dos medidores de energia.
2. Todos os quadros elétricos possuem dispositivos que só permitem sua abertura, para
acesso as suas partes energizadas, através do uso de ferramentas tais como, chaves de
fenda, philips e etc. Não é permitido o acesso a estas partes pelos usuários das
instalações a não ser que seja pessoas que segundo a NBR 5410 possam ser classificadas
quanto a sua competência em 'ESCLARECIDAS” OU “QUALIDFICADAS”.
3. Será instalado na porta frontal dos quadro elétricos placas ou etiquetas com os dizeres:
“RISCO DE CHOQUE ELÉTRICO- 380V”
4. Na porta da sala técnica deve ser instalado as placas: “PAINEL ELÉTRICO MANTENHA A
ÁREA LIVRE” - “ACESSO SOMENTE A PESSOAS AUTORIZADAS”.
5. Na face interna dos quadros dever ser colocado o seu diagrama unifilar e uma etiqueta
com os dizeres:
Cód. Autenticidade 400036360704
ADVERTÊNCIA
01 - QUANDO UM DISJUNTOR OU FUSÍVEL ATUA, DESLIGANDO UM CIRCUITO OU A INSTALAÇÃO
INTEIRA, A CAUSA PODE SER UMA SOBRECARGA OU UM CURTO CIRCUITO. DESLIGAMENTOS
FREQUENTES SÃO SINAIS DE SOBRECARGA. POR ISSO, NUNCA TROQUE SEUS DISJUNTORES POR
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FL. 3185
FL. 3186
OUTROS DE MAIOR CORRENTE (MAIOR AMPERAGEM) SIMPLESMENTE. COMO REGRA, A TROCA
DE UM DISJUNTOR OU FUSÍVEL POR OUTRO DE MAIOR CORRENTE REQUER, ANTES A TROCA
DOS FIOS E CABOS ELÉTRICOS, POR OUTRO DE MAIOR SEÇÃO (BITOLA);
02 - NUNCA DESATIVE OU REMOVA A CHAVE AUTOMÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES
ELÉTRICOS
(DISPOSITIVOS DR), MESMO EM CASO DE DESLIGAMENTOS SEM CAUSA APARENTE. SE OS
ESLIGAMENTOS FOREM FREQUENTES E, PRINCIPALMENTE, SE A TENTATIVA DE RELIGAR A
CHAVE NÃO TIVER ÊXITO, ISSO SIGNIFICA, MUITO PROVAVELMENTE, QUE A INSTALAÇÃO
CORRIGIDAS POR PROFISSIONAIS QUALIFICADOS. A DESATIVAÇÃO OU REMOÇÃO DA CHAVE
SIGNIFICA A ELIMINAÇÃO DE MEDIDA PROTETORA CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS E RISCO DE
VIDA PARA OS USUÁRIOS DA INSTALAÇÃO.

Recomendações em relação as influências externas:
TABELA DE INFLUÊNCIAS EXTERNAS – NBR 5410
ITEM INFLUÊNCIA EXTERNA
CÓD.
CLASSSIFICAÇÃO
1
2
3
4
5
6
Cód. Autenticidade 400036360704
7
7.1
TEMPERATURA
AMBIENTE
COND. CLIMÁTICAS DO
AMBIENTE
ALTITUDE
PRESENÇA DE ÁGUA
PRESENÇA DE CORPOS
SÓLIDOS
AA5
QUENTE
CARACT. EXIGIDAS P/ A
SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DOS
COMPONENTES
NORMAL
AB4
DESPREZÍVEL
NORMAL
SEM INFLUÊNCIA
AC1
AD1
BAIXA
DESPREZÍVEL
NORMAL
AMBIENTE INTERNO – IPX0
SEM INFLUÊNCIA
CONDUTOR ISOLADOS
AD4
ASPERSÃO
AMBIENTE EXTERNO – IPX4
AE3
OBJETOS MUITO
PEQUENOS (1mm)
AMB. INTERNO – IP4X
CABOS UNIPOLARES OU
CABOS MULTIPOLARES
NENHUMA LIMITAÇÃO
DESPREZÍVEL
AMB. EXTERNO – IP5X
NORMAL
NENHUMA LIMITAÇÃO
NENHUMA LIMITAÇÃO
NORMAL
AMB. INTERNO – NORMAL
INTERNO – NORMAL
AG2
MÉDIOS
AH1
FRACAS
AMB. EXTERNO –
COMPONENTES PARA USO
INDUSTRIAL
NORMAL
AMB. EXTERNO – CABOS
UNIPOLARES OU
MULTIPOLARES
NENHUMA LIMITAÇÃO
PRESENÇA DE
AF1
SUBSTÂNCIAS
CORROSIVAS OU
POLUENTES
SOLICITAÇÕES MECÂNICAS
IMPACTOS
AG1
7.2
VIBRAÇÕES
8
PRESENÇA DE FLORA E
AK1
DESPREZÍVEL
NORMAL
MOFO
PRESENÇA DE FAUNA
AL1
DESPREZÍVEL
NORMAL
FENÔMENOS ELETROMAGNÉTICOS DE BAIXA FREQUÊNCIA
HARMÔNICAS E INTER- AM1-2
NÍVEL NORMAL
MEDIDAS ESPECIAIS NO
HARMÔNICAS
PROJETO
TENSÕES DE SINALIZAÇÃO AM2-2
NÍVEL MÉDIO
SEM REQUISITOS ADICIONAIS
VARIAÇÃO DE
AM3-1
NÍVEL CONTROLADO
AMPLITUDE DE TENSÃO
9
10
10.1
10.2
10.3
SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DAS
LINHAS ELÉTRICAS
ATENDER AO ITEM 6.2.5.3.3
NENHUMA LIMITAÇÃO
NENHUMA LIMITAÇÃO
SEM INFLUÊNCIA
SEM INFLUÊNCIA
SEM INFLUÊNCIA
50
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ELÉTRICA APRESENTA ANOMALIAS INTERNAS, QUER SÓ PODEM SER IDENTIFICADAS E
FL. 3187
TABELA DE INFLUÊNCIAS EXTERNAS – NBR 5410
ITEM INFLUÊNCIA EXTERNA
CÓD.
