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Luminotécnica

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Luminotécnica

Fotometria

Luz

Comprimento de onda

Olho

Visão

Humor vítreo

Retina

Íris

Nervo óptico

Cone (célula)

Bastonete

Radiação electromagnética

Radiação infravermelha

Radiação ultravioleta

Intensidade de radiação

Cor

Fóton

Frequência

Fluxo luminoso

Intensidade luminosa

Iluminamento

Luminosidade

Lux

Eficiência energética

Energia

Energia alimentar

Electricidade

Agência Internacional de Energia

Temperatura de cor

Kelvin

Fotorreceptor

Candeeiro

Lâmpada fluorescente

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Lâmpada incandescente

Lâmpada halógena

Lâmpada photoflood

Lâmpada a arco voltaico

Lâmpada de descarga

Lâmpada de lava

Lâmpada a óleo

Ofuscamento

Sombra

Design de iluminação

Referências

Fontes e Editores da Página

Fontes, licenças e editores da imagem

Licenças das páginas

Licença

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Luminotécnica

Luminotécnica

Luminotécnica (ou também Luminotecnia) é o estudo da aplicação de iluminação artificial tanto em espaços interiores como exteriores.

Histórico

Desde tempos imemoriais, sempre foi preocupação do homem dotar

suas moradias de meios adequados para suprir a falta da luz natural. O

primeiro recurso foi, naturalmente, o fogo, que produz calor e luz, obtido pela queima de madeira, carvão e outros. As antigas lâmpadas eram fabricadas em cerâmica ou metal, possuíam uma alça para se segurar e um pavio na outra extremidade e utilizavam algum óleo como combustível.

Com o advento do petróleo, o gás passou a ser utilizado na iluminação.

No Brasil, em 1851, Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, iniciou a iluminação de ruas por meio do famoso lampião a gás.

As primeiras lâmpadas a utilizarem a eletricidade foram as lâmpadas a arco voltaico.

Luminária Urbana

No fim do século XIX, através de Thomas Alva Edison, surgiram as primeiras lâmpadas elétricas incandescentes, que, por se revelarem mais práticas para produzir luz, passaram a ser utilizadas em larga escala.

Lâmpadas

Atualmente pode-se classificar as lâmpadas elétricas em duas categorias:

• Lâmpadas Incandescentes

• Lâmpadas de Descarga

Lâmpadas Incandescentes

Produzem energia luminosa a partir da incandescência (que significa "em brasa, ardente") de um filamento de tungstênio, que é o material que mais se adaptou às elevadas temperaturas que se verificam no interior das lâmpadas, onde existe vácuo ou um gás raro. As partes principais de uma lâmpada incandescente são: base, bulbo e filamento.

As bases podem ser do tipo rosca ou baioneta, cada qual com finalidades específicas. Os bulbos podem ser do tipo globular comum, pêra, parabólico entre outros. Há lâmpadas infravermelhas, germicidas, para iluminação geral ou refletoras, com as mais diversas aplicações.

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Luminotécnica

Lâmpadas de Descarga

Baseiam-se na condução de corrente elétrica em um meio gasoso, quando em seus eletrodos se forma uma tensão elevada capaz de vencer a rigidez dielétrica do meio. Os meios gasosos mais utilizados são o vapor de mercúrio ou o argônio.

Lâmpadas Fluorescentes

As lâmpadas fluorescentes funcionam de modo semelhante aos tubos de descarga de gás néon, possuem um par de eletrodos em cada extremo. Os elétrons são emitidos de um eletrodo por meio de uma sobretensão. O tubo de vidro é coberto com um material à base de fósforo, este, quando excitado com radiação ultravioleta gerada pela ionização dos gases, geralmente vapor de mercúrio, produz luz visível. Os equipamentos auxiliares das lâmpadas fluorescentes são o reator e o arrancador (starter). Os reatores, que geralmente são bobinas enroladas em um núcleo de ferro, têm duas funções: Produzir a sobretensão no momento do desligamento do arrancador e limitar corrente. No momento em que se dá a condução do gás, tudo se passa como se houvesse um curto-circuito, pois a resistência elétrica passa a ser quase nula, porém neste momento o reator age como uma reatância, limitando a corrente. Os reatores podem ser simples ou duplos, de alto ou baixo fator de potência e aumentam a carga das lâmpadas em cerca de 25%. O starter baseia-se no princípio do bimetal, isto é, um contato que no início do funcionamento está fechado mas que com o aquecimento da lâmina, abre o circuito, produzindo a sobretensão necessária para dar partida à lâmpada. Há reatores de partida rápida, isto é, que não necessitam de starter, pois no momento em que é ligado o circuito já se produz a tensão suficiente à partida da lâmpada. Ligado em Paralelo ao arrancador, existe um capacitor (ou condensador) cuja finalidade é a absorção das centelhas que se formam na partida, evitando as interferências eletromagnéticas.

Lâmpadas a Vapor de Mercúrio

Também utiliza o princípio da descarga através do vapor de mercúrio. Esta lâmpada não possui arrancador e a partida é dada por meio de uma bobina. A esta bobina dá-se o nome de reactância, porque a sua impedância é dada por:

Z = R + jX em que:

Z - Impedância em Ω (Ohms) - valor Complexo

R - Resistência em Ω (Ohms) - componente Real

X - Reactância em Ω (Ohms) - componente Imaginária

O "j" minúsculo indica que é a componente imaginária de "Z" (em matemática utiliza-se a letra "i" minúscula, mas como em electricidade / electrónica o "i" designa Intensidade de Corrente em Ampéres, o "j" foi adoptado).

Uma vez iniciado o arco entre um dos eletrodos principais e o eletrodo auxiliar, o vapor de mercúrio contido no tubo vaporiza-se, propiciando um meio condutor favorável. Assim, entre os eletrodos principais se forma um arco, produzindo-se energia luminosa em escala visível, pois o vapor de mercúrio encontra-se em alta pressão.

O tempo de partida de uma lâmpada de vapor de mercúrio é de cerca de oito minutos, suficientes para que o mercúrio se vaporize, enquanto que na fluorescente comum é de poucos segundos. A lâmpada a vapor de mercúrio é utilizada em larga escala na iluminação de ruas, jardins públicos, postos de gasolina, campos de futebol entre outros lugares.

Estas lâmpadas têm uma côr branco-azulada.

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Luminotécnica

Lâmpadas a Vapor de Sódio

Tal como as lâmpadas de vapor de mercúrio, também utiliza o princípio da descarga através do vapor de sódio. Esta lâmpada também não possui arrancador e a partida é dada por meio de uma bobina.

A lâmpada de vapor de sódio é a mais usada em auto-estradas, aeroportos, gares marítimas, e outros espaços públicos onde a acuidade visual seja muito importante, mas onde não haja necessidade de conseguir distinguir com perfeição as diferentes cores.

A equação matemática indicada acima, aplica-se exactamente da mesma forma aqui.

Estas lâmpadas têm uma côr alaranjada.

Lâmpadas Mistas

Estas lâmpadas, ao mesmo tempo incandescentes e a vapor de mercúrio, são constituídas de um tubo descarga de

mercúrio, ligada em série com um filamento de tungstênio. Este filamento, além de funcionar como fonte de luz, age

como resistência, limitando a corrente da lâmpada. Têm duas grandes vantagens sobre as lâmpadas de vapor de mercúrio comum: Não necessitam de reator e podem ser aplicadas simplesmente substituindo a lâmpada incandescente sem necessitar adaptação. O seu campo de aplicação é semelhante ao das lâmpadas a vapor de mercúrio, ou seja, iluminação de ruas, jardins, armazéns, garagens e postos de gasolina. No início do funcionamento

é acesso o filamento incandescente e aos poucos o mercúrio é vaporizado, iniciando-se o processo da iluminação por

meio do vapor de mercúrio. A luz possui uma coloração branco-azulada, agradável a visão e de ampla aplicação em

espaços exteriores.

Outros Tipos de Lâmpadas de Descarga

Conforme o fim específico, existem outros tipos de lâmpadas de descarga, como, por exemplo, a de multivapores metálicos, lucalox, catodo frio e outros. Na iluminação de longo alcance, como, por exemplo, para campos de futebol, usa-se a lâmpada de vapor de sódio em alta pressão. Em resumo, a tecnologia constantemente amplia o campo aberto para a iluminação a descarga com aplicações cada vez mais específicas e de maior rendimento.

Ver também

• Parafuso de Edison

• Thomas Edison

• Luz

Ligações Externas

• Manual de Luminotécnica - Unicamp

[1]

• Programa para Uso Eficiente de Energia - USP

[2]

Referências

[1] http:/ / www.

iar.

unicamp.

br/ lab/ luz/ ld/ Livros/ Luminotecnica.

pdf

[2] http:/ / www.

pure.

usp.

br/ revista/ economize/ revista_dicas_saibamais_equipilum.

asp

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Fotometria

Fotometria

A fotometria é o ramo da óptica que se preocupa em medir a luz, em termos de como seu brilho é percebido pelo

olho humano. Aquela se diferencia da radiometria, que é a ciência que mede a luz em termos de sua potência absoluta, por descrever a potência radiante associada a um dado comprimento de onda usando a função de luminosidade modeladora da sensibilidade do olho humano ao brilho.

A fotometria também é utilizada na astronomia, na observação de estrelas, pela percepção da diminuição da luz por elas emitida. Através de estudos e cálculos, é possível descobrir novos planetas e saber informações como rotação, translação, distância da estrela e satélites.

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Luz

A luz na forma como a conhecemos é uma gama de comprimentos de

onda a que o olho humano é sensível. Trata-se de uma radiação electromagnética pulsante ou num sentido mais geral, qualquer

radiação electromagnética que se situa entre as radiações

infravermelhas e as radiações ultravioletas. As três grandezas físicas

básicas da luz (e de toda a radiação electromagnética) são: brilho (ou

amplitude), cor (ou frequência), e polarização (ou ângulo de vibração).

Devido à dualidade onda-partícula, a luz exibe simultaneamente propriedades de ondas e partículas.

Um raio de luz é a representação da trajetória da luz em determinado espaço, e sua representação indica de onde a luz sai (fonte) e para onde ela se dirige. O conceito de raio de luz foi introduzido por Alhazen.

Propagando-se em meio homogêneo, a luz sempre percorre trajetórias retilíneas; somente em meios não-homogêneos é que a luz pode descrever "curva".

Em sentido figurado significa esclarecer ou fazer algo compreensível.

Diagrama da dispersão da luz através de um prisma

Teorias sobre a luz

Representação de um raio de luz refletido

Primeiras ideias dos gregos

No século I a.C. Lucrécio, dando continuidade às ideias dos primeiros atomistas, escreveu que a luz solar e o seu calor eram compostos de pequenas partículas.

Teoria corpuscular da luz

A idéia de que a luz seria um corpúsculo vem desde a Antiguidade, com o atomismo de Epicuro e Lucrécio.

Penumbras na praia

Contudo, somente no século XVII, a teoria corpuscular para a luz se consolidou como um conjunto de conhecimento capaz de explicar os mais variados fenômenos ópticos. Seu principal expoente nesse período foi o filósofo natural inglês Isaac

Newton(1643-1727).

Luz

Em seus trabalhos publicados - o artigo "Nova teoria sobre luz e cores"

(1672) ( disponível em português em Silva & Martins 1996) e o livro

Óptica (Newton 1996) - e também nos trabalhos não publicados - os artigos "Hipótese da luz" e "Discurso sobre as observações" (disponíveis em Cohen & Westfall 2002) - Newton discutiu implicitamente a natureza física da luz, fornecendo alguns argumentos a favor da materialidade da luz.

Esse é um fato muito interessante. Apesar de ser conhecido como o grande defensor da teoria corpuscular, Newton nunca discutiu em detalhes o assunto, sendo sempre cauteloso ao abordá-lo (Cantor 1983).

A razão desse comportamento seria as críticas recebidas sobre o artigo

"Nova teoria sobre a luz e cores" de 1672, advindas principalmente de

Robert Hooke, Christiaan Huygens e Ignatius Pardies.

A teoria corpuscular foi amplamente desenvolvida no século XVIII, pelos seguidores de Newton.

No início do século XIX, com o aperfeiçoamento da teoria ondulatória de

Thomas Young e Augustin Fresnel, a teoria corpuscular foi, aos poucos, sendo rejeitada.

É importante compreender que a teoria corpuscular desenvolvida entre os séculos XVII e XIX não é a mesma da atual, inserida na concepção da dualidade onda-partícula da luz.

Efeito da luz do sol passando por uma janela

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Teoria ondulatória da luz

No século XVII, Huygens, entre outros, propôs a ideia de que a luz fosse um fenómeno ondulatório. Francesco

Maria Grimaldi observou os efeitos de difracção, actualmente conhecidos como associados à natureza ondulatória da luz, em 1665, mas o significado das suas observações não foi entendido naquela época.

As experiências de Thomas Young e Augustin Fresnel sobre interferência e difracção no primeiro quarto do século

XIX, demonstraram a existência de fenómenos ópticos, para os quais a teoria corpuscular da luz seria inadequada, sendo possíveis se à luz correspondesse um movimento ondulatório. As experiências de Young capacitaram-no a medir o comprimento de onda da luz e Fresnel provou que a propagação rectilínea, tal como os efeitos observados por Grimaldi e outros, podiam ser explicados com base no comportamento de ondas de pequeno comprimento de onda.

O físico francês Jean Bernard Léon Foucault, no século XIX, descobriu que a luz se deslocava mais rápido no ar do que na água. O efeito contrariava a teoria corpuscular de Newton, esta afirmava que a luz deveria ter uma velocidade maior na água do que no ar.

James Clerk Maxwell, ainda no século XIX, provou que a velocidade de propagação de uma onda eletromagnética no espaço equivalia à velocidade de propagação da luz de aproximadamente 300.000 km/s.

Foi de Maxwell a afirmação:

A luz é uma "modalidade de energia radiante" que se "propaga" através de ondas eletromagnéticas.

Luz

Teoria da dualidade onda-partícula

No final do século XIX, a teoria que afirmava que a natureza da luz era puramente uma onda eletromagnética, (ou seja, a luz tinha um comportamento apenas ondulatório), começou a ser questionada.

Ao se tentar teorizar a emissão fotoelétrica, ou a emissão de elétrons quando um condutor tem sobre si a incidência de luz, a teoria ondulatória simplesmente não conseguia explicar o fenômeno, pois entrava em franca contradição.

Foi Albert Einstein, usando a idéia de Max Planck, que conseguiu demonstrar que um feixe de luz são pequenos

pacotes de energia e estes são os fótons, logo, assim foi explicado o fenômeno da emissão fotoelétrica.

A confirmação da descoberta de Einstein se deu no ano de 1911, quando Arthur Compton demonstrou que "quando

um fóton colide com um elétron, ambos comportam-se como corpos materiais."

Comprimentos de onda da luz visível

As fontes de luz visível dependem essencialmente do movimento de elétrons. Os elétrons nos átomos podem ser elevados de seus estados de energia mais baixa até os de energia mais alta por diversos métodos, tais como aquecendo a substância ou fazendo passar uma corrente elétrica através dela. Quando os elétrons eventualmente retornam a seus níveis mais baixos, os átomos emitem radiação que pode estar na região visível do espectro.

A fonte mais familiar de luz visível é o Sol. Sua superfície emite radiação através de todo o espectro eletromagnético, mas sua radiação mais intensa está na região que definimos como visível, e a intensidade radiante do sol tem valor de pico num comprimento de onda de cerca de 550nm, isso sugere que nossos olhos se adaptaram ao espectro do Sol.

Todos os objetos emitem radiação magnética, denominada radiação térmica, devido à sua temperatura. Objetos tais como o Sol, cuja radiação térmica é visível, são denominados incandescentes. A incandescência geralmente está associada a objetos quentes; tipicamente, são necessárias temperaturas que excedam a 1.000 °C.

Também é possível que a luz seja emitida de objetos frios; esse fenômeno é chamado luminescência. Os exemplos incluem as lâmpadas fluorescentes, relâmpagos, mostradores luminosos, e receptores de televisão. A luminescência pode ter várias causas. Quando a energia que excita os átomos se origina de uma reação química, é denominada quimiluminescência. Quando ocorre em seres vivos, tais como vagalumes e organismos marinhos, é chamado de bioluminescência. A luz também pode ser emitida quando certos cristais (por exemplo o açúcar) são comprimidos, chama-se triboluminescência.

A velocidade da luz

De acordo com a moderna física teórica, toda radiação eletromagnética, incluindo a luz visivel, se propaga no vácuo

numa velocidade constante, comumente chamada de velocidade da luz, que é uma constante da Física, representada por c e é igual a 299.792.458 m/s.

Medição da luz

As seguintes quantidades e unidades são utilizadas para medir luz.

• brilho, medida em watts/cm²

• iluminância ou iluminação (Unidade SI: lux)

• fluxo luminoso (Unidade SI: lumen)

• intensidade luminosa (Unidade SI: candela)

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Luz

Referências

• Cantor, G. Optics after Newton: theories of light in Britain and Ireland, 1704 - 1840, Manchester University

Press: Manchester, 1983

• Silva, C. & Martins R. "Nova teoria sobre luz e cores: uma tradução comentada", Revista Brasileira de Ensino de

Física18(4): 313-27, 1996.

• Cohen, B. & Westfall, R. Newton: textos, antecedentes e comentários, Contraponto/EdUerj: Rio de Janeiro, 2002.

• Newton, I. Óptica, EDUSP: São Paulo, 1996.

Ver também

• Cor

• Óptica

• Fotometria

Comprimento de onda

Em física, comprimento de onda é a distância entre valores repetidos num padrão de onda. É usualmente representado pela letra grega lambda (λ).

Numa onda senoidal, o comprimento de onda é a distância entre picos (ou máximos):

No gráfico ao lado, o eixo x representa a distância e o eixo y representa alguma quantidade periódica, como por exemplo a pressão, no caso do som ou o campo elétrico para ondas eletromagnéticas ou a altura da água para uma onda no mar profundo. A altura no eixo y é também chamada de amplitude da onda.

O comprimento de onda λ tem uma relação inversa com

a frequência f, a velocidade de repetição de qualquer

fenómeno periódico. O comprimento de onda é igual à velocidade da onda dividida pela frequência da onda.

Comprimento de onda

Quando se lida com radiação electromagnética no vácuo, essa velocidade é igual à velocidade da luz 'c', para sinais (ondas) no ar,essa velocidade é a velocidade a que a onda viaja.

Essa relação é dada por:

7 em que:

λ = comprimento de onda de uma onda sonora ou onda electromagnética;

c = velocidade da luz no vácuo = 299.792,458 km/s ~ 300.000 km/s = 300.000.000 m/s ou

c = velocidade do som no ar = 343 m/s a 20 °C (68 °F);

f = frequência da onda 1/s = Hz.

A velocidade de uma onda pode portanto ser calculada com a seguinte fórmula:

Comprimento de onda em que:

v = velocidade da onda.

λ = comprimento de onda de uma onda sonora ou onda electromagnética;

T é o período da onda.

O inverso do período, 1/T, é chamado de frequência da onda, ou frequência de onda:

e mede o número de ciclos (repetições) por segundo executados pela onda. É medida em Hertz (ciclos/segundo).

Para caracterizar uma onda, portanto, é necessário conhecer apenas duas quantidades, a velocidade e o comprimento de onda ou a frequência e a velocidade, já que a terceira quantidade pode ser determinada da equação acima, que podemos reescrever como:

Quando ondas de luz (e outras ondas electromagnéticas) entram num dado meio, o seu comprimento de onda é reduzido por um factor igual ao índice de refracção n do meio, mas a frequência permanece inalterada. O comprimento de onda no meio, λ' é dado por: em que:

λ

0

é o comprimento de onda no vácuo.

Ver também

• Onda

• Frequência

• Amplitude

• Período

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Olho

Olho

Olho

Diagrama esquemático de um olho vertebrado.

Olho composto de um Krill antártico

O olho é um órgão dos animais que permite detectar a luz e transformar essa percepção em impulsos eléctricos. Os

olhos mais simples não fazem mais do que detectar se as zonas ao seu redor estão iluminadas ou escuras. Os mais

complexos servem para proporcionar o sentido da visão.

Os olhos compostos que se encontram nos artrópodes (insectos e animais similares) são formados por unidades de detecção chamadas omatídeos, que dão uma imagem pixelada dos objectos.

Nos seres humanos e nos outros vertebrados a retina é constituída por dois tipos de células foto-receptoras, os

bastonetes, que permitem a percepção de claro e escuro, e os cones, responsáveis pela percepção das cores.

[1]

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Olho

Tipos de olho

Na maioria dos vertebrados e em alguns moluscos, a função do olho é permitir que a luz se projete em um painel sensível à luz,

conhecido como retina, na parte traseira do globo ocular, onde a

luz é detectada e convertida em sinais elétricos. Estes são

transmitidos então ao cérebro através do nervo óptico. Tais olhos

são tipicamente esféricos, preenchido com uma substância

gelatinosa transparente chamada o humor vítreo, com uma lente, o

cristalino e um diafragma, a íris, que regula a intensidade da luz

que entra no olho. Nos humanos e outros mamíferos, a focalização

é feita alterando a forma da lente através de um sistema de

Olho de um elefante asiático.

músculos. Os cefalópodes, peixes, anfíbios e serpentes conseguem a focalização encurtando distância entre a lente e a retina, como uma câmera focaliza.

Os olhos compostos são encontrados entre os artrópodes e são formados por muitas facetas simples que dão uma imagem

pixelada. Cada sensor tem sua própria lente e pilhas fotosensíveis.

Alguns olhos têm até 28.000 desses sensores, que são arranjados hexagonalmente, e que podem dar um campo de visão de 360 graus.

Os olhos compostos são muito sensíveis ao movimento. Alguns artrópodes(aranhas p.ex), incluindo muitos Strepsiptera, têm o olho composto de algumas facetas cada um, com uma retina capaz de criar uma imagem, que forneça uma visão de imagem-múltipla.

