Memorial Hidráulico OK

Memorial Hidráulico OK
PRAÇA DOS ESPORTES E DA CULTURA
DE CAÇADOR - SC
MEMORIAL DESCRITIVO E
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
PROJETO: HIDRÁULICO
Modelo: 3.000 m2
SETEMBRO 2011
SUMÁRIO
2.1 Tubo e Conexão de PVC Soldável - Água fria........................................................................................................ 4
2.2 Registro de Gaveta de Água Fria ............................................................................................................................ 7
...................................................................................................................................................................................... 8
2.3 Válvula de Retenção ................................................................................................................................. 8
2.4 Torneira................................................................................................................................................................... 9
2.5 Juntas..................................................................................................................................................................... 11
2.6 Louças e equipamentos .......................................................................................................................................... 11
3.1 Escopo de Fornecimento ....................................................................................................................................... 11
3.2 Programação dos Serviços .................................................................................................................................... 12
3.3 Fornecimento de Equipamentos e Materiais ........................................................................................................ 12
3.4 Aceitação do Projeto ............................................................................................................................................. 12
3.5 Equipamento ou Material Equivalente .................................................................................................................. 12
3.6 Equipamentos ou Material Faturado Diretamente ao CONTRATANTE................................................................ 13
3.7 Passagem de Tubulação ........................................................................................................................................ 13
3.8 Obturação de Tubulação ......................................................................................................................................... 14
3.9 Tubulação em Valas.............................................................................................................................................. 14
3.10 Apoio de Tubulação ........................................................................................................................................... 14
3.11 Corte, Rosqueamento, Conexão e Junta. ............................................................................................................. 15
3.12 Altura dos Pontos Hidráulicos em Relação ao Piso Acabado do Ambiente.......................................................... 16
4.1 Generalidades........................................................................................................................................................ 16
4.2 Inspeção Visual ..................................................................................................................................................... 16
4.3 Ensaios .................................................................................................................................................................. 16
4.4 Testes nas Tubulações............................................................................................................................................. 17
4.5 Documentação Técnica ........................................................................................................................................ 18
2
1 INTRODUÇÃO
Este MEMORIAL DESCRITIVO define um conceito de projeto dentro de padrões
MÍNIMOS DE SEGURANÇA, em obediência as Normas Técnicas Nacionais ou
Internacionais, estabelecendo condições técnicas mínimas exigíveis, a fim de
assegurar um bom desempenho, segurança na operação do sistema, facilidade
de manutenção, bem como flexibilidade de modificações futuras.
As procedências dos materiais e equipamentos aqui definidas, são diretamente
relacionadas com as especificações técnicas envolvidas, não sendo permitido em
hipótese alguma alterações dessas procedências, salvo quando plenamente
justificadas conforme os critérios estabelecidos neste MEMORIAL DESCRITIVO.
O MEMORIAL DESCRITIVO faz parte integrante do projeto, sendo que com a
contratação destes serviços, a CONTRATADA automaticamente assumirá na
íntegra o conteúdo deste, dentro da maior amplitude de discernimento e
entendimento, sendo que para os casos omissos ou contraditórios com os
desenhos do projeto, deverá submeter a apreciação do CONTRATANTE ou do
PROJETISTA para dirimir as dúvidas. Caso venha ainda perdurar as dúvidas,
prevalecerão os preceitos de Normas Técnicas e/ou do funcionamento e
facilidade de reposição e manutenção.
Cabe a CONTRATADA desenvolver uma engenharia de campo, específica para
montagem destas instalações baseado neste projeto, assegurando todas as
condições técnicas aqui estabelecidas.
3
2 - ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
Os materiais a serem empregados adiante especificados, foram escolhidos de
maneira que satisfaçam os padrões aconselhados pela técnica moderna, dentro
do tipo de instalação em questão. Em caso de dúvidas ou omissões, serão
empregados materiais de boa qualidade de forma que a instalação em conjunto
obedeça ao que prescreve as Normas Brasileiras e os regulamentos
das Companhias Concessionárias.
Todos os materiais e equipamentos a serem utilizados nesta Instalação, devem
atender as especificações adiante, bem como as prescrições da norma da ABNT
no que diz respeito.
Os materiais e equipamentos constantes nesta especificação que não tenham
gravações em alto ou baixo relevo e/ou selo de conformidade do INMETRO ou
gravação em tinta caracteristicamente do fabricante, as procedências devem ser
comprovadas com notas fiscais.
