SM01.00-00.001_14ª edição

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Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão

Secundária de Distribuição a Edificações

Individuais

Processo

Atendimento aos Clientes

Atividade

HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES

Edição Data

Código

Edição

Data

Alterações em relação à edição anterior

SM01.00-00.001

14ª

Folha

1 DE 115

13/10/2014

17/10/2002

31/03/2003

14/10/2004

Edição Inicial.

Padronização do cabo multiplexado de cobre para ligações trifásicas.

Padronização da caixa polifásica tipo 02.

23/02/2005

Correção no item 4.38, substituindo-se "recuo superior a 1m" por "recuo inferior a

1m" e adequação dos condutores de aterramento na tabela 04.

02/08/2006

Inclusão dos itens 4.7 que exige diagrama unifilar, 4.41 que recomenda a externalização do padrão de entrada, 4.42.1 a 4.42.3 que restringe o fracionamento de medição e 4.43 a 4.44 sobre medição para irrigação e aqüicultura e atualização da tabela 13.

27/08/2007

Adequação ao novo modelo de normativos do SGN; exigência de externalização, quando da ocorrência de fracionamento da medição; inclusão do Padrão de

Entrada com duas medições; padronização de até cinco caixas de medição trifásica em muro ou mureta; alteração das dimensões da caixa de aterramento; inclusão e adequação do texto ao art. 33, § 1º da resolução 456 da ANEEL; inclusão das disposições previstas na Lei Federal nº 11.337; recomendações quanto à observância das normas NBR 5410 e NR-10, na elaboração de projetos de instalações elétricas internas das unidades consumidoras; recomendação do uso de DPS e DR; Alteração na tabela 10, referente à substituição do conector tipo cunha tipo III (embalagem vermelha) pelo tipo IV (embalagem azul) na conexão entre o condutor da rede em cobre seção 16 mm² e o cabo concêntrico do ramal de ligação seção 6 mm².

21/12/2007

Inclusão do item 4.42, que padroniza, para as unidades consumidoras do grupo

B trifásicas, o medidor eletrônico, o qual permite medição de energia consumida ativa e reativa; define as classes de faturamento para as quais a CELPE deve passar a faturar o consumo de energia elétrica ativa e reativa excedente, conforme resolução ANEEL 456/2000.

06/08/2009

Padronização do padrão de entrada em cantoneira sobre o muro para ligação monofásica, coluna de concreto engastada no muro e em poste metálico para ligação monofásica e trifásica; duas entradas de serviço independentes, para um mesmo imóvel, desde que partindo de um único poste da rede; agrupamento de caixas de medição em disposição vertical; diâmetro mínimo para o eletroduto de aterramento de 100 mm; inclusão dos requisitos de inspeção e testes para grupos geradores particulares; localização do DPS após a medição da unidade consumidora; obrigatoriedade de apresentação de autorização de funcionamento emitida pela Prefeitura e Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) para solicitação de fornecimento provisório; inclusão dos critérios para ligação de unidades consumidoras em níveis diferentes de tensão; modificação na tabela 4 e introdução do Memorial Técnico para Cálculo da Demanda em Unidades

Consumidoras do Grupo B, para adequação da norma ao novo sistema comercial

SAP/CCS.

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão

Secundária de Distribuição a Edificações

Individuais

Processo

Atendimento aos Clientes

Atividade

Código

SM01.00-00.001

Edição

14ª

Folha

2 DE 115

Data

13/10/2014

10ª

11ª

12ª

30/08/2011

Atualização do texto da norma, com a inclusão dos subitens 3.4, 3.10, 3.13, 3.14,

3.16, 3.21, 3.26, 3.28, 3.29, 3.32, 3.38, 3.39, 3.40, 3.41, 3.42, 3.43, 3.44, 3.46 e

3.47; inclusão e/ou readequação do texto dos subitens 4.2, 4.4.1, 4.6, 4.8, 4.12,

4.13. 5.1, 4.13.6, 4.37, 4.38, 4.39, 4.46, 4.48, 4.48.1, 4.48.2, 4.48.3, 4.48.4,

4.48.5, 4.49, 4.50.1, 4.60, 4.61, 4.69, 4.78, 4.87, 4.99, 4.103.3, 4.104, 4.106,

4.107, 4.108, 4.109, 4.111, 4.115, 4.117, 4.118, 4.119, 4.121, 4.121.1, 4.121.2,

4.122, de acordo com a Resolução nº. 414/2010 da ANEEL; inclusão do cabo concêntrico seção 4,0 mm², nas tabelas 04, 06, 08, 10 e 12, do Anexo I; inclusão da tabela 15, no Anexo I; atualização dos desenhos 01, 02, 03A, 03B, 03C, 04,

05, 06, 07, 08, 09, 14, 15, 16, 17, 18, 19 e 20 do Anexo II, com a inclusão do

DPS; inclusão dos desenhos 26A e 26B; inclusão do Anexo IV.

31/10/2011

Alteração no item 4.34, correção da referência ao item anterior; atualização da relação de material para cada desenho do Anexo II, com inclusão da coluna especificação em substituição a coluna do desenho.

10/12/2012

Adequação às Resoluções nºs. 482/2012 e 414/2010 (texto atualizado em 2012).

O texto da norma foi modificado conforme os itens a seguir: exclusão do item 3.4; alteração nos itens 3.36, 4.4, 4.4.1, 4.18, 4.61b, 4.87, 4.91, 4.113 e 4.115; inclusão dos itens 3.47, 3.48, 3.49, 4.4.2, 4.4.3, 4.48.4, 4.106.1, 4.122, 4.123,

4.124, 4.125, 4.125.1, 4.125.2, 4.126, 4.127 e 4.128 e Anexo V.

19/11/2013

Adequação do texto à Resolução normativa ANEEL nº 569/2013; alteração nos itens 4.45, 4.47, 4.48.1, 4.48.2, 4.63 e 4.116e; inclusão do item 4.48.3; exclusão do item 4.48.1 (11ª ed.); atualização do desenho 31A e inclusão do desenho 31B.

13ª 30/07/2014

Revisão geral, com adequação do texto ao Relatório de Diagnóstico - Objetivo

IPND/2014, foco na segurança; O texto da norma foi modificado conforme os itens a seguir: itens 4.20, 4.35, 4.110.

14ª 13/10/2014

Alteração nos subitens 4.20, 4.27 e 4.135 (tabela 3), exclusão dos desenhos 08 e

28; exclusão do poste metálico como opção do padrão de entrada; reordenação da sequência de numeração dos desenhos do Anexo II.

GRUPOS DE ACESSO

Nome dos grupos

Diretor-Presidente, Superintendentes, Gerentes, Gestores, Funcionários e Prestadores de Serviços.

NORMATIVOS ASSOCIADOS

Nome dos normativos

SM01.00-00.002 Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo.

SM01.00-00.006 Instalação de Geradores Particulares em Baixa Tensão.

SM01.00-00.007 Paralelismo Momentâneo de Gerador com o Sistema de Distribuição, com Operação em

Rampa.

VR01.01-00.004 Especificação de Caixas para Medidores.

VM02.00-00.004 Conexão de Microgeradores ao Sistema de Distribuição de Baixa Tensão.

SM01.00-00.005 Fornecimento de Energia Elétrica a Quiosques em Passeios Públicos.

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

ÍNDICE

Página

1. OBJETIVO ..................................................................................................................................................... 4

2. RESPONSABILIDADES ................................................................................................................................ 4

3. DEFINIÇÕES .................................................................................................................................................. 4

4. CRITÉRIOS .................................................................................................................................................... 7

5. REFERÊNCIAS ............................................................................................................................................ 25

6. APROVAÇÃO .............................................................................................................................................. 26

ANEXO I. TABELAS.......................................................................................................................................27

ANEXO II. DESENHOS DE REFERÊNCIA.....................................................................................................42

ANEXO III. MEMORIAL TÉCNICO...............................................................................................................109

ANEXO IV. MODELO PARA SOLICITAÇÃO DE LIGAÇÃO PROVISÓRIA DE OBRA.............................. 114

ANEXO V. DECLARAÇÃO DE CONCORDÂNCIA COM OS CUSTOS DECORRENTES DE ALTERAÇÃO

DE LIGAÇÃO MONOFÁSICA PARA TRIFÁSICA ........................................................................................ 115

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

1.OBJETIVO

Padronizar as entradas de serviço e estabelecer as condições para o fornecimento de energia elétrica para as unidades consumidoras individuais em tensão secundária de distribuição.

2.RESPONSABILIDADES

Competem aos órgãos de planejamento, suprimento, segurança, engenharia, projeto, construção, ligação, operação, manutenção, comercial e atendimento a clientes da Celpe, assim como aos consumidores, cumprir o estabelecido neste instrumento normativo.

3.DEFINIÇÕES

3.1Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT

Associação privada sem fins lucrativos responsável pela elaboração das normas no Brasil.

3.2Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL

Autarquia em regime especial, vinculada ao Ministério de Minas e Energia - MME criada pela Lei 9.427 de

26/12/1996, com a finalidade de regular e fiscalizar a geração, transmissão, distribuição e comercialização da energia elétrica.

3.3Aterramento

Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra.

3.4Cabo Concêntrico

Cabo multipolar constituído por um condutor central isolado e uma ou mais camadas isoladas entre si de condutores dispostos helicoidalmente.

3.5Cabo isolado

Cabo de cobre ou alumínio, coberto por composto termoplástico à base de Cloreto de Polivinila (PVC), com cobertura isolante em borracha Etileno Propileno (EPR) ou Polietileno Reticulado (XLPE).

3.6Caixa de Derivação

Caixa destinada à conexão elétrica dos ramais de ligação, instalada no poste da Celpe.

3.7Caixa do Medidor

Caixa destinada à instalação dos equipamentos de medição de energia elétrica da Celpe.

3.8Caixa do Disjuntor

Caixa destinada à instalação do equipamento de proteção.

3.9Caixa de Inspeção

Compartimento enterrado destinado a facilitar a passagem dos condutores e execução de emendas, permitindo sua inspeção e quando necessário, usado para aterramento.

3.10Carga Instalada

Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora, em condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts (kW).

3.11Carga Especial

Equipamento que, pelas suas características de funcionamento ou potência, possa prejudicar a qualidade do fornecimento a outros consumidores.

3.12Concessionária

Agente titular de concessão federal para prestar o serviço público de distribuição de energia elétrica, doravante denominada distribuidora.

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

3.13Consumidor

Pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, legalmente representada, que solicite o fornecimento, a contratação de energia ou o uso do sistema elétrico à distribuidora, assumindo as obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s) unidade(s) consumidora(s), segundo disposto nas normas e nos contratos.

3.14Contatos Indiretos

Contatos de pessoas ou animais com massas sob tensão devido a uma falha de isolamento dos circuitos elétricos.

3.15Demanda

Média das potências elétricas ativas ou reativas, solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora, durante um intervalo de tempo especificado, expressa em quilowatts (kW) e quilovolt-ampere-reativo (kvar).

3.16Demanda Máxima

Máxima potência elétrica, expressa em kVA, solicitada por uma unidade consumidora durante um período de tempo especificado.

3.17Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Dispositivo destinado a prover proteção contra sobretensões transitórias (de origem atmosférica ou surtos de manobra, transmitidas pela rede de distribuição) nas instalações elétricas da edificação.

3.18Dispositivo de Proteção Diferencial-Residual - DR

Dispositivo destinado a prover proteção contra correntes de fuga residuais nas instalações elétricas internas da unidade consumidora.

3.19Disjuntor Termomagnético

Dispositivo de manobra e proteção, capaz de conduzir correntes em condições normais e interrompê-las automaticamente em condições anormais.

3.20Distribuidora

Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar o serviço público de distribuição de energia elétrica.

3.21Entrada de Serviço

Conjunto de componentes elétricos compreendidos entre o ponto de derivação da rede secundária de distribuição e a medição, constituído pelo ramal de ligação e o ramal de entrada.

3.22Faixa de Servidão

Área de terreno com restrição imposta à faculdade de uso e gozo do proprietário, cujo domínio e uso é atribuído à CELPE, para permitir a implantação, operação e manutenção do seu sistema elétrico.

3.23Fornecimento Provisório

Atendimento em caráter provisório a eventos temporários que cessa com o encerramento da atividade.

3.24Grupo “A”

Grupamento composto de unidades consumidoras com fornecimento em tensão igual ou superior a 2,3 kV, ou, ainda, atendidas em tensão inferior a 2,3 kV a partir de sistema subterrâneo de distribuição e faturadas neste Grupo, caracterizada pela estruturação tarifária binômia de fornecimento.

3.25Grupo “B”

Grupamento composto de unidades consumidoras com fornecimento em tensão inferior a 2,3kV, ou, ainda, atendidas em tensão superior a 2,3 kV e faturadas neste Grupo, caracterizada pela estruturação tarifária monômia de fornecimento.

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

3.26Limite de Propriedade

Demarcação que determina o limite de uma área privada com a via pública no alinhamento designado pelos poderes públicos.

3.27Loteamento

Subdivisão de gleba de terreno em lotes destinados à edificação, com abertura de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes, cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela respectiva Prefeitura Municipal ou, quando for o caso, pelo Distrito

Federal.

3.28Massa

Parte condutora de um componente ou de uma instalação que pode ser tocada facilmente e que normalmente não é energizada, mas que pode tornar-se energizada em condições de faltas ou defeitos.

3.29Medição

Processo realizado por equipamento que possibilite a quantificação e o registro de grandezas elétricas associadas à geração ou consumo de energia elétrica, assim como à potência ativa ou reativa.

3.30Medição Externa

Medição cujos equipamentos são instalados em postes ou outras estruturas de propriedade da distribuidora, situados em vias, logradouros públicos ou compartimentos subterrâneos.

3.31Padrão de Entrada

Conjunto de condutores, equipamentos de medição e acessórios compreendidos entre o ponto de entrega e o dispositivo de proteção da unidade consumidora.

3.32Ponto de Medição

Local de instalação do(s) equipamento(s) de medição de energia elétrica da Celpe.

3.33Ponto de Entrega

Ponto de conexão do sistema elétrico da Celpe com a unidade consumidora e que situa-se no limite da via pública com a propriedade onde esteja localizada a unidade consumidora.

3.34Pontalete

Suporte instalado na edificação do consumidor com a finalidade de fixar e elevar o ramal de ligação.

3.35Poste Particular

Poste situado na propriedade do consumidor, com a finalidade de fixar, elevar e/ou desviar o ramal de ligação, permitindo também a instalação do ramal de entrada e a medição.

3.36Ramal de Distribuição

Conjunto de componentes elétricos instalados pelo consumidor compreendidos entre a medição e o quadro de distribuição.

3.37Ramal de Entrada

Conjunto de condutores e acessórios instalados pelo consumidor entre o ponto de entrega e o ponto de medição ou a proteção de suas instalações.

3.38Ramal de Ligação

Conjunto de condutores e acessórios instalados pela distribuidora entre o ponto de derivação de sua rede e o ponto de entrega.

3.39Sistema de medição

Conjunto de equipamentos, condutores, acessórios e chaves que efetivamente participam da realização da realização da medição de faturamento.

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

3.40Sistema de Medição Centralizada - SMC

Sistema que agrega módulos eletrônicos destinados à medição individualizada de energia elétrica desempenhando as funções de concentração, processamento e indicação das informações das informações de consumo de forma centralizada.

3.41Sistema Encapsulado de Medição

Sistema externo de medição de energia elétrica, acoplado à rede secundária ou primária por meio de transformadores de medição, cuja indicação de leitura se dá de forma remota ou convencional.

3.42Tarifa

Valor monetário estabelecido pela ANEEL, fixado em Reais por unidade de energia elétrica ativa ou demanda de potência ativa.

3.43Tarifa binômia

Tarifa constituída por valores monetários aplicáveis ao consumo de energia elétrica ativa e à demanda faturável.

3.44Tarifa monômia

Tarifa constituída por valor monetário aplicável unicamente ao consumo de energia elétrica ativa.

3.45Unidade Consumidora

Conjunto composto por instalações, ramal de entrada, equipamentos elétricos, condutores e acessórios, incluída a subestação, quando do fornecimento em tensão primária, caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega, com medição individualizada, correspondente a um único consumidor e localizado em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas.

3.46Via Pública

Toda área de terreno destinada ao trânsito público e assim reconhecida pelos poderes competentes.

3.47Vistoria

Procedimento realizado pela distribuidora na unidade consumidora, previamente à ligação, com o fim de verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da distribuidora.

3.48Zona especial de interesse social - ZEIS

Área urbana instituída pelo Plano Diretor ou definida por outra lei municipal, destinada predominantemente

à moradia de população de baixa renda e sujeita a regras específicas de parcelamento, uso e ocupação do solo.

3.49Microgeração distribuída

Central geradora de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 75 kW e que utilize fontes com base em energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou cogeração qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

3.50Minigeração distribuída

Central geradora de energia elétrica, com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 1 MW para fontes com base em energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou cogeração qualificada, conforme regulamentação da ANEEL, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

3.51Sistema de compensação de energia elétrica

Sistema no qual a energia ativa gerada por unidade consumidora com microgeração distribuída ou minigeração distribuída compense o consumo de energia elétrica ativa.

4.CRITÉRIOS

Tensão de Fornecimento

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

4.1O fornecimento de energia elétrica em tensão secundária a unidade consumidora individual é realizado em 380/220 V, quando trifásica, e 220 V, quando monofásica, na freqüência de 60 Hz, com os respectivos limites de carga instalada conforme tabela 01.

4.2Em redes de distribuição aérea ou subterrânea, o fornecimento de energia elétrica é em tensão secundária quando a unidade consumidora tiver carga instalada igual ou inferior a 75 kW e não possua carga especial que possa prejudicar o fornecimento de energia a outros consumidores neste nível de tensão.

Tabela 01 – Classificação da unidade consumidora

Tensão

[V]

Sistema

Carga Instalada

[kW]

220 Monofásico com neutro aterrado (fase e neutro)

380/220 Trifásico, estrela com neutro aterrado (3 fases e neutro)

C.I.

15

15

<

C.I.

75

4.3Para determinação do tipo de ligação da unidade consumidora, deve-se considerar a sua carga instalada ou demanda máxima, a existência de motores, máquinas de solda ou outras cargas especiais e a tensão de fornecimento secundária da localidade. Recomenda-se a utilização do "Memorial Técnico - Cálculo de

Demanda das Unidades Consumidoras do Grupo B", contido no Anexo III.

4.4Compete à CELPE informar ao interessado a tensão de fornecimento para a unidade consumidora, com observância dos seguintes critérios:

4.4.1Tensão secundária em rede aérea: quando a carga instalada na unidade consumidora for igual ou inferior a 75 kW;

4.4.2Tensão secundária em sistema subterrâneo: até o limite de carga instalada conforme padrão de atendimento da Celpe;

4.4.3O interessado pode optar por tensões diferentes das padronizadas, desde que haja viabilidade técnica do subsistema elétrico, sendo de sua responsabilidade os investimentos adicionais necessários ao atendimento, conforme art. 13, § 1º da resolução nº 414/2010 da ANEEL.

4.5A escolha do tipo de ligação para a unidade consumidora é determinada pelas tabelas 04 e 05 do Anexo

I, pela maior opção identificada nas tabelas, correspondentes a:

a) b)

Carga instalada para unidades consumidoras monofásicas;

Demanda máxima para unidades consumidoras trifásicas (considerar o fator de demanda igual a 1,0

(um) e o fator de potência igual a 0,92 para o cálculo da demanda máxima);

c)

Maior motor ou máquina de solda trifásica;

d)

Maior motor ou máquina de solda monofásica.

4.6Os limites de valores adequados de tensão secundária de fornecimento no ponto de entrega situam-se entre 348 V e 396 V, para as ligações trifásicas, e entre 201 V e 231 V, para as ligações monofásicas, conforme a tabela 4 do Anexo I, módulo 8 – Procedimentos de Distribuição – PRODIST, da ANEEL.

4.7Os estabelecimentos estão obrigados a manter esquemas unifilares atualizados das instalações elétricas com as especificações do sistema de aterramento e demais equipamentos de proteção, conforme determinação da Norma Regulamentadora NR-10.

Ponto de Entrega

4.8A Celpe deve adotar todas as providências com vistas a viabilizar o fornecimento, operar e manter o seu sistema elétrico até o ponto de entrega, caracterizado como o limite de sua responsabilidade, observadas as condições estabelecidas na legislação e regulamentos aplicáveis. É de responsabilidade da Celpe executar as obras necessárias ao fornecimento e participar financeiramente nos termos da legislação respectiva.

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

4.9O ponto de entrega está localizado no elemento de fixação (armação secundária ou olhal) do ramal de ligação no poste particular, pontalete ou fachada, no limite da via pública com o imóvel no qual se localiza a unidade consumidora e em conformidade com o abaixo descrito:

a)

Na ligação de edificações construídas sem recuo, o ponto de entrega está localizado na fachada da edificação ou no pontalete, sendo o ponto de medição instalado na parede que limita a propriedade com a via pública, conforme desenhos 05, 06, 07, 17, 18 e 19 do Anexo II;

b)

Na ligação de edificações construídas recuadas do alinhamento da via pública, desde que o terreno da unidade consumidora atinja o alinhamento supracitado, o ponto de entrega e o ponto de medição localizam-se no limite da propriedade com a via pública, devendo ser instalado poste particular, conforme desenhos 01, 02, 03A, 03B, 03C, 04, 13, 14, 15 e 16 do Anexo II.