Como cada olho vê um ângulo diferente, uma imagem fundida de todos os olhos é produzida no cérebro, fornecendo um ângulo muito largo, uma imagem de alta resolução. Os estomatópodes possuem o sistema mais complexo de visão de cor do mundo animal. As trilobites, artrópodes extintos tinham olhos compostos, com as lentes formadas por cristais de calcite. Neste aspecto,

Olhos de libelinha.

diferem da maioria dos artrópodes, que têm os olhos macios. O número das lentes nos olhos das trilobites variou, de qualquer modo: algumas tinham somente uma enquanto outras tinham milhares de lentes em cada olho.

Alguns dos olhos mais simples podem ser encontrados em animais como os caracóis, que não podem realmente “ver” no sentido normal. Não têm pilhas fotosensíveis, nenhuma lente e nenhum outro meio de projetar uma imagem.

Podem distinguir entre claro e escuro, mas não mais. Isto permite aos caracóis manter-se fora da luz solar direta. As aranhas saltadoras têm olhos simples grandes e outros menores, que as ajudam a caçar. Algumas larvas de insetos, como as lagartas, têm um tipo diferente de único olho (stemmata) que dá uma imagem incompleta.

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Olho

Olho humano

Diagrama esquemático do olho humano.

O olho humano tem diâmetro antero-posterior de aproximadamente 24,15 milímetros, diâmetros horizontal e vertical ao nível do equador de aproximadamente 23,48 milímetros, circunferência ao equador de 75 milímetros, pesa 7,5 gramas e tem volume de 6,5cc.

O globo ocular recebe este nome por ter a forma de um globo, que por sua vez fica acondicionado dentro de uma cavidade óssea e protegido pelas pálpebras. Possui em seu exterior seis músculos que são responsáveis pelos movimentos oculares, e também três camadas

concêntricas aderidas entre si com a função de visão,

nutrição e proteção. A camada externa é constituída pela córnea e a esclera e serve para proteção. A camada

média ou vascular é formada pela íris, a coróide, o

cório ou uvea, e o corpo ciliar a parte vascular. A camada interna é constituída pela retina que é a parte nervosa.

Existe ainda o humor aquoso que é um líquido incolor e que existe

entre a córnea e o cristalino. O humor vítreo é uma substância

gelatinosa que preenche todo o espaço interno do globo ocular também entre a córnea e o cristalino. Tudo isso funciona para manter a forma esférica do olho.

O cristalino é uma espécie de lente que fica dentro de nossos olhos. Está situado atrás da pupila e orienta a passagem da luz até a retina. A retina é composta de células nervosas que leva a

imagem através do nervo óptico para que o cérebro as interprete.

Não importa se o cristalino fica mais delgado ou espesso, estas mudanças ocorrem de modo a desviar a passagem dos raios luminosos na direção da mancha amarela. À medida que os objetos ficam mais próximos o cristalino fica mais espesso, e para objetos a distância fica mais delgado a isso chamamos de acomodação visual.

Um olho humano.

O olho ainda apresenta, as pálpebras, as sobrancelhas, as glândulas lacrimais, os cílios e os músculos oculares. A função dos cílios ou pestanas é impedir a entrada de poeira e o excesso da luz. As sobrancelhas também têm a função de não permitir que o suor da testa entre em contato com os olhos.

Os músculos do olho humano.

A conjuntiva é uma membrana que reveste internamente duas dobras da pele que são as pálpebras. São responsáveis pela proteção dos olhos e para espalhar o líquido que conhecemos como lágrima.

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Olho

O líquido que conhecemos como lágrimas são produzidos nas glândulas lacrimais, sua função é espalhar esse líquido através dos movimentos das pálpebras lavando e lubrificando o olho.

O ponto cego é o lugar de onde o nervo óptico sai do olho. É assim chamada porque não existem, no local, receptores sensoriais, não havendo, portanto, resposta à estimulação. O ponto cego foi descoberto pelo físico francês

Edme Mariotte (1620 - 1684).

Distúrbios de refração

Os distúrbios de refração, causados por problemas no cristalino ou na córnea, são problemas de visão que são corrigidos com o uso de óculos ou lentes de contato, e até mesmo com cirurgia refrativa, em alguns casos. Podem vir ou não associados a doenças oculares mais graves, que serão avaliadas pelo médico oftalmologista. Cada caso abaixo pode vir puro ou associado a outro distúrbio de refração. São eles:

Focagem pelo olho.

• Miopia - Os portadores de miopia têm dificuldade para enxergar longe. Em alguns casos, a visão também é ruím para perto.

• Hipermetropia - Os portadores de hipermetropia têm dificuldades para enxergar perto. Em graus maiores, a dificuldade pode ser também para longe.

• Presbiopia - Também chamado de vista cansada, comum após os 40 anos. Os portadores têm dificuldades para enxergar para perto, principalmente para leitura de letras pequenas, para costurar, para colocar a linha no buraco da agulha e para escrever. A maioria das pessoas que nunca usou óculos, nem nunca precisou usar, cairá neste grupo após os 40 anos de idade, com algumas exceções. A dificuldade para perto tende a piorar com a idade.

• Astigmatismo - É um diferença existente entre as curvaturas corneanas na maioria das vezes, resultando em dificuldade para enxergar uma reta em determinada posição e não em outra. É corrigido com lentes de óculos chamadas "cilíndricas".

Curiosidades

• A visão do peixe-mandarim é bem desenvolvida, acima da média dos outros peixes, sendo que seus olhos são capazes de identificar até as cores do ambiente.

[carece de fontes ?

]

• O peixe-boi tem olhos pequenos mas enxerga bem, sendo capaz de reconhecer cores.

[carece de fontes ?

]

• Os tubarões possuem uma grossa membrana - membrana nictitante - que fecha protegendo seus olhos na hora do ataque a outros animais.

• As cobras da espécie arboreal geralmente têm a visão melhor do que a espécie terrestre. Apesar da visão das cobras não ser particularmente notória, não impede a detecção de movimento. Para além dos olhos, algumas serpentes (crotalíneos e pítons), têm receptores infravermelhos sensíveis em sulcos profundos entre a narina e os olhos que lhes permitem "ver" o calor emitido pelos corpos.

[carece de fontes ?

]

• Os morcegos possuem uma boa visão que se complementa com a ecolocalização que é a emissão de ondas ultra-sônicas.

• Os roedores têm visão bicromática, ou seja, enxergam apenas a luz na faixa verde e azul do espectro.

[carece de

fontes

?

]

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Olho

• Os animais noturnos enxergam muito bem à noite e possuem olhos geralmente grandes. Têm hipersensibilidade à luz do sol.

• As aves de rapina possuem um poder de visão bem acima da média dos outros animais podendo enxergar a quilômetros de distância como se estivessem a poucos metros.

[carece de fontes ?

]

• A lula-colossal possui os maiores olhos no reino animal, chegando ao tamanho de um prato.

[2]

[1] Ógãos dos sentidos (a visão) em curlygirl3.no.sapo.pt (http:/ / curlygirl3.

no.

sapo.

pt/ sentidos.

htm) acessado a 29 de maio de 2009

[2] Scientists focus on colossal squid's eyes (http:/ / www.

radionz.

co.

nz/ news/ latest/ 200804302138/ 12bd3892). Radio New Zealand (30 de abril de 2008). Página visitada em 3 de novembro de 2008.

Ver também

• Olho humano

• Sistema lacrimal

• Membranas sinoviais

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Visão

ANATOMIA DO CORPO HUMANO

Cinco sentidos

olfato | paladar | visão | tato | audição

Aparelho digestivo

boca | faringe | esófago | estômago | intestino delgado | intestino grosso | fígado | pâncreas | reto | ânus

Aparelho respiratório

nariz | faringe | laringe | traqueia | pulmões | brônquios | alvéolo pulmonar | diafragma

Aparelho circulatório

coração | artéria | veia | capilar | sangue | glóbulos brancos

Aparelho urinário

rim | ureter | bexiga | uretra

Sistema nervoso

cérebro | cerebelo | medula espinhal | meninges | bulbo raquidiano

Sistema endócrino

hipófise | paratireóide | tireóide | timo | supra-renais | testículo | ovário | amígdala

Aparelho reprodutor

testículo | pênis | ovário | útero | vagina | próstata | escroto

Estrutura óssea

crânio | coluna vertebral | fêmur | rádio | tíbia | tarso | falange

A visão (a vista) é um dos cinco sentidos que permite aos seres vivos dotados de órgãos adequados, aprimorarem a percepção do mundo.

No entanto, os neuroanatomistas consideram que a visão engloba dois sentidos, já que são diferentes os receptores

responsáveis pela percepção da cor (i.e. pela estimativa da frequência dos fotões de luz), os cones e pela percepção da luminosidade (i.e. pela estimativa do número de fotões de luz incidente), os bastonetes.

Visão

A olho nu

Vista desarmada ou a olho nu, são expressões que significam olhar sem o uso de instrumentos. A visão humana pode

ser ampliada quando os olhos são armados com instrumentos ópticos como o (MOC) microscópio óptico comum ou como o (ME) microscópio eletrônico que ampliam a visão de forma a nos permitir enxergar micróbios e corpos microscópicos que são corpos muito pequenos impossíveis de serem avistados a olho nú ou seja sem armar os olhos com esses instrumentos. A visão humana pode ser armada também com telescópios para poder enxergar os corpos muito distantes como estrelas situadas em outras galáxias muito distantes do planeta Terra. A visão humana pode ser armada com outros instrumentos também como binóculos infra-vermelho que nos permite ter uma visão noturna, o ambiente noturno é iluminado com um farol especial que emite só essa freqüência de luz infra-vermelha a qual é invisível a olho nú e mesmo que alguém esteja olhando diretamente para esse farol aceso no escuro, não vê luz alguma mas, o observador armado com o binóculo infra-vermelho capta essa luz infra-vermelha que reflete em todos os corpos no ambiente escuro e assim consegue enxergar tudo, embora tudo esteja no escuro e, com esses binóculos visualizam também a luz infra-vermelha que é emitida pelos corpos que estão emitindo calor, permitindo assim distinguir no escuro os corpos mais quentes dos corpos mais frios. Existem outros instrumentos e aparelhos que nos permitem a visão de raios X, a visão através da imunofluorescência, a visão através da ressonância magnética dentre outras técnicas mais sofisticas ainda que são utilizadas tanto pela astronomia quanto pela medicina para diagnósticos por imagem:

• Tecnologias mais comumente utilizadas pela medicina:

• Radiografia

• Mamografia

• Ultrassonografia

• Tomografia computadorizada

• Ressonância magnética

• Angiografia

• Densitometria Óssea

• Tomografia por emissão de positrões

• Instrumentos ópticos comuns, exemplos:

• Lupa, óculos, binóculos, lunetas, microscópios ópticos, telescópios ópticos.

• Instrumentos ópticos eletrônicos, exemplos:

• Binóculo de infra-vermelho, microscópio eletrônico, telescópio espacial.

• A visão humana enxerga três níveis bem distintos da realidade cósmica:

• A visão microscópica dos corpos microscópicos visualizados só com o uso de microscópios.

• A visão macroscópica dos corpos que podem ser visualizados a olho nú.

• A visão telescópica dos corpos do Universo visualizados só com os telescópios.

Visão biológica

Os olhos são os órgãos sensoriais da visão, os olhos capturam a luz que incide sobre as retinas dos olhos que é uma

superfície parabólica de tecido vivo formado por células fotoreceptoras de luz que captam a luz e transformam essa energia luminosa em impulsos nervosos que adentram pelo nervo óptico que leva essas informações para o cérebro, para que lá sejam interpretadas essas sensações luminosas, ou seja os olhos captam as imagens mas quem vê mesmo

é o cérebro, ver com o cérebro o que significam aquelas luzes captadas pelos olhos, interpretar as formas e as cores contidas nas imagens que estão vão sendo captadas pelos olhos durante a visão. Por isso, no sentido mais amplo da palavra visão (de percepção visual), esta requer a intervenção de zonas especializadas do cérebro no córtex visual que analisam e sintetizam a informação recolhida em termos de forma, cor, textura, relevo, etc. A visão é por isso a percepção das radiações luminosas, compreendendo todo o conjunto de mecanismos fisiológicos e neurológicos

14

Visão pelos quais essas radiações determinam impressões sensoriais de natureza variada, como as cores, as formas, o movimento, a distância e as intensidades das luzes visualizadas no ambiente. O olho é a câmera deste sistema

sensorial e é no seu interior que está a retina, composta de cones e bastonetes, onde se realizam os primeiros passos

do processo perceptivo. A retina transmite os dados visuais, através do nervo óptico e do núcleo geniculado lateral,

para o córtex cerebral. No cérebro tem então início o processo de análise e interpretação que nos permite reconstruir as distâncias, cores, movimentos e formas dos objectos que nos rodeiam.

• Luzes visíveis a olho nú:

• Luz vermelha;

• Luz alaranjada;

• Luz amarela;

• Luz verde;

• Luz azul;

• Luz anil;

• Luz violeta.

• Luzes visíveis com vista armada:

• Luz ultra-violeta;

• Luz infra-vermelha.

A televisão e a visão digital

Televisão (do grego "tele", "distante") e (do latim "visione", visão) literalmente (visão a longa distância) é a tecnologia e o aparelho que nos permite captar e visualizar as imagens que estão sendo transmitidas pelas emissoras de TV. A visão digital através de computadores é outro tipo de "televisão" que nos permite visualizar em tempo real imagens que estão sendo captadas em lugares distantes em quaisquer localidades onde estejam instalados outros computadores equipados com instrumentos periféricos tais como câmera e monitor para captar e enviar imagens através de bits para outros computadores conectados às redes de computadores.

Ver também

• Astigmatismo

• Cegueira

• Daltonismo

• Hipermetropia

• Miopia

• Estrabismo

• Optometria

15

Humor vítreo

Humor vítreo

O humor vítreo, também conhecido

por corpo vítreo do olho ou

simplesmente por vítreo, é a substância gelatinosa e viscosa, formada por uma substância amorfa semilíquida, fibras e células, que se encontra na câmara

posterior, entre o cristalino e a retina,

sob pressão, de modo a manter a forma esférica do olho.

Diagrama esquemático do olho humano.

16

Retina

Retina

Retina é uma parte do olho dos vertebrados

responsável pela formação de imagens, ou seja, pelo

sentido da visão. É como uma tela onde se projetam as

imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro

através de impulsos elétricos enviados pelo nervo

óptico.

Organização

Em cada retina há cerca de 100 milhões de

foto-receptores (cones e bastonetes) que libertam

moléculas neurotransmissoras a uma taxa que é máxima na escuridão e diminui, de um modo proporcional (logarítmico), com o aumento da intensidade luminosa. Esse sinal é transmitido depois à cadeia de células bipolares e células ganglionares.

Esquema do olho humano, mostrando a retina (H) e o nervo óptico

(G)

Existem cerca de 1 milhão de células ganglionares e são os seus axónios que constituem o nervo óptico. Há, portanto, cerca de 100 fotoreceptores por cada célula ganglionar; no entanto, cada célula ganglionar recebe sinais que provêm de um «campo receptivo» na retina, aproximadamente circular, que abrange milhares de fotoreceptores.

17

A estrutura celular da retina (à direita, 1 cone e 9 bastonetes; ao centro, 2 células bipolares; à esquerda, 3 axónios de células ganglionares que pertencem ao nervo óptico)

Entre os fotoreceptores e as células bipolares, há uma camada de células horizontais (a amarelo na figura) ligadas a eles e ligadas entre si de modo que o potencial de cada uma delas é uma média pesada do das suas vizinhas (sendo o peso das mais proximas maior). Cada célula bipolar recebe entradas de um fotoreceptor e de uma célula horizontal e produz um sinal que é proporcional à diferença entre os sinais logarítimicos produzidos pelas duas células; o que equivale a dizer que é um sinal com muito menor gama dinâmica, porque é uma razão entre a intensidade local e a iluminação de fundo na vizinhança, independentemente, por isso, do nível absoluto de iluminação. Como resultado disso, áreas grandes da retina com iluminação uniforme produzem sinais muito fracos, enquanto áreas de maior variação, como é o caso dos contornos dos objectos, resulta em sinais fortes. Ou seja, a retina detecta essencialmente variações de luminosodade.

O sistema de fotoreceptores responde a uma alta gama dinâmica - com variações de iluminação de de 1 para 1 milhão. Os bastonetes são apenas sensíveis a baixos níveis de iluminação mas os cones, que são sensíveis a altos

Retina níveis de iluminação, respondem dentro de uma gama de intensidades que varia com a iluminação média da cena observada. É isso que nos faz sentir ofuscados quando a intensidade luminosa aumenta de repente.

As células bipolares têm uma gama dinâmica muito mais baixa - só precisam de responder a um sinal proporcional à razão entre a intensidade local e a iluminação de fundo. Deste mecanismo sensorial resulta um efeito de adaptação enorme.

Como as células horizontais têm uma resposta relativamente lenta, quando um fotoreceptor detecta um objecto em movimento, elas ainda têm informação sobre a situação anterior; e isso faz com que o sinal de saída das células bipolares, que passa depois através da camada das células amacrinas (camada a violeta na figura) para as células ganglionares, contenha informação útil para a detecção de movimento.

Ver também

• Retenção retiniana

• Descolamento de retina

• Retinite hipertensiva

18

Íris

Iris

A íris é a área verde/cinza/marrom. As outras estruturas visíveis são a pupila (círculo preto no centro) e a esclera (parte branca do olho) ao redor da

íris. A córnea está presente, mas não é possível vê-la na foto, por ser transparente.

Íris

Gray's

Vascularização

MeSH

Diagrama esquemático do olho humano

assunto #225 1012 [1]

Artérias ciliares posteriores longas

Iris [2]

Em anatomia, a íris é a parte mais visível (e colorida) do olho de vertebrados.

Existe um orifício em seu centro, chamado de pupila, cuja função é controlar a quantidade de luz que entra no olho.

Em um ambiente com muita luz, ocorre a miose (diminuição do diâmetro da pupila), ao passo que, com pouca luz, ocorre a midríase (aumento do diâmetro da pupila).

Algumas pessoas (geralmente adultos maduros a partir dos 40 ou 50 anos) apresentam uma descoloração em forma de um círculo acinzentado ou esbranquiçado visível ao redor da íris denominada arco senil, que é causada por depósitos de células de lipídios (gordura) nas camadas profundas da córnea periférica sem ser contudo uma condição preocupante, já que é apenas um sinal do envelhecimento natural do corpo na maior parte dos casos. Entretanto, uma descoloração similar da íris dos olhos em adultos jovens, com menos de 40 anos, denominada arco juvenil, é frequentemente associada com altas taxas de colesterol no sangue, o que deve ser avaliado por um médico.

Ver também

• Pupila

• Lente de contacto

Referências

[1] http:/ / education.

yahoo.

com/ reference/ gray/ subjects/ subject?id=225#p1012

[2] http:/ / www.

nlm.

nih.

gov/ cgi/ mesh/ 2006/ MB_cgi?mode=& term=Iris

19

Nervo óptico

Nervo óptico

Nervo: Nervo óptico

20

Latim

Gray's

MeSH

O nervo óptico e o trato óptico.

n. opticus

subject #197 882 [1]

Optic+Nerve [2]

O nervo óptico constitui, com o homólogo contralateral, o segundo (II) par de nervos cranianos.

Tem função exclusivamente sensitiva. Transporta as sensações visuais do olho para o cérebro (penetrando no crânio

pelo canal óptico), formando-se por convergência das células ganglionares ao nível da retina no olho.

Referências

[1] http:/ / education.

yahoo.

com/ reference/ gray/ subjects/ subject?id=197#p882

[2] http:/ / www.

nlm.

nih.

gov/ cgi/ mesh/ 2007/ MB_cgi?mode=& term=Optic+ Nerve

Cone (célula)

Cone (célula)

Cones são as células do olho humano que

tem a capacidade de reconhecer as cores,

segundo a teoria tricromática (teoria de

Young-Helmholtz). Já os bastonetes, outro

tipo de célula do olho humano, tem a capacidade de reconhecer a luminosidade.

Existem aproximadamente 6 milhões de cones em cada olho humano concentrados na região fóvea. Sendo estes os responsáveis

A estrutura celular da retina. À direita, 1 cone entre dois grupos de bastonetes pela percepção das cores, quando existe uma anomalia ou ausência de algum dos fotopigmentos nas terminações dos cones estamos na presença do daltonismo.

21

Ver também

• Oftalmologia

• Teste de cores de Ishihara

Bastonete

Os bastonetes são células da retina dos

olhos dos vertebrados, que detectam os

níveis de luminosidade

[1]

.

São basicamente responsáveis pela visão

noturna (nocturna), têm este nome devido à sua forma alongada e cilíndrica e são também usados na visão periférica.

Estas células estão concentradas mais externamente na retina e existem, na retina dos humanos, cerca de 120 milhões de bastonetes.

Secção transversal da retina, com os bastonete no extremo direito da imagem

São 100 vezes mais sensíveis à luz que os cones, mas detectam apenas tons de cinza.

Resposta à luminosidade

A ativação de uma célula fotorreceptora, como são os bastonetes, ocorre por meio de um processo chamado

hiperpolarização. A superfície dos bastonetes que detecta a luz é formada por um conjunto complexo de membranas

que, se não estiverem excitação|excitadas pela luz, possuem um potencial de membrana neutro, sendo permeáveis a vários tipos de moléculas; quando excitadas pela luz, o potencial de membrana destas células altera-se, passando estas a ser selectivas a diferentes moléculas. Nessas condições, a rodopsina, o pigmento dos bastonetes responsável pela detecção da luz, combina-se com a transducina, outra proteína da membrana destas células, activando o transporte de substâncias que activam o impulso nervoso

[1]

.

[1] Ógãos dos sentidos (a visão) em curlygirl3.no.sapo.pt (http:/ / curlygirl3.

no.

sapo.

pt/ sentidos.

htm) acessado a 29 de maio de 2009

Radiação electromagnética

Radiação electromagnética

As ondas eletromagnéticas são uma combinação de um campo elétrico e de um campo magnético que se propagam

simultaneamente através do espaço transportando energia. A luz visível cobre apenas uma pequena parte do espectro

de radiação eletromagnética possível. O conceito de ondas eletromagnéticas foi postulado por James Clerk Maxwell e confirmado experimentalmente por Heinrich Hertz. Uma de suas principais aplicações é a radiotransmissão.

