fornecimento de energia elétrica em tensão secundária

fornecimento de energia elétrica em tensão secundária
SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
TÍTULO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO SECUNDÁRIA
EDIFICAÇÕES COLETIVAS
01
APROVADO POR
MARCELO POLTRONIERI – ENGENHARIA E CADASTRO-ES
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
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SUMÁRIO
1.
OBJETIVO ............................................................................................................................................................ 4
2.
HISTÓRICO DAS REVISÕES ................................................................................................................................... 4
3.
APLICAÇÃO ......................................................................................................................................................... 4
4.
REFERÊNCIAS EXTERNAS ..................................................................................................................................... 4
5.
DEFINIÇÕES ......................................................................................................................................................... 5
6.
DESCRIÇÃO E RESPONSABILIDADES .................................................................................................................... 8
6.1.
Regulamentação.......................................................................................................................................... 8
6.1.1. Aspectos Gerais ....................................................................................................................................... 8
6.1.2. Pedido de Fornecimento.......................................................................................................................... 9
6.1.3. Isenção de Apresentação de Projeto Elétrico ..........................................................................................10
6.1.4. Projetos e Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) ........................................................................10
6.1.5. Resposta ao Pedido de Fornecimento.....................................................................................................12
6.1.6. Consulta de Viabilidade Técnica para Fornecimento...............................................................................12
6.1.7. Limitações Para Fornecimento em Baixa Tensão (BT) sem utilização de Câmara de Transformação .......12
6.1.8. Câmara de Transformação ......................................................................................................................13
6.1.9. Ponto de Entrega ....................................................................................................................................16
6.1.10. Aumento de Carga ..................................................................................................................................16
6.1.11. Perturbações na Rede.............................................................................................................................16
6.1.12. Casos não previstos ................................................................................................................................16
6.2.
Condições Gerais de Fornecimento ............................................................................................................16
6.2.1. Tensões e Sistemas de Fornecimento .....................................................................................................16
6.2.2. Categorias e Limitações no Atendimento ...............................................................................................17
6.2.3. Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio e Medição de Serviço .......................................................17
6.2.4. Geração Própria......................................................................................................................................19
6.2.5. Ligações de Cargas Especiais ...................................................................................................................19
6.2.6. Atendimento a Instalações Especiais ......................................................................................................19
6.3.
Padrões de Entrada ....................................................................................................................................19
6.3.1. Conservação do Padrão de Entrada ........................................................................................................19
6.3.2. Fornecimento de Materiais da Entrada de Serviço..................................................................................20
6.3.3. Ramal de Ligação ....................................................................................................................................20
6.3.4. Conexão e Amarração.............................................................................................................................20
6.3.5. Ancoragem do Ramal de Ligação ............................................................................................................20
6.3.6. Eletrodutos .............................................................................................................................................21
6.3.7. Ramal de entrada ...................................................................................................................................22
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6.3.8. Ramal de Distribuição .............................................................................................................................24
6.3.9. Proteção e Seccionamento .....................................................................................................................25
6.3.10. Medição .................................................................................................................................................26
6.3.11. Caixa de Medição ...................................................................................................................................26
6.3.12. Equipamentos de Medição .....................................................................................................................27
6.3.13. Caixa de Passagem .................................................................................................................................27
6.3.14. Caixa Seccionadora .................................................................................................................................27
6.3.15. Caixa de Distribuição ..............................................................................................................................28
6.3.16. Caixa de Dispositivos de Proteção e manobra ........................................................................................28
6.3.17. Caixa de Dispositivo de proteção das Unidades Consumidoras ...............................................................28
6.3.18. Aterramento...........................................................................................................................................28
6.3.19. Poste Particular ......................................................................................................................................29
6.4.
Cálculo da Demanda para Edificações de Uso Coletivo ...............................................................................30
6.4.1. Iluminação e Tomadas de Uso Geral .......................................................................................................30
6.4.2. Aparelhos Eletrodoméstico-Eletrônicos ..................................................................................................31
6.5. Cálculo da Demanda para Edificações de Uso Coletivo Aplicável Exclusivamente às Instalações com
Finalidade Residencial ...........................................................................................................................................32
6.5.1. Dimensionamento mínimo .....................................................................................................................32
6.5.2. Cálculo da demanda do Condomínio ......................................................................................................33
6.5.3. Demanda Total do Edifício ......................................................................................................................33
6.5.4. Exemplo de aplicação do Cálculo da Demanda pelo Critério RTD 27 .......................................................33
6.6.
Cálculo da Queda de Tensão.......................................................................................................................35
6.6.1. Cálculo da queda de tensão a partir de uma seção do condutor .............................................................35
6.6.2. Cálculo da queda de tensão a partir de uma seção do condutor conhecida e queda de tensão percentual
fornecida pelo fabricante de condutores ...........................................................................................................35
7.
REGISTROS DA QUALIDADE ................................................................................................................................35
8.
ANEXOS .............................................................................................................................................................35
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1. OBJETIVO
Estabelecer os critérios, condições gerais e limites de fornecimento de energia elétrica em tensão de distribuição
secundária em edificações coletivas na área de concessão da EDP ESCELSA para as instalações novas, bem como,
em reformas e ampliações das unidades existentes.
2. HISTÓRICO DAS REVISÕES
Versão
Início da Vigência
01
07/01/2015
Responsáveis
Elaboração: Heber Costa Beber / Rafael
Seeberger.
Seções atingidas / Descrição
Emissão inicial.
Este documento substitui o PT.PN.03.24.0015.
Aprovação: Marcelo Poltronieri
3. APLICAÇÃO
Aplica-se na área de concessão da EDP ESCELSA.
4. REFERÊNCIAS EXTERNAS
Para a aplicação deste documento, deverão ser consultadas as seguintes normas e resoluções em suas últimas
revisões:
●
NBR 5111 - Fios de Cobre Nus, de Seção Circular, para Fins Elétricos – Especificação;
●
NBR 5410 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
●
NBR 5597 - Eletroduto e aço-carbono e acessórios com revestimento protetor e Rosca NPT – Requisitos;
●
NBR 5598 - Eletroduto rígido de aço-carbono com revestimento protetor e Rosca BSP – Requisitos;
●
NBR 5624 - Eletroduto rígido de aço-carbono, com costura, com revestimento protetor e rosca NBR 8133;
●
NBR 5680 - Dimensões de Tubos de PVC Rígido;
●
NBR 6249 - Isolador roldana de Porcelana ou de Vidro – Dimensões, características e procedimentos de
ensaio;
●
NBR 6323 - Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido – Especificação;
●
NBR 6591 - Tubos de aço-carbono com solda longitudinal de seção circular, quadrada, retangular e especial
para fins industriais – Especificação;
●
NBR 7285 - Cabos de potência com isolação extrudada de polietileno termofixo (XLPE) para tensão de 0,6
kV/1 kV - Sem cobertura – Especificação;
●
NBR 7397 - Produto de aço ou ferro fundido revestido de zinco por imersão a quente - Determinação da
massa do revestimento por unidade de área - Método de ensaio;
●
NBR 7398 - Produto de aço ou ferro fundido revestido de zinco por imersão a quente - Verificação da
aderência do revestimento;
●
NBR 7399 - Produto de aço ou ferro fundido revestido de zinco por imersão a quente - Verificação da
espessura do revestimento por processo não-destrutivo;
●
NBR 7400 - Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido por imersão a quente - Verificação da
uniformidade do revestimento - Método de ensaio;
●
NBR 8159 - Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas, urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica Formatos, dimensões e tolerâncias;
●
NBR 8451 - Postes de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica – Especificação;
●
NBR 10295 - Transformadores de Potência Seco – Especificação;
●
NBR 11711 - Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes
comerciais e industriais;
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●
NBR 11888 - Bobinas e chapas finas a frio e a quente de aço-carbono e aço de baixa liga e alta resistência Requisitos gerais;
●
NBR 13570 - Instalações elétricas em locais de afluência de público – Requisitos específicos;
●
NBR 14039 - Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2kV;
●
NBR 15820 - Caixa para Medidor de Energia Elétrica – Requisitos;
●
NBR-IEC 60439-1 - Conjunto de manobra e controle de Baixa Tensão;
●
NBR-IEC 60898 - Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e similares;
●
NBR-IEC 60947-2 - Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão. Parte 2: Disjuntores;
●
NBR-IEC 60947-3 - Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão, seccionadores, interruptores Parte 3: Interruptores, seccionadores, interruptores - seccionadores e unidades combinadas de dispositivo
fusível;
●
NBR NM 247-3 - Cabos isolados com policloreto de vinila (PVC) para tensões nominais até 450/750V,
inclusive - Parte 3;
●
NBR NM-280 - Condutores de cabos isolados (IEC-60228, MOD)
●
Resolução Nº 414 - Resolução Nº 414 de 09 de Setembro de 2010 da ANEEL - Agência Nacional de Energia
Elétrica;
●
Resolução Nº 395 - Resolução Nº 395 de 15 de Dezembro de 2009 da ANEEL- Agência Nacional de Energia
Elétrica.
5. DEFINIÇÕES
ART – Anotação de
Responsabilidade
Técnica
Documento a ser apresentado pelo profissional habilitado que comprove a sua
responsabilidade pelo projeto e/ou execução do empreendimento.
Aterramento
Ligação elétrica intencional com a terra, podendo ser com objetivos funcionais
(ligação do condutor neutro a terra) e com objetivos de proteção (ligação à terra das
partes metálicas não destinadas a conduzir corrente elétrica).
Caixa de Barramentos
Caixa destinada a receber os condutores do ramal de distribuição principal alojando
barras de cobre em seu interior.
Caixa de Derivação
Caixa destinada a receber os condutores do ramal principal de distribuição alojando
condutores flexíveis em seu interior.
Caixa de Dispositivos de
Proteção e Manobra
Caixa destinada a alojar o(s) dispositivo(s) de proteção e manobra.
Caixa de Inspeção de
Aterramento
Caixa que, além de possibilitar a inspeção e proteção mecânica da conexão do
condutor de aterramento ao eletrodo de aterramento, permite, também, efetuar
medições periódicas.
Caixa de Medição
Caixa destinada à instalação do medidor de energia e seus acessórios, bem como do
dispositivo de proteção.
Terá aceitação plena após instalação se não apresentar defeitos, sendo observado o
prazo de validade e responsabilidades do fornecedor conforme estabelecido na
norma NBR 15820.
Quando não apresentar transparência suficiente para a leitura do registrador de
consumo de energia elétrica deverá ser substituída pelo consumidor detentor da
responsabilidade legal da instalação sem nenhum ônus para a Concessionária.
A Concessionária poderá notificar o consumidor detentor da responsabilidade legal
da instalação a necessidade de substituição da caixa ou tampa de fechamento desde
que não apresentem a segurança prevista pelo fornecedor ou a transparência
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suficiente para os trabalhos de inspeção e leitura de consumo.
A substituição da caixa ou da tampa responsável pelo fechamento da mesma,
somente poderá ocorrer a partir de contato prévio do representante legal da
instalação junto à Loja de Atendimento da EDP ESCELSA, sendo a deliberação para os
serviços regidos por critérios e procedimentos operacionais estabelecidos pela
Concessionária.
Toda identificação incrementada no corpo da caixa de medição não poderá encobrir
referências ou registros de fabricação.
Caixa de Passagem
Caixa destinada a facilitar a passagem e possibilitar derivações de circuitos e/ou
condutores.
Caixa Seccionadora
Caixa destinada a alojar as chaves seccionadoras com fusíveis ou disjuntores
termomagnéticos, com finalidade de seccionar os condutores do ramal de entrada.
Câmara Transformadora
Compartimento construído com material resistente a fogo e sob responsabilidade e
ônus do empreendedor/incorporador e destinado à instalação permanente de
equipamentos.
Carga Instalada
Soma das potências nominais [kW] dos equipamentos elétricos de uma unidade
consumidora que estejam em condições de entrar em funcionamento depois de
concluídos os trabalhos de instalação.
Carga Potencialmente
Perturbadora
Carga instalada em unidade consumidora que utiliza processo interno cujas
características intrínsecas potencialmente afetem, de alguma maneira, as grandezas
elétricas relativas ao fornecimento da energia normalmente caracterizadas pela
frequência, tensão e corrente alternada em seus valores padronizados de amplitude
e intensidade com as respectivas variabilidades permitidas, quer seja no ponto de
conexão ou na própria rede da EDP ESCELSA, e susceptível de provocar a não
conformidade do produto no fornecimento de energia elétrica às demais unidades
consumidoras.
Cargas Especiais
São consideradas cargas especiais as que provocam flutuação brusca como solda
elétrica, motores com partida frequente, aparelhos de raios-X, eletrogalvanização e
similares ou quaisquer outros causadores de distúrbios de tensão ou corrente, e
ainda outras que apresentem condições diferentes destas estabelecidas.
Categoria de
Atendimento
Classificação técnica para atendimento dos consumidores em função das correntes
de demanda calculadas.
Centro de Medição
Conjunto constituído, de forma geral, de caixa de distribuição, caixa de dispositivo de
proteção e manobra, caixa de barramentos, caixas de medição e caixa de dispositivos
de proteção individual.
Circuito Alimentador
Condutores isolados, instalados entre a proteção geral e o quadro de distribuição da
unidade consumidora.
Concessionária de
Energia Elétrica
Pessoa jurídica detentora de concessão federal para explorar a prestação de serviços
públicos de distribuição de energia elétrica, aqui representada pela EDP ESCELSA.
Condutor de
Aterramento
Condutor que faz a interligação elétrica entre uma parte condutora e um eletrodo de
aterramento.
Condutor de Proteção
Condutor que liga as massas (conjunto das partes metálicas, de instalação e de
equipamento, não destinados a conduzir corrente) a um terminal de aterramento
principal.
Condutor de Proteção
Principal
Condutor de proteção que liga os diversos condutores de proteção de uma instalação
ao terminal de aterramento principal.
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Conjunto de Edifício
Conjunto de edificações reconhecidas pelos poderes públicos, constituídos por duas
ou mais unidades consumidoras, construídas no mesmo terreno ou em terrenos
distintos sem separação física entre eles e juridicamente demarcada pela prefeitura e
com área de circulação comum às mesmas, sem caracterizar condomínio.
Consumidor
Pessoa física ou jurídica de direito público ou privado, legalmente representada que
solicite o fornecimento, a contratação de energia ou o uso do sistema elétrico à
distribuidora, assumindo as obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s)
unidade(s) a(s), segundo disposto nos Padrões e nos contratos.
Cubículo de Medição
Compartimento construído em alvenaria, provido de sistema de ventilação
permanente e iluminação adequada, destinada a alojar exclusivamente o(s) quadro(s)
de medição.
Demanda
É a média das potências elétricas instantâneas solicitadas ao sistema elétrico pela
parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora durante um
intervalo de tempo especificado.
Edificação
Toda e qualquer construção reconhecida pelos poderes públicos e utilizada por um
ou mais consumidores.
Edificação de Uso
Individual
Toda e qualquer construção em imóvel reconhecido pelos poderes públicos
constituindo uma única unidade de consumo.
Edificações de Uso
Coletivo
Toda edificação com mais de uma unidade de consumo e que dispõe de área de uso
comum cujo consumo de energia elétrica desta área comum seja de responsabilidade
do condomínio juridicamente constituído.
Entrada Coletiva
Toda entrada com a finalidade de alimentar uma edificação de uso coletivo ou
agrupado.
Entrada de Serviço
Conjunto de equipamentos, condutores e acessórios compreendidos entre o ponto
de derivação da rede secundária e a medição e proteção, inclusive da unidade
consumidora.
Fator de Diversidade
Fator aplicado no cálculo para dimensionamento da demanda em edifício de uso
coletivo com finalidade residencial.
Instalações Especiais
São aquelas destinadas a local de reuniões públicas (cinemas, circos, teatros, igrejas,
auditórios, praças, quermesses, parques de diversões e semelhantes) ou outros locais
para a realização de festividades, comícios, espetáculos, exposições, conforme
especificado na norma NBR 13570 e também canteiros de obras e instalações
elétricas em vias públicas. São ainda consideradas instalações especiais aquelas
destinadas a locais que pela natureza dos trabalhos neles executados ou de materiais
neles mantidos, possa haver presença de produtos inflamáveis ou explosivos
(líquidos, gases, vapores, poeiras ou fibras).
Limite de Propriedade
Demarcações que separam a unidade consumidora da via pública e de terrenos de
propriedade de terceiros, no alinhamento designado pelos poderes públicos(. ),
exceto em áreas de urbanização precárias (favelas, vielas, etc.) que serão objetos de
estudos específicos.
Medidor de Energia
Elétrica
Aparelho destinado a medir e registrar o consumo de energia elétrica ativa e/ou
reativa, instalado pela Concessionária.
Padrão de Entrada
Instalação composta por ramal de entrada, poste particular de concreto ou ferro
(quando alimentado por ramal de ligação aéreo), caixas ou conjunto de caixas que
comportam o centro de medição e de proteção devidamente homologados pela
Concessionária, dispositivos de proteção, aterramento e ferragens, cuja
responsabilidade quanto à aquisição e construção de forma a permitir a ligação da
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unidade à rede de distribuição da Concessionária é da responsabilidade do
consumidor.
Pedido de Estudo
Prévia consulta para atendimento conforme modelos de cartas de apresentação do
Anexo C.
Pedido de Fornecimento
Ato voluntário do interessado na prestação do serviço público de fornecimento de
energia ou conexão e uso do sistema elétrico da distribuidora, segundo disposto nos
Padrões e respectivos contratos, efetivado pela alteração de titularidade de unidade
consumidora que permanecer ligada ou ainda por sua ligação, quer seja nova ou
existente.
Ponto de Entrega
É o ponto de conexão do sistema elétrico da distribuidora com a unidade
consumidora e situa-se no limite da via pública com a propriedade onde esteja
localizada a unidade consumidora, observadas as exceções previstas na Resolução
Normativa Nº 414 de 09 de setembro de 2010 da ANEEL, seção 16, artigo 14.
Poste Particular
Poste instalado na propriedade do consumidor (unidade consumidora) no limite com
a via pública, com a finalidade de fixar e elevar o ramal de ligação.
Ramal Alimentador da
Caixa de Distribuição
Conjunto de condutores e acessórios instalados entre os barramentos da caixa
seccionadora de barramentos e a caixa de distribuição.
Ramal Alimentador da
Unidade de Consumo
Conjunto de condutores e acessórios que derivam do ramal de distribuição com a
finalidade de alimentar o medidor e o dispositivo de proteção da unidade de
consumo.
Ramal de distribuição
Conjunto de condutores e acessórios entre o barramento da caixa de seccionamento
até a caixa de medição.
Ramal de Entrada
Conjunto de eletrodutos, condutores elétricos e acessórios instalados entre o ponto
de entrega e a medição e proteção, inclusive.
Ramal de Ligação
Conjunto de Condutores e seus acessórios instalados entre o ponto de derivação da
rede de distribuição secundária da Concessionária e o ponto de entrega.
Viabilidade Técnica
Estudo de viabilidade de fornecimento de energia elétrica pela EDP ESCELSA.
6. DESCRIÇÃO E RESPONSABILIDADES
6.1.
6.1.1.
Regulamentação
Aspectos Gerais
Aplica-se às instalações de uso coletivo residenciais, comerciais e industriais de características usuais
obedecidas às normas da ABNT e às legislações vigentes aplicáveis.
Deve ser exigido o cumprimento das instruções aqui descritas em todas as instalações novas. As instalações
existentes que seguiram exigências de padrões anteriores podem ser mantidas, desde que as condições
técnicas permitam.
Em casos de reformas e/ou mudanças no padrão de entrada, este Padrão deve ser aplicado em parte ou no
seu todo, dependendo das condições técnicas e de segurança.
As aplicações de novas tecnologias disponíveis no mercado poderão ser utilizadas, desde que aprovadas
previamente pela Concessionária.
Nos casos de atendimento pela rede subterrânea de distribuição ou através de ramal de entrada
subterrâneo, o interessado deverá solicitar orientação técnica nas Lojas Comerciais ou com a Central de
Atendimento da Concessionária.
Antes do início da obra civil da edificação é necessário que o futuro consumidor ou seu representante
legalmente designado entre em contato com o serviço de atendimento ao consumidor, através das Lojas
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Comerciais ou com a Central de Atendimento, a fim de tomar conhecimento dos detalhes técnicos deste
Padrão aplicáveis ao seu caso, bem como, das condições comerciais para sua ligação.
A edificação cujo padrão de entrada não esteja em conformidade com as diretrizes aqui estabelecidas, ou
que esteja edificada dentro dos limites das faixas de servidão de linhas elétricas, não terá o seu pedido de
fornecimento atendido pela Concessionária.
As instalações elétricas internas, após a medição e a proteção devem atender aos requisitos técnicos
descritos na norma NBR-5410 - “Instalações Elétricas de Baixa Tensão” da ABNT e outras correlatas que
vierem a ser publicadas sobre o tema.
O atendimento do pedido de fornecimento não transfere a responsabilidade técnica à Concessionária
quanto ao projeto e execução das instalações elétricas internas.
Toda instalação ou carga que possa ocasionar perturbações ao fornecimento regular a outras unidades de
consumo será ligada somente após a prévia concordância da Concessionária, que providenciará as
alterações no sistema elétrico, visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área
afetada, com a definição da responsabilidade dos custos associados ao consumidor interessado, conforme
legislação vigente aplicável.
Todos os consumidores devem manter o fator de potência indutivo ou capacitivo de suas instalações o mais
próximo possível da unidade. Sendo constatado nas instalações um fator de potência indutivo ou capacitivo
inferior ao limite mínimo permitido (0,92), o consumidor está sujeito às penalidades previstas nas
legislações em vigor.
O consumidor é responsável pelo zelo do ramal de entrada, caixa de medição, poste, dispositivos de
proteção e do(s) equipamento(s) mantido(s) sob lacre, sendo que o acesso a este(s) somente é permitido à
Concessionária.
A energia elétrica fornecida pela Concessionária ao consumidor será de uso exclusivo deste, não podendo,
sob qualquer pretexto, ser cedida ou alienada.
Não é permitida a extensão das instalações elétricas de um consumidor para além dos limites de sua
propriedade ou a propriedade de terceiros, mesmo que o fornecimento de energia seja gratuito.
O consumidor e o Condomínio devem permitir o livre acesso dos representantes da Concessionária,
devidamente credenciados e identificados, às instalações elétricas de sua propriedade, fornecendo-lhes os
dados e informações solicitadas, referentes ao funcionamento dos aparelhos e da instalação.
É de responsabilidade do consumidor, manter suas instalações internas em conformidade com os padrões
técnicos da Concessionária e de segurança, competindo-lhe, sempre que solicitado, a fazer por conta e risco
todos os reparos e modificações que a Concessionária julgar necessário.
Não é permitida a ligação de mais de uma unidade consumidora em um único medidor.
A edificação coletiva que, a qualquer tempo, venha a ser transformada em edificação de uso individual,
deve ter seu padrão de entrada modificado de acordo com as prescrições do Padrão de Fornecimento de
Energia Elétrica em Tensão Secundária individual.
A entrada de serviço que em consequência de decisões judiciais ou desmembramento de terreno ficar em
propriedade de terceiros, será passível de correção no seu todo ou em parte, a critério da Concessionária,
sob responsabilidade do consumidor.
As edificações devem ser atendidas através de uma única entrada de serviço, visando à ligação de todas as
suas unidades consumidoras, independentemente da carga instalada destas unidades e da demanda total
da edificação.
Deverão ser observadas as condições gerais de fornecimento de energia elétrica previstas na Resolução
Normativa ANEEL nº 414, de 09 de setembro de 2010 e suas atualizações.
6.1.2.
Pedido de Fornecimento
O consumidor ou o responsável interessado deve entrar em contato com o serviço de atendimento ao
consumidor, através das Lojas Comerciais ou com a Central de Atendimento, apresentando
detalhadamente:
–
Projeto elétrico da edificação aprovado pela EDP ESCELSA quando aplicável (ver item 6.1.4);
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–
Nome, endereço para correspondência, e-mail e telefone do responsável;
–
Documentos pessoais e/ou comerciais (CPF e Cédula de Identidade do interessado). Para ligações
comerciais ou industriais, deverão ser fornecidos o CNPJ e a Inscrição Estadual;
–
Endereço completo do imóvel a ser ligado e se possível o número da referência da conta de energia
elétrica do vizinho mais próximo;
–
Croqui (desenho) da localização do imóvel em relação às vias públicas com indicação da posição do
padrão de entrada, conforme Anexo B;
–
Finalidade de cada uma das unidades de consumo;
–
Relação das cargas por unidade de consumo, informando a potência individual dos aparelhos,
equipamentos e motores, o número de fases (monofásico, bifásico ou trifásico) com suas
respectivas finalidades e características especiais.
Nos casos em que houver projeto elétrico aprovado pela Concessionária, o pedido de fornecimento deverá
ser solicitado com base nas referências constituintes do projeto.
6.1.3.
Isenção de Apresentação de Projeto Elétrico
É dispensada a apresentação de projeto elétrico para as ligações de entrada coletiva em um quadro único
de medições, respeitadas as seguintes limitações:
–
Máximo de 06 (seis) medidores;
–
Máximo de 03 (três) pavimentos;
–
Carga instalada máxima: 75 kW;
–
Instalações individuais com carga máxima de 41 kW;
–
Demanda diversificada máxima (função do total de medidores): 60 kW (Anexo A - Tabela 24).
Os equipamentos, condutores, dispositivos e materiais das instalações enquadradas nesta situação,
deverão ser dimensionados em função da demanda diversificada (vide exemplo de dimensionamento no
Anexo A).
6.1.4.
Projetos e Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)
O interessado deve apresentar, juntamente com o pedido de fornecimento, a guia da ART autenticada pelo
órgão recebedor e o projeto elétrico da entrada e centros de medição elaborada por profissional
devidamente habilitado e registrado no conselho regional pertinente.
6.1.4.a.
Apresentação dos Projetos
Os projetos deverão ser apresentados em três vias impressas para os casos que demandem instalação
de Câmara de Transformação e em duas vias para os demais projetos. Adicionalmente, para todos os
casos deverá também ser encaminhada uma via em arquivo digital, contendo as seguintes informações:
•
Nome, endereço e telefone do responsável pelo projeto;
•
Projeto do(s) centro(s) de medição, com vista em planta, vista frontal com detalhes internos
das caixas e cortes, em escala adequada.
•
Projeto indicando a localização da entrada de energia em escala, com indicação do(s)
recinto(s) do centro(s) de medição e trajeto dos eletrodutos até o limite de propriedade
com a via pública, incluindo localização e detalhe do poste particular ou detalhe da entrada
subterrânea no caso de ramal subterrâneo;
•
Relação da carga instalada (pontos de luz, tomadas, aparelhos, motores e outros
equipamentos) com respectivo equilíbrio de fases por informando, inclusive, se há previsão
de instalação de equipamentos especiais, com suas respectivas finalidades;
•
Planilha de cargas instaladas por unidades consumidoras, por circuitos alimentadores dos
quadros de medição e por circuitos alimentadores gerais, bem como suas demandas,
proteções, eletrodutos, condutores e equilíbrio de fases para cada caso com a observância
do maior desequilíbrio entre as mesmas não superiores a 5%;
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INÍCIO
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07/01/2017
•
Diagrama unifilar da instalação e diagrama vertical desde o ponto de entrega até as
medições e proteções das unidades consumidoras com as respectivas saídas de
alimentação, indicando as proteções, as secções dos condutores e eletrodutos,
transformadores e destacando os quadros de medidores da Concessionária, conforme
desenho do Anexo B;
•
Memorial descritivo apresentando cálculo da demanda da edificação, dimensionamento dos
condutores e queda de tensão;
•
Informações e características específicas dos equipamentos elétricos especiais;
•
Para motor trifásico de capacidade superior a cinco (05) CV, devem ser fornecidas as
características técnicas (finalidade, sistema e tempo de partida);
•
Localização, detalhamento da malha de terra.
□
As apresentações dos projetos deverão ser em folhas com formatos padronizados pela
ABNT, sendo no mínimo o A2, e acondicionadas em pastas fechadas por via de projeto;
□
Após a análise do projeto, será devolvido ao interessado um jogo de plantas do conjunto de
vias na qual constará em carimbo próprio da Concessionária informando da liberação, ou
todo o conjunto de vias encaminhadas para análise, sendo que somente num único jogo de
plantas constará a informação da não liberação;
□
A responsabilidade sobre a execução das instalações elétricas da entrada a antes da
liberação do projeto é de inteira responsabilidade do consumidor;
□
Não deverá ser apresentado junto aos elementos solicitados projeto das instalações
internas da edificação (após a medição);
□
A liberação refere-se exclusivamente à entrada a para a qual a Concessionária tem exigência
específica;
□
A execução deve obedecer integralmente o projeto liberado pela Concessionária.
Notas:
6.1.4.b.
Outros Projetos
Também deverão ser apresentados projetos para as seguintes situações:
6.1.4.c.
•
Geração Própria;
•
Nos postes construídos com estruturas em concreto armado (colunas) para ligação da
edificação;
•
Em caso de ligação de cuja edificação seja provida de fachadas promocionais;
•
Condições não descritas ou não previstas neste Padrão Técnico, mas que em função de sua
particularidade haja a solicitação por parte da Concessionária.
ART - Anotação de Responsabilidade Técnica
A guia da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) para cada tipo de serviço do(s) profissional (is)
responsável (is) devidamente habilitado(s) e registrado(s) no conselho regional pertinente deverá ser
apresentado nas seguintes situações:
•
Instalações Especiais (ver item 6.2.6) - (etapa executiva);
•
Quando dispuser de geração Própria - (projeto e etapa executiva);
•
Nas colunas construídas em concreto armado utilizada como ponto de entrega da edificação
(Anexo B) - (projeto e etapa executiva);
•
Em caso de ligação de cuja edificação seja provida de fachadas promocionais - (projeto e
etapa executiva);
•
Em caso de ligação com carga instalada acima de 75kW que utilize como ponto de
ancoragem do ramal de ligação parede de alvenaria (etapa executiva);
•
Nos ramais de entrada subterrânea (etapa executiva);
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TÍTULO
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PADRÃO TÉCNICO
•
6.1.4.d.
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VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
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07/01/2017
Em situações não descritas e previstas neste Padrão, mas que em função de sua
particularidade, haja a solicitação por parte da Concessionária - (projeto e/ou etapa
executiva).
Validade do Projeto
O projeto analisado pela Concessionária terá validade de 24 meses para efetivação do pedido de ligação.
Caso a execução não seja efetuada dentro do prazo de validade, o projeto deve ser submetido
novamente à análise da Concessionária. Excepcionalmente, a critério da Concessionária, o projeto
poderá ter o seu prazo prorrogado em até 12 meses.
Quaisquer modificações que se fizerem necessárias após a liberação do projeto, não devem ser
executadas sem que sejam analisadas pela Concessionária, devendo neste caso o interessado submeter
o novo projeto à concessionária nos moldes definidos no item 6.1.4.a.
6.1.5.
Resposta ao Pedido de Fornecimento
Em resposta ao pedido de fornecimento, a Concessionária fornecerá informações sobre:
–
Necessidade, ou não, de execução de serviços nas redes elétricas;
–
Custos, quando aplicáveis, a serem pagos pelo interessado para atendimento da ligação;
–
Categoria de atendimento a ser enquadrado;
–
Recolhimento das contribuições de responsabilidade do interessado na forma da legislação
específica.
No caso de apresentação do Projeto:
–
6.1.6.
Liberação ou não do(s) projeto(s) apresentado(s).
Consulta de Viabilidade Técnica para Fornecimento
Deverá ser solicitado à Concessionária, estudo de viabilidade técnica de fornecimento de energia elétrica
nas seguintes situações:
–
Municípios de Vitória, Cariacica, Viana, Vila Velha e Serra:
□
–
Cargas instaladas superiores a 750 kW ou demanda viabilizada superior a 500 kW;
Demais municípios da área de concessão da EDP ESCELSA.
□
Cargas instaladas superiores a 300 kW ou demanda viabilizada superior a 200 kW.
O interessado poderá solicitar à Concessionária, informações preliminares para o desenvolvimento do
projeto de entrada, tais como:
6.1.7.
–
Tensão nominal de fornecimento;
–
Sistema de fornecimento (delta ou estrela);
–
Zona de distribuição (aérea ou subterrânea);
–
Necessidade ou não da construção de câmara transformadora;
–
Nível de curto-circuito.
Limitações Para Fornecimento em Baixa Tensão (BT) sem utilização de Câmara de Transformação
O atendimento em Baixa Tensão às instalações coletivas sem a utilização de câmara de transformação está
limitado às condições abaixo descritas:
6.1.7.a.
Residencial
Carga instalada máxima de 1200 kW e demanda máxima de 300 kVA;
6.1.7.b.
Comercial
Carga instalada máxima de 400 kW e demanda máxima de 300 kVA;
6.1.7.c.
Mista
A carga residencial instalada adicionada a 3 vezes a carga comercial instalada, deverá ser menor ou igual
a 1200 kW e a demanda máxima igual a 300 kVA.
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[Carga Inst. Residencial + 3 (Carga Inst. Comercial) < 1200 kW].
6.1.8.
Câmara de Transformação
O empreendedor é responsável pelos investimentos necessários e pela execução da construção da câmara
de transformação de energia elétrica destinadas ao atendimento dos empreendimentos de múltiplas
unidades consumidoras, nos termos do Art. 48, da Resolução Normativa ANEEL nº 414/10.
A construção da câmara de transformação deverá observar os requisitos técnicos e de segurança previstos
neste Padrão, e ainda, deverá empregar somente materiais especificados e homologados por esta
Concessionária, conforme informações disponíveis em nossos canais de atendimento.
A EDP ESCELSA poderá realizar inspeções periódicas nos serviços de construção da câmara de
transformação, tendo direito de introduzir modificações a expensas do(s) interessado(s), sempre que tais
serviços estiverem em desacordo com as plantas apresentadas com este Padrão e projeto aprovado.
Não poderão ser armazenados materiais no interior da câmara de transformação.
Não poderão passar pela câmara de transformação, tubulações tais como de gás, óleo, água, vapor, esgoto,
lixo, etc.
É vedado o acesso à câmara de transformação pessoas estranhas à EDP ESCELSA.
Recomenda-se que instalações de gás, caixas d’água, etc., quando executadas nas proximidades das
câmaras de transformação, atendam aos requisitos legais em vigor.
6.1.8.a.
Localização
A câmara de transformação deverá ser construída no térreo, preferencialmente, na parte frontal da
edificação.
Notas:
6.1.8.b.
□
As câmaras de transformação não poderão ser utilizadas em locais passíveis de inundação;
□
A escolha de outra localização será em função das facilidades de acesso, ventilação, outros
fatores de projeto, devendo ser motivo de prévia consulta EDP ESCELSA;
□
O barramento geral em tensão secundária não deverá distar mais de 2,5 metros medidos a
partir do perímetro da câmara de transformação.
Dimensões
A câmara de transformação deverá ser dimensionada de acordo com o(s) equipamento(s) a serem
instalados, de modo a oferecer facilidade de operação e circulação, bem como as necessárias condições
mínimas de segurança.
Deverá obedecer a dimensões mínimas, livres de obstáculos, tais como, colunas, vigas, rebaixos, etc., e
conforme abaixo descrito:
•
Câmara de transformação com transformador único de até 500 kVA, as dimensões mínimas
devem estar conforme desenhos do Anexo B;
•
Câmara de transformação com dois ou mais transformadores de até 300 kVA, as dimensões
mínimas devem estar conforme desenhos do Anexo B;
•
Para as edificações com área própria superior a 10.000 m², as dimensões mínimas serão
estabelecidas em função das características técnicas de cada edificação, mediante prévia
consulta à Concessionária.
