MPOEA - Volume I - Revisão Junho_2014

MPOEA - Volume I - Revisão Junho_2014
MPOEA
MANUAL DE PROJETOS E OBRAS ELÉTRICAS
E DE AUTOMAÇÃO
VOLUME I
ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS PARA
ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELÉTRICOS
JUNHO/2014
MPOEA
APRESENTAÇÃO
VOLUME I – ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DE
PROJETOS ELÉTRICOS
VOLUME II – PADRÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA EM BAIXA TENSÃO E
MÉDIA TENSÃO
VOLUME III – PROJETO E FABRICAÇÃO DE QUADROS DE COMANDO EM
BAIXA TENSÃO E CUBÍCULOS EM MÉDIA TENSÃO
VOLUME IV – ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO DE
OBRAS ELÉTRICAS
VOLUME V – ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DE
PROJETOS E EXECUÇÃO DE OBRAS DE AUTOMAÇÃO
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LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
ABNT – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS
ALNET – PROTOCOLO/REDE DE COMUNICAÇÃO ALTUS
ANATEL – AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇOES
ART – ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA
AT – SENSOR/TRANSMISSOR DO ANALISADOR ANALÍTICO
BDI – BONIFICAÇÃO E DESPESAS INDIRETAS
BDO – BOLETIM DIÁRIO DE OBRAS
BNDES – BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO
BT – BAIXA TENSÃO
CAT – COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DE TRABALHO
CCM – CENTRO DE CONTROLE DE MOTORES
CCO – CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL
CIPA – COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES
CND – CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITOS
COM – COMPONENT OBJECT MODEL
CP – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL
CR – CENTRO DE RESERVAÇÃO
CREA – CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA
CRS – CERTIFICADO DE REGULARIDADE DE SITUAÇÃO
CSV – COMMA SEPARATED VALUE
DCI – DETALHE DE CARGA INSTALADA
DCOM – DISTRIBUTED COMPONENT OBJECT MODEL
E/S – ENTRADA/SAÍDA
EA – ENTRADA ANALÓGICA DO CP
ECA – ESTAÇÃO DE COLETA DE AMOSTRA
ED – ENTRADA DIGITAL DO CP
EEE – ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ESGOTO
EET – ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ÁGUA TRATADA
EPC – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA
EPI – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
EST – ENCARGOS SOCIAIS E TRABALHISTAS
ETA – ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA
ETE – ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTOS
ETL – ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE LODO
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FAC – FICHA DE AVALIAÇÃO DA CONTRATADA
FACEM – FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DA CONTRATADA ELETROMECÂNICA
FBV – VÁLVULA DE BLOQUEIO
FCV – VÁLVULA DE CONTROLE DE VAZÃO
FD – FATOR DE DEMANDA
FE/FT – SENSOR/TRANSMISSOR DE VAZÃO
FGTS – FUNDO DE GARANTIA POR TEMPO DE SERVIÇO
FINSOCIAL – FUNDO DE INVESTIMENTO SOCIAL
GPDO – GERENCIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO OPERACIONAL
IEC - INTERNATIONAL ELECTROTECHNICAL COMMISSION
IHM – INTERFACE HOMEM MÁQUINA
INSS – INSTITUTO NACIONAL DE SEGURIDADE SOCIAL
ISA – INTERNATIONAL SOCIETY OF AUTOMATION
ISS – IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS
LE/LT – SENSOR/TRANSMISSOR DE NÍVEL
LREP – LAUDO DE RECEBIMENTO DE ESTUDOS E PROJETOS
LRO – LAUDO DE RECEBIMENTO DE OBRA
MC – MICROCOMPUTADOR / ESTAÇÃO DE OPERAÇÃO DO SUPERVISÓRIO
MOS – MANUAL DE OBRAS E SANEAMENTO
MPOEA – MANUAL DE PROJETOS E OBRAS ELÉTRICAS E DE AUTOMAÇÃO
MT – MÉDIA TENSÃO
MT – MINISTÉRIO DO TRABALHO
NBI – TENSÃO SUPORTÁVEL NOMINAL DE IMPULSO ATMOSFÉRICO
NBR – NORMA BRASILEIRA
NR – NORMA REGULAMENTADORA
NTC – NORMA TÉCNICA COPEL
ODBC – OPEN DATABASE CONNECTIVITY (CONECTIVIDADE ABERTA DE BANCO DE
DADOS)
OPC – OLE PROCESS CONTROL
OS – ORDEM DE SERVIÇO
PCV – VÁLVULA DE CONTROLE DE PRESSÃO
PIS/PASEP – PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL (PIS) - PROGRAMA DE
FORMAÇÃO DO PATRIMÔNIO DO SERVIDOR PÚBLICO (PASEP)
PROFIBUS – PROCESS FIELD BUS (BARRAMENTO DE CAMPO DE PROCESSOS)
PT – SENSOR/TRANSMISSOR DE PRESSÃO
RAP – RESERVATÓRIO APOIADO
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RBC – REDE BRASILEIRA DE CALIBRAÇÃO
RDA – REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA
REL – RESERVATÓRIO ELEVADO
RPO – REGISTRO PRÓPRIO DE OCORRÊNCIAS
RSE – RESERVATÓRIO SEMI-ENTERRADO
SA – SAÍDA ANALÓGICA DO CP
SAA – SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA
SC – CONVERSOR DE FREQÜÊNCIA
SCADA – SUPERVISORY CONTROL AND DATA ACQUISITION
SD – SAÍDA DIGITAL DO CP
SES – SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIOS
SESMET – SERVIÇOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO
SPDA – SISTEMA DE PROTEÇÃO DE DESCARGAS ATMOSFÉRICAS
SS – PARTIDA SUAVE (SOFT-STARTER)
SSC – SISTEMA DE SUPERVISÃO E CONTROLE
TAC – TESTES DE ACEITAÇÃO EM CAMPO
TAF – TESTES DE ACEITAÇÃO EM FÁBRICA
TC – TRANSFORMADOR DE CORRENTE
TS – TERMINAL SERVER
UCP – UNIDADE CENTRAL DE PROTEÇÃO
URP – UNIDADE REGIONAL PROPRIETÁRIA
USEM – UNIDADE DE SERVIÇO ELETROMECANICA
USMA – UNIDADE DE SERVIÇO DE MATERIAIS
USPE – UNIDADE DE SERVIÇO DE PROJETOS ESPECIAIS
USPO – UNIDADE DE SERVIÇO DE PROJETOS E OBRAS
USTI – UNIDADE DE SERVIÇO E TECNOLOGIA
VBA – VISUAL BASIC FOR APPLICATION
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NORMAS TÉCNICAS APLICÁVEIS
NORMAS GERAIS
Todos os equipamentos, materiais, projetos e serviços devem estar em
conformidade com a última revisão das normas técnicas publicadas pela Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, vigentes no momento da execução do
projeto e da obra. Na falta de normas desta organização devem ser atendidas, nas
mesmas condições, os padrões das seguintes entidades:
−
−
−
−
−
−
−
−
−
ANSI
IEEE
IEC
ISO
NEMA
IEC
U/L
ISA
SAMA
- American National Standards Institute
- Institute of Electrical and Electronic Engineers
- International Electrotechnical Commission
- International Standarization Organization
- National Electrical Manufacturers Association
- International Electrotechnical Commission
- Underwriter’s Laboratories
- The International Society of Automation
- Scientific Apparatus Makers Association
NORMAS ESPECÍFICAS
As normas gerais são complementadas pelos seguintes Manuais, Normas e
Especificações Técnicas na sua última versão:
−
−
−
−
−
−
−
−
MPOEA
MOS
MPOIM
MPS
MOP
MPHS
NTC
NR
- Manual de Projetos e Obras Elétricas e de Automação – Sanepar; (1)
- Manual de Obras de Saneamento – Sanepar; (1)
- Manual de Projetos e Obras de Instalações Mecânicas; (1)
- Manual de Projetos de Saneamento;
- Manual de Obras de Poços Tubulares Profundos;
- Manual de Projetos Hidrosanitários;
- Normas Técnicas Copel;
- Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego
(MTE);
(1) Disponível para consulta pública no site www.sanepar.com.br, em informações técnicas.
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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................ 11
2 CONDIÇÕES GERAIS .................................................................................................... 12
2.1 DA EXECUÇÃO DO PROJETO ELÉTRICO ................................................................ 12
2.2 APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA ............................................................................. 12
2.3 ENCAMINHAMENTO DO PROJETO ELÉTRICO PARA ANÁLISE E APROVAÇÃO ... 13
2.4 FATURAMENTO DO PROJETO ELÉTRICO ............................................................... 13
2.5 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO ......................................................................... 14
2.6 FORMATO DE APRESENTAÇÃO DO PROJETO ELÉTRICO E DE AUTOMAÇÃO .... 16
2.6.1 Apresentação gráfica .................................................................................................. 16
2.6.2 Regras de apresentação............................................................................................. 17
2.6.3 Folha de rosto............................................................................................................. 17
2.6.4 Ficha técnica .............................................................................................................. 19
2.6.5 Sumário ...................................................................................................................... 19
2.6.6 Memorial descritivo ..................................................................................................... 20
2.6.6.1 Apresentação ........................................................................................................... 20
2.6.6.2 Sistema existente ..................................................................................................... 20
2.6.6.3 Sistema proposto ..................................................................................................... 20
2.6.6.4 Entrada de energia elétrica ...................................................................................... 21
2.6.6.5 Cálculo de demanda ................................................................................................ 21
2.6.6.6 Sistema de aterramento ........................................................................................... 21
2.6.6.7 Circuitos de força ..................................................................................................... 22
2.6.6.8 Correção do fator de potência .................................................................................. 23
2.6.6.9 Iluminação interna / externa ..................................................................................... 23
2.6.6.10 Comando e automação - supervisão e controle ..................................................... 23
2.6.6.11 Instrumentação ...................................................................................................... 24
2.6.7 Declaração de Cargas (DCA / DCI) ............................................................................ 24
2.6.8 Quadro de cargas ....................................................................................................... 24
2.6.9 Planilha de queda de tensão ...................................................................................... 25
2.6.10 Lista de cabos .......................................................................................................... 25
2.6.11 Cálculo de curto circuito e seletividade das proteções ............................................. 25
2.6.12 Relação quantitativa de materiais e serviços ............................................................ 26
2.6.12.1 Quantitativo de materiais e serviços ....................................................................... 26
2.6.12.2 Orçamentação ....................................................................................................... 26
2.6.13 Relação de desenhos............................................................................................... 27
2.6.14 Desenhos ................................................................................................................. 27
2.6.14.1 Formato dos desenhos........................................................................................... 27
2.6.14.1.1 Espessura da pena para desenho em autocad .................................................. 27
2.6.14.1.2 Simbologia para desenhos ................................................................................ 28
2.6.14.1.3 Numeração dos desenhos ................................................................................. 28
2.6.14.1.4 Carimbo dos desenhos ...................................................................................... 28
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2.6.14.2 Apresentação dos desenhos .................................................................................. 28
2.6.14.2.1 Planta de localização da(s) área(s).................................................................... 29
2.6.14.2.2 Planta de situação da área ................................................................................ 29
2.6.14.2.3 Entrada de energia / diagrama unifilar geral ...................................................... 29
2.6.14.2.4 Desenhos de implantação ................................................................................. 31
2.6.14.2.5 Implantação – circuito de força .......................................................................... 31
2.6.14.2.6 Implantação – circuitos de comando.................................................................. 31
2.6.14.2.7 Implantação – sistema de aterramento .............................................................. 31
2.6.14.2.8 Implantação – iluminação externa ..................................................................... 32
2.6.14.2.9 Iluminação interna e tomadas ............................................................................ 32
2.6.14.2.10 Detalhes gerais.................................................................................................. 32
2.6.14.2.11 Desenhos dos quadros de comando ................................................................. 32
2.6.14.2.12 Desenhos de automação ................................................................................... 33
2.7 FORMATO DE NOME DE ARQUIVO (GED) ............................................................... 33
2.8 APRESENTAÇÃO DO PROJETO................................................................................ 34
3 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ELÉTRICOS E DE
AUTOMAÇÃO ................................................................................................................ 37
3.1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 37
3.2 ÁREAS AGRESSIVAS ................................................................................................. 37
3.3 ENTRADA DE ENERGIA EM BAIXA TENSÃO / 220V ................................................. 37
3.4 ENTRADA DE ENERGIA CLASSE 15/35kV - POSTO DE TRANSF. ATÉ 300 kVA..... 38
3.5 ENTRADA DE ENERGIA CLASSE 15/35kV – ACIMA DE 300kVA .............................. 39
3.5.1 Particularidades para utilização de transformadores a óleo flangeados ...................... 41
3.5.2 Particularidades para utilização de transformadores a seco ....................................... 41
3.6 SISTEMA DE ATERRAMENTO ................................................................................... 42
3.6.1 Nomenclatura das letras ............................................................................................. 42
3.6.2 Sistema de aterramento padrão sanepar .................................................................... 43
3.6.2.1 Esquema TN-C ........................................................................................................ 43
3.6.2.2 Esquema TN-C-S ..................................................................................................... 43
3.6.2.3 Esquema IT .............................................................................................................. 44
3.6.3 Sistema de aterramento de uma área ......................................................................... 45
3.6.4 Equalização de potencial ............................................................................................ 45
3.6.5 Malha de terra para subestação ................................................................................. 46
3.6.6 Malha de aterramento principal e eletrônica ............................................................... 46
3.6.7 Estudo de resistividade do solo .................................................................................. 47
3.7 ILUMINAÇÃO ............................................................................................................... 47
3.7.1 Iluminação externa ..................................................................................................... 48
3.7.2 Iluminação interna ...................................................................................................... 48
3.7.3 Tomadas .................................................................................................................... 49
3.8 SINALIZAÇÃO AÉREA ................................................................................................ 49
3.9 PÁRA-RAIOS E SPDA ................................................................................................. 50
3.10 BASES E CANALETAS PARA QUADROS .................................................................. 50
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3.11 CAIXAS DE PASSAGEM ............................................................................................. 50
3.12 ELETRODUTOS .......................................................................................................... 51
3.13 POÇO PROFUNDO ..................................................................................................... 51
3.13.1 Caixa tipo sela.......................................................................................................... 51
3.13.2 Fixação de cabos de força e eletrodos de nível ........................................................ 52
3.14 ELETRODOS DE NIVEL .............................................................................................. 52
3.15 ABRIGO PARA QUADROS DE COMANDO ................................................................ 52
3.16 CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS ACIONAMENTOS ............................................... 53
3.16.1 Diagrama de fluxo de sistema de água .................................................................... 53
3.16.2 Bombas com sucção negativa e escorva ................................................................. 53
3.16.3 Booster..................................................................................................................... 53
3.16.4 Elevatórias de água com bombas eixo horizontal/vertical......................................... 54
3.16.5 Elevatórias de água com bombas submersas/submersíveis .................................... 54
3.16.6 Elevatória de água – tanque de saturação ............................................................... 55
3.16.7 Elevatória de água de lavagem de filtros .................................................................. 56
3.16.8 Floculador ................................................................................................................ 56
3.16.9 Soprador de ar ......................................................................................................... 56
3.16.10 Compressor de ar .................................................................................................. 57
3.16.11 Sistema de secagem e desidratação de lodo em sistema de água ........................ 57
3.16.12 Raspador e transportador de lodo flotado .............................................................. 58
3.16.13 Elevatória de lodo flotado ....................................................................................... 58
3.16.14 Misturador rápido/lento........................................................................................... 59
3.16.15 Dosadora / recalque de cal .................................................................................... 59
3.16.16 Sistema de gás cloro .............................................................................................. 59
3.16.17 Dosadora/ recalque de cloro .................................................................................. 60
3.16.18 Dosadora eletrônica tipo diafragma ........................................................................ 60
3.16.19 Dosadora convencional .......................................................................................... 61
3.16.20 Chave bóia ............................................................................................................. 61
3.16.21 Eletrodos e relé de nível em água/esgoto .............................................................. 61
3.16.22 Diagrama de fluxo em sistema de esgoto............................................................... 61
3.16.23 Elevatória de esgoto .............................................................................................. 61
3.16.24 Recirculação e excedente de lodo ......................................................................... 62
3.16.25 Elevatória de lodo .................................................................................................. 63
3.16.26 Desarenador .......................................................................................................... 63
3.16.27 Grade manual ........................................................................................................ 64
3.16.28 Grade mecanizada e esteira transportadora .......................................................... 64
3.16.29 RALF...................................................................................................................... 64
3.16.30 Filtro anaérobico .................................................................................................... 65
3.16.31 Câmara de contato................................................................................................. 65
3.16.32 Gerador de Hipoclorito ........................................................................................... 65
3.16.33 Sistema de secagem e desidratação e inertização de lodo em sistemas de esgoto65
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3.16.34 Agitador / Mixer ...................................................................................................... 65
4 PROJETO PARA INFRAESTRUTURA DE DADOS E VOZ ........................................... 67
5 ANEXOS ......................................................................................................................... 69
5.1 ANEXO 01 – PLANILHA DE MEDIÇÃO ....................................................................... 69
5.2 ANEXO 02 – RESUMO DA MEDIÇÃO......................................................................... 69
5.3 ANEXO 03 – FAC - FICHA DE AVALIAÇÃO DA CONTRATADA................................. 69
5.4 ANEXO 04 – LREP - LAUDO DE RECEBIMENTO DE ESTUDOS E PROJETOS ....... 69
5.5 ANEXO 05 – QUADRO DE CARGA............................................................................. 69
5.6 ANEXO 06 – PLANILHA DE QUEDA DE TENSÃO...................................................... 69
5.7 ANEXO 07 – INDICE DE QUEDA DE TENSÃO 1 - 450/750V..................................... 69
5.8 ANEXO 08 – INDICE DE QUEDA DE TENSÃO 2 – CABOS ATÉ 70ºC ....................... 69
5.9 ANEXO 09 – INDICE DE QUEDA DE TENSÃO 3 – CABOS ATÉ 90ºC ....................... 69
5.10 ANEXO 10 – DECLARAÇÃO DE CARGA INSTALADA - DCA..................................... 69
5.11 ANEXO 11 – DETALHE DE CARGA INSTALADA - DCI .............................................. 69
5.12 ANEXO 12 – RELAÇÃO QUANTITATIVA DE MATERIAIS E SERVIÇOS.................... 69
5.13 ANEXO 13 – LISTA DE CABOS .................................................................................. 69
5.14 ANEXO 14 – CARIMBO 01 – FORMATOS A1, A2, A3 e A4 ....................................... 69
5.15 ANEXO 15 – CARIMBO 02 – FORMATOS A3 e A4..................................................... 69
5.16 ANEXO 16 – CARIMBO 03 – FORMATO A3 ............................................................... 69
6 ANEXO 18 – TABELAS TÉCNICAS ............................................................................... 70
6.1 TABELA 1 – CAPACITORES ....................................................................................... 70
6.2 TABELA 2 – ESCOLHA DE ELETRODUTOS E CONDUTORES................................. 70
6.3 TABELA 3 – CORRENTE CURTO NO SECUNDÁRIO - TRANSFORMADORES ........ 70
6.4 TABELA 4 – DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO DE COBRE .......................... 70
6.5 TABELA 5 – FLUXO LUMINOSO DAS LAMPADAS .................................................... 70
7 ANEXO 19 – DESENHOS DE REFERENCIA ................................................................. 71
7.1 DESENHOS GERAIS .................................................................................................. 71
7.2 CAIXAS DE PASSAGEM E CANALETAS .................................................................... 71
7.3 DESENHOS DE CANALETA E BASE DE FIXAÇÃO E ABRIGOS DE QUADROS DE
COMANDO ..................................................................................................................... 71
7.4 DESENHOS DE REFERENCIA PARA FIXAÇÃO DE ELETRODOS DE NÍVEL E
CHAVES BÓIAS ............................................................................................................. 72
7.5 DESENHOS DE REFERENCIA PARA ATERRAMENTO............................................. 72
7.6 DESENHOS DE REFERENCIA PARA ILUMINAÇÃO INTERNA E EXTERNA ............ 72
7.7 DESENHOS DE REFERENCIA PARA LIGAÇÃO DE MOTOR .................................... 73
7.8 DESENHOS DE REFERENCIA PARA INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS ............... 73
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1 INTRODUÇÃO
O Manual de Projetos e Obras Elétricas e de Automação – MPOEA, tem
como objetivo orientar e subsidiar os projetistas que executam os projetos elétricos e
de automação e as contratadas que executam as obras elétricas. O objetivo é
padronizar e uniformizar os procedimentos quanto aos aspectos técnico, econômico
e operacional dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário da
Companhia de Saneamento do Paraná - Sanepar.
Este manual sofre constantes revisões, pois, busca-se introduzir novos
materiais e novas tecnologias de maneira a atender às necessidades de projeto,
obra, operação e manutenção da Sanepar. Assim, para facilitar a atualização e a
sua consulta, o manual está dividido em volumes, conforme apresentação.
A presente versão do MPOEA (Volume I), foi atualizada e desenvolvida com
a participação das áreas eletromecânicas da Sanepar, entre elas:
- USEM – Unidade de Serviço Eletromecânica;
- USPE – Unidade de Serviço de Projetos Especiais;
- USPO – Unidade de Serviço Projetos e Obras.
Qualquer sugestão de melhoria dos volumes do MPOEA ou dúvidas quanto
ao conteúdo deste volume podem ser enviadas ao e-mail [email protected]
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MPOEA
2 CONDIÇÕES GERAIS
2.1 DA EXECUÇÃO DO PROJETO ELÉTRICO
O projeto elétrico deve ser executado sempre por projetista cadastrada na
Sanepar e deve ser desenvolvido conforme “MANUAL DE PROJETOS E OBRAS
ELÉTRICAS E DE AUTOMAÇÃO - MPOEA” na sua última versão.
2.2 APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA
As propostas apresentadas através de licitação, carta convite ou outra
modalidade licitatória deverão seguir o edital.
Para a apresentação da proposta comercial no caso de contratação direta a
projetista deve apresentá-la por escrito, contendo dados da empresa, com a
assinatura e identificação do ofertante, descrição do objeto orçado e de outros
fatores relevantes, tais como: quantidade, prazo de entrega, da validade da
proposta, de garantia, de execução, condições de pagamento preestabelecidas pela
Sanepar. As propostas poderão ser enviadas por fax ou e-mail com identificação do
funcionário da empresa e o numero do CNPJ.
A empresa vencedora do processo de contratação direta deve ainda
apresentar os seguintes itens conforme Lei Estadual 15.608/2007:
Prova de regularidade para com as fazendas Federal, Estadual e Municipal do
domicílio ou sede da empresa, bem como de regularidade para com a Fazenda do
Estado do Paraná, Prova de regularidade relativa à Seguridade Social (INSS),
mediante a apresentação da Certidão Negativa de Débitos / CND e do Fundo de
Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), mediante apresentação do Certificado de
Regularidade de Situação / CRS, Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas (CNDT),
documentação esta a ser solicitada, somente quando da contratação, da empresa
que apresentar proposta de menor valor e no caso de serviços contínuos, também
no ultimo faturamento.
No custo do projeto elétrico deve ser previsto na apresentação da proposta o
levantamento de dados técnicos no local da obra, contatos com a concessionária de
energia, detalhamentos executivos, adequação de projetos existentes ao atual
(sistema de força, sistema de comando e automatismo, sistema de controle de
processos, instrumentação, sistema de transmissão de dados, projeto de rádio
enlace, descritivo operacional) e aprovação dos projetos junto aos órgãos
competentes, inclusive emissão e recolhimento de ART.
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2.3 ENCAMINHAMENTO
APROVAÇÃO
DO
PROJETO
ELÉTRICO
PARA
ANÁLISE
E
Deve ser apresentada uma cópia do projeto elétrico, através de carta para
análise e aprovação junto a Sanepar. E, se for o caso proceder os ajustes e ou
alterações necessárias para que o mesmo atenda as normas e padrões atuais da
Sanepar.
O prazo para análise e aprovação do projeto elétrico pela Sanepar, será de
até 10 (dez) dias úteis, ou conforme indicado no termo de referência da contratação,
e será diluído no prazo total de execução.
O encaminhamento e a aprovação do projeto elétrico, junto à concessionária
é de responsabilidade da projetista contratada. Assim, toda e qualquer alteração e
ou sugestão feita pela concessionária devem ser prontamente atendidas pela
projetista, de maneira a aprovar o projeto na concessionária, sem ônus para a
Sanepar.
Recomenda-se que a execução de obras com o projeto aprovado pela
Sanepar a mais de 02 (dois) anos, sejam re-avaliados pelo gestor do
empreendimento, e havendo necessidade de atualização, consultar o responsável
técnico do projeto.