Radiação eletromagnética

A radiação eletromagnética são ondas que se auto-propagam pelo espaço, algumas das quais são percebidas pelo olho humano como luz. A radiação eletromagnética compõe-se de um campo elétrico e um magnético, que oscilam perpendicularmente um ao outro e à direção da propagação de energia. A radiação eletromagnética é classificada de acordo com a freqüência da onda, que em ordem crescente da duração da onda são: ondas de rádios, microondas,

radiação terahertz (Raios T), radiação infravermelha, luz visível, radiação ultravioleta, Raios-X e Radiação Gama.

Ondas Electromagnéticas

As ondas electromagnéticas primeiramente foram “vistas” por James Clerk Maxwell e depois confirmadas por

Heinrich Hertz. Maxwell notou as ondas a partir de equações de electricidade e magnetismo, revelando sua natureza

e sua simetria. Faraday mostrou que um campo magnético variável no tempo gera um campo eléctrico, Maxwell mostrou que um campo eléctrico variável com o tempo gera um campo magnético, com isso há uma auto-sustentação entre os campos eléctricos e magnéticos. Em seu trabalho de 1862 Maxwell escreveu: " A velocidade das ondas transversais em nosso meio hipotético, calculada a partir dos experimentos electromagnéticos dos Srs. Kohrausch e Weber, concorda tão exactamente com a velocidade da luz, calculada pelos experimentos

óticos do Sr. Fizeau, que é difícil evitar a inferência de que a luz consiste nas ondulações transversais do mesmo meio que é a causa dos fenómenos eléctricos e magnéticos". Ou seja, a luz é uma onda electromagnética.

De acordo com as equações de Maxwell, a variação de um campo eléctrico gera um campo magnético e vice-versa.

Então, como uma oscilação no campo eléctrico gera uma oscilação no campo magnético, o campo magnético também gera uma oscilação no campo eléctrico, essa forma de oscilação de campos gera a onda electromagnética.

Propriedades

Os campos eléctrico e magnético obedecem aos princípios da superposição, sendo assim, seus vectores se cruzam e criam os fenómenos da refracção e da difracção. Uma onda electromagnética pode interagir com a matéria e, em particular, perturbar átomos e moléculas que as absorvem, podendo os mesmos emitir ondas em outra parte do espectro. Também, como qualquer fenómeno ondulatório, as ondas electromagnéticas podem interferir entre si.

Sendo a luz uma oscilação, ela não é afectada pela estática eléctrica ou campos magnéticos de uma outra onda electromagnética no vácuo. Em um meio não linear como um cristal, por exemplo, interferências podem acontecer e causar o efeito Faraday, em que a onda pode ser dividida em duas partes com velocidades diferentes. Na refracção, uma onda transitando de um meio para outro de densidade diferente, tem alteradas sua velocidade e direcção (caso essa não seja perpendicular à superfície) ao entrar no novo meio. A relação entre os índices de refracção dos dois meios determina a escala de refração medida pela lei de Snell (n1.sen i = n2.sen r , i = incidência, r = refração). A luz se dispersa em um espectro visível porque a luz é reflectida por um prisma por causa da refração. As características das ondas electromagnéticas demonstram as propriedades de partículas e da onda ao mesmo tempo, e se destacam mais quando a onda é mais prolongada.

22

Radiação electromagnética

Modelo de onda

Um importante aspecto da natureza da luz é a frequência. A frequência de uma onda é sua taxa de oscilação e é

medida em hertz, a unidade SI (Sistema Internacional) de frequência, onde um hertz é igual a uma oscilação por segundo. A Luz normalmente tem um espectro de frequências que somados juntos formam a onda resultante.

Diferentes frequências formam diferentes ângulos de refração. Uma onda consiste nos sucessivos baixos e altos e a distância entre dois pontos altos ou baixos é chamado de comprimento de onda. Ondas electromagnéticas variam de acordo com o tamanho, de ondas de tamanhos de prédios a ondas gama pequenas menores que um núcleo de um

átomo. A frequência é inversamente proporcional ao comprimento da onda, de acordo com a equação:

23 onde v é a velocidade da onda, f é a frequência e λ (lambda) é o comprimento da onda. Na passagem de um meio material para o outro, a velocidade da onda muda mas a frequência permanece constante. A interferência acontece quando duas ou mais ondas resultam em um novo padrão de ondas. Se os campos tiverem os componentes nas mesmas direcções, uma onda “coopera” com a outra, porém se estiverem em posições opostas há uma grande interferência.

Modelo de partículas

Um feixe luminoso é composto por pacotes discretos de energia, caracterizados por serem consistidos em partículas

denominadas fótons. A frequência da onda é proporcional à magnitude da energia da partícula. Como os fótons são

emitidos e absorvidos por partículas, eles actuam como transportadores de energia. A energia contida em um fóton é calculada pelo equação de Planck: onde E é a energia, h é a constante de Planck, e f é a frequência. Se um fóton for absorvido por um átomo, ele excita um elétron, elevando-o a um alto nível de energia. Se o nível de energia é suficiente, ele pula para outro nível maior de energia, ele pode escapar da atração do núcleo e ser liberado em um processo conhecido como fotoionização. Um elétron que descer ao nível de energia menor emite um fóton de luz igual a diferença de energia, como os níveis de energia em um átomo são discretos, cada elemento tem suas próprias características de emissão e absorção.

Espectro Eletromagnético

Espectro Eletromagnético é classificado normalmente pelo comprimento da onda, como as ondas de rádio, as

microondas, a radiação infravermelha, a luz visível, os raios ultravioleta, os raios X, até a radiação gama. O

comportamento da onda eletromagnética depende do seu comprimento de onda. Freqüências altas são curtas, e freqüências baixas são longas. Quando uma onda interage com uma única partícula ou molécula, seu comportamento depende da quantidade de fótons por ela carregada. Através da técnica denominada Espectroscopia óptica, é possível obter-se informações sobre uma faixa visível mais larga do que a visão normal. Um laboratório comum possui um espectroscópio pode detectar comprimentos de onde de 2 nm a 2500 nm. Essas informações detalhadas podem informar propriedades físicas dos objetos, gases e até mesmo estrelas. Por exemplo, um átomo de hidrogênio emite ondas em comprimentos de 21,12 cm. A luz propriamente dita corresponde à faixa que é detectada pelo olho humano, entre 400 nm a 700 nm (um nanômetro vale 1,0×10−9 metros). [[As ondas de rádio]] são formadas de uma combinação de amplitude, freqüência e fase da onda com a banda da freqüência.

Radiação electromagnética

Interação da radiação com a matéria

Efeitos biológicos

O efeito biológico mais óbvio das ondas eletromagnéticas se dá em nossos olhos: a luz visível impressiona

as células do fundo de nossa retina,

causando a sensação visual. Porém, existem outros efeitos mais sutis.

Espectro eletromagnético com o espectro de luz visível indicado

Sabe-se que em determinadas frequências, as ondas eletromagnéticas podem interagir com moléculas presentes em organismos vivos, por ressonância. Isto é, as moléculas cuja frequencia fundamental seja a mesma da onda em questão "captam" esta oscilação, como uma antena de TV. O efeito sobre a molécula depende da intensidade (amplitude) da onda, podendo ir o simples aquecimento à modificação da estrutura molecular. O exemplo mais fácil de ser observado no dia-a-dia é o de um forno de micro-ondas: as micro-ondas do aparelho, capazes de aquecer a água presente nos alimentos, têm exatamente o mesmo efeito sobre um tecido vivo.

Os efeitos da exposição de um animal a uma fonte potente de microondas podem ser catastróficos. Por isso se exige o isolamento físico de equipamentos de telecomunicações que trabalham na faixa de microondas, como as estações rádio-base de telefonia celular.

Mas assim como as microondas afetam a água, ondas em outra frequência de ressonância podem afetar uma infinidade de outras moléculas. Já foi sugerido que a proximidade a linhas de transmissão teria relações com casos de câncer em crianças, por via de supostas alterações no DNA das células, provocadas pela prolongada exposição ao campo eletromagnético gerado pelos condutores. Também já se especulou se o uso excessivo do telefone celular teria relação com casos de câncer no cérebro, pelo mesmo motivo. Até hoje, nada disso foi provado.

Também já foram feitas experiências para analisar o efeito de campos magnéticos sobre o crescimento de plantas, sem nenhum resultado conclusivo.

Existem equipamentos para a esterilização de lâminas baseados na exposição do instrumento a determinada radiação ultravioleta, produzida artificialmente por uma lâmpada de luz negra.

Aplicações tecnológicas

Entre inúmeras aplicações destacam-se o rádio, a televisão, radares, os sistemas de comunicação sem fio (telefonia celular e comunicação wi-fi), os sistemas de comunicação baseados em fibras ópticas e fornos de microondas.

Bibliografia

• John David Jackson,

"Classical Electrodynamics" (1998)

24

Radiação infravermelha

Radiação infravermelha

Infravermelho

Ciclos por segundo: 300 GHz a 400

THz

Comprimento de onda: 1 mm a 700 nm

A radiação infravermelha (IV) é uma radiação não ionizante na porção invisível do espectro eletromagnético que está adjacente aos comprimentos de onda longos, ou final vermelho do espectro da luz visível. Ainda que em vertebrados não seja percebida na forma de luz, a radiação IV pode ser percebida como calor, por terminações nervosas especializadas da pele, conhecidas como termorreceptores

[1]

.

A radiação infravermelha foi descoberta em 1800 por William Cão visto com infravermelho

Herschel, um astrônomo inglês de origem alemã. Hershell colocou um termômetro de mercúrio no espectro obtido por um prisma de cristal com o a finalidade de medir o calor emitido por cada cor. Descobriu que o calor era mais forte ao lado do vermelho do espectro, observando que ali não havia luz. Esta foi a primeira experiência que demonstrou que o calor pode ser captado em forma de imagem, como acontece com a luz visível.

Esta radiação é muito utilizada nas trocas de informações entre computadores, celulares e outros eletrônicos, através do uso de um adaptador USB IrDA.

Efeitos biológicos

A radiação IV está dividida segundo seus efeitos biológicos, de forma arbitrária, em três categorias: radiação infravermelha curta (0,8-1,5µm), média (1,5-5,6µm) e longa (5,6-1.000µm). Os primeiros trabalhos com os diferentes tipos de radiação IV, relatavam diferenças entre as formas de ação biológicas do infravermelho curto e médio/longo

(Dover et al., 1989). Acreditava-se que a radiação curta penetrava igualmente na porção profunda da pele sem causar aumento marcante na temperatura da superfície do epitélio, enquanto que a maior parte da energia do infravermelho médio/longo era absorvida pela camada superior da pele e freqüentemente causasse efeitos térmicos danosos, como queimaduras térmicas ou a sensação de queimação (relato de pacientes). Alguns anos mais tarde, contudo, uma nova visão do infravermelho médio/longo foi apresentada demonstrando que todas as faixas da radiação infravermelha possuem efeitos biológicos de regeneração celular.

[2] [3] [4]

Estudos in vitro com infravermelho curto, em células humanas endoteliais e queratinócitos demonstraram aumento na produção de TGF-β1 (fator de transformação- β1) após uma única irradiação (36-108J/cm2) e de forma tempo-dependente para o conteúdo de MMP-2 (matrix metaloproteínase-2), sendo este último tanto ao nível protéico quanto transcricional. Essas duas proteínas estão envolvidas na fase de remodelamento do reparo de lesões. E esses efeitos foram considerados atérmicos em sua natureza, já que os modelos usados como controle térmico não apresentaram aumento na sua expressão protéica

[1]

.

Experimentos com ratos diabéticos, demonstraram uma aceleração na taxa de fechamento da ferida com exposições diárias de infravermelho curto em relação aos grupos controle, apresentando um aumento de temperatura de aproximadamente 3,6 °C após 30 minutos de exposição

[1]

.

A utilização de LEDs (light diode emitters – diodos emissores de luz) de infravermelho curto demonstrou reversão dos efeitos do TTX (tetrodotoxina), um bloqueador dos canais dependentes de sódio, e portanto, um bloqueador de impulso nervoso; assim como a redução nos danos causados à retina por exposição ao metanol em camundongos

[5]

25

Radiação infravermelha

[6]

Já experimentos com o IV longo demonstraram inibição do crescimento tumoral em camundongos e melhoria no tratamento de escaras em situações clínicas

[7]

. Também foi demonstrado aumento do processo regenerativo em camundongos sem que houvesse aumento da circulação sanguínea durante os períodos de irradiação ou aumento na temperatura do epitélio. Outros dados demonstram um aumento das infiltrações de fibroblastos no tecido subcutâneo, em camundongos tratados com o infravermelho longo, em relação aos animais controle e uma maior regeneração de colágeno na região lesada, assim como na expressão de TGF- β1. Da mesma forma, a radiação IV foi capaz de provocar aumento na angiogênese no local das lesões e aumento na força tênsil do epitélio em regeneração

[8] [9] [10]

Lasers de baixa potência, (comprimento de onda variando de 630-890 nm) como os de hélio-néon e argônio demonstraram, in vivo, a ativação de uma ampla gama de processos de cura de feridas, tais como a síntese de colágeno, proliferação celular

[11] e motilidade de queratinócitos

[12]

.

Ainda que haja diferenças entre as fontes de radiação IV; (lasers, raio coerente de comprimento de onda específico e lâmpadas, raios aleatórios de luz não polarizada), seus efeitos bioestimulatórios são os mesmos em se tratando do infravermelho curto

[1]

. Contrariando a idéia inicial de que o IV longo possuísse efeitos deletérios, atualmente acredita-se que sua forma de ação bioestimulatória seja semelhante as dos lasers de baixa potência e a radiação IV curta

[13]

.

Experimentos utilizando LED de IV, os quais trabalham com geração praticamente zero de calor, levam a acreditar que além do efeito regenerativo provocado pelo calor existe ainda um efeito bioestimulatório regenerativo decorrente de um processo não-térmico. Contudo, esse processo ainda não é bem compreendido.

[14]

.

A premissa básica é que as radiações eletromagnéticas de comprimentos de onda longos estimulam o metabolismo energético das células, assim como a produção de energia. Existem três moléculas fotoaceptoras de radiação infravermelha em mamíferos, conhecidas por absorverem o comprimento de onda do infravermelho curto: hemoglobina, mioglobina e citocromo c oxidase. Dessas moléculas fotoaceptoras, acredita-se que os cromóforos mitocondriais sejam responsáveis pela absorção de 50% do infravermelho curto, através do citocromo c oxidase

[15]

[14] [16]

[1] Danno, K.; Mori, N.; Toda, K-I.; Kobayashi, T.; Utani, A. 2001: Near-infrared irradiation stimulates cutaneous wound repair: laboratory experiments on possible mechanisms. Photodermatol. Photoimmunol. Photomed. 17: 261-265

[2] Honda, K.; Inoue, S. 1988. Sleeping effects of far-infrared in rats. Int. J. Biometeorol. 32(2):92-94.

[3] Inoue, S.; Kabaya, M. 1989. Biological activities caused by far-infrared radiation. Int. J. Biometeorol. 33:145-150.

[4] Udagawa, Y.; Nagasawa, H. 2000. Effects of far-infrared Ray on reproduction, growth, behaviour and some physiological parameters in mice. In Vivo 14:321-326.

[5] Wong-Riley, M.T.; Bai, X.; Buchmann, E.; Whelan, H.T. 2001. Light-emitting diode treatment reverses the effect of TTX on cytochrome oxidase in neurons. Neuroreport 12 (14), 3033-3037

[6] Eells, J.T.; Henry, M.M.; Summerfelt, P.; Wong-Riley, M.T.; Buchmann, E.V.; Kane, N.; Whelan, N.T.; Whelan, H.T. 2003. Therapeutic photobiomodulation for methanol-induced retinal toxicity Proc. Natl. Acad. Sci. USA. 100 (6), 3439-3444

[7] Nagasawa, 1999

[8] Schindl, A.; Schindl, M.; Schindl, L. 1997. Successful treatment of a persistent radiation ulcer by low power laser therapy. J. Am. Acad.

Dermatol. 37: 646

[9] Schindl, A.; Schindl, M.; Schindl, L. et al. 1999. Increased dermal angiogenesis after low-intensity laser therapy for a chronic radiation ulcer determined by a vídeo measuring system. J. Am. Acad. Dermatol. 40: 481

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26

Radiação infravermelha

[16] Wong-Riley, M.T.T.; Liang, H.L.; Eells, J.T.; Chancel, B.; Henry, M.M.; Buchmann, E.; Kane, M.; Whelan, H.T. 2005. Photobiomodulation

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Ver também

• Espectroscopia de infravermelho

• Efeito Estufa

Ligações externas

• Infrared Data Association (http:/ / www.

irda.

org)

27

Radiação ultravioleta

Ultravioleta

Ciclos por segundo: 750 THz a 300

PHz

Comprimento de onda: 400 nm a 1 nm

A radiação ultravioleta (UV) é a radiação eletromagnética ou os raios ultravioletas com um comprimento de onda

menor que a da luz visível e maior que a dos raios X, de 380 nm a 1 nm. O nome significa mais alta que (além do)

violeta (do latim ultra), pelo fato que o violeta é a cor visível com comprimento de onda mais curto e maior

frequência.

A radiação UV pode ser subdividida em UV próximo (comprimento de onda de 380 até 200 nm - mais próximo da

luz visível), UV distante (de 200 até 10 nm) e UV extremo (de 1 a 31 nm).

No que se refere aos efeitos à saúde humana e ao meio ambiente, classifica-se como UVA (400 – 320 nm, também chamada de "luz negra" ou onda longa), UVB (320–280 nm, também chamada de onda média) e UVC (280 - 100 nm, também chamada de UV curta ou "germicida"). A maior parte da radiação UV emitida pelo sol é absorvida pela atmosfera terrestre. A quase totalidade (99%) dos raios ultravioletas que efetivamente chegam a superfície da Terra são do tipo UV-A. A radiação UV-B é parcialmente absorvida pelo ozônio da atmosfera e sua parcela que chega à

Terra é responsavel por danos à pele. Já a radiação UV-C é totalmente absorvida pelo oxigênio e o ozônio da atmosfera.

Interessante que as faixas de radiação não são exatas. Como exemplo podemos ver que o UVA começa em torno de

410nm e termina em 315 nm. O UVB começa 330 nm e termina em 270 aproximadamente. Os picos das faixas estão em suas médias.

Seu efeito bactericida faz com que seja utilizada em dispositivos com o objetivo de manter a assepsia de certos estabelecimentos comerciais.

Outro uso é a aceleração da polimerização de certos compostos.

Muitas substâncias ao serem expostas à radiação UV, estas se comportam de modo diferente de quando expostas à luz visível, tornando-se fluorescente. Este fenômeno se dá pela excitação dos elétrons nos átomos e moléculas dessa substância ao absorver a energia da luz invisível. E ao retornarem aos seus níveis normais(níveis de energia), o excesso de energia é reemetido sob a forma de luz visível.

Radiação ultravioleta

Luz negra

Existem certas lâmpadas ultravioleta que emitem comprimentos de onda próximos à luz visível entre 380 e 420 nm.

Estas são chamadas de lâmpadas de "luz negra".

O UV destas lâmpadas é obtido principalmente através de uma lâmpada fluorescente sem a proteção do componente

(fósforo) que a faz emitir luz visível.

Dentro da lâmpada há um vapor (mercúrio) que, na passagem de elétrons, emite radiação no comprimento de onda do ultravioleta. Esta radiação liberada "bate" na borda da lâmpada que é revestida internamente por um fósforo. O fósforo excitado com a energia recebida reemite a energia em comprimentos de onda do visível (branco).

A diferênça para a luz negra, é que esta não possui o revestimento de fósforo, deixando, assim, passar toda radiação ultravioleta.

Este tipo de luz é usada em aparelhos elétricos para atrair insetos e eletrocutá-los. Outros tipos de uso são para identificar dinheiro falso, decoração, boates e tuning.

28

Bibliografia

• Francis Rouessac and Annick Rouessac; Chemical Analysis,

Modern Instrumentation Methods and Techniques; John Wiley

& Sons, 2000, p189.

Arte com materiais fluorescentes.

Intensidade de radiação

Em física, intensidade de radiação é uma medida do fluxo de energia por unidade de área por unidade de tempo.

Como energia por unidade de tempo é a definição de potência, podemos definir a intensidade de radiação, de forma equivalente, como a potência emitida por unidade de área.

A intensidade da radiação é a definição física do conceito intuitivo de brilho de um objeto luminoso. A mais intuitiva destas propriedades é a variação do brilho com a distância da fonte luminosa.

Para encontrar a intensidade, obtenha a densidade de energia, isto é a energia por volume, e multiplique-a pela velocidade na qual a energia esta se movendo. O vetor resultante tem a unidade de potência por unidade de área

(watt/m²), como pode ser mostrado da análise dimensional.

Intensidade de radiação

Cálculo simplificado da Intensidade de radiação

Para se encontrar a intensidade de radiação emitida por um corpo precisamos conhecer

quanto de energia este corpo está emitindo

por segundo[s], isto é sua potência.

Como obter a intensidade de radiação emitida por uma lâmpada caseira cuja

luminosidade seja de 100 Watts? Isto é

quantos watts por centímetros quadrado de

área esta lâmpada proporciona?

Intuitivamente, é claro que esta quantidade deve variar com a distância que estamos da lâmpada. Isto porque a intensidade de radiação percebida pelo olho, a 1 metro é maior que a intensidade percebida a 100 metros. E o olho é um detector de intensidade de radiação com o qual estamos acostumados.

Se supormos que a quantidade de energia emitida, por segundo, por esta lâmpada, vamos chama-la de P, se distribui de forma uniforme por toda a volta da lâmpada, a

Fluxo de energia/segundo atravessando cada uma das esferas é o mesmo devido a conservação de energia. Portanto a quantidade de energia/segundo por unidade de

área deverá ser diferente em cada superfície já que a área total é diferente quantidade total de energia fluindo por segundo por cada centimetro quadrado de área em torno da lampada será então:

29

Onde r é a distância da superfície até a lâmpada, neste caso supomos uma esfera por simplicidade. Isto é matematicamente a forma de se dizer que a potência emitida pela lâmpada se distribui igualmente por toda a área da esfera que a envolve.