CLASSSIFICAÇÃO
CARACT. EXIGIDAS P/ A
SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DOS
COMPONENTES
SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DAS
LINHAS ELÉTRICAS
NÍVEL NORMAL
10.5
10.6
10.7
10.8
10.9
11
11.1
11.2
TRANSITÓRIOS
UNIDIRECIONAIS
CONDUZIDOS, NA FAIXA
DO NANOSSEGUNDOS
TRANSITÓRIOS
UNIDIRECIONAIS
CONDUZIDOS, NA FAIXA
DO MICRO AO
MILISSEGUNDOS
TRANSITÓRIOS
OSCILANTES
CONDUZIDOS
FENÔMENOS RADIADOS
DE ALTA FREQUÊNCIA
DESCARGAS
ELETROSTÁTICAS
RADIAÇÕES IONIZANTES
AM22-2
NÍVEL ALTO
AM23-1
NÍVEL CONTROLADO VER TABELA 31 E ANEXO DA
NBR 5410
SEM INFLUÊNCIA
AM24-1
NÍVEL MÉDIO
VER IEC 61000-4-12
SEM INFLUÊNCIA
AM25-1
DESPREZÍVEL
NORMAL
SEM INFLUÊNCIA
AM31-1
NÍVEL BAIXO
NORMAL
SEM INFLUÊNCIA
AM41-1
SEM INFLUÊNCIA
14
15
RADIAÇÃO SOLAR
DESCARGAS
ATMOSFÉRICAS
AN1
AQ3
16
MOVIMENTAÇÃO DO AR1
AR
VENTO
AS1
COMPETÊNCIA DAS
BA1
PESSOAS
RESISTÊNCIA ELÉTRICA
BB2
DO CORPO HUMANO
CONTATO DAS PESSAOS BC2
COM O POTENCIAL DA
TERRA
CONDIÇÕES DE FUGA DAS BD1
PESSOAS EM
EMERGÊNCIAS
SEM CLASSIFICAÇÃO NORMAL – EFETUAR O
DISTANCIAMENTO DA FONTE.
DESPREZÍVEL
NORMAL
DIRETAS
INSTALAR DPS NAS LINHAS
ELÉTRICAS
E DE SINAL, CONFORME
PROJETADO E COM OS ITENS
5.4.2 E 6.3.5 DA NBR 5410
EXECUTAR O PROJETO DE SPDA
E ATERRAMENTO CONFORME
ESPECIFICADO E COM A NBR
5419
DESPREZÍVEL
NORMAL
DESPREZÍVEL
COMUNS
ADVERTIDAS
NORMAL
NORMAL
NORMAL
SEM INFLUÊNCIA
SEM INFLUÊNCIA
NORMAL
RARO
NORMAL
ATENDIDO SEGUINDO ITENS
5.1 E 9 DA NBR 5410
ATENDIDO SEGUINDO ITENS
5.1 E 9 DA NBR 5410
NORMAL
NORMAL
11.3
11.4
11.5
12
13
17
18
19
20
Cód. Autenticidade 400036360704
ATENDER 5.4 E 5.5
SEM INFLUÊNCIA
DESEQUILÍBRIO DE
NÍVEL NORMAL
SEM INFLUÊNCIA
SEM INFLUÊNCIA
TENSÃO
VARIAÇÕES DE
AM5
NÍVEL NORMAL
SEM INFLUÊNCIA
SEM INFLUÊNCIA
FREQUÊNCIA
TENSÕES INDUZIDAS DE AM6
SEM CLASSIFICAÇÃO ATENDER A 5.4.3
SEM INFLUÊNCIA
BAIXA FREQUÊNCIA
COMPONENTES
AM7
SEM CLASSIFICAÇÃO SEM INFLUÊNCIA
CONTÍNUAS EM REDE C.A.
CAMPOS MAGNÉTICOS AM8-1
NÍVEL MÉDIO
NORMAL
SEM INFLUÊNCIA
RADIADOS
CAMPOS ELÉTRICOS
AM9-1
DESPREZÍVEL
NORMAL
SEM INFLUÊNCIA
FENÔMENOS ELETROMAGNÉTICOS DE ALTA FREQUÊNCIA CONDUZIDOS, INDUZIDOS OU RADIADOS
(CONTÍNUOS OU TRANSITÓRIOS)
TENSÕES OU CORRENTES AM21
SEM CLASSIFICAÇÃO NORMAL
SEM INFLUÊNCIA
INDUZIDAS OSCILANTES
21
NORMAL
SEM INFLUÊNCIA
NENHUMA LIMITAÇÃO
SEM INFLUÊNCIA
SEM INFLUÊNCIA
NENHUMA LIMITAÇÃO
51
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10.4
AM3-2
AM4
FL. 3188
TABELA DE INFLUÊNCIAS EXTERNAS – NBR 5410
ITEM INFLUÊNCIA EXTERNA
CÓD.