2.4 FATURAMENTO DO PROJETO ELÉTRICO
O faturamento referente à elaboração do projeto elétrico deve ser
apresentado conforme definição do recurso financeiro, atendendo as condições
abaixo:
a) Serão apresentadas em 2 vias para recursos próprios e 3 vias para recurso
financiado, e ainda serão exigidas mais vias ou outros documentos conforme
exigência do órgão financiador, sendo 1 (uma) via original, devidamente
encadernada com grampo macho-femea, contendo todos os elementos listados
abaixo. Todas as folhas devem ser preenchidas, numeradas e assinadas pelo
responsável, com carimbo contendo o nome completo e número do registro do
CREA. O carimbo deve ser de tamanho compatível com o campo a que se
destina. O faturamento deve ser enviado à área responsável pela contratação do
projeto, através de carta para o devido protocolo;
b) O FAC - Ficha de Avaliação da Contratada refere-se a um documento onde são
registrados a avaliação de desempenho da empresa contratada e os conceitos
mensal e final obtidos. Este documento é composto pelas planilhas, boletim
mensal de ocorrência, itens de verificação, conceituação mensal e conceituação
final. Este procedimento tem por objetivo padronizar a metodologia e critérios
para avaliação de desempenho das contratadas, que desenvolvem serviços de
engenharia (estudos, projetos, engenharia consultiva e afins), a partir das
modalidades concorrência, tomada de preços, convite ou contratação direta,
conforme limites estabelecidos pelos artigos 23 e 24 da Lei 8666/93 modificados
pela Lei 9648/98, Lei Estadual 15.608/07 e item 1 da Resolução Conjunta em
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vigor da Sanepar;
c) O LREP - Laudo de Recebimento de Estudos e Projetos é documento do
Sistema Normativo da Sanepar (SNS) e tem por objetivo aprovar a aceitação
final do projeto executado pela contratada, desde que atendidas todas as
condições do descritivo básico da contratação e também define a entrega final
do projeto a unidade contratante.
Para o faturamento
documentações:
a)
b)
c)
d)
e)
f)
do
projeto
deve-se
apresentar
as
seguintes
Nota Fiscal/Fatura;
Planilha de Medição – modelo conforme Anexo 01;
Resumo da Medição – modelo conforme Anexo 02;
Cópia da OS (Ordem de Serviço);
ART Engenheiro (somente na primeira via);
FAC (Ficha de Avaliação da Contratada).
2.5 DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
O projeto elétrico deve atender as exigências contidas no termo de
referência do edital de licitação ou carta convite, e aos seguintes aspectos:
a) Para a execução do projeto a projetista deve obrigatoriamente fazer o
levantamento dos dados técnicos no local da obra, observando as condições de
fornecimento de energia elétrica e quando necessário fazer contato com a
concessionária local;
b) A área contratante promoverá reuniões para detalhamento técnico do projeto
elétrico com a participação da projetista, da área operacional e da área
eletromecânica, com o objetivo de executar o projeto elétrico dentro das
necessidades destas áreas;
c) As informações técnicas necessárias para a execução do projeto elétrico, como:
condições operacionais, sistema de controle de processos, sistema de
comunicação entre áreas, automatização e outras referentes ao respectivo
processo, devem ser definidas junto ao coordenador do projeto elétrico/Sanepar,
observando sempre as informações e nomenclaturas do projeto básico/civil e de
acordo com as exigências contidas no descritivo da contratação;
d) O projeto elétrico deve contemplar itens que ofereçam confiabilidade
operacional, continuidade de serviço, flexibilidade, segurança operacional, baixa
manutenção e alta qualidade dos materiais dimensionados e aplicados segundo
as orientações da Sanepar;
e) O projeto elétrico dos quadros de comando deve ser executado seguindo as
orientações do Volume III – Projeto e Fabricação de Quadros de Comando em
Baixa Tensão e Cubículos de Média Tensão;
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f)
No desenvolvimento do projeto elétrico devem ser utilizados materiais e
equipamentos de empresas cadastradas e marcas homologadas na Sanepar;
g) O projeto elétrico em desenvolvimento deve ser executivo, com todos os
detalhamentos que se fizerem necessários, inclusive contendo o descritivo
operacional;
h) Todo equipamento elétrico deve demonstrar a representação dos seus bornes
de comando ou de força, conforme catálogo dos mesmos;
i)
O projeto elétrico deve sempre contemplar, comando REMOTO (Automático) e
LOCAL (manual) através do uso de chaves seletoras;
j)
Todas as proteções dos equipamentos elétricos devem atuar tanto no sistema
manual como no automático;
k) O projeto elétrico deve indicar claramente através de cores diferenciadas todas
as reformas, adequações ou ampliações no sistema existente que está sendo
reformado ou ampliado;
l)
É de responsabilidade da projetista encaminhar e aprovar o projeto elétrico junto
a concessionária de energia, comprometendo-se a proceder todas as alterações
solicitadas pela mesma de modo a aprová-lo, sem ônus para a Sanepar. A carta
de aprovação da concessionária deve ser encaminhada a Sanepar juntamente
com uma cópia do projeto carimbada e aprovada pela concessionária de
energia;
m) Na aprovação do projeto elétrico cabe à projetista contratada apresentar o
projeto
e
carta
orçamento
da
concessionária
referente
a
extensão/reforço/ampliação de rede de distribuição de energia elétrica, sendo
que estes eventuais custos, podem ser considerados no orçamento do projeto
elétrico ou a critério da Sanepar podem ser executados pela própria
concessionária através de quitação financeira dos custos através de fatura;
n) Quando da assinatura da Ordem de Serviço, a projetista deve apresentar ART
inicial devidamente quitada, e depois, quando da aprovação do projeto elétrico
pela Sanepar apresentar a ART final (substitutiva), a qual será anexada ao
projeto;
o) A aprovação do projeto elétrico por parte da Sanepar, não exime a projetista da
responsabilidade técnica sobre o mesmo;
p) No desenvolvimento do projeto elétrico onde exista a necessidade de projeto de
rádio enlace este deve ser elaborado, apresentado e aprovado conforme as
normas Anatel;
q) O quantitativo de materiais que acompanha o projeto deve ser executivo. Nele
deve estar relacionado todos os materiais, equipamentos e serviços que
constam no projeto e necessários para a execução e adequado funcionamento
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da unidade construtiva;
r)
A projetista deve incluir no memorial descritivo e no quantitativo de materiais e
serviços a obrigatoriedade do fornecimento do as-built após a execução da obra,
quando da conclusão desta.
2.6 FORMATO DE
AUTOMAÇÃO
APRESENTAÇÃO
DO
PROJETO
ELÉTRICO
E
DE
2.6.1 Apresentação gráfica
Os elementos componentes do projeto elétrico que devem ser apresentados
conforme descrito no padrão recomendado pela ABNT (NBR 14724), estão
relacionados abaixo:
a) Formato e Margens
O memorial deve ser digitado em papel branco A4 (210 mm x 297 mm), em
somente uma face da folha.
Recomenda-se, a utilização de fonte arial tamanho 16 para a capa, 12 para
o texto (desenvolvimento) e tamanho menor para sumário e paginação.
Com relação às margens, a folha deve apresentar margem de 3 cm à
esquerda e na parte superior, e de 2 cm à direita e na parte inferior.
b) Espaçamento
Todo o texto deve ser digitado com espaço simples.
Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede ou
que os sucede por dois espaços duplos.
c) Numeração Progressiva
Para evidenciar a sistematização do conteúdo deste trabalho, deve-se
adotar a numeração progressiva para as seções do texto, conforme norma ABNT
(NBR 6024). Os títulos das seções primárias, por serem as principais divisões do
texto, devem iniciar em folha distinta. Destacam-se gradativamente os títulos das
seções, utilizando-se os recursos de negrito, itálico ou grifo, caixa alta ou versal, e
outro, no sumário e de forma idêntica no titulo.
Exemplo:
1 SEÇÃO PRIMÁRIA – (TÍTULO 1)
1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA – (TÍTULO 2)
1.1.1 Seção terciária – (Título 3)
1.1.1.1 Seção quartenária – (Título 4)
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1.1.1.1.1 Seção quinária – (Título 5)
2.6.2 Regras de apresentação
Os elementos essenciais do projeto devem ser apresentados na seguinte
seqüência:
- Folha de Rosto;
- Ficha Técnica;
- Índice geral dos volumes;
- Sumário;
- Memorial Descritivo;
- Detalhe de Carga Instalada – DCI;
- Quadros de Carga;
- Planilha de Queda de Tensão;
- Lista de Cabos;
- Relação Quantitativa de Materiais e Serviços;
- Relação de Desenhos;
- Relação dos Quadros.
2.6.3 Folha de rosto
No alto da folha de rosto deve constar o símbolo da Sanepar bem como a
logomarca do Governo do Paraná.
Na seqüência na primeira linha deve constar:
“COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANÁ – SANEPAR”
Unidade de serviço contratante (logo abaixo dos dizeres acima).
Centralizado na página “PROJETO ELÉTRICO E DE AUTOMAÇÃO”.
Na seqüência o título do projeto que deve estar centralizado na página e na
folha e conter os seguintes dados (SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIOS SES ou SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA - SAA, Município, unidade
construtiva, unidade batizada).
Seis espaços simples e o nome da empresa projetista (razão social),
contendo endereço, telefone, fax e e-mail.
E finalmente na base da folha, o mês e ano da execução do projeto
“MÊS/ANO” (ver modelo próxima página).
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COMPANHIA DE SANEAMENTO DO PARANÁ – SANEPAR
“UNIDADE DE SERVIÇO RESPONSAVEL”
PROJETO ELÉTRICO E DE AUTOMAÇÃO
SAA / SES MUNICIPIO
UNIDADE CONSTRUTIVA
LOGOMARCA DA EMPRESA
ENDEREÇO, FONE, FAX, E-MAIL
PROJETISTA,
NOME,
MÊS/ANO
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2.6.4
Ficha técnica
Após a folha de rosto, a próxima folha será chamada de FICHA TÉCNICA.
Nesta folha serão apresentados os dados técnicos da Empresa executora do projeto
elétrico, conformidades, normas e critérios adotados.
Os dados dos responsáveis técnicos pela execução do projeto elétrico e da
análise e aprovação junto a Sanepar conforme abaixo:
“Projeto elétrico elaborado pela (nome da empresa projetista), conforme O.S.
XXXX/YY, segue as recomendações normativas da ABNT, através de suas
publicações NBR-5410 e NBR-14039, além das normas de fornecimento de energia
elétrica da concessionária local e o Manual de Projetos e Obras Elétricas e de
Automação – JUN/2014”.
“Os critérios adotados para o tipo de instalação são os utilizados atualmente
pela Sanepar”.
i. Dados da Empresa executora do Projeto Elétrico:
Nome da Projetista
Endereço completo
Cidade e estado
Fone - Fax
E-mail
ii. Responsável Técnico:
Nome completo e CREA
iii. Projetista:
Nome completo e CREA.
iv. Responsável pela análise e aprovação do projeto elétrico pela Sanepar:
Nome completo e CREA, Unidade de Serviço.
v. Novamente na base da folha, mês e ano da execução do projeto
2.6.5 Sumário
O sumário contém um conjunto padronizado de elementos ou documentos
efetivamente citados no texto, que permite sua identificação individual para melhor
visualização e acesso aos dados.
Exemplo:
1 APRESENTAÇÃO............................................................................................... 01
2 SISTEMA EXISTENTE/PROPOSTO .................................................................. 02
3 ENTRADA DE ENERGIA..................................................................................... 03
4 SISTEMA DE ATERRAMENTO............................................................................ 04
5 CIRCUITOS DE FORÇA ..................................................................................... 05
6 CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA........................................................... 05
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7 ILUMINAÇÃO INTERNA E EXTERNA................................................................. 06
8 COMANDO E AUTOMATIZAÇÃO – SUPERVISÃO E CONTROLE.................. 07
9 INSTRUMENTAÇÃO........................................................................................... 07
10 PARÁ-RAIOS E SINALIZAÇÃO AÉREA.......................................................... 08
11 ANEXOS
11.1 DETALHE DA CARGA INSTALADA – DCA / DCI........................................... 09
11.2 QUADRO DE CARGAS.................................................................................... 10
11.3 PLANILHA DE QUEDA DE TENSÃO............................................................... 11
12 LISTA DE CABOS............................................................................................. 12
13 RELAÇÃO QUANTITATIVA DE MATERIAIS E SERVIÇOS............................ 12
14 RELAÇÃO DE DESENHOS............................................................................... 13
15 DESENHOS DOS QUADROS DE COMANDO................................................. 13
2.6.6 Memorial descritivo
Deve conter a situação atual, situação projetada, definições da
instrumentação, equipamentos, justificativas da solução adotada, dimensionamento
de ramais, redes e equipamentos.
O memorial descritivo do projeto elétrico deve apresentar as características
operacionais do sistema existente quando houver e do sistema projetado, contendo
os itens a seguir:
2.6.6.1 Apresentação
A apresentação refere-se à descrição do projeto quanto à localidade e
município, empresa projetista, normas utilizadas e destacando os aspectos mais
significativos na concepção do projeto de água ou esgoto. Quando se tratar de
projeto de ampliação ou reforma, deve-se descrever, em detalhes, estes serviços.
2.6.6.2 Sistema existente
É a descrição completa das características e condições elétricas do sistema
em operação, informando o que permanecerá funcionando e o que será desativado,
motivo da reforma e da situação das instalações elétricas existentes. Descrever a
entrada de energia existente, motores, unidades construtivas, quadros de comando,
correção do fator de potência, sistema de automatismo, sistema de supervisão e
controle operacional existente e as necessidades da área em questão. Informar
quais materiais e equipamentos serão removidos e a destinação final destes.
2.6.6.3 Sistema proposto
É a descrição completa do projeto a ser executado, contendo todas as
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informações pertinentes ao projeto, tais como, entrada de energia, circuitos de força,
quadros de comando, equipamentos instalados, iluminação externa, condição
operacional, sistema de supervisão e controle, etc.
2.6.6.4 Entrada de energia elétrica
A entrada de energia elétrica deve obedecer ao projeto específico, e seguir
as orientações do Manual de Projetos e Obras Elétricas e de Automação da
Sanepar, Volume II - Normas e Padrões de Entrada de Energia MT e BT, e às
normas da Concessionária local.
2.6.6.5 Cálculo de demanda
Apresentar no projeto elétrico no memorial descritivo o cálculo de demanda
a ser contratada. Caso a demanda for inferior a 30 kW deve ser contratada a mínima
aceita pela concessionária de 30 kW, grupo A – convencional, sujeita a aprovação.
A Sanepar deve apresentar o contrato de demanda devidamente preenchido
e assinado pela área responsável delegada pela Diretoria da Sanepar à
concessionária de energia quando da análise do projeto. Para o projeto da entrada
de energia deve ser feito levantamento no local da obra e consultar a concessionária
para definição da entrada a ser adotada.
2.6.6.6 Sistema de aterramento
O sistema de aterramento deve ser apresentado no memorial descritivo e
em projeto específico, indicando as recomendações da NBR 5419, NBR 5410 e NBR
7117, e considerando os seguintes itens:
- medição da resistividade do solo (utilizar o método de Wenner);
- memória de cálculos;
- critérios de dimensionamento da malha;
- interligações com os sistemas existentes; e
- quantitativo de materiais e serviços.
Devem ser apresentados os cálculos para a implantação da malha de terra
para atingir um valor mínimo admitido pelo sistema a ser instalado. Quando
necessário, fornecer o detalhadamente do tratamento químico empregado no solo.
Para a elaboração de malhas dos postos de transformação, entradas de
energia e cubículos, seguir também as recomendações sobre proteção contra
descargas atmosféricas.
Todo o sistema de aterramento deve ser interligado entre si e devem ser
especificadas/empregadas apenas conexões exotérmicas. Devem ser previsto
pontos de aterramento em caixa de concreto para as devidas medições periódicas
da malha e barras de equipotencialidade em cada edificação, onde serão
executadas as conexões com os equipamentos da área.
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2.6.6.7
Circuitos de força
Descrever, por área e unidade do sistema, os circuitos de força com a
descrição dos alimentadores dos quadros de comando e dos equipamentos quanto a
sua função, potência em (cv), tensão (V), seção nominal dos condutores (mm2), dos
eletrodutos (mm), proteções, tipo de acionamento e demais observações
necessárias. Para os ramais alimentadores dos quadros de comando, descrever e
identificar, por área e unidade do sistema, o circuito de força que alimenta cada
quadro, indicando o quadro alimentador e o quadro alimentado, seção nominal dos
condutores (mm2), eletrodutos (mm), proteções e potência em kVA.
A representação dos circuitos nos desenhos deve seguir as recomendações
conforme exemplos abaixo:
Representação:
3#95(95)mm² – PVC – 750V
4x[3#95(95)mm²] – EPR – 0,6/1,0kV
3#4,0mm² – PVC – 0,6/1,0kV (fases)
+ 1#4,0mm² – PVC – 750V (PE)
1#4x16mm² – PVC – 0,6/1,0kV
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Descrição do circuito:
Circuito trifásico constituído por cabos
unipolares sendo 01 condutor por fase de
95mm² e 01 condutor para o neutro de
95mm², com material de isolação em PVC,
temperatura máxima do condutor de 70ºC,
para tensões nominais até 750V.
Exemplo de aplicação: ramal secundário de
transformadores.
Circuito trifásico constituído por cabos
unipolares sendo 04 condutores por fase de
95mm² e 04 condutores para o neutro de
95mm², com material de isolação em EPR,
temperatura máxima do condutor de 90ºC,
para tensões nominais até 0,6/1,0kV.
Exemplo de aplicação: ramal secundário de
transformadores.
Circuito trifásico constituído por cabos
unipolares sendo: 01 condutor por fase de
4,0mm², com material de isolação em PVC,
temperatura máxima do condutor de 70ºC,
para tensões nominais até 0,6/1,0kV. E, um
condutor de proteção (terra) unipolar de
4,0mm², com material de isolação em PVC,
temperatura máxima do condutor de 70ºC,
para tensões nominais até 750V.
Exemplo de aplicação: ramal alimentador de
motores.
Circuito constituído por 01 cabo multipolar
de 04 vias (condutores) de 16mm², com
material de isolação em PVC, temperatura
máxima do condutor de 70ºC, para tensões
nominais até 0,6/1,0kV.
Exemplo de aplicação: ramal alimentador de
motores.
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2x[1#4x25mm²] – EPR – 0,6/1,0kV
1#7x1,5mm² – PVC – 750V –
controle
Circuito
constituído
por
02
cabos
multipolares de 04 vias (condutores) de
25mm² cada, com material de isolação em
EPR, temperatura máxima do condutor de
90ºC, para tensões nominais até 0,6/1,0kV.
Exemplo de aplicação: ramal alimentador de
motores.
Circuito constituído por 01 cabo multipolar
de 07 vias (condutores) de 1,5mm² cada,
com material de isolação em PVC,
temperatura máxima do condutor de 70ºC,
para tensões nominais até 750V, com
aplicação para controle.
Exemplo de aplicação: cabos de comando
para interligação entre quadros.
2.6.6.8 Correção do fator de potência
A correção do fator de potência deve ser prevista para todas as cargas
significativas do sistema. Apresentar os cálculos necessários, informando o reativo
da carga e do capacitor, prevendo-se uma correção no mínimo para 95%. Deve ser
contemplada a correção individual por cargas. Descrever o local de instalação,
características do capacitor, potência em kVAr, tensão (V), corrente (A), tipo de
ligação, proteção com disjuntor e contator se for o caso, seção nominal do condutor
em mm2.
2.6.6.9 Iluminação interna / externa
Descrever por área e unidade construtiva os circuitos de iluminação com a
descrição dos ramais alimentadores derivando dos quadros de comando, contendo
seção nominal dos condutores, de acordo com a queda de tensão do circuito. Deve
ser prevista iluminação interna quando existir abrigos, casas de bombas,
laboratórios, escritórios, casa do operador, etc. e externa sempre que houver
necessidade de que seja iluminada, demais detalhes ver item 3 - ORIENTAÇÕES
TÉCNICAS PARA PROJETOS ELÉTRICOS.
2.6.6.10 Comando e automação - supervisão e controle
A projetista deve descrever todas as informações necessárias referente as
condições operacionais de cada equipamento e do processo, de maneira a fornecer
uma visualização do comando manual e automático, utilizando como suporte ao
descritivo textual os diagramas elétricos. A descrição deve conter informações sobre
os sistemas de proteções, intertravamentos, controle, set-point, condições de liga e
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desliga manual e automático, controle do processo através dos diversos sensores
tais como: nível, pressão, vazão, interruptor horário, pH, revezamentos, atuação do
CP, entradas e saídas digitais e analógicas, etc. Havendo conversores de
frequência, descrever sobre as condições de operação manual e automático, sobre
o controle do processo e set-point.
O projeto elétrico e de automação deve seguir as orientações do Volume V
para sua elaboração.
2.6.6.11 Instrumentação
Detalhar o local da instalação, fixação e indicar as características da
instrumentação do sistema projetado, informando o tipo do instrumento e suas
características técnicas principais, TAG, assim como a sua função dentro do
processo.
O projeto de instrumentação deve seguir as orientações do Volume V.
2.6.7 Declaração de Cargas (DCA / DCI)
Os formulários DCA e DCI conforme Anexos 10 e 11, são utilizados pelas
concessionárias de energia para declaração das potências, das características e
regime de operação das cargas instaladas na unidade consumidora, e solicitado
para análise e efetivação do atendimento. O DCA é utilizado para atendimento em
baixa tensão e o DCI para alta tensão. Os formulários devem ser apresentados no
projeto elétrico e serem preenchidos com todos os detalhes necessários.
2.6.8 Quadro de cargas
O quadro de cargas deve conter a distribuição das cargas e as seguintes
informações conforme Anexo 07.
a) Nome da cidade / unidade;
b) Número do circuito;
c) Discriminação;
d) Carga em kW;
e) Distribuição das cargas conforme as fases;
f) Disjuntor de proteção;
g) Carga total instalada em kW;
h) Carga utilizada em kW;
i) Demanda declarada em kW e o fator de demanda;
j) Potência máxima em kVA e o fator de potência antes da correção;
k) Corrente total por fase em A;
l) Seção nominal do ramal alimentador em mm2.
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2.6.9 Planilha de queda de tensão
A planilha de queda de tensão deve ser preenchida conforme formulário
constante dos Anexo 06, a qual deve constar dos seguintes dados:
a) Diagrama da distribuição de cargas;
b) Tensão do circuito em [V];
c) Descrição do trecho do circuito;
d) Carga [W];
e) Corrente do circuito em [A];
f) Comprimento do trecho do circuito considerado [m];
g) Seção nominal do condutor no trecho considerado em mm2;
h) Temperatura no condutor [ºC];
i) Para o índice “k“, utilizar em casos de circuitos monofásicos as tabelas abaixo:
Anexo 07 – Índice de queda de tensão 1 – isolação 450/750V
Anexo 08 – Índice de queda de tensão 2 – isolação até 70ºC
Anexo 09 – Índice de queda de tensão 3 – isolação até 90ºC
j) Queda de tensão em %, é calculada através da fórmula do Anexo 06, onde a
queda máxima admitida pela Sanepar no ponto de utilização será de 5% e os
circuitos terminais não tenham queda superior a 4%.
2.6.10 Lista de cabos
A lista de cabos tem como objetivo subsidiar e orientar a análise do projeto,
bem como orientar e facilitar o trabalho de manutenção ou quando da execução da
obra. A lista deve conter o numero do cabo, numero do circuito por cabo, seção,
características elétricas, origem e comprimento dos lances. A lista deve ser
agrupada pela aplicação, nível de tensão, isto é, cabos de força, cabos de comando,
cabos de sinal, cabos de aterramento. Devem ser listados na ordem crescente de
Tag do equipamento/instrumento. Preencher conforme planilha modelo Anexo 13.
2.6.11 Cálculo de curto circuito e seletividade das proteções
Quando se tratar de unidades com potencia instalada superior a 300 kVA e
no caso de subestações, a projetista deve apresentar estudo de seletividade e
cálculo de curto circuito da instalação como um todo, indicando todos os dispositivos
de proteção elétrica em diagramas unifilares e multifilares, desde a entrada de
energia até as cargas principais (motores elétricos), com seus respectivos ajustes.
Dentro deste estudo devem ser considerados:
a) O cálculo de curto circuito na entrada da instalação, no secundário do
transformador e no barramento de cada quadro do sistema.
b) Informar a característica da impedância de curto circuito na entrada (primário)
fornecida pela concessionária local, apresentando o circuito de impedâncias do
sistema e os pontos dos locais de falta, considerados no estudo.
c) Apresentar as curvas de atuação da proteção, assim como os pontos que serão
protegidos.