É necessário que haja uma padronização de fabricantes, submetendo uma lista
prévia de procedências ao CONTRATANTE e/ou FISCALIZAÇÃO, com risco de
vir a ser exigido posteriormente as respectivas substituições.
2.1 Tubo e Conexão de PVC Soldável - Água fria
2.1.1 TUBO
Sistemas Prediais de Água Fria.
Os tubos e conexões de PVC - rígidos - cor marrom para instalações prediais de
água fria, os diâmetros até 110 mm serão tipos soldáveis, com espessura de
parede variando de 1,5 mm para tubos de 20 mm até 6,1 mm para tubos de 110
mm.
Fabricados de acordo com a especificação da NBR-5648, para pressão
máxima de serviço de 7,5 Kgf/cm2 à 20ºC para diâmetros de 20, 25, 32, 40, 50,
60, 75, 85 e 110 mm, em barras de seis (6) metros com ponta e bolsa.
Dimensões básicas dos tubos
Consumo aproximado de
Água fria – Soldável – NBR5648
adesivo e solução limpadora
DN
DE
dem (mm)
e (mm)
Diam (mm) Adesivo
Solução
g/junta
cm³/junta
15
20
20
1,5
20
1
2
20
25
25
1,7
25
2
3
25
32
32
2,1
32
3
5
32
40
40
2,4
40
5
6
40
50
50
3,0
50
8
10
50
60
60
3,3
60
10
15
65
75
75
4,2
75
15
25
75
85
85
4,7
85
20
30
100
110
110
6,1
110
30
45
2.1.2 CONEXÃO
Para ligação de aparelhos em geral, deverão ser utilizadas conexões também
soldáveis de mesma especificação acima, porém com bucha de latão rosqueada.
Bitolas 20mmx1/2”, 25 mmx1/2’ e 25mmx3/4”
4
2.1.3 JUNTA
Utilizam-se juntas soldáveis a frio, por meio de adesivo específico.
2.1.3.1 Adaptador curto
Adaptador curto com bolsa e rosca para registro
Bitolas 20mmx1/2”, 25mmx3/4”, 32mmx1”, 40mmx1.1/4”, 50mmx1.1/2”, 60mmx2”,
75mmx2.1/2”, 85mmx3” e 110mmx4”
2.1.3.2 Bucha de redução soldável longa
Bucha de redução para transição de tubo de diâmetro maior para menor
Bitolas 32mmx20, 40mmx20mm, 40mmx25mm, 50mmx20mm, 50mmx25mm,
50mmx32mm, 60mmx25mm, 60mmx32mm, 60mmx40mm, 60mmx50mm,
75mmx50mm, 85mmx60mm, 110mmx60mm e 110mmx75mm.
2.1.3.3 Bucha de redução soldável curta
Bucha de redução para transição de tubo de diâmetro maior para menor
Bitolas 25mmx20mm, 32mmx25mm, 40mmx32mm, 50mmx40mm, 60mmx50mm,
75mmx60mm, 85mmx75mm, 110mmx85mm.
2.1.3.4 Curva PVC 90º e 45º soldável
Mudar a direção da rede de dutos em 90º e ou 45º
Bitolas 20mm, 25mm, 32mm, 40mm, 50mm, 60mm, 75mm, 85mm e 110mm.
5
2.1.3.5 Joelho PVC 90º e 45º soldável
Mudar a direção da rede de dutos em 90º e ou 45º
Bitolas 20mm, 25mm, 32mm, 40mm, 50mm, 60mm, 75mm, 85mm e 110mm.
2.1.3.6 Luva PVC soldável
Unir tubos com o mesmo diâmetro e ou diâmetros deferentes da rede de água
fria.
Bitolas 20mm, 25mm, 32mm, 40mm, 50mm, 60mm, 75mm, 85mm, 110mm,
25mmx20mm, 32mmx25mm.
2.1.3.7 Te PVC soldável
Unir tubos com o mesmo diâmetro e ou diâmetros deferentes com ramificação
tendo uma entrada e duas saídas da rede de água fria.
Bitolas 20mm, 25mm, 32mm, 40mm, 50mm, 60mm, 75mm, 85mm, 110mm,
25mmx20mm, 32mmx25mm, 40mmx25mm, 40mmx32mm, 50mmx25mm,
50mmx32mm e 50mmx40mm.