□
As potências nominais dos transformadores de distribuição com isolamento seco a serem
aplicados nas câmaras de transformação serão de 75 kVA, 150 kVA, 225 kVA, 300 kVA, 500
kVA, 750 kVA e 1000 kVA conforme padrão técnico da Concessionária.
Nota:
6.1.8.c.
Acesso
A edificação deverá garantir acesso à câmara de transformação a partir da via pública para os
funcionários da EDP ESCELSA ou representantes autorizados pela mesma.
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Deverá, também, garantir a movimentação de equipamentos previstos para nela serem instalados e/ou
retirados a qualquer hora do dia ou da noite.
6.1.8.d.
Construção Civil
I.
Porta de Acesso
A câmara de transformação deverá ser provida de uma porta exterior, com duas folhas abrindo
para fora, com dimensões mínimas 2,00 x 0,90m por folha e possuir dispositivo para fechamento a
cadeado, devendo a chave ficar em poder da EDP ESCELSA, quando nela estiverem instalados
equipamentos de sua propriedade;
Sua construção será de acordo com a NBR 11711 - Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de
madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais.
Deverá ser instalado ao lado da porta da câmara de transformação pelo lado externo, sistema de
proteção contra incêndio (extintor CO2 - 6 kg) ou em outro ponto próximo conveniente para os
modelos de câmaras apresentados.
A(s) porta(s) de acesso da(s) câmara(s) de transformação deverá atender os detalhes de desenhos
do Anexo B.
II.
Ventilação
As câmaras de transformação devem ter aberturas que propiciem claridade devendo ser dispostas
de modo a promover a circulação do ar em seu interior. As quantidades e dimensões das aberturas
deverão ser definidas na fase de projeto com posterior aprovação pela EDP ESCELSA.
Devem possuir grade de proteção com malha máxima de 13 mm e veneziana metálica do tipo
chicana, no caso das aberturas para acesso aos condutores vivos estarem ao alcance de pessoas.
Para os casos em que não há possibilidades de acessos aos condutores, podem ser empregadas as
proteções somente com malha.
Quando a abertura para ventilação estiver sujeita a projeções de água de qualquer direção (jatos
de água, chuva etc.), deve ser utilizada veneziana metálica convencional.
As aberturas destinadas à entrada e saída de ar deverão ser localizadas com acesso direto para o ar
livre.
Quando não tiver acesso direto ao ar livre, o projeto do sistema de ventilação deverá ser
previamente apresentado à EDP ESCELSA.
III. Piso
O piso deverá ser de concreto armado com espessura adequada para resistir aos pesos dos
equipamentos a serem instalados devendo esta informação constar no projeto e justificando a
capacidade de resistência do referido pavimento.
IV. Paredes e Tetos
O teto deverá ser em concreto armado e as paredes externas poderão ser em alvenaria. Ambos
deverão ser construídos com espessura mínima de 10 cm e garantir total impermeabilização
quanto à penetração de umidade em seu interior.
As paredes internas (divisórias) deverão ser em alvenaria com espessura de 15 cm e com pilares
para sustentação nas extremidades livres.
Quando a câmara estiver sujeita a projeção de água (jatos de água, chuva etc.), o teto em sua
superfície exposta ao ambiente externo deverá ter inclinação em 2%.
O escoamento não deverá ocorrer, em nenhuma hipótese, sobre condutores energizados.
6.1.8.e.
Iluminação Artificial
Deverá ser prevista iluminação artificial alimentada com energia medida tendo comando externo
próximo à porta da câmara de transformação.
Os pontos de luz deverão ser colocados a uma distância mínima de 1,5m no sentido horizontal das
partes energizadas, preferencialmente, na parede lateral de livre acesso da câmara de transformação.
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A Câmara deverá, também, ser suprida por iluminação de segurança com autonomia mínima de 02
horas.
6.1.8.f.
Caixa de derivação situada no interior da câmara de Transformação:
Deverão ser observados os seguintes aspectos:
6.1.8.g.
•
A caixa será de uso exclusivo da EDP ESCELSA.
•
Deverá apresentar dimensões mínimas de 0,50m x 0,50m x 0,70m podendo ser construída
de alvenaria com tampa de concreto armado ou ferro antiderrapante aterrada e devendo
ser apropriada para perfeita drenagem;
•
O consumidor deverá assegurar que as caixas a serem construídas em locais irregulares ou
inclinados, tenham o piso nivelado e que as alturas das paredes atendam as dimensões
mínimas estabelecidas.
Caixa de derivação situada no limite da propriedade com a via pública:
Deverão ser observados os seguintes aspectos:
6.1.8.h.
•
A caixa será de uso exclusivo da EDP ESCELSA;
•
Deverá apresentar dimensões mínimas de 0,80m x 0,80m x 0,80m, e ser construída de
alvenaria com tampa de concreto armado devendo ser apropriada para perfeita drenagem;
•
Deverá ser interligada à caixa situada no interior da câmara de transformação através de
dois eletrodutos e tem por finalidade a instalação de equipamentos elétricos necessários ao
fornecimento de energia à edificação, sendo de uso exclusivo da EDP ESCELSA;
•
O consumidor deverá assegurar que as caixas a serem construídas em locais irregulares ou
inclinados, tenham o piso nivelado e que as alturas das paredes atendam as dimensões
mínimas estabelecidas.
•
As extremidades dos eletrodutos deverão ter acabamento com bucha de alumínio
apropriada, devendo ser utilizada massa de cimento para a vedação da passagem do
eletroduto na parede da caixa.
•
Poderão ser instaladas caixas intermediárias em atendimento às necessidades técnicas da
instalação.
Características de instalação dos Eletrodutos
Deverão ser observados os seguintes aspectos:
6.1.8.i.
•
Os eletrodutos poderão ser de PVC rígido, corrugado ou de aço galvanizado;
•
Deverão ser instalados dois eletrodutos sendo um de diâmetro interno de quatro polegadas
(4”) para lançamento de condutores necessários ao fornecimento de energia à edificação, e
um de diâmetro interno de seis polegadas (6”) para reserva técnica;
•
Para condutores de média tensão com sessão superior a #25 mm², deverão ser previstas
seções compatíveis para os eletrodutos;
•
Para ambos os casos acima, deverão ser previstos a instalação de sonda técnica para
viabilização dos serviços de lançamentos de condutores e inclinação da tubulação em 2% no
sentido da via pública;
•
Os eletrodutos subterrâneos deverão ser continuamente espaçados entre si, conforme
Anexo B;
•
Todo eletroduto a ser utilizado deverá estar em perfeitas condições de utilização.
Localização do Barramento Geral
O barramento geral em tensão secundária não deverá distar mais de 2,5 metros, medidos a partir do
perímetro da câmara de transformação.
6.1.8.j.
Incorporação, Operação e Manutenção
A câmara de transformação construída pelo responsável pelo empreendimento de múltiplas unidades
consumidoras ou de regularização fundiária de interesse específico deverá ser incorporada ao
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patrimônio da concessão ou permissão, conforme Artigos 49 e 50 da Resolução Normativa ANEEL
414/2010.
Uma vez incorporadas ao patrimônio da concessão, os serviços de inspeção, operação e manutenção
dos equipamentos instalados no interior da câmara de transformação, os quais passam a ser parte
integrante da rede de distribuição, serão executados exclusivamente pela Concessionária.
6.1.9.
Ponto de Entrega
É o ponto de conexão do sistema elétrico com as instalações elétricas da unidade consumidora
caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento de energia elétrica.
Quando atendido através de ramal de ligação aérea, o ponto de entrega deve situar-se no poste particular,
ou na fachada quando a edificação estiver junto ao limite de propriedade com via pública.
Quando atendido através de ramal subterrâneo, o ponto de entrega estará localizado na conexão do ramal
com a rede secundária da Concessionária.
Quando da necessidade de construção de câmara transformadora no interior dos limites de propriedade do
consumidor, o ponto de entrega situar-se-á na entrada do barramento geral de baixa tensão, entretanto, a
responsabilidade financeira e de construção da câmara de transformação, inclusive do ramal de conexão
em média tensão, é do empreendedor, nos termos do Art. 48, da Resolução Normativa ANEEL nº 414/2010.
6.1.10.
Aumento de Carga
Qualquer aumento de carga ou alteração de suas características devem ser previamente submetidos à
apreciação da Concessionária, para verificar a viabilidade do atendimento, observando os prazos e
condições impostas pela legislação em vigor.
6.1.11.
Perturbações na Rede
Se após a ligação da unidade consumidora for constatado que determinadas cargas ocasionam
perturbações ao fornecimento regular do sistema elétrico da Concessionária, esta pode exigir, a seu
exclusivo critério, que as mesmas sejam desligadas até a adequação do sistema de fornecimento, a
expensas do consumidor proprietário do equipamento causador da perturbação.
A Concessionária poderá exigir a qualquer tempo, a instalação de equipamentos corretivos contra
quaisquer perturbações que se produzam no seu sistema, caso o consumidor venha a utilizar, a sua revelia,
cargas susceptíveis de provocar distúrbios ou danos ao sistema elétrico e/ou equipamentos de outros
consumidores.
A Concessionária poderá ainda exigir o ressarcimento de indenizações por danos acarretados a outros
consumidores, provocados por uso de cargas perturbadoras.
6.1.12.
Casos não previstos
Os casos aqui não abordados de forma específica devem ser objeto de consulta à Concessionária, através
das Lojas Comerciais ou com a Central de Atendimento.
À Concessionária é reservado o direito de modificar as instruções aqui informadas, de maneira total ou
parcial, a qualquer tempo, considerando a constante evolução da técnica dos materiais e equipamentos.
6.2.
6.2.1.
Condições Gerais de Fornecimento
Tensões e Sistemas de Fornecimento
A Concessionária fornece a energia elétrica nas tensões nominais secundárias de distribuição e em
frequência nominal de 60 Hz, conforme a Resolução Normativa ANEEL nº 395 de 15 de dezembro de 2009 e
de acordo com o Sistema de fornecimento discriminado abaixo:
–
Sistema Trifásico com Neutro aterrado: 220/127 [V];
–
Sistema Monofásico com Neutro aterrado: 254/127 [V].
Excepcionalmente nas localidades de Alegre, Rive, Guaçuí e Celina, quando as condições técnicas
permitirem, a tensão de atendimento poderá ser:
–
Sistema Trifásico com Neutro aterrado: 380/220 [V];
–
Sistema Monofásico com Neutro aterrado: 220 [V] fase-neutro.
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6.2.2.
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07/01/2017
Categorias e Limitações no Atendimento
6.2.2.a.
Categorias de Atendimento
São três os tipos de categorias de atendimento:
•
Categoria “U” - dois fios, uma fase e neutro (monofásico);
•
Categoria “D” - três fios, duas fases e neutro (bifásico);
•
Categoria “T” - quatro fios, três fases e neutro (trifásico).
A tensão nominal dos equipamentos deverá ser compatível com a tensão nominal disponibilizada para
ligação do consumidor.
6.2.2.b.
Limitações no Atendimento
A limitação para instalação do maior motor ou solda a motor por categoria de atendimento, incluindo
dispositivo de partida, está indicada no Anexo A.
Existindo motores que, obrigatoriamente, partam ao mesmo tempo (mesmo sendo os maiores), devemse somar suas potências e considerá-los como um só motor (excluídos os motores de elevadores).
A utilização de motores com potências superiores às estabelecidas no Anexo A deverá ser objeto de
prévia consulta à Concessionária.
Além da limitação de carga do maior motor, seguem as demais limitações:
•
Categoria “U” (Monofásico) - Dois Fios (FN) - Aplicado às instalações com carga instalada até
09 kW. Não é permitida nesta categoria de atendimento a instalação de aparelhos de raiosX ou máquinas de solda a transformador com potência superior a 2 kVA;
•
Categoria “D” (Bifásico) - Três Fios (FFN) - Aplicado às instalações com carga instalada acima
de 09 kW e até 15 kW. Não é permitida nesta categoria de atendimento a instalação de
máquina de solda a transformador superior a 2 kVA na tensão de 127 V ou superior a 10
kVA na tensão de 220 V; aparelho de Raios-X com tensão de 220 V e potência superior a
1500 W;
•
Categoria “T” (Trifásico) - Quatro Fios (FFFN) - Aplicado às instalações com carga instalada
acima de 15 kW e até 75 kW. Para a instalação dos equipamentos abaixo, observar notas:
□
Máquina de solda a transformador superior a 2 kVA na tensão de 127 V ou superior a 10
kVA na tensão de 220 V e máquina de solda trifásica com retificação em ponte com
potência superior a 30 kVA;
□
Aparelhos de raios-X com potência superior a 1500 W na tensão de 220 V ou trifásicos com
potência superior a 20 kVA.
□
Caso existam aparelhos de potências superiores às citadas, serão efetuados estudos
específicos para sua efetiva ligação;
□
Caso o consumidor, cuja unidade consumidora esteja sendo atendida no sistema
monofásico, desejar ser atendido no sistema bifásico ou consumidor cuja unidade
consumidora esteja sendo atendida no sistema bifásico e desejar ser atendida no sistema
trifásico, a Concessionária poderá atendê-lo, mediante cobrança de taxa adicional;
□
O fornecimento de energia elétrica é feito em tensão secundária de distribuição para
instalações com carga instalada igual ou inferior a 75 kW, ressalvados através de consulta
prévia à Concessionária, os casos que se enquadrarem nos artigos 12° e 13° da Resolução
Normativa ANEEL nº 414/2010, sendo que as instalações com cargas instaladas superiores a
este valor são atendidas em tensão primária de distribuição.
Notas:
6.2.3.
Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio e Medição de Serviço
Estabelecimento das condições essenciais a fim de possibilitar a operação e a manobra dos equipamentos
elétricos necessários ao combate de incêndio e evacuação de prédios atingidos por sinistros, em
conformidade ao que estabelece as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
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Aplica-se a ligação de sistemas de detecção, iluminação, elevadores, bombas que recalcam redes,
canalizações e "sprinklers" e demais equipamentos necessários à prevenção e evacuação de prédios
atingidos por sinistros.
Os equipamentos de que trata o item acima serão supridos eletricamente através da ligação denominada
como "Medidor de Serviço".
O circuito alimentador do sistema de prevenção e combate a Incêndio deve ter dispositivo de proteção
independente, conforme Anexo B.
6.2.3.a.
Independência de Suprimento
O Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio deve ser ligado, necessariamente, derivando da entrada
antes da chave geral e após a medição.
6.2.3.b.
Ligação do Medidor de Serviço
A ligação denominada "Medidor de Serviço" será executada junto e próximo da chave geral
seccionadora ou disjuntor, no térreo da edificação com distância nunca superior a 7 (sete) metros da
porta da entrada social ou do serviço do prédio;
6.2.3.c.
Quadro de Distribuição
Deverá haver um quadro de distribuição, que conterá os dispositivos de proteção e manobra dos
equipamentos de prevenção e combate a incêndio, iluminação, elevadores, e demais equipamentos
vitais de utilização de serviço do prédio. Todos os circuitos deverão ser identificados e na parte externa,
conter a inscrição "Chave de Serviço de Emergência", pintada em vermelho.
6.2.3.d.
Localização
O quadro de distribuição será instalado no pavimento de acesso principal da edificação.
Entre o quadro de distribuição e o obstáculo mais próximo será previsto espaço livre de 0,80m (oitenta
centímetros), no mínimo.
O quadro de distribuição será instalado de forma tal que os dispositivos de proteção e manobras fiquem
em altura não inferior a 0,40m (quarenta centímetros) do piso acabado, não excedendo 1,70 m (um
metro e setenta centímetros) do referido piso.
6.2.3.e.
Circuito para alimentação do Sistema de Prevenção e Combate a Incêndio
A partir deste quadro de distribuição serão executados circuitos independentes, para:
6.2.3.f.
•
Elevadores;
•
Iluminação de serviços;
•
Iluminação de emergência, quando houver;
•
Sistema de detecção, quando houver;
•
Bombas que recalcam redes, canalizações e abastecimento da edificação;
•
Sistema de "sprinklers";
•
Outros equipamentos de serviço da edificação.
Instalação
As instalações deverão ser executadas obedecendo às prescrições das normas específicas da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT:
•
A instalação do medidor de serviço será necessária em edificações de uso coletivo com área
de construção superior a 750 m² ou que contenham bomba de incêndio ou altura superior a
doze metros a contar do piso do pavimento mais baixo, sendo limitativa qualquer uma das
condições;
•
O fornecimento de energia elétrica aos equipamentos de combate a incêndio deve ser
preferencialmente em tensão secundária. Caso a potência total das bombas de incêndio
requeira fornecimento em 15 KV, este deve ser obtido de transformador com proteção
primária independente;
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
6.2.3.g.
CÓDIGO
VERSÃO
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VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
•
A potência do sistema de bombeamento contra incêndio e dos motores dos ventiladores de
pressurização destinados à evacuação, não devem ser somadas às demais cargas da
edificação para efeito de cálculo de demanda geral, não devendo, também, ser considerada
na determinação da forma de ligação da entrada de serviço;
•
A entrada de serviço deverá ter características para comportar a carga correspondente à
bomba de incêndio, considerando-se, no entanto, seu funcionamento não simultâneo com
as demais cargas da instalação.
Desligamento
O desligamento das edificações será sempre efetuado através do dispositivo de proteção geral
instalado.
Por solicitação do Corpo de Bombeiros, o desligamento poderá também, ser efetuado através do corte
dos condutores do ramal de ligação fixados em suportes de propriedade particular do consumidor ou na
derivação da rede do logradouro no poste da Concessionária.
Neste caso, todo o prédio ficará sem energia, inclusive o equipamento de combate ao fogo.
6.2.3.h.
Identificação
A tampa da caixa do medidor de serviço deve ser identificada internamente (ou externamente sem
cobrir a identificação do fabricante), usando material adequado e resistente ao tempo, com a seguinte
inscrição na cor vermelha: "MEDIDOR DE SERVIÇO".
O corpo da caixa também deverá ser identificado no lado direito interno de quem olha o medidor.
Acima da caixa deverá ser fixada uma placa, em acrílico, com a seguinte inscrição, em letras vermelhas:
“EM CASO DE EMERGÊNCIA, USO EXCLUSIVO DO CORPO DE BOMBEIROS" conforme desenho 61.
6.2.4.
Geração Própria
Para todos os projetos de geração particular deverão ser observados os critérios constantes em Padrões
específicos da EDP ESCELSA para esta finalidade.
Deverá ser apresentado o projeto da instalação interna juntamente com a(s) guia(s) da ART - Anotação de
Responsabilidade Técnica do projeto e da execução, bem como, as especificações técnicas dos
equipamentos para ser previamente analisado pela Concessionária.
6.2.5.
Ligações de Cargas Especiais
A ligação de aparelhos com carga de flutuação brusca como solda elétrica, motores com partida frequente,
aparelho de raios-X, eletrogalvanização e similares ou quaisquer outros causadores de distúrbios de tensão
ou corrente, e ainda outras que apresentem condições diferentes destas estabelecidas, são tratadas como
cargas especiais.
Para esses casos, pode ser exigida a instalação de equipamentos corretivos e/ou pagamento das obras
necessárias a serem executadas pela Concessionária.
Os consumidores, cujas instalações consumidoras estejam enquadradas nesta condição, devem entrar em
contato com uma das Lojas Comerciais ou com a Central de Atendimento da Concessionária antes da
execução de suas instalações para fornecer detalhes e dados técnicos e receberem, caso necessário, a
devida orientação.
6.2.6.
Atendimento a Instalações Especiais
No ato de vistoria dessas instalações, deve ser apresentada a guia da ART - Anotação de Responsabilidade
Técnica de execução do padrão de entrada junto com a solicitação de atendimento técnico.
6.3.
6.3.1.
Padrões de Entrada
Conservação do Padrão de Entrada
É de responsabilidade do consumidor, manter em bom estado de conservação os componentes do padrão
de entrada.
PÁGINA 19 DE 190
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VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança, o consumidor será notificado das
irregularidades existentes, devendo providenciar os reparos necessários dentro do prazo determinado pela
Concessionária.
O Consumidor é responsável pelos danos causados aos materiais e equipamentos de propriedade da
Concessionária.
6.3.2.
Fornecimento de Materiais da Entrada de Serviço
À exceção dos empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras ou de regularização fundiária de
interesse específico atendidos por meio de câmara de transformação, os condutores do ramal de ligação
são fornecidos e instalados pela Concessionária. Os equipamentos de medição (medidores,
transformadores de corrente, bloco de aferição e lacres) também são fornecidos e instalados pela
Concessionária.
As caixas de medição, passagem, distribuição, seccionadora, proteção e manobra, os eletrodutos,
condutores do ramal de entrada, ramal de distribuição principal e secundário, poste, dispositivo de
proteção, armação secundária, isolador, haste de aterramento, barramentos, conectores para os
transformadores de corrente e demais materiais que compõe a entrada de serviço devem ser fornecidos e
instalados pelo consumidor, conforme instruções aqui padronizadas, estando sujeitos à aprovação pela
Concessionária.
6.3.3.
Ramal de Ligação
Deve entrar pela frente do terreno, ficar livre de qualquer obstáculo, ser perfeitamente visível, não cruzar
terrenos de terceiros e não passar sobre área construída.
Quando o terreno situar-se na esquina ou possuir acesso a duas ruas, será permitida a entrada do ramal de
ligação por qualquer um dos lados, dando-se preferência àquele em que estiver situada a entrada da
edificação;
Não é permitida a distância do vão livre superior a 30 metros;
Não deve ser facilmente alcançável de áreas, balcões, terraços, janelas, telhados, escadas ou sacadas
adjacentes, devendo manter sempre um afastamento desses locais acessíveis, conforme Anexo B.
Os condutores devem ser instalados de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas, medidas na
vertical, entre o condutor inferior e o solo:
–
5,50 m no cruzamento de ruas e avenidas e entradas de garagens de veículos pesados;
–
4,50 m nas entradas de garagens residenciais, estacionamentos ou outros locais não acessíveis a
veículos pesados;
–
3,50 m nos locais exclusivos a pedestres.
Havendo cruzamentos com cabos e fios de comunicação ou sinalização, o ramal de ligação deve situar-se no
mínimo a 0,60 m acima destes.
Respeitar as posturas municipais, estaduais, federais e demais órgãos, especialmente quando atravessar
vias públicas, ferrovias e rodovias.
6.3.4.
Conexão e Amarração
A conexão e a amarração do ramal de ligação na rede secundária e no ponto de entrega serão executadas
pela Concessionária.
6.3.5.
Ancoragem do Ramal de Ligação
O ponto de ancoragem do ramal de ligação no ponto de entrega deve ser construído pelo consumidor,
inclusive a instalação das armações secundárias e isoladores.
O ponto de fixação do ramal de ligação em edificações com fachadas falsas (painéis de propaganda ou
identificação da edificação) ou avançadas (lambris, luminosos, painéis e grades) devem ser instalados na
frente da estrutura conforme Anexo B, e o ponto de entrega deve possuir uma estrutura de fixação que
suporte esforços mecânicos provocados pelo ramal de ligação.
No caso de ligação em parede de alvenaria o ponto de fixação do ramal de ligação deve possuir estrutura de
fixação que suporte esforços mecânicos provocados pelo mesmo.
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VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
A fixação do suporte de isolador somente será permitida na fachada quando a edificação estiver no limite
de propriedade com a via pública e desde que suporte o esforço mecânico provocado pelo ramal de ligação.
A distância entre o ponto de ancoragem do ramal de ligação do lado da unidade consumidora e o nível da
calçada, quando o poste da Concessionária situar-se do mesmo lado da rua, deve ser no mínimo igual a:
–
6,0 m, quando o ramal de ligação cruzar garagens para entrada de veículos pesados;
–
5,0 m, quando o ramal de ligação cruzar garagens residenciais ou outros locais não acessíveis a
veículos pesados;
–
4,0 m, quando o ramal de ligação não cruzar garagens.
A fixação do suporte de isolador em postes de concreto tipo duplo T ou aço galvanizado deve ser feita
através de parafuso cabeça abaulada ou braçadeira de aço carbono zincada a quente, respectivamente.
Em poste de concreto armado construído no local, a fixação do suporte deve ser feita através de parafuso
chumbador ou passante determinado pelo responsável técnico, conforme respectivo projeto.
6.3.6.
Eletrodutos
6.3.6.a.
6.3.6.b.
Tipos de Eletrodutos
•
Cloreto de polivinila (PVC rígido) rosqueável, classe A ou B conforme NBR-6150. Espessuras
de paredes e diâmetros externos conforme Anexo A;
•
Aço carbono, conforme NBR-5597 ou NBR-5598 (tipo pesado) e NBR-5624 (tipo leve 1),
devem possuir tratamento superficial através de zincagem a quente. Espessuras de paredes
e diâmetros externos conforme Anexo A;
•
Eletroduto de polietileno de alta densidade corrugado conforme NBR-13897 e NBR-13898,
utilizado somente nos trechos enterrados.
Dimensionamento do Eletroduto
O dimensionamento do eletroduto se obtém conforme Anexo A.
6.3.6.c.
Fixação do Eletroduto do Ramal de entrada
O eletroduto do ramal de entrada deve ser instalado externamente ao poste particular e fixado em três
pontos na sua lateral, através de:
•
Braçadeiras ou cintas de aço carbono zincadas a quente ou em liga de alumínio;
•
Nas regiões litorâneas, a fixação deve ser feita, obrigatoriamente, com cintas ou braçadeiras
de liga de alumínio ou material plástico apropriado.
Em casos especiais, e somente com aprovação por parte da EDP ESCELSA, o eletroduto poderá ser
embutido em postes de concreto armado moldado no local ou na estrutura da edificação quando
situada junto ao limite da via pública.
Não é permitida a instalação de eletroduto no interior do poste de aço.
6.3.6.d.
Instalação do Eletroduto
Na instalação do eletroduto, devem ser observados os seguintes procedimentos:
•
As curvas de aço instaladas na parte superior dos eletrodutos devem possuir proteção com
bucha para evitar danos à isolação dos condutores;
•
Nas extremidades dos eletrodutos devem ser instaladas buchas para proteção da isolação
dos condutores e a junção entre eletroduto e a caixa metálica deve ser feita por meio de
bucha de proteção e arruela e ser vedada com dispositivo adequado ou massa calafetadora,
quando da instalação ao tempo;
•
Quando da necessidade de emendas nos eletrodutos, as mesmas devem ser do tipo luva
rosqueável;
•
Em instalações aparentes, sob laje ou junto à parede, somente é permitido o uso de
eletroduto de PVC rígido ou de Aço Carbono, que atendam às especificações da ABNT. As
fixações desses eletrodutos devem ser feitas através de braçadeiras, cintas de aço carbono
ou perfis metálicos de acordo com o Anexo B;
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FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
6.3.6.e.
CÓDIGO
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PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
•
Em instalações aparentes de eletroduto, havendo caixa de passagem ou de derivação, a sua
fixação deve ser a 0,90 m dessa (s) caixa (s), independentemente do tipo de eletroduto
utilizado;
•
O eletroduto do ramal de entrada pode ter como somatória de curvas o limite de 315 graus,
e ainda, comprimento de até 25 m de percurso entre o ponto de entrega e a caixa de
seccionamento;
•
O comprimento máximo permitido para eletroduto em trecho contínuo, retilíneo, sem a
utilização de caixa de passagem, é de 25 m, sendo que nos trechos com curvas, esta
distância deve ser reduzida de 3 m para cada curva de 90 graus;
•
Em cada trecho de tubulação entre duas caixas, entre extremidades, ou entre extremidade
e caixa, podem ser previstas, no máximo, três curvas de 90 graus ou seu equivalente até, no
máximo 270 graus;
•
Quando enterrado, o eletroduto deve ficar a uma profundidade entre 0,3 e 0,5 metros do
piso acabado, exceto em locais de passagem de veículos pesados, cuja profundidade deve
ser, no mínimo, de 0,5 metros para baixa tensão e 0,6 metros para média tensão e ser,
obrigatoriamente, envelopados em concreto, conforme Anexo B;
•
Para a fixação do ramal de ligação em poste particular ou fachada, o eletroduto deve ser
instalado em posição que permita o afastamento de sua extremidade entre 0,15 e 0,5 m
abaixo da armação secundária;
•
Na extremidade superior do eletroduto deve ser instalado cabeçote ou curva de 135°, no
mínimo, de forma a permitir que se faça a “pingadeira”. A curva ou cabeçote deve ser de
fácil acesso aos representantes da Concessionária;
•
Na utilização de terminal externo (cabeçote) não considerar essa instalação como curva,
devendo, entretanto, o trecho do eletroduto do ramal de entrada ter no máximo 270 graus.
Em nenhuma hipótese devem ser previstas curvas com deflexão superior a 90 graus, exceto
no topo do poste particular;
•
Os eletrodutos embutidos em postes de concreto armado (coluna), cujas conexões do ramal
de ligação ao ramal de entrada sejam executadas através de barramentos, devem ser
instalados em posição que permita o afastamento de sua extremidade 0,5 m acima dos
barramentos do neutro, caso seja utilizada cabeçote.
Eletroduto do condutor de proteção
O eletroduto destinado à instalação de condutor de proteção sem isolamento (nu), deve
obrigatoriamente ser de cloreto de polivinila (PVC) ou polietileno de alta densidade – corrugado e os
eletrodutos destinados aos condutores isolados de proteção e aterramento do neutro (funcional)
podem ser qualquer um dos tipos indicados no Anexo A.
6.3.7.
Ramal de entrada
O ramal de entrada pode ser aéreo ou subterrâneo. Em qualquer caso são fornecidos e instalados pelo
interessado.
6.3.7.a.
Ramal de Entrada Aéreo
Os condutores deverão ser embutidos em eletroduto, dimensionados e instalados pelo consumidor.
Devem ser de cobre, possuir isolação sólida de cloreto de polivinila (PVC/70°C) para tensão até 750 V
conforme NBR NM-247-3, ou de polietileno reticulado (XLPE/90°) para tensão de 0,6/1,0 kV conforme
NBR-7285, conforme Anexo A.
Na isolação dos condutores devem estar gravados suas características de acordo com as normas da
ABNT.
A capacidade de condução de corrente deve ser verificada através do Anexo A. Para aplicação em
paralelo, consultar a tabela 42 da NBR 5410.
Quando da utilização dos condutores, deverão ser obedecidos ainda, os requisitos indicados a seguir:
PÁGINA 22 DE 190
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FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
6.3.7.b.
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
•
O neutro deve ter isolação na cor azul claro e as fases em cor distinta ao neutro, exceto
condutor com isolação na cor verde ou verde amarela;
•
O condutor neutro deve ter seção igual às dos condutores das fases;
•
Deve haver continuidade do neutro, sendo nele vedado o uso de chave, disjuntor ou fusível;
•
O limite máximo de queda de tensão, entre o ponto de entrega e o ponto de medição de
energia, deve ser de 1%;
•
Não são permitidas emendas nos condutores do ramal de entrada;
•
Os condutores devem ter comprimento suficiente para permitir a conexão do ramal de
entrada nas condições dos padrões construtivos, bem como aos equipamentos de medição
e proteção;
•
A ligação do ramal de entrada aéreo ao ramal de ligação será feita exclusivamente pela
Concessionária;
•
Não fazer curva de raio inferior a 20 (vinte) vezes o diâmetro do cabo, salvo indicação em
contrário do fabricante;
•
O interessado poderá iniciar os serviços somente após a aprovação do projeto e autorização
para ocupação do poste pela Concessionária, devendo respeitar as prescrições da NR-10;
•
Deve ser deixada no ponto de ancoragem, uma sobra de condutor de 1,5 m (mínimo) a
partir do cabeçote e/ou curva de entrada.
Ramal de Entrada Subterrâneo – Baixa Tensão
Quando solicitado pelo consumidor, a unidade consumidora pode ser atendida através de ramal
subterrâneo em substituição ao ramal de ligação aéreo. Neste caso, todo o ônus decorrente da
instalação deste ramal e do banco de dutos (instalação inicial, manutenção e eventuais modificações
futuras), custos decorrentes de alterações na rede de distribuição pela Concessionária, bem como a
obtenção da autorização do Poder Público para execução da obra será de responsabilidade do
consumidor. O ponto de entrega ficará localizado na conexão do ramal com a rede secundária.
O Anexo B estabelece as orientações mínimas necessárias para a montagem do ramal.
Os Condutores (classes 2, 4 ou 5) devem ser fornecidos com terminações normatizadas e instalados pelo
consumidor. Os condutores fase e neutro do ramal deverão ser de cabos unipolares de cobre isolados
EPR ou XLPE, 90°C, 0,6/1,0 KV, dotados de cobertura externa em camada dupla e atender demais
exigências da NBR 7288.
O condutor neutro deve ser identificado através da cor azul claro em sua isolação, as fases em cor
distinta ao neutro, exceto condutor com isolação na cor verde ou verde amarela.
As instalações a serem efetuadas pelo consumidor deverão obedecer às seguintes condições:
•
Interligado a partir de um poste da rede de distribuição da Concessionária;
•
O eletroduto junto ao poste da Concessionária deve ser de aço rígido pesado e galvanizado,
com secção especificada no projeto (quando for o caso de apresentação de projeto elétrico
da edificação) e fixado ao poste com fita metálica ou arame de aço galvanizado nº 12 BWG.
Em áreas litorâneas, recomenda-se o uso de abraçadeiras plásticas ou materiais em liga de
alumínio;
•
O eletroduto de ferro galvanizado instalado junto ao poste da Concessionária deverá ser
identificado com o nome da edificação ou o endereço (Rua, Nº) com letras técnicas e em
tinta esmalte preta, numa altura não inferior a 2m com relação ao solo.
•
O eletroduto deve dispor de buchas nas pontas para evitar possíveis danos no isolamento
dos condutores;
•
Não cruzar terrenos de terceiros;
•
Entrar pela frente do terreno;
•
Respeitar as Normas estabelecidas pelos Poderes Públicos;
PÁGINA 23 DE 190
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CÓDIGO
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PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
6.3.8.
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
•
Nos trechos subterrâneos os dutos deverão ser de PVC rígido ou eletroduto corrugado
envelopados por uma camada de concreto de, no mínimo, 10 cm de espessura, instalados a
uma profundidade mínima de 0,50 m ou outro método construtivo respeitadas as condições
naturais do terreno;
•
Deve-se prever proteção mecânica dos tubos contra danos devido à passagem de carga
sobre a superfície do terreno;
•
É de responsabilidade do consumidor todo o ônus com a Instalação inicial, manutenção e
eventuais futuras modificações, inclusive as decorrentes de alterações da rede de
distribuição, bem como a obtenção da autorização do Poder Municipal para execução de
obras no passeio público;
•
Não serão permitidas emendas nos condutores do ramal subterrâneo;
•
O condutor neutro deve ter seção igual à dos condutores das fases;
•
A capacidade de condução de corrente deve ser verificada no Anexo A. Para aplicação em
paralelo consultar a tabela 42 da NBR 5410;
•
A ligação do ramal à rede de distribuição será feita exclusivamente pela Concessionária;
•
Não fazer curva de raio inferior a 20 (vinte) vezes o diâmetro do cabo, salvo indicação em
contrário do fabricante;
•
O interessado poderá iniciar os serviços somente após a aprovação do projeto e autorização
para ocupação do poste pela Concessionária, devendo respeitar as prescrições da NR-10;
•
Deverão ser respeitados os espaços reservados aos outros ocupantes do sistema de
distribuição (telecomunicações, iluminação pública e rede de dados);
•
Deve haver continuidade do neutro, sendo nele vedado o uso de chave, disjuntor ou fusível;
•
O limite máximo de queda de tensão, entre o ponto de entrega e o ponto de medição de
energia, deve ser de 1%;
•
Os condutores devem ter comprimento suficiente para permitir a conexão à rede de
distribuição nas condições dos padrões construtivos, bem como aos equipamentos de
medição e proteção com sobra de condutor mínima de 2,00 m a partir do ponto de saída do
eletroduto instalado junto ao poste da concessionária.
