TENDÊNCIAS E INCERTEZAS PARA A CONSTRUÇÃO DE CENÁRIOS NA
SUINOCULTURA
MARCELO MIELE; ADEMIR FRANCISCO GIROTTO;
EMBRAPA SUíNOS E AVES
CONCÓRDIA - SC - BRASIL
mmiele@cnpsa.embrapa.br
PÔSTER
ADMINISTRAÇÃO RURAL E GESTÃO DO AGRONEGÓCIO
TENDÊNCIAS E INCERTEZAS PARA A CONSTRUÇÃO DE CENÁRIOS NA
SUINOCULTURA
Nome e número do grupo de pesquisa sugerido: Administração Rural e Gestão do
Agronegócio, n.º 2
Forma de apresentação: pôster
Resumo
Apesar do bom desempenho recente da cadeia produtiva da carne suína no Brasil, verifica-se
que este setor é afetado por instabilidades no cenário internacional e por incertezas de ordem
sanitária, econômica e ambiental. A fim de melhor posicionar os agentes econômicos frente às
mudanças no ambiente concorrencial, existem inúmeras ferramentas de planejamento e
gestão, sendo que a técnica de construção de cenários é uma delas. O presente trabalho é um
estudo exploratório da cadeia produtiva da carne suína brasileira, com ênfase nos três estados
da região Sul, e tem por objetivo identificar dois elementos centrais na construção de
cenários, quais sejam: as tendências e as incertezas percebidas pelos principais agentes da
cadeia produtiva. Para tanto, foram entrevistados 19 técnicos e dirigentes das instituições
públicas e privadas que representam, apóiam e fiscalizam a suinocultura nacional. Os
resultados apontam para as principais tendências e incertezas, bem como para quatro esboços
de cenários para a suinocultura nos próximos cinco anos.
Palavras-chave: suinocultura, cenários, tendência, incerteza, planejamento
1. Situação problema
A cadeia produtiva de carne suína no Brasil apresenta um dos melhores desempenhos
econômicos no cenário internacional (Tabela 1), o qual se deve a avanços tecnológicos e
organizacionais incorporados nas últimas décadas. Na produção primária e na agroindústria
vêm ocorrendo mudanças estruturais com o aumento da escala, especialização, tecnificação e
contratualização, facetas do processo mais amplo de industrialização da agricultura (Gomes et
all., 1992; Wedekin & Mello 1995; Martinez, 1999; Rabobank, 2002; Abipecs, 2004; Santini
& Souza Filho, 2004; Weydman, 2004; Girotto & Miele, 2005; Miele et all., 2006).
Tabela 1 – Produção e exportação de carne suína, Brasil.
Produção brasileira (mil t)
Exportações brasileiras (mil t)
Participação nas exportações mundiais
Participação das exportações brasileiras na produção
Fontes: USDA, Abipecs, ABCS, MDIC e Embrapa.
2000
2.556
128
4,1%
5,0%
2001
2.730
265
8,2%
9,7%
2002
2.872
476
12,8%
16,6%
2003
2.697
496
12,3%
18,4%
2004
2.620
508
11,2%
19,4%
2005
2.708
625
12,5%
23,1%
Sendo assim, o Brasil se destaca ocupando o quarto lugar na produção e exportação, que
cresceu 389% em volume nos últimos cinco anos, absorvendo boa parte da oferta não
consumida internamente e consolidando a posição brasileira. Entretanto, em que pese o
aumento contínuo das exportações mundiais, de 3,9% da produção em 2000 para 5,4% em
2005 (USDA), não se verificou crescimento na participação das exportações brasileiras no
total mundial, permanecendo o país com uma fatia de pouco mais de 12% (Tabela 1). Além
disso, o mercado interno tem absorvido parcela decrescentes da produção, visto que as
exportações representam parcela cada vez maior da produção nacional (Tabela 1). Esse
acirramento da pressão competitiva e dependência crescente no mercado externo tendem a se
agravar com a substituição do consumo por outras carnes como a de frango (o que pode se
reverter em função da influenza aviária), bem como em função da concentração das
importações em poucos países como Japão e Rússia, responsáveis por quase metade do total
das importações em 2005 (USDA). Além desses aspectos econômicos, mas a eles
relacionados, assumem importância crescente a instabilidade sanitária dos rebanhos (FAO,
2004), o crescente protecionismo (Lima et all., 2004) e os impactos ambientais. (Guivant &
Miranda, 1999; OECD, 2003; Pillon et all., 2003; Testa, 2004).