4.10No caso em que ocorra reforma no imóvel do consumidor que venha a exigir modificações na entrada de serviço, o novo ponto de entrega deve obedecer às recomendações desta norma.

Entrada de Serviço

4.11Cada unidade consumidora é atendida através de uma única entrada de serviço e um só ponto de entrega.

4.12A entrada de serviço compreende, em um único condutor, o ramal de ligação e o ramal de entrada, fornecido pela Celpe, estendendo-se fisicamente entre o ponto de derivação na rede de distribuição de baixa tensão e o ponto de conexão com os bornes do medidor na caixa de medição, conforme desenhos de

01, 02, 03A, 03B, 03C, 04 a 07 e 13 a 19 do Anexo II.

Ramal de Ligação

4.13Condições gerais para instalação de ramal de ligação:

4.13.1A seção e o tipo do cabo são definidos para cada unidade consumidora, em função da tabela 04 do

Anexo I. Deve ser respeitado o comprimento máximo de 40 m entre a rede secundária e o ponto de entrega, observado o dimensionamento do poste particular conforme tabela 06 do Anexo I;

4.13.2Caso a distância entre o ponto de entrega e o poste da Celpe mais próximo da unidade consumidora seja superior a 40 m ou não atenda às restrições contidas na tabela 06 do Anexo I, faz-se necessário ampliar a rede de distribuição;

4.13.3Não cruzar terreno de terceiros ou passar sobre ou sob área construída;

4.13.4Entrar preferencialmente pela frente do terreno ou por outro lado de confrontação com a via pública, ficando livre de obstáculos e visível em toda a sua extensão;

4.13.5Deve ser aéreo, podendo ser subterrâneo apenas por determinações públicas ou por necessidades técnicas da Celpe;

4.13.5.1Havendo interesse do consumidor em ser atendido por ramal de entrada subterrâneo a partir de poste de propriedade da Celpe, observadas a viabilidade técnica e as normas da Celpe, o ponto de entrega deve situar-se na conexão desse ramal com a rede da Celpe desde que esse ramal não ultrapasse propriedades de terceiros ou vias públicas, exceto calçadas, conforme art. 14 § 2º da Resolução nº

414/2010 da ANEEL;

4.13.6Nesta condição, o consumidor assume integralmente os custos adicionais decorrentes e de eventuais modificações futuras, bem como se responsabiliza pela obtenção de autorização do poder público para execução da obra de sua responsabilidade, conforme art. 14 § 3º da Resolução nº 414/2010 da ANEEL;

4.13.7Não ser acessível através de janelas, sacadas, escadas, ou outros locais de acesso de pessoas;

4.13.8Respeitar as legislações dos poderes municipal, estadual e federal, especialmente quando atravessar vias públicas;

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

4.13.9Entrar preferencialmente pelo lado inferior esquerdo lateral da caixa de medição (vista frontal), sendo vedada a entrada pela parte superior da mesma; e

4.13.10Não ter emendas.

4.14Condições específicas do ramal de ligação aéreo:

4.14.1Para o ramal de ligação monofásico são utilizados cabos de cobre concêntrico isolados em XLPE

(Polietileno Termofixo) para tensões de 0,6/1 kV, conforme tabela 04 do Anexo I;

4.14.2Para o ramal de ligação trifásico são utilizados cabos multiplexados isolados de cobre em XLPE

(Polietileno Termofixo) para tensões 0,6/1kV, conforme tabela 04 do Anexo I;

4.14.3A fixação do ramal de ligação no padrão de entrada da unidade consumidora é feita através de armação secundária de um estribo dotada de isolador roldana ou olhal instalados em poste particular, em pontalete ou diretamente na parede da edificação. A amarração deve ser definida em função do tipo de fixação escolhida pelo consumidor, conforme desenhos 12 e 23 do Anexo II;

4.14.4Os condutores são instalados de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas entre o condutor e o solo, na pior condição de trabalho:

a)

6,00 m em travessias de ferrovias (não eletrificadas ou não eletrificáveis);

b) c)

7,00 m em travessias de rodovias;

5,50 m em ruas e avenidas;

d) e) f)

4,50 m em local de passagem de veículo (entradas particulares);

3,50 m em locais de circulação exclusiva de pedestres;

4,50 m em vias exclusivas de pedestres em áreas rurais.

4.14.5A distância mínima dos condutores a janelas, escadas, terraços ou locais assemelhados é 1,2 m; e

4.14.6A distância mínima entre os condutores do ramal a fios ou cabos de telefonia, sinalização etc., é

0,60m.

Padrão de Entrada e Ramal de Distribuição

4.15O padrão de entrada deve ser inspecionado e aprovado previamente pela Celpe antes de ser efetuada a ligação definitiva da unidade consumidora.

4.16O padrão de entrada tem no máximo três curvas de 90 graus. A distância máxima entre curvas é de 3,0 m, conforme desenhos de 01 a 07 e de 13 a 19 do Anexo II.

4.17Os condutores do ramal de entrada devem ser mantidos livres para remoção e inspeção visual pela

Celpe a qualquer tempo.

4.18O consumidor é responsável pela instalação e manutenção do padrão de entrada. É de responsabilidade do consumidor, após o ponto de entrega, manter a adequação técnica e a segurança das instalações internas da unidade consumidora, em conformidade com o art. 166 da resolução nº 414/2010 da

ANEEL.

4.19O poste particular situa-se no limite de propriedade e deve ser dimensionado conforme tabelas 06 e 12 do Anexo I.

4.20O poste particular, quando construído com tubo de PVC

100 mm e preenchido com alvenaria, deve estar reforçado no mínimo com quatro vergalhões de ferro de diâmetro

3/8”.

4.21Condições gerais para instalação do ramal de distribuição:

4.21.1O ramal de distribuição pode ser aéreo ou subterrâneo;

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4.21.2Os condutores do ramal de distribuição são de cobre, classe de encordoamento 2, com isolação mínima para 750 V. Nos casos de ramal subterrâneo o cabo deve ter camada isolante com proteção mecânica adicional e isolação mínima para 0,6/1 kV; e

4.21.3Os condutores do ramal de distribuição são fornecidos e instalados pelo consumidor.

Eletrodutos

4.22Os eletrodutos do ramal de entrada são de aço carbono galvanizado ou PVC rígido de espessura reforçada (classe A), tipo rosqueável, de acordo com a NBR 15465 e tabela 04 do Anexo I. Permite-se utilizar, apenas no trecho de circuito entre a caixa de medição e a caixa de disjunção, eletroduto do tipo

PVC flexível.

4.23Quando instalados embutidos e/ou em áreas próximas à orla marítima, são exclusivamente em PVC rígido rosqueável.

4.24Quando o eletroduto de descida dos condutores for instalado externamente ao poste particular, é fixado ao mesmo através de fita de aço.

4.25Os eletrodutos padronizados estão discriminados na tabela 04 do Anexo I. Permite-se utilizar, na execução da curvatura superior (bengala) do eletroduto do ramal de entrada - que tem como função evitar a penetração de água de chuva - uma curva de 180 graus ou duas curvas de 90 graus.

4.26Cabe ao consumidor a instalação de um elemento guia internamente ao eletroduto de forma a facilitar a instalação dos condutores. O elemento guia deve ser em arame, cordoalha ou fita, dimensionados de forma a suportar os esforços a que se destina.

Fixação do Ramal de Ligação

4.27O ramal de ligação pode ser instalado em poste particular em concreto armado do tipo duplo T, T, circular ou coluna de concreto armado, com esforço e comprimento padronizados conforme tabela 06 do

Anexo I.

4.28Opcionalmente e exclusivamente para ligação de unidades consumidoras monofásicas, permite-se a instalação de cantoneira metálica tipo L conforme especificações da tabela 07 do Anexo I, devidamente engastada no muro, de acordo com o desenho 03B do Anexo II.

4.29 A coluna de concreto armado deve ser construída desde a base do muro e ser reforçada no mínimo com 4 (quatro) vergalhões de ferro de diâmetro

3/8”, conforme desenho 03C do Anexo II.

4.30É utilizado o pontalete quando a edificação a ser ligada não possuir altura suficiente para fixação do ramal de ligação ou de distribuição diretamente na parede, nem existir recuo com relação ao alinhamento com a via pública, conforme desenhos 03A, 03B, 04, 05, 15, 16 e 17 do Anexo II.

4.31O pontalete é feito em cantoneira de aço galvanizado tipo L ou coluna de concreto armado, e deve suportar os esforços a que se destina (75 daN mínimo), conforme tabela 07 do Anexo I. Caso o consumidor opte por cantoneira de aço, esta deve ser galvanizada por imersão a quente. Não se aceita cantoneira do tipo vazada.

4.32O poste, o pontalete ou a coluna de concreto armado devem suportar os esforços advindos da instalação do ramal de ligação, como também proporcionar que o ramal de ligação obedeça aos espaçamentos mínimos de segurança.

4.33A opção pela instalação de cantoneira no muro, para unidade consumidora monofásica, ou poste tipo T, para ligação trifásica, conforme acima, está restrita às unidades consumidoras localizadas do mesmo lado da rede de distribuição de baixa tensão e a uma distância máxima de até 5,0 (cinco) metros do poste da rede, ou seja, edificações cuja entrada de serviço não necessita execução de travessia de rua.

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4.34Em becos, vielas e acessos de uso exclusivo de pedestres, com largura máxima de 3,0 (três) metros, permitem-se o uso de poste de aço, coluna de concreto, pontalete e cantoneira no muro, sem observar os requisitos do item 4.33, porém deve ser observada a altura mínima de 3,50 metros para o ramal de ligação.

4.35Antes da instalação definitiva do ramal de ligação no poste particular, pontalete ou fachada da edificação, o instalador deve certificar-se da capacidade de resistência à tração no ponto de fixação do ramal, executando o teste de esforço mecânico em poste ou pontalete com utilização de dinamômetro, conforme procedimento específico da área de ligação.

4.36O poste particular ou a coluna de concreto armado podem ser compartilhados por duas unidades consumidoras, desde que suportem os esforços advindos da instalação dos ramais, estejam situados no limite das duas propriedades e os demais componentes do padrão de entrada sejam individualizados.

Medição

4.37A cada consumidor corresponde uma ou mais unidades consumidoras, no mesmo local ou em locais diversos. O atendimento a mais de uma unidade consumidora de um mesmo consumidor, no mesmo local, condiciona-se à observância de requisitos técnicos e de segurança previstos nas normas e padrões da

Celpe, assim com daquelas expedidas pelos órgãos oficiais competentes, naquilo que couber e não dispuser contrariamente à regulamentação da ANEEL, conforme art. 3 da resolução nº 414/2010 da ANEEL.

4.38A medição é única e individual por unidade consumidora, instalada na propriedade do consumidor.

4.39O consumidor pode solicitar medição em separado, constituindo-se em uma nova unidade consumidora, desde que viável tecnicamente, conforme art. 6, § 1º da resolução ANEEL nº 414/2010.

4.40Os equipamentos de medição são instalados pela Celpe.

4.41O consumidor é responsável pela instalação e manutenção da caixa do medidor e dos equipamentos de seccionamento e proteção.

4.42O consumidor é responsável pela guarda do medidor de energia elétrica e dos equipamentos auxiliares mantidos sobre lacre.

4.43A caixa do medidor situa-se no limite da via pública com o imóvel, podendo ser instalada em poste particular, mureta, muro ou embutida na parede frontal (neste último caso, permite-se recuo igual ou inferior a 1,0 m), com o visor voltado para a rua, desde que o ramal de ligação não cruze terreno de terceiros, o imóvel não possua muro e seja facilitado o acesso à leitura e inspeção visual.

4.44A altura do topo da caixa deve ser de 1,60 m em relação ao piso, conforme desenhos 01 a 07 e de 13 a

19 do Anexo II.

4.45Quando instalada em poste particular, a caixa do medidor pode ser fixada através de bucha plástica, parafuso, fita de aço ou abraçadeira plástica. OBS.: As caixas plásticas monofásicas e trifásicas tipo I, com visor de vidro, são as únicas padronizadas, conforme desenhos 29A e 29B do Anexo II.

4.46As unidades consumidoras cuja medição estejam localizadas no interior da edificação podem providenciar a transferência da mesma para o limite com a via pública, construindo o padrão de entrada conforme descrito nesta norma.

4.47O medidor utilizado para o faturamento de energia elétrica nas unidades consumidoras trifásicas do grupo B, deve ser do tipo eletrônico, que permite a medição da energia consumida ativa.

4.48Quando houver mais de uma atividade na mesma unidade consumidora, sua classificação deve corresponder àquela que apresentar a maior parcela da carga instalada, de acordo com o art. 6 da resolução ANEEL nº. 414/2010.

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4.48.1O fator de potência de referência "Fr", indutivo ou capacitivo, tem como limite mínimo permitido, para as unidades consumidoras do grupo A o valor de 0,92, conforme art. 95 da resolução nº. 414/2010 da

ANEEL.

4.48.2Aos montantes de energia elétrica e demanda de potência reativos que excederem o limite permitido, aplicam-se as cobranças estabelecidas nos arts. 96 e 97, a serem adicionadas ao faturamento regular de unidades consumidoras do grupo A, incluídas aquelas que optarem por faturamento com aplicação da tarifa do grupo B, nos termos do art. 100, conforme art. 95 § único da resolução nº 414/2010 da ANEEL.

4.48.3 O fator de potência da unidade consumidora, para fins de cobrança, deve ser verificado pela distribuidora por meio de medição permanente, de forma obrigatória para o grupo A. As unidades consumidoras do grupo B não podem ser cobradas pelo excedente de reativos devido ao baixo fator de potência, de acordo com o art. 76 da resolução nº 414/2010 da ANEEL.

Custo de Disponibilidade

4.48.4O custo de disponibilidade do sistema elétrico, aplicável ao faturamento mensal de consumidor responsável por unidade consumidora do grupo B, é o valor em moeda corrente equivalente a:

a) b)

30 kWh, se monofásico;

100 kWh, se trifásico.

4.48.5O custo de disponibilidade deve ser aplicado sempre que o consumo medido ou estimado for inferior aos acima referidos, não sendo a diferença resultante objeto de futura compensação, em conformidade com o art. 98 § 1º da resolução ANEEL nº. 414/2010.

Fracionamento da Medição

4.49O consumidor pode solicitar medição em separado, constituindo-se em uma nova unidade consumidora, desde que viável tecnicamente.

4.50O fracionamento da medição ocorre quando a unidade consumidora é desdobrada em duas ou mais unidades em uma mesma edificação. Neste caso, o consumo de cada uma destas novas unidades, deve ser medido individualmente. O fracionamento pode ser efetuado desde que o padrão de entrada das unidades consumidoras atenda à norma SM01.00-00.002 Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo e, adicionalmente, às seguintes condições:

4.50.1As novas unidades consumidoras criadas a partir do fracionamento, incluindo a antiga, devem ter seus respectivos padrões de entrada e caixas de medição transferidos para o limite de propriedade com a via pública;

4.50.2Todas as unidades consumidoras devem apresentar suas respectivas instalações elétricas independentes, sem qualquer interligação com a instalação elétrica existente na unidade consumidora antiga;

4.50.3As novas unidades consumidoras não podem possuir passagens ou interligações físicas com a antiga, que permita a circulação internamente entre as unidades consumidoras;

4.50.4Não é permitida instalação adicional de padrão de entrada em garagem, terraço, sala ou quarto de edificação já ligada que não atenda aos requisitos acima.

4.51Permite-se a instalação de até duas caixas de medição trifásicas, em parede, muro ou mureta, no limite de propriedade com a via pública, com ramais de ligação independentes, para ligação de unidades consumidoras localizadas em um mesmo terreno ou em terrenos contíguos, conforme desenho 33 do Anexo

II.

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4.52Esse arranjo também pode ser utilizado para atendimento de unidades consumidoras localizadas em loteamentos ou conjuntos habitacionais horizontais, visando proporcionar economia de postes particulares, pois para cada duas unidades consumidoras pode ser instalado um único poste.

4.53Para novas ligações de unidades consumidoras monofásicas permite-se, para até duas unidades, a instalação de duas entradas de serviço independentes, partindo de um mesmo poste da rede de distribuição. Nessa condição, os respectivos padrões de entrada e caixas de medição podem estar separados (não agrupados) desde que localizados em um mesmo lado da edificação (em poste, na fachada ou no muro).

4.54Permite-se a instalação de até cinco caixas de medição monofásicas em parede, muro ou mureta, no limite de propriedade com a via pública, conforme padrão definido na norma SM01.00-00.002 Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo, desde que a demanda total calculada para o conjunto não supere 75 kW.

4.55Permite-se a instalação de arranjos mistos de até 5 (cinco) caixas de medição mono e trifásicas ou até cinco trifásicas, em parede, muro ou mureta, no limite de propriedade com a via pública, com seus respectivos ramais de distribuição derivando de um quadro de barramento padronizado, dotado de um disjuntor geral e um único ramal de ligação, dimensionados adequadamente para a demanda máxima calculada para o conjunto, conforme tabela 04 do Anexo I e desenhos 34A e 34B do Anexo II. A demanda total calculada não deve superar 75 kW. Nesta condição, faz-se necessária apresentação de projeto, de acordo com o disposto na norma SM01.00-00.002 Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso

Coletivo.

4.56Excepcionalmente, quando o imóvel não dispuser de área ou espaço em parede suficiente para instalação das caixas de medição na disposição horizontal, permite-se a instalação das caixas na disposição vertical limitada a 3 (três) níveis para ligações monofásicas e a 2 (dois) níveis para ligações trifásicas, conforme desenho 35 do Anexo II.

4.57Acima de cinco unidades consumidoras, deve-se adotar o padrão de medição de uso coletivo definido na norma SM01.00-00.002 Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo.

4.58Os critérios de fracionamento de medição estão previstos exclusivamente para agrupamentos de unidades consumidoras ligadas em baixa tensão.

Critérios para entrada de serviço em níveis diferentes de tensão (média e baixa tensão) em uma mesma edificação, terreno ou imóvel

4.59Até o limite de dois padrões de entrada localizados em um mesmo terreno, imóvel ou edificação e cujas unidades consumidoras sejam devidamente identificadas por CNPJs ou CPFs diferentes, podem ser interligados à rede de distribuição da Celpe por entradas de serviço distintas, em média e em baixa tensão, desde que atendam as seguintes condições:

4.59.1As entradas de serviço em média tensão e baixa tensão para a propriedade (edificação, terreno, área, imóvel etc.) devem ter acesso pelo mesmo lado de confrontação desta com a via pública, preferencialmente a partir do mesmo poste em média tensão da rede de distribuição;

4.59.2Unidade consumidora já atendida em média tensão, cuja edificação tenha previsão de ceder espaço para uma nova unidade a ser ligada em baixa tensão deve providenciar a separação física e elétrica para a nova unidade consumidora;

4.59.2.1A medição da nova unidade consumidora deve ser obrigatoriamente instalada no limite de propriedade, voltada para a via pública;

4.59.2.2O quadro de distribuição geral e o ramal de distribuição da nova unidade consumidora devem ser executados de forma independente e ter percurso inteiramente por fora dos limites físicos da edificação que abriga a unidade consumidora original;

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4.59.2.3Se as unidades consumidoras estiverem ocupando um mesmo imóvel, área ou terreno, alocadas em edificações distintas, com espaço físico entre as mesmas (ex.: galpões), devem providenciar apenas a separação elétrica dos respectivos circuitos;

4.59.2.4O ramal de ligação aéreo em baixa tensão deve ter acesso direto ao poste particular, pontalete, parede, ou fachada da nova unidade consumidora;

4.59.2.5Deve ser afixada placa de advertência, obrigatoriamente, em dois pontos:

a)

No poste da rede de distribuição onde estiver localizada a entrada de serviço em média tensão, altura mínima de 3,0 metros;

b)

Próxima ao padrão de entrada em baixa tensão, no limite de propriedade, voltada para a via pública, em muro, parede ou poste particular da edificação, no mesmo nível de altura da caixa de medição em relação ao solo.

NOTA: A placa de advertência deve ser confeccionada conforme desenho 36 do Anexo II;

4.59.3Os padrões de entrada em média e baixa tensão e respectivas instalações elétricas internas das unidades consumidoras devem ser executados por pessoas capacitadas e legalmente habilitadas, devendose observar obrigatoriamente os critérios técnicos das normas de fornecimento da Celpe:

a)

SM01.00-00.001 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

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b) c)

SM01.00-00.002 Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo;

SM01.00-00.004 Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Classe 15 kV.

Bem como os requisitos técnicos e prescrições de segurança da norma NBR 5410 Instalações Elétricas de

Baixa Tensão, da ABNT e Norma Regulamentadora nº 10 do Ministério do Trabalho e Emprego.

4.59.4Casos específicos

4.59.4.1Em postos de gasolina ligados em média tensão que pretendem dividir seu espaço físico com UCs em baixa tensão (loja de conveniência, borracharia, lanchonete, lava jato etc.), estas podem ser atendidas através de um quadro de medição coletivo (Centro de Distribuição e Medição - CDM), ligado diretamente da rede de baixa tensão da Celpe e enquadradas como múltiplas unidades consumidoras;

4.59.4.2Edifícios de Múltiplas Unidades Consumidoras já atendidos pela Celpe, que solicitarem uma 2ª entrada de serviço em média ou em baixa tensão, devem se enquadrar às prescrições da norma SM01.00-

00.002 Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo.

