Fórum Ambiental informativo Avanços da Gestão Ambiental na UFRGS

Fórum Ambiental informativo Avanços da Gestão Ambiental na UFRGS
17
Jul-ago de 2009
Volume 4, Edição 1
CGA / UFRGS
Fórum Ambiental
informativo
Avanços
da Gestão Ambiental na UFRGS
Por Darci B. Campani, coordenador CGA / UFRGS
Artigos
especial
interesse
Uma
das
maiores
dificuldades na gestão
pública,
principalmente
quando se trabalha com
uma Instituição como a
UFRGS e com um tema
bastante complexo, como
a questão ambiental, é
conseguir sentir que o
esforço realizado no dia a
dia está gerando frutos
sólidos e o projeto avança.
Estamos agora começando
a “colher” os primeiros
frutos de nossa dedicação
dos últimos meses em prol
do ambiente aqui na
Universidade.
No
Programa de Aspectos e
de
• Que nota você
daria ao céu da
sua cidade?
• Diagnóstico
Ambiental
UFRGS
da
• Copos plásticos
e o ambiente
Impactos
Ambientais,
estamos
conseguindo
chegar perto do índice de
50%
dos
prédios
realizados.
A
Coleta
Seletiva retoma com força
a sua implantação, com a
realização junto com a
GERTE/Progesp,
de
reuniões
com
os
trabalhadores da empresa
terceirizada, onde foram
reforçadas as informações
sobre a Coleta Seletiva na
UFRGS, e a compra de
novas lixeiras e containers
pela
SUINFRA,
irão
aumentar o valor hoje
obtido de mais de 25
toneladas/mês de material
seletivo
destinado
às
Unidades de Reciclagem
operadas por catadores,
melhorando os resultados
atuais,
tanto
em
quantidade
como
qualidade. Várias outras
ações
também
estão
ocorrendo, algumas que
virão
a
apresentar
resultados concretos só
daqui a alguns meses,
com os da Educação
Ambiental, em articulação
com
o
curso
de
Engenharia Ambiental e
de algumas novas obras
cujos projetos já previrão
a sustentabilidade das
edificações futuras.
Lâmpadas Fluorescentes por Sílvio Bersagui, vice-superintendente de Infraestrutura
Destaques
individuais:
Saneamento
Ambiental
3
Manejo da Vegetação
na UFRGS
5
Campanhas
da
Coordenadoria 5
Dicas
6
As
lâmpadas
fluorescentes têm grande
utilização
por
proporcionarem economia
de
energia,
mas
o
mercúrio presente em sua
composição pode causar
danos ambientais, por
isso
precisam
ser
armazenadas
com
cuidados
especiais
e
encaminhadas
para
descontaminação.
Somente
após
este
processo é que poderão
ser
reaproveitadas
sem prejuízos ambientais.
Se encaminhadas ao
aterro
sanitário,
o
mercúrio pode atingir
lençóis freáticos causando
sérios danos ambientais.
No manuseio e descarte
dessas
lâmpadas
é
preciso observar: não
devem ser quebradas,
cuidado para não segurar
pelo
vidro sendo
recomendável que estejam
protegidas
com
jornal
ou plástico
bolha
para
evitar sua ruptura. Em caso
de quebra acidental de
uma
lâmpada
é
aconselhável que a pessoa
junte
o
material,
se
possível, dentro de um
saco plástico tomando o
cuidado de não tocar com
as mãos, isto é, manusear
o material com luvas e, se
possível, avental. Retire os
cacos com um papel
umedecido e descarte o
papel junto. Coloque tudo
dentro de um segundo
saco plástico lacrado para
o descarte. Lembre-se de
não usar aspirador de pó,
ventilar o local logo após o
acidente, sair do local no
mínimo por 15 minutos.
Logo após a limpeza, lave
as
mãos
com
água
corrente e sabão.