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d) Apresentar os ajustes dos relés de fase e de neutro instantâneo e temporizado
(50, 51, 50N e 51N).
e) Apresentar os valores para os curtos assimétrico e simétrico, trifásicos, no
primário e curto trifásico assimétrico e simétrico no secundário.
f) Apresentar o curto circuito monofásico máximo e mínimo no primário e curto
monofásico máximo no secundário.
g) Apresentar o valor total da corrente de Inrush dos transformadores e a condição
desfavorável para a corrente do sistema.
h) No diagrama unifilar indicar: posição dos TC e relés, barramentos e tensões,
transformadores de força, com impedância de curto e potência nominal.
2.6.12 Relação quantitativa de materiais e serviços
Deve ser apresentada a relação quantitativa de materiais e serviços para
cada área e por tipo de instalação, conforme modelo no Anexo 12.
2.6.12.1 Quantitativo de materiais e serviços
O quantitativo de materiais e serviços deve ser executivo, de forma que seja
elaborado, especificado e detalhado considerando as quantidades reais do projeto.
Os serviços a serem executados e os materiais aplicados nas instalações elétricas
do sistema devem ser separados por área, unidades básicas e itens de serviço.
O quantitativo de materiais e serviços deve seguir as orientações do
software utilizado pela Sanepar – Maxor, sendo que na especificação dos materiais
e equipamentos componentes do projeto deve conter além das características
técnicas, a indicação da referência comercial, seguida da expressão “ou similar“.
Somente marcas homologadas e cadastradas na Sanepar devem fazer parte
do quantitativo de materiais do projeto.
2.6.12.2 Orçamentação
Deve ser elaborado o orçamento, para cada área e por tipo de instalação,
conforme quantitativo de materiais e serviços, contendo todos os custos necessários
para a execução da obra como custo de materiais, equipamentos, mão de obra, etc.
O quantitativo de materiais e serviços deve ser apresentado valorizado em
R$, citando a data da elaboração mês/ano. O orçamento não deve conter o BDI,
pois este será aplicado posteriormente pela Sanepar.
Deve obrigatoriamente ser anexado ao projeto as cotações utilizadas para
elaboração do orçamento de materiais e ou equipamentos que não constam no
banco de dados do Maxor (quadros, geradores, transformadores), instrumentos,
atuadores, microcomputador, CP, rádio-modem, torre, licenças de softwares, abrigos
de quadros ou de medição, planilha de mão de obra.
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2.6.13 Relação de desenhos
Relacionar os desenhos por ordem de apresentação, devendo constar o
número e o título do desenho. Neste item deve se relacionar as peças gráficas de
instalação e os desenhos dos quadros de comando.
2.6.14 Desenhos
2.6.14.1 Formato dos desenhos
Os desenhos devem ser apresentados preferencialmente nos seguintes
formatos: A4, A3, A2 ou A1, conforme necessidade, em casos excepcionais utilizar o
formato A0.
2.6.14.1.1 Espessura da pena para desenho em autocad
A) Construção Civil
0,05 mm: linhas auxiliares;
0,10 mm: layout de Implantação, plantas de instalações;
0,20 mm: texto (tamanho de letra inferior a 2 inclusive);
0,30 mm: texto (tamanho entre 2,1 e 2,9);
0,40 mm: texto (tamanho de letra superior a 3 inclusive);
B) Instalações Elétricas
0,05 mm: linhas auxiliares,
0,10 mm: linhas auxiliares,
0,20 mm: texto (tamanho de letra inferior a 2 inclusive), desenhos de detalhes.
0,30 mm: texto (tamanho entre 2,1 e 2,9), simbologia de elétrica.
0,40 mm: texto (tamanho de letra superior a 3 inclusive), diagrama unifilar da entrada
de energia.
0,60 mm: eletrodutos (aparente, embutido em piso ou parede), malha de
aterramento.
Nos detalhes devem ser usadas diversas espessuras, de modo a ser o mais
esclarecedor possível.
Em todos os desenhos as instalações elétricas devem ficar realçadas em
relação à construção civil quando de sua plotagem.
C) Diagramas Unifilar/Funcional
0,05 mm: linhas auxiliares,
0,10 mm: linhas auxiliares,
0,20 mm: texto (tamanho de letra inferior a 2 inclusive), linhas de interligação entre
bornes de força e comando.
0,30 mm: texto (tamanho entre 2,1 e 2,9), simbologia de elétrica.
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0,40 mm: texto (tamanho de letra superior a 3 inclusive).
0,60 mm: linhas indicadoras de barramentos.
2.6.14.1.2 Simbologia para desenhos
A simbologia a ser utilizada na elaboração dos projetos elétricos deve ser
conforme mostrado nos desenhos de referência S-01/04 a S-04/04.
2.6.14.1.3 Numeração dos desenhos
Os desenhos devem ser numerados conforme a seqüência XX/YY/ZZ, onde:
XX - indicará o número do desenho do projeto.
YY - indicará o número da área. Caso seja a situação geral o campo YY será igual a
“00“. Se for um desenho da área número 1 o campo YY será igual a “01“.
ZZ - indicará o número total de desenhos constantes no projeto. Caso o projeto
tenha 25 desenhos ZZ será igual a 25.
Desenho numerado como 12/01/22, 12 é o número do desenho, 01 é o
número da área do sistema e 22 é o número total de desenhos do projeto.
2.6.14.1.4 Carimbo dos desenhos
Os carimbos a serem utilizados em todos os formatos de desenhos
constantes do projeto devem ser executados conforme abaixo:
Modelo de carimbo 01 (formatos A1 - A2 - A3 e A4) – ver Anexo 14;
Modelo de carimbo 02 (formatos A3 e A4 - folha horizontal) – ver Anexo 15;
Modelo de carimbo 03 (formato A3 - folha horizontal) – ver Anexo 16.
2.6.14.2 Apresentação dos desenhos
Os desenhos devem ser apresentados em ordem numérica e por área. Estes
devem compor o projeto elétrico, atendendo a seguinte sequência:
a) Planta de localização da(s) área(s);
b) Planta de situação da área;
c) Entrada de energia/diagrama unifilar geral;
d) Implantação – circuitos de força;
e) Implantação – circuitos de comando e comunicação;
f) Implantação – sistema de aterramento;
g) Implantação – iluminação externa;
h) Iluminação interna e tomadas;
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i) Detalhes gerais;
j) Desenhos dos quadros de comando;
k) Desenhos de automação.
2.6.14.2.1 Planta de localização da(s) área(s)
A planta de localização deve conter informações referente a todas as áreas
previstas em projeto, apresentando informações como:
a) Locação das unidades construtivas na cidade;
b) Norte geográfico;
c) Nome das ruas e principais pontos de identificação das áreas.
2.6.14.2.2 Planta de situação da área
A planta da situação da área deve apresentar todas as informações
referentes a cada uma das áreas previstas em projeto, apresentando informações
conforme abaixo:
a) Localização da área especifica, identificando o tipo de coordenada, se geográfica
ou UTM;
b) Nome das ruas principais e secundárias;
c) Características do posteamento da rede de média/baixa tensão da
concessionária local e a sua localização (informar número do poste e ou chave
fusíveis);
d) Urbanização;
e) Localização de transformador da concessionária próximo a área de atendimento;
f) Tensão de fornecimento e o ponto de derivação para a entrada de energia a ser
projetada;
g) Carimbo 1 – com dados da unidade construtiva;
h) Para apresentação na concessionária de energia esta planta deve ser em
formato A4.
2.6.14.2.3 Entrada de energia / diagrama unifilar geral
O desenho da entrada de energia, em média tensão ou em baixa tensão,
deve ser apresentado em formato A1 ou A2.
No desenho da entrada de energia em baixa tensão devem constar as
seguintes informações:
a) Executar a entrada de energia dentro das normas da concessionária local e
seguir as orientações do MPOEA - Volume II – Padrões de Entrada de Energia
em BT e MT;
b) Mostrar duas vistas da entrada, com a identificação de todos os componentes e
equipamentos da mesma;
c) Detalhar a mureta ou abrigo da medição, com uma vista frontal, lateral e planta,
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MPOEA
d)
e)
f)
g)
h)
i)
j)
conforme orientações do MPOEA - Volume II – Padrões de Entrada de Energia
em BT e MT;
Apresentar legenda, notas e observações;
Na legenda identificar cada condutor da entrada de energia;
Observação: “os materiais empregados devem ser de marcas de fabricantes
cadastrados e homologados pela Sanepar e concessionárias de energia”;
As medidas devem ser em mm;
Identificar todas as caixas da entrada de energia;
O diagrama unifilar geral deve ser composto da entrada de energia, medição,
proteções e quadro de distribuição geral. Identificar no diagrama unifilar geral
cada parte componente da medição. Apresentar a seção nominal dos
condutores, dos alimentadores e dos eletrodutos;
Informar o número da NTC aplicada e a categoria.
Na entrada de energia em Média Tensão 13,8kV ou 34,5kV, deve constar as
seguintes informações:
a) Executar a entrada de energia dentro das normas da concessionária local,
seguindo as orientações do MPOEA - Volume II – Padrões de Entrada de
Energia em BT e MT;
b) Mostrar duas vistas da entrada, com a identificação de todos os componentes e
equipamentos da mesma;
c) Detalhar a mureta ou abrigo da medição, com uma vista frontal, lateral e planta,
seguindo as orientações do MPOEA - Volume II – Padrões de Entrada de
Energia em BT e MT;
d) Apresentar legenda, notas e observações;
e) Na legenda identificar cada condutor da entrada de energia;
f) Acrescentar a observação: “os pára-raios, chaves fusíveis, postes e o
transformador devem ser de marcas de fabricantes cadastradas e homologadas
pela Sanepar e concessionária de energia, os demais homologados pela
Sanepar”;
g) As medidas devem ser em mm;
h) Identificar cada caixa da entrada de energia;
i) O diagrama unifilar geral deve ser composto da entrada de energia,
transformador, medição, proteções e quadro de distribuição geral;
j) Identificar no diagrama unifilar geral cada parte componente da medição;
k) No caso de uma subestação abrigada ou ao tempo, apresentar tantos desenhos
quanto forem necessárias para a sua completa identificação ou detalhamento;
l) No diagrama unifilar geral apresentar a seção nominal dos condutores, dos
alimentadores e dos eletrodutos;
m) Informar o número da NTC aplicada e a categoria;
n) Número de fases: 3φ em 13,8kV ou 34,5kV;
o) Ramal aéreo - ver normas da concessionária local;
p) Posto de transformação ver orientações do MPOEA - Volume II – Padrões de
Entrada de Energia em MT;
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2.6.14.2.4 Desenhos de implantação
Também chamada de planta baixa da área específica, deve ser
desenvolvida para cada área. O desenho deve conter informações relacionadas e
indicadas na planta de leiaute da unidade projetada. O desenho pode ser
apresentado em formato A1 ou A2, preservando a qualidade da leitura das palavras
e visualização dos desenhos. O(s) desenho(s) deve(m) conter informações sobre a
localização da entrada de serviço, ramais alimentadores, posição dos quadros de
comando, iluminação externa e interna se for o caso, detalhes de automação e
outros.
2.6.14.2.5 Implantação – circuito de força
A distribuição de força de uma área deve mostrar os locais onde serão
instalados os equipamentos.
Este desenho deve conter detalhes relativos às informações dos conjuntos
motobombas, como quantidade, potência, tensão, tipo de acionamento,
dimensionamento, trajeto e quantidade de cabos, seção nominal dos cabos, caixas
de passagens, eletrodutos, detalhamento da instalação, montagem, base de quadro,
canaletas, distribuição e disposição dos cabos dentro das canaletas ou eletrocalhas,
detalhe de ligação dos motores (conforme desenhos de referencia deste volume).
Estes detalhes devem ser apresentados no mesmo desenho do sistema de força ou
em prancha de detalhes gerais. O sistema de força deve ser projetado da entrada de
energia para os quadros e dos quadros para os equipamentos.
2.6.14.2.6 Implantação – circuitos de comando
Este desenho deve conter o trajeto dos circuitos de comando,
automatização, controle, instrumentação e comunicação dentro da área
considerada. Indicar todos os detalhes necessários ao perfeito entendimento do
caminhamento do cabeamento, tipo e seção nominal dos condutores, eletrodutos,
caixas de passagem, ligação dos instrumentos, etc. Observar no projeto as
condições de instalação dos referidos cabos, projetar e informar que os mesmos
devem manter distância para separação dos cabos de força.
2.6.14.2.7 Implantação – sistema de aterramento
Este desenho deve conter todos os pontos de aterramento, instalação de
hastes, trajeto dos condutores, seção nominal dos condutores em mm2, detalhes de
instalação e das conexões que serão utilizadas, caixas de inspeção e tipo das
soldas. Todas as conexões da malha de aterramento (cabos e hastes) devem ser
através de soldas exotérmicas. Os condutores da malha de aterramento não devem
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ser inferiores a 25 mm2.
2.6.14.2.8 Implantação – iluminação externa
Este desenho deve indicar a iluminação externa da área observando a
distribuição dos postes e a instalação dos projetores para iluminação destes locais.
Apresentar detalhes de montagem conforme item 3 – ORIENTAÇÕES TÉCNICAS
PARA PROJETOS ELÉTRICOS.
2.6.14.2.9 Iluminação interna e tomadas
Apresentar desenho contendo detalhamento da iluminação interna e a
distribuição destas tomadas, seja nas elevatórias, estações de tratamento de água e
de esgoto, laboratórios, casa de operador, casa de química, centro de controle,
escritórios, oficinas, almoxarifados, depósitos, guaritas, etc.
Para cada unidade apresentar o detalhamento do tipo de luminária,
lâmpada, comando, distribuição de circuitos para iluminação e tomadas.
Os circuitos de tomadas devem ser, obrigatoriamente, independentes dos
circuitos de iluminação. Sempre que possível projetar quadro de distribuição e luz –
QDL para a iluminação e tomadas, separados dos quadros de motores.
Nos laboratórios deve ser prevista canaletas em PVC (ref. sistema “X”,
“DLP” ou similar), em substituição aos eletrodutos e conduletes aparentes, conforme
orientação da Sanepar.
2.6.14.2.10 Detalhes gerais
A projetista deve apresentar detalhes da instalação e montagem sempre que
necessário e quando estes não foram possíveis de serem realizados no próprio
desenho que os originou ou quando necessitar de detalhes em escala que permita o
perfeito entendimento da proposta. Pode-se adotar o recurso da planta descrita para
melhor elucidar os propósitos técnicos e conceituais.
A Sanepar disponibiliza uma série de desenhos de referência que podem ser
utilizados nos respectivos desenhos e que se encontram nos anexos deste Manual.
2.6.14.2.11 Desenhos dos quadros de comando
A projetista deve seguir as orientações descritas no MPOEA - Volume III –
Projeto e Fabricação de Quadros de Comando em Baixa tensão e Cubículos em
Média Tensão.
Quando da montagem e sequência para apresentação dos desenhos dos
quadros de comando obedecer a seguinte orientação:
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a) Capa do quadro;
b) Índice;
c) Notação e simbologia;
d) Especificações do equipamento;
d) Diagrama multifilar;
d) Diagrama funcional;
e) Desenho mecânico;
f) Lista de materiais;
h) Lista de plaquetas.
A projetista deve consultar a área contratante para verificar em qual formato
deve ser apresentado o projeto dos quadros de comando.
2.6.14.2.12 Desenhos de automação
Os desenhos de automação deve seguir as orientações do Volume V.
2.7 FORMATO DE NOME DE ARQUIVO (GED)
A Sanepar com o objetivo de uniformizar e sistematizar a Codificação de
Documentos Técnicos de Engenharia emitidos em meio físico ou meio eletrônico,
relativos às suas unidades operacionais na dimensão de projeto, de forma a permitir
seu arquivamento ordenado e facilitar a recuperação de informações, padronizou a
nomenclatura e terminologia dos documentos técnicos de engenharia ao longo das
diversas áreas de projetos.
O procedimento descrito abaixo deve ser aplicado na codificação de
documentos técnicos de engenharia oriundos das unidades de serviços da Sanepar
pelas projetistas.
Quando da montagem da estrutura da codificação do documento deve ser
gerado um código alfanumérico que identifica o documento técnico de engenharia,
conforme esquema abaixo:
Grupo
1
XXX
Grupo 2
Grupo 3
Grupo 4
Grupo 5
Grupo 6
Grupo 7
Grupo 8
NNNN
NNNN
XXXX
XX
XXXNNXXX
XXXXXXX
NNN
XX
Tipo de
Sistema
Código
Contábil
SANEPAR
da
Localidade
Código do
Sistema de
Controle de
Empreendimentos
Categoria
do
Documento
Tipo do
Documento
Identificação
Mnemônica
da Unidade
Operacional
Numero
Seqüencial
Revisão do
Documento
A seguir será descrito um exemplo de aplicação:
SES-0215-0095-PBEN-MD-ETE01BONITO-001-R0
SES:
Documento referente a Sistema de Esgotamento Sanitário
0215:
Município
0095:
SCE 095 – Estação de Tratamento de Esgoto ETE BONITO
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PBEN:
Projeto Básico de Engenharia
MD:
Memorial Descritivo
ETE01BONITO: ETE 01 BONITO, localidade de Quatiguá (corpo receptor Rio)
001:
Documento n. 001 (ou único)
RO:
Emissão Inicial
Desta forma a projetista quando da execução de um novo projeto, deve
seguir as orientações da Sanepar, conforme documento IT/INF/021-01 - Codificação
de Documentos Técnicos de Engenharia.
Para os projetos de automação, o grupo 06 do item 3.1 terá um critério
específico, conforme segue:
CCXXXNN, onde:
- CC: número da área de controle;
- XXX: nome unidade Sanepar;
- NN: número da unidade Sanepar.
O nome da unidade da Sanepar deve ser único por área. Desta forma, em
uma unidade de ETA onde tem-se EET, RAP, EEB, etc; deve ser “ETA” para todos
os desenhos e documentos da ETA. Em um centro de reservação onde tem-se RAP,
EET, etc; deve ser o TAG da elevatória de maior potência “EET” para todos os
desenhos e documentos da área. Pode ocorrer exceções a serem tratadas caso a
caso.
Exemplo de nome:
SAA-0012-1091-AUTO-QT-11ETA02___com preco.xls
SAA-0012-1091-AUTO-QT-11ETA02.xls
A descrição “___com preço” deve constar nas planilhas de lista de materiais
e serviços e planilha e orçamento resumo e geral que contém preço.
2.8 APRESENTAÇÃO DO PROJETO
A contratada deve entregar para a Sanepar, quando da aprovação final do
projeto, os seguintes documentos:
• 02 (duas) vias impressas, assinadas e encadernadas do projeto, com preço para
a unidade contratante e para a unidade solicitante;
• 03 (três) vias em meio digital, CD ou DVD, a ser encaminhada para USPO,
unidade contratante e UR – unidade de receita.
Memorial Descritivo
O memorial descritivo deve ser elaborado em texto – Word/2000 gravado em
um único arquivo com extensão “doc”; quando forem agregadas planilhas em
Excell/2000, formato“.xls” – lista de cabos, quadro de cargas, lista de instrumentação
ao memorial manter na mesma pasta. Gerar o arquivo pdf em um único arquivo,
inclusive com as planilhas.
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MPOEA
Orçamento
Deve ser apresentado o quantitativo de materiais e serviços para cada área
e por tipo de instalação e o resumo geral com o orçamento e deve estar na primeira
planilha. Se o projeto possuir mais de uma área deve ser executada uma planilha
que apresente o resumo geral com link no resumo de cada planilha – esta planilha
deve estar na pasta “0_Geral”, dentro da pasta “1_Orçamento”. Para a lista de
materiais com preço, deve ser criada uma pasta específica para “Quadros”.
Abaixo exemplo da organização das pastas:
Figura 1: Formato de pastas para apresentação do orçamento no CD
Os documentos referentes ao orçamento devem ser anexados ao projeto,
como por exemplo, carta proposta, consultas, tabelas de preços e outros.
Quantitativo de Materiais e Serviços
Deve ser apresentado o quantitativo de materiais e serviços para cada área
e por unidade construtiva em arquivo Maxor. Inserir na pasta de cada área, em
arquivo do Maxor 6.2 extensão“.P62”, ou última versão. As listas de materiais dos
quadros devem estar na mesma pasta do projeto do quadro, apresentada em
formato excell/2000 extensão “.xls”.
Desenhos de Instalação e Detalhes
Os desenhos da instalação devem ser executados em escala real em mm
(1:1) e a plotagem deve ser configurada em cada leiaute, específico na escala para
apresentação, em formato de papel padrão com os carimbos.
Gravar os arquivos de desenho Autocad/2004 “dwg”, “plt” preto e branco e
“plt” colorido, dependendo de cada caso. Quando executado em AutoCad com
versão superior deve ser salvo na versão 2000.
Configurar o leiaute para impressão, gerando os arquivos em forrmato pdf.
Quando da configuração de Plotagem, inserir os arquivos de configuração
de pena utilizados no projeto: “.ctb”.
Formato de Pastas para Apresentação do Cd
O formato das pastas a serem apresentadas na entrega do projeto e do CD
deve obedecer aos seguintes critérios:
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MPOEA
Figura 2: Formato de pastas para apresentação em CD
Quadro ou Painel Elétrico e de Automação
Cada quadro de comando ou painel deve ter um único arquivo de desenho
com capa, diagrama multifilar, mecânico, etc. A página do projeto deve estar
configurada em cada leiaute para plotagem PDF em formato A4. O desenho
mecânico deve ser executado em escala real em mm (1:1), com configuração para
plotagem em leiaute próprio em escala compatível com o tamanho do papel de
apresentação. A lista de materiais do quadro deve estar na mesma pasta sem preço.
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MPOEA
3 ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA
ELÉTRICOS E DE AUTOMAÇÃO
ELABORAÇÃO
DE
PROJETOS
3.1 INTRODUÇÃO
O MPOEA apresenta as principais orientações para o desenvolvimento de
um projeto elétrico para Sistemas de Abastecimento de Água ou Sistema de
Esgotamento Sanitário. Muitas das informações surgiram de reuniões
eletromecânicas na empresa ao longo dos anos sendo constituído de informações
técnicas e procedimentos atualmente adotados pelas áreas eletromecânicas da
Sanepar. Estas orientações e padrões aplicados na Sanepar encontram-se em
constante atualização e aprimoramento, portanto passiveis de serem revistas caso
haja necessidade.
3.2 ÁREAS AGRESSIVAS
Entende-se por áreas agressivas aquelas que estão sujeitas a agressividade
do meio. Para tanto, é importante quando da execução de um projeto observar e
classificar as mesmas conforme critério da Sanepar.
- Não agressivas (internas);
- Agressivas (externas);
- Superagressivas (litoral, SES e áreas com agentes químicos).
A partir da classificação da agressividade do meio, a projetista deve projetar
os equipamentos em chapa de aço para áreas não agressivas e agressivas e em
alumínio para áreas superagressivas (tanto internas quanto externas). Esta
orientação deve ser aplicada também para as caixas de medição de energia.
3.3 ENTRADA DE ENERGIA EM BAIXA TENSÃO / 220V
As entradas de energia em baixa tensão, segundo as normas da
concessionária, variam da categoria 50A monofásico até a categoria 200A trifásico.
1) Quando a carga instalada for inferior a 75kW, projetar a entrada de energia em
Baixa Tensão, caso contrário, projetar em Média Tensão mas somente após
consulta formal a concessionária;
2) A entrada em BT deve ser projetada com mureta em alvenaria, podendo ser com
ou sem abrigo conforme critério da Sanepar. A caixa de medição e proteção
deve ser projetada em chapa de alumínio espessura de 1,5mm ou chapa de aço
conforme padrão concessionária e classificação da área, conforme MPOEA
(Volume II – Padrões de Entradas de Energia em BT E MT);
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MPOEA
3) Quando se tratar de BOOSTER a medição deve ser projetada no próprio
gabinete conforme MPOEA (Volume II – Padrões de Entradas de Energia em BT
E MT);
4) Projetar a entrada de energia em baixa tensão conforme padrões que constam
no MPOEA (Volume II – Padrões de Entradas de Energia em BT E MT). Não é
necessário aprovar a entrada de energia em baixa tensão, exceto em casos
extraordinários ou concessionárias que exigem a sua aprovação;
5) Locar a entrada de energia próxima ao acesso ou entrada da área, voltada para
o lado externo para facilitar o acesso da concessionária de energia. As caixas de
medição devem ser montadas em mureta, com o visor do medidor voltado para a
via pública conforme orientação da NTC 901100;
6) Verificar a cota de inundação da área para locação da entrada de energia;
7) Se a medição de energia estiver a uma distância inferior a 10m do quadro de
distribuição, usar disjuntor apenas na medição, caso contrário utilizar disjuntor na
medição e no quadro.
3.4 ENTRADA DE ENERGIA CLASSE 15/35kV - POSTO DE TRANSF. ATÉ 300
kVA
A potência dos transformadores para esta categoria varia de 30kVA a
300kVA, em função da demanda e da potência instalada da área a ser energizada.