Podemos verificar que a expressão acima esta dimensionalmente correta, isto é o valor final esta em unidades de

watt/m². E nossa percepção da variação da intensidade da radiação com a distância da fonte tem agora uma expressão matemática que confirma que a intensidade da radiação diminui com o quadrado da distância até a

fonte.

Alguns valores comuns

• Intensidade de radiação solar em uma superfície perpendicular aos raios solares, considerando a distância média da Terra (constante solar): 1.397 watts/m²

• Intensidade de radiação solar na superfície da terra (chamada de insolação): 1.000 watts/m²

Este valor varia com a latitude e com as condições do tempo

• Intensidade de radiação a 3 metros de uma lâmpada de 100 Watts: 0,88 watts/m²

Glossário de Astronomia

Abóbada celeste | Apoastro | Afélio | Albedo | Ascensão recta | Astro | Corpo celeste | Classificação estelar | Declinação | Diagrama de

Hertzsprung-Russell | Eclíptica | Equador celeste | Equinócio | Esfera celeste | Hemisfério celestial norte | Hemisfério celestial sul | Luminosidade |

Intensidade de radiação | Magnitude aparente | Magnitude bolométrica | Nadir | Órbita | Periastro | Periélio | Planeta | Ponto vernal | Precessão dos

Intensidade de radiação equinócios | Solstício | Trópico | Zênite

Cor

Cor

Cores do espectro visível

Frequência

vermelho

Comprimento de onda

~ 625-740 nm laranja amarelo verde ciano azul violeta

~ 590-625 nm

~ 565-590 nm

~ 500-565 nm

~ 485-500 nm

~ 440-485 nm

~ 380-440 nm

~ 480-405

THz

~ 510-480

THz

~ 530-510

THz

~ 600-530

THz

~ 620-600

THz

~ 680-620

THz

~ 790-680

THz

Espectro Contínuo

A cor é uma percepção visual provocada pela ação de um feixe de fotons sobre células especializadas da retina, que

transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.

A cor de um material é determinada pelas médias de frequência dos pacotes de onda que as suas moléculas constituintes refletem. Um objeto terá determinada cor se não absorver justamente os raios correspondentes à

frequência daquela cor.

Assim, um objeto é vermelho se absorve preferencialmente as frequências fora do vermelho.

A cor é relacionada com os diferentes comprimento de onda do espectro eletromagnético. São percebidas pelas pessoas, em faixa específica (zona do visível), e por alguns animais através dos órgaos de visão, como uma sensação que nos permite diferenciar os objetos do espaço com maior precisão.

Considerando as cores como luz, a cor branca resulta da sobreposição de todas as cores, enquanto o preto é a ausência de luz. Uma luz branca pode ser decomposta em todas as cores (o espectro) por meio de um prisma. Na natureza, esta decomposição origina um arco-íris.

30

Cor

Teoria da cor

Cor, frequência e energia da luz

Cor /nm

/10

14

Hz

>1000 <3.00

/10

<1.00

4 cm

−1

/eV

/kJ mol

<1.24

<120

−1

Infravermelho

Vermelho

Laranja

Amarelo

Verde

Azul

Violeta

700

620

580

530

470

420

Ultravioleta próximo 300

4.28

4.84

5.17

5.66

6.38

7.14

10.0

1.43

1.61

1.72

1.89

2.13

2.38

3.33

1.77

2.00

2.14

2.34

2.64

2.95

4.15

171

193

206

226

254

285

400

Ultravioleta distante <200 >15.0

>5.00

>6.20

>598

Quando se fala de cor, há que distinguir entre a cor obtida aditivamente (cor luz) ou a cor obtida subtractivamente (cor pigmento).

No primeiro caso, chamado de sistema

RGB, temos os objectos que emitem luz (monitores, televisão, Lanternas, etc.) em que a adição de diferentes comprimentos de onda das cores primárias de luz Vermelho + Azul

(cobalto) + Verde = Branco.

No segundo sistema (subtractivo ou cor pigmento) iremos manchar uma superfície sem pigmentação (branca) misturando-lhe as cores secundárias da luz (também chamadas de primárias em artes plásticas); Ciano + Magenta +

Amarelo.

Mapa de cores. Observar que cada cor é sempre a intermediária entre as duas vizinhas e que diametralmente opostas estão as cores complementares

Este sistema corresponde ao "CMY" das impressoras e serve para obter cor com pigmentos (tintas e objetos não-emissores de luz). Subtraindo os três pigmentos temos uma matiz de cor muito escura, muitas vezes confundido com o preto.

O sistema "CMYK" é utilizado pela Indústria Gráfica nos diversos processo de impressão, como por exemplo: o

Off-Set, e o processo Flexográfico, bastante usado na impressão de etiquetas e embalagens.

O "K" da sigla "CMYK" corresponde à cor "Preto" (em inglês, "Black"), sendo que as outras são:

• C = Cyan (ciano)

• M = Magenta

• Y = Yellow (amarelo)

• K = Black (preto)

31

Cor

Alguns estudiosos afirmam que a letra "K" é usada para o "Preto" ("Black") como referência a palavra "Key", que em inglês significa "Chave". O "Preto" é considerado como "cor chave" na Indústria Gráfica, uma vez que ele é usado para definir detalhes das imagens. Outros afirmam que a letra "K" da palavra "blacK" foi escolhida pois, a sigla "B" é usada pelo "Blue" = "Azul" do sistema RGB.

As cores primárias de luz são as mesmas secundárias de pigmento, tal como as secundárias de luz são as primárias de pigmento. As cores primárias de pigmento combinadas duas a duas, na mesma proporção, geram o seguinte resultado:

• magenta + amarelo = vermelho

• amarelo + ciano = verde

• ciano + magenta = azul cobalto

Focos de luz primária combinados dois a dois geram o seguinte resultado:

• azul cobalto + vermelho = magenta

• vermelho + verde = amarelo

• verde + azul cobalto = ciano.

A principal diferença entre um corpo azul (iluminado por luz branca) e uma fonte emissora azul é de que o pigmento azul está a absorver o verde e o vermelho refletindo apenas azul enquanto que a fonte emissora de luz azul emite efetivamente apenas azul. Se o objeto fosse iluminado por essa luz ele continuaria a parecer azul. Mas, se pelo contrário, ele fosse iluminado por uma luz amarela (luz Vermelha + Verde) o corpo pareceria negro.

Note-se ainda que antes da invenção do prisma e da divisão do espectro da luz branca (veja também difração), nada disto era conhecido, pelo que ainda hoje é ensinado nas nossas escolas que Amarelo/Azul/Vermelho são as cores primárias das quais todas as outras são passíveis de ser fabricadas, o que não é incorreto. As cores percebidas por nossos receptores visuais não correspondem as cores encontradas na Natureza.

Na Natureza amarelo, azul e vermelho são as cores de onde todas as outras se originam a partir de suas combinações:

• amarelo + azul = verde

• vermelho + amarelo = laranja

• azul + vermelho = roxo.

A combinação de cores primárias formam cores secundárias, que combinadas com cores secundárias formam cores terciárias e assim por diante.

Medição e reprodução

A fim de se poder ajustar os emissores luminosos (lâmpadas, e monitores em geral – displays) com a percepção natural do olho humano, para o qual são projetados e construídos, é preciso criar parâmetros de medida das cores. Os três parâmetros básicos são:

Matiz – que corresponde á intensidade espectral de cor (isto é, qual o comprimento de onda dominante);

Brilho – que corresponde á intensidade luminosa (isto é, mais brilho, mais luz, mais "claridade");

Saturação – que corresponde á pureza espectral relativa da luz (alta saturação = cor bem definida dentro de estreita faixa espectral; baixa saturaçao = cor "indefinida" tendendo ao branco, ampla distribuição espectral).

Interessante notar que as cores mais claras aparentam maior brilho, mas na verdade isto é devido ao efeito combinado de brilho e matiz. Também inclui-se a designação intensidade de cor, que é o efeito combinado de matiz e saturação. Um outro parâmetro que causa alguma confusão é a densidade de cor, que não diz respeito aos emissores e sim aos meios transparentes. A densidade de cor é uma medida do grau de opacidade (absorção da luz), combinado com a intensidade de cor; muito usado na avaliação de pedras preciosas.

Podemos dizer que quando dois diferentes espectros de luz tem o mesmo efeito nos três receptores do olho humano

(células-cones), serão percebidos como sendo a mesma cor. A medição da cor é fundamental para se poder criá-la e

32

Cor reproduzí-la com precisão, em especial, nas artes gráficas, arquitetura, alimentação e sinalização. Existem diversos métodos para medição da cor, tais como a tabelas de cores, o círculo cromático e os modelos de cores.

Percepção da cor

A cor é percebida através da visão. O olho humano é capaz de perceber a cor através dos cones (Células cones). A

percepção da cor é muito importante para a compreensão de um ambiente.

A cor é algo que nos é tão familiar que se torna para nós difícil compreender que ela não corresponde a propriedades físicas do mundo mas sim à sua representação interna, em nível cerebral. Ou seja, os objectos não têm cor; a cor corresponde a uma sensação interna provocada por estímulos físicos de natureza muito diferente que dão origem à percepção da mesma cor por um ser humano. Não notamos, por exemplo, nenhuma diferença fundamental na cor dos objectos familiares quando se dá uma mudança na iluminação. Para o nosso sistema visual, as cores da pele e dos rostos das pessoas e as cores dos frutos permanecem fundamentalmente invariáveis, embora seja tão difícil conseguir que esse tipo de objecto fique com a cor certa num monitor de televisão.

A cor não tem só que ver com os olhos e com a retina mas também com a informação presente no cérebro. Enquanto, com uma iluminação pobre, um determinado objecto cor de laranja pode ser visto como sendo amarelado ou avermelhado, vemos normalmente mais facilmente com a sua cor certa, laranja, porque é um objecto de que conhecemos perfeitamente a cor. E, se usarmos durante algum tempo óculos com lentes que são verdes de um lado e vermelhas do outro, depois, quando tiramos os óculos, vemos durante algum tempo tudo esverdeado, quando olhamos para um lado, e tudo avermelhado, quando olhamos para o outro. O cérebro aprendeu a corrigir a cor com que «pinta» os objectos para eles terem a cor que se lembra que eles têm; e demora algum tempo a perceber que deve depois deixar de fazer essa correcção.

A chamada constância da cor é este fenómeno que faz com que a maioria das cores das superfícies pareçam manter aproximadamente a sua aparência mesmo quando vistas sob iluminação muito diferente. O sistema nervoso, a partir da radiação detectada pela retina, extrai aquilo que é invariante sob mudanças de iluminação. Embora a radiação mude, a nossa mente reconhece certos padrões constantes nos estímulos perceptivos, agrupando e classificando fenómenos diferentes como se fossem iguais. O que vemos não é exactamente «o que está lá fora», mas corresponde a um modelo simplificado da realidade que é de certeza muito mais útil para a nossa sobrevivência.

Os organismos complexos não reagem directamente aos estímulos físicos em si, mas sim à informação sobre os estímulos representada internamente por padrões de actividade neuronal. Se os estímulos fornecem informação sobre a cor, é apenas porque a qualidade sensorial, a que chamamos cor, emerge nos mecanismos sensoriais pelo processo de aprendizagem e é por estes projectada sobre os estímulos. E uma grande variedade de combinações de estímulos muito diferentes podem gerar esse mesmo padrão de actividade neuronal correspondente a um mesmo atributo de uma qualidade sensorial. São essas qualidades sensoriais que permitem aos seres vivos detectar a presença de comida ou de predadores, sob condições de luz diferentes e em ambiente variados. Correspondem a um modelo simplificado do mundo que permite uma avaliação rápida de situações complexas e que se mostrou útil e adequado à manutenção de uma dada espécie.

O nosso sistema sensorial faz emergir todo um contínuo muito vasto de cores com as diferenças de tonalidades que nós aprendemos a categorizar, associando determinados nomes a certas bandas de tonalidade (com uma definição extremamente vaga). É este hábito humano de categorizar que nos faz imaginar que o nosso sistema nervoso faz uma detecção «objectiva» de uma determinada cor que existe no mundo exterior.

33

Cor

Círculo cromático

A cor pode ser representada utilizando um círculo cromático. Um círculo de cor é uma maneira de representar o espectro visível de forma circular. As cores são arrumadas em seqüência em uma circunferência na ordem da frequência espectral.

Combinação de cores

Os artistas, designers e arquitetos usam as cores para causar situações na percepção humana. As cores podem se combinar[1] para geração destes efeitos. Por exemplo, pode se conseguir, com correta combinação, um ambiente mais calmo, uma pintura mais suave, desde que usemos percentagens de cores proporcionais e relacionadas.

Cultura e influência

Culturas distintas podem ter diferentes significados para determinadas cores. A cor vermelha foi utilizada no Império

Romano, pelos nazis e comunistas. Usualmente é também a cor

predominante utilizada em redes de alimentação fast food. O vermelho é a cor do sangue e naturalmente provoca uma reação de atenção nos indivíduos.

Outras cores possuem significados diferentes em culturas diferentes, como por exemplo o luto.

A COR, elemento indissociável do nosso cotidiano, exerce especial importância sobretudo nas Artes Visuais.

Lápis de cor.

Na Pintura, Escultura, Arquitectura, Moda, Cerâmica, Artes Gráficas, Fotografia, Cinema, Espectáculo etc, ela é geradora de emoções e sensações.

A cor tem vida em si mesma e sempre atraiu e causou no ser humano de todas as épocas, predilecção por determinadas harmonias de acordo especialmente com factores de civilização, evolução do gosto e especialmente pelas influências e directrizes que a arte marca.

Através da teoria da cor, do uso de várias gamas cromáticas, da sua aplicação e experimentação práticas, irão ser ministrados conhecimentos que lhe permitirão descobrir e explorar por si mesmo o mundo extraordinário da

"HARMONIA DAS CORES" e passar a exprimir-se com maior segurança através do cromatismo. Entre tudo cores que combinam ex.rosa e magenta, azul celeste, etc…

Tabela de cores

Nome

Marrom

Preto

Cinza escuro

Aparência

Cinza

Cinzento

Prata

Pele

Branco

34

Cor

Rosa

Magenta

Vinho

Violeta

Roxo

Azul escuro

Azul

Azul claro

Bege

Amarelo

Laranja

Laranja claro

Vermelho

Escarlate

Carmesim

Bordô

Ciano

Turquesa

Verde escuro

Verde

Verde claro

• Cor na Cromoterapia

Psicologia das cores

Na cultura ocidental, as cores podem ter alguns significados, alguns estudiosos afirmam que podem provocar lembranças e sensações às pessoas. Às vezes, as pessoas no ano-novo colocam roupas com cores específicas para, no ano seguinte, ter o que a cor representa.

Ex: se uma pessoa passa o ano novo de verde, ela pode esperar esperança para o ano seguinte. Muitas pessoas passam de branco, esperando a paz.

Cinza: elegância, humildade, respeito, reverência, sutileza;

Vermelho: paixão, força, energia, amor, liderança, masculinidade, alegria (China), perigo, fogo, raiva, revolução,

"pare";

Azul: harmonia, confidência, conservadorismo, austeridade, monotonia, dependência, tecnologia, liberdade, saúde;

Ciano: tranquilidade, paz, sossego, limpeza, frescor;

Verde: natureza, primavera, fertilidade, juventude, desenvolvimento, riqueza, dinheiro, boa sorte, ciúmes, ganância, esperança;

Roxo:velocidade, concentração, otimismo, alegria, felicidade, idealismo, riqueza (ouro), fraqueza, dinheiro;

Magenta: luxúria, sofisticação, sensualidade, feminilidade, desejo;

Violeta: espiritualidade, criatividade, realeza, sabedoria, resplandecência, dor;

Alaranjado: energia, criatividade, equilíbrio, entusiasmo, ludismo;

35

Cor

Branco: pureza, inocência, reverência, paz, simplicidade, esterilidade, rendição;

Preto: poder, modernidade, sofisticação, formalidade, morte, medo, anonimato, raiva, mistério, azar;

Castanho: sólido, seguro, calmo, natureza, rústico, estabilidade, estagnação, peso, aspereza.

Ver também

• Teoria das cores

• Lista de cores

• Modelos de cor:

• CMYK - (do inglês Cyan, Magenta, Yellow, blacK) Ciano, Magenta, Amarelo e Preto, sistema de cores utilizado em gráfica e pigmentos

• Grayscale - (em preto e branco)

• HLS - (do inglês Hue, Lightness, Saturation)

• HSB - (do inglês Hue, Saturation, Brightness)

• HSV - (do inglês Hue, Saturation, Value)

• Lab- contém um canal "A" um canal "B" e um terceiro "L" designado por lightness'.

• RGB - (do inglês Red, Green, Blue) Vermelho, Verde, Azul, sistema de cores utilizado em luzes e, por consequência, na eletrônica e recursos visuais eletrônicos como o vídeo

• RYB - (do inglês Red, Yellow, Blue), Vermelho, Amarelo e Azul; sistema histórico de cores e utilizado em artes plásticas, embora cientificamente inexato.

• Carga de cor (física)

Ligações externas

• A cor

[2]

(em português)

• CIE Color Space por Gernot Hoffmann

[3]

(em inglês) (PDF)

Referências

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fho-emden.

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pdf

36

Fóton

Fóton

O fotão

(português europeu) ou fóton

(português brasileiro)

é a partícula elementar mediadora da força eletromagnética. O

fóton também é o quantum da radiação eletromagnética (incluindo a luz). Fótons são bósons e possuem Spin igual a

um. A troca de fótons (virtuais

1

) entre as partículas como os elétrons e os prótons é descrita pela eletrodinâmica quântica, a qual é a parte mais antiga do Modelo Padrão da física de partículas. Ele interage com os elétrons e núcleo atômico sendo responsável por muitas das propriedades da matéria, tais como a existência e estabilidades dos

átomos, moléculas, e sólidos.

Em alguns aspectos um fóton atua como uma partícula, por exemplo quando registrado por um mecanismo sensível à luz como uma câmera. Em outras ocasiões, um fóton se comporta como uma onda, tal como quando passa através de uma lente ótica. De acordo com a conhecida dualidade partícula-onda da mecânica quântica, é natural para um fóton apresentar ambos aspectos na sua natureza, de acordo com as circunstâncias que se encontra. Normalmente, a luz é formada por um grande número de fótons, tendo a sua intensidade ou brilho ligada ao número deles. Para baixas intensidades, são necessários equipamentos muito sensíveis, como os usados em astronomia, para detectar fótons individuais.

Símbolo

Um fóton é usualmente representado pelo símbolo (gama), embora em física de altas-energias este símbolo se refere a fótons de energias extremamente altas (um raio gama).

Propriedades

Os fótons são comumente associados com a luz visível, o que só é verdade para uma parte muito limitada do espectro eletromagnético. Toda a radiação eletromagnética é quantizada em fótons: isto é, a menor porção de

radiação eletromagnética que pode existir é um fóton, qualquer que seja seu comprimento de onda, freqüência,

energia ou momento. Fótons são partículas fundamentais que podem ser criados e destruídos quando interagem com

outras partículas, mas é conhecido que decaiam por contra própria.

[carece de fontes ?

]

Diferente da maioria das partículas, fótons não tem uma massa intrínseca detectável, ou "massa restante" (que se opõem a massa relativística). Fótons estão sempre se movendo a velocidade da luz (a qual varia de acordo com o meio no qual ela viaja) em relação a todos os observadores. A despeito da sua ausência de massa, fótons têm um

momento proporcional a sua freqüência (ou inversamente proporcional ao seu comprimento de onda), e seu

momento pode ser transferido quando um fóton colide com a matéria (como uma bola de bilhar em movimento transfere seu momento para outra bola). Isto é conhecido como pressão de radiação a qual deve ser algum dia usada como propulsão como um veleiro solar.

Fótons são desviados por um campo gravitacional duas vezes mais que as predições da mecânica Newtoniana predisse para uma massa viajando a velocidade da luz com o mesmo momento de um fóton. Esta observação é comumente citada como um evidência que daria suporte a relatividade geral, uma teoria da gravidade de muito sucesso publicada em 1915 por Albert Einstein. Na relatividade geral, os fótons sempre viajam a velocidade da luz em uma linha "reta", depois de se levar em conta a curvatura do espaço-tempo. (Em um espaço curvo, isto é chamado de geodésica).

37

Fóton

Criação

Fótons são produzidos por átomos quando um elétron de valência move-se de um orbital para outro orbital com menos (mais negativa) energia. Fótons também podem ser emitidos por um núcleo instável quando este decai por algum tipo de decaimento nuclear. Além disto, fótons são produzidos sempre que partículas carregadas são aceleradas.

Átomos continuamente emitem fótons devido suas colisões mútuas. A distribuição do comprimento de onda destes

fótons portanto está relacionada a sua temperatura absoluta (usualmente em Kelvin). A distribuição de

Maxwell-Boltzmann prevê a possibilidade de um fóton possuir um determinado comprimento de onda ao ser emitido por uma coleção de átomos a uma dada temperatura. O espectro de tais fótons normalmente se encontra entre a faixa da microonda e do infravermelho, mas objetos aquecidos irão emitir luz visível também. Com o aumento progressivo da temperatura, alguns fótons irão alcançar altas freqüências, tais como ultravioleta e raios-X.

Rádio, televisão, radar e outros tipos de transmissores usados para telecomunicação e monitoramento remoto rotineiramente criam uma extensa variedade de fótons de baixa-energia pela oscilação de campos elétricos em condutores. Magnetrons emitem fótons coerente usado em fornos microonda. Tubos Klystron são usados quando as emissões de microonda devem ser mais precisamente controladas. Masers e laser criam fótons monocromáticos por emissão estimulada. Fótons mais energéticos podem ser criados por decaimento nuclear, aniquilação partícula-antipartícula, e colisão de partículas de alta energia.