Em junho de 2009, a
SUINFRA recolheu um
passivo
de
18.000
lâmpadas,
espalhadas
pelos quatro Campi, que
estavam armazenadas em
locais pré-determinados
junto
às
Prefeituras
Universitárias.
Essas
lâmpadas já estavam na
UFRGS
desde
2007,
quando
do
último
recolhimento.
Porém,
ainda há cerca de 20.000
a serem recolhidas e uma
produção
mensal
de
aproximadamente 1.000
lâmpadas.
Será
contratado o recolhimento
deste passivo restante,
bem como da quantidade
gerada mensalmente, ou
seja,
até
setembro
esperamos reduzir a zero
nosso
passivo
de
lâmpadas e ao mesmo
tempo implementar um
sistema de recolhimento
mensal.
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Fórum Ambiental
Nossos Saberes Ambientais
Que nota você daria para o céu de sua cidade? Por Prof. Maria Helena Steffani, Diretora do Planetário ,
UFRGS
“Nos dias de hoje, olhar
para o céu já não provoca
nos habitantes urbanos o
deslumbramento de
outrora..."
O Ano Internacional da
Astronomia
em
2009
(AIA2009) comemora os
quatro séculos desde as
primeiras
observações
telescópicas do céu feitas
por Galileu Galilei e,
principalmente, celebra a
Astronomia
e
suas
contribuições
para
o
conhecimento
humano.
Durante esse ano estão
sendo
realizadas
atividades
locais,
nacionais
e
globais
focadas na educação, no
envolvimento do público e
no
engajamento
dos
jovens na ciência. Dentre
estas
atividades
destacamos a importância
de resgatar o ato de olhar
para o céu e refletir sobre
nosso lugar no Universo.
Nos dias de hoje, olhar
para o céu já não provoca
nos habitantes urbanos o
deslumbramento
de
outrora, que encantava e
despertava uma série de
questionamentos
científico-filosóficos.
É
que, cada vez mais, a
iluminação das áreas
urbanas e industriais e o
acúmulo de gases na
atmosfera têm diminuído
o contato do ser humano
com o céu estrelado e
com a visualização da Via
Láctea, a nossa galáxia.
Tendo como objetivos
despertar a consciência
do público e da mídia para
a existência do problema
da poluição luminosa e
recolher
dados
estatísticos para posterior
encaminhamento
aos
órgãos
governamentais
competentes, com intuito
de
gerar
legislação
própria sobre a questão
da poluição luminosa, o
Planetário
Prof.
José
Baptista
Pereira,
da
UFRGS, engajou-se na
Maratona da Via Láctea,
campanha promovida pelo
AIA 2009 no Brasil. Em
semanas específicas dos
meses
de
junho
a
setembro de 2009, será
realizado no pátio do
Planetário
um
experimento
simples
chamado Que nota você
daria para o céu da sua
cidade?. O experimento
consiste em comparar o
que cada pessoa enxerga
no céu, ao olhar para a
constelação de Escorpião,
com oito cartas celestes
que
representam
diferentes
magnitudes
limite (zero a 7). Se
nenhuma
estrela
for
visível, a magnitude limite
é zero; para um céu
excepcional a magnitude
limite é 7. A magnitude
limite da carta que melhor
representar o número de
estrelas visíveis no céu
para cada observador
será a nota que este
observador dará ao céu
da
sua
cidade!
O
participante também será
convidado a avaliar a
visibilidade da Via Láctea
na região do Escorpião e
Sagitário.
Durante
a
realização da observação
serão
discutidos
as
causas
da
poluição
luminosa e o desperdício
de energia jogada para o
céu
(até
30%
do
consumo) sem melhoria
de segurança, etc. Mais
informações
em
www.planetario.ufrgs.br
pelo telefone 3308-5384.
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Fórum Ambiental
SANEAMENTO AMBIENTAL por Paulo Robinson da Silva Samuel, Eng. Civil. CG A
As classes sociais menos
favorecidas têm sido as
mais prejudicadas pelo
menor acesso aos serviços
de saneamento básico
adequado.