Até 300kVA o transformador é instalado em poste, na potência de 500kVA é
instalado sobre base de concreto com sistema flangeado, dispensando o uso de
cubículos blindados.
1) Quando a carga instalada for superior a 75kW projetar a entrada de energia em
MT;
2) Para as entradas de energia de 30kVA até 300kVA, projetar medição
horossazonal e contratar a demanda mínima de 30kW, ou em função do cálculo
de demanda na tarifa do grupo A - convencional ou horossazonal;
3) As caixas de medição serão instaladas em mureta de alvenaria com abrigo e
cobertura em laje de concreto, conforme MPOEA (Volume II – Padrões de
Entradas de Energia em BT E MT);
4) Quando necessário, projetar os protetores de surto de tensão em caixa instalada
na mureta de medição. Havendo um QDG junto à entrada de energia, os
protetores devem ficar neste QDG.
5) As caixas de medição e proteção devem ser projetadas em chapa de alumínio
espessura de 1,5mm ou chapa de aço, conforme padrão Copel e a classificação
de agressividade da área, conforme MPOEA (Volume II – Padrões de Entradas
de Energia em BT E MT);
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MPOEA
6) Se a medição estiver a uma distância inferior a 10m do quadro, usar disjuntor
geral somente na medição, caso contrário utilizar disjuntor na medição e no
quadro.
7) Toda a entrada de energia em MT deve ser encaminhada pela projetista para
análise e aprovação junto à concessionária de energia local.
3.5 ENTRADA DE ENERGIA CLASSE 15/35kV – ACIMA DE 300kVA
1) O projeto deve ser desenvolvido dentro das normas e padrões da concessionária
de energia elétrica, padrões da Sanepar, e atender as normas NRB-14039 e as
recomendações da IEC 298, 265, 129, 694, 420, 56;
2)
-
A projetista deve apresentar os seguintes projetos e diagramas:
Diagrama unifilar geral;
Diagrama funcional da subestação;
Diagrama multifilar da subestação;
Projeto da malha de terra da subestação;
Projeto civil da subestação, canaletas, bases e outros
Iluminação interna, externa e de emergência da subestação, etc.
Cortes e vistas da subestação (lateral, transversal, frontal e outros).
3) Apresentar o cálculo de curto circuito na entrada da instalação (primário), no
secundário do transformador e no barramento de cada quadro do sistema;
4) Informar a característica da impedância de curto circuito na entrada (primário)
fornecida pela concessionária local, apresentando o circuito de impedâncias do
sistema e os pontos dos locais de falta, considerados no estudo;
5) Apresentar as curvas de atuação da proteção, assim como os pontos que serão
protegidos;
6) Apresentar os ajustes dos relés de fase e de neutro instantâneo e temporizado
(50, 51, 50N e 51N);
7) Apresentar os valores para os curtos assimétrico e simétrico, trifásicos, no
primário e curto trifásico assimétrico e simétrico no secundário;
8) Apresentar o curto circuito monofásico máximo e mínimo no primário e curto
monofásico máximo no secundário;
9) Apresentar o valor total da corrente de Inrush dos transformadores e a condição
mais desfavorável para a corrente do sistema;
10) Apresentar o diagrama unifilar simplificado, indicando:
- Posição dos TC e relés;
- Barramentos e tensões;
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MPOEA
- Transformador de força, com impedância de curto e potência nominal.
11) Apresentar detalhes mecânicos dos cubículos blindados da medição da
concessionária, proteção geral, proteção dos transformadores, intertravamentos,
chave de transferência, banco de capacitores, ramais alimentadores de quadros
e ou outros circuitos;
12) A projetista deve apresentar o Lay-out dos cubículos dentro do abrigo e submetêlo à aprovação da Sanepar;
13) Projetar o abrigo em alvenaria com portas em alumínio ou chapa de aço, e
janelas para ventilação. O teto do abrigo deve ser com laje em concreto
impermeabilizada e cobertura. O piso deve ser em concreto, cimento alisado,
revestido com piso de borracha. Garantir uma iluminação interna natural através
de janelas com vidro e protegidos por tela de arame galvanizado com malha de
15mm;
14) Apresentar cálculo da malha de terra e o método utilizado;
15) Os transformadores devem estar separados por uma parede de alvenaria;
16) O projeto da instalação deve garantir a ventilação dos equipamentos e cubículos;
17) Cada transformador deve estar protegido contra descarga atmosférica, através
de pára-raios;
18) Se o ramal que interliga o secundário do transformador e o quadro de comando
for superior a 20m, projetar pára-raios no secundário e no primário dos
transformadores;
19) Caso seja projetado transformador de reserva, projetar chave de transferência
intertravada com as chaves dos demais transformadores;
20) A projetista deve apresentar na relação quantitativa de materiais e serviços
equipamentos reservas, de acordo com a solicitação da Sanepar.
21) Havendo módulos com fusível tipo HH, a chave seccionadora deve abrir
automaticamente através da ação do “strick – pine“ (atuação mecânica), para
cubículos compactos;
22) A caixa de medição de energia da concessionária, deve ficar separada dos
demais cubículos, embutida em uma parede ou mureta, dentro do abrigo;
23) Prever uma linha telefônica, para a concessionária, para leitura da medição via
telemetria;
24) Informar que todos os cubículos devem ser testados e inspecionados, em fábrica,
por técnicos da Sanepar, conforme consta no MPOEA - Volume III - Projeto e
Fabricação de Quadros de Comando em Baixa Tensão e Cubículos em Média
Tensão;
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25) Para a especificação dos transformadores de força, seguir especificação básica
da Sanepar;
26) O fabricante dos cubículos deve encaminhar e aprovar o projeto elétrico da
entrada de energia, junto à concessionária local;
27) Cabe a Sanepar definir se os transformadores de força serão a óleo ou a seco;
28) Todos os transformadores, com potência igual ou superior a 500kVA, devem
possuir NBI especial, isto é, se o transformador for classe 15kV o NBI será de
110kV;
29) Todas as partes metálicas não energizadas, devem ser aterradas na malha de
terra do sistema;
30) A subestação deve ter acesso fácil para entrada de veículo, com piso reforçado,
para permitir a retirada dos transformadores e cubículos;
31) Toda subestação deve ter transformador de força reserva;
32) Deve ser garantido um nível de curto circuito, nos secundários dos
transformadores, abaixo da capacidade de abertura de curto circuito de um
contator a vácuo ou a ar;
3.5.1 Particularidades para utilização de transformadores a óleo flangeados
1) Os transformadores a óleo flangeados podem ser instalados ao tempo;
2) Cada transformador deve ter um sistema para captação de óleo e a drenagem
deste óleo deve ser encaminhada para um reservatório de acumulação, lacrado,
conforme norma e padrão da concessionária;
3) O transformador reserva deve ser mantido energizado (transformador à quente), e
deve-se projetar capacitores para correção do fator de potência para o
transformador a vazio;
4) A espessura da camada de tinta do tanque e dos radiadores, deve ter no mínimo
250 µm;
3.5.2 Particularidades para utilização de transformadores a seco
1) O transformador a seco deve ser projetado para instalação abrigada;
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2) Os transformadores devem estar no mesmo abrigo dos cubículos de medição e
proteção da subestação, mas de fácil remoção do local para futuras
manutenções;
3) Os transformadores a seco em epóxi, devem estar, cada um, separados por
parede de alvenaria e tela metálica na parte frontal dos mesmos, pintadas de
amarelo. O projeto da instalação deve garantir a ventilação e refrigeração dos
equipamentos;
4) Se o transformador for a seco, o mesmo não necessita ficar energizado, quando
estiver na condição de reserva;
3.6 SISTEMA DE ATERRAMENTO
Os sistemas de aterramento em BT, conforme a norma NBR5410, podem
seguir os seguintes esquemas: TN (C e C-S), TT e IT.
•
TN-S - neutro e proteção são distintos no sistema de aterramento;
•
TN-C - neutro e proteção são combinados em um único condutor na
totalidade do sistema de aterramento;
•
TN-C-S - neutro e proteção são combinados em um único condutor em partes
do sistema de aterramento;
•
TT - neutro diretamente aterrado e massa diretamente aterradas em
condutores distintos;
•
IT - neutro aterrado através de impedância e massa conectada ao sistema de
aterramento;
3.6.1 Nomenclatura das letras
Na classificação dos esquemas de aterramento é utilizada a seguinte
simbologia:
−
−
A primeira letra significa a situação da alimentação em relação a terra:
•
T = um ponto diretamente aterrado
•
I = isolação de todas as partes vivas em relação à terra ou aterramento de
um ponto através de impedância.
A segunda letra significa a situação das massas/carcaças em relação a terra:
•
T = massas diretamente aterradas, independentemente do aterramento
eventual de um ponto da alimentação;
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•
−
N = massas ligadas ao ponto da alimentação aterrado (em corrente alternada,
o ponto aterrado é normalmente o ponto neutro).
Outras letras, disposição do condutor neutro e do condutor de proteção:
•
S = funções de neutro e de proteção asseguradas por condutores distintos;
•
C = funções de neutro e de proteção combinadas em um único condutor
(condutor PEN).
3.6.2 Sistema de aterramento padrão sanepar
O sistema de aterramento adotado pela Sanepar é o sistema TN-C, TN-C-S
e IT, dependendo do tipo da instalação.
3.6.2.1 Esquema TN-C
O esquema do sistema de aterramento tipo TN-C possui as seguintes
características principais:
a) O neutro é também usado como condutor de proteção e é designado como PEN
(condutor de proteção e neutro).
b) Neste esquema não é permitido condutores de seção inferior a 10 mm²;
c) Requer equipotencial eficiente dentro da instalação com eletrodos de terra
espaçados regularmente;
d) Este esquema é proibido onde há risco de incêndio ou explosão;
SECUNDÁRIO
DO TRAFO
Q1
L1
L2
L3
PEN
Q2
ATERRAMENTO NEUTRO
E MASSAS
CARGA
Figura 3: Esquema TN-C
3.6.2.2 Esquema TN-C-S
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Os esquemas TN-C e TN-S podem ser usados na mesma instalação. No
esquema TN-C-S , o esquema TN-C não deve nunca ser usado antes do sistema
TN-S. O ponto em que o condutor PE se separa do condutor PEN é geralmente na
origem da instalação. O sistema TN-C-S utiliza as duas configurações descritas
acima, sendo, a primeira normalmente no inicio da instalação junto ao transformador
e quadro de comando/cubículo e posteriormente utiliza-se o sistema TN-S, para os
circuitos de alimentação dos secundários e dos equipamentos, conforme figura
abaixo.
O neutro dos motores e dos equipamentos de força devem ser conectados à barra
“N”.
e) A carcaça dos equipamentos, instrumentos e blindagem dos cabos de
instrumentos devem ser ligados à barra “PE”.
SECUNDÁRIO
DO TRAFO
CIRCUITO
Q1
PRINCIPAL
L1
L2
L3
PEN
CIRCUITO DE DISTRIBUIÇÃO
Q2
L1.1
L2.1
ATERRAMENTO
NEUTRO E MASSAS
L3.1
PE
N
Q4
Q3
M
CARGA
Figura 4: Esquema TN-C-S
3.6.2.3 Esquema IT
No esquema IT todas as partes vivas são isoladas da terra ou um ponto de
alimentação é aterrado através de impedância. As massas da instalação são
aterradas, verificando-se as seguintes possibilidades:
- massas aterradas no mesmo eletrodo de aterramento da alimentação, se
existente;
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-
massas aterradas em eletrodo(s) de aterramento próprio(s), seja porque não há
eletrodo de aterramento da alimentação, seja porque o eletrodo de aterramento
das massas é independente do eletrodo de aterramento da alimentação;
SECUNDÁRIO
DO TRAFO
Q1
L1
L2
L3
N
PE
Q3
Q2
impedânica
M
CARGA
ATERRAMENTO NEUTRO E MASSAS
MASSAS COLETIVAMENTE ATERRADAS NO MESMO ELETRODO DA ALIMENTAÇÃO
Figura 5: Esquema IT
3.6.3 Sistema de aterramento de uma área
A projetista deve apresentar, em um desenho especifico o sistema de
aterramento da área, com indicação das hastes, caixa de inspeção, seção nominal
dos condutores, soldas exotérmicas e localização dos quadros de comando. O
projeto do aterramento para instalações de baixa tensão deve atender o descrito na
ABNT NBR 5419, que exige o valor de aproximadamente 10 ohms para resistência
de aterramento.
Em todo sistema de aterramento deve ser indicado à profundidade média
dos cabos, conforme desenho de referência H-03.
Projetar o aterramento de cercas de arame ou tela, quando esta estiver
embaixo de linha de média tensão, conforme pode ser observado nos desenhos de
referência H-04 e H-05. Para o aterramento de cercas pode-se utilizar a haste em
aço carbono zincado, formato de canteira comprimento 1200 mm e arame de aço
zincado 12 AWG.
Em todo sistema de aterramento deve ser projetada caixa de alvenaria para
inspeção do sistema e proteção da haste de aterramento, conforme mostra a figura
6. Outros detalhes podem ser observados nos desenhos de referência H-01 e H-02.
3.6.4 Equalização de potencial
As providências de equalização de potenciais, apresentadas na NBR5419,
destinam-se a orientar e fazer uma avaliação sobre proteção de estruturas,
entretanto, em instalações onde existam muitos equipamentos eletrônicos sensíveis,
uma adequada equalização de potenciais é necessária e em alguns casos é a única
alternativa para proteção de equipamentos. Deve-se construir superfícies
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equipotenciais, utilizando-se preferencialmente condutores planos (barra de cobre)
para se evitar a indutância elevada dos condutores cilíndricos. A equalização deve
ser realizada tanto em um ponto único, recomendado quando as distâncias são
pequenas, como em pontos múltiplos, para os casos de distâncias grandes ou
quando existirem muitos equipamentos em um mesmo ambiente.
Todo aterramento de estruturas metálicas não energizadas, tais como portas
e chassis de quadros de comando devem ser aterradas através de condutor de
cobre chato (tipo cabo de bateria), conforme figura abaixo.
Todas as conexões, com a malha de terra, devem ser através de soldas
exotérmicas.
A blindagem dos cabos de instrumentação devem ser aterradas sem que se
forme o rabicho. Deve-se utilizar um conector abraçando toda a blindagem em volta
do cabo e aterrá-lo através de cordoalha chata ou diretamente na barra de neutro.
3.6.5 Malha de terra para subestação
Apresentar projeto da malha da subestação, condizente com a potência de
curto circuito e de acordo com as normas da concessionária local. Toda malha de
terra ou sistema de aterramento, deve ter caixa de inspeção em alvenaria e todas as
conexões devem ser feitas com soldas exotérmicas.
3.6.6
Malha de aterramento principal e eletrônica
Para projetos que envolvam unidades como ETA, ETE, centros de
reservação com elevatórias, entre outros, projetar a malha de aterramento eletrônico
separado da malha de aterramento existente ou nova e prever sua interligação
através de DPS seguindo as orientações da figura 6 e 7. Mostrar a locação das
caixas de passagem, trajeto dos cabos de aterramento e detalhes dos componentes
do sistema.
Figura 6: Desenho de referencia do sistema DPS
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Figura 7: Exemplo de aplicação de malha de aterramento principal e eletrônica
3.6.7 Estudo de resistividade do solo
A natureza e a resistividade do solo devem ser consideradas no estágio
inicial do projeto. Este parâmetro será útil para a elaboração do estudo de
resistividade do solo para um bom dimensionamento do sistema de aterramento em
unidades com potência de transformação igual ou superior a 500 kVA.
As medições de resistividade para este estudo deve seguir as orientações
na norma ABNT (NBR 7117).
3.7 ILUMINAÇÃO
Deve ser empregada para fins de projeto a NBR 5413, seguindo a
iluminância máxima citada nas faixas A,B,C de grupos de tarefas. A classe II de
segurança elétrica elaborada pela IEC, deve ser atendida para fornecimento de
luminárias, onde entre outros critérios, as partes metálicas exposta não podem se
tornar condutoras. A confecção, cálculos e execução do projeto de iluminação vai
apresentar e definir os locais adequados dos postes, posição dos projetores,
luminárias e as respectivas quantidades. As características citadas nestes itens
seguintes, podem ser alteradas desde que permaneçam com as mesmas
qualidades técnicas e elétricas de eficiência e rendimento luminoso, previamente
aprovadas pela Sanepar.
Para as diversas áreas, referencia-se os dados abaixo:
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3.7.1 Iluminação externa
Para iluminação externa das unidades projetadas utilizar preferencialmente
lâmpadas do tipo vapor de sódio, com projetores instalados em postes de concreto e
fixos nas cruzetas, comandados através de fotocélulas. A distância mínima entre
postes deve ser de 25m para iluminação de pátios e ruas. Os reatores e ignitores
devem ser instalados na altura das luminárias.
Pode-se também utilizar lâmpadas mistas, vapor mercúrio e metálico
seguindo as orientações da Sanepar quanto a utilização e modo de instalação.
Para cabos instalados em eletroduto embutido no solo aplicar isolação
Antiflan 0,6/1kV e seção mínima 2,5mm², demais casos utilizar o cálculo de queda
de tensão para especificar a seção nominal do condutor. Os cabos devem
obrigatoriamente seguir especificações e orientações no modo de instalação
conforme a norma NBR5410.
Desenhos de referência:
- Projetores fixados em poste: ver desenhos IL-02, IL-02A e IL-02B.
3.7.2 Iluminação interna
Quando da elaboração do projeto de iluminação de interiores deve-se utilizar
a NBR 5413, visando estabelecer os valores de iluminancia média mínima em
serviços que necessitem a iluminação artificial em interiores, onde se realizam os
diversos tipos de atividades. A iluminancia é o limite do fluxo luminoso recebido pela
superfície em torno do ponto considerado para a área da superfície.
A iluminação interna das unidades será alimentada a partir de um QL ou
QDF, alimentado pelo CCM dos motores das referidas unidades ou através de um
QDG. Nos ambientes de uso contínuo a iluminação permanente será total. (Ex.:
laboratório, sala de comando). Nos ambientes de uso não contínuo a iluminação
será parcial, sendo a carga total utilizada somente quando da presença de
pessoas nestes locais. Deve ser contemplado no projeto, os respectivos circuitos
para esta finalidade.
Em todos os pontos de passagem seja corredores, escadas ou salas deve
ser previsto interruptor paralelo e acionamento em separado do conjunto pleno de
luminárias. As luminárias devem ser especificadas prevendo a melhor eficiência
energética e rendimento luminoso.
Para as luminárias de laboratórios, salas de micros, auditórios, cozinha,
almoxarifado e salas afins, empregar luminárias de sobrepor com lâmpadas
fluorescentes. Todo sistema de iluminação pode ser projetado em 220 ou 127V.
Cada circuito de iluminação não pode ter potência superior à 2000W em
220V e ou 1154W em 127V.
Utilizar cabos unipolar Antiflan 450/750V quando instalados em eletroduto
embutidos no piso/teto/parede em instalações internas e Antiflan 0,6/1kV para
instalações externas. Em circuitos de iluminação utilizar cabos com seção nominal
mínima de 1,5mm², conforme NBR 5410.
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3.7.3 Tomadas
Para o dimensionamento de tomadas para cada ambiente deve-se
considerar:
a) Prédios administrativos, laboratórios e sala de operador:
- Área igual ou inferior a 40m2 - uma tomada a cada 4m2 , ou fração, de área , com
potência mínima de 200VA por tomada;
- Área superior a 40m2 – 10 tomadas para os primeiros 40m2 e uma tomada a cada
10m2 , ou fração, de área , com potência mínima de 200VA por tomada;
- Deve ser projetadas tomadas com alimentação na tensão de 127V, e no mínimo
uma tomada em 220 V devidamente identificada.
- No caso de laboratórios, deve ser avaliada a quantidade de tomadas em função
dos equipamentos a serem alimentados (tomadas para uso especifico);
- Tomadas de uso geral deve ser de 10A, e as demais tomadas considerar a carga
especifica para dimensionar a tomada;
b) Casa de Bombas, Sala de Painéis
- Uma tomada 127V e uma tomada 220V a cada 10m2 , com potência mínima de
1000VA por tomada;
- Uma tomada trifásica 220V com neutro para 2000VA.
c) Áreas da ETA
- Decantadores e filtros: a cada raio de 30 metros, uma tomada bifásica 220 V
1000VA, uma tomada trifásica 440V - 3000VA e uma trifásica 220V com neutro 2000VA;
- Área de Preparo de Produtos Químicos, Secagem de Lodo, Tanques de
Estocagem: Uma tomada 127V e uma tomada 220V a cada 10m2 , com potência
mínima de 1000VA por tomada.
d) Subestação
- No mínimo uma tomada 127V e uma tomada 220V, com potência mínima de
1000VA por tomada.
e) Demais áreas
- Seguir as recomendações da NBR 5410.
Os conjuntos de tomadas projetados devem atender o grau de proteção
IP65. Para as tomadas trifásicas fornecer os plugs macho para cada conjunto de
tomada.
3.8 SINALIZAÇÃO AÉREA
Deve ser projetada sinalização apenas para reservatórios com altura igual
ou superior a 20 metros, torres de rádio, e postes com altura superior a 20m. Utilizar
sinalização com duas lâmpadas 100W/220V, alimentada em 127V. Ver detalhe
padrão IL-17.
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3.9 PÁRA-RAIOS E SPDA
Apresentar o projeto da proteção quanto às descargas atmosféricas em
unidades projetadas com altura superior a 15m, e outras estruturas que necessitem
de SPDA, conforme norma NBR 5419 – Proteção de Estruturas contra Descargas
Atmosféricas.
Descrever o tipo de pára-raios, número de descidas, condutor de descida
com seção nominal mínima de 35mm², fixação dos condutores, número de hastes e
a resistência de terra máxima permitida durante o ano. As conexões devem ser com
solda exotérmica.
O condutor a ser projetado para o aterramento do pára-raios deve ser
preferencialmente o cabo bimetálico (aço/cobre), visto possuir uma espessa camada
de cobre aderida ao aço, que garante uma longa vida útil, mesmo em ambientes
agressivos pois apresenta alta resistência a corrosão do metal cobre.
A malha de terra do sistema deve ser com condutor de cobre nu, seção
nominal mínima de 25mm2 e a distância entre as hastes deve ser no mínimo de 3m.
No local de cada descida deve ser instalada uma haste, com o objetivo de escoar as
correntes para as camadas mais profundas, diminuindo os potenciais na superfície
do solo. Todas as hastes devem estar interligadas entre si e as conexões devem ser
projetadas através de soldas exotérmicas. A resistência de aterramento não deve
ser superior a 10 ohms, ao longo do ano.
O desenho deve apresentar detalhes do reservatório, torre da antena e ou
edificação, como cortes e plantas, fixação do pára-raios, sistema de aterramento,
instalação da tubulação de alimentação da instrumentação e do sinalizador aéreo.
Indicar neste desenho a fixação dos eletrodos do relé de nível ou da instalação de
chaves bóias, para automatismo do sistema. Havendo sensor de nível ultra-sônico,
indicar a sua instalação e detalhamento da fixação do mesmo. A tubulação que
alimenta o sensor deve ser em aço galvanizado a quente e distante da descida do
SPDA, de preferência próximo a escada.
3.10 BASES E CANALETAS PARA QUADROS
No projeto deve-se detalhar as bases e canaletas para quadros de comando
do sistema, conforme aplicação e seguindo os desenhos de referência DB-01 a DB11.
Recomenda-se que a altura do quadro sobre a base não exceda 1,80m, em
caso excepcionais consultar a Sanepar.
3.11 CAIXAS DE PASSAGEM
As caixas de passagem devem ser projetadas e dimensionadas em função
da quantidade de cabos passantes nesta e conforme desenhos de referência do C01 ao C-06. As caixas de passagem, para sistemas de esgoto, podem também ser
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projetadas com sistema de grelha para permitir a saída dos gases.
Os cabos de sinais, da instrumentação ou sinais analógicos, devem possuir
as suas próprias caixas de passagens e o cabeamento deve estar separado dos
demais cabos de energia.
3.12 ELETRODUTOS
Nos eletrodutos devem ser instalados somente condutores isolados. Devem
ser dimensionados em função da quantidade de condutores instalados e da taxa
máxima de ocupação destes condutores, em relação à área da seção transversal
dos eletrodutos.
Quantidade de condutores instalados
Um
Dois
Três ou mais
Taxa de ocupação do eletroduto
53%
31%
40%
Quando da especificação e dimensionamento de eletrodutos em PVC,
AG/FG ou kanalex, utilizar a tabela abaixo para relação de equivalências e
conversão de eletrodutos.
Figura 8: Dimensionamento de Eletrodutos
3.13 POÇO PROFUNDO
3.13.1 Caixa tipo sela
Projetar a caixa sela de acordo com o tamanho do tubo de revestimento do
poço. Ver desenhos de referência C-07 e C-07A.
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IMPORTANTE: nunca projetar caixa de passagem em alvenaria junto ao poço
profundo.