Irrigação e Aquicultura

4.60A Celpe deve conceder desconto especial na tarifa de fornecimento relativa ao consumo de energia elétrica ativa, exclusivamente, na carga destinada à irrigação vinculada à atividade de agropecuária e na carga de aqüicultura, desde que:

a) b)

A unidade consumidora seja atendida por meio do SIN (Sistema Interligado Nacional);

O consumidor efetue a solicitação por escrito; e

c)

O consumidor não possua débitos vencidos junto à Celpe, relativos à unidade consumidora beneficiada com o desconto.

4.61Ficam definidas as seguintes cargas para aplicação dos descontos:

a)

Aquicultura: cargas específicas utilizadas no bombeamento dos tanques de criação, berçário, na aeração e iluminação nesses locais; e

b)

Irrigação: cargas destinadas ao bombeamento e aplicação da água no solo mediante o uso de técnicas específicas.

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4.62A unidade consumidora atendida em baixa tensão, que solicitar o benefício tarifário, deve providenciar uma nova medição exclusiva para a atividade de irrigação e/ou aqüicultura, condicionando-se o atendimento

à adequação de sua instalação, conforme abaixo:

4.62.1Ambas as medições devem ser instaladas em um único ponto, sendo o ponto de entrega comum para ambas as ligações com ramais de ligação independentes e o padrão de entrada em conformidade com os desenhos 30 e 31 do Anexo II;

4.62.2É possível o atendimento da medição exclusiva para a atividade de irrigação e/ou aqüicultura através de um segundo ponto de entrega, quando a distância entre os pontos de suprimento for superior a 200 m, e existir rede de distribuição de baixa tensão da Celpe nas proximidades do local onde é realizada a atividade de irrigação e/ou aquicultura, conforme desenho 32 do Anexo II.

Caixa de Medição

4.63A caixa do medidor é padronizada pela Celpe, de acordo com a especificação técnica VR01.01-00.004

Especificação de Caixas para Medidores, podendo ser monofásica ou polifásica com visor de vidro, conforme desenhos 29A e 29B do Anexo II.

4.64O consumidor deve adquirir caixas de medição fabricadas por fornecedores homologados pela Celpe.

4.65A Celpe pode exigir a substituição da caixa de medição, caso a mesma não apresente transparência suficiente para realização da leitura.

4.66Havendo modificações na edificação que torne o local da medição incompatível com os requisitos já mencionados, o consumidor deve preparar um novo local para a instalação dos equipamentos de medição da Celpe.

4.67Sua instalação pode ser embutida, especialmente quando em fachada no limite da via pública, ou aparente.

4.68Se for instalada embutida em alvenaria a caixa do medidor deve estar situada, no máximo, a 1,0 m da descida vertical do eletroduto do ramal de entrada.

Proteção

4.69Toda instalação deve estar equipada com dispositivo de proteção geral que permita interromper o fornecimento, em carga, sem que o medidor seja desligado. O dispositivo de proteção é instalado pelo consumidor. A proteção geral das instalações internas da unidade consumidora é efetuada através de disjuntor termomagnético definido conforme tabela 04 do Anexo I, fixo ou ajustável (no caso de disjuntor trifásico), tendo sua capacidade de corrente limitada à capacidade de corrente do condutor. No caso dos disjuntores ajustáveis, a corrente de ajuste deve estar entre os seguintes limites:

Ip < In < Ic, onde:

In - Corrente de ajuste ou nominal;

Ic - Corrente do condutor;

Ip - Corrente de projeto.

NOTA: A Capacidade de Interrupção Simétrica Mínima, para os disjuntores trifásicos fixos ou ajustáveis é de 10 kA, conforme NBR IEC 60947-2.

4.70A proteção das instalações contra sobretensões deve ser conforme NBR 5410.

4.71A proteção é realizada através de um disjuntor termomagnético unipolar, para consumidores monofásicos e tripolar, para consumidores trifásicos. Este disjuntor é acondicionado em caixa exclusiva, conforme desenhos 01 a 07, 13 a 19, 29A e 29B do Anexo II.

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4.72Os condutores fase são conectados ao disjuntor e o condutor neutro não pode ser seccionado.

4.73Quando em poste particular, a caixa do disjuntor é fixada através de bucha plástica e parafuso, fita de aço ou abraçadeira plástica.

4.74A caixa do disjuntor deve estar localizada a uma distância máxima de 1,0 m da caixa do medidor, instalada de modo a permitir a fácil instalação e operação do disjuntor.

4.75As unidades consumidoras que, por ocasião da inspeção para ligação, forem encontradas com proteção em desacordo com a tabela 04 do Anexo I, devem ser notificadas para proceder sua substituição.

Após esta providência é que a ligação deve ser efetuada.

Proteção e Partida de Motores

4.76Os dispositivos de partida, apresentados na tabela 05 do Anexo I, são escolhidos pelos próprios consumidores em função das características dos conjugados de partida solicitados pelas cargas.

4.77O dispositivo de partida do motor deve ser dotado de sensor que o desligue na eventual falta de tensão, em qualquer uma das fases.

Aterramento

4.78Toda unidade consumidora deve ser dotada de sistema de aterramento conforme NBR 5410, mesmo nos casos de fornecimento provisório, sendo obrigatória sua inspeção no ato da ligação.

4.79Toda unidade consumidora deve ter o condutor neutro do ramal de distribuição aterrado na origem da instalação.

4.80O condutor de aterramento deve ser o mais curto e retilíneo possível, sem emendas, sem quaisquer dispositivos que possam causar a sua interrupção e protegido mecanicamente por eletroduto. Quando for utilizado condutor nu, o eletroduto deve ser em material isolante (PVC) de acordo com a tabela 04 do Anexo

I.

4.81O valor da resistência de aterramento deve satisfazer às condições de proteção e de funcionamento da instalação elétrica, de acordo com o esquema de aterramento utilizado.

4.82A haste de aterramento deve ser em aço cobreado, com dimensões mínimas de 16 mm X 2.400 mm.

4.83Para instalação exclusiva da haste de aterramento utiliza-se uma caixa de inspeção com dimensões internas mínimas de 250 mm x 250 mm x 300 mm, ou para instalação de haste de aterramento e passagem de cabos utiliza-se uma caixa de inspeção com dimensões mínimas de 300 mm x 300 mm x 400 mm, conforme desenhos de 01 a 07 e 13 a 19 do Anexo II.

4.84Para instalação exclusiva da haste, a Celpe também aceita o uso de tubo de PVC rígido de diâmetro mínimo 100 mm e profundidade mínima de 300 mm, conforme desenho 27 do Anexo II. Também são aceitas outras caixas de inspeção em PVC ou material similar.

4.85O condutor do aterramento deve ser em cobre nu ou isolado, de acordo com a NBR NM 247-3, com seção transversal mínima igual a do condutor fase do ramal de ligação, fixado conjuntamente ao neutro, através de parafuso específico existente na caixa do medidor.

4.86A conexão do condutor com a haste de aterramento é feita através de conector tipo grampo “U” (cabohaste), conector tipo cunha-aterramento (cabo/haste) ou solda exotérmica, conforme desenho 27 do Anexo

II. O ponto de conexão do condutor à haste de aterramento deve estar acessível por ocasião da vistoria do padrão de entrada pela Celpe.

Aumento de Carga

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4.87O consumidor deve submeter previamente à apreciação da Celpe o aumento da carga ou da geração instalada que exigir a elevação da potência injetada ou da potência demandada, com vistas à verificação da necessidade de adequação do sistema elétrico, observados os procedimentos dispostos na resolução nº

414/2010 da ANEEL, em conformidade com seu artigo 165.

4.88É permitido ao consumidor alterar a carga instalada da sua unidade consumidora até o limite dos componentes da entrada de serviço, do correspondente padrão de entrada e também até o limite correspondente à sua classificação de fornecimento. Alteração de carga superior a esses limites deve ser informada à Celpe para análise das modificações que se fizerem necessárias na rede, no padrão de entrada e nos equipamentos de medição.

4.89A não observância por parte do consumidor do disposto nos itens 4.87 e 4.88, desobriga a Celpe de garantir a qualidade do serviço, podendo inclusive suspender o fornecimento de energia elétrica, se o aumento de carga prejudicar o atendimento a outras unidades consumidoras.

4.90No caso de ligações monofásicas em que houver previsão futura de aumento de carga, permite-se ao consumidor instalar caixa para medição polifásica, bem como dimensionar eletroduto, condutores e poste em função da carga futura. Na ocasião de aumento de carga, o consumidor substitui apenas o dispositivo de proteção.

4.91Por solicitação do consumidor, a Celpe ressalta que pode atender a unidade consumidora em tensão secundária de distribuição com ligação trifásica, ainda que a mesma não apresente carga instalada suficiente para tanto (C.I > 15 kW), desde que o consumidor se responsabilize pelo pagamento da diferença de preço do medidor (monofásico para trifásico), conforme assegurado pelo art. 73 § 2º da resolução nº

414/2010 da ANEEL. A Celpe enfatiza ainda que o custo de disponibilidade passa, nestas condições, para o valor em moeda corrente equivalente a 100 kWh, em conformidade com o art. 98 § 1º desta mesma resolução. O modelo contido no Anexo V deve ser apresentado à Celpe pelo interessado quando da ocorrência das condições supra citadas.

Utilização de Geradores Particulares e Sistemas de Emergência

4.92É permitida a instalação de geradores particulares, desde que seja instalada uma chave reversível de acionamento manual ou elétrico com intertravamento mecânico, separando os circuitos alimentadores, do sistema da Celpe e dos geradores particulares, de modo a reverter o fornecimento.

4.93Conforme disposto na NBR 13534, é obrigatória a disponibilidade de geração própria (fonte de segurança) para as unidades consumidoras que prestam assistência à saúde, tais como: hospitais, centros de saúde, postos de saúde e clínicas.

4.94Os circuitos de emergência supridos por geradores particulares devem ser instalados independentemente dos demais circuitos, em eletrodutos exclusivos, passíveis de serem vistoriados pela

Celpe até a chave reversível, conforme disposto na norma SM01.00-00.006 Instalação de Geradores

Particulares em Baixa Tensão.

4.95Os geradores particulares devem ser previstos em projeto e submetidos à liberação e inspeção pela

Celpe. O quadro de manobras, a critério da Celpe, pode ser lacrado, ficando disponível para o cliente somente o acesso ao comando da chave reversível.

4.96Não é permitido o paralelismo contínuo entre geradores particulares com o sistema elétrico da Celpe.

4.97Em situações excepcionais, que sejam objeto de estudo a ser apresentado com subseqüente liberação da Celpe, permite-se o paralelismo momentâneo de geradores com o sistema da mesma, desde que atendam ao disposto na norma SM01.00-00.007 Paralelismo Momentâneo de Gerador Com o Sistema de

Distribuição, com Operação em Rampa.

4.98Inspeções e Testes do grupo gerador

4.98.1A execução física do sistema deve obedecer fielmente ao projeto analisado, sendo a instalação recusada caso ocorra discrepâncias.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 18 de 115

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

4.98.2Devem ser verificados e testados todos os mecanismos e equipamentos que compõem o Sistema de

Transferência Automática, com acompanhamento de pessoal técnico da Celpe.

4.98.3Devem ser realizadas diversas operações de entrada e saída do grupo motor gerador, para certificarse do bom desempenho do sistema, com acompanhamento de pessoal técnico da Celpe.

4.98.4À Celpe é reservado o direito de efetuar em qualquer momento, inspeções nas instalações do consumidor para averiguação das condições do Sistema de Transferência Automática Rede/Gerador.

Instalações Internas da Unidade Consumidora

4.99As instalações elétricas das unidades consumidoras devem atender às prescrições da NBR 5410. Após o ponto de entrega é de responsabilidade do consumidor manter a adequação técnica e a segurança das instalações internas da unidade consumidora.

4.100As edificações que, ao todo ou em parte, possuam locais de afluência de público devem atender aos requisitos da NBR 13570.

4.101Devem ser atendidas as recomendações dos fabricantes, quanto aos aspectos de segurança e proteção dos equipamentos eletro-eletrônicos instalados nas unidades consumidoras.

4.102As instalações elétricas internas da edificação devem possuir sistema de aterramento compatível com a utilização do condutor terra de proteção, bem como tomadas com o terceiro contato (pino) correspondente, conforme estabelece a lei federal nº 11.337, de 26/09/2006.

4.103O dimensionamento, especificação e construção das instalações elétricas internas das unidades consumidoras devem atender às prescrições da NBR 5410 da ABNT e da NR-10, do Ministério do Trabalho e Emprego. Ressalte-se principalmente a necessidade de cumprimento:

4.103.1Do disposto nos itens 5.4.2 e 6.3.5 da NBR 5410, no que se refere à instalação de Dispositivo de

Proteção contra Surtos (DPS), o qual deve ser instalado após a medição de cada unidade consumidora, conforme desenhos 25A, 25B, 26A e 26B do Anexo II;

4.103.2Do disposto nos itens 5.1.3.2.2 e 6.3.6 desta mesma norma, o qual se refere à instalação de

Dispositivo de Proteção Diferencial-Residual (DR) de alta sensibilidade, no circuito interno de cada unidade consumidora, observando-se as recomendações quanto à coordenação e seletividade.

4.103.3Do disposto no art. 166 § 1º da resolução nº 414/2010 da ANEEL, o qual se refere às instalações internas da unidade consumidora que ficarem em desacordo com as normas e padrões da ABNT, devem ser reformadas ou substituídas pelo consumidor.

Ligação com Necessidade de Estudo

4.104São elaborados estudos para verificar a necessidade de reforço de rede e evitar possíveis perturbações nos seguintes casos:

a)

V;

Ligações com motor ou máquina de solda a motor superior a 3 cv por fase nas tensões de 380/220

b)

Ligações com cargas especiais, tipo raios X de qualquer potência, máquinas de solda a transformador de qualquer potência em ligações monofásicas ou máquinas de solda a transformador com potência superior a 5 kVA em ligações trifásicas;

c)

Fornecimentos provisórios com carga instalada superior a 6 kW;

d)

Ligação nova ou acréscimo de carga em unidade consumidora, cuja carga instalada ou demanda total seja igual ou superior a 30 kW.

4.105A ligação de motores trifásicos está condicionada à aplicação de dispositivos de limitação da corrente de partida, conforme tabela 05 do Anexo I. Não é permitida a ligação de motor trifásico com carga superior a

40 cv, em tensão secundária de distribuição.

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

Suspensão de Fornecimento

4.106A Celpe deve interromper o fornecimento, de forma imediata, quando constatada ligação clandestina que permita a utilização de energia elétrica, sem que haja relação de consumo, de acordo com art. 168 da resolução nº 414/2010 da ANEEL.

4.106.1Quando por responsabilidade exclusiva do consumidor inexistir contrato vigente, a Celpe deve efetuar a suspensão do fornecimento, observadas as condições estabelecidas no art. 71 da resolução nº

414/2010 da ANEEL.

4.107Quando constatado o fornecimento de energia elétrica a terceiros por aquele que não possua outorga federal para distribuição de energia elétrica, A Celpe deve interromper, de forma imediata, a interligação correspondente, ou, havendo impossibilidade técnica, suspender o fornecimento da unidade consumidora da qual provenha a interligação, em conformidade com o art. 169 da resolução nº 414/2010 da ANEEL.

4.108A Celpe pode ainda suspender o fornecimento de energia elétrica de imediato quando verificar a ocorrência das seguintes situações:

a)

Ocorrência de qualquer procedimento cuja responsabilidade não lhe seja atribuída e que tenha provocado faturamento inferior ao correto, ou no caso de não haver faturamento;

b)

Religação à revelia e deficiência técnica e/ou de segurança das instalações da unidade consumidora, que ofereça risco iminente de danos a pessoas ou bens, inclusive ao funcionamento do sistema elétrico da Celpe; ou

c)

Em eventual emergência que surgir em seu sistema.

4.109A Celpe também deve suspender o fornecimento de energia elétrica após notificação formal ao consumidor, nas seguintes situações:

a)

Pelo impedimento de acesso para fins de leitura, substituição de medidor e inspeções, conforme art.

171 Inciso I da resolução nº 414/2010 da ANEEL;

b)

elétrica;

Por atraso do consumidor no pagamento da fatura relativa à prestação de serviço público de energia

Por atraso do consumidor no pagamento de despesas provenientes de serviços prestados pela

c)

Celpe;

d) e)

Por existência de equipamento que ocasione perturbações ao sistema elétrico de distribuição;

Por aumento de carga não autorizado pela Celpe, quando caracterizado que o mesmo prejudica o atendimento a outras unidades consumidoras;

f)

Por deficiência técnica e/ou de segurança das instalações elétricas da unidade consumidora que caracterize risco iminente de danos a pessoas, bens ou ao funcionamento do sistema elétrico;

g)

Quando encerrado o prazo acordado com o consumidor para o fornecimento provisório, e o mesmo não tiver atendido às exigências para a ligação definitiva;

h)

Por travessia do ramal de ligação sobre terrenos de terceiros;

i) j)

Por dano ocasional em equipamento de medição pertencente à Celpe;

Por qualquer modificação no dimensionamento geral da proteção, sem autorização da Celpe; ou

k) l)

Se for vedada a fiscalização da medição;

Pela inexecução das correções no prazo informado pela Celpe, quando da constatação de deficiência não emergencial na unidade consumidora, em especial no padrão de entrada de energia elétrica, conforme art. 171 Inciso II da resolução nº 414/2010 da ANEEL;

m)

Pela inexecução das adequações indicadas no prazo informado pela Celpe, quando à sua revelia, o consumidor utilizar na unidade consumidora carga que provoque distúrbios ou danos ao sistema elétrico da distribuição, ou ainda às instalações e equipamentos elétricos de outros consumidores, conforme art. 171

Inciso III da resolução nº 414/2010 da ANEEL.

Ligação em Locais e Vias Públicas

4.110Eventualmente, a critério da Celpe, a efetivação da ligação de unidades consumidoras em vias e praças públicas, pode ser condicionada à apresentação, pelo interessado, de licença da Prefeitura e/ou alvará de funcionamento. Devem ser observados os critérios e requisitos da norma SM01.00-00.005

Fornecimento de Energia Elétrica a Quiosques em Passeios Públicos.

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

Fornecimento Provisório

4.111A Celpe pode atender, em caráter provisório, unidades consumidoras não permanentes localizadas em sua área de concessão, sendo o atendimento condicionado à solicitação expressa do cliente e à disponibilidade de energia e potência.

4.112Os fornecimentos provisórios em tensão secundária destinam-se à ligação com carga instalada até 75 kW. Caracterizam-se por serem efetuadas em prazos preestabelecidos com os consumidores.

4.113Para o atendimento a fornecimentos provisórios, tais como festividades, circos, parques de diversões, exposições, obras ou similares a Celpe exige que o interessado apresente a autorização de funcionamento

(alvará) emitida pela Prefeitura, bem como a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), do responsável técnico pelo serviço, com o visto do CREA e devidamente quitada.

4.114Todas as despesas com instalação e retirada de rede e ramais de caráter provisório correm por conta do interessado, bem como as relativas aos respectivos serviços de ligação e desligamento, de acordo com art. 52 § 1º Inciso I da resolução nº 414/2010 da ANEEL.

4.115A Celpe pode exigir, a título de garantia, o pagamento antecipado desses serviços e do consumo de energia elétrica ou da demanda de potência prevista, em até 3 (três) ciclos completos de faturamento, devendo realizar a cobrança ou a devolução de eventuais diferenças sempre que instalar os equipamentos de medição na unidade consumidora, conforme art. 52 § 1º Inciso II da resolução nº 414/2010 da ANEEL.

4.116Os seguintes requisitos técnicos e os desenhos 27, 28A e 28B do Anexo II devem ser observados pelo interessado, quando da execução de rede e/ou ramal de ligação provisório:

a)

vão;

Os condutores devem ser obrigatoriamente de cobre isolados e não possuir emendas no meio do

b)

A cobertura isolante dos condutores deve estar em perfeito estado e todas as conexões devem estar devidamente isoladas;

c)

O aterramento do neutro da instalação e da massa (partes metálicas) é obrigatório, quando o fornecimento se destinar a barracas, stands, equipamentos elétricos (geladeiras, freezers etc.) palcos, arquibancadas e parques de diversões, construídos em chapas e/ou estruturas metálicas. A tabela 15 do

Anexo I informa o quantitativo mínimo de hastes a serem instaladas por equipamento;

d)

Prover a proteção adequada ao circuito, conforme tabela 02.

Tabela 02 – Proteção em fornecimento provisório

QUADRO DE CARGAS

Carga instalada (W) Disjuntor (A)

Seção do condutor de cobre do ramal de ligação monofásico (mm²)

4 0 a 3.000 15

3.001 a 6.000 30 4

e)

Para fornecimento trifásico ou carga instalada acima de 6 kW, consultar a Celpe. Nesta condição, deve ser exigida apresentação de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), com o visto do CREA, devidamente quitada.

4.117Devem ser considerados como despesa os custos dos materiais aplicados e não reaproveitáveis, bem assim os demais custos, tais como: mão-de-obra para instalação, retirada, ligação e transporte.