Apesar da significativa expansão verificada nas exportações brasileiras no último ano, deve-se
ressaltar que a atividade vem apresentando ciclos alternados de resultados positivos e
negativos em média a cada dois anos (Girotto & Miele, 2005, Miele et all., 2006). Ainda está
bastante vivo na memória dos agentes da cadeia produtiva, sobretudo entre os suinocultores, a
queda nos preços internacionais do produto e ao aumento dos custos dos grãos que se
materializaram internamente nos anos de 2002 e 2003 em uma das piores crises enfrentadas
pelo setor. O descarte de matrizes levou a uma queda de 18% no alojamento de reprodutores
entre 2002 e 2004 (Miele & Machado, 2006). Somente a partir do final de 2003 inicia-se um
processo de reversão nos preços que perdurou até o início de 2005, sobretudo em função da
retomada das exportações para a Rússia (Tabela 2 e Figura 1).
Tabela 2 – Preços e relação de troca na suinocultura, médias
anuais, região Sul.
Preço suíno vivo
Preço grãos
(R$/kg)
(R$/kg)**
1997
2,16
0,38
1998
1,92
0,36
1999
2,00
0,39
2000
1,92
0,40
2001
1,96
0,35
2002
1,69
0,47
2003
1,80
0,45
2004
2,19
0,44
2005*
2,21
0,35
Fontes: ACCS, Acsurs, Conab, Deral e Embrapa.
* Até setembro, preços atualizados pelo IGP-DI para set/05.
** Preço grãos = (70% preço milho + 30% preço soja)
*** Relação de troca = Preço suíno vivo / Preço grãos
Ano
Relação de
troca***
5,76
5,33
5,09
4,87
5,70
3,76
4,00
5,18
6,31
Essas oscilações refletem um descompasso entre demanda e oferta de suínos para o abate, em
grande parte devido a expectativas pouco lastreadas nas reais tendências dos mercados
compradores, bem como em um desconhecimento dos potenciais aumentos de produção.
Sendo assim, o conjunto da cadeia produtiva precisa buscar formas de identificar a real
necessidade de aumentar a oferta de carne suína (Miele & Machado, 2006). O planejamento
estratégico é um processo que permite reduzir a amplitude das oscilações de mercado através
da coordenação da cadeia produtiva, evitando momentos alternados de euforia e depressão.
Para tanto, existem vários instrumentos como o planejamento contingencial, a análise de
sensibilidade, os modelos de simulação e os cenários prospectivos (Schoemaker, 1995). O
problema aqui focalizado é a necessidade de desenvolver instrumentos de planejamento para a
cadeia produtiva no Brasil. O objetivo do trabalho é apoiar os agentes da suinocultura
brasileira identificando os elementos centrais na construção de cenários.
7
6,5
6
5,5
5
4,5
4
relação preço suíno vivo / preço grãos na região Sul
média móvel de 10 meses
preço grãos = (70% preço milho + 30% preço soja)
3,5
3
out/97 abr/98 out/98 abr/99 out/99 abr/00 out/00 abr/01 out/01 abr/02 out/02 abr/03 out/03 abr/04 out/04 abr/05
Figura 1 – Relação entre o preço do suíno vivo e o preço dos grãos, região Sul.