2.2 Registro de Gaveta de Água Fria
Rosqueado até 2" inclusive e flangeado acima de 2 1/2" inclusive, conforme
indicação do projeto.
Corpo em bronze ou ferro fundido, classe 140 m.c.a. e classe 125
respectivamente, de haste não ascendente.
6
Acabamento: Com haste, canopla e volante cromado e da mesma linha dos
metais das louças (vide especificação de metais sanitários no projeto de
arquitetura), quando instalados aparentes. Com haste e volante de acabamento
bruto e sem canopla, quando instalados embutidos em paredes e ou caixas.
Dados técnicos
NPS*
DN**
Kg
A
B
C
1/2
15
0,160
39,0
64,0
50
3/4
20
0,220
42,0
73,0
50
1
25
0,360
48,0
85,0
60
1 1/4
32
0,550
56,0
93,0
60
1 1/2
40
0,650
57,0
109,0
70
2
50
1,110
70,0
127,0
70
2 1/2
65
2,120
89,0
168,0
80
3
80
2,860
96,0
190,0
100
5,420
118,0
245,0
140
4
100
* NPS: Nominal pipe size
** DN: Diâmetro nominal
2.3 Válvula de Retenção
Do tipo para instalação vertical ou horizontal, rosqueado até 2" inclusive e
flangeado acima de 2 1/2" inclusive e, conforme indicação do projeto.
Corpo em bronze ou aço carbono forjado, classe 125, sistema de vedação
portinhola com movimento giratório e basculante ou disco de vedação, tipo
pistão.Tampa rascada internamente ao corpo - extremidades com roscas BSP ou
NPT
7
Medidas
Peso
Dimensões
NPS*
DN**
Kg
A
B
1/2
15
0,252
57
39,5
3/4
20
0,346
64
44
1
25
0,538
78
52
1 1/4
32
0,731
92
58
1/12
40
1,078
102
61
2
50
1,622
122
73,5
2 1/2
65
2,806
157
86,5
3
80
4,041
170
102,5
4
100
* NPS: Nominal pipe size
** DN: Diâmetro nominal
6,959
210
121,5
2.4 Torneira
2.5.1 DE JARDIM (TJ)
Cromada lisa com adaptador para mangueira de 3/4"
Opções de modelos:
8
Abreviação
Detalhes
TJDAC
TJDMC
TJDAEK
TJDAEV
TJDAW
Tjdag
TJDCA
alavanca; corpo curto
manípulo; corpo curto
alavanca azul; mod EKO
alavanca vermelha; mod KIT
alavanca de alumínio
alavanca modelo GENO
alavanca para cadeado
Procedência
Docol ou equivalente com o mesmo desempenho técnico.
2.5.4 REGISTRO TIPO BÓIA
Será em bronze, válvula de vedação e haste de metal fundido ou em polietileno
de alta densidade.
Válvula Bóia
CORPO: PP / PVC
VEDAÇÃO: EPDM / VITTON
CONEXÃO: ROSCA / SOLDA
Modelo para válvulas Bóia abaixo de 1"
9
Especificação Técnica - Válvula Bóia
DIMENSÕES: + - 0,5mm - A Torniplast reserva-se o direito de alterar especificações sem prévio aviso.
DN
1/2’’
3/4’’
1’’
1.1/4’’ 1.1/2’’
2’’
2.1/2’’
3’’
4’’
6’’
8’’
10’’
A
440
440
450
460
460
550
600
600
650
700
800
850
B
148
148
148
170
170
200
215
215
250
300
300
300
C
200
200
220
250
250
250
300
300
350
350
400
450
2.5 Juntas
2.8.1 DE EXPANSÃO DE BORRACHA
Corpo em cloroprene, reforçado internamente com telas de material sintético e
anéis de aço, com terminais e flanges em aço carbono ASTM-A36, furados e
rascados conforme a norma ANSI-B16,5, classe 150.
10
2.6 Louças e equipamentos
Os aparelhos sanitários estão definidos no memorial de arquitetura, especificando
cor modelos e marcas.
3 EXECUÇÕES DE SERVIÇOS
3.1 Escopo de Fornecimento
O presente MEMORIAL DESCRITIVO engloba o fornecimento de todos os
materiais, equipamentos, mão-de-obra, montagem e testes, incluindo despesas
de transportes de qualquer natureza, inclusive transportes horizontais e verticais
no canteiro de obra,
Prêmios de seguros, bem como os encargos sociais e fiscalização, incidente
direta para a completa execução das Instalações Hidráulicas, de modo a entregar
a obra em perfeito estado de funcionamento de acordo com o projeto específico.