4.118Os consumidores atendidos na modalidade de fornecimento provisório devem ser previamente notificados, de forma escrita, sendo-lhes prestadas todas as orientações técnicas e comerciais e as informações atinentes ao caráter provisório do atendimento, bem como sobre a possibilidade de remoção da rede de distribuição de energia elétrica, de acordo com o art. 52 § 3º da resolução nº 414/2010 da

ANEEL.

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Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

4.119Os equipamentos de medição a serem instalados devem ser compatíveis com a aferição e o registro das grandezas de consumo de energia elétrica e demanda de potência, conforme o caso.

Ligação de obra

4.120Caracteriza-se como ligação de obra, aquela efetuada com medição com prazo definido, para atendimento de obra de construção civil ou reforma de edificação. O consumidor deve apresentar a relação de cargas a serem utilizadas durante a obra, conforme modelo sugerido no Anexo IV, para a definição do tipo de fornecimento aplicável e da necessidade ou não de reformas no sistema de distribuição para atendêlo. Para este tipo de ligação aplicam-se as mesmas exigências contidas no item 4.113.

Manutenção

4.121Qualquer desligamento programado para manutenção que envolver a desenergização dos equipamentos de medição é executado pela Celpe. Para tanto, deve ser feita uma solicitação à Celpe com antecedência mínima de 05 (cinco) dias úteis, informando-se o seguinte:

a)

Nome e endereço da unidade consumidora;

b) c)

Número do contrato da unidade consumidora constante na conta de energia;

Data e horário desejado para o desligamento e a religação;

d) e)

Motivo do desligamento;

Telefone de contato.

Sistema de compensação de energia elétrica - microgeração distribuída

4.122O Sistema de Compensação de Energia Elétrica é um procedimento no qual um consumidor de energia elétrica pode instalar pequenos geradores em sua unidade consumidora (como, por exemplo, painéis solares fotovoltaicos e pequenas turbinas eólicas) onde a energia gerada é usada para abater o consumo de energia elétrica da unidade consumidora.

4.123O consumidor pode aderir ao sistema de compensação de energia elétrica, observadas as disposições da Resolução ANEEL nº 482/2012 de 17/04/2012 e da norma Celpe VM02.00-00.004 Conexão de Micro geradores ao Sistema de Distribuição de Baixa Tensão.

4.124O consumidor interessado em prover sua unidade consumidora de geração própria ligada ao sistema de compensação de energia elétrica, deve necessariamente procurar a Celpe, visando à celebração de

Relacionamento Operacional, para centrais de microgeração, de acordo com o art. 5 da resolução nº

482/2012 da ANEEL. É vedado ao consumidor manter geração própria de energia elétrica em sua unidade consumidora sem o prévio conhecimento da Celpe e/ou eletricamente isolado do sistema de distribuição.

Medição de energia elétrica com microgeração distribuída

4.125Os custos referentes à adequação do sistema de medição, necessário para implantar o sistema de compensação de energia elétrica, são de responsabilidade do interessado, de acordo com o art. 8 da resolução nº 482/2012, de 17 de abril de 2012.

4.125.1O custo de adequação é a diferença entre o custo dos componentes do sistema de medição requerido para o sistema de compensação de energia elétrica e o custo do medidor convencional utilizado em unidades consumidoras do mesmo nível de tensão;

4.125.2Os equipamentos de medição instalados devem atender às especificações técnicas do PRODIST

(Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional) e da Celpe.

4.126Após a adequação do sistema de medição, a Celpe torna-se responsável pela sua operação e manutenção, incluindo os custos de eventual substituição ou adequação.

Responsabilidades por danos ao sistema elétrico

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 22 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

4.127No caso de dano ao sistema elétrico de distribuição comprovadamente ocasionado por microgeração distribuída incentivada, aplica-se o estabelecido no art. 164 da Resolução Normativa nº 414 de 9 de setembro de 2010, conforme art. 11 da resolução nº 482/2012, de 17 de abril de 2012.

4.128No caso de o consumidor gerar energia elétrica na sua unidade consumidora sem observar as normas e padrões da Celpe, aplica-se o estabelecido no art. 170 da Resolução Normativa nº 414/2010.

Informações para a realização de ligação

4.129Antes de construir ou adquirir os materiais para a execução do seu padrão de entrada, o consumidor deve contatar a Celpe através de seu teleatendimento, sítio da internet, agência de atendimento, ou lojas credenciadas para obter orientações a respeito das condições de fornecimento de energia à sua unidade consumidora.

4.130Essas orientações, cuja distribuição é gratuita, estão disponíveis e apresentam as primeiras providências a serem tomadas pelos consumidores, relativas a:

a)

Verificação da posição da rede de distribuição em relação ao imóvel;

b) c)

Definição do tipo de fornecimento;

Carga instalada da unidade consumidora a ser ligada;

d)

Localização e escolha do tipo de padrão.

4.131A Celpe reserva-se o direito de não efetuar ligação de unidade consumidora localizada em edificação que, quando da realização da vistoria, comprovadamente estiver situada dentro de faixa de servidão de seu sistema elétrico ou quando detectada a existência de paredes, janelas ou sacadas construídas sem obedecer aos afastamentos mínimos de segurança, em relação à rede de distribuição, conforme desenho

37 do Anexo II.

4.132Após a conclusão da montagem do seu padrão de entrada, o consumidor deve contatar novamente a

Celpe, a fim de solicitar formalmente a vistoria e ligação de suas instalações.

4.133A Celpe não é responsável por danos a bens ou a pessoas decorrentes de deficiências técnicas, má utilização e conservação do padrão de entrada e das instalações internas ou uso inadequado da energia elétrica, conforme dispõe a legislação vigente. Deve ser obrigatória a observância às Normas Brasileiras que regulamentam as instalações elétricas em baixa tensão, a NBR 5410.

4.134Os casos omissos e as dúvidas de interpretação desta Norma devem ser submetidos à apreciação e decisão da Celpe.

4.135As estruturas padronizadas para fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição a edificações individuais estão relacionadas na Tabela 03 e mostradas no Anexo II.

Tabela 03 – Estruturas de fornecimento em tensão secundária

Estrutura Desenho

-

-

-

Utilização Básica

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua – Medição no

Poste – Ramal de Distribuição Subterrâneo

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua – Medição no

Muro – Ramal de Distribuição Subterrâneo

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua – Medição no

Muro – Ramal de Distribuição Aéreo

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua - Padrão de

Entrada em Cantoneira Engastada no Muro

01

02

03A

03B

-

-

Padrão de Entrada em Coluna de Concreto Armado Engastada no Muro

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua – Medição no

Poste – Ramal de Distribuição Aéreo

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua – Edificação sem

Recuo – Fixação em Pontalete

03C

04

05

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 23 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

Estrutura

-

-

-

I-RLM

I-RLMD

C-RLM

-

-

-

-

-

-

-

-

I-RLT

C-RLT1

C-RLT2

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

Utilização Básica

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua – Edificação sem

Recuo – Fixação na Fachada

Entrada de Serviço Monofásica Aérea sem Travessia de Rua – Edificação sem

Recuo – Fixação na Fachada

Entrada de Serviço Monofásica com Travessia de Rua – Padrão de Entrada

Aparente – Medição na Parede Frontal

Utilizada para Instalação de Ramal de Ligação Monofásico

Utiliza para Instalação de Ramal de Ligação Monofásico - Ligação sem caixa de derivação

Utilizada para Instalação de Ramal de Ligação Monofásico em Rede de BT convencional – Ligação sem caixa de derivação

Detalhes de Pontos de Entrega Monofásico

Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua – Medição no Poste –

Ramal de Distribuição Subterrâneo

Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua – Medição no Muro –

Ramal de Distribuição Subterrâneo

Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua – Medição no Muro –

Ramal de Distribuição Aéreo

Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua – Medição no Poste –

Ramal de Distribuição Aéreo

Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua – Edificação sem Recuo –

Fixação em Pontalete

Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua – Edificação sem Recuo –

Fixação na Fachada

Entrada de Serviço Trifásica sem Travessia de Rua – Edificação sem Recuo –

Fixação na Fachada

Utilizada para Instalação de Ramal de Ligação Trifásico

Utilizada para Instalação de Ramal de Ligação Trifásico em Rede de BT

Convencional Voltada para a Unidade Consumidora

Utilizada para Instalação de Ramal de Ligação Trifásico em Rede de BT

Convencional Oposta à Unidade Consumidora

Detalhes de Pontos de Entrega Trifásico

Desenho

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

22

23

24A Detalhes dos Postes de Concreto Duplo T e Circular

Poste de Concreto Armado Duplo T com Caixa de Medição Monofásica e

Disjunção Embutidas - 7.500mm

Poste de Concreto Armado Duplo T com Caixa de Medição Trifásica e

Disjunção Embutidas - 7.500mm

Detalhes de Instalação das Caixas de Medição, Disjunção Monofásica e DPS -

Opção 1

Detalhes de Instalação das Caixas de Medição, Disjunção Monofásica e DPS -

Opção 2

Detalhes de Instalação das Caixas de Medição, Disjunção Trifásica e DPS -

Opção 1

Detalhes de Instalação das Caixas de Medição, Disjunção Trifásica e DPS -

Opção 2

Sistema de Aterramento em Caixa de Concreto ou PVC

Instalação para Fornecimento Provisório

24B

24C

25A

25B

26A

26B

27

28A

Instalação para Fornecimento Provisório

Caixas para Medidor e Disjuntor Monofásica e Polifásica com Visor de Vidro

Caixa de Medição Plástica Monofásica Padronizada com Visor de Vidro

28B

29A

29B

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

Estrutura

-

-

-

Utilização Básica

Padrão de Entrada para Consumidor Irrigante em Baixa Tensão

Situação do Ponto de Entrega Único para o Consumidor Irrigante em Baixa

Tensão

Situação do Ponto de Entrega Distinto para o Consumidor Irrigante em Baixa

Tensão

Padrão de Entrada com Duas Medições

Desenho

30

31

32

33 -

-

-

Medição Agrupada em Muro ou Mureta Quadro de Dist. Geral (QDG) Metálico

Medição Agrupada em Muro ou Mureta Quadro de Dist. Geral (QDG) Plástico

34A

34B

-

-

Medição Agrupada em Arranjo Vertical

Ligação de Unidades Consumidoras em Níveis Diferentes de Tensão (Placa de

Advertência)

Afastamento Mínimo Entre Condutores e Edificações

35

36

- 37

5.REFERÊNCIAS

Os equipamentos e as instalações de consumidor devem atender às exigências da última revisão das normas da ABNT, resoluções dos órgãos regulamentadores oficiais, em especial as listadas a seguir:

Código

GS01.03-02.001 Emissão de Instrumentos Normativos

NBR ISO 9001

Sistemas de Gestão da Qualidade

NBR 5410

Instalações Elétricas de Baixa Tensão

NBR NM247-3

Título

NBR 5413

NBR 15688

Iluminância de Interiores

Redes de Distribuição Aérea de Energia Elétrica com Condutores nus

NBR 15465

Sistemas de eletrodutos plásticos para instalações elétricas de baixa tensão -

Requisitos de desempenho

NBR NM 280

Condutores de cabos isolados

Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750V, inclusive - Parte 3: Condutores isolados (sem cobertura) para instalações fixas (IEC

NBR 10.676

NBR 13534

NBR 13570

NR 10

-

-

-

-

-

ANSI

NEMA

NEC

IEEE

IEC

60227-3, MOD)

Fornecimento de Energia a Edificações Individuais em Tensão Secundária – Rede de

Distribuição Aérea

Instalações elétricas de baixa tensão - Requisitos específicos para instalação em estabelecimentos assistenciais de saúde

Instalações Elétricas em locais de afluência de público – Requisitos Específicos

Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade

Resolução ANEEL Nº 414, de 9 de setembro de 2010

Resolução ANEEL Nº 395, de 15 de dezembro de 2009

Resolução ANEEL Nº 482, de 17 de abril de 2012

Lei Federal nº 11.337 de 26/09/2006

Na ausência de normas específicas da ABNT ou em casos de omissão das mesmas, devem ser observados os requisitos das últimas edições das normas e recomendações das seguintes instituições

American National Standard Institute, inclusive o National Electric Safety Code (NESC)

National Electrical Manufacturers Association

National Electrical Code

Institute of Electrical and Electronics Engineers

International Electrotechnical Commission

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 25 de 115

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

6.APROVAÇÃO

JOSÉ ANTONIO DE S. BRITO

Gerente do Departamento de Engenharia Corporativo - SEC

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 26 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

ANEXO I. TABELAS

TABELA 04 – Dados Elétricos da Entrada de Serviço – Unidades Consumidoras Ligadas ao Sistema

380/220V

) 02

or e did

ão

Me a d ix diç

Ca

Me

a

) o sic

A nic fá

00 1 trô no Mo

5 (1

Ele u

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Po

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Po

Ele

Tip

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 27 de 115

SM01.00-00.001

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

TABELA 05 – Dispositivos de Partida para Motores Trifásicos

14ª Edição 13/10/2014 28 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

TABELA 06 – Dimensionamento do Poste Particular

Ramal de ligação

POSTE PARTICULAR PARA RAMAL MONOFÁSICO

(Cabo cobre concêntrico)

Poste DT, T ou Circular

(Esforço-daN/Comprimento-m) mínimos

Com travessia de rua Sem travessia de rua

1 x 4 + 1 x 4 mm²

1 x 6 + 1 x 6 mm² 75/7 75/5

1 x 10 + 1 x 10 mm²

OBS.: Permite-se a instalação de poste, coluna de concreto, ou cantoneira no muro em imóveis situados em becos, vielas e acessos com largura máxima até 3,0 metros, de uso exclusivo de pedestres, independentemente da situação do imóvel em relação à rede de distribuição (com ou sem travessia de rua), desde que esteja garantida a altura mínima de 3,50 metros para o ramal de ligação.

POSTE PARTICULAR PARA RAMAL TRIFÁSICO

Ramal de ligação

(Cabo Isolado)

Poste concreto DT, T ou Circular (Esforço mínimo - daN)

Com travessia de rua

(Comprimento mínimo 7 m)

Extensão do vão (m)

Sem travessia de rua

(Comprimento mínimo 5 m)

Extensão do vão (m)

3 x 10 + 1 x 10mm²

10

75

20

75

30 35 40

100 200 200

10

75

20

75

30 35 40

100 200 200

3 x 16 + 1 x 16mm² 75 100 200 200 300 75 100 200 200 300

3 x 25 + 1 x 25mm² 75 100 200 300 300 75 100 200 300 300

NOTAS:

1) Quando o ramal de ligação passar sobre acesso de garagem e/ou entrada de veículos, recomenda-se utilizar poste particular com comprimento de 7 m, mesmo que a unidade consumidora esteja localizada no mesmo lado da rede de distribuição (sem travessia de rua).

2) Os valores acima valem, adicionalmente, para o dimensionamento da resistência mecânica do pontalete;

3) A utilização de cantoneira metálica no muro e poste de concreto tipo T para ligações trifásicas deve obedecer às seguintes restrições: imóvel situar-se do mesmo lado da rede de distribuição e a uma distância de até 5,0 (cinco) metros do poste da Celpe.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 29 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

TABELA 07 – Características técnicas de postes e pontaletes padronizados

POSTE, PONTALETE E COLUNA PADRONIZADOS

SEÇÃO

COMPRIMENTO

TRATAMENTO

RESIST. MÍNIMA

METÁLICO

-x-

-x-

-x-

CONCRETO

DT ou circular

φ

=85mm

5000 ou 7000 mm

Reforçado com vergalhão de ferro Ø 3/8”

75 daN

SEÇÃO

COMPRIMENTO

TRATAMENTO

RESIST. MÍNIMA

SEÇÃO

-x-

Cantoneira Galv. tipo

“L” # 38 mm x 38 mm

2000 mm

Galvanização ou

Pintura Anticorrosiva

75 daN

-x-

100 mm x 100 mm

2000 mm

-x-

75 daN

100 mm x 100 mm

COMPRIMENTO -x- 5000 ou 7000 mm

TRATAMENTO -x-

Reforçado com 4 (quatro) vergalhões de ferro Ø 3/8”

75 daN RESIST. MÍNIMA -x-

TABELA 08 – Conexão entre o Estribo na Rede Multiplexada e o Ramal de Ligação em Cabo de

Cobre Concêntrico ou Multiplexado

Estribo

35mm² AL

(Urbana)

25mm² AL

(Rural)

35mm² AL

(Urbana)

25mm² AL

(Rural)

Ramal de Ligação

(CU)

(4 mm²)

(6 mm²)

(10 mm²)

Condutor Neutro

Tipo/Código

Conector Derivação tipo A

Embalagem violeta

(2401011)

Conector Derivação tipo A

Embalagem vermelha

(2401002)

Conector Derivação tipo A

Embalagem violeta

(2401011)

Conector Derivação tipo A

Embalagem vermelha

(2401002)

Conector Derivação tipo B

Embalagem laranja

(2401008)

Conector Derivação tipo A

Embalagem violeta

(2401011)

Condutor Fase

Tipo/Código

TR 10-95/DV 1,5-10 mm²

(2412004)

TR 16-70/DV 6-35 mm²

(2412008)

3 x 10 + 1 x 10mm²

3 x 16 + 1 x 16mm²

3 x 25 + 1 x 25mm²

TR 16-70/DV 6-35 mm²

(2412008)

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 30 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

TABELA 09 – Conexão entre a Rede Multiplexada e o Ramal de Ligação em Cabo de Cobre

Multiplexado

CABOS ISOLADOS

Tronco

(Rede BT)

Ramal de Ligação

Multiplexado

3 x 10 + 1 x 10mm²

35 mm² 3 x 16 + 1 x 16mm²

3 x 25 + 1 x 25mm²

70 mm²

120 mm²

3 x 10 + 1 x 10mm²

3 x 16 + 1 x 16mm²

3 x 25 + 1 x 25mm²

3 x 10 + 1 x 10mm²

3 x 16 + 1 x 16mm²

3 x 25 + 1 x 25mm²

CONECTOR PERFURANTE

Tipo

TR 16-70/DV 6-35 mm²

TR 70-120/DV 6-35 mm²

Código

2412008

2412010

TABELA 10 – Conexão entre a Rede Secundária Convencional e o Ramal de Ligação em Cabo de

Cobre Concêntrico

Rede Distribuição

Convencional

Ramal de Ligação

Concêntrico

Tipo

Conector Derivação

Código

(16 mm²) CU

(25 mm²) CU

(35 mm²) CU

(50 mm²) CU

(4 mm²) CU

(6 mm²) CU

(10 mm²) CU

(4 mm²) CU

(6 mm²) CU

(10 mm²) CU

(4 mm²) CU

(6 mm²) CU

(10 mm²) CU

(4 mm²) CU

(6 mm²) CU

(10 mm²) CU

Conector Derivação tipo IV

Embalagem azul

Conector Derivação tipo III

Embalagem vermelha

Conector Derivação tipo A

Embalagem violeta

Conector Derivação tipo B

Embalagem laranja

2401003

2401002

2401011

2401008

4 AWG

(25 mm²) AL

(4 ou 6 mm²) CU

Conector Derivação tipo III

Embalagem vermelha

Conector Derivação tipo A

Embalagem violeta

2401002

2401011

2 AWG

(35 mm²) AL

1/0AWG

(50 mm²) AL

(10 mm²) CU

(4 ou 6 mm²) CU

(10 mm²) CU

(6 mm²) CU

(10 mm²) CU

Conector Derivação tipo B

Embalagem laranja

2401008

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 31 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

TABELA 11 – Conexão entre a Rede Secundária Convencional e o Ramal de Ligação em Cabo de

Cobre Multiplexado

CABOS CONECTOR DERIVAÇÃO

Rede de

Distribuição

Ramal de Ligação Código

4 AWG (25 mm²) AL

3 x 25 + 1 x 25 mm²

Tipo

Conector Derivação Tipo

I Embalagem Cinza

Conector Derivação Tipo

II Embalagem Verde

2401000

2401001

2 AWG (35 mm²) AL

1/0 AWG (50 mm²) AL

3 x 16 + 1 x 16 mm²

3 x 10 + 1 x 10 mm²

3 x 25 + 1 x 25 mm²

3 x 16 + 1 x 16 mm²

3 x 10 + 1 x 10 mm²

3 x 25 + 1 x 25 mm²

3 x 16 + 1 x 16 mm²

Conector Derivação Tipo I

Embalagem Cinza

2401000

2401006

16 mm² CU

25 mm² CU

35mm² CU

3 x 10 + 1 x 10 mm²

3 x 16 + 1 x 16 mm²

3 x 10 + 1 x 10 mm²

3 x 25 + 1 x 25 mm²

3 x 16 + 1 x 16 mm²

3 x 10 + 1 x 10 mm²

3 x 25 + 1 x 25mm²

3 x 16 + 1 x 16mm²

Conector Derivação Tipo VII

Embalagem Verm/Branco

Conector Derivação Tipo B

Embalagem Laranja

Conector Derivação Tipo II

Embalagem Verde

Conector Derivação Tipo I

Embalagem Cinza

Conector Derivação Tipo II

Embalagem Verde

2401008

2401001

2401000

2401001

2401000

50mm² CU

3 x 10 + 1 x 10mm²

3 x 25 + 1 x 25mm²

3 x 16 + 1 x 16mm²

3 x 10 + 1 x 10mm²

Conector Derivação Tipo I

Embalagem Cinza

Conector Derivação Tipo B

Embalagem Laranja

Conector derivação Tipo VII

Embalagem Verm/Branco

Conector Derivação Tipo C

Embalagem Marrom

Conector Derivação Tipo B

Embalagem Laranja

2401008

2401006

2401007

2401008

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 32 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