Ramal de Distribuição
Os condutores devem ser de cobre, possuir isolação sólida de cloreto de polivinila (PVC/70°C) para tensão
até 450/750 V conforme NBR-NM 247-3, ou de polietileno reticulado (XLPE/90°C) para tensão de 0,6/1,0 kV
conforme NBR-7285.
Na isolação dos condutores devem estar gravadas suas características de acordo com as normas da ABNT.
A capacidade de condução de corrente deve ser verificada no Anexo A. Para aplicação em paralelo,
consultar a tabela 42 da NBR 5410.
Quando da utilização dos condutores, deverão ser obedecidos ainda, os requisitos indicados a seguir:
–
A seção dos condutores deve ser no mínimo 10 mm² e no máximo 400 mm²;
–
O condutor neutro deve ter seção igual a dos condutores das fases;
–
O neutro deve ter isolação na cor azul claro e as fases em cor distinta ao neutro, exceto condutor
com isolação na cor verde-amarelo ou verde (aterramento);
–
Deve haver continuidade do neutro, sendo nele vedado o uso de chave, disjuntor ou fusível;
–
Não fazer curva de raio inferior a 20 (vinte) vezes o diâmetro do cabo, salvo indicação em contrário
do fabricante;
–
Devem ser deixadas dentro do compartimento de medição, sobras de condutores do ramal
alimentador da unidade de consumo, no mínimo, de 0,6m;
–
Garantir que o limite máximo de queda de tensão cumulativa até o ponto de medição, seja de no
máximo 1%;
–
Não são permitidas emendas nos condutores do ramal de distribuição;
PÁGINA 24 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
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FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
–
6.3.9.
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Os condutores devem ter comprimento suficiente para permitir as conexões nas condições dos
padrões construtivos, bem como aos equipamentos de medição e proteção.
Proteção e Seccionamento
6.3.9.a.
Proteção da Entrada geral da Edificação e dos circuitos alimentadores das caixas de medição
Toda a entrada geral coletiva e os circuitos alimentadores das caixas de medição deverão possuir
sistema de proteção e manobra com a finalidade de seccionar e proteger a alimentação das caixas de
medição.
Acima da chave geral deverá ser instalada uma placa com fundo vermelho e letras brancas com os
seguintes dizeres: “EM CASO DE INCÊNDIO, DESLIGUE”, conforme desenho 61 do anexo B.
O dispositivo deve ser dimensionado para proteção contra as sobrecargas e contra os curtos-circuitos,
conforme indicado nos itens a seguir:
I.
Proteção Contra Sobrecargas:
Deve ter capacidade de corrente nominal, menor ou igual à capacidade de condução de corrente
do condutor, e maior ou igual à corrente de projeto do circuito. O valor da corrente que assegura a
efetiva atuação do dispositivo de proteção não deve ser superior a 1,45 vezes a capacidade de
condução de corrente dos condutores, conforme Norma ABNT NBR 5410. Para seu
dimensionamento, veja Anexo A.
II.
Proteção Contra Curto-Circuito
A capacidade de interrupção do dispositivo de proteção, conforme Norma ABNT NBR 5410, deve
ser igual ou superior à corrente de curto-circuito presumida (fornecida pela Concessionária) no
ponto de entrega da instalação.
6.3.9.b.
Proteção geral das Unidades Consumidoras
Para a proteção geral das unidades consumidoras devem ser observados os seguintes pontos:
6.3.9.c.
•
A proteção geral de cada unidade consumidora deve ser localizada após a medição, ser
executada pelo consumidor de acordo com os critérios estabelecidos no Anexo A;
•
Toda unidade consumidora deve ser equipada, com apenas um único dispositivo de
proteção que permita interromper o fornecimento, exceto a proteção prevista para o
medidor de serviço;
•
O condutor neutro não deve conter nenhum dispositivo de proteção capaz de causar sua
interrupção, assegurando assim a sua continuidade, com exceção do dispositivo “DR” Corrente diferencial residual devendo ser instalado após a proteção geral;
•
Além da proteção geral instalada após a medição, a unidade consumidora deve possuir em
sua área privativa um ou mais quadros para instalação de proteção para circuitos parciais,
conforme prescrição da NBR-5410;
•
Devem ser previstos dispositivos de proteção contra quedas de tensão ou falta de fase em
equipamentos que pelas suas características possam ser danificados devido a essas
ocorrências;
•
Outros dispositivos de proteção não citados neste Padrão poderão ser utilizados, desde que
estejam em conformidade com a NBR-5410.
Proteções internas das instalações elétricas
As proteções internas das instalações elétricas deverão estar de acordo com a norma NBR 5410 –
Instalações Elétricas de Baixa Tensão:
•
Dispositivos de proteção a corrente diferencial-residual – DR;
•
Dispositivos de proteção contra surtos (DPS’s). Recomenda-se que, em especial,
equipamentos eletrônicos sejam protegidos contra surtos de tensão;
•
Proteção contra quedas e falta de tensão;
•
Proteção de motores elétricos.
PÁGINA 25 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
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FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
6.3.9.d.
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Dispositivos de Proteção e Seccionamento
Não é permitida a utilização de disjuntores termomagnéticos unipolares em ligações a duas ou três fases
ou combinação de bipolares com unipolar em ligação com três fases.
6.3.10.
Medição
6.3.10.a. Centro de Medição
Conjunto de medições destinado a atender a mais de uma unidade consumidora ligado a um único
ponto de entrega.
6.3.10.b. Agrupamento de Medição
Conjunto padronizado de medições individualizadas, contido em um centro de medição.
6.3.10.c. Localização do Centro de Medição
As caixas para instalação dos medidores deverão ser instaladas, preferencialmente, externamente à
edificação.
Para os casos em que a instalação do centro de medição ocorrer no interior da propriedade particular, o
local deverá ser de fácil e permanente acesso, dotado de boa iluminação natural ou artificial e ainda não
devendo ser utilizados locais tais como:
•
Escadarias, rampas, acessos para subida e descida;
•
Dependências sanitárias;
•
Proximidades de máquinas, bombas, tanques e reservatórios;
•
Locais sujeitos a gases corrosivos, inundações, poeira, trepidação excessiva ou
abalroamento de veículos;
•
Em prédios de até quatro pavimentos ou sem elevador, os quadros de medições deverão
estar localizados no pavimento térreo, ou no 1º mezanino, respeitadas as restrições acima;
•
Em prédios com até dois quadros de medições, estes deverão situar-se junto ao barramento
geral.
Em prédios com mais de quatro pavimentos com elevador e com mais de 24 (vinte e quatro) medições,
será permitida a instalação de quadros de medições, distribuídos em diferentes pavimentos a partir do
pavimento térreo, incluindo este, desde que cada quadro tenha um mínimo de 06 (seis) medições.
A queda de tensão acumulada nos condutores onde circula energia não medida (a partir do ponto de
entrega de energia) calculada para a demanda prevista em projeto, deverá ser, no máximo, 1% (um por
cento).
Um quadro de medição que contenha mais de seis (06) medidores, ou quando os condutores principais
tenham seções superiores a 35 mm², a caixa de derivação geral deverá conter barramento conforme
Anexo B.
Quando existir "medidor de serviço" em edificações para atendimento às instalações de combate a
incêndio, o mesmo deverá ser instalado obedecendo aos critérios contidos no item 6.2.3.
6.3.10.d. Identificação das Caixas de Medidores
As tampas das caixas dos medidores devem ser identificadas internamente (ou externamente sem
cobrir a identificação do fabricante), usando material adequado e resistente, com a seguinte inscrição:
“Loja X, Apto X, Sala X, etc.” na cor preta.
O corpo da caixa também deverá ser identificado no lado direito interno de quem olha o medidor.
Nos casos em que o agrupamento ocorrer de modo pré-montado, além das identificações citadas neste
parágrafo, devem ser incrementadas as numerações de caixas se cx 01 ou cx 02 ou cx 0n de modo
concomitante.
6.3.11.
Caixa de Medição
Acessório para abrigo do medidor de energia elétrica da unidade consumidora.
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6.3.11.a. Dimensionamento da Caixa de Medição
As caixas para instalação dos medidores e disjuntores deverão ser conforme padrão EDP ESCELSA.
As dimensões das caixas são mostradas no Anexo B.
6.3.11.b. Instalação da Caixa de Medição
Os posicionamentos das caixas de medição da edificação deverão atender às recomendações contidas
neste Padrão, devendo ser previsto espaço mínimo de 80,0 cm entre qualquer caixa de medição e o
obstáculo mais próximo.
A entrada para caixa de medição deverá ser pela esquerda e a saída para caixa de proteção pela direita,
levando em consideração a vista do quadro pelo observador.
Em agrupamentos que dispensem a caixa de derivação, a entrada deverá ser pela lateral.
A caixa pode ser embutida em alvenaria ou ser fixada firmemente por meio de parafusos, porcas,
buchas e arruelas.
A caixa quando instalada ao tempo, deve estar sob pingadeira.
Necessariamente, não deverá haver impedimento à entrada de representantes da Concessionária para
fins de leitura, bem como, para as inspeções que se fizerem necessárias.
6.3.12.
Equipamentos de Medição
6.3.12.a. Medição Direta
Para as unidades consumidoras com carga instalada menor ou igual a 75 kW.
6.3.12.b. Medição Indireta
Para as unidades consumidoras com cargas instaladas superiores a 75 kW, a medição será indireta
através de transformadores de corrente devendo os mesmos ser instalados em caixas padronizadas pela
Concessionária.
6.3.13.
Caixa de Passagem
É o dispositivo destinado a facilitar a passagem de condutores elétricos devendo possuir tampa e
dispositivo para lacração.
A caixa de passagem é dimensionada em função do número de eletrodutos do ramal de entrada e de
acordo com sua localização.
Em trechos contínuos de eletrodutos, mesmo que retilíneos, com comprimentos superiores a 25 metros
devem ser instaladas caixas de passagem.
Nos trechos com curvas, este espaçamento deve ser reduzido de 3 metros para cada curva de 90°.
Em cada trecho de tubulação, entre duas caixas, podem ser previstas no máximo, três curvas de 90° ou seu
equivalente até, no máximo 270°.
A caixa de passagem de chapa de aço deve ser instalada internamente e fixada na alvenaria da edificação
por meio de parafusos, porcas, buchas e arruelas. Quando exposta a transeuntes, deve ter suas superfícies
antiderrapantes.
As caixas de passagem confeccionadas em concreto ou alvenaria, quando internas à edificação, deverão
possuir dreno para escoamento de água, o qual deverá ser ligado diretamente ao sistema de drenagem
interna.
Os tipos e dimensões da caixa de passagem estão indicados no Anexo B.
6.3.14.
Caixa Seccionadora
Caixa destinada a receber e seccionar os condutores do ramal de entrada e alojar as chaves seccionadoras
com fusíveis, disjuntores termomagnéticos e os barramentos de distribuição.
As caixas seccionadoras podem ser de chapa de aço ou alumínio.
Devem possuir portas dotadas de dispositivo para selagem, dispositivos de segurança e venezianas para
ventilação.
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A instalação da caixa seccionadora, em qualquer situação, deve permitir a abertura simultânea das suas
portas no mínimo a 90°.
A caixa pode ser embutida em alvenaria ou ser fixada firmemente por meio de parafusos, porcas, buchas e
arruelas.
A caixa seccionadora quando instalada ao tempo deve estar sob pingadeira.
A caixa seccionadora deve ser instalada junto ao limite de propriedade com a via pública e ao poste de
entrada, não sendo permitida sua instalação em entrada e saída de veículos.
A chave geral de seccionamento não deverá distar de 25 metros do limite da propriedade com a via pública,
devendo ser observado o item 6.3.7.
6.3.15.
Caixa de Distribuição
É a caixa destinada a receber ou seccionar os condutores do ramal de distribuição.
Deve ser utilizada quando houver dois ou mais agrupamentos de medidores.
A caixa de distribuição pode ser de chapa de aço, fibra de vidro ou alumínio devendo atender às normas
pertinentes.
Deve possuir portas dotadas de dispositivo para selagem, dispositivo de segurança e venezianas para
ventilação.
A instalação da caixa, em qualquer situação, deve permitir a abertura simultânea das suas portas no mínimo
a 90°.
A caixa pode ser embutida em alvenaria ou ser fixada firmemente por meio de parafusos, porcas, buchas e
arruelas.
A caixa de distribuição quando instalada ao tempo deve estar sob pingadeira.
As montagens das caixas de distribuição estão indicadas nos projetos encaminhados à Concessionária.
6.3.16.
Caixa de Dispositivos de Proteção e manobra
É a caixa destinada a alojar os dispositivos para proteção elétrica dos condutores alimentadores dos
agrupamentos de medição conforme item 6.3.9.
A definição e detalhamento da caixa deverão ser partes integrantes de projeto elétrico a ser encaminhado
para avaliação técnica da EDP ESCELSA.
Deve possuir portas dotadas de dispositivo para selagem, dispositivo de segurança e venezianas para
ventilação.
A instalação da caixa de proteção e manobra, em qualquer situação, deve permitir a abertura simultânea
das suas portas no mínimo a 90°.
A caixa pode ser embutida em alvenaria ou ser fixada firmemente por meio de parafusos, porcas, buchas e
arruelas.
A caixa de proteção e manobra, quando instalada ao tempo, deve estar sob pingadeira.
6.3.17.
Caixa de Dispositivo de proteção das Unidades Consumidoras
É a caixa destinada a alojar o dispositivo de proteção e manobra das unidades consumidoras após a
medição.
A caixa deve ser de acordo com o Anexo B.
A caixa pode ser embutida em alvenaria ou ser fixada firmemente por meio de parafusos, porcas, buchas e
arruelas e instalada junto à caixa de medição.
A caixa quando instalada ao tempo deve estar sob pingadeira.
6.3.18.
Aterramento
O consumidor deve prover sua instalação de um sistema de aterramento conforme as diretrizes da Norma
NBR 5410, da ABNT.
A entrada deve possuir um ponto de aterramento destinado ao aterramento das caixas metálicas da
entrada consumidora e do condutor neutro do ramal de entrada conforme Anexo B.
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Quando for prevista a utilização de outro tipo de sistema de aterramento, deverá ser objeto de prévia
consulta à Concessionária.
O condutor de proteção destinado ao aterramento de massa da instalação interna da unidade consumidora
- PE (NBR-5410) deve ser interligado ao condutor PEN, desde que não possua o dispositivo DR.
Em instalações existentes, caso o consumidor for utilizar o dispositivo DR, o esquema TN-C deve ser
convertido, imediatamente a montante do dispositivo, em esquema TN-C-S.
O condutor PEN deve ser desmembrado em dois condutores distintos, um para função de neutro e o outro
para função PE, sendo esta separação feita pelo lado fonte do DR, passando o condutor neutro pelo DR e o
condutor PE (condutor de aterramento) externamente ao dispositivo.
O condutor neutro e o PE após o dispositivo DR não deverá ser interligado em nenhuma hipótese.
6.3.18.a. Dimensionamento
O dimensionamento do aterramento da entrada consumidora é determinado conforme abaixo:
•
A seção mínima do condutor de aterramento das caixas metálicas (massas) e do neutro,
bem como dos condutores de proteção e de proteção principal, deve ser feita conforme
Anexo A;
•
Os condutores do sistema de aterramento
obrigatoriamente, ser de cobre;
•
Quando houver paralelismo de condutores na entrada consumidora, o dimensionamento
dos condutores de aterramento, de proteção e de proteção principal, deve ser feito
considerando-se a(s) seção(ões) de apenas um condutor fase;
•
O valor da resistência de terra, em qualquer época do ano, deve ser no máximo 25 Ohms;
•
No caso de não ser atingido este limite com uma única haste, devem ser empregadas tantas
hastes em paralelo (ou outro agrupamento reconhecido) quantas forem necessárias
distanciadas entre si de 2,40 m, no mínimo, e interligados por um condutor nu de mesmo
tipo de seção que o condutor de aterramento. O tratamento químico não é aplicável. A
haste de aterramento deve ser de aço cobreada, conforme Anexo B;
•
O dimensionamento do condutor de aterramento quando diferente do Anexo A, deve
obedecer ao disposto na Norma NBR 5410, da ABNT. Neste caso, o responsável técnico deve
apresentar o memorial de cálculo para apreciação da Concessionária.
da
entrada
consumidora
devem,
6.3.18.b. Montagem
O aterramento das caixas metálicas (massas) e do neutro deve ser feito de acordo com a sugestão
apresentada no Anexo B.
O condutor de aterramento deve ser de cobre nu ou com isolação verde, tão curto e retilíneo quanto
possível, sem emenda e não ter dispositivo que possa causar sua interrupção.
O condutor de aterramento deve ser protegido mecanicamente até a sua cavidade por meio de
eletroduto de PVC, sendo que nas instalações ao tempo deverá ser usado PVC rígido.
Todas as caixas aço de entrada, preferencialmente, devem ser ligadas a um terminal ou barra de
aterramento principal e este deve ser ligado através de condutor ao eletrodo de aterramento.
O condutor neutro, quando também utilizado com a finalidade de condutor de proteção (PEN), deve ser
identificado através de anilhas na cor verde-amarelo ou verde (aterramento), num ponto visível ou
acessível no interior das caixas da entrada.
Deve ser prevista, dentro dos limites da propriedade, a instalação de uma caixa de inspeção de
aterramento para alojar o ponto de conexão entre o condutor de aterramento à haste de aterramento.
Esta conexão deve estar protegida com massa calafetadora. A caixa pode ser de concreto ou PVC.
Se, a partir de um ponto qualquer da instalação, o neutro e o condutor de proteção forem separados,
não é permitido religá-los após esse ponto.
6.3.19.
Poste Particular
Somente serão aceitos postes cujos protótipos tenham sido homologados pela Concessionária.
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O comprimento total do poste e seu engastamento deverão estar de acordo padrão da Concessionária.
Antes da instalação do ramal de ligação pela Concessionária, o traço demarcatório do poste deve estar
totalmente visível até o solo para verificação e inspeção.
Somente após a vistoria o poste pode ser recoberto visando reconstituir o muro ou a mureta.
Para o poste de concreto armado construído no local (coluna) deverá ser apresentado o projeto civil do
mesmo para conhecimento da Concessionária, contendo as necessárias especificações técnicas e assinadas
pelo profissional responsável e apresentando a respectiva guia da ART pelo projeto e execução.
Não serão aceitos tubos de PVC ou similar com enchimento de concreto.
Para poste particular instalado em plano diferente ao da rede de distribuição, deverá ser utilizado poste de
concreto com comprimento adequado para atender às alturas mínimas especificadas no item 6.3.3.
O dimensionamento do poste em função da demanda calculada está mostrado no Anexo A.
6.4.
Cálculo da Demanda para Edificações de Uso Coletivo
A determinação da demanda prevista é de responsabilidade do autor do projeto. Para efeito de liberação de
projeto e ligação, a Concessionária aceitará, no mínimo, o dimensionamento resultante da metodologia
descrita a seguir:
6.4.1.
Iluminação e Tomadas de Uso Geral
6.4.1.a.
Edificação de uso Residencial
I.
•
A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral para o
dimensionamento da entrada em edificações residenciais deve ser calculada tomando-se
como base somente as áreas construídas da edificação e considerando 5 [W] por metro
quadrado;
•
A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral, de cada uma das
unidades de consumo da edificação de uso residencial, deve ser calculada com base na
carga declarada e nos fatores de demanda indicados no Anexo A, excluindo a unidade
correspondente à administração que deve ser calculada em função da área, de acordo com
o item anterior.
Fator de Potência:
Projetos com iluminação incandescente ou com lâmpadas que não utilizam reator, o fator de
potência deve ser igual a 1.
Projetos com iluminação a lâmpada fluorescente, néon, vapor de sódio ou mercúrio, o fator de
potência deve ser conforme declarado pelo consumidor/fabricante, ou, quando não declarado, o
fator de potência médio deve ser igual a 0,55.
Para tomadas, o fator de potência deve ser considerado igual a 1.
Notas:
6.4.1.b.
□
Área construída do Apartamento: É a medida da superfície da área privativa da unidade de
consumo (quarto, sala, cozinha, WC, varanda, etc.);
□
Área construída da Administração: É a medida da superfície das áreas de uso coletivo
(corredores, salão de festas, casa de máquinas, etc.); Conjuntos poliesportivos, piscinas e
jardins iluminados devem ser considerados na área construída da administração;
□
Área construída da Edificação: É a soma das áreas construídas dos apartamentos e da
administração.
Edificações com finalidade Comercial ou Industrial
A demanda das cargas de iluminação e tomadas de uso geral, para as unidades de consumo e entrada a,
deve ser calculada baseada nas cargas declaradas e nos fatores de demanda indicados no Anexo A.
A demanda referente às cargas de iluminação e tomadas de uso geral de cada uma das unidades de
consumo da edificação de uso comercial ou industrial deve ser calculada conforme segue:
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•
Industrial: demanda (ver tabela 03);
•
Comercial: demanda (ver tabela 03).
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Projetos com iluminação incandescente ou com lâmpadas que não utilizam reator, o fator de potência
deve ser igual a 1.
Projetos com iluminação a lâmpada fluorescente, néon, vapor de sódio ou mercúrio, o fator de potência
deve ser conforme declarado pelo consumidor/fabricante ou, quando não declarado, o fator de
potência médio deve ser igual a 0,55.
Para tomadas, o fator de potência deve ser considerado igual a 1.
Nota: O responsável técnico pelo projeto deverá apresentar no memorial técnico os tipos de lâmpadas,
bem como seus respectivos fatores de potência e a somatória das potências dos reatores.
6.4.2.
Aparelhos Eletrodoméstico-Eletrônicos
Considerar os valores mínimos para as potências dos aparelhos eletrodomésticos relacionados no Anexo A.
Para outros aparelhos (boiler, fogão elétrico, condicionador de ar, hidromassagem incluindo a resistência
de aquecimento e o motor da bomba, aquecedor de água de passagem, aquecedor elétrico central, sauna,
máquina de lavar roupa com aquecimento, outros aparelhos com potência igual ou superior a 1.000 W)
utilizar a potência indicada pelos fabricantes.
6.4.2.a.
Chuveiros, Torneiras, Aquecedores de Água de Passagem e Ferro elétrico
A demanda de aparelhos deve ser determinada em função da carga declarada, utilizando-se da tabela
04 do Anexo A.
Nota: No caso de edificações contendo vestiários deve ser considerado fator de demanda de 100% para
cargas de chuveiros, torneiras e aquecedores, instalados no mesmo.
6.4.2.b.
6.4.2.c.
6.4.2.d.
Máquina de Lavar Louças, Aquecedor Central de Passagem
•
Potência: Catálogo do fabricante;
•
Fator de demanda: Tabela 04 do Anexo A;
•
Fator de potência: 1.
Aquecedor Central ou de Acumulação (Boiler)
•
Potência: Catálogo do fabricante;
•
Fator de demanda: Tabela 04 do Anexo A;
•
Fator de potência: 1.
Fogão elétrico e Fornos de Micro-ondas
•
Potência: Catálogo do fabricante;
•
Fator de demanda: Tabela 04 do Anexo A;
•
Fator de potência: 1.
Nota: Para fornos elétricos industriais a demanda deve ser de 100% para qualquer quantidade de
aparelhos.
6.4.2.e.
6.4.2.f.
Secadora de Roupa, Sauna, Máquina Copiadora e Ferro Elétrico Industrial
•
Potência: Catálogo do fabricante;
•
Fator de demanda: Tabela 04 do Anexo A;
•
Fator de potência: 1.
Hidromassagem
•
Potência: Dados de placa do fabricante (resistência + motor da bomba);
•
Fator de demanda: Tabela 04 do Anexo A;
•
Fator de potência:
Resistência: 1;
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Motor: Tabela 09 ou Tabela 10 do Anexo A.
Obs: Caso esteja discriminado o valor do fator de potência do conjunto, conforme declarado pelo
fabricante, adotar o mesmo.
6.4.2.g.
Condicionador de Ar
I.
Tipo Central
Aplicar o fator de demanda de 100 %, quando se tratar de um aparelho para toda a edificação, ou
uma central por unidade consumidora de uso comercial ou industrial.
Notas:
II.
□
Quando o sistema de refrigeração possuir Fan-Coil, a demanda desses dispositivos deve ser
de 75%;
□
Quando existir unidade central de ar condicionado por apartamento, utilizar a Tabela 04 do
Anexo A.
Tipo janela ou Tipo Split
Potência por aparelho: Tabela 06 do Anexo A;
Fator de demanda: Tabela 05 do Anexo A;
Fator de potência: 1.
6.4.2.h.
Motores Elétricos e Máquinas de Solda a Motor
•
Potência conforme dados de placa do fabricante (CV ou HP) e conversão das unidades para
[kW] e [kVA], conforme Tabelas 09 e 10;
•
Fator de demanda, conforme a Tabela 07 do Anexo A;
•
Fator de potência (dados do fabricante ou Tabelas 09/10 do Anexo A).
□
Os motores devem possuir dispositivos de proteção conforme estabelecidos na NBR-5410;
□
Para a partida de motor trifásico com capacidade superior a 5 CV deve ser utilizado
dispositivo limitador de partida conforme Anexo A;
□
Os dispositivos de partida de motores sob a tensão reduzida, devem ser dotados de
equipamentos adequados que os desliguem quando faltar energia, bem como, falta de fase.
Notas:
6.4.2.i.
Equipamentos Especiais
Consideram-se equipamentos especiais os aparelhos de raios-X, máquinas de solda a transformador,
fornos elétricos a arco, fornos elétricos de indução, retificadores e equipamentos de eletrólise,
máquinas injetoras e extrusoras de plástico e outros equipamentos.
•
Potência: Catálogo do fabricante;
•
Fator de demanda a ser aplicado a cada tipo de aparelho, conforme Anexo A;
•
Fator de potência: Dados do fabricante. Caso não exista, considerar fator igual a 0,5.
Nota: Quando houver aparelhos e/ou equipamentos não previstos nesse documento, o responsável
técnico deverá apresentar memorial de cálculo da demanda com os fatores utilizados.
6.5.
6.5.1.
Cálculo da Demanda para Edificações de Uso Coletivo Aplicável Exclusivamente às Instalações com Finalidade
Residencial
Dimensionamento mínimo
Para o dimensionamento mínimo da demanda das edificações com finalidade exclusivamente residencial,
poderá ser aplicado o critério “RTD 27 - CODI”.
Para a aplicação desse critério devem ser observadas as seguintes condições:
–
As edificações deverão possuir 04 ou mais apartamentos;
–
Os dimensionamentos determinantes da demanda geral devem estar de acordo com o Anexo A;
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6.5.2.
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–
No cálculo das demandas constantes em projeto, está prevista pelo critério a adoção do fator
multiplicador de 1,20 na demanda total calculada;
–
Nos casos em que o projetista julgar conveniente e levando-se em consideração as características
específicas de cada projeto e a sazonalidade das cargas projetadas, poderá ser aplicado fator
multiplicador superior ao previsto pelo critério. Nestes casos, recomendamos a aplicação do fator
multiplicador mínimo de 1,25;
–
Independentemente do critério de cálculo de demanda adotado no projeto, fica estabelecido que a
demanda de projeto é de inteira responsabilidade do profissional habilitado, conforme Anotação
de Responsabilidade Técnica (ART) correspondente e vinculada ao projeto elétrico da edificação.
Cálculo da demanda do Condomínio
A demanda total do condomínio deve ser calculada pela soma das demandas parciais do condomínio.
6.5.2.a.
Cálculo da parcela referente às cargas de iluminação:
Devem ser aplicados os seguintes percentuais à carga total instalada em [kW] conforme abaixo:
•
100% para os primeiros 10 kW;
•
25% para o que exceder a 10 kW.
Ao valor encontrado em kW deve ser aplicado o fator de potência específico da carga, ou no mínimo, o
previsto na legislação.
6.5.2.b.
Cálculo da parcela referente às cargas de tomadas
Deve ser aplicado o percentual de 20% à carga total instalada [kW].
Ao valor encontrado em kW, deve ser aplicado o fator de potência específico da carga ou no mínimo, o
previsto na legislação.
6.5.2.c.
Cálculo da parcela de demanda referente a elevadores e bombas de água
Deve ser utilizada a Tabela 13 do Anexo A, separadamente, para os grupos de motores de elevadores e
de bombas de água e adotando-se o fator de diversidade 1,0 para estes grupos.
6.5.2.d.
Cálculo das parcelas de demanda referentes a outras cargas do condomínio
I.
Cargas motrizes:
Deve ser aplicada a Tabela 13 do Anexo A para cada tipo de carga e adotando-se o fator de
diversidade 1,0 a cada grupo destas cargas.
II.
Cargas não motrizes:
Estas cargas deverão ser analisadas em particular, aplicando às mesmas, fator de demanda em
função das suas características de utilização definidas no projeto.
Sobre a demanda calculada para estas cargas, deverá ser considerado o fator de diversidade 1,0.
Para estas cargas, deve ser adotado o fator de potência específico previsto no projeto.
6.5.2.e.
Demanda do Condomínio
A demanda total do condomínio deve ser calculada pela soma das demandas parciais do condomínio.
6.5.3.
Demanda Total do Edifício
A demanda total do edifício deve ser determinada pela soma das demandas dos apartamentos e da
demanda do condomínio com a adoção do fator multiplicador de 1,20.
Recomenda-se que o dimensionamento da demanda total do edifício seja feito de modo que a corrente
considerada não seja inferior à corrente correspondente à potência de 26 kVA mais a demanda do
condomínio.
6.5.4.
Exemplo de aplicação do Cálculo da Demanda pelo Critério RTD 27
Consideremos para efeito de cálculo, um edifício fictício com as seguintes características abaixo
relacionadas:
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6.5.4.b.
6.5.4.c.
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Área útil dos apartamentos
•
12 unidades com 97 m²;
•
18 unidades com 121 m²;
•
Total de apartamentos: 30 apartamentos.
Carga do Condomínio
•
Carga instalada referente à iluminação: 15 kW (fator de potência 0,9);
•
Carga instalada referente às tomadas: 8 kW (fator de potência 0,8);
•
2 elevadores com potência unitária 10 cv;
•
4 bombas de água com potência unitária 2 cv (duas são de reserva);
•
1 central de ar condicionado de 8,3 kW (fator de potência 0,8).
Cálculo da Demanda dos Apartamentos
•
Média ponderada das áreas úteis: {(12 x 97) + (18 x 121)} / (12 +18) = 111,4 m² (valor a
considerar: 111 m²);
•
Aplicando-se o valor 111 m² na Tabela 11 do Anexo A, obtém-se o valor de 2,37 kVA para a
demanda a ser considerada para unidade;
•
Na Tabela 12 do Anexo A, determina-se a diversidade em função do número total de
apartamentos (30) o que corresponde a 23,48;
•
O produto da demanda de uma unidade pelo valor de diversidade determina a demanda
dos apartamentos: 2,37 kVA x 23,48 = 55,65 kVA.
Nota: Recomendamos a aplicação do fator multiplicativo para cada grupo de medidores.
6.5.4.d.
Cálculo da Demanda do Condomínio
I.
Cargas de iluminação
Carga instalada total: 15 kW - fator de potência: 0,9.
II.
•
100% de 10 kW = 10 kW;
•
25% de 5 kW = 1,25 kW;
•
Carga de iluminação: 11,25 kW / 0,9 = 12,5 kVA.
Cargas de tomadas
•
Carga instalada total: 8 kW - fator de potência: 0,8;
•
20% de 8 kW = 1,6 kW / 0,8 = 2,0 kVA.
III. Cargas de elevadores
•
2 motores de 10 cv (trifásicos). Conforme Anexo A, correspondem à demanda de 17,31 kVA.
IV. Cargas de bombas de água
•
V.
6.5.4.e.
4 motores de 2 cv trifásicos (dois de reserva). Conforme Anexo A, correspondem à demanda
de 4,05 kVA.
Outras cargas
•
Piscina: 2 motores de 1 cv (monofásicos). Conforme Anexo A, correspondem à demanda de
2,34 kVA;
•
Central de ar condicionado: potência de 8,3 kW. Fator de potência 0,8.
Demanda do condomínio:
Somatório das seguintes demandas: Iluminação + tomadas + elevadores + bombas de água +
equipamentos da piscina + central de ar condicionado = 48,58 kVA.
6.5.4.f.
Cálculo da Demanda Total do Edifício:
1,2 x demanda (apartamentos + condomínio) = 1.2 (55,65 + 48,58) = 125,07 kVA.
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
6.6.
6.6.1.
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Cálculo da Queda de Tensão
Cálculo da queda de tensão a partir de uma seção do condutor
Sistema monofásico:
∆V = 2 × I × L (Rca × cos φ + XL × sen φ)
Sistema Trifásico:
∆V = √3 × I × L (Rca × cos φ + XL × senφ)
Sendo:
6.6.2.
∆V
-
Queda de tensão (V)
I
-
Corrente calculada (A)
Rca
-
Resistência em corrente alternada à temperatura de operação t °C (Ω/km)
e em função da bitola do condutor
φ
-
Ângulo de fase
FP ou cos φ
-
Fator de potencia da carga (0,92)
XL
-
Reatância indutiva da linha (Ω/km)
‫ܮ‬
-
Comprimento do circuito, do ponto de entrega até a medição (km)
Cálculo da queda de tensão a partir de uma seção do condutor conhecida e queda de tensão percentual
fornecida pelo fabricante de condutores
∆V(%) =
(∆Vpu × l × L × 100)
V
Sendo:
∆V
-
Queda de tensão (V)
∆V(%)
-
Queda de tensão percentual (%)
∆Vpu
-
Queda de tensão unitária fornecida pelo fabricante
I
-
Corrente calculada (A)
‫ܮ‬
-
Comprimento do circuito, do ponto de entrega até a medição (km)
7. REGISTROS DA QUALIDADE
Não aplicável.