As Instalações Hidráulicas abrangidas neste escopo de fornecimento, além
daquelas descritas no Memorial Descritivo do Projeto deverão ainda, incluir, o
fornecimento dos seguintes materiais/serviços:
a) tacos de peroba em forma de cunha para fixação dos aparelhos à parede ou
piso;
b) tubos flexíveis, tipo engate para ligação de mictório, lavatórios, bebedouros e
bacias, do tipo caixa acoplada;
c) canopla cromadas para vedação de plugs de tomadas de esgoto e de água,
quando houver;
d) materiais necessários à perfeita montagem dos aparelhos, equipamentos e
assenta-mento/fixação de tubulações;
e) rasgos e passagens nas lajes e alvenarias, bem como a escavação,
fechamento e apiloamento de valas;
f) fornecimento de todos os materiais e equipamentos, conforme relacionado na
Planilha Quantitativa específica (quando houver);
g) fornecimento de toda a pintura de tubulação, de acordo com cores previstas
pelas Normas Brasileiras, bem como fornecer toda a sinalização e montagem
do sistema de proteção contra incêndio;
h) construção de caixas de inspeção, poços de visita, bocas de lobo, etc;
i) providências junto às Concessionárias de serviços de água, esgoto, gás e
Corpo de Bombeiros para execução de vistorias e/ou ligação definitiva.
j) As despesas, taxas e/ou emolumentos pagos à Concessionária de Água,
Esgoto e Corpo de Bombeiros, serão reembolsados pelo CONTRATANTE à
CONTRATADA, mediante contra apresentação dos respectivos recibos.
3.2 Programação dos Serviços
A CONTRATADA deverá programar adequadamente os seus serviços, levando
em consideração as outras obras envolvida tais como: de Construção Civil, de Ar
Condicionado, de Instalações Elétricas, etc., com finalidade de desenvolver uma
obra única, e de modo a evitar e/ou pelo menos prever com antecedência os
eventuais imprevistos, evitando-se assim, problemas que poderão influir no bom
andamento das obras.
3.3 Fornecimento de Equipamentos e Materiais
O fornecimento de equipamentos deverá sempre incluir; o projeto, a fabricação, a
montagem, os testes de fábrica, a embalagem e transporte, além da supervisão
11
de montagem, calibração e testes em campo, com todos os acessórios e
componentes necessários.
A CONTRATADA deverá providenciar o fornecimento de desenhos, catálogos
técnicos, esquemas elétricos, para que o CONTRATANTE possa avaliar
antecipadamente o equipamento ofertado.
Quando alguns materiais e/ou serviços não estejam expressamente mencionados
nas especificações ou no projeto, deverão ser fornecidos tal como se fosse, sem
que isso venha comprometer o bom desempenho ou funcionamento da
instalação, sem quaisquer ônus adicionais para o CONTRATANTE.
O CONTRATANTE terá o direito em qualquer hipótese de aprovar previamente
todo material ou equipamento a ser instalado.
3.4 Aceitação do Projeto
a) Os Proponentes deverão na fase de elaboração da proposta, fazer rigorosa
verificação no projeto e na planilha quantitativa de materiais (quando fizer
parte integrante do Edital ou Tomada de Preços),
Efetuando complementações que julgarem necessárias, caso contrário dando
como correta, e emitir um "ATESTADO DE ACEITAÇÃO DO PROJETO", a fim
de apresentar uma proposta global dos serviços e materiais propostos.
b) A empresa contratada para execução dos serviços não poderá, após a
contratação em hipótese alguma, apresentar sob qualquer justificativa,
alterações do projeto, de especificação de materiais / equipamentos, e das
procedências definidas neste MEMORIAL DESCRITIVO.