TABELA 12 – Condutor e Alça para Ramal de Ligação Aéreo

CONDUTOR

CONCÊNTRICO

4 mm²

6 mm²

10 mm²

CABO

ISOLADO

3x10 + 1x10 mm²

3x16 + 1x16 mm²

3x25 + 1x25 mm²

RAMAL DE LIGAÇÃO MONOFÁSICO

CÓDIGO ALÇA

2227008

2227000

Alça preformada serv. Conc. 1x4+1x4 mm²

Alça preformada serv. Conc. 1x6+1x6 mm²

2227003 Alça preformada serv. Conc. 1x10+1x10 mm²

RAMAL DE LIGAÇÃO TRIFÁSICO

CÓDIGO ALÇA

2231002

2231003

2231005

Alça preformada serv. AS 10-16 mm²

Alça preformada serv. AS 25 mm²

TABELA 13 – Potência de Aparelhos Eletrodomésticos

ITEM

1

2

3

4

5

TIPO

AMACIADOR DE CARNE

AMALGAMADOR

AMPLIFICADOR DE SOM

AMPLIFICADOR/CODIFICADOR - PARABOLICA

APARELHO DE ENDOSCOPIA

8

9

6

7

APARELHO DE ULTRASSONOGRAFIA

AQUECEDOR DE ÁGUA (200 L)

AQUECEDOR DE ÁGUA ( 50 A 175 L)

AR CONDICIONADO 6000 BTUS

10 AR CONDICIONADO 7000 BTUS

11 AR CONDICIONADO 7500 BTUS

12 AR CONDICIONADO 8000 BTUS

13 AR CONDICIONADO 9000 BTUS

14 AR CONDICIONADO 10000 BTUS

15 AR CONDICIONADO 11000 BTUS

16 AR CONDICIONADO 12000 BTUS

17 AR CONDICIONADO 14000 BTUS

18 AR CONDICIONADO 15000 BTUS

19 AR CONDICIONADO 16000 BTUS

20 AR CONDICIONADO 18000 BTUS

21 AR CONDICIONADO 21000 BTUS

CÓDIGO

3430007

3430530

3430535

CÓDIGO

3430420

3430470

POTÊNCIA W

890

200

50

30

45

500

2000

1500

800

900

950

1000

1100

1200

1300

1400

1600

1800

1950

2350

2400

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 33 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

ITEM TIPO

22 AR CONDICIONADO 26000 BTUS

23 AR CONDICIONADO 30000 BTUS

24 ASPIRADOR DE PO COMERCIAL

25 ASPIRADOR DE PO RESIDENCIAL

26 ASSADEIRA GRANDE

27 ASSADEIRA PEQUENA

28 BALANÇA ELÉTRICA

29 BALCÃO FRIGORÍFICO GRANDE

30 BALCÃO FRIGORÍFICO PEQUENO

31 BANHEIRA DE HIDROMASSAGEM

32 BANHO MARIA ( RESTAURANTE )

33 BARBEADOR ELÉTRICO

34 BATEDEIRA DE BOLO

35 BEBEDOURO

36 BETONEIRA

37 BOMBA D’AGUA 1/4 CV

38 BOMBA D’AGUA 1/3 CV

39 BOMBA D’AGUA 1/2 CV

40 BOMBA D’AGUA 3/4 CV

41 BOMBA D’AGUA 1 CV

42 BOMBA D’AGUA 2 CV

43 BOMBA D’AGUA 3 CV

44 BOMBA D’AGUA 5 CV

45 BOMBA D’AGUA 7,5 CV

46 BOMBA D’AGUA 1/3 HP

47 BOMBA D’AGUA ¼ HP

48 BOMBA D’AGUA 2 HP

49 BOMBA D’AGUA ½ HP

59 BOMBA D’AGUA 3 HP

51 BOMBA DE AR P/ AQUARIO

52 BOMBA DE COMBUSTÍVEL

53 CADEIRA DE DENTISTA

54 CAFETEIRA ELÉTRICA - PEQ.

55 CAFETEIRA ELÉTRICA - MED.

56 CARREGADOR DE BATERIA

249

186

1492

373

2238

65

740

190

184

245

368

552

736

1472

2208

3680

5520

500

750

1200

POTÊNCIA W

2850

3200

2240

750

1000

500

20

1000

500

6600

1800

50

100

200

1000

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 34 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

ITEM TIPO

57 CARREGADOR DE TELEFONE CELULAR

58 CENTRAL DE AR TRANE XE 1000 (MONOF.)

59 CENTRAL DE AR TRANE XE (MONOFASICA)

60 CENTRAL DE AR HITACHI (MONOFASICA)

61 CENTRAL DE AR ( 1 TR ) =12000BTU

62 CENTRAL TELEFÔNICA

63 CHUVEIRO ELÉTRICO

64 CHUVEIRO ELÉTRICO (DUCHA CORONA)

65 CHUVEIRO 4 ESTAÇÕES

66 CILINDRO (PADARIA)

67 COMPACT DISC PLAYER

68 COMPRESSOR - PEQ.

69 COMPUTADOR DOMÉSTICO

70 CONJ SOM PROFISSIONAL

71 CONJ SOM RESIDENCIAL

72 CORTADOR DE GRAMA

73 DECK (TOCA FITAS)

74 DEPENADOR DE GALINHA 1 CV

75 DEPENADOR DE GALINHA 2 CV

76 DEPENADOR DE GALINHA 3 CV

77 DESCASCADOR DE BATATAS

78 EQUIPAMENTO DE DVD

79 ELEVADOR GRANDE

80 ELEVADOR DE CARRO 2 CV

81 ELEVADOR DE CARRO 3 CV

82 ENCERADEIRA RESIDENCIAL

83 ESMERIL

84 ESPREMEDOR DE LARANJA (ALTO)

85 ESPREMEDOR DE LARANJA (BAIXO)

86 ESTEIRA ROLANTE - PARA CARGA

87 ESTERILIZADOR

88 ESTUFA

89 ESTUFA DE DENTISTA

90 ETIQUETADORA

91 EXAUSTOR GRANDE

2208

400

2200

250

150

1470

1000

1000

1600

30

736

1472

2208

250

50

10300

1472

1000

70

400

POTÊNCIA W

5

170

5060

1200

1700

30

2500

4400

6500

2200

30

370

250

500

100

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 35 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

ITEM

92 EXAUSTOR PEQUENO

93 EXAUSTOR PARA FOGAO

94 FACA ELÉTRICA

95 FATIADOR PARA FRIOS

96 FAX

97 FERRO DE SOLDA GRANDE

98 FERRO DE SOLDA MÉDIO

TIPO

99 FERRO DE SOLDA PEQUENO

100 FERRO ELÉTRICO

101 FERRO ELÉTRICO AUTOMÁTICO

102 FLIPERAMA

103 FOGÃO COMUM COM ACENDEDOR

104 FOGÃO ELÉTRICO

105 FORNO DE MICROONDAS

106 FORNO ELÉT. ABC C/ 1 CÂMARA

107 FORNO ELÉT. CAPITAL C/ 2 CÂMARAS

108 FORNO ELÉT. CURITIBA

109 FORNO ELÉT. ELETRO GRANT C/ 3 CÂMARA

110 FORNO ELÉT. ESPECIAL C/ 2 CÂMARAS

111 FORNO ELÉT. HIPER VULCÃO C/ 4 CÂMARA

112 FORNO ELÉT. ITAL BRAS C/ 2 CÂMARAS

113 FORNO ELÉT. MAG FORNO C/ 2 CÂMARAS

114 FORNO ELÉT. METALCONTE C/ 1 CÂMARA

115 FORNO ELÉT. OLIMPIO C/ 2 CÂMARAS

116 FORNO ELÉT. PASTELAR ITAL BRAS

117 FORNO ELÉT. SIRE C/ 1 CÂMARA

118 FORNO ELÉT. SUPERFECTA C/ 2 CÂMARAS

119 FORNO ELÉT. TUBOS LISBOA C/ 1 CÂMARA

120 FORNO ELÉT. UNIVERSAL C/ 2 CÂMARAS

121 FORNO ELÉT. UNIVERSAL C/ 2 CÂMARAS

122 FORNO GRANDE PARA CERÂMICA

123 FORNO MÉDIO PARA CERÂMICA

124 FORNO PEQUENO PARA CERÂMICA

125 FORRAGEIRA

126 FOTOCOLORÍMETRO

16500

3000

28000

28000

35000

36000

8500

6000

10000

38000

24400

30000

22000

25000

21600

3000

52200

2000

1200

550

POTÊNCIA W

200

100

140

740

240

600

400

100

550

1000

90

90

2000

1150

2000

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 36 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

ITEM TIPO

127 FREEZER EXPOSITOR

128 FREEZER HORIZONTAL 170L 1-PORTA

129 FREEZER HORIZONTAL 220L - 1-PORTA

130 FREEZER HORIZONTAL 330L 2-PORTAS

131 FREEZER HORIZONTAL 480L 2 e 3-PORTAS

132 FREEZER HORIZONTAL 600L 4-PORTAS

133 FREEZER VERTICAL 120L

134 FREEZER VERTICAL 180L

135 FREEZER VERTICAL 280L

136 FRIGOBAR

137 FRITADEIRA DE BATATA - PEQ.

138 FRITADEIRA DE BATATA - MED.

139 FRITADEIRA DE BATATA - GRD.

140 FURADEIRA GRANDE

141 FURADEIRA PEQUENA

142 GELADEIRA

143 GELADEIRA COMUM 253L

144 GELADEIRA COMUM 280L

145 GELADEIRA COMUM 310L

146 GELADEIRA DUPLEX 430L

147 GELADEIRA TRIPLEX 430L

148 GELAGUA

149 GRELHA ELÉTRICA GRANDE

150 GRELHA ELÉTRICA PEQUENA

151 GRILL

152 IMPRESSORA COMUM

153 IMPRESSORA LASER

154 IOGURTEIRA - RESID.

155 LIQUIDIFICADOR DOMESTICO

156 LIQUIDIFICADOR INDUSTRIAL

157 LIXADEIRA GRANDE

158 LIXADEIRA PEQUENA

159 MAQ ARTSUL A RESISTENCIA

160 MAQ. CAÇA BRINDE (PIG LIG)

161 MAQ COLAR SACO

1200

90

900

26

320

1000

1000

850

150

155

160

190

380

380

125

1500

500

730

200

280

POTÊNCIA W

250

150

170

200

280

280

130

150

200

80

2500

3000

5000

1000

350

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 37 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

ITEM

162 MAQ CORTAR TECIDO MANUAL

163 MAQ DE CALCULAR

TIPO

164 MAQ DE CARTÃO DE CRÉDITO - P.O .S

165 MAQ DE CHOPE

166 MAQ DE CORTAR CABELO

167 MAQ DE COSTURA

168 MAQ ESCREVER ELÉTRICA

169 MAQ JOGO DE BICHO

170 MAQ LAVA JATO

171 MAQ LAVAR PRATOS

172 MAQ LAVAR ROUPAS

173 MAQ LAVAR ARNO

174 MAQ LAVAR DAKO

175 MAQ DE OVERLOCK INDUSTRIAL

176 MAQ. DE PLASTIFICAÇÃO

177 MAQ. DE RASPAR COCO 2CV

178 MAQ. DE RASPAR COCO 3CV

179 MAQ. DE REFRIGERANTE

180 MAQ. DE SORVETE

181 MAQ DE SOLDA - PEQ.

182 MAQ DE VULCANIZAR

183 MAQ DE XEROX GRANDE

184 MAQ DE XEROX PEQUENA

185 MAQ INJETORA C/ MOTOR ELETRICO

186 MAQ DE FATIAR PAO

187 MAQ DE MOER FARINHA ROSCA

188 MAQ. MEXEDEIRA (PADARIA)

189 MAQ POLICORTE

190 MASSEIRA (PADARIA)

191 MICRO COMPUTADOR

192 MICRO FORNO ELETRICO

193 MICROSCOPIO ELETRONICO

194 MINE COOLER

195 MIX WALITA

196 MODELADORA (PADARIA)

320

1104

600

1000

2200

250

1000

40

1472

2208

910

2200

1000

400

2000

1500

5500

220

80

490

POTÊNCIA W

370

10

60

900

200

105

140

60

1700

1200

1500

500

180

370

320

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 38 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

ITEM

197 MOEDOR DE CAFÉ

198 MOEDOR DE CARNE

TIPO

199 MOINHO PARA DIVERSOS GRÃOS

200 MULTI CORTE

201 ORGAO ELETRICO

202 PANELA ELETRICA

203 PIPOQUEIRA RESIDENCIAL

204 PISTOLA DE SOLDA

205 PLACA LUMINOSA

206 POLIDORA

207 POST MIX

208 PRENSA HIDRÁULICA

209 PROCESSADOR / CENTRIFUGA

210 PROJETOR/RETROPROJETOR

211 RADIO RELOGIO DIGITAL

212 RADIO TRANSISTORIZADO

213 RADIOLA DE FICHA

214 RADIOLA DE FICHA CD

215 RAIO X (DENTISTA)

216 RAIO X (HOSPITAL)

217 REBOBINADOR DE FITA VHS

218 RECEPTOR DE SATELITE (PARABÓLICA)

219 REFLETOR PARA ILUMINAÇÃO DIVERSA

220 REFLETOR ODONTOLOGICO

221 REFRESQUEIRA

222 REGISTRADORA ELETRICA

223 SANDUICHEIRA

224 SAUNA COMERCIAL

225 SAUNA RESIDENCIAL

226 SCANNER

227 SECADOR DE CABELOS GRANDE

228 SECADOR DE CABELOS PEQUENO

229 SECADORA DE ROUPA COMERCIAL

230 SECADORA DE ROUPA RESIDENCIAL

231 SECADORA DE ROUPA ENXUTA

370

100

640

12000

4500

50

1250

700

30

300

120

1090

12100

15

110

500

150

5000

1100

2430

POTÊNCIA W

370

320

600

180

30

1200

80

100

220

50

280

1100

460

210

40

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 39 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

ITEM

232 SECRETARIA ELETRONICA

233 SERRA DE CARNE

234 SERRA ELETRICA

235 SERRA TICO TICO GRANDE

236 SERRA TICO TICO PEQUENA

237 SORVETEIRA CASEIRA

238 STERILAIR

TIPO

239 SUPERZON OU SIMILAR

240 SUGGAR

241 TELEFONE SEM FIO

242 TELEVISOR 05 A 10 POLEGADAS

243 TELEVISOR 12 A 20 POLEGADAS

244 TELEVISOR 28 A 30 POLEGADAS

245 TELEVISOR ACIMA 30 POLEGADAS

246 TELEVISOR PRETO E BRANCO

POTÊNCIA W

20

1000

1000

600

240

20

400

40

200

10

50

100

150

200

90

247 TOCA DISCOS

248 TORNEIRA ELETRICA

249 TORNO DE BANCADA

250 TORRADEIRA DE PÃO

251 TOUCA TERMICA

252 TURBO CIRCULADOR ENGEL

253 TV AM / FM

254 VAPORIZADOR (VAPORETO)

255 VENTILADOR MALLORY COLUNA

30

2000

1820

800

700

200

50

300

50

256 VENTILADOR CICLONE

257 VENTILADOR 30 CM

258 VENTILADOR GRANDE 50 CM

259 VENTILADOR MEDIO 40 CM

250

70

250

200

260 VENTILADOR PEQUENO 20 CM

261 VIBRADOR PARA CONCRETO

262 VIDEO CASSETE

263 VIDEO GAME

40

1000

30

10

264 VIDEO POKER 200

OBS: Os valores acima estabelecidos são estimados, devido às diferenças entre fabricantes, modelos, estado de conservação etc. Havendo disponibilidade dos dados de placa do equipamento, recomenda-se a utilização dos mesmos, no cálculo da carga instalada e/ou demanda.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 40 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

TABELA 14 - Fórmulas para Cálculo de Circuitos Elétricos

DADOS DESEJADOS

KW kVA cv

I

I

CORRENTE MONOFÁSICA

VIcosø

1000

VI

1000

VIncosø

736 kWX1000

Vcosø kVAX1000

V

CORRENTE ALTERNADA

TRIFÁSICA

3 UIcosø

1000

3 UI

1000

3 UIncosø

736 kWX1000

3 Ucosø kVAX1000

3 U

Onde:

I – Corrente em ampères;

V – Tensão entre fase e neutro em volts;

U – Tensão entre fases em volts;

Cos ø – Fator de Potência da carga;

η

– Rendimento do motor.

TABELA 15 - Sistema de Aterramento para Fornecimento Provisório

Equipamento Hastes de aterramento (ud)

Barraca / Stand

Palco / Palanque

Arquibancada

Parque de diversão

2

4

4

2 (por brinquedo instalado)

NOTA: As hastes de aterramento devem ser interligadas utilizando-se cabo de cobre nu seção mínima 25 mm², e conector padronizado conforme o desenho 28A e 28B do Anexo II.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 41 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

ANEXO II. DESENHOS DE REFERÊNCIA

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Monofásica com Travessia de Rua – Medição no

Poste – Ramal de Distribuição Subterrâneo

Ref.

A-25

C-6

M-3-1

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.011

VR01.01-

00.055

3421010

(Tabela 12)

(Tabela 12)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo potência Cu concêntrico 1kV (Tabela 04)

Alça preformada serviço concêntrica pç m pç

02

(Nota 1)

02

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-61

E-62

F-3-1

F-10

F-12

F-17

F-31

P

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas e quadro

Bengala para eletroduto (Ver Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04) m pç

(Nota 1)

01 pç (Nota 1) pç (Nota 1) pç (Nota 1) m

Caixa para medidor monofásico (Instal. no poste) pç

Caixa para disjuntor monofásico (Instal. no poste) pç

Caixa para DPS monofásico

Quadro de distribuição pç pç

(Nota 1)

01

01

01

01

Fio elétrico nu cu md (Nota 02)

Cond. c/ isol. termoplástico 1kV (Tabela 04)

Disjuntor termomag. unipolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária (Nota 3)

Cinta galvanizada poste circular (**)

Fita de aço inoxidável

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

Parafuso cabeça abaulada 12x50mm (**)

Poste particular (Nota 4 e Tabela 06) m m pç pç pç pç pç pç pç pç

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

03

01

01

01

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5

OBSERVAÇÕES

A quantidade depende do projeto apresentado;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Pode ser utilizado parafuso olhal galvanizado de 12x200mm (*) ou armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com um isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de

12x200mm (*) com porcas e arruelas de

φ

14mm(*).

Pode ser utilizado como poste particular: um poste T, DT ou circular;

A caixa de medição deve ser com visor de vidro;

(**)

Estes itens tornam-se necessários caso seja utilizado o poste circular.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 42 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 01 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA

MEDIÇÃO NO POSTE – RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEO

0,10±0,05

VERSÃO: 4 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

MÍNIMO 5,50

1,30±0,10

1,60±0,10

0,30

E= L + 0,60

10

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua

Medição no Poste - Ramal de Distribuição Subterrâneo

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 43 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Monofásica com Travessia de Rua – Medição no Muro

Ramal de Distribuição Subterrâneo

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Ref. Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

A-25

C-6

M-3-1

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.011

VR01.01-

00.055

3421010

(Tabela 12)

(Tabela 12)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo potência Cu concêntrico 1kV (Tabela 04)

Alça preformada serviço concêntrica pç m pç

02

(Nota 1)

02

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-61

E-62

F-3-1

F-10

F-12

F-17

F-31

P

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas e quadro

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor monofásico (***)

Caixa para disjuntor monofásico

Caixa para DPS monofásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 02)

Cond. c/ isol. termoplástico 1kV (Tabela 04)

Disjuntor termomag. unipolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária (Nota 3)

Cinta galvanizada poste circular (**)

Fita de aço inoxidável

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

Parafuso cabeça abaulada 12x50mm (**)

Poste particular (Nota 4 e Tabela 06) m pç pç (Nota 1) pç (Nota 1) pç (Nota 1) m pç pç pç pç m m pç pç pç pç pç pç pç pç

(Nota 1)

01

(Nota 1)

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

03

01

01

01

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

OBSERVAÇÕES

A quantidade depende do projeto apresentado;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Pode ser utilizado parafuso olhal galvanizado de 12x200mm (*) ou armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com um isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de

12x200mm (*) com porcas e arruelas de

φ

14mm (*);

Pode ser utilizado como poste particular: um poste T, DT ou circular;

(**)

(***)

Estes itens tornam-se necessários caso seja utilizado o poste circular;

A caixa de medição deve ser com visor de vidro.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 44 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 02 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA

MEDIÇÃO NO MURO – RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEO

0,10±0,05

MÍNIMO 5,50

1,30±0,10

1,60±0,10

0,30

VERSÃO: 4 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua

Medição no Muro - Ramal de Distribuição Subterrâneo

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 45 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Monofásica com Travessia de Rua – Medição no Muro

Ramal de Distribuição Aéreo

Ref.