CLASSSIFICAÇÃO
22
23
24
NATUREZA DOS
BE3
MATERIAIS PROCESSADOS
OU ARMAZENADOS
MATERIAIS DE
CAI
CONSTRUÇÃO
ESTRUTURA DAS
CB1
EDIFICAÇÕES
RISCOS DE
EXPLOSÃO
NÃO COMBUSTÍVEIS
DESPREZÍVEL
CARACT. EXIGIDAS P/ A
SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DOS
COMPONENTES
COMPONENTES ADEQUADOS
PARA ATMOSFERAS
EXPLOSIVAS
NORMAL
SELEÇÃO E INSTALAÇÃO DAS
LINHAS ELÉTRICAS
NORMAL
NENHUMA LIMITAÇÃO
LINHAS PROTEGIDAS
CONFORME NBR 9518, NBR
5418, NBR 14639
NENHUMA LIMITAÇÃO
1. Os dispositivos de proteção estão projetados para assegurar seu seccionamento
automático nas condições de proteção contra choques, sobrecorrente e curto-circuito.
Ou seja, caso ocorra alguma das anormalidade mencionadas anteriormente o sistema
elétrico automaticamente procederá o seu desligamento. Protegendo assim os usuários
da edificação.
2. Nunca tente rearmar um dispositivo de proteção mais que uma vez. Caso a primeira
tentativa não seja bem sucedida significa que o problema ainda persiste. Nestes casos
chame uma profissional qualificado para efetuar o reparo nas instalações elétricas.
3. Foi adotada medidas supletivas de segurança com a utilização do dispositivo diferencialresidual. Este dispositivo visa detectar a fuga de corrente. NUNCA DESATIVE OU
REMOVA A CHAVE AUTOMÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS
(DISPOSITIVOS DR), MESMO EM CASO DE DESLIGAMENTOS SEM CAUSA APARENTE. SE
OS DESLIGAMENTOS FOREM FREQUENTES E, PRINCIPALMENTE, SE A TENTATIVA DE
RELIGAR A CHAVE NÃO TIVER ÊXITO, ISSO SIGNIFICA, MUITO PROVAVELMENTE, QUE A
INSTALAÇÃO ELÉTRICA APRESENTA ANOMALIAS INTERNAS, QUER SÓ PODEM SER
IDENTIFICADAS E CORRIGIDAS POR PROFISSIONAIS QUALIFICADOS. A DESATIVAÇÃO OU
REMOÇÃO DA CHAVE SIGNIFICA A ELIMINAÇÃO DE MEDIDA PROTETORA CONTRA
CHOQUES ELÉTRICOS E RISCO DE VIDA PARA OS USUÁRIOS DA INSTALAÇÃO.
4. Todo o projeto esta baseado no esquema de aterramento TN-S, sendo portanto, proibido
a alteração do esquema adotado sob pena de invalidar todo o sistema de proteção. Não
sendo permitido a instalação de um circuito sem o seu respetivo condutor de proteção.
5. Para os motores trifásico foi projetado a proteção com relé falta-de-fase acoplado a uma
contatora. A proteção individual dos motores será feita por meio de disjuntor-motor.
Não sendo permitido sua substituição por disjuntor comum.
6. Os disjuntores estão coordenados por amperagem e curvas de disparo. Sendo
recomendado o uso de disjuntores do tipo “Limitador”.
7. Não deve ser alterado a capacidade dos disjuntores sem a devida troca da seção dos
cabos para garantir que não percamos a proteção contra choques e a coordenação entre
condutores e dispositivos de proteção.
Os dispositivos de proteção contra sobretensão estão projetados de forma a garantir a
proteção dos equipamentos elétricos-eletrônicos contra os distúrbios de tensão que
possa ocorre na rede elétrica. Os protetores de surto devem ser inspecionados pelo
menos uma vez por mês no período de seca e pelo menos uma vez por semana no
período chuvoso. Quando o led do dispositivo estiver "verde" significa que o mesmo está
funcionando. Quando o led estiver "vermelho" deve ser efetuada a troca do protetor de
surto por outro de mesma capacidade.
52
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:20:04h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703054
Cód. Autenticidade 400036360704
Princípio funcional dos dispositivos de proteção, constantes do projeto, destinados à
segurança das pessoas:
FL. 3189
Cód. Autenticidade 400036360704
1. Os dispositivos de proteção estão projetados para assegurar seu seccionamento
automático nas condições de proteção contra choques, sobrecorrente e curto-circuito.
Ou seja, caso ocorra alguma das anormalidade mencionadas anteriormente o sistema
elétrico automaticamente procederá o seu desligamento. Protegendo assim os usuários
da edificação.
2. Nunca tente rearmar um dispositivo de proteção mais que uma vez. Caso a primeira
tentativa não seja bem sucedida significa que o problema ainda persiste. Nestes casos
chame uma profissional qualificado para efetuar o reparo nas instalações elétricas.
3. Foi adotada medidas supletivas de segurança com a utilização do dispositivo diferencialresidual. Este dispositivo visa detectar a fuga de corrente. NUNCA DESATIVE OU
REMOVA A CHAVE AUTOMÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES ELÉTRICOS
(DISPOSITIVOS DR), MESMO EM CASO DE DESLIGAMENTOS SEM CAUSA APARENTE. SE
OS DESLIGAMENTOS FOREM FREQUENTES E, PRINCIPALMENTE, SE A TENTATIVA DE
RELIGAR A CHAVE NÃO TIVER ÊXITO, ISSO SIGNIFICA, MUITO PROVAVELMENTE, QUE A
INSTALAÇÃO ELÉTRICA APRESENTA ANOMALIAS INTERNAS, QUER SÓ PODEM SER
IDENTIFICADAS E CORRIGIDAS POR PROFISSIONAIS QUALIFICADOS. A DESATIVAÇÃO OU
REMOÇÃO DA CHAVE SIGNIFICA A ELIMINAÇÃO DE MEDIDA PROTETORA CONTRA
CHOQUES ELÉTRICOS E RISCO DE VIDA PARA OS USUÁRIOS DA INSTALAÇÃO.