3.5 Equipamento ou Material Equivalente
a) Todas as características dos materiais e equipamentos indicados no presente
MEMORIAL DESCRITIVO e/ou PROJETO, são necessárias e suficientes para
aquisição e/ou instalação por parte da CONTRATADA. Em caso de dúvidas e,
ANTES DA CONTRATAÇÃO deverá ser esclarecido com o CONTRATANTE e,
este verificará se o equipamento e/ou
instalação proposto apresenta
características necessárias ao bom preenchimento das funções a que foi
projetado.
b) A substituição por equipamento ou material equivalente, somente será
aprovada pelo CONTRATANTE e sem ônus ao mesmo, desde que não seja
alterada a confiabilidade do sistema, não altere o conceito técnico do projeto
desenvolvido e apresentem ainda o seguinte:
- mesmas características;
- mesmo desempenho operacional;
- mesma vida útil;
- mesmas condições de manutenção.
c) Somente serão aceitos equipamentos ou materiais por outros equivalentes,
quando o Proponente apresentar ANTES DA CONTRATAÇÃO atestados,
ensaios e testes, de pelo menos 02 (duas) entidades públicas tecnicamente
reconhecidas concernente ao propósito pretendido.
A não contestação da equivalência ANTES DA CONTRATAÇÃO, o
PROPONENTE ficará obrigado a fornecer os equipamentos e materiais de
fabricantes indicados neste MEMORIAL DESCRITIVO.
3.6 Equipamentos ou Material Faturado Diretamente ao CONTRATANTE
12
Mesmo que o faturamento seja direto ao CONTRATANTE, não eximirá o
PROPONENTE da responsabilidade técnica e comercial que trata este
MEMORIAL DESCRITIVO.
Caberá à CONTRATADA transportar os equipamentos ou materiais desde a
origem até o local da instalação, com acompanhamento do fabricante e proceder
a referida instalação.
Na eventualidade de ocorrer danos nesses equipamentos ou material, a
CONTRATADA deverá repará-los ou mesmo substituí-los por sua conta.
3.7 Passagem de Tubulação
a) Nas passagens de tubulações em ângulos, nas vigas ou pilares, deixar
previamente instaladas as tubulações.
b) Nas passagens perpendiculares, em lajes, deverão ser deixadas caixas de
madeiras, buchas ou bainhas com dimensões apropriadas, executadas e
colocadas antes da concretagen.
c) Nas passagens perpendiculares, nas vigas ou pilares, deixar tubo de
passagem com diâmetro de uma bitola acima da tubulação projetada.
d) No caso de embutir tubulações de diâmetros acima de 2" em alvenaria, na
execução desta última, recomenda-se ser deixados os rasgos necessários.
e) Nas passagens verticais em lajes as tubulações até 1.1/2", inclusive o
enchimento dos rasgos para fixação das tubulações, deverá ser feito o
enchimento total dos vazios com argamassa de cimento e areia para impedir a
passagem de fumaça em caso de incêndio.
f) Nas passagens verticais em lajes as tubulações com diâmetro superior a 1
1/2", além do referido enchimento do item anterior, levarão grapas de ferro
redondo 3/16", em número e espaçamento adequado para manter inalterado a
posição do tubo.
3.8 Obturação de Tubulação
Durante a instalação, as extremidades livres das tubulações deverão ser tapadas
adequadamente com plugs ou tampões, a fim de evitar obstruções. Não será
permitido o uso de papel ou madeira para essa finalidade.
3.9 Tubulação em Valas
a) O assentamento sob a terra, de ramais horizontais de tubulações deverá ser
apoiado sobre lastro de concreto (magro) contínuo com espessura média de 6
cm e largura igual ao diâmetro do tubo mais 30 cm, sendo no mínimo 60 cm.
A superfície desse lastro, na face em contato com a tubulação deverá ser
cuidadosamente conformada de maneira a adaptar-se a geratriz do tubo.
Longitudinalmente a superfície citada deverá ser trabalhada de modo a
garantir as declividades para os diversos trechos de rede, conforme o projeto.
b) O fundo da vala para o assentamento citado no item anterior, deverá ser bem
apiloado antes da execução do lastro de concreto.
c) Se ocorrer o assentamento de tubos tipo ponta e bolsa, deve-se executá-lo de
jusante para montante com as bolsas voltadas para o ponto mais alto.
d) O reenchimento da vala será feito usando-se material de boa qualidade, em
camadas de 20 cm sucessivas e cuidadosamente apiloadas e molhadas,
estando isentas de entulhos, pedras, etc. Além do lastro citado no item a, a
13
tubulação deverá receber um envoltório de concreto magro com a espessura
mínima de 20cm ou maior.
e) As tubulações de ferro galvanizado assentadas sob a terra, deverão ser
protegidas contra ataques corrosivos da seguinte forma:
- eliminar os óxidos e sujeiras da tubulação, deixando a superfície limpa.