8. ANEXOS
A. TABELAS
001. Potência mínima em equipamentos eletrodomésticos
002. Fatores de Demanda (Iluminação e Tomadas de Uso Geral - Edificações de uso Residencial ou Flat)
003. Fatores de Demanda - Iluminação e Tomadas de uso Geral
004. Fatores de Demanda Para Aparelhos
005. Fatores de Demanda - Condicionadores de Ar
006. Potência - Condicionadores de Ar
007. Fatores de Demanda – Motores
008. Fatores de Demanda - Equipamentos Especiais
PÁGINA 35 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
009. Motores Monofásicos - Potência Nominal / Potência Absorvida da Rede [kW]&[kVA] / Correntes
Nominais e de Partida [A]
010. Motores Trifásicos - Potência Nominal / Potência Absorvida da Rede [KW]&[KVA] / Correntes Nominais e
de Partida [A]
011. Cálculo das demandas (kVA) de apartamentos em função das áreas (Aplicável nas Edificações Coletivas
com Finalidade Residencial)
012. Fatores Para Diversificação de Carga em Função do Número de Apartamentos (Aplicável nas Edificações
Coletivas com Finalidade Residencial)
013. Determinação da potência [kVA] em função da quantidade de motores (Aplicável nas Edificações
Coletiva com Finalidade Residencial) - Motores Trifásicos
014. Determinação da potência [kVA] em função da quantidade de motores (Aplicável nas Edificações
Coletiva com Finalidade Residencial) - Motores monofásicos
015. Seção Mínima dos Condutores de Aterramento e de Proteção.
016. Capacidade de Condução [A] Para Condutores de Cobre (Cabos Isolados com PVC 70°C, Polietileno
Reticulado XLPE 90°C e Etileno Propileno EPR 90°C - Temperatura Ambiente de 30°C - em Eletrodutos)
017. Espessuras de Parede e Diâmetros Externos de Eletrodutos de PVC Rosqueáveis e de Aço
018. Tipo de Isolação
019. Limitação Para Instalação do Maior Motor / Solda a Motor
020. Unidades consumidora integrante do Grupo B (Não vinculada a projeto elétrico – Dimensionamentos)
021. Proteção Contra Sobrecorrente / Condutores e Postes - Tensão 127/220 Volts
022. Proteção Contra Sobrecorrente / Condutores e Postes - Tensão 220 /380 Volts
023. Fator de Agrupamento de Medidores para Cálculo da Demanda Diversificada
024. Exemplo de dimensionamento de Alimentador Geral em Agrupamento de Medição – Entrada Aérea
025. Agrupamento de Medidores sem Caixa de Derivação
B. DESENHOS
001. Localização do Imóvel com indicação do Padrão de Entrada
002. Ramal de Entrada Subterrâneo – Proteção Mecânica para eletroduto enterrado
003. Ramal de Entrada Subterrâneo – Caixa de Passagem
004. Fixação para eletroduto instalado de modo aparente e suspenso
005. Derivação para Ramal de Entrada Subterrâneo em Baixa Tensão
006. Derivação para Ramal de Entrada Subterrâneo em Média Tensão
007. Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Planta
008. Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Corte AB
009. Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Corte CD
010. Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Corte EF
011. Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Corte GH
012. Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Corte IJ
013. Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Malha de Aterramento
014. Câmara de Transformação – Tipo 2 – Planta
015. Câmara de Transformação – Tipo 2 – Corte AB
016. Câmara de Transformação – Tipo 2 – Corte CD
017. Câmara de Transformação – Tipo 2 – Corte EF
018. Câmara de Transformação – Tipo 2 – Corte GH
019. Câmara de Transformação – Tipo 2 – Corte IJ
PÁGINA 36 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
020. Câmara de Transformação – Tipo 2 – Anel de Aterramento
021. Câmara de Transformação – Grades de Proteção e Ventilação
022. Câmara de Transformação – Ferragem para fixação de Muflas e gancho para içamento de equipamentos
023. Câmara de Transformação – Placas para orientação e advertência
024. Câmara de Transformação – Isolador de Pedestal e Ferragem para fixação
025. Câmara de Transformação – Trilho para apoio de equipamentos
026. Câmara de Transformação – Comando de Chave Secionadora – Opção para fabricação
027. Câmara de Transformação – Porta Corta-fogo
028. Câmara de Transformação – Luminária e Bloco Autônomo
029. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento de medidores – Diagrama Unifilar – Tipo 1
030. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento de medidores – Diagrama Unifilar – Tipo 2
031. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento de medidores – Resumo de Cargas - Exemplo
032. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento de medidores – Demanda do Agrupamento - Exemplo
033. Distribuição em Média Tensão – Agrupamento de medidores – Diagrama Unifilar – Tipo 1
034. Distribuição em Média Tensão – Agrupamento de medidores – Diagrama Unifilar – Tipo 2
035. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento convencional de medidores – Um Quadro de Medição
para Unidades Monofásicas
036. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento convencional de medidores – Um Quadro de Medição
para Unidades Polifásicas
037. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento convencional de medidores – Dois ou mais Quadros de
Medição para Unidades Monofásicas
038. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento convencional de medidores – Dois ou mais Quadros de
Medição para Unidades Polifásicas
039. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento de Medidores – Caixa de Barramento Tipo 1
040. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento de Medidores – Caixa de Barramento Tipo 2
041. Caixas de Medição e Proteção
042. Esquema de ligação de Medidor e Disjuntor – Medição Direta
043. Aterramento
044. Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em parede / marquises
045. Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em parede / marquises – Corte A e B
046. Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Muro / Pontalete
047. Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Muro / Pontalete – Corte A e B
048. Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Paredes / Marquises – Utilizando Caixa de
Derivação
049. Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Paredes / Marquises – Utilizando Caixa de
Derivação – Cortes A e B
050. Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Muro / Pontalete – Utilizando Caixa de
Derivação
051. Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Muro / Pontalete – Utilizando Caixa de
Derivação – Cortes A e B
052. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até 02
medidores
053. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até 04
medidores
054. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até 06
medidores
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
055. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até 07
medidores
056. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até 09
medidores
057. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até 10
medidores
058. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até 12
medidores
059. Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Quadro geral de Baixa Tensão –
QGBT
060. Esquema para ligação de bomba de incêndio
061. Placas de advertência
C. MODELOS DE CARTA DE APRESENTAÇÃO
001. Modelo 01 - Prévia consulta de Projeto Elétrico Para Atendimento
002. Modelo 02 - Solicitação de Análise de Projeto Elétrico para fornecimento de Energia Elétrica em BT
(baixa tensão)
PÁGINA 38 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
ANEXO A – TABELAS
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TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Tabela 01
Potências mínimas em equipamentos eletrodomésticos
Equipamento
Torneira Elétrica
Chuveiro Elétrico
Máquina de Lavar Louças
Máquina de Secar Roupa
Forno de Micro-ondas
Forno Elétrico
Ferro Elétrico
Potência Mínima
[W]
3.000
5.400
2.000
2.500
1.500
1.500
1.000
Tabela 02
Fatores de Demanda
Iluminação e Tomadas de Uso Geral - Edificações de uso Residencial ou Flat
Carga Instalada
[kW]
Fator de Demanda
C≤1
1<C≤2
2<C≤3
0,86
0,75
0,66
3<C≤4
4<C≤5
0,59
0,52
5<C≤6
6<C≤7
0,45
0,40
7<C≤8
8<C≤9
9 < C ≤ 10
C > 10
0,35
0,31
0,27
0,24
PÁGINA 40 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Tabela 03
Fatores de Demanda - Iluminação e Tomadas de uso Geral
Descrição
Fator de Demanda
Auditórios, salões para exposições e semelhantes
1,00
Bancos, lojas e semelhantes
1,00
Barbearias, salões de beleza e semelhantes
1,00
Clubes e semelhantes
1,00
Escolas e semelhantes
Escritório (edifícios)
Garagens comerciais e semelhantes
Hospitais e semelhantes
Hotéis e semelhantes
1,00 para os primeiros 12 kW
0,50 para o que exceder a 12 kW
1,00 para os primeiros 20 kW
0,70 para o que exceder a 20 kW
1,00
0,40 para os primeiros 50 kW
0,20 para o que exceder a 50 kW
0,50 para os primeiros 20 kW
0,40 para o que exceder a 20 kW
Igrejas e semelhantes
1,00
Indústrias
1,00
Restaurantes e semelhantes
1,00
PÁGINA 41 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Tabela 04
Fatores de Demanda Para Aparelhos
100
60
48
40
37
35
33
32
31
30
30
28
28
28
26
26
25
25
24
24
24
24
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
23
100
100
100
100
80
70
62
60
64
50
50
46
46
46
40
36
32
26
25
25
25
25
25
25
25
25
25
25
25
25
25
25
25
Hidromassagem
Ferro Elétrico Industrial
100
71
64
60
57
54
53
51
50
50
50
50
50
50
47
46
45
45
45
45
45
45
45
45
45
45
45
45
45
45
45
45
45
Máquina Copiadora e
Aquecedor Central ou de
Acumulação
(Boiler)
100
72
62
57
54
52
50
49
48
46
46
44
44
44
42
40
38
36
35
34
33
32
31
31
30
30
29
28
27
26
25
24
23
Secadora de Roupa, Sauna,
Máquina de Lavar Louças,
Aquecedor Central de
Passagem
100
100
84
76
68
61
55
49
44
40
36
32
30
29
28
27
26
26
25
25
24
24
24
23
23
22
22
21
21
20
20
20
20
de Micro-ondas
Chuveiros, Torneiras,
Aquecedores de Água de
Passagem e Ferro Elétrico
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14 a 15
16 a 20
21 a 25
26 a 35
36 a 40
41 a 45
46 a 55
56 a 65
66 a 75
76 a 80
81 a 90
91 a 100
101 a 120
121 a 150
151 a 200
201 a 250
251 a 350
351 a 450
451 a 800
801 a 1000
Fogão elétrico e Fornos
Numero de Aparelhos
Fator de Demanda (%)
100
56
47
39
35
25
25
25
25
25
25
20
20
20
20
18
18
15
15
15
15
15
15
15
15
15
15
15
15
15
15
15
15
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
CÓDIGO
VERSÃO
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01
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Tabela 05
Fatores de Demanda - Condicionadores de Ar
Fator de Demanda
Nº de
Aparelhos
Comercial
Residencial
1 a 10
1,00
1,00
11 a 20
0,90
0,86
21 a 30
0,82
0,80
31 a 40
0,80
0,78
41 a 50
0,77
0,75
51 a 75
0,75
0,73
Acima de 75
0,75
0,70
Nota:
Quando se tratar de unidade central de ar condicionado, deve-se considerar o fator de demanda igual a
1,00.
Tabela 06
Potência - Condicionadores de Ar
(BTU/h)
(kcal/h)
Tipo de
Ligação
Corrente [A]
Potência
[W]
Potência
[VA]
7500
1875
FN
10
1150
1270
7500
1875
FF
5
990
1100
8500
2125
FN
14
1600
1780
8500
2125
FF
7
1390
1540
10000
2500
FN
15
1720
1900
10000
2500
FF
7,5
1490
1650
12000
3000
FN
17
1940
2160
12000
3000
FF
8,5
1690
1870
14000
3500
FF
9,5
1880
2090
18000
4500
FF
13
2570
2860
21000
5250
FF
14
2770
3080
30000
7500
FF
18
3560
3960
48000
12000
FF
25
4970
5520
60000
15000
FF
29
5740
6380
Nota:
Valores médios de corrente e potência de acordo com o tipo de ligação.
PÁGINA 43 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Tabela 07
Fatores de Demanda - Motores
Motor
Fator de Demanda
Maior Motor
1,00
Restantes
0,50
Notas:
1. Se os maiores motores tiverem potências iguais, deve-se considerar apenas um como o maior;
2. Existindo motores que, obrigatoriamente partam ao mesmo tempo (mesmo sendo os maiores),
devem-se somar suas potências e considerá-los como um só motor (excluídos os motores de
elevadores).
Tabela 08
Fatores de Demanda - Equipamentos Especiais
Equipamento
Fator de Demanda
Maior Equipamento
1,00
Restantes
0,60
Nota:
Se os maiores aparelhos tiverem potências iguais, deve-se considerar apenas um como o maior, e, o(s)
outro(s), como segundo(s) em potência.
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VERSÃO
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FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Tabela 09
Motores Monofásicos
Potência Nominal / Potência Absorvida da Rede [kW]&[kVA] / Correntes Nominais e de Partida [A]
Potência
Nominal
(CV ou HP)
Potência
Absorvida da
Rede
Corrente
Nominal
[A]
Corrente de Partida
[A]
COS φ
Médio
[kW]
[kVA]
110 V
220 V
110 V
220 V
1/4
0,42
0,66
5,9
3,0
27
14
0,63
1/3
0,51
0,77
7,1
3,5
31
16
0,66
1/2
0,79
1,18
11,6
5,4
47
24
0,67
3/4
0,90
1,34
12,2
6,1
63
33
0,67
1
1,14
1,56
14,2
7,1
68
35
0,73
1 1/2
1,67
2,35
21,4
10,7
96
48
0,71
2
2,17
2,97
27,0
13,5
132
68
0,73
3
3,22
4,07
37,0
18,5
220
110
0,79
5
5,11
6,16
-
28,0
-
145
0,83
7 1/2
7,07
8,84
-
40,2
-
210
0,80
10
9,31
11,64
-
52,9
-
260
0,80
12 1/2
11,58
14,94
-
67,9
-
330
0,78
15
13,72
16,94
-
77,0
-
408
0,81
Nota:
As correntes de partidas citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não dispuser das mesmas nas
placas dos motores.
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TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Tabela 10
Motores Trifásicos
Potência Nominal / Potência Absorvida da Rede [kW]&[kVA] / Correntes Nominais e de Partida [A]
Potência Nominal
(CV ou HP)
Potência absorvida
da Rede
Corrente
Nominal [A]
Corrente de
Partida [A]
COS φ
Médio
[kW]
[kVA]
220 V
220 V
1/3
0,39
0,65
1,7
7,1
0,61
1/2
0,58
0,87
2,3
9,9
0,66
3/4
0,83
1,26
3,3
16,3
0,66
1
1,05
1,52
4,0
20,7
0,69
1 1/2
1,54
2,17
5,7
33,1
0,71
2
1,95
2,70
7,1
44,3
0,72
3
2,95
4,04
10,6
65,9
0,73
4
3,72
5,03
13,2
74,4
0,74
5
4,51
6,02
15,8
98,9
0,75
7 1/2
6,57
8,65
22,7
157,1
0,76
10
8,89
11,54
30,3
201,1
0,77
12 1/2
10,85
14,09
37,0
270,5
0,77
15
12,82
16,65
43,7
340,6
0,77
20
17,01
22,10
58,0
422,1
0,77
25
20,92
25,83
67,8
477,6
0,81
30
25,03
30,52
80,1
566,0
0,82
40
33,38
39,74
104,3
717,3
0,84
50
40,93
48,73
127,9
915,5
0,84
60
49,42
58,15
152,6
1095,7
0,85
75
61,44
72,28
189,7
1288,0
0,85
100
81,23
95,56
250,8
1619,0
0,85
125
100,67
117,05
307,2
2014,0
0,85
150
120,09
141,29
370,8
2521,7
0,85
200
161,65
190,18
499,1
3458,0
0,85
Notas:
1. Os valores da tabela foram obtidos pela média de dados fornecidos por fabricantes;
2. As correntes de partida citadas na tabela acima podem ser utilizadas quando não se dispuser
das mesmas nas placas dos motores.
PÁGINA 46 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Tabela 11
Cálculo das demandas (kVA) de apartamentos em função das áreas
(Aplicável nas Edificações Coletivas com Finalidade Residencial)
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
51
52
53
54
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68
1.18
1.20
1.22
1.24
1.26
1.28
1.30
1.32
1.34
1.36
1.38
1.40
1.43
1.45
1.47
1.49
1.51
1.53
101
102
103
104
105
106
107
108
109
110
111
112
113
114
115
116
117
118
2.17
2.19
2.21
2.23
2.25
2.27
2.29
2.31
2.33
2.35
2.37
2.39
2.40
2.42
2.44
2.46
2.48
2.50
151
152
153
154
155
156
157
158
159
160
161
162
163
164
165
166
167
168
3.12
3.13
3.15
3.17
3.19
3.21
3.23
3.25
3.26
3.28
3.30
3.32
3.34
3.36
3.37
3.39
3.41
3.43
201
202
203
204
205
206
207
208
209
210
211
212
213
214
215
216
217
218
4.03
4.04
4.06
4.08
4.10
4.12
4.13
4.15
4.17
4.19
4.20
4.22
4.24
4.26
4.28
4.29
4.31
4.33
251
252
253
254
255
256
257
258
259
260
261
262
263
264
265
266
267
268
4.91
4.93
4.95
4.96
4.98
5.00
5.02
5.03
5.05
5.07
5.09
5.10
5.12
5.14
5.16
5.17
5.19
5.21
301
302
303
304
305
306
307
308
309
310
311
312
313
314
315
316
317
318
5.78
5.80
5.81
5.83
5.85
5.86
5.88
5.90
5.92
5.93
5.95
5.97
5.98
6.00
6.02
6.04
6.05
6.07
351
352
353
354
355
356
357
358
359
360
361
362
363
364
365
366
367
368
6.63
6.65
6.66
6.68
6.70
6.72
6.73
6.75
6.77
6.78
6.80
6.82
6.83
6.85
6.87
6.88
6.90
6.92
Área
2
(m )
kVA
69
1.55
119
2.52
169
3.45
219
4.35
269
5.23
319
6.09
369
6.93
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
1.00
70
71
72
73
74
75
76
77
78
79
80
81
82
83
84
85
86
87
88
89
1.57
1.59
1.61
1.63
1.65
1.67
1.69
1.71
1.73
1.75
1.76
1.78
1.80
1.82
1.84
1.86
1.88
1.90
1.92
1.94
120
121
122
123
124
125
126
127
128
129
130
131
132
133
134
135
136
137
138
139
2.54
2.56
2.57
2.59
2.61
2.63
2.65
2.67
2.69
2.71
2.73
2.74
2.76
2.78
2.80
2.82
2.84
2.86
2.88
2.89
170
171
172
173
174
175
176
177
178
179
180
181
182
183
184
185
186
187
188
189
3.47
3.48
3.50
3.52
3.54
3.56
3.57
3.59
3.61
3.63
3.65
3.67
3.68
3.70
3.72
3.74
3.76
3.77
3.79
3.81
220
221
222
223
224
225
226
227
228
229
230
231
232
233
234
235
236
237
238
239
4.36
4.38
4.40
4.42
4.44
4.45
4.47
4.49
4.51
4.52
4.54
4.56
4.58
4.59
4.61
4.63
4.65
4.67
4.68
4.70
270
271
272
273
274
275
276
277
278
279
280
281
282
283
284
285
286
287
288
289
5.24
5.26
5.28
5.29
5.31
5.33
5.35
5.36
5.38
5.40
5.42
5.43
5.45
5.47
5.49
5.50
5.52
5.54
5.55
5.57
320
321
322
323
324
325
326
327
328
329
330
331
332
333
334
335
336
337
338
339
6.10
6.12
6.14
6.16
6.17
6.19
6.21
6.22
6.24
6.26
6.27
6.29
631
6.33
6.34
6.36
6.38
6.39
6.41
6.43
370
371
372
373
374
375
376
377
378
379
380
381
382
383
384
385
386
387
388
389
6.95
6.97
6.98
7.00
7.02
7.03
7.05
7.07
7.09
7.10
7.12
7.14
7.15
7.17
7.19
7.20
7.22
7.24
7.25
7.27
PÁGINA 47 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Continuação da Tabela 11
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
Área
2
(m )
kVA
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
1.00
1.00
1.00
1.01
1.03
1.05
1.08
1.10
1.12
1.14
1.16
90
91
92
93
94
95
96
97
98
99
100
1.96
1.98
2.00
2.02
2.04
2.06
2.08
2.10
2.12
2.14
2.16
140
141
142
143
144
145
146
147
148
149
150
2.91
2.93
2.95
2.97
2.99
3.01
3.02
3.04
3.06
3.08
3.10
190
191
192
193
194
195
196
197
198
199
200
3.83
3.85
3.86
3.88
3.90
3.92
3.94
3.95
3.97
3.99
4.01
240
241
242
243
244
245
246
247
248
249
250
4.72
4.74
4.75
4.77
4.79
4.81
4.82
4.84
4.86
4.88
4.89
290
291
292
293
294
295
296
297
298
299
300
5.59
5.61
5.62
5.64
5.66
5.68
5.69
5.71
5.73
5.74
5.76
340
341
342
343
344
345
346
347
348
349
350
6.44
6.46
6.48
6.50
6.51
6.53
6.55
6.56
6.58
6.60
6.61
390
391
392
393
394
395
396
397
398
399
400
7.29
7.30
7.32
7.34
7.35
7.37
7.39
7.40
7.42
7.44
7.45
Notas:
Para apartamentos com área superior a 400 m2, o cálculo da demanda deverá ser feito pela seguinte
fórmula:
Y = 0,034939 X 0,895075
Sendo:
Y = Demanda do apartamento em kVA;
2
X = Área útil do apartamento em m .
Não devem ser consideradas áreas de garagem e outras áreas comuns dos edifícios normalmente incluídas
nas áreas dos apartamentos;
Para edifícios cujos apartamentos não tenham a mesmas áreas, o critério poderá ser adotado
determinando-se a área útil pela média ponderada das áreas envolvidas.
Aplicando-se o valor da área na Tabela 1, ou na expressão Y = 0,034939 X 0, 895075 obtêm-se o valor em
[kVA] para a demanda a ser considerada para uma unidade.
PÁGINA 48 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Tabela 12
Fatores Para Diversificação de Carga em Função do Número de Apartamentos
(Aplicável nas Edificações Coletivas com Finalidade Residencial)
N
o
Apt .
o
Fator
Div.
N
o
Apt .
o
Fator
Div.
N
o
Apt .
o
Fator
Div.
N
o
Apt .
Fator
Div.
N
o
Apt .
Fator
Div.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
3,88
4,84
5,80
6,76
7,72
8,68
9,64
10,42
11,20
11,98
12,76
13,54
14,32
15,10
15,88
16,66
17,44
18,04
18,65
19,25
19,86
20,46
21,06
21,67
22,27
22,88
23,48
24,08
24,69
25,29
25,90
26,50
27,10
27,71
28,31
28,92
29,52
30,12
30,73
31,33
51
52
53
54
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
72
73
74
75
76
77
78
79
80
81
82
83
84
85
86
87
88
89
90
91
92
93
31,90
36,46
37,02
37,58
38,14
38,70
39,26
39,82
40,38
40,94
41,50
42,06
42,62
43,18
43,74
44,30
44,86
45,42
45,98
46,54
47,10
47,66
48,22
48,78
49,34
49,90
50,46
51,02
51,58
52,14
52,70
53,26
53,82
54,38
54,94
55,50
56,06
56,62
57,18
57,74
58,30
58,86
59,42
101
63,59
151
74,74
102
63,84
152
74,89
103
64,09
153
75,04
104
64,34
154
75,19
105
64,59
155
75,34
106
64,84
156
75,49
107
65,09
157
75,64
108
65,34
158
75,79
109
65,59
159
75,94
110
65,84
160
76,09
111 66,09
161
76,24
112 66,34
162
76,39
113 66,59
163
76,54
114 66,84
164
76,69
115 67,09
165
76,84
116 67,34
166
76,99
117 67,59
167
77,14
118 67,84
168
77,29
119 68,09
169
77,44
120 68,34
170
77,59
121 68,59
171
77,74
122 68,84
172
77,89
123 69,09
173
78,04
124 69,34
174
78,19
125 69,59
175
78,34
126 69,79
176
78,44
127 69,99
177
78,54
128 70,19
178
78,64
129 70,39
179
78,74
130 70,59
180
78,84
131 70,79
181
78,94
132 70,99
182
79,04
133 71,19
183
79,14
134 71,39
184
79,24
135 71,59
185
79,34
136 71,79
186
79,44
137 71,99
187
79,54
138 72,19
188
79,64
139 72,39
189
79,74
140
72,59
190
79,84
141
72,79
191
79,94
142
72,99
192
80,04
143
73,19
193
80,14
Continuação da tabela 12
201
202
203
204
205
206
207
208
209
210
211
212
213
214
215
216
217
218
219
220
221
222
223
224
225
226
227
228
229
230
231
232
233
234
235
236
237
238
239
240
241
242
243
80,89
80,94
80,99
81,04
81,09
81,14
81,19
81,24
81,29
81,34
81,39
81,44
81,49
81,54
81,59
81,64
81,69
81,74
81,79
81,84
81,89
81,94
81,99
82,04
82,09
82,12
82,14
82,17
82,19
82,22
82,24
82,27
82,29
82,32
82,34
82,37
82,39
82,42
82,44
82,47
82,49
82,52
82,54
251
252
253
254
255
256
257
258
259
260
261
262
263
264
265
266
267
268
269
270
271
272
273
274
275
276
277
278
279
280
281
282
283
284
285
286
287
288
289
290
291
292
293
82,73
82,74
82,75
82,76
82,77
82,78
82,79
82,80
82,81
82,82
82,83
82,84
82,85
82,86
82,87
82,88
82,89
82,90
82,91
82,92
82,93
82,94
82,95
82,96
82,97
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
Fator
Div.
o
N
o
Apt .
o
o
PÁGINA 49 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
o
Fator
Div.
31,94
32,54
33,10
33,66
34,22
34,78
35,34
o
N
o
Apt .
94
95
96
97
98
99
100
Fator
Div.
59,98
60,54
61,10
61,66
62,22
62,78
63,34
o
N
o
Apt .
144
145
146
147
148
149
150
Fator
Div.
73,39
73,59
73,79
73,99
74,19
74,39
74,59
o
N
o
Apt .
194
195
196
197
198
199
200
Fator
Div.
80,24
80,34
80,44
80,54
80,64
80,74
80,84
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
N
o
Apt .
44
45
46
47
48
49
50
CÓDIGO
o
N
o
Apt .
244
245
246
247
248
249
250
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Fator
Div.
82,57
82,59
82,62
82,64
82,67
82,69
82,72
o
N
o
Apt .
294
295
296
297
298
299
300
Fator
Div.
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
83,00
Notas:
1. Pela tabela acima, determina-se o fator de diversidade em função do número total de
apartamentos. Tomando como exemplo 30 apartamentos, teremos como fator de diversidade o
valor de 23,48;
2. O produto da demanda de uma unidade pelo valor de diversidade determina a demanda dos
apartamentos.
PÁGINA 50 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Tabela 13
Determinação da potência (kVA) em função da quantidade de motores
(Aplicável nas Edificações Coletiva com Finalidade Residencial)
(Motores Trifásicos)
Potencia do QT
1
2
Motor
FD
1
1,5
(CV)
1/3
0.65 0.98
1/2
0.87 1.31
3/4
1.26 1.89
1
1.52 2.28
1 1/2
2.17 3.26
2
2.7 4.05
3
4.04 6.06
4
5.03 7.55
5
6.02 9.03
7 1/2
8.65 12.98
10
11.54 17.31
12 1/2
14.09 21.14
15
16.65 24.98
20
22.10 33.15
25
25.83 38.75
30
30.52 45.78
40
39.74 59.61
50
48.73 73.10
60
58,15 87,23
3
4
5
6
7
8
9
10
1,9
2,3
2,7
3
3,3
3,6
3,9
4,2
1.24
1.65
2.39
2.89
4.12
5.13
7.68
9.56
11.44
16.44
21.93
26.77
31.63
41.99
49.08
57.99
75.51
92.59
110,49
1.50
2.00
2.90
3.50
4.99
6.21
9.29
11.57
13.85
19.90
26.54
32.41
38.29
50.83
59.41
70.20
91.40
112.08
133,74
1.76
2.35
3.40
4.10
5.86
7.29
10.91
13.58
16.25
23.36
31.16
38.04
44.96
59.67
69.74
82.40
107.30
131.57
157,01
1.95
2.61
3.78
4.56
6.51
8.10
12.12
15.09
18.86
25.95
34.62
42.27
49.95
66.30
77.49
91.56
119.22
146.19
174,45
2.15
2.87
4.16
5.02
7.16
8.91
13.33
16.60
19.87
28.55
38.08
46.50
54.95
72.93
85.24
100.72
131.14
160.81
191,90
2.34
3.13
4.54
5.47
7.81
9.72
14.54
18.11
21.67
31.14
41.54
50.72
59.94
79.56
92.99
109.87
143.06
175.43
209,34
2.53
3.39
4.91
5.93
8.46
10.53
15.76
19.62
23.48
33.74
45.01
54.95
64.93
86.19
100.74
119.03
154.99
190.05
226,79
2.73
3.65
5.29
6.38
9.11
11.34
16.97
21.13
25.28
36.33
48.47
59.18
69.93
92.82
108.49
128.18
166.91
204.67
244,23
(Motores Monofásicos)
Potencia do QT
1
Motor
FD
1
(CV)
1/4
0.66
1/3
0,77
1/2
1.18
3/4
1.34
1
1.56
1½
2.35
2
2.97
3
4.07
5
6.16
7½
8.84
10
11.64
12 ½
14.94
15
16.94
2
3
4
5
6
7
8
9
10
1,5
0.99
1.155
1.77
2.01
2.34
3.525
4.455
6.105
9.24
13.26
17.46
22.41
25.41
1,9
1.254
1.463
2.242
2.546
2.964
4.465
5.643
7.733
11.704
16.796
22.116
28.386
32.186
2,3
1.518
1.771
2.714
3.032
3.588
5.405
6.831
9.361
14.168
20.332
26.772
34.362
38.962
2,7
1.782
2.079
3.186
3.618
4.212
6.345
8.019
10.989
16.632
23.868
31.428
40.338
45.738
3
1.98
2.31
3.54
4.02
4.68
7.05
8.91
12.21
18.48
26.52
34.92
44.82
50.82
3,3
2.178
2.541
3.894
4.422
5.148
7.755
9.801
13.431
20.328
29.172
33.412
49.302
55.902
3,6
2.376
2.772
4.248
4.824
5.616
8.46
10.692
14.652
22.176
31.824
41.904
53.784
60.984
3,9
2.574
3.003
4.602
5.226
6.084
9.165
11.583
15.873
24.024
34.476
45.396
58.266
66.066
4,2
2.772
3.234
4.956
5.628
6.552
9.87
12.474
17.094
25.872
37.128
48.888
62.748
71.148
QT – Quantidade de motores / FD – Fator de diversidade
PÁGINA 51 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Tabela 14
Dimensionamento de Eletrodutos
Diâmetro
Nominal
32
40
50
60
75
85
PVC
Polietileno de Alta Densidade
Tipo Rígido Rosqueável
Tipo Corrugado
Área
Interna
mm²
564
962
1244
1979
3227
4489
Taxa de Ocupação
53%
40%
31%
Tamanho
Nominal
299
509
659
1049
1710
2379
226
385
498
792
1291
1796
175
298
386
614
1000
1392
30
50
75
100
125
150
Área
Interna
mm²
755
2027
4418
7854
12648
19016
Taxa de Ocupação
53%
40%
31%
400
1074
2342
4163
6703
10078
302
811
234
628
1369
2435
3921
5895
1767
3142
5059
7606
Aço Carbono
Tipo Pesado
Série Extra
34
42
Área
Interna
mm²
634
1041
53%
336
552
40%
253
416
31%
196
323
48
60
76
89
102
114
140
1405
2256
3783
5204
6808
6792
13212
745
1196
2006
2758
3608
4660
7002
562
903
1513
2062
2723
3517
5285
436
700
1173
1613
2110
2725
4096
Diâmetro
Nominal
Taxa de Ocupação
Tamanho
Nominal
25
32
40
50
65
80
90
100
125
Área
Interna
mm²
590
Taxa de Ocupação
53%
313
525
720
1161
1705
2624
3493
4476
6959
990
1359
2190
3217
4951
6590
8446
13131
40%
237
396
544
876
1287
1981
2636
3378
5252
31%
183
307
421
679
997
1535
2043
2618
4071
Tipo Leve 1
Diâmetro
Nominal
25
32
40
50
65
80
90
100
Área
Interna
mm²
638
1046
1392
2282
3718
5217
6896
8875
Taxa de Ocupação
53%
338
555
738
1209
1970
2765
3655
4704
40%
255
419
557
913
1487
2087
2758
3550
31%
198
324
432
707
1153
1617
2138
2751
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FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
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VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
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07/01/2017
Tabela 15
Seção Mínima dos Condutores de Aterramento e de Proteção
Seção (S) dos Condutores
Fases da Instalação
S (mm²)
Seção Mínima dos Condutores de
Aterramento e de Proteção
(mm²)
S <= 16
S
16 < S <= 35
16
S > 35
S/2
Tabela 16
Capacidade de Condução [A] Para Condutores de Cobre
(Cabos Isolados com PVC 70°C, Polietileno Reticulado XLPE 90°C e Etileno Propileno EPR 90°C Temperatura Ambiente de 30°C - em Eletrodutos).
PVC 70°C
Seção Nominal
(mm²)
XLPE / 90°C e EPR / 90°C
2 Condutores
Carregados
FN
3 Condutores
Carregados
FFN/FFFN
2 Condutores
Carregados
FN
3 Condutores
Carregados
FFN/FFFN
10
57
50
75
66
16
76
68
100
88
25
101
89
133
117
35
125
110
164
144
50
151
134
198
175
70
192
171
253
222
95
232
207
306
269
120
269
239
312
150
309
275
354
407
185
353
464
408
240
415
314
370
546
481
358
Notas:
1. Esta tabela refere-se à capacidade de condução de corrente de cabos isolados, dentro do
eletroduto (em montagens aparentes, embutidas em gesso, alvenaria, parede de cimento ou
em canaleta aberta ou ventilada) método de instalação B1;
2. Para temperaturas ambientes diferentes de 30°C, aplicar os fatores de correção indicados na
NBR-5410.
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Tabela 17
Espessuras de Parede e Diâmetros Externos de Eletrodutos de PVC Rosqueáveis e de Aço
PVC Rosqueável
Diâmetro
Nominal mm
(Pol.)
Espessura da Parede
(mm)
Aço Classe Leve
Diâmetro
Diâmetro
Nominal mm
Externo (mm)
(Pol.)
Espessura da
Parede (mm)
Diâmetro
Externo
(mm)
Classe
A
Classe
B
20 (½")
2,5
1,8
21,1 ± 0,3
15 (½")
1,50
25 (¾")
2,6
2,3
26,2 ± 0,3
20 (¾")
1,50
32 (1")
3,2
2,7
33,2 ± 0,3
25 (1")
1,50
31,5
40 (1 ¼")
3,6
2,9
42,2 ± 0,3
32 (1 ¼")
2,00
40,5
50 (1 ½")
4,0
3,0
47,8 ± 0,4
40 (1 ½")
2,25
46,6
60 (2")
4,6
3,1
59,4 ± 0,4
50 (2")
2,25
58,4
75 (2 ½")
5,5
3,8
75,1 ± 0,4
65 (2 ½")
2,65
74,1
85 (3")
6,2
4,0
88,0 ± 0,4
80 (3")
2,65
86,8
20,0
25,2
+ 0,4
- 0,0
+ 0,4
- 0,0
+ 0,4
- 0,0
+ 0,5
- 0,0
+ 0,5
- 0,0
+ 0,6
- 0,0
+ 0,8
- 0,0
+ 0,8
- 0,0
Nota:
Estes dados foram transcritos das Normas Brasileiras NBR-6150 (PVC) e NBR-5624 (AÇO).
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Tabela 18
Tipo de Isolação
Área do Condutor – Fio / Cabo (mm²)
Seção
Nominal
mm2
10
16
25
35
50
70
95
120
150
185
240
Tipo de Isolação
Cloreto de Polivinila
PVC / 70°C
Sem Cobertura
25 / 27
33 / 37
57
71
95
133
177
214
255
314
416
Polietileno – Reticulado
XLPE / 90 °C
Sem Cobertura
43
55
72
95
123
165
201
269
314
363
452
Com Cobertura
53
67
104
123
154
189
255
299
363
434
573
Etileno - Propileno
EPR / 90 °C
Com Cobertura
54
68
104
123
154
201
269
299
363
452
573
Notas:
A área máxima ocupada pelos condutores não deve ser superior às taxas de ocupação abaixo indicadas, de
acordo com a quantidade de condutores.
53% - Um condutor ou cabo no eletroduto (condutor de proteção);
40% - Três ou mais condutores ou cabos no eletroduto (FFF / FFFN / FFFT / FFFNT);
31% - Dois condutores ou cabos no eletroduto (FF / FN).