A-25

C-6

M-3-1

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.011

VR01.01-

00.055

3421010

(Tabela 12)

(Tabela 12)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo potência Cu concêntrico 1kV (Tabela 04)

Alça preformada serviço concêntrica pç m pç

02

(Nota 1)

02

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-61

E-62

F-3-1

F-3-2

F-10

F-12

F-17

F-31

F-34

F-60

P

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor monof. com visor de vidro

Caixa para disjuntor monofásico

Caixa para DPS monofásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 2)

Cond. c/ isol. termoplástico 750V (Tabela 04)

Disjuntor termomag. unipolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária de um estribo (Nota 3)

Armação secundária de dois estribos (Nota 4)

Cinta galvanizada poste circular (**)

Fita de aço inoxidável

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

Parafuso cabeça abaulada 12x50mm (**)

Parafuso 12x150 mm p/ fixação cantoneira (***)

Pontalete (Tabela 07) (***)

Poste particular (Nota 5 e Tabela 06) m pç

(Nota 1)

03 pç (Nota 1) pç (Nota 1) pç (Nota 1) m pç pç pç pç m m pç pç pç pç pç pç pç pç pç pç pç

(Nota 1)

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

02

02

03

01

03

02

01

01

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

(*)

(**)

(***)

OBSERVAÇÕES

A quantidade depende do projeto apresentado;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Pode ser utilizado parafuso olhal galvanizado de 12x200mm (*) ou uma armação secundária de um estribo em ferro galvanizado, com isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de

12x200mm (*) com porcas e arruelas de

φ

14mm (*), para fixação do ponto de entrega;

Armações secundária de dois estribos em ferro galvanizado, com quatro isoladores roldana de

76x79mm e três parafusos de máquina sendo um de 12x200mm (*) e dois de 12x50mm com porcas e arruelas de

φ

14mm, para fixação do ramal de distribuição;

Pode ser utilizado como poste particular: um poste T, DT ou circular;

Estes itens tornam-se desnecessários caso seja utilizado o poste circular;

Estes itens tornam-se necessários caso seja utilizado o poste circular;

Esses itens se tornam desnecessários caso o ramal de distribuição entre direto na fachada.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 46 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 03A – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA

MEDIÇÃO NO MURO – RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO AÉREO

0,10±0,05

0,10±0,05

VERSÃO: 5 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

MÍNIMO 5,50

0

0

0,1

0,1

1,6

1,3

E= L + 0,60

10

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua

Medição no Muro - Ramal de Distribuição Aéreo

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 47 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 03B – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA SEM TRAVESSIA DE RUA

PADRÃO DE ENTRADA EM CANTONEIRA ENGASTADA NO MURO

0,10±0,05

0,10±0,05

0 ,8 0 E =

0 2,3

0

0

0,1

0,1

1,6

1,3

VERSÃO: 4 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

MÍNIMO 3,50

Entrada de Serviço Monofásica Aérea sem Travessia de Rua

Padrão de entrada em cantoneira engastada no muro

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 48 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 03C – PADRÃO DE ENTRADA EM COLUNA DE CONCRETO ARMADO

ENGASTADA NO MURO

Coluna de concreto reforçada por 4 vergalhões Ø 3/8", engastada no muro desde a base

COTAS MÍNIMAS EXIGIDAS

VERSÃO: 2 DATA: 22/08/2011

APROVADO: EPI

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001 14ª Edição

Padrão de Entrada em Coluna de Concreto Armado

13/10/2014

Mureta ou muro frontal do imóvel

Caixa com Disjuntor

Caixa com DPS

Caixa de inspeção (0,2x0,2x0,3m)

Em alvenaria ou tubo PVC Rígido com

0,15m de diâmetro e 0,3m de profundidade com tampa cega.

COTAS EM MILÍMETROS

49 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Monofásica com Travessia de Rua – Medição no

Poste – Ramal de Distribuição Aéreo

Ref.

A-25

C-6

M-3-1

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.011

VR01.01-

00.055

3421010

(Tabela 12)

(Tabela 12)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo potência Cu concêntrico 1kV (Tabela 04)

Alça preformada serviço concêntrica pç m pç

02

Nota 1

02

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-61

E-62

F-3-1

F-3-2

F-10

F-12

F-17

F-31

F-34

F-60

P

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor monof. com visor de vidro

Caixa para disjuntor monofásico

Caixa para DPS monofásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 2)

Cond. c/ isol. termoplástico 750V (Tabela 04)

Disjuntor termomag. unipolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária de um estribo (Nota 3)

Armação secundária de dois estribos (Nota 4)

Cinta galvanizada poste circular (**)

Fita de aço inoxidável

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

Parafuso cabeça abaulada 12x50mm (**)

Parafuso 12x150 mm p/ fixação cantoneira (***)

Pontalete (Tabela 07) (***)

Poste particular (Nota 5 e Tabela 06) m pç

(Nota 1)

03 pç (Nota 1) pç (Nota 1) pç (Nota 1) m pç pç pç pç m m pç pç pç pç pç pç pç pç pç pç pç

(Nota 1)

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

02

02

03

01

03

02

01

01

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

(*)

(**)

(***)

OBSERVAÇÕES

A quantidade depende do projeto apresentado;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Pode ser utilizado parafuso olhal galvanizado de 12x200mm (*) ou uma armação secundária de um estribo em ferro galvanizado, com isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de

12x200mm (*) com porcas e arruelas de

φ

14mm (*), para fixação do ponto de entrega;

Armações secundária de dois estribos em ferro galvanizado, com quatro isoladores roldana de

76x79mm e três parafusos de máquina sendo um de 12x200mm (*) e dois de 12x50mm com porcas e arruelas de

φ

14mm, para fixação do ramal de distribuição;

Pode ser utilizado como poste particular: um poste T, DT ou circular;

Estes itens tornam-se desnecessários caso seja utilizado o poste circular;

Estes itens tornam-se necessários caso seja utilizado o poste circular;

Esses itens se tornam desnecessários caso o ramal de distribuição entre direto na fachada.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 50 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 04 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA

MEDIÇÃO NO POSTE – RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO AÉREO

0,10±0,05

0,10±0,05

VERSÃO: 4 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001

MÍNIMO 5,50

0 0,1 0± 1,3

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua

Medição no Poste - Ramal de Distribuição Aéreo

14ª Edição

1,60±0,10

13/10/2014

E= L + 0,60

10

51 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Monofásica com Travessia de Rua – Edificação sem recuo – Fixação em Pontalete

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

A-25

C-6

M-3-1

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.011

VR01.01-

00.055

3421010

(Tabela 12)

(Tabela 12)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo potência Cu concêntrico 1kV (Tabela 04)

Alça preformada serviço concêntrica pç m pç

02

(Nota 1)

02

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Ref.

A-40

Especif. Código Descrição Unid m

Quantidade

Mon. Trif.

(Nota 1)

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-61

E-62

F-3-1

F-17

F-34

F-60

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas e quadro

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor monof. com visor de vidro

Caixa para disjuntor monofásico

Caixa para DPS monofásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 2)

Cond. c/ isol. termoplástico 750V (Tabela 04)

Disjuntor termomag. unipolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária (Nota 3)

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

Parafuso 12x150 mm p/ fixação cantoneira

Pontalete (Tabela 07) pç pç (Nota 1) pç (Nota 1) pç (Nota 1) m (Nota 1) pç pç pç pç m m pç pç pç pç pç pç

01

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

02

01

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

OBSERVAÇÕES

A quantidade depende do projeto apresentado;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Pode ser utilizado parafuso olhal galvanizado de 12x50mm ou uma armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com um isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de

12x50mm com porcas e arruelas de

φ

14mm, para fixação do ponto de entrega.

14ª Edição 13/10/2014 52 de 115 SM01.00-00.001

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 05 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA

EDIFICAÇÃO SEM RECUO – FIXAÇÃO EM PONTALETE

0,10±0,05

1,30±0,10

1,60±0,10

VERSÃO: 4 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

MÍNIMO 5,50

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua

Edificação sem Recuo - Fixação em Pontalete

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 53 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Monofásica com Travessia de Rua – Edificação sem recuo – Fixação na Fachada

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

A-25

C-6

M-3-1

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.011

VR01.01-

00.055

3421010

(Tabela 12)

(Tabela 12)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo potência Cu concêntrico 1kV (Tabela 04)

Alça preformada serviço concêntrica pç m pç

02

(Nota 1)

02

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Ref.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-61

E-62

F-3-1

F-17

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

(Nota 1)

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas e quadro

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor monof. com visor de vidro

Caixa para disjuntor monofásico

Caixa para DPS monofásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 02)

Cond. c/ isol. termoplástico 750V (Tabela 04)

Disjuntor termomag. unipolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária (Nota 3)

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector m pç 01 pç (Nota 1) pç (Nota 1) pç (Nota 1) m (Nota 1) pç pç pç pç m m pç pç pç pç

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

OBSERVAÇÕES

A quantidade depende do projeto apresentado;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Pode ser utilizado parafuso olhal galvanizado de 12x200mm ou uma armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com um isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de

12x200mm com porcas e arruelas de

φ

14mm, para fixação do ponto de entrega.

14ª Edição 13/10/2014 54 de 115 SM01.00-00.001

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 06 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA

EDIFICAÇÃO SEM RECUO – FIXAÇÃO NA FACHADA

0,10±0,05

1,30±0,10

1,60±0,10

VERSÃO: 5 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

MÍNIMO 5,50

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua

Edificação sem Recuo - Fixação na Fachada

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 55 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Monofásica sem Travessia de Rua – Edificação sem recuo – Fixação na Fachada

Ref.

A-25

C-6

M-3-1

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.011

VR01.01-

00.055

3421010

(Tabela 12)

(Tabela 12)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo potência Cu concêntrico 1kV (Tabela 04)

Alça preformada serviço concêntrica pç m pç

02

(Nota 1)

02

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-61

E-62

F-3-1

F-17

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas e quadro

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor monof. com visor de vidro

Caixa para disjuntor monofásico

Caixa para DPS monofásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 02)

Cond. c/ isol. termoplástico 750V (Tabela 04)

Disjuntor termomag. unipolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária (Nota 3)

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

OBSERVAÇÕES

m pç

(Nota 1)

01 pç (Nota 1) pç (Nota 1) pç (Nota 1) m pç pç pç pç m m pç pç pç pç

(Nota 1)

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

A quantidade depende do projeto apresentado;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Pode ser utilizado parafuso olhal galvanizado de 12x200mm ou uma armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com um isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de

12x200mm com porcas e arruelas e

φ

14mm, para fixação do ponto de entrega.

14ª Edição 13/10/2014 56 de 115 SM01.00-00.001

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 07 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA SEM TRAVESSIA DE RUA

EDIFICAÇÃO SEM RECUO – FIXAÇÃO NA FACHADA

0,10±0,05

1,30±0,10

1,60±0,10

VERSÃO: 5 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

MÍNIMO 3,50

Entrada de Serviço Monofásica Aérea sem Travessia de Rua

Edificação sem Recuo - Fixação na Fachada

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 57 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Monofásica com Travessia de Rua – Padrão de

Entrada Aparente – Medição na Parede Frontal

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

A-25

C-6

M-3-1

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.011

VR01.01-

00.055

3421010

(Tabela 12)

(Tabela 12)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo potência Cu concêntrico 1kV (Tabela 04)

Alça preformada serviço concêntrica pç m pç

02

(Nota 1)

02

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Ref.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-61

E-62

F-3-1

F-17

F-34

F-60

F-35

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

(Nota 1)

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas e quadro

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor monof. com visor de vidro

Caixa para disjuntor monofásico

Caixa para DPS monofásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 2)

Cond. c/ isol. termoplástico 750V (Tabela 04)

Disjuntor termomag. unipolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária (Nota 3)

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

Parafuso 12x150 mm p/ fixação cantoneira

Pontalete (Tabela 07)

Bucha plástica 8 mm com parafuso m pç 01 pç (Nota 1) pç (Nota 1) pç (Nota 1) m (Nota 1) pç pç pç pç m m pç pç pç pç pç pç pç

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

02

01

04

OBSERVAÇÕES

A quantidade depende do projeto apresentado;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Pode ser utilizado parafuso olhal galvanizado de 12x50mm ou uma armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com um isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de

12x50mm com porcas e arruelas de

φ

14mm, para fixação do ponto de entrega.

14ª Edição 13/10/2014 58 de 115 SM01.00-00.001

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 08 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA PADRÃO

DE ENTRADA APARENTE – MEDIÇÃO NA PAREDE FRONTAL

0,10±0,05

MÍNIMO 5,50

1,30±0,10

1,60±0,10

VERSÃO: 5 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

Entrada de Serviço Monofásica Aérea com Travessia de Rua

Padrão de Entrada Aparente - Fixação em Parede Frontal

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 59 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

Ref.

A-25

C-6

RELAÇÃO DE MATERIAL – Estrutura I-RLM – Utilizada para Instalação de Ramal de Ligação

Monofásico em Redes de BT Multiplexadas Urbanas – Ligação Através de Caixa de Derivação

A-15-1

A-15-2

A-15-3

M-3-1

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.011

VR01.01-

00.055

2660008

2660002

2660005

3421010

(Tabela 12)

(Tabela 12)

Fita isolante marrom 19x20mm (Nota 3)

Fita isolante vermelha 19x20mm (Nota 1)

Fita isolante branca 19x20mm (Nota 2)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo potência Cu concêntrico 1kV (Tabela 04)

Alça preformada serviço concêntrica m m m pç m pç

0,5

0,5

0,5

02

Nota 4

02

OBSERVAÇÕES

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Identificação da 1a fase (Fase A);

Identificação da 2a fase (Fase B);

Identificação da 3a fase (Fase C);

O comprimento do cabo depende da distância entre a rede secundária e os bornes do medidor da unidade consumidora.

14ª Edição 13/10/2014 60 de 115 SM01.00-00.001

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 09 – ESTRUTURA I-RLM

ITEM

ITEM 01

ITEM 02

COR DA FITA

VERMELHA

BRANCA

ITEM 03 MARROM

ITEM 04 AZUL CLARO

VERSÃO: 4

REDE TRIFÁSICA MULTIPLEXADA

CAIXA DE DERIVAÇÃO

BIFÁSICA

COTAS EM MILÍMETROS

DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001

ITEM 4

A-25

CABO ISOLADO

ITENS 1, 2 OU 3

FITA COLORIDA DE

IDENTIFICAÇÃO DA FASE

C-6

Utilizada para Instalação de Ramal de Ligação Monofásico

14ª Edição

M-3-1

ESTRUTURA I-RLM

13/10/2014

RAMAL DE LIGAÇÃO CONCÊNTRICO

A-15-1,A-15-2 ou A-15-3

61 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

Ref.

A-15-1

A-15-2

A-15-3

A-15-5

A-15-6

A-25

C-6

O-12

O-13

RELAÇÃO DE MATERIAL – Estrutura I-RLMD – Utilizada para Instalação de Ramal de Ligação

Monofásico em Rede de BT Multiplexada Rural - Ligação Através de Estribo

M-3-1

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.011

VR01.01-

00.055

VR01.01-

00.009

VR01.01-

00.047

2660008

2660002

2660005

2660001

2660000

3421010

(Tabela 12)

(Tabela 12)

(Nota 7)

(Nota 8)

Fita isolante marrom 19x20mm (Nota 3)

Fita isolante vermelha 19x20mm (Nota 1)

Fita isolante branca 19x20mm (Nota 2)

Fita isol. preta comum (Nota 4)

Fita isol. EPR Autofusão preta 19mm x10m

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo potência Cu concêntrico 1kV (Tabela 04)

Alça preformada serviço concêntrica

Conector perfurante isolado

Conector paralelo para derivação m m

0,5

0,5 m 0,5 pç

(Nota 5) pç

(Nota 5)

Pç m pç pç pç

02

(Nota 6)

02

01

01

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

OBSERVAÇÕES

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

Nota 6:

Nota 7:

Nota 8:

Identificação da 1a fase (Fase A);

Identificação da 2a fase (Fase B);

Identificação da 3a fase (Fase C);

Utilizada para a cobertura protetora externa da fita isolante de autofusão;

Usar quantidade suficiente para recompor a isolação;

O comprimento do cabo depende da distância entre a rede secundária e os bornes do medidor da unidade consumidora;

Depende da bitola do cabo isolado do estribo com o ramal de ligação conforme tabela 08;

Depende da seção do condutor do estribo com o cabo concêntrico conforme tabela 08.

14ª Edição 13/10/2014 62 de 115 SM01.00-00.001

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 10 – ESTRUTURA I-RLMD

REDE TRIFÁSICA OU MONOFÁSICA

MULTIPLEXADA

A-15-6 e

A-15-5

O-13

O-12

C-5

M-3-1

A-25

FITA COLORIDA DE

IDENTIFICAÇÃO DA FASE

C-6

RAMAL DE LIGAÇÃO CONCÊNTRICO

A-15-1, A-15-2 ou A-15-3

COTAS EM MILÍMETROS

VERSÃO: 5 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESTRUTURA I-RLMD

Utilizada para Inst. de Ramal de Lig. Monof. sem Caixa de Derivação

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 63 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

Ref.

A-15-1

A-15-2

A-15-3

A-15-5

A-15-6

A-25

C-6

F-25

F-30

M-3-1

O-13

RELAÇÃO DE MATERIAL – Estrutura C-RLM – Utilizada para Instalação de Ramal de Ligação

Monofásico em Rede de BT Convencional – Ligação sem Caixa de Derivação

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.011

VR01.01-

00.119

VR01.01-

00.121

VR01.01-

00.055

VR01.01-

00.047

2660008

2660002

2660005

2660001

2660000

3421010

(Tabela 12)

3486040

3480315

(Tabela 12)

(Nota 7)

Fita isolante marrom 19x20mm (Nota 3)

Fita isolante vermelha 19x20mm (Nota 1)

Fita isolante branca 19x20mm (Nota 2)

Fita isol. preta comum (Nota 4)

Fita isol. EPR Auto-fusão preta 19mm x10m

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo potência Cu concêntrico 1kV (Tabela 04)

Olhal parafuso 5000 daN

Parafuso cabeça quadrada M-16 x 300mm

Alça preformada serviço concêntrica

Conector paralelo para derivação m m m 0,5 pç

(Nota 5) pç

(Nota 5) pç m pç pç pç pç

0,5

0,5

02

(Nota 6)

02

01

02

02

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

OBSERVAÇÕES

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

Nota 6:

Nota 7:

Identificação da 1ª fase (Fase A);

Identificação da 2ª fase (Fase B);

Identificação da 3ª fase (Fase C);

Utilizada para a cobertura protetora externa da fita isolante de autofusão;

Usar quantidade suficiente para recompor a isolação;

O comprimento do cabo depende da distância entre a rede secundária e os bornes do medidor da unidade consumidora;

Depende da bitola do cabo da rede nua com o cabo concêntrico conforme Tabela 10.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 64 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 11 – ESTRUTURA C-RLM

A-15-6 e

A-15-5

O-13

Ver nota

REDE TRIFÁSICA OU MONOFÁSICA

CONVENCIONAL

F-30

F-25

M-3-1

A-25

C-6

A-15-1, A-15-2 ou A-15-3

Nota: Recompor a isolação na conexão e no cabo concêntrico visando evitar a penetração de água por efeito capilar no condutor.

COTAS EM MILÍMETROS

VERSÃO: 4 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

ESTRUTURA C-RLM

Utiliz. p/ Inst. de RL Monof. em Rede BT Conv.- Lig. sem Cx. de Deriv.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 65 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 12 – DETALHES DE PONTO DE ENTREGA MONOFÁSICO

1

CABO POTÊNCIA Cu

CONCÊNTRICO 1kV

2 BENGALA PARA ELETRODUTO

2 PONTALETE/CANTONEIRA

2 ARMAÇÃO SECUNDÁRIA + ISOLADOR ROLDANA +

PARAFUSO + PORCA

1 ALÇA PREFORMADA SERVIÇO CONCÊNTRICA

OU

SAPATILHA GALV. PARA

CABO DE AÇO 9,5 mm

1

OU

2

OLHAL PARAFUSO

500 daN

OU

1 FORNECIMENTO DA CELPE

2 FORNECIMENTO DO CONSUMIDOR

VERSÃO: 3 DATA: 06/10/05

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

Detalhes de Pontos de Entrega Monofásicos

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 66 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua

Medição no Poste – Ramal de Distribuição Subterrâneo

Ref.