3.13.2 Fixação de cabos de força e eletrodos de nível
A fixação do cabo de força ao edutor (tubulação) de descida, deve ser
efetuada através de fio rígido 2,5mm² para cabos até 3x50mm² e acima deste
diâmetro prever fio rígido 4,0mm² ou fita tipo hellermann, com catraca, para cada
três metros, com fornecimento junto com a bomba. Ver detalhe padrão E-08.
A descida dos cabos e eletrodos, no poço profundo, deve ser tubulada
através de tubo soldável PVC tipo ponta e bolsa DN 25 (21mm). Ver detalhe padrão
E-08.
3.14 ELETRODOS DE NIVEL
Para a instalação dos eletrodos de nível, utilizar condutores flexível de
isolação 750 V, PVC, categoria 5, nas cores: verde (referencia/terra), preto (inferior)
e vermelho (superior). Usar somente quando especificado ou solicitado, cabo tripolar
(PP) 3x1,5mm2, caso contrário, utilizar o unipolar nas três cores acima.
3.15 ABRIGO PARA QUADROS DE COMANDO
O projeto para abrigo de quadros de comando deve considerar as
recomendações das normas técnicas e de segurança, visando atender as condições
de acesso para manutenção, podendo seguir os modelos de desenhos de referência
DB-01 ao DB-11, como condição mínima para aplicação.
Cabe ao gestor do projeto solicitar a elaboração de projeto estrutural do
abrigo do quadro de comando.
Entende-se como abrigo para quadro de comando os seguintes exemplos:
-
subestação em alvenaria;
abrigo em alvenaria para quadros e transformadores;
sala de painéis;
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3.16 CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS ACIONAMENTOS
As características de funcionamento e aplicação dos equipamentos, bem
como tipos de partida, operação, proteção, sinalização, medição e correção de fator
de potência, etc, estão descritas a seguir:
IMPORTANTE: Consultar o Volume V para definição dos sinais a serem integrados
ao sistema de automação.
3.16.1 Diagrama de fluxo de sistema de água
É o diagrama indicativo de toda seqüência no processo de tratamento de
água em uma ETA – Estação de Tratamento de Água. É um diagrama obrigatório
quando da apresentação de um projeto.
3.16.2 Bombas com sucção negativa e escorva
Sempre que possível deve-se projetar sistema de proteção para as bombas
com sucção negativa, com sensor de corrente. Quando necessário prever um sensor
de pressão e um relé de nível, para proteção contra sucção negativa. O sensor de
pressão deve ser instalado na linha de recalque, antes da válvula de retenção.
O sistema de proteção contra sucção negativa deve ser instalado para cada
bomba. Os eletrodos do relé de nível serão instalados no reservatório de sucção da
bomba (poço falso).
3.16.3 Booster
A finalidade do booster é o reforço da pressão na rede de distribuição de
água tratada e a forma de instalação da moto bomba é em gabinete metálico
conforme padrão sanepar constante no Volume III.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor (até 5CV), soft-starter acima de 5 CV ou
conversor de freqüência conforme solicitação da Sanepar.
Operação: prever opção de partida manual local e automática através de sensor de
pressão na tubulação de recalque e ou rádio que ligará ou desligará a motobomba
em conjunto com um micro controlador (Zélio), ou ainda com sensor de pressão
ligado diretamente ao conversor, o qual fará o controle da pressão de recalque.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Funcionamento a
vazio, através de sensor de pressão e ou eletrodo de nível na tubulação de sucção.
Proteção contra falta de fase, sendo que todos os dispositivos de proteções devem
atuar por meio de contator auxiliar.
Sinalização: funcionamento da motobomba, falhas, pressões mínimas/máximas,
totalizador de horas para indicação de tempo de funcionamento de cada
equipamento.
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Medições: prever medição de corrente por equipamento, dispensável apenas no
caso de partida por conversor de frequência que contenha IHM para visualização
das grandezas.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV,
exceto quando a partida for por conversor de freqüência.
3.16.4 Elevatórias de água com bombas eixo horizontal/vertical
A finalidade da elevatória de água bruta ou tratada com bombas de eixo
horizontal ou vertical é o recalque de água para reservatórios ou rede de
distribuição. As motobombas afogadas serão instaladas abaixo do nível de água do
poço sucção, enquanto que as não afogadas serão instaladas acima do nível de
água do poço de sucção e devem obrigatoriamente conter proteção contra sucção
negativa.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor (até 5CV), estrela-triângulo, soft-starter acima de
5 CV ou conversor de frequência conforme solicitação da Sanepar.
Operação: prever opção de partida manual local e automática. Na condição
automático prever rele de nível com eletrodos instalados em reservatório, ligando ou
desligando quando atingir nível mínimo ou máximo. Rádios no caso da elevatória e o
reservatório estarem instalados em áreas diferentes, onde o sinal de comando será
enviado através de frequência para efetuar liga/desliga.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Funcionamento a
vazio, através de sensor de nível ultrassônico, sonda hidrostática ou rele de nível
com eletrodos instalados no poço de sucção, inclusive proteção contra a sucção
negativa (falta de escorva) para cada equipamento, através de sensor de corrente.
Proteção contra falta de fase, sendo que todos os dispositivos de proteções devem
atuar por meio de contator auxiliar, inclusive quando for prevista a UCP. Para
segurança humana, deve ser previsto no quadro de comando e junto ao
equipamento um dispositivo de bloqueio de funcionamento (com chave emergência),
quando este não estiver próximo ao quadro de comando.
Sinalização: funcionamento da motobomba, falhas, níveis mínimo e máximo,
totalizador de horas para indicação de tempo de funcionamento de cada
equipamento.
Medições: prever medição de corrente por equipamento, dispensável apenas no
caso de partida por conversor de frequência que contenha IHM para visualização
das grandezas.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV,
exceto quando a partida for por conversor de freqüência.
3.16.5 Elevatórias de água com bombas submersas/submersíveis
A finalidade da elevatória de água bruta ou tratada com bombas submersas
ou submersíveis é o recalque de água para reservatórios ou rede de distribuição. A
motobomba submersa será instalada abaixo do nível de água no interior do poço
profundo ou reservatórios na profundidade determinada em projeto, enquanto que a
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bomba submersível será instalada no poço de falso.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor (até 5CV), compensadora, soft-starter acima de
5 CV ou conversor de frequência conforme solicitação da Sanepar.
Operação: prever opção de partida manual local e automática. Na condição
automático prever rele de nível com eletrodos instalados em reservatório, ligando ou
desligando quando atingir nível mínimo ou máximo Rádios no caso da elevatória e o
reservatório estarem instalados em áreas diferentes, onde o sinal de comando será
enviado através de frequência para efetuar liga/desliga.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Funcionamento a
vazio, através de sensor de nível ultrassônico, sonda hidrostática ou rele de nível
com eletrodos instalados no poço de sucção ou poço profundo. Proteção contra falta
de fase, sendo que todos os dispositivos de proteções devem atuar por meio de
contator auxiliar, inclusive quando for prevista a UCP. Para segurança humana, deve
ser previsto no quadro de comando e junto ao equipamento um dispositivo de
bloqueio de funcionamento (com chave emergência), quando este não estiver
próximo ao quadro de comando.
Sinalização: funcionamento da motobomba, falhas, níveis mínimo e máximo,
totalizador de horas para indicação de tempo de funcionamento de cada
equipamento.
Medições: prever medição de corrente por equipamento, dispensável apenas no
caso de partida por conversor de frequência que contenha IHM para visualização
das grandezas.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV,
exceto quando a partida for por conversor de freqüência.
3.16.6 Elevatória de água – tanque de saturação
A finalidade da elevatória de água do tanque de saturação é recalcar e
pressurizar um tanque de saturação.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor–motor (até 5CV), soft-starter acima de 5 CV ou
conversor de frequência conforme solicitação da Sanepar.
Operação: prever opção de partida manual local e automática através de nível no
tanque de saturação.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Funcionamento a
vazio, através de sensor de nível ultrassônico, sonda hidrostática ou rele de nível
com eletrodos instalados no tanque de saturação. Proteção contra falta de fase,
sendo que todos os dispositivos de proteções devem atuar por meio de contator
auxiliar, inclusive quando for prevista a UCP.
Sinalização: funcionamento da motobomba, falhas, níveis mínimo e máximo,
totalizador de horas para indicação de tempo de funcionamento de cada
equipamento.
Medições: prever medição de corrente por equipamento, dispensável apenas no
caso de partida por conversor de frequência que contenha IHM para visualização
das grandezas.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV,
exceto quando a partida for por conversor de freqüência.
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3.16.7 Elevatória de água de lavagem de filtros
E composta por motobombas submersíveis ou de eixo horizontal, cuja
finalidade é remoção e limpeza do lodo depositado nas áreas dos filtros da ETA por
meio de injeção de água. A bomba de lavagem de filtro está inclusa no processo de
lavagem e funcionará conforme a seqüência do processo de lavagem do filtro e em
conjunto com outros equipamentos como, soprador, válvulas, etc.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor (até 5CV), soft-starter acima de 5 CV ou
conversor de frequência conforme solicitação da Sanepar.
Operação: prever opção de partida manual local pelo operador da ETA ou
automática através do nível de água no filtro ou ainda de forma temporizada, em
ciclos de 8 em 8 horas, ou conforme critério da Sanepar.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Funcionamento a
vazio, através de sensor de nível ultrassônico, sonda hidrostática ou rele de nível
com eletrodos instalados no poço de sucção. Proteção contra falta de fase, sendo
que todos os dispositivos de proteções devem atuar por meio de contator auxiliar,
inclusive quando for prevista a UCP.
Sinalização: funcionamento da motobomba, falhas, níveis mínimo e máximo,
totalizador de horas para indicação de tempo de funcionamento de cada
equipamento.
Medições: prever medição de corrente por equipamento, dispensável apenas no
caso de partida por conversor de frequência que contenha IHM para visualização
das grandezas.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV,
exceto quando a partida for por conversor de freqüência.
3.16.8 Floculador
O processo de floculação é a retirada do lodo da água a ser tratada. O
processo deve ser químico com a dosagem de produtos floculadores ou físico
através de injeção de micro-bolhas de ar. A Sanepar deve fornecer todas as
especificações do equipamento.
Operação: prever opção de partida manual local pelo operador da ETA.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Proteção contra
falta de fase, sendo que todos os dispositivos de proteções devem atuar por meio de
contator auxiliar.
Sinalização: funcionamento do equipamento e falhas.
3.16.9 Soprador de ar
A finalidade do soprador é a remoção do lodo depositado nos reservatórios
ou painéis dos filtros de uma ETA por meio de injeção de ar. O processo de lavagem
de filtro possui uma seqüência de funcionamento de outros equipamentos como
bomba de lavagem de filtros e válvulas. O soprador é um equipamento importante
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pois funcionará conforme a seqüência do processo de lavagem dos filtros.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor até 5CV, soft-starter acima de 5 CV conforme
solicitação da Sanepar.
Operação: prever opção de partida manual local pelo operador da ETA ou
automática conforme o nível de água no filtro e ou ainda de forma temporizada em
ciclos de 8 em 8 horas, conforme critério da Sanepar.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Proteção contra
falta de fase, sendo que todos os dispositivos de proteções devem atuar por meio de
contator auxiliar.
Sinalização: funcionamento do soprador, falhas, totalizador de horas para indicação
de tempo de funcionamento de cada equipamento.
Medições: prever medição de corrente por equipamento.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para sopradores acima de
5CV.
3.16.10 Compressor de ar
Equipamento cuja finalidade é o fornecimento de ar comprimido para o
sistema de uma ETA ou ETE.
Partida: o tipo de partida normalmente utilizado é a partida direta através de contator
com proteção através de disjuntor motor até 5CV, soft-starter ou compensada acima
de 5 CV.
Operação: prever opção de partida automática através do pressostato do
compressor (o comando e automatismo devem estar contemplados no próprio
equipamento).
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Proteção contra
falta de fase, sendo que todos os dispositivos de proteções devem atuar por meio de
contator auxiliar.
Sinalização: funcionamento do compressor, falhas, totalizador de horas para
indicação de tempo de funcionamento de cada equipamento.
Medições: não há a necessidade de medição de corrente.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para equipamentos acima de
5CV.
3.16.11 Sistema de secagem e desidratação de lodo em sistema de água
A função do sistema é a secagem e desidratação do lodo resultante do
tratamento de água, basicamente é composta da centrifuga que retira a água e seca
o lodo e de equipamentos auxiliares de acordo com o projeto do sistema, onde
podem ser instalados misturadores, dosadoras, esteiras ou roscas transportadoras,
motobombas de recalque, etc.
O quadro de comando e força da centrifuga deve ser projetado de acordo
com informações do fabricante e da Sanepar.
Para a execução do projeto elétrico, o projetista deve solicitar a Sanepar o
projeto para fornecimento do Sistema de Secagem/Desidratação de Lodo, onde
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haverá informações técnicas sobre o sistema, informando quais equipamentos serão
instalados e o processo operacional.
3.16.12 Raspador e transportador de lodo flotado
É o processo onde o raspador é responsável pela retirada, transporte e
depósito do lodo flotado da ETA até o tanque de lodo flotado.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor até 5CV, soft-starter acima de 5 CV ou
conversor de frequência conforme solicitação da Sanepar.
Operação: prever opção de partida manual local pelo operador ou automática
conforme solicitação da Sanepar.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Funcionamento a
vazio, através de sensor de nível ultrassônico, sonda hidrostática ou rele de
eletrodos instalados no tanque de acumulo. Proteção contra falta de fase e
temperatura, sendo que todos os dispositivos de proteções devem atuar por meio de
contator auxiliar.
Sinalização: funcionamento do equipamento, falhas, temperatura, totalizador de
horas para indicação de tempo de funcionamento de cada equipamento.
Medições: prever medição de corrente por equipamento, dispensável apenas no
caso de partida por conversor de frequência que contenha IHM para visualização
das grandezas.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV,
exceto quando a partida for por conversor de freqüência.
3.16.13 Elevatória de lodo flotado
Utiliza-se normalmente motobomba submersível ou de eixo horizontal, cuja
finalidade é o recalque do lodo flotado depositado no tanque de lodo para o sistema
de secagem e descarte de lodo da ETA. O tanque de lodo é o local de acumulação
do lodo flotado para posterior recalque.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor até 5CV, soft-starter acima de 5 CV ou
conversor de frequência conforme solicitação da Sanepar.
Operação: prever opção de partida manual local e automática conforme o nível de
lodo.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Funcionamento a
vazio, através de sensor de nível ultrassônico instalado no tanque de lodo. Proteção
contra falta de fase, sendo que todos os dispositivos de proteções devem atuar por
meio de contator auxiliar.
Sinalização: funcionamento do equipamento, falhas, níveis mínimo e máximo,
totalizador de horas para indicação de tempo de funcionamento de cada
equipamento.
Medições: prever medição de corrente por equipamento, dispensável apenas no
caso de partida por conversor de frequência que contenha IHM para visualização
das grandezas.
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Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV,
exceto quando a partida for por conversor de frequência.
3.16.14 Misturador rápido/lento
São equipamentos de eixo vertical dotado de uma hélice na sua
extremidade, cuja função é homogeneizar a mistura de soluções de cal/água. É
considerado misturador lento quando a velocidade da hélice é menor ou igual a
1.800 RPM, acima desta velocidade é considerado misturador rápido. O tanque de
preparo é o local de mistura dos produtos e instalação do misturador.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor.
Operação: prever opção de partida manual local e automática temporizada.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Funcionamento a
vazio, através de eletrodos instalados no tanque. Proteção contra falta de fase.
Sinalização: funcionamento do equipamento, falhas e totalizador de horas para
indicação de tempo de funcionamento de cada equipamento.
3.16.15 Dosadora / recalque de cal
Equipamento cuja função é aplicação de mistura cal/água no processo de
tratamento de água ou esgoto. O tanque de produtos é o local de sucção do produto
a ser aplicado.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor ou a critério da Sanepar por conversor de
freqüência.
Operação: prever opção de partida manual local e automática temporizada. Na
condição automática a bomba liga, através do sinal de 4-20mA, proveniente de um
analisador de pH, o qual controlará a dosagem do produto por meio da variação da
velocidade da dosadora.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Proteção contra
falta de fase.
Sinalização: funcionamento do equipamento e falhas.
3.16.16 Sistema de gás cloro
Sistema cuja função é a injeção e dosagem de gás cloro no processo de
tratamento de água de uma ETA. E composto de:
Cilindro: recipiente gás cloro. No local de instalação do cilindro deve ser previsto
uma tomada para balança, verificando a tensão necessária em projeto
Injetor: é responsável pela mistura e controle da dosagem de gás cloro com água.
Pode ter o controle de dosagem com regulagem manual e/ou regulador eletrônico
por um sinal 4-20mA proveniente de um analisador de cloro. Prever alimentação
elétrica junto ao injetor quando o mesmo for eletrônico.
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Recalque de água no injetor: uma motobomba deve injetar a água no interior do
injetor sinalizando seu funcionamento e as falhas ocorridas.
3.16.17 Dosadora/ recalque de cloro
Utiliza-se normalmente dosadora cuja função é injeção de água no injetor do
sistema de cloro, para posterior aplicação de mistura cloro/água no processo de
tratamento de água ou esgoto.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor ou a critério da Sanepar por conversor de
freqüência.
Operação: prever opção de partida manual local e automática através de um contato
auxiliar indicando chegada de água. No caso partida por conversor de freqüência,
um sinal de 4-20mA proveniente de um medidor de vazão, controlará a dosagem do
produto por meio da variação da velocidade da bomba.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Funcionamento a
vazio, através de eletrodos instalados no tanque de dosagem. Proteção contra falta
de fase.
Sinalização: funcionamento do equipamento, falhas e totalizador de horas para
indicação de tempo de funcionamento de cada equipamento.
3.16.18 Dosadora eletrônica tipo diafragma
São bombas dosadoras eletrônicas controladas por um sinal de corrente 420mA. A finalidade da bomba é injetar todo produto químico necessário ao processo
de tratamento de água ou esgoto como, cal, flúor, cálcio, cloreto férrico, hipoclorito
de sódio, etc. O local de instalação deve ser em uma sala apropriada na casa de
química, captando a solução em um tanque.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor. Prever uma tomada bifásica especifica ao lado
de cada dosadora.
Operação: prever opção de partida manual local onde o volume da dosagem será
fixa (previamente parametrizado) ou automático através de dosagem fixa ou variável.
Na dosagem fixa liga através de um comando externo (contato auxiliar de uma
bomba de um poço profundo). Na dosagem variável o volume da dosagem será
proporcional (conforme parametrização) ao sinal de 4-20mA de um medidor de
vazão ou analisador.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Proteção contra
falta de fase.
Sinalização: funcionamento do equipamento e falhas.
Válvula solenóide: deve funcionar no modo manual via operador ou automático em
conjunto com a dosadora sendo, dosadora ligada = válvula aberta, dosadora
desligada = válvula fechada.
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3.16.19 Dosadora convencional
A alimentação da dosadora deve ser através de duas tomadas trifásicas 220
V, 4 pólos com plug, sendo, uma com seqüência de fase RST-N e a outra com a
seqüência RTS-N.
3.16.20 Chave bóia
Dispositivo auxiliar para proteção de nível ou comando de uma motobomba.
Deve ser instalado no poço de sucção da motobomba ou em reservatório de água. A
chave bóia pode ser utilizada para nível máximo ou mínimo. Ver desenhos de
referência E-01 a E-05.
3.16.21 Eletrodos e relé de nível em água/esgoto
Dispositivo auxiliar para proteção de nível ou comando de uma motobomba.
Basicamente é um relê de nível com os eletrodos instalados no poço profundo, poço
de sucção ou em reservatórios. Os eletrodos tipo pêndulo devem ser confeccionados
em aço inox com isolamento em ABS para utilização em água e tipo pêndulo em aço
inox para utilização em esgotos, conforme padrão Sanepar. Deve ser levado em
conta também o eletrodo tipo haste utilizado em tubulações para automatização de
bombas dosadoras, ver desenhos de referência E-06 a E-19.
3.16.22 Diagrama de fluxo em sistema de esgoto
É o diagrama indicativo de toda seqüência no processo de tratamento de
esgoto em uma ETE – Estação de Tratamento de Esgoto. É um diagrama obrigatório
que deve ser fornecido junto ao projeto.
3.16.23 Elevatória de esgoto
É composta por motobombas submersíveis cuja finalidade é o recalque de
esgoto bruto para uma ETE ou leitos de secagem.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor até 5CV, estrela-triângulo, compensadora, softstarter acima de 5 CV ou conversor de frequência conforme solicitação da Sanepar.
Operação: prever opção de partida manual local ou automática através de sensor
ultrassônico, chave bóia, rele de nível com eletrodos instalados no poço de sucção.
Prever revezamento automático entre as bombas continua e a reserva, para cada
cinco ciclos de funcionamento da bomba contínua um ciclo da bomba reserva e
reversão em caso de falha da bomba selecionada. A critério da Sanepar o
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revezamento deve ser manual.
Em poço de sucção para sistemas de esgotos, quando no interior de uma ETE,
projetar caixa com régua de bornes de força e de comando, visando facilitar a
remoção das motobombas, em elevatória isoladas projetar caixa de passagem em
alvenaria com tampa em concreto com saída de gases. Ver desenhos de referência
C-08 a C-16 ou a critério da Sanepar.
Alarme: quando houver falta de energia ou o nível crítico do poço de sucção for
atingido, um discador deve ser acionado para alarmar o operador do sistema sobre
esta condição. A comunicação será feita através de linha telefônica ou via modem
celular.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Funcionamento a
vazio, através de sensor ultrassônico, chave bóia ou rele de nível com eletrodos
instalados no poço de sucção. Proteção contra falta de fase, sendo que todos os
dispositivos de proteções devem atuar por meio de contator auxiliar, inclusive
quando for prevista a UCP. Quando se tratar de bombas eixo horizontal, reautoescorvantes não afogadas prever proteção contra sucção negativa através de
rele de corrente. Para segurança humana, deve ser previsto no quadro de comando
e junto ao equipamento um dispositivo de bloqueio de funcionamento (com chave
emergência), quando este não estiver próximo ao quadro de comando.
Sinalização: funcionamento da motobomba, falhas, níveis mínimo e máximo,
totalizador de horas para indicação de tempo de funcionamento de cada
equipamento.
Medições: prever medição de corrente por equipamento, dispensável apenas no
caso de partida por conversor de frequência que contenha IHM para visualização
das grandezas.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV,
exceto quando a partida for por conversor de freqüência.
3.16.24 Recirculação e excedente de lodo
Composta por motobomba submersível cuja finalidade é o recalque de lodo
dos filtros de uma ETE para o leito de secagem ou canal de entrada de esgoto.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor até 5CV, estrela-triângulo, soft-starter acima de
5 CV ou conversor de frequência conforme solicitação da Sanepar.
Operação: prever opção de partida manual local ou automática através de sensor
ultrassônico, chave bóia, rele de nível com eletrodos instalados no poço de sucção.
Prever revezamento automático entre as bombas continua e a reserva, para cada
cinco ciclos de funcionamento da bomba contínua um ciclo da bomba reserva e
reversão em caso de falha da bomba selecionada. A critério da Sanepar o
revezamento deve ser manual.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Funcionamento a
vazio, através de sensor ultrassônico, chave bóia ou rele de nível com eletrodos
instalados no poço de sucção. Proteção contra falta de fase, sendo que todos os
dispositivos de proteções devem atuar por meio de contator auxiliar, inclusive
quando for prevista a UCP.
Sinalização: funcionamento da motobomba, falhas, níveis mínimo e máximo,
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totalizador de horas para indicação de tempo de funcionamento de cada
equipamento.
Medições: prever medição de corrente por equipamento, dispensável apenas no
caso de partida por conversor de frequência que contenha IHM para visualização
das grandezas.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV,
exceto quando a partida for por conversor de freqüência.
3.16.25 Elevatória de lodo
Motobomba submersível cuja finalidade é o recalque de lodo dos filtros de
uma ETE para o leito de secagem ou para o sistema de secagem e inertização do
lodo.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor até 5CV, estrela-triângulo, soft-starter acima de
5 CV ou conversor de frequência conforme solicitação da Sanepar.
Operação: prever opção de partida manual local ou automática através de sensor
ultrassônico, chave bóia, rele de nível com eletrodos instalados no poço de sucção.
Prever revezamento automático entre as bombas continua e a reserva, para cada
cinco ciclos de funcionamento da bomba contínua um ciclo da bomba reserva e
reversão em caso de falha da bomba selecionada. A critério da Sanepar o
revezamento deve ser manual.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Funcionamento a
vazio, através de sensor ultrassônico, chave bóia ou rele de nível com eletrodos
instalados no poço de sucção. Proteção contra falta de fase, sendo que todos os
dispositivos de proteções devem atuar por meio de contator auxiliar, inclusive
quando for prevista a UCP.