2. Base teórica e metodologia
A literatura sobre a construção de cenários prospectivos floresce em grande parte como uma
categoria das diversas formas e métodos de planejamento estratégico nas organizações. Da
análise SWOT (do inglês strength, weakness, opportunity e threat), passando pela matriz de
penetração de mercado de Ansoff e pela matriz BCG (de Boston Consulting Group), até as
estratégias genéricas de Porter (1996), todas são ferramentas gerenciais e de planejamento
para organizações (Mintzberg et all., 2000). O planejamento através de cenários permite
construir diversas narrativas plausíveis sobre o futuro, reconhecer incertezas e ambigüidades
no contexto ambiental, bem como considerar implicações estratégicas (Schoemaker 1995;
Burt & Van der Heijden 2003). Portanto, os cenários são ricos em informações pois tentam
captar um vasto leque de possíveis futuros, estimulando as pessoas a considerar mudanças
(Schoemaker, 1995). Um definição ampla considera que “cenários são descrições de possíveis
futuros que refletem diferentes perspectivas sobre o passado, o presente e o futuro” (van
Notten et all., 2003)1. Cada cenário conta uma história de como vários elementos interagem
sob certas condições (Schoemaker, 1995), sendo que a sua construção se inicia ao separar o
conhecimento em duas partes. Os assuntos que acreditamos saber algo a respeito ou
tendências, e os elementos desconhecidos ou incertezas (Schoemaker, 1995; van Notten et
all., 2003). A seguir apresenta-se na Figura 2 os principais elementos e etapas envolvidos na
construção de cenários.
1
A Embrapa também possui experiência no uso dessa ferramenta de planejamento, através da construção de
cenários acerca do futuro da pesquisa, do desenvolvimento e da inovação para o agronegócio brasileiro no
período de 2002 a 2012 (Embrapa, 2003)
Elementos de mudança
(principais atores)
Principais
tendências
Principais
incertezas
Regras de interação
(consistência e
modelagem)
Cenários múltiplos
Fonte: Schoemaker, 1995.
Figura 2 - Processo de construção de cenários.
O presente trabalho é um estudo exploratório da cadeia produtiva da carne suína brasileira,
com ênfase nos três estados da região Sul. Tem como objetivo identificar dois elementos
centrais na construção de cenários, quais sejam: as tendências e as incertezas percebidas pelos
principais agentes da cadeia produtiva. Seguindo a proposta de classificação de projetos de
cenários com base em múltiplos critérios de van Notten et all. (2003), o presente trabalho:
- visa construir cenários exploratórios: descritivos, baseado em projeções, com um foco de
análise geográfico (Brasil) e setorial (cadeia produtiva da carne suína), com uma escala
temporal de curto prazo (cinco anos) e com uma escala espacial nacional mas
influenciada pelo global;
- através de um processo intuitivo: utiliza dados qualitativos, coletados através de
entrevistas com agentes da cadeia produtiva2;
- de conteúdo complexo: a natureza das variáveis é heterogênea (sobre diversos temas),
gera contrastes e supõe eventos extremos com futuros significativamente distintos.
As unidades de análise são as instituições públicas e privadas que representam, apóiam e
fiscalizam a suinocultura nacional. O estudo foi baseado em 19 entrevistas com dirigentes e
técnicos dessas instituições (dez no serviço público de apoio e fiscalização, cinco de
representação dos produtores e quatro de representação das indústrias). As entrevistas
seguiram um protocolo cujo principal instrumento é um roteiro estruturado de questões.
3. Resultados e discussão
O trabalho tem uma abrangência temporal de médio prazo, os próximos cinco anos, e se volta
para os anseios da suinocultura brasileira em evitar ou amenizar crises como a que ocorreu
2
Os autores agradecem o apoio financeiro da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que viabilizou as
entrevistas.
recentemente. Os atores nesse processo são os setores que compõem a cadeia produtiva, com
ênfase para os produtores e as agroindústrias.