Spin

Os fótons tem spin 1 e são, portanto, classificados como bósons. Os fótons são os mediadores dos campos eletromagnéticos. Por isto, eles são as partículas que possibilitam que outras partículas interajam com os outras partículas eletromagnéticas e com campos eletromagnéticos, por isto eles são também conhecidos como bóson de calibre. Em geral, um bóson com spin 1 deveria possuir três projeções de spin distintas (-1, 0 e 1). Contudo, a projeção zero requer um referencial aonde o fóton esteja em repouso. Devido a sua massa de repouso ser zero, tal referencial não existe, de acordo com a teoria da relatividade. Então os fótons no vacuo sempre viajam a velocidade da luz, e mostram somente duas projeções de spin, correspondendo as duas polarizações circulares opostas. Por causa de sua massa intrínseca zero, fótons são conseqüentemente sempre polarizados transversalmente, da mesma forma que as ondas eletromagnéticas o são, no espaço vazio.

Estado quântico

A luz visível, do Sol, ou de uma lâmpada, é comumente uma mistura de muitos fótons de diferentes comprimentos

de onda. Uma visão deste espectro de freqüência, pode ser obtida por exemplo pela passagem da luz por um prisma.

Neste co-denominado "estado misto ", que estas fontes tendem a produzir, a luz se constitui de fótons em equilíbrio térmico (também denominado de radiação de corpo negro). Onde eles são de muita formas semelhantes às partículas de um gás. Por exemplo, eles exercem pressão, conhecida como pressão de radiação, na qual (em parte) origina a aparência dos cometas quando eles estão viajando próximos ao Sol.

Por outro lado, um arranjo de fótons também pode existir em estados muito mais bem organizados. Por exemplo, nos denominados estados coerentes, descreve-se uma luz coerente como as emitidas por um laser ideal. O alto grau de precisão obtido com instrumentos a laser advém desta organização.

38

Fóton

Absorção molecular

Uma molécula típica, , possui vários níveis de energia diferentes. Quando uma molécula absorve um fóton, sua energia aumenta em uma quantidade igual à da energia do fóton. A molécula então entra em um estado excitado,

.

39

Fótons no vácuo

No espaço vazio, conhecido como vácuo perfeito, todos os fótons se movem a velocidade da luz, c, determinada como sendo igual a 299.792.458 metros por segundo, ou aproximadamente 3×10

8

  m  s

−1

. O metro é definido como a distância percorrida pela luz no vácuo em 1/299.792.458 de um segundo, como a velocidade da luz não oferece qualquer incerteza experimental, diferente do metro ou do segundo, tanto que confiamos no segundo sendo definido por meio de um relógio muito preciso.

Segundo um princípio da relatividade restrita de Einstein, todas as observações da velocidade da luz no vácuo são as mesmas para todas as direções e para qualquer observador em um referencial inercial. Este princípio é geralmente aceito na física desde que muitas conseqüências práticas para as partículas de alta-energia tem sido observada.

Fótons na matéria

Quando fótons passam através de material, tal como num prisma, freqüências diferentes são transmitidas em velocidades diferentes. Isto é chamado de refração e resulta na dispersão das cores, onde fótons de diferentes freqüências saem em diferentes ângulos. Um fenômeno similar ocorre na reflexão onde superfícies podem refletir fótons de várias freqüências em diferentes ângulos.

A relação de dispersão associada para fótons é uma relação entre a freqüência, f, e comprimento de onda, λ. ou,

equivalentemente, entre sua energia, E, e momento, p. Isto é simples no vácuo, desde que a velocidade da onda, v, é

dada por

As relações quânticas do fóton são: and

Onde h é constante de Planck. Então nos podemos escrever esta relação como que é característica de uma partícula de massa zero. Desta forma vemos como a notável constante de Planck relaciona os aspectos de onda e partícula.

Em um material, um par de fótons para a excitação do meio e comportamento diferente. Estas excitações podem ser freqüentemente descritas como quase-partículas (tais como fónos e excitons); isto é, como onda quantizadas ou entidades quase-partículas propagando-se através da matéria. O "Acoplamento" significa que os fótons podem transformar nesta excitação (isto é, o fóton são absorvidos e o meio excitado, envolvendo a criação das quase-partículas) e vice-versa (as quase-partículas transformam-se de volta em um fóton, ou o meio relaxa pela re-emissão de energia na forma de fótons). Contudo , como estas transformações são as únicas possíveis, eles não estão ligados para acontecer e o que realmente propaga-se através do meio é uma polarização; isto é, uma superposição quântica-mecânica da energia quântica iniciada em um fóton e de uma excitação de uma quase partícula material.

De acordo com as regras da mecânica quântica, uma medição (aqui: na observação é que acontece a polarização) quebra a superposição; isto é, o quantum é absorvido pelo meio e permanece lá (como acontece em um meio opaco) ou re-emerge como um fóton da superfície para o espaço (como acontece em um meio transparente).

Fóton

Excitações na material tem uma dispersão não-linear; isto é; seu momento não é proporcional a sua energia.

Portanto, estas partículas se propagam mais devagar do que a velocidade da luz no vácuo. (A velocidade de propagação é a derivada da relação dispersão com seu respectivo momento.) Esta é a razão formal porque a luz é mais lenta em um meio (tal como o vidro) do que no vácuo. (A razão da difração pode ser deduzida disto pelo princípio de Huygens.) Outro meio de explicar isto é dizer que o fóton, por começar a se misturar com o meio excitado para forma a polarização, adquire um efeito de massa, o que significa que ele não pode viajar a c, a velocidade da luz no vácuo.

Os quanta (plural de quantum) virtuais são partículas hipotéticas trocadas entre partículas carregadas. Se são partículas verdadeiras ou não é um assunto sujeito a uma certa controvérsia. Supõe-se que efeitos como o efeito

Casimir sejam provas evidentes da existência de fotões virtuais, embora não essa hipótose não seja totalmente aceita.

[carece de fontes ?

]

Ver também

• Partícula física

• Fotónica

• Óptica

• Estereoscopia

• Efeito fotoelétrico

• Espalhamento Compton

• Efeito Tcherenkov

• Lista de partículas

Partículas na física - partículas elementares

Férmions : Quarks | Léptons

Quarks: u | d | s | c | b | t

Léptons: Elétron/Pósitron | Múon | Tau | Neutrinos

Bósons de calibre : Fóton | Bósons W e Z | Glúons

Não observadas: Bóson de Higgs | Gráviton | ...

40

Frequência

Frequência

Frequência

[1]

é uma grandeza física ondulatória que indica o número de ocorrências de um evento (ciclos, voltas, oscilações, etc) em um determinado intervalo de tempo.

Alternativamente, podemos medir o tempo decorrido para uma oscilação.

Cinco ondas senoidais com diferentes frequências (a azul é a de maior frequência).

Repare que o comprimento da onda é inversamente proporcional à frequência.

Este tempo em particular recebe o nome de período (T). Desse modo, a frequência é o inverso do período.

41

Unidades de medida mais usadas

-Hertz (Hz): Corresponde ao número de oscilações por segundo. Nome dado em honra ao físico Alemão Heinrich

Hertz.

-Rotações por minuto (rpm): Corresponde ao número de oscilações por minuto.

Exemplos

Considere o evento "dar a volta em torno de si mesmo". Suponha que leve 0,5 segundos para que esse evento ocorra.

Esse tempo é o seu período (T). Com isso, podemos deduzir que em 1 segundo o evento ocorrerá duas vezes, ou seja, será possível "dar duas voltas em torno de si mesmo". Nesse caso, sua frequência é de 2 vezes por segundo, ou 2 Hz

(2 × 0,5 s =1 s). Imagine agora que seja possível realizarmos esse mesmo evento em 0,25 segundos.

Consequentemente, em um segundo ele ocorrerá 4 vezes, fazendo com que a frequência passe a ser de 4Hz (4 × 0,25 s= 1 s). Perceba que o tempo considerado para frequência é sempre o mesmo, ou seja, 1 segundo. O que varia é o período do evento, que no primeiro caso foi de 0,5 s e no segundo de 0,25 s. Assim sendo, para sabermos quantas vezes o evento ocorre em 1 segundo precisamos saber quantas vezes ele "cabe" dentro desse segundo.

Portanto temos que: a) No primeiro caso, 2 × 0,5 s = 1 s, temos que:

F = 2 Hz

T = 0,5 s

.

Portanto, 2 × 0,5 s =1 s; ou seja, . Daí, temos que : b) No segundo caso, 4 × 0,25 s = 1 s, temos que: f = 4 Hz

T = 0,25 s

Portanto, 4 × 0,25 s =1 s; ou seja, . Daí, temos que :

[1] Grafada freqüência pelas normas do Formulário Ortográfico de 1943

.

Frequência

Ver também

• Frequência angular

• Onda

• Comprimento de onda

• Amplitude

• Frequência de corte

• Espectro de frequência

• Espectro electromagnético

• Nota musical

• Pitch

Fluxo luminoso

É chamado fluxo luminoso a radiação total emitida em todas as

direções por uma fonte luminosa ou fonte de luz que pode produzir

estímulo visual. Estes comprimentos de onda estão compreendidos entre 380 a 780 nm.

Sua unidade é o lumen (lm).

Para aferir quantos lumens são emitidos por uma fonte luminosa, é preciso medir nas direções onde se deseja esta informação, já que a

fonte luminosa quase nunca irradia luz uniformemente em todas as

direções.

Bibliografia

exemplo: fluxo luminoso de um lumen emitido pela fonte luminosa

VIANNA, Nelson Solano e Joana Carla S. Gonçalves. Iluminação e

Arquitetura. São Paulo: Ed. Virtus S/c Ltda., 2001.

Manual de Luminotécnica da Osram <http://www.osram.pt/products/manual_2.html>. Visitado em 28 de Junho de

2008.

42

Intensidade luminosa

Intensidade luminosa

Em fotometria, intensidade luminosa é a medida da percepção da potencia emitida por uma fonte luminosa em uma

dada direção.

A unidade SI para medida de Intensidade luminosa é a candela, abreviada como cd. Esse nome é histórico e tem sua origem no método inicial de definição da unidade, utilizando-se uma vela de cera de tamanho e composição padrão para comparação com outras fontes luminosas. É importante ressaltar que candela é uma unidade de base do SI.

Luminância não é a mesma grandeza física que intensidade luminosa, mas uma grandeza relacionada a densidade da

intensidade luminosa.

Ver também

• Luminância

• Fluxo Luminoso

• Fotometria

Ligações externas

• Glossário de termos de Iluminação da GE (General Eletric)

[1]

Referências

[1] http:/ / www.

gelighting.

com/ br/ institute/ glossary.

htm

43

Iluminamento

Iluminamento ou iluminância é uma grandeza de luminosidade, representada pela letra E, que faz a relação entre o

fluxo luminoso que incide na direção perpendicular a uma superfície e a sua área.

Na prática, é a quantidade de luz dentro de um ambiente. Da mesma

forma que o fluxo luminoso, não é distribuído uniformemente, de

maneira que ao ser medida, não terá o mesmo valor em todos os pontos da área em questão.

Sua unidade de medida é o lux (lx). Para medi-la, usa-se um aparelho

denominado luxímetro.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) descreve

iluminância como sendo o "limite da razão do fluxo luminoso recebido

pela superfície em torno de um ponto considerado, para a área da superfície quando esta tende para o zero." (NBR 5413/1992)

Bibliografia

o fluxo luminoso de um lumen incidindo sobre uma área de um metro quadrado produz o iluminamento de um lux.

ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 5413 -

Iluminância de interiores. Rio de Janeiro, ABNT, 1992.

Manual de Luminotécnica da Osram

<http://www.osram.pt/osram_pt/Design_de_Iluminacao/Sobre_Iluminacao/Light_%26_Space/Technical_basics_of_light__/Quantitatives/index.html>.

Visitado em 19 de Março de 2009.

Luminosidade

Luminosidade

Em astronomia, luminosidade é a quantidade de energia que um

corpo irradia em uma unidade de tempo. Ela é tipicamente expressa em unidades de watts ou em termos da Luminosidade

solar, L sol

.Neste caso ela é a quantidade energia o objeto irradia comparado com o Sol, cuja luminosidade é 3.827×10

26

Watts.

Luminosidade não deve ser confundida com luminância.

Luminosidade é uma constante intrínseca independente da

distância, enquanto que o brilho aparente observado esta

relacionado com a distância através de uma lei do tipo inverso do quadrado da distância. Brilho é usualmente medido através da magnitude aparente, e é uma escala logarítmica.

Noite de luar: a luz emitida pelo Sol é refletida pela

Lua para a Terra

Ao medir o brilho de uma estrela, luminosidade, magnitude aparente (brilho) e distância são parâmetros interrelacionados. Se se conhece dois deles, o terceiro pode ser calculado. Como a luminosidade do Sol é o padrão, comparar estes parâmetros com a magnitude aparente e distância

é a forma mais fácil de lembrá-los.

44

Ver também

• Diagrama de Hertzsprung-Russell

• Intensidade de radiação

Glossário de Astronomia

Abóbada celeste | Apoastro | Afélio | Albedo | Ascensão recta | Astro | Corpo celeste | Classificação estelar | Declinação | Diagrama de

Hertzsprung-Russell | Eclíptica | Equador celeste | Equinócio | Esfera celeste | Hemisfério celestial norte | Hemisfério celestial sul | Luminosidade |

Intensidade de radiação | Magnitude aparente | Magnitude bolométrica | Nadir | Órbita | Periastro | Periélio | Planeta | Ponto vernal | Precessão dos

equinócios | Solstício | Trópico | Zênite

Lux

Lux

Lux (símbolo lx )(No Sistema Internacional de Unidades), é a unidade de iluminamento. Corresponde a incidência

perpendicular de 1 lúmen em uma superfície de 1 metro quadrado.

Múltiplos do SI

Múltiplo Nome Símbolo Múltiplo Nome Símbolo

10

0

lux

lx

10

1 decalux dalx

10

–1 decilux dlx

10

2 hectolux hlx

10

–2 centilux clx

10

3 quilolux klx

10

–3 mililux mlx

10

6 megalux Mlx

10

–6 microlux µlx

10

9 gigalux Glx

10

–9 nanolux nlx

10

12 teralux Tlx

10

–12 picolux plx

10

15 petalux Plx

10

–15 femtolux flx

10

18 exalux Elx

10

–18 attolux alx

10

21 zettalux Zlx

10

–21 zeptolux zlx

10

24 yottalux Ylx

10

–24 yoctolux ylx

45

Eficiência energética

Eficiência energética

Eficiência energética é uma actividade que procura optimizar o uso das fontes de energia.

A utilização racional de energia, às vezes chamada simplesmente de eficiência energética, consiste em usar menos energia para fornecer a mesma quantidade de valor energético.

Os equipamentos em nossa casa, escritório, o nosso carro, a iluminação nas nossas ruas e até as centrais que

produzem e distribuem a nossa energia, quer ela seja electricidade, gás natural ou outra, consomem de alguma forma

uma fonte de energia. A utilização abusiva das fontes de energia de origem de combustíveis fósseis, como o petróleo

(que representa 37% do consumo), o carvão (27%), o gás natural e o urânio, contribuem grandemente para a libertação de dióxido de carbono para a atmosfera trazendo consequências desastrosas para o nosso Planeta, como as chuvas ácidas, o aquecimento global e a redução da camada de ozono.

Edifícios energeticamente eficientes, processos industriais e de transporte poderiam reduzir as necessidades energéticas do mundo em 2050 por um terço, e será essencial no controlo das emissões globais de gases com efeito

de estufa, de acordo com a Agência Internacional de Energia.

A adopção de soluções ou medidas eficientemente energéticas em edifícios pode passar como por exemplo, por colocar um isolamento térmico de modo a se consumir menos energia para aquecimento e arrefecimento mantendo a mesma temperatura, instalar lâmpadas económicas,em vez de lâmpadas incandescentes para atingir o mesmo nível de iluminação. Redes de sensores sem fio são muitas vezes utilizados para visualizar o uso de energia em cada ponto para melhorar a eficiência, como no exemplo do Japão

[1]

.

A utilização das energias renováveis como fonte de energia para consumo das necessidades energéticas, quer de climatização como de aquecimento de águas quentes sanitárias e de piscinas é uma das formas mais eficientes de reduzir o consumo de energias de combustíveis fósseis. A instalação de painéis solares térmicos na cobertura dos edifícios pode representar uma redução de 60% no consumo de energia para aquecimento de águas sanitárias.

A eficiência energética e as energias renováveis são os "dois pilares" da política energética sustentável.

Referências

Direcção-Geral de Energia e Geologia

[2]

Ligações externas

Sítio informativo sobre Eficiência Energética

[3]

• Internacional de Energia

[4]

Base de dados de eficiência energética de equipamentos

[5]

Programa para a Eficiência Energética em Edifícios

[6]

Água Quente Solar para Portugal

[7]

Agência para a Energia

[8]

Europe Greenbuilding

[9]

46

Eficiência energética

Referências

[1] http:/ / www.

xbow.

jp/ neokit-e.

html

[2] http:/ / www.

dgge.

pt

[3] http:/ / eficiênciaenergética.

com

[4] http:/ / www.

iea.

org/ Textbase/ country/ m_country.

asp?COUNTRY_CODE=PT& Submit=Submit''Agência

[5] http:/ / equipamentos.

p3e-portugal.

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[6] http:/ / www.

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[7] http:/ / www.

aguaquentesolar.

com

[8] http:/ / www.

adene.

pt

[9] http:/ / www.

eu-greenbuilding.

org

Energia

Em geral, o conceito e uso da palavra energia se refere "ao potencial inato para executar trabalho ou realizar uma ação".

A palavra é usada em vários contextos diferentes. O uso científico tem um significado bem definido e preciso enquanto muitos outros não são tão específicos.

O termo energia também pode designar as reações de uma determinada condição de trabalho, por exemplo o calor, trabalho mecânico (movimento) ou

luz. Estes que podem ser realizados por uma fonte

inanimada (por exemplo motor, caldeira, refrigerador, alto-falante, lâmpada, vento) ou por um organismo vivo (por exemplo os músculos, energia biológica).

A etimologia da palavra tem origem no idioma grego, onde εργος (erfos) significa "trabalho".

Qualquer coisa que esteja a trabalhar - por exemplo, a mover outro objeto, a aquecê-lo ou a fazê-lo ser atravessado por uma corrente eléctrica - está a

"gastar" energia (uma vez que ocorre uma

"transferência", pois nenhuma energia é perdida, e sim transformada ou transferida a outro corpo).

Portanto, qualquer coisa que esteja pronta a trabalhar

Um foguete espacial possui uma grande quantidade de energia química

(no combustível) pronta a ser utilizada enquanto espera na rampa.

Quando o combustível é queimado, esta energia é transformada em calor, uma forma de energia cinética. Os gases de escape produzidos impelem o foguete para cima.

possui energia. Enquanto o trabalho é realizado, ocorre uma transferência de energia.

O conceito de Energia é um dos conceitos essenciais da Física. Nascido no século XIX, pode ser encontrado em todas as disciplinas da Física (mecânica, termodinâmica, eletromagnetismo, mecânica quântica, etc.) assim como em outras disciplinas, particularmente na Química.

Formas de produção de energia

Apesar de não se restringir a isso, a energia pode ser entendida como a capacidade de realizar trabalho. As sociedades humanas dependem cada vez mais de um elevado consumo energético para sua subsistência. Para isso,

47

Energia foram sendo desenvolvidos, ao longo da história, diversos processos de transformação, transporte e armazenamento de energia. Na realidade, só existem duas modalidades de energia: a potencial e a cinética. Mas elas se apresentam de várias formas: hidráulica, nuclear, eólica, solar e geotérmica.

Energia hidrelétrica

A energia hidrelétrica é a energia que vem do movimento das águas, usando o potencial hidráulico de um rio de níveis naturais, queda d'água ou artificiais. Essa energia é a segunda maior fonte de eletricidade do mundo.

Frequentemente constroem-se represas que reprimem o curso da água, fazendo com que ela se [acumule] em um reservatório denominado barragem. Toda a energia elérica gerada dessa maneira é levada por cabos, dos terminais do gerador até o transformado elevado. A energia hidrelétrica apresenta certos problemas, como consequências socioambientais de alagamentos de grandes áreas.

Energia hidrelétrica no Brasil: devido à sua enorme quantidade de rios, a maior parte da energia elétrica disponível é proveniente de grandes usinas hidrelétricas. A energia primária de uma hidrelétrica é a energia potencial gravitacional da água contida numa represa elevada. Antes de se tornar energia elétrica, a energia primária deve ser convertida em energia cinética de rotação. O dispositivo que realiza essa transformação é a turbina. Ela consiste basicamente em uma roda dotada de pás, que é posta em rápida rotação ao receber a massa de água. O último elemento dessa cadeia de transformações é o gerador, que converte o movimento rotatório da turbina em energia elétrica. As usinas elétricas transformam a [energia hidráulica] em eletrecidade. as usinas elétricas são uma fonte de energia limpa,mas sua contrução impacta o ambiente.A formação do lago artificial alaga vastas áreas,destruindo a vegetaçao,matando animais e obrigando moradores da área alagada a procurar outro lugar para viver.

Energia mecânica

Energia mecânica é a energia que pode ser transferida por meio de força. A energia mecânica total de um sistema é a soma da energia potencial com a energia cinética. Se o sistema for conservativo, ou seja, apenas forças conservativas atuam nele, a energia mecânica total conserva-se e é uma constante de movimento. A energia mecânica "E" que um corpo possui é a soma da sua energia cinética "c" mais energia potencial.

Energia potencial

É a energia que um objeto possui pronta a ser convertida em energia cinética. Um martelo levantado, uma mola enroscada e um arco esticado de um atirador, todos possuem energia potencial. Esta energia está pronta para ser modificada em outras formas de energia e, consequentemente, realizar trabalho: quando o martelo cair, pregará um prego; a mola, quando solta, fará andar os ponteiros de um relógio; o arco disparará um flecha. Assim que ocorrer algum movimento, a energia potencial da fonte diminui, enquanto se modifica em energia do movimento (energia cinética). Levantar o martelo, enrolar a mola e esticar o arco faz o uso da energia cinética produzir um ganho de energia potencial.

Existem diferentes tipos de energia potencial, relacionados às diferentes formas de energia dos quais se destacam: a elástica, a gravitacional e a elétrica.