Exemplo:
Quantidade / Bitola
Isolação
Área do Condutor
Total (mm2)
3 fases de 120 mm²
1 neutro de 70 mm²
1 terra de 70 mm²
PVC / 70°C
PVC / 70°C
PVC / 70°C
3 x 214 mm²
1 x 133 mm²
1 x 133 mm²
642
133
133
Total (mm2)
908
Tipo do eletroduto: PVC rígido rosqueável.
Taxa de ocupação = 40% (05 condutores).
Utilizar eletroduto de diâmetro nominal de 75 (1291 mm²), pois 908 mm2 encontra-se entre 792 mm2 e
1291 mm2.
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Tabela 19
Limitação Para Instalação do Maior Motor / Solda a Motor
Potência do maior motor ou Solda a motor [CV]
Categoria
de
Atendimento
Monofásica
(*) Especial
Bifásica
(**) Especial
Trifásica
Potência
instalada
[kW]
Tensão de
fornecimento
127/220 [V]
Tensão de
fornecimento
220/380 [V]
Dispositivo de partida
(Rotor em curto-circuito e
Síncrono)
F/N
F/F
F/N
FF
Até 5,0
1 cv
-
1 cv
-
Direta
5,001 a 9,0
1 cv
-
1 cv
-
Direta
Até 9,0
1 cv
3 cv
1 cv
3 cv
Direta
9,001 a 15,0
1 cv
3 cv
1 cv
3 cv
Direta
Até 15,0
1 cv
5 cv
1 cv
5 cv
Direta
15,001 a 26,0
7,5 cv
7,5 cv
Chave estrela triângulo
26,001 a 34,0
10 cv
10 cv
Chave estrela triângulo
34,001 a 41,0
15 cv
15 cv
41,001 a 47,0
20 cv
20 cv
47,001 a 57,0
25 cv
30 cv
57,001 a 75,0
30 cv
40 cv
Compensador com redução da tensão
de partida (no mínimo) para 65% da
tensão nominal
Notas:
1. Limita-se a ligação de motores monofásicos de 01cv em 127/220V e 03 cv em 220/380V;
2. (*) Atendimento a unidades consumidoras que apresentam equipamentos que necessitam de
duas fases para seu funcionamento;
3. (**) Atendimento a unidades consumidoras que apresentam equipamentos que necessitem de
três fases para seu funcionamento;
4. Para os motores tipo rotor bobinado, deve existir bloqueio que impeça a partida do mesmo
com as escovas levantadas.
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Tabela 20
Unidades consumidoras integrante do Grupo B Não vinculada a projeto elétrico
(Dimensionamentos)
5001 a
9000
63
10
16
D1
(*) Até
9000
40
10
63
32
10
10
10
16
40
10
16
40
10
16
32
10
16
63
10
16
40
10
16
80
10
25
50
10
16
63
16
25
80
16
25
100
16
35
125
16
50
T4
34001 a
41000
100
16
35
T5
41001 a
47000
125
16
50
T6
47001 a
57000
150
25
70
T7
57001 a
75000
200
25
95
PVC 32 mm ou
Aço 25 mm
PVC 40 mm ou
Aço 32 mm
2
Condutor
Fase + Neutro
16
Eletroduto
10
(mm )
10
Condutor
Fase + Neutro
Condutor Terra
(Cu-mm2)
T3
Disjuntor de
Proteção [A]
T2
50
PVC 60 mm
ou
Aço 50 mm
T1
9001 a
15000
(**) Até
15000
15000 a
26000
26001 a
34000
10
PVC 85 mm ou
Aço 80 mm
D2
10
Eletroduto
U2
50
PVC 32 mm
ou
Aço 25 mm
10
PVC 40 mm ou
Aço 32 mm
10
PVC 60 mm
ou
Aço 50 mm
Condutor Terra
(Cu-mm2)
50
Ramal Entrada
PVC 85 mm
ou
Aço 80 mm
Disjuntor de Proteção
[A]
Até 5000
Ramal Entrada
2
Potência
Instalada
[W]
U1
Tensão V
220/380
(mm )
Categoria de Atendimento
Tensão V
127/220
(*) - Fornecimento para unidades que apresentem equipamentos que necessitem de duas fases;
(**) - Fornecimento para unidades que apresentem equipamentos que necessitem de três fases.
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VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
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07/01/2017
Tabela 21
Proteção Contra Sobrecorrente/Condutores e Postes - Tensão 127/220 Volts
Topo
Base
DT
Base
Resistência Nominal
Condutor Terra (cu_nu)
(PVC)
mm2 mm2 daN
Circular
Topo
mm2
Eletroduto de Entrada
Postes/Coluna
Ramal de Ligação
Quadruplex Alumínio
(XLPE 90 °C)
Proteção Geral
Entrada principal
(mm2)
Demanda Calculada
[kVA]
Ramal de Entrada
Cobre (PVC 70°)
mm
mm
mm
mm
Até 25
25
Disjuntor Tripolar de 80 A
25
40
10
100
130
280
100
x
120
175
x
240
25,001
a
35,00
35
Disjuntor Tripolar de 100 A
35
60
16
100
130
280
100
x
120
175
x
240
300
100
x
120
175
x
240
260
x
350
35,001
A
43,00
43,001
a
52,00
52,001
a
70,00
70,001
a
75,00
75,001
a
78,00
78,001
a
87,00
50
70
95
120
120
150
Disjuntor Tripolar de 125 A
Disjuntor Tripolar de 150 A
Disjuntor Tripolar de 200 A
ou
Fusível NH 125 A /
Chave de 250 A
Disjuntor Tripolar de 225 A
ou
Fusível NH 160 A /
Chave de 250 A
Disjuntor Tripolar de 225 A
ou
Fusível NH 160 A /
Chave de 250 A
Disjuntor Tripolar de 250 A
ou
Fusível NH 200 A /Chave de
400 A
50
85
16
200
150
70
85
25
300
160
310
110
x
140
120
85
25
300
160
310
110
x
140
260
x
350
260
x
350
260
x
350
120
120
2 x 70
85
25
P
R
O
J
E
T
A
D
O
P
R
O
J
E
T
A
D
O
300
160
310
110
x
140
300
160
310
110
x
140
300
Coluna Projetada
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VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
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07/01/2017
Continuação da Tabela 21
87,01
a
105,00
185
105,01
a
122,00
240
122,01
a
140,00
2x150
140,01
a
175,00
2x185
175,01
a
210,00
2x240
210,01
2x300
a
(nota2)
245,00
245,01
a
300,00
Notas:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
Disjuntor Tripolar de 300 A
ou
Fusível NH 224A /Chave de
400 A
Disjuntor Tripolar de 350 A
ou
Fusível NH 250 A /Chave de
400 A
Disjuntor Tripolar de 400 A
ou
Fusível NH 315 A /Chave de
600 A
Disjuntor Tripolar de 500 A
ou
Fusível NH 355 A /Chave de
600 A
Disjuntor Tripolar de 600 A
ou
Fusível NH 400 /Chave de
800 A
Disjuntor Tripolar de 700 A
ou
Fusível NH 500A /Chave de
800 A
3x300
ou
Disjuntor Trifásico de 800 A
2x400
2 x 95
300
Coluna Projetada
2 x 120
300
Coluna Projetada
300
Coluna Projetada
600
Coluna Projetada
600
Coluna Projetada
3 x 240
600
Coluna Projetada
4 x 185
600
Coluna Projetada
2 x 150
2 x 240
ou
3 x 150
3 x 185
P
R
O
J
E
T
A
D
O
P
R
O
J
E
T
A
D
O
(nota2)
Os dimensionamentos dos condutores da tabela acima atendem somente ao critério de
condução de corrente na tensão 127/220 Volts;
Será obrigatória a utilização de disjuntor quando não for possível a instalação de chave com
base fusível dupla suprida através de ponto comum para os terminais de fase;
De acordo com as condições locais da entrada de serviço (topografia, tipo de via pública,
logradouro, etc.) em especial quando o ramal cruzar ruas ou avenidas, a altura do ponto de
ancoragem do ramal deverá atender a distância mínima do condutor ao solo definidas no
item 6.3.3;
O engastamento deverá ser de 1,20 m para postes de 7,0 metros. Para os demais potes, o
engastamento deverá ser de l /10 + 06 metros, sendo l igual ao comprimento do poste;
Postes de concreto armado de seção quadrada ou retangular deverão ter a seção, no
mínimo, igual ao do poste duplo T;
O poste deverá estar aparente até a ligação;
Para instalação de ramais de ligação cruzando ruas ou avenidas, o engastamento deverá ser
em base concretada;
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8.
9.
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
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07/01/2017
O Fator de potência da instalação deve estar em conformidade com o item 6.1.1;
Quando solicitado pelo cliente, a unidade consumidora pode ser atendida através de ramal
subterrâneo em substituição ao ramal de ligação aéreo, conforme item 6.3.7.
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VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
10
Disjuntor de 80 A
25
48,001
a
60,00
35
Disjuntor de 100 A
35
60
85
16
Topo
DT
Base
40
Resist. Nominal
Condutor Terra (cu_nu)
16
25
90,001
a
121,00
(PVC)
mm2
25,001
a
48,00
60,001
a
75,00
75,001
a
90,00
Eletroduto de entrada
Proteção Geral
Entrada principal
Disjuntor de 63 A
mm2
Circular
Topo
16
mm2
Postes/Coluna
Base
Até 25
(mm2)
Demanda Calculada
[kVA]
Ramal de Entrada
Cobre (PVC 70°)
Ramal de ligação
Quadruplex Alumínio
(XLPE 90 °C)
Tabela 22
Proteção Contra Sobrecorrente /Condutores e Postes- Tensão 220 /380 Volts
daN Mm
mm
mm
mm
100
280
100
x
120
175
x
240
175
x
240
130
100
130
280
100
x
120
200
150
300
100
x
120
175
x
240
100
x
120
110
x
140
175
x
240
260
x
350
16
50
Disjuntor de 125 A
50
200
150
300
70
Disjuntor de 150 A
70
300
160
310
300
160
310
110
x
140
260
x
350
310
110
x
140
260
x
350
95
121,001
a
136,00
120
136,001
a
150,00
150
Disjuntor Tripolar de
200 A
ou
Fusível NH 125 A /
chave de 250A
Disjuntor Tripolar de
225 A
ou
Fusível NH 160 A /
chave de 250A
Disjuntor Tripolar de
250 A
ou
Fusível NH 200 A /
chave de 400 A
120
120
2 x 70
P
R
O
J
E
T
A
D
O
P
R
O
J
E
T
A
D
O
300
300
160
Coluna Projetada
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Continuação da Tabela 22
150,001
a
181,00
181,001
a
211,00
185
240
211,001 2 x 150
a
(nota
242,00
2)
242,001 2 x 185
a
(nota
300,00
2)
Disjuntor Tripolar de
300 A
ou
Fusível NH 224A /
chave de 400 A
Disjuntor Tripolar de
350 A
ou
Fusível NH 250A /
chave de 400 A
Disjuntor Tripolar de
400 A
ou
Fusível NH 315A /
chave de 600 A
Disjuntor Tripolar de
500 A
ou
Fusível NH 355A /
chave de 600 A
2 x 95
2 x 120
2 x 150
ou
3 x 95
2 x 240
ou
3 x 150
P
R
O
J
E
T
A
D
O
P
R
O
J
E
T
A
D
O
300
Coluna Projetada
300
Coluna Projetada
300
Coluna Projetada
600
Coluna Projetada
Notas:
1. Os dimensionamentos dos condutores da tabela acima atendem somente ao critério de
condução de corrente na tensão 220/380 Volts;
2. Será obrigatória a utilização de disjuntor quando não for possível a instalação de chave com
base fusível dupla suprida através de ponto comum para os terminais de fase;
3. De acordo com as condições locais da entrada de serviço (topografia, tipo de via pública,
logradouro, etc.) em especial quando o ramal cruzar ruas ou avenidas, a altura do ponto de
ancoragem do ramal deverá atender a distância mínima do condutor ao solo definidas no item
6.3.3;
4. O engastamento deverá ser de 1,20 m para postes de 7,0 metros. Para os demais potes, o
engastamento deverá ser de l /10 + 0,6 metros, sendo l igual ao comprimento do poste;
5. Postes de concreto armado de seção quadrada ou retangular deverão ter a seção, no mínimo,
igual ao do poste duplo T;
6. O poste deverá estar aparente até a ligação;
7. Para instalação de ramais de ligação cruzando ruas ou avenidas, o engastamento deverá ser
em base concretada;
8. O Fator de potência da instalação deve estar em conformidade com o item 6.1.1;
9. Quando solicitado pelo cliente, a unidade consumidora pode ser atendida através de ramal
subterrâneo em substituição ao ramal de ligação aéreo, conforme item 6.3.7;
10.Será obrigatória a utilização de disjuntor quando não for possível a instalação de chave com
base fusível dupla suprida através de ponto comum para os terminais de fase.
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TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Tabela 23
Fator de Agrupamento de Medidores para Cálculo da Demanda Diversificada
Nº de Medidores
Fator de Agrupamento
02
0,90
03
0,87
04
0,83
05
0,80
06
0,78
Nota:
1. O fator de agrupamento de medidores para cálculo da demanda diversificada é aplicável
somente aos casos de isenção de apresentação de projeto elétrico, conforme previsto no item
6.1.3.
PÁGINA 63 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
2 # 16(16)
15.000
2 # 16 (16)
03
15.000
2 # 16 (16)
04
9000
1 # 16 (16)
05
9.000
1 # 16 (16)
Soma
63.000
Tab. 1 A
Ed.Individual
32 mm
32 mm
32 mm
32 mm
32 mm
Disjuntor
[A]
63
63
10
63
63
63
Tab. 1 A
Ed.Individual
15.000
02
Eletroduto
(Ø externo)
Cond. Terra
(mm²)
01
Ramal de entrada
(Cu – mm²)
Tab. 1A
Ed.Individual
Carga Instalada
[W]
Alimentador Geral
(Tabela 21)
Nota 4
Consumidor
Tabela 24
Exemplo de dimensionamento de Alimentador Geral em Agrupamento de Medição
(Entrada Aérea 127/220V)
Nº de
Fases
2
2
2
1
1
Demanda Diversificada = Σ Carga Instalada x Fator de Demanda
50.400
(63.000 x 0,8)
3 # 70 (70)
85 mm
25
Disjuntor
150 A
3
Notas:
1. Considerar como carga instalada de cada unidade consumidora, o limite superior da faixa em
que a mesma se enquadra (tabelas 1A e 1B - Padrão de fornecimento Individual) e somar esses
valores para a correspondente quantidade de unidades consumidoras;
2. Obter o fator de demanda de agrupamento de medições pela tabela 23;
3. Multiplicar o fator de demanda pela somatória de potência Individual;
4. Considerar o valor de demanda (resultado encontrado no item anterior) para dimensionar os
equipamentos e materiais da entrada, de acordo com as tabelas 21 (127/220V) e 22 (220/380
V).
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VERSÃO
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FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
16
16
Ø Nom. Externo
(Ref. Rosca)
16
mm (pol)
220/380
Volts
Subterrâneo
mm (pol)
Disjuntor
Proteção Geral
(A)
127/220
Volts
50
(nota 5)
mm
16
10
50
(Nota 5)
16
10
Conf. Tabela 1A/1B
Fornec. Individual
10
Conf. Tabela 1A/1B
Fornec. Individual
16
mm
mm
Pelo menos 01 UC
monofásica maior que
5000 W
01 Monofásica
+
01 UC Bifásica
16
Conf. Tabela 1A/1B
Fornec. Individual
Duas ou três UCs
monofásicas até
5000 W cada
Ramal de Entrada
Aéreo
63
(Nota 5)
Cobre 1000V
PVC - 70o C
2
Cobre 750V
PVC - 70o C
2
Subterrâneo
2
Eletroduto
Aparente
Eletroduto
mm
Ramal de entrada
2
Carga Instalada das
Unidades
Consumidoras
[W]
Ramal de ligação
aéreo - (Alumínio)
Condutores
Aterramento (cobre nu)
Tabela 25
Dimensionamento de Agrupamento de Medidores sem Caixa de Derivação
40 (1 ¼”)
Notas:
1.
2.
3.
4.
5.
Para estes agrupamentos não será necessário instalar caixa de derivação;
A alimentação das caixas de medição será feita com fases individuais;
Os condutores fase e neutro passarão dentro das caixas dos medidores;
O neutro será comum;
O disjuntor de proteção geral poderá ser bifásico ou trifásico dependendo do número de fases
do agrupamento.
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
ANEXO B – DESENHOS
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FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
CÓDIGO
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PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 01 – Localização do Imóvel com indicação do Padrão de Entrada
03
03
2ª AVENIDA
03
02
02
03
01
01
01
02
03
RUA EUCLIDES DA CUNHA
02
01
02
QUADRA 2/O
01
LOTE 10
AGRUPAMENTO
MEDIDORES
LOTE 08
LOTE 01
01
03
RUA AMARAL DANTAS
01
01
02
02
02
1ª AVENIDA
03
03
03
03
PLANTA DE SITUAÇÃO
(S/ESCALA)
CONVENÇÃO:
01 - NÚMERO DE REFERÊNCIA COMERCIAL (INSTALAÇÃO) CONTIDO EM NOTA FISCAL DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA
(CONTA DE ENERGIA), DE UMA OU MAIS UNIDADES CONSUMIDORAS JUNTO A CONCESSIONÁRIA.
02 - NÚMERO DE UM OU MAIS MEDIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA INSTALADOS PARA ATENDIMENTO DA(S) UNIDADES(S) CONSUMIDORA(S)
CONTIDA(S) NA EDIFICAÇÃO.
03 - NÚMERO DE CHAVE SECIONADORA (PLACA COM INSCRIÇÕES NUMÉRICAS), INSTALADAS EM POSTE DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA.
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FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Os atributos de informação inseridos na planta de localização da edificação serão objeto para a
deliberação de estudos relacionados à solicitação de viabilidade de carga, como também, para
solicitação de análise de projeto de entrada de energia;
2. Em nenhuma hipótese, para a identificação dos atributos, o solicitante deverá fazê-la através
de intervenções na rede de distribuição de energia;
3. Toda informação técnica e ou informação de avenida / rua / praça / etc., será apresentada pelo
solicitante sem que para isso haja ônus por parte da concessionária;
4. A Planta de Localização (croqui) deverá ser elemento integrante do conteúdo de um
documento de projeto, que por sua vez deverá conter mais informações relacionadas, não
devendo assim, ser apresentado em formato único;
5. Para os projetos de edificações executados em locais que já existam instalações com medidores
de energia elétrica, ligados ou não ligados, deverá ser informado:
a) Instalação existente no local (código de identificação do cliente) e identificação dos
medidores de energia elétrica (Ex. Medidor E3335 - Caixa 01; Medidor Q3656 – Caixa 02;
etc..);
b) Alterações nas identificações de destinação das caixas (Ex: “de” Caixa 01 “para”
Loja 01 ou “de” Caixa 02 “para” Apto. 102; etc.).
6. Para modificação de projeto já existente, deverão ser indicadas as unidades a serem
modificadas, bem como os números das instalações correspondentes (medidores a serem
modificados);
7. Deverá também ser claramente indicado na legenda do referido desenho, os endereços
comercial e elétrico (Pto. de entrega), uma vez que os mesmos podem ser diferentes (Ex. Ed.
Raquel, End. Comercial: Rua Nestor Gomes; End. Elétrico/Pto. de entrega: Rua Alaíde Siqueira).
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TÍTULO
CÓDIGO
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PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 02 – Ramal de Entrada Subterrâneo – Proteção Mecânica para eletroduto enterrado
ENVELOPE ( DET. 1 OU 2)
POSTE DA
CONCESSIONÁRIA
PARA PADRÃO
DE ENTRADA
EDP ESCELSA ENERGIZADO EDP ESCELSA ENERGIZADO
VIA DE ROLAMENTO
RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEA
(S/ESCALA)
PISO ACABADO
TERRA COMPACTADA
FITA DE ADVERTÊNCIA
500
CAMADA DE AREIA
MÉDIA COMPACTADA
S
PE
EN
200
ED
LSA
CE
DO
IZA
G
ER
100 Ø TUBO 100
INSCRIÇÃO
CONCRETO
fck 15MPa
100 Ø TUBO 100
100 Ø TUBO 100
DETALHE DA INSCRIÇÃO
(S/ESCALA)
(NOTA 1)
DETALHE DO ENVELOPAMENTO
(S/ESCALA)
DETALHE 1 - ENVELOPE DE CONCRETO INTEGRAL
PISO ACABADO
TERRA COMPACTADA
FITA DE ADVERTÊNCIA
500
CAMADA DE AREIA
MÉDIA COMPACTADA
EN
200
P
ED
LS A
CE
ES
DO
IZA
G
ER
100
INSCRIÇÃO
300 Ø TUBO 300
300 Ø TUBO 300
DETALHE DA INSCRIÇÃO
(S/ESCALA)
(NOTA 1)
DETALHE DO ENVELOPAMENTO
(S/ESCALA)
DETALHE 2 - ENVELOPE UTILIZANDO PLACA DE CONCRETO ARMADO
(NOTA 2)
PÁGINA 69 DE 190
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. A inscrição deverá ser efetuada em baixo relevo, a cada dois metros, com tinta apropriada na
cor vermelha;
2. Nos casos em que o solo apresentar formação não estável do tipo terreno arenoso e/ou aterro
sobre manguezal, recomenda-se em substituição ao envelope, a instalação de placas de
concreto armado;
3. A instalação de fitas de advertência é obrigatória, para toda e qualquer instalação de
eletroduto, efetuada de modo subterrâneo;
4. A execução de envelope e/ou placa de concreto é obrigatória para trechos em que as
tubulações forem instaladas sob pisos com trânsito de pedestres e/ou veículos;
5. Cotas em milímetros;
6. Para derivação de entrada em ramal subterrâneo, ver desenho 05 deste Padrão.
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TÍTULO
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
CÓDIGO
VERSÃO
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01
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 03 – Ramal de Entrada Subterrâneo – Caixa de Passagem
TAMPA EM CONCRETO ARMADO OU
FERRO FORJADO ARTICULADA
PISO ACABADO
50
100
500
100
DRENO DIÂMETRO Ø100mm
3%
100
500
ALVENARIA OU CONCRETO
ARMADO E REBOCADO
FUNDO
CONCRETO MAGRO
MODELO DE TAMPA EM FERRO
FORJADO ARTICULADA
(S/ESCALA)
CAIXA DE PASSAGEM
(S/ESCALA)
PEÇA METÁLICA EM
AÇO GALVANIZADO
TAMPA METÁLICA
TAMPA METÁLICA
DETALHE 1
CHUMBADOR Ø1/4''
COM PRISIONEIRO
CONECTOR DE
ATERRAMENTO
CABO DE
ATERRAMENTO
# 25mm²
PARA HASTE DE ATERRAMENTO
Ø 16X2000mm CRAVADA
NO FUNDO DA CAIXA
DETALHE 1
ATERRAMENTO PARA
TAMPAS METÁLICAS
(S/ESCALA)
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TÍTULO
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. A instalação do dreno será obrigatória para caixas instaladas em locais onde ocorrem acúmulos
de águas pluviais;
2. A instalação de caixa de passagem deverá atender aos requisitos previstos neste Padrão, e
onde se fizer necessária sua utilização;
3. Toda caixa de passagem deverá ser fechada de modo a evitar que pessoas que não possuam
ferramentas apropriadas possam ter acesso ao seu interior;
4. Toda caixa de passagem, confeccionada em chapa de aço, deverá ser lacrada e possuir
mecanismos e/ou dispositivos que impeçam a abertura sem o uso de ferramenta apropriada.
PÁGINA 72 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 04 – Fixação para eletroduto instalado de modo aparente e suspenso
VARIÁVEL
CHUMBADOR Ø 1/4" COM PRISIONEIRO OU
PARAFUSO ROSCA SOBERBA Ø 1/4" BUCHA S10
FIXADOR ADEQUADO
ELETRODUTO DE PVC-RIGIDO
OU AÇO GALVANIZADO
PERFIL "L" 1.1/2"x1.1/2"x3/16
EM AÇO GALVANIZADO
INSCRIÇÃO A CADA 2,00m
EDP ESCELSA ENERGIZADO
200
1500
(MIN)
VISTA LATERAL
VISTA FRONTAL
(S/ESCALA)
(S/ESCALA)
INSTALAÇÃO UTILIZANDO SUPORTE
EM PERFIL METÁLICO
(S/ESCALA)
DETALHE 1
38 VARIÁV.
CHUMBADOR Ø 1/4" COM
PRISIONEIRO OU PARAFUSO ROSCA
SOBERBA Ø 1/4" + BUCHA S10
LAJE DE TETO
PERFILADO METÁLICO
38X38mm
PORCA Ø1/4" E
ARRUELA LISA
FIXADOR TIPO ÔMEGA
(CANTONEIRA "ZZ")
VARIÁVEL
VARIÁVEL
25
VISTA FRONTAL
(S/ESCALA)
PORCAS E ARRUELAS
LISAS Ø1/4"
TIRANTE Ø1/4"
PERFILADO METÁLICO
38X38mm
PORCA Ø1/4" E
ARRUELA LISA
EDP ESCELSA ENERGIZADO
38 VARIÁV.
LAJE DE TETO
1,50m
(MIN)
INSCRIÇÃO A CADA 2,00m
DETALHE 1
(S/ESCALA)
VISTA LATERAL
(S/ESCALA)
INSTALAÇÃO UTILIZANDO PERFILADOS METÁLICOS
PÁGINA 73 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Os eletrodutos suspensos terão que ser suportados por sistemas de fixação a cada 1,5m, como
também em qualquer ponto não retilíneo;
2. Na extensão do eletroduto, sobretudo nas partes visíveis, deverá conter a cada 2,00m, a
inscrição “ESCELSA ENERGIZADO”, com tinta apropriada na cor vermelha;
3. A inscrição deverá ser efetuada sobre o eletroduto por ocasião da instalação do sistema em
suspensão;
4. Nos casos em que o eletroduto transitar internamente em paredes, estes obrigatoriamente
deverão ser em aço galvanizado;
5. A adoção do modelo do sistema de suspensão de eletroduto deverá ser aplicada de acordo
com cada situação.
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TÍTULO
CÓDIGO
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FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 05 – Derivação Ramal de Entrada Subterrâneo em Baixa Tensão
08
N
F
(FONTE)
F
F
01
NOTA 4
05
03
8 VOLTAS
6.000
(MIN)
02
03
8 VOLTAS
NOTA 2
(CARGA)
07
ITEM 7.3.7.b
06
04
NOTA 5
NOTA 2
Ø100mm
RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEA EM BAIXA TENSÃO
(S/ ESCALA)
PÁGINA 75 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Anexo do Desenho 05 – Lista de Material
Ramal de Entrada Subterrâneo
Item
Descrição de Material
Un.
Quant.
Obs
01
Condutor de cobre XLPE 90º, camada dupla 1000 V, conforme tabela 1
m
v
C
02
Eletroduto de aço galvanizado
m
v
C
03
Arame de aço galvanizado Nº 12 BWG
pç
01
C
04
Curva longa de aço galvanizado
pç
01
C
05
Cabeçote de entrada (nota 4)
pç
01
C
06
Bucha de alumínio para eletroduto
pç
01
C
07
Luva de emenda para eletroduto
pç
01
C
08
Conector apropriado
pç
01
E
v = Quantidade variável
C = Material fornecido pelo consumidor
E = Material fornecido pela EDP ESCELSA
Notas:
1. O neutro deverá ser isolado e identificado na cor azul-claro;
2. As dimensões da caixa de passagem são 50x50x50cm, com tampa de concreto armado com
espessura mínima de 5 cm, ou de ferro fundido;
3. Não serão permitidos mais de três ramais de entrada subterrânea em um mesmo poste;
4. No caso de edificação em que o ramal de entrada, partir direto da bucha secundária do
transformador de distribuição, poderá ser eliminado o cabeçote, devendo a boca do eletroduto
ser vedada com massa plástica;
5. O eletroduto de saída da caixa de passagem, poderá ser em aço galvanizado, KANAFLEX ou PVC
rígido; quando em KANAFLEX ou PVC rígido, deverá ser envelopado em concreto, conforme
desenho 02 deste Padrão;
6. As cotas são dadas em milímetros;
7. Os números dentro dos círculos referem-se aos itens da lista de material em anexo;
8. Deverá ser deixada uma ponta mínima de 1,5m para confecção do pingadouro, nos
fornecimentos a dois e três fios, e de 1,5m nos fornecimentos de quatro fios.
PÁGINA 76 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 06 – Derivação Ramal de Entrada Subterrâneo em Média Tensão
650
700
650
220
100
950
150
400
150
400
200
220
REDE PRIMÁRIA
EDP ESCELSA
150
100
08
02
07
1000
05
07
07
14
01
3
R
2
1
14
08
14
900
03
03
09
2100
03
09
CONDUTOR NEUTRO DA
REDE BT - EDP ESCELSA
NOTAS 13 e 14
NOTAS 13 e 14
11
11
10
10
6000
NOTA 8
13
13
NOTA 4
700
NOTA 9
12
12
NOTAS 13 e 14
1700
(MÍN)
03
NOTA 11
06
Ø100mm
04
NOTA 7
VISTA FRONTAL
VISTA LATERAL
(S/ ESCALA)
(S/ ESCALA)
PÁGINA 77 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Anexo do Desenho 06 – Lista de Material
Derivação Ramal de Entrada Subterrâneo em Média Tensão – Caso 1
Caso 1 - Ramal de entrada de Energia para atender instalação de Distribuição
Item
Descrição
E
C
Qt.
Un.
1
Pára-raios para sistema aterrado – Tensão nominal 12 kV
-
x
3
pç
2
Chave fusível classe 15 kV, 10 kA, 300 A
x
-
3
pç
-
x
v
m
-
x
2
pç
x
-
v
m
2
3
Cabo de cobre nu 25 mm
4
Haste de terra (Cooperweld) ¯=5/8 x 2,40 metros
5
Fio de cobre nu (mínimo de 16 mm )
2
2
6
Cabo de cobre nu 35 mm
-
x
v
m
7
Mufla unipolar, uso externo, isolação para 15 kV e dispositivo para fixação em
cruzeta
-
x
4
pç
8
Cruzeta de madeira de 2,40 m e ferragens para fixação
-
x
2
pç
9
Cabo unipolar subterrâneo com isolamento classe 15 kV – (mínimo 25 mm )
-
x
v
m
10
Eletroduto de aço Galvanizado
-
x
v
m
2
º
11
Arame de fero galvanizado N 12 BWG
-
x
v
kg
12
Curva de 90º, raio longo, em galvanizado
-
x
1
pç
13
Luva em aço galvanizado
-
x
1
pç
14
Placa de alumínio, cor vermelha, dimensões 40 x 30 mm com identificação da
mufla escrita em baixo relevo
-
x
4
pç
Onde:
Un = Unidade de Medida;
Qt = Quantidade;
m = Metros;
pç = Peça;
V = Variável;
C = Materiais fornecidos e instalados pelo interessado;
E = Materiais fornecidos e instalados pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 78 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Anexo do Desenho 06 – Lista de Material
Derivação Ramal de Entrada Subterrâneo em Média Tensão – Caso 2
Caso 2 – Ramal de entrada de Energia para atender instalação particular
Item
Descrição
E
C
Qt.
Un.
1
Pára-raios para sistema aterrado – Tensão nominal 12 kV
-
x
3
pç
2
Chave fusível classe 15 kV, 10 kA, 300 A com elo fusível dimensionado pela
Concessionária;
x
-
3
pç
3
Cabo de cobre nu 25 mm
-
x
v
m
4
Haste de terra (Cooperweld) ¯=5/8 x 2,40 metros
-
x
2
pç
5
Fio de cobre nu (mm )
x
-
v
m
-
x
v
m
2
2
2
6
Cabo de cobre nu 35 mm
7
Mufla unipolar, uso externo, isolação para 15 kV e dispositivo para fixação em
cruzeta
-
x
4
pç
8
Cruzeta de madeira de 2,44 m e ferragens para fixação
-
x
2
pç
2
9
Cabo unipolar subterrâneo com isolamento classe 15 kV – Seção mm
-
x
v
m
10
Eletroduto de aço Galvanizado (mm)
-
x
v
m
º
11
Arame de fero galvanizado N 12 BWG
-
x
v
kg
12
Curva de 90º, raio longo, em galvanizado - ¯ (mm)
-
x
1
pç
13
Luva - ¯ (mm) em aço galvanizado
-
x
1
pç
14
Placa de alumínio, cor vermelha, dimensões 40 x 30 mm (com a identificação da
mufla escrita em baixo relevo
-
x
4
pç
Onde:
Un. = Unidade de Medida;
Qt. = Quantidade;
m = Metros;
pç = Peça;
V = Variável;
C = Materiais fornecidos e instalados pelo interessado;
E = Materiais fornecidos e instalados pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 79 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Caso seja necessário o uso do cabo unipolar reserva após sua ligação, deverá ser verificada a
seqüência de fases na baixa tensão;
2. A localização definitiva do poste onde se fará a derivação do ramal de entrada de energia
deverá ser confirmada pelo interessado junto à central de atendimento ou em um dos
escritórios de atendimento a partir da orientação expedida pela concessionária por ocasião do
pedido de fornecimento de energia;
3. Os números dentro dos círculos referem-se aos itens da lista de material em anexo;
4. Para detalhamento da caixa de passagem, ver desenho 03 deste Padrão;
5. As cotas são dadas em milímetros;
6. As muflas internas e externas deverão ser identificadas em baixo relevo, com o nº do cabo e o
nome da edificação de forma segura e permanente em placas de alumínio com tamanhos
adequados para as inscrições;
7. As hastes de terra deverão ser instaladas no sentido do alinhamento da posteação com a rua
devendo ser observada por ocasião da cravação, a existência de redes subterrâneas de
Telefonia, TV a cabo, comunicação de dados, esgoto, gás, entre outros;
8. O nome da edificação deverá ser escrito no eletroduto de aço galvanizado de baixo para cima, a
30 cm do topo do duto com utilização de tinta apropriada na cor preta;
9. Executar uma volta completa em cada condutor no interior da caixa de passagem;
10. O acesso à Câmara de Transformação deverá ser permanentemente livre a qualquer hora do
dia ou da noite;
11. Todas as tubulações subterrâneas deverão ser instaladas atendendo de forma mínima os
critérios estabelecidos neste Padrão;
12. Os materiais fornecidos e instalados pela EDP ESCELSA terão seus custos de aplicação incluídos
no valor da obra para fins de atendimento em acordo com critérios legais em vigor;
13. As entradas e saídas dos eletrodutos deverão ser vedadas com uso de massa plástica;
14. As entradas e saídas dos eletrodutos deverão possuir acabamento com buchas apropriadas em
alumínio;
15. Deve ser previsto aterramento na blindagem do cabo de 15 kV, quando de sua decapagem para
instalação das muflas.