O Brasil apesar de possuir
grandes reservas de água
doce, começa a apresentar
problemas com quantidade
e qualidade destas águas.
A
degradação
dos
mananciais, causada pela
poluição
gerada
pelos
esgotos cloacais, pelos
rejeitos sólidos lançados
indevidamente nos corpos
receptores,
pelo
desmatamento,
pela
monocultura,
mineração
nos leitos dos rios, erosão e
perfuração descontrolada
de
poços,
tem
sido
fundamental
para
a
diminuição da água de boa
qualidade
e
por
conseqüência
aumentando as doenças
de veiculação hídrica.
Diante
desse
grave
quadro,
em
que
a
essencialidade do uso
confronta-se
com
a
escassez,
o
acesso
universal a água potável e
distribuída em todos os
domicílios deve fazer parte
de todas as políticas
públicas
de
saúde,
ambiental e social ou de
desenvolvimento urbano e
regional.
Para
poder
atender estas deficiências,
regrar os financiamentos
para o setor, melhorar os
índices de saneamento e
saúde, o Governo Federal
criou a Lei nº 11.455/2007
que institui a Política
Nacional de Saneamento
e
estabelece
diretrizes
nacionais
para
o
saneamento básico, além de
exigir que cada município
elabore seu Plano Municipal
de
Saneamento
Participativo.
Como
podemos
observar,
o
saneamento ambiental nos
países em desenvolvimento
é precário, e para que se
atinja uma posição de
equilíbrio devem-se mudar
os hábitos, despertar a
consciência
ambiental,
mobilizar-se socialmente, a
fim de participar do processo
de
desenvolvimento
sustentável, pois a busca de
sustentabilidade em nossas
cidades e organizações, não
significa a estagnação e sim
a busca constante por um
estado dinâmico.
“a busca de
sustentabilidade em
nossas cidades e
organizações, não
significa a estagnação e
sim a busca constante
por um estado
dinâmico”.
Diagnóstico Ambiental da UFRGS por Darci B. Campani e Andrea P. Loguercio, CGA
O Plano de Gestão 20082012 da UFRGS prevê
uma série de ações de
gestão
para
a
Universidade.
Dentre
essas ações, está o
diagnóstico ambiental da
UFRGS, no qual a
Coordenadoria
está
trabalhando desde 2007.
Temos na UFRGS 78
espaços físicos, sendo
que a meta é mapear e
estabelecer um plano de
diminuição dos impactos
ambientais
de
todas
essas unidades até o final
de 2010.
Até o momento foram
mapeados 24 locais, nos
diferentes
campi
da
UFRGS, sendo que em
alguns desses já estamos
fazendo a segunda etapa
no
processo:
o
monitoramento das ações
recomendadas e reuniões
periódicas para avaliação
do andamento. Para esse
ano de 2009, faremos
mais 15 locais, atingindo
50% de nossa meta.
Dentre as unidades que
já se encontram na etapa
dois de monitoramento
estão a Faculdade de
Arquitetura, que em seis
meses conseguiu reduzir
seu Índice de Risco
Ambiental em mais de
30%; o Instituto de
Psicologia, que fará agora
em agosto a reunião de
avaliação,
mas
onde
muitas
mudanças
já
podem ser verificadas
pelos usuários do prédio.
Outro setor que tem sido
acompanhado é a sede
do
Departamento
de
Assistência à Saúde, na
Avenida Protásio Alves,
onde os agentes ambientais
do Departamento também
vêm propondo e auxiliando
a direção na busca por um
ambiente
com
menor
impacto ambiental.
Na sede da Coordenadoria
(CGA) já estamos atuando
nas ações da segunda
etapa e vemos fazer uma
nova avaliação ainda neste
ano, pois serve de modelo
para os demais locais.