• A energia potencial gravitacional na superfície da Terra é proporcional à altura (h) do corpo (medido em relação a um determinado nível de referência que pode ser por exemplo o chão nessa localização).

É calculada pela expressão: ou

• A energia potencial elástica está associada a uma mola ou a um corpo elástico.

É calculada pela expressão (no caso ideal):

K= Constante da mola (varia para cada tipo de mola, por exemplo a constante da mola de um espiral de caderno é bem menor que a constante da mola de um amortecedor de caminhão).

48

Energia

X= Variação no tamanho da mola.

• A energia potencial elétrica está relacionada com uma carga qualquer "q" de uma partícula situada a uma distância "d" de uma carga de prova "Q".

É calculada pela expressão: , sendo , podemos substituir:

= constante eletrostática do meio em que as cargas estiverem inseridas.

= potencial elétrico.

= carga da partícula.

= distância entre a partícula e o referencial.

= carga do referencial.

Energia cinética

49

Uma velha locomotiva a vapor transforma energia química em energia cinética. A combustão de madeira ou carvão na caldeira é uma reacção química que produz calor, obtendo vapor que dá energia à locomotiva.

É a energia que um corpo em movimento possui devido à sua velocidade. É calculada por:

= massa do corpo.

= velocidade do corpo.

Isto significa que quanto mais rapidamente um objeto se move, maior o nível de energia cinética. Além disso, quanto mais massa tiver um objeto, maior é a quantidade de energia cinética necessária para movê-lo.

Para que algo se mova, é necessário transformar qualquer outro tipo de energia neste. As máquinas mecânicas automóveis, tornos, bate-estacas ou quaisquer outras máquinas motorizadas - transformam algum tipo de energia em energia cinética.

Energia

Energia química

É a energia que está armazenada num átomo ou numa molécula. Existem várias formas de energia, mas os seres vivos só utilizam a energia química.

A Energia Química está presente nas ligações químicas. Existem ligações pobres e ricas em energia. A água é um exemplo de molécula com ligações pobres em energia. A glicose é uma substância com ligações ricas em energia.

Os seres vivos utilizam a glicose como principal combustível (fonte de energia química); entretanto, esta molécula não pode ser utilizada diretamente, pois sua quebra direta libera muito mais energia que o necessário para o trabalho celular. Por isso, a natureza selecionou mecanismos de transferência da energia química da glicose para moleculas tipo ATP (adenosina trifosfato). Os primeiros seres vivos criaram o primeiro destes mecanismos: a fermentação. A fermentação anaeróbia, além do ATP, gera também etanol e dióxido de carbono (CO

2

). A presença de CO

2 na atmosfera possibilitou o surgimento da fotossíntese. Este processo fez surgir o O

2

(oxigênio) na atmosfera. Com o oxigênio, outros seres vivos puderam desenvolver um novo mecanismo de transferência de energia química da glicose para o ATP: a respiração aeróbica.

As reacções químicas geralmente produzem também calor: um fogo a arder é um exemplo. A energia química também pode ser transformada em qualquer forma de energia, por exemplo em electricidade (numa bateria) e em energia cinética (nos músculos ou nos motores a gasolina).

Energia nuclear

É a energia produzida pelas reações nucleares: isso é, pela fissão ou pela fusão de átomos, quais são transformados sobretudo em energia mecânica e calor, quer sob controle num reator nuclear, quer numa explosão de uma arma nuclear. O Sol produz o seu calor e a sua luz por fusão nuclear de átomos de, hidrogênio em hélio.

Descoberta: Em 1939, os cientistas alemães Otto Hahn, Lise Meitner e Fritz Strassmann, bombardeando átomos de urânio com nêutrons, descobriram que eles se dividiam em dois fragmentos. A descoberta, chamada fissão nuclear, não teria saído dos limites estritos do laboratório não fosse pelo fato de que no processo de divisão do núcleo de urânio desprendia-se grande quantidade de calor.

Energia eletromagnética

Está associada aos fenómenos eletromagnéticos: a electricidade, o magnetismo e a radiação electromagnética (luz).

Exemplo do seu uso: nas nossas casas a energia elétrica é convertida em trabalho pelos eletrodomésticos

(normalmente através de motores que usam o princípio da indução electromagnética) ou em luz pelas lâmpadas, entre diversas outras formas de uso em que esta forma de energia é convertida em outra.

A Energia elétrica é medida em Kwh (kilowatts-hora) e equivale ao produto da potência e o tempo em que é utilizada.

= Energia elétrica.

= Potência.

= Tempo.

Fórmula esta útil para calcular e/ou prever certos dados sobre a conversão de energia, por exemplo, em um aparelho que use eletricidade para produzir calor poderá ser usada para prever a temperatura máxima alcançada por este aparelho, bastando para isso igualá-la a fórmula da energia calorífica ( ), considerando o rendimento (porcentagem de potência convertida de fato em calor) do aparelho elétrico.

Energia de fácil obtenção, é utilizada como alternativa no desenvolvimento de equipamentos cada vez mais modernos que antes usavam outras formas de energia (em especial a mecânica) devido à crescente modernização da indústria eletrônica. As usinas -em especial as hidrelétricas- nos fornecem essa energia. Visto que existe uma constante preocupação em desenvolver cada vez mais meios de obtenção de energia alternativa que não agridam o

50

Energia meio ambiente e nos proporcionem eletricidade da maneira mais eficiente possível.

Energia radiante

É a energia associada à radiação eletromagnética: luz, as ondas de rádio e os raios de calor (infravermelhos). O calor

radiante não é o mesmo que a variante de energia cinética chamada de «energia térmica», mas quando os raios infravermelhos atingem um objecto fazem com que as suas moléculas se movam mais depressa, convertendo-se energia térmica.

A luz também é uma onda, diferente do som, ela atravessa perfeitamente o vácuo, a luz visível do sol chega até nós em muitas cores (violeta, azul, verde, amarelo, laranja, vermelho), que representam a luz de diferentes comprimentos de onda. O homem não usa mais apenas os olhos para vasculhar o cosmo, rádio telescópios observam o cosmos em comprimentos de onda que não podemos ver.

Curiosidades

• Os músculos associados aos ossos transformam energia química em energia mecânica.Por exemplo quando corremos, o trabalho realizado pelos ossos transforma a energia mecânica potencial em energia cinética; portanto, a energia potencial diminui aumentando a energia cinética.

• Quando observamos uma panela com água no fogo, percebemos que gradativamente a água começa a se movimentar, sua superfície parecendo tremer, isso deve-se ao aumento da agitação das moléculas, aumentando, assim, a energia térmica da água. Se tirarmos a panela com água do fogo e a deixarmos de lado, há uma diminuição da agitação das moléculas de água cessando o movimento, ou seja, sua energia térmica diminuiu.Podemos observar, ainda, que ocorre uma transferência de energia térmica do fogo para a água e da

água para o ar, ou seja, passa de um corpo para outro, sendo denominada calor.

• A transferência de energia de um corpo para outro pela emissão de ondas eletromagnéticas (luz) denomina-se

irradiação. Denomina-se emissor o corpo que emite a energia e receptor aquele que recebe. Denomina-se energia radiante a propagada pelo espaço, do emissor para o receptor. Ao incidir sobre um corpo, a energia radiante distribui-se, sendo uma parte refletida, outra transmitida, e uma terceira absorvida, esta é a única transformada em calor.

• Ao aquecermos uma panela com água percebemos, após alguns segundos, que a panela já esquentou, enquanto a

água não. Isto se deve ao fato de o alumínio ou o ferro (dependendo da panela) necessitar de uma menor quantidade de calor do que a água para elevar sua temperatura, ou seja, o ferro ou o alumínio tem menor calor específico.

Ver também

• Energia (sociedade)

• Engenharia de Energia

• Energia elétrica

• Energia eólica

• Energia maremotriz

• Energia térmica

• Energia solar

• Energia interna

• Lei da Conservação de Energia

• Teorema do trabalho-energia

• Geração de energia - geração mundial de energia

51

Energia alimentar

Energia alimentar

A energia alimentar, valor energético ou valor calórico dos alimentos é a quantidade de energia na comida que

está disponível na digestão. Os valores para a energia alimentar são expressados em kilocalorias (kcal) e kilojoules

(kJ). A combustão em um calorímetro é um dos experimentos mais parecidos com o processo de digestão para determinar esse valor.

A energia alimentar é fornecida pelos nutrientes.

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Electricidade

Electricidade

A eletricidade em sua manifestação natural mais imponente: o relâmpago

Eletromagnetismo

Eletricidade · Magnetismo

Eletrostática

Carga elétrica

Lei de Coulomb

Campo elétrico

Lei de Gauss

Potencial elétrico

Momento do dipolo elétrico

Magnetostática

Lei de Ampère

Lei de Lenz

Campo magnético

Fluxo magnético

Lei de Biot-Savart

Momento de dipolo magnético

Eletrodinâmica

Corrente elétrica

Força de Lorentz

Força eletromotriz

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Electricidade

(EM) Indução eletromagnética

Lei de Faraday-Neumann-Lenz

Corrente de deslocamento

Equações de Maxwell

Supercondutividade

Semicondutores

(EMF) Campo eletromagnético

(EM) Radiação eletromagnética

Circuito elétrico

Condução elétrica

Resistência elétrica

Capacitância

Indutância

Impedância elétrica

Cavidades de ressonância

Guias de onda

A eletricidade

(português brasileiro) ou electricidade

(português europeu)

(AO-1990: eletricidade),(do grego elektron, que significa âmbar,) é um fenômeno físico originado por cargas elétricas estáticas, ou em movimento, e por sua interação. Quando uma carga se encontra em repouso, produz forças sobre outras situadas à sua volta. Se a carga se desloca, produz também campos magnéticos. Há dois tipos de cargas elétricas : positivas e negativas. As cargas de nome igual (mesmo sinal) se repelem e as de nomes distintos (sinais diferentes) se atraem.

A eletricidade se origina da interação de certos tipos de partículas sub-atômicas. A partícula mais leve que leva carga elétrica é o elétron, que -- assim como a partícula de carga elétrica inversa à do elétron , o próton --, transporta a unidade fundamental de carga ). Cargas elétricas de valor menor são tidas como existentes em sub-partículas atômicas, como os quarks.

Os átomos, em circunstâncias normais, contêm elétrons, e, frequentemente, os que estão mais afastados do núcleo se desprendem com muita facilidade. Em algumas substâncias, como os metais, proliferam-se os elétrons livres. Dessa maneira, um corpo fica carregado eletricamente graças à reordenação dos elétrons.

Um átomo normal tem quantidades iguais de carga elétrica positiva e negativa, portanto é eletricamente neutro. A quantidade de carga elétrica transportada por todos os elétrons do átomo, que, por convenção, é negativa, está equilibrada pela carga positiva localizada no núcleo. Se um corpo contiver um excesso de elétrons, ficará carregado negativamente. Ao contrário, com a ausência de elétrons, um corpo fica carregado positivamente, devido ao fato de que há mais cargas elétricas positivas no núcleo.

Eletricidade é a passagem de elétrons em um condutor. Bons condutores são, na grande maioria, da família dos metais: ouro, prata e alumínio, assim como alguns novos materiais, de propriedades físicas alteradas, que conduzem energia com perda mínima, denominados supercondutores. Já, a porcelana, o plástico, o vidro e a borracha são bons isolantes. Isolantes são materiais que não permitem o fluxo da eletricidade.

Alguns conceitos importantes, que dizem respeito à eletricidade, devem ser definidos:

• Campo elétrico: Efeito produzido por uma carga o qual pode exercer força sobre outras partículas carregadas.

• Potencial elétrico: Capacidade de um campo eléctrico de realizar trabalho. No SI (Sistema Internacional de

Unidades), é medido em volt (V).

54

Electricidade

• Corrente elétrica: Quantidade de carga que ultrapassa determinada secção em um dado intervalo de tempo. No SI,

é medido em ampère (A).

• Potência elétrica: Quantidade de energia convertida em um dado intervalo de tempo.

• Carga elétrica: Grandeza proveniente dos níveis subatómicos.

Potencial elétrico

A diferença de potencial elétrico entre dois pontos é definida como sendo o trabalho necessário para levar uma carga positiva de um ponto ao outro, dividido pelo valor dessa carga. Se estabelecermos determinado ponto como sendo referencial zero, pode-se dizer que o potencial elétrico de uma carga, em determinado ponto, é igual ao trabalho para levar uma carga positiva do ponto zero até o ponto em questão, dividido pelo valor dessa carga.

Para referenciais isolados, pode-se usar esse ponto de referência no infinito. Quando se tratar da diferença de potencial de uma carga, entre um ponto e o infinito, tratar-se-á do potencial elétrico dessa carga. O potencial é medido em volts (1 volt = joule/coulomb).

O gradiente do potencial elétrico de uma carga relacionado ao seu campo elétrico pode ser escrito da seguinte forma:

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Sendo o potencial elétrico e o vetor campo elétrico.

Conceituando

Condutores (Corrente elétrica)

Chama-se corrente elétrica o fluxo ordenado de elétrons em uma determinada seção. A corrente contínua tem um fluxo constante, enquanto a corrente alternada tem um fluxo de média zero, ainda que não tenha valor nulo todo o tempo. Esta definição de corrente alternada implica que o fluxo de eléctrons muda de direção continuamente.

O fluxo de cargas eléctricas pode gerar-se em um condutor, mas não existe nos isolantes. Alguns dispositivos elétricos que usam estas características elétricas nos materiais se denominam dispositivos eletrônicos.

A Lei de Ohm descreve a relação entre a intensidade e a tensão em uma corrente elétrica: a diferença de potencial elétrico é diretamente proporcional à intensidade de corrente e à resistência elétrica. A Lei de Ohm é expressa matematicamente assim:

Onde:

• U = Diferença de potencial elétrico

• I = Corrente elétrica

• R = Resistência

A quantidade de corrente, em uma secção dada de um condutor, se define como a carga elétrica que a atravessa em uma unidade de tempo, isto é, Coulomb (C), por segundos (s).

Agência Internacional de Energia

Agência Internacional de Energia

A Agência Internacional de Energia - AIE (em inglês: International Energy Agency ) atua como a orientadora política para a energia para 26 países membros. Os seus esforços tentam assegurar serem confiáveis, acessíveis para uma energia limpa para os seus cidadãos.

Foi fundada durante a crise do petróleo de 1973 1974. O papel inicial da AIE foi a fim de coordenar as medidas a serem tomadas em tempos da crise do petróleo. Tal como os mercados da energia terem sido alterados, de modo a ter

AIE como moderador. O seu mandato foi alargado a incorporar o equilíbrio da política energética: segurança energética, o desenvolvimento económico e a protecção do ambiente. O trabalho corrente debruça - se sobre as políticas das alterações climáticas, mercado de reformas, tecnologias energéticas e a colaboração e proximidade com o resto do mundo, especialmente grandes consumidores e produtores de energia, como a China, Índia, Rússia e países da OPEP.

Com uma equipe de cerca de 190 colaboradores, principalmente especialistas na área da Energia entre os 26 países membros, o AIE realiza um amplo programa de investigação energética, compilação de dados, publicações e divulgação pública da política energética mais recente, análises e recomendações sobre as boas práticas.

Ligações externas

Agência Internacional de Energia

[1]

Referências

[1] http:/ / www.

iea.

org/ Textbase/ country/ m_country.

asp?COUNTRY_CODE=PT& Submit=Submit

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Temperatura de cor

Temperatura de Cor A definição de Temperatura de cor está baseada na relação entre a temperatura de um material hipotético e estandardizada conhecido por corpo negro radiador, e a distribuição de energia da sua luz emitida à medida que a temperatura deste corpo negro é elevada do zero absoluto até temperaturas cada vez mais elevadas.

Expressa a aparência de cor da luz emitida pela fonte de luz. A sua unidade de medida é o Kelvin (K). Quanto mais

alta a temperatura de cor, mais clara é a tonalidade de cor da luz. Quando falamos em luz quente ou fria, não estamos nos referindo ao calor físico da lâmpada, e sim a tonalidade de cor que ela apresenta ao ambiente. Luz com tonalidade de cor mais suave torna-se mais aconchegante e relaxante, luz mais clara mais estimulante.

A temperatura de cor é uma analogia entre a cor da luz emitida por um corpo negro aquecido até a temperatura especificada em Kelvin e a cor que estamos comparando.

Ex.: uma lâmpada de temperatura de cor de 2.700 K tem tonalidade suave, já uma outra de 6.500 K tem tonalidade clara.

O ideal em uma residência é variar entre 2.700 K e 5.000 K,conforme o ambiente a ser iluminado.

Já para trabalhos com edição de imagens deve se buscar uma iluminação de 6.500 K (equivalente a luz natural), isentando-se assim do risco de a iluminação influenciar o resultado final.

Kelvin

Kelvin

Fórmulas de conversão de temperaturas em kelvin

Conversão de

kelvin

para Fórmula

grau Fahrenheit °F = K × 1,8 - 459,67 grau Fahrenheit kelvin kelvin grau Celsius

K = (°F + 459,67) / 1,8

°C = K - 273,15 grau Celsius kelvin rankine kelvin réaumur kelvin rankine kelvin réaumur kelvin

K = C° + 273,15

°Ra = K × 1,8

K = °Ra / 1,8

°Ré = (K - 273,15) × 0,8

K = °Ré × 1,25 + 273,15

O kelvin (símbolo: K) é o nome da unidade de base do Sistema Internacional de Unidades (SI) para a grandeza temperatura termodinâmica. O kelvin é a fração 1/273,16 da temperatura termodinâmica do ponto triplo da água.

[1]

É uma das sete unidades de base do SI, muito utilizada na Química e Física. É utilizado para medir a temperatura

absoluta de um objeto, com zero absoluto sendo 0 K.

Nome e símbolo da unidade

O kelvin recebeu este nome em homenagem ao físico e engenheiro norte-irlandês William Thomson, que se tornou o primeiro Lorde Kelvin quando foi feito par do Reino Unido.

Enquanto unidade do SI, o kelvin não deve ser precedido pelas palavras grau ou graus ou o símbolo °, como em grau

Celsius ou Fahrenheit. Isto acontece porque estas são escalas de medição, enquanto que o kelvin é uma unidade de

medição. Quando o kelvin foi introduzido em 1954 (na 10ª CGPM, Resolução 3, CR 79), recebeu o nome de grau

Kelvin e símbolo °K; o símbolo do "grau" foi posteriormente removido em 1967 (13ª CGPM, Resolução 3, CR 104).

O símbolo para o kelvin é sempre um K maiúsculo e nunca é escrito em itálico. Há um espaço entre a grandeza numérica e o símbolo da unidade.

A palavra "kelvin" (nome da unidade) é escrita com inicial minúscula (exceto no princípio das frases), igualmente de acordo com a normas do SI; escreve-se em português com "k" inicial, de acordo com a norma ortográfica que o permite para estrangeirismos aportuguesados — as formas plenamente aportuguesadas "quélvim" e "quélvine" não são usadas, ainda que reflita a pronúncia habitual em português.

A idéia de se propor esta escala surgiu das discussões em torno de temperaturas máximas e mínimas que podem ser atingidas por um corpo. Verificou-se que não há, teoricamente, um limite superior para a temperatura que um corpo pode alcançar. Entretanto, observou-se que existe um limite natural para a mínima temperatura. Estudos realizados em grandes laboratórios mostraram que é impossível obter uma temperatura inferior a -273 °C. Esta temperatura é denominada zero absoluto. Na realidade, o zero absoluto é uma temperatura limite que não pode ser alcançada, tendo, entretanto, alcançado valores muito próximos a ela.

57

Kelvin

Ver também

• grau Celsius

• grau Fahrenheit

• Rankine

• Réaumur

• Termômetro

• Temperatura

• Ponto triplo

• Zero absoluto

[1] IUPAC Compendium of Chemical Terminology, Electronic version, kelvin. Disponível em: <http://goldbook.iupac.org/K03374.html>.

Acesso em: 8 mai. 2008.

Fotorreceptor

Fotorreceptores ou fotoceptores são os receptores sensoriais responsáveis pela visão. São células que captam a luz

que chega à retina e transmitem para o cérebro um impulso nervoso correspondente à qualidade dessa luz,

permitindo assim que o cérebro reconheça imagens

[1]

.

Existem dois tipos de fotorreceptores no olho humano, um deles é chamado de bastonete, que permite a visão em preto e branco, e o outro de cone, que permite a visão em cores.

[1] do Valle, Juliana “A divisão sensorial do sistema nervoso”, no site da Universidade Paranaense (Brasil) (http:/ / virtual.

unipar.

br/ courses/

FISIOHUMANA/ document/ MATERIAL_DE_NEURO/ NEURO-03.

pdf?cidReq=FISIOHUMANA) acessado a 4 de agosto de 2009

58

Candeeiro

Candeeiro

Um candeeiro é um utensílio que se emprega para iluminar continuamente.

O candeeiro pode funcionar a electricidade, gás ou

petróleo para gerar energia luminosa. Pode ter várias formas e ser suspenso ou possuir pé. Há vários tipos de candeeiros: de mesa, da via pública e muitos mais.

Antigamente usavam o candeeiro a Petróleo

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Exemplo de um candeeiro

Lâmpada fluorescente

Lâmpada fluorescente

A lâmpada fluorescente é um tipo de lâmpada criado por Nikola

Tesla, introduzida no mercado consumidor em 1938. Ao contrário

das lâmpadas de filamento, possui grande eficiência por emitir

mais energia eletromagnética em forma de luz do que calor.

Imagem de alta resolução em preto-e-branco de uma lâmpada compacta fluorescente.