PÁGINA 80 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 07 – Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Planta
PÁGINA 81 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Anexo dos Desenhos 07, 08, 09, 10, 11, 12 e 13 – Lista de Material
Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único)
Item
Descrição
1
2
3
4
Eletroduto PVC rígido ¯4” (MT)
Abraçadeiras em chapa galv. 12 USG p/ eletroduto PVC- rígido ¯4”
Perfil "L" aço galv. 1.1/2” x 1.1/2” x 3/16” x 1,20 m, conforme projeto
Chapa aço galv. p/ fix. de isolador de pedestal, conforme projeto
Viga "U" aço galv. 3" x 3" x 3/8" x comprimento adequado p/ suportar carga do
transformador
Eletroduto PVC rígido ¯6” (BT)
Abraçadeiras em chapa galv. 12 USG p/ eletroduto PVC- rígido ¯6”
Terminal duplo apropriado p/ fixação do cabo no secundário do Transformador
Caixa de passagem 50 x 50 x 70 cm em alvenaria
Porta metálica de 1,80 x 2,20 m - Chapa dupla nº 14 USG padrão com dispositivo
p/ cadeado
Janelas p/ ventilação em tela de malha (13,0 x 13,0 mm), arame nº 12 BWG com
dimensões conforme projeto
Veneziana em alumínio duro com detalhes conforme projeto
Luminária com lâmpada incandescente de 100 W
Bloco autônomo de emergência, com autonomia mínima de 2:30 h
Interruptor simples (10 A) para iluminação
Extintor de Incêndio – CO2 – 6,0 kg
Caixa de passagem (condulete 4” x 2”) - instalação aparente
Painéis em cantoneiras 1.1/2” x 1.1/2” x 3/16” c/ tela de arame galvanizado n°12
BWG – malha (2,0 x 2,0 cm) com dimensões definidas conforme projeto
Gancho para içamento de equipamentos - capacidade 2500 kg
Eletroduto PVC - rígido aparente ¯1” - rosqueável - 6,0 m
Abraçadeiras em chapa galv. 12 USG p/ eletroduto PVC- rígido ¯1”
2
Cabo Unipolar de cobre, # 4,0 mm isolamento 750 V – Preto (iluminação e
tomadas)
2
Cabo Unipolar de cobre, # 4,0 mm isolamento para 750 V – Azul claro (iluminação
e tomadas)
2
Cabo Unipolar de cobre, # 4,0 mm isolamento para 750 V – Verde (iluminação e
tomadas)
Tomada comum 127 V
2
Cabo de cobre nu 35 mm
Haste de terra (Cooperweld) ¯=5/8 x 2,40 metros
Cabo Unipolar de cobre, #25 mm² isolamento p/15 kV
2
Cabo de cobre nú #25 mm isolamento p/15 kV (neutro)
Mufla unipolar Isolamento p/ 15 kV - fixação em cantoneira
Vergalhão de cobre eletrolítico #1/4”
Isolador de Pedestal isolamento p/15 kV - uso interno
Chave seccionadora tripolar seca 15 kV, com comando simultâneo, Corrente
nominal (In) 200 A
Transformador de distribuição isolamento a seco conforme projeto e padrão
técnico da concessionária.
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
A
B
C
D
E
F
G
E
C
Un.
Qt.
X
X
X
X
m
pç
pç
pç
V
V
01
03
X
pç
02
X
X
X
X
m
pç
pç
pç
V
V
04
01
X
pç
01
X
pç
10
X
X
X
X
X
X
pç
pç
pç
pç
pç
pç
10
02
02
01
01
04
X
pç
03
X
X
X
pç
pç
pç
01
V
V
X
m
V
X
m
V
X
m
V
X
X
X
X
X
X
X
X
pç
m
pç
m
m
pç
m
pç
01
V
09
V
V
04
V
09
X
pç
01
X
pç
01
PÁGINA 82 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Onde:
Un = Unidade de Medida;
Qt = Quantidade;
m = Metro;
pç = Peça;
V = Variável;
E = Materiais fornecidos e instalados pela EDP ESCELSA;
C = Materiais fornecidos e instalados pelo interessado.
Notas:
1. Para as instalações em que houver previsão única e exclusiva para a utilização de um só
transformador, e a potência deste for igual ou inferior a 300 kVA, poderá ser dispensado o
espaço previsto para instalação do disjuntor de média tensão;
2. O espaço previsto para a transformação deverá atender os requisitos estabelecidos pela NR10
e demais normas pertinentes;
3. Os números dentro de uma circunferência correspondem aos itens da lista de material em
anexo;
4. Deve ser previsto aterramento nas blindagens dos cabos de 15 kV, quando de suas decapagens
para instalação das muflas;
5. Os tap´s de ligação do transformador devem ser os seguintes: 10,8 kV, 11,4 kV, 12,6 kV, 13,2 kV
e 13,8 kV (média Tensão) e 127/220 Volts (baixa tensão);
6. Para instalações com transformador de potência superior a 300 kVA deverá ser previsto
disjuntor automático com comando frontal, classe 15 kV, acoplados com relés de proteção de
sobre corrente;
7. O exemplo ilustrado trata-se de uma sugestão. O projeto definitivo da câmara deverá ser
previamente aprovado pela EDP ESCELSA antes de sua execução;
8. Cotas em milímetro.
PÁGINA 83 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 08 – Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Corte AB
Notas:
1. Para as instalações em que houver previsão única e exclusiva para a utilização de um só
transformador, e a potência deste for igual ou inferior a 300 kVA, poderá ser dispensado o
espaço previsto para instalação do disjuntor de média tensão;
2. O espaço previsto para a transformação deverá atender os requisitos estabelecidos pela NR10
e pelas normas pertinentes;
3. Os números dentro de uma circunferência correspondem aos itens da lista de material
apresentada como anexo no desenho 07 deste Padrão;
4. Para sugestões de placas de advertências, ver desenho 23 deste Padrão;
5. Para instalações com transformador com potência superior a 300 kVA deverá ser previsto
disjuntor automático com comando frontal, classe 15 kV, acoplados com relés de proteção de
sobre corrente;
6. Cotas em milímetro.
PÁGINA 84 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 09 – Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Corte CD
Notas:
1. Para as instalações em que houver previsão única e exclusiva para a utilização de um só
transformador, e a potência deste for igual ou inferior a 300 kVA, poderá ser dispensado o
espaço previsto para instalação do disjuntor de média tensão;
2. O espaço previsto para a transformação deverá atender os requisitos estabelecidos pela NR10
e pelas normas pertinentes;
3. Deve ser previsto aterramento na blindagem do cabo de 15 kV, quando de sua decapagem para
instalação das muflas.
4. Os números dentro de uma circunferência correspondem aos itens da lista de material
apresentada como anexo no desenho 07 deste Padrão;
5. Para instalações com transformador com potência superior a 300 kVA deverá ser previsto
disjuntor automático com comando frontal, classe 15 kV, acoplados com relés de proteção de
sobre corrente;
6. Cotas em milímetro.
PÁGINA 85 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 10 – Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Corte EF
Notas:
1. Para as instalações em que houver previsão única e exclusiva para a utilização de um só
transformador, e a potência deste for igual ou inferior a 300 kVA, poderá ser dispensado o
espaço previsto para instalação do disjuntor de média tensão;
2. O espaço previsto para a transformação deverá atender os requisitos estabelecidos pela NR10
e pelas normas pertinentes;
3. Os números dentro de uma circunferência correspondem aos itens da lista de material
apresentada no desenho 07 deste Padrão;
4. Para detalhamento das grades de ventilação e proteção j1 e j2, ver desenho 21 deste Padrão;
5. Cotas em milímetro.
PÁGINA 86 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 11 – Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Corte GH
Notas:
1. Os números dentro de uma circunferência correspondem aos itens da lista de material
apresentada no desenho 07;
2. O espaço previsto para a transformação deverá atender os requisitos estabelecidos pela NR10
e pelas normas pertinentes;
3. Para sugestões de placas de advertências, ver desenho 23 deste Padrão;
4. Cotas em milímetro.
PÁGINA 87 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 12 – Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Corte IJ
Notas:
1. Deve ser previsto aterramento na blindagem do cabo de 15 kV, quando de sua decapagem para
instalação das muflas;
2. Os números dentro de uma circunferência correspondem aos itens da lista de material
apresentada como anexo no desenho 07 deste Padrão;
3. Para sugestões de placas de advertências, ver desenho 23 deste Padrão;
4. As muflas internas e externas deverão ser identificadas em baixo relevo, com o nº do cabo e o
nome da edificação de forma segura e permanente em placas de alumínio com tamanhos
adequados para as inscrições;
5. Cotas em milímetro.
PÁGINA 88 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 13 – Câmara de Transformação Tipo 1 (Trafo único) – Malha de Aterramento
PÁGINA 89 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Os números dentro de uma circunferência correspondem aos itens da lista de material
apresentada como anexo no desenho 07;
2. O anel de aterramento será afixado a 30 cm do solo, com bucha nº 10 e parafuso galvanizado
tipo gancho;
3. As interligações serão feitas com conectores apropriados;
4. O aterramento das janelas de ventilação, grades de proteção, equipamentos, entre outros,
serão individualizados;
5. Pontos de aterramento com cabo nu #25 mm²:
• Porta de Entrada da Câmara (com cordoalha);
• Janelas de ventilação e telas;
• Grades de proteção;
• Neutro de entrada de média tensão;
• Suporte das muflas;
• Malha das muflas;
• Carcaça do disjuntor;
• Carcaça e Bucha X0 do transformador;
• Chave Secionadora;
• Chapa suporte dos isoladores.
6. Caso seja necessário ampliar-se a malha de terra, as novas hastes serão colocadas em
disposição análoga à mostrada neste desenho;
7. A distância mínima entre hastes será de 2,40m, sendo elas sempre colocadas em caixas de
alvenaria, conforme mostrada no detalhe 02 deste desenho;
8. O fundo das caixas da malha de terra deverá conter material que permita uma boa drenagem;
9. Poderá ser usada manilha de concreto de no mínimo 10 polegadas de diâmetro e com tampa
adequada em substituição á caixa mostrada no detalhe 02 deste desenho;
10. Cotas em milímetro.
PÁGINA 90 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 14 – Câmara de Transformação Tipo 2 (mais de um Trafo) – Planta
PÁGINA 91 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Anexo dos Desenhos 14, 15, 16, 17, 18, 19 e 20 – Lista de Material
Câmara de Transformação Tipo 2 (mais de um trafo)
Item
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
LISTA DE MATERIAIS – CÂMARA DE TRANSFORMAÇÃO TIPO 2
Descrição
Tubo de aço galvanizado ¯ 110mm
Abraçadeira de aço galvanizado “meia lua” ¯ 4”
Suporte de Muflas em cantoneira
Suporte metálico para isoladores de pedestal
Viga de aço galvanizado em "U" de 3" x 3" x 3/8" x 2 m p/ apoio dos trafos
Tubo de aço galvanizado ou PVC- rígido, diâmetro conforme projeto
Abraçadeira de aço galvanizado “meia lua”, diâmetro conforme projeto
Cabos alimentadores de baixa tensão, conforme projeto
Caixa de passagem 50 x 50 x 70 cm em alvenaria
Porta metálica 180 x 200 cm
Armação em cantoneira c/tela de arame de aço galvanizado 12 BWG e malha de 1,3
x 1,3 cm
Janela abafadora conforme detalhe executivo construtivo
Dispositivo de combate a incêndio tipo termovelocimétrico (opcional)
Tubo de aço galvanizado ¯ 3/4” (opcional)
Manta de borracha 80 x 60 cm para trabalhos em 15 kV (opcional)
Luminária à prova de explosão – 100 W – 127 V / h= 200 cm
Bloco autônomo de iluminação de emergência
Extintor de pó químico seco
Interruptor de uma seção
Gancho suporte para içamento de equipamentos - carga de 2500 kg
Grade de proteção com malha de 20 x 2,0 cm
2
Cabo de cobre nu #35 mm
Haste de terra (Cooperweld) ¯=5/8 x 2,40 metros
2
2
Cabo unipolar de cobre isolado #25 mm -15 kV EPR + neutro em cobre nu #25 mm
Mufla interna unipolar 15 kV c/ ferragem de fixação em cantoneira de aço
Plaqueta de alumínio de 30 x 20 mm em alumínio com inscrições com inscrições
gravadas em baixo relevo
Vergalhão de cobre redondo ¯ 1/4"(barramento de MT)
Isolador de pedestal de 15 kV para uso interno
Chave seccionadora tripolar 15 kV - 200 A com comando simultâneo para uso
abrigado
Suporte de fixação p/ cabo de comando do disjuntor
Disjuntor tripolar automático com comando frontal, acoplados com relês para
proteção de sobre corrente conforme projeto
Relé de proteção com função de sobre corrente
Transformador trifásico conforme projeto e padrão técnico da Concessionária
Derivação tipo “T” ¯ 1/4", fabricação Burndy ou similar
E
C
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Un.
m
pç
pç
pç
pç
m
pç
m
pç
pç
Qt.
V
02
01
07
06
06
V
01
01
X
pç
05
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
pç
pç
m
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
m
pç
m
pç
05
01
V
01
03
02
01
01
04
05
V
12
V
04
X
pç
04
X
X
m
pç
V
21
X
pç
04
X
pç
01
X
pç
01
X
X
X
pç
pç
pç
01
03
06
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
25.
Todas as cotas são dadas em milímetros, salvo outra indicação;
A construção é de responsabilidade e ônus do consumidor;
As luminárias da câmara de transformação deverão ser à prova de explosão;
Todas as partes metálicas não ativas deverão ser conectadas (aterradas) ao anel de
aterramento;
Instalar na porta de acesso da câmara de transformação e dos cubículos internos placas com
dizeres “perigo alta tensão” e o símbolo de caveira, bem como, placa com identificação do
cubículo;
A câmara de transformação, deverá ter acesso externo e interno permanente, livres para
circulação de equipamentos com dimensões mínimas de 1,850 x 1.550 x 1300 mm e 2.300 kg;
Deixar vão de 5 cm entre as grades e a parede acabada nos cubículos;
Deverá existir um extintor de CO2 – 6 kg do lado externo da porta da câmara de transformação;
A câmara de transformação deverá possuir iluminação de emergência com autonomia mínima
de 02 horas;
As paredes internas (exceto as divisórias) e tetos não deverão ser rebocados;
A porta de acesso à câmara de transformação será do tipo corta-fogo com capacidade de
resistência a chamas por no mínimo 3 horas atendendo as normas brasileiras pertinentes;
Os tapes de ligação do transformador serão os seguintes: média tensão: 10,8; 11,4; 12,6; 13,2;
13,8 kV, e baixa tensão: 220/127 V;
As grades deverão ser fabricadas em tela de arame galvanizado nº12 BWG com malha de 2 x 2
cm, com perímetro em cantoneira galvanizada tipo "L" de 1.1/2" x 1.1/2" x 3/16";
As grades deverão ser pintadas de zarcão (2 demão) de tinta metálica alumínio;
As extremidades das tubulações em caixas e/ou eletrocalhas deverão ter acabamento com
bucha e arruela;
As interligações dos aterramentos serão feitas por conectores apropriados;
O aterramento das janelas de ventilação, grades de proteção, equipamentos e partes metálicas
não ativas serão individualizados;
A indicação entre parênteses para condutores refere-se à seção do condutor neutro quando
diferente;
O anel de aterramento será fixado á 30 cm do piso, com bucha nº10 e conector "K2-C" –
Burndy; no trecho da porta o anel passa na soleira abaixo da mesma;
O coeficiente de ventilação da câmara de transformação, obtido pela relação da área das
ventilações pelo volume, deve ser superior 0,07 m²xm³, satisfazendo o mínimo normatizado;
Deverá ser disponibilizado no interior da câmara de transformação, em local apropriado e de
fácil acesso, o diagrama unifilar geral da instalação;
Após a passagem dos cabos nas tubulações de entrada e saída da câmara de transformação
será aplicada massa SCOTCHFILL na extremidade das mesmas para evitar a entrada de
roedores;
A tubulação de alimentação em média tensão, da câmara de transformação, deverá ser
envelopada de concreto, transitando a profundidade mínima de 60 cm;
O barramento de média tensão da câmara de transformação deverá ser feito com vergalhão de
cobre identificado com o código de cores: Fase A: Vermelho; Fase B: Azul; Fase C: Branco;
É permanentemente vedada a utilização da vaga à frente da porta de acesso da câmara de
transformação para uso de garagem;
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
26. O interessado, construtor/incorporador, o condomínio, a administração ou qualquer titular que
tratar dos interesses da edificação, deverá garantir acesso permanente a qualquer hora do dia
ou da noite, para pessoas e veículos que atuarem no serviço manutenção da rede de
distribuição de energia da EDP ESCELSA;
27. No interior da câmara de transformação não deverão ser armazenados materiais estranhos à
instalação, como também não deverão transitar tubulações de água, esgoto, gás, etc.;
28. Todos os dispositivos de seccionamento e manobras instaladas no interior da câmara de
transformação deverão possuir dispositivos para impedimento de re-energização, como
também recursos para sinalização de advertência da condição operativa e indicação da situação
operativa;
29. O nível de iluminamento no interior da câmara de transformação deverá atender aos requisitos
mínimos exigidos pela NR10;
30. As luminárias previstas para o interior da câmara de transformação deverão ser instaladas, de
modo a garantir um afastamento horizontal mínimo de 1,50 m da média tensão;
31. Deve ser previsto aterramento na blindagem do cabo de 15 kV, quando de sua decapagem para
instalação das muflas;
32. O exemplo ilustrado trata-se de uma sugestão. Para câmaras com mais de um transformador, o
projeto deverá ser previamente aprovado pela EDP ESCELSA antes de sua execução;
33. O espaço previsto para a transformação deverá atender os requisitos estabelecidos pela NR10
e pelas normas pertinentes.
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 15 – Câmara de Transformação Tipo 2 (mais de um Trafo)– Corte AB
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PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. O espaço previsto para a transformação deverá atender os requisitos estabelecidos pela NR10
e pelas normas pertinentes;
2. Deve ser previsto aterramento na blindagem do cabo de 15 kV, quando de sua decapagem para
instalação das muflas;
3. Os números dentro de uma circunferência correspondem aos itens da lista de material
apresentada como anexo no desenho 14 deste Padrão;
4. Para sugestão de placa de advertência, ver desenho 23 deste Padrão;
5. Cotas em milímetro.
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PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 16 – Câmara de Transformação Tipo 2 (mais de 1 Trafo) – Corte CD
Notas:
1. O espaço previsto para a instalação do disjuntor deverá atender os requisitos estabelecidos
pela NR10 e pelas normas pertinentes;
2. Os números dentro de uma circunferência correspondem aos itens da lista de material
apresentada como anexo no desenho 14 deste Padrão;
3. Para sugestão de placa de advertência, ver desenho 23 deste Padrão;
4. Ver desenho 22 deste Padrão;
5. Cotas em milímetro.
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VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 17 – Câmara de Transformação Tipo 2 (mais de 1 Trafo) – Corte EF
Notas:
1. Deve ser previsto aterramento na blindagem do cabo de 15 kV, quando de sua decapagem para
instalação das muflas;
2. Os números dentro de uma circunferência correspondem aos itens da lista de material
apresentada como anexo no desenho 14 deste Padrão;
3. Para sugestões de placas de advertências, ver desenho 23 deste Padrão;
4. As muflas internas e externas deverão ser identificadas em baixo relevo, com o nº do cabo e o
nome da edificação de forma segura e permanente em placas de alumínio com tamanhos
adequados para as inscrições;
5. Cotas em milímetro.
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PADRÃO TÉCNICO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 18 – Câmara de Transformação Tipo 2 (mais de 1 Trafo) – Corte GH
Notas:
1. Os números dentro de uma circunferência correspondem aos itens da lista de material
apresentada no desenho 14 deste Padrão;
2. O espaço previsto para a transformação deverá atender os requisitos estabelecidos pela NR10
e pelas normas pertinentes;
3. Para sugestões de placas de advertências, ver desenho 23 deste Padrão;
4. Ver desenho 22 deste Padrão;
5. Cotas em milímetro.
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
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FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 19 – Câmara de Transformação Tipo 2 (mais de 1 Trafo) – Corte IJ
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Telas de proteção com armação em cantoneiras de aço galvanizado de 1.1/2” x 1.1/2” x 3/16” e
tela de arame galvanizado nº 12 com malha de 3,0 x 3,0 cm (Painéis):
2. O espaço previsto para a transformação deverá atender os requisitos estabelecidos pela NR10
e pelas normas pertinentes;
3. Os números dentro de uma circunferência correspondem aos itens da lista de material
apresentada como anexo no desenho 14 deste Padrão;
4. Para sugestões de placas de advertências, ver desenho 23 deste Padrão;
5. Cotas em milímetro.
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PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 20 – Câmara de Transformação Tipo 2 (mais de 1 Trafo) – Anel de Aterramento
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. O anel de aterramento deverá ser afixado a 0,30m do piso acabado, com bucha número 10 e
parafuso galvanizado tipo gancho;
2. As interligações do anel com as derivações provenientes das massas deverão ser efetuadas
através de conexões atendendo ao exposto neste Padrão;
3. O aterramento das janelas de ventilação, grades de proteção, equipamentos, entre outros,
serão individualizados;
4. Pontos de aterramento com cabo nu #25 mm²:
• Porta de Entrada da Câmara (com cordoalha);
• Janelas de ventilação e telas;
• Grades de proteção;
• Neutro de entrada de média tensão;
• Suporte das muflas;
• Malha das muflas;
• Carcaça do disjuntor;
• Carcaça e Bucha X0 do transformador;
• Chave Secionadora;
• Chapa suporte dos isoladores.
5. Caso seja necessário ampliar-se a malha de terra, as novas hastes serão colocadas em
disposição análoga à mostrada neste desenho;
6. A distância mínima entre hastes será de 2,40m, sendo elas sempre colocadas em caixas de
alvenaria, conforme mostrada no detalhe 02 deste desenho;
7. O fundo das caixas da malha de terra deverá conter material que permita uma boa drenagem;
8. Poderá ser usada manilha de concreto de no mínimo 10 polegadas de diâmetro e com tampa
adequada em substituição á caixa mostrada no detalhe 02 deste desenho;
9. Cotas em milímetro.
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
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FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 21 – Câmara de Transformação – Grades de Proteção e Ventilação
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FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Grades em tela de arame galvanizado nº 12 BWG, malha máxima 2,0 x 2,0 cm com cantoneira
galvanizada tipo “L” de 1.1/2” x 1.1/2” x 3/16”;
2. Janela para ventilação em tela de arame galvanizado nº 12 BWG com malha máxima de 1,3 x
1,3 cm com cantoneira galvanizada tipo “L” de 1.1/2” x 1.1/2” x 3/16”;
3. As grades devem ser pintadas com zarcão (duas demãos), com posterior aplicação de tinta
metálica alumínio (duas demãos);
4. Para sugestão de placa de advertência, ver desenho 23 deste Padrão;
5. Cotas em milímetros.
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TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 22 – Câmara de Transformação – Ferragem para fixação de Muflas e Gancho para içamento de
equipamentos
CHUMBADOR Ø3/8" x 70mm
COM PRISIONEIRO
04
04
1 FURO Ø 12,7 mm
PARA ATERRAMENTO
200
4 FUROS Ø15,8mm
02
1 FURO Ø 12,7 mm
PARA ATERRAMENTO
03
SOLDA
01
1200
38,1
22,1
4 FUROS Ø 15,8mm
150
300
300
300
150
300
150
16
45°
16
45°
22,1
SOLDA
1200
150
300
300
38,1
38,1
1123,8
22,1
38,1
22,1
100
200
100
16
100
38,1
45°
16
100
1 FURO Ø 12,7mm
16
16
45°
38,1
38,1
22,1
1 FURO Ø 12,7mm
22,1
01 - PEÇA 1 - PERFIL "L" 1.1/2" x1.1/2" x 3/16" x 1.200mm
QUANTIDADE: 01 PEÇA
200
38,1
38,1
100
61,9
61,9
161,9
100
161,9
02 - PEÇA 2 - PERFIL "L" 1.1/2" x 1.1/2" x 3/16" x 200mm
QUANTIDADE: 01 PEÇA
03 - PEÇA 3 - PERFIL "L" 1.1/2" x 1.1/2" x 3/16" x 200mm
QUANTIDADE: 01 PEÇA
04 CHAPA METÁLICA 1.1/2" x 1.1/2" x 3/16"
QUANTIDADE: 02 PEÇAS
SUPORTE PARA FIXAÇÃO DE TERMINAÇÕES
PARA CABOS ISOLAODS (MUFLAS)
(S/ESCALA)
CHUMBADOR TIPO "Y"
Ø 5/8" x 100mm
OLHAL 50KN
GANCHO SUPORTE PARA IÇAMENTO
DE EQUIPAMENTOS
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FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. O gancho deverá suportar carga máxima de 2500 kg;
2. Dimensões em milímetro.
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TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 23 – Câmara de Transformação – Placas para orientação e advertência
200
COR BRANCA
FURO Ø5mm
10
150
LETRAS NA COR
BRANCA
110
COR PRETA
PLACA EM ACRÍLICO
COR VERMELHA
PLACA EM ACRÍLICO
COR AMARELA
ESTA CHAVE
SOB CARGA
10
10
10
ATENÇÃO
DISJUNTOR
XXXX
100
FURO Ø5mm
PLACA PARA IDENTIFICAÇÃO
DO CUBÍCULO DO DISJUNTOR
VER NOTAS 3 E 4
200
FURO Ø5mm
LETRAS NA COR
BRANCA
PLACA DE ADVERTÊNCIA
CHAVE TRIPOLAR-15kV
LETRAS NA COR
BRANCA
100
10
10
PLACA EM ACRÍLICO
COR VERMELHA
ENTRADA DE
ENERGIA
10
SUBESTAÇÃO
PARTICULAR
100
200
PLACA IDENTIFICAÇÃO DE
COMPARTIMENTO PARTICULAR
200
10
FURO Ø5mm
FURO Ø5mm
PLACA EM ACRÍLICO
COR VERMELHA
LETRAS NA COR
BRANCA
100
PLACA PARA IDENTIFICAÇÃO
DO CUBÍCULO DAS MUFLAS
DA ENTRADA DE ENERGIA
TRAFO PREVISÃO
10
200
PLACA PARA IDENTIFICAÇÃO
DE ESPAÇO RESERVA
COR BRANCA
200
10
100
TRAFO X
10
10
PLACA EM ACRÍLICO
COR VERMELHA
LETRAS NA COR
BRANCA
FURO Ø5mm
PLACA EM ACRÍLICO
COR VERMELHA
10
FURO Ø5mm
PERIGO
PLACA PARA IDENTIFICAÇÃO
TRANSFORMADOR
10
200
COR VERMELHA
30
COR PRETA
VER NOTAS 3 E 4
40
VER NOTA 1
1
VER NOTA 2
PLACA PARA IDENTIFICAÇÃO
DAS TERMINAÇÕES DE MT(MUFLAS)
ALTA TENSÃO
PLACA DE PERIGO
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. As placas deverão ser em alumínio;
2. A identificação da mufla deverá ter gravação inscrita em baixo relevo;
3. Os dizeres da placa “PERIGO ALTA TENSÃO” e o símbolo representativo da descarga elétrica
deverão ser na cor vermelha;
4. A placa será de cor branca e o símbolo da “caveira” será na cor preta;
5. Exceção feita para as placas de identificação de muflas, as demais deverão ser em ser em
acrílico de espessura 4 mm ou ainda, de forma alternativa, em chapa Nº 18 USG (1,27mm);
6. Cotas em milímetro.
PÁGINA 109 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 24 – Câmara de Transformação – Isolador de Pedestal e Ferragem para fixação
PÁGINA 110 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 25 – Câmara de Transformação – Trilho para apoio de equipamentos
PÁGINA 111 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. O trilho deverá suportar carga máxima de 2500 kg;
2. Dimensões em milímetro.
PÁGINA 112 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 26 – Câmara de Transformação – Comando de Chave Secionadora – Opção para fabricação
PÁGINA 113 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. As peças 2 e 3 serão fixadas na parede com bucha plástica S-8 e parafuso adequado;
2. Quando a chave estiver totalmente aberta, estes 2 furos deverão coincidir para possibilitar o
travamento do comando;
3. Pintar com tinta contra ferrugem e acabamento em alumínio;
4. Nos pontos móveis, usar parafusos de metal ¯ 5/16" x 3,0 cm com 2 porcas e 2 arruelas;
5. Dimensões em milímetro.
PÁGINA 114 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
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VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 27 – Câmara de Transformação – Porta Corta-fogo
PÁGINA 115 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Cotas em milímetro;
2. Para sugestão de placa de advertência, ver desenho 23 deste Padrão;
3. O exemplo ilustrado trata-se de uma sugestão. Outras soluções alternativas poderão ser
apresentadas para aprovação pela EDP ESCELSA, através de seu setor de projetos.
PÁGINA 116 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 28 – Câmara de Transformação – Luminária e Bloco Autônomo
PÁGINA 117 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 29 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento de medidores – Diagrama Unifilar Tipo 1
Um Agrupamento de Medidores
ENTRADA
DE ENERGIA #(mm²)
Ømm
CAIXA DE
BARRAMENTO
xxxA/600V
xxxA-NH
GERAL
#(mm²)
3x1/C#10+(16)mm²
3x1/C#10+(16)mm²
3x1/C#10+(16)mm²
3x1/C#10+(16)mm²
50A
50A
4x1/C#16mm²
50A
QDLL - 01
QDLL - 03
M
4x1/C#16mm²
3x1/C#10+(16)mm²
4x1/C#16mm²
100A
M
QDLL - 02
3x1/C#10+(16)mm²
4x1/C#35mm²
M
4x1/C#35mm²
3x1/C#10mm²
40A
QDLS - 101
3x1/C#16mm²
60A
QDLS - 102
M
4x1/C#35mm²
3x1/C#10mm²
3x1/C#16mm²
3x1/C#10mm²
40A
M
QDLL - 04
3x1/C#16mm²
3x1/C#10mm²
M
3x1/C#10mm²
3x1/C#16mm²
50A
QDLA - 301
2x1/C#16mm²
M
QDLS - 103
1x1/C#6+(16)mm²
2x1/C#10+(16)mm²
2x1/C#10+(16)mm²
M
40A
QDLA - 302
2x1/C#16mm²
60A
QDLA - 303
2x1/C#10mm²
M
1x1/C#6+(16)mm²
2x1/C#16mm²
2x1/C#10mm²
M
50A
QDLA - 304
4x1/C#6mm²
40A
LUZ / LAZER
4x1/C#6mm²
30A
SERVIÇO
EMERGÊNCIA
2x1/C#16mm²
2x1/C#10mm²
4x1/C#10mm²
M
4x1/C#10mm²
M
3x1/C#10mm²
Ømm
BARRAMENTO - xxxA
SIMBOLOGIA
QDLS - QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO TIPO/SALA
QDLL - QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO TIPO/LOJA
QDLA - QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO TIPO/APTO
SECCIONADOR - INTERRUPÇÃO COM CARGA
CONEXÃO ELÉTRICA FIXA
M
MEDIDOR
DISJUNTOR TERMOMAGNETICO
TIPO CAIXA MOLDADA
PÁGINA 118 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Os quadros de distribuição instalados no interior das respectivas unidades consumidoras
deverão atender aos requisitos estabelecidos na Norma Brasileira que trata do assunto;
2. O quadro de distribuição para atendimento ao condomínio deverá atender os requisitos
estabelecidos na Norma Brasileira que trata do assunto, bem como as exigências para
atendimento do sistema de combate e prevenção contra incêndio;
3. Todas as características e grandezas mostradas no desenho são ilustrativas, podendo
apresentar variações com o projeto específico a ser apresentado para aprovação na EDP
ESCELSA.
PÁGINA 119 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 30 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento de medidores – Diagrama Unifilar – Tipo 2
Vários Agrupamentos de Medidores
50A
ENTRADA
DE ENERGIA #(mm²)
BARRAMENTO - xxxA
3x1/C#16mm²
Ømm
4x1/C#16mm²
CAIXA DE
BARRAMENTO
GERAL
xxxA/600V
xxxA-NH
3x1/C#16mm²
3x1/C#16mm²
M
3x1/C#16mm²
3x1/C#16mm²
Ømm
Ømm
M
3x1/C#16mm²
4x1/C#35mm²
M
4x1/C#35mm²
QDLL - 02
4x1/C#16mm²
QDLL - 03
4x1/C#35mm²
QDLL - 04
3x1/C#10mm²
QDLS - 101
3x1/C#16mm²
QDLS - 102
3x1/C#10mm²
QDLS - 103
3x1/C#16mm²
QDLA - 301
2x1/C#16mm²
QDLA - 302
2x1/C#16mm²
QDLA - 303
2x1/C#10mm²
QDLA - 304
3x1/C#10mm²
QDLS - 108
3x1/C#10mm²
QDLS - 109
3x1/C#10mm²
QDLS - 110
3x1/C#10mm²
QDLS - 201
3x1/C#16mm²
QDLS - 202
3x1/C#10mm²
QDLS - 203
3x1/C#10mm²
QDLS - 204
3x1/C#10mm²
QDLS - 205
2x1/C#35mm²
QDLS - 206
3x1/C#10mm²
QDLS - 207
3x1/C#25mm²
QDLS - 208
3x1/C#10mm²
QDLS - 209
3x1/C#16mm²
QDLS - 210
40A
M
3x1/C#10mm²
60A
M
3x1/C#16mm²
40A
3x1/C#10mm²
M
3x1/C#10mm²
50A
M
4x1/C#16mm²
4x1/C#16mm²
100A
3x1/C#16mm²
#(mm²)
QDLL - 01
50A
QM - 01
#(mm²)
4x1/C#16mm²
50A
3x1/C#10mm²
xxxA/600V
xxxA-NH
M
2x1/C#10+(16)mm²
M
2x1/C#10+(16)mm²
40A
1x1/C#6+(16)mm²
M
1x1/C#6+(16)mm²
60A
2x1/C#16mm²
M
2x1/C#16mm²
50A
2x1/C#10mm²
M
2x1/C#10mm²
#(mm²)
30A
40A
Ømm
40A
3x1/C#10mm²
M
3x1/C#10mm²
Ømm
xxxA/600V
xxxA-NH
BARRAMENTO - xxxA QM-02
4x1/C#6mm²
#(mm²)
LUZ / LAZER
SERVIÇO
EMERGÊNCIA
4x1/C#6mm²
40A
3x1/C#10mm²
M
3x1/C#10mm²
40A
3x1/C#10mm²
M
3x1/C#10mm²
40A
3x1/C#10mm²
M
3x1/C#10mm²
60A
3x1/C#16mm²
M
3x1/C#16mm²
40A
3x1/C#10mm²
M
3x1/C#10mm²
40A
3x1/C#10mm²
M
3x1/C#10mm²
40A
QM - 02
3x1/C#10mm²
SIMBOLOGIA
M
3x1/C#10mm²
90A
1x1/C#25+(35)mm²
M
1x1/C#25+(35)mm²
40A
3x1/C#10mm²
M
3x1/C#10mm²
FUSÍVEL DIAZED
40A
2x1/C#10+(25)mm²
M
2x1/C#10+(25)mm²
40A
SECCIONADOR - INTERRUPÇÃO COM CARGA
3x1/C#10mm²
M
3x1/C#10mm²
40A
CONEXÃO ELÉTRICA FIXA
2x1/C#10+(16)mm²
M
M
2x1/C#10+(16)mm²
MEDIDOR
DISJUNTOR TERMOMAGNETICO
TIPO CAIXA MOLDADA
QDLS - QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO TIPO/SALA
QDLL - QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO TIPO/LOJA
QDLA - QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO TIPO/APTO
PÁGINA 120 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Os quadros de distribuição instalados no interior das respectivas unidades consumidoras
deverão atender aos requisitos estabelecidos na Norma Brasileira que trata do assunto;
2. O quadro de distribuição para atendimento ao condomínio deverá atender os requisitos
estabelecidos na Norma Brasileira que trata do assunto, bem como as exigências para
atendimento do sistema de combate e prevenção contra incêndio;
3. Todas as características e grandezas mostradas no desenho são ilustrativas, podendo
apresentar variações com o projeto específico a ser apresentado para aprovação na EDP
ESCELSA.