4. Todo o projeto esta baseado no esquema de aterramento TN-S, sendo portanto, proibido
a alteração do esquema adotado sob pena de invalidar todo o sistema de proteção. Não
sendo permitido a instalação de um circuito sem o seu respetivo condutor de proteção.
5. Para os motores trifásico foi projetado a proteção com relé falta-de-fase acoplado a uma
contatora. A proteção individual dos motores será feita por meio de disjuntor-motor.
Não sendo permitido sua substituição por disjuntor comum.
6. Os disjuntores estão coordenados por amperagem e curvas de disparo. Sendo
recomendado o uso de disjuntores do tipo “Limitador”.
7. Não deve ser alterado a capacidade dos disjuntores sem a devida troca da seção dos
cabos para garantir que não percamos a proteção contra choques e a coordenação entre
condutores e dispositivos de proteção.
8. Os dispositivos de proteção contra sobretensão estão projetados de forma a garantir a
proteção dos equipamentos elétricos-eletrônicos contra os distúrbios de tensão que
possa ocorre na rede elétrica. Os protetores de surto devem ser inspecionados pelo
menos uma vez por mês no período de seca e pelo menos uma vez por semana no
período chuvoso. Quando o led do dispositivo estiver "verde" significa que o mesmo está
funcionando. Quando o led estiver "vermelho" deve ser efetuada a troca do protetor de
surto por outro de mesma capacidade.
53
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:20:04h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703054
Princípio funcional dos dispositivos de proteção, constantes do projeto, destinados à
segurança das pessoas:
FL. 3190
Descrição de compatibilidade dos dispositivos de proteção com a instalação elétrica:
Cód. Autenticidade 400036360704
1. Os dispositivos de proteção projetados apresentam indicado no diagrama unifilar o Icu,
capacidade nominal de interrupção máxima de curto-circuito. Não deve ser instalados
dispositivos com Icu inferior ao especificado.
2. Para garantir a seletividade das instalações todos os dispositivos elétricos
preferencialmente devem ser de um mesmo fabricante. Na futuras manutenções isto
também deve ser obedecido.
3. A coordenação das proteções foi feita com base no critério da amperagem e curvas de
disparo. Por isso a troca dos dispositivos de proteção por outros de maior ou menor
capacidade ou com curvas de disparo diferentes pode comprometer a seletividade do
sistema elétrico. Caso seja introduzido algum equipamento com potência acima da
especificada no projeto deverá ser refeito um novo dimensionamento dos condutores e
dispositivos de proteção necessários para atender esta nova carga. Se necessário deve se
proceder a troca dos condutores e dispositivos de proteção existentes para garantir a
compatibilidade entre os dispositivos de proteção com a rede elétrica.
4. Nunca instalar DPS de capacidade acima da dimensionada. Pois os quadros e condutores
estão preparados apenas para o tipo de DPS indicado no projeto.
5. A curva de disparo dos disjuntores não pode ser alterada da indicada nos diagramas
unifilares sob pena de não ser atendida as prescrições para se garantir o seccionamento
automático das instalações para proteção contra choques elétricos.
Todo o projeto esta baseado no esquema de aterramento TN-S, sendo portanto,
proibido a alteração do esquema adotado sob pena de invalidar todo o sistema de
proteção. Não sendo permitido a instalação de um circuito sem o seu respectivo
condutor de proteção.
54
Goiânia, 20 de outubro de 2014.
[assinado eletronicamente]
CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO
CHEFE DE NUCLEO FC-6
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
PROJETO:
COMPLEXO DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO – 2ª ETAPA
LOCAL:
Goiânia – GO.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA ESTRUTURA METÁLICA
Data: 08 de Maio de 2014
Rev.
Data
0
08/05/14
Descrição da revisão
EMISSÃO INICIAL
Execução
Verificação
Cód. emissão
ECL
LHS
RG
Códigos de Emissão
Cód. Autenticidade 400036361190
AP
CC
CD
CF
Para aprovação
Como construído
Cancelado
Como fabricado
CO
CA
CT
ES
Para comentários
Como comprado
Certificado
Estudo preliminar
FA
IN
LC
OR
Para fabricação
Para informação
Para construção
Para orçamento cotação
PC
PD
RG
Para compra
Para detalhamento
Para registro
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FL. 3191
FL. 3192
ESTRUTURA METÁLICA
1 – OBJETIVO
Esta especificação tem como objetivo estabelecer as normas e procedimentos a serem obedecidos em
processos de detalhamento, fabricação, pintura, embalagem, transporte e montagem das Estruturas
Metálicas.
2 – NORMAS
NBR-15239(2005) – Tratamento de superfícies de aço com ferramentas manuais e mecânicas.
NBR-15253(2005) – Perfis de aço formados a frio, com revestimento metálico, para painéis reticulados
em edificações – Requisitos gerais.
NBR-7348(1982) – Limpeza de superfícies de aço com jato abrasivo.
NBR-8800(1987) – Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios (método dos estados limites).