Funcionamento

Circuito de uma lâmpada fluorescente A: Tubo

Fluorescente, B: Energia eléctrica (+220 Volts),

C: Arrancador, D: Interruptor (Termostato

Bi-metálico), E: Capacitor/Condensador, F:

Filamentos, G: Balastro)

As lâmpadas fluorescentes funcionam de modo semelhante aos tubos de descarga de gás néon, possuem um par de elétrodos em cada extremo. O tubo de vidro é coberto com um material à base de fósforo,

este, quando excitado com radiação ultravioleta gerada pela ionização

dos gases produz luz visível. Internamente são carregadas com gases inertes a baixa pressão, as mais comuns utilizam o árgon. Além da cobertura de fósforo, existem elétrodos em forma de filamentos nas suas extremidades. Sua função é pré-aquecer seu interior para reduzir a tensão elétrica necessária à ionização, dando a partida no processo de bombardeamento por iões

(português europeu) positivos dos gases no interior do tubo.

ou íons

(português brasileiro)

Quando a composição interna for a base de vapor de mercúrio, portanto não condutiva, deve ser aplicado um gradiente de tensão de algumas centenas de volts ao mesmo tempo que as extremidades são aquecidas. Acontecendo a descarga iónica, portanto a emissão de luz U.V. e esta excitando o fósforo da parede do tubo de vidro, não há mais necessidade de alta tensão entre os extremos do tubo, sendo reduzida para menos de 100 V, no caso de lâmpadas de baixa potência e no máximo 175 V em caso de lâmpadas de alta potência.

60

Lâmpada fluorescente

Arrancador de lâmpada fluorescente (relé térmico automático)

A intensidade de corrente elétrica que passa através dos gases de baixa

pressão emite grande quantidade de radiação U.V. no comprimento de onda de emissão do vapor de mercúrio. Esta é convertida em luz

visível pela camada de fósforo que, dependendo da mistura aplicada, dará a tonalidade da coloração emitida.

Uma lâmpada fluorescente, para funcionar, precisa de dois acessórios extra: O Arrancador

(português europeu) ou Starter

(português brasileiro)

(que não é mais do que um relé térmico bi-estável) e o balastro

(português europeu) ou Reator

(português brasileiro)

(que é uma bobina para gerar a alta tensão necessária ao arranque e controlar a corrente consumida pela lâmpada).

O arrancador só funciona no acto da ignição da lâmpada, ficando todo o resto do tempo desligado. Até pode ser retirado do circuito, que a lâmpada permanece acesa.

Aplicação

As aplicações de lâmpadas fluorescentes, vão desde o uso doméstico, passando pelo industrial, chegando ao uso laboratorial. Neste caso são largamente utilizadas sem cobertura de fósforo para equipamentos de esterilização por

radiação ultravioleta (U.V.). Lembrando que após sua vida útil, as lâmpadas não podem ser utilizadas para outros

fins, pois os gás armazenado no seu interior é muito prejudicial ao meio ambiente. Quando quebrada o vapor de mercúrio pode contaminar e causar danos a atmosfera.

Eficiência e durabilidade

Além de serem de duas a quatro vezes mais eficientes em relação às lâmpadas incandescentes, as fluorescentes chegam a ter vida útil acima de dez mil horas de uso, chegando normalmente à marca de vinte mil horas de uso, contra a durabilidade normal de mil horas das incandescentes. E também geram uma econômia de 80% (lâmpada de

15 W fluorescente comparada a uma lâmpada incandescente de 60 W).

Características

Lâmpadas de plasma feitas de folhas alumínio superam lâmpadas incandescentes Lâmpadas planas, finas como folhas de alumínio, que não precisam de suportes metálicos, super-leves, podendo se adaptar a qualquer ambiente e servindo inclusive para aplicações médicas. Essa é a novidade apresentada por pesquisadores da

Universidade de Illinois, Estados Unidos. As novas lâmpadas são formadas por um sanduíche de duas folhas de alumínio separadas por uma finíssima camada isolante de óxido de alumínio (safira).

O que faz essa estrutura emitir luz é uma série de pequenas cavidades cheias de gás, que penetram a folha de alumínio superior e a camada de safira. Essas cavidades, com o formato de um diamante, são depósitos de plasma, que emitem luz sob a ação

Vários tipos de lâmpada fluorescente.

de uma corrente elétrica. O princípio é o mesmo das lâmpadas fluorescentes, só que as lâmpadas de plasma dispensam refletores e suportes. Por cima da folha superior de alumínio vai uma camada de vidro de 0,5 milímetro de espessura, com o lado interno recoberto por uma película de fósforo de 10 micrómetros

(português europeu) ou

micrômetros

(português brasileiro) de espessura. Com isso, todo o painel de lâmpadas de plasma tem uma espessura

61

Lâmpada fluorescente total de 0,8 milímetros. Construídos de folhas de alumínio, safira e minúsculas quantidades de gás, os painéis são finos e podem ser pendurados na parede como se fossem quadros. No atual estágio da pesquisa as lâmpadas de plasma têm uma eficiência de 15 lúmens por watt. Os pesquisadores afirmam ser possível chegar aos 30 lumens por watt quando o projeto do painel e da geometria das microcavidades estiverem revisados. Uma lâmpada incandescente tradicional tem uma eficiência entre 10 e 17 lúmens por watt.Embora o painel de lâmpadas de plasma seja seis vezes mais fino do que um painel de LEDs, o consumo de energia ainda não é o ideal. O gasto de energia das lâmpadas de plasma fica muito acima dos LEDs, em um nível intermediário entre as lâmpadas fluorescentes e as lâmpadas incandescentes.

Ver também

• Luz

• Lâmpada incandescente

• Luminotécnica

• Electricidade

Ligações externas

• A lâmpada fluorescente (Quantum e Plasma)

[1]

(em português)

• Lâmpada fluorescente

[2]

(em português)

Referências

[1] http:/ / www.

feiradeciencias.

com.

br/ sala14/ 14_19.

asp

[2] http:/ / br.

geocities.

com/ saladefisica7/ funciona/ fluorescente.

htm

62

Lâmpada incandescente

A lâmpada incandescente

(português brasileiro) ou lâmpada elétrica

(português europeu)

é um dispositivo eléctrico que transforma energia elétrica em energia luminosa e energia térmica.

Thomas Alva Edison em 1879 construiu a primeira lâmpada incandescente utilizando uma haste de carvão(carbono) muito fina que, aquecida até próximo ao ponto de fusão, passa a emitir luz.

A haste era inserida numa ampola de vidro onde havia sido formado alto

vácuo. O sistema diferia da lâmpada a arco voltaico, pois o filamento de

carvão saturado em fio de algodão ficava incandescente, ao invés do centelhamento ocasionado pela passagem de corrente das lâmpadas de arco.

Como o filamento de carvão tinha pouca durabilidade, Edison começou a fazer experiências com ligas metálicas, pois a durabilidade das lâmpadas de carvão não passava de algumas horas de uso.

A lâmpada de filamento de bambu carbonizado foi a que teve melhor rendimento e durabilidade, sendo em seguida substituída pela de celulose, e finalmente a conhecida até hoje com filamento de tungsténio cuja temperatura de trabalho chega a 3000°C.

Lâmpada Incandescente

Lâmpada incandescente

Construção

A maior dificuldade encontrada por Swan e Edison, quando tentavam fazer lâmpadas desse tipo, era encontrar um material apropriado para o filamento, que não devia se fundir ou queimar.

Hoje em dia os filamentos são, geralmente, feitos de tungstênio, metal que só funde quando submetido a temperatura altíssima (3422 °C).

Para evitar que os filamentos entrem em combustão e se queimem rapidamente, remove-se todo o ar da lâmpada, enchendo-a com a mistura de gases inertes, nitrogênio e argônio ou criptônio.

As lâmpadas incandescentes funcionam a baixas pressões, fazendo com que o gás rarefeito funcione com um isolante térmico, já que um gás quando recebe energia, tende a expandir antes de esquentar, e como ele está rarefeito ele expande ao invés de esquentar. Mas é claro que como a energia dada a esse gás (aproximadamente 2800 °C ~ 3000 °C) é muito grande ele expande ao máximo e depois começa a transmitir a energia a ele dada. Se não houvesse esse mecanismo, não conseguiríamos conter 3000 °C dentro de um globo de vidro sem fundi-lo e os outros materiais que compõem uma lâmpada.

Lâmpada Incandescente - Edison

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Funcionamento

Quando se aciona um interruptor, a corrente eléctrica passa pela lâmpada através de duas gotas de solda de prata que se encontram na parte inferior, e em seguida, ao longo de fios de cobre que se acham firmemente fixados dentro de uma coluna de vidro. Entre as duas extremidades dos fios de cobre estende-se um outro fio muito fino chamado filamento. Quando a corrente passa por este último, torna-o incandescente, produzindo luz.

Rendimento

O rendimento da lâmpada incandescente é minimo: apenas o equivalente a 5% da energia elétrica consumida é

transformado em luz, os outros 95% são transformados em calor. Por causa deste desperdício, a União Européia

decidiu abolir as lâmpadas incandescentes a partir de 2012.

[1] [2] [3]

Ver também

• Luz

• Lâmpada fluorescente

• Lâmpada photoflood

• Luminotécnica

[1] " Anunciado o fim de lâmpadas incandescentes (http:/ / www.

euranet.

eu/ por/ content/ view/ full/ 9889)", Euranet, 09-12-2008. Página visitada em 2008-12-30.

(pt)

[2] " L'Union européenne met fin aux ampoules incandescentes (http:/ / www.

20minutes.

fr/ article/ 280046/

France-L-Union-europeenne-met-fin-aux-ampoules-incandescentes-Greenpeace-s-enflamme.

php)", 20 minutes, 09-12-2008. Página visitada em 2008-12-30.

(fr)

[3] " L'ampoule incandescente supprimée en 2012 (http:/ / info.

france2.

fr/ environnement/ 49497528-fr.

php)", France2.fr, 09-12-2008. Página visitada em 2008-12-30.

(fr)

Lâmpada halógena

Lâmpada halógena

Lâmpadas halógenas são lâmpadas incandescentes às quais se adiciona internamente ao bulbo elementos halógenos como o iodo ou bromo.

Funcionamento

Realiza-se no interior do bulbo o chamado "ciclo do iodo", ou "ciclo do bromo". O tungstênio evaporado combina-se

(em temperaturas abaixo de 1.400°C) com o halogênio adicionado ao gás presente no bulbo. O composto formado

(iodeto de tungstênio), fica circulando dentro do bulbo, devido às correntes de convecção aí presentes, até se aproximar novamente do filamento. A alta temperatura aí reinante decompõe o iodeto, e parte do tungstênio se deposita novamente no filamento regenerando-o . O halogêneo liberado começa o ciclo. Temos assim, uma reação cíclica que reconduz o tungstênio evaporado para o filamento. Com isso, o filamento pode trabalhar em temperaturas mais elevadas (aproximadamente 3.200K a 3.400K), obtendo-se maior eficiência luminosa, fluxo luminoso de maior

temperatura de cor, ausência de depreciação do fluxo luminoso por enegrecimento do bulbo e dimensões reduzidas.

As lâmpadas halógenas possuem luz brilhante, que possibilita realçar as cores e objetos com eficiência energética maior do que a das lâmpadas incandescentes comuns. Por serem compactas, as lâmpadas halógenas são utilizadas nas mais diversas luminárias, desde pequenos spots até wallwashers, oferecendo liberdade para a criação de diversos ambientes. Em termos de economia, as lâmpadas halógenas oferecem mais luz com potência menor ou igual a das incandescentes comuns, além de possuírem vida útil mais longa, variando entre 2.000 e 4.000 horas.

Este artigo é mínimo. Você pode ajudar a Wikipédia halógena expandindo-o [1].

64

Referências

[1] http:/ / en.

wikipedia.

org/ wiki/ :Lâmpada

Lâmpada photoflood

Lâmpada photoflood

Uma lâmpada photoflood, usada em iluminação fotográfica, é um tipo de lâmpada incandescente que produz um

fluxo luminoso mais intenso e uma luz mais branca que as lâmpadas incandescentes comuns para se adequar à

sensibilidade à luz dos filmes fotográficos de uso corrente e à sensibilidade às cores dos filmes do tipo Tungsten

(para luz artificial), visando reproduzir os objetos com formas e cores equiparáveis à do mesmo objeto quando fotografado sob luz natural.

Sendo lâmpadas para uso fotográfico, as lâmpadas photoflood são mais potentes que as lâmpadas usadas na iluminação doméstica, têm tipicamente

250 e 500 W.

[1]

Além disso, são sobrevoltadas, isto é, trabalham em regime forçado quando ligadas à rede elétrica normal para gerar um fluxo luminoso mais intenso. Seu poder de iluminação é cerca de dez vezes maior que uma lâmpada incandescente comum.

As lâmpadas photoflood, pela sua natureza e tecnologia empregada, têm curta duração. Uma photoflood que irradia uma luz com temperatura de cor de

3400 K dura cerca de mil vezes menos que uma lâmpada doméstica.

A base das lâmpadas photoflood segue o mesmo padrão dos soquetes de luminárias caseiras (o Brasil segue o padrão E27 europeu), o que permite que as photofloods possam ser usadas em casa. Ao clarear uma sala de dimensões médias, uma única photoflood torna possível fotografar sem o uso de flashes.

Características

Uma lâmpada comum com mesma base roscada E27 de uma lâmpada photoflood

As lâmpadas photoflood são fabricadas com uma potência nominal de 250 e

500 W com opção de temperatura de cor de 3200 K e 3400 K, mas às vezes (e

antigamente) com opção de 2900 K.

São fabricadas também photofloods para serem usadas com filmes a cores próprias para luz diurna ou então para serem usadas em combinação com luz diurna. São as lâmpadas photofloods azuis, que têm sua temperatura de cor

"esquentada" de 3400 K para 4800 K ou mais com a aplicação de uma camada de cor azul.

As lâmpadas photoflood, à sua época, não eram integralmente actínicas, como são as modernas lâmpadas halógenas que são usadas em lugar das photofloods, e as que são fabricadas hoje destinam-se a simples reposição, continuando a ser lâmpadas de curta duração.

A temperatura de cor da lâmpada photoflood é fixada em 3400K ou 3200 K para parear com a temperatura de cor dos filmes fotográficos tipo A e tipo B respectivamente. A correlação de temperatura de cor, no entanto, se afasta com o tempo de uso da lâmpada, sendo necessário recorrer a medições de cor e efetuar compensações com certa freqüência quando se está produzindo diapositivos.

O IRC (Índice de Reprodução de Cores) ou, em inglês, CRI (Color Rendering Index) das lâmpadas photofloods é brilhante. Numa escala de fidelidade de reprodução variando de 0 a 100, o IRC das photofloods é simplesmente 100.

Filmes negativos e sensores de imagem de câmeras digitais são menos sensíveis a variações de temperatura de cor

(CCT - Correlated Color Temperature), os desvios podem ser compensados no laboratório ou corrigidos em editores eletrônicos em fase posterior.

65

Lâmpada photoflood

Tipos de lâmpadas photoflood

Há basicamente dois tipos de lâmpadas photofloods no mercado de materiais fotográficos. O P1 de 3400 K e o P2 de

3200 K, isto porque havia opções de filmes tipo A e tipo B para equilibrar a estas temperaturas. Considera-se, no entanto, que um filme equilibrado para uma temperatura de cor de 3300 K pode usar tanto uma photoflood como outra sem uso de filtros de compensação por implicar um desvio tolerável.

Em geral, as lâmpadas photoflood para fotografias de estúdio são apresentadas em forma de lâmpadas comuns para montagem dentro de equipamentos projetores, refletores ou difusores de luz. Para uso em estúdios de cinema e TV, as lâmpadas são freqüentemente do tipo spot, com refletor interno espelhado.

Lâmpadas substitutivas

As lâmpadas photoflood estão em franco desuso, e muitas das lâmpadas photoflood oferecidas no mercado fotográfico são lâmpadas remanescentes, foram adquiridas há anos, só interessando àqueles que usam iluminação de alta qualidade fotográfica esporadicamente.

Halógenas

As photofloods estão sendo substituídas por lâmpadas halógenas actínicas as quais, além de terem um melhor rendimento luminoso, costumam ter uma longevidade maior. As lâmpadas halógenas oferecem ainda opções de maior potência luminosa.

Fluorescentes

O IRC (Índice de Reprodução de Cores) alcançado pelas lâmpadas fluorescentes já é da ordem de 90% e, mais

recentemente, lâmpadas fluorescentes têm sido empregadas em fotografia. Caixas para análise de fotos coloridas

estão sendo preenchidas com luz de fluorescentes fotográficas.

A aplicação das fluorescentes na iluminação de estúdio é limitada pela baixa potência destas lâmpadas, mas mesas de fotografia já podem tirar proveito dessas lâmpadas. Há softboxes de tamanho médio usando uma bateria de lâmpadas fluorescentes.

Luz artificial e câmeras digitais

Atualmente o meio fotográfico entende por photoflood a iluminação para filmes tipo A equilibrada em 3400 K. A maioria das câmeras digitais de vídeo e de fotografia oferece um "pré-set" para Tungsten, ou Incandescent, ou ainda

Halogen, equivalente a filmes tipo B equilibradas para 3200 K.

Câmeras de custo mais elevado permitem uma compensação de temperatura de cor manualmente. Isto torna boa parte das lâmpadas incandescentes, tanto as ordinárias como as photofloods tipo B, adequadas para obter fotografias com fidelidade de cores satisfatória, sem necessidade de recorrer a filtros de compensação ou a tratamentos de imagens pós-produção.

[1] Catálogo de lâmpadas photoflood (http:/ / www.

gelampadas.

com.

br/ Produtos/ produto.

asp?linha=projecao& prod=Photoflood).

66

Lâmpada photoflood

Ver também

~

• Luminotécnica

• Lâmpada

• Temperatura de cor

• Filtro fotográfico

Ligações externas

• Catálogo de lâmpadas Osram (http:/ / www.

osram.

com.

br/ download/ catalogo/ catalogo_display_optic.

pdf)

• Como usar filtros fotográficos (http:/ / www.

photocolor.

com.

br/ sub/ sub13-f01.

htm)

• Equipamentos de iluminação (http:/ / www.

atek.

com.

br/ paginas/ produtos/ luz_cont/ photo_flood/ photo_flood.

htm)

Lâmpada a arco voltaico

A lâmpada a arco voltaico, precursora das modernas lâmpadas de descarga de mercúrio e sódio foi utilizada comercialmente e com eficiência de 1888 até 1920 na iluminação pública e ambientes.

Em projetores cinematográficos, foi utilizada até a década de oitenta, existindo até hoje em cinemas ao redor do planeta.

Em 1858 no farol de South Foreland, na Inglaterra, foi utilizada uma lâmpada de arco voltaico, que não apresentou resultados satisfatórios, pois a queima era inconstante e a vida útil muito curta, exigindo constante manutenção.

A lâmpada de arco voltaico foi inventada no início do século XIX, por volta de 1.800 por H. Davy. Ele havia descoberto que um circuito elétrico, alimentado por uma potente bateria com dois bastões de carbono pontiagudos nas extremidades em contato mecânico inicial, e após o fechamento do arco, mantida uma distância uniforme, a

passagem de corrente elétrica gerava um arco voltaico com alta luminosidade, pois a temperatura do pólo positivo

chega a 3.700°C, e no pólo negativo fica em torno de 2.500°C.

Depois do início do fenômeno, observa-se que o pólo negativo toma forma pontiaguda e o pólo positivo toma forma de cratera.

Ver também

• Luminotécnica

• Arco elétrico

67

Lâmpada de descarga

Lâmpada de descarga

A lâmpada de Descarga é um dispositivo elétrico que transforma energia elétrica em energia luminosa.

Seu princípio de funcionamento baseia-se na condução de corrente elétrica em um meio gasoso, quando em seus eléctrodos se forma uma tensão elevada capaz de vencer a rigidez dielétrica do meio. Os meios gasosos mais utilizados são o vapor de mercúrio ou o argônio.

Os tipos mais comuns são:

• Lâmpadas Fluorescentes

• Lâmpadas de vapor de mercúrio

• Lâmpadas de vapor de sódio

• Lâmpadas Mistas

Ver também na Wikipédia

• Luminotécnica

68

Lâmpada de lava

Lâmpada de lava, conhecida em inglês como Lava lamp, é uma lâmpada mais utilizada para decorar do que para iluminar. É assim chamada por produzir um efeito que lembra lava.

Descrição

As lâmpadas de lava são objetos que fazem parte da cultura pop dos anos 70 do século XX são associadas aos hippies e ao psicotismo da época embora podemos construir uma usando elementos simples, como

• Uma garrafa de vidro incolor.

• Uma lata de refrigerante de alumínio.

• Óleo vegetal (milho, soja, etc.)

• Água

• Álcool etílico ( álcool comum)

• Lâmpada de 60W com soquete e fiação para ligar na tomada.

Preparar a lava utilizando óleo vegetal, colocamos o óleo na garrafa até 1/5 de sua altura. Adicionar sobre o óleo vegetal álcool etílico. Vá adicionando aos poucos água sobre o álcool etílico, misturando bem os dois líquidos, quando notar que o óleo está prestes a subir pare de adicionar água. Para saber se atingiu o ponto ideal, você pode olhar a curvatura e da interface entre o álcool e o óleo, quando houver uma grande curvatura da interface voltada para baixo você alcançou o ponto ideal. Se o óleo flutuar, você passou do ponto. Então coloque mais álcool aos poucos para que o óleo volte ao fundo.

Coloque a lâmpada de 60W no soquete e ligue todos os fios, ( como sempre tomando cuidado para não tomar choques[ para evitar isso use fita isolante nas conexões]) não ligue o fio até todas as conexões estarem prontas e isoladas. Não use uma lâmpada mais potente, pois isso poderá levar ao superaquecimento da garrafa provocando seu rompimento. Prepare um suporte para a garrafa utilizando a lata de refrigerante, para isso, corte o fundo e a parte superior da lata. Insira a lâmpada pelo fundo da lata, e coloque a garrafa na outra extremidade, de forma que a lâmpada fique próxima da garrafa sem que as duas encostem. Ligue a lâmpada e aguarde até que a garrafa se aqueça.

Embora o óleo seja menos denso que a água (1,0 g/cm³) o óleo vegetal(soja) (0,91 g/cm³) é mais denso que o álcool etílico puro (0,79 g/cm³). Ao misturarmos álcool e água, podemos aproximar muito da densidade do óleo de

Lâmpada de lava soja.Assim ao aquecermos o fundo da garrafa com a lâmpada aquecemos também o óleo, fazendo com que se torne menos denso que a mistura água - álcool e desse modo ele sobe formando grandes esferas de óleo. Ao chegar na parte superior o óleo perde parte do aquecimento e desce pois se torna mais denso.