PÁGINA 121 DE 190
-
14000
28300
47600
400
48000
2320
1520
400
600
400
400
400
600
400
11680
400
400
400
400
600
400
400
400
600
400
400
400
400
5600
17280
1200
18480
Lj 04
Sl 101
Sl 102
Sl 103
Sl 104
Sl 105
Sl 106
Sl 107
QM1
Sl 108
Sl 109
Sl 110
Sl 201
Sl 202
Sl 203
Sl 204
Sl 205
Sl 206
Sl 207
Sl 208
Sl 209
Sl 210
QM2
Total
Cond.
Geral
-
-
-
-
-
2100
2100
2100
2100
2600
2100
14000
-
-
-
76500
2x1500
73500
33600
2x1100
2x1100
2x1100
2x1100
1x4700
2x1100
2x1100
27000
-
27000
13000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
12000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
1x1000
2x2000
19872
1x5152
14720
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
14720
-
-
-
-
-
-
-
2x2944
1x2944
30200
1800
28400
15000
1000
1000
1000
1000
2000
1000
234052
11552
222500
95500
6700
6700
6700
6700
10900
6700
6700
6700
1000
1000
10900
6700
6700
6700
6700
127000
6700
10900
6700
6700
6700
10900
6700
34308
12464
12464
12464
Total
[W]
2000
1000
1000
1000
1000
13400
1000
2000
1000
1000
1000
2000
1000
3500
300
300
300
Outras
Cargas
[W]
-
4#10
-
-
3#10
3#10
3#10
3#10
3#16
3#10
3#10
3#10
3#16
3#10
3#10
3#10
3#10
-
3#10
3#16
3#10
3#10
3#10
3#16
3#10
4#35
4#10
3#10(16)
3#10(16)
Condutor
2
#(mm )
-
750V
-
-
750V
750V
750V
750V
750V
750V
750V
750V
750V
750V
750V
750V
750V
-
750V
750V
750V
750V
750V
750V
750V
750V
0,6/1kV
0,6/1kV
0,6/1kV
Classe
De
Isol.
3500
6300
40
60
-
50
-
-
-
40
40
40
78871
4044
74827
31300
-
3200
3500
-
-
40
40
3500
4600
-
3200
3500
-
43527
3200
6300
.
3500
3200
-
3500
11363
4404
3654
4406
¯A
40
60
40
40
40
40
-
40
60
40
40
40
60
40
100
50
3
2
2
3
2
-
2
3
2
3
2
3
2
3
2
3
2
3
2
3
2
3
2
3
2
3
3
2
3
2
3
2
-
2
3
2
3
2
3
2
3
0
3
2
3
0
4
0
5
50
50
4
0
4
77291
4865
72426
31100
3200
3500
-
3200
4600
-
3500
3200
-
3200
3500
-
3200
41326
3500
-
3500
3200
-
4600
3200
10862
3654
4406
4404
¯B
4406
4404
3654
¯C
#10
#10
#10
-
-
3500
33100
75247
77890
-
-
#10
3200
2643
#10
3500
#10
#10
#10
#10
#10
#10
#10
#10
-
#10
#10
#10
#10
#10
#10
#10
#16
#10
#10
#10
-
3200
3200
-
6300
3500
-
3200
3500
42147
-
4600
3200
-
3500
6300
-
12083
Equilíbrio de cargas
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
2100
-
-
-
-
-
2x1100
1x4700
2x1100
2x1100
2x1100
2x1100
39900
2x1100
1x4700
2x1100
2x1100
2x1100
1x4700
2x1100
1x15000
1x1000
1x2944
1x2944
Motor
[W]
PADRÃO TÉCNICO
2100
2100
2600
2100
2100
-
14000
19300
2100
-
-
-
-
-
-
-
1x3500
2100
2600
2100
2100
2100
2600
2100
900
1x1500
1x1000
1x1000
Tom.
Esp.
(MLL)
[W]
¯ Eletrod.
[mm]
1x3500
1x1500
1x1500
Ar
Cond. [W]
Disjuntor
[A]
900
1x3500
1x3500
Lj 03
900
900
Aquec
(Chuv)
[W]
2320
Tom.
Uso
geral
[W]
2320
Ilum.
[W]
Lj 02
Área
2
[m ]
#Terra
[mm2]
Lj 01
Unid.
Cons.
RESUMO DE CARGA INSTALADA POR CIRCUITO ALIMENTADOR – DIMENSIONAMENTO DAS UNIDADES CONSUMIDORAS
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
INÍCIO
VIGÊNCIA
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 31 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento de Medidores - Resumo de Cargas – Exemplo
PÁGINA 122 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. As tabelas apresentadas constituem apenas uma sugestão para desenvolvimento de
dimensionamento de alimentadores e cálculo de demanda por agrupamento de medidores;
2. A discriminação das cargas das unidades consumidoras bem como também o respectivo
equilíbrio de fases, deverão ser apresentados em modelo de quadros ou diagramas bifilares
e/ou trifilares;
3. O resumo de cargas do agrupamento deverá contemplar de forma discriminada ao
estabelecido nas tabelas 2, 3, 4, 5, 7, 8, 11, 12, 13 e 19 – Anexo A;
4. Os valores constantes nos quadros dos desenhos acima referenciados são ilustrativos, variando
com o projeto específico a ser apresentado para aprovação junto à EDP ESCELSA.
PÁGINA 123 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Conforme orientação de
norma
Conforme orientação de
norma
Conforme orientação de
norma
Agrupamento
QM-01
13,00
#25
-
32
Conforme Orientação
de norma
Conforme
orientação de
norma
Conforme orientação
de norma
=64200
=10640
=40680
=10800
=12512
=30200
187512,00
(30200X
1,0)
(27000
X
0,40)
(61500x0,80)
+
(15000x1,0)
(14000
X
0,76)
(3600X1,0)
20000X1,0)
(24400X0,70)
(8800x1,0)
+
(8480x1,0)
+
(1200x1,0)
=40400
-
2x1500
400
1200
Unidade do
Condomínio
=18480
5152
(5152x1,0)
+
(14720x0,50)
11552,00
1800
=28400
=8832
=10800
=62970
=10640
=17280
Agrupamento
QM-01 + QM-02
8x185
Disjuntor 50A
4x10
8x185
179322,00
(28400
X
1,0)
(27000
X
0,40)
(58500x0,82)
+
(15000x1,0))
(14000
X
0,76)
(3600X1,0)
+
20000X1,0)
+
(24000X0,70)
=25810
Agrupamento
QM-02
(8800x1,0)
+
(8480x1,0)
=5720
=26880
-
(2944x1,0)
+
(11776x0,50)
=15000
(15000
X
1,0)
(13000
X
0,44)
(33600
X
0,82)
=5600
=11680
Alimentador
(20000X1,0)
+
(8300X0,70)
=19300
Iluminação
[W]
(5600x1,0)
(3600x1,0)
+
(15700x1,0)
=10640
=37410
=6160
=8832
=13400
79010,00
107422,00
(13400
X
1,0)
(2944x1,0)
+
(11776x0,50)
(14000
X
0,44)
Tomadas de Uso
Geral
[W]
(8480x1,0)
+
(3200x1,0)
Aquecimento
(Chuveiro)
[W]
(24900X0,90)
+
(15000x1,0)
Ar
Cond.
[W]
Tom.
Esp.
(MLL)
[W]
Motor
[W]
Outras
Cargas
[W]
(14000
X
0,76)
Total
[W]
# Condutor
[mm2]
-
Classe de
Isolamento [kV]
-
#10
-
-
-
-
Conforme
orientação de norma
Conforme
orientação de norma
4x120
Conforme orientação de
norma
Conforme orientação de
norma
-
0,80
1,50
#25
5,50
#25
-
#25
-
¯ Eletroduto
[mm]
Conforme
orientação de norma
Conforme
orientação de norma
Proteção [A]
4x150
-
-
¯
B
¯
A
Equilíbrio
De
Cargas
¯
C
# Aterramento
[mm2]
-
Comprimento do
Alimentador [m]
0,90
Desenho 32 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento de Medidores – Demanda do Agrupamento –
Dimensionamento de alimentadores – Exemplo
Geral do
Agrupamento
PÁGINA 124 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. As tabelas apresentadas constituem apenas uma sugestão para desenvolvimento de
dimensionamento de alimentadores e cálculo de demanda por agrupamento de medidores;
2. O resumo de cargas do agrupamento deverá contemplar de forma discriminada ao
estabelecido nas tabelas 2, 3, 4, 5, 7, 8, 11, 12, 13 e 19 – Anexo A;
3. O cálculo de demanda exemplificado não estabelece fatores de potência para os valores
apurados, casos semelhantes, quando apresentados em projeto executivo, serão acatados
considerando que a instalação quando em funcionamento apresentará fator de potência igual a
1;
4. Os valores constantes nos quadros dos desenhos acima referenciados são ilustrativos, variando
com o projeto específico a ser apresentado para aprovação junto à EDP ESCELSA.
PÁGINA 125 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 33 – Distribuição em Média Tensão – Agrupamento de Medidores – Diagrama Unifilar – Tipo 1
REDE DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIA - 15kV
300A/10kA-15kV
ELO xxx(H)OU(K)
12kV
MUFLAS EXTERNAS
(POSTE)
4# XXmm²-ISOLAMENTO PARA CLASSE 15kV
+ 1 # XXmm² NÚ
(ALIMENTADOR GERAL MÉDIA TENSÃO)
SIMBOLOGIA
MUFLAS INTERNAS
(ABRIGADA)
CHAVE SECCIONADORA FUSÍVEL
VERGALHÃO DE
COBRE Ø"(POL)
200A - MÍNIMO
PÁRA-RÁIOS
VERGALHÃO DE
COBRE Ø"(POL)
CARACTERÍSTICAS MÍNIMAS DOS TRANSFORMADORES
* TAP's SECUNDÁRIOS: 220/127V
* TAP's PRIMÁRIOS: 10,8/11,4/12,0/12,6/13,2/13,8kV
* FREQ. NOM. 60Hz - DESLOCAMENTO ANGULAR 30°
* SECUNDÁRIO - LIGAÇÃO ESTRELA ATERRADA COM
NEUTRO DISPONÍVEL
* PRIMÁRIO - LIGAÇÃO TRIÂNGULO
* TENSÃO NOMINAL SECUNDÁRIA 127V/220V
* TRANSFORMADOR TRIFÁSICO XXX kVA
TRAFO
XXX kVA
(TABELA 1)
CHAVE SECCIONADORA
TRIPOLAR PARA CLASSE 15kV
#(mm²)
SECCIONADOR - INTERRUPÇÃO
COM CARGA
Ømm
CONEXÃO ELÉTRICA FIXA
CAIXA DE
BARRAMENTO
M
4#16mm²
GERAL
M
4#16mm²
xxxA/600V
xxxA-NH
DISJUNTOR TERMOMAGNETICO
TIPO CAIXA MOLDADA
#(mm²)
Ømm
FUSÍVEL DIAZED
4x1/C#6mm²
40A
QM-01
#(mm²)
#(mm²)
#(mm²)
#(mm²)
Ømm
Ømm
Ømm
Ømm
xxxA/600V
xxxA-NH
QM-02
xxxA/600V
xxxA-NH
QM-03
xxxA/600V
xxxA-NH
QM-04
xxxA/600V
xxxA-NH
#(mm²)
#(mm²)
#(mm²)
#(mm²)
Ømm
Ømm
Ømm
Ømm
LUZ / LAZER
SERVIÇO
EMERGÊNCIA
4x1/C#6mm²
30A
MEDIDOR
AGRUPAMENTO
DE MEDIDORES
QM-01
AGRUPAMENTO
DE MEDIDORES
QM-02
AGRUPAMENTO
DE MEDIDORES
QM-03
AGRUPAMENTO
DE MEDIDORES
QM-04
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Os quadros de distribuição instalados no interior das respectivas unidades consumidoras
deverão atender aos requisitos estabelecidos na Norma Brasileira que trata do assunto;
2. O quadro de distribuição para atendimento ao condomínio deverá atender os requisitos
estabelecidos na Norma Brasileira que trata do assunto, bem como as exigências para
atendimento do sistema de combate e prevenção contra incêndio;
3. Para as instalações em que houver previsão única e exclusiva para a utilização de um só
transformador e a potência deste for igual ou inferior a 300 kVA, poderá ser dispensado o
espaço previsto para instalação do disjuntor de média tensão.
PÁGINA 127 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 34 – Distribuição em Média Tensão – Agrupamento de Medidores – Diagrama Unifilar – Tipo 2
REDE DE DISTRIBUIÇÃO PRIMÁRIA - 15kV
300A/10kA-15kV
ELO ....(H)OU(K)
12kV
SIMBOLOGIA
MUFLAS EXTERNAS
(POSTE)
(ALIMENTADOR GERAL MÉDIA TENSÃO)
4# XXmm² (ISOLADO) + 1 # XXmm² (NÚ)
PARA CLASSE 15kV
CHAVE SECCIONADORA FUSÍVEL
MUFLAS INTERNAS
(ABRIGADA)
VERGALHÃO DE
COBRE Ø"(POL)
PÁRA-RÁIOS
200A - MÍNIMO / 15KW
CHAVE SECCIONADORA
TRIPOLAR PARA CLASSE 15kV
VERGALHÃO DE
COBRE Ø"(POL)
*
DISJUNTOR GERAL MT
(NOTA 3)
BASE FUSÍVEL LIMITADORA
CONEXÃO ELÉTRICA FIXA
DISJUNTOR TERMOMAGNETICO
TIPO CAIXA MOLDADA
200A - MÍNIMO
15KV
DISJUNTOR MT
200A - MÍNIMO
15KV
DISJUNTOR MT
XXXA /15KV
*
*
*
*
COND. / SERV.
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Os quadros de distribuição instalados no interior das respectivas unidades consumidoras
deverão atender aos requisitos estabelecidos na Norma Brasileira que trata do assunto;
2. O quadro de distribuição para atendimento ao condomínio deverá atender os requisitos
estabelecidos na Norma Brasileira que trata do assunto, bem como as exigências para
atendimento do sistema de combate e prevenção contra incêndio;
3. Este disjuntor é de operação restrita da Concessionária e/ou Corpo de Bombeiros, sendo
utilizado apenas como função de manobra (liga / desliga) em caso de sinistro;
4. Ainda em complemento a nota anterior, tendo relés, estes deverão ser ajustados nas
respectivas funções de sobrecorrente temporizada e instantânea.
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 35 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento convencional de Medidores – Um Quadro de
Medição para Unidades Monofásicas
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Quadro previsto para agrupamento de até 18 caixas para instalação de medidores
monofásicos;
2. Para instalações constituídas por medidores monofásicos e polifásicos, prevalecerá o número
máximo de 12 caixas;
3. As ligações físicas da caixa para barramento às caixas para instalação de medidores deverão ser
feitas através de dutos de ¯ 2” (60 mm);
4. As tampas das caixas para instalação de barramento deverão possuir comprimento máximo de
1,30m. Para comprimentos superiores, o fechamento deverá ser efetuado com uso de duas
tampas;
5. As dimensões das caixas para instalação de medidores e barramentos deverão ser de acordo as
respectivas indicações e detalhes apresentados neste Padrão;
6. As caixas para instalação de barramentos, medidores e disjuntores deverão ser fixadas de
modo que as tampas possam ser removidas;
7. As ligações elétricas a serem feitas no(s) quadro(s) de medição deverão obedecer aos
respectivos detalhes apresentados neste Padrão;
8. A indicação de (*) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome da unidade
(ex. sala, loja, apto, etc.);
9. A indicação de (**) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição da numeração fiscal
da unidade (ex. 101, 202, 02b, etc.);
10. A indicação de (***) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome de
referência das unidades a que se destina (ex. salas, lojas, aptos, etc.);
11. Nos casos em que o fornecimento de energia ocorrer através de ramal aéreo, o eletroduto do
alimentador geral deverá ser disposto de modo aparente, conforme estabelecido neste Padrão;
12. As cotas apresentadas, preferencialmente, deverão ser em milímetros;
13. Os itens da lista de material deverão ser definidos e quantificados no projeto executivo
conforme padrão da EDP ESCELSA;
14. De maneira alternativa, poderão ser utilizadas ainda caixas em policarbonato do tipo modular,
desde que as mesmas sejam de fabricantes que possuam protótipos específicos homologados
pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 131 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 36 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento convencional de Medidores – Um Quadro de
Medição para Unidades Polifásicas
PÁGINA 132 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Quadro previsto para agrupamento de até 12 caixas para instalação de medidores polifásicos;
2. Para instalações constituídas por medidores monofásicos e polifásicos, prevalecerá o número
máximo de 12 caixas;
3. As ligações físicas da caixa para barramento às caixas para instalação de medidores deverão ser
feitas através de dutos de ¯ 2” (60 mm);
4. As tampas das caixas para instalação de barramento deverão possuir comprimento máximo de
1,30m. Para comprimentos superiores, o fechamento deverá ser efetuado com uso de duas
tampas;
5. As dimensões das caixas para instalação de medidores e barramentos deverão ser de acordo as
respectivas indicações e detalhes apresentados neste Padrão;
6. As caixas para instalação de barramentos, medidores e disjuntores deverão ser fixadas de
modo que as tampas possam ser removidas;
7. As ligações elétricas a serem feitas no(s) quadro(s) de medição deverão obedecer aos
respectivos detalhes apresentados neste Padrão;
8. A indicação de (*) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome da unidade
(ex. sala, loja, apto, etc.);
9. A indicação de (**) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição da numeração fiscal
da unidade (ex. 101, 202, 02b, etc.);
10. A indicação de (***) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome de
referência das unidades a que se destina (ex. salas, lojas, aptos, etc.);
11. Nos casos em que o fornecimento de energia ocorrer através de ramal aéreo, o eletroduto do
alimentador geral deverá ser disposto de modo aparente, conforme estabelecido neste Padrão;
12. As cotas apresentadas, preferencialmente, deverão ser em milímetros;
13. Os itens da lista de material deverão ser definidos e quantificados no projeto executivo
conforme padrão ESCELSA;
14. De maneira alternativa, poderão ser utilizadas ainda caixas em policarbonato do tipo modular,
desde que as mesmas sejam de fabricantes que possuam protótipos específicos homologados
pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 133 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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07/01/2015
07/01/2017
Desenho 37 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento convencional de Medidores – Dois ou mais
Quadros de Medição para Unidades Monofásicas
PÁGINA 134 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Quadro previsto para agrupamento de até 18 caixas para instalação de medidores
monofásicos;
2. Para instalações constituídas por medidores monofásicos e polifásicos, prevalecerá o número
máximo de 12 caixas;
3. As ligações físicas da caixa para barramento às caixas para instalação de medidores deverão ser
feitas através de dutos de ¯ 2” (60 mm);
4. As tampas das caixas para instalação de barramento deverão possuir comprimento máximo de
1,30m. Para comprimentos superiores, o fechamento deverá ser efetuado com uso de duas
tampas;
5. As dimensões das caixas para instalação de medidores e barramentos deverão ser de acordo as
respectivas indicações e detalhes apresentados neste Padrão;
6. As caixas para instalação de barramentos, medidores e disjuntores deverão ser fixadas de
modo que as tampas possam ser removidas;
7. As ligações elétricas a serem feitas no(s) quadro(s) de medição deverão obedecer aos
respectivos detalhes apresentados neste Padrão;
8. A indicação de (*) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome da unidade
(ex. sala, loja, apto, etc.);
9. A indicação de (**) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição da numeração fiscal
da unidade (ex. 101, 202, 02b, etc.);
10. A indicação de (***) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome de
referência das unidades a que se destina (ex. salas, lojas, aptos, etc.);
11. Nos casos em que o fornecimento de energia ocorrer através de ramal aéreo, o eletroduto do
alimentador geral deverá ser disposto de modo aparente, conforme estabelecido neste Padrão;
12. As cotas apresentadas, preferencialmente, deverão ser em milímetros;
13. Os itens da lista de material deverão ser definidos e quantificados, no projeto executivo,
conforme padrão ESCELSA;
14. De maneira alternativa, poderão ser utilizadas ainda caixas em policarbonato do tipo modular,
desde que as mesmas sejam de fabricantes que possuam protótipos específicos homologados
pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 135 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 38 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento convencional de medidores – Dois ou mais
Quadros de Medição para Unidades Polifásicas
PÁGINA 136 DE 190
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Quadro previsto para agrupamento de até 12 caixas para instalação de medidores polifásicos;
2. Para instalações constituídas por medidores monofásicos e polifásicos, prevalecerá o número
máximo de 12 caixas;
3. As ligações físicas da caixa para barramento às caixas para instalação de medidores deverão ser
feitas através de dutos de ¯ 2” (60 mm);
4. As tampas das caixas para instalação de barramento deverão possuir comprimento máximo de
1,30m. Para comprimentos superiores, o fechamento deverá ser efetuado com uso de duas
tampas;
5. As dimensões das caixas para instalação de medidores e barramentos deverão ser de acordo as
respectivas indicações e detalhes apresentados neste Padrão;
6. As caixas para instalação de barramentos, medidores e disjuntores deverão ser fixadas de
modo que as tampas possam ser removidas;
7. As ligações elétricas a serem feitas no(s) quadro(s) de medição deverão obedecer aos
respectivos detalhes apresentados neste Padrão;
8. A indicação de (*) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome da unidade
(ex. sala, loja, apto, etc.);
9. A indicação de (**) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição da numeração fiscal
da unidade (ex. 101, 202, 02b, etc.);
10. A indicação de (***) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome de
referência das unidades a que se destina (ex. salas, lojas, aptos, etc.);
11. Nos casos em que o fornecimento de energia ocorrer através de ramal aéreo, o eletroduto do
alimentador geral deverá ser disposto de modo aparente, conforme estabelecido neste Padrão;
12. As cotas apresentadas, preferencialmente, deverão ser em milímetros;
13. Os itens da lista de material deverão ser definidos e quantificados, no projeto executivo,
conforme padrão ESCELSA;
14. De maneira alternativa, poderão ser utilizadas ainda caixas em policarbonato do tipo modular,
desde que as mesmas sejam de fabricantes que possuam protótipos específicos homologados
pela EDP ESCELSA.
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TÍTULO
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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VIGÊNCIA
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FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 39- Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento de Medidores – Caixa de Barramento Tipo 1
PÁGINA 138 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Anexo do Desenho 39 – Lista de Material
Caixa de Barramento Tipo 1
Item
1
2
3
4
5
6
7
8
9
LISTA DE MATERIAL DO BARRAMENTO – TIPO 1
Descrição
Observação
Suporte para Barra até 1000 V
Quantidades conforme projeto
Barra de Cobre “L” x “P” x “Comprimento” (mm)
Quantidades conforme projeto
Conector “Cabo-Barra chata” apropriado
Quantidades conforme projeto
Eletroduto (Saída individual)
Quantidades conforme projeto
Chapa de espessura 1,9 mm (14 USG)
Quantidades conforme projeto
2
Condutores principais – PVC 70º xxx mm
Quantidades conforme projeto
Parafuso de latão ¯ 3/8” com porca sextavada
Quantidades conforme projeto
Eletroduto de entrada da caixa
Quantidades conforme projeto
Parafuso soldado na chapa
Quantidades conforme projeto
Notas:
1. As derivações condutor x condutor, com seção até #35mm², serão aplicáveis; para os casos
que, em qualquer um dos ramos, surgir à necessidade de se conectar condutor com seção
superior ao estabelecido, torna-se obrigatório a instalação de barras de cobre apropriadas;
2. A derivação com condutor constituído por um único fio com seção menor ou igual a #10mm²
poderá ser efetuada diretamente na barra de cobre;
3. As derivações com condutores constituídos por mais de um fio, e que estes tenham seções
maiores que #10mm², deverão ser efetuadas utilizando-se conectores terminais apropriados;
4. O afastamento entre isoladores suporte, para a mesma barra, não poderá ser superior a 800
mm;
5. O comprimento máximo de uma tampa de barramento é de 1,30m. Tampas com dimensão
superior ao estabelecido deverão ser subdivididas;
6. Em toda eletrocalha ou caixa metálica para derivação e/ou passagem de condutores, ou ainda
toda tampa de canaleta, deverão ser previstos em qualquer situação e de modo suficiente,
desde que nestes condutos trafeguem energia não medida, dispositivos que permitam efetuar
lacre e que impeçam suas aberturas por pessoas não habilitadas;
7. Toda caixa para instalação de barramento, incluindo a(s) tampa(s) deverá ser confeccionada
com chapa de aço tratada, número 14 USG (1.9 mm);
8. No projeto da caixa metálica para instalação de barramento, deverão ser previstos, de modo
suficiente, dispositivos que permitam efetuar lacre e, dispositivos que impeçam sua abertura
por pessoas não habilitadas;
9. Em toda eletrocalha ou caixa metálica para derivação e/ou passagem de condutores, ou ainda
toda tampa de canaleta, em qualquer situação, deverão ser confeccionadas com chapa de aço
tratada nº 14 USG (1,9 mm);
10. Toda caixa metálica deverá ser montada de modo que assegure sua finalidade. Recomenda-se
o uso de sistema de soldagem apropriado e tratamento anti-ferrugem antecedendo ao
processo de decapagem, bem como também a metodologia de pintura com acabamento final
na cor cinza azulado;
11. Toda tampa metálica deverá seguir a mesma sugestão de tratamento indicada na nota 10;
12. As cotas deverão ser apresentadas preferencialmente em milímetros;
13. De maneira alternativa, poderão ser utilizadas ainda caixas em policarbonato do tipo modular,
desde que as mesmas sejam de fabricantes que possuam protótipos específicos homologados
pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 139 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
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INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 40 - Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento de Medidores – Caixa de Barramento Tipo 2
PÁGINA 140 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Anexo do Desenho 40 – Lista de Material
Caixa de Barramento Tipo 2
Item
1
2
3
4
5
6
7
8
9
LISTA DE MATERIAL DO BARRAMENTO – TIPO 2
Descrição
Observação
Suporte para Barra até 1000 V
Quantidades conforme projeto
Barra de Cobre “L” x “P” x “Comprimento” (mm)
Quantidades conforme projeto
Conector terminal “cabo-barra chata” apropriado
Quantidades conforme projeto
Eletroduto (Saída individual)
Quantidades conforme projeto
Chapa de espessura 1,9 mm (14 USG)
Quantidades conforme projeto
2
Condutores principais – PVC 70º xxx mm
Quantidades conforme projeto
Parafuso de latão ¯ 3/8” com porca sextavada
Quantidades conforme projeto
Eletroduto de entrada da caixa
Quantidades conforme projeto
Parafuso soldado na chapa
Quantidades conforme projeto
Notas:
1. As derivações condutor x condutor, com seção até #35mm², serão aplicáveis; para os casos
que, em qualquer um dos ramos, surgir à necessidade de se conectar condutor com seção
superior ao estabelecido, torna-se obrigatório a instalação de barras de cobre apropriadas;
2. A derivação com condutor constituído por um único fio com seção menor ou igual a #10mm²
poderá ser efetuada diretamente na barra de cobre;
3. As derivações com condutores constituídos por mais de um fio, e que estes tenham seções
maiores que #10mm², deverão ser efetuadas utilizando-se conectores terminais apropriados;
4. O afastamento entre isoladores suporte, para a mesma barra, não poderá ser superior a 800
mm;
5. O comprimento máximo de uma tampa de barramento é de 1,30m. Tampas com dimensão
superior ao estabelecido deverão ser subdivididas;
6. Em toda eletrocalha ou caixa metálica para derivação e/ou passagem de condutores, ou ainda
toda tampa de canaleta, deverão ser previstos em qualquer situação e de modo suficiente,
desde que nestes condutos trafeguem energia não medida, dispositivos que permitam efetuar
lacre e que impeçam suas aberturas por pessoas não habilitadas;
7. Toda caixa para instalação de barramento, incluindo a(s) tampa(s) deverá ser confeccionada
com chapa de aço tratada, número 14 USG (1.9 mm);
8. No projeto da caixa metálica para instalação de barramento, deverão ser previstos, de modo
suficiente, dispositivos que permitam efetuar lacre e, dispositivos que impeçam sua abertura
por pessoas não habilitadas;
9. Em toda eletrocalha ou caixa metálica para derivação e/ou passagem de condutores, ou ainda
toda tampa de canaleta, em qualquer situação, deverão ser confeccionadas com chapa de aço
tratada nº 14 USG (1,9 mm);
10. Toda caixa metálica deverá ser montada de modo que assegure sua finalidade. Recomenda-se
o uso de sistema de soldagem apropriado e tratamento anti-ferrugem antecedendo ao
processo de decapagem, bem como também a metodologia de pintura com acabamento final
na cor cinza azulado;
11. Toda tampa metálica deverá seguir a mesma sugestão de tratamento indicada na nota 10;
12. As cotas deverão ser apresentadas preferencialmente em milímetros;
13. De maneira alternativa, poderão ser utilizadas ainda caixas em policarbonato do tipo modular,
desde que as mesmas sejam de fabricantes que possuam protótipos específicos homologados
pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 141 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
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07/01/2015
07/01/2017
Desenho 41 – Caixas de Medição e Proteção
CAIXA PARA MEDIDOR MONOFÁSICO - DESENHO PADRÃO - P-980-009
(APLICÁVEL EM UCs CATEGORIA "U" ATENDIMENTO A 2 FIOS ATÉ 12000W)
DIMENSÕES (mm)
H
L
P
INTERNAS
270
170
140
NOTA: O DISJUNTOR SERÁ INSTALADO EM CAIXA SEPARADA.
CAIXA PARA MEDIDOR POLIFÁSICO - DESENHO PADRÃO - P-980-009
(APLICÁVEL EM UC'S CATEGORIA "D" E "T" ATÉ 57000W)
CARGA INSTALADA(W) DIMENSÕES (mm)
ATÉ 41000
INTERNAS
41001 ATÉ 57000
H
L
370
245
180
P
500
260
180
NOTA: O DISJUNTOR SERÁ INSTALADO EM CAIXA SEPARADA.
CAIXA PARA MEDIDOR POLIFÁSICO - DESENHO PADRÃO - P-980-010
(APLICÁVEL EM UC'S CATEGORIA "T" ATÉ 75000W)
CARGA INSTALADA (W) DIMENSÕES (mm)
INTERNAS
57001 ATÉ 75000
H
L
670
450
P
210
PADRÃO
P-980-010
NOTA: CAIXA METÁLICA COM VISOR EM POLICARBONATO CONFORME PADRÃO NBR 15820
E PADRÃO EDP ESCELSA (VISOR COM ESPESSURA DE 3mm COM JUNTA EMBORRACHADA)
CAIXA PARA MEDIDOR POLIFÁSICO DE kWh E kVArh DESENHO PADRÃO - P-980-005
(APLICÁVEL EM MEDIÇÕES COM USO DE TRANSFORMADORES DE CORRENTE - TC)
CAIXA PARA T.C. DE B.T. ATÉ 112,5kVA DESENHO PADRÃO - P-981-001
(APLICÁVEL EM TC'S ATÉ 200:5A)
CAIXA PARA T.C. DE B.T. MAIOR QUE 112,5 ATÉ 225KVA DESENHO PADRÃO - P-981-002
(APLICÁVEL EM TC'S ATÉ 400:5A)
CAIXA PARA DISJUNTOR MONOFÁSICO DESENHO PADRÃO - P-940-003
(APLICÁVEL EM UC'S CATEGORIA "U" ATENDIMENTO A 2 FIOS ATÉ 12000W)
DIMENSÕES (mm)
H
L
P
INTERNAS
95
170
100
CAIXA PARA DISJUNTOR POLIFÁSICO
CORRENTE NOMINAL
DO DISJUNTOR (A)
DIMENSÕES (mm)
ATÉ 100
MAIOR QUE 100
ATÉ 225
H
L
P
PADRÃO
135
185
100
P-940-003
460
345
210
PT.RD.17.123
INTERNAS
CAIXAS DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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VIGÊNCIA
INÍCIO
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07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Todas as caixas deverão ser conforme padrão EDP ESCELSA;
2. As dimensões são as mínimas recomendadas, considerando os padrões apresentados neste
Padrão. Caixas de dimensões e formatos diferentes poderão ser aceitas desde que previamente
aprovadas pela EDP ESCELSA;
3. Poderão ser utilizadas ainda caixas em policarbonato do tipo modular, desde que as mesmas
sejam de fabricantes que possuam protótipos específicos homologados pela EDP ESCELSA.
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
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07/01/2017
Desenho 42 – Esquema de Ligação de Medidor e Disjuntor - Medição Direta
CONECTOR PARA
ATERRAMENTO
CONECTOR PARA
ATERRAMENTO
FONTE
FONTE
FASES
NEUTRO
FASE
NEUTRO
CONDUTOR
DE COBRE PARA
ATERRAMENTO
CONDUTOR
DE COBRE PARA
ATERRAMENTO
CARGA
CARGA
FASE
NEUTRO
FASES
NEUTRO
DISJUNTOR
DISJUNTOR
SAÍDA PARA ATERRAMENTO
SAÍDA PARA ATERRAMENTO
LIGAÇÃO A DOIS FIOS
CATEGORIA "U"
LIGAÇÃO A TRÊS FIOS
CATEGORIA "D"
CONECTOR PARA
ATERRAMENTO
FONTE
FASES
NEUTRO
CONDUTOR
DE COBRE PARA
ATERRAMENTO
CARGA
FASES
DISJUNTOR
NEUTRO
SAÍDA PARA ATERRAMENTO
LIGAÇÃO A QUATRO FIOS
CATEGORIA "T"
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Desenho 43 – Aterramento
PÁGINA 145 DE 190
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PADRÃO TÉCNICO
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01
VIGÊNCIA
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07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Os parafusos e as demais peças usadas para conexão do condutor, a barra ou chapa, devem ser
de bronze, latão ou aço galvanizado;
2. Deverão ser utilizados conectores em liga de cobre tipo GAR, GKP da Burndy ou similares;
3. Para dimensionamento do condutor de aterramento ver tabela 15;
4. As costas são em milímetro;
5. A malha de terra será utilizada em agrupamentos de medições de uso coletivo. Maiores
detalhes ver desenhos 13 e 20 deste Padrão.
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Desenho 44 – Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Parede / Marquises
PÁGINA 147 DE 190
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01
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07/01/2017
Desenho 45 – Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Parede / Marquises – Cortes
AeB
PÁGINA 148 DE 190
TÍTULO
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PADRÃO TÉCNICO
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01
VIGÊNCIA
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FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas (Desenhos 44 e 45):
1. Quadro previsto para agrupamento de até 12 caixas para instalação de medidores polifásicos
ou 18 monofásicos;
2. Para instalações constituídas por medidores monofásicos e polifásicos, prevalecerá o número
máximo de 12 caixas;
3. As ligações físicas da caixa para barramento às caixas para instalação de medidores deverão ser
feitas através de dutos de ¯ 2” (60 mm);
4. As tampas das caixas para instalação de barramento deverão possuir comprimento máximo de
1,30m. Para comprimentos superiores, o fechamento deverá ser efetuado com uso de duas
tampas;
5. As dimensões das caixas para instalação de medidores e barramentos deverão ser de acordo as
respectivas indicações e detalhes apresentados neste Padrão;
6. As caixas para instalação de barramentos, medidores e disjuntores deverão ser fixadas de
modo que as tampas possam ser removidas;
7. As ligações elétricas a serem feitas no(s) quadro(s) de medição deverão obedecer aos
respectivos detalhes apresentados neste Padrão;
8. A indicação de (*) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome da unidade
(ex. sala, loja, apto, etc.);
9. A indicação de (**) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição da numeração fiscal
da unidade (ex. 101, 202, 02b, etc.);
10. A indicação de (***) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome de
referência das unidades a que se destina (ex. salas, lojas, aptos, etc.);
11. As cotas apresentadas, preferencialmente, deverão ser em milímetros;
12. Os itens da lista de material deverão ser definidos e quantificados, no projeto executivo,
conforme padrão ESCELSA;
13. De maneira alternativa, poderão ser utilizadas ainda caixas em policarbonato do tipo modular,
desde que as mesmas sejam de fabricantes que possuam protótipos específicos homologados
pela EDP ESCELSA;
14. O Código de Postura Municipal deve ser observado quando da construção do agrupamento,
visando preservar o passeio público (Calçada Cidadã) garantindo ao mesmo, desobstrução de
possíveis obstáculos.