Para este ano, já realizamos
as visitas no Museu, Sala
Qorpo Santo, Rádio da
Universidade,
Sala
Redenção, Faculdade de
Veterinária,
Medicina,
FABICO, Editora e Gráfica
da UFRGS.
Fórum Ambiental
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Eventos da nossa Universidade
Acesse e saiba mais:
http://www.propesq.ufrgs
.br/sic2009/index.php?pa
ge=inicial
De 19 a 23 de outubro de
2009 estará ocorrendo
três
eventos
de
comunicação e divulgação
cientifica, já conhecidos
do meio acadêmico da
nossa Universidade: o XXI
Salão
de
Iniciação
Científica, a XVIII Feira de
Iniciação Cientifica e o IV
Salão UFRGS Jovem.
Através dos moldes de
um congresso cientifico, o
Salão de Iniciação serve
como
espaço
para
apresentação
dos
trabalhos de pesquisa
desenvolvidos por alunos.
O aluno apresenta seu
trabalho para pessoas da
mesma
área
de
conhecimento, dentro de
uma temática específica.
Diferentemente do Salão,
porém
não
menos
importante, a Feira de
Iniciação Cientifica visa a
divulgação
do
conhecimento acadêmico
para a comunidade em
geral. Sendo assim. O
conhecimento produzido
dentro da Universidade
tem a possibilidade de
circular livremente pelo
meio social para que os
indivíduos possam dele se
apropriar em benefício
próprio.
O Salão UFRGS Jovem
conta com a participação
somente de escolas de
ensino
médio
e
fundamental
–
tanto
pública como privada.
Essas escolas têm a
chance de interagir com o
meio acadêmico e vice
versa.
Na edição deste ano, a
Feira de Iniciação traz
algumas novidades. No
momento da inscrição, o
aluno tem a possibilidade
de escolher entre a
apresentação do trabalho
na categoria stand ou
UFRGSWeb. Sem falar
que quem apresenta seu
trabalho no formato stand
pode, de modo opcional
complementar, fazer uma
apresentação no formato
de vídeo e vice versa. Na
edição deste ano a Feira
também
estará
oferecendo oficinas de
vídeo para que o aluno
que optou por apresentar
seu trabalho na categoria
UFRGSWeb,
possa
aprimorar e qualificar
ainda
mais
a
sua
apresentação.
Copos Plásticos e o Ambiente por Cíntia Pavão, bolsista CGA / UFRGS
“No ano de 2007 o
número de copos
descartáveis utilizados
dentro da UFRGS
chegou à 1.054,00.
Não é de hoje a existência
da polêmica que envolve
o
uso
dos
copos
descartáveis nos espaços
de
alimentação
que
existem dentro da nossa
Universidade, em especial
os
Restaurantes
Universitários.
Muitos
alunos e funcionários da
UFRGS percebem o quão
prejudicial é, para o
ambiente, a utilização dos
copos,
porém,
ainda
existem
aqueles
que
preferem ignorar esse
problema.
No ano de 2007 o número
de copos descartáveis
utilizados
dentro
da
UFRGS
chegou
a
1.054.000 unidades. Se
tratando
do
aspecto
econômico,
essa
quantidade
de
copos
descartados,
nos
faz
chegar a um incrível valor
de R$ 34.697,40 gastos
só na aquisição dos
copos. Através desses
números,
podemos
observar a importância da
mobilização
do
meio
acadêmico para iniciar
uma mudança de hábitos.
Várias
soluções
são
mencionadas para que
esse problema dentro da
UFRGS
possa
ser
sanado, entre elas a
substituição dos copos
pelos recipientes duráveis
(esses
poderiam
ser
adquiridos pelos próprios
alunos
e
funcionários).
Pensando nisso a CGA está
cumprindo com seu papel
de agente conscientizador
e, nesse mês de agosto,
lança a campanha: Copos
plásticos? Tô fora!. Através
de cartazes que serão
espalhados, primeiramente
dentro
dos
bares
e
lancherias da Universidade,
essa campanha tem como
objetivo inicial reduzir o uso
dos copos descartáveis que
são utilizados para o
consumo de café, sucos e
outros produtos nos bares
da Universidade e desse
modo reduzir de maneira
significativa a agressão que
esta sendo causada ao
ambiente.