NBR 7007
- Aços para perfis laminados para uso estrutural - especificação
NBR 7242
- Peças fundidas de aço de alta resistência para fins estruturais - Especificação
NBR 7398
- Produto de aço ou ferro fundido. Verificação do Revestimento de
Zinco.
Verificação da aderência.
I
3 – GENERALIDADES
Os suportes temporários, por exemplo, andaimes e outros elementos necessários para a
operação de montagem, serão determinados, fornecidos e instalados pelo montador. Esses suportes
temporários deverão garantir que a estrutura de aço, ou qualquer trecho parcialmente montado, possa
resistir a cargas comparáveis em intensidade àquelas para as quais a estrutura foi projetada, porém não
a cargas resultantes da execução do trabalho ou de atos de terceiros, nem a cargas imprevistas.
3.1 – DISPOSIÇÕES GERAIS
Condições especiais de montagem - Quando se fizerem necessárias de acordo com o projeto,
serão executadas montagens especiais com a utilização de escoramentos, macacos ou cargas que
devam ser ajustadas com o andamento da montagem.
Correção de erros - As operações normais de montagem incluem correção de pequenos
desajustes, remoção de rebarbas e uso de pinos para levar peças ao alinhamento. Os erros que não
puderem ser facilmente corrigidos, ou que exijam alterações na configuração da barra, deverão ser
comunicados imediatamente pelo montador a FISCALIZAÇÃO.
Pintura de campo e final - As cabeças de parafusos e porcas instaladas, soldas de campo e os
retoques serão convenientemente pintados assim como todos os perfis da estrutura em quantas demãos
necessárias para um perfeito recobrimento das superfícies ou conforme especificado. Caso não haja
especificação, serão aplicados no mínimo 3 demãos de pintura além da camada protetora. A qualidade
da pintura deverá ser aprovada em cada etapa incluindo materiais e espessura da camada de pintura, e
verificada a uniformização e perfeito recobrimento das superfícies.
Cód. Autenticidade 400036361190
Limpeza final - Antes da aceitação final o montador removerá da obra os equipamentos,
andaimes, entulhos e outros elementos estranhos à mesma, bem como todas as construções
provisórias, deixando a obra base completamente utilizável.
Fiscal - O Fiscal designado pela CONTRATANTE terá acesso a todas as dependências da
construção exigindo sempre controle de qualidade rigoroso, que será verificado, independentemente de
sua intervenção. A FISCALIZAÇÃO aprovará as etapas de serviço, registrando no Diário de Obras, suas
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Juntamente com esta Especificação, devem ser obedecidas todas as normas da ABNT pertinentes ao
assunto, mas principalmente as seguintes:
FL. 3193
observações. O Fiscal não aceitará execuções que no todo ou em parte estejam fora dos padrões préestabelecidos ou em desacordo com as Normas Brasileiras. Quando o Fiscal julgar necessário pedirá à
CONTRATADA ensaios de materiais para verificar se as propriedades físicas do aço empregado estão
de acordo com o projeto estrutural fornecido.
3.2 – FABRICAÇÃO E MONTAGEM
A responsabilidade técnica pela fabricação e montagem da estrutura metálica ficará integralmente por
conta da CONTRATADA, indicando um profissional legalmente habilitado, especializado, cadastrado na
FISCALIZAÇÃO, com comprovação de ter fabricado e montado estrutura metálica com características
semelhantes e de mesmo porte da solicitada. O responsável em questão ficará à disposição da
FISCALIZAÇÃO enquanto durar a obra, para esclarecer dúvidas sobre a perfeita fabricação e
montagem da estrutura metálica.
As modificações que se fizerem necessárias no projeto estrutural, durante os estágios de fabricação e
montagem da estrutura, serão feitas somente com a permissão do responsável pelo projeto, devendo os
documentos técnicos pertinentes expressar exatamente as modificações e sejam antes da execução
liberados pela FISCALIZAÇÃO.
Quando a modificação implicar em alteração de especificação, a FISCALIZAÇÃO exigirá documento da
anuência da diretoria da CONTRATANTE que se responsabilizará pelas verbas e conveniências da
alteração.
1) Fabricação da estrutura
Antes do seu uso na fabricação, os materiais laminados devem estar desempenados dentro das
tolerâncias de fornecimento. Caso essas tolerâncias não estejam sendo atendidas, é permitido executar
trabalho corretivo pelo uso de aquecimento controlado e/ou desempeno mecânico. Aquecimento e
meios mecânicos são também permitidos para obter-se pré-deformações desejadas.
2) Corte por meios térmicos
O corte executado por meios térmicos será feito, de preferência, com equipamentos
automáticos. Bordas cortadas por esses meios, e que ficarão sujeitas as solicitações substanciais, ou
destinadas a receber metal de solda, devem estar praticamente isentas de entalhes ou depressões.
Eventuais entalhes ou depressões de profundidade inferior a 4,5mm serão tolerados; os demais serão
removidos por esmerilhamento. Todo os cantos reentrantes devem estar isentos de entalhes e ter o
maior raio de arredondamento possível, com um mínimo de 13mm.
Cód. Autenticidade 400036361190
3) Aplainamento de bordas
Não é necessário aplainar, dar acabamento às bordas de chapas, perfis cortados com serra,
tesoura ou maçarico, a menos que haja indicação em contrário no desenho ou em especificações de
preparação de bordas. O uso de bordas cortadas com tesoura deve ser evitado em locais sujeitos à
formação de rótulas plásticas; se usadas, essas bordas devem ter acabamento liso, obtido por esmeril,
goiva ou plaina. As rebarbas devem ser removidas para permitir o ajustamento das partes que serão
parafusadas ou soldadas ou quando representarem risco durante a construção ou após seu término.