PÁGINA 149 DE 190
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07/01/2015
07/01/2017
Desenho 46 – Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Muro / Pontalete
PÁGINA 150 DE 190
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PADRÃO TÉCNICO
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07/01/2015
07/01/2017
Desenho 47 – Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Muro / Pontalete – Cortes A e
B
PÁGINA 151 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas (Desenhos 46 e 47):
1. Quadro previsto para agrupamento de até 12 caixas para instalação de medidores polifásicos
ou 18 monofásicos;
2. Para instalações constituídas por medidores monofásicos e polifásicos, prevalecerá o número
máximo de 12 caixas;
3. As ligações físicas da caixa para barramento às caixas para instalação de medidores deverão ser
feitas através de dutos de ¯ 2” (60 mm);
4. As tampas das caixas para instalação de barramento deverão possuir comprimento máximo de
1,30m. Para comprimentos superiores, o fechamento deverá ser efetuado com uso de duas
tampas;
5. As dimensões das caixas para instalação de medidores e barramentos deverão ser de acordo as
respectivas indicações e detalhes apresentados neste Padrão;
6. As caixas para instalação de barramentos, medidores e disjuntores deverão ser fixadas de
modo que as tampas possam ser removidas;
7. As ligações elétricas a serem feitas no(s) quadro(s) de medição deverão obedecer aos
respectivos detalhes apresentados neste Padrão;
8. A indicação de (*) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome da unidade
(ex. sala, loja, apto, etc.);
9. A indicação de (**) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição da numeração fiscal
da unidade (ex. 101, 202, 02b, etc.);
10. A indicação de (***) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome de
referência das unidades a que se destina (ex. salas, lojas, aptos, etc.);
11. As cotas apresentadas, preferencialmente, deverão ser em milímetros;
12. Os itens da lista de material deverão ser definidos e quantificados, no projeto executivo,
conforme padrão ESCELSA;
13. De maneira alternativa, poderão ser utilizadas ainda caixas em policarbonato do tipo modular,
desde que as mesmas sejam de fabricantes que possuam protótipos específicos homologados
pela EDP ESCELSA;
14. O Código de Postura Municipal deve ser observado quando da construção do agrupamento,
visando preservar o passeio público (Calçada Cidadã) garantindo ao mesmo, desobstrução por
possíveis obstáculos.
PÁGINA 152 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 48 – Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Paredes / Marquises –
Utilizando Caixa de Derivação
PÁGINA 153 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 49 – Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Paredes / Marquises –
Utilizando Caixa de Derivação – Corte A e B
PÁGINA 154 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Anexo dos Desenhos 48 e 49 – Lista de Material
Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Paredes / Marquises – Utilizando Caixa de
Derivação
Item
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
LISTA DE MATERIAIS – AGRUPAMENTOS COM CX. DE DERIVAÇÃO INSTALAÇÃO EM PAREDE
Descrição
E
C
Condutor quadruplex – Conforme Tabelas 21, 22 e 24
X
X
Condutor de cobre PVC 70o – Conforme Tabelas 21,22 e 24
Sapatilha
X
Olhal de aço galvanizado para parafuso ¯ 16mm x 150mm
X
Chumbador de aço de ¯ 16mm x 150mm
X
Curva de entrada de 45º ou cabeçote
X
Luva galvanizada ¯ adequado
X
Eletroduto de aço galvanizado ou PVC rígido
X
Caixa de derivação para medições agrupadas padrão EDP ESCELSA
X
Caixa p/ medidor monofásico padrão EDP ESCELSA
X
Caixa p/ medidor polifásico padrão EDP ESCELSA
X
Condutor de cobre nu – Conforme Tabela 15
X
Haste de terra comprimento mínimo 2000mm
X
Conector apropriado
X
Alça preformada
X
Curva longa 90º de aço galvanizado ou PVC rígido
X
Caixa para disjuntor monofásico padrão EDP ESCELSA
X
Caixa para disjuntor polifásico padrão EDP ESCELSA
X
Abraçadeira metálica tipo copo
X
Un.
m
m
pç
pç
pç
pç
pç
m
pç
pç
pç
m
pç
pç
pç
pç
pç
pç
pç
Qt.
V
V
01
01
01
01
01
V
01
V
V
V
02
04
01
01
V
V
V
v = Quantidade variável
C = Material fornecido pelo consumidor
E = Material fornecido pela EDP ESCELSA
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SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas (Desenhos 48 e 49):
1. Quadro previsto para agrupamento de até 06 caixas para instalação de medidores
monofásicos;
2. Quando o número de medidores for maior que 06, o agrupamento deverá obrigatoriamente
conter barramento;
3. Ainda em complemento a nota anterior, quando os condutores principais e derivação tenham
seções superiores a 35 mm², a caixa de derivação geral deverá conter barramento;
4. As ligações físicas da caixa para barramento às caixas para instalação de medidores deverão ser
feitas através de dutos de ¯ 2” (60 mm);
5. As dimensões das caixas para instalação de medidores e barramentos deverão ser de acordo as
respectivas indicações e detalhes apresentados neste Padrão;
6. As caixas para instalação de barramentos, medidores e disjuntores deverão ser fixadas de
modo que as tampas possam ser removidas;
7. As ligações elétricas a serem feitas no(s) quadro(s) de medição deverão obedecer aos
respectivos detalhes apresentados neste Padrão;
8. A indicação de (*) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome da unidade
(ex. sala, loja, apto, etc.);
9. A indicação de (**) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição da numeração fiscal
da unidade (ex. 101, 202, 02b, etc.);
10. A indicação de (***) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome de
referência das unidades a que se destina (ex. salas, lojas, aptos, etc.);
11. Nos casos em que o fornecimento de energia ocorrer através de ramal aéreo, o eletroduto do
alimentador geral deverá ser disposto de modo aparente, conforme estabelecido neste Padrão;
12. As cotas apresentadas, preferencialmente, deverão ser em milímetros;
13. Os itens da lista de material deverão ser definidos e quantificados no projeto executivo
conforme padrão da EDP ESCELSA;
14. De maneira alternativa, poderão ser utilizadas ainda caixas em policarbonato do tipo modular,
desde que as mesmas sejam de fabricantes que possuam protótipos específicos homologados
pela EDP ESCELSA;
15. Para agrupamentos contendo até 03 medidores monofásicos, ou 01 medidor monofásico e 01
medidor bifásico, é dispensável a utilização de caixa de derivação;
16. Os números dentro dos círculos referem-se a itens da lista de material, apresentados como
anexo destes desenhos;
17. O Código de Postura Municipal deve ser observado quando da construção do agrupamento,
visando preservar o passeio público (Calçada Cidadã) garantindo ao mesmo, desobstrução de
possíveis obstáculos.
PÁGINA 156 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
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01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 50 – Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Muro / Pontalete – Utilizando
Caixa de Derivação
PÁGINA 157 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 51 – Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Muro / Pontalete – Utilizando
Caixa de Derivação – Cortes A e B
PÁGINA 158 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Anexo dos Desenhos 50 e 51 – Lista de Material
Distribuição em Baixa Tensão – Ramal Aéreo – Instalação em Muro / Pontalete – Utilizando Caixa de
Derivação
Item
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
LISTA DE MATERIAIS – AGRUPAMENTOS COM CX. DE DERIVAÇÃO INSTALAÇÃO EM MURO
Descrição
E
C Un.
Condutor quadruplex – Conforme Tabelas 21, 22 e 24
X
m
m
X
Condutor de cobre PVC 70o – Conforme Tabelas 21, 22 e 24
Sapatilha
X
pç
Olhal de aço galvanizado para parafuso ¯ 16mm x 150mm
X
pç
Parafuso de aço de ¯ 16mm x 150mm
X
pç
Poste de aço galvanizado com diâmetro adequado
X
pç
Luva galvanizada ¯ adequado
X
pç
Bujão galvanizado ¯ adequado
X
m
Curva de Entrada 45º ou cabeçote
X
Pç
Eletroduto de aço galvanizado ou PVC rígido ¯ adequado
X
m
Arame de aço galvanizado nº 14 BWG
m
Caixa de derivação para medições agrupadas padrão EDP ESCELSA
X
pç
Caixa p/ medidor polifásico padrão EDP ESCELSA
X
pç
Caixa p/ medidor monofásico padrão EDP ESCELSA
Haste de terra comprimento mínimo 2000 mm
X
pç
Condutor de cobre nu – Conforme Tabela 15
X
m
Conector apropriado
X
pç
Alça preformada
X
pç
Curva longa 90º de aço galvanizado ou PVC rígido
X
pç
Caixa para disjuntor monofásico padrão EDP ESCELSA
X
pç
Caixa para disjuntor polifásico padrão EDP ESCELSA
X
pç
Abraçadeira metálica tipo copo
X
pç
Qt.
V
V
01
01
01
01
01
01
01
V
V
01
V
V
02
V
04
01
01
V
V
V
v = Quantidade variável
C = Material fornecido pelo consumidor
E = Material fornecido pela EDP ESCELSA
PÁGINA 159 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas (Desenhos 50 e 51):
1. Quadro previsto para agrupamento de até 06 caixas para instalação de medidores
monofásicos;
2. Quando o número de medidores for maior que 06, o agrupamento deverá obrigatoriamente
conter barramento;
3. As ligações físicas da caixa para barramento às caixas para instalação de medidores deverão ser
feitas através de dutos de ¯ 2” (60 mm);
4. As dimensões das caixas para instalação de medidores e barramentos deverão ser de acordo as
respectivas indicações e detalhes apresentados neste Padrão;
5. As caixas para instalação de barramentos, medidores e disjuntores deverão ser fixadas de
modo que as tampas possam ser removidas;
6. As ligações elétricas a serem feitas no(s) quadro(s) de medição deverão obedecer aos
respectivos detalhes apresentados neste Padrão;
7. A indicação de (*) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome da unidade
(ex. sala, loja, apto, etc.);
8. A indicação de (**) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição da numeração fiscal
da unidade (ex. 101, 202, 02b, etc.);
9. A indicação de (***) na caixa para instalação de medidor prevê a inscrição do nome de
referência das unidades a que se destina (ex. salas, lojas, aptos, etc.);
10. Nos casos em que o fornecimento de energia ocorrer através de ramal aéreo, o eletroduto do
alimentador geral deverá ser disposto de modo aparente, conforme estabelecido neste Padrão;
11. As cotas apresentadas, preferencialmente, deverão ser em milímetros;
12. Os itens da lista de material deverão ser definidos e quantificados no projeto executivo
conforme padrão da EDP ESCELSA;
13. De maneira alternativa, poderão ser utilizadas ainda caixas em policarbonato do tipo modular,
desde que as mesmas sejam de fabricantes que possuam protótipos específicos homologados
pela EDP ESCELSA;
14. Para agrupamentos contendo até 03 medidores monofásicos, ou 01 medidor monofásico e 01
medidor bifásico, é dispensável a utilização de caixa de derivação;
15. Os números dentro dos círculos referem-se a itens da lista de material, apresentados como
anexo destes desenhos;
16. O Código de Postura Municipal deve ser observado quando da construção do agrupamento,
visando preservar o passeio público (Calçada Cidadã) garantindo ao mesmo, desobstrução de
possíveis obstáculos.
PÁGINA 160 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 52 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até
2 medidores
780
520
573
NOTAS 6 E 9
1600
LIG.
DESL.
QUADRO P/ ATÉ 02 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA MEDIDA
(S/ESCALA)
PÁGINA 161 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
780
1600
520
573
NOTAS 6 E 9
QUADRO P/ ATÉ 02 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA NÃO MEDIDA
(S/ESCALA)
PÁGINA 162 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Cotas em milímetros;
2. Os agrupamentos propostos são apenas orientativos, considerando os padrões apresentados
neste Padrão. Topologias de agrupamentos diferentes poderão ser aceitas desde que
previamente aprovadas pela EDP ESCELSA;
3. O corpo da caixa deverá ser em policarbonato, com tampa em policarbonato transparente;
4. Disjuntor geral máximo 100 A, fixado através de base inclusa à caixa, fabricada em alumínio;
5. Os barramentos 5/8”x 3/16”, devem ser fixados através de isoladores e identificados com as
cores: Fase R (A) – Vermelho; fase S(B) – Azul; Fase T(C) – Branco;
6. Em caso de utilização de caixas exclusivas para condomínio / serviço, estas deverão ficar
separadas do quadro, sendo interligadas através de união (niple) com diâmetro adequado;
7. As etiquetas do disjuntor geral, Ligado (vermelho) e Desligado (verde), devem ter dimensões 25
x 12 mm;
8. A plaqueta de identificação das caixas das unidades consumidoras, serão em acrílico branco
com escritos em baixo relevo preto, fixadas na parte interna das tampas através de parafuso
cabeça sem fenda;
9. Nos casos em que houver quadro de distribuição geral de baixa tensão – QGBT, a caixa
exclusiva do condomínio / serviço deverá ser instalada junto ao mesmo, conforme desenho 59
deste Padrão;
10. Demais detalhes associados à instalação dos agrupamentos seguem as mesmas orientações dos
agrupamentos convencionais;
11. Só poderão ser utilizadas, caixas em policarbonato tipo modular de fabricantes que possuam
protótipos específicos homologados pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 163 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 53 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até
4 medidores
780
573
NOTAS 6 E 9
520
LIG.
DISJ.
GERAL
520
1794
DESL.
300
DPS
QUADRO P/ ATÉ 04 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA MEDIDA
(S/ESCALA)
PÁGINA 164 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
780
573
NOTAS 6 E 9
520
LIG.
DISJ.
GERAL
520
1794
DESL.
DPS
300
Terra
QUADRO P/ ATÉ 04 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA NÃO MEDIDA
(S/ESCALA)
PÁGINA 165 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Cotas em milímetros;
2. Os agrupamentos propostos são apenas orientativos, considerando os padrões apresentados
neste Padrão. Topologias de agrupamentos diferentes poderão ser aceitas desde que
previamente aprovadas pela EDP ESCELSA;
3. O corpo da caixa deverá ser em policarbonato, com tampa em policarbonato transparente;
4. Disjuntor geral máximo 250 A, fixado através de base inclusa à caixa, fabricada em alumínio;
5. Os barramentos 3/4”x 1/4”, devem ser fixados através de isoladores e identificados com as
cores: Fase R (A) – Vermelho; fase S(B) – Azul; Fase T(C) – Branco;
6. Em caso de utilização de caixas exclusivas para condomínio / serviço, estas deverão ficar
separadas do quadro, sendo interligadas através de união (niple) com diâmetro adequado;
7. As etiquetas do disjuntor geral, Ligado (vermelho) e Desligado (verde), devem ter dimensões 25
x 12 mm;
8. A plaqueta de identificação das caixas das unidades consumidoras, serão em acrílico branco
com escritos em baixo relevo preto, fixadas na parte interna das tampas através de parafuso
cabeça sem fenda;
9. Nos casos em que houver quadro de distribuição geral de baixa tensão – QGBT, a caixa
exclusiva do condomínio / serviço deverá ser instalada junto ao mesmo, conforme desenho 59
deste Padrão;
10. Demais detalhes associados à instalação dos agrupamentos seguem as mesmas orientações dos
agrupamentos convencionais;
11. Só poderão ser utilizadas, caixas em policarbonato tipo modular de fabricantes que possuam
protótipos específicos homologados pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 166 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 54 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até
6 medidores
310
780
NOTAS 6 E 9
LIG.
DISJ.
GERAL
1740
1560
DESL.
R S
T
N
DPS
300
TERRA
QUADRO P/ ATÉ 06 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA MEDIDA
(S/ESCALA)
PÁGINA 167 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
310
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
780
NOTAS 6 E 9
LIG.
DISJ.
GERAL
1740
1560
DESL.
DPS
300
TERRA
QUADRO P/ ATÉ 06 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA NÃO MEDIDA
(S/ESCALA)
PÁGINA 168 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Cotas em milímetros;
2. Os agrupamentos propostos são apenas orientativos, considerando os padrões apresentados
neste Padrão. Topologias de agrupamentos diferentes poderão ser aceitas desde que
previamente aprovadas pela EDP ESCELSA;
3. O corpo da caixa deverá ser em policarbonato, com tampa em policarbonato transparente;
4. Disjuntor geral máximo 250 A, fixado através de base inclusa à caixa, fabricada em alumínio;
5. Os barramentos 3/4”x 1/4”, devem ser fixados através de isoladores e identificados com as
cores: Fase R (A) – Vermelho; fase S(B) – Azul; Fase T(C) – Branco;
6. Em caso de utilização de caixas exclusivas para condomínio / serviço, estas deverão ficar
separadas do quadro, sendo interligadas através de união (niple) com diâmetro adequado;
7. As etiquetas do disjuntor geral, Ligado (vermelho) e Desligado (verde), devem ter dimensões 25
x 12 mm;
8. A plaqueta de identificação das caixas das unidades consumidoras, serão em acrílico branco
com escritos em baixo relevo preto, fixadas na parte interna das tampas através de parafuso
cabeça sem fenda;
9. Nos casos em que houver quadro de distribuição geral de baixa tensão – QGBT, a caixa
exclusiva do condomínio / serviço deverá ser instalada junto ao mesmo, conforme desenho 59
deste Padrão;
10. Demais detalhes associados à instalação dos agrupamentos seguem as mesmas orientações dos
agrupamentos convencionais;
11. Só poderão ser utilizadas, caixas em policarbonato tipo modular de fabricantes que possuam
protótipos específicos homologados pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 169 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 55 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até
7 medidores
310
780
NOTAS 6 E 9
1740
1560
TERRA
R S
N
T
LIG.
DISJ.
GERAL
DESL.
300
DPS
QUADRO P/ ATÉ 07 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA MEDIDA
(S/ESCALA)
PÁGINA 170 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
310
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
780
NOTAS 6 E 9
1740
1560
TERRA
N
R S T
LIG.
DISJ.
GERAL
DESL.
300
DPS
QUADRO P/ ATÉ 07 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA NÃO MEDIDA
(S/ESCALA)
PÁGINA 171 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Cotas em milímetros;
2. Os agrupamentos propostos são apenas orientativos, considerando os padrões apresentados
neste Padrão. Topologias de agrupamentos diferentes poderão ser aceitas desde que
previamente aprovadas pela EDP ESCELSA por seu setor de projetos;
3. O corpo da caixa deverá ser em policarbonato, com tampa em policarbonato transparente;
4. Disjuntor geral máximo 250 A, fixado através de base inclusa à caixa, fabricada em alumínio;
5. Os barramentos 3/4”x 1/4”, devem ser fixados através de isoladores e identificados com as
cores: Fase R (A) – Vermelho; fase S(B) – Azul; Fase T(C) – Branco;
6. Em caso de utilização de caixas exclusivas para condomínio / serviço, estas deverão ficar
separadas do quadro, sendo interligadas através de união (niple) com diâmetro adequado;
7. As etiquetas do disjuntor geral, Ligado (vermelho) e Desligado (verde), devem ter dimensões 25
x 12 mm;
8. A plaqueta de identificação das caixas das unidades consumidoras, serão em acrílico branco
com escritos em baixo relevo preto, fixadas na parte interna das tampas através de parafuso
cabeça sem fenda;
9. Nos casos em que houver quadro de distribuição geral de baixa tensão – QGBT, a caixa
exclusiva do condomínio / serviço deverá ser instalada junto ao mesmo, conforme desenho 59
deste Padrão;
10. Demais detalhes associados à instalação dos agrupamentos seguem as mesmas orientações dos
agrupamentos convencionais;
11. Só poderão ser utilizadas, caixas em policarbonato tipo modular de fabricantes que possuam
protótipos específicos homologados pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 172 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 56 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até
9 medidores
310
1040
NOTAS 6 E 9
LIG.
DISJ.
GERAL
1740
1560
DESL.
R S
T
N
DPS
300
TERRA
QUADRO P/ ATÉ 09 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA MEDIDA
(S/ ESCALA)
PÁGINA 173 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
310
NOTAS 6 E 9
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
1040
LIG.
DISJ.
GERAL
1740
1560
DESL.
R S
T
DPS
300
TERRA
QUADRO P/ ATÉ 09 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA NÃO MEDIDA
(S/ ESCALA)
PÁGINA 174 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Cotas em milímetros;
2. Os agrupamentos propostos são apenas orientativos, considerando os padrões apresentados
neste Padrão. Topologias de agrupamentos diferentes poderão ser aceitas desde que
previamente aprovadas pela EDP ESCELSA por seu setor de projetos;
3. O corpo da caixa deverá ser em policarbonato, com tampa em policarbonato transparente;
4. Disjuntor geral máximo 250 A, fixado através de base inclusa à caixa, fabricada em alumínio;
5. Os barramentos 3/4”x 1/4”, devem ser fixados através de isoladores e identificados com as
cores: Fase R (A) – Vermelho; fase S(B) – Azul; Fase T(C) – Branco;
6. Em caso de utilização de caixas exclusivas para condomínio / serviço, estas deverão ficar
separadas do quadro, sendo interligadas através de união (niple) com diâmetro adequado;
7. As etiquetas do disjuntor geral, Ligado (vermelho) e Desligado (verde), devem ter dimensões 25
x 12 mm;
8. A plaqueta de identificação das caixas das unidades consumidoras, serão em acrílico branco
com escritos em baixo relevo preto, fixadas na parte interna das tampas através de parafuso
cabeça sem fenda;
9. Nos casos em que houver quadro de distribuição geral de baixa tensão – QGBT, a caixa
exclusiva do condomínio / serviço deverá ser instalada junto ao mesmo, conforme desenho 59
deste Padrão;
10. Demais detalhes associados à instalação dos agrupamentos seguem as mesmas orientações dos
agrupamentos convencionais;
11. Só poderão ser utilizadas, caixas em policarbonato tipo modular de fabricantes que possuam
protótipos específicos homologados pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 175 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 57 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até
10 medidores
310
1040
NOTAS 6 E 9
1740
1560
TERRA
R S
T
N
LIG.
DISJ.
GERAL
DESL.
300
DPS
QUADRO PARA ATÉ 10 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA MEDIDA
(S/ESCALA)
PÁGINA 176 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
310
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
1040
NOTAS 6 E 9
1740
1560
Terra
R S T
LIG.
N
DISJ.
GERAL
DESL.
300
DPS
QUADRO PARA ATÉ 10 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA NÃO MEDIDA
(S/ESCALA)
PÁGINA 177 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Cotas em milímetros;
2. Os agrupamentos propostos são apenas orientativos, considerando os padrões apresentados
neste Padrão. Topologias de agrupamentos diferentes poderão ser aceitas desde que
previamente aprovadas pela EDP ESCELSA por seu setor de projetos;
3. O corpo da caixa deverá ser em policarbonato, com tampa em policarbonato transparente;
4. Disjuntor geral máximo 250 A, fixado através de base inclusa à caixa, fabricada em alumínio;
5. Os barramentos 3/4”x 1/4”, devem ser fixados através de isoladores e identificados com as
cores: Fase R (A) – Vermelho; fase S(B) – Azul; Fase T(C) – Branco;
6. Em caso de utilização de caixas exclusivas para condomínio / serviço, estas deverão ficar
separadas do quadro, sendo interligadas através de união (niple) com diâmetro adequado;
7. As etiquetas do disjuntor geral, Ligado (vermelho) e Desligado (verde), devem ter dimensões 25
x 12 mm;
8. A plaqueta de identificação das caixas das unidades consumidoras, serão em acrílico branco
com escritos em baixo relevo preto, fixadas na parte interna das tampas através de parafuso
cabeça sem fenda;
9. Nos casos em que houver quadro de distribuição geral de baixa tensão – QGBT, a caixa
exclusiva do condomínio / serviço deverá ser instalada junto ao mesmo, conforme desenho 59
deste Padrão;
10. Demais detalhes associados à instalação dos agrupamentos seguem as mesmas orientações dos
agrupamentos convencionais;
11. Só poderão ser utilizadas, caixas em policarbonato tipo modular de fabricantes que possuam
protótipos específicos homologados pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 178 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 58 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Instalações para até
12 medidores
310
1300
NOTAS 6 E 9
LIG.
DISJ.
GERAL
1740
1560
DESL.
R S
T
N
DPS
300
TERRA
QUADRO P/ ATÉ 12 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA MEDIDA
(S/ESCALA)
PÁGINA 179 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
310
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
1300
NOTAS 6 E 9
LIG.
DISJ.
GERAL
1740
1560
DESL.
R S
T N
DPS
300
TERRA
QUADRO P/ ATÉ 12 MEDIDORES
SUGESTÃO DE MONTAGEM
FIAÇÃO - ENERGIA NÃO MEDIDA
(S/ESCALA)
PÁGINA 180 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Cotas em milímetros;
2. Os agrupamentos propostos são apenas orientativos, considerando os padrões apresentados
neste Padrão. Topologias de agrupamentos diferentes poderão ser aceitas desde que
previamente aprovadas pela EDP ESCELSA por seu setor de projetos;
3. O corpo da caixa deverá ser em policarbonato, com tampa em policarbonato transparente;
4. Disjuntor geral máximo 250 A, fixado através de base inclusa à caixa, fabricada em alumínio;
5. Os barramentos 3/4”x 1/4”, devem ser fixados através de isoladores e identificados com as
cores: Fase R (A) – Vermelho; fase S(B) – Azul; Fase T(C) – Branco;
6. Em caso de utilização de caixas exclusivas para condomínio / serviço, estas deverão ficar
separadas do quadro, sendo interligadas através de união (niple) com diâmetro adequado;
7. As etiquetas do disjuntor geral, Ligado (vermelho) e Desligado (verde), devem ter dimensões 25
x 12 mm;
8. A plaqueta de identificação das caixas das unidades consumidoras, serão em acrílico branco
com escritos em baixo relevo preto, fixadas na parte interna das tampas através de parafuso
cabeça sem fenda;
9. Nos casos em que houver quadro de distribuição geral de baixa tensão – QGBT, a caixa
exclusiva do condomínio / serviço deverá ser instalada junto ao mesmo, conforme desenho 59
deste Padrão;
10. Demais detalhes associados à instalação dos agrupamentos seguem as mesmas orientações dos
agrupamentos convencionais;
11. Só poderão ser utilizadas, caixas em policarbonato tipo modular de fabricantes que possuam
protótipos específicos homologados pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 181 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 59 – Distribuição em Baixa Tensão – Agrupamento Modular de Medidores – Quadro geral de
Baixa Tensão – QGBT
PÁGINA 182 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Notas:
1. Cotas em milímetros;
2. Os agrupamentos propostos são apenas orientativos, considerando os padrões apresentados
neste Padrão. Topologias de agrupamentos diferentes poderão ser aceitas desde que
previamente aprovadas pela EDP ESCELSA por seu setor de projetos;
3. O corpo da caixa deverá ser em policarbonato, com tampa em policarbonato transparente;
4. Disjuntor geral máximo 250 A, fixado através de base inclusa à caixa, fabricada em alumínio;
5. Os barramentos 3/4”x 1/4”, devem ser fixados através de isoladores e identificados com as
cores: Fase R (A) – Vermelho; fase S(B) – Azul; Fase T(C) – Branco;
6. As etiquetas do disjuntor geral, Ligado (vermelho) e Desligado (verde), devem ter dimensões 25
x 12 mm;
7. A plaqueta de identificação das caixas das unidades consumidoras, serão em acrílico branco
com escritos em baixo relevo preto, fixadas na parte interna das tampas através de parafuso
cabeça sem fenda;
8. Demais detalhes associados à instalação dos agrupamentos seguem as mesmas orientações dos
agrupamentos convencionais;
9. Só poderão ser utilizadas, caixas em policarbonato tipo modular de fabricantes que possuam
protótipos específicos homologados pela EDP ESCELSA.
PÁGINA 183 DE 190
TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
VIGÊNCIA
PADRÃO TÉCNICO
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 60 – Esquema para ligação de Bomba de incêndio
CONECTOR
APROPRIADO
PROTEÇÃO DA BOMBA
DE INCÊNDIO(ESSENCIAIS)
MEDIDOR
PROTEÇÃO
GERAL
LINHA(FONTE)
CARGA
NIPLE, BUCHA E ARRUELA
APROPRIADO
CAIXA DE MEDIÇÃO INDIVIDUAL
(NOTA 3)
MOTO-BOMBA
(ESSENCIAIS)
CAIXA DE DISPOSITIVO DE PROTEÇÃO
(NOTA 2 E 3)
DIAGRAMA ESQUEMÁTICO - LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO
(S/ ESCALA)
Notas:
1. Deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com os dizeres: BOMBA DE
INCÊNDIO;
2. Conforme disposições do desenho 41 deste Padrão;
3. Poderão ser utilizadas ainda caixas em policarbonato do tipo modular, desde que as mesmas
sejam de fabricantes que possuam protótipos específicos homologados pela EDP ESCELSA.
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Desenho 61 – Placas de Advertência
Notas:
1. As placas deverão ser confeccionadas com material não ferruginoso e resistente à fixação,
pintadas com fundo na cor vermelha e os dizeres com letras (20x10)mm na cor branca;
2. As placas deverão ser aparafusadas ou fixadas com fita dupla face de boa aderência;
3. Dimensões em milímetros.
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
ANEXO C – MODELOS DE CARTA DE APRESENTAÇÃO
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TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Modelo 01 - Prévia consulta de Projeto Elétrico Para Atendimento
À
EDP ESCELSA
Av. Lourival Nunes, nº 390
Planalto de Carapina - Serra - ES
CEP 29162-748
Assunto: Prévia Consulta de Projeto Elétrico para definição de Atendimento.
Prezados Senhores,
(Nome da Firma)
com sede em
através de seu Eng.º abaixo assinado e
caracterizado responsável pela execução do projeto elétrico das instalações elétricas do edifício no local
abaixo mencionado, vem, por meio, desta, encaminhar as informações abaixo relacionadas:
1. Localização do Imóvel:
Rua/Avenida
Bairro
Localidade
Município
(
(
(
(
)
)
)
)
2. Quantidade de Unidades Consumidoras:
(os dados deverão ser fornecidos por unidades consumidoras típicas)
Nº de condomínios
Nº de apartamentos
Nº de lojas
Nº de salas
Nº de escritórios
Outros (especificar)
(
(
(
(
(
(
)
)
)
)
)
)
3. Área de Ocupação das Unidades Consumidoras:
Condomínios
Apartamentos
Lojas
Salas
Escritórios
Outros (especificar)
(
(
(
(
(
(
) m2
) m2
) m2
) m2
) m2
) m2
4. Área Bruta Total da Edificação
(
) m²
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TÍTULO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
5. Relação Estimativa das Cargas
5.1 - Cargas Totais a serem instaladas
Especificação
Quant.
Iluminação e Tomadas
Ar Condicionado
Aquecedor/Chuveiro Elétrico
Motores Elétricos
Outros (especificar)
(
(
(
(
(
)
)
)
)
)
Pot.unit
Pot.total
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
)
)
)
)
)
)
)
)
)
)
5.2 - Em anexo apresentamos:
•
Plantas de arquitetura dos pisos do edifício, que tenham locais destinados às instalações de
equipamentos da ESCELSA (medidores, câmara de transformação, etc.);
•
Planta de situação do edifício e da câmara de transformação.
5.3 - Endereço para correspondência e telefone para contato:
5.4 - Início da obra
___/___/____
Término da obra ___/___/____
Local e Data:
Atenciosamente,
PÁGINA 188 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
Modelo 02 - Solicitação de Análise de Projeto Elétrico para fornecimento de Energia Elétrica em BT (baixa
tensão)
À
EDP ESCELSA
Av. Lourival Nunes, nº 390
Planalto de Carapina - Serra - ES
CEP 29162-748
ASSUNTO: Solicitação de análise de Projeto Elétrico para fornecimento de energia em BT.
Prezados Senhores,
(Nome da Firma)
com sede em
através de seu Eng.º abaixo assinado e
caracterizado responsável pela execução do projeto elétrico das instalações elétricas do edifício no local
abaixo mencionado, vem, por meio, desta, encaminhar a V.Sas. as informações abaixo relacionadas:
1. LOCALIZAÇÃO DO IMÓVEL
Rua/Avenida
(
Bairro
(
Localidade
(
)
)
)
Município
(
)
2. QUANTIDADE DE UNIDADES CONSUMIDORAS
(os dados deverão ser fornecidos por unidades consumidoras típicas)
Nº de condomínios
(
)
Nº de apartamentos (
)
Nº de lojas
(
)
Nº de salas
(
)
Nº de escritórios
(
)
Outros (especificar)
(
)
3. ÁREA DE OCUPAÇÃO DAS UNIDADES CONSUMIDORAS
Condomínios
(
) m²
Apartamentos
(
) m²
Lojas
(
) m²
Salas
(
) m²
Escritórios
(
) m²
Outros (especificar)
(
) m²
4. ÁREA BRUTA TOTAL DO EDIFÍCIO
(
) m²
PÁGINA 189 DE 190
TÍTULO
FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO
SECUNDÁRIA EDIFICAÇÕES COLETIVAS
PADRÃO TÉCNICO
CÓDIGO
VERSÃO
PT.DT.PDN.03.14.005
01
VIGÊNCIA
INÍCIO
FIM
07/01/2015
07/01/2017
5. RELAÇÃO DAS CARGAS
5.1 - Carga Total a ser instalada
Especificação
Iluminação e Tomadas
Ar Condicionado
Aquecedor/Chuv. Elétrico
Motor Elétrico
Outros (especificar)
Total
Quant.
(
(
(
(
(
(
)
)
)
)
)
)
Pot.unit.
(
)
(
)
(
)
(
)
(
)
(
)
Pot.total
(
)
(
)
(
)
(
)
(
)
(
)
5.2 - Em anexo apresentamos:
5.2.1 - Planilhas
• Cargas por unidade consumidora;
• Cargas por circuitos alimentadores dos quadros de medição;
• Cargas por circuitos alimentadores parciais e gerais;
• Detalhamento do quadro de medição.
5.2.2 - Diagrama unifilar da instalação elétrica do edifício
5.2.3 - Plantas de arquitetura dos pisos do edifício que tenham locais destinados às instalações dos
equipamentos da ESCELSA (Ex.: Medidores, Câmara de Transformação, etc.).
5.2.4 - Plantas de situação do edifício, do ponto de entrega e da câmara de transformação, quando o
fornecimento não for disponibilizado diretamente da Rede de Distribuição Secundária (Baixa Tensão).
5.2.5 - Projeto civil e elétrico da câmara de transformação, inclusive com detalhes e cortes, quando o
fornecimento não for disponibilizado diretamente da Rede de Distribuição Secundária (Baixa Tensão).
5.2.6 - Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).
5.2.7 - Endereço para correspondência e telefone para contato.
6. Declara que o projeto foi executado, consoante o que estabelece as Normas vigentes da Associação
Brasileira de Normas Técnicas e da ESCELSA.
7. Início da Obra
Término da Obra
___/___/___
___/___/___
Local e Data:
Atenciosamente,
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