Sinalização: funcionamento da motobomba, falhas, níveis mínimo e máximo,
totalizador de horas para indicação de tempo de funcionamento de cada
equipamento.
Medições: prever medição de corrente por equipamento, dispensável apenas no
caso de partida por conversor de frequência que contenha IHM para visualização
das grandezas.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV,
exceto quando a partida for por conversor de freqüência.
3.16.26 Desarenador
Unidade construtiva de uma ETE, que tem por finalidade a retirada da areia
do esgoto bruto na entrada da ETE.
Pode possuir sistema de limpeza, composto de compressor e air-lift que
injetará ar retirando a areia do desarenador ou através de motobombas.
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3.16.27 Grade manual
Unidade construtiva de uma ETE, tem por finalidade reter os materiais
sólidos na entrada da ETE. A limpeza e a retirada destes materiais da grade é
executada de forma manual pelo operador da ETE. Deve ser previsto sistema de
proteção através de sensor de nível ou eletrodos sinalizando o entupimento da
grade e ainda alarme.
3.16.28 Grade mecanizada e esteira transportadora
Tem por finalidade reter os materiais sólidos na entrada da ETE. A limpeza e
retirada dos materiais da grade será automática e composta de:
GRADE: remove o material e deposita na esteira transportadora.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor.
Operação: prever opção de partida manual local pelo operador e automática através
de um interruptor cíclico que acionará a grade conforme a programação horária. A
critério da Sanepar, a grade deve ser acionada pela diferença do nível de esgoto a
montante e a jusante, para isso deve ser usado um sensor de nível diferencial.
Proteções: curto-circuito, sobretorque e sobrecarga através de disjuntor motor.
Outras proteções conforme especificação do equipamento. Para segurança humana,
deve ser previsto no quadro de comando e junto ao equipamento um dispositivo de
bloqueio de funcionamento (com chave emergência), quando este não estiver
próximo ao quadro de comando.
Sinalização: funcionamento do equipamento e falhas.
Medições: não há a necessidade de prever medições.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV.
ESTEIRA TRANSPORTADORA: Transporta o material retirado pela grade e
deposita em uma caçamba de lixo.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor.
Operação: funciona em conjunto com a grade, tendo seu desligamento temporizado
após o desligamento da grade.
Proteções: curto-circuito, sobretorque, sobrecarga através de disjuntor motor e
esteira desalinhada. Outras proteções conforme especificação do equipamento.
Sinalização: funcionamento do equipamento e falhas.
Medições: não há a necessidade de prever medições.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV.
3.16.29 RALF
Unidade construtiva de uma ETE que tem por finalidade a separação entre
liquido e sólido no processo de tratamento do esgoto.
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3.16.30 Filtro anaérobico
Unidade construtiva de uma ETE que tem por finalidade a descontaminação
do esgoto por matéria orgânica, por processo físico-biológico anaeróbico.
3.16.31 Câmara de contato
Unidade construtiva de uma ETE que tem por finalidade o lançamento do
efluente tratado. É nessa unidade que são adicionados produtos químicos para
desinfecção do efluente final.
3.16.32 Gerador de Hipoclorito
Equipamento que produz hipoclorito de sódio a partir da solução de água e
sal. A solução de hipoclorito será usada para desinfecção do efluente final. O
sistema de força e comando é fornecido junto com o equipamento. A projetista deve
verificar o tipo do equipamento especificado e prever alimentação para este de
acordo com a potência fornecida do mesmo.
3.16.33 Sistema de secagem e desidratação e inertização de lodo em sistemas de
esgoto
A função do sistema é a secagem e inertização do lodo resultante do
tratamento do esgoto, basicamente é composta da centrifuga que retira a água e
seca o lodo e de equipamentos auxiliares de acordo com o projeto do sistema, onde
podem ser instalados misturadores, dosadoras, esteiras e roscas transportadores,
moto bombas de recalque, etc.
Os misturadores de cal/lodo inertiza o lodo seco, misturando cal ao lodo.
O quadro de comando e força da centrifuga deve ser projetado de acordo
com informações do fabricante e da Sanepar.
Para a execução do projeto elétrico, a projetista deve solicitar a Sanepar o
projeto para fornecimento do sistema de secagem/desidratação e inertização do
lodo, onde haverá informações técnicas sobre o sistema e as condições
operacionais.
3.16.34 Agitador / Mixer
Equipamento a ser instalado em um reservatório ou poço de sucção, tanto
para sistema de tratamento de água ou sistema de esgoto.
Em sistemas de água o equipamento visa homogeneizar a mistura lodo/água
quando da limpeza dos decantadores ou dos filtros, tendo como requisito o sistema
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de secagem e desidratação do lodo ou reaproveitamento da água que será
novamente tratada.
Em sistemas de esgoto o equipamento evita a concentração de lodo e
materiais sólidos na sucção da motobomba e quando em reservatório de lodo evita a
homogeneização da mistura lodo/água oriundo do tratamento do esgoto, requisito
necessário e importante para o bom funcionamento do sistema de secagem e
desidratação de lodo.
Partida: o tipo de partida utilizado é a partida direta através de contator com
proteção através de disjuntor motor até 5CV ou conversor de frequência em caso de
floculadores, conforme solicitação da Sanepar.
Operação: quando de poço de lodo ou reservatório em sistemas de água, o
funcionamento deve ser continuo desligando somente por nível mínimo. Quando de
poço de sucção em sistemas de esgoto, o misturador deve entrar 3 minutos antes de
ligar a bomba e desligar quando a bomba entrar em operação. A Sanepar definirá os
paramentos de funcionamento. Deve possuir a opção de partida manual local ou
automática através de temporizador, comandado por rele de nível com eletrodos
instalados no poço de sucção, chave bóia ou sensor ultrassônico.
Proteções: curto-circuito e sobrecarga, através de disjuntor motor. Proteção contra
falta de fase.
Sinalização: funcionamento do equipamento, falhas, níveis mínimo.
Fator de potência: prever correção do fator de potência para bombas acima de 5CV.
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4 PROJETO PARA INFRAESTRUTURA DE DADOS E VOZ
O projeto deve ser elaborado de acordo com a NBR 14565, as
especificações técnicas e ser aprovado pela Unidade de Serviço Tecnologia da
Informação da Sanepar. Este projeto será executado em um volume separado do
projeto elétrico.
O projeto deve considerar:
•
ETA´s / Escritórios
Deve ser executada a entrada telefônica, com previsão de DG geral e DG
em cada edificação. Considerar no mínimo um ramal por sala. A central deve possuir
uma disponibilidade de 25% de linhas para ampliação. O número de linhas deve ser
de 3 a cada 12 ramais.
•
Elevatórias
Executar a entrada telefônica com poste de concreto individual ou
compartilhado com a entrada de energia quando em baixa tensão. Se existir sala de
operador deve atender a condição descrita para escritórios. Executar um DG para
instalação dos protetores de surto e derivação para o painel de automação para as
linhas previstas na topologia para atender ao sistema de supervisão e controle.
Cabos a serem aplicados em cada instalação:
- 1 linha utilizar condutores individuais tipo FE100 ( ref. Prysmian ou similar );
- Até 4 linhas utilizar cabo telefônico com 10 pares Tipo CTP-APL-SN 50 ( Ref.
Prysmian ou similar );
- Acima de 4 até 8 linhas utilizar cabo telefônico com 20 pares Tipo CTP-APL-SN
50 (ref. Prysmian - ou similar );
- Acima de 8 até 20 linhas utilizar cabo telefônico com 50 pares Tipo CTP-APL-SN
50 ( ref. Prysmian ou similar );
- Para condições acima de 20 linhas definir em conjunto com a Sanepar a solução
a ser adotada;
- Para a ETA utilizar cabo telefônico com 50 pares, tipo CTP-APL-SN 50 (ref.
Prysmian ou similar), ou maior dependendo do dimensionamento do projeto
telefônico.
Aplicar nos cabos as devidas terminações padronizadas, tanto para
instalação ao tempo quanto instalações internas e gerar quantitativo de materiais e
serviço necessários para a implantação.
Cabe ao projeto de infraestrutura de rede de dados definir a implantação da
rede contemplando tanto a integração com a rede corporativa (intranet), rede local
corporativa (LAN) e sistemas de automação. Deve ser executados o
dimensionamento e especificação dos cabos, fibras, conectores, equipamentos de
interligação, conversão, switch e dos painéis para componentes de rede.
Utilizar sempre fibra ótica para comunicação externa entre edifícios.
Executar o projeto dos pontos de rede para a sala de controle e para as
edificações de unidades que possuam escritório administrativo previsto. Deve ser
utilizada a padronização de cores para os cabos das redes:
• Azul – Intranet;
• Amarelo – Rede CLP;
• Verde – Rede CCO;
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•
Vermelho – Origem do sinal em switch (intranet), para as demais redes colocar
fita vermelha nos cabos de origem de sinal, mantendo a cor do cabo.
Este padrão deve ser utilizado para as tomadas de rede, path panel e path
cord. Especificar a identificação dos switch e conversores dentro de painéis e
distribuidores.
Gerar a lista de materiais e serviços necessários para a implantação.
IMPORTANTE: para maiores detalhes de integração com sistema de automação
consultar o Volume V.
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5 ANEXOS
5.1 ANEXO 01 – PLANILHA DE MEDIÇÃO
5.2 ANEXO 02 – RESUMO DA MEDIÇÃO
5.3 ANEXO 03 – FAC - FICHA DE AVALIAÇÃO DA CONTRATADA
5.4 ANEXO 04 – LREP - LAUDO DE RECEBIMENTO DE ESTUDOS E
PROJETOS
5.5 ANEXO 05 – QUADRO DE CARGA
5.6 ANEXO 06 – PLANILHA DE QUEDA DE TENSÃO
5.7 ANEXO 07 – INDICE DE QUEDA DE TENSÃO 1 - 450/750V
5.8 ANEXO 08 – INDICE DE QUEDA DE TENSÃO 2 – CABOS ATÉ 70ºC
5.9 ANEXO 09 – INDICE DE QUEDA DE TENSÃO 3 – CABOS ATÉ 90ºC
5.10 ANEXO 10 – DECLARAÇÃO DE CARGA INSTALADA - DCA
5.11 ANEXO 11 – DETALHE DE CARGA INSTALADA - DCI
5.12 ANEXO 12 – RELAÇÃO QUANTITATIVA DE MATERIAIS E SERVIÇOS
5.13 ANEXO 13 – LISTA DE CABOS
5.14 ANEXO 14 – CARIMBO 01 – FORMATOS A1, A2, A3 e A4
5.15 ANEXO 15 – CARIMBO 02 – FORMATOS A3 e A4
5.16 ANEXO 16 – CARIMBO 03 – FORMATO A3
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6 ANEXO 18 – TABELAS TÉCNICAS
6.1 TABELA 1 – CAPACITORES
6.2 TABELA 2 – ESCOLHA DE ELETRODUTOS E CONDUTORES
6.3 TABELA 3 – CORRENTE CURTO NO SECUNDÁRIO - TRANSFORMADORES
6.4 TABELA 4 – DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO DE COBRE
6.5 TABELA 5 – FLUXO LUMINOSO DAS LAMPADAS
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7 ANEXO 19 – DESENHOS DE REFERENCIA
7.1 DESENHOS GERAIS
A-01 – Vala para uma ou mais linhas de dutos
EL 01 – Eletroduto fixação em reservatório
EL-02 – Fixação dos eletrodutos
GR-01 – Grade de proteção das caixas de medição
P-01 – Poste, fixação e ancoragem
PS-01 – Ligação dos protetores de surto
RP-01 – Instalação de remota em poste
S-01 a S-03 – Simbologia para instalações prediais
S-04 – Simbologia para Linhas e Redes
S-05 a S-09 – Tabelas ANSI
T-01 – Tomada para lavadora portátil
7.2 CAIXAS DE PASSAGEM E CANALETAS
C-01 – Caixa de passagem em alvenaria c/ tampa em concreto
C-02 – Caixa de passagem em alvenaria c/ tampa em concreto e dispositivo p/ lacre
C-03 – Caixa de passagem em alvenaria c/ tampa em concreto e saída p/ gases
C-04 – Detalhe da tampa e moldura da caixa de passagem grelhada
C-05 – Canaleta – Detalhe construtivo
C-06 – Canaleta – Distribuição dos cabos elétricos
C-07 a C-07A – Caixa tipo sela para poço profundo
C-07B – Caixa tipo sela para eletrodo e cabo de bomba submersa
C-08 – Caixa de passagem de cabos p/ 1 motor até 15CV
C-09 – Caixa de passagem de cabos p/ 2 motores até 15CV
C-10 – Caixa de passagem de cabos p/ 3 motores até 15CV
C-11 – Caixa de passagem de cabos p/ 4 motores até 15CV
C-12 – Caixa de passagem de cabos p/ 1 motor de 17,5 até 75CV
C-13 – Caixa de passagem de cabos p/ 2 motores de 17,5 até 75CV
C-14 – Caixa de passagem de cabos p/ 3 motores de 17,5 até 75CV
C-15 – Caixa de passagem de cabos p/ 4 motores de 17,5 até 75CV
C-16 – Caixa de ligação de motores
7.3 DESENHOS DE CANALETA E BASE DE FIXAÇÃO E ABRIGOS DE
QUADROS DE COMANDO
DB-01 – Canaleta e base de QDLF auto-sustentável
DB-01A – Canaleta e base do QDLF - auto-sustentável
DB-02 – Abrigo de proteção do QDLF – Planta Baixa
DB-03 – Abrigo para QDLF – Vista Frontal
DB-04 – Abrigo para QDLF – Vista Lateral
DB-05 – Quantitativo orientativo abrigo do QDLF tipo 2
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DB-06 – Modelo de abrigo p/ quadro de comando tipo 1 – para um modulo
DB-07 – Modelo de Abrigo p/ quadro de comando tipo 2 – para dois módulos
DB-08 – Modelo de Abrigo p/ quadro de comando tipo 3 – para três módulos
DB-09 – Modelo de Abrigo p/ quadro de comando tipo 4 – para quatro módulos
DB-09 – Modelo de Abrigo p/ quadro de comando tipo 5 – para cinco módulos
DB-09 – Modelo de Abrigo p/ quadro de comando tipo 6 – para seis módulos
7.4 DESENHOS DE REFERENCIA PARA FIXAÇÃO DE ELETRODOS DE NÍVEL
E CHAVES BÓIAS
E-01 – Chave bóia – fixação em reservatório de concreto, para água
E-02 – Chave bóia – fixação em poço de sucção, para água
E-03 – Chave bóia – fixação em reservatório elevado de poliéster, para água
E-04 – Chave bóia – fixação em poço de sucção, para esgoto
E-05 – Chave bóia – fixação em poço de sução e reservatório, para água
E-06 – Eletrodo tipo pêndulo – fixação em poço de sução
E-07 – Eletrodo tipo pêndulo – fixação em reservatório elevado, para água
E-08 – Eletrodo tipo pêndulo - fixação em poço profundo
E-09 – Eletrodo tipo haste – fixação na adutora de chegada do REL
E-10 – Eletrodo tipo haste – fixação na adutora de chegada do RAP
E-11– Eletrodo tipo haste – bomba dosadora automatização
E-12 – Eletrodo tipo haste – fixação em adutora ao tempo
E-13 – Eletrodo tipo haste – fixação em adutora com caixa de alvenaria
E-14 – Eletrodo tipo haste – fixação no tanque pulmão de vácuo p/escorva
E-15 – Eletrodo tipo pêndulo – fixação em poço de sucção esgotos
E-16 – Eletrodo tipo pêndulo aço inox padrão Sanepar – Elevatória Esgoto
E-17 – Eletrodo tipo haste – na entrada adutora chegada
E-18 – Eletrodo tipo pêndulo – fixação em poço de gradeamento
E-19 – Eletrodo tipo pêndulo – fixação em poço de sucção e res. apoiado
7.5 DESENHOS DE REFERENCIA PARA ATERRAMENTO
H-01 – Haste de terra - fixação em caixa de inspeção
H-02 – Fixação da haste de terra - manilha de barro
H-03 – Vala da malha de aterramento
H-04 – Aterramento da cerca sob linha de alta-tensão
H-05 – Detalhe do seccionamento da cerca linha AT
HPR-01 – Pára-raios – fixação no REL
7.6 DESENHOS DE REFERENCIA PARA ILUMINAÇÃO INTERNA E EXTERNA
IL-01 – Luminária em braço – fixada em poste
IL-02 – Poste de Iluminação Externa – c/compart. p/equip. auxiliares – Vista Frontal
IL-02A – Poste de Iluminação Externa – c/compart. p/equip. auxiliares – Vista Lateral
IL-02B – Poste de Iluminação Externa – c/reator instalado em poste
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IL-03 – Fixação de luminária tipo “Aquatic” externamente
IL-04 – Fixação de luminária tipo “Aquatic” e interruptor
IL-05 – Fixação de luminária tipo “Aquatic” internamente e externamente
IL-06 – Fixação de luminária tipo “Aquatic” no teto
IL-07 – Iluminação casa “H” e alimentação da válvula solenóide
IL-08 – Iluminação casa “U” e alimentação da válvula solenóide
IL-09 – Iluminação casa “U” e alimentação bomba de cloração – Padrão
IL-10 – Iluminação interna, valv. solenóide e manometro casa U
IL-11 – Iluminação casa “HC”, alimentação válvula solenóide e bombas de recalque
IL-12 – Iluminação interna da casa “HC” e alim. dosadora
IL-13 – Iluminação interna do escritório localizado sob a base do REL
IL-14 – Iluminação interna escritório
IL-15 – Iluminação interna - laboratório_dep_escrit.
IL-16 – Iluminação interna da casa do operador
IL-17 – Iluminação aérea fixação no REL
IL-18 – Iluminação externa poste tubular metálico
7.7 DESENHOS DE REFERENCIA PARA LIGAÇÃO DE MOTOR
M-01 – Motor horizontal – Alimentação através de canaleta
M-02 – Motor horizontal – Alimentação através de canaleta e eletrocalha
M-03 – Motor horizontal – Alimentação através de eletroduto embutido
M-04 – Motor horizontal – Alimentação através de eletroduto aparente
M-05 – Floculador - alimentação
M-06 – Motobomba submersível - alimentação
M-07 – Alimentação da elevatória tipo poço
M-07A – Alim. motobomba em elevatória tipo poço com bucha de passagem
M-08 – Vista superior - elevatória tipo poço
M-08A – Elevatória tipo poço
M-09 e M-09A – Alimentação moto-bomba submersa em poço profundo
M-10 – Ligação da bomba submersa - elevatória tipo poço
M-10A – Bucha de passagem força - elevatória tipo poço
M-10B – Bucha de passagem (sensor elevatória)
M-11 – Misturador – Alimentação
M-12 – Bomba dosadora - Alimentação
M-13 – Alimentação da EEE com bomba submersível
M-14 – Alimentação Ponte raspadora decantador secundário
M-15 – Alimentação distribuidor rotativo do filtro biológico
7.8 DESENHOS DE REFERENCIA PARA INSTALAÇÃO DE EQUIPAMENTOS
MA-01 – Manômetro – fixação no interior da elevatória
MA-02 – Manômetro – fixação no interior do quadro
MA-03 – Manômetro – Proteção para sucção negativa
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( ) SAA ( ) SES ( ) PROJ
DISCRIMINAÇÃO DOS SERVIÇOS
N. DA LICITAÇÃO
MEDIÇÃO
CERTIFICAMOS QUE OS SERVIÇOS RELACIONADOS FORAM
EXECUTADOS E QUE OS PREÇOS , SUB-TOTAIS E TOTAIS
ESTÃO CORRETOS
ITEM
RECURSO
N. CONTRATO / CONVENIO
DATA
UD
TOTAL GERAL
CUSTO (R$)
TOTAL (R$)
-
ANTERIOR
CREA PR - XXXX/D
Unidade Contratante
ATUAL
FINANCEIRO (R$)
INICIO - FIM
ASSINATURA ENGENHEIRO RESPONSÁVEL DA SANEPAR
ATUAL
Engº Fulano de tal
-
FÍSICO
ANTERIOR
ACUMULADOS
PERÍODO:
Engº Fulano de tal
DATA
VALOR (R$)
REALIZADO NO PERÍODO
MEDIDO
FAT. N.º
MEDIÇÃO:
N. ORDEM DE SERVIÇOFOLHA Nº
CONTRATO Nº
CREA PR-XXXX/D
Nome da Empresa Contratada
ASS. RESPONSÁVEL CREDENCIADO DA CONTRATADA
QUANTIDADE
PREVISTOS
UNID. CONSTRUTIVA : 01-CANTEIRO DE OBRAS
CONTRATADA: NOME DA EMPRESA CONTRATADA
OBRA: IMPLANTAÇÃO OU AMPLIAÇÃO DO SAA / SES MUNICIPIO
-
ANEXO 01
RECURSO
UNIDADE CONSTRUTIVA
( ) SAA ( ) SES ( ) PROJ
RESUMO DA MEDIÇÃO
CERTIFICAMOS QUE OS SERVIÇOS RELACIONADOS
FORAM EXECUTADOS E QUE OS PREÇOS , SUB-TOTAIS E
TOTAIS ESTÃO CORRETOS
23
22
21
20
19
18
17
16
15
14
13
12
11
10
9
8
7
6
5
4
3
2
1
ITEM
N. DA LICITAÇÃO
N. CONTRATO / CONVENIO
DATA
-
INCIDÊNCIA %
N. ORDEM DE SERVIÇO
VALOR DO
INVESTIMENTO
PREVISTO (R$)
-
-
CREA PR - XXXX/D
Unidade Contratante
ASSINATURA ENGENHEIRO RESPONSÁVEL DA SANEPAR
#DIV/0!
ATUAL (R$)
ACUMULADOS
ANTERIOR (R$)
Engº Fulano de tal
-
%
VALORES REALIZADOS
INICIO - FIM
PERÍODO
Engº Fulano de tal
DATA
EM REAIS
NO PERÍODO
FOLHA Nº
FAT. N.º
MEDIÇÃO:
CREA PR-XXXX/D
Nome da Empresa Contratada
ASS. RESPONSÁVEL CREDENCIADO DA CONTRATADA
TOTAL GERAL
NUMERO DA ORDEM
DE SERVIÇO - OS
CONTRATO Nº
CONTRATADA: NOME DA EMPRESA CONTRATADA
OBRA: IMPLANTAÇÃO OU AMPLIAÇÃO DO SAA / SES MUNICIPIO
#DIV/0!
%
PERC
ANEXO 02
ANEXO 03
FORMULÁRIO DE AVALIAÇÃO DE CONTRATADA (FAC)
Data preenchimento
Contratada:
Nº OS:
Serviço/Localidade:
Nota
Máxima
Item de Verificação
ASPECTO 1
Qualidade
1. Desenvolvimento dos serviços atendendo ao objeto contratual e aos
elementos de referência
2. Comprometimento e dedicação da equipe técnica (para Tomada de
Preços, equipe mínima mais equipe indicada em anexo à proposta, quando existir)
3. Conformidade e Qualidade dos serviços quanto à apresentação,
consistência, justificativas, descrições, clareza e objetividade
PESO = 3
Avaliação da Qualidade - Nota Parcial Obtida:
10,00
5,00
2,50
2,50
Aspecto Qualidade - Conceito Parcial Obtido:
ASPECTO 2
Conteúdo
1. Realização do previsto no cronograma dos serviços para a etapa
2. Entrega dos serviços completos
3. Correções / Retrabalho / Erros identificados (1ª análise)
4. Erros identificados (2ª análise)
5. Atendimento às solicitações do Eng° Coordenador no prazo
estipulado e/ou conforme Edital/Contrato
6. Entrega dos serviços corrigidos (2ª análise)
PESO = 4
Avaliação do Conteúdo - Nota Parcial Obtida:
10,00
0,00
0,00
0,00
NA
NA
NA
NA
NA
NA
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
NA
NA
NA
NA
NA
NA
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1,00
0,50
1,00
Avaliação da Organização - Nota Parcial Obtida:
10,00
Conceito Final
0,00
1,00
PESO = 3
Excelente
Adequado
Inadequado
Conceito Mensal (ou por Fatura):
0,00
3,00
ASPECTO 3
Organização
1. Recolhimento de encargos de Previdência Social (GPS), do FGTS,
da Previdência Social (GFIP) e do ISS.
2. Funcionários registrados no Ministério do Trabalho, Contrato,
registro de autônomos e/ou liberais
3. Dimensionamento da equipe de trabalho
4. Atendimento às solicitações do Eng° Coordenador com qualidade e
bom relacionamento com a SANEPAR
5. Apresentação dos relatórios
6. Apresentação das peças gráficas
Conceitos:
0,00
3,50
Aspecto Conteúdo - Conceito Parcial Obtido:
Aspecto Organização - Conceito Parcial Obtido:
Número da Avaliação / Período da medição
1
2
3
4
5
6
0,10
0,10
2,00
1,80
3,00
3,00
NA
(EXCEL.): 8,01 - 10,00
(ADEQ.): 6,01 - 8,00
(INADEQ.): 4,01 - 6,00
Medição
Qualidade
Data nº
Nota x peso 3
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
NA
NA
NA
NA
NA
Insuficiente (INSUF.):0,00 - 4,00
Para os conceitos inadequado e insuficiente
serão aplicadas penalidades de contrato.