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Fórum Ambiental
Manejo da Vegetação na UFRGS por Andrea Loguercio, Eng. Agrônoma, Coordenadoria de Gestão Ambiental UFRGS
A UFRGS, devido à
extensão de sua área e
localização em quatro
diferentes
pontos
do
município possui uma
cobertura
vegetal
considerável, para os
parâmetros
de
uma
instituição urbana. Nossas
árvores contribuem, em
suas
diferentes
localizações,
para
a
criação de micro-climas
mais agradáveis dentro de
Porto Alegre.
Desde o final de 2008, a
Coordenadoria de Gestão
Ambiental se dispôs a
melhorar as condições de
manejo dos indivíduos
arbóreos da UFRGS e
em, parceria com a
SUINFRA, começou a
realizar
reuniões
e
estabelecer normas a
serem executadas no
caso de necessidade de
poda ou remoção; desse
entendimento foi criada a
Portaria
n.º
2608,
assinada pelo Reitor em
22/05/09 que passou a
regrar os procedimentos
para poda e remoção de
árvores aqui na UFRGS,
assim como proíbe o
plantio de árvores sem
avaliação pela equipe
técnica.
Hoje
cada
unidade, através do Portal
de Serviços da UFRGS
pode solicitar o laudo
técnico para poda e/ou
remoção de vegetação,
através do acesso Portal
do Servidor. A partir
dessa
solicitação,
a
equipe técnica da CGA,
vai até o local verificar a
situação, elabora o laudo
técnico e encaminha a
solicitação
à
SMAM,
conforme
exige
a
Legislação Ambiental de
Porto Alegre, que autoriza
ou não o corte ou poda
após vistoria no local.
Independente do fato da
árvore estar dentro da
área da UFRGS, é preciso
autorização da SMAM
para remover ou podar.
Após
receber
a
autorização,
a
CGA
encaminha
para
a
unidade
com
a
recomendação
dos
procedimentos a serem
tomados. Algumas ações
são executadas pelas
Prefeituras,
enquanto
outras
necessitam
a
contratação de empresa
especializada. As equipes
das
Prefeituras
Universitárias
estão
capacitadas a realizar
pequenos
serviços
externos como poda de
arbustos de pequeno
porte, plantio de mudas,
corte
de
grama,
manutenção
de
área
externa, etc.
Campanhas da Coordenadoria
Nas próximas semanas, a
Coordenadoria de Gestão
Ambiental, em parceria
com outros órgãos da
Universidade,
estará
lançando
algumas
campanhas de divulgação
de
algumas
práticas
importantes
para
o
ambiente. Já está pronto o
material sobre a redução
do uso de copos plásticos
na UFRGS (veja matéria
neste número) e sobre o
combate ao tabagismo,
pois apesar da Lei Federal
9294/96, em muitos locais
da UFRGS vemos alunos
e servidores fumando e,
pior ainda, jogando suas
bitucas no chão.
Além dessas campanhas,
estamos trabalhando num
novo
visual
para
o
Programa
de
Coleta
Seletiva, no qual a equipe
da GERTE e a CGA
realizaram mais de dez
encontros no mês de julho
com
os
funcionários
terceirizados da limpeza.
Os primeiros resultados
dessas palestras já podem
ser vistos nas áreas
externas da UFRGS, onde
as lixeiras estão melhor
identificadas. Cabe agora
a cada um de nós
ajudarmos
a
coleta,
colocando os resíduos no
local
certo
e
conscientizando
os
colegas a fazer o mesmo.
Estamos
elaborando
também
campanhas
educativas, que serão
veiculadas
em
breve,
sobre o uso racional de
água e energia elétrica na
Universidade.