4) Construção parafusada
Quando a espessura do material for inferior ou no máximo igual ao diâmetro nominal do
parafuso acrescido de 3mm, os furos podem ser puncionados. Para maiores espessuras, os furos
devem ser broqueados com seu diâmetro final, podendo também ser subpuncionados ou
subbroqueados com diâmetro menor e posteriormente usinados até o diâmetro final. A matriz para todos
os furos subpuncionados ou a broca para todos os furos sub-broqueados deve ter o mínimo 3,5mm a
menos que o diâmetro final do furo. Nos locais sujeitos à formação de rótulas plásticas, os furos nas
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A fabricação e montagem da estrutura metálica obedecerão rigorosamente ao projeto estrutural,
convenientemente elaborado em obediência às normas brasileiras vigentes por desenhos estruturais, de
fabricação e de montagem, bem especificados, que expressem claramente o modelo adotado.
FL. 3194
áreas racionadas devem ser subpuncionados e usinados até o diâmetro final, ou broqueados com o
diâmetro final. Quando aplicável esse requisito deve constar dos desenhos da estrutura. Não é permitido
o uso de maçarico para abertura de furos.
5) Construção soldada
A técnica a ser empregada na soldagem, a execução, aparência e a qualidade das soldas, bem
como os métodos usados na correção de defeitos, devem estar de acordo com as seções 3 e 4 da
AWSD 1.1-82.
6) Acabamento de superfícies que transmitem esforços de compressão por contato
As ligações que transmitem esforços de compressão por contato devem ter suas superfícies de
contato preparadas para se obter perfeito assentamento, usando-se usinagem. Corte com serra ou
outros meios adequados.
7) Tolerâncias dimensionais
Serão toleradas algumas variações nas dimensões globais das estruturas de aço acabadas,
dentro de limites considerados aceitáveis quando não ultrapassarem os efeitos cumulativos.
 É permitida uma variação de 0,8mm no comprimento total de barras com ambas as extremidades
usinadas, Isto é, superfícies depois que possuem rugosidade média igual ou inferior a 12,5 micras
para ligação por contato.
 As barras sem extremidades usinadas para contato, e que deverão ser ligadas a outras partes de
aço da estrutura, podem ter variação em relação ao comprimento detalhado não superior a 1,5mm,
para barras de até 9000mm (inclusive) e não superior a 3mm, para barras com comprimento acima
de 9000mm.
 As vigas e treliças detalhadas sem especificação de contra flecha, deverão ser fabricadas de tal
forma que, após a montagem, qualquer flecha devida à laminação ou à fabricação fique voltada
para cima.
 Qualquer desvio permissível em alturas de seções de vigas poderá resultar em mudanças
bruscas de altura nos locais de emendas. Qualquer uma dessas diferenças de altura em emendas
com talas, dentro das tolerâncias prescritas , deve ser compensada por chapas de enchimento com
o conhecimento do responsável pelo projeto. As ajustagens das variações permissíveis de altura
com soldas de topo desde que seja atendida a seção transversal mínima necessária e que a
declividade da superfície dela satisfaça aos requisitos da AWS .D1.1.
 Observar as tolerâncias de montagem no item específico.
Cód. Autenticidade 400036361190
8) Acabamento de bases de pilares e placas de base
As bases dos pilares e as placas de base devem ser acabadas de acordo com os seguintes
requisitos:
 Placas de base laminadas, de espessura igual ou inferior a 50mm, podem ser usadas sem
usinagem, desde que seja obtido apoio satisfatório por contato; placas de base laminadas com
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Durante a parafusagem, devem ser colocados pinos ou parafusos provisórios para manter a
posição relativa das peças estruturais antes de sua fixação definitiva. Espinas só podem ser utilizados
para assegurar o posicionamento das peças componentes dos conjuntos durante a montagem, não
sendo permitido seu uso para, através de deformação, forçar a coincidência de furos, alargá-los ou
distorcer o material. Coincidência insuficiente de furos deve ser motivo de rejeição da peça ou peças. A
montagem e inspeção de ligações com parafusos de alta resistência devem ser feitas de acordo com o
item 7.7 de NBR-8800.
FL. 3195
espessuras superior a 50mm, porém inferior a 100mm, podem ser desempenadas por pressão, ou
aplainadas em todas as superfícies de contato, a fim de se obter apoio satisfatório por contato,
exceto nos casos indicados nas alíneas II e III; placas de base laminadas com espessura superior a
100mm, assim como base de pilares e outros tipos de placas de base, devem ser aplainadas em
todas as superfícies de contato, exceto nos casos indicados nas alíneas II e III;
 A face inferior de placas de base, que forem grauteadas para garantir pleno contato com o
concreto de fundação, não necessita de aplainamento;
 A face superior de placas de base não necessita de aplainamento se forem usadas soldas de
penetração total entre tais placas e o pilar.
3.2.1 – PINTURA DE OFICINA
 Deverão ser bem especificadas: a pintura, incluindo preparação da superfície e as peças
a serem pintadas, identificação comercial de produtos e espessura da película seca
necessária da pintura de fábrica em micras.
 A pintura de fábrica é a primeira camada do sistema de proteção. Essa camada protege o
aço somente por um período muito curto de exposição em condições atmosféricas normais
e é considerada como uma camada temporária e provisória. O fabricante não se
responsabilizará pela deterioração da primeira camada, resultante de exposição prolongada
a condições atmosféricas normais, ou de exposições corrosivas mais severas do que as
condições atmosféricas normais.