A tendência mais citada (12 vezes) foi o aumento da escala, com especialização,
profissionalização e intensificação tecnológica na produção de suínos, juntamente a ganhos de
escala entre as agroindústrias e redução da capacidade ociosa. Isso acarreta maior eficiência
produtiva e aumento do peso médio de abate, com maior rentabilidade das agroindústrias e
dos suinocultores que permanecem na atividade. Por outro lado leva à exclusão dos menos
eficientes e concentração industrial (Figura 3). Em seguida, foi citada a tendência (11 vezes)
de aumento da concorrência internacional (com destaque para a exigência por sistemas de
rastreabilidade), e de elevação das barreiras sanitárias, sobretudo na UE. Isso afeta a
lucratividade do setor, podendo ser repassado ao lado social através do fechamento de
frigoríficos e da exclusão de suinocultores menos eficientes. Entretanto, o ambiente
competitivo internacional torna obrigatória a qualificação das empresas nacionais. Outra
tendência freqüentemente citada (10 vezes) foi o aumento na coordenação entre os elos da
cadeia produtiva, através da integração vertical entre as empresas líderes, mas também através
de ações de cooperação entre associações, produtores independentes, e instâncias de regulação
como a câmara setorial. A maior integração permite ganhos de eficiência organizacional e
menor volatilidade em preços, quantidade e qualidade. A maior coordenação permite que a
cadeia produtiva responda de forma mais eficiente a choques externos, ou pelo menos sem
euforia nos ciclos de expansão. Por fim, espera-se que a legislação ambiental seja cada vez
mais restritiva (citado 7 vezes), com a incorporação de tecnologias de tratamento de dejetos e
de limites à expansão da atividade nas tradicionais regiões produtoras do Sul. Isso pode levar
a uma menor lucratividade, mas com um potencial de inovação tecnológica e de redução do
impacto ambiental.
Assim como para as tendências, foram identificados os principais acontecimentos cujo
desdobramento é extremamente incerto e que podem afetar de forma significativa a
suinocultura brasileira. A principal incerteza citada é econômica (17 vezes), e questiona qual
o potencial de crescimento dos mercados externo e interno. Um crescimento significativo da
demanda externa representa uma oportunidade de crescimento da produção acima das
restrições internas. Por outro lado, um baixo crescimento da demanda externa, dada a oferta
atual, pode acarretar uma crise acentuada de sobre-produção. Outra incerteza citada (08
vezes) é quanto ao status sanitário brasileiro, visto que uma crise sanitária pode inviabilizar a
atual expansão brasileira, com profundos impactos econômicos e sociais. Por fim, questionase (citado 07 vezes) quanto à futura localização da produção e do processamento e seu
deslocamento para o Centro-Oeste, com ênfase para a disponibilidade de milho, o que leva ao
desenvolvimento da fronteira agrícola, mas com potenciais efeitos negativos na geração de
emprego e renda nos municípios das regiões onde a atividade se retira.
localização da produção e do
processamento
incertezas
status sanitário brasileiro
potencial de crescimento dos
mercados externo e interno
legislação ambiental cada vez mais
restritiva
aumento da coordenação na cadeia
produtiva
tendências
aumento da concorrência
internacional e das barreiras
sanitárias
aumento da escala, especialização e
intensificação tecnológica
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
freqüência com que o tema foi citado
Figura 3 – Temas citados pelos entrevistados para a definição de tendências e incertezas
para a construção de cenários na suinocultura brasileira.
Os resultados do estudo constituem os elementos para a construção de esboços de cenários.
Para tanto, faz-se um cruzamento das duas principais incertezas, a econômica (crescimento ou
estagnação dos mercados externo e interno) e a sanitária (controle ou crise). Obtém-se assim
uma matriz com quatro cenários possíveis (Figura 4): “oportunidade de ouro”; “crescimento
constrangido”; “marcando passo” e “desastre”.
excesso de
oferta
DESASTRE
CRESCIMENTO
CONSTRANGIDO
mercado
aquecido
Incerteza de demanda
Incerteza sanitária
crise sanitária
controle sanitário
MARCANDO
PASSO
OPORTUNIDADE
DE OURO
Figura 4 – Matriz de cruzamento de incertezas.
A partir das tendências apontadas há a necessidade de pesquisar os desdobramentos de cada
um desses cenários para o deslocamento regional da produção e abate, para a distribuição de
ganhos e perdas entre os elos da cadeia nos períodos de expansão e retração, para a
intensificação do processo de verticalização e organização industrial e, também, para os
impactos ambientais que podem ocorrer em cada uma dessas situações.
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