- aplicar uma camada de tinta base-asfáltica, ou pixe, com total recobrimento
da superfície externa da tubulação.
- aplicar um envoltório de tecido de juta embebido na tinta asfáltica.
- aplicar nova camada de tinta base-asfáltica.
f)
Para tubulações instaladas perpendicularmente, as juntas de dilatação do
edifício, deverão ser utilizadas juntas de expansão axial simples, adequadas
às bitolas e pressões aplicáveis a cada caso.
Deverão ser previstas também as instalações de pontos fixos e guias,
conforme orientação dos fabricantes.
3.10 Apoio de Tubulação
Quando se tratar de assentamento de ramais horizontais, apoiados sobre lajes, o
apoio deverá ser sobre lastro contínuo de tijolos com argamassa de cal e areia.
3.11 Corte, Rosqueamento, Conexão e Junta.
a) O corte de tubulações só poderá ser perpendicularmente ao seu eixo, sendo
apenas rosqueada a porção que ficará coberta pela conexão.
b) As porções rosqueada deverão apresentar filetes bem limpos, sem rebarbas,
que se ajustem perfeitamente as conexões.
c) Para canalizações aparentes mesmo que o projeto não indique, deverão ser
previstas uniões de modo a facilitar eventuais ampliações ou substituições de
rede.
d) A junta na ligação de tubulações deverá ser executada de maneira a garantir
a perfeita estanqueidade, tanto para passagem de líquidos como de gases.
e) A junta na ligação de tubulações de ferro galvanizado deve ser feita com
conexões apropriadas, do tipo rosqueada, levando proteção de zarcão e
estopa de cânhamo ou ainda fita de teflon.
f)
A junta na ligação de tubulações de ferro fundido, será executada com
conexão em anel de borracha, através de penetração à força, da ponta de um
tubo na bolsa de outro, utilizando-se lubrificante.
g) A junta de tubulação de barro cerâmico será executada com estopa e asfalto
endurecido em areia.
h) A junta para tubulação de PVC rígido deverá ser executada:
- com solução limpadora e adesiva nas tubulações de instalação de água fria
(para tubos soldáveis).
i)
14
Curvas e Flanges
- não serão permitidas curvas forçadas nas tubulações;
- nas tubulações de recalque e sucção de bombas deverão ser utilizadas
curvas de raio longo quando houver deflexão;
- na montagem de equipamentos como bombas, caixas d'água, bebedouros,
etc., deverão ser instaladas uniões e flanges, a fim de facilitar a
desmontagem dos mesmos.
j)
Aparelhos
- a colocação dos aparelhos sanitários deve ser feita com o máximo de
esmero, a fim de dar acabamento de primeira qualidade.
k) Canoplas
Não será permitido amassar ou cortar canoplas.
Caso seja necessária a ajustagem, a mesma deverá ser feita com peças
especiais apropriadas.
3.12 Altura dos Pontos Hidráulicos em Relação ao Piso Acabado do
Ambiente
Peças
Lavatório
Bacia Sanitária com Caixa Acoplada
Pia
Abreviações
LV
BSCX
PI
Água
60
25
70
4 – PROCEDIMENTOS DE ENTREGA DA OBRA
4.1 Generalidades
Toda instalação nova, ampliação ou alteração de instalação existente, devem ser
visualmente inspecionadas e ensaiadas, durante e/ou quando concluída de forma
a se verificar, tanto quanto possível, a conformidade com as prescrições das
Normas Brasileiras de instalação de água fria.
Durante a realização da inspeção e dos ensaios devem ser tomadas precauções
que garantam a segurança das pessoas e evitem danos à propriedade e aos
equipamentos instalados.
Quando a instalação a verificar constituir uma extensão ou alteração de uma
instalação existente, deve ser verificado se esta não anula as medidas de
segurança da instalação existente.
4.2 Inspeção Visual
- A inspeção visual deve preceder os ensaios.
- A inspeção visual deve ser realizada para confirmar se os componentes
hidráulicos permanentemente ligados estão:
a) em conformidade com os requisitos de segurança das normas aplicáveis;
b) corretamente selecionados e instalados de acordo com as normas aplicáveis;
c) não visualmente danificados, de modo a restringir sua segurança.
15
- A inspeção visual deve incluir, no mínimo, a verificação dos seguintes pontos,
quando aplicáveis:
a) correta execução das conexões;
b) conveniente acessibilidade para operação e manutenção.