 As condições mínimas exigidas dos fabricantes para essa camada protetora será a
limpeza manual do aço, retirando-se a ferrugem solta, outros materiais estranhos ou
sujeiras, carepa solta de laminação antes da pintura, utilizando-se escova de aço
 A preparação da superfície feita pelo fabricante será considerada aceita pelo proprietário,
a não ser que este a desaprove expressamente antes da aplicação da pintura.
 A não ser que seja especificamente excluído, a pintura deverá ser aplicada por pincel,
“spray”, rolo, escorrimento ou imersão. Quando a espessura da película não for
especificada, a espessura mínima seca será de 25 micras como camada de fábrica.
 Os aços anticorrosivos e aqueles que não necessitarem de pintura de fábrica, deve ser
limpos com solvente para remover óleo, graxa ou sujeiras e por escovas de fibras ou outros
meios adequados à remoção de materiais estranhos.
 Serão de responsabilidade da CONTRATADA os retoques devidos aos estragos
verificados no transportes e montagem, ou seja, as partes abrasadas e também,
danificações por solda na obra.
 As partes das peças estruturais de aço que transmitem esforços ao concreto por
aderência não podem ser pintadas.
2) Superfícies inacessíveis
Exceto para superfícies que transmitem esforços ao concreto, as superfícies que vão se tornar
inacessíveis após a fabricação devem ser limpos e pintados, de acordo com as especificações de
pintura do projeto, antes de se tornarem inacessíveis.
Cód. Autenticidade 400036361190
3) Superfícies de contato
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1) Requisitos gerais
FL. 3196
Não há limitações quanto à pintura de superfícies no caso de ligações com parafusos
trabalhando por contato. Outras superfícies de contato, incluindo os casos de ligações parafusadas por
atrito e as superfícies que transmitem esforços de compressão por contato, exceto em casos especiais,
devem ser limpas, sem serem pintadas. Se o contato for ocorrer só na montagem, tais superfícies
devem ser limpas conforme especificações do projeto e, se elas forem usinadas, devem receber uma
camada inibidora de corrosão de um tipo que possa ser facilmente removido antes da montagem, ou de
um tipo que não necessita ser removido, observando-se, entretanto, o item a seguir.
4) Superfícies adjacentes a soldas de campo
A menos que haja outra especificação, as superfícies a serem soldadas de materiais numa faixa
de 50 mm de cada lado de solda, devem estar isentas de materiais que impeçam a soldagem adequada
ou que produzam gases tóxicos durante a operação de soldagem. Após a soldagem, tais superfícies
deverão receber a mesma limpeza e proteção previstas para toda a estrutura.
1) Método de montagem
A montagem será em seqüência normal ou, em caso de sua impossibilidade, será especificada
adequadamente. Caso não seja prevista a seqüência de montagem será utilizada aquela mais eficiente
e economicamente disponível, condizente com o contato. Poderá ser necessária a contratação de
serviços de fabricação e montagem em separado por EMPREITEIROS coordenados e distribuídas sob o
planejamento da CONTRATANTE.
2) Condições locais
A FISCALIZAÇÃO providenciará as condições mínimas de acesso ao canteiro de obras e dentro
dele, para permitir a chegada com segurança de guindastes e outros equipamentos necessários, bem
como das peças a serem montadas. Deverá proporcionar ao montador uma área firme, devidamente
nivelada, drenada, conveniente e adequada, no canteiro, para operação do equipamento de montagem
e deverá remover todas as obstruções aéreas, tais como: linhas de transmissão, linhas telefônicas e
outras, a fim de que a área de trabalho seja segura para montagem da estrutura de aço. O montador
deverá fornecer e instalar os dispositivos de segurança necessários ao seu próprio trabalho. Os
trabalhos devem ser organizados em espaços disponíveis, separados locais para armazenamento a
permitir ao fabricante e montador operações com a maior rapidez possível.
3) Estocagem das peças
A estocagem das peças será feita em área plana. A fim de evitar empenos ou danos, as peças não
serão apoiadas em planos diferentes ou de quina e serão assentes sobre os calços de madeira. Quando
ocorrer sobreposição de peças, também calços de madeira ou de borracha serão usados, para evitar
danos na pintura de fábrica.
Dependendo do período de estocagem deverão ser protegidas contra a corrosão.
Para efeito de montagem a identificação das peças é feita pela numeração das mesmas nos desenhos
de montagem.
As peças pequenas, tais como, mas não se limitando a, parafusos, porcas, rebites, arruelas, etc., serão
armazenadas em local coberto, protegidas contra a corrosão.
Cód. Autenticidade 400036361190
4) Fundações, base e encontros.
A FISCALIZAÇÃO, através de seus empreiteiros ou construtores, será responsável pela locação
precisa, resistência e adequabilidade de todas as fundações, bases e encontros e seus respectivos
acessos.
Os alinhamentos de bases de pilares devem ser nivelados e posicionados na elevação correta,
estando em pleno contato com a superfície de apoio.
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3.2.2 – MONTAGEM
FL. 3197
5) Eixos e referências de nível
A FISCALIZAÇÃO, através de seus empreiteiros ou construtores, será responsável pela locação
precisa dos eixos do edifício e referências de nível no local da obra e pelo fornecimento ao montador de
desenhos contendo todas essas informações.
À medida que a montagem prossegue, a estrutura deverá ser fixada com segurança com solda
ou parafuso, de forma que possa absorver toda a carga permanente, vento e cargas de montagem.