Nota
Conteúdo
Organização
Mensal
Nota x peso 4 Nota
x peso3
Nota Final
Média
Nome Legível / Unidade / Nº CREA
Profissional Responsável
Assinatura
(Contratada)
Coordenador/Avaliador (Engº)
UD Contratante (Gerente)
Ciente UD Cliente
IT/ENG/0006-001
(Gerente)
Folha 1/1
ANEXO 03 - CONT.
REGISTRO PRÓPRIO DE OCORRÊNCIAS (RPO)
Página Nº
Exigido pela Lei Estadual 15.608/07 - artigo 118, paragráfos 2 e 3
1/ 1
Contratada:
Nº do Contrato:
Nº OS:
Serviço/Localidade:
Prazo Execução:
Coordenador/Avaliador (Engº)
Data Início da O.S.:
Relato das Ocorrências (ofício/ cartas/ atas/ fóruns/ notificação/...)
Data
Ciente
Contratada
Providência para regularização de faltas e/ou defeitos observados
( a ser preenchido no caso de não atendimento aos documentos acima relatados)
Nome Legível / Unidade / Nº CREA
Engº Responsável
(Contratada)
Coordenador/Avaliador (Engº)
UD Contratante (Gerente)
Ciente UD Cliente
IT/ENG/0006-001
(Gerente)
Engª Leura Lucia Conte
Assinatura
ANEXO 04
Laudo de Recebimento de Estudos e Projetos
Nº/Ano:
Gerência:
Pág. N°
Local e Data de Preenchimento:
Localidade:
Serviços:
Empresa Contratada:
Endereço:
Modalidade da Licitação / N.º:
Período de Execução:
Nº do Contrato:
Fonte de Recurso:
Ordem de Serviço Nº
Data da Emissão da OS
Ultima Medição Nº
Nota Fiscal Última Medição
Valor Contratado (R$)
Valor Total Faturado (R$)
Unidade Responsável pela Contratação:
Eng. Coordenador - Unidade Contratante
Unidade Proprietária:
Responsável na Unidade Operacional:
Descritivo Técnico dos Serviços Executados (características devem ser cópia fiel daquelas descritas na ART final):
Eng. Resp. Técnico pelos Serviços:
Descritivo:
CREA
ART Nº
ESTE LAUDO NÃO SERVIRÁ PARA COMPROVAÇÃO DE ACERVO TÉCNICO JUNTO AO CREA
Após análise dos elementos formalmente apresentados, a Sanepar declara que os serviços estão em conformidade com as Prescrições, Termo de
Referência, cronograma, normas técnicas adequadas e critérios estabelecidos pela empresa, sem existir qualquer pendência. O conceito obtido pela
Contratada no desempenho técnico dos serviços foi avaliado conforme Formulário de Avaliação da Contratada - FAC indicado abaixo. Assim, a
Sanepar considera os serviços aprovados e aceitos, dando-se encerramento ao contrato. O recebimento dos serviços não exclui a responsabilidade
civil e criminal da contratada e dos respectivos profissionais que anotaram a ART, conforme artigos 120 e 123 da Lei Estadual 15608/07, no caso de
eventuais transtornos que forem originados na época da execução das obras, resultantes de vícios, defeitos ou incorreções constantes dos estudos e
projetos.
Conceito Final FAC:
Nome Legível / N. CREA / Unidade
Coordenador/ Avaliador (Engº) - Unid. Fiscal
Gerente Responsável Unid. Fiscal
Contratada - Responsável Técnico
Ciente da Unidade Proprietária (Gerente)
Número de vias: CONTRATADA, Arquivo Contratante, Arquivo Solicitante, Arquivo USFI
SCE - Sistema de Controle de Empreendimentos
Assinatura
ANEXO 05
QUADRO DE CARGAS
EQPTO:
CIRCUITO
DISCRIMINAÇÃO
CARGA INSTALADA TOTAL ( W )
CARGA UTILIZADA ( W )
DEMANDA DECLARADA ( W )
DEMANDA MÁXIMA ( VA )
CORRENTE ( A)
FATOR DE POTÊNCIA MÉDIO:
ALIMENTADOR:
fd=
fp=
fp=
CIDADE:
UNIDADE:
CARGA
(W)
R
FASES
S
T
DISJUNTOR
(A)
ANEXO 06
PLANILHA DE QUEDA DE TENSÃO
DIAGRAMA DE DISTRIBUIÇÃO DE CARGAS
MEDICAO
QDG-XX
bitola:
distancia:
QDLF-XX
bitola:
distancia:
QDL-XX
bitola:
distancia:
CCM-XX
DADOS PARA CALCULO [FP = 0,95]
TENSÃO TRIFASICA DE OPERAÇÃO (V):
BITOLA CABO
(mm2)
1,5
INDICE K
PVC [70ºC]
23,90
INDICE K
EPR [90ºC]
24,10
BITOLA CABO
(mm2)
25
INDICE K
PVC [70ºC]
1,49
INDICE K
EPR [90ºC]
1,50
BITOLA CABO
(mm2)
150
INDICE K
PVC [70ºC]
0,30
2,5
14,70
15,00
35
1,09
1,09
185
0,25
0,25
4
9,15
9,30
50
0,82
0,82
240
0,21
0,21
0,18
6
6,14
6,20
70
0,59
0,58
300
0,18
10
3,67
3,70
95
0,44
0,44
400
0,15
16
2,33
2,34
120
0,36
0,35
500
0,14
Q = (D x I x K x 100)/V
TRECHO DO
CIRCUITO
Q = QUEDA DE TENSÃO EM %
CARGA(W)
D = DISTÂNCIA(m)
I = CORRENTE(A)
CORRENTE (A) DISTÂNCIA (m) BITOLA CABO
I
D
mm²
K = INDICE DO CABO(v/km)
INDICE K
EPR [90ºC]
0,30
V = TENSÃO(v)
ISOLACÃO
INDICE K
Q = QUEDA DE TENSÃO
PVC / EPR
(V/A.km)
PARCIAL
ACUMULADA
ANEXO 07
QUEDA DE TENSÃO EM V/A. km
FIO PIRASTIC, CABO PIRASTIC E CABO FLEXÍVEL PIRASTIC FLEX
Secção
nominal
(mm²)
1,5
2,5
4
6
10
16
25
35
50
70
95
120
150
185
240
300
400
500
Eletroduto e eletrocalha (A)
(material magnético)
Eletroduto e eletrocalha(A) (material não-magnético)
Pirastic,
Pirastic Flex
Pirastic e Pirastic Flex
Circuito monofásico e trifásico
Circuito monofásico
Circuito trifásico
FP = 0,8
FP = 0,95
FP = 0,8
FP = 0,95
FP = 0,8
FP = 0,95
23,00
27,40
23,30
27,60
20,20
23,90
14,00
16,80
14,30
16,90
12,40
14,70
9,00
10,50
8,96
10,60
7,79
9,15
5,87
7,00
6,03
7,07
5,25
6,14
3,54
4,20
3,63
4,23
3,17
3,67
2,27
2,70
2,32
2,68
2,03
2,33
1,50
1,72
1,51
1,71
1,33
1,49
1,12
1,25
1,12
1,25
0.98
1,09
0,86
0,95
0,85
0,94
0,76
0,82
0,64
0,67
0,62
0,67
0,55
0,59
0,50
0,51
0,48
0,50
0,43
0,44
0,42
0,42
0,40
0,41
0,36
0,36
0,37
0,35
0,35
0,34
0,31
0,30
0,32
0,30
0,30
0,29
0,27
0,25
0,29
0,25
0,26
0,24
0,23
0,21
0,27
0,22
0,23
0,20
0,21
0,18
0,24
0,20
0,21
0,17
0,19
0,15
0,23
0,19
0,19
0,16
0,17
0,14
NOTAS:
A) As dimensões do eletroduto e da eletrocalha adotadas são tais que a área dos cabos não ultrapassa 40% da
área interna dos mesmos;
B) Os valores da tabela admitem uma temperatura no condutor de 70 ºC.
ANEXO 08
QUEDA DE TENSÃO EM V/A. km
INSTALAÇÃO AO AR LIVRE ©
CABOS SINTENAX, SINTENAX FLEX E VOLTALENE
Circuito trifásico
Circuito
trifásico (B)
FP = 0,95
FP = 0,8
FP = 0,95
FP = 0,8
FP = 0,95
FP = 0,8
FP = 0,95
FP = 0,8
FP = 0,95
FP = 0,8
FP = 0,95
S = 2D
FP = 0,8
S = 20cm
FP = 0,95
S = 10cm
FP = 0,8
S = 2D
Circuito
trifásico
FP = 0,95
S = 20cm
Circuito
monofásico
(B)
FP = 0,8
S = 10cm
Cabos tri e
tetrapolares
FP = 0,95
1,5
2,5
4
6
10
16
25
35
50
70
95
120
150
185
240
300
400
500
630
800
1000
Circuito monofásico
Cabos uni e
bipolares
FP = 0,8
Secção nominal (mm²)
Cabos unipolares (D)
23,60
27,80
23,70
27,80
23,40
27,60
20,50
24,00
20,50
24,10
20,30
24,00
20,20
23,90
23,30
27,60
20,20
23,90
14,60
17,10
14,70
17,10
14,40
17,00
12,70
14,80
12,70
14,80
12,50
14,70
12,40
14,70
14,30
16,90
12,40
14,70
9,30
10,70
9,30
10,70
9,10
10,60
8,00
9,30
8,10
9,30
7,90
9,20
7,80
9,20
9,00
10,60
7,80
9,10
6,30
7,20
6,40
7,20
6,10
7,10
5,50
6,30
5,50
6,30
5,30
6,20
5,20
6,10
6,00
7,10
5,20
6,10
3,90
4,40
3,90
4,40
3,70
4,30
3,40
3,80
3,40
3,80
3,20
3,70
3,20
3,70
3,60
4,20
3,10
3,70
2,60
2,80
2,60
2,80
2,40
2,70
2,20
2,40
2,30
2,50
2,10
2,40
2,00
2,30
2,30
2,70
2,00
2,30
1,73
1,83
1,80
1,86
1,55
1,76
1,52
1,59
1,57
1,62
1,40
1,53
1,32
1,49
1,50
1,71
1,31
1,48
1,33
1,36
1,39
1,39
1,20
1,29
1,17
1,19
1,22
1,22
1,06
1,13
0,98
1,09
1,12
1,25
0,97
1,08
1.05
1,04
1,11
1,07
0,93
0,97
0,93
0,91
0,98
0,94
0,82
0,85
0,75
0,82
0,85
0,93
0,74
0,81
0,81
0,76
0,87
0,80
0,70
0,71
0,72
0,67
0,77
0,70
0,63
0,62
0,55
0,59
0,62
0,67
0,54
0,58
0,65
0,59
0,71
0,62
0,56
0,54
0,58
0,52
0,64
0,55
0,50
0,47
0,43
0,44
0,48
0,50
0,42
0,43
0,57
0,49
0,63
0,52
0,48
0,44
0,51
0,43
0,56
0,46
0,43
0,39
0,36
0,36
0,40
0,41
0,35
0,35
0,50
0,42
0,56
0,45
0,42
0,38
0,45
0,37
0,51
0,40
0,38
0,34
0,31
0,30
0,35
0,34
0,30
0,30
0,44
0,36
0,51
0,39
0,37
0,32
0,40
0,32
0,46
0,35
0,34
0,29
0,27
0,25
0,30
0,29
0,26
0,25
0,39
0,30
0,45
0,33
0,33
0,27
0,35
0,27
0,41
0,30
0,30
0,24
0,23
0,21
0,26
0,24
0,22
0,20
0,35
0,26
0,41
0,29
0,30
0,23
0,32
0,23
0,37
0,26
0,28
0,21
0,21
0,18
0,23
0,20
0,20
0,18
0,32
0,22
0,37
0,26
0,27
0,21
0,29
0,20
0,34
0,23
0,25
0,19
0,19
0,15
-
-
-
-
0,28
0,20
0,34
0,23
0,25
0,18
0,26
0,18
0,32
0,21
0,24
0,17
0,17
0,14
-
-
-
-
0,26
0,17
0,32
0,21
0,24
0,16
0,24
0,16
0,29
0,19
0,22
0,15
0,16
0,12
-
-
-
-
0,23
0,21
0,15
0,14
0,29
0,27
0,18
0,17
0,22
0,21
0,15
0,14
0,22
0,20
0,14
0,13
0,27
0,25
0,17
0,16
0,21
0,20
0,14
0,13
0,15
0,14
0,11
0,10
-
-
-
-
NOTAS:
A) Os valores da tabela admitem uma temperatura no condutor de 70 ºC.
B) Válido para instalação em eletroduto não-magnético e diretamente enterrado.
C) Aplicável a fixação direta a parede ou teto, ou eletrocalha aberta, ventilada ou fechada, espaço de construção, bandeja, prateleira, suportes e
sobre isoladores
D) Aplicável também ao Fio Pirastic, Cabo Pirastic e Cabo Pirastic Flex sobre isoladores.
ANEXO 09
QUEDA DE TENSÃO EM V/A. km
INSTALAÇÃO AO AR LIVRE ©
CABOS EPROTENAX, EPROTENAX GSETTE E AFUMEX
Circuito trifásico
Circuito
trifásico (B)
FP = 0,95
FP = 0,8
FP = 0,95
FP = 0,8
FP = 0,95
FP = 0,8
FP = 0,95
FP = 0,8
FP = 0,95
FP = 0,8
FP = 0,95
S = 2D
FP = 0,8
S = 20cm
FP = 0,95
S = 10cm
FP = 0,8
S = 2D
Circuito
trifásico
FP = 0,95
S = 20cm
Circuito
monofásico
(B)
FP = 0,8
S = 10cm
Cabos tri e
tetrapolares
FP = 0,95
1,5
2,5
4
6
10
16
25
35
50
70
95
120
150
185
240
300
400
500
630
800
1000
Circuito monofásico
Cabos uni e
bipolares
FP = 0,8
Secção nominal (mm²)
Cabos unipolares
23,80
28,00
23,90
28,00
23,60
27,90
20,70
24,30
20,50
24,10
20,40
24,10
20,40
24,10
23,50
27,80
20,30
24,10
14,90
17,40
15,00
17,50
14,70
17,30
12,90
15,10
13,00
15,10
12,80
15,00
12,70
15,00
14,60
17,30
12,70
15,00
9,40
10,90
9,50
10,90
9,20
10,80
8,20
9,50
8,20
9,50
8,00
9,40
7,90
9,30
9,10
10,80
7,90
9,30
6,40
7,30
6,40
7,30
6,20
7,20
5,50
6,30
5,60
6,30
5,40
6,20
5,30
6,20
6,10
7,10
5,30
6,20
3,90
4,40
4,00
4,40
3,70
4,30
3,40
3,80
3,50
3,80
3,30
3,70
3,20
3,70
3,60
4,20
3,20
3,70
2,58
2,83
2,64
2,86
2,42
2,74
2,25
2,46
2,31
2,48
2,12
2,39
2,05
2,35
2,34
2,70
2,03
2,34
1,74
1,85
1,81
1,88
1,61
1,77
1,53
1,61
1,58
1,64
1,41
1,55
1,34
1,51
1,52
1,73
1,32
1,50
1,34
1,37
1,40
1,41
1,21
1,30
1,18
1,20
1,23
1,23
1,06
1,14
0,99
1,10
1,15
1,26
0,98
1,09
1.06
1,05
1,12
1,09
0.94
0,99
0.94
0,92
0,99
0,95
0,83
0,87
0,76
0,83
0,86
0,95
0,75
0,82
0,81
0,77
0,88
0,80
0,70
0,71
0,72
0,68
0,78
0,70
0,63
0,63
0,56
0,59
0,63
0,67
0,54
0,58
0,66
0,59
0,72
0,62
0,56
0,54
0,59
0,52
0,64
0,55
0,50
0,48
0,43
0,44
0,48
0,50
0,42
0,44
0,57
0,49
0,63
0,53
0,48
0,45
0,51
0,44
0,56
0,46
0,43
0,40
0,36
0,36
0,40
0,41
0,35
0,35
0,50
0,42
0,57
0,46
0,42
0,38
0,45
0,38
0,51
0,41
0,39
0,34
0,32
0,31
0,35
0,35
0,30
0,30
0,44
0,36
0,51
0,39
0,38
0,32
0,40
0,32
0,46
0,35
0,34
0,29
0,27
0,26
0,30
0,29
0,26
0,25
0,39
0,30
0,45
0,33
0,33
0,27
0,35
0,27
0,41
0,30
0,30
0,24
0,23
0,21
0,26
0,24
0,22
0,21
0,35
0,26
0,41
0,29
0,30
0,24
0,32
0,24
0,37
0,26
0,28
0,21
0,21
0,18
0,23
0,20
0,20
0,18
0,31
0,23
0,38
0,26
0,27
0,21
0,29
0,21
0,34
0,23
0,25
0,19
0,19
0,16
-
-
-
-
0,28
0,20
0,34
0,23
0,25
0,18
0,26
0,18
0,32
0,21
0,24
0,17
0,17
0,14
-
-
-
-
0,26
0,17
0,32
0,21
0,24
0,16
0,24
0,16
0,29
0,19
0,22
0,15
0,16
0,12
-
-
-
-
0,23
0,21
0,15
0,14
0,29
0,27
0,18
0,17
0,22
0,21
0,15
0,14
0,22
0,21
0,14
0,13
0,27
0,25
0,17
0,16
0,21
0,20
0,14
0,13
0,15
0,14
0,11
0,10
-
-
-
-
NOTAS:
A) Os valores da tabela admitem uma temperatura no condutor de 90 ºC.
B) Válido para instalação em eletroduto não-magnético e diretamente enterrado.
C) Aplicável a fixação direta a parede ou teto, ou eletrocalha aberta, ventilada ou fechada, espaço de construção, bandeja, prateleira, suportes e
sobre isoladores
ANEXO 12
SISTEMA DE ORÇAMENTOS DE OBRAS
Relatório
Por
Serviço
Mun./Loc.:
LOCAL DE APLICAÇÃO
Data:
Obra:
IMPLANTAÇÃO OU AMPLIAÇÃO DO SAA / SES
Nº Área:
Área Resp.:
UNIDADE CONTRATANTE
Nº USAQ:
Nº U.C.:
02 / 01
Recurso:
Ud. Const.:
EEE-A1 - ENTRADA DE ENERGIA 3Ø200A (DES. 03 e 04/01/09)
Referência:
Descrição
30/06/2014
01
MOS4Edv00Jan14
Ud
Qtde.
h
ud
1,00
1,00
UC-02
92
9201
920105
920125
EEE-A1 - ENTRADA DE ENERGIA 3Ø200A (DES. 03 e 04/01/09)
OBRAS ELÉTRICAS / MECÂNICAS / ELETROMECÂNICAS / AUTOMAÇÃO
MÃO DE OBRA E EQUIPAMENTOS DE APOIO
Caminhão munck c/ motorista (produtivo)
Instalação entrada de energia em BT
9202
920222
920234
SERVIÇOS COMPOSTOS - ABRIGOS, QUADROS DE COMANDO, BASES, BLOCOS E OUTROS
Caixa de passagem em alvenaria de tijolos, com tampa de concreto, dimensões 500 x 500 x 500mm
ud
Mureta em alvenaria de tijolos, com fundação e pingadeira em concreto armado, dimensões de 1380 x 1700 x 400 mm, cfe.
ud desenho
1,00
1,00
9204
920401
920407
920415
ARRUELA EM ALUMINIO, AÇO - FORNECIMENTO
Arruela em alumínio silício, ref. ARA fab. WETZEL ou similar, bitola 3/4"
Arruela em alumínio silício, ref. ARA fab. WETZEL ou similar, bitola 3"
Arruela quadrada em aço galvanizado a fogo, fab. ROMAGNOLE ou similar, medidas 38x3x18mm
ud
ud
ud
1,00
2,00
1,00
9205
920543
920549
BUCHA DE NYLON, REDUÇÃO, ALUMINIO, TERMINAL - FORNECIMENTO
Bucha em alumínio silício, ref. BUA fab. WETZEL ou similar, bitola 3/4"
Bucha em alumínio silício, ref. BUA fab. WETZEL ou similar, bitola 3"
ud
ud
1,00
3,00
9207
920719
920757
CABOS FORÇA E DISTRIBUIÇÃO (COBRE E ALUMINIO) - FORNECIMENTO
Cabo de cobre nu, têmpera meio dura, classe 2A, fab. ALCOA ou similar, seção 50 mm²
Cabo de cobre, têmpera mole, classe 5, 1kV, tipo Sintenax Flex, fab. PRYSMIAN (PIRELLI) ou similar, seção 95mm²
m
m
3,00
40,00
9216
921617
921619
CAIXAS DE ENERGIA, DE TELEFONE E DE PASSAGEM - FORNECIMENTO
Caixa para equipamentos de medição, padrão Copel, em chapa de alumínio 1,5 mm, pintura cinza N 6.5, para uso ao tempo,
ud tipo "EN", dimensões
1,00 490 x 570 x 260 mm, fab. BRUZA
Caixa para equipamentos de proteção, padrão Copel, em chapa de alumínio 1,5 mm, pintura cinza N 6.5, para uso ao tempo,
ud tipo "GN", dimensões
1,00 490 x 570 x 260 mm, fab. BRUZA
9221
922119
DISJUNTORES TERMOMAGNÉTICOS E MINI-DISJUNTORES - FORNECIMENTO
Disjuntor termomagnético, tripolar, em caixa moldada, tipo TQD, fab. GE ou similar, IN=200A - 10KA - 220VCA
ud
1,00
9224
922407
922432
922448
ELETRODUTOS DE AÇO/FERRO GALVANIZADO, INOX E CONEXÕES - FORNECIMENTO
Eletroduto de aço galvanizado à fogo, pesado, barras de 3m, NBR-5598, fab. CARBINOX ou similar, bitola 80mm (3") ud
Curva de aço galvanizado à fogo, 90º, pesado, NBR-5624, fab. CARBINOX ou similar, bitola 80mm (3")
ud
Luva de aço galvanizado à fogo, pesado, NBR-5598, fab. CARBINOX ou similar, bitola 80mm (3")
ud
2,00
1,00
3,00
9226
922639
922645
ELETRODUTOS DE PVC, KANAFLEX E CONEXÕES - FORNECIMENTO
Eletroduto de PVC rígido, roscável, anti-chama, NBR-6150, em barras de 3m, fab. TIGRE ou similar, bitola 25mm (3/4")ud
Eletroduto de PVC rígido, roscável, anti-chama, NBR-6150, em barras de 3m, fab. TIGRE ou similar, bitola 85mm (3") ud
1,00
1,00
9227
922735
922784
MATERIAIS DE MÉDIA, BAIXA TENSÃO E ACESSÓRIOS - FORNECIMENTO
Conector paralelo TAPIT, em alumínio, para ligações bimetálicas, principal (cobre/alumínio) 10-1/0AWG, derivação (cobre/alumínio)
ud
10-2AWG,
4,00 fab. BURNDY ou similar (NTC 81
Isolador de roldana em porcelana vidrada marron, 72 x 72 mm, fab. GERMER ou similar
ud
1,00
9232
923213
923214
923215
923216
923217
923218
923219
ILUMINAÇÃO EXTERNA E ACESSÓRIOS - FORNECIMENTO
Fecho para fita de aço inoxidável, 1/2", fab. FUSIMEC ou similar
Fita de aço inoxidável, largura 1/2" carga mínima de ruptura 200 kgf, fab. FUSIMEC ou similar
Fita de borracha de alta tensão 23BR, autofusão, largura 19mm, rolo 10m, fab. SCOTCH(3M) ou similar
Fita plástica isolante, largura 19mm, em rolos de 20m de comprimento, fab. 3M ou similar
Fita plástica isolante, largura 18mm, em rolos de 10m, fab. SCOTCH (3M) ou similar, cores Amarela
Fita plástica isolante, largura 18mm, em rolos de 10m, fab. SCOTCH (3M) ou similar, cores Branca
Fita plástica isolante, largura 18mm, em rolos de 10m, fab. SCOTCH (3M) ou similar, cores Vermelha
9233
923306
PARAFUSOS EM AÇO, INOX E PORCAS - FORNECIMENTO
Parafuso cabeça quadrada , tipo máquina, em aço galvanizado a fogo, com porca quadrada em AG, fab. ROMAGNOLE ou
udsimilar, bitola 16x175mm
1,00
9234
923401
923411
923427
POSTES, CRUZETAS E ACESSÓRIOS - FORNECIMENTO
Armação secundária, pesada em aço galvanizado a fogo, com um estribo, cod. 400019, fab. ROMAGNOLE ou similarud
Cabeçote em alumínio, para uso em entradas de energia, fab. SÃO LUCAS ou similar, bitola 3"
ud
Poste de concreto armado, seção duplo "T", com descida de cabo terra, DAN 300, fab. ROMAGNOLE ou similar, medidaud9m
1,00
1,00
1,00
9241
924106
924109
TERMINAIS DE COBRE A COMPRESSÃO, PRESSÃO - FORNECIMENTO
Terminal à compressão, em liga de cobre, com 1 furo, para 1 cabo à barra, fab. MAGNET ou similar para cabo bitola 16mm²
ud
Terminal à compressão, em liga de cobre, com 1 furo, para 1 cabo à barra, fab. MAGNET ou similar para cabo bitola 50mm²
ud
2,00
2,00
UniMax
ud
m
ud
ud
ud
ud
ud
4,00
4,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
UNIDADE DE SERVIÇO DE AQUISIÇÃO
ANEXO 13 - QUANTITATIVO DE MATERIAIS E SERVIÇOS.p62
Pag.: 1 de 1
FUNÇÃO
RÉGUA
BORNE
NÚMERO
S
T
N
MEDIÇÃO
MEDIÇÃO
ALIMENTAÇÃO
10.03QA01
3X1
3X1
13
12
A-2
A-1
LIGA/DESLIGA
10.03QA01
KQ1
KQ1
12
11
DA-1
B1-sobrecarga
B1-Local
B1-Remoto
B1-Ligado
QDLF2
QDLF2
QDLF2
QDLF2
QDLF2
XCS1
XCS1
XCS1
XCS1
XCS1
XCS1
6
5
4
3
2
1
DC-1
7 x 1,0
2 x 1,5
2 x 2,5
2 x 16
2 x 25
7
6
5
4
3
2
1
BR
PT
BR
PT
PT
PT
PT
PT
32
25
50
50
50
Corrente B1
Corrente B1
10.03QA01
10.03QA01
XI6
XI6
XI6
3
2
1
E-1
PT
b
C
SH
BR
45
20
45
20
ALIM
ALIM
XI2
XI2
XI2
XI2
XI2
XF
XCS
XCS
X1
X1
BARRA
BARRA
BARRA
BARRA
RÉGUA
2-
1+
14
13
12
11
10
12
2
1
2
1
N
T
S
R
BORNE
S -> Sinais específicos entre equipamentos
FO -> Fibra óptica
No. Doc.