4.3 Ensaios
4.3.1 GENERALIDADES
Os ensaios, testes e inspeções na obra serão de responsabilidade exclusiva da
CONTRATADA e são definidos como testes de inspeção requeridos para
determinar se o equipamento/ instalação, poderá ser pressurizado para os
ensaios operacionais.
Todo equipamento será ensaiado sob condições simuladas que espelhem as
situações reais de funcionamento, ajustando de acordo com as especificações do
projeto.
Nesses ensaios serão assegurados que a mão-de-obra, os métodos, as
inspeções e os materiais empregados nas instalações dos equipamentos,
obedecerão às boas técnicas de execução, bem como os padrões exigidos pela
ABNT ou as Normas Internacionais onde couber, bem como a prática do
CONTRATANTE.
Todos os ensaios serão executados sob a supervisão da FISCALIZAÇÃO DO
ORGÃO CONTRATANTE e serão executados somente por pessoas qualificadas
e, com experiências no tipo do teste a efetuar.
Todas as leituras tomadas, serão incluídas num relatório com completa
informação do equipamento testado e, entregue cópias do relatório a
FISCALIZAÇÃO.
A firma CONTRATADA fornecerá todo o pessoal, material, serviços, instrumentos
de testes necessários e será responsável pela montagem destes equipamentos e,
de qualquer outro trabalho de preparação para os ensaios em questão.
Todos os ensaios deverão ser planejados pela CONTRATADA e submetidos ao
cronograma de datas para prévia aprovação da CONTRATADA E
FISCALIZAÇÃO da obra.
Em todos os ensaios de equipamentos será exigido um responsável credenciado
do Fabricante para acompanhar os testes na obra.
Os testes em obra não isentarão a CONTRATADA de efetuar e comprovar os
testes de fábrica.
Os equipamentos instalações que não forem aprovados nos ensaios, serão
imediatamente reparados, ajustados ou substituídos para novo teste, até a
aceitação final.
Relação de ensaios de equipamentos/instalações mínima a serem efetuados será
conforme adiante discriminados, ficando a critério da CONTRATADA de
acrescentar ou não esta relação.
Todos os ensaios serão efetuados conforme descrito anteriormente e de acordo
com as Normas Brasileiras pertinentes ou Normas Internacionais quando
exigidas.
4.4 Testes nas Tubulações
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Os referidos testes serão exigidos antes do revestimento da alvenaria, com
aplicação de provas de pressão interna, em todas as instalações abaixo citadas:
4.4.1 TUBULAÇÃO DE ÁGUA FRIA
Todas tubulações de água frias deverão ser submetidas a uma pressão
hidrostática igual ao dobro da pressão de trabalho normal prevista, sem que
apresente qualquer vazamento, durante pelo menos seis horas.
A pressão mínima em qualquer ponto da tubulação deverá ser de 10
m.c.a., ou seja, 1 kg/cm2.
a) Ensaios com Água
Este ensaio poderá ser aplicado nas instalações como um todo ou por seções,
com preenchimento de água em toda tubulação, sob pressão mínima de 6 m.c.a.
durante 15 minutos. Poderá ser exigida pressão superior a 6 m.c.a., sempre que
for verificado, que um entupimento em um trecho da tubulação pode ocasionar
uma pressão superior a esta.
b) Ensaios com Ar Comprimido
Os procedimentos de ensaios são semelhantes ao item “Ensaios com Água”,
porém com pressão de ar comprimido de 3,5 m.c.a., durante 15 minutos.
c) Ensaio com Fumaça
Após a instalação de todos os aparelhos, e preenchimento de todos os fechos
hídricos com água, introdução de fumaça sob pressão mínima de 25 mm da
coluna de água, durante 15 minutos.
4.4.2 EQUIPAMENTOS/APARELHOS
Deverão ser efetuados os testes de operação e de funcionamento.
4.5 Documentação Técnica
A CONTRATADA deverá fornecer ao CONTRATANTE para efeito de Entrega da
Obra a documentação técnica abaixo relacionada, assinada por profissional
devidamente habilitado.
a) Desenho "as built" de toda instalação;
b) Relatórios de Ensaios e/ou Teste de Fabricantes;
c) Relatórios de Ensaios e/ou Testes descritos no item “Teste nas Tubulações”;
d) Manuais Técnicos de Montagem e Manutenção dos Equipamentos;
e) Certificado de Garantia dos produtos utilizados;
f) Certificado de marca de conformidade.
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