Participe,
traga suas idéias e
contribuições e venha nos
ajudar a fazer uma
Universidade
mais
responsável pelo futuro do
planeta!
“Salvamento de figueira no
pátio da Faculdade de
Veterinária”
Para ler...
Coordenadoria
de Gestão
Ambiental
UFRGS
Anexo II da Reitoria
Prédio 12109
R. Luiz Englert s/n sala06
Porto Alegre, RS 90040-060
TELEFONE:
(51) 3308-3572
EMAIL:
gestaoambiental@ufrgs.br
Responsáveis:
Darci Campani (Coord.
CGA UFRGS)
Andrea Loguercio (CGA
UFRGS)
Estamos na Web!
Visite-nos em:
www.ufrgs.br/sga
Para você que gosta de
belíssimas imagens essa
dica não pode passar em
branco. O recém-lançado
livro Earth From Above é
uma linda coleção de
fotos do planeta tiradas do
alto de um avião. O livro é
o resultado do trabalho do
fotógrafo,
repórter,
jornalista e ambientalista
francês Yann ArthusBertrand que durante
cinco anos ficou viajando
ao redor do mundo e
clicando as mais belas
paisagens aéreas. Ao
todo são 524 páginas
compostas por mais de
150 fotografias coloridas.
O livro foi produzido com
o patrocínio da UNESCO
e pode ser considerado
como
um
registro
documental de grande
qualidade. Vale a pena
conferir!!!
Earth From Above Editora ABRAMS
USA,
2009
Não deixe de assistir…
A beleza das imagens de
Yann Arthus-Bertrand não
se restringe somente às
páginas do seu livro Earth
From Above. Em um filme
extremamente envolvente
Yann consegue, mais
uma vez, surpreender seu
espectador.
Home
Nosso Planeta, Nossa
Casa é um documentário
que foi lançado no dia
Mundial
do
Meio
Ambiente, dia 5 de Junho
com o objetivo de não ser
apenas
mais
um
documentário
nas
prateleiras, mas sim com
a
pretensão
de
sensibilizar aqueles mais
descrentes
sobre
a
reconstrução do equilíbrio
do planeta, estimulando a
reflexão sobre o que está
sendo
Terra.
sanar
existe
cada
feito com o planeta
A solução para
essas dificuldades
e não depende de
um
de
nós.
fonte promete economizar
cerca de 20% de tinta dos
impressos. A agência
testou diversas maneiras
para se economizar tinta,
mas o resultado só foi
obtido com a inserção de
pequenos círculos dentro
da forma da letra. A
Ecofont pode ser baixada
diretamente
do
site:
http://www.ecofont.eu/ecof
ont_pt.html
de água. Se toda a água
da Terra - doce, salgada
e congelada - fosse
dividida
entre
seus
habitantes, cada pessoa
teria direito a 8 piscinas
olímpicas
cheias.
Mas, se dividirmos
somente
entre
pessoas,
direito a
de água.
Home - Nosso Planeta,
Nossa Casa de Yann
Arthus-Bertrand
–
Documentário – 2009.
Na Web…
A sustentabilidade acaba
de se fazer presente no
mundo das fontes de web.
Uma
agência
de
comunicação holandesa
desenvolveu um tipo de
fonte
ecológica
que
auxilia na diminuição dos
gastos com a tinta no
momento da impressão. A
ECO
Exemplo da Ecofont
Você Sabia que…
A quantidade de água no
mundo é praticamente a
mesma há milhares e
milhares de anos. Mas o
número de pessoas que
vivem na Terra aumenta
a cada dia. Mais pessoas
para a mesma quantidade
a água potável
as
mesmas
cada uma teria
apenas 5 litros
Coordenadoria de Gestão Ambiental UFRGS
Anexo II Reitoria Prédio 12109 R. Luiz Englert s/n sala 06 Porto Alegre, RS 90040-060
gestaoambiental@ufrgs.br
(51)3308-3572
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