A-25

C-5

C-6

M-3-2

O-12

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.102

VR01.01-

00.055

VR01.01-

00.009

3421010

(Tabela 12)

2221015

(Tabela 12)

(Nota 3)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo multiplexado AS Cu 0,6/1 kV (Tabela 04)

Fio cobre 750 V 1,50 PT (Nota 2)

Alça preformada serviço AS

Conector perfurante isolado pç m m pç pç

02

(Nota 1)

1,0

02

04

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-61

E-62

F-3-1

F-10

F-12

F-17

F-31

P

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas e quadro

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º m pç pç

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto pç pç

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04) m

Caixa para medidor polifás. (Instal. no poste) (***) pç

Caixa para disjuntor polifásico (Instal. no poste)

Caixa para DPS polifásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 4)

Cond. c/ isol. termoplástico 1kV (Tabela 04)

Disjuntor termomagnético tripolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária (Nota 4)

Cinta galvanizada poste circular (**)

Fita de aço inoxidável

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

Parafuso cabeça abaulada 12x50mm (**)

Poste particular (Nota 6 e Tabela 06) pç pç pç m m pç pç pç pç pç pç pç pç

OBSERVAÇÕES

(Nota 1)

01

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

03

01

01

01

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

Nota 6:

A quantidade depende do projeto apresentado;

Utilizado para amarração do cabo multiplexado;

Depende da bitola do cabo isolado da rede multiplexada com a do ramal de ligação conforme tabela

09 ou do estribo com o ramal de ligação conforme tabela 08;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Pode ser utilizado parafuso olhal galvanizado 12x200mm (*) ou armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com um isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de

12x200mm (*) com porcas e arruelas de

φ

14mm (*), para fixação do ponto de entrega;

Pode ser utilizado como poste particular: um poste DT ou circular;

(**)

(***)

Estes itens tornam-se necessários caso seja utilizado o poste circular;

A caixa de medição deve ser com visor de vidro.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 67 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 13 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA COM TRAVESSIA DE RUA MEDIÇÃO NO POSTE

RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEO

0,10±0,05

1,30±0,10

0,30

VERSÃO: 4 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

MÍNIMO 5,50

1,60±0,10

E= L + 0,60

10

Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua

Medição no Poste - Ramal de Distribuição Subterrâneo

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 68 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua

Medição no Muro – Ramal de Distribuição Subterrâneo

Ref.

A-25

C-5

C-6

M-3-2

O-12

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.102

VR01.01-

00.055

VR01.01-

00.009

3421010

(Tabela 12)

2221015

(Tabela 12)

(Nota 3)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo multiplexado AS Cu 0,6/1 kV (Tabela 04)

Fio cobre 750 V 1,50 PT (Nota 2)

Alça preformada serviço AS

Conector perfurante isolado pç m m pç pç

02

(Nota 1)

1,0

02

04

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-60

E-62

F-3-1

F-10

F-12

F-17

F-31

P

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas e quadro

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor polifásico (***)

Caixa para disjuntor polifásico

Caixa para DPS polifásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 4)

Cond. c/ isol. termoplástico 1kV (Tabela 04)

Disjuntor termomagnético tripolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária (Nota 5)

Cinta galvanizada poste circular (**)

Fita de aço inoxidável

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

Parafuso cabeça abaulada 12x50mm (**)

Poste particular (Nota 6 e Tabela 06)

OBSERVAÇÕES

m pç pç pç pç m pç pç pç pç m m pç pç pç pç pç pç pç pç

(Nota 1)

01

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

03

01

01

01

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

Nota 6:

A quantidade depende do projeto apresentado;

Utilizado para amarração do cabo multiplexado;

Depende da bitola do cabo isolado da rede multiplexada com a do ramal de ligação conforme tabela

09 ou do estribo com o ramal de ligação conforme tabela 08;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Pode ser utilizado parafuso olhal galvanizado 12x200mm (*) ou armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com um isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de

12x200mm (*) com porcas e arruelas de

φ

14mm (*), para fixação do ponto de entrega;

Pode ser utilizado como poste particular: um poste DT ou circular;

(**)

(***)

Estes itens tornam-se necessários caso seja utilizado o poste circular;

A caixa de medição deve ser com visor de vidro.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 69 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 14 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA COM TRAVESSIA DE RUA

MEDIÇÃO NO MURO – RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEO

SM01.00-00.001

0,10±0,05

VERSÃO: 4 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

MÍNIMO 5,50

1,30±0,10

1,60±0,10

0,30

E= L + 0,60

10

Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua

Medição no Muro - Ramal de Distribuição Subterrâneo

14ª Edição 13/10/2014 70 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

Ref.

A-25

C-5

C-6

M-3-2

O-12

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua

Medição no Muro – Ramal de Distribuição Aéreo

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

3421010 pç

02

VR01.01-

00.009

(Tabela 12)

2221015

(Tabela 12)

(Nota 3)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo multiplexado AS Cu 0,6/1 kV (Tabela 04)

Fio cobre 750 V 1,50 PT (Nota 2)

Alça preformada serviço AS

Conector perfurante isolado m m pç pç

(Nota 1)

1,0

02

04

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-60

E-62

F-3-1

F-3-2

F-10

F-12

F-17

F-31

F-34

F-60

P

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor polifásico com visor de vidro

Caixa para disjuntor polifásico

Caixa para DPS polifásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 4)

Cond. c/ isol. termoplástico 750V (Tabela 04)

Disjuntor termomagnético tripolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária de um estribo (Nota 5)

Armação secundária de dois estribos (Nota 6)

Cinta galvanizada poste circular (**)

Fita de aço inoxidável

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

Parafuso cabeça abaulada 12x50mm (**)

Parafuso 12x150 mm p/ fixação cantoneira (***)

Pontalete (Tabela 07) (***)

Poste particular (Nota 7 e Tabela 06)

OBSERVAÇÕES

m pç pç pç pç m pç pç pç pç m m pç pç pç pç pç pç pç pç pç pç pç

(Nota 1)

03

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

04

04

03

01

04

02

01

01

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

Nota 6:

Nota 7:

(*)

(**)

(***)

A quantidade depende do projeto apresentado;

Utilizado para amarração do cabo multiplexado;

Depende da bitola do cabo isolado da rede multiplexada com a do ramal de ligação conforme tabela

09 ou do estribo com o ramal de ligação conforme tabela 08;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul;

Um parafuso olhal galvanizado 12x200mm (*) ou armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de 12x200mm (*) com porcas e arruelas de

φ

14mm (*), para fixação do ponto de entrega;

Armações secundária de dois estribos em ferro galvanizado, com oito isoladores roldana de

76x79mm e sete parafusos de máquina sendo três de 12x200mm (*) e quatro de 12x50mm com porcas e arruelas de

φ

14mm, para fixação do ramal de distribuição;

Pode ser utilizado como poste particular: um poste DT ou circular;

Estes itens tornam-se desnecessários caso seja utilizado o poste circular;

Estes itens tornam-se necessários caso seja utilizado o poste circular;

Esses itens se tornam desnecessários caso o ramal de distribuição entre direto na fachada.

14ª Edição 13/10/2014 71 de 115 SM01.00-00.001

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 15 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA COM TRAVESSIA DE RUA

MEDIÇÃO NO MURO – RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO AÉREO

VERSÃO: 5

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

0,10±0,05

0,10±0,05

DATA: 22/08/11

SM01.00-00.001

MÍNIMO 5,50

Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua

Medição no Muro - Ramal de Distribuição Aéreo

14ª Edição

1,30±0,10

1,60±0,10

13/10/2014

E= L + 0,60

10

72 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

Ref.

A-25

C-5

C-6

M-3-2

O-12

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua

Medição no Poste – Ramal de Distribuição Aéreo

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

3421010

(Tabela 12)

Sapatilha cabo 9,5mm pç m

02

(Nota 1)

2221015

(Tabela 12)

(Nota 3)

Cabo multiplexado AS Cu 0,6/1 kV (Tabela 04)

Fio cobre 750 V 1,50 PT (Nota 2)

Alça preformada serviço AS

Conector perfurante isolado m pç pç

1,0

02

04

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-60

E-62

F-3-1

F-3-2

F-10

F-12

F-17

F-31

F-34

F-60

P

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor polifásico com visor de vidro

Caixa para disjuntor polifásico

Caixa para DPS polifásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 4)

Cond. c/ isol. termoplástico 750V (Tabela 04)

Disjuntor termomagnético tripolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária de um estribo (Nota 5)

Armação secundária de dois estribos (Nota 6)

Cinta galvanizada poste circular (**)

Fita de aço inoxidável

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

Parafuso cabeça abaulada 12x50mm (**)

Parafuso 12x150 mm p/ fixação cantoneira (***)

Pontalete (Tabela 07) (***)

Poste particular (Nota 7 e Tabela 06)

OBSERVAÇÕES

m pç pç pç pç m pç pç pç pç m m pç pç pç pç pç pç pç pç pç pç pç

(Nota 1)

03

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

04

04

03

01

04

02

01

01

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

Nota 6:

Nota 7:

(*)

(**)

(***)

A quantidade depende do projeto apresentado;

Utilizado para amarração do cabo multiplexado;

Depende da bitola do cabo isolado da rede multiplexada com a do ramal de ligação conforme tabela

09 ou do estribo com o ramal de ligação conforme tabela 08;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul;

Um parafuso olhal galvanizado 12x200mm (*) ou armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de 12x200mm (*) com porcas e arruelas de

φ

14mm (*), para fixação do ponto de entrega;

Armações secundária de dois estribos em ferro galvanizado, com oito isoladores roldana de

76x79mm e sete parafusos de máquina sendo três de 12x200mm (*) e quatro de 12x50mm com porcas e arruelas de

φ

14mm, para fixação do ramal de distribuição;

Pode ser utilizado como poste particular: um poste DT ou circular;

Estes itens tornam-se desnecessários caso seja utilizado o poste circular;

Estes itens tornam-se necessários caso seja utilizado o poste circular;

Esses itens se tornam desnecessários caso o ramal de distribuição entre direto na fachada.

14ª Edição 13/10/2014 73 de 115 SM01.00-00.001

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 16 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA COM TRAVESSIA DE RUA

MEDIÇÃO NO POSTE – RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO AÉREO

0,10±0,05

0,10±0,05

VERSÃO: 5 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

MÍNIMO 5,50

1,30±0,10

1,60±0,10

E= L + 0,60

10

Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua

Medição no Poste - Ramal de Distribuição Aéreo

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 74 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua

Edificação sem recuo – Fixação em Pontalete

Ref.

A-25

C-5

C-6

M-3-2

O-12

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.102

VR01.01-

00.009

3421010

(Tabela 12)

2221015

(Tabela 12)

(Nota 3)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo multiplexado AS Cu 0,6/1 kV (Tabela 04)

Fio cobre 750 V 1,50 PT (Nota 2)

Alça preformada serviço AS

Conector perfurante isolado pç m m pç pç

02

(Nota 1)

1,0

02

04

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-60

E-62

F-3-1

F-17

F-34

F-60

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas e quadro

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor polifásico com visor de vidro

Caixa para disjuntor polifásico

Caixa para DPS polifásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 4)

Cond. c/ isol. termoplástico 750V (Tabela 04)

Disjuntor termomagnético tripolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária (Nota 5)

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

Parafuso 12x150 mm p/ fixação cantoneira

Pontalete (Tabela 07) m pç pç pç pç m pç pç pç pç m m pç pç pç pç pç pç

(Nota 1)

01

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

02

01

OBSERVAÇÕES

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

A quantidade depende do projeto apresentado;

Utilizado para amarração do cabo multiplexado;

Depende da bitola do cabo isolado da rede multiplexada com a do ramal de ligação conforme tabela

09 ou do estribo com o ramal de ligação conforme tabela 08;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Parafuso olhal galvanizado de 12x50mm ou uma armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com um isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de 12x50mm com porcas e arruelas de

φ

14mm, para fixação do ponto de entrega.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 75 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 17 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA COM TRAVESSIA DE RUA

EDIFICAÇÃO SEM RECUO – FIXAÇÃO EM PONTALETE

0,10±0,05

VERSÃO: 5 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001

MÍNIMO 5,50

Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua

Edificação sem Recuo - Fixação em Pontalete

14ª Edição

1,30±0,10

1,60±0,10

13/10/2014 76 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua

Edificação sem recuo – Fixação na Fachada

Ref.

A-25

C-5

C-6

M-3-2

O-12

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.102

VR01.01-

00.009

3421010

(Tabela 12)

2221015

(Tabela 12)

(Nota 3)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo multiplexado AS Cu 0,6/1 kV (Tabela 04)

Fio cobre 750 V 1,50 PT (Nota 2)

Alça preformada serviço AS

Conector perfurante isolado pç m m pç pç

02

(Nota 1)

1,0

02

04

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-60

E-62

F-3-1

F-17

F-34

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas e quadro

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor polifásico com visor de vidro

Caixa para disjuntor polifásico

Caixa para DPS polifásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 4)

Cond. c/ isol. termoplástico 750V (Tabela 04)

Disjuntor termomagnético tripolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária (Nota 5)

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

Parafuso 12x150 mm p/ fixação cantoneira

OBSERVAÇÕES

m pç pç pç pç m pç pç pç pç m m pç pç pç pç pç

(Nota 1)

01

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

02

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

A quantidade depende do projeto apresentado;

Utilizado para amarração do cabo multiplexado;

Depende da bitola do cabo isolado da rede multiplexada com a do ramal de ligação conforme tabela

09 ou do estribo com o ramal de ligação conforme tabela 08;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Parafuso olhal galvanizado de 12x200mm ou uma armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com um isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de 12x200mm com porcas e arruelas de

φ

14mm, para fixação do ponto de entrega.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 77 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 18 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA COM TRAVESSIA DE RUA

EDIFICAÇÃO SEM RECUO – FIXAÇÃO NA FACHADA

0,10±0,05

VERSÃO: 5 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001

Entrada de Serviço Trifásica com Travessia de Rua

Edificação sem Recuo - Fixação na Fachada

14ª Edição

MÍNIMO 5,50

1,30±0,10

1,60±0,10

13/10/2014 78 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Entrada de Serviço Trifásica sem Travessia de Rua

Edificação sem recuo – Fixação na Fachada

Ref.

A-25

C-5

C-6

M-3-2

O-12

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.102

VR01.01-

00.055

VR01.01-

00.009

3421010

(Tabela 12)

2221015

(Tabela 12)

(Nota 3)

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo multiplexado AS Cu 0,6/1 kV (Tabela 04)

Fio cobre 750 V 1,5 mm² PT (Nota 2)

Alça preformada serviço AS

Conector perfurante isolado pç m m pç pç

02

(Nota 1)

1,0

02

04

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

A-40

A-40-1

A-40-2

A-40-3

A-40-4

A-40-5

A-50

A-51

A-52

A-60

C-7

C-8

E-60

E-62

F-3-1

F-17

Eletroduto PVC p/ conexão entre caixas e quadro

Bengala para eletroduto (Tabela 04)

Curva 90º

Luvas para eletroduto

Buchas e arruelas de alumínio para eletroduto

Eletroduto de PVC rígido (Tabela 04)

Caixa para medidor polifásico com visor de vidro

Caixa para disjuntor polifásico

Caixa para DPS polifásico

Quadro de distribuição

Fio elétrico nu cu md (Nota 04)

Cond. c/ isol. termoplástico 750V (Tabela 04)

Disjuntor termomagnético tripolar (Tabela 04)

Dispositivo de Proteção contra Surtos - DPS

Armação secundária (Nota 5)

Haste de aterramento 16x2400mm c/ conector

OBSERVAÇÕES

m pç pç pç pç m pç pç pç pç m m pç pç pç pç

(Nota 1)

01

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

(Nota 1)

(Nota 1)

01

01

01

01

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

A quantidade depende do projeto apresentado;

Utilizado para amarração do cabo multiplexado;

Depende da bitola do cabo isolado da rede multiplexada com a do ramal de ligação conforme tabela

09 ou do estribo com o ramal de ligação conforme tabela 08;

Pode ser utilizado fio elétrico nu de cobre ou isolado, sendo a isolação deste último, na cor azul, conforme norma NBR-5410;

Parafuso olhal galvanizado de 12x200mm ou uma armação secundária de um estribo, em ferro galvanizado, com um isolador roldana de 76x79mm e um parafuso de máquina de 12x200mm com porcas e arruelas de

φ

14mm, para fixação do ponto de entrega.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 79 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 19 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA SEM TRAVESSIA DE RUA

EDIFICAÇÃO SEM RECUO – FIXAÇÃO NA FACHADA

0,10±0,05

VERSÃO: 5 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001

Entrada de Serviço Trifásica sem Travessia de Rua

Edificação sem Recuo - Fixação na Fachada

14ª Edição

MÍNIMO 3,50

1,30±0,10

1,60±0,10

13/10/2014 80 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Estrutura I-RLT – Utilizada para Instalação de Ramal de Ligação Trifásico

Ref.

A-15-1

A-25

C-5

C-8

F-25

O-12

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.055

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.102

VR01.01-

00.119

VR01.01-

00.009

(Tabela 12)

3421010

(Tabela 12)

2221015

3486040

(Nota 4)

Alça preformada serviço AS

Sapatilha cabo 9,5mm

Cabo multiplexado AS Cu 0,6/1 kV

Fio Cu isol. 1,5mm² preto 750V (Nota 2)

Olhal parafuso 5000 daN

Conector perfurante isolado (Nota 3) pç pç m m pç pç

02

02

(Nota 1)

01

02

04

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

OBSERVAÇÕES

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

O comprimento do cabo depende da distância entre a rede secundária e a unidade consumidora;

Utilizado para amarração do cabo isolado;

Opcionalmente o Ramal de Ligação trifásico pode ser ligado através de estribo caso o mesmo esteja instalado na rede multiplexada;

Depende da bitola do cabo isolado da rede multiplexada com a do ramal de ligação conforme tabela

09 ou do estribo com o ramal de ligação conforme tabela 08.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 81 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 20 – ESTRUTURA I-RLT

REDE TRIFÁSICA MULTIPLEXADA

VERSÃO: 4 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001

F-25

NEUTRO

FASE A

FASE B

FASE C

Detalhe da Conexão no Estribo

O-12

O-12

C-8

C-5

C-8

C-5

A-15-1 e

A-25

C-8

RAMAL DE LIGAÇÃO TRIFÁSICO

MULTIPLEXADO

Utilizada p/ Inst. de Ramal de Ligação Trifásico

14ª Edição

ESTRUTURA I-RLT

13/10/2014

COTAS EM MILÍMETROS

82 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

RELAÇÃO DE MATERIAL – Estrutura C-RLT1 – Utilizada para Instalação de Ramal de Ligação

Trifásico em Rede de BT Convencional Voltada para a Unidade Consumidora

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

A-15-1

A-15-5

A-15-6

VR01.01-

00.055

(Tabela 12)

2660001

2660000

Alça preformada serviço AS

Fita isol. preta comum (Nota 1)

Fita isol. EPR Autofusão preta 19mm x10m

Sapatilha cabo 9,5mm pç pç pç

02

(Nota 2)

(Nota 2)

A-25

C-5

C-8

F-22

O-13

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.102

VR01.01-

00.117

VR01.01-

00.047

3421010

(Tabela 12)

2221015

3420090

(Nota 7)

Cabo multiplexado AS Cu 0,6/1 kV

Fio Cu isol. 1,5mm² preto 750V (Nota 5)

Manilha sapatilha aço 5.000 daN (Nota 6)

Conector paralelo para derivação pç m m pç pç

(Nota 3)

(Nota 4)

01

01

04

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

OBSERVAÇÕES

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

Nota 6:

Nota 7:

Utilizada para cobertura protetora externa da fita isolante de autofusão;

Usar quantidade suficiente para recompor a isolação;

Deve ser usada uma sapatilha no ponto de entrega quando o mesmo for fixado por parafuso olhal;

O comprimento do cabo depende da distância entre a rede secundária e a unidade consumidora;

Utilizado para amarração do cabo isolado;

Deve ser usada quando a rede convencional for de cobre;

Depende da bitola do cabo da rede convencional com a do isolado do ramal de ligação conforme tabela 11.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 83 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 21 – ESTRUTURA C-RLT1

A-15-1 e

F-22

Nota

C-5

C-8

F-22

O-13 e A-15-6

A-15-5

DETALHE 1

(REDE DE COBRE NÚ)

DETALHE 2

(REDE DE ALUMÍNIO NÚ)

Nota: Recobrir as conexões com fita isolante auto-fusão e fita isolante comum.

VERSÃO: 4 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

ESTRUTURA C-RLT1

Utiliz. p/ Inst. RL Trifásico em RD de BT Conv. Volt. p/ Unid. Cons.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 84 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

Ref.

A-15-1

A-15-5

A-15-6

A-25

C-5

C-8

F-22

F-25

RELAÇÃO DE MATERIAL – Estrutura C-RLT2 – Utilizada para Instalação de Ramal de Ligação

Trifásico em Rede de BT Convencional Oposta a Unidade Consumidora

O-13

RELAÇÃO DE MATERIAL – RAMAL DE LIGAÇÃO (RESPONSABILIDADE DA CELPE)

Especif. Código Descrição Un.

Quantidade

Mon. Trif.

VR01.01-

00.055

(Tabela 12)

2660001

2660000

3421010

Alça preformada serviço AS

Fita isol. preta comum (Nota 1)

Fita isol. EPR Auto-fusão preta 19mm x10m

Sapatilha cabo 9,5mm pç pç pç pç

02

(Nota 2)

(Nota 2)

(Nota 3)

VR01.01-

00.135

VR01.01-

00.102

VR01.01-

00.117

VR01.01-

00.119

VR01.01-

00.047

(Tabela 12)

2221015

3420090

3486040

(Nota 7)

Cabo multiplexado AS Cu 0,6/1 kV

Fio Cu isol. 1,5mm² preto 750V (Nota 5)

Manilha sapatilha aço 5.000 daN (Nota 6)

Olhal parafuso 5000 daN

Conector paralelo para derivação m m pç pç pç

(Nota 4)

01

01

02

04

Ref.

RELAÇÃO DE MATERIAL – PADRÃO DE ENTRADA (RESPONSABILIDADE DO CONSUMIDOR)

Especif. Código Descrição Unid

Quantidade

Mon. Trif.