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Ligações externas

• Como funcionam as lâmpadas de lava

[1]

• How Liquid Motion Lamps Work

[2]

(em inglês)

Referências

[1] http:/ / casa.

hsw.

com.

br/ lampadas-de-lava.

htm

[2] http:/ / home.

howstuffworks.

com/ lava-lamp.

htm

Lâmpada a óleo

Lâmpada a óleo

A lâmpada a óleo, também designada por candeia,

lamparina ou lâmpada de azeite,

[1]

é constituída de um recipiente com algum tipo de óleo combustível, sobre o qual flutua um pedaço de madeira ou cortiça, com um pavio encerado fixo. Seu uso se estende desde a pré-história até os dias de hoje.

Tipologia

As lâmpadas podem ser categorizadas por diferentes critérios, incluindo material (argila, pedra, prata, bronze, ouro, cerâmica), forma, estrutura, desenhos, e imaginário (simbólico, religioso, mitológico, erótico).

Antiga lâmpada indiana.

70

Antiga lâmpada a óleo Candeia do século XVII

[1] lâmpada (http:/ / www.

infopedia.

pt/ $lampada). O Infopédia (em linha). Porto Editora (2003-2009). Página visitada em 20 de novembro de

2009.

Ofuscamento

Ofuscamento

Ofuscamento é o resultado de luz indesejada no campo visual, e geralmente é causado pela presença de uma ou

mais fontes luminosas excessivamente brilhantes. Causa desconforto, redução da capacidade ou ambos.

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o ofuscamento pode ser dividido nas seguintes categorias:

Ofuscamento direto, devido a uma fonte luminosa situada na mesma ou aproximadamente na mesma direção do objeto observado;

Ofuscamento indireto, devido a uma fonte luminosa situada numa direção diferente daquela do objeto observado;

Ofuscamento por reflexão, produzido por reflexões especulares provenientes de fontes luminosas, especialmente quando as imagens refletidas aparecem na mesma ou aproximadamente na mesma direção do objeto observado.

O ofuscamento pode apenas causar desconforto visual, sem necessariamente enfraquecer a visão dos objetos

(ofuscamento perturbador) ou enfraquecer a visão dos objetos, sem necessariamente causar desconforto

(ofuscamento inibidor).

As sensações de desconforto podem ser distintas:

[1]

Ofuscamento inibidor – ocorre quando uma determinada fonte luminosa interfere com a habilidade de uma pessoa desempenhar uma tarefa, tendo impacto significativo quando está presente. Segundo ROBBINS, "Esse tipo de ofuscamento depende do tamanho da abertura, do brilho da fonte luminosa vista pela abertura, da distância do

olho para a abertura, e da localização da abertura em respeito ao campo visual." Um exemplo de ofuscamento

inibidor é a imagem de uma janela ou luminária refletida no monitor de um computador, impossibilitando a visão da imagem renderizada.

Ofuscamento perturbador – o desconforto resultante causado por luz muito contrastante com o fundo, sem entretanto afetar a habilidade de desenvolver uma atividade visual. Segundo ROBBINS, "Ofuscamento perturbador inclui as sensações de distração, distúrbio e deslumbramento. […] [A sensação de] ofuscamento perturbador parece ser composta de dois efeitos separados. Um é o efeito de contraste produzido quando uma fonte luminosa ofuscante pode ser de brilho apenas moderado — como um flash nos olhos de uma pessoa num

cômodo escuro. O segundo é o efeito de saturação produzida quando parte ou toda a superfície da retina do olho é

estimulada de maneira tal que a resposta máxima da retina ocorre. O olho humano só pode manter essa resposta por intervalos de tempo muito pequenos antes de ocorrer a fadiga química."

Genericamente, os olhos se adaptam melhor a uma fonte luminosa grande, que ocupa uma parte maior do campo de visão; há menor sensação de ofuscamento associada. Isso se deve, entre outros fatores, por haver uma mudança na variação de contraste entre figura e fundo. Assim, uma abertura grande de luz natural pode provocar menos ofuscamento que uma pequena.

[1] VIANNA, Nelson Solano, e Gonçalves, Joana Carla S. Iluminação e arquitetura. São Paulo: Virtus s/c ltda., 2001

Bibliografia

• ABNT, Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 5461 - Iluminação. Dezembro de 1980.

• BUCHWEITZ, Sigried Neutzling. Reabilitação de edifícios de escritórios com grandes superfícies de vidro: a questão do conforto lumínico-visual. Sigried Neutzling Buchweitz. - Rio de Janeiro: UFRJ/ FAU, 2005.

• ROBBINS, C.L. (1986): Daylighting: Design and Analysis. Van Nostrand Reinhold Co., NY

71

Sombra

Sombra

Uma sombra é uma região escura formada pela ausência parcial da

luz, proporcionada pela existência de um obstáculo. Uma sombra

ocupa todo o espaço que está atrás de um objeto com uma fonte de luz em sua frente.

A imagem projetada pela sombra é uma silhueta bidimensional e uma projeção invertida do objeto que bloqueia a luz, se apresentando de acordo com a posição retilínea da luz.

A luminosidade presente na sombra se apresenta proporcional à opacidade do objeto ao qual ela se utiliza para ser projetada.

Sombras em uma praia

Meio opaco: não permite a passagem de luz Meio transparente: permite a passagem de luz. Meio translúcido: permite a passagem de luz, mas não permite identificá-la.

Galeria

72

Texto invertido Roseta Sombra transparente Sombra por Turner

Design de iluminação

Design de iluminação

Design de iluminação é a área do design que se ocupa do projeto do uso da luz interna e externa dos ambientes, com

fontes naturais e artificiais.

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Fontes e Editores da Página

Fontes e Editores da Página

Luminotécnica  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=16773814  Contribuidores: Abmac, Alchimista, Bonás, Carlos Rosa PT, Cesarious, Ciro, Gerbilo, Hyju, Jcmo, Lijealso,

Majtec, OS2Warp, PatríciaR, Vmss, 25 edições anónimas

Fotometria  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18510274  Contribuidores: Conhecer, Diego UFCG, Gabrielt4e, Lbertolotti, Rei-artur, Spoladore, 3 edições anónimas

Luz  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18496227  Contribuidores: Adailton, Alchimista, Andreas Herzog, Angeloleithold, Belanidia, Beria, Biilabillo, Brenoars, Brunosl,

Chepereira, Chico, ChristianH, Clarix, Conhecer, Daimore, Dantadd, Der kenner, Diego UFCG, E2m, Eduardoferreira, Epinheiro, Eric Duff, EuTuga, Girino, Gunnex, Iuri lopes, Jo Lorib, Jorge,

José Augusto, Juntas, Kleiner, Leonardo.stabile, Lijealso, Luís Felipe Braga, Luís figo, Manuel Anastácio, Marcelo Reis, Maurício I, Mschlindwein, NH, Nailson R2, Novycentuz, Nuno Tavares,

OS2Warp, Parakalo, Paraoale, Porantim, Py4nf, Renato sr, Reynaldo, Rhcastilhos, Rodrigo Bragança, Rui Malheiro, Santosga, Sebastiao.rocha, Slade, SnowRaptor, Sr X, Thiago R Ramos,

ThiagoRuiz, Tumnus, V. D. Bessa, Vini 175, Wak, Wilson simão, Wyohan, 190 edições anónimas

Comprimento de onda  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17836157  Contribuidores: Alessa77, Angrense, Arthuralbano, Beria, Danilo jorge, Get It, Hermógenes Teixeira Pinto

Filho, Hiroshi, Lijealso, N&n's, Nikitta, Osias, Parakalo, RafaAzevedo, Rhcastilhos, Santana-freitas, Sebastiao.rocha, Spriling, Teles, Tschulz, 14 edições anónimas

Olho  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18698748  Contribuidores: 333, 555, Abmac, Alexg, Beria, Bonás, Chepereira, Chico, ChristianH, CommonsDelinker, DCandido,

Dantadd, E2mb0t, Eduardo Sellan III, Epinheiro, Erin&David, EuTuga, FML, FreyjaYingfa, GOE, GRS73, Gbiten, Get It, Gunnex, Heitor C. Jorge, JCMP, Ja.santosferreira, Jorge Morais, Juntas,

Lampiao, Leoh25, Leonardo.stabile, Leslie, Lijealso, Lixo27, Luiza Teles, Maurício I, MoiraMoira, Mr.Yahoo!, Mschlindwein, OS2Warp, Parakalo, Prowiki, R.tuma, Rafael, o Galvão, Railtonrv,

Reynaldo, Rhcastilhos, Rossicev, Rui Silva, Ruy Pugliesi, SangeYasha, Santana-freitas, Spoladore, Stef48, Sturm, TenIslands, ThiagoRuiz, Timor, Tó campos, Vini 175, Xpto, 116 edições anónimas

Visão  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17701719  Contribuidores: 333, Auréola, Belegurth, Bille.Alan, Clara C., Cralize, DCandido, Dantadd, Eduardo Henrique Rivelli Pazos,

Epinheiro, Executioner 4ever, Fernando S. Aldado, GOE, Juntas, Kipzim, Leandro Prudencio, Lechatjaune, Leonardo.stabile, Lorde, Luckas Blade, Luiza Teles, Luís Felipe Braga, Majtec,

Maurício I, Mschlindwein, Muriel Gottrop, NH, Nuno Tavares, OS2Warp, Osnimf, Pietro Roveri, Rarararatinho, Redemundial, Riverfl0w, Rui Silva, S3o3b3e3l, SallesNeto BR, Sturm, Tó campos, Vvilela, Wanc, Xandi, 89 edições anónimas

Humor vítreo  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17487617  Contribuidores: Algumacoisaqq, Angrense, DCandido, E2m, Jorge, Rhcastilhos, Rui Silva, 3 edições anónimas

Retina  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18498164  Contribuidores: Algumacoisaqq, Bioturismologo, Campani, DCandido, Faxel, GRS73, Membro, Mschlindwein, Nuno

Tavares, Rhcastilhos, Rui Silva, Tó campos, 8 edições anónimas

Íris  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18747969  Contribuidores: Capitão Mor, Femme Fatale, GOE2, Mschlindwein, Prowiki, Rei-artur, Rhcastilhos, 13 edições anónimas

Nervo óptico  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17091198  Contribuidores: Algumacoisaqq, Allemo, Beraldo27, DCandido, Lijealso, Loge, Lucasmcorso, Mansueto77,

MiguelJeri, PatríciaR, Rhcastilhos, 7 edições anónimas

Cone (célula)  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17744266  Contribuidores: Abmac, Bioturismologo, Celso Figueira, DCandido, GRS73, Lijealso, Renatops, Ruy Pugliesi, 7 edições anónimas

Bastonete  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18751295  Contribuidores: Abmac, Adailton, Bioturismologo, Blamed, Eduardo Henrique Rivelli Pazos, EuTuga, Gerbilo, Lijealso,

Lusitana, Luís Felipe Braga, Muriel Gottrop, Roddycar, Rui Silva, 14 edições anónimas

Radiação electromagnética  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18731825  Contribuidores: Alexsandra riber, Angeloleithold, Arges, Beria, Bisbis, Cdang, Copat, Crespus2006,

Cvalente, Danilo jorge, Darwinius, Dpc01, E2m, Frajolex, Fredxavier, Joao, Joaopaulopontes, JosueJ, Juntas, Kim richard, Kleiner, Lgoncalv, Manuel Anastácio, Marcelo Reis, Marciowb, NH,

PBJP, Picture Master, Scott MacLean, Vmadeira, Wilson simão, Zen Mind, 39 edições anónimas

Radiação infravermelha  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18716658  Contribuidores: Adriano.gg, Adrianojbr, Belanidia, Binn05, Bisbis, Conhecer, E2m, Epinheiro, Fábio

Soldá, Gunnex, Humbertomc, Jorge Morais, Leanro dos santos bonetes, LeonardoRob0t, Manuel Anastácio, Mosca, NH, OS2Warp, Rnbastos, Sturm, Tiago Becerra Paolini, Tumnus, Vigia,

Willgenio, Wilson simão, 58 edições anónimas

Radiação ultravioleta  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18714863  Contribuidores: Angeloleithold, Cesarious, Cyberlords, E2m, Eamaral, Fernando S. Aldado, GOE,

Gwiethaus, LeonardoRob0t, Lijealso, Luciano Brum, Lusitana, Manuel Anastácio, Marilia.Ss, Maurício I, Mvasconcellos70, NH, Rafael.afonso, Rei-artur, Rsevero, Rui Silva, Solar, Tumnus,

Vigia, Zebocchi, 51 edições anónimas

Intensidade de radiação  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17257574  Contribuidores: Alves, Bonás, Jic, Leslie, Sebastiao.rocha, 3 edições anónimas

Cor  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18498918  Contribuidores: 555, Abmac, Agil, Aleph73, André Miranda, André Teixeira Lima, Bisbis, Bluedenim, Carlos28, Chico, Clara

C., Daimore, Dantadd, DiogoFLeite, Diotti, E2m, Eamaral, Econt, Eduardoferreira, Faamorim, Fernando S. Aldado, Fábio Soldá, GOE, GRS73, Gaf.arq, Gil mnogueira, Glum, Ilustrador, Jic, Jo

Lorib, Joel Santinho, Jorge, João Carvalho, Kanopus, Kim richard, Lechatjaune, Leonardo.stabile, Leslie, Lugusto, Luiza Teles, Lusitana, Majtec, Marceloghelman, Nice poa, Nuno Tavares,

OS2Warp, PLatiNike, Parakalo, PauloColacino, Pedro Aguiar, Rastamafata, Reynaldo, Rjclaudio, Rodrigo Tetsuo Argenton, Rogerio Cardoso, Silhoubles, Sistema428, Sturm, Teles,

Thiagomandrade, Tiago Vasconcelos, Tijolo Elétrico, Tilgon, Tumnus, Tó campos, ValJor2, Vigia, Vini 175, Waldir, Zumg, 256 edições anónimas

Fóton  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18730563  Contribuidores: Angeloleithold, Daniel Souza, E2mb0t, Ebalter, Lauro Chieza de Carvalho, Maañón, Sturm, 9 edições anónimas

Frequência  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18425967  Contribuidores: Angeloleithold, AntoniusJ, Bisbis, Camponez, E2m, Edudobay, Fernando S. Aldado, GoEThe, Gunnex,

Joãofcf, Kaktus Kid, Killocan, Kleiner, Majtec, Manuel de Sousa, MarceloCG, Mschlindwein, Nuno Tavares, OS2Warp, PTJoel.HD, Parakalo, RafaAzevedo, Rvertulo, Severino666, Teles,

Viniciusemc2, Vmadeira, 25 edições anónimas

Fluxo luminoso  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18776587  Contribuidores: Hermógenes Teixeira Pinto Filho, Sigried, 1 edições anónimas

Intensidade luminosa  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18515854  Contribuidores: Lbertolotti, Leslie, Sebastiao.rocha, Tschulz, 5 edições anónimas

Iluminamento  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=16774133  Contribuidores: CorreiaPM, Lfacorreia, Marcelo-Silva, Sigried, 2 edições anónimas

Luminosidade  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18730365  Contribuidores: Ebalter, Jic, Joaoki, Lbertolotti, Leonardo.stabile, Leslie, Lijealso, S3o3b3e3l, Sebastiao.rocha,

Teles, Waldir, 3 edições anónimas

Lux  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17556403  Contribuidores: Andreas Herzog, Conhecer, Copat, Dino-Giovani, E2m, Eduardoferreira, Fjvliz, Ikescs, Juntas, Kleiner,

Lemarlou, Marcelo-Silva, Martinaf, Mschlindwein, OS2Warp, Villarinho, 16 edições anónimas

Eficiência energética  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18375648  Contribuidores: Alchimista, Ecoarq, Energiaalternativa, GuardianBrazil, Leonardo.stabile, LiaC,

Mschlindwein, OS2Warp, 3 edições anónimas

Energia  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18775290  Contribuidores: 333, Adailton, Aedd, Albmont, Alchimista, Alexanderps, Angeloleithold, Angrense, Arena Interativa,

Arges, Arthur Lopes, Augusto Reynaldo Caetano Shereiber, Belanidia, Bisbis, Biuick, Bluedenim, Breno.sakaguti, Caiohro, Carlos-PC, Ciro, CostaJES, Cursocf, Daimore, Danilo.mac, Danilodn,

Dantadd, Darwinius, Daveiro, Davemustaine, Der kenner, Domorenova, E2m, Eamaral, Ebalter, Eduardo Gerhardt Martins, Eduardoferreira, Epinheiro, Eric Duff, Erykekynha, EuTuga,

Fredxavier, GOE, GOE2, GRS73, Garavello, Gil mnogueira, Giro720, Guiclarksonripoll, Guilherme machado fragoso, Gunnex, JLCA, Jo Lorib, Jorgejlbs, Joseolgon, João Carvalho, Jsobral,

Juntas, K3nz1nh0, Kim richard, Lauro Chieza de Carvalho, Leandromartinez, Lechatjaune, Lemarlou, LeonardoG, Leslie, Lex.B, Lijealso, Luckas Blade, Luiza Teles, Luís Felipe Braga,

MarceloB, Mateus.Antonio, Mauricio280694, Maurício I, Minivalley, Mschlindwein, Mvdiogo, Mário e Dário, Nosserzin, Nuno Tavares, OS2Warp, Oolong, Palica, PatríciaR, Paulo oia, Pietro

Roveri, Pmfap, Porantim, Priscilahtinha, Rafajujuba, Rei-artur, Ricardofachada, Rjclaudio, Rui Malheiro, Rui Silva, Ruy Pugliesi, Seewolf, SocratesFcup, Sérgio Noriaki Sato, Taikanatur, Teles,

Trajanodebarros, Ts42, Tschulz, Tumnus, U.m, Viviane pereira de bairros, X spager, Xandi, 504 edições anónimas

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Arthurgoncalvesfilho, Avancorafael, Barao78, Bianca Rocha, Bisbis, Camponez, Carloskleber, Ciro, Clara C., Clarix, Conhecer, Darwinius, Dpc01, E2m, EDULAU, Eduardo Henrique Rivelli

Pazos, Eduardoferreira, Eng.emanuelfc, Enomar, Fasouzafreitas, GOE, Garavello, Girino, Gunnex, Gustavo, Gustavo Siqueira, Jo Lorib, JoaoMiranda, Jorge, João Carvalho, Juntas, Killian,

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Agência Internacional de Energia  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=16229523  Contribuidores: Burmeister, Energiaalternativa, Mário e Dário, OS2Warp, 2 edições anónimas

Temperatura de cor  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17422463  Contribuidores: Colaborador 55, Conabilio, Giro720, Luke skywalker, Rei-artur, 8 edições anónimas

Kelvin  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18712325  Contribuidores: Aseditor, Bisbis, Crislena, Danielcz, E2m, GOE, Gauss, Giro720, Indech, Japf, Jorge, Juntas, Lechatjaune,

Lemarlou, Leonardo.stabile, Leslie, Mateussf, Mosca, Mschlindwein, OS2Warp, RafaAzevedo, Renatops, Sturm, Tschulz, Tuvalkin, Unicrout, Vmadeira, 26 edições anónimas

Fotorreceptor  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18683987  Contribuidores: Bioturismologo, GRS73, Lijealso, Rui Silva, Yanguas, 1 edições anónimas

Candeeiro  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18438348  Contribuidores: Bernardo Henriques, Bisbis, Bluedenim, CJBR, ChristianH, Tumnus, 7 edições anónimas

Lâmpada fluorescente  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18613824  Contribuidores: Absaber, Alexandreanzai, Angeloleithold, Angrense, Benito, Bonás, Carlos Rosa PT,

Chgsantos, Cidcn, Ciro, Clara C., CommonsDelinker, E2m, FelipeVargasRigo, Fredxavier, GOE, GOE2, Heitor C. Jorge, Hermógenes Teixeira Pinto Filho, Ikaro C., Leandro Prudencio, Leslie,

Lijealso, Majtec, Manuel de Sousa, OS2Warp, Olivera, Rhcastilhos, Roclayson, Soulkeeper, Tumnus, Vmadeira, Zehntor, 43 edições anónimas

Lâmpada incandescente  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17815663  Contribuidores: Agil, Angeloleithold, Angrense, Arges, Arnonrdp, Carlos28, Chico, Cyberlords,

Davemustaine, DiogoFLeite, Dvulture, Fasouzafreitas, Gustavo Siqueira, Hyperdanny, JP Watrin, Jic, Joaoki, João Carvalho, Lar pinda, Lechatjaune, Leonardo.stabile, LeonardoG, Leuadeque,

Lgrave, LiaC, Lijealso, Majtec, Manuel Anastácio, Marcusbacus, Mosca, Mrcl, Mschlindwein, Muriel Gottrop, OS2Warp, Rafaufba, Vmadeira, Vsombra, 57 edições anónimas

Lâmpada halógena  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17815684  Contribuidores: Angrense, CJBR, Chepereira, Guilherme R, JotaCartas, Juniorvinente, OS2Warp, 8 edições anónimas

Lâmpada photoflood  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18673653  Contribuidores: Angrense, Brandizzi, Joaoki, Sitenl, ThiagoRuiz

Lâmpada a arco voltaico  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17815772  Contribuidores: Alessandro70, Alexandreanzai, Angeloleithold, Angrense, Brandizzi, Chepereira, Ciro,

Feld, Jcmo, Majtec, 1 edições anónimas

Lâmpada de descarga  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17815700  Contribuidores: Angrense, Ciro, E2m, Majtec

Lâmpada de lava  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18774575  Contribuidores: Angrense, Leonardo.stabile, MPA Neto, Rhcastilhos, 9 edições anónimas

Lâmpada a óleo  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=17815540  Contribuidores: Angrense, Cidcn, Daimore, JotaCartas, Yanguas

Ofuscamento  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=16650450  Contribuidores: Gustavob, Hermógenes Teixeira Pinto Filho, Mschlindwein, Nevinho, Sigried

Sombra  Fonte: http://pt.wikipedia.org/w/index.php?oldid=18715399  Contribuidores: Chico, Dantadd, Ismar Schein, Leonardo.stabile, Rei-artur, Sturm, Tintazul, 9 edições anónimas

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