X
ANTENA
ANTENA
IT01
IT01
IT01
10.03QA01
10.03QA01
10.03QA01
10.03QA01
10.03QA01
10.03QA01
QDF01
QDF01
10.03QDI01
10.03QDI01
QQDG01
LOCAL
ANTENA TORRE
RÁDIO
B1-EET01 IT01
B1-EET01
B1-EET01
FT01
EQUIPAMENTO
XXX
APROVADO:
PARA
XXX
XXX
VERIFICADO:
EXECUTADO:
DESCRIÇÃO REVISÃO
REV.
NÚMERO DOC
XX / XX
PLANTA
DATA:
DATA:
DATA:
NOTAS
DD/MM/AA
DD/MM/AA
DD/MM/AA
LOGOTIPO EMPRESA EXECUTORA
FOLHA:
n x 1,0 + b = Cabo com n vias de 1,0 mm2 com blindagem ou dreno de acordo com a especificação (n indica o número de vias do cabo, Ex: 2 x 1,0 + b - cabos de 2 vias 1,0mm2 com blindagem)
a x (b # 25(16)) = Cabo singelo (a indica o número de circuitos, b número de cabos por circuito, ( ) bitola neutro Ex: 2 x (3 # 25(16))mm2
n x 2,5 = Cabo com n vias de 2,5 mm2 (n indica o número de vias do cabo, Ex: 4 x 2,5 - cabos de 4 vias 2,5mm2)
n # 2,5 = Cabo singelo 2,5 mm2, n indica o número de cabos (Ex: 2 # 2,5)
LEGENDA ESPECIFICAÇÃO CABO:
DP -> Rede Profibus DP
E -> Sinal analógico (entrada ou saída), 4-20mA ou 0-10Vcc
ASI -> Rede Asi
DA -> Sinais discretos de sinal ou de comando em 127 ou 220Vca
MB -> Rede Modbus
C -> Comunicação Rádio ou linha telefônica
DC -> Sinais discretos de sinal ou de comando em 12 ou 24Vcc
LMR600
2 x 1,0 + b
32
25
50
100
300
TOTAL
A -> Alimentação do instrumento, painel ou equipamento
RÁDIO RMD 1
PS3
C-1
10.03QA01
RÁDIO RMD 1
PS3
LEGENDA NÚMERO CABO: (APRESENTAR NA ÚLTIMA FOLHA)
10.03QA01
CABO COAXIAL ANTENA RÁDIO
Corrente B1
10.03QA01
CABOS DE CONTROLE - ISOLAMENTO 0,3kV COM BLINDAGEM ELETROSTÁTICA - Sinais 4-20mA
Comum
B1-Proteção
QDLF2
CABOS DE CONTROLE - ISOLAMENTO 0,3/0,5kV - 12/24Vcc
LIGA/DESLIGA
10.03QA01
CABOS DE CONTROLE / COMANDO - ISOLAMENTO 0,6/1,0kV - 220V
ALIMENTAÇÃO
10.03QA01
CABOS DE FORÇA - ISOLAMENTO 0,6/1,0kV - 220/127V
R
MEDIÇÃO
MEDIÇÃO
CABO
CABO (mm2) COND COMPR.
CABOS DE ALIMENTADOR DE FORÇA - ISOLAMENTO 0,6/1,0kV - 440/254V
QUADRO
DE
DESCRIÇÃO PROJETO
LISTA DE CABOS
INTERLIGAÇÕES ELÉTRICA X AUTOMAÇÃO
CIDADE: XXX
ÁREA: XXX
ANEXO 13
35
65
17,5
15
-
12,5
12,5
10
7,5
7,5
7,5
7,5
5,0
5,0
5,0
5,0
2,5
45
40
30
200
3TF5022-0A
25
60
55
50
45
35
30
25
22
20
18
17,5
15
13
10
2,5
2,5
175
125
3TF4922-0A
25
16
16
16
10
10
10
6
4
4
2,5
2,5
2,5
2,5
6
7,5
DE ACORDO COM OS DADOS TÉCNICOS DA MOTO-BOMBA A SER INSTALADA, OBTENDO FATOR DE POTÊNCIA PRÓXIMO A 0,95
INDUTIVO
65,61
100
3TF4922-0A
3TF4822-0A
3TF4722-0A
3TF4722-0A
3TF4722-0A
3TF4622-0A
3TF4522-0A
3TF4522-0A
3TF4422-0A
3TF4422-0A
3TF4322-0A
3TF4222-0A
3TF4122-0A
3TF4022-0A
2,5
2,5
2,5
45
40
30
30
20
17,5
17,5
15
-
10
12,5
10
7,5
7,5
7,5
7,5
5,0
5,0
5,0
5,0
2,5
2,5
2,5
2,5
10
10
-
7,5
-
7,5
5,0
-
4,0
2,5
2,5
2,5
-
-
45
25
25
-
-
20
20
17,5
15
12,5
CAPACITOR (kVAr)
3600 RPM
2) TABELA PARA CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA É ORIENTATIVA, A PROJETISTA DEVERÁ REALIZAR OS CÁLCULOS PARA A CORREÇÃO
35
59,05
100
80
80
63
63
50
50
50
32
32
25
16
10
10
3TF4022-0A
3TF4022-0A
5
CV
POTÊNCIA
22,5
3TF5022-0A
35
52,49
45,93
39,36
36,08
32,80
29,52
26,24
22,96
19,68
16,40
13,12
9,84
6,56
5,25
6
10
Cabos
(mm)
2,5
125
160
3TF5022-0A
25
25
16
16
16
10
10
10
6
4
4
2,5
2,5
2,5
3,28
3,94
3TF4022-0A
Contator
440 V
100
75,57
125
3TF5022-0A
3TF4922-0A
3TF4822-0A
3TF4722-0A
3TF4722-0A
3TF4722-0A
3TF4622-0A
3TF4522-0A
3TF4522-0A
3TF4422-0A
3TF4322-0A
3TF4222-0A
3TF4122-0A
3TF4022-0A
2,5
2,5
1,31
In (A)
Disjuntor
(A)
4
OBSERVAÇÕES:
95
68,37
100
100
80
80
80
63
50
50
50
32
25
16
16
10
3TF4022-0A
3TF4022-0A
Cabos
(mm)
2,5
1)PARA LIGAÇÃO DOS CAPACITORES UTILIZAR SOMENTE CABOS FLEXÍVEIS
3TF5322-0A
70
60,77
53,18
45,58
41,78
37,98
34,19
30,99
26,59
22,79
6
10
3TF4022-0A
Contator
380 V
20
250
3TF5222-0A
50
50
35
35
35
25
25
16
16
18,99
15,19
11,40
7,60
6,08
4,56
3,80
1,52
In (A)
Disjuntor
(A)
4
17,5
131
50
200
3TF5222-0A
3TF5122-0A
3TF5122-0A
3TF5022-0A
3TF5022-0A
3TF4922-0A
3TF4922-0A
3TF4822-0A
3TF4722-0A
10
6
4
4
2,5
2,5
2,5
Cabos
(mm)
2,5
SUBMERSÍVE
L
1800 RPM
POÇO
HORIZONTAL
70
118,09
45
200
150
150
125
125
100
100
80
3TF4722-0A
3TF4522-0A
3TF4422-0A
3TF4322-0A
3TF4222-0A
3TF4122-0A
3TF4122-0A
3TF4022-0A
Contator
220 V
BOMBA
75
91,58
104,97
40
30
35
72,17
78,73
27,5
59,05
52,49
20
65,61
45,93
25
80
39,36
15
17,5
22,5
63
32,80
12,5
32
50
19,68
25
26,24
13,2
5
20
10
10,5
4
16
10
Disjuntor
(A)
6
7,5
6,56
7,87
3
2,62
1
2,5
In (A)
CAPACITOR
(Kvar)
CAPACITORES
TABELA 01
21,0
23,5
26,5
29,5
32,5
150
185
240
300
400
32,0
28,5
26,0
23,0
20,0
85
85
75
60
60
50
40
40
32
25
25
25
16
16
16
16
16
16
1
89
85
85
75
60
60
60
50
40
40
32
25
25
25
16
16
16
16
2
110
89
85
85
75
75
60
60
50
40
40
32
25
25
16
16
16
16
3
-
110
110
89
85
75
75
60
60
50
40
32
25
25
25
16
16
16
4
-
-
110
89
85
85
75
75
60
60
50
40
32
25
25
25
16
16
5
-
-
-
110
89
85
85
75
60
60
60
40
32
32
25
25
25
16
6
-
-
-
-
110
89
85
85
75
60
60
50
40
40
25
25
25
16
7
-
-
-
-
110
89
85
85
75
60
60
60
40
40
25
25
25
25
8
9
-
-
-
-
-
110
89
85
85
75
60
60
40
40
25
25
25
25
Nº DE CONDUTORES (ELETRODUTOS DE PVC)
500
400
300
240
185
150
120
95
70
50
35
25
16
10
6
4
2,5
1,5
(mm²)
BITOLA
578
502
419
364
310
272
239
207
171
134
111
89
68
50
36
28
21
15,5
(A)
AMPACIDADE
445
394
336
297
258
230
203
179
151
122
103
86
67
52
39
31
24
18
(A)
67
69
75
78
78
78
79
79
71
66
62
57
48
42
36
31
26
21
(m)
3%
22
23
25
26
26
26
26
26
24
22
20
19
16
14
12
10
9
7
(m)
1%
QUEDA DE
TENSÃO
FATORES, TAIS COMO : METÓDO DE INSTALAÇÃO, FATOR DE AGRUPAMENTO , NÍVEL DE CURTO, ETC
OBS: A TABELA É ORIENTATIVA , OS CONDUTORES DEVERÃO SER DIMENSIONADOS DE ACORDO COM A NORMA NB5410 , CONSIDERANDO
500
400
300
240
185
16,5
120
150
-
95 - 120
18,0
15,0
95
18,0 - 19,0
13,0
70
-
50 - 70
9,5
11,0
14,0 - 15,5
35
8,5
6,9
5,9
50
9,0
11,0 - 12,0
16
25 - 35
8,0
10
16
25
6,70 - 7,3
4-6
4,8
6
10
5,10 - 5,6
-
1,5 a 2,5
4,2
4
-
3,7
3,0
2,5
(mm)
EXTERNO
1,5
(mm²)
-
(mm)
EXTERNO
-
(mm²)
SINTENAX DIÂMETRO PIRASTIC DIÂMETRO
CONDUTOR
PIRASTIC SINTENAX
PARA ESCOLHA DE ELETRODUTOS E CONDUTORES
TABELA 02
TABELA 03
CORRENTE DE CURTO-CIRCUITO PRESUMIDA NOS SECUNDÁRIOS DE
TRANSFORMADORES - CLASSE DE TENSAO MAXIMA 15 kV - EFICAZ
POT. (kVA)
SECUNDÁRIO 220V
SECUNDÁRIO 380V
SECUNDÁRIO 440V
In (A)
Z (%)
Icc (kA)
In (A)
Z (%)
Icc (kA)
In (A)
Z (%)
Icc (kA)
30 kVA
79 A
3,5 %
2,2 kA
46 A
3,5%
1,3 kA
40A
3,5%
1,1 kA
45 kVA
118 A
3,5 %
3,3 kA
68 A
3,5%
1,9 kA
59A
3,5%
1,6 kA
75 kVA
197 A
3,5 %
5,6 kA
114 A
3,5%
3,2 kA
98A
3,5%
2,8 kA
112,5 kVA
295 A
3,5 %
8,4 kA
171 A
3,5%
4,8 kA
147A
3,5%
4,2 kA
150 kVA
393 A
3,5 %
11,2 kA
228 A
3,5%
6,5 kA
197
3,5%
5,6 kA
225 kVA
590 A
4,5 %
13,1 kA
341 A
4,5%
7,6 kA
295A
4,5%
6,5 kA
300 kVA
787 A
4,5 %
17,5 kA
456 A
4,5%
10,1 kA
394A
4,5%
8,7 kA
500 kVA
1312 A
4,5 %
29,1 kA
760 A
4,5%
16,8 kA
656A
4,5%
14,5 kA
750 kVA
1968 A
4,5 %
43,7 kA
1139 A
4,5%
25,3 kA
984A
4,5%
21,8 kA
1000 kVA 2624 A
4,5 %
58,3 kA
1519 A
4,5%
33,7 kA
1312A
4,5%
29,15 kA
TABELA 04
DIMENSIONAMENTO DE BARRAMENTO DE COBRE
INSTALAÇÕES BLINDADAS
BITOLA
ÁREA
Sem Pintura
PESO
I
Com Pintura
II
III
I
II
III
Polegada -mm
mm²
Kg/m
A
A
A
A
A
A
1/8"x3/4"
60
0,534
205
351
-
236
397
-
3x20mm
59,5
0,529
204
348
-
237
394
-
1/8"x1"
80
0,712
263
442
-
308
504
-
3/25mm
74,5
0,663
245
412
-
287
470
-
1/4"x1"
160
1,42
421
756
-
495
854
5X25mm
124
1,11
327
586
-
384
662
-
3/16"x1.1/4"
150
1,34
381
676
-
450
765
-
5x30mm
149
1,33
379
672
-
447
760
-
3/16"x1.1/2"
180
1,60
436
756
986
518
861
1031
5x40mm
199
1,77
482
836
1090
573
952
1040
3/8"x1.1/2"
362
3,22
648
1170
1605
771
1333
1814
10x40mm
399
3,55
715
1290
1770
850
1470
2000
3/8"x2"
483
4,30
824
1461
1974
987
1665
2246
10x50mm
499
4,44
852
1510
2040
1020
1720
2320
1/4"x1.1/4"
200
1,78
484
840
-
576
956
-
5x60mm
299
2,66
688
1150
1440
826
1330
1510
3/8"x2.1/2"
604
5,37
993
1734
2319
1190
1970
2801
10x60mm
599
5,33
985
1720
2300
1180
1960
2610
2876
3/8"x3"
725
6,46
1125
1915
2531
1631
2187
10x80mm
790
7,11
1240
2110
2790
1500
2410
3170
3/8"x4"
967
8,61
1442
2400
3155
1752
2758
3600
10x100mm
998
8,89
1490
2480
3260
1810
2850
3720
3/6"x5"
1209
10,8
1753
2681
3766
2115
3305
4302
10x120mm
1200
10,7
1740
2860
3740
2110
3260
4270
3/8"x6"
1451
12,9
1995
3255
4244
2448
3745
4860
10x160mm
1600
14,2
2220
3590
4680
2700
4130
5360
3/8"x8"
1935
17,2
2602
4170
5428
3183
4808
8221
10x200
2000
17,8
2690
4310
5610
3290
4970
6430
Os valores desta tabela correspondem à norma DIN 43671 para instalações internas a 35ºC de temperatura ambiente e
65ºC de temperatura de barramento
TABELA 05
FLUXO LUMINOSO DAS LÂMPADAS
LÂMPADA VAPOR METÁLICA
LÂMPADA VAPOR DE SÓDIO
Fluxo
Potência
tensão
Luminoso
Tipo
(W)
( V )*
(lm)
CDM-ET-70W
70
220
5900
CDM-ET-150W
150
220
13000
HPI PLUS250WBU
256
220
19000
HPI PLUS400WBUS
400
220
35000
* TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DO REATOR
Fluxo
Luminoso
(W)
( V )*
(lm)
SON70W-E
70
220
5600
SON150W-E
147
220
14500
SON250W-E
250
220
27000
SON400W-E
400
220
4800
* TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DO REATOR
LÂMPADA MISTA
Potência
tensão (V)
ML160W
(W)
165
(V)
220
ML-250W
260
220
5500
LÂMPADA FLUORESCENTE COMPACTA
Tipo
PLE/D-15W230-UNI
PLE/D-20W230-UNI
PLE/D-23W230-UNI
tensão
LÂMPADA FLUORESCENTE
Fluxo
Luminoso
(lm)
3150
Tipo
Potência
Tipo
Potência
tensão (V)
(W)
(V)
Fluxo
Luminoso
(lm)
15
20
23
220
220
220
810
1100
1400
Potência
tensão (V)
TLD15W-ELD-25
(W)
15
( V )*
220
Fluxo
Luminoso
(lm)
800
TLD30W-ELD-25
TLD-18W-54
30
18
220
220
2000
1050
TLD-36W-54
TLDRS16W-CO-25
TLDRS32W-CO-25
36
16
32
220
220
220
2500
1070
2035
TLTRS20W-ELD-25
20
220
1100
TLTRS40W-ELD-25
40
220
2600
Tipo
TLRS-65W-LD
65
220
4400
TLTRS-110W-ELD
110
220
7600
* TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DO REATOR
LÂMPADA INCANDESCENTE
Tipo
STD-220V25-N
STD-220V40-N
STD-220V60-N
STD-220V100-N
STD-220V-150-N
Potência
tensão (V)
(W)
25
40
60
100
150
(V)
220
220
220
220
220
Fluxo
Luminoso
(lm)
230
516
715
1620
2180
OBS:
1) TABELA DE FLUXO LUMINOSO CONFORME ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DA PHILIPS DO BRASIL
2) PARA OUTROS TIPOS DE LÂMPADAS E/OU FABRICANTES CONSULTAR AS RESPECITVAS TABELAS TÉCNICAS
3) UTILIZAR SOMENTE REATORES COM ALTO FATOR DE POTÊNCIA
SISTEMA DE ORÇAMENTOS DE OBRAS
Relatório
Por
Serviço
Sem BDI
Mun./Loc.:
Data:
Obra:
Nº Área:
Área Resp.:
Nº USAQ:
Serviços:
0,00
Recurso:
Serv Terc:
0,00
Nº U.C.:
03 / 12
Ud. Const.:
ABRIGO QDLF-TIPO 2 - SERVIÇOS
Descrição
02/07/2014 BDI Aplicado
013/2014
Referência:
Ud
Qtde.
MOS4Edv00Jan14 Mat/Equip:
Unitário Mão-de-Obra
Materiais
Total (R$)
0,00
%
UC-03
02
0201
020141
ABRIGO QDLF-TIPO 2 - SERVIÇOS
SERVIÇOS TÉCNICOS
TOPOGRAFIA E GEODÉSIA - SERVIÇOS
Locação da obra com auxílio de equipamento topográfico
m2
5,52
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
04
0406
040601
MOVIMENTO DE SOLOS
ESCAVAÇÃO MANUAL, NÃO EM VALAS, EM QUALQUER TIPO DE SOLO, EXCETO ROCHA
Profundidade 0 m < h <= 1 m
m3
0,71
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
08
0801
080103
FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS
ESTACA MOLDADA "IN LOCO"
Perfuração manual Ø 25 cm
m
12,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
0809
080905
FÔRMA PARA VIGA, PILAR E PAREDE
Plana em chapa resinada e= 10 mm
m2
7,95
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
0810
081003
FÔRMA PARA FUNDAÇÃO E BALDRAME
Plana em chapa resinada e= 10 mm
m2
5,64
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
0819
081901
081902
ARMADURA
Em aço CA-50
Em aço CA-60
kg
kg
67,81
27,83
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
0,00%
0820
082005
COBRIMENTO DE ARMADURA
Pastilhas de concreto e= 4,5 cm
ud
81,53
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
0821
082102
082103
CONCRETO CONVENCIONAL
fck = 15,0 MPa
fck = 20,0 MPa
m3
m3
0,59
1,01
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
0,00%
0830
083004
PROTEÇÃO E IMPERMEABILIZAÇÃO DAS ESTRUTURAS DE CONCRETO
Impermeabilização com manta asfáltica
m2
9,92
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
0831
083101
LAJE PRÉ-FABRICADA
Para forro, vão até 4,00 metros
m2
9,92
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
10
1002
100225
PAVIMENTAÇÃO
EXECUÇÃO DE PAVIMENTOS, GUIAS E SARJETAS
Revestimento com piso de concreto desempenado
m3
0,50
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
11
1101
110103
110110
FECHAMENTO
PAREDE
Alvenaria de tijolo furado 1/2 vez
Alvenaria de elemento vazado cerâmico
m2
m2
24,01
0,63
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
0,00%
12
1201
120101
120102
120103
REVESTIMENTO E TRATAMENTO DE SUPERFÍCIE
PISO, SOLEIRA E DEGRAU
Lastro de brita
Contrapiso em concreto não estrutural
Camada de regularização com argamassa desempenada sem impermeabilizante
m2
m2
m3
4,20
4,20
0,08
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
0,00%
0,00%
1203
120301
120302
120307
120308
120313
120314
PAREDE, TETO E BEIRAL
Chapisco fino, traço 1:3 em parede
Chapisco fino, traço 1:3 em teto e beiral
Emboço, traço 1:3:8 em parede
Emboço, traço 1:3:8 em teto e beiral
Reboco (calfino) em parede
Reboco (calfino) em teto e beiral
m2
m2
m2
m2
m2
m2
46,06
9,92
46,06
9,92
46,06
9,92
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
1204
120418
PINTURA
Látex acrílico - cores de catálogo
m2
55,98
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
1206
120603
IMPERMEABILIZAÇÃO
Emulsão de asfalto (hidroasfalto)
m2
7,05
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
16
1620
162003
SERVIÇOS DIVERSOS
LIMPEZA DE OBRA
Obra localizada
m2
5,52
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
18
1801
ITENS COMPLEMENTARES
MONTAGENS/INSTALAÇÔES
Porta em
chapa de aço
Rufo em aço
galvanizado
Quadro de
105 x 30cm,
Chapa em
alumínio 2mm
180101
180102
180103
180104
TOTAL DA UNIDADE
UC-04
ABRIGO QDLF-TIPO 2 - MATERIAIS
30
OUTROS MATERIAIS
3001
EM FERRO E AÇO
Porta em
300101
chapa de aço
Rufo em aço
300102
galvanizado
Quadro de
300103
105 x 30cm,
3002
300201
EM ALUMÍNIO
Chapa em alumínio 2mm dimensão 20 x 30cm com 4 parafusos e buchas.
ud
1,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
m
12,60
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
ud
2,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
ud
2,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
0,00
0,00
0,00
0,00%
ud
1,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
m
12,60
0,00
0,00
0,00
0,00%
ud
2,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
ud
2,00
0,00
0,00
0,00
0,00%
0,00
0,00
0,00%
0,00
0,00 0,00%
TOTAL DA UNIDADE
TOTAL GERAL
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