As ligações permanentes só devem ser completadas depois que a parte da estrutura, que vai se
tornar rígida após a execução de tais ligações, naturalmente tomando-se cuidado para que, a todo o
momento, seja garantida a segurança.
6) Instalações de chumbadores e acessórios embutidos e ligações em pilares
A ajustagem de ligações comprimidas em pilares pode ser aceitas com frestas não superiores a
1,5mm, em emendas de pilares transmitindo esforços de compressão por contato, independentemente
do tipo de emenda usado. Se a fresta for maior que 1,5mm, porém inferior a 6mm, e se for verificado
que não existe suficiente área de contato, a fresta será preenchida com calços de aço de faces paralelas
de aço-carbono ou do tipo de aço empregado.
No caso de chumbadores e parafusos de ancoragem, devem ser instalados pelos construtores
ou empreiteiros de acordo com desenhos aprovados. Suas locações não podem variar em relação às
dimensões indicadas nos desenhos de montagem, dos seguintes limites:
a) 3mm de centro a centro de dois chumbadores quaisquer dentro de um grupo de chumbadores, ou
seja o conjunto de chumbadores que recebe uma peça única da estrutura;
b) 6mm, de centro a centro de grupos adjacentes de chumbadores;
c) Um valor máximo acumulado entre grupos igual a 6mm, para cada 30 metros de comprimento
medido ao longo da linha estabelecida para os pilares através de vários grupos de chumbadores, porém
não podendo ultrapassar um total de 25mm, onde a linha representativa dos centros dos grupos de
chumbadores, como locados na obra, ao longo de uma linha de pilares;
d) 6mm entre o centro de qualquer grupo de chumbadores e a linha estabelecida para os pilares, que
passa por esse grupo;
e) para pilares individuais, locados no projeto fora das linhas estabelecidas para pilares, aplicam-se as
tolerâncias das alíneas b), c) e d), desde que as dimensões consideradas sejam medidas nas direções
paralela e perpendicular à linha mais próxima estabelecida para pilares.
Cód. Autenticidade 400036361190
A menos que haja indicação em contrário, os chumbadores deverão ser instalados
perpendicularmente à superfície teórica de apoio.
Outros acessórios embutidos, ou materiais de ligação entre o aço estrutural e partes executadas
por outras empreiteiras, deverão ser locados e instalados pelos CONSTRUTORES ou EMPREITEIROS
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O montador deverá proceder à execução da montagem com o maior cuidado possível,
observando-se alinhamento, nivelamento e prumação rigorosos e dentro das tolerâncias de normas.
Todas as peças da estrutura devem ser recebidas na obra e armazenadas e manuseadas de tal forma
que não sejam submetidas a tensões excessivas, nem sofram danos. Sempre que necessário, as peças
deverão ser contraventadas temporariamente para absorver todas as cargas a que a estrutura possa
estar sujeita durante a construção, incluindo ações acidentais como a do vento, por exemplo,
equipamentos e sua operação. Toda vez que houver acúmulo de material, carga de equipamento ou
outra carga sobre a estrutura, durante a montagem, devem ser tomadas medidas para que sejam
absorvidas as solicitações correspondentes.
FL. 3198
da CONTRATANTE de acordo com desenhos aprovados de locação e montagem. A precisão desses
deve atender aos limites, fixados para posicionamentos e alinhamentos de pilares e barras.
7) Dispositivos de apoio
Todas as chapas de nivelamento e placas de apoio avulsas devem ser alinhadas e niveladas
por manuseio sem ajuda de guindastes.
Todos os outros dispositivos de apoio que devem suportar a estrutura de aço deverão ser
colocados e encunhados, calçados ou ajustados com parafusos de nivelamento pelo montador, de
acordo com alinhamentos e níveis estabelecidos.
8) Materiais de ligações no campo
O fabricante deverá elaborar detalhes de ligações de campo, considerando-se as opções mais
econômicas e as condições previstas em projeto.
Quando o fabricante for também o montador da estrutura de aço, serão fornecidos por este,
todos os materiais para ligações temporários e permanentes.
Quando o montador não for o mesmo fabricante deverá este último, fornecer o seguinte material
para ligações de campo:
a) parafusos dos tamanhos exigidos e em quantidade suficiente para as ligações entre peças de aço
necessárias ao andamento da obra, que devam ficar permanentemente parafusados. Os parafusos
serão os de projeto. Deverá ser fornecida uma quantidade extra de 2% de cada tamanho de parafuso;
b) calços indicados como necessários para execução de ligações permanentes entre peças de aço.
Cód. Autenticidade 400036361190
No caso do anterior, o montador deverá fornecer todos os eletrodos para soldas de campo,
conectores de cisalhamento instados no campo, parafusos e pinos para ajustagem usados na montagem
da estrutura de aço.
Este documento não pode ser usado, copiado ou cedido fora dos termos contratuais entre BSC e CORSI HIRANO
.
Goiânia, 20 de outubro de 2014.
[assinado eletronicamente]
CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO
CHEFE DE NUCLEO FC-6
Documento juntado por CREBILON DE ARAÚJO ROCHA FILHO e protocolado em 20/10/2014 17:22:16h. Protocolo nº 17470/2014. Carimbo Eletrônico Nº 3703088
O fabricante deverá fornecer cunhas, calços ou parafusos de nivelamento que forem
necessários, marcar de modo claro os dispositivos de apoio, linhas de trabalho que facilitem o adequado
alinhamento. Imediatamente após serão executadas as argamassas de enchimento que se fizerem
necessárias.
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