OBSERVAÇÕES

Nota 1:

Nota 2:

Nota 3:

Nota 4:

Nota 5:

Nota 6:

Nota 7:

Utilizada para cobertura protetora externa da fita isolante de autofusão;

Usar quantidade suficiente para recompor a isolação;

Deve ser usada uma sapatilha no ponto de entrega quando o mesmo for fixado por parafuso olhal;

O comprimento do cabo depende da distância entre a rede secundária e a unidade consumidora;

Utilizado para amarração do cabo isolado;

Deve ser usada quando a rede convencional for de cobre;

Depende da bitola do cabo da rede convencional com a do isolado do ramal de ligação conforme tabela 11.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 85 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 22 – ESTRUTURA C-RLT2

RAMAL DE LIGAÇÃO TRIFÁSICO - REDE CONVENCIONAL

F-25 e F-30

A-15 -1 e F-22

O-13 e A-15-6

A-15-5

Nota

C-5

C-8

Nota: Recobrir as conexões com fita isolante auto-fusão e fita isolante comum.

VERSÃO: 4 DATA: 22/08/11

APROVADO: EIEB

ESTRUTURA C-RLT2

ESCALA: S/ESCALA

Utiliz. p/Inst. RL Trifásico em RD de BT Conv. Oposta à Unid. Cons.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 86 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 23 – DETALHES DE PONTO DE ENTREGA TRIFÁSICO

1

CABO MULTIPLEXADO

AS CU 0,6/1kV

2 BENGALA PARA ELETRODUTO

2

PONTALETE/CANTONEIRA

2

ARMAÇÃO SECUNDÁRIA + ISOLADOR ROLDANA +

PARAFUSO + PORCA

1

ALÇA PREFORMADA SERVIÇO AS CU 0,6/1kV

OU

SAPATILHA GALV. PARA

CABO DE AÇO 9,5 mm

1

OU

2

OLHAL PARAFUSO

OU

1 FORNECIMENTO DA CELPE

2 FORNECIMENTO DO CONSUMIDOR

VERSÃO: 3 DATA: 06/10/05

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

Detalhes de Pontos de Entrega Trifásicos

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 87 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 24A – DETALHES DE POSTE DE CONCRETO SEÇÃO DT E CIRCULAR

IDENTIFICAÇÃO

FURO Ø110

LUVA Ø 20

FURO P/ CX. MEDIÇÃO

FURO P/ CX. MEDIÇÃO

MARCA DE ENGASTAMENTO

SM01.00-00.001

POSTE DUPLO T

VERSÃO: 3 DATA: 02/04/14

APROVADO: SEBD

ESCALA: S/ESCALA

POSTE CIRCULAR

COTAS EM MILÍMETROS

Detalhes dos Postes de Concreto Armado

Duplo T e Concreto Circular

14ª Edição 13/10/2014 88 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 24B - POSTE CONCRETO ARMADO DUPLO T COM CAIXA DE MEDIÇÃO MONOFÁSICA E

DISJUNÇÃO EMBUTIDAS - 7.500 MM

100

160

Ø28

250

OBS.: COTAS EM MILÍMETROS

SM01.00-00.001

Poste Concreto Armado Duplo T com Caixa de Medição e Disjunção Monofásica Embutidas - 7.500 mm

14ª Edição 13/10/2014 89 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 24C - POSTE CONCRETO ARMADO DUPLO T COM CAIXA DE MEDIÇÃO TRIFÁSICA E

DISJUNÇÃO EMBUTIDAS - 7.500 MM

100

100

Ø19

Ø35

200 370

OBS.: COTAS EM MILÍMETROS

Poste Concreto Armado Duplo T com Caixa de Medição e Disjunção Trifásica Embutidas - 7.500 mm

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 90 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 25A – DETALHES DE INSTALAÇÃO DAS CAIXAS DE MEDIÇÃO, DISJUNÇÃO

MONOFÁSICA E DPS - OPÇÃO 1

MED ID OR

NOTA 1

CONE TOR P/ A TER R.

COND UTOR . C u PARA

ATERR AMENTO

ELET. PVC RÍGIDO

OU FLEXÍVEL

NOTA 2

FON TE CAR GA

CAIXA DE MEDIÇ ÃO

BUCH A E AR RU ELA

D E AL UMÍNIO

NEU TR O

CON DUTOR. Cu PARA

A TER RAMEN TO

FA SE

COND UTOR. C u PARA

ATERR AMENTO

NEU TR O

FAS E

D IS JUNTOR

FASE

DPS

COND. Cu

(ATERR AMENTO)

LAD O DA VIA PÚBL IC A

LADO IN TERNO DA UN ID ADE

CONSU MID OR A

NOTA 1 :

A ALIMEN TAÇ ÃO D O MEDID OR D EVE SER FE ITA PREFEREN CIALMEN TE POR ESTE LADO

A SAÍDA PODE SER FEITA PEL A PAR TE INFERIOR OU PELO LAD O DIREITO D A C AIXA.

N OTA 2:

SUGESTÃO D O L OC AL PARA A IN STALAÇÃ O DA CA IXA DO DPS (OPCIONAL).

VERSÃ O: 4 DATA: 2 0/06/09

APROVAD O: SEBD

ES CALA: S/E SCALA

SM01.00-00.001

DETALHE DE LIGAÇÃO DO ME DIDOR, DISJUNTOR E

DPS (MONOFÁSICOS) - OPÇÃO 1

14ª Edição 13/10/2014 91 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 25B – DETALHES DE INSTALAÇÃO DAS CAIXAS DE MEDIÇÃO, DISJUNÇÃO

MONOFÁSICA E DPS - OPÇÃO 2

VERSÃO: 4 DATA: 20/06/09

APROVADO: SEBD

ESCALA: S/ESCALA

DETALHE DE LIGAÇÃO DO MEDIDOR, DISJUNTOR E

DPS (MONOFÁSICOS) - OPÇÃO 2

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 92 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 26A – DETALHES DE INSTALAÇÃO DAS CAIXAS DE MEDIÇÃO,

DISJUNÇÃO TRIFÁSICA E DPS - OPÇÃO 1

MEDIDOR

NOTA 1

CONETOR P/ AT ERR.

CON DUTOR. Cu PARA

ATERRAMENT O

ELET. PVC RÍGIDO

OU FLEXÍVEL

NOTA 2

FONT E

VERSÃO: 4 DATA: 20/06/09

APROVADO: SEBD

ESCALA: S/ESC ALA

CAR GA

CAIXA DE MEDIÇÃO

BUCHA E ARRUELA

DE ALUMÍNIO

NEUTRO

CONDUT OR. Cu PARA

ATERRAMENTO

FASE

C ONDUT OR. Cu PARA

ATERRAMENTO

NEUTRO

FASE

DISJUNT OR

FASE

DPS

CON D. C u

(ATERRAMENTO)

LAD O DA VIA PÚBLICA

LADO INTERNO DA UNIDADE

CONSUMIDORA

NOTA 1:

A ALIMENTAÇÃO DO MEDIDOR DEVE SER FEITA PREFERENCIALMENTE POR ESTE LADO

A SAÍDA PODE SER FEITA PELA PARTE INFERIOR OU PELO LADO DIREITO DA CAIXA.

NOTA 2:

SUGESTÃO DO LOC AL PARA A INSTALAÇÃO DA CAIXA DO DPS (OPCIONAL) .

DETALHE DE LIGAÇÃO DO MEDIDOR, DISJUNTOR E

DPS (TRIFÁSICOS) - OPÇÃO 1

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 93 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 26B – DETALHES DE INSTALAÇÃO DAS CAIXAS DE MEDIÇÃO,

DISJUNÇÃO TRIFÁSICA E DPS - OPÇÃO 2

VERSÃO: 4 DATA: 20/06/09

APROVADO: SEBD

ESCALA: S/ESCALA

DETALHE DE LIGAÇÃO DO MEDIDOR, DISJUNTOR E

DPS (TRIFÁSICOS) - OPÇÃO 2

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 94 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 27 – ATERRAMENTO EM CAIXA DE CONCRETO OU TUBO PVC

CAPUZ EM PVC

CAIXA DE ATER.

250 x 250 x 300

DETALHE "A"

TAMPA DE CONCRETO

VER DETALHE "A"

HASTE DE ATERRAMENTO 16 X 2400

CONETOR CUNHA ATERRAMENTO

TUBO PVC

Ø 100 (mínimo)

CONETOR TIPO "U" (CABO-HASTE)

CONETOR TIPO TGC (CABO-HASTE)

OBS:

- QUANDO A CAIXA DE CONCRETO FOR UTILIZADA PARA

PASSAGEM DO CABO DE ATERRAMENTO

A DIMENSÃO DA MESMA DEVE SER DE 300x300x400mm.

VERSÃO: 3 DATA: 03/07/2009

APROVADO: EIEB

COTAS EM MILÍMETROS

Sistema de Aterramento em Caixa de Concreto ou Tubo PVC

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 95 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 28A – INSTALAÇÃO PARA FORNECIMENTO PROVISÓRIO

3.500

2.000

500

3.500

2.000

500

2.000

500

VERSÃO: 3 DATA: 06/10/05

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001

COTAS EM MILÍMETROS

Instalação para Fornecimento Provisório

14ª Edição 13/10/2014 96 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 28B – INSTALAÇÃO PARA FORNECIMENTO PROVISÓRIO

VERSÃO: 3 DATA: 06/10/05

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001

Instalação para Fornecimento Provisório

14ª Edição 13/10/2014 97 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 29A – CAIXA PARA MEDIDOR E DISJUNTOR MONOFÁSICA E POLIFÁSICA

(COM VISOR DE VIDRO)

259

Caixa de Medição Polifásica 01 com visor de vidro

200

202

215

Caixa Disjuntor Monofásico

137

Caixa de Medição Monof. com visor de vidro

282,5

Caixa de Medição Polifásica 02

222

Caixa Disjuntor Polifásico

228

COTAS EM MILÍMETROS

VERSÃO: 3 DATA: 25/10/13

APROVADO: EIEB

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001

Caixas para Medidores e Disjuntores Monofásicos e Polifásicos

14ª Edição 13/10/2014 98 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 29B – CAIXA DE MEDIÇÃO PLÁSTICA MONOFÁSICA PADRONIZADA

(COM VISOR DE VIDRO)

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 99 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 30 – PADRÃO DE ENTRADA PARA CONSUMIDOR IRRIGANTE EM BAIXA TENSÃO

MED. 1: Irrigação MED. 2: demais cargas

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014

COTAS EM MILÍMETROS

100 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 31 – SITUAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA ÚNICO PARA O CONSUMIDOR IRRIGANTE EM

BAIXA TENSÃO

PRO PRIEDADE RURAL

MED. 1: Irrigação

M ED. 2: Outras cargas

3 00/9

IT-A

IT-R

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 101 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 32 – SITUAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DISTINTO PARA O CONSUMIDOR IRRIGANTE

EM BAIXA TENSÃO

PROPRIEDADE RURAL

300/9

IT-A

IT-R

M

MED. 1: Irrigação

MED. 2: Outras cargas

300/9

IT-A

IT-R

L >= 200 METROS

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 102 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 33 - PADRÃO DE ENTRADA COM DUAS MEDIÇÕES

COTAS MÍNIMAS EXIGIDAS

VERSÃO: 1 DATA: 15/08/2007

APROVADO: EPI

ESCALA: S/ESCALA

Mureta ou muro frontal

Caixa de inspeção (0,2x0,2x0,3m)

Em alvenaria ou tubo PVC Rígido com

0,15m de diâmetro e 0,3m de profundidade com tampa cega.

Padrão de Entrada com Duas Medições

COTAS EM MILÍMETROS

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 103 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

Cotas mínimas exigidas

VERSÃO: 3

DESENHO 34A - MEDIÇÃO AGRUPADA EM MURO OU MURETA

QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) METÁLICO

Diâmetro mínimo eletroduto: 40 mm

DATA: 22/08/2011

1.600

COTAS EM MILÍMETROS

APROVADO: EPI

Medição Agrupada em Muro ou Mureta

(Quadro de Barramentos metálico - CD - Uso Coletivo)

ESCALA: S/ESCALA

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 104 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

VERSÃO: 1

DESENHO 34B - MEDIÇÃO AGRUPADA EM MURO OU MURETA

QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO GERAL (QDG) PLÁSTICO

Diâmetro mínimo eletroduto: 40 mm

Cotas mínimas exigidas

DATA: 16/06/2009

1.600

COTAS EM MILÍMETROS

Medição Agrupada em Muro ou Mureta

APROVADO: EPI

ESCALA: S/ESCALA

(Qadro de Barramentos em Caixa Plástica)

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 105 de 115

Norma

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

VERSÃO: 1

APROVADO: EPI

DESENHO 35 – MEDIÇÃO AGRUPADA EM ARRANJO VERTICAL

m m 00 1.6

m m 00 1.6

m 0 m 50

Diâmetro mínimo eletroduto: 40 mm

Cotas mínimas exigidas

DATA: 16/06/2009

COTAS EM MILÍMETROS

Medição Agrupada em Arranjo Vertical

ESCALA: S/ESCALA

(Aplicável quando não houver espaço na disposição horizontal)

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 106 de 115

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Edificações Individuais

DESENHO 36 - LIGAÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS EM NÍVEIS DIFERENTES DE TENSÃO

(PLACA DE ADVERTÊNCIA)

ATENÇÃO!

DUAS

ENTRADAS

MT / BT

MATERIAL: ALUMÍNIO

DIMENSÕES MÍNIMAS: 20 CM X 15 CM

FIXAÇÃO EM PAREDE OU MURO: BUCHA E PARAFUSO

FIXAÇÃO EM POSTE: FITA DE AÇO E PRESILHA

CORES:

FUNDO: BRANCA

LETRA: VERMELHA

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 107 de 115

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Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

DESENHO 37 – AFASTAMENTO MÍNIMO ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 108 de 115

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Edificações Individuais

ANEXO III. MEMORIAL TÉCNICO

CÁLCULO DA DEMANDA EM UNIDADES CONSUMIDORAS DO GRUPO B

A demanda das edificações pode ser calculada pelo método da Carga Instalada, utilizando-se a seguinte fórmula:

De = a + b + c + d + e + f + g

A primeira parcela (a) representa a soma das demandas referentes à iluminação e pequenas tomadas, calculadas com base no quadro 01 seguinte:

QUADRO 01 - FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E PEQUENAS TOMADAS

A segunda parcela b=b1+b2+b3+b4+b5 representa a soma das demandas dos aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento, calculadas utilizando-se o Quadro 02 e Quadro 03 seguintes, cujos fatores devem ser aplicados separadamente por grupos de equipamentos homogêneos.

- b1- chuveiros, torneiras e cafeteiras elétricas;

- b2- aquecedores de água por acumulação ou por passagem;

- b3- fornos, fogões e aparelhos tipo “Grill";

- b4- máquinas de lavar e secar roupas, máquinas de lavar louça e ferro elétrico;

- b5- demais aparelhos (TV, conjunto de som, ventilador, geladeira, freezer, torradeira, liquidificador, batedeiras, exaustor, ebulidor etc.).

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 109 de 115

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Edificações Individuais

QUADRO 02 - FATORES DE DEMANDA PARA ELETRODOMÉSTICOS EXCETO FOGÕES

ELÉTRICOS EM INSTALAÇÕES COMERCIAIS E INDUSTRIAIS OU CHUVEIROS ELÉTRICOS E

AQUECEDORES EM INSTALAÇÕES RESIDENCIAIS

QUADRO 03 - FATORES DE DEMANDA PARA FOGÕES ELÉTRICOS

A terceira parcela (c) representa a demanda dos aparelhos de ar condicionado tipo janela calculada aplicando-se os fatores de demanda do Quadro 04, seguinte:

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 110 de 115

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Edificações Individuais

QUADRO 04 - FATOR DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA

A parcela (d) representa a demanda dos motores monofásicos e trifásicos calculada utilizando-se os valores do Quadro 05 e do Quadro 06 seguintes:

QUADRO 05 - DEMANDA INDIVIDUAL DE MOTORES MONOFÁSICOS

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 111 de 115

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Edificações Individuais

QUADRO 06 - DEMANDA INDIVIDUAL DE MOTORES TRIFÁSICOS

Notas:

Nota I - Fator de potência e rendimento são valores médios, referidos a 3600 rpm;

Nota II - Para cálculo da demanda os motores devem ser agrupados em 3 (três) classes:

- Pequenos motores M <= 5 cv;

- Médios motores 5 cv < M <=10 cv;

- Grandes Motores 10 cv < M.

Nota III - Aplica-se a tabela para os dois primeiros grupos separadamente e somam-se as parcelas;

Nota IV - Calcula a demanda dos grandes motores de modo semelhante às máquinas de solda à transformador e acrescenta-se as demandas dos grandes motores ao subtotal já calculado.

A parcela (e) representa a demanda das máquinas de solda a transformador, calculada conforme seguinte critério:

- 100% da potência do segundo maior aparelho;

- 70% da potência do segundo maior aparelho;

- 40% da potência do terceiro maior aparelho;

- 30% da potência dos demais aparelhos.

A parcela (f) representa a demanda dos aparelhos de raios X, calculada da seguinte forma:

- 100% da potência do maior aparelho;

- 10% da potência do segundo maior aparelho.

A parcela (g) representa a demanda para bombas e banheiras de hidromassagem, que deve ser calculada utilizando-se os fatores de demanda do Quadro 07.

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 112 de 115

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Edificações Individuais

QUADRO 07 - FATOR DE DEMANDA PARA BOMBAS E BANHEIRAS DE HIDROMASSAGEM

A demanda calculada nos moldes acima fornece o valor máximo provável para a edificação e a partir deste valor deve ser dimensionada a instalação elétrica da edificação.

Para servir de subsídios à análise de projetos, informamos abaixo alguns valores elétricos médios para motores em princípio não atendíveis em baixa tensão, salvo por transformador exclusivo.

QUADRO 8 - DEMANDA DE MOTORES NÃO ATENDÍVEIS EM BAIXA TENSÃO

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 113 de 115

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ANEXO IV. MODELO PARA SOLICITAÇÃO DE LIGAÇÃO PROVISÓRIA DE OBRA

(Logotipo ou papel timbrado empresa)

À

CIA. ENERGÉTICA DE PERNAMBUCO - CELPE

Venho através desta solicitar análise de carga para atender ligação provisória de obra referente à nota de ligação nº____________________ sito à _________________________município de

______________________, a qual foi levantada sob a responsabilidade do (Engenheiro/Técnico responsável)________________________________ CREA nº _____________ através de documento ART

- Anotação de Responsabilidade Técnica nº ______________.

Levantamento de Carga (exemplo)

Bate estaca

DESCRIÇÃO REND FP

Motor trifásico 20 cv 0,78 0,8

QTD POT. ATIVA (KW) POT. APARENTE (KVA)

1 18,87 23,59

0,47

5,16

10,82

40,04

Lâmpada Fluorescente 40W

Ar Condicionado Split 7500 BTU's

1 0,85 10

1 0,92 5

0,40

4,75

Elevador Motor trifásico 5 cv 0,8 0,85 2 9,20

TOTAL 33,22

________________- PE,_____ de _______________ de ________

_________________________________________.

Responsável Técnico:

CREA nº

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 114 de 115

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Edificações Individuais

ANEXO V. DECLARAÇÃO DE CONCORDÂNCIA COM OS CUSTOS DECORRENTES DE ALTERAÇÃO

DE LIGAÇÃO MONOFÁSICA PARA TRIFÁSICA

Declaramos estar cientes e concordamos com os termos dos itens 4.2 e 4.91 da norma SM01.00-00.001

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a Edificações Individuais, tendo em vista que as instalações elétricas do imóvel destinado a fim (residencial, comercial, etc)

____________________________, sito à ________________________________, município de

______________________ requer instalação elétrica trifásica para a referida unidade consumidora, embora a carga instalada prevista para a unidade seja inferior à 15 kW.

Dessa forma, fazemos opção para que a aludida unidade consumidora seja atendida na tensão 380/220 V, assumindo inteira responsabilidade dos custos advindos desta nossa opção.

Item 4.2: Em redes de distribuição aérea ou subterrânea, o fornecimento de energia elétrica é em tensão secundária quando a unidade consumidora tiver carga instalada igual ou inferior a 75 kW e não possua carga especial que possa prejudicar o fornecimento de energia a outros consumidores neste nível de tensão.

Classificação da unidade consumidora

Tensão

[V]

Sistema

Carga Instalada

[kW]

220 Monofásico com neutro aterrado (fase e neutro)

380/220 Trifásico, estrela com neutro aterrado (3 fases e neutro)

C.I.

15

15

<

C.I.

75

Item 4.91: Por solicitação do consumidor, a CELPE ressalta que pode atender a unidade consumidora em tensão secundária de distribuição com ligação trifásica, ainda que a mesma não apresente carga instalada suficiente para tanto (C.I > 15 kW), desde que o consumidor se responsabilize pelo pagamento da diferença de preço do medidor (monofásico para trifásico), conforme assegurado pelo art. 73 § 2º da resolução nº

414/2010 da ANEEL. A CELPE enfatiza ainda que o custo de disponibilidade passa, nestas condições, para o valor em moeda corrente equivalente a 100 kWh, em conformidade com o art. 98 § 1º desta mesma resolução.

Atenciosamente,

______________, ____de __________de_______

______________________________________

RAZÃO SOCIAL DO PROPRIETÁRIO

CNPJ / CPF:

SM01.00-00.001 14ª Edição 13/10/2014 